A Unidade de Diagnóstico por Imagem do Hospital Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) conquistou o selo de qualidade do Instituto Nacional de Câncer (Inca), que concedeu esta certificação para o serviço de mamografia após um processo de avaliação e acompanhamento que durou sete meses. Com isso, o HU/UFSC, vinculado à rede Ebserh, é a única instituição 100% SUS de Santa Catarina a obter este selo de qualidade.
Na prática, significa que a unidade está oferecendo à população exames de imagem com alto nível de qualidade e segurança dentro dos padrões técnicos exigidos pelo Inca e por demais órgãos de saúde na área. O selo é oferecido dentro do Programa de Qualidade em Mamografia desenvolvido pelo Inca, em parceria com o Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR). No processo, são avaliados itens como a qualidade da imagem, o laudo, o diagnóstico e a dose de radiação empregada, segundo explicou Isabel Lohn da Silveira, chefe da Unidade de Diagnóstico por Imagem.
Isabel Lohn afirmou que, apesar de todos estes itens terem sido avaliados, um dos fatores que contribuiu para esta certificação foi a ativação, em junho de 2019, do novo mamógrafo digital da unidade. Este equipamento realiza três tipos de exames (mamografia, magnificação e biópsia) e sua ativação permitiu aumentar o atendimento da unidade em 2,7 vezes, passando de 85 para 234 exames por mês. Hoje, a unidade atende tanto pacientes encaminhados pelo Estado quanto pelo Município. (mais…)
Professores do Departamento de Física do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM) da UFSC, Rodrigo Pereira Rocha e Jeferson de Lima Tomazelli desenvolveram um modelo para subsidiar políticas de isolamento social por conta da pandemia de Covid-19, descrito no artigo Isolamento Social e Distanciamento entre Políticas Públicas e Demandas Sociais.
De acordo com os autores, “um dos principais problemas no enfrentamento da crise gerada pela disseminação da Covid-19 em nosso país é a desinformação, que compromete a adesão da população às medidas preventivas que devem ser adotadas para a redução do risco de contágio. Atualmente, o maior desafio para esse controle por parte do Estado é a subnotificação de casos, em particular o número insuficiente de testes que permitem identificar os portadores da doença”.
O trabalho discute as “limitações do modelo teórico utilizado para descrever a evolução do número de indivíduos suscetíveis, infectados e recuperados ao longo da epidemia, e a sensibilidade do ajuste de seus parâmetros aos dados referentes ao número de novos casos registrados da Covid-19. Construímos um modelo mais geral, levando em conta eventos de natureza probabilística; através de simulações, analisamos a questão da subnotificação, descortinando a fragilidade das medidas de isolamento social em base aos registros de novos casos”.
Professores do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas, Luiz Henrique Queriquelli e Fábio Lopes da Silva, organizam o Destarte Podcasts, um canal para oferecer à comunidade, diariamente, breves reflexões sobre o universo das Letras, que possam contribuir para o momento atual.
Semanalmente, haverá uma série de cinco episódios sobre um mesmo tema, com podcasts de cinco a dez minutos cada.
Uma iniciativa social, sem fins lucrativos, leva alimentos frescos e saudáveis, em complemento à cesta básica tradicional, para milhares de famílias em situação de vulnerabilidade social agravada durante a pandemia do Covid-19. A ação destina, semanalmente, centenas de cestas produzidas por uma rede de agricultores orgânicos que neste momento também sofrem o impacto da crise econômica. Cada doação arrecadada é uma contribuição social, econômica e ambiental, que auxilia famílias em risco de insegurança alimentar, ao mesmo tempo que que estimula produtores rurais ligados a uma agricultura orgânica e sustentável.
O programa PET Educampo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) disponibilizou estrutura e voluntários para criação de um centro de montagem das cestas, e em parceria com a Rede IVG (Instituto Vilson Groh) e com a Campanha Covid-19 Floripa (Floripamor), a iniciativa Orgânico Solidário já levou frutas, legumes e verduras orgânicas recém colhidas para centenas de famílias nos bairros Monte Cristo, Morro do Mocotó, Morro da Queimada, Comunidade Mariele Franco, Areias do Campeche, e pretende levar centenas de cestas a outras comunidades da cidade. (mais…)
A iniciativa #QuarentenaArte exibe a apresentação completa do Brass Groove Brasil, pela série musical Antropofonia, gravada ao vivo no estúdio do Laboratório de Criação e Edição de Som do curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no dia 28 de novembro de 2018.
A Brass Groove Brasil surgiu com o ideal de evidenciar os instrumentos de sopro, como solistas principais em uma proposta diferenciada em Santa Catarina. É formada por Jean Carlos no trompete; Carlos Schmidt no trombone, no bombardino e na tuba; Aurélio Martins no trombone; Fábio Mello no saxofone; Braion Jhonny no clarinete e nos saxofones; Cristiano Ferreira na guitarra e na voz; Rafael Calegari no baixo e Cristiano Forte na bateria. (mais…)
Um protótipo de ventilador pulmonar, desenvolvido pelo professor Saulo Güths, do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi aprovado em testes de bancada realizados no Hospital de Clínicas, de Porto Alegre, e também em experimentos feitos em animais. Nesta quinta-feira, 14 de maio, o protótipo passou por mais um teste no hospital Sírio Libanês em São Paulo. (mais…)
A urgência para a regularização e adaptação das operações de negócio à nova realidade é uma situação delicada que demanda bastante conhecimento e experiência. Sabendo também que o acesso a serviços que poderiam colaborar é caro e um processo mais demorado. Pensando nisso, os alunos de Engenharia Elétrica na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Alexandre Barbaresco, Vitor Hugo Fernandes e Nicolas Yamakoshi, desenvolveram o “Conta pra Gente”.
A plataforma funciona como uma comunidade voltada para empresários e empreendedores que buscam soluções para seus problemas. A rede centraliza informações para facilitar a busca por soluções que contribuem para o desenvolvimento e perpetuação do seu negócio. Da qual, possui uma equipe de especialistas mobilizados para colaborar com quem precisa. (mais…)
A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), entidade representativa da qual a UFSC faz parte, anunciou, nesta segunda-feira, 11 de maio, em uma coletiva de imprensa, os números do combate à Covid-19 nas Universidades e Institutos Federais.
O reitor da UFSC Ubaldo Cesar Balthazar, destacou a importância dessa divulgação. “É importante que a sociedade tenha acesso a esses números, que veja o quanto estamos trabalhando, apesar das suspensões de aulas nas instituições. As universidades públicas estão mobilizadas e trabalhando diuturnamente em pesquisas, ações de extensão e assistência à população. Não somos só ensino, conjugamos sempre ensino, pesquisa e extensão, em um compromisso com a qualidade, com a sociedade de forma inclusiva”, ressalta. “Tenho muito orgulho do trabalho que a UFSC vem fazendo”.
O presidente da Andifes, reitor João Carlos Salles Pires da Silva (UFBA) salientou a importância das ações apresentadas e lembrou o quanto poderia ser melhor se as instituições tivessem orçamento adequado e condições “normais”, nos últimos anos. “O papel das universidades e institutos federais é essencial no combate ao obscurantismo, na disposição por oferecer respostas robustas, significativas.” (mais…)
Um artigo publicado na última semana no jornal O Estado de S. Paulo traz um alerta acerca de uma tentativa de redução de áreas atualmente protegidas pela Lei da Mata Atlântica (Lei nº 11.428, de 2006). A professora do departamento de Ecologia e Zoologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Michele Dechoum foi uma das autoras do texto, assinado também por Sílvia R. Ziller, do Instituto Horus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental, e Gerhard Ernst Overbeck, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A publicação é subscrita pela Coalizão Ciência e Sociedade, que reúne 73 pesquisadores de instituições de todas as regiões brasileiras.
O artigo intitulado E daí? Ministro do Meio Ambiente atua para reduzir proteção da Mata Atlântica informa que o ministro Ricardo Salles encaminhou uma minuta de decreto à Presidência da República em que propõe a exclusão de alguns tipos de formações vegetais da regulamentação da referida lei. As mudanças afetariam também a anuência prévia do Ibama para desmatamentos de áreas maiores do que o limite atual. A alteração estabelece que essa autorização seria necessária somente para áreas maiores de 150 hectares na zona rural e 30 hectares na zona urbana – atualmente os limites são de 50 hectares na zona rural e três hectares na zona urbana.
A norma que Ministério de Meio Ambiente pretende alterar é o Decreto nº 6.660, de 21 de novembro de 2008, que regulamenta a Lei da Mata Atlântica. Para isso, Salles sugere manter a proteção legal para as formações tipicamente florestais, mas exclui as formações não-florestais do bioma “como os campos salinos e áreas alagáveis; estepes e savanas (incluindo as extensas áreas campestres nas serras do sul do País); campos rupestres e de altitude e áreas de transição entre diferentes tipos de vegetação, assim como a vegetação nativa de ilhas oceânicas e costeiras”. (mais…)
A nova edição da revista Plural, publicação do Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc Sindical), traz a divulgação dos resultados da pesquisa feita em 2019 pelo Laboratório de Sociologia do Trabalho (Lastro) da UFSC, que traçou o perfil dos docentes da instituição. As reportagens estão na edição impressa e também on-line no site da Apufsc.
As revistas já estão na sede campus e passaram a ser entregues junto com as máscaras de tecido que a Apufsc está distribuindo gratuitamente aos filiados. Para retirar, é preciso agendar um horário com o funcionário Henrique pelo WhatsApp (48) 99144-3002.
Nesta edição da revista Plural, a Apufsc divide com os professores e professoras, mas também com a comunidade acadêmica e com a sociedade, o resultado de uma pesquisa reveladora que traçou o perfil dos docentes ativos e aposentados da UFSC. O levantamento foi encomendado pelo sindicato e coordenado pelos professores Jacques Mick, do Departamento de Sociologia Política, e Samuel Pantoja Lima, do Departamento de Jornalismo, que já fizeram pesquisas semelhantes sobre os jornalistas brasileiros e os funcionários do Banco do Brasil.
Os números mostram, por exemplo, que mais da metade dos docentes ativos da UFSC têm entre 30 e 49 anos de idade e foi contratada na última década. Homens e brancos ainda são maioria, mas na comparação com os aposentados é possível perceber um aumento no número de mulheres, de pretos e pardos. A maioria mora em Florianópolis, nos bairros próximos ao campus da Trindade, e vai trabalhar de carro.
A comparação entre os levantamentos de 2000 e de 2019 mostra que, duas décadas depois, há mais mulheres, mais jovens, mais negros e negras, e mais recém-chegados entre os professores da UFSC. “Temos uma quarta geração de docentes que convive com gerações anteriores e têm problemas e situações de carreira distintos”, diz Carlos Alberto Marques, presidente da Apufsc. Ao avaliar as funções do sindicato, os participantes da pesquisa indicaram como mais relevantes a representação jurídica dos filiados, a defesa dos interesses trabalhistas e da universidade pública, assim como da autonomia universitária.
O Boletim Oficial da UFSC traz, na sua edição desta terça-feira, 12 de maio, a publicação da Portaria Normativa nº 360/2020/GR, que dispõe sobre as normas e os procedimentos para a constituição e funcionamento do Comitê de Combate à Covid-19 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
O documento foi construído a partir de premissas e propostas, encaminhadas há uma semana, às unidades acadêmicas e debatidas pelos gestores da Administração Central da UFSC. Na sexta-feira o reitor Ubaldo Cesar Balthazar havia antecipado a publicação em uma entrevista à TV UFSC.
“A intenção é ampliar a participação interna e externa para construirmos um programa de avaliação o mais completo possível, que envolve a participação de pesquisadores, cientistas, gestores, técnicos, docentes e estudantes, além de Prefeituras e do Governo do Estado”, explica o reitor.
A constituição dos comitês e subcomitês atende ao que está no Estatuto da UFSC, que estabelece que, em casos de urgência, uma das atribuições do reitor é decidir sobre matéria de competência de quaisquer órgãos da Universidade, ad referendum do Conselho Universitário, além de para isso, constituir assessorias especiais.
“O Conselho Universitário é o órgão máximo de deliberação e qualquer decisão final é dos nossos conselheiros e conselheiras” destaca o reitor. “O que estamos promovendo agora é a formação de grupos de trabalho, com finalidades e atribuições limitadas e que, ao final, devem produzir um documento a ser transformado em Resolução, para permitir o debate objetivo e responsável pelo CUn”, completa.
Nesta segunda-feira, 11 de maio, todas as representações com assento nos comitês serão comunicadas para sugerir nomes das pessoas que irão compor os comitês e até o final da semana serão editadas as portarias com as designações e apresentado o cronograma de trabalho dos comitês.
Após mais de 50 dias de suspensão de suas atividades presenciais, a UFSC criará na segunda-feira, 11 de maio, comitês para preparar o retorno, com data ainda incerta. Em entrevista à TV UFSC, o reitor Ubaldo Balthazar destacou que mesmo em quarentena a universidade não parou, ressaltando que os comitês assessores contribuem ao planejamento para a retomada das atividades. “Precisamos ter um planejamento que permita a volta sem atropelos”, afirmou o reitor.
Questionado sobre a previsão para esta retomada, o dirigente máximo da instituição destacou que, embora haja o clima de ansiedade pela volta, “esta pandemia não tem data marcada para terminar. […] Alguns pesquisadores e cientistas da área dizem que é provável que entremos em junho e julho com a pandemia em pleno vapor”.
Cenários para a retomada
Entre os cenários e o prazo atual da prorrogação da suspensão das atividades presenciais, em vigor até 31 de maio, Ubaldo ressaltou que “embora formalmente a gente trabalhe com a data de 1º de junho, eu não posso garantir que as aulas voltam em 1º de junho. Depende de uma avaliação que tem de ser feita na última semana de maio, para saber se teremos condições”.
O reitor da UFSC ainda fez um balanço das atitudes tomadas pela Administração Central para regularizar o calendário acadêmico e assegurar sua adequação para a realização dos 2 semestres letivos de 2020: “Se voltarmos até 17 de junho, temos a possibilidade de aplicar um calendário adaptado a essa nova realidade”.
Balanço do trabalho e mensagem aos estudantes
O dirigente ainda deu destaque ao intenso trabalho realizado em toda a instituição durante esse período: “A universidade não parou. O HU faz um trabalho fantástico, temos pesquisadores e cientistas assessorando as decisões tomadas, pesquisadores acompanham seus estudos e os alimentos estocados para uso do Restaurante Universitário que estavam com previsão de vencimento foram distribuídos pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis [Prae] a alunos carentes e à comunidade no entorno da UFSC”.
Por fim, Ubaldo proferiu uma mensagem aos estudantes: “uma coisa que aprendi há muito tempo é que diante dos problemas da vida, não adianta ficar nervoso. Nós temos de ter condições para trabalhar e analisar para superar as dificuldades. Temos de ter paciência, tolerância, resiliência para poder superar todo esse problema. Gostaria de dizer que a Administração Central está fazendo todo o possível para que a gente possa voltar, mas voltar de forma correta”.
Superintendente do HU, Maria de Lourdes Rovaris, recepciona novos trabalhadores. Foto: Sinval Paulino/HU/UFSC
Dezenove novos profissionais foram integradoa à equipe do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC) nesta sexta-feira, 8 de maio, para trabalhar na área assistencial. São oito enfermeiros, um fisioterapeuta, dois médicos e oito técnicos de enfermagem que fazem parte do contingente de 92 candidatos aprovados em processo seletivo convocados pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) para atender às necessidades de pessoal da instituição na linha de frente de combate à Covid-19.
Uma iniciativa de alunos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) auxilia empreendedores na busca por soluções para superar a crise ocasionada pela pandemia da Covid-19. A plataforma SOS Encurralados conecta micro e pequenos empresários a mentores voluntários.
O grupo de suporte é formado pelos alunos Bruna Nagai (Engenharia Eletrônica, UFSC), Isaque Machado (Ciências Econômicas, UFSC), Gabriel Pereira (Engenharia Mecânica, UFSC), Diego Ramos (Engenharia de Produção, Udesc) e Thaliane Freitas (Engenharia de Produção, Udesc). O processo do trabalho inicia-se com o cadastramento na página da plataforma. Em seguida, é realizado o diagnóstico da situação da empresa. Na terceira etapa, ocorre a cocriação da solução para o problema enfrentado. E, por fim, é implementado um plano de ação. (mais…)
Um protótipo de ventilador pulmonar, desenvolvido pelo professor Saulo Güths, do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi aprovado em testes de bancada realizados no Hospital de Clínicas, de Porto Alegre, e também em experimentos feitos em animais. Para colocar o equipamento em produção para avaliação com humanos, o professor agora busca empresas interessadas e cadastradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a fabricação dos ventiladores.
O equipamento é de baixo custo e poderá ser, de acordo com os testes realizados, de suporte à vida em UTIs, e não apenas para casos de emergência. “O objetivo é ter um equipamento que consiga competir com os de R$ 170 mil que estão comercializando nesse momento. Necessitamos ainda acrescentar alguns sensores, o que pode resultar num valor um pouco maior que o almejado inicialmente, que era R$ 1 mil. Mas mesmo assim terá um custo imensamente menor que os similares encontrados hoje”, compara o professor. “É claro que entrando com uma empresa que tem fins comerciais, ela vai também colocar a questão de, não só o lucro, mas a responsabilidade, assistência, impostos, tudo isso faz aumentar o valor, mas não vai chegar aos pés de um valor que é o do mercado atual, sem dúvida nenhuma”, acrescenta o docente. (mais…)
#QuarentenaArte apresenta o documentário Memórias do Colégio. O vídeo é uma parceria entre o Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) e o Colégio de Aplicação (CA), do Centro de Educação (CED) da UFSC. É a primeira produção do recente Núcleo de Documentário, criado junto ao DAC. Patrícia Orofino (ex-aluna do CA), Toninho Farias (professor do CA) e Zeca Nunes Pires (ex-aluno do CA e atual diretor do DAC) assinam a pesquisa e a produção do documentário.
O trabalho demorou três anos para ser produzido e conta com depoimentos de ex e atuais alunos, professores e funcionários. Confira:
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), junto a suas Secretarias Regionais e Sociedades Científicas Afiliadas, promove nesta quinta-feira, 7 de maio, a Marcha Virtual pela Ciência. Com atividades transmitidas pelas redes sociais ao longo do dia, o objetivo da manifestação é chamar a atenção para a importância da ciência no enfrentamento da pandemia de Covid-19 e de suas implicações sociais, econômicas e para a saúde das pessoas.
Durante esse dia, a SBPC e entidades parceiras realizarão dois painéis de âmbito nacional: um dedicado à pandemia da Covid-19 e outro abordando o financiamento da ciência brasileira. Os eventos são abertos ao público em geral e serão transmitidos pelos canais da SBPC no Facebook e no Youtube.
A SBPC-SC ampliou a programação das atividades direcionadas à sociedade de Santa Catarina – são 19 atividades locais, além das quatro nacionais. O destaque é para o seminário catarinense Escola é lugar de Ciência (também e principalmente) em tempos de pandemia, agendado para às 18h30 de quinta-feira, com transmissão pela página do Facebook da SBPC-SC.
Estimativas da subnotificação da Covid-19 em Santa Catarina será o tema de uma live promovida pela Agência de Comunicação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) nesta quinta-feira, 7 de maio, às 19h. A apresentação será no canal da UFSC no YouTube e terá a participação dos pesquisadores André Lourenço Nogueira – Universidade da Região de Joinville (Univille); André Wüst Zibetti – Departamento de Informática e Estatística (UFSC); Luiz Rafael dos Santos – Departamento de Matemática – Campus Blumenau (UFSC) e Oscar Bruna-Romero – Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (UFSC).
Os pesquisadores integram a plataforma COVID-19-SC/Brasil, iniciativa voluntária com intuito informativo sobre a pandemia do novo coronavírus no Brasil e Santa Catarina. O objetivo é apresentar análises dos dados e do avanço da Covid-19 utilizando métodos científicos para gerar informações que possam auxiliar a sociedade catarinense a enfrentar esta grave emergência de saúde pública.
A ideia da live partiu do artigo “Estimativa da subnotificação de casos da covid-19 no estado de Santa Catarina”, assinado por André Nogueira, Christiane Nogueira (University of Waterloo), André Zibetti, Nestor Roqueiro, Oscar Bruna-Romero e Bruno Carciofi (UFSC), que propõe abordagens sistêmicas para estimar os valores da subnotificação do número de óbitos e de indivíduos infectados pelo SARS-CoV-2.
A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis da Universidade Federal de Santa Catarina (Prae/UFSC) divulgou nesta quarta-feira, 6 de maio, comunicado de previsão de novo edital para o Programa Emergencial de Apoio ao Estudante. O programa tem por objetivo auxiliar o custeio dos estudantes da UFSC durante o período de isolamento social. Em março, quando a instituição suspendeu as atividades presenciais, o programa foi lançado e, posteriormente renovado, em abril, quando ocorreu prorrogação desta suspensão.
Diante da segunda prorrogação, vigente até o fim deste mês de maio, a Prae informa que prevê divulgar um terceiro edital no dia 18 de maio, segunda-feira. Confira a nota na íntegra no link abaixo:
O prédio do Centro de Tecnologias Sociais para Gestão da Água localiza-se atrás do Hospital Universitário. Foto: divulgação
O prédio do Centro de Tecnologias Sociais para Gestão da Água, vinculado ao Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi disponibilizado ao Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC) para servir de alojamento a seus profissionais. Em parceria com o 14º Pelotão de Polícia do Exército, o HU está trabalhando na adequação do imóvel, localizado atrás do hospital.
As tratativas para que o espaço recebesse os trabalhadores da saúde começaram há cerca de três semanas, com o objetivo de oferecer uma rede de proteção aos profissionais de saúde durante a pandemia de Covid-19. Conforme explica a superintendente do hospital, Maria de Lourdes Rovaris, as características da construção permitem utilizá-la como alojamento, incluindo ambiente para refeitório, área para produção de alimentos e lavanderia. “Entendemos que esse espaço é de fundamental importância para os trabalhadores do HU/UFSC, para que eles e suas famílias possam passar por esse momento com mais tranquilidade. Será um espaço para permanência dos trabalhadores que não desejarem retornar às suas residências”, afirma Maria. (mais…)
A professora do departamento de Ecologia e Zoologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Michele Dechoum é uma das autoras de artigo publicado na segunda-feira, 4 de maio, na seção Sustentabilidade do Estadão. No texto, intitulado E daí? Ministro do Meio Ambiente atua para reduzir proteção da Mata Atlântica, pesquisadores criticam uma proposta enviada por Ricardo Salles para mudança na Lei da Mata Atlântica que deixa desprotegidas áreas não florestais.
“Embora o termo ‘mata’ enfatize as florestas, o bioma inclui variados ecossistemas, tais como restingas, manguezais, campos, banhados. (…) Se a proposta do ministro for implementada, toda vegetação da Ilha de Santa Catarina, por exemplo, onde se situa Florianópolis, não seria mais protegida. Também os Campos de Cima da Serra, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina”, informa o artigo.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) vai acompanhar atentamente a evolução da pandemia de Covid-19 e seguir recomendações científicas ao elaborar um plano de retorno das atividades presenciais. A decisão está sendo tomada pela Administração Central e discutida com os gestores e diretores dos Centros de Ensino da Universidade nas últimas semanas.
Nesta segunda-feira, 4 de maio, o reitor Ubaldo Cesar Balthazar declarou estar criando comitês específicos para tratar de temas relativos às atividades da UFSC durante a pandemia. Haverá um comitê central e um comitê assessor, e cinco comitês temáticos: científico, de comunicação, administração e infraestrutura, um acadêmico e um de assistência. O reitor anunciou que os comitês serão formados por gestores e representantes das entidades de docentes, técnicos e estudantes.
Será, necessariamente, um planejamento de longo prazo, com a adoção gradual de medidas. Cada medida tomada será monitorada por um certo tempo, podendo ser modificada ou mesmo revertida se tiver impacto que possa colocar em risco a saúde das pessoas envolvidas. Esse processo exigirá um levantamento detalhado de informações sobre a comunidade universitária, os processos e as atividades acadêmicas e administrativas da UFSC. Essas diretrizes, afirma a Administração Central, têm foco, em primeiro lugar, na preservação da integridade da comunidade universitária.
Os pressupostos e as diretrizes a serem consideradas na elaboração do plano de retomada das atividades presenciais foram definidos com base em estudos científicos, principalmente a assessoria de um grupo de engenheiros, matemáticos, físicos e outros profissionais da UFSC, Univille e Univali, com a participação do professor Oscar Bruna-Romero, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP/CCB) da UFSC, que desde o início de março tem municiado a instituição com informações epidemiológicas para a tomada de decisões. Esse grupo estuda e analisa o comportamento da pandemia em Santa Catarina por meio de modelagens matemáticas, e publica neste site suas análises, notas técnicas e metodologia. Parte desse grupo deverá compor o comitê científico a qual o reitor se refere no vídeo, porém há a possibilidade, ainda, de ampliar o escopo de análise, incrementando o comitê científico com pesquisadores de outras áreas da UFSC.
O reitor Ubaldo, em seu pronunciamento, fala de um “novo normal”, de uma construção da UFSC a partir da pandemia. O professor Bruna-Romero também aponta que planejar uma retomada não significa pretender uma volta à normalidade, a um estado de coisas como tínhamos antes da pandemia. Segundo o professor, as pessoas têm dificuldades de lidar com a temporalidade dessas doenças que se estendem por muito tempo. “A gente fica com uma ansiedade enorme de estar isolado no domicílio, de não poder fazer as coisas que a gente fazia antes”.
Nesta fase da pandemia, provavelmente teremos que enfrentar vários meses de restrições e limitações de atividades. Estudos indicam, ainda, que o mundo poderá enfrentar outros episódios (ondas) da Covid-19 durante dois ou três anos. “Existe a possibilidade de termos que entrar e sair em períodos de isolamento, alternadamente”. Por isso, o professor salienta que todos devem pensar numa “nova normalidade”, que considere as possibilidades de trabalho remoto, atividades em grupos menores e outras formas alternativas de trabalho. “Isso leva à necessidade de planejamentos de processos, planejamentos institucionais”.
Diretrizes
Em um documento apresentado à Administração Central da UFSC, o grupo de pesquisadores propõe a adoção de algumas diretrizes e pressupostos a serem considerados no planejamento do retorno. Pode ser que outras orientações sejam apresentadas também pelos comitês responsáveis pelo planejamento.
Faixa etária – O estudo destaca que grande parte dos contaminados pela Covid-19 concentram-se numa faixa etária que compreende jovens e adultos (76% no grupo entre 20 e 59 anos), mas que a letalidade é maior em pessoas mais idosas (67% entre as pessoas com mais de 60 anos). Esses dados indicam que a preferência de retorno presencial deve ser dada às pessoas mais jovens.
Comorbidades– São outras doenças preexistentes. Nestes casos, é necessário observar especialmente portadores de doenças pulmonares crônicas, como a asma, cardiopatas e pessoas com diabetes e pressão arterial elevada. Independentemente da idade, essas pessoas têm mais riscos de desenvolver a forma grave da doença, por isso devem ser preservadas e receber um tratamento diferenciado. Ressalta-se, também, que a Administração Central estuda outras necessidades especiais, como a coabitação com pessoas idosas ou com comorbidades, ou ainda, famílias com crianças em idade escolar que não podem voltar às escolas em razão da pandemia.
Divisão em grupos– Essa proposta, baseada na experiência de alguns países que estão iniciando um processo de retorno às atividades econômicas e sociais, sugere a divisão dos grupos em subgrupos de 1/3. Nesta proposta, aplicada às aulas, um terço teria atividades presenciais pela manhã, um terço à tarde e um terço ficaria em casa, realizando atividades de forma remota. Essas proporções podem ser adaptadas à realidade da UFSC (um terço por semana, um terço por dia, a depender das características de cada curso ou setor). Pode-se inclusive adotar outras proporções, como 1/4 ou até menores. “Cada atividade deverá encontrar a melhor forma de divisão, mas continuarão em vigor as demais precauções, como o distanciamento entre as pessoas, a ventilação dos ambientes”, alerta o professor Bruna-Romero.
Passaporte de imunidade – Por falta de evidências científicas até o momento, os pesquisadores recomendam que a Universidade não adote o chamado “passaporte de imunidade” para dar preferência a essas pessoas no retorno às atividades. Em muitas doenças, os pacientes curados adquirem imunidade ao agente infeccioso. Mas isso não está comprovado para a Covid-19. Segundo o professor Bruna-Romero, apenas uma parte da população que enfrentou a doença adquire os anticorpos para ficar imune. “Observa-se que há pacientes reinfectados ou que se reativa neles a infecção poucas semanas após terem passado pela primeira”. Como não há dados confiáveis sobre o contágio e não é possível dimensionar a parcela da população que realmente ficou imune, o chamado “passaporte de imunidade” deve ser desconsiderado.
Informação– Segundo o professor Bruna-Romero, as pessoas que estão sujeitas à contaminação precisam saber a todo momento qual é a situação da doença. “A UFSC deverá se comunicar com seus membros de maneira intensa e extensa, para que eles saibam qual é o risco e como a Universidade está agindo a respeito disso”. Para isso, a UFSC deverá usar de recursos de comunicação e criar grupos para responder às dúvidas da comunidade. “Transparência e comunicação serão fundamentais para envolver a comunidade no retorno”.
Transição
O caminho até a nova normalidade deverá seguir três fases, segundo propõe o professor. Nas primeira fase, a de transição inicial, será preciso adaptar processos. “Não podemos mudar de hoje para amanhã todo o procedimento do que estava instituído na UFSC”, diz o professor, citando que existem planos de ensino, semestres a serem cumpridos e exigências legais e normativas que precisam ser observadas. “Temos que considerar o que já existe, absorver isso e adaptar para chegar à nova normalidade. Isso exigirá de todos altas doses de planejamento, vai requerer uma flexibilidade que às vezes não estamos acostumados”.
Após as adaptações, o estudo sugere uma fase de consolidação das atividades, um período para verificar se as adaptações dos processos e atividades acadêmicas e administrativas funcionam no novo formato, e recertificar as mudanças feitas. Se constatado que tudo isso funciona e atende às exigências e requisitos, isso será a nova normalidade.
Para a elaboração de um planejamento consistente será necessário “dissecar” a Universidade, segundo Bruna-Romero. “Nestes momentos de transição e consolidação a gente vai precisar conhecer a Universidade muito melhor do que a gente conhece na atualidade”, afirma. As atividades de cada um, de cada Centro de Ensino, cada matéria, cada tipo de especialidade, cada tipo de pesquisa terão que ser conhecidos em detalhes. Além disso, o planejamento deverá levar em conta o estado geral da saúde das pessoas da comunidade universitária, suas debilidades. “A universidade, por definição, é um universo de possibilidades, e a gente não conhece todas elas”.
Qualquer ação de retomada de atividades presenciais exigirá articulação com outras instituições e com as diferentes esferas de governo. O professor Bruna-Romero cita a relação de interdependência entre a UFSC e as cidades que abrigam seus campi. Haverá a necessidade de diálogo com as administrações dessas cidades a respeito do funcionamento dos transportes coletivos, das estratégias de alimentação da comunidade universitária, entre outros pontos. “Podemos precisar de várias adaptações no ambiente onde a Universidade está, e essas adaptações dependem da colaboração das prefeituras”, destaca o pesquisador.
Uma das tarefas mais complexas do plano será estabelecer prazos e cronogramas, mas é certo que o planejamento deverá ter um horizonte de vários meses. Será necessário definir quanto tempo se levará nesse processo de retorno às atividades presenciais e também qual será o momento adequado para iniciar este retorno. Esse momento de início do retorno deverá ser definido primordialmente pelo risco à saúde das pessoas. “Não sabemos em que momento poderemos marcar a data inicial de retorno. Só poderemos marcar a data quando tivermos conhecimento suficiente para afirmar que não estamos colocando em risco a vida dos membros da UFSC”, ressalta o pesquisador. Para isso será preciso acompanhar a evolução da pandemia.
Aulas
Em relação às aulas e outras atividades acadêmicas, o retorno às atividades presenciais deverá cercar-se de vários cuidados. O distanciamento entre as pessoas é uma medida que deverá estar presente no cotidiano da Universidade durante muito tempo ainda, por isso deve-se evitar qualquer atividade que represente uma aglomeração. “Não poderemos ter aulas presenciais com a mesma quantidade de alunos juntos no mesmo espaço; não poderemos ter o Restaurante Universitário com a mesma quantidade de pessoas almoçando ou jantando junto ao mesmo tempo. A mesma coisa para a Biblioteca Universitária, festas e solenidades”, destaca o professor.
Além do distanciamento entre os alunos e destes com os professores, várias outras coisas devem ser consideradas para retorno às aulas presenciais, tais como a ventilação adequada das salas, a necessidade ou não do uso de máscaras por alunos e professores, a necessidade do uso de microfones, a forma de apresentação de perguntas. “Existem mecanismos de todo tipo para evitar o contágio dessa doença e deverão ser todos considerados”.
Outro fator muito importante é o estado de saúde de todos os que estarão participando das aulas presenciais. Será necessário adotar medidas e cuidados para que nenhuma pessoa doente possa estar em sala de aula. “O conjunto de medidas deverá ser suficiente para a proteção de todos que estejam assistindo ou ministrando as aulas”.
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A equipe da Agecom editou os principais trechos da entrevista, via internet, com o professor Oscar Bruna-Romero. Confira abaixo.
O alcance da pandemia de Covid-19 em Santa Catarina é muito maior do que as estatísticas oficiais mostram, aponta estudo de pesquisadores da UFSC, Univille e University of Waterloo (Canadá): a estimativa de uma das variáveis do trabalho é de 58.500 pessoas contaminadas com SARS-Cov-2 e de 117 mortes provocados pela doença. A outra aponta que a subnotificação no estado pode chegar a 300%.
Com o título “Estimativa da subnotificação de casos da covid-19 no estado de Santa Catarina”, o artigo assinado por André Nogueira (Univille), Christiane Nogueira (University of Waterloo), André Zibetti, Nestor Roqueiro, Oscar Bruna-Romero e Bruno Carciofi (UFSC) propõe duas abordagens sistêmicas para estimar os valores da subnotificação do número de óbitos e de indivíduos infectados pelo SARS-CoV-2.
Uma metodologia empregada se baseou na comparação do número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) registrados nas primeiras 16 semanas epidemiológicas de 2020 (até 26 de abril) ao número de casos confirmados de Covid-19 para o mesmo período em Santa Catarina. O número de casos também foi confrontado com a média dos registros de SRAG dos anos 2015, 2017, 2018 e 2019 no estado (os dados de 2016 não foram considerados devido ao surto epidemiológico da gripe Influenza (H1N1) ocorrido neste período). Nesta metodologia, a pesquisa leva em conta a possibilidade da duplicidade de registros, que pode ocorrer quando um paciente é registrado no sistema com SRAG, e, após recebimento de resultado positivo para o novo coronavírus, há contagem do diagnóstico para a Covid-19 sem a eliminação do registro anterior. (mais…)
A Capes publicou o resultado preliminar do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid). A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) encaminhou projeto institucional com 14 subprojetos e ficou em décimo lugar a nível nacional. A previsão de divulgação do resultado final é 19 de maio.
Coordenador institucional do Pibid na UFSC, Leandro Duso informa que os 14 subprojetos (Biologia, Educação do Campo, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Língua Portuguesa, Linguagens, Matemática, Pedagogia, Química, Química e Matemática – Blumenau e Sociologia) estão divididos entre cursos de licenciatura de Florianópolis e Blumenau. (mais…)
A Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publica nesta quarta-feira, 29 de abril, a Portaria Normativa nº 359, que prorroga a suspensão das atividades acadêmicas e administrativas presenciais até o dia 31 de maio.
Seguem suspensas as atividades de ensino em todos os níveis e modalidades, em todas as unidades da Universidade. Além disso, a Portaria prorroga a suspensão de atividades acadêmicas presenciais como bancas, concursos, reuniões, entre outras.
O expediente presencial nas atividades técnicas e administrativas em todas as unidades da UFSC, exceto nos setores de saúde, segurança e nas situações de caráter inadiável e essencial, também segue suspenso.
O documento ressalta, no entanto, que as medidas poderão ser alteradas a depender de fatos novos que justifiquem sua alteração.
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