Universidade terá eventos para marcar a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

04/10/2021 17:33

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promoverá dois eventos para marcar a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que acontece de 2 a 8 de outubro de 2021. Na quarta-feira, 6 de outubro, às 17h, haverá o lançamento externo do Portal de Ofertas e Demandas da UFSC, no canal da TV UFSC no YouTube. E na sexta-feira, dia 8, às 17h, ocorrerá uma solenidade virtual com as pesquisadoras vencedoras do prêmio Mulheres na Ciência, com participação do reitor Ubaldo Cesar Balthazar e transmissão pelo canal da TV UFSC no YouTube.

O tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2021 é “A transversalidade da ciência, tecnologia e inovações para o planeta” e está relacionado aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) estipulados pelas Nações Unidas. A Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) planeja realizar outras atividades do evento no primeiro semestre de 2022, com o foco na popularização da ciência entre os estudantes universitários, do ensino médio e fundamental.

O Portal de Ofertas e Demandas da UFSC é uma ferramenta para potencializar a interação da Universidade com a comunidade. Empresas, profissionais e instituições podem cadastrar no portal as suas demandas por serviços, enquanto servidores e até alunos da UFSC podem anunciar suas ofertas, tais como prestação de serviços de laboratórios, assessoria e consultoria e treinamentos.

O prêmio Mulheres na Ciência é uma iniciativa da Propesq com o objetivo de dar visibilidade e homenagear mulheres cientistas e incentivar a participação feminina de forma igualitária na pesquisa acadêmica.

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) tem o objetivo de promover a popularização da ciência e da tecnologia por meio de eventos de divulgação científica. A coordenação nacional da SNCT é realizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia Inovações e Comunicações (MCTIC) e na UFSC, a SNCT é articulada pela Pró-Reitoria de Pesquisa.

 

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Reitor lembra legado de Cancellier no aniversário de quatro anos de sua morte

02/10/2021 07:55

O reitor Cancellier, no dia de sua posse, em maio de 2016. (Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC)

Este sábado, 2 de outubro, marca o quarto aniversário do falecimento do ex-reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, falecido em 2017, durante o seu mandato. A data foi lembrada pelo reitor Ubaldo Cesar Balthazar, que lembrou as qualidades do amigo “Cau”, que por muitos anos foi também seu colega de Departamento na UFSC.

“O tempo passa, mas a saudade fica. E também o legado que ele deixou, a gestão que ele criou e que demos continuidade. Estamos prestes a fechar o ciclo desta reitoria, e me lembro de como o Cau comemorou essa conquista, o quanto ele estava empolgado após um ano de gestão. Sua partida nos deixou com uma tristeza institucional, que precisou virar ação. A Universidade se mobilizou, realizou eleições, eu fui eleito e assumi o compromisso de dar continuidade à visão do meu amigo Cau, com praticamente a mesma equipe que ele escolheu em 2016. E aqui estamos, chegando a quatro anos de sua ausência física, mas sentindo sua presença entre nós. Seu propósito de busca por justiça, por uma Universidade que pode fazer mais por seus estudantes, professores e técnicos também tem sido o nosso, já há quatro anos desde que ele nos deixou”, disse o reitor.

“Se pudesse novamente encontrá-lo, diria que a UFSC continua valente, e que sente a sua falta. Toda a minha solidariedade, em nome da comunidade acadêmica à família do Cau neste dia de luto”, finalizou o reitor.
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UFSC tem 165 pesquisadores entre os mais influentes da América Latina, aponta ranking internacional

01/10/2021 14:48

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) tem 165 pesquisadores entre os mais influentes da América Latina, segundo o ranking AD Scientific Index 2021. A UFSC aparece na 10ª posição entre 453 instituições de ensino superior latino-americanas e é a quinta colocada entre as federais brasileiras, atrás da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Nove entre os dez primeiros lugares no ranking da América Latina são ocupados por instituições brasileiras. A Universidade de São Paulo (USP) ocupa o topo da lista, com 2.134 pesquisadores, seguida pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) e pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 572 e 556, respectivamente.

O levantamento considera os 10 mil principais cientistas latino-americanos. O ranking é uma classificação que apresenta a produtividade total e dos últimos cinco anos dos pesquisadores, conforme sistema de pontuação e número de citações no Google Acadêmico. Apenas autores que têm perfil público e e-mail institucional cadastrado são passíveis de ranqueamento. O uso do Google Acadêmico como ferramenta exclusiva para classificação e a cobrança de pagamentos pela atualização e correção de dados são fatores presentes neste ranking, e têm sido utilizados por outros rankings científicos, apesar de receberem críticas de especialistas.

Destaque entre os BRICS

Já no ranking dos 10 mil principais cientistas dos países membros do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), a UFSC está na 24ª posição entre 1.033 instituições de ensino ranqueadas. A Universidade aparece no AD Scientific Index com 72 pesquisadores, com base nos mesmos parâmetros de classificação.

Entre os Brics, o Brasil aparece figura na segunda colocação, com 3.192 cientistas, atrás somente da China, com 3.908. Em seguida, estão na lista: Índia (2.023), África do Sul (522) e Rússia (355).

> Confira a lista completa dos destaques da América Latina
> Veja o ranking dos cientistas entre os países do BRICS

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Uma ave inédita e muita riqueza: conheça a fauna do Distrito do Saí que deve ser protegida por Refúgio de Vida Silvestre

30/09/2021 10:00

Ave bordada com bico robusto, segundo o Wiki Aves, é o significado para a nomenclatura científica do Pachyramphus marginatus, ou apenas “Caneleiro-Bordado”. O pequeno animal, que mede até 14 cm e pesa não mais que 18 gramas, tinha sua distribuição registrada desde Pernambuco até o Paraná, mas em dezembro de 2019 foi visto pela primeira vez ainda mais ao Sul, especificamente na região do Distrito do Saí.

Os ornitólogos que o reconheceram são da equipe da Universidade Federal de Santa Catarina responsável pelo levantamento socioambiental para a criação de uma unidade de conservação em São Francisco do Sul, litoral Norte de Santa Catarina. Primeiro, a equipe identificou o macho. Alguns meses depois, uma fêmea também foi vista pela primeira vez, consolidando a hipótese de que a floresta tem muito a apresentar, inclusive em termos de turismo ecológico.

Caneleiro bordado no Distrito do Saí

De acordo com o professor Guilherme Renzo Rocha Brito, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC, esses primeiros registros estendem a espécie por cerca de 40 km ao sul de sua área de distribuição conhecida, e embora não seja possível afirmar com toda certeza se outros exemplares já haviam voado mais ao Sul, trata-se de um dado relevante para a compreensão da avifauna do Saí. A equipe identificou pelo menos 252 espécies diferentes na região, de 59 famílias – dados que a elevam como uma das regiões mais ricas do estado.

“É uma das áreas mais ricas de aves da Mata Atlântica do Estado. Dali para baixo começa a diminuir um pouco, por questões climáticas, por conta do frio. Em termos comparativos, é possível que haja números semelhantes nas matas de araucárias, mas desconfio que não chegue muito perto da riqueza que encontramos ali”, explica.

O professor conta que aves são animais de ambientes muito específicos, ou seja, de acordo com o tipo de ambiente é possível encontrar uma comunidade que se adequa somente aquela região. “Num manguezal, por exemplo, você encontra aves que estão somente nesse ambiente. Já nas florestas vai encontrar uma comunidade um pouco diferente. Mas no caso do Distrito do Saí, naquela região há um mosaico de vários tipos”, comenta. Cercada por baía, manguezais, florestas e morros, a área tem pássaros de cores, tipos e padrões diferentes – um registro de biodiversidade e da urgência de conservação.”Pouco mais acima, na divisa do Paraná e de São Paulo, por exemplo, vai haver uma riqueza um pouco maior por ser um núcleo maior de florestas. O que vemos no Saí é um potencial bastante interessante”.

Como as aves são bastante sensíveis a alterações no seu ambiente e muito dependentes de habitat florestal, a riqueza na área também é um indicativo de que as florestas da região do Distrito do Saí sustentam uma comunidade relativamente saudável, inclusive com alto número de endemismos e espécies raras e ameaçadas. Além do Caneleiro-Bordado, a equipe identificou também espécies como o Jaó-do-Sul, da família dos macucos, um animal relativamente grande, que parece uma galinha e é muito caçado, buscado para servir de alimento. Um Curió de vida livre também foi identificado, uma espécie mais rara muito procurada por gaioleiros no passado só encontrada em áreas de vida selvagem preservada e pouco perturbada.

Curió Sporophila é ameaçado de extinção

“O recado é que é uma comunidade muito complexa, com muitos agentes e muitos exemplos. E quanto mais complexa a comunidade, mais complexas são as interações, pois para sustentar uma comunidade dessas é preciso um ambiente muito saudável, com muitos recursos. Mais de 50% dessas aves são insetívoras, por exemplo, dependentes de insetos”, ilustra.

Um desdobramento efetivo dessa análise sobre a avifauna foi bastante comentado junto à comunidade do Distrito do Saí, já que essa característica pode levar à criação de projetos turísticos relacionados à observação de pássaros. “O Distrito do Saí é uma das únicas áreas no estado de Santa Catarina com a possibilidade de observação e registro de muitas espécies. Essa beleza cênica fomenta o turismo de natureza”, indica o relatório da UFSC. “A recepção da comunidade quanto a essa possibilidade foi muito boa. Proprietários de pousada, por exemplo, ficaram empolgados com essa questão, pois apareceu como um novo potencial”, reforça o professor.

Exemplo de biodiversidade
A região, segundo o levantamento de fauna, tem uma importância ecológica inegável. De acordo com o professor Selvino Neckel de Oliveira, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC, que coordenou o estudo, o primeiro passo para a conservação é o conhecimento da área e do que ela tem de biodiversidade, pois assim é possível avaliar cada espécie e suas características determinadas. “A partir desse dado você consegue ter uma dimensão do estado de conservação, por exemplo, se você está diante de uma espécie que tem distribuição restrita naquela área ou se ela nunca foi registrada naquele ambiente”.

Piaya cayana

 

No caso da Mata Atlântica, que foi reduzida a cerca de 7% do que ela já foi originalmente no passado, sua posterior recuperação ocasionou uma paisagem com habitats fragmentados, ou seja, manchas de áreas florestais separadas por cidades ou sistemas agrícolas que isolaram determinadas espécies que, como consequência, podem ser extintas. “Num contexto de fragmentação, mesmo as espécies que conseguem permanecer se tornam inviáveis, pois as populações vão diminuindo, já que não há troca de material genético entre as populações”, explica.

 

Haematopus palliatus

 

Oliveira explica que é necessário estudar o ambiente, saber o que ele dispõe e avaliar o seu estado de conservação. “Nosso levantamento de fauna mostrou que o Distrito do Saí é um dos lugares mais ricos de espécies da nossa Mata Atlântica, com uma quantidade de espécies muito alta, comparado à unidade de área”, pontua.”E por que esse ambiente é rico? Porque a parte Norte de Santa Catarina é uma região de conexão de fauna e flora que vem do Sudeste/Nordeste brasileiro e da parte Sul do Brasil. Então, temos elementos da fauna e flora do Sul se encontrando com elementos das regiões Sudeste e Nordeste do Brasil.

Um exemplo que a equipe incluiu nas suas análises é o do Veado Bororo, espécie registrada na mata do Distrito do Saí há cerca de dois anos e cuja ocorrência era mais comum na porção da Mata Atlântica da região de São Paulo e dali para o Nordeste. Espécies de anfíbios observadas na floresta também são exemplos de uma região com uma fauna heterogênea, com elementos que tiveram suas origens mais ao sul ou mais ao norte do Saí. “O que ocorre é que o limite de distribuição dessa inúmeras espécies ocorre aqui na na região do Saí”.

Eira: exemplar da mastofauna no Distrito do Saí

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O professor lembra que aquilo que a equipe levantou na região é uma pequena amostra, fruto de cerca de 20 dias de campo, por conta do contexto pandêmico. Mesmo assim, observou-se uma grande diversidade. “Imagina se tivesse uma estação de estudo nesse local há 20, 30 anos e a importância que teriam estes registros a longo prazo. Ficamos impressionados, pois em pouco tempo conseguimos comprovar essa biodiversidade”, completa.

Os dados – que no relatório são divididos por grupos (peixes, anfíbios, reptéis, mamíferos, avese insetos dipteros) – não permitem que a equipe lance hipóteses sobre a possível perda de biodiversidade ocasionada pela ação humana, por exemplo. Mas o pesquisador observa que a região tem perdido áreas de floresta, além de ser ameaçada constantemente por obras, como as de ampliação portuária. “O veado, por exemplo, a gente registrou um indivíduo apenas. Será que não havia mais há dez ou cem anos atrás? Ou mesmo o macaco Bugio, que antes era visto com certa frequência e agora praticamente não se vê mais nessa região”.

Para ele, o que mais chama a atenção na fauna do Distrito do Saí é o conjunto da obra, identificado por meio da observação dos elementos da floresta atlântica que estão bem representados em diversos pontos do polígono e que são essenciais para a justificativa de uma unidade de conservação. “São muitos componentes da biodiversidade: o meio físico, com as nascentes com água de boa qualidade, o componente biótico, como árvores imensas; poucas, mas existem, e árvores que produzem muitos frutos para fauna. Os componentes da biodiversidade da Mata Atlântica estão todos ali”.

 

Releia a série acessando a tag ‘Nascentes do Saí’ ou clicando aqui

Amanda Miranda/Jornalista da Agecom

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Conselho Universitário aprova realização de Vestibular presencial da UFSC em janeiro de 2022

28/09/2021 17:50

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) deu aval para que a Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) organize um vestibular presencial para ingresso aos cursos de graduação da UFSC no ano letivo de 2022. Os conselheiros referendaram a Resolução Normativa 93/2021 da Câmara de Graduação (CGRAD), que prevê a realização do vestibular nos dias 29 e 30 de janeiro de 2022 para preenchimento de 4.549 vagas em 98 cursos. A Coperve deverá lançar o edital do concurso em meados de outubro e as inscrições estarão abertas de 18 de outubro a 19 de novembro.

Conforme a Resolução, as provas do Vestibular UFSC 2022 serão realizadas nas cidades de Florianópolis (e municípios da Grande Florianópolis), Araranguá, Blumenau, Brusque, Caçador, Balneário Camboriú, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Miguel do Oeste e Tubarão.

Poderão participar do Vestibular candidatos que já tenham concluído o Ensino Médio ou equivalente ou que venham a concluí-lo até a data de matrícula na UFSC. A exemplo de anos anteriores, também poderão participar os chamados “candidatos por experiência”, que não concorrerão à classificação.
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Afinal, o que a UFSC tem feito durante a pandemia de Covid-19?

28/09/2021 16:02

As ações da UFSC durante a pandemia de Covid-19 são destaque em um novo vídeo, elaborado pela Agência de Comunicação da UFSC. O vídeo foi lançado nesta terça-feira, dia 28 de setembro, e está disponível no YouTube e nas redes sociais oficiais da Universidade.

Quais foram as principais pesquisas que surgiram desde março de 2020?

Como a UFSC atua na linha de frente no combate à pandemia por meio do Hospital Universitário e como parceira da vacinação?

Como a UFSC se adaptou para oferecer seu currículo de forma não presencial?

Como a UFSC se prepara para as próximas etapas de retomada?

Clique no vídeo e veja as respostas para essas e demais perguntas:

Assista também:
UFSC Explica – Pandemias
Professor da UFSC fala sobre as vacinas contra o Coronavírus
UFSC: com Ciência, pela Vida

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UFSC divulga novas chamadas de vestibulares anteriores, ENEM, SISU e vagas suplementares

28/09/2021 15:35

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulga quatro editais com novas chamadas de candidatos para ingresso em 2021.

O  Edital nº 23 é referente à 6ª chamada Processo Seletivo UFSC 2021 – Vagas Suplementares para Negros, Indígenas e Quilombolas. Disponível aqui.

Edital nº 24 é referente à 7ª chamada SISU-UFSC 2021. Disponível aqui.

Edital nº 25 é referentes à 2ª chamada Processo Seletivo UFSC 2021.2 – ENEM. Disponível aqui.

Edital nº 26 é referente à 2ª chamada Processo Seletivo UFSC 2021.2 – Vestibulares Anteriores. Disponível aqui.

Orientações sobre matrícula estão disponíveis nos editais e na página do Departamento de Administração Escolar (DAE). Acesse aqui.

Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas, entrar em contato pelo e-mail dae@contato.ufsc.br

 

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Pré-Fase 2: confira os procedimentos para receber as máscaras PFF2

28/09/2021 12:03

O Departamento de Atenção à Saúde da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (DAS/Prodegesp) comunicou às unidades administrativas e acadêmicas a respeito dos procedimentos para a retirada de máscaras PFF2 para os setores. O Ofício Circular foi enviado na terça-feira, 28 de setembro.

O Departamento entregará 10 máscaras PFF2 por pessoa, para servidores docentes e técnicos-administrativos. Antes de retirar as máscaras, as chefias das unidades deverão informar ao DAS o número de servidores que irão realizar atividades presenciais na UFSC durante a Pré-Fase 2, por meio do SPA. Será necessário encaminhar o Plano de Trabalho do setor, com o dimensionamento das equipes.

Cada unidade deverá, ainda, designar um servidor ou servidora para retirar as máscaras junto ao DAS, no campus Florianópolis, demais campi receberão as orientações específicas. Será necessário informar o nome e telefone de contato ou e-mail para agendamento da retirada das máscaras. O DAS entrará em contato para agendar após receber o dimensionamento.

A entrega aos servidores nas unidades será realizada conforme Plano de Trabalho e mediante assinatura de cada pessoa da Ficha de Entrega de EPI (clique para baixar o arquivo .DOCX), que posteriormente deverá ser anexada ao processo, também pelo SPA.

Outros itens necessários para dotar as unidades de infraestrutura contra a Covid-19 deverão ser solicitados diretamente ao Departamento de Compras (DCOM/Proad), conforme o Guia de Orientações da Pré-fase-2.

>> Como usar as máscaras PFF2?

 

Dúvidas?
Envie e-mails para epicovid.das@contato.ufsc.br

 

Créditos do vídeo:

Fernanda Lemes Ferreira
Médica do Trabalho

Saimon Reckelberg
Intérprete de Libras

Secretaria de Educação a Distância (SEAD)
Produção e Edição

Tags: coronavírusCovid-19Pré-Fase 2ProdegespUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Coperve divulga resultado do Processo Seletivo de Reopção de Curso

24/09/2021 18:35

A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou nesta sexta-feira, 24 de setembro, o resultado do Processo Seletivo de Reopção de Curso. As matrículas são feitas em duas etapas. A etapa on-line para os aprovados em primeira chamada ocorrerá de 28 de setembro a 1º de outubro, através dos sites processoseletivo20212.ufsc.br ou simig.sistemas.ufsc.br.

Todos os procedimentos, prazos, documentação exigida estão discriminados na Portaria de Matrícula, bem como as instruções e os formulários necessários para as validações de autodeclarações, para candidatos aprovados nas vagas destinadas às cotas da Política de Ações Afirmativas da UFSC.
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Confira as principais informações sobre a Pré-Fase 2 na UFSC

23/09/2021 11:21

A Pré-Fase 2 de combate à Pandemia de Covid-19 na UFSC teve início nesta segunda-feira, 20 de setembro. Desde meados de agosto, o assunto é tratado nas notícias publicadas pela Agência de Comunicação (Agecom) nos sites e redes sociais institucionais.

As perguntas e respostas frequentes estão sendo reunidas pela Agecom neste site.

Confira, abaixo, os principais links e recursos informativos a respeito da nova fase.
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Publicado edital de matrícula nos cursos de idiomas do semestre 2021.3

22/09/2021 16:26

O Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras (DLLE) informa que o edital para as matrículas no próximo semestre, 2021.3, foi publicado, com orientações, dias e horários para rematrícula, matrículas novas e inscrição nos testes de nivelamento. Os cursos se manterão na forma online e todos os procedimentos de inscrição também devem ser realizados online no site.

As inscrições são realizadas por etapas e também por idiomas. Alunos antigos e já aprovados e alunos novos nos cursos online são os grupos atendidos conforme os prazos – em inglês, os alunos antigos devem se inscrever em 11 de outubro e em outros idiomas no dia 13, já alunos novos farão os processos em calendário específico, associado aos testes de nivelamento. Os alunos que pretendem fazer teste de nivelamento também devem se atentar aos prazos, que conforme o edital tem as inscrições marcadas para 11 de outubro.

Os cursos online no semestre de 2021.3 terão a duração de 12 semanas, com um intervalo de férias, previsto no calendário acadêmico da UFSC, devido às mudanças no período letivo por conta da pandemia de COVID-19. O início das aulas está marcado para 16 de novembro. Mais informações em http://www.cursosextra.com/

Pré-Fase 2: Conselho Universitário debate portaria e orientações

22/09/2021 15:32

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promoveu nesta terça-feira, 21 de setembro, uma sessão extraordinária para analisar a Portaria Normativa nº 405/2021/GR, que autoriza o início da Pré-Fase 2 na Universidade. Na ocasião, o reitor Ubaldo Cesar Balthazar reforçou que a Pré-Fase 2 é um período de transição no qual as unidades vão identificar as condições ambientais, de infraestrutura, das pessoas e atividades, com vistas à adoção futura de um regime semipresencial de atividades (Fase 2).

A reunião teve a presença do chefe de Gabinete da Reitoria, Áureo Mafra de Moraes, que presidiu o Grupo de Trabalho (GT) da Pré-Fase 2; dos professores Sérgio Fernando Torres de Freitas, membro da Comissão Permanente de Monitoramento Epidemiológico, e Maria Luíza Bazzo, do Laboratório de Biologia Molecular, Microbiologia e Sorologia (LBMMS) e do professor Fernando Richartz, secretário de Planejamento e Orçamento.

Logo no início da sessão, o professor Áureo Moraes anunciou aos conselheiros que a Universidade acabara de receber um primeiro lote de uma compra de 31.800 máscaras do tipo PFF2. O secretário Fernando Richartz informou posteriormente que estava em andamento uma outra grande compra de máscaras, de mais 27 mil unidades. A dinâmica de entregas dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) está sendo finalizado pelo Departamento de Atenção à Saúde (DAS/Prodegesp) e será amplamente divulgado a toda a comunidade.
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Painel Ativo de Dados Epidemiológicos da UFSC entra em funcionamento

20/09/2021 14:00

Ferramenta de gestão, visualização de dados e monitoramento, o Painel Ativo de Dados Epidemiológicos entrou em funcionamento nesta segunda-feira, 20 de setembro, data em que se inicia na UFSC a Pré-Fase 2. Com atualização em tempo real, o Painel traz informações sobre a comunidade interna, bem como dados de cada microrregião de Santa Catarina.

>> Acesse aqui o Painel Ativo de Dados Epidemiológicos

“A retomada das atividades presenciais depende de uma série de parâmetros epidemiológicos a serem considerados, portanto, julgamos ser muito necessária uma ferramenta que auxilie essa tomada de decisão”, explica o chefe do Gabinete do Reitor, Aureo Moraes. A criação do Painel foi uma das medidas sugeridas pelo Grupo de Trabalho coordenado por Moraes para elaborar proposta de preparação do início da Fase 2.
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Pré-Fase 2: Administração Central esclarece principais dúvidas por meio de Ofício Circular

20/09/2021 08:00

O reitor Ubaldo Cesar Balthazar enviou, nesta sexta-feira, 17 de setembro, um Ofício Circular aos gestores da UFSC a respeito do início da Pré-Fase 2. O documento busca reforçar informações a respeito da nova fase e sanar as principais dúvidas.

“O intuito desse documento é informar às equipes, de forma bem clara e simples, que a Pré-Fase 2 que se inicia neste 20 de setembro, é um período de transição. É a preparação para a Fase 2, quando estaremos em modo semipresencial. Por isso, este momento é para que tenhamos poucas pessoas presencialmente na UFSC. Temos uma pandemia em curso, e os números estão diminuindo. Vamos calmamente e gradualmente passar a uma nova etapa de trabalho, e espero que todos sigam com a mesma cautela, com o mesmo respeito às regras”, destaca o reitor.

“O dia 20 não é o dia de todos voltarmos à UFSC”, esclarece o reitor. “É o dia de todos iniciarmos o nosso planejamento de retorno à UFSC quando esse retorno for efetivamente seguro e os setores tenham suas adequações de espaço físico ideais. Isso não acontece da noite para o dia, por isso a necessidade dessa fase de transição”, explica Ubaldo.

>> Acesse aqui o Ofício Circular do reitor sobre a Pré-Fase 2
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Pré-Fase 2: Guia oferece ações e medidas para realização segura de atividades presenciais

20/09/2021 07:50

*notícia atualizada em 22 de setembro, às 16h30

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicou, na sexta-feira, 3 de setembro, um Guia de Orientações para apresentar procedimentos para a realização segura das atividades presenciais durante as etapas de preparação (Pré-Fase 2) e de retorno gradual das atividades presenciais (Fase 2). O documento apresenta quadros indicativos das medidas e ações que deverão ser tomadas em relação às atividades, ambientes e pessoas, classificadas a partir de definições como “remoto”, “presencial”, “suspenso” ou “restrito”.

>> Acesse aqui o Guia de Orientações (PDF)

>> As informações sobre os Grupos de risco foram atualizadas pela Portaria Normativa nº 409/2021/GR, publicada no Boletim Oficial da UFSC, no dia 14 de setembro.

Essas definições vão orientar os gestores na elaboração dos Planos de Atividades das respectivas unidades a partir do início da Pré-Fase 2, prevista para iniciar a partir de 20 de setembro. O início da nova fase pressupõe condições epidemiológicas compatíveis com o que foi decidido pelo Conselho Universitário em 2020: a diminuição dos casos e óbitos durante 15 dias; a ocupação de UTIs menor que 60%; e a Taxa de Transmissão (Rt) menor que 0,95 na na macrorregião do campus. 
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Pré-Fase 2: sinalização visual para os setores disponível para download e impressão

20/09/2021 07:47

A sinalização visual para as atividades presenciais nos setores administrativos e acadêmicos da UFSC está disponível para download e impressão no site coronavirus.ufsc.br. Cartazes com indicações de capacidade do espaço físico, medidas de prevenção contra a Covid-19, e boas práticas para o trabalho presencial estão entre as publicações.

>> Acesse aqui a sinalização visual para os setores da UFSC

A sinalização visual faz parte do conjunto de orientações publicadas no Guia, disponibilizado pela Administração Central para nortear o planejamento e atividades dessa fase de preparação. A UFSC ingressa na Pré-Fase 2 do combate à Pandemia de Covid-19 a partir de 20 de setembro, de acordo com a legislação interna vigente. O material foi elaborado pela Coordenadoria de Design e Programação Visual (CDPV/Agecom) e pelo Departamento de Atenção à Saúde (DAS/Prodegesp). O professor Oscar Bruña-Romero, do Centro de Ciências Biológicas (CCB) também foi consultado.

Segundo o Guia de Orientações, “todos os espaços físicos deverão conter comunicação em evidência (cartazes, páginas na internet) com as informações sobre capacidade máxima de ocupação, inclusive de público no caso de atendimentos externos, bem como a frase, em destaque, ‘USO OBRIGATÓRIO DE MÁSCARA'”.
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Autoavaliação Institucional começa nesta segunda, 20 de setembro

20/09/2021 07:45

A partir desta segunda-feira, 20 de setembro, começa o período de Autoavaliação Institucional referente ao primeiro semestre de 2021. O processo é conduzido pela Comissão Própria de Avaliação da UFSC (CPA).  Todos os segmentos da comunidade acadêmica estão convidados a participarem do processo, respondendo um questionário específico.

A Comissão atua para garantir a qualidade do ensino superior e, dessa maneira, estimula as unidades institucionais para melhorias do ensino e gestão da universidade pública. “A autoavaliação, portanto, é uma estratégia para o autoconhecimento institucional e que, de modo consequente, viabiliza elementos que orientam as atividades acadêmicas e administrativas das Instituições de Ensino Superior”, informa a CPA.

Os questionários de autoavaliação institucional são facultativos e foram customizados para cada segmento da comunidade universitária e aprovados pela CPA. No total, há 16 questionamentos aos TAEs, 15 aos Gestores, 17 aos Pós-graduandos e 27 aos Docentes. Ao final do instrumento, há ainda um campo dissertativo com a opção de abordar o resultado da autoavaliação institucional anterior, questionando sobre quais ações foram tomadas para mitigar os pontos negativos apresentados. Uma segunda questão dissertativa interroga sobre os pontos positivos e/ou negativos no desenvolvimento das atividades administrativas/pedagógicas de forma remota.

Os graduandos respondem questões a respeito do semestre vigente. Assim, em 2021/1, além dos cinco eixos, os discentes da graduação fazem uma autoavaliação sobre seu próprio desempenho, além dos docentes e disciplinas cursadas durante o semestre vigente. As mesmas questões discursivas também estão disponíveis a esse segmento.

Dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail cpa@contato.ufsc.br ou via chat.

Responda ao questionário de acordo com o seu segmento universitário:

Estudantes de Graduação
Estudantes de Pós-Graduação
Docentes
Gestores
TAEs

Você sabe o que é e como se estrutura a Autoavaliação Institucional?

A avaliação institucional é um “termômetro” da qualidade da UFSC em seus diversos segmentos

E ela faz parte de um sistema muito maior de avaliação da educação superior em nosso país

 

O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) 

possui três vertentes: 

Avaliação das Instituições de Ensino Superior (IES)
Avaliação de Cursos
Avaliação do desempenho acadêmico dos estudantes (Enade)

 

As Comissões Próprias de Avaliação (CPAs) são responsáveis pelas avaliações internas – a autoavaliação institucional primordialmente e, no caso da UFSC, a avaliação de curso – também orientadas via Sinaes, considerando o perfil de cada instituição quando colocadas em prática

A CPA da UFSC foi instituída em 2004. No ano seguinte, a Comissão inaugurou suas atividades com a elaboração do Programa de Autoavaliação Institucional (PAAI). A cada ano, a CPA publica o Plano de Avaliação no site cpa.ufsc.br

 

Quem participa da Autoavaliação Institucional?

Todos os segmentos da UFSC! Estudantes de graduação, estudantes de pós-graduação, docentes, TAEs e gestores.

É importante lembrar que a Autoavaliação da UFSC é facultativapreserva o anonimato dos participantes

O questionário é preenchido on-line por meio do sistema próprio da UFSC (Collecta)

 

Sua avaliação faz toda a diferença para a implementação e melhoramento da gestão administrativa, do ensino, pesquisa e extensão da UFSC. 

Quanto mais dados fornecidos pela comunidade acadêmica, mais subsídios temos para  aprimorar nossa Universidade.

Ainda tem dúvidas?

cpa@contato.ufsc.br ou fale com a equipe pelo canal do Chat UFSC (chat.ufsc.br): #gr.cpa

 

Tags: autoavaliação institucionalComissão Própria de Avaliação (CPA)

Processo Seletivo 2021.2: UFSC divulga resultado para ingresso em 2.096 vagas da graduação

17/09/2021 15:56

A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou nesta sexta-feira, 17 de setembro, o resultado do Processo Seletivo UFSC 2021.2. Confira as listas de aprovados no site processoseletivo20212.ufsc.br.

Do total de vagas ofertadas, 2066 serão para o segundo semestre de 2021 e 30 vagas serão ofertadas para o primeiro semestre de 2022 para o curso de Graduação em Medicina de Araranguá. Além disso, as vagas diferem-se na modalidade de ingresso: 1.493 vagas foram preenchidas utilizando-se a nota obtida em uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dos anos de 2017 ou 2018 ou 2019 ou 2020, e as demais 603 vagas foram preenchidas utilizando-se o número de acertos obtidos em um dos vestibulares 2018, 2018.2, 2019, 2019.2 ou 2020 da UFSC.

Matrículas

Aprovados devem estar cientes dos procedimentos de matrícula, que ocorrem em duas etapas: On-line e Documental. Em razão da pandemia de Covid-19, todos os procedimentos são realizados por meio da internet, inclusive as validações de autodeclarações de candidatos classificados nas cotas da Política de Ações Afirmativas (cotas) da UFSC.

>> Confira todas as regras de matrícula

A etapa on-line da matrícula será realizada de 21 a 24 de setembro, através do link simig.sistemas.ufsc.br. O candidato classificado precisa seguir todos os passos, emitir e salvar a negativa de matrícula (declaração de que não possui matrícula simultânea em outra instituição pública de ensino superior ou em outro curso da UFSC) e as autodeclarações a serem preenchidas pelos candidatos cotistas. O último passo nesta etapa é emitir e salvar o comprovante de matrícula online com protocolo.

As vagas que não forem ocupadas na etapa on-line da matrícula da 1ª chamada serão realocadas para os candidatos subsequentes e imediatos da lista de espera, sendo publicadas em edital de 2ª chamada no dia 28 de setembro. Os classificados devem realizar a sua matrícula on-line entre 28 de setembro e 1 de outubro
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Tags: coperveProcesso Seletivo 2021.2UFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC oferece 309 vagas em edital de reopção de curso

17/09/2021 11:41

Estudantes que participaram do Processo Seletivo UFSC 2021.2 mas não se classificaram em primeira chamada têm uma nova chance de ingressar na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) publicou o edital de reopção de curso, que oferece 309 vagas em 20 cursos nos cinco campi da Universidade. São 225 vagas para quem concorreu utilizando notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e 84 vagas para quem concorreu usando notas de vestibulares anteriores da UFSC.

Estão aptos a candidatar-se para a reopção os estudantes que utilizaram as notas do Enem dos anos de 2017 ou 2018 ou 2019 ou 2020, desde que satisfaçam os pontos de corte (notas mínimas). Quem participou usando os números de acertos obtidos nos vestibulares de 2018 ou 2018.2 ou 2019 ou 2019.2 ou 2020 da UFSC poderá tentar a reopção desde que tenha tido a sua redação recorrigida no Processo Seletivo UFSC/2021.2 e se enquadre dentro dos pontos de corte. Os quadro de vagas, as notas mínimas e pontos de corte de cada curso – em cada modalidade – estão nos anexos do edital.
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Tags: coperveProcesso Seletivo 2021.2reopçãoUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Aumento na sazonalidade das temperaturas pode extinguir espécies, aponta estudo da UFSC com repercussão internacional

15/09/2021 16:19

A possibilidade de extinção de quatro das sete espécies de baobás – árvore nativa da África – em Madagascar, no Sul do continente, e as implicações da variação na sazonalidade das temperaturas num cenário de agravamento das mudanças climáticas globais levaram uma pesquisa realizada na Universidade Federal de Santa Catarina, em parceria com uma instituição francesa, às páginas da Global Change Biology, um importante periódico da área. O estudo também repercutiu no jornal francês Le Monde, um dos mais tradicionais da Europa.

População de Adansonia suarezensis ao norte de Madagascar. Foto: Mário Tagliari

O conceito de sazonalidade, um dos mais importantes para as descobertas da equipe, se refere à variação média entre as temperaturas mínimas e máximas de cada mês, ao longo de um ano. Antes de aplicá-lo ao modelo, os pesquisadores não imaginavam que esse fator poderia ser crucial para a redistribuição das espécies e que seu impacto poderá ser semelhante em todas as regiões da faixa tropical, inclusive na Amazônia.

O estudo é assinado pelo doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFSC Mário Tagliari, pelo cientista Ghislain Vieilledent (CIRAD – França) e por Vítor Carvalho-Rocha, também doutorando em Ecologia na UFSC. Os pesquisadores foram a campo e utilizaram um banco de dados e imagens de satélite para agrupar informações e alimentar um modelo de nicho ecológico que prevê a distribuição das espécies a partir de diferentes variáveis ao longo do tempo.

De acordo com o estudo, quatro das sete espécies de baobás que ocorrem em Madagascar poderão desaparecer até 2100. “Três espécies estão fortemente ameaçadas devido a um aumento da sazonalidade da temperatura, ou seja, a variação média entre as temperaturas mínimas e máximas de cada mês, ao longo de um ano”, explica Tagliari, orientando do professor Nivaldo Peroni, do Laboratório de Ecologia Humana e Etnobotânica da UFSC.

Esse aumento da sazonalidade foi previsto para uma grande parte da faixa latitudinal tropical, o que pode ameaçar diversas espécies da região. Para se ter uma ideia, conforme a pesquisa, as diferenças médias entre as temperaturas de um mês e outro são inferiores a 3°C, mas as previsões do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) apontam para um aumento desta variação até +1°C, até 2100. “Para se adaptar a essas condições, inúmeras espécies tropicais deverão migrar em direção a Linha do Equador (a linha imaginária que divide a Terra em dois hemisférios, ou que está na Latitude 0°), onde as variações da temperatura serão menos acentuadas”, explica o pesquisador.

A sazonalidade no presente (a) e a variação da sazonalidade da temperatura no futuro (b).

 

As espécies Adansonia madagascariensis, Adansonia perrieri e Adansonia suarezensis, por exemplo, correm o risco de desaparecer. Segundo Tagliari, para se adaptarem ao aumento da sazonalidade, elas deverão – de acordo com os modelos climáticos desenvolvidos pela pesquisa– se redistribuírem para ainda mais ao norte da ilha, ou seja, em direção a linha Equador. “Ocorre que os limites geográficos da ilha impedem a dispersão destas espécies nesta direção, pois simplesmente há apenas o Oceano Índico no horizonte. Consequentemente, é plausível que as espécies sejam extintas”, ilustra.

Adansonia madagascariensis

 

Os resultados do estudo mostram também que nem todas as espécies irão migrar em direção ao Pólo Sul ou a maiores altitudes devido ao aumento da temperatura média associada às mudanças climáticas. Isso ocorre pois, quando a temperatura média é a principal variável por trás da distribuição de determinadas espécies, é possível inferir que no futuro elas estejam em direção aos pólos e nas maiores altitudes, onde estarão as temperaturas mais amenas.

No entanto, quando outras variáveis atuam como principais na explicação da distribuição das espécies o padrão pode ser diferente do esperado. “No caso da sazonalidade, que é essa variação na temperatura média, espera-se que as espécies migrem em direção a linha do Equador, pois é nessa faixa tropical que a sazonalidade da temperatura será mais amena para as espécies no futuro”, reforça o pesquisador.

Para a ciência, trata-se de um dado relevante, já que implica dizer que outras variáveis abióticas além da temperatura média podem ser importantes para explicar a distribuição de determinada espécie no futuro. “Estratégias de mitigação para conservação de espécies e ecossistemas em um mundo sob mudanças do clima devem investigar quais variáveis abióticas estão por trás dos padrões de distribuição das espécies e como elas influenciam na redistribuição da flora e fauna”, completa o pesquisador.

De Madagascar para o Brasil

Tagliari tem a ilha africana como interesse de estudo desde quando fez mestrado na França. O estudo dos baobás começou também a partir do interesse em fazer um trabalho de campo naquela região, além de ampliar o domínio dos modelos ecológicos de nicho, que predizem onde as espécies devem estar no futuro. “Madagascar é considerado um hotspot, uma área muito vulnerável, desmatada. Aonde você vai no país você vê bichos e plantas endêmicas. E também muita pobreza, o que gera uma combinação caótica”, explica.

Apesar de trazer dados a respeito de espécies no continente africano e de um país distante do Brasil, as implicações do estudo permitem generalizações em outras regiões tropicais, podendo ser replicado no contexto brasileiro com suas espécies endêmicas nos seus também ameaçados biomas nacionais. “Mostramos que as espécies não estão respondendo ao aumento da temperatura média, mas à essa variação da sazonalidade. Foi uma surpresa e decidimos replicar o estudo para outras regiões tropicais no mundo”, contextualiza Tagliari.

O estudo prevê graves problemas no processo de redistribuição das espécies tropicais que poderão ser observados nos biomas brasileiros, como a Amazônia, Cerrado ou Mata Atlântica. “Caso haja barreiras que impeçam a migração das espécies, como áreas desmatadas, rodovias e/ou áreas convertidas para a agricultura, as espécies poderão perecer com a rápida mudança do clima ao estarem sem possibilidade de se redistribuir, independente da direção. Os impactos também poderão ser sentidos em outros habitats insulares nos trópicos. A exemplo de Madagascar, se essas espécies estiverem no limite das ilhas, para onde elas irão migrar?”, questiona. Nestes casos, o risco é de que haja extinção.

Mais de vinte anos coletando dados por Madagascar

O estudo se apoiou em uma base de dados gigantesca com mais de 240.000 pontos de ocorrência das diferentes espécies de baobás. Tais dados vêm sendo coletados na região desde o início dos anos 2000, com um trabalho de identificação de imagens de satélite para reconhecer os indivíduos de baobás de determinadas espécies. Todos estes dados estão livres e disponíveis para download no repertório do Cirad – França.

“Convém lembrar que este artigo foi elaborado por autores que concordam fortemente com o acesso livre de dados. Todos os códigos para gerar as figuras (tabelas também, mas com uma ligeira adaptação) tal qual estão no artigo publicado estão também disponíveis no site GitHub. Nós estamos há cinco anos criando o código que deu vida a este estudo. Sintam-se livres para usá-lo”, reforça Tagliari.
Amanda Miranda/Jornalista da Agecom

Tags: Baobás de MadagascarGlobal Change BiologyIPCCLaboratório de Ecologia Humana e Etnobotânicamudanças climáticas globaisPPG Ecologia

Conselho Universitário aprova reconhecimento de línguas indígenas brasileiras para acesso à pós-graduação

15/09/2021 12:01

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aprovou a possibilidade de que línguas indígenas brasileiras possam ter equivalência com idiomas estrangeiros nos processos seletivos de ingresso aos programas de pós-graduação da Universidade. O texto estabelece que “para alunos indígenas brasileiros, falantes de português e uma língua indígena, a mesma poderá ser considerada como equivalente a idioma estrangeiro para fins de proficiência, mediante aprovação do Colegiado”.

O dispositivo será incorporado à nova Resolução Normativa dos cursos de pós-graduação stricto sensu na Universidade, cuja minuta está em debate pelo CUn. A proposta de inclusão foi aprovada na sessão realizada nesta terça-feira, 14 de setembro, com voto de 50 conselheiros (89%). A aprovação completa da Resolução ainda depende de pelo menos mais uma sessão do Conselho.

A medida foi sugerida por integrantes do próprio Conselho, inspirada em uma política já adotada pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC, que promove o reconhecimento das línguas faladas pelos estudantes indígenas no âmbito da validação das autodeclarações étnicas da Política de Ações Afirmativas (PAA).
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Tags: Câmara de Pós-Graduaçãoconselho universitárioIclícia VianaJoziléia Daniza Kaingangpós-graduaçãoUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Concurso para professor do curso de Medicina em Araranguá tem sete vagas; inscrições estão abertas

14/09/2021 08:07

O concurso público para professor do curso de Medicina em Araranguá tem sete vagas disponíveis, segundo informa o Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio do Edital nº 069/2021/DDP. As inscrições devem ser feitas entre 14 de setembro14 de outubro pelo site. As vagas são para diversas áreas do conhecimento, com carga horária de 20 horas ou dedicação exclusiva.

> Confira a íntegra do edital

 É possível solicitar isenção da taxa de pagamento, basta preencher o requerimento individual, que estará disponível no site, na opção do menu Isenção e solicitar o pedido até o dia 4 de outubro.

O DDP publicará no site, na opção Cronograma de Provas, o edital complementar com o cronograma das provas para cada área de conhecimento, contendo as informações sobre locais, dias e horários de todas as atividades do concurso. O prazo de validade do concurso será de 2 (dois) anos, contado a partir da data de publicação da portaria de homologação do resultado final no DOU, podendo ser prorrogado por igual período, a pedido do chefe do DCS.

Tags: concurso públicoEdital nº 069/2021/DDPmedicinaUFSC Araranguá

Avaliação de Desempenho dos TAEs da UFSC segue até 1º de outubro

13/09/2021 08:24

Está em andamento, desde 1º de setembro, o período de Avaliação de Desempenho dos TAEs, etapa 2021. Servidores técnico-administrativos em Educação (TAEs) e suas chefias devem preencher os formulários on-line até o dia 1º de outubro.

A iniciativa anual é da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp) da UFSC, por meio da  Coordenadoria de Avaliação e Desenvolvimento na Carreira (CADC) do Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP). 

A avaliação é realizada por meio do Sistema Gestor de Avaliação de Desempenho (Sigad). Para essa edição, que ocorre nos moldes dos anos anteriores, será considerado o período de 2 de setembro de 2020 a 1º de setembro de 2021, conforme descrito na Portaria Normativa nº 404/2021/GR, que dispõe sobre o processo. De acordo com a Lei nº 11.091/2005, para ter direito à progressão por mérito profissional – mudança para o padrão de vencimento imediatamente subsequente – o servidor deve apresentar resultado fixado em Programa de Avaliação de Desempenho.

Carla Cristina Dutra Búrigo, pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, observa que a Avaliação de Desempenho é uma etapa fundamental no processo de desenvolvimento da vida funcional do servidor. “Estamos iniciando mais uma etapa do Processo de Avaliação de Desempenho dos STAE. Esta etapa é de fundamental importância para o desenvolvimento profissional dos nossos servidores e para a Instituição.  Mesmo com os desafios vivenciados com a Pandemia, na etapa de 2020, foram realizadas 5.875 Avaliações. Um saldo extremamente positivo. O ano de 2021 é o segundo ano em que a avaliação de desempenho será realizada durante o período da pandemia. Mesmo diante deste cenário desafiador, é de suma relevância a participação de todos, em um processo dialógico, de construção e de desenvolvimento de cada servidor e da Instituição”.

A Avaliação de Desempenho dos TAEs da UFSC é realizada por sistema on-line desde 2017, por meio do Sigad, um sistema produzido por analistas de sistemas da UFSC em conjunto com a CADC. É de responsabilidade da chefia imediata dar suporte à realização da avaliação para aqueles que não tiverem acesso à internet ou enfrentarem dificuldades para fazer a avaliação. Também é atribuição do gestor promover a comunicação e interação com a equipe e proporcionar o feedback, conforme orientações no Manual criado pela CADC.
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Tags: Avaliação de DesempenhoProdegespSistema Gestor de Avaliação de Desempenho (SIGAD)UFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC Titans: equipe de eSports representa a Universidade em torneios e serve de laboratório a alunos

10/09/2021 16:41

Equipe de CS:GO na final dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) 2021, que aconteceu presencialmente em Brasília. Foto: divulgação/UFSC Titans

Pouco mais de um ano após sua criação, a UFSC Titans, equipe de esportes eletrônicos (eSports) da Universidade Federal de Santa Catarina, tem marcado presença em diversos campeonatos regionais e nacionais e já possui uma série de títulos. Entre jogadores, comissões técnicas e organização, o time reúne cerca de 50 estudantes dos cinco campi da UFSC com a proposta de representar a instituição em eventos esportivos, bem como de possibilitar que alunos de diversas áreas desenvolvam projetos e apliquem os conhecimentos adquiridos em sala de aula.

Um dos fundadores e atual presidente da UFSC Titans, o estudante de Engenharia de Controle e Automação do Campus de Blumenau Lucas Dias, conta que a ideia surgiu em função de seu trabalho em uma empresa que produz roupas para equipes de competições. “Nas minhas demandas diárias, chegavam diversos times de esportes eletrônicos, e começaram a aparecer alguns universitários. Foi aí que, para entender um pouco mais desse mercado, fui estudar um pouco como funcionava, e descobri todo esse mundo que existia e que eu não fazia ideia, que são os campeonatos, os eventos que aconteciam. E eu olhava esses campeonatos e via que a UFSC não estava muito presente, e me perguntei por quê. Por que não existia ainda uma equipe de competição voltada exclusivamente para esportes eletrônicos?” 

Em suas pesquisas, viu que havia atléticas de cursos participando de alguns torneios e, também, que, em 2019, a Secretaria de Esportes da UFSC fez uma seletiva para levar jogadores de League of Legends (LoL) para os Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), formando um grupo que saiu de lá com a medalha de prata. “Quando descobri isso, vi que na última edição a UFSC tinha sido vice-campeã brasileira em League of Legends, eu falei: ‘Poxa, a gente reuniu gente de todos os campi e conseguiu ser vice-campeão brasileiro. Imagina se a gente está disponível para treinar para todos os campeonatos que ficam rolando durante o ano inteiro’”, comenta o estudante.
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Tags: equipes de competiçãoesporte universitárioesportes eletrônicoseSportsgamesjogos eletrônicosUFSCUFSC TitansUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC na mídia: Veleiro Eco UFSC retoma expedições que avaliam o nível de poluição dos oceanos

10/09/2021 15:06

Foto: Divulgação/Veleiro Eco UFSC

O projeto Veleiro Eco da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) retomou as expedições, que estavam paralisadas desde o início da pandemia, e virou reportagem no NSC Total. O veleiro coleta amostras dos mares de todo o país para analisar o nível da poluição, propondo soluções para remediar a situação. Em entrevista para o portal, o professor e coordenador do projeto, Orestes Alarcon, declarou que “a engenharia sempre encontra soluções, mas os custos de recuperação usando tecnologia são muito caros, precisa estar disposto a pagar. E quanto mais demora, mais caro é. Por isso, as soluções baseadas na natureza são uma alternativa. A biorremediação com algas é uma tendência que o mundo todo está adotando.”

A matéria destacou as expedições realizadas pelo veleiro em Florianópolis, na Ilha do Arvoredo, Ilha do Campeche e Ilha de Ratones. Nesses locais, os pesquisadores recolheram amostras do fundo do mar para avaliar a biodiversidade, além de recolherem microplásticos da água. Com as amostras, é possível realizar as análises que resultaram na base para propor as soluções. O professor destacou a tentativa de propor maneiras de biorremediação da Lagoa da Conceição, mas esta não foi aprovada.

Para conferir a matéria na íntegra, acesse o portal NSC Total .

Tags: Biorremediaçãodespoluição dos maresNSC TotaloceanospoluiçãoUFSCUFSC na mídiaUniversidade Federal de Santa CatarinaVeleiro ECO