Prograd solicita que estudantes de graduação preencham formulário; leia comunicado

09/02/2022 12:57

A Pró-Reitoria de Graduação solicita aos estudantes matriculados em ZZD 2020 que preencham um formulário para que a equipe trace as estratégias para o retorno presencial à UFSC a partir de abril de 2022. Em nota, comunica que a disciplina foi criada  como uma possibilidade de manutenção da matrícula do estudante na UFSC. A questão foi apresentada na Resolução Normativa 141/2020/CUn, durante a pandemia.

Confira a íntegra do comunicado dirigido aos acadêmicos: 

Se você é estudante de Graduação da UFSC, leia com atenção

Quando iniciou o período de atividades pedagógicas não presenciais decorrente da necessidade de afastamento social provocada pela pandemia de covid-19, a UFSC publicou a Resolução Normativa 140/2020/CUn – que dispõe sobre o redimensionamento de atividades acadêmicas em caráter emergencial.

Na sequência houve a publicação da Resolução Normativa 141/2020/CUn, que criou a possibilidades de matrícula na disciplina GRA0001, que não exigia pré-requisitos nem número de créditos e cuja finalidade era meramente a manutenção da matrícula do estudante na UFSC. Esta disciplina, quando criada pela PROGRAD, passou a ter o código ZZD 2020.

A fim de nos preparamos para o retorno presencial em abril, a PROGRAD está lhe enviando este questionário para saber se você está, ou esteve, em algum momento, matriculado(a) nesta disciplina. Caso você não tenha feito esta escolha mas tenha se ausentado das aulas e atividades acadêmicas, seu curso de Graduação colocou você nesta situação visando sua matrícula e seu vínculo com a Universidade, bem como os possíveis benefícios aos quais tenha direito.

Pedimos que, por gentileza, preencha o formulário abaixo para que possamos juntos(as) encontrar as melhores estratégias para o retorno presencial à UFSC a partir de abril de 2022, com você preferencialmente cursando disciplinas, caso seja esta a sua intenção. Nosso objetivo é realizar todos os esforços possíveis para garantir a sua permanência e a conclusão do curso de graduação escolhido, formando-se na universidade de qualidade reconhecida que é a UFSC.

Desejamos muita saúde e esperamos nos encontrar em breve.

Atenciosamente,

Pró-Reitoria de Graduação – PROGRAD/UFSC

Para acessar o formulário, clique aqui

 

Laboratório de Moluscos Marinhos informa disponibilidade de sementes de ostras do pacífico para comercialização

08/02/2022 11:42

O Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM), que integra o Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica a disponibilidade de sementes de ostras do pacífico excedentes produzidas por sua unidade de pesquisa, extensão e ensino, situada na Estação de Maricultura Prof. Elpídio Beltrame, na Servidão dos Coroas, nº 503, no bairro Barra da Lagoa, em Florianópolis.

Em atendimento à Portaria Normativa no 68/2016/GR, de 23 de fevereiro de 2016, que regulamenta essa atividade no âmbito da UFSC, torna pública a oferta para comercialização do excedente que não foi aproveitado pelas unidades universitárias.

Encontra-se disponível para venda um lote de 463.000 sementes diploides de ostras nativa (C. gasar) ao valor de R$ 32,00 o milheiro. O valor do milheiro é baseado no histórico de custos do Laboratório de Moluscos Marinhos e no preço praticado por laboratório privado em Santa Catarina.

Mais informações pelo e-mail c.blacher@ufsc.br ou telefone (48) 9 9972-2791.

Tags: comercialização de excedentesLaboratório de Moluscos MarinhosUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC terá evento do Global Women’s Breakfast para celebrar mulheres cientistas

08/02/2022 11:06

Clique para ampliar

A Universidade Federal de Santa Catarina sediará, no dia 16 de fevereiro, um dos eventos do Global Women’s Breakfast, ação anual da International Union of Pure and Applied Chemistry (Iupac) em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, instituído a partir de uma iniciativa da UNESCO e da ONU e comemorado em 11 de fevereiro. Para participar, é necessário fazer a inscrição aqui. O evento é online, das 8h30 ao meio dia, e dá direito a certificado.

A proposta busca aumentar a conscientização sobre as questões das mulheres na ciência e lembrar a comunidade internacional de que a ciência e a igualdade de gênero devem avançar, a fim de enfrentar os principais desafios mundiais. A Iupac, por sua vez, promove e incentiva o Global Women’s Breakfast, que é um evento anual que acontece em um único dia em fevereiro com o objetivo de celebrar as conquistas das Mulheres na Ciência e inspirar as gerações mais jovens a seguir carreiras na ciência.

Mulheres e homens de todos os tipos de organizações científicas se reúnem para compartilhar o café da manhã virtualmente ou pessoalmente. Este ano a UFSC, via Departamento de Química, estará organizando este evento na instituição de forma virtual, gratuita, com a participação da professora Rita de Cássia dos Anjos, cientista premiada da Universidade Federal do Paraná, além de uma conversa com as professoras da UFSC reconhecidas pelo prêmio Mulheres na Ciência, da UFSC, na área das ciências exatas e da terra.

Tags: Departamento de QuímicaDia Internacional das Mulheres e Meninas na CiênciaGlobal Women’s Breakfast

Laboratório de Moluscos Marinhos comercializa sementes de ostras do pacífico excedentes

07/02/2022 12:40

O Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM), que integra o Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA), comunica a disponibilidade de sementes de ostras do pacífico excedentes produzidas por sua unidade de pesquisa, extensão e ensino, situado na Estação de Maricultura Prof. Elpídio Beltrame, na Servidão dos Coroas, 503, na Barra da Lagoa, em Florianópolis.

Em atendimento à Portaria Normativa nº 68/2016/GR, de 23 de fevereiro de 2016, que regulamenta essa atividade no âmbito da UFSC, torna pública  a oferta para comercialização do excedente que não foi aproveitado pelas unidades universitárias.

Encontra-se disponível para venda um lote de 503.000 sementes diploides de ostras nativa (C. gasar) ao valor de R$ 32 o milheiro. O valor do milheiro é baseado no histórico de custos do Laboratório de Moluscos Marinhos e no preço praticado por laboratório privado em Santa Catarina.

Está apta a comprar qualquer pessoa física ou jurídica que tenha cadastro, como produtor da espécie desejada, junto ao escritório da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail c.blacher@ufsc.br ou telefone (48) 9 9972-2791.

Tags: comercialização de excedentesLaboratório de Moluscos MarinhosUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Boletim do Necat: Pesquisador da UFSC analisa explosão de casos de covid-19 em janeiro

04/02/2022 17:30

Ao final de janeiro, 1.442.511 pessoas já tinham sido contaminadas pela Covid-19, sendo que até quinta-feira, 3 de fevereiro, mais de 1.458.000 pessoas já tinham sido contaminadas no estado. Destas, 20.664 morreram. Em função disso, Santa Catarina passou a ocupar o terceiro lugar no ranking nacional dentre os estados com o maior número de registros da doença a cada 100 mil habitantes. Em termos absolutos, já é o sexto estado como maior número de casos e o décimo com maior número de óbitos. Os dados são apresentados no Boletim NECAT, que agora passará a ser veiculado mensalmente e analisa os dados relativos à janeiro.
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Tags: boletim do NecatNecatNúcleo de Estudos da Economia Catarinense (Necat)

Pós-graduação em Ciência da Computação está com inscrições abertas

04/02/2022 16:17

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo para ingresso no primeiro semestre de 2022, com início das atividades em abril de 2022, nos cursos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-graduação em Ciência da Computação da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGCC/UFSC). Para o mestrado, o prazo termina dia 18 de fevereiro. Já o doutorado ocorre em fluxo contínuo, com inscrições até 1 de maço para ingresso em abril de 2022.

As informações, editais e formulários para inscrição online podem ser obtidas aqui. O programa oferece como linhas de pesquisa os temas Bancos de Dados; Computação Paralela e Distribuída; Engenharia de Software; Inteligência Computacional; Redes de Computadores; Segurança em Sistemas Computacionais e Sistemas Embarcados. Seu objetivo é a formação diferenciada, em nível nacional e internacional, de pesquisadores e docentes do magistério superior na área de Ciência da Computação.

Veja videos sobre o PPGCC/UFSC, linhas de pesquisa e depoimentos de egressos

Tags: editalPós-Graduação em Ciência da Computaçãoprocesso seletivo para mestrado e doutoradoPrograma de Pós-Graduação em Ciência da Computação

Pós em Engenharia Mecânica seleciona mestrandos

04/02/2022 15:30

Estão abertas até 11 de fevereiro as inscrições para o processo seletivo do curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica da UFSC. O programa está organizado em seis áreas de concentração: Análise e Projeto Mecânico; Engenharia e Ciências Térmicas; Fabricação; Metrologia e Instrumentação; Projeto de Sistemas Mecânicos; Vibrações e Acústica.

Avaliado pela CAPES com conceito 6, o programa dispõe de um dos maiores conjuntos de laboratórios experimentais e computacionais dentre todos os programas brasileiros, incluindo 20 laboratórios que cobrem cerca de 50 áreas de pesquisa e aplicações. Além disso, seu corpo docente atua em projetos com empresas nacionais e internacionais.

As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas pelo site https://capg.sistemas.ufsc.br/inscricao/. O edital do mestrado está disponível aqui, com a data de término de inscrições anterior à prorrogação. As aulas iniciam no dia 7 de março. Informações podem ser obtidas pelo e-mail ppgemc@contato.ufsc.br.

Tags: Mestrado em Engenharia MecânicaPOSMECseleção de mestrado

Departamento de Língua e Literatura oferece cursos de criação literária e latim básico

04/02/2022 13:40

Estão abertas, até o fim de fevereiro, as inscrições para os cursos do DLLV Comunidade, o programa permanente de cursos extracurriculares do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas da UFSC, que é responsável pelas áreas de linguística, literatura e latim. No primeiro semestre de 2022, serão oferecidos os cursos de Criação Literária e Latim Básico.

Os cursos são abertos a toda a comunidade, não têm requisitos, e a duração prevista é de quatro meses (60 horas), com  certificado aos concluintes. O pagamento é realizado em parcela única, em faixas de preço que variam conforme a categoria do cursista. Mais informações sobre as propostas de cada curso e inscrições podem ser conferidas no site do programa (http://dllvcomunidade.paginas.ufsc.br) ou no perfil do Instagram (http://instagram.com/dllvcomunidade)

 

Tags: Departamento de Língua e Literatura VernáculasDLLV Comunidade

Colégio de Aplicação tem curso de extensão sobre arte na formação docente

04/02/2022 13:21

Estão abertas até o dia 28 de fevereiro as inscrições para o curso de extensão PartilhARTE: O que pode a Arte na formação docente?, que começa em março e vai até dezembro, sempre às terças-feiras, com atividades online.
A atividade é proposta pelo Colégio de Aplicação e oferece oficinas de leitura de imagens de obras de arte com experimentações práticas, tendo como viés o desenvolvimento de poéticas na docência.

Interessados em se inscrever devem encaminhar e-mail ao endereço m.p.amaral@ufsc.br, indicado os seguintes dados: nome completo, área de formação, telefone para contato e cidade/estado. A atividade será oferecida na modalidade online a demais informações serão repassadas no momento da inscrição, que é gratuita.

PartilhARTE é um espaço aberto ao diálogo, a escuta, a criação, partilha de percepções, anseios, desejos, fruição, expectativas e devires formativos na profissão docente, efeitos que se tornam possíveis a partir de inquietações, questionamentos e estranhamentos que as artes e suas poéticas visuais podem provocar. Nesta edição alguns fios condutores do curso serão a formação docente, a atuação na Educação Básica, as práticas pedagógicas, tempos, espaços e rotinas escolares. As práticas de subjetivação, a ética e o cuidado de si também compõem a ementa.

Tags: Colégio de Aplicaçãocurso de extensãoPartilharte

Hospital Universitário da UFSC participa da campanha ‘Vá de Lenço’ para homenagear as pessoas que lutam contra o câncer

03/02/2022 17:42

Nesta sexta-feira, 4 de fevereiro, Dia Mundial do Câncer, serão homenageadas as pessoas que lutam contra o câncer, assim como aquelas que venceram a doença. A homenagem também se estende aos profissionais que atuam na área. Essas ações buscam alertar para a prevenção contra o câncer por meio de mudança de hábitos e cuidados com a saúde.

No Brasil, a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) organiza uma mobilização convocando profissionais de saúde, pacientes, familiares, acompanhantes e público em geral a usar lenços, como uma forma de se solidarizar com os pacientes que usam lenços devido ao tratamento. A campanha “Vá de lenço” ocorre desde 2017, envolvendo hospitais públicos e organizações privadas.
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Tags: AbraleAssociação Brasileira de Linfoma e LeucemiacâncerHUUFSC

Projeto de extensão da UFSC expõe painéis de fotografia de lâminas histológicas em shopping

02/02/2022 16:50

Começa na segunda-feira, 7 de fevereiro, e vai até domingo, 13, a exposição do projeto de extensão Seu Corpo ao Microscópio, do Departamento de Ciências Morfológicas da Universidade Federal de Santa Catarina. A mostra ocorrerá no Beiramar Shopping, no andar térreo, de segunda-feira a sábado das 10h às 22h e no domingo das 14h às 20h.

A exposição é composta por dez imagens e contará com painéis de fotografias de lâminas histológicas em alta resolução explicativas e iluminadas por led. Também estarão disponíveis o microscópio óptico de luz e uma coleção de lâminas histológicas, com atendimento de professores e alunos da UFSC. As imagens foram fotografadas pelo professor Ercson Kubrusly Gonçalves, que é coordenador do projeto.

Os alunos e os professores farão o atendimento ao público para darem explicações e auxiliarem no uso do microscópio óptico de luz que faz parte da exposição. O objetivo do projeto é levar até a comunidade material e conhecimento ligados à morfologia do corpo humano, além de apresentar a Histologia como uma disciplina fascinante e permitir o contato da comunidade com as lâminas histológicas do corpo humano em microscópio óptico de luz.

Tags: Departamento de Ciências MorfológicasexposiçãoSeu corpo ao microscópio

Prazo para responder autoavaliação institucional de 2021 termina dia 14

02/02/2022 13:52

Termina na segunda-feira, 14 de fevereiro, o período de Autoavaliação Institucional referente ao primeiro semestre de 2021, processo conduzido pela Comissão Própria de Avaliação da UFSC (CPA).  Todos os segmentos da comunidade acadêmica estão convidados a participarem do processo, sob sigilo, respondendo um questionário específico.

A Comissão atua para garantir a qualidade do ensino superior e, dessa maneira, estimula as unidades institucionais para melhorias do ensino e gestão da universidade pública. Os questionários de autoavaliação institucional são facultativos e foram customizados para cada segmento da comunidade universitária e aprovados pela CPA.

No total, há 16 questionamentos aos TAEs, 15 aos Gestores, 17 aos Pós-graduandos e 27 aos Docentes. Ao final do instrumento, há ainda um campo dissertativo com a opção de abordar o resultado da autoavaliação institucional anterior, questionando sobre quais ações foram tomadas para mitigar os pontos negativos apresentados. Uma segunda questão dissertativa interroga sobre os pontos positivos e/ou negativos no desenvolvimento das atividades administrativas/pedagógicas de forma remota.

Responda ao questionário de acordo com o seu segmento universitário:

Estudantes de Graduação
Estudantes de Pós-Graduação
Docentes
Gestores
TAEs

Assista o vídeo do reitor Ubaldo Cesar Balthazar falando sobre a importância da autoavaliação

Tags: autoavaliação institucionalautoavaliação institucional 2021CPA

UFSC na mídia: professora da UFSC Joinville fala sobre mobilidade e acidentes de trânsito

02/02/2022 13:01

A professora Renata Cavion, do Departamento de Engenharias da Mobilidade do Campus de Joinville, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concedeu entrevista ao programa Notícia na Manhã, da Rádio CBN – Joinville, na última quinta-feira, 27 de janeiro. Na ocasião, a docente conversou com os jornalistas Marcos Pereira e Fernando Gonçalves sobre infraestrutura de mobilidade urbana, mais especificamente sobre os perigos da avenida Avenida Santos Dumont, que teve  a ocorrência de um grave acidente com três vítimas fatais.

A avenida Santos Dumont é uma das principais vias de Joinville, ligando a cidade ao Aeroporto, ao Distrito Industrial Norte e a algumas das regiões mais populosas, como o bairro Aventureiro, que concentra cerca de 55 mil pessoas. Nos últimos anos, os acidentes nesta avenida aumentaram em torno de 40%. Sem radares eletrônicos, a imprudência dos motoristas que passam pela via com excesso de velocidade vem causando preocupação na população local.

A professora Renata Cavion destacou que é preciso avaliar como a avenida está atendendo a necessidade de cada tipo de usuário e a proteção oferecida aos mesmos, que neste caso inclui desde o pedestre até caminhões de carga pesada. Sendo o excesso de velocidade o maior causador de mortes no trânsito, é preciso buscar meios alternativos para reduzir a velocidade dos veículos, já que a instalação de radares ainda não tem previsão de ocorrer. Algumas opções seriam a pavimentação com mais atrito, rampas e ondulações. Renata acrescenta que educação e conscientização dos motoristas também são essenciais. Outro ponto citado pela professora é a inclusão dessas melhorias no Novo Plano Viário de Joinville, para que toda a infraestrutura de mobilidade do município seja pensada de forma conjunta.

A íntegra da reportagem está disponível aqui. A participação da professora Renata inicia a partir do minuto 41:33.


Comunicação Institucional – UFSC Joinville

Tags: Engenharias da MobilidadeUFSC JoinvileUFSC na mídia

Hospital Universitário integra novos profissionais e reforça equipe de pessoal 

01/02/2022 13:12

Equipe no dia de integração. Foto: Sinval Paulino.

O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) integrou em seus quadros, nesta terça-feira, 1º de fevereiro, 25 empregados efetivos, sendo 21 convocados após concurso público e quatro que vieram de outros hospitais da rede (por movimentação de pessoal). Com isso, 44 pessoas ingressaram no hospital este ano, considerando a integração de 19 profissionais que foi realizada no mês passado.

Entre os contratados estão enfermeiros, analista administrativo, assistente social, assistente administrativo, técnicos de enfermagem, técnico de farmácia, biomédico, técnico em radiologia e médicos (clínico, anestesiologista, infectologista, de cirurgia toráxica e intensivista neonatal, entre outros).

Os novos colaboradores do HU, que receberam as boas-vindas da superintendente da instituição, Joanita Angela Gonzaga Del Moral, além de informações básicas sobre direitos e deveres dos trabalhadores, passam a fazer parte de uma instituição com mais de 692 profissionais concursados com vínculo pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, além de 944 servidores do Regime Jurídico Único.

Uma das novas integrantes é a enfermeira Letícia Cabral Domingos da Rosa, que foi aprovada no concurso de 2019. “Eu já estava no hospital porque entrei em um processo seletivo emergencial e trabalhei na Clínica Médica I”, explicou a profissional, que é de Porto Alegre e agora faz parte do quadro efetivo do HU-UFSC.

Unidade de Comunicação Social – Hospital Universitário (HU-UFSC) – Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares  (Ebserh)

Mais informações: (48) 3721-8104

Tags: efetivosHospital UniversitárioHUnovos colaboradoresUFSC

Informe Necat: ‘Janeiro de 2022 detém o maior número de casos mensais desde o início da pandemia’

01/02/2022 09:07

O Informe Semanal do Núcleo de Estudos de Economia Catarinense da Universidade Federal de Santa Catarina (NECAT/UFSC), publicado no último sábado, 29 de janeiro, alerta para o recorde de casos de Covid-19 registrados no estado em janeiro deste ano. O documento está disponível na íntegra aqui.
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Tags: coronavírusCovidInforme SemanalNecatNúcleo de Estudos de Economia CatarinensepandemiaUFSC

Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes divulga lista de atividades oferecidas

31/01/2022 12:29

O Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou a lista de atividades oferecidas a partir desta segunda-feira, 31 de janeiro, a estudantes de graduação dos cinco campi da instituição: Florianópolis, Joinville, Blumenau, Araranguá e Curitibanos. Essas atividades de apoio e orientação pedagógica acompanham o calendário da segunda parte do semestre letivo 2021.2.

> Confira a lista de atividades:

  • Leitura e Produção Textual: Recursos textuais aplicados à escrita acadêmica; Leitura e interpretação textual; e minicurso Citação e referenciação: usos em trabalhos acadêmicos;
  • Matemática: Pré-cálculo (parte 2); minicurso Trigonometria básica para Pré-cálculo e Geometria Analítica 2021.2; Geometria Analítica (teoria e prática);
  • Informática: minicurso Google documentos: compartilhamento e inserção de elementos gráficos; e Formatação de TCC e trabalhos acadêmicos em geral;
  • Estatística: minicurso Excel aplicado à Estatística Descritiva e Exploratória; e curso Probabilidade e modelos teóricos básicos;
  • Biologia: minicurso Conceitos básicos da Imunologia; e curso Bioquímica metabólica: catabolismo dos carboidratos e geração de energia;
  • Grupos de Orientação Pedagógica: Abraço Virtual; Clube da leitura; e Círculos de Conversas com Estudantes Atendimentos Individuais de Orientação Pedagógica.

Para conhecer todas as atividades e fazer sua inscrição, acesse http://piape.prograd.ufsc.br/

Tags: Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape)UFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC terá curso de redação de carta de motivação para intercâmbio em espanhol

28/01/2022 13:21

O Núcleo Institucional de Línguas e Tradução da Secretaria de Relações Internacionais abre no dia 8 de fevereiro as inscrições para o curso online de espanhol Elaboração de carta de motivação para intercâmbio/mobilidade acadêmica. A data limite para se inscrever é 8 de março, e as aulas começam no dia 9. Os materiais e atividades estarão em espanhol, portanto, os participantes devem possuir proficiência em leitura do idioma como pré-requisito mínimo. O curso tem carga horária de 16 horas e tem 30 vagas.

As aulas síncronas serão ministradas às quartas-feiras, das 17h às 19h, e as atividades assíncronas serão realizadas nas sextas-feiras. Para se inscrever, o participante deve enviar para o e-mail espanhol.nilt@gmail.com nome completo, número de CPF e vínculo institucional (ex: graduando de Pedagogia na UFSC). Mais informações aqui.

O curso contém orientações para a elaboração de uma carta de motivação em espanhol para candidatura à mobilidade acadêmica. Durante as aulas, serão desenvolvidas a análise e identificação das partes de uma carta de motivação, formalidade e informalidade, formas de tratamento, fórmulas de saudação e despedida em espanhol, seleção e organização de informações relevantes para a carta, léxico e conteúdos apropriados.

O objetivo é que, ao final do curso, o aluno esteja apto a redigir uma carta de motivação para candidatura à mobilidade acadêmica em país hispânico. Para receber certificado de conclusão, o participante terá de atuar em, no mínimo, 75% das atividades do curso, que terá aulas síncronas e atividades assíncronas.

Tags: Núcleo Institucional de Línguas e TraduçãoSinter

Inscrições para mestrado em Engenharia Elétrica seguem até o dia 15 de fevereiro

28/01/2022 13:06

Segue até 15 fevereiro o prazo para inscrições no processo seletivo do curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). São ofertadas 120 vagas, das quais 20% são asseguradas para pessoas negras (pretas e pardas) e indígenas e 8% para pessoas com deficiência. O ingresso está previsto para o primeiro semestre letivo de 2022, que se inicia em 18 de abril.

O edital, o formulário de inscrição e demais informações estão disponíveis no site do programa de pós-graduação.

Tags: Engenharia ElétricaPós-Graduação em Engenharia Elétricaseleção de mestrado

Setor de Psicologia Educacional promove ‘Partilhas Universitárias’ na quinta-feira

25/01/2022 16:13

O Setor de Psicologia Educacional da Coordenadoria de Assistência Estudantil (CoAEs/PRAE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza nesta quinta-feira, 27 de janeiro, às 10h, outra edição das Partilhas Universitárias. A iniciativa é um espaço aberto e permanente de acolhimento, escuta, diálogo e de trocas entre estudantes de graduação da UFSC.

O tema desta semana é livre e será definido colaborativamente com os/as estudantes no início da atividade. “Na semana que antecede o retorno às aulas, fica o convite para que você leve suas expectativas, anseios ou receios relacionados à finalização do semestre e conversarmos sobre elas, na troca e diálogo com demais estudantes da UFSC”, reforçam os organizadores.

Para participar, o interessado deve inscrever-se através deste link. Após a inscrição, o link de acesso para a plataforma on-line será enviado ao e-mail informado. Com uma única inscrição, o participante terá acesso às demais “Partilhas Universitárias” do semestre. Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para psicologia.prae@contato.ufsc.br .

Tags: partilhas universitáriasUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Laboratório de Moluscos Marinhos comunica disponibilidade de sementes de ostras do pacífico para comercialização

25/01/2022 12:04

O Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM), que integra o Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), comunica a disponibilidade de sementes de ostras do pacífico excedentes produzidas por sua unidade de pesquisa, extensão e ensino, situada na Estação de Maricultura Prof. Elpídio Beltrame, na Servidão dos Coroas, nº 503, na Barra da Lagoa, em Florianópolis.

Em atendimento à Portaria Normativa no 68/2016/GR, de 23 de fevereiro, que regulamenta essa atividade no âmbito da UFSC, torna pública a oferta para comercialização do excedente que não foi aproveitado pelas unidades universitárias.

Encontra-se disponível para venda um lote de 3.205.000 sementes diploides de ostras do pacífico, ao valor de R$ 32,00 o milheiro. O valor do milheiro é baseado no histórico de custos do Laboratório de Moluscos Marinhos e no preço praticado por laboratório privado em Santa Catarina.

Mais informações pelo telefone: (48) 9 9972 2791

Tags: Centro de Ciências Agrárias (CCA)Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA)UFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Nota de pesar: falece Jairo Vieira, médico aposentado do HU

24/01/2022 13:34

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica, com pesar, o falecimento de Jairo Vieira, servidor médico aposentado do Hospital Universitário, ocorrido em Florianópolis, na última sexta-feira, 21 de janeiro, aos 72 anos, por enfisema pulmonar. O sepultamento foi realizado no fim de semana.

Especialista em cirurgia geral, clínica cirúrgica e medicina desportiva, Jairo Vieira formou-se em 1976, pela UFSC, onde também concluiu mestrado em Ciências Médicas, em 2004, e atuou como professor auxiliar, além de ser orientador na residência de Clínica Cirúrgica.

Foi diretor do Hospital Florianópolis (1995-1998) e trabalhou também no Hospital Governador Celso Ramos. Foi conselheiro do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina por 19 anos e foi professor na faculdade de Medicina da Unisul, em Tubarão, e depois no campus Pedra Branca, em Palhoça.

Em luto, a comunidade universitária solidariza-se com a família, os colegas e os amigos do médico Jairo Vieira.

Tags: nota de falecimentoNota de pesarUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Subnotificação, descaso e falta de dados: pesquisadores denunciam problemas da pandemia nas prisões

24/01/2022 13:09

Um ambiente nefasto para a proliferação de doenças infecto-contagiosas – é dessa forma que a pesquisadora Marília Budó, professora do departamento de Direito da Universidade Federal de Santa Catarina, resume o sistema penitenciário brasileiro do ponto de vista físico diante da pandemia de Covid-19. Mas o problema não para por aí: além da superlotação, das péssimas condições de higiene e saneamento básico e da pobre alimentação dirigida às pessoas presas, a ausência de dados e informações precisas sobre como a doença foi assimilada pelo sistema nos últimos anos agrava ainda mais a questão. Um grupo de pesquisadores desnuda esse cenário caótico em dois documentos lançados pelo projeto Infovírus: prisões e pandemia, que além da UFSC envolve estudiosos de outras cinco instituições e pesquisadores autônomos.

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O projeto, criado ainda em 2020, primeiro ano da pandemia, teve o objetivo de acompanhar, registrar, analisar e divulgar informações sobre a situação dos presídios, incluindo análises de informações públicas disponíveis no Painel de Monitoramento dos Sistemas Prisionais. O acompanhamento desses dados, entretanto, revelou uma série de distorções e problemas elencados nos documentos Política de Morte: Registros e Denúncias sobre Covid-19 no Sistema Penitenciário Brasileiro e De Olho no Painel do Depen: Análise de Informações de Estado sobre a Covid-19 nas Prisões. “O problema da falta de dados sobre mortes e adoecimentos – físicos e mentais – dentro de unidades prisionais já existia antes da crise da Covid-19. Ela se agravou dramaticamente neste contexto, quando as políticas de testagem em massa, isolamento e vacinação eram e são ainda as únicas ferramentas possíveis para conter o vírus”, explica Marília.

Justamente por isso, a proposta dos pesquisadores foi desenvolver um projeto de checagem de informações e de divulgação científica do acúmulo das pesquisas do campo criminológico crítico sobre penas e prisões no Brasil. Ao mesmo tempo, a equipe também recebia denúncias de amigos e familiares a respeito da falta de informações sobre os detentos. O ‘isolamento dentro do isolamento’ impediu que as pessoas privadas de liberdade tivessem contato esporádico com as famílias por meio das visitas semanais. “Há uma desumanização das pessoas em prisão, o que conduz a uma facilitação a políticas e decisões que têm como resultado o adoecimento e a morte”, indica Marília.

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A equipe trabalhou com um conjunto de 74.676 dados públicos. No início do acompanhamento, em abril de 2020, 162 casos eram notificados como suspeitos, com 25.228 sendo anunciados um ano depois, data de corte do projeto. Também em abril de 2020, 51 foram confirmados – número que aumentou mais de mil vezes em um ano. Já a primeira morte confirmada surgiu no painel em 18 de abril de 2020 e chegou ao número de 168 um ano depois.

O projeto divulgou essas informações publicamente, no site e em redes sociais. Nesse processo, também denunciou os momentos em que havia ausência de atualização nas informações públicas, como ocorreu durante mais de seis meses com os números do Estado da Paraíba. “O que notamos claramente é a proposital indiferença em relação à morte e ao sofrimento das pessoas que de alguma maneira têm suas vidas marcadas pelo cárcere, sejam elas pessoas privadas de liberdade, sejam elas parentes, esposas, companheiras, que vivenciaram durante meses a ausência de informações sobre seus entes queridos”, destaca a pesquisadora.


Descontinuidade nos dados

Conforme o relatório, os estados que mantiveram maior regularidade na periodicidade de atualização dos dados públicos foram Santa Catarina, em que o maior período na qual ficou mantida a mesma informação foi de 14 dias, Maranhão, com 16 dias e Rio Grande do Sul, com 18 dias. Nos demais, a equipe reconhece uma descontinuidade no preenchimento das informações sobre o sistema penitenciário. “Diante do que foi aqui observado, os dados dispostos no painel do Depen não condizem com a realidade da infecção pelo vírus no sistema prisional brasileiro. Entretanto, quando o sistema do painel do Depen não é alimentado, não se trata simplesmente de plausível minimização dos fatos por parte dos gestores, mas igualmente de informação negada à população”, denuncia o documento.

O relatório indica que diversos problemas no painel foram registrados ao longo do monitoramento: “desde a negação da informação – dados que possivelmente não foram preenchidos –, até dados que apareciam e, depois, simplesmente sumiam, através de ‘apagões’ no sistema, inconsistências que se caracterizam, principalmente, pela falta de regularidade na atualização dessas informações no sistema”.

As análises dos pesquisadores também desenham um cenário “deflagrado de subnotificação”, expresso nos documentos do projeto. Os números muito baixos comparados ao cenário publicizado da pandemia são altamente questionáveis para a equipe do Infovírus. Em junho de 2021, por exemplo, a equipe registrou a possibilidade de subnotificação em Santa Catarina, já que havia um alto número de contaminações e um baixo volume de testagem. “A própria testagem aconteceu em regra apenas quando o preso já estava há dias com sintoma de Covid, e não por acaso vários surtos decorreram da falta da testagem em massa”, contextualiza Marília.

OMS recomendou que a população privada de liberdade estivesse entre os grupos prioritários na vacinação (Foto: Pixabay)

Além disso, ela aponta o atraso para a chegada da vacina nas prisões como um fator importante do agravamento da pandemia no cárcere, o que reforça a ideia de desumanização dos detentos. A professora lembra que a Organização Mundial de Saúde recomendou que a população privada de liberdade estivesse entre os grupos prioritários por conta do risco elevado de surtos nesses locais, e o Ministério da Saúde atendeu a essa recomendação.”Mas após manifestações terríveis de pessoas oportunistas no campo político que apostam na desumanização da população privada de liberdade como forma de obtenção de seguidores e votos, os presos foram em vários lugares deixados para o final da campanha de vacinação. Mesmo os presos idosos e com doenças crônicas foram em vários lugares vacinados depois da população livre. Ou seja, temos poucos bons exemplos e muitos maus exemplos do que ocorreu”.

A falta de comprometimento com a garantia do direito à informação sobre a realidade da Covid-19 no sistema prisional é considerada, nos documentos, um reflexo imediato de de um “projeto vigente”. “Entendemos que não se trata de mera negligência, mas a continuidade de uma política de gestão de morte através do cárcere, que manteve as mesmas lógicas e ferramentas jurídicas para negar a liberdade e, com isso, a vida a pessoas que eram dos grupos de risco e mesmo as que não eram e morreram em decorrência da indiferença em relação a essas mortes”, pontua Marília.

A professora se refere precisamente à análise de instrumentos jurídicos que poderiam prever a liberação de detentos que estivessem ameaçados pela doença, mas que tiveram esse direito recusado. “O que predomina nessas atitudes – tanto do Executivo quanto do Judiciário – é um discurso de defesa social, ou seja, de entender pessoas privadas de liberdade como um perigo, um risco, em alguns casos equiparado ao próprio risco atribuído ao vírus”, reflete.

Orientação não foi cumprida

De acordo com Marília, o Conselho Nacional de Justiça, ainda em março de 2020, publicou a Recomendação nº62, que deveria ter sido seguida pelo Judiciário. “A recomendação orientava juízes e administração pública a promoverem políticas de testagem em massa, isolamento/distanciamento, através da redução da superpolução dos presídios com a conversão de prisões de pessoas de grupos de risco e prisões domiciliares, ou ainda, com antecipação de progressão de regime para quem tivesse cumprido os demais requisitos’, lembra.

Apesar disso, conforme a pesquisadora, em poucos lugares a recomendação surtiu algum efeito. “O que temos visto no estudo dos processos judiciais é uma postergação insustentável do momento de concessão da liberdade (ou prisão domiciliar, ou progressão antecipada) que chega (quando chega) apenas no momento em que o preso já está na UTI entubado e de lá já não retornará para lugar algum”, lamenta.

Por isso, segundo ela, somadas às características da prisões brasileiras – espaços propícios para todo o tipo de epidemia e bastante violentos – pratica-se, via de regra, “um tipo de gestão de morte”. A professora comenta que estudos acadêmicos têm trazido o tema à tona – há, por exemplo, uma forte linha de pesquisa no campo da antropologia e da sociologia que investiga o desaparecimento de pessoas no interior do sistema carcerário. “Esse tipo de instituição terrível somente é possível por conta da desumanização racista que atravessa esse sistema e naturaliza o adoecimento e a morte dessas pessoas, assim como o sofrimento das suas familiares”, evidencia.

Marília cita medidas pontuais possíveis para a minimização dos problemas: a redução da população carcerária; a atuação preventiva no campo da saúde, com testagem em massa, boa alimentação para garantir uma boa imunidade, melhores condições sanitárias e a vacinação prioritária.

Mais sobre o projeto

O Infovírus: prisões e pandemia reúne pesquisadores e pesquisadoras com diferentes formações, de diferentes áreas do conhecimento, para monitorar os dados, notas técnicas, comunicações e informações prestadas por instâncias oficiais, além de entrevistas e discursos políticos sobre a pandemia de Covid-19 no sistema penitenciário brasileiro. As informações foram sempre confrontadas com relatos dos familiares de pessoas privadas de liberdade, denúncias dos movimentos sociais e das defensorias públicas. Até julho de 2021, o Infovírus publicou 47 postagens informando mortes de pessoas presas e servidores em decorrência da Covid-19.

O projeto é feito por pesquisadores autônomos e equipes ligadas a grupos de pesquisa da Universidade de Brasília, Universidade Federal de Pernambuco, Universidade Católica de Pernambuco, Universidade Estadual de Feira de Santana, Universidade do Estado da Bahia, Universidade Federal de Santa Catarina e da Universidade Federal de Santa Maria. Também tem apoio da Rede Justiça Criminal, Open Society Foundantions, ISER, Justa e Fundo Brasil.


Amanda Miranda, jornalista da Agecom/UFSC

Tags: Covid-19direitos humanosInfovírus: prisões e pandemiaPainel de Monitoramento dos Sistemas PrisionaispandemiaprisõesRecomendação nº62

Auxílio Emergencial ajudou a frear a pandemia, aponta estudo de professor da UFSC

20/01/2022 11:39

Um programa de renda pode ter ajudado a frear a escalada de casos de COVID-19 durante os primeiros meses da pandemia no Brasil, ainda em 2020. Em contrapartida, a redução do benefício – denominado de Auxílio Emergencial – pode ter contribuído para a redução dos índices de isolamento social no início de 2021, na chamada segunda onda da doença. Os números que relacionam esses e outros dados públicos foram destrinchados no estudo em pré-print On the Role of Financial Support Programs in Mitigating the Sars-CoV-2 Spread in Brazil, assinado por um grupo de pesquisadores, entre eles o professor Vinicius Albani, do Departamento de Matemática da UFSC.

Esta é a quarta publicação do pesquisador que se atém a questões que unem o conhecimento da Matemática a um olhar para o cenário da pandemia no Brasil e no mundo. A terceira originou uma ferramenta matemática que ajuda a investigar a subnotificação de casos de infecção. Os trabalhos lidam com modelagem epidemiológica, mas também são interdisciplinares, exigindo que se lance um olhar para aspectos geográficos e socioeconômicos, por exemplo. “A ideia é oferecer um conjunto de pesquisas que tenha uma utilidade pública, que tragam um aprendizado da pandemia e que ajudem a melhorar os modelos para gerar previsões mais precisas”, indica.

Benefício foi pago até novembro de 2021 (Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil)

Todo o trabalho foi realizado com base em dados públicos anexados ao artigo. Além da análise de dados, a equipe também utilizou um modelo epidemiológico para estimar o índice de reprodutibilidade da doença. Os números foram correlacionados com índices de desemprego, renda média da população, índices de isolamento social e com a média móvel de casos, traçando um cenário que assegura a importância de programas socioeconômicos para garantir suporte financeiro à população.

A correlação dos dados epidemiológicos com os dados socioeconômicos foi feita em conjunto com os pesquisadores Roseane Albani, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Nara Bobko, da Federal Tecnológica do Paraná, Eduardo Massad, da Fundação Getúlio Vargas e Jorge P. Zubelli‖, da Khalifa University. “A ideia foi estimar o impacto do auxílio emergencial em reduzir o número de casos de COVID-19, pensando em como ele impactou os índices de isolamento social”, contextualiza Albani.

Logo no início do texto, os pesquisadores contextualizam a origem do programa social, que consistiu no pagamento de um valor mensal para os cidadãos que tivessem o cadastro aprovado e que sentiam os efeitos econômicos do isolamento social e da pandemia. “O valor mensal dependia de uma série de fatores, como o número de membros da família e o período do ano”, registram, no estudo. Essa flutuação dos valores pagos pode ser sentida quando os cientistas investigaram cada região do Brasil.

De acordo com o professor, o Amapá, por exemplo, na região Norte, chegou a ter, em média, quase 30% da população beneficiada pelo auxílio emergencial em 2020, o que pode ter contribuído com um índice de isolamento superior a 41%, um dos maiores dentre os estados brasileiros ao longo daquele ano. “Cruzando os indicadores, percebemos que esse estado teve uma grande onda no início da pandemia e depois não teve mais. Em 2021, entre março e abril, houve um pequeno aumento de casos, mas também controlado”, nota. Para ele, isso reforça a premissa de que a população com renda tem mais facilidade de manter o isolamento.

Onda mais letal teve menos cidadãos beneficiados pelo auxílio

O auxílio emergencial começou a ser pago em abril de 2020 para profissionais autônomos que se enquadrassem em um determinado perfil de renda e de situação socioeconômica. Até dois benefícios podiam ser pagos por família. O benefício foi suspenso em novembro de 2021, com a pandemia ainda registrando mortes e notificando milhares de casos diários.

Mapas ilustram índices de isolamento social em 2020 (esquerda) e 2021 (direita). Cores mais fortes indicam maior isolamento

Os pesquisadores observavam que os valores do benefício já eram menores do que os registrados em 2020, quando o país viveu uma segunda onda da pandemia, no início de 2021, que atingiu em cheio estados como o Amazonas. Na época, uma onda muito maior e mais letal justificaria a expansão do programa de renda, o que não ocorreu na prática. “O que ocorreu é que havia um índice de isolamento muito menor, apesar de a onda ser muito maior do que a de 2020”.

O estudo também indica que estados que receberam um volume maior de recursos do programa de renda mantiveram o índice de isolamento estável. Em contrapartida, na região Sul, por exemplo, estados como Santa Catarina, em que pouco mais de 16% da população recebia o auxílio, o índice de isolamento ficou em 38,1%, um dos menores dentre todas as unidades da federação. Para o professor, os números indicam que o controle da pandemia demanda políticas sociais como parte das estratégias de saúde pública.

Os pesquisadores também trabalharam com uma investigação baseada no passado e estudaram o que poderia ter acontecido se o isolamento, no início da pandemia, tivesse sido menor do que aquele que se concretizou na realidade. Os dados confirmaram a hipótese de que, num cenário alternativo de baixo isolamento, os números seriam ainda mais trágicos – o que reforçou a ideia de que o auxílio emergencial foi significativo para o controle da doença.

Mesmo levando em conta que as variações na taxa de isolamento social e de transmissibilidade da doença não são diretamente proporcionais – já que nem sempre a redução da mobilidade elimina os contatos entre familiares e amigos -, o professor reconhece a importância de um programa social robusto para frear o contágio. “Podemos dizer, com base no que verificamos, que o auxílio emergencial teve um papel importante como coadjuvante na contenção dos casos na primeira onda, em 2020”, conclui.

Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC

Tags: auxílio emergencialEconomiaisolamento socialmatemáticapandemia de Covid-19programa de renda

Laboratório da UFSC disponibiliza camarões excedentes de pesquisa para comercialização

19/01/2022 15:35

O Laboratório de Camarões Marinhos (localizado na Servidão dos Coroas, 503, Barra da Lagoa, Florianópolis), do Centro de Ciências Agrárias, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), atendendo a portaria normativa nº 68/2016/GR, de 23 de fevereiro de 2016 (prorrogada pela Portaria 389/2021/GR), que regulamenta essa atividade no âmbito da UFSC e obedecendo o Decreto Federal no 9.013/2017 – RIISPOA (O pescado proveniente da  fonte produtora não  pode ser destinado  à  venda direta ao consumidor sem que haja  prévia fiscalização, sob o  ponto de vista industrial e sanitário),  vem tornar pública a oferta para camarões do excedente de pesquisa.

Será disponibilizado um lote de aproximadamente 350 kg de camarões entre os dias 24 e 28 de janeiro de 2022, camarões na faixa de tamanho entre 11-18gr. A proposta com preço médio mais alto arrematará o lote.

O preço ofertado deve ser definido pelo tamanho do camarão, em gramas, determinada pela média de três amostras de 1kg colhidas por tanque no momento da despesca. O valor deve ser cotado por faixa de tamanho do camarão:

Peso médio em gramas Preço mínimo por quilo (Kg)
11 18,00
12 19,00
13 20,00
14 21,00
15 22,00
16 23,00
17 24,00
18 25,00

As propostas deverão ser encaminhadas, sempre que possível, em papel timbrado da Empresa, informando nome e CNPj da empresa, número do serviço de inspeção (federal, estadual ou municipal) que esteja apto a receber camarões por via de GTA de abate junto a CIDASC, até às 23:59 hs do dia 22 de janeiro de 2022, para o e-mail lcm.cca@contato.ufsc.br, conforme o anexo 1.

Responsabilidades da Laboratório de Camarões Marinhos

Informar e agendar com a empresa vencedora do pleito o dia, horário e quantidades para despesca.

Despescar, dar banho em água gelada, limpar, drenar o camarão, pesar em caixas da empresa compradora com o peso líquido por caixa determinado por ela.

Determinar a gramatura na presença ou em conjunto com o comprador.

Responsabilidades do Comprador

Fornecer caixas próprias e limpas para a embalagem do produto

Prover gelo em escamas suficiente para gelar todo o camarão a ser despescado (400 kg).

Acompanhar a pesagem do camarão e acompanhar a biometria para determinação da média de peso do camarão.

Estar com os materiais (gelo e caixas limpas) e o caminhão isotérmico no dia e horário combinados para a despesca.

Fornecer CNPJ e Razão Social da Empresa que possua selo de inspeção sanitária municipal (SIM), estadual (SIE) ou federal (SIF) e que esteja apto a receber camarões por via de GTA de abate junto a CIDASC.

Executar o pagamento via Guia de Recolhimento a União (GRU) no prazo de 30 dias a contar do dia da retirada do produto.

Outras informações pelo e-mail lcm.cca@contato.ufsc.br.

Tags: Laboratório de Camarões Marinhosvenda de excedentes

UFSC na mídia: professor comenta alta eficácia da vacina e fala sobre testes de covid-19

19/01/2022 14:59

O professor Sérgio Fernando Torres de Freitas, membro da Comissão Permanente de Monitoramento Epidemiológico da UFSC e docente do programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, falou ao Jornal do Almoço, da NSC TV, sobre a alta eficácia da vacina frente aos novos casos de Covid-19. Em entrevista sobre a política de testagem da doença em Santa Catarina, ele destacou a relevância dos programas de imunização no combate à pandemia. “As vacinas estão funcionando muito bem. Nós estamos tendo uma explosão de casos, e o número de pessoas internadas com Covid-19 e o número de pessoas em UTI e de mortes têm se mantido muito baixo e estável. As vacinas estão sendo muito efetivas”, disse.

Ele reconhece que os casos devem aumentar nas próximas semanas e pontua que a ômicron é uma cepa de vírus muito mais contagiosa, com uma onda de propagação muito mais rápida. “Houve aglomerações de final de ano, com onda rápida de contaminação. Essa onda não tem muito como segurar”, indicou.

Freitas também disse que o relaxamento no uso das máscaras pode ter tido participação no volume de casos notificados e ressaltou a importância de se garantir sua utilização, já que o vírus se propaga no ar. O professor projeta para o mês de fevereiro uma possível redução nas contaminações, mas também assinala que o Carnaval pode modificar a previsão.

Confira a entrevista completa

Tags: imunizaçãopandemia de Covid-19UFSC na mídiavacinaçãovariante Ômicron