Paralisação dos servidores municipais atinge Farmácia Escola da UFSC

12/04/2018 17:01

A Farmácia Escola da UFSC, localizada no Campus Universitário da Trindade, permanece fechada em função da adesão dos servidores da Prefeitura Municipal de Florianópolis ao movimento de greve da categoria por tempo indeterminado, e que atuam na Farmácia. O órgão opera de forma conjunta com a Prefeitura, esta última responsável legal pela guarda dos medicamentos.

A Farmácia Escola é o único local de dispensação de medicamentos considerados imprescindíveis a alguns dos pacientes, como os transplantados. “Os servidores da UFSC não têm como manter qualquer tipo de atendimento. E tanto os técnicos como estudantes da universidade estão no local contatando os usuários agendados para informá-los da situação”, explica a coordenadora da Farmácia Escola, Rosana Isabel dos Santos.

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Aula inaugural da Associação de Pós-Graduação debate cenário político nacional

26/04/2017 18:00
Foto:  Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

“Estamos em um ano dramático… Mas antes de eu começar minha fala, obviamente, fora Temer!”. Assim a historiadora e professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), Virgínia Fontes, iniciou a aula inaugural da Associação de Pós-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (APG/UFSC). O evento, que ocorreu na segunda-feira, 24 de abril, no auditório da reitoria, se insere em um contexto de mobilizações na universidade e no Brasil. Na sexta-feira, 28 de abril, está prevista uma greve geral contra propostas que tramitam na Câmara dos Deputados, como as reformas da previdência e trabalhista.

A professora declarou seu apoio e adesão à paralisação: “Pelo volume de catástrofes que vêm sendo propostas, isso é um desgoverno. Estamos sendo atacados em todas as dimensões. Em termos mais amplos, todas as conquistas das classes trabalhadoras do país estão sendo aniquiladas. Também estamos sendo atacados no ambiente da pesquisa e da pós-graduação, com o estrangulamento de recursos. Além das reformas educativas na escolas: ‘Escola sem partido’ é na verdade ‘Escola do meu partido’.”

Para Virgínia, este é um momento de luta. Mas essa luta imediata, mesmo sendo “tão grande, tão intensa e tão forte”, não pode apagar o horizonte mais amplo para onde a luta se dirige. “A luta imediata nos captura para uma prática que tem sido tristemente corriqueira nos últimos tempos. Ficamos focados na urgência e não conseguimos mais enxergar para onde caminhamos”, afirmou. Segundo ela, assistimos ao esgotamento do capitalismo do ponto de vista da humanidade: “O capitalismo está vivo, está ativo, segue em expansão. Mas a massa da população pode impedi-lo de se expandir se recusando a cumprir o papel que o capital exige. O limite para o sistema capitalista é quando os trabalhadores dizem ‘chega’. E é possível dizer isso de infinitas maneiras”.

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

A exploração do agronegócio e dos recursos naturais, representando a devastação humana como um todo, também foi abordada pela pesquisadora. “Essa não é uma questão apenas da terra. É uma questão da terra, das árvores, dos animais, dos alimentos. É importante combatermos o desperdício de plástico, o uso de garrafa plásticas, por exemplo. Mas mais importante ainda é enfrentarmos, publicamente, quem engarrafa a água que é pública, que deveria ser pública”, alertou.

Em diversos momentos, Virgínia enfatizou a importância de se ir além das reivindicações urgentes: “Toda luta que não se dá conta de que o que está enfrentando é maior do que a luta imediata, está fadada a perder, a se desmobilizar. Por isso nossa luta deve sempre ir além, deve garantir mais do que direitos universais. Devemos lutar por uma vida capaz de ser chamada vida”. A professora acrescentou que, durante o governo do Partido dos Trabalhadores (PT), houve conquistas, mas também muitas derrotas. “Uma delas foi o desaprendizado da luta, a deseducação de um enfrentamento que garanta o mínimo. Precisamos exigir o que consideramos necessário para uma vida digna”.

Iniciativa privada

Outro tema abordado durante a palestra foi o crescimento da iniciativa privada e sua inserção em setores públicos do país. “No Brasil, a partir da década de 1990, principalmente, e até hoje, cresceu enormemente o número das Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos (FASFIL). Temos hoje uma quantidade enorme dessa entidades, que são empresariais, pilotando educação, saúde, gestão municipal, gestão estadual, gestão da educação. Essas organizações se nutrem de contratos públicos, de vendas de programas educativos etc. Temos hoje mais de 300 mil FASFIL, que empregam mais de 500 mil pessoas”, informou.

Um dos exemplos de FASFIL citados pela professora foi o “Movimento todos pela educação” que, segundo ela, iniciou experiências de “adoção” de escolas, onde impõem medidas e reformulam toda a legislação da instituição. “Hoje, a ocupação de cargos públicos para consultores, conselheiros, peritos, etc exige a intermediação do ‘Movimento todos pela educação’. Essa apropriação do que é público, por empresas privadas, já está em curso no país há pelo menos 20 anos. Mas o desgoverno Temer acelerou isso de maneira impressionante”, afirmou.

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

Socialização do conhecimento

Virgínia também criticou a configuração atual da produção científica no país, com distribuição desigual de recursos e o favorecimento de determinadas áreas. “Não temos uma tradição de pesquisa no ensino fundamental, no ensino médio, no ensino superior e nem mesmo na pós-graduação. Por que isso? Por que essa elitização da educação, na qual só é pesquisador quem estiver em determinado núcleo?”.

O principal objetivo da pós-graduação, para a professora, deve ser a socialização da pesquisa e do conhecimento. “A pós-graduação não deve estar baseada em uma competição meritocrática alucinada. Isso tem pouco a ver com socialização. Se só uma parte da humanidade pode ter acesso ao melhor da humanidade, nós estamos em uma situação dramática”, afirmou. Virgínia explicou que a iniciativa privada, na universidade, introduz as formas do mercado dentro da pesquisa. A construção de pólos de excelência incentiva uma educação mercantil: “Isso acaba com a figura nacional do pesquisador. ‘Ganha mais quem é melhor’. A universidade pública jamais deve ser privatizada para garantir compensações salariais.”

Outra consequência do investimento de recursos privados no ensino público é a redução da reflexão crítica. “Esses pesquisadores se tornam totalmente a favor do mercado. A luta pela socialização da pesquisa, por um conhecimento pleno e humano, é uma luta pela humanidade. A pós-graduação forma, em princípio, gente comprometida com a pesquisa e com a docência. Infelizmente, hoje, não é isso o que acontece. Nossa pós conduz à hipercompetição, à fragmentação interna, à pesquisa utilitária e oportunista. A pesquisa utilitária se recusa a pensar o mundo”, afirmou.

No cenário internacional, segundo Virgínia, ocorre uma “privatização discreta” da produção do conhecimento: “Há um crescimento volumoso de entidades empresariais, aparentemente sem fins lucrativos, destinadas ao desenvolvimento científico de áreas específicas. Nos EUA, isso já é uma realidade impactante. Temos que combater a universidade pública financiada por empresas. Não se trata de apagar as opções teóricas, mas de permitir que elas se expressem coerentemente e não simplesmente pela força do dinheiro. O compromisso da ciência não pode ser com o empresariado, com a expansão do lucro. Precisamos defender essa ciência que, apesar de todas dificuldades, ainda é pública, e deve permanecer pública.”

Virgínia Fontes esteve em Florianópolis por dois dias e participou de outras atividades na universidade. No mesmo dia, ela ministrou uma segunda aula magna, do Instituto de Estudos Latino-Americanos (Iela/UFSC), com o tema “A crise brasileira e a luta de classes”. A cobertura desse evento pode ser conferida aqui.

Daniela Caniçali/Jornalista da Agecom/UFSC

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Greve Geral nesta sexta-feira, dia 28, tem adesão de sindicatos e setores da UFSC

26/04/2017 17:50

Centrais Sindicais de todo o país convocaram uma Greve Geral nesta sexta-feira, dia 28 de abril. O movimento é contrário à lei da terceirização, já sancionada, e às reformas trabalhistas e previdenciárias, que devem ser votadas nesta semana no Congresso Nacional.

Os sindicatos ligados à UFSC já se manifestaram. Os técnicos-administrativos em Educação, filiados ao Sindicato dos Trabalhadores da UFSC (Sintufsc) e os docentes filiados à Seção Sindical na UFSC do Andes-SN aprovaram a adesão em votações. O Sintufsc irá participar de diversas mobilizações, a começar pela atividade unificada prevista para o dia 27, promovida pelo Fórum Catarinense em Defesa dos Direitos, às 17h, na Praça do Sintraturb (ao lado do Terminal de Integração do Centro – Ticen). No local será montada estrutura de barracões para uma vigília. O Andes/UFSC realizará uma Assembleia Universitária na quinta-feira, dia 27, às 18h30, no Hall da Reitoria, para traçar estratégias de mobilização para docentes, técnicos e estudantes.

O Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc-Sindical) realizou uma enquete com seus filiados para saber a opinião dos docentes sobre a paralisação. Responderam à pesquisa 495 filiados, dos quais 291 são professores da ativa e 204 são aposentados. Entre os docentes da ativa, 183 responderam que são favoráveis à paralisação, 99 contra e nove se abstiveram. Entre os aposentados, 49% afirmaram que são favoráveis ao movimento, 40,7% são contra e 10,5% se abstiveram. Depois de analisarem o resultado, os conselheiros da Apufsc decidiram convocar uma Assembleia Geral Extraordinária para o dia 28 de abril, às 9h, que decidirá sobre o posicionamento da Apufsc frente às Reformas da Previdência e trabalhista.

Outras centrais sindicais  de âmbito nacional e estadual, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Central Sindical e Popular (CSP), o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Setpesc), a Força Sindical, a Intersindical, a Nova Central Sindical de Trabalhadores e a União Geral dos Trabalhadores (UGT) também manifestaram adesão. Os servidores da Prefeitura Municipal de Florianópolis e da Comcap irão paralisar. O Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Urbano de Florianópolis (Sintraturb) agendou uma assembleia para deliberar a paralisação para a noite de quinta-feira, dia 27. A previsão em Florianópolis é que haja uma oferta menor do transporte público, que a coleta de lixo seja suspensa, que algumas escolas e creches não tenham aulas e que as UPAs estejam fechadas.

Conforme calendário de mobilizações divulgado nas redes sociais pelos grupos organizadores, uma agenda de atividades está sendo construída. Estão sendo planejadas atividades no centro de Florianópolis a partir das 9h de sexta-feira. Uma marcha da UFSC ao centro da cidade tem saída prevista para o meio-dia, do Varandão do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). Um grande ato está sendo programado para as 16h, na Praça Tancredo Neves.

Administração Central

A Administração Central da UFSC não encaminhou um comunicado formal, mas, esclareceu que, conforme posicionamento demostrado em ocasiões similares, as atividades que forem mantidas devem levar em conta a observação de alternativas que não causem prejuízo aos estudantes, especialmente no que diz respeito a provas e avaliações e entrega de trabalhos.

Hospital Universitário (HU)

A superintendente do HU, Maria de Lourdes Rovaris, informou à Agecom, por e-mail, que, devido à paralisação prevista, pode ocorrer comprometimento na área assistencial. A Administração do HU reconhece que poderá haver comprometimento no atendimento dos serviços agendados – tão breve seja restabelecida a situação, estes serviços serão reagendados pelo hospital.

Restaurante Universitário (RU)

A direção do Restaurante Universitário da Trindade comunica que, em razão da informação recebida acerca da adesão de parcela de seus trabalhadores à greve, não será possível o preparo e fornecimento de refeições pela unidade. Para os estudantes isentos, o atendimento será garantido pelo RU do CCA, já acionado e mobilizado para absorção da demanda.

Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI)

A diretora do NDI, Eloisa Fortkamp, comunicou à Agecom por e-mail que os professores e servidores técnico-administrativos do Núcleo irão aderir à Greve Geral.

Colégio de Aplicação (CA)

A direção do CA publicou um comunicado no site da escola, direcionado aos pais e responsáveis, informando que um número expressivo de servidores docentes dos anos Iniciais, Finais e Ensino Médio e servidores técnico-administrativos dos diversos setores da escola irão aderir à Greve Geral. Dessa forma, alerta que o atendimento aos estudantes da escola ficará fortemente prejudicado neste dia.

Núcleo de Estudos da Terceira Idade (NETI)

As atividades foram suspensas na sexta-feira.

Centro Tecnológico (CTC)

A direção do Centro informou, por e-mail, que, por se tratar de um movimento de adesão, seja por categorias ou individualmente, uma avaliação consistente da situação torna-se difícil e a margem de erro é significativa. Em vista disso, continuará monitorando a situação e, por precaução, enviará Memorando Circular aos docentes solicitando que não sejam feitas avaliações na sexta-feira e que os professores avaliem a evolução do movimento para decidir o que fazer nos diferentes períodos que ministram aulas. Os técnicos-administrativos em Educação da secretaria administrativa aderiram à greve.

Centro de Ciências Agrárias (CCA)

Haverá atividades de paralisação (professores, alunos e servidores) no hall do CCA, a partir das 7h30 . O RU-CCA irá atender os isentos do RU Trindade. Desta forma, a direção recomenda que a comunidade se organize em relação aos horários para evitar filas. A direção também pede compreensão a todos para dar direito de ir e vir a toda comunidade do CCA que necessite manter atividades essenciais e que foram marcadas com antecedência (bancas de mestrado, doutorado, concursos e outros). Para as aulas que ocorrerem, a ausência de transporte público também é condicionante para que a frequência dos alunos nas disciplinas desenvolvidas nas sextas-feiras não seja prejudicada. Como a paralisação ocorre na sexta, a direção lembra que será a terceira semana consecutiva sem conteúdo e recomendamos os meios cabíveis para não prejudicar a formação dos acadêmicos.

Centro de Comunicação e Expressão (CCE)

A direção do CCE manifestou-se em um comunicado, publicado nesta quinta-feira, dia 27, afirmando que, na medida do possível, manterá a Unidade em funcionamento para atendimento de atividades previamente agendadas como, por exemplo: bancas de defesas, eventos e atividades relacionadas ao cumprimento de editais em andamento. As demais atividades, sob a responsabilidade de outros setores do CCE, seguirão o deliberado em suas respectivas instâncias, ouvidas as partes interessadas. Esclarece que, considerando o indicativo de paralisação do transporte coletivo, é recomendado que não sejam realizadas avaliações e não haja registro de ausência. “Temos consciência da importância de manifestações dessa natureza quando clamam pela ética, justiça social e respeito aos direitos da nação brasileira. Acreditamos na voz dos brasileiros e a ela nos irmanamos na busca de uma sociedade mais consciente de seu papel como agente na construção de um país mais ético, melhor representado politicamente e com uma educação sólida e responsável, bases indispensáveis na edificação de um futuro digno”, declara.

O Conselho de Unidade do CCE publicou nota após reunião na quarta-feira, dia 26, apoiando a Greve Geral. O Colegiado do Departamento de Jornalismo emitiu um comunicado e o curso de Jornalismo emitiu uma nota, assinada por estudantes e docentes, ambos em apoio à greve geral.

Centro de Ciências da Educação (CED)

As aulas e atividades não foram suspensas. A direção alerta, porém, que “será difícil mantê-las em sua plenitude”.

 

** Esta notícia será atualizada à medida que mais informações forem divulgadas pelos setores da Universidade **


Equipe Agecom/UFSC

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Manifestações do dia 11: Administração Central emite nota à comunidade universitária

10/11/2016 15:29

Após reunir-se com os diretores dos centros de ensino do Campus Florianópolis da UFSC, e com a anuência dos diretores dos centros de Araranguá, Blumenau, Curitibanos e Joinville, nesta quinta-feira, 10 de novembro, a Administração Central reafirma seu compromisso com a gestão descentralizada da Universidade, na qual as unidades acadêmicas têm a competência para administrar as questões relacionadas ao ensino, pesquisa e extensão no âmbito de sua jurisdição, bem como zelar pelo regular funcionamento das atividades administrativas.

reunião diretores centro 10 novembro1

Foto: GR

A Administração Central tem realizado constante esforço para manter os serviços essenciais das pró-reitorias e secretarias, bem como dos órgãos suplementares, resultado de entendimento ajustado com a categoria dos técnicos-administrativos.

Em relação aos movimentos de protesto contra as medidas de ajuste fiscal e reforma do ensino médio, em especial de parcela dos estudantes, reafirma o posicionamento do Conselho Universitário (CUn) da UFSC, que, em data de 25 de outubro, referendou nota da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).
(mais…)

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Assembleias reúnem estudantes, técnicos e docentes nesta terça e quarta-feira na UFSC

09/11/2016 15:16

Assembleias estudantis, de técnicos-administrativos em Educação (TAEs), e de docentes aconteceram na última terça e quarta-feira, dia 8 e 9 de novembro. Os TAEs em greve reuniram-se na terça-feira e os estudantes organizaram assembleias na quarta-feira. As reuniões estudantis foram divididas por categoria, estudantes de graduação e do Colégio de Aplicação reuniram-se em um local, e os estudantes de pós-graduação em outro local. Uma assembleia geral reunindo as três categorias aconteceu para a quarta-feira às 18h30.

Dentre os assuntos em pauta estão a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55, em tramitação no Senado Federal, além da agenda de greve, paralisações e ocupações em protesto às iniciativas do governo federal que afetam negativamente a educação. Na sexta-feira, 11 de novembro, a proposta é de Paralisação Geral Nacional, com diversas atividades programadas na Universidade, inclusive com proposta de uma passeata.

A assembleia geral deliberou por uma agenda para o dia de Paralisação Nacional na sexta-feira e definiu um cronograma:

9h30 – Aula Pública: “Porque precisamos parar o Brasil?”, no Hall da Reitoria
13h30 – Concentração e produção de materiais, no Hall da Reitoria
14h30 – Saída da Marcha e Carreata em Defesa da Educação Pública
16h – Ato Público na praça Tancredo Neves

Mayra Cajueiro Warren/Jornalista da Agecom/UFSC

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Paralisação do transporte coletivo: Administração Central faz recomendação aos professores

28/05/2014 17:10

Em virtude da paralisação do transporte coletivo da Grande Florianópolis – iniciada à meia-noite desta quarta-feira, 28 de maio –, a Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recomenda aos professores que não realizem avaliações dos estudantes nesta data.

Administração Central/UFSC

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Greve na UFSC: cronograma de assembleias e serviços afetados

18/06/2012 12:08

Reitoria emite novo comunicado sobre a greve:

COMUNICADO À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA

Segunda semana de paralisação dos STAs

 

Iniciamos a segunda semana de paralisação dos Servidores Técnico-Administrativos (STAs), acompanhando os desdobramentos do movimento, tendo em vista a  manutenção dos serviços essenciais da Administração Universitária.

Para assegurarmos as ações referentes à alimentação dos estudantes, que possuem isenção das refeições deferida pela Coordenação de Serviço Social – COSS/PRAE, foram providenciadas as medidas emergenciais, devido à paralisação das atividades do Restaurante Universitário.

Nesta semana esforços adicionais serão efetuados pela Reitora junto à Andifes e ao Governo Federal pela negociação com o movimento.

Com o propósito de assegurarmos o diálogo com o Comando Geral de Greve dos Servidores Técnico-Administrativos, encaminharemos nova proposta de reunião ainda esta semana.

Ratificamos nossa convicção e expectativa de que o diálogo da Reitoria da UFSC com o Comando Local de Greve dos STAs democraticamente se aprofunde, na perspectiva das legítimas demandas que partilhamos.


ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DA UFSC

18 de junho de 2012


Paralisação dos técnico-administrativos
Informações: / (48) 8482-1195

Discussão de greve entre professores

A Andes realiza assembleia dia 18 de junho

A Apufsc tem assembleia geral extraordinária a ser realizada em duas etapas, a primeira no dia 20 de junho de 2012 (quarta-feira), às 14 h, no Auditório João Ernesto Castro, no Prédio da Engenharia de Produção e Sistemas/Centro Tecnológico,  e a segunda no dia 21 de junho de 2012 (quinta-feira), das 9h às 20 h,  em votação em urna nos Centros de Ensino e nos Campi avançados

Restaurante Universitário

A partir desta terça-feira, 19 de junho, o atendimento à comunidade universitária será interrompido. A reitoria tomou providências para o atendimento alimentar dos estudantes cadastrados no serviço social. Informações: 3721-8226

BU e DAE
Biblioteca Universitária e Departamento de Administração Escolar (DAE)  estão fechados.

Almoxarifados
Estão fechados desde a manhã da segunda-feira, 18 de junho, o almoxarifado central e o almoxarifado da Prefeitura Universitária (PU) da UFSC. A Pró-Reitoria de Administração (PROAD) estuda medidas para garantir o abastecimento de produtos essenciais, como os de higiene e limpeza, bem como para receber os produtos já licitados e comprados. Informações: (48) 3721-9537


Gestão de pessoas
A Secretaria de Gestão de Pessoas (SEGESP) informa os assuntos que serão tratados mesmo durante o período da greve: aposentadoria em andamento; auxílio funeral; exoneração e vacância; pensão vitalícia (por morte); entrega de documentos que já foram solicitados; declaração funcional para fins de visto ou afastamento; solicitação de cópia de documentos com prazos judiciais; não recebimento de salário; pensão alimentícia; licença gestação e sua respectiva prorrogação; servidor que recebeu carta (DAP ou DDAP) referente a acórdãos do TCU; ajuda de custo (remoção ou redistribuição); homologação de resultado de concurso de docente; recebimento de recurso de concurso e posse de candidatos nomeados em concurso.
Caso tenha dificuldade em obter o atestado de saúde ocupacional, documento necessário para a posse, o candidato nomeado deve entrar em contato com a SEGESP. A Divisão de Saúde Suplementar fará atendimento ao público, para os casos urgentes em horário reduzido: das 10h ao meio dia. Informa, também, que para assuntos não citados a pessoa deve se dirigir à Secretaria da SEGESP. Mais informações: (48) 3721-9240

Módulos de Capacitação durante a greve
A Coordenadoria de Capacitação de Pessoas (CCP) da UFSC informa os módulos que serão suspensos ou mantidos:

– Módulos em andamento: a continuidade ou não das aulas será definida com a turma e com o ministrante no próximo encontro, de acordo com as datas a seguir:
1. Felicidade e Bem-estar no Trabalho – próximo encontro presencial dia 19/06/12, às 14h, na sala Girassol – 3º piso do Centro de Cultura e Eventos.
2.  SPA – Processos – turma 04 – a definir com a turma.

– Módulos mantidos:
1. Aposenta-ação – último encontro dia 13/06/12, às 14h, na sala 006 do CCJ.
2. Universidade e Gestão Social – último encontro dia 14/06/12, às 14h, na sala 007 do CSE.
3. Gestão de Pessoas por Competências nas Organizações Públicas – último encontro dia 14/06/12, às 14h, na sala 008, do CCJ.
4. Aspectos Gerais da Redação Oficial – últimos encontros dias 13 e 15/06, às 14h, no Laboratório de Capacitação da UAB.
5. Libras
6. Introdução à Gerência de Projetos e Prática com GP – web – turma 02.
7. Acordo Ortográfico e Revisão Gramatical – turma 02

– Módulos suspensos: em virtude das aulas ainda não terem iniciado, estes módulos serão reagendados após o término da greve.
1. Gestão de Pessoas por Competências nas Organizações Públicas – turma 02.
2. Informática Básica – turma 01.
3. Planejamento e Gestão de Unidades de Informação-Biblioteca Universitária.
4. Processos Gerenciais voltados à Inovação e a Mudança na UFSC.
5. Inclusão Digital.
6. Universidade e Sociedade.
7. Slides Material Profissional Motivador – turmas 01 e 02.
8. Introdução ao Sistema de Controle Acadêmico de Pós-Graduação – CAPG e às Rotinas das Secretarias de Pós-Graduação.

– Módulo a definir: devido à parceria com o PROFOR a manutenção do módulo Metodologia do Ensino Superior em Araranguá será definida após consulta aos envolvidos.

Campus de Araranguá:
Os  técnico-administrativos do campus de Araranguá decidiram, em assembleia realizada no dia 15/6, paralisarem suas atividades a partir desta segunda-feira, 18 de junho. Confira a carta aberta dos STAs do campus de Araranguá

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Paralisação dos técnico-administrativos

18/06/2012 08:06

O comando local de greve convoca os servidores técnico-administrativos da UFSC para assembleia geral permanente que será realizada nesta segunda-feira, dia 18, às 14h, na tenda em frente à Reitoria. Serão discutidos importantes encaminhamentos de mobilização. Mais informações com Leandro: (48) 8482-1195  ou

Informações do campus de Araranguá:
Os servidores do campus de Araranguá decidiram, em assembleia realizada no dia 15/6, paralisarem suas atividades a partir desta segunda-feira, 18 de junho.

Confira a carta aberta dos STAs do campus de Araranguá

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Semestre letivo começa com setores fechados na UFSC

08/08/2011 11:10
Jorna Universitário está sendo distribuído aos calouros, veteranos, professores e técnico-administrativos

Jornal Universitário está sendo distribuído aos calouros, veteranos, professores e técnico-administrativos

O segundo semestre letivo teve início na manhã desta segunda-feira, dia 8, na Universidade Federal de Santa Catarina. As aulas começaram normalmente,  exceto no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), mas tanto os veteranos quanto os calouros enfrentaram dificuldades por causa da paralisação dos trabalhadores técnico-administrativos, que estão em greve desde o dia 6 de junho. Os setores mais afetados pela greve são o Restaurante Universitário (RU), a biblioteca, a imprensa universitária (gráfica) e o almoxarifado central. Apenas nos 83 cursos e habilitações da graduação são cerca de 23 mil alunos, incluindo os campi de Florianópolis, Joinville, Curitibanos e Araranguá.

O CFH deve retardar o reinício das aulas por uma semana, pois o  Conselho de Unidade entendeu que a greve vem inviabilizando as atividades acadêmicas. De acordo com o professor Carlos José de Carvalho Pinto, diretor de Gestão e Desenvolvimento Acadêmico da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG), não foi possível digitar todas as notas do semestre anterior, o que atrasou o calendário daquele centro de ensino. “Vamos fazer um mutirão para resolver esse problema”, informou.

Também por causa da greve, a recepção aos calouros, realizada a cada início de semestre, foi descartada. A falta de funcionários em diversos setores impediu que fosse elaborada uma programação específica, que inclui shows e entrega de kits aos novos alunos da Universidade. “Estamos estimulando cada centro a fazer a sua própria recepção”, diz o professor Carvalho Pinto.

Na retomada das aulas está sendo distribuída a edição de agosto do Jornal Universitário, que traz, entre outras, matérias sobre o uso de alimentos orgânicos no RU e no Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), a inclusão promovida pela educação indígena e os 30 anos da Editora da UFSC.

Na manhã de hoje os servidores em greve fecharam o acesso à Universidade pela rótula do bairro Trindade, uma das principais entradas do campus-sede. Eles prometem repetir o ato em outros pontos da UFSC, durante a semana, chamando a atenção para as reivindicações feitas junto aos ministérios da Educação e do Planejamento, Orçamento e Gestão, incluindo melhores condições de trabalho, reajuste salarial e racionalização da carreira.

Posição da Reitoria – Por meio de nota oficial, a Administração Central da instituição deu boas-vindas aos alunos, desejando que todos, e especialmente os calouros, “encontrem no campus um ambiente próprio e estimulante para a convivência e formação profissional”. A Reitoria diz reconhecer a justeza das reivindicações dos servidores e respeitar a autonomia do movimento, ao mesmo tempo em que participa, em Brasília, das negociações com o governo federal na busca de uma solução para o impasse.

“Durante as férias de julho, a Administração da UFSC procurou adequar a infraestrutura da instituição às necessidades do ensino de graduação e de pós-graduação, visando, assim, a assegurar a qualidade das atividades acadêmicas”, diz a nota. Através da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), a Reitoria está acompanhando o movimento em nível nacional e “espera que se possa chegar a um acordo entre as partes, possibilitando a normalização do funcionamento pleno da Universidade”.

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Restaurante Universitário não funcionará nesta terça-feira

07/06/2011 08:38

A Administração Central da UFSC e a direção do Restaurante Universitário comunicam que em função do movimento reivindicatório dos servidores técnico-administrativos o RU não terá condições de produzir e atender a comunidade universitária.

A Administração Central comunica ainda que fará avaliações diárias acompanhando o movimento de paralisação dos servidores técnico-administrativos e informando a comunidade interna e externa sobre o funcionamento dos diversos setores da instituição.

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