Chamada de artigos para livro nas áreas de consumo, convergência e novas mídias

16/11/2012 15:52

Edição de Livro: Consumo, convergência e novas mídias: reflexões e análises*
Editores / Organizadores: Patricia Bieging e Raul Inácio Busarello
Editora: Pimenta Cultural
* Título temporário. Será melhor definido a partir das abordagens dos artigos a serem publicados.

Observação:
O livro terá ISBN (E-Book) e Ficha Catalográfica de acordo com a Agência Brasileira do ISBN.

Este livro terá como objetivo a disseminação e o compartilhamento de pesquisas realizadas nas áreas de consumo, convergência e novas mídias, buscando refletir sobre o que vem sendo produzido pelos mais variados meios de comunicação, sobre as inovações e sobre as formas de interação com o público. Pretende-se inter-relacionar aspectos teóricos a um olhar através do mercado, da cultura e das práticas de consumo.

Busca-se artigos com o viés inter e transdisciplinar de pesquisadores do campo da comunicação e áreas afins, com objetivos que visem refletir acerca dos fenômenos da comunicação e que transitem por diferentes pensamentos teórico-metodológicos.

Entre as abordagem aceita-se: estudos acerca do consumo das mídias, da participação do público nas multiplataformas midiáticas, estudos das narrativas, estudos de caso, análise de conteúdo, pesquisas de recepção, reflexões  e estudos teórico-metodológicos abordando uma das áreas abaixo relacionadas.

SUBMISSÕES E REGRAS

Enviar resumo expandido conforme as regras a seguir:
– Período de submissão: até 30 de novembro de 2012;
– Mínimo 3000 e máximo de 5000 caracteres, incluindo espaços;
– Até 5 palavras-chave;
– Serão aceitos artigos inéditos ou que já tenham sido publicados em anais de congressos;
– O autor deve escolher uma das áreas abaixo para a submissão dos trabalhos;
– Somente serão aceitos artigos redigidos em português;
– As propostas e os artigos finais serão encaminhados para avaliação por pares;
– O documento do resumo deve conter: Título da proposta, nome do(s) autor(es) com os seus
devidos mini-currículos com até 5 linhas e e-mail; resumo e palavras-chave; ao final deve ainda
relacionar: nome completo, endereço completo e CPF do autor para que possa ser gerado o boleto
de pagamento da taxa de publicação (para o caso de aprovação do resumo);
– Texto deve ser enviado em formato RTF, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento
simples para o e-mail: livro@pimentacultural.com;

– Relacionar o nome do arquivo da seguinte forma: Área-Nome_do_autor; Exemplo: “ConsumoBieging_Patricia.rtf” ou “Consumo-Bieging_Patricia-Busarello_Raul.rtf”

– No “Assunto” do e-mail relacionar uma das áreas descritas abaixo;
– Graduados podem publicar desde que em co-autoria com especialista, mestrando, mestre,
doutorando ou doutor.
Áreas: 1) Consumo; 2) Convergência; 3) Novas mídias.

Outras informações: livro@pimentacultural.com ou www.pimentacultural.com.

Tags: chamada de artigoslivroPatricia BiegingRaul Inácio BusarelloUFSC

Lançamento do livro “Narrativas Midiáticas Complexificadas”

31/10/2012 17:57

A professora Cárlida Emerim, do Curso de Graduação e Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC é autora do artigo “A narrativa do telejornal: do programa ao texto”, que consta no livro “Narrativas Midiáticas Complexificadas”, organizado pelos professores do Curso de Comunicação Social e do Mestrado em Letras da Unisc, Demétrio de Azeredo Soster e Fabiana Piccinin. O primeiro lançamento do livro está marcado para o dia 3 de novembro, sábado, às 15h, na 58ª Feira do Livro de Porto Alegre.
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Tags: "Narrativas Midiáticas Complexificadas"Cárlida EmerimlançamentolivroUFSC

Museólogo Peninha anima relançamento de “O fantástico na Ilha de Santa Catarina”

18/10/2012 11:06

Peninha no lançamento do livro sobre Cascaes   Discípulo e continuador da obra do artista, o museólogo Gelci José Coelho (Peninha) estava radiante ontem, 17, no relançamento, em volume único, do clássico da cultura popular O fantástico da Ilha de Santa Catarina, de Franklin Cascaes. Publicado dentro da Coleção Repertório, da EdUFSC, o livro foi apresentado na tradicional feira de livros que a editora organiza todos os anos no Campus da Trindade, em Florianópolis. A feira estimula o hábito da leitura e valoriza a literatura, oferecendo descontos de 50 a 70% do preço de capa. O evento prossegue até o dia 25 de outubro. O ponto alto será no dia 24, quarta-feira, a partir das 16h30min,  com o lançamento da primeira edição mundial póstuma de mais título da literatura universal: Pensar em não ver: escritos sobre a arte do visível, do filósofo Jacques Derrida.

Numa homenagem à cultura ilhoa e um presente ao próprio Cascaes que nasceu no dia 16 de outubro de 1908, o relançamento e a nova coleção da EdUFSC resgatam obras consideradas essenciais para os leitores e bibliotecas. Na mesma linha, foi reeditado o clássico caipira sulista Contos Gauchescos, de João Simões Lopes Neto.

Peninha, que desencadeou originalmente a recuperação e publicação dos originais de Cascaes,  deu entrevistas e conversou animadamente com o público presente.

O universo açoriano, o imaginário ilhéu, o retrato do inconsciente, e o falar açoriano-catarinense são os ingredientes que compõem esse caldeirão bruxólico.

No cardápio aparecem eleições, congressos, balanços e vassouras bruxólicas, bruxas ladras de baleeiras, baile de bruxas dentro de uma tarrafa de pescaria…

Cascaes escreve com a convicção de quem acredita piamente no que ouviu nas comunidades pesqueiras. Os causos chegaram com os antigos colonos açorianos, que trouxeram histórias contadas por gregos, romanos, mouros africanos, árabes e outros povos. “Os gestos culturais são repetidos no litoral catarinense e foram ainda enriquecidos ainda mais com os misteriosos espíritos revelados pelos povos indígenas”, revela o museólogo Gelci José Coelho (Peninha), principal discípulo e continuador da obra de Cascaes.

São 24 narrativas ilustradas com a pena do próprio autor que,  segundo observa o pesquisador Oswaldo Antônio Furlan, responsável pelo glossário,  reproduzem “traços do inconsciente popular na área da fantasmagoria, relatando casos dramáticos de crenças em boitatás, lobisomens, negrinho do pastoreiro e saci-pererê, mas sobretudo bruxas, a cujos malefícios os grupos sociais incultos de muitas gerações debitaram a agressividade de fenômenos naturais, deficiências na área da saúde e anomalias hereditárias”. As estórias, escritas entre 1946 e 1975, revelam Cascaes como “observador atento da cultura popular” e preocupado com a preservação da memória açoriana.

Franklin Joaquim Cascaes nasceu em São José (SC) em 16 de outubro de 1908 e faleceu em Florianópolis em 15 de março de 1983. Desenhista, escultor, artesão, ceramista, escritor, folclorista e ex-professor da antiga Escola de Aprendizes Artífices, antes de falecer, doou todo o seu acervo, em 1981, ao Museu Universitário da UFSC, onde estão guardados 925 desenhos, 1250 esculturas e acessórios cenográficos, além de 286 cadernos com anotações de campo, de onde saíram, por exemplo, as estórias de O fantástico da Ilha de Santa Catarina, incluído na  Coleção Repertório, criada pela editora universitária para a difusão de clássicos da arte e do pensamento.

Quando fez a doação, Cascaes agradeceu a dezenas de pessoas e instituições, mas fez uma deferência toda especial ao museólogo Gelci José Coelho (Peninha).

_ O meu braço direito para a continuação desta obra que levamos a bom termo.

Peninha fez justiça à homenagem do velho bruxo!

 

Homenagem à Ilha da Magia

            O museólogo lembra que Cascaes dizia que as suas anotações “se prestavam para fazer livros, teatro e até filmes” e que sua obra é “o ponto de partida para infinitas pesquisas e trabalhos”.

No final de cada estória, Franklin Cascaes faz uma singela homenagem à Ilha de Santa Catarina.

Em Armadilha para apanhar bruxas, feita com pilão de chumbar café, escrita em 1952, Cascaes declara: “minha querida Ilha do Desterro, o real e o irreal encontram em ti vida fictícia, harmoniosa e criadora”. E em A bruxa mamãe, concebida em 1964, observa que “a bruxaria é um problema muito estranho para os humanos, que adoram vivê-lo fantasiosamente em seus pensamentos irriquietos”. A grande procura pela obra prova que o mitólogo estava  coberto de razão.

Em Eleição bruxólica não acrescenta nenhum pensamento. Nem precisava…

Lançamento do livro sobre Franklin Cascaes

Créditos devidos

 

Além da presença fundamental de Peninha na organização das narrativas, é preciso destacar a participação de Dulce Maria Halfpap e Bebel Orofino Schaefer. Em síntese, nas palavras de Peninha, “é uma obra feita por estudiosos que têm o prazer de aprender no oceano de informações contidas nas fabulosas estórias contadas, de geração para geração, pelo povo de ascendência açoriana que  habita a Ilha de ocasos e de casos muito raros”.

Bebel Orofino acrescenta que, “se pensarmos, ainda, que, além do conjunto de escritos, temos as coleções de desenhos e de esculturas feitas por Cascaes, quem ainda tem dúvida de que a sua obra representa o maior trabalho de pesquisa da cultura popular da Ilha de Santa Catarina já realizado”?

Por Moacir Loth – jornalista na Agecom/UFSC

Fotos: Dayane Ros/estagiária de Jornalismo na Agecom

Mais informações e contatos:

Sérgio Medeiros e Fernando Wolff

(48) – 3721-9605 , 3721-9408 , 3721-9686  e  3721-8507

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Veja também a reportagem da TV UFSC:

 

Tags: cascaeslivroPeninhaUFSC

Professor da UFSC lança livro paradidático sobre lobo-marinho

01/10/2012 15:46

O professor Paulo César Simões-Lopes, do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lançará, no dia 4 de outubro, o livro A História de Hermes. O evento será às 19h, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi, bairro Santa Mônica, Florianópolis.

Segundo o autor, a proposta nasceu das inúmeras ligações telefônicas que o Laboratório de Mamíferos Aquáticos (www.lamaq.ufsc.br) da UFSC recebe a cada inverno e primavera. “As pessoas buscam informações sobre como proceder com um lobo-marinho que apareceu na ‘sua’ praia. Muitas vezes tais interlocutores são crianças ou jovens, o que pode parecer surpreendente, mas este foi o principal motivador da obra”, relata Paulo César. “O livro passa informações confiáveis, revestidas de emoção, princípios e, porque não, otimismo. Neste sentido trata-se de uma obra paradidática de valor inestimável para educação ambiental”, complementa.

A História de Hermes

Esta é a história da amizade entre uma menina de 9 anos e um lobo-marinho e de como os gestos e os olhares podem funcionar como linguagem universal. Sem dúvida é um livro delicioso, pleno de aventura, de acertos e erros que prende a atenção do leitor do começo ao fim, mas, em essência, é também uma obra sobre a paixão pela leitura e pelo conhecimento.

Outras informações com o autor pelo e-mail lamaqsl@ccb.ufsc.br ou pelos telefones (48) 3721-5519 e 3721-9626.

Tags: lançamentolivrolobo-marinhoPaulo César Simões-LopesUFSC

Viúva e ex-reitor animam relançamento de “O Detetive de Florianópolis”

27/09/2012 11:46
Conversa na Feira do Livro com a  viúva de Jair Hamms

Lúcia Rupp: valorização da literatura catarinense

Ao mesmo tempo em que vem traduzindo e publicando títulos universais , a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) está editando obras nacionais e valorizando a literatura de autores catarinenses. Um exemplo deste resgate aconteceu ontem (26) com o relançamento de O Detetive de Florianópolis, de Jair Francisco Hamms, na Feira de Livros da EdUFSC no Campus da Universidade, em Florianópolis. O leitor é brindado por 31 crônicas de humor, ironia, sacanagem e cinismo vividos pelo detetive  Domingos Tertuliano Tive (D.T.TIVE).

O evento foi prestigiado pela viúva do escritor, Lúcia Rupp Hamms, acompanhada da filha Ana Paula, do neto Francisco de dois anos e do filho Rogério. Quem animou o bate-papo com a viúva foi o ex-reitor da UFSC, Ernani Bayer, que contou como contornava crises na sua equipe aproveitando o humor de Jair Hamms, um dos fundadores da UFSC, chefe de Gabinete do primeiro reitor, João David Ferreira Lima. Os convidados e visitantes foram recepcionados pelo diretor executivo da EdUFSC, Sérgio Medeiros, que aproveitou a ocasião para destacar a qualidade editorial e gráfica dos livros publicados pela editora universitária.

Quando O detetive de Florianópolis foi lançado, em 1983, Ernani Bayer era reitor e o escritor Salim Miguel dirigia a EdUFSC, que, na época, tinha como presidente do Conselho Editorial o antropólogo e ex-pró –reitor Sílvio Coelho dos Santos.

Aberta desde o dia 24 de setembro, a feira permanecerá na Praça da Cidadania, em frente à Reitoria da UFSC, até o dia 25 de outubro, oferecendo descontos de até 70 por cento. “Não é uma oportunidade somente para a comunidade universitária. Trata-se de uma chance para a sociedade adquirir excelentes títulos a preços acessíveis”, sublinhou o editor Sérgio Medeiros, convidando, inclusive, leitores e livreiros do interior de Santa Catarina.

A reedição do clássico de Jair Hamms reforça a linha editorial da EdUFSC que recentemente publicou obras de Cruz e Sousa, Silveira de Souza e Rodrigo de Haro. A tiragem de O Detetive de Florianópolis foi de mil exemplares. Pelo contrato assinado no relançamento, cem ficam para a família e 900 serão disponibilizados ao mercado. Lúcia Rupp Hamms elogiou o projeto gráfico e a agilidade da editora. “Saiu tudo rápido e ficou muito bonito”, observou, feliz com o resultado.

A Feira funciona de segunda à sexta-feira, das 8h30min às 19 horas. Nas quartas-feiras vai até às 20h30min por conta dos lançamentos e bate-papos com autores e convidados.

Na próxima quarta-feira (dia 3 de outubro), a partir das 16h30min, a feira abriga o lançamento do livro Cage e a poética do silêncio, de Alberto Heller. Na mesma sessão, Grace Torres e Lilian Nakahodo autografam CD comemorativo ao centenário do compositor revolucionário e poeta norte-americano John Cage, inventor da chamada “música aleatória”.

As novidades da Feira acontecem todas as quartas-feiras até 25 de outubro. No dia 10 de outubro, às 16h30min, a EdUFSC relança Contos Gauchescos, de Simões Lopes Neto, marcando o centenário da primeira edição do clássico da literatura sulista. Haverá sessão de autógrafos com o escritor Cláudio Cruz, organizador da obra.

Na sequência, estão na programação O fantástico na Ilha de Santa Catarina, de Franklin Cascaes (17 de outubro), com a presença de Gelci José Coelho (Peninha), e Pensar em não ver: escritos sobre a arte do visível, de Jacques Derrida (24 de outubro), outro clássico da literatura universal que ganha o selo da EdUFSC.

Mais informações e contatos:

Sérgio Medeiros e Fernando Wolff

(48) – 3721-9605 , 3721-9408 , 3721-9686  e  3721-8507

e-mails: fernando@editora.ufsc.br

sergio@editora.ufsc.br

Por Moacir Loth/jornalista na Agecom

Fotos: Dayane Ros/estagiária de Jornalismo na Agecom

Lançamento do livro "O detetive de Florianópolis"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acompanhe matéria da TV UFSC sobre o lançamento:

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“O Detetive de Florianópolis” terá relançamento nesta quarta na UFSC

26/09/2012 10:50

Um bate-papo com a viúva Lúcia Rupp Hamms marca nesta quarta-feira, dia 26, a partir das 16h30min, na Praça da Cidadania (Campus da Trindade), em Florianópolis, o relançamento do clássico O detetive de Florianópolis, de Jair Francisco Hamms. A homenagem faz parte da tradicional Feira de Livros da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), que vai até dia 25 de outubro, oferecendo descontos de 50 a 70 por cento.

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O Detetive de Florianópolis confirma presença na Feira da EdUFSC

20/09/2012 11:30

O evento atrasou um pouco com a greve das universidades, mas a comunidade  não perdeu por esperar. Este ano a tradicional Feira de Livros da EdUFSC, que começa no dia 24 de setembro, às 8h30min, na Praça da Cidadania, em frente ao prédio da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, não será uma iniciativa apenas para valorizar o livro e estimular a leitura. Com destaque para a reedição do clássico da literatura catarinense O detetive de Florianópolis, de Jair Francisco Hamms, a Editora da Universidade Federal promoverá lançamentos e diálogos com autores e visitantes. A feira funcionará de 24 de setembro a 24 de outubro. Nas segundas, terças, quintas e sextas-feiras o atendimento será das 8h30min às 19 horas. As quartas, das 8h30min às 20 horas 30min,  serão reservadas para sessões de autógrafo, conversas e atividades culturais.

Todos os títulos das diversas coleções consolidadas da EdUFSC poderão ser adquiridos com descontos de até 70% do preço de capa. Além das obras locais, regionais e nacionais, publicadas ao longo de 32 anos de existência, oferece clássicos da literatura universal, editados com capricho e criatividade. “Nossos livros, do miolo à capa, estão muito atrativos e impressos com esmero”, garante o diretor executivo Sérgio Luiz Rodrigues. “São títulos fundamentais, de excelentes autores e de interesse universal”, acrescenta o escritor e professor de literatura.

Publicando “livros para ler o mundo”, a feira da EdUFSC também reservou um espaço especial para editoras universitárias de ponta. A Liga das Editoras Universitárias  (LEU) ocupará 175m2 da tenda da feira colocando à disposição dos leitores títulos selecionados das Editoras da USP, Unicamp, UFMG, UnB, UFPA, entre outras. A Feira local, segundo o diretor administrativo e de marketing da EdUFSC, Fernando Wolff, vem enriquecida pela “exitosa participação” na 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo e da recente Feira de Curitiba. “A lição não é tanto vender, mas aprender a arte de lidar com a matéria, o livro”, assinalou, sublinhando, ao mesmo tempo, a importância da “divulgação e da popularização da produção editorial universitária”.

Montada sob uma tenda branca, a feira, na visão de Sérgio Medeiros, desperta o olhar do leitor e chama “a atenção do extraordinário poder que a palavra impressa tem de despertar emoções e levar conhecimentos a todos os leitores”. O melhor exemplo disso é Códices –   os antigos livros do novo mundo, de Miguel León-Portilla, que resgata a memória e a cultura dos povos indígenas da Mesomérica, pioneiramente lançado no Brasil pela EdUFSC, ou ainda Negerplastik (Escultura Negra), de Carl Einstein, que mudou radicalmente a visão sobre a arte dos  povos africanos. Ou, então, Homo Academicus, obra-prima de Pierre Bourdieu, que põe a nu “o poder classificatório e autorregulador dos intelectuais”.

Ao lado dos títulos universais, que contemplam todos os gêneros literários, os leitores são brindados com o fortalecimento e a renovação estética da Coleção  Didática da EdUFSC. “São obras que percorrem todas as áreas do saber, da Matemática à Medicina, da Engenharia à Biologia”, sintetiza Sérgio Medeiros.

A Feira de Livros da EdUFSC, na sua nova edição, ganha vida e conquista movimento. A cada  quarta-feira, portanto, a partir das 16h30min, presenteará os leitores e visitantes com lançamentos e a presença de convidados para um bate-papo.

Será assim, por exemplo, no dia 26 de setembro, a partir das 16h30min, com o relançamento do livro O Detetive de Florianópolis, que contará com a presença da viúva do autor, Lúcia Rupp Hamms. Falecido em janeiro deste ano, Hamms, além de escritor consagrado, foi fundador e ocupou o cargo de secretário geral da UFSC. Escreveu, entre outros, A Cabra Azul, o Vendedor de Maravilhas e Samba no Céu, além de Batuque com tempero, em parceria com Flávio José Cardozo. Os episódios que marcam a carreira do detetive Mané Domingos Tertuliano Tive (D.T.TIVE), com escritório no Centro de Florianópolis, podem matar o leitor de emoção. Vítima de constantes trotes, entre um e outro, descobriu quem colocou a “merda no ventilador”. O leitor, diria o detetive, vai se mijar de tanto rir. Parecem histórias típicas de Mané, porém ampliadas pela lupa bem dotada do autor. Nos contos policiais, nem Rubem Fonseca faria melhor. Aliás, até conseguiria, mas sem a picardia e o humor de Hamms. A novidade, por conta da reedição, é que o detetive vai para o cinema. Fernanda de Conto, capista do livro, transformará em curta-metragem o conto “O detetive de Florianópolis e os dólares de Chapecó”.

O diretor da EdUFSC, Sérgio Medeiros, realça também o lançamento de Cage e a poética do silêncio (Letras Contemporâneas), de Alberto Heller, que, ao lado de Grece Torres e Lilian Nakahodo, autografarão o CD em comemoração ao centenário do compositor e poeta John Cage.

Além de Ecos do porão, de Silveira de Souza (Vol.2), que está na lista no Vestibular da UFSC, a EdUFSC destaca, na feira, obras de interesse coletivo e acadêmico. Sem desmerecer outros, a Feira da EdUFSC não esconde títulos como “Introdução à Engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos”, de Walter Bazzo e Luiz Teixeira; Estatística Aplicada às Ciências Sociais, de Pedro Alberto  Barbetta.

Na linha editorial de “livros para ler o mundo”, a EdUFSC alavancou todos os universos, sempre cumprindo as exigências do criterioso conselho editorial. Exemplos pululam. O diretor Sérgio Medeiros coloca em evidência inúmeros títulos: Últimos sonetos, de Cruz e Sousa; Poemas – Folias do Ornitorrinco e Espelho dos Melodramas, de Rodrigo de Haro; Seis décadas de poesia alemã, de Rosvitha Friesen Blume e Markus J. Weininger. Anatomia Sistêmica: Abordagem direta para o estudante, de Carla Gabrielli e Juliano Córdova Vargas, fecha a série de novidades da Feira da EdUFSC de 2012.

Por Moacir Loth – Jornalista Agecom

Mais informações e contatos:

Sérgio Medeiros e Fernando Wolff

(48) – 3721-9605 , 3721-9408 , 3721-9686  e  3721-8507

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Lançamento do livro "O detetive de Florianópolis"

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Emir Sader lança livro sobre pensamento marxiano

14/09/2012 18:22

Membro da Associação Latino-Americana de Sociologia, Sader tem 35 livros publicados

Em cerimônia realizada nesta sexta-feira, dia 14 de setembro, o sociólogo e cientista político Emir Sader lançou o livro “As armas da crítica: ontologia do pensamento de esquerda”, no Hall da Reitoria da UFSC. Cerca de 70 pessoas acompanharam o discurso do professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP), que apresentou sua obra. A reitora Roselane Neckel recebeu Sader em seu Gabinete antes do evento.

Membro da Associação Latino-Americana de Sociologia, Sader escreveu 35 livros. “As armas da crítica” é o primeiro de três volumes sobre o pensamento marxiano. Ele revelou que a primeira obra é mais simples por se tratar de personalidades clássicas e que os outros livros serão mais complicados por centrar-se em pensadores contemporâneos. O livro conta com textos de Antonio Gramsci, Friedrich Engels, Karl Marx, Leon Trótski, Rosa Luxemburgo e Vladimir Lenin. Os outros volumes da obra ainda não tem data de lançamento.

Por Murici Balbinot / Estagiário de Jornalismo na Agecom

muricibalbinot@gmail.com

Foto: Henrique Almeida / Fotógrafo da Agecom

Assista a reportagem da TV UFSC:

Tags: Emir SaderlivroUFSC

Emir Sader lança livro na UFSC

14/09/2012 14:28

O Laboratório de Sociologia do Trabalho ( LASTRO); o Núcleo de Estudos Sociológicos dos Mercados (NUSMER), o Núcleo de Estudos Sociopolíticos do Sistema Financeiro – (NESFI) e o Núcleo Interdisciplinar em Políticas Públicas ( NIPP) promovem o lançamento do primeiro volume da obra As Armas da Crítica: antologia do pensamento da esquerda, do sociólogo e cientista político Emir Sader. Nesta sexta-feira, 14 de setembro, às 16h, no hall da Reitoria.

Sobre o autor:

Emir Sader é sociólogo e cientista político, autor de 35 livros, professor aposentado da USP, atualmente dirige o Laboratório de Políticas Públicas da UERJ, presidiu a Associação Latino-Americana de Sociologia, é o atual Secretário Executivo do Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales e tem um blog diário e escreve diariamente no Boletim Eletrônico da Carta Maior.

Esta obra é uma antologia que procura reunir alguns dos principais textos ‘clássicos’ do pensamento marxista. ‘As armas da crítica’, organizado por Ivana Jinkings e Emir Sader, traz textos de Karl Marx, Friedrich Engels, Vladimir Lenin, Leon Trotski, Rosa Luxemburgo e Antonio Gramsci. A escolha pelos marxistas para esta coleção se deve ao fato de o marxismo constituir a espinha dorsal das teorias e práticas da esquerda desde que esta se firmou como força política e ideológica ao longo do século XX. Este livro deve inaugurar um projeto planejado para três volumes, divididos entre os autores clássicos, os do chamado marxismo ocidental e os contemporâneos. Abrindo o primeiro volume ‘dos clássicos’ estão escritos dos fundadores do marxismo, Marx e Engels. Seguem-se a eles textos redigidos por teóricos e dirigentes políticos do ciclo revolucionário do fim dos anos 1910 e do momento imediatamente posterior à Primeira Guerra Mundial – Lenin, Trotski, Rosa Luxemburgo e Gramsci. O volume inclui ainda um índice onomástico e indicações bibliográficas para os leitores que quiserem se aprofundar mais nos temas abordados.

 

Tags: Emir SaderlivroUFSC

Professor da UFSC lança livro sobre economia política internacional

11/09/2012 15:02

O professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Jaime Cesar Coelho, lançou na última semana de agosto o livro Economia, poder e influência externa – o Banco Mundial e os anos de ajuste na América Latina, pela editora da Unesp, na coleção Estudos Internacionais. A escolha do tema se deu a partir de uma pesquisa sobre o Banco Mundial (BM) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) que vem sendo desenvolvida pelo autor há 15 anos. A temática diz respeito a um aspecto central da economia política internacional: em que medida o desenvolvimento de um país ou região pode ser determinado por fatores externos, por outros países ou por interesses internacionais. Para trabalhar essa questão, Coelho analisou a atuação do BM durante os anos de ajuste econômico na América Latina, entre 1980 e 2000.

O período de análise foi marcado pela combinação de uma crise fiscal do Estado com a crise da dívida externa e a ascensão das políticas liberais. O livro destaca o papel do Banco Mundial na criação de um programa de reformas econômicas e sociais que tinham como plano comum a liberação comercial, flexibilização do mercado de trabalho, reforma patrimonial e administrativa do Estado (privatizações e enxugamento da máquina pública) e liberalização financeira. Neste aspecto, o BM ajudou a construir um discurso pragmático que serviu de base para a maioria dos governos na América Latina durante aquele período – de Fernando Henrique Cardoso -, passando por Salinas de Gortari, no México, Lozada, na Bolívia, Carlos Andrés Pérez, na Venezuela, Fugimori, no Peru, até Menem, na Argentina. O autor destaca que o papel mais importante do BM não foi na concessão de empréstimos para a reforma, mas como organizador das reformas regionais e como um “agente intelectual” na construção do discurso reformista. O livro é destinado a estudantes e pesquisadores das áreas de Relações Internacionais, Ciências Sociais, Ciências Políticas e Economia.

No momento, o autor tem dois artigos em fase de publicação que abordam a reforma do FMI e do Banco Mundial. Um destes trabalhos acaba de ser lançado em uma coletânea organizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), chamada As Transformações no Sistema Financeiro Internacional, com dois volumes. Os livros tiveram contribuição de diversos pesquisadores nacionais e internacionais e tratam da reforma da arquitetura financeira internacional. O outro artigo, que trabalha a evolução da política de empréstimos do FMI, será publicado na próxima edição da revista Tempo do Mundo. Além disso, Coelho é pesquisador visitante na Universidade da Califórnia, em Santa Barbara, onde está desenvolvendo uma pesquisa que trata do papel do dólar na construção dos Estados Unidos como potência. Este trabalho deve resultar em novo livro a ser lançado no fim de 2013. Jaime Coelho voltará ao Brasil em março do ano que vem.

Jaime Cesar Coelho é professor permanente do Programa de Mestrado em Relações Internacionais na UFSC, colabora com o Programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas de Relações Internacionais (Unesp/Unicamp/PUC-SP), foi pesquisador visitante do IPEA entre 2010 e 2012 e é conselheiro acadêmico do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU), órgão financiado pelo CNPQ.

Mais informações pelo jccoelho@ineu.org.br.

Isadora Ruschel / Estagiária de Jornalismo na Agecom

isadoracastanhel@gmail.com

Tags: Jaime Cesar CoelholivroUFSC

Professores lançam livro sobre inclusão social de pessoas com deficiência visual e auditiva

04/09/2012 16:47

No dia 13 de setembro, às 19h, será lançado o livro “Ambiente Virtual de Aprendizagem Inclusivo” (Editora Pandion), no Centro Integrado de Cultura (CIC). Organizado pelos professores Vania Ribas Ulbricht, Tarcísio Vanzin e Vilma Villarouco, o livro apresenta resultados de pesquisas que vêm sendo desenvolvidas no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para o projeto “Educação Inclusiva: Ambiente Web acessível com Objetos de Aprendizagem para Representação Gráfica”, com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O livro, subsidiado pela Capes, aborda o tema da inclusão social de pessoas na educação formal conduzida através das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), especialmente baseadas na web, mas com foco centrado na deficiência visual e auditiva. A relevância do tema abordado está apoiada na população de cegos e surdos identificada nos resultados preliminares do censo demográfico IBGE 2010 (publicados em novembro de 2011), que afirma que existem no Brasil 35,8 milhões de pessoas com deficiência visual e 9,7 milhões com deficiência auditiva.

Os dez capítulos que compõem o livro estão dispostos segundo temas de pesquisa que apresentam consistência acadêmica. Os temas abordados são: educação inclusiva, acesso ao conhecimento por meio de narrativas hipermidiáticas, comunicação com o aluno surdo, como os cegos aprendem, audiodescrição, acessibilidade digital, entre outros . O intuito da obra é ampliar as reflexões e possibilitar articulações que levem a efetivas ações de inclusão digital, tecnológica e social.

Serviço: Coquetel de lançamento do livro Ambiente Virtual de Aprendizagem Inclusivo

Dia: Quinta-feira 13/09

Hora: 19h

Local: Centro Integrado de Cultura – CIC – Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis/SC

Informações: facebook/editorapandion | editorapandion@editorapandion.com.br | 48 9914-2555

Mariana Lapolli – 48 9914-2555
Assessoria de imprensa – Editora Pandion
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INCoD lança manual para medição de software

26/06/2012 11:36

O Grupo de Qualidade de Software (GQS) do Instituto Nacional de Convergência Digital (INCoD) da UFSC lançou, na última semana, o livro Medição de Software – Guia Prático, pela Editora Bookess. Além de especialistas que queiram ampliar suas experiências, o livro também poderá ser utilizado por pessoas inexperientes em busca de conhecimento básico, pois mostra sistematicamente como coletar, analisar e interpretar dados para a monitoração de projetos.

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Tags: GQSincodlivroMedição de SoftwareUFSC

Workshop mostra potenciais e perspectivas do livro digital

10/05/2012 10:16

Palestra sobre livro digital na FapeuPalestras de grande interesse para bibliotecários, estudantes e leitores em geral fizeram parte do workshop “Entenda o Livro Digital e o seu Mercado”, realizado nesta quarta-feira, dia 9, no auditório da Fapeu, no campus da UFSC. A promoção foi da Biblioteca Universitária e a programação foi elaborada e executada pela Springer, segunda maior editora de publicações acadêmicas do setor de STM (ciência, tecnologia e medicina) e a maior editora de livros STM do mundo.
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Ex-aluno da UFSC lança livro sobre dança de salão

26/04/2012 09:02

O livro “Baila Floripa – No Cenário da Dança de Salão Brasileira”, de Alexandre Melo, formado em Educação Física pela UFSC, será lançado neste sábado (28), às 20 horas, no piso G2 do Majestic Palace Hotel, antecedendo o baile de abertura da XI Mostra de Dança de Salão de Florianópolis – Baila Floripa 2012. A edição independente traz parte da história do evento criado em 2002 com o intuito de oferecer espaço para os artistas locais apresentarem seus trabalhos e que, agora, recebe dançarinos de todo o País e exterior.

Professor de dança de salão desde 1990, Alexandre é um dos 23 fundadores da Associação Catarinense de Dança de Salão (Acads), entidade instituída em 2000 e da qual foi o primeiro presidente, permanecendo por três gestões consecutivas, de 2002 até 2006. “Havia necessidade de ampliar a divulgação da dança de salão em Santa Catarina. Com o Baila Floripa, que veio logo depois, atingimos o grande público. Estima-se que, na época, havia cerca de seis escolas na Grande Florianópolis. Hoje, são 12 ou 15”, lembra Melo.

Do erudito ao popular

As fontes da pesquisa também tiveram origem acadêmica. Para nortear a tarefa, o autor partiu da leitura de dois artigos: um, dele próprio, sobre a democratização da dança, escrito no curso de pós-graduação em ciências políticas e gestão, e outro assinado pelo também educador físico e professor Ricardo Vasques, seu colega em Florianópolis, que apresentou o texto na pós-graduação em dança de salão pela Faculdade Metropolitana de Curitiba (Famec), Com base nisso, ele explica todo o processo para operacionalizar o Baila Floripa e a sua pretensão social.

Sobre o ingresso de Santa Catarina no ensino qualificado e profissional da dança de salão, há quase 25 anos, Alexandre considera que “entramos pela porta da frente. Tínhamos juntos o meio científico da Universidade, o apoio da imprensa, o interesse da alta sociedade e um ritmo explodindo na mídia”. Este conjunto de fatores levou muitos universitários às escolas de dança, bem como as pessoas que a praticavam nos bailes de outrora, nas décadas de 1940, 50 e 60. O que se constata hoje é uma inversão: grande parte dos alunos são jovens, até mesmo adolescentes, muitos com desejo de se profissionalizar nesta arte.

Alexandre Melo, 46 anos, nasceu em Jaguaruna, Sul do Estado, de onde saiu em 1988 para estudar Educação Física na UFSC.  No ano seguinte iniciou os estudos na dança de salão com o professor Silvio Luna, carioca então radicado em Florianópolis, ocasião em que conheceu a mulher, hoje também professora, Rosita Gevaerd Lino. Em 1990, passou a dar aulas de diversos ritmos, ao mesmo tempo em que frequentava cursos de
aperfeiçoamento. É palestrante sobre o tema e já participou de diversas bancas de seleção e avaliação de dançarinos de salão. Pós-graduado em ciências políticas e gestão pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali), é funcionário da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. Presidiu a Associação Catarinense de Dança de Salão (Acads) entre 2002 e 2006 e coordenou as cinco primeiras edições do Baila Floripa.

Serviço
O quê: Lançamento do livro “Baila Floripa – No Cenário da Dança de Salão Brasileira”, de Alexandre Melo.

Quando: 28 de abril, das 20h00 às 22h00.

Onde: piso G2 do Majestic Palace Hotel. Avenida Jornalista Rubens de Arruda Ramos (Beira-Mar Norte), nº 2.746, Centro.

Quanto: preço do exemplar: R$ 25,00.

Observação: até às 22 horas,, somente para convidados. A partir deste horário, os exemplares estarão disponíveis na secretaria do evento, onde haverá os bailes de confraternização e os workshops. De 29 de abril a 1° abril, a compra pode ser feita das 12h30 às 18h30 e depois das 22h00.

Informações: Marcos Reichardt Cardoso, (48) 9972-0991, marcosreichardtcardoso@yahoo.com.br.

Ex-aluno da UFSC lança livro sobre dança de salão

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Livro que fala da administração patrimonial foi lançado na Reitoria

05/04/2012 10:21

Num concorrido coquetel, o professor José Francisco Bernardes lançou dia 30, na ante-sala da Reitoria da UFSC, o livro “Administração patrimonial”, editado pela Imprensa Universitária. O evento foi prestigiado por colegas e por servidores de vários setores da Universidade. Na obra, ele publica os resultados de sua tese de doutorado sobre o tema e das pesquisas que fez visando à unificação dos setores de patrimônios das instituições públicas federais, assunto que também abordou no livro anterior, “Gestão patrimonial: materiais permanentes e bens móveis”, de 2008.

Na abordagem do tema, Bernardes volta a enfocar, com mais profundidade, as estratégias de gestão patrimonial, tentando suprir as lacunas que a literatura especializada ainda apresenta. Ele diz que as organizações despendem elevados recursos financeiros na aquisição de bens móveis e imóveis, para fornecer serviços ou realizar projetos e pesquisas, mas a gestão de controle patrimonial continua sendo vista como um serviço meio.

“As inovações nos setores de patrimônio públicos e privados acontecem lentamente e identifica-se pouca literatura a respeito da temática”, afirma o autor na introdução do livro. Além de suprir essa demanda, ele quis, coma obra, apresentar detalhes técnicos que podem ajudar aos gestores no desenvolvimento de estratégias e políticas de controle patrimonial em suas organizações.

“Administração patrimonial” contém conceitos e definições acerca do tema patrimônio e se detém em aspectos como gestão do conhecimento, procedimentos metodológicos de pesquisa, análise de dados e resultados em cases como a UFSC e o Tribunal de Justiça Federal de Santa Catarina. Também traz diretrizes e modelos que podem nortear a administração patrimonial nas instituições e uma série de apêndices que servem de suporte para os conteúdos apresentados ao longo da obra.

Na conclusão, ao falar do modelo de comunicação, em especial no âmbito do serviço público, Bernardes constata que “a área de administração patrimonial carece de dados e informações institucionais atualizados” e que “a divulgação das leis, normas e regulamentos não acontece por toda a instituição”. Assim, “na hora da execução das tarefas e rotinas patrimoniais não existe um entendimento claro de como as coisas deveriam acontecer”.

José Francisco Bernardes é graduado em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Santa Catarina, fez especialização em Gestão de Pessoas nas Organizações, mestrado em Administração e doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento, sempre na UFSC. Desde 1979 é servidor técnico-administrativo na Universidade, onde também atuou como professor colaborador/voluntário em disciplinas ligadas às áreas de administração e recursos humanos. Suas linhas de pesquisa são administração, gestão do conhecimento, gestão de pessoas, gestão universitária, sistemas de informação e empreendedorismo, entre outras.

Por Paulo Clóvis Schmitz/jornalista na Agecom

Tags: administraçãogestãolivroUFSC

Livro sobre administração patrimonial nas instituições públicas será lançado hoje

30/03/2012 11:35
José Bernardes lança livro sobre administração patrimonial

Bernardes: tentando suprir lacunas

O professor José Francisco Bernardes lança hoje, 30, às 15 horas, no Hall da Reitoria da UFSC, o livro “Administração Patrimonial”. Na obra, ele publica os resultados de sua tese de doutorado sobre o tema e das pesquisas que fez visando à unificação dos setores de patrimônios das instituições públicas federais, assunto que também abordou no livro anterior, “Gestão patrimonial: materiais permanentes e bens móveis”, de 2008. O presente volume foi editado pela Imprensa Universitária da UFSC.

Na abordagem do tema, Bernardes volta a enfocar, com mais profundidade, as estratégias de gestão patrimonial, tentando suprir as lacunas que a literatura especializada ainda apresenta. Ele diz que as organizações despendem elevados recursos financeiros na aquisição de bens móveis e imóveis, para fornecer serviços ou realizar projetos e pesquisas, mas a gestão de controle patrimonial continua sendo vista como um serviço meio.

“As inovações nos setores de patrimônio públicos e privados acontecem lentamente e identifica-se pouca literatura a respeito da temática”, afirma o autor na introdução do livro. Além de suprir essa demanda, ele quis, com a obra, apresentar detalhes técnicos que podem ajudar aos gestores no desenvolvimento de estratégias e políticas de controle patrimonial em suas organizações.

“Administração Patrimonial” contém conceitos e definições acerca do tema patrimônio e se detém em aspectos como gestão do conhecimento, procedimentos metodológicos de pesquisa, análise de dados e resultados em cases como a UFSC e o Tribunal de Justiça Federal de Santa Catarina. Também traz diretrizes e modelos que podem nortear a administração patrimonial nas instituições e uma série de apêndices que servem de suporte para os conteúdos apresentados ao longo da obra.

Na conclusão, ao falar do modelo de comunicação, em especial no âmbito do serviço público, Bernardes constata que “a área de administração patrimonial carece de dados e informações institucionais atualizados” e que “a divulgação das leis, normas e regulamentos não acontece por toda a instituição”. Assim, “na hora da execução das tarefas e rotinas patrimoniais não existe um entendimento claro de como as coisas deveriam acontecer”.

José Francisco Bernardes é graduado em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Santa Catarina, fez especialização em Gestão de Pessoas nas Organizações, mestrado em Administração e doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento, sempre na UFSC. Desde 1979 é servidor técnico-administrativo na Universidade, onde também atuou como professor colaborador/voluntário em disciplinas ligadas às áreas de administração e recursos humanos. Suas linhas de pesquisa são administração, gestão do conhecimento, gestão de pessoas, gestão universitária, sistemas de informação e empreendedorismo, entre outras.

Mais informações podem ser obtidas com o professor José Bernardes pelos fones 3721-8321 e 9962-0584 e pelo e-mail joseber@reitoria.ufsc.br.

Por Paulo Clóvis Schmitz/ Jornalista na Agecom
Foto: Wagner Behr/ Agecom

 

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Silveira de Souza atrai vestibulandos na Feira do Livro

22/03/2012 09:57

Autor de Ecos no Porão II vai conversar com estudantes de ensino médio durante a Feira de Livros da Editora da UFSC. Lincoln Frias, autor de obra sobre a ética no uso de células-tronco também participa na próxima quarta (28) da Tarde de Encontro com Leitores.

Dois autores vão participar, na quarta-feira (28), da próxima Tarde de Encontro com Autores da Feira de Livros da Editora da UFSC, na Praça da Cidadania. Um deles é o consagradoescritor catarinense Silveira de Souza, autor do livro de contos Ecos no Porão 2, publicado pela Editora da UFSC  no ano passado e selecionado para o Vestibular da UFSC 2013. O outro é Lincoln Frias, que virá de Minas Gerais para conversar sobre o livro A ética no uso e na seleção de embriões, vencedor do Grande Prêmio Melhor Tese da UFMG 2011, que discute questões polêmicas na área da Bioética. Os encontros começam às 17 horas, na Tenda dos Autores, junto à Feira, e encerram às 19 horas com uma apresentação musical do Duo arirambacom Adriana Cardoso (voz) e Trovão Rocha (contrabaixo).
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Professores da UFSC lançam livro de Física com enfoque no desenvolvimento sustentável

02/03/2012 10:40

A Base Editorial lança em Florianópolis, nesta terça-feira, 6 de março,  o livro paradidático A Física e o desenvolvimento sustentável, de autoria dos professores Fernando Cabral e Alexandre Lago, ambos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).  O livro mostra como o conhecimento da Física está presente nas situações mais simples do dia a dia das pessoas, como na conservação dos alimentos, nas comunicações, nos meios de transporte, na medicina e nos esportes.

Os autores apresentam dezenas de exemplos envolvendo conceitos de Física com questões ambientais, como a relação entre deslizamentos de terra e leis de Newton,  o atrito e a contaminação de recursos hídricos, a nanotecnologia e partículas bactericidas entre outras.

Fernando Cabral e Alexandre Lago explicam que a maneira como usamos o conhecimento científico e tecnológico tem um impacto muito grande no meio ambiente, e vai determinar como será a condição de vida na Terra no futuro.  Por isso, segundo eles, o conhecimento das ciências básicas, como a Química, a Física e a Biologia, é muito importante para que possamos tomar decisões sobre qual tipo de tecnologia queremos utilizar no nosso dia a dia, de modo a preservar o equilíbrio do meio ambiente e proporcionar um desenvolvimento sustentável.

Os autores esperam, com o livro, despertar a vocação científica dos jovens para que cada vez mais tenhamos cidadãos conscientes das suas responsabilidades em relação ao meio ambiente. “A Física e o desenvolvimento sustentável” é um complemento para as aulas dos anos finais do ensino fundamental e do médio, e destina-se também ao leitor em geral.

Fernando Cabral e Alexandre Lago são professores do curso de Engenharia de Materiais da UFSC e autores de coleções de livros didáticos de Física para o ensino médio.

Serviço:

A Física e o desenvolvimento sustentável

Autores: Fernando Cabral e Alexandre Lago.

Lançamento: 6 de março de 2012

Horário: 19h30.

Local: Livraria Saraiva – Shopping Iguatemi

Av. Madre Benvenuta, 687.

Santa Mônica – Florianópolis – SC

Tel.: (48) 3234-0164

Professor Fernando Cabral —Fone 48 – 9164-4419

cabral@emc.ufsc.br

 

Fonte:  Jornalista Walter Schmidt/Assessoria de Imprensa/Base Editorial/ fone (41) 3264-4114.

e-mail: assessoriaimprensa@baseeditora.com.br

www.baseeditora.com.br

Lançamento do livro "A Física e o desenvolvimento sustentável

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Jornalista formado pela UFSC lança livro sobre o músico Patápio Silva

07/02/2012 18:06

No dia 8 de fevereiro será lançado o livro “Patápio Silva, o Sopro da Arte”, de Maurício Oliveira, que retrata a história deste músico que é considerado um dos maiores flautistas brasileiros de todos os tempos. O livro é resultado de dois anos de pesquisa do autor, que é jornalista formado pela UFSC e defendeu sua dissertação sobre este mesmo tema no mestrado do Programa de Pós-Graduação em História da universidade. O lançamento acontece às 19h na Via Cappella Forneria, Avenida Campeche, 1489, bairro Campeche, em Florianópolis.

Nascido em Itaocara (RJ) e criado em Cataguases (MG), Patápio Silva (1880-1907) viveu apenas 26 anos e se sobressaiu como aluno do prestigioso Instituto Nacional de Música, atual Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tornou-se um concertista habituado a receber aplausos consagradores onde quer que se apresentasse, incluindo os palcos mais sofisticados do país.

Patápio obteve grande reconhecimento não apenas como instrumentista, mas também como compositor – várias de suas peças são executadas com frequência até hoje. Sua importância para a história da música brasileira se amplia pelo fato de ele ter sido um dos pioneiros da indústria fonográfica nacional, tornando-se o primeiro instrumentista solo a realizar gravações no país.

A morte precoce e misteriosa em Florianópolis, durante uma excursão pelo Sul do País, só fez reforçar o mito do menino pobre e mestiço que saiu do interior para brilhar no Rio de Janeiro, capital e centro cultural do país à época.  Em uma sociedade recém-saída da escravidão e fortemente marcada pelo preconceito racial, como um flautista mulato conseguiu encontrar brechas para sua ascensão social? De que forma enfrentou as situações em que o preconceito se manifestou, aberta ou veladamente? Havia um grande número de músicos mulatos e negros dedicados à música popular na época. O diferencial de Patápio foi ter transitado com sucesso – e não apenas como instrumentista, mas também como compositor – pela seara da música erudita, típico produto da sofisticação europeia. Como ele conseguiu chegar lá é a fascinante história contada no livro.

Maurício deparou-se pela primeira vez com o curioso nome Patápio em 1998, quando folheava jornais antigos na Biblioteca Pública de Santa Catarina. Procurava por outros temas, mas não pôde ignorar as manchetes sobre a morte de um famoso flautista na pequena Florianópolis de 1907. Ao voltar no tempo como só os jornais permitem fazer, Maurício constatou o quanto a capital catarinense aguardava com ansiedade a apresentação de Patápio. Escreveu então a sua primeira reportagem sobre a trajetória do flautista e guardou a ideia de investigá-la a fundo em algum momento do futuro.

A oportunidade chegaria em 2006, com o ingresso no mestrado em História Cultural da Universidade Federal de Santa Catarina. O livro é resultado de dois anos de pesquisas, realizadas em quatro diferentes estados brasileiros, que resgatam uma das mais importantes figuras da música brasileira no início do século XX e reconstitui passagens marcantes de sua biografia – os anos de estudo no Instituto Nacional de Música, o inusitado caso da “flauta encantada” e a história de amor que pode tê-lo levado à morte. Mais do que um músico talentoso, Patápio foi um típico herói brasileiro, ao mesmo tempo agente e vítima das profundas transformações pelas quais o Brasil passou na virada do século XIX para o século XX.

O autor

Formado em jornalismo pela UFSC, com mestrado em História Cultural no PGHST-UFSC, Maurício Oliveira, 39 anos, é carioca radicado em Florianópolis. Foi repórter dos jornais O Estado, A Notícia e da revista Empreendedor, em Santa Catarina, da Gazeta Mercantil e da revista Veja, em São Paulo. Atuando desde 2003 como freelancer, tem colaborado com regularidade para veículos como Exame, Superinteressante, O Estado de São Paulo e Valor Econômico, além de prestar serviços para agências de publicidade e editoras. Publicou os livros Chacina em Anhatomirim (Terceiro Milênio, 1995), Ponte Hercílio Luz – Tragédia Anunciada (Insular, 1996, 2a ed. 2011), Na Mira dos Headhunters (Campus, 2001), História da Educação em Santa Catarina (Letras Brasileiras, 2010) e Manual do Frila (Contexto, 2010). Amores Proibidos na História do Brasil também será lançado em fevereiro, pela Editora Contexto.
Patápio Silva, o Sopro da Arte
Livro de Maurício Oliveira
(Editora Insular, 192 pgs, R$ 40)
www.insular.com.br
Fonte: Assessoria de imprensa da editora.

Tags: histórialivromúsicapós-graduaçãoUFSC

Livro sobre história da enfermagem em SC será lançado nesta quarta-feira

22/11/2011 18:55

Será lançado no dia 23, às 17h30min na Assembleia Legislativa de SC o livro Enfermagem em Santa Catarina, Recortes de uma História (1900-2011), organizado pelas professoras Miriam Susskind Borenstein e Maria Itayra Padilha. O livro foi produzido pelo Grupo do Estudos de História do Conhecimento da Enfermagem e Saúde (GEHCES), que existe desde 1995 e está ligado ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN) da UFSC.
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Ex-aluno da UFSC lança livro

17/11/2011 12:06

Alexandre Eicke Liberato, graduado em direito pela UFSC, lançou no dia 16 de novembro o livro “Você tem medo de que? O direito ao sigilo e a requisição de meros dados cadastrais”. A cerimônia aconteceu na Superintendência da Polícia Federal em Santa Catarina, Rua Paschoal Apóstolo Pítsica,  4744 – Florianópolis.

No livro o autor frisa que o Estado, por meio de instrumentos legais, dotou suas autoridades investigantes, como as Comissões Parlamentares de Inquérito, as autoridades fiscais, o Ministério Público e as autoridades policiais, de algumas prerrogativas, a serem exercidas no âmbito de seus procedimentos administrativos. Entre estas prerrogativas se destaca o poder
de requisitar, de forma direta, meras informações cadastrais, sustenta Alexandre.

Para maiores informações:
http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLivro=656&idProduto=677 / liberato.ael@gmail.com

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Lançamento do livro “Crítica à razão acadêmica – Reflexão sobre a Universidade Contemporânea”

19/10/2011 18:05

Nesta quinta-feira, 20 de outubro, às 19 horas, no saguão da Biblioteca Central Universitária (BU/UFSC), será lançado o livro “Crítica à razão acadêmica – Reflexão sobre a Universidade Contemporânea”. Publicado pela Editora Insular, a obra – organizada pelos professores Waldir Rampinelli e Nildo Ouriques – reúne textos de estudiosos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), da Universidade de São Paulo (USP) e da Ohio State University, dos Estados Unidos. Nos artigos, ensaios e uma entrevista, oito autores pensam as debilidades e alguma nobreza da universidade contemporânea, com o propósito de indagar e desvendar, principalmente, a história de cinco décadas da Universidade Federal de Santa Catarina.

A comemoração dos 50 anos de existência da universidade catarinense, completados em 2010, foi um dos acontecimentos que motivou os organizadores a buscarem outros autores com os quais dividirem reflexões sobre a universidade contemporânea. Porque, conforme enfatiza Rampinelli, a celebração da vida de uma instituição precisa ir além de festas, condecorações e publicação de um livro de caráter oficial, atividades que marcaram os festejos do cinquentenário da UFSC.

O livro, explicam os organizadores, “analisa e desvenda forças claras e ocultas que atuam na universidade contemporânea, algumas delas na UFSC, ao longo de seus 50 anos, como a oligarquia, a maçonaria e o mercado”. Os autores de “Crítica à razão acadêmica”, todos com atividade intelectual e militante na universidade, extraem, de suas análises, reflexões críticas sobre temas como o das fundações privadas, que minam o espaço público, e o das difíceis relações entre os trabalhadores em educação na universidade (técnicos e docentes). Percorrem também, nos textos, caminhos dos movimentos organizados, especialmente na UFSC, e denunciam os vícios dos processos eleitorais para a reitoria ao longo da história da instituição catarinense. Revelam, ainda, um tanto de servidão voluntária nas relações com o poder, bem como a submissão de “acadêmicos” às chamadas “revistas internacionais”, publicações a serviço de políticas científicas e econômicas “bem nacionais” de países europeus e dos Estados Unidos.

Além dos ensaios de Nildo Ouriques e Waldir Rampinelli, o livro traz textos de Célio Espíndola, Elaine Tavares, Fábio Lopes da Silva, Marli Auras (todos da UFSC) e Ciro Teixeira Correia (da USP). O único estrangeiro entre os autores é o estadunidense Frank Donoghue, que contribui com reflexões sobre as mudanças no mundo universitário dos Estados Unidos. O livro inclui, ainda, uma entrevista com Maurício Tragtenberg, intelectual crítico que percebeu precocemente o surgimento de uma séria ameaça à vida universitária, à qual ele se refere como “delinquência acadêmica”.

“A atitude complacente que atualmente domina o campus e que marca a carreira da grande maioria dos professores é nociva para a construção de uma universidade vital para o Brasil e a América Latina”, escrevem os organizadores. “Este livro pretende ser uma contribuição para que as possibilidades abertas pela crise global não se frustrem e possibilitem um despertar no campus universitário, este mesmo despertar cujas vozes vindas das ruas já se podem ouvir.”

Outras informações com Waldir Rampinelli ((8823-1373), Nildo Ouriques (9931-2930) e no IELA (3721- 4938 e 3721-6483).

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Livro traz olhar crítico sobre a universidade

19/10/2011 09:16

Oito autores pensam – em artigos, ensaios e uma entrevista – as debilidades e alguma nobreza da universidade contemporânea, com o propósito de indagar e desvendar, principalmente, a história de cinco décadas da Universidade Federal de Santa Catarina. Não limitam seus olhares apenas à UFSC, pois, ao focalizá-la, em suas análises, no livro “Crítica à razão acadêmica – Reflexão sobre a Universidade Contemporânea”,   percorrem um caminho que traz matizes da história mais ampla da sociedade, do ambiente político, econômico e cultural em que os fatos sucederam e se inscrevem na atualidade da cidade, do Estado, do Brasil e do mundo. Publicada pela Editora Insular, a obra reúne textos de estudiosos da UFSC, da Universidade de São Paulo (USP) e da Ohio State University, dos Estados Unidos. O lançamento está marcado para o dia 20 de outubro, às 19 horas, no saguão da Biblioteca Central Universitária (BU/UFSC).
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