Espetáculo ‘O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu’ emociona e inspira o público

01/11/2018 19:57

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

“Estou sem palavras.” “Maravilhoso!” “Muito forte! Muito linda!” “Sensacional!” “Nossa, fiquei muito emocionada!” “Inspirador!” “Revigorante!” Foi com essas palavras, e nesse estado de êxtase e encantamento, que o público descreveu o que sentia ao final do espetáculo “O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu”, com a atriz trans Renata Carvalho. A peça foi apresentada na última terça-feira, 30 de outubro, dentro da programação da terceira edição da Semana de Arte Experimenta, promovida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Após cerca de uma hora de espetáculo, aproximadamente 600 pessoas presentes na plateia aplaudiram de pé durante vários minutos. Os aplausos só cessaram quando a própria atriz os interrompeu para proferir um breve discurso sobre o monólogo.
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Instituto de Estudos de Gênero da UFSC é homenageado em Ato Parlamentar Solene na Alesc

23/11/2017 10:50

O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), representado pelas servidoras Miriam Grossi, Mara Lago e Olga Zigelli Garcia, foi homenageado na noite desta quarta-feira, 22 de novembro, em Ato Parlamentar Solene realizada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Por indicação da deputada estadual Luciane Carminatti, a homenagem ocorreu no Plenarinho Deputado Paulo Stuart Wright e contou com a presença de autoridades, parceiros do IEG, estudantes de graduação e pós-graduação, ativistas de movimentos sociais e gestoras públicas.
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Dissertação defendida na UFSC é premiada pela Agência da ONU para Refugiados

23/10/2017 11:15

Da esquerda para a direita: María Eugenia Dominguez, Vítor Lopes Andrade, Letícia Cesarino, Karine de Souza Silva, Gláucia de Oliveira Assis (por vídeoconferência) e Carmen Silvia Rial. Foto: Arquivo pessoal

Em março deste ano Vítor Lopes Andrade defendeu, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a dissertação ‘Imigração e Sexualidade: solicitantes de refúgio, refugiados e refugiadas por motivos de orientação sexual na cidade de São Paulo’, obtendo o título de mestre em Antropologia Social (PPGAS). O ineditismo do tema fez com que o trabalho fosse premiado, seis meses depois, pela Agência da ONU para Refugiados (UNHCR/ACNUR) no III Concurso Nacional de Teses de Doutorado e Dissertações de Mestrado da Cátedra Sérgio Vieira de Mello.

O prêmio é importante no Brasil por tratar do debate em torno da área de refúgio, migração internacional e direitos humanos. Para Vítor, o tema é relevante porque faz uma conexão entre imigração, refúgio e sexualidade. “Existem muitas pesquisas feitas no Brasil sobre imigração e refúgio, entretanto, normalmente não há um enfoque conjunto. Por isso, é um tema de relevância acadêmica, pois foi o primeiro trabalho de pós-graduação defendido no Brasil sobre o refúgio por motivos de orientação sexual”, relata ele.
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UFSC promove oficina de cartazes em apoio ao orgulho LGBT na próxima terça-feira

21/06/2017 17:00

A Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento à Violência de Gênero (CDGEN) da Secreataria de Ações Afirmativas e Diversidades (SAAD) irá promover oficinas de confecção de cartazes e tarjetas em apoio ao orgulho LGBT no dia 27 de junho, terça-feira, véspera do Dia do Orgulho LGBTI.

A CGEN buscou parceria entre alunas de cada Centro de Ensino que, em horário que ficar melhor de acordo com o contexto de cada centro, farão oficina de confecção de cartazes com frases curtas de apoio à causa LGBT.

A CDGEN se responsabilizará pela confecção e colocação de cartazes para o  RU, BU e prédio da Reitoria.

Mais informações pelo e-mail

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Debate sobre inserção LGBT no mercado de trabalho ocorre nesta quarta

08/05/2017 16:10

O Centro Acadêmico Livre de Economia promove o debate “Precisamos falar sobre… Inserção LGBT no mercado de trabalho”, que ocorre na quarta-feira, 10 de maio, às 18h30, no auditório do Centro Socioeconômico (CSE). O evento é gratuito e aberto a toda comunidade universitária.

Palestrantes convidados:

Luíza Bittencourt, mulher trans e diarista, que irá contar sobre suas vivências na profissão;

Christian Pedro Mariano, da ACONTECE Arte e Política LGBT, membro do Conselho Estadual de Direitos Humanos de Santa Catarina e agente em conflitos, pela UNIBR e UNESCO;

Maurício Pereira Gomes, doutorando do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH/UFSC) e pesquisador do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS).

Outras atividades estão previstas até o dia 17 de maio, Dia Internacional contra a Homofobia.

Serviço:

O que: debate “Inserção LGBT no mercado de trabalho”

Quando: 10 de maio (quarta-feira), Às 18h30.

Onde: auditório do CSE.

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Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades planeja Delegacia da Mulher no Campus Florianópolis

24/06/2016 13:59
Reunião realizada no início de junho entre a Administração Central e a Polícia Civil de Santa Catarina para discutir a criação de uma Delegacia da Mulher no campus UFSC Trindade. (Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC)

Reunião realizada no início de junho entre Administração Central e Polícia Civil de Santa Catarina para discutir a criação de uma Delegacia da Mulher no Campus Florianópolis. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

A recém-criada Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad) planeja novas ações de inclusão e de apoio à comunidade universitária, entre elas, a implantação de uma Delegacia da Mulher no campus em Florianópolis. A nova delegacia ainda depende de negociações com a Secretaria de Segurança Pública (SSP/SC) e a Polícia Civil, mas tratativas já foram iniciadas. Outra ação em fase de criação é um serviço de apoio à mulher, com atendimento psicológico, assistente social e aconselhamento legal.

Essas ações são agora planejadas pela coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero, em parceria com outros setores da Universidade ligados a questões de gênero, e fobias relacionadas à mulher e ao público LGBT. A secretária da Saad, Francis Tourinho, acredita que é preciso investir em uma série de atividades, desde conscientização, a pesquisas e criação de serviços de apoio para quem sofre discriminação no campus.

A implantação de uma Delegacia da Mulher no campus deve acontecer de forma simultânea à criação de um serviço de apoio à mulher. Uma reunião de alinhamento já aconteceu, envolvendo o reitor Luis Carlos Cancellier e a Delegada de Polícia Civil, Patrícia Zimmermann D’Ávila, coordenadora das Delegacias de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso. “Estamos estudando, temos uma proposta de fazer uma parceria e trazer essa estrutura para o campus”, complementa Tourinho.

“Temos um crescente número de casos de violência no campus. Poucas mulheres da UFSC denunciam, por isso os números de ocorrências são pequenos, mas estão começando a aumentar. O número real é grande. Para a UFSC ser um ambiente saudável, plural, precisamos trabalhar a educação, tomar providências contra o que esta acontecendo, mas principalmente educar para mudar a cultura. Se estamos numa universidade precisamos trabalhar a educação. Acreditamos que não adianta execrar e não dar o direito de educar a pessoa. Quem faz errado tem que também ser educado”, ressalta.
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Diversidade sexual e identidade de gênero são temas de conversa no campus Joinville nesta quinta

23/06/2016 10:35

A Assistência Estudantil da UFSC Joinville organiza uma roda de conversa, em parceria com membros da associação LGBT “Arco-Íris”, de Joinville (que compõe a luta por direitos LGBT no município), e Ana Maria Mujica Rodríguez, doutoranda em Saúde Coletiva pela UFSC que tem trabalhado questões de gênero, saúde e políticas públicas ao longo de sua trajetória acadêmica.

O encontro será no dia 23 de junho, às 17h, na sala do Diretório Acadêmico do Campus Joinville (bloco A, sala 101).

Mais informações pelo telefone (48) 3721-6260 e no Facebook.

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TV UFSC: confira a edição do telejornal UFSC Cidade desta sexta

04/09/2015 20:36

O telejornal UFSC Cidade traz na edição desta sexta-feira as seguintes reportagens:

– Acessibilidade no Projeto Tamar
– Exposição “Memórias Migratórias”
– Reabertura do Restaurante Universitário
– Fórum da Diversidade
– Agenda cultural para o feriadão

Produzido pela equipe da TV UFSC, o telejornal UFSC Cidade Revista vai ao ar às sextas-feiras, às 20h15min, com notícias variadas de interesse da comunidade.

:: Acompanhe a TV UFSC:

– canal 15 da NET Florianópolis; – canal aberto 63.1 digital.

– http://www.tv.ufsc.br

– http://www.youtube.com/tvufsc

– http://www.facebook.com/tvufsc

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‘Semana de Combate às Fobias de Gênero na Saúde’ será realizada no CCS

31/08/2015 10:12

O Centro de Ciência da Saúde (CCS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sedia, de 31 de agosto a 4 de setembro, a 1ª Semana de Combate às Fobias de Gênero na Saúde (SCFGS). Realizado pelo – Núcleo de Estudos em Gênero e Saúde, Grupo Acontece – Arte e Política LGBT e Fundação Açoriana para o Controle da Aids (Faça), o evento faz parte do I Mês da Diversidade Floripa 2015, organizado pelo Fórum Diversidade Grande Florianópolis. semana

As atividades da SCFGS são compostas de palestras, debates, seminários e rodas de conversa, pautando temáticas voltadas à humanização do serviço público, relação entre a formação em saúde e questões de gênero e políticas de saúde para o público LGBT. O formulário de inscrição e a programação completa podem ser conferidas aqui.

 

O quê: 1ª Semana de Combate às Fobias de Gênero na Saúde.

Quando: 31 de agosto a 4 de setembro.

Onde: auditório da Pós-Graduação, bloco H do Centro de Ciências da Saúde (CCS).

Quanto: participação gratuita.

 

Eduarda Hillebrand/Estagiária de Jornalismo/Agecom/DGC/UFSC

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Primeira trans a usar nome social na UFSC se forma em Arquivologia

25/08/2015 15:35

Foto Henrique Almeida Foto Henrique Almeida“Olha, vou confessar que não estava muito ansiosa não. Mas ontem caiu a ficha e hoje estou mais emotiva”, contava Patrícia Aguilera um dia antes de sua formatura no curso de Arquivologia da UFSC, na última quinta-feira. Na cerimônia, a sensibilidade continuava à flor da pele: escolhida como oradora para fazer o discurso em nome da turma, em vários momentos deixou derramar lágrimas e falou com voz embargada, mesmo com o texto repleto de toques bem- humorados. Na voz dela, chamava ainda mais a atenção o trecho em que celebrava os formandos terem “seus nomes perpetuados na Universidade Federal de Santa Catarina”.

O nome que ela perpetua na UFSC tem uma história especial. Patrícia foi a primeira transexual que teve o direito a usar o nome social na Universidade e a primeira com nome social a se formar. No caso dela, que conseguiu também a mudança de registro civil, será esse também o nome que estará no diploma. Foi também a primeira a conseguir essa retificação de nome em Florianópolis. Para quem não faz essa mudança, aparece no diploma o nome civil, mas, durante seu período na Universidade, usa o nome social em todas as atividades, conforme resolução aprovada em 2012 e modificada no dia 13 de agosto pelo Conselho Universitário (CUn).

Ela já usa o nome social, como parte importante de sua identidade, há vários anos. Desde criança, percebia que tinha um jeito mais delicado que os dos outros meninos. Na oitava série, estudava no Instituto Estadual de Educação e reprovou em Educação Física. “Eu simplesmente não ia à aula; em vez disso, fazia teatro.” Quando o pai foi chamado ao colégio para ser comunicado da reprovação, disse que conversariam melhor em casa. “Chovia muito e até quis me molhar bastante, para ver se ele ficava com pena.” Não ficou. Ela conta que apanhou muito, com cabo de madeira na cabeça, até desmaiar. Acordou amarrada numa cadeira, sangrando pela boca, nariz e orelhas e permaneceu presa por três dias. “Lembro que a cadeira ficava perto da janela, e eu ficava vendo a chuva cair do lado de fora. Mas não lembro quem me desamarrou.”

Logo após ser solta, saiu de casa, ainda com as roupas do colégio. Conseguiu abrigo com o grupo de teatro e em seguida recorreu ao Conselho Tutelar. “Nessa época eu não conhecia nada do mundo gay, nunca tinha ficado com um menino, nada”, diz. Começou a usar o nome quando foi trabalhar em uma casa noturna dirigida ao público LGBT, mas era uma fase de transição. “Era uma coisa meio mutante ainda. De dia, usava roupas de menino, até que uma vez, na fila do mercado, ouvi uma criança perguntar para a mãe por que aquela moça, que era eu, estava vestida como homem. Aí resolvi me assumir de vez como Patrícia”, conta.

Em 2011, quando entrou na UFSC, já se identificava sempre como mulher, e a Universidade já havia aprovado o direito de uso do nome social, mas encontrou dificuldades na matrícula. “O funcionário simplesmente não entendia o que eu queria; eu quase desisti. Então ele me deu uma folha em branco e pediu que escrevesse ali qual era meu pedido”, lembra. Como não obteve resposta, acabou entrando só no semestre seguinte. “Participei de um monte de reuniões, conversei com reitor. Eu dizia ‘o que eu vou fazer na sala com nome de homem?’; explicava de novo, mas, no final, tudo o que pedi naquele dia foi aceito.”

As dificuldades continuaram, todas relacionadas aos processos operacionais internos. “O nome no moodle não batia, depois era no CAGR. Tinha uma disciplina em que estavam lá os dois nomes, o social e o civil, como se fossem duas pessoas, mas com o mesmo número de matrícula. Eu agia como se fosse mesmo outra pessoa, não respondia. Houve vezes em que precisei explicar para o professor, porque ele não achava meu nome para dar a nota no final do semestre. Foi um processo de aprendizado também para a Universidade, acho, porque, à medida que eu encontrava esses problemas, iam se criando as soluções”, avalia. Por outro lado, diz que foi acolhida desde o começo no CED, sempre chamada de Patrícia e bem-relacionada na turma, tanto que foi escolhida como representante de classe.

Enquanto prosseguia sua trajetória acadêmica, também participou de comissões e ajudou a orientar novas alunas trans que entraram na Universidade. “Eu deixo um legado positivo para os futuros e futuras estudantes. Não foi uma conquista só para mim; é como um filho que não gerei sozinha, mas que teve minha parcela de contribuição. Acredito que as coisas serão mais fáceis para os próximos.” Parte importante dessas conquistas, considera, deve-se à sua disposição para o diálogo. “Em algumas horas a gente precisa se impor, eu sempre soube disso, mas também tem hora de pedir e conversar. E foi assim que eu consegui as coisas”, explica.

Ao completar o curso, além de deixar às próximas gerações uma UFSC diferente, ela se vê como uma Patrícia diferente. “Mais aberta, mais madura. Agreguei muita coisa nesses quatro anos. Eu achava que, quando alguém me olhava, estava zombando; mas não penso mais assim. Há muita experiência daqui que vou carregar para sempre comigo.”

Fábio Bianchini/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

Revisão: Claudio Borrrelli/Revisor de Textos da Agecom/DGC/UFSC

Fotografia: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

 

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Ato na Reitoria da UFSC marca Dia Internacional contra a Homofobia

17/05/2013 10:10

Data lembra a exclusão da homossexualidade na listagem de doença da OMS. Foto: Divulgação do Coletivo Gozze

Nesta sexta-feira, 17 de maio, às 12h, um ato no hall da Reitoria da UFSC irá marcar o Dia Internacional contra a Homofobia. A promoção é do Coletivo pela Luta de Diversidade Sexual “Gozze”, do qual fazem parte técnico-administrativos e acadêmicos da Universidade.

Em mensagem nas mídias sociais, o Coletivo Gozze explica que o ato tem por objetivo reivindicar ações para combater as opressões motivadas por racismo, homo-lesbo-transfobia, identidade de gênero e qualquer outra que se faça opressora frente as identidades e expressões.

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Núcleo de estudos da UFSC colabora no Plano Municipal de Políticas de LGBT

27/08/2012 16:05

O primeiro Plano Municipal de Políticas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) foi aprovado em Florianópolis. Com organização da Coordenadoria Municipal de Políticas para as Mulheres (CMPP-Mulher), a equipe contou com a participação do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da UFSC e de uma dezena de pesquisadores especialistas em temáticas LGBT. O documento define prioridades e propostas de políticas públicas para os próximos anos e foi elaborado a partir da I Conferência Municipal “Por um país livre da pobreza e da discriminação: promovendo a cidadania LGBT” e “Por uma Florianópolis sem homofobia”.

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