UFSC e comunidade de São Francisco do Sul sugerem criação de Refúgio de Vida Silvestre no Distrito do Saí

28/09/2021 10:00

Por dentro das matas no alto de um morro no Litoral Norte de Santa Catarina, um pequeno caneleiro-bordado está pronto para desbravar um mundo novo. Poderia ser personagem de um desenho animado, mas é uma ave observada pela primeira vez em um Estado onde não costuma ser vista. A região escolhida é cheia de características atrativas: com espécies diversificadas e água em abundância, deve se tornar a primeira unidade de conservação da parte continental de São Francisco do Sul, por recomendação de um extenso trabalho que uniu a ciência e as comunidades do Distrito do Saí.

A parceria começou após a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ser contratada pela Prefeitura de São Francisco do Sul para estudar a região. Os recursos vieram como parte de uma multa recolhida pelo Ministério Público Federal e foram aplicados para que se analisasse as características para a criação de uma unidade de conservação municipal, em um polígono previamente estabelecido. O estudo resultou em um relatório com mais de 700 páginas, que organiza o conhecimento sobre aspectos como a hidrologia, a geologia, a fauna e a flora da região e ainda apresenta um histórico socioantropológico da área, recomendada para ser um Refúgio de Vida Silvestre.

Caneleiro bordado: espécie foi vista pela primeira vez e indica o quanto a mata pode ter riquezas desconhecidas (Foto: Fernando Farias)

O Projeto Nascentes do Saí traça uma imagem panorâmica e também o raio-x de um lugar repleto de particularidades, que tem urgência na preservação da sua biodiversidade e também pode servir como ponto de turismo ecológico por conta de suas características. O território do Distrito do Saí possui 116 km2, água, floresta e animais em abundância e um patrimônio cultural cheio de histórias. Transformá-lo em unidade de conservação vai contribuir com a proteção e exploração sustentável dos seus encantos turísticos.

Coordenadoria de Design e Programação Visual / Agecom

“A região de morros do Distrito do Saí nos surpreendeu com a sua riqueza de espécies, tanto de flora, como de fauna. É um remanescente de Mata Atlântica muito importante para o Estado, tendo a sua maior parte em estágio avançado de regeneração, além de ser fundamental para a segurança hídrica do município por causa dos seus mananciais”, explica o professor Rodrigo de Almeida Mohedano, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental e coordenador do projeto. “Além dessa tomada de informações, de dados, o projeto é pautado em um processo de governança com a comunidade, porque entendemos que essas ações muito verticais, de cima para baixo, não têm muita efetividade. É preciso que a comunidade participe desde o começo”, contextualiza o professor.

De início, não foi um processo fácil, pois, no senso comum, unidades de conservação costumam ser temidas por, em alguns casos, enrijecerem determinadas regras de ocupação. Mas mesmo com uma pandemia imprevista pelo caminho, a equipe conseguiu construir, com base no diálogo, uma proposta e uma minuta de lei para criar o que se denomina Refúgio da Vida Silvestre.

O polígono inicialmente delimitado pela prefeitura transformou-se em uma área maior, de aproximadamente 6.702 hectares, segundo explica o professor Orlando Ferretti, responsável pela caracterização geográfica. O traçado passou a abranger, também, áreas de maiores altitudes, na divisa com Itapoá e Garuva, onde não há ocupação, mas há floresta.

Segundo Ferretti, a proposta de criação de uma unidade no local remonta à década de 1980, quando a Unesco criou o conceito de Reserva da Biosfera, com o objetivo de dar sustentação à preservação dos diferentes biomas espalhados pelo mundo. No Brasil, esse processo se estendeu entre final de 1990 e início de 2000, onde se estabeleceram as possíveis reservas para as áreas de Mata Atlântica. “Foi uma designação muito mais de uma política internacional, de observar nos diferentes biomas quais as áreas que deveriam ser mais cuidadas e ter mais trabalhos científicos e áreas protegidas”, contextualiza.

Hoje, a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA), a primeira criada no Brasil, passou por diversas ampliações. De acordo com informações da Unesco, ela cobre porções territoriais de vegetação de Mata Atlântica ao longo de 89.687.000 hectares. Isso forma um corredor ecológico por 17 estados, incluindo Santa Catarina. A RBMA é a maior e uma das mais importantes unidades da Rede Mundial da Unesco.

Dentro do próprio bioma de Mata Atlântica, explica o professor, foram criadas inúmeras reservas, parte delas na região Sul – e a mais importante hoje denominada Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. “No Norte, há áreas de serra do mar, nas regiões de Joinville, Campo Alegre, Garuva, São Chico. Ali há uma grande indicação da importância e da biodiversidade nessas áreas, balizadas pela Unesco”, comenta. A região de São Francisco do Sul, desde os anos 2000, é reconhecida como altamente importante, mas ainda não tem uma unidade de conservação em sua área continental.

A ideia de criar a primeira unidade de conservação de proteção integral na região tem uma importância adicional: somado às outras áreas protegidas do entorno, esse polígono seria uma espécie de corredor ecológico e garantiria mais trocas genéticas nas populações de animais ou de plantas que vivem em outras reservas. “É importante que haja muita unidade de conservação para que haja conexão entre os diferentes fragmentos, para que as espécies possam circular entre as áreas, tendo essa facilidade para o fluxo genético”, reforça Rodrigo.

Equipe de pesquisa em ação

O professor Ferretti também reforça a possibilidade de uma nova reserva se agregar a um chamado mosaico de áreas protegidas, que garante uma maior cobertura de proteção legal, com uma intensa variedade de ambientes, tais como serra e planície, por exemplo. Isso possibilita que haja ligação possível com corredores, seja pela água, seja pela terra, fazendo com que os animais façam a passagem de um ponto a outro. “É urgente a criação de unidades também para não isolar esses animais”, pontua.

Unindo saberes

Trabalho com a comunidade começou antes da pandemia (Fotos: acervo do projeto)

Segundo o professor Rodrigo, o Núcleo de Educação Ambiental (NEAmb) foi um dos vértices de todo esse processo. Além de já ter, no histórico, a execução de um trabalho semelhante, realizado na cidade de Itapema, o NEAmb potencializou conhecimentos multidisciplinares para o estudo. “O nosso diferencial foi trabalhar com as comunidades, empoderar a comunidade com conhecimento e incluí-la no processo, com metodologias de educação ambiental e de governança”.

A proposta de unir os saberes locais da comunidade e os saberes técnicos que a equipe da UFSC propunha fez com o que o projeto Nascentes do Saí fosse um trabalho coletivo. “Não adianta vir alguém de fora, da universidade ou do poder público e impor a criação de uma Unidade de Conservação, pois sem a apropriação desta pela comunidade, ela ficaria apenas no papel”, destaca Luiz Gabriel Catoira Vasconcelos, responsável pela governança. “O conceito de governança que trazemos do professor Daniel Silva é justamente esse: aumentar a capacidade das comunidades de participar da gestão do seu território e seus bens comuns”.

O pesquisador lembra que foi um desafio romper as opiniões pré-estabelecidas, já que muitos moradores identificavam o projeto como uma espécie de inimigo. A falta de confiança no poder público e até mesmo um preconceito com iniciativas ambientais são apontados como duas das possíveis causas desse afastamento inicial. “A efetividade da gestão de bens comuns como as águas, florestas e o meio ambiente equilibrado depende da existência de diálogo e cooperação entre todos atores envolvidos. Do contrário, a competição individualista leva à intensificação da degradação e eventualmente a um colapso irreversível”, aponta.

Justamente por isso, a equipe buscou cultivar e construir relações de confiança. A comunidade foi chamada a participar desde o primeiro momento, em conversas, depois em grupos virtuais, por conta da pandemia, e também nas três audiências públicas executadas para apresentar o que estava sendo coletado e ouvir o que os moradores tinham a dizer. As oficinas de construção participativa da proposta da Unidade de Conservação colocaram em diálogo pessoas com concepções divergentes trabalhando de modo cooperativo.

“Certamente a participação de cada um enriqueceu o processo e contribuiu para a qualidade e legitimidade das decisões tomadas. Mais do que isso, foi um alento de que ainda pode ser possível regenerar a capacidade de diálogo e cooperação em nossa sociedade”, pontua Vasconcelos, que viu a comunidade exercer a autonomia para a proposição da categoria Refúgio de Vida Silvestre, uma recomendação coletiva, que conciliou os saberes técnicos da equipe da UFSC com os interesses e saberes da comunidade. “É claro que também houve os momentos objetivos e metodológicos das oficinas, mas eles foram resultado de meses de escuta, conversa, afeto e perseverança no diálogo, especialmente quando este era mais difícil”.

Proteção também à cultura e às tradições

A comunidade, ativamente participante das decisões sobre a unidade de conservação do Distrito do Saí, também integrou o projeto em outra frente: compartilhando suas memórias, contando suas histórias e apresentando suas práticas, o que permitiu à equipe da UFSC realizar um inventário socioantropológico da região. Para a pesquisadora Elis do Nascimento Silva, coordenadora do estudo, é importante considerar que a criação de uma UC em um território não envolve apenas a proteção do ambiente natural e sua biodiversidade, mas articula-se também com a vida dos povos e comunidades.

Entrevistas fizeram parte do levantamento realizado pela UFSC

“A abordagem sociológica, histórica e antropológica se faz necessária desde o momento inicial do estudo e dos levantamentos dos dados primários e secundários que nos permitem compreender o histórico de ocupação da região, as atividades e práticas produtivas das comunidades que dependem das áreas destinadas à criação da UC e, sobretudo, os vínculos afetivos e modos tradicionais das pessoas interagirem com esses ambientes há algumas gerações”, resume Elis.

Uma das coisas que mais chamou a atenção da equipe foi a riqueza do histórico de ocupação naquela área, desde o período pré-colonial, sinalizada pelos vestígios dos sambaquis, que comprovam que existe a presença humana na região há pelo menos 6.000 anos antes do presente.

Há outros pontos da história que mereceram o registro atento das pesquisadoras da UFSC como parte do esforço de registrar as memórias e os acontecimentos da comunidade: a chegada dos franceses em 1504 e a experiência do Falanstério do Saí em 1842 para implantação de um sistema coletivista de trabalho baseada na livre associação e cooperativismo, por exemplo, também é um momento que diferencia o Distrito do Saí de outras áreas. Outras heranças socioculturais são atribuídas à presença histórica do povo Guarani, dos portugueses, espanhóis, alemães e dos afrodescendentes escravizados.

O reconhecimento e a valorização da pesca artesanal como um importante patrimônio cultural imaterial do Distrito do Saí é outro destaque que a pesquisadora faz ao estudo. De acordo com ela, mesmo com um certo enfraquecimento da prática desta atividade entre as novas gerações, trata-se de uma tradição do lugar que está presente na memória da maioria das famílias. “Relacionada à pesca artesanal, também estão a cultura dos engenhos de farinha e as festividades – tradicionais e contemporâneas – que são celebradas atualmente no Distrito do Saí, como a Festa da Nossa Senhora da Glória e a Festa do Camarão”, pontua.

Para Elis, a existência de uma unidade de conservação no Distrito pode envolver ainda mais a comunidade ao território, sendo capaz de fortalecer a identidade cultural e gerar um sentimento de pertencimento por conta da valorização da biodiversidade por parte do poder público e dos turistas. “Com a criação da UC, prevemos que ela poderá ser mais um atrativo turístico para a região e que, a partir do interesse e organização da comunidade, seus patrimônios culturais materiais e imateriais podem ser melhor geridos e valorizados como potenciais do Distrito do Saí, não só histórico-culturais mas também movimentando ainda mais a economia local”, acrescenta a pesquisadora.

 

Água abundante e floresta regenerada

A abundância hídrica e a riqueza de espécies na floresta do Distrito do Saí reforçam aquilo que os pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina já reconheciam a partir da literatura e de outros trabalhos na localidade: é necessário promover a conservação da biodiversidade e potencializar o turismo sustentável na região. A criação de um Refúgio de Vida Silvestre irá possibilitar que a Mata Atlântica permaneça protegida, o que garante, também, água de qualidade e outros benefícios às comunidades.

“A garantia da preservação da floresta confere um papel importante de conexão das pessoas com a natureza, de entrarem na mata e se sentirem confortáveis. A mata promove uma sensação muito agradável: sensação térmica, estética, de andar numa floresta e conseguir enxergar flores, aves, insetos. Para esse turismo mais voltado para o desfrute do meio ambiente é importante que a mata esteja muito bem preservada”, explica o professor Pedro Fiaschi, do departamento de Botânica.

Euterpe edulis, popularmente conhecida como ‘juçara'(Foto: acervo do projeto Nascentes do Saí)

A mata do Distrito do Saí, segundo Fiaschi, tem características que chamam a atenção. A área é coberta por Mata Atlântica em estágio avançado de regeneração. “Temos nesta região árvores altas e com diâmetro grande, além de estruturação em vários níveis: desde as árvores muito grandes, até as camadas inferiores. São vários extratos de floresta com indício de que estão em estado avançado de regeneração”, explica. Além disso, há também trechos que podem ser matas primárias – ou seja, que nunca sofreram impacto e preservam suas características originais desde antes mesmo da chegada da espécie humana.

Segundo o relatório de 2020 da SOS Mata Atlântica, esse bioma abrange cerca de 15% do território do Brasil, o que equivale a 17 estados. Além disso, é o lar de 72% da população, abrigando três dos maiores centros urbanos do continente sul-americano. Os dados sobre seu desmatamento também chamam a atenção: de 2018 para 2019, foram 14.502 hectares – ou 14 mil campos de futebol suprimidos, ameaçando sua rica biodiversidade.

No Distrito do Saí, no entanto, o relatório dos pesquisadores da UFSC indica uma área relativamente preservada, o que aumenta a relevância de medidas de conservação. De acordo com o professor, muitas áreas da Mata Atlântica sofreram impacto da ação humana ao longo do processo de ocupação urbana, o que é menos evidente na região do Saí. “Tudo isso sugere que essa região deva ser preservada. Uma floresta muito bem conservada vai ter uma quantidade de espécies muito maior e vai abrigar também muitas espécies de animais. Quanto mais espécies houver na flora, mais rica será a fauna associada”.

Esses indícios, entretanto, não sugerem que não tenha havido impactos da ação humana na floresta nativa. De acordo com o pesquisador, é possível que tenha existido, na localidade, um histórico de corte raso em alguns trechos, com a remoção da floresta, e também a remoção seletiva de algumas espécies, tais como jequetibá e canela-preta. Assim, ainda que a floresta seja considerada em estágio avançado de regeneração e seja rica em espécies, há outras regiões, mesmo em Santa Catarina, que se encontram em melhor estado de conservação, especialmente aquelas localizadas em regiões mais íngremes, cujo acesso à ação humana é dificultado.

Riqueza florística

O jequetibá é uma árvore de tronco largo, grande e vistosa, dessas que são impossíveis de não se reparar. Por isso, é difícil que passem despercebidas mesmo por olhos leigos. No trabalho de campo da UFSC, um aluno do professor Pedro Fiaschi identificou um indivíduo jovem. “Ele coletou um ramo e nos mostrou. É possível que haja mais pela floresta, mas esse que identificamos é um indivíduo jovem”, explica. A espécie é considerada ameaçada de extinção, mas pode ser encontrada no Distrito do Saí.

Segundo o professor, essa espécie não é encontrada em outras regiões do estado. Em Florianópolis, por exemplo, não há registro de jequetibás. Isso ocorre porque as florestas mais ao norte, no caso da Mata Atlântica, costumam ter registros de espécies que não ocorrem em áreas mais ao sul do estado. O Distrito do Saí, portanto, tem mais esse diferencial: por estar no Litoral Norte, vai apresentar algumas espécies características de uma região com chuvas mais abundantes e clima um pouco menos sazonal que o de Florianópolis, por exemplo. Este foi um ponto destacado pela equipe que fez o levantamento no relatório do projeto: as florestas do Distrito do Saí caracterizam- se como importantes componentes florísticos do estado por conta dessa característica, “contribuindo para a riqueza biológica de Santa Catarina e proporcionando habitat para uma fauna silvestre igualmente biodiversa”, tal como consta no relatório.

Rudgea jasminoides: registro de uma espécie que ocorre no interior de florestas bem conservadas

Para os pesquisadores, a existência de muitas espécies de bromélias, samambaias e outras epífitas na região do Distrito do Saí não surpreende. Essas espécies são comuns na Mata Atlântica e muitas não são encontradas em outros biomas brasileiros.”Sobre as bromélias, quando você vai a uma floresta e olha para cima das árvores, observa muitas espécies crescendo sobre o tronco das árvores, o que não surpreende em florestas bem estruturadas situadas em morros, com árvores de grande porte e penetração de luz sob vários ângulos”, resume.

De acordo com o professor, a beleza dessas plantas pode ser um atrativo para os turistas, já que elas atraem também muitas espécies de aves e outros polinizadores. “Como muitas outras plantas, as bromélias têm muita interação com polinizadores, que são muito importantes para sua reprodução, enquanto outras plantas dependem de animais para a dispersão das suas sementes, o que é essencial para a manutenção da floresta, já que permite o repovoamento de outras áreas”.

Já as samambaias também aparecem como parte do relatório do projeto. Algumas espécies são mais raras e conhecidas em poucas localidades. “No Distrito do Saí identificamos muitas espécies de samambaias, muito mais do que acharíamos em Florianópolis, por exemplo. Elas são um grupo que está associados a florestas úmidas e geralmente ocorrem onde há muitos corpos de água e chuvas bem distribuídas ao longo do ano”, explica.

A formação florestal, portanto, destaca-se na paisagem do Distrito do Saí. De acordo com o levantamento da equipe do professor Orlando Ferretti, mais de 90% do solo da região estudada tem essa composição – e apenas 1,14% seria floresta exótica, plantada. “A gente já imaginava que o Distrito é uma região importantíssima do ponto de vista da biodiversidade. Claro que dentro dele há áreas que sofreram modificação recente, por conta de ocupações que estão mais a margem. Inclusive, a área de entorno da unidade de conservação registra que a ocupação urbana está encostando no polígono”, explica.

Essa biodiversidade, segundo aponta o professor, é tributária também das formações da Serra do Mar, cadeia montanhosa composta por inúmeras reservas. A vegetação da região, explica ele, foi transformada pelo menos há cerca de 50 anos, com o corte seletivo em alguns lugares. “Mesmo assim, a gente percebe que está no estado de regeneração bem interessante, com topos de morro e encostas bastante recuperadas, o que também dá qualidade para a água da região, em mais de 150 pontos de nascente”.

Qualidade da floresta

A relação da floresta com a água também diz muito sobre a qualidade de uma e de outra. De acordo com o relatório 2020 da ONG SOS Mata Atlântica, o bioma fornece água para mais de 60% da população brasileira. Não é diferente no Litoral Norte de Santa Catarina e particularmente em São Francisco do Sul. O próprio nome do projeto da UFSC, Nascentes do Saí, remete à característica hidrológica da região.

De acordo com o professor Nei Kavaguichi Leite, do Departamento de Ecologia e Zoologia, é possível recorrer ao ciclo da água para entender o papel da floresta com relação a esse aspecto. Uma das imagens ilustrativas do fenômeno é quando parte da água da chuva fica retida na copa das árvores, o que faz com que o solo a absorva de uma forma mais lenta, recarregando aquíferos que alimentam os rios. A falta de cobertura florestal, por outro lado, acelera este processo e faz com que o solo fique rapidamente saturado de água. “Isso gera um alto escoamento superficial que pode acarretar em um rápido aumento do nível dos rios e riachos, com consequente inundação, ou mesmo resultar em assoreamento devido ao aporte de grande quantidade de sedimento nos cursos d`água”.

Conservar a floresta garante qualidade da água

 

O estudo da equipe de hidrologia do projeto abrangeu nove bacias hidrográficas, com o interesse em compreender a disponibilidade hídrica nessas áreas, verificando também sua distribuição e abundância. Outro ponto importante a ser considerado é que essas águas são responsáveis por parte do abastecimento dos municípios de São Francisco do Sul e Itapoá, garantindo qualidade de vida à população. Cinco dos oito pontos de captação da empresa Águas de São Francisco estão na região.

Conforme o relatório, as bacias hidrográficas analisadas têm área de aproximadamente 26,7 km2, com monitoramento realizado pela equipe de hidrologia cobrindo cerca de 77% da área de estudo, em um total aproximado de 57 nascentes. As nascentes são o ponto por onde começa um curso de água e estão localizadas nas regiões mais altas.

A abundância hídrica do Distrito do Saí também foi corroborada pelo alto índice de chuvas, com uma média anual de 2.363 mm, acima da que é registrada em Santa Catarina, que é de 1.506 mm. Também se destacaram, na análise, a extensa cobertura de mata nativa, o que assegura a urgência de medidas de conservação. “Tem riachos que estão em regiões com certo grau de antropização, mas um aspecto bastante relevante é a manutenção das matas ciliares, que margeiam os rios. São matas que servem de refúgio para a biodiversidade, garantem a estabilidade dos barrancos e controlam a água que chega nos riachos. Em muitos desses riachos que estudamos, as matas ciliares disponibilizam alimentos para muitas espécies e servem também de recreação”, pontua Nei.

O professor lembra, ainda, que a manutenção dessas matas e da floresta, de um modo geral, também são medidas preventivas para deslizamentos ocasionados pelo forte índice pluviométrico. “A falta de cobertura vegetal pode acarretar em erosão e até mesmo assoreamento de riachos. Em locais com pequenas modificações, como a queda de uma árvore, em algum momento, já se detecta esse fenômeno. Mudar completamente as características da região pode gerar um impacto bem grande”, pondera.

O alerta também surge do professor Orlando Ferretti. Segundo ele, apesar da grande biodiversidade e da grande quantidade de florestas, a área apresenta riscos de deslizamento caso a floresta não seja conservada e não se torne alvo de políticas ambientais. “Quando se percebe o tipo de solo que existe lá, suscetível a riscos geológicos, e também a quantidade de chuva, pode-se falar até em um risco mais imediato, já que a área urbana está crescendo”.

Uma ave inédita 

Ave bordada com bico robusto, segundo o Wiki Aves, é o significado para a nomenclatura científica do Pachyramphus marginatus, ou apenas “Caneleiro-Bordado”. O pequeno animal, que mede até 14 cm e pesa não mais que 18 gramas, tinha sua distribuição registrada desde Pernambuco até o Paraná, mas em dezembro de 2019 foi visto pela primeira vez ainda mais ao Sul, especificamente na região do Distrito do Saí.

Os ornitólogos que o reconheceram são da equipe da Universidade Federal de Santa Catarina responsável pelo levantamento socioambiental para a criação de uma unidade de conservação em São Francisco do Sul, litoral Norte de Santa Catarina. Primeiro, a equipe identificou o macho. Alguns meses depois, uma fêmea também foi vista pela primeira vez, consolidando a hipótese de que a floresta tem muito a apresentar, inclusive em termos de turismo ecológico.

Caneleiro bordado no Distrito do Saí

De acordo com o professor Guilherme Renzo Rocha Brito, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC, esses primeiros registros estendem a espécie por cerca de 40 km ao sul de sua área de distribuição conhecida, e embora não seja possível afirmar com toda certeza se outros exemplares já haviam voado mais ao Sul, trata-se de um dado relevante para a compreensão da avifauna do Saí. A equipe identificou pelo menos 252 espécies diferentes na região, de 59 famílias – dados que a elevam como uma das regiões mais ricas do estado.

“É uma das áreas mais ricas de aves da Mata Atlântica do Estado. Dali para baixo começa a diminuir um pouco, por questões climáticas, por conta do frio. Em termos comparativos, é possível que haja números semelhantes nas matas de araucárias, mas desconfio que não chegue muito perto da riqueza que encontramos ali”, explica.

O professor conta que aves são animais de ambientes muito específicos, ou seja, de acordo com o tipo de ambiente é possível encontrar uma comunidade que se adequa somente aquela região. “Num manguezal, por exemplo, você encontra aves que estão somente nesse ambiente. Já nas florestas vai encontrar uma comunidade um pouco diferente. Mas no caso do Distrito do Saí, naquela região há um mosaico de vários tipos”, comenta. Cercada por baía, manguezais, florestas e morros, a área tem pássaros de cores, tipos e padrões diferentes – um registro de biodiversidade e da urgência de conservação.”Pouco mais acima, na divisa do Paraná e de São Paulo, por exemplo, vai haver uma riqueza um pouco maior por ser um núcleo maior de florestas. O que vemos no Saí é um potencial bastante interessante”.

Como as aves são bastante sensíveis a alterações no seu ambiente e muito dependentes de habitat florestal, a riqueza na área também é um indicativo de que as florestas da região do Distrito do Saí sustentam uma comunidade relativamente saudável, inclusive com alto número de endemismos e espécies raras e ameaçadas. Além do Caneleiro-Bordado, a equipe identificou também espécies como o Jaó-do-Sul, da família dos macucos, um animal relativamente grande, que parece uma galinha e é muito caçado, buscado para servir de alimento. Um Curió de vida livre também foi identificado, uma espécie mais rara muito procurada por gaioleiros no passado só encontrada em áreas de vida selvagem preservada e pouco perturbada.

Curió Sporophila é ameaçado de extinção

“O recado é que é uma comunidade muito complexa, com muitos agentes e muitos exemplos. E quanto mais complexa a comunidade, mais complexas são as interações, pois para sustentar uma comunidade dessas é preciso um ambiente muito saudável, com muitos recursos. Mais de 50% dessas aves são insetívoras, por exemplo, dependentes de insetos”, ilustra.

Um desdobramento efetivo dessa análise sobre a avifauna foi bastante comentado junto à comunidade do Distrito do Saí, já que essa característica pode levar à criação de projetos turísticos relacionados à observação de pássaros. “O Distrito do Saí é uma das únicas áreas no estado de Santa Catarina com a possibilidade de observação e registro de muitas espécies. Essa beleza cênica fomenta o turismo de natureza”, indica o relatório da UFSC. “A recepção da comunidade quanto a essa possibilidade foi muito boa. Proprietários de pousada, por exemplo, ficaram empolgados com essa questão, pois apareceu como um novo potencial”, reforça o professor.

Exemplo de biodiversidade

A região, segundo o levantamento de fauna, tem uma importância ecológica inegável. De acordo com o professor Selvino Neckel de Oliveira, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC, que coordenou o estudo, o primeiro passo para a conservação é o conhecimento da área e do que ela tem de biodiversidade, pois assim é possível avaliar cada espécie e suas características determinadas. “A partir desse dado você consegue ter uma dimensão do estado de conservação, por exemplo, se você está diante de uma espécie que tem distribuição restrita naquela área ou se ela nunca foi registrada naquele ambiente”.

Piaya cayana

 

No caso da Mata Atlântica, que foi reduzida a cerca de 7% do que ela já foi originalmente no passado, sua posterior recuperação ocasionou uma paisagem com habitats fragmentados, ou seja, manchas de áreas florestais separadas por cidades ou sistemas agrícolas que isolaram determinadas espécies que, como consequência, podem ser extintas. “Num contexto de fragmentação, mesmo as espécies que conseguem permanecer se tornam inviáveis, pois as populações vão diminuindo, já que não há troca de material genético entre as populações”, explica.

 

Haematopus palliatus

 

Oliveira explica que é necessário estudar o ambiente, saber o que ele dispõe e avaliar o seu estado de conservação. “Nosso levantamento de fauna mostrou que o Distrito do Saí é um dos lugares mais ricos de espécies da nossa Mata Atlântica, com uma quantidade de espécies muito alta, comparado à unidade de área”, pontua.”E por que esse ambiente é rico? Porque a parte Norte de Santa Catarina é uma região de conexão de fauna e flora que vem do Sudeste/Nordeste brasileiro e da parte Sul do Brasil. Então, temos elementos da fauna e flora do Sul se encontrando com elementos das regiões Sudeste e Nordeste do Brasil.

Um exemplo que a equipe incluiu nas suas análises é o do Veado Bororo, espécie registrada na mata do Distrito do Saí há cerca de dois anos e cuja ocorrência era mais comum na porção da Mata Atlântica da região de São Paulo e dali para o Nordeste. Espécies de anfíbios observadas na floresta também são exemplos de uma região com uma fauna heterogênea, com elementos que tiveram suas origens mais ao sul ou mais ao norte do Saí. “O que ocorre é que o limite de distribuição dessa inúmeras espécies ocorre aqui na na região do Saí”.

Eira: exemplar da mastofauna no Distrito do Saí

O professor lembra que aquilo que a equipe levantou na região é uma pequena amostra, fruto de cerca de 20 dias de campo, por conta do contexto pandêmico. Mesmo assim, observou-se uma grande diversidade. “Imagina se tivesse uma estação de estudo nesse local há 20, 30 anos e a importância que teriam estes registros a longo prazo. Ficamos impressionados, pois em pouco tempo conseguimos comprovar essa biodiversidade”, completa.

Os dados – que no relatório são divididos por grupos (peixes, anfíbios, reptéis, mamíferos, avese insetos dipteros) – não permitem que a equipe lance hipóteses sobre a possível perda de biodiversidade ocasionada pela ação humana, por exemplo. Mas o pesquisador observa que a região tem perdido áreas de floresta, além de ser ameaçada constantemente por obras, como as de ampliação portuária. “O veado, por exemplo, a gente registrou um indivíduo apenas. Será que não havia mais há dez ou cem anos atrás? Ou mesmo o macaco Bugio, que antes era visto com certa frequência e agora praticamente não se vê mais nessa região”.

Para ele, o que mais chama a atenção na fauna do Distrito do Saí é o conjunto da obra, identificado por meio da observação dos elementos da floresta atlântica que estão bem representados em diversos pontos do polígono e que são essenciais para a justificativa de uma unidade de conservação. “São muitos componentes da biodiversidade: o meio físico, com as nascentes com água de boa qualidade, o componente biótico, como árvores imensas; poucas, mas existem, e árvores que produzem muitos frutos para fauna. Os componentes da biodiversidade da Mata Atlântica estão todos ali”.

Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC

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Pró-Reitoria de Graduação realiza 1ª Semana Pedagógica da UFSC entre 19 e 21 de outubro

28/09/2021 08:40

A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), com o apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), promoverá, entre os dias 19 e 21 de outubro, 1ª Semana Pedagógica da UFSC – Pensando os desafios do ensino em tempos de pandemia.

O evento é voltado para docentes professores e professoras dos cinco campi. A proposta da iniciativa é a formação continuada para professores de todas as áreas e campos dos saberes “com foco nos processos educacionais de ensino-aprendizagem na UFSC, enfatizando os encontros pedagógicos possíveis no contexto da pandemia”.

Para realizar a inscrição, basta preencher o formulário aqui.

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Nova direção do Centro de Ciências da Educação toma posse

28/09/2021 08:00

O Centro de Ciências da Educação (CED) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está sob nova direção.  As professoras Joana Célia dos Passos e Larissa Moreira Ferreira tomaram posse como diretora e vice-diretora, respectivamente, em cerimônia on-line na última segunda-feira, 27 de setembro. O mandato das docentes vai de 2021 a 2025.

Ambas foram eleitas pela comunidade do centro com a Chapa “Resiste CED”, que recebeu um total de 355 votos de professores, técnicos e estudantes. A votação ocorreu no dia 9 de setembro.
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Pesquisadores da UFSC e do HU são coautores de artigo reconhecido pelo livro de recordes Guinness

27/09/2021 16:31

Pesquisadores do Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago (HU) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) participam de uma pesquisa científica internacional que originou um artigo reconhecido pelo livro de recordes Guinness como a publicação científica revisada por pares com maior número de autores já publicada até o momento. O artigo SARS-CoV-2 vaccination modelling for safe surgery to save lives: data from an international prospective cohort study, (Modelagem de vacinação SARS-Cov-2 para cirurgia segura para salvar vidas: dados de um estudo internacional de coorte prospectiva) publicado no British Journal of Surgery (BJS) teve coautoria de mais 15 mil especialistas.

Pela UFSC, participaram os pesquisadores Humberto Fenner Lyra Júnior, professor do Departamento de Cirurgia da UFSC e coordenador do estudo desenvolvido no HU; José Mauro dos Santos e João Carlos Costa de Oliveira, professores do Departamento de Cirurgia da UFSC; o médico Tiago Rafael Onzi e a residente Nathalia Siqueira Julio, do Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo, além de Marlus Tavares Gerber, médico do Serviço de Coloproctologia do hospital.

Esses especialistas atuaram em um estudo colaborativo internacional promovido pelo CovidSurg Collaborative, que é um braço do grupo de pesquisa multicêntrico Global Surg Collaboratives, liderado por especialistas da Universidade de Birmingham, do Reino Unido. O CovidSurg Collaborative é ele próprio considerado um dos maiores projetos de pesquisa colaborativa do mundo: mais de 25 mil cirurgiões trabalharam juntos para coletar dados de 140.727 pacientes em 1.674 hospitais de 116 países, incluindo Austrália, Brasil, China, Índia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos.
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Laboratório da UFSC lança guia dos anfíbios de Florianópolis

27/09/2021 14:32

A Rã-manezinha é uma das classificadas como vulnerável. Foto: Vítor de Carvalho Rocha

O Laboratório de Ecologia de Anfíbios e Répteis (Lear) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) produziu um guia dos anfíbios de Florianópolis. O cartaz, que pode ser impresso em gráficas no tamanho A2 (420 x 594mm), apresenta 33 espécies de anfíbios anuros (sapos, rãs e pererecas) registrados na Ilha de Santa Catarina. O material reúne fotos e nomes científico e populares das espécies, além de mostrar aquelas ameaçadas de extinção.

O cartaz está disponível para download (em pdf) no repositório da UFSC. Para mais informações sobre anfíbios e répteis de Santa Catarina, acesse o site herpetologia.ufsc.br.

Tags: anfíbiosCCBHerpetologiaLaboratório de Ecologia de Anfíbios e Répiteis (LEAR)

Divulga UFSC – 27/09/2021 – Edição 1737

27/09/2021 11:08

 

 

 

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Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) | www.divulga.ufsc.br – 27/09/2021 – Edição 1736

Colégio de Aplicação e NDI definem cronograma de retorno das aulas semipresenciais

O Colégio de Aplicação (CA) e o Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgaram, em suas páginas institucionais, informações a respeito da organização de atividades durante a Pré-Fase 2. O Colégio e o Núcleo informaram a previsão de início das atividades semipresenciais de ensino para o dia 18 de outubro. O NDI e o CA aguardam as definições da Comissão Permanente de Monitoramento Epidemiológico da UFSC para definir os subgrupos de alunos e divulgar às famílias. Continue a leitura>>.


 

Coperve divulga resultado do Processo Seletivo de Reopção de Curso

A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve/UFSC) divulgou o resultado do Processo Seletivo de Reopção de Curso. As matrículas são feitas em duas etapas. A etapa on-line ocorrerá de 28 de setembro a 1º de outubro, através dos sites processoseletivo20212.ufsc.br ou simig.sistemas.ufsc.br. Continue a leitura » ».

CUn se reúne em sessão ordinária e extraordinária nesta terça-feira

O Conselho Universitário (CUn) irá se reunir para atendimento de sessão ordinária e extraordinária, na próxima terça-feira, dia 28 de setembro, respectivamente às 14h e às 16h, de forma remota, por meio da plataforma da RNP, com transmissão ao vivo pelo canal do CUn no YouTube. Confira no link a pauta da reunião.


Gestão

SINTER lança Catálogo de Cursos Online

O Núcleo Institucional de Línguas e Tradução (NILT), por meio da SINTER, está organizando o evento de lançamento de seu novo Catálogo de Cursos Virtuais para a Internacionalização voltado para a capacitação da comunidade acadêmica  e comunidade em geral. O objetivo é que o NILT seja um espaço que abrigue iniciativas de internacionalização em parceria com organismos internacionais. O evento online será composto por 5 lives no dia 28 de setembro, terça-feira, pelo canal do Youtube da SINTER em dois links de transmissão: às 9 h e às 14h.  Para se inscrever no evento, acesse: http://inscricoes.ufsc.br/nilt . Continue a leitura>>.

 


Extensão

Projeto Academy UFSC promove workshop ‘Inovação Sistêmica: como obter a transformação digital’

O projeto Academy UFSC promove o workshop ‘Inovação Sistêmica: como obter a transformação digital’ nos dias 28 e 30 de setembro, na plataforma Zoom. O Workshop apresentará de forma prática uma toolbox de habilidades que a transformação digital exige, para além da tecnologia. O evento será ministrado por Christian Engelmann. As inscrições devem ser feitas neste link.

UFSC Joinville e ArcelorMittal Vega promovem aula aberta sobre engenharia automotiva

A inovação é uma das formas mais eficazes de manter a competitividade dos negócios no mercado. É nesse espírito de integração que o curso de Engenharia Automotiva da UFSC Joinville, em parceria com a ArcelorMittal Vega, realizará no dia 28 de setembro, às 15 horas, uma aula aberta online com o tema Aços Avançados de Alta Resistência para Construção Automotiva. O evento conta com a participação de profissionais da ArcelorMittal Vega e será mediado pelo coordenador do Curso de Engenharia Automotiva da UFSC Joinville, Modesto Hurtado Ferrer.Acesse o YouTube pelo link da transmissão. Continue a leitura>>.

CCA Conecta Egressos discute atuação em instituições de conservação da biodiversidade

Nesta terça-feira, dia 28 de setembro, às 19h, será realizada a edição de setembro do CCA Conecta Egressos de Aquicultura. No encontro, egressas do Curso de Engenharia de Aquicultura irão falar sobre a atuação em Institutos de Conservação da Biodiversidade. A transmissão ocorre via Youtube. Continue a leitura>>.

Instituto de Estudos de Gênero promove seminário sobre mulheres na ciência e pandemia de covid-19

O  Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC) promove a live “A pandemia de covid através das análises de mulheres cientistas”. A transmissão faz parte do I Ciclo de seminários temáticos: mulheres na ciência e ocorre na próxima segunda-feira, 27 de setembro, às 18h, por meio do canal do IEG no YouTube. Participam da conversa as professoras do Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC/UFSC) Alexandra Boing e Márcia Grisotti e a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Leila Garcia. O evento remoto será mediado pela pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas Barbara Amorim. Continue a leitura>>.

Seminário discute o papel da universidade na promoção da igualdade

Como a universidade pode ao mesmo tempo promover a igualdade na sociedade brasileira e tornar-se um espaço social igualitário, refratário a todo tipo de discriminação? Esse é o questionamento que norteia o próximo seminário do ciclo Universidade InComum, agendado para esta terça-feira, 28 de setembro, às 19h. A transmissão ocorre pelo canal do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC) no Youtube. Participam do evento o professor José Jorge de Carvalho (UnB) e as professoras Lia Vainer Schucman (CFH) e Joana Célia dos Passos (CED). Continue a leitura>>.


Pesquisa

Trabalho da UFSC recomenda a criação de unidade de conservação no Norte de SC; leia a série ‘Nascentes do Saí’

O projeto Nascentes do Saí, formalmente intitulado Diagnóstico Socioambiental para Criação de Unidade de Conservação na Vila da Glória, município de São Francisco do Sul/SC, deu origem a um relatório de mais de 700 páginas que destaca uma recomendação ao poder público: é preciso conservar legalmente o polígono que envolve florestas, morros, nascentes de rio e centenas de espécies antes que ele seja destruído. Para cumprir o objetivo de traçar um diagnóstico socioambiental da região, o projeto de caráter multidisciplinar contou com uma equipe de professores e estudantes de diversos centros da Universidade Federal de Santa Catarina e também da Univille.  A partir desta terça-feira, dia 28, a Agência de Comunicação (Agecom/UFSC) irá apresentar três reportagens que sintetizam a importância da parceria entre a universidade, a ciência e a sociedade e ajudam a apresentar uma das regiões mais ricas do Estado. Continue a leitura>>.

 


Cultura

‘Procura-se um Leitor’ promove live sobre Franklin Cascaes

O projeto de extensão Procura-se um Leitor promove na terça-feira, dia 28, às 19h, a live O Fantástico Cascaes, que será transmitida pelo canal do Youtube. Com a participação do escritor Fábio Brüggemann e do professor do Colégio de Aplicação George França, doutor em Literatura pela UFSC, será discutida a relação de Franklin Cascaes com a modernidade. Continue a leitura>>.


Comunidade

Fonoaudióloga do HU explica cuidados com a saúde auditiva

O dia 26 de setembro é o aniversário da criação da primeira escola de surdos do Brasil, atualmente conhecida como Instituto Nacional de Educação de Surdos. Por isso, desde 2008 a data é oficialmente o Dia Nacional dos Surdos, criada por lei federal para promover a reflexão e o debate a respeito dos direitos e da luta pela inclusão de pessoas surdas na sociedade. A fonoaudióloga do Hospital Universitário (HU-UFSC/Ebserh) Francine Freiberger explicou que no hospital, logo ao nascer, é feito o Teste da Orelhinha, também conhecido como triagem auditiva neonatal ou teste das emissões otoacústicas transientes, que ajuda a identificar possíveis problemas auditivos. Continue a leitura » ».

 

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Trabalho da UFSC recomenda a criação de unidade de conservação no Norte de SC; leia a série ‘Nascentes do Saí’

27/09/2021 10:00

 

Uma Mata Atlântica ameaçada, uma equipe de pesquisadores e pesquisadoras e uma comunidade interessada em compartilhar seus saberes e em debater a conservação da região. O projeto Nascentes do Saí, formalmente intitulado Diagnóstico Socioambiental para Criação de Unidade de Conservação na Vila da Glória, município de São Francisco do Sul/SC, deu origem a um relatório de mais de 700 páginas que destaca uma recomendação ao poder público: é preciso conservar legalmente o polígono que envolve florestas, morros, nascentes de rio e centenas de espécies antes que ele seja destruído.

Para cumprir o objetivo de traçar um diagnóstico socioambiental da região, o projeto de caráter multidisciplinar contou com uma equipe de professores e estudantes de diversos centros da Universidade Federal de Santa Catarina e também da Univille para realizar estudos sobre fauna, flora, geologia e geomorfologia, socioantropologia, levantamento fundiário e caracterização geográfica.  Suas diretrizes envolviam desde a preservação dos recursos hídricos até disponibilização de recursos naturais à pesquisa científica, passando também pela criação de programas de educação ambiental e pela proposição de um plano para construção da Política de Conservação e Gestão Territorial da unidade.

A partir desta terça-feira, a Agência de Comunicação da UFSC irá apresentar três reportagens que sintetizam a importância da parceria entre a universidade, a ciência e a sociedade e ajudam a apresentar uma das regiões mais ricas do Estado, em que as chuvas abundantes e as condições geográficas geram um “combo” que pode beneficiar a comunidade com iniciativas de turismo ecológico.

A série está dividida em três blocos de assuntos, que serão apresentados entre terça e quinta-feira: na primeira reportagem há uma apresentação geral de como se deu o projeto e do envolvimento da comunidade em todas as suas etapas; na segunda, o foco é a apresentação da floresta, suas matas e nascentes e, por fim, a fauna ganha destaque, reforçando-se a importância da correlação desta com a conservação.


Acompanhe pelo calendário

Terça-feira (28/09) – UFSC e comunidade de São Francisco do Sul sugerem criação de Refúgio de Vida Silvestre no Distrito do Saí

Quarta-feira (29/09) – Água abundante e floresta regenerada serão preservadas com criação de Refúgio da Vida Silvestre em São Chico

Quinta-feira (30/09) – Uma ave inédita e muita riqueza: conheça a fauna do Distrito do Saí que deve ser protegida por Refúgio da Vida Silvestre


Mais sobre o Projeto Nascentes do Saí:

Textos: Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC
Artes: Coordenadoria de Design e Programação Visual / Agecom
Fotos: Acervo do Projeto Nascentes do Saí

Tags: BiodiversidadeconservaçãoDistrito do SaíecologiaMata AtlânticaNascentes do SaíProjeto Nascentes do Saí

UFSC divulga resultado do processo seletivo de transferências e retornos

24/09/2021 18:07

O Departamento de Administração Escolar (DAE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicou nesta sexta-feira, 24 de setembro, o resultado do processo seletivo de transferências e retornos para 2021-2. Os candidatos classificados devem realizar matrícula online de 30 de setembro a 4 de outubro. Dúvidas sobre o resultado e orientações sobre a matrícula devem ser tratadas diretamente com a coordenadoria do respectivo curso. 

A relação dos aprovados e lista com os e-mails dos cursos estão disponíveis no edital.

Tags: DAEtransferências e retornosUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Instituto de Estudos de Gênero promove seminário sobre mulheres na ciência e pandemia de covid-19

24/09/2021 18:02

O  Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a live A pandemia de covid através das análises de mulheres cientistas. A transmissão faz parte do I Ciclo de seminários temáticos: mulheres na ciência e ocorre na próxima segunda-feira, 27 de setembro, às 18h, por meio do canal do IEG no YouTube.

Participarão da conversa as professoras do Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC/UFSC) Alexandra Boing e Márcia Grisotti e a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Leila Garcia. O evento remoto será mediado pela pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas Barbara Amorim.

Tags: IEGInstituto de Estudos de Gênerolivemulheres cientistasMulheres na CiênciaSeminários TemáticosUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Professores da UFSC colaboram na produção de livro sobre variedades de uvas viníferas no estado

24/09/2021 15:50

Uma parceria entre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Fundação Edmund Mach de Trento na Itália, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e produtores catarinenses possibilitou a realização de testes com 36 variedades de uvas viníferas em quatro locais de diferentes regiões de altitude do estado. A pesquisa, que avaliou o potencial da produção de vinho de qualidade de cada variedade, resultou no livro Potencial de variedades de uvas viníferas nas regiões de altitude de Santa Catarina, disponível para download gratuito.

Os resultados apresentados caracterizam-se como um marco histórico na avaliação da aptidão do estado de Santa Catarina para a produção de vinhos finos. Dentre os pesquisadores responsáveis pela coleta de informações e conhecimentos científicos, os engenheiros-agrônomos e professores da UFSC Alberto Fontanella Brighenti e Aparecido Lima da Silva se destacam entre os organizadores da obra. O trabalho levou 15 anos para ser concluído e possibilitou o reconhecimento internacional do estado como produtor de vinhos finos de qualidade. 

Além disso, a parceria entre instituições e produtores proporcionou novos conhecimentos no sistema de produção a campo, investimentos em modernização da infraestrutura de vinificação e formação de competência humana pela qualificação de professores, pesquisadores e estudantes. O livro descreve as 36 variedades de uvas testadas, os aspectos socioeconômicos, incluindo solo, clima e fisiologia da produção de uva a campo e a avaliação enológica das diferentes variedades nas regiões de altitude de Santa Catarina.

Tags: CCACentro de Ciências AgráriasEpagriFundação Edmund Mach de Trentoprodução de vinhosprofessores UFSCvitivinicultura

Seminário discute o papel da universidade na promoção da igualdade

24/09/2021 15:23

Como a universidade pode ao mesmo tempo promover a igualdade na sociedade brasileira e tornar-se um espaço social igualitário, refratário a todo tipo de discriminação? Esse é o questionamento que norteia o próximo seminário do ciclo Universidade InComum, agendado para esta terça-feira, 28 de setembro, às 19h. A transmissão ocorre pelo canal do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) no Youtube.

Conheça os participantes:

José Jorge de Carvalho é professor titular de Antropologia da Universidade de Brasília (UnB) e um dos idealizadores da política de cotas adotada naquela universidade em 2004, a pioneira entre as federais do Brasil.

Lia Vainer Schucman, professora do departamento de Psicologia da UFSC, é uma das principais especialistas do país no tema e no debate público sobre a branquitude.

Joana Célia dos Passosdiretora eleita do Centro de Ciências da Educação (CED) da UFSC, é uma liderança do movimento negro e do feminismo negro em Santa Catarina e uma das principais pesquisadoras dos efeitos das políticas de cotas na sociedade brasileira.

O ciclo Universidade InComum é organizado pelo CFH, com o apoio do CED, do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) e do Centro Socioeconômico (CSE).

Tags: CCECEDCFHCSEliveUFSCUniversidade Federal de Santa CatarinaUniversidade InComum

Fonoaudióloga do HU explica cuidados com a saúde auditiva

24/09/2021 15:00

A especialista em audiologia do HU-UFSC/Ebserh, Nicoli Valverde Mafra Alves, realiza exame em bebê no hospital. Foto: Sinval Paulino

O dia 26 de setembro é o aniversário da criação da primeira escola de surdos do Brasil, atualmente conhecida como Instituto Nacional de Educação de Surdos. Por isso, desde 2008 a data é oficialmente o Dia Nacional dos Surdos, criada por lei federal para promover a reflexão e o debate a respeito dos direitos e da luta pela inclusão de pessoas surdas na sociedade.

A fonoaudióloga do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) Francine Freiberger explicou que no hospital, logo ao nascer, é feito o Teste da Orelhinha, também conhecido como triagem auditiva neonatal ou teste das emissões otoacústicas transientes, que ajuda a identificar possíveis problemas auditivos.

“Fazemos o Teste da Orelhinha na maternidade, e, quando o bebê falha nessa triagem, no HU mesmo, no Ambulatório de Fonoaudiologia, se faz o reteste. Se houver uma nova falha, seguindo as Diretrizes de Triagem Auditiva Neonatal do Ministério da Saúde, fazemos outro teste, o Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico para triagem e, ao falhar novamente, encaminha-se o bebê para um Serviço Ambulatorial de Saúde Auditiva para diagnóstico”, explicou.
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Tags: FonoaudiologiaHospital UniversitárioHUsaúde auditivaUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Banda UmQuarto participa do talk show do Projeto 12:30

24/09/2021 13:35

UmQuarto é uma banda de rock experimental e psicodélico de Florianópolis. Foto: Manu d’Eça

O Projeto 12:30 realiza na próxima quarta-feira, 29 de setembro, mais uma edição do Talk Show 12:30. A entrevista com a banda UmQuarto será transmitida pelo canal do Youtube do projeto, às 12h30. Na atividade, será possível conhecer a trajetória da banda e dos artistas, assim como as produções recentes e os lançamentos previstos para 2021. O evento faz parte do novo formato do Projeto 12:30 e, junto da Live 12:30, compõe as atividades quinzenais oferecidas em meio à pandemia, como forma de adaptação das apresentações aos meios virtuais.

UmQuarto

UmQuarto é uma banda de rock experimental e psicodélico de Florianópolis (SC) que começou em 2019 como grupo de apoio ao projeto solo do cantor, compositor e baixista Mayer Soares. Com a participação cada vez mais efetiva dos músicos Henrique Recidive na bateria e Thiago Mordentte e Chico Badalotti nas guitarras, surgiu a necessidade de nomear o projeto como uma banda. Dessa forma, nasce a UmQuarto.
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Divulga UFSC – 24/09/2021 – Edição 1736

24/09/2021 12:20

 

 

 

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Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) | www.divulga.ufsc.br – 24/09/2021 – Edição 1736
Confira as principais informações sobre a Pré-Fase 2 na UFSC

A Pré-Fase 2 de combate à Pandemia de Covid-19 na UFSC teve início nesta segunda-feira, 20 de setembro. Desde meados de agosto, o assunto é tratado nas notícias publicadas pela Agência de Comunicação (Agecom) nos sites e redes sociais institucionais. As perguntas e respostas frequentes estão sendo reunidas pela Agecom neste site. Confira as principais informações a respeito da nova fase. Continue a leitura » ».


CNPq lança edital para projetos de pesquisa em qualquer área de conhecimento

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou a Chamada CNPq/MCTI/FNDCT Nº 18/2021 – UNIVERSAL. O prazo para submissão de propostas é 30 de setembro.O objetivo do edital é apoiar projetos de pesquisa que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do país, em qualquer área do conhecimento. O edital está disponível aqui.

EdUFSC disponibiliza e-book ‘Florianópolis Arqueológica’ na estante aberta

A Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) disponibilizou o e-book Florianópolis Arqueológica em sua estante aberta. Organizado por Lucas Bueno e Lucas Reis, a obra aborda os sambaquis de 5 mil anos – registro mais antigo da presença humana na ilha – até a construção do espaço urbano na cidade de Florianópolis dos dias de hoje. Acesse a estante aberta da EdUFSC neste link. Continue a leitura>>.


 


Ensino

Mestrado Profissional em Ensino de Física recebe inscrições até dia 26

Estão abertas, até 26 de setembro, as inscrições para o Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física (MNPEF), para ingresso no primeiro semestre letivo de 2022. O curso, organizado pela Sociedade Brasileira de Física, é ofertado em rede em todas as regiões do país, com polo na UFSC Blumenau.  A inscrição para o processo seletivo deve ser realizada por meio de formulário eletrônico, disponível no site da SBF, e será cobrada uma taxa no valor de R $65,00. Para mais informações, acesse o edital nacional e o edital complementar do Polo Blumenau.

Feira virtual expõe projetos de calouros

O curso de graduação em Engenharia de Controle e Automação promove a X Expolouro – Feira de Exposição dos Projetos das/os Calouras/os. O evento apresenta os trabalhos desenvolvidos pelos estudantes da turma de 2021-1 na disciplina “Introdução à Engenharia de Controle e Automação”, da primeira fase do curso. A exposição será realizada de modo remoto no formato de Live via YouTube na segunda-feira, dia 27 de setembro, das 10hs às 11h30. Mais informações: https://expolouro.paginas.ufsc.br/ ou hectorbessa@gmail.com.

Produção do espaço do continente africano é tema de nova videoaula de curso para professores de Geografia

O curso de graduação em Engenharia de Controle e Automação promove a X Expolouro – Feira de Exposição dos Projetos das/os Calouras/os. O evento apresenta os trabalhos desenvolvidos pelos estudantes da turma de 2021-1 na disciplina “Introdução à Engenharia de Controle e Automação”, da primeira fase do curso. A exposição será realizada de modo remoto no formato de Live via YouTube na segunda-feira, dia 27 de setembro, das 10hs às 11h30. Mais informações: https://expolouro.paginas.ufsc.br/ ou hectorbessa@gmail.com.

Inscrições abertas para curso sobre retorno presencial voltado a servidores do Colégio de Aplicação

O Programa de Formação Continuada (PROFOR/UFSC) oferece o curso Covid-19: manejo de risco para o retorno presencial na Educação, voltado aos servidores docentes e técnicos-administrativos do Colégio de Aplicação. O curso possui 160 vagas e já está com as inscrições abertas pelo SGCA, pelo endereço https://sgca.sistemas.ufsc.br/. A ministrante é a professora Alexandra Crispim da Silva Boing, epidemiologista, mestre e doutora em Saúde Coletiva pela UFSC e pós-doutora em Saúde Pública pela Harvard T.H. Chan School os Public Health, além de membro do Observatório Covid-19 Br. A carga horária total é de 20 horas e a realização ocorrerá na modalidade remota. Continue a leitura>> .

Curso ‘Comunidades de Aprendizagem para a Sustentabilidade’ recebe inscrições de docentes

O Programa de Formação Continuada (PROFOR/UFSC) recebe inscrições de docentes para o curso “Comunidades de Aprendizagem para a Sustentabilidade: Compartilhamento de saberes e vivências”. O objetivo da atividade é abordar o necessário pensar sobre o espaço universitário e a construção do tronco indissociável ensino-pesquisa-extensão na UFSC. O curso será realizado na modalidade remota de 14 de outubro até o dia 18 de novembro. As inscrições devem ser feitas neste link. Continue a leitura » ».

 


Extensão

Congresso internacional que homenageia Paulo Freire e Vigotski está com as inscrições abertas

Estão abertas até o dia 30 de setembro,  as inscrições e submissões para o Congresso Internacional Freire e Vigotski: educação pública emancipatória. Neste ano, está sendo comemorado os 100 anos de nascimento de Paulo Freire e 125 de Lev Vigotski. Serão aceitas apresentação de trabalhos nas modalidades de Comunicação Oral, Simpósio de Grupos de Pesquisa, Relatos de Experiência e Rodas de Conversa. As inscrições são gratuitas. O evento é promovido pela UFSC com apoio da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.  Saiba mais no link.

Edital aberto para seleção de bolsistas de extensão

O Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição do Escolar do Estado de Santa Catarina (CECANE/UFSC) recebe, até o dia 26 de setembro, inscrições no processo seletivo de acadêmicos de nutrição para o preenchimento de duas vagas de bolsistas de extensão. O Centro busca o aprimoramento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), por meio de ações de pesquisa, educação permanente e assessoria técnica aos municípios catarinenses. Acesse o formulário de inscrições e o edital. Mais informações pelo site do CECANE ou pelo e-mail  gabrielarovieira@gmail.com.

Colóquio “Populismo: uma questão americana” prossegue dia 28 com Daniel de Mendonça

O professor Daniel de Mendonça, da Universidade Federal de Pelotas, profere na próxima terça-feira, 28 de setembro, às 18h, a conferência “Quem tem medo do populismo? Visões liberais versus a teoria do populismo de Ernesto Laclau”. A atividade é pertinente ao colóquio “Populismo: uma questão americana“, promovido pelos departamentos de Filosofia e Letras e Literatura Vernáculas da Universidade Federal de Santa Catarina. A transmissão será pelo canal no youtube.  Mais informações: https://legalidade60anos.wordpress.com/ ou  claudia.drucker@ufsc.br.

 


Pesquisa

Revista Landa lança novo volume

A Revista Landa, do Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-Americanos (UFSC), apresenta seu Vol.9 N°2, incluindo na  Chamada Pública “A partilha do fogo”, trabalhos que abordam momentos, nuances e cenas da passagem do bio ao necro político. O número está integralmente disponível no link.

 


Comunidade

Nota de Pesar: falece a professora aposentada Miriam Susskind Borenstein, do CCS

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), comunica, com pesar, o falecimento da professora aposentada do Departamento de Enfermagem Miriam Susskind Borenstein, na noite desta quinta-feira, 23 de setembro, aos 67 anos. A professora Miriam ingressou como docente na UFSC em 1986 e foi aposentada em 2011. Publicou livros sobre a Enfermagem em Santa Catarina e nos Hospitais de Florianópolis, além do “Manual da Hipertensão”, obra de 1999, amplamente citada em pesquisas da área. Continue a leitura>>.

 

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EdUFSC disponibiliza e-book ‘Florianópolis Arqueológica’ na estante aberta

24/09/2021 09:01

A Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) disponibilizou o e-book Florianópolis Arqueológica em sua estante aberta, com acesso livre e gratuito. Organizado por Lucas Bueno e Lucas Reis, o lançamento aborda dos sambaquis de 5 mil anos – registro mais antigo da presença humana na ilha – até a construção do espaço urbano na cidade de Florianópolis dos dias de hoje.

A obra busca discutir e apresentar, a partir da arqueologia, as várias histórias do lugar, “mostrar como a ilha está entrelaçada por temporalidades distintas e, com isso, ‘quantas ilhas’ podemos ver, compreender, usufruir, vivenciar e construir”.

> Acesse a estante aberta da EdUFSC neste link

Tags: arqueologiaEdUFSCFlorianópolisUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Projeto do Centro de Desportos promove oficina on-line de dança afro

24/09/2021 08:52

O projeto de extensão Práticas Corporais, do Centro de Desportos (CDS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), promove na próxima quarta-feira, 29 de setembro, a oficina Dança Afro (Mandeng), com a professora Keli Barreto.

O evento será on-line e gratuito, com transmissão pelo link https://meet.google.com/zwf-vknf-rdc.

Mais informações pelo WhatsApp (48) 9 9905-1691.

Tags: Centro de Desportos (CDS)dança afromandengUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Curso ‘Comunidades de Aprendizagem para a Sustentabilidade’ recebe inscrições de docentes

23/09/2021 15:16

O Programa de Formação Continuada da Universidade Federal de Santa Catarina (PROFOR/UFSC) recebe inscrições de docentes para o curso “Comunidades de Aprendizagem para a Sustentabilidade: Compartilhamento de saberes e vivências”. O objetivo da atividade é abordar o necessário pensar sobre o espaço universitário e a construção do tronco indissociável ensino-pesquisa-extensão na UFSC.

O curso será realizado na modalidade remota e terá seis encontros síncronos semanais, às quintas-feiras, a partir do dia 14 de outubro, das 18h às 19h30, até o dia 18 de novembro. As inscrições devem ser feitas neste link.

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Tags: Comunidades de AprendizagemProforsustentabilidadeUFSC

Inscrições abertas para curso sobre retorno presencial voltado a servidores do Colégio de Aplicação

23/09/2021 12:00

O Programa de Formação Continuada (Profor) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) irá oferecer o curso Covid-19: manejo de risco para o retorno presencial na Educação, voltado aos servidores docentes e técnicos-administrativos do Colégio de Aplicação. O curso possui 160 vagas e já está com as inscrições abertas pelo SGCA, pelo endereço https://sgca.sistemas.ufsc.br/.

A ministrante é a professora Alexandra Crispim da Silva Boing, epidemiologista, mestre e doutora em Saúde Coletiva pela UFSC e pós-doutora em Saúde Pública pela Harvard T.H. Chan School os Public Health, além de membro do Observatório Covid-19 Br.

O curso possui dois encontros síncronos nos dias 1º e 05 de outubro de 2021, das 18h30 às 20h30. A carga horária total é de 20 horas e a realização ocorrerá na modalidade remota.

Tags: Colégio de AplicaçãoProforUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Divulga UFSC – 23/09/2021 – Edição 1735

23/09/2021 11:45

 

 

 

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Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) | www.divulga.ufsc.br – 23/09/2021 – Edição 1735

Pré-Fase 2: Conselho Universitário debate portaria e orientações

O Conselho Universitário (CUn/UFSC) promoveu nesta terça-feira, 21 de setembro, uma sessão extraordinária para analisar a Portaria Normativa nº 405/2021/GR, que autoriza o início da Pré-Fase 2 na Universidade. Na ocasião, o reitor Ubaldo Cesar Balthazar reforçou que a Pré-Fase 2 é um período de transição no qual as unidades vão identificar as condições ambientais, de infraestrutura, das pessoas e atividades, com vistas à adoção futura de um regime semipresencial de atividades (Fase 2). Continue a leitura » ».


 

Publicado edital de matrícula nos cursos de idiomas do semestre 2021.3

O Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras (DLLE) informa que o edital para as matrículas no próximo semestre, 2021.3, foi publicado, com orientações, dias e horários para rematrícula, matrículas novas e inscrição nos testes de nivelamento. Os cursos se manterão na forma online e todos os procedimentos de inscrição também devem ser realizados online no site. As inscrições são realizadas por etapas e também por idiomas. Mais informações em http://www.cursosextra.com/.

Risco de tsunami atingir a costa brasileira é remoto, diz pesquisador da UFSC

A erupção do vulcão Cumbre Vieja, nas ilhas Canárias, levou alguns órgãos de imprensa a cogitarem que o fenômeno pudesse dar origem a um tsunami e o passo seguinte foi especular se ele poderia atingir a costa brasileira – e até o litoral catarinense. Essa possibilidade, no entanto, é considerada muito remota. Para que isso ocorresse, seria necessário um maremoto de grande magnitude, explica o professor Norberto Olmiro Horn Filho, do Departamento de Geologia (CFH/UFSC). Continue a leitura>>.


 


Ensino

Produção do espaço do continente africano é tema de nova videoaula de curso para professores de Geografia

O Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ensino de Geografia (Nepegeo) e o Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicaram a 10ª videoaula de seu curso on-line de formação inicial de professores de Geografia. Com o tema Como utilizar conceitos geográficos para explicar a produção do espaço do continente africano, a nova aula é ministrada por Júlia Valverde e está disponível no Youtube. As videoaulas tem de 15 a 20 minutos de duração e são norteadas pelos princípios das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental e Médio. Todos os vídeos anteriores podem ser acessados na playlist. Mais informações pelo e-mail nepegeocfh@gmail.com.

 


Extensão

Pós-graduação em Física promove palestra sobre cromodinâmica quântica em altas energias

O Programa de Pós-Graduação em Física (PPGFSC/UFSC) organiza um seminário virtual sobre cromodinâmica quântica em altas energias nesta sexta-feira, 24 de setembro, às 10h15. Intitulada High-energy QCD dynamics with sub-eikonal corrections, a palestra será ministrada em inglês por Giovanni Antonio Chirilli, pesquisador de pós-doutorado da University of Regensburg, na Alemanha. O evento será transmitido pelo canal do PPGFSC no Youtube. Confira o resumo elaborado pelo palestrante (em inglês) no link.

Último encontro da série do PIAPE na área de Estatística acontece no dia 24

O Programa Institucional de Apoio Pedagógico (PIAPE) está com inscrições abertas para o último curso, dos quatro que disponibilizou, na área de Estatística sobre o tema “Inferência Estatística Paramétrica e Análise Bidimensional de Dados”. O encontro será no dia 24 de setembro, às 14 horas, onde serão abordadas séries temporais, componentes de uma séria e estimação de tendência linear.  Para se inscrever, clique aqui.

Projeto ‘Vozes da Comunidade’ recupera memórias relacionadas às fortalezas da Ilha de SC

Existem muitas histórias para contar sobre as fortalezas e não só as que estão nos livros, mas também aquelas vividas ou conhecidas pelos moradores da região. Que tal contar a sua história ou aquela que você ouviu falar, ou que o seu avô conta, ou que o vizinho sempre lembra, ou que a família gosta de relembrar e que tem alguma relação com esses monumentos? O Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina: Vozes da Comunidade está reunindo textos, fotos, desenhos e vídeos enviados pela comunidade sobre o tema. A participação é livre e gratuita. Nesta primeira edição do projeto, o material pode ser enviado até 26 de setembro de 2021. Saiba mais no site.

Alunas de Museologia promovem exposição sobre impactos da adultização e erotização infantil

Alunas da sétima fase do curso de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promovem, até 26 de setembro, a exposição 9INHA NÃO!. Realizado em ambiente virtual, o evento terá como temática a adultização e a erotização infantil e os seus impactos na vida das crianças. A classificação indicativa é para maiores de 16 anos. Continue a leitura >>.


Pesquisa

UFSC na mídia: projeto cataloga imbuias gigantes, árvore símbolo de SC em risco de extinção

Neste 21 de setembro, Dia da Árvore no Brasil, o portal G1 SC reuniu uma lista com cinco imbuias gigantes identificadas na região Sul do país e mostra a importância da preservação dessas árvores. A matéria se baseia em uma iniciativa coordenada por Marcelo Callegari Scipioni, professor do Campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O projeto busca catalogar as imbuias e outras árvores gigantes de diferentes espécies. Árvore símbolo de Santa Catarina, a Imbuia está em risco de extinção. Leia a matéria completa no G1 SC.

Especialista do HU tira dúvidas sobre amamentação durante a pandemia

Como manter a amamentação dos bebês durante a pandemia? Como mães com suspeita de contaminação ou mesmo com covid-19 podem manter seus bebês alimentados com leite humano? E no caso de crianças com covid-19? Se as dúvidas sobre amamentação sempre foram significativas, ficaram ainda maiores com a pandemia e, para esclarecer, a pediatra do Serviço de Neonatologia do Hospital Universitário (HU-UFSC/Ebserh) Flavia Gheller Schaidhauer respondeu algumas perguntas sobre o tema. Continue a leitura » ».


Cultura

Começa hoje o Festival Internacional de Cinema

A 25ª edição do Festival Internacional de Cinema Florianópolis Audiovisual Mercosul – FAM 2021, um dos mais antigos do país, e com edições contínuas por um quarto de século, começa nesta quinta, 23, e segue até o dia 29. A programação gratuita apresenta 50 filmes de 12 países, e 36 atividades, entre palestras, debates e a quinta edição do evento de mercado audiovisual, o Encontro de Coprodução do Mercosul – ECM. Os filmes serão exibidos na plataforma de streaming https://play.innsaei.tv/.

 

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Colégio de Aplicação da UFSC fará concurso para cargo de professor

23/09/2021 11:20

O Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunicou a abertura de concurso público para o cargo de professor no Colégio de Aplicação, por meio do Edital nº 075/2021/DDP. O período de inscrições ocorrerá entre 4 de outubro a 4 de novembro de 2021, por meio do da página http://075ddp2021.concursos.ufsc.br/.

O concurso visa ao provimento de três vagas para a carreira do Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico para o Colégio de Aplicação, nos campos de conhecimento: Biologia Geral, História e Música.

A íntegra do edital está disponível aqui.

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Risco de tsunami atingir a costa brasileira é remoto, diz pesquisador da UFSC

23/09/2021 10:36

A erupção do vulcão Cumbre Vieja, localizado na ilha de La Palma, arquipélago das Canárias, produziu imagens impressionantes, com explosões, colunas de fumaça e rios de lava destruindo casas e correndo em direção ao mar. O frenesi da situação levou alguns órgãos de imprensa a cogitarem que o fenômeno pudesse dar origem a um tsunami e o passo seguinte foi especular se ele poderia atingir a costa brasileira – e até o litoral catarinense.

Essa possibilidade, no entanto, é considerada muito remota, dada a grande distância entre o arquipélago e a costa brasileira – cerca de 4.500 quilômetros das capitais nordestinas de Fortaleza e Natal e 7.000 quilômetros de Florianópolis. Para que isso ocorresse, seria necessário um maremoto de grande magnitude, explica o professor Norberto Olmiro Horn Filho, do Departamento de Geologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). De acordo com o professor, a probabilidade de ocorrer um tsunami que atingisse a costa brasileira é muito baixa.

Nessa entrevista, o professor aborda os fenômenos geológicos que podem dar origem a tsunamis e quais os riscos de eles ocorrerem no Brasil.

O senhor acredita que, de maneira geral, a cobertura jornalística do fato foi fidedigna ao risco de tsunami? Como avalia a cobertura, antes e depois da erupção que ocorreu no último domingo? Como a imprensa que cobre ciência deveria ter reagido à possibilidade de erupção?

Mapa mundial de riscos sísmicos

A Geologia é uma ciência com muitas variáveis e se baseia muito em tendências. O que se tem mais atual em Geologia é a Teoria da Tectônica de Placas, onde 55 placas se movem diariamente e, a partir desse movimento, muitos eventos geológicos nos continentes e nos oceânicos podem ser explicados.

Recomendar-se-ia que antes da divulgação de provável risco de tsunami, uma leitura acerca dessa possibilidade fosse no mínimo explorada. O próprio mapa de riscos sísmicos e zonas de perigo aos terremotos e maremotos mostra muito baixo risco para a região onde estão as ilhas Canárias.

Como está estruturada a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR)?

A Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) tem por objetivo monitorar a sismicidade do território nacional e gerar informações que suportem a investigação da estrutura interna da Terra através da implantação e manutenção de estações sismográficas permanentes. A RSBR é composta de quatro redes em 90 estações, sendo que atualmente o Serviço Geológico do Brasil e o Observatório Nacional possuem um convênio para apoio à RSBR na sua manutenção e a pesquisas em sismologia, de interesse do Brasil.

Segundo a RSBR, para que houvesse alguma consequência no Brasil advinda da erupção na ilha La Palma, seria ainda necessário a ocorrência de um terremoto e desabamento de parte da ilha. Uma erupção submarina causando um maremoto com sismicidade elevada poderia até ocasionar a formação de um tsunami, entretanto, os reflexos seriam sentidos mais efetivamente na costa africana. O desabamento de parte da ilha não parece ser requisito para que houvesse consequências no Brasil.

Como a ciência analisa esse tipo de risco? Como deve ser o raciocínio de um cidadão comum a respeito da possibilidade de tsunami na costa brasileira? E na costa catarinense?

É bastante improvável a possibilidade de um tsunami na costa brasileira e catarinense, uma vez que possíveis maremotos causadores de tsunamis deveriam ocorrer nas proximidades da Cordilheira MesoAtlântica situada em média 3.000 km da costa brasileira. Entretanto não se descarta totalmente essa possibilidade caso a manifestação venha a ocorrer a partir dos limites transformantes adjacentes à cordilheira. Assim mesmo, a magnitude dos sismos não alcançaria valores elevados.

Que tipo de situação levaria Santa Catarina a um risco real de tsunami, ou maremoto? A UFSC estuda esse tipo de evento?

É bastante improvável a possibilidade de risco real de um maremoto ou tsunami no litoral de Santa Catarina, uma vez que não têm sido detectadas falhas ou rupturas entre placas tectônicas e erupções vulcânicas, que são as principais causas dos maremotos. A Universidade Federal de Santa Catarina não estuda diretamente esse tipo de evento, entretanto, está engajada em diversas pesquisas nas áreas de Geologia Marinha, Geofísica Marinha e Oceanografia Geológica no âmbito da rede de pesquisa nacional do Programa de Geologia e Geofísica Marinha (PGGM).

Existe alguma área ou região do Oceano Atlântico propensa à ocorrência de algum evento sísmico que pudesse originar um tsunami?

O Brasil está inserido na Placa Tectônica da América do Sul, cuja parte continental da placa consiste na área terrestre dos países sul-americanos e na parte oceânica, o oceano Atlântico a oeste da Cordilheira MesoAtlântica. O limite divergente separa a Placa Tectônica da América do Sul da Placa da África, localizado praticamente no meio do oceano Atlântico. Esse limite tectônico de afastamento das duas placas pode gerar eventos sísmicos de baixa magnitude, por conseguinte, maremotos e prováveis tsunamis também de baixa intensidade. Os setores onde a Cordilheira MesoAtlântica e as zonas de fraturas estão mais próximas da linha de costa, como nas regiões Nordeste e Norte e arquipélago São Pedro e São Paulo, representam os setores de maior probabilidade de eventos sísmicos de maior intensidade.

Qual é a origem e o significado da expressão “tsunami”?

Tsunami é um substantivo masculino que significa onda de porto (harbour wave) traduzido do japonês tsunami, sendo conceituado como o deslocamento de uma grande massa de água gerado por maremotos, erupções vulcânicas e impacto de meteoritos. A principal causa que pode gerar um tsunami é a presença de falhas ou rupturas entre placas tectônicas no fundo oceânico.

Na maioria dos casos, para que uma onda gigante se forme é necessário que se tenha um maremoto, isto é, um terremoto no mar, com seus elementos geométricos típicos incluindo o hipocentro ou foco, epicentro e as ondas sísmicas. Nem todo maremoto origina um tsunami. Tsunami e maremoto não são sinônimos.

Um dos fenômenos observados no grande tsunami de 2004, na Ásia, foi o recuo do mar antes da onda que varreu as regiões litorâneas. Qual é a explicação científica deste fenômeno?

Um tsunami ao se aproximar na zona litorânea na plataforma continental interna (mais rasa) tem seu comprimento e velocidade de onda diminuído, com aumento gradativo de sua altura. A força dos ventos empurra e puxa a superfície do oceano em escala regional, elevando o nível do mar em algumas áreas e, inevitavelmente, sugando-o em outras áreas, motivo pelo qual pode ocorrer o recuo do mar antes da chegada do tsunami.

 

A ILHA LA PALMA E A GEOLOGIA DA REGIÃO

A ilha La Palma é uma das sete ilhas que compõem o arquipélago das Canárias localizadas no oceano Atlântico norte. A ilha está distante cerca de 500 km da costa africana no Saara Ocidental e a 1.800 km da capital Madri, uma vez que as ilhas fazem parte do território espanhol. Ainda assim, considerando a costa brasileira, a ilha La Palma dista cerca de 4.500 km das capitais Fortaleza e Natal e 7.000 km da capital Florianópolis, todas situadas a sudoeste do arquipélago.

As profundidades de entorno da ilha são de aproximadamente 2.700m na província fisiográfica oceânica da planície abissal, onde coexistem as referidas ilhas e os montes submarinos não aflorantes, todos produtos de vulcanismo submarino.

O vulcanismo submarino em questão está relacionado ao vulcanismo da intraplaca tectônica da África associado aos pontos quentes (hot spots) típico de erupções efusivas com lava fluida e básica com baixos teores de sílica. O vulcanismo intraplaca, de um modo geral, diferente do vulcanismo interplaca, não provoca abalos sísmicos de grande envergadura, como aqueles observados no limite convergente das placas do Pacífico e da América do Sul (com formação da cordilheira dos Andes) e das placas do Pacífico e da América do Norte (onde aflora a falha de Santo André).

As ondas gigantes (tsunamis) têm como principal causa os falhamentos entre placas tectônicas e subordinadamente, as erupções vulcânicas, explosões de bolhas de gás, deslizamentos submarinos e impacto de meteoritos. No caso específico das ilhas Canárias, a origem de prováveis ondas gigantes poderia estar relacionada às erupções vulcânicas intraplaca da África.

A ilha La Palma é uma ilha oceânica muito jovem formada a partir de um vulcanismo insular submarino nos últimos dois milhões de anos. Ainda está em formação comprovado pelos eventos magmáticos vulcânicos básicos que tem assolado a ilha, cuja última erupção data do ano de 1971.

A probabilidade de ondas gigantes (tsunamis) poderiam ser sentidas mais rápida e efetivamente na costa do Saara Ocidental. Entretanto, para que as mesmas viessem a percorrer toda extensão do oceano Atlântico, alcançando as costas do Brasil, provavelmente, a magnitude do maremoto deveria atingir valores superiores na escala Richter.

CÍRCULO DO FOGO DO PACÍFICO

Tsunamis são uma ocorrência frequente no Oceano Pacífico (80% dos tsunamis), uma vez que nas margens desse oceano em contato com as margens continentais ocidentais da América do Sul e da América do Norte e das margens continentais orientais da Ásia e da Austrália, existe o Círculo do Fogo, que gera vulcanismo, terremotos, maremotos e prováveis tsunamis, muitas vezes relacionados às fossas oceânicas e zonas de subducção. São originados geralmente sob magnitudes dos sismos maiores que 7,0, gerando ondas com alturas entre 5 e 30 metros. Sua ocorrência pode ainda ser registrada no Oceano Índico, entretanto, raramente, têm sido registrados no Atlântico.

Os sismos de Valdivia no Chile em 1960 (Mw 9,5), do Alasca em 1964 (Mw 9,2) e o de Sumatra em 2004 (Mw 9,2), são exemplos recentes de maremotos que geraram teletsunamis, megatsunamis ou tsunamis transoceânicos, que podem atravessar oceanos inteiros. Abalos com magnitudes menores (Mw ±4) podem provocar tsunamis locais e/ou regionais, capazes de devastar as costas nas proximidades dos sismos em apenas alguns minutos.

 

Tags: erupção vulcânicaIlha La Palmaplacas tectônicastsunamiUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Especialista do HU tira dúvidas sobre amamentação durante a pandemia

22/09/2021 11:47

Pediatra explica que, como regra geral, a indicação é manter o aleitamento durante a pandemia. Foto: marki1983/Flickr/CC BY-ND 2.0

Como manter a amamentação dos bebês durante a pandemia? Como mães com suspeita de contaminação ou mesmo com covid-19 podem manter seus bebês alimentados com leite humano? E no caso de crianças com covid-19? Se as dúvidas sobre amamentação sempre foram significativas, ficaram ainda maiores com a pandemia e, para esclarecer, a pediatra do Serviço de Neonatologia do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) Flavia Gheller Schaidhauer respondeu algumas perguntas sobre o tema.

Mestra em Pediatria e vice-coordenadora da Comissão de Aleitamento do HU-UFSC, Flavia explicou que, como regra geral, a intenção é manter o aleitamento, sendo que não existe qualquer restrição para mulheres saudáveis. “Mesmo mães com Covid devem amamentar seus bebês, se tiverem condições clínicas”. Se não tiverem estas condições, a recomendação é retirar o leite e oferecer para o bebê por meio de um copo ou colher. Esta e outras dicas são apresentadas na entrevista que a médica concedeu sobre o tema.
(mais…)

Tags: aleitamento maternoamamentaçãocoronavírusCovid-19dicas coronavírusHospital UniversitárioHUUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Divulga UFSC – 22/09/2021 – Edição 1734

22/09/2021 11:28

 

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Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) | www.divulga.ufsc.br – 22/09/2021 – Edição 1734
Pós-Graduação em Enfermagem promove aula aberta como parte da comemoração de 45 anos

O Programa Acadêmico de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN/UFSC) começa nesta quinta-feira, 23 de setembro, as comemorações dos seus 45 anos, com a realização de uma aula aberta especial sobre Avaliação da Pós-Graduação em Enfermagem no Brasil, que será transmitida às 14h, via Youtube. A convidada é a professora Cristina Maria Garcia de Lima Parada, coordenadora da área de enfermagem da Capes. Na sequência, serão realizados mais dois eventos: um seminário de internacionalização, no dia 21 de outubro, com foco na história, nos desafios e em perspectivas futuras para a internacionalização do programa e um evento comemorativo com conferências, mesas de discussão e homenagens a ex-professoras e coordenadoras, marcado para 25 de novembro. Continue a leitura>>.


Apufsc promove live em homenagem ao centenário de Paulo Freire

O Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc) promove nesta quarta, 22 de setembro, uma live com o tema: ‘Minha Experiência com Paulo Freire’. A conversa será transmitida no canal do Youtube do sindicato, às 19h30. Foram convidados os professores Paulo Ricardo do Canto Capela, Nilcéa Lemos Pelandré e Adão de Souza. Saiba mais no link.

Assembleia Geral do SINTUFSC acontece nesta quinta-feira, dia 23

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Públicas de Ensino Superior do Estado de Santa Catarina (SINTUFSC) convida os  trabalhadores da UFSC para a Assembleia Geral Extraordinária.  A atividade será realizada em formato on-line no dia 23 de setembro, quinta-feira, às 13h30, com divulgação no Portal e Redes Sociais do Sindicato. Inscreva-se no link.


Ensino

PET Pedagogia abre processo seletivo

Até o dia 23 de setembro, está aberto o processo seletivo para o Programa de Educação Tutorial (PET) de Pedagogia. Está disponível para inscrição uma (1) vaga, que será obrigatoriamente preenchida por estudante cotista, conforme cota de ingresso na Universidade Federal de Santa Catarina. Acesse o formulário de inscrição aqui. Mais informações:  https://petpedagogiaufsc.paginas.ufsc.br/.


Extensão

Curso de Geografia organiza evento sobre riscos socioambientais

O Curso de Geografia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove nesta quinta-feira, 23 de setembro, uma nova edição do evento Hora Feliz: população e políticas da espacialidade. Com o tema Riscos híbridos: concepções e perspectivas socioambientais, a atividade contará com a presença do geógrafo e professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Francisco Mendonça. O encontro ocorre das 17h30 às 19h pela plataforma Google Meet.

 

Laboratório de Moluscos Marinhos disponibiliza sementes de ostras do pacífico para comercialização

O Laboratório de Moluscos Marinhos do Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias comunica a disponibilidade de sementes de ostras do pacífico excedentes produzidas por sua unidade de pesquisa, extensão e ensino, situado na Estação de Maricultura Professor Elpídio Beltrame, na Barra da Lagoa. Encontra-se disponível para venda um lote de 630.000 sementes diploides de ostras do pacífico ao valor de R$ 26,00 o milheiro. Mais informações pelo e-mail c.blacher@ufsc.br.

 

Estudantes da UFSC Blumenau lançam podcast ‘Conversa Federal’, com entrevistas sobre educação

O aluno José Vitor Oliveira Nazareth, do curso de Engenharia de Controle e Automação, e a egressa do curso de Licenciatura em Matemática, Fernanda Gonçalves Amaro, lançaram um podcast de entrevistas para debater as problemáticas da educação. Com o título “Conversa Federal“, o podcast é voltado para estudantes de todos os níveis, professores e qualquer pessoa interessada em debater a educação no país. Continue a leitura >>.

 

Coordenadoria das Fortalezas disponibiliza catálogo com aquarelas de plantas encontradas em Desterro em 1803

Um manuscrito original do ano de 1803 mostra 38 pinturas em aquarela de árvores e frutas silvestres encontradas na então Vila de Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis (SC). Todas essas imagens estão disponíveis gratuitamente no Banco de Dados Internacional sobre Fortificações – Plataforma fortalezas.org. O original do manuscrito pertence à Biblioteca Nacional de Lisboa e a versão digitalizada das aquarelas está disponível aqui. Continue a leitura >>.

 

Enfermeira do HU ressalta importância do tratamento humanizado para pacientes com linfoma

O Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas é celebrado anualmente em 15 de setembro. Como o próprio nome sugere, o principal objetivo desta data é conscientizar a população sobre a importância de identificar precocemente os sintomas do linfoma, ajudando a facilitar o seu tratamento, além de ressaltar a importância do atendimento humanizado, do respeito aos familiares e da necessidade de apoio afetivo por parte da equipe de saúde. Com 19 anos de atuação nesta área no HU-UFSC, a enfermeira da Unidade de Oncologia e Hematologia, Michele Dotto, explicou, nesta entrevista, um pouco sobre a doença e como é o atendimento para os pacientes no hospital. Assista a entrevista aqui.

 

Diversidade biocultural é tema de curso para professores do ensino básico

Estão abertas as inscrições para o curso on-line Diversidade biocultural na escola, voltado a e professores do ensino básico e interessados no tema. As aulas ocorrem de 16 de outubro a 20 de novembro pela plataforma Even3 e serão transmitidas online pelo canal do Youtube do Laboratório de Ecologia Humana e Etnobotânica (Ecohe/UFSC). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 12 de outubro pelo site even3.com.br/bioculturalnaescola/. A live de lançamento do curso e do livro Diversidade biocultural na escola foi realizada em 14 de setembro e está disponível no Youtube. Mais informações na página do curso ou pelo e-mail bioculturalnaescola@gmail.com. Continue a leitura>>.

 

Curso de extensão sobre ‘Pé Diabético’ recebe inscrições de pessoas com mais de 50 anos

O Programa de Extensão Agir e Educar (em)frente o Diabetes mellitus recebe inscrições para o curso de extensão “Pé Diabético – Conceitos e Cuidados”. O projeto é conduzido pelas professoras Laura Cavalcanti de Farias Brehmer, Luciana Martins da Rosa, Melissa Orlandi Honório Locks e Gisele Cristina Manfrini, do Departamento de Enfermagem (CCS/UFSC) com o apoio do Núcleo de Estudos da Terceira Idade (NETI/UFSC). O curso é dirigido a pessoas com mais de 50 anos, com Diabetes  e/ou com familiares com Diabetes.  Serão três encontros às quintas-feiras (30/09, 07/10 e 14/10), das 14h às 18h. As inscrições devem ser feitas aqui. Mais informações, acesse a página do NETI , a página de inscrições ou pelo e-mail laura.brehemr@ufsc.br.


Pesquisa

Laboratório da UFSC promove pesquisa ‘O que você sabe sobre o câncer de mama?’

Com a proximidade do Outubro Rosa, movimento que surgiu há mais de 30 anos com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama, o Laboratório de Polimorfismos Genéticos (Lapoge/UFSC) planeja uma programação especial sobre o tema. O Laboratório participa ativamente da data, com a realização de palestras e produção de material informativo a respeito da doença. Neste ano, também foi elaborado um questionário para pesquisar acerca do conhecimento da população sobre o câncer de mama e, a partir dos resultados obtidos e analisados, retornar estas informações para a sociedade. Para participar da pesquisa O que você sabe sobre o câncer de mama?, basta acessar este link. Mais informações no Instagram @lapoge.humanos.


PETLitterārium será lançado com sarau on-line

O Programa de Educação Tutorial dos Cursos de Letras da Universidade Federal de Santa Catariana (UFSC) promove, na quinta-feira, 23 de setembro, às 18h30, um Sarau On-line de lançamento do livro PETLitterārium: vivências poéticas. Será um momento de leituras, reflexões, diálogos e vivências, sob tutoria do professor Carlos Henrique Rodrigues. Para se inscrever para o Sarau On-line, clique aqui. Para saber mais sobre o livro, clique aqui. Para baixar gratuitamente o e-book, clique aqui.

 

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UFSC na mídia: projeto cataloga imbuias gigantes, árvore símbolo de SC em risco de extinção

22/09/2021 10:54

Imbuia em risco de extinção foi catalogada em Curitibanos, no Oeste catarinense. Foto: Marcelo C. Scipioni/arquivo pessoal

Neste 21 de setembro, Dia da Árvore no Brasil, o portal G1 SC reuniu uma lista com cinco imbuias gigantes identificadas na região Sul do país e mostra a importância da preservação dessas árvores. A matéria se baseia em uma iniciativa coordenada por Marcelo Callegari Scipioni, professor do Campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O projeto busca catalogar as imbuias e outras árvores gigantes de diferentes espécies.

Árvore símbolo de Santa Catarina, a Imbuia está em risco de extinção. Encontrada em maior concentração no Norte catarinense, a espécie de valor histórico concentra aspectos importantes para a fauna e a flora. Além de incríveis ao olhar, as árvores gigantes possuem aspectos ecológicos importantes, como a possibilidade de promover abrigo para outros animais e dar pistas sobre o ambiente em que estão localizadas há centenas de anos. 

“Como elas têm uma longevidade muito maior, então outras formas de vida acabam se estabelecendo nessas grandes árvores. Tem o aspecto também da biomassa, pois elas têm uma função de sequestro de carbono gigantesco. E tem uma questão do ciclo de nutrientes do solo, que são muito interessantes para a gente pesquisar”, explicou Scipioni.

Para ampliar seu projeto, o docente propôs, com ajuda de servidores da Assembleia Legislativa (Alesc), a criação de uma lei com ações permanentes com foco na sustentabilidade e na preservação do meio ambiente.

Leia a matéria completa no G1 SC.

Tags: árvores gigantescampus curitibanosUFSCUFSC na mídiaUniversidade Federal de Santa Catarina

Diversidade biocultural é tema de curso para professores do ensino básico

22/09/2021 08:58

Estão abertas as inscrições para o curso on-line Diversidade biocultural na escola, voltado a professoras e professores do ensino básico e demais interessados no tema. As aulas ocorrem de 16 de outubro a 20 de novembro pela plataforma Even3 e serão transmitidas online pelo canal do Youtube do Laboratório de Ecologia Humana e Etnobotânica (Ecohe) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que organiza a ação em parceria com o projeto Semear Ideias: Praticar Sustentabilidade da Faculdade Municipal de Palhoça e a regional sul da Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 12 de outubro pelo site even3.com.br/bioculturalnaescola/.

O curso tem um total de 30 horas, sendo 16 horas de encontros síncronos e 14 de atividades remotas. As aulas on-line compreenderão quatro encontros aos sábados, das 8h às 12h, nos dias 16 e 23 de outubro e 6 e 20 de novembro. Já a carga horária de atividades remotas será destinada ao estudo de materiais complementares, como textos, vídeos e podcasts, e à elaboração de um plano de aula como atividade final. Quem tiver ao menos 75% de presença nas atividades terá direito a certificado. 

A live de lançamento do curso e do livro Diversidade biocultural na escola foi realizada em 14 de setembro e está disponível no Youtube. Mais informações na página do curso ou pelo e-mail bioculturalnaescola@gmail.com.

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