UFSC sobe duas posições e é a 8ª melhor universidade do país em ranking mundial
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ocupa o posto de oitava melhor universidade do Brasil de acordo com o QS World University Rankings 2026, divulgado na quinta-feira, 19 de junho. A Universidade subiu duas posições em comparação ao ranking do ano passado.
Foram classificadas 1.501 instituições de 106 regiões, sendo 32 instituições do Brasil. No ranking global, a UFSC ficou na faixa 801-850. O ranking não especifica a posição exata das universidades dentro desses intervalos.
A classificação é elaborada anualmente pela Quacquarelli Symonds (QS) e leva em conta nove critérios de avaliação:
- Reputação acadêmica (que representa 30% da nota final, considerando uma avaliação anual) – baseada em uma pesquisa global com acadêmicos;
- Citações por docente (20%) – indicador de impacto da pesquisa científica;
- Reputação entre empregadores (15%) – mede a percepção do mercado de trabalho sobre os egressos da instituição;
- Razão entre corpo docente e estudantes (10%) – avalia a capacidade de ensino;
- Rede internacional de pesquisa (5%) – mede a colaboração internacional em pesquisas;
- Sustentabilidade (5%) – avalia os esforços institucionais relacionados à sustentabilidade social e ambiental;
- Empregabilidade e resultados de ex-alunos (5%) – considera o impacto e o sucesso dos egressos;
- Proporção de docentes internacionais (5%);
- Proporção de estudantes internacionais (5%) – esse dois últimos refletem a capacidade de atrair talentos de outros países, promovendo um ambiente acadêmico internacionalizado.
A UFSC também se sobressai em rankings internacionais, como o Times Higher Education (THE) e a University Impact Rankings.
O resultado completo dos rankings QS World University pode ser acessado no site oficial da QS.





A edição 2025 do Summit Cidades, o principal encontro de cidades inteligentes do Brasil, será realizada de 24 a 26 de junho, no CentroSul, em Florianópolis, com foco na discussão sobre inovação, empreendedorismo, tecnologia, sustentabilidade urbana e comunicação política e institucional. O evento reúne especialistas, gestores públicos, empresas, acadêmicos e a sociedade civil para debater as principais tendências e soluções que moldam o futuro das cidades, conectando os setores público e privado, além de fortalecer o protagonismo da academia nesse cenário.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), comprometida com a proteção e a preservação da vida das pessoas, do material, das áreas e das instalações, convida a comunidade em geral a participar da consulta pública sobre a Política de Segurança Institucional (PSI), aberta de 16 de junho a 4 de julho de 2025. A minuta está disponível na Plataforma Participa + Brasil e pode ser acessada 


A sessão foi marcada novamente pela ampla participação de movimentos estudantis, servidores técnicos e docentes, e a comunidade externa, evidenciando o impacto e a relevância do tema. O debate gerou intensas discussões dentro e fora da academia, com manifestações de apoio à mudança e críticas de setores que questionaram a revisão histórica conduzida pela UFSC. O reitor Irineu Manoel de Souza, presidente do Conselho Universitário, abriu os trabalhos estabelecendo as regras para o funcionamento da sessão, como a proibição de novos pedidos de vistas, com o objetivo de evitar mais adiamentos. Esta foi a quarta reunião do Conselho dedicada às discussões relacionadas às conclusões da Comissão Memória e Verdade (CMV), criada para investigar e propor ações sobre eventos ligados ao período da ditadura militar.



No período da tarde, a equipe se dirigiu à Penitenciária de Florianópolis, cujo complexo possui quatro bibliotecas. Os representantes da UFSC foram recebidos pela coordenadora de Ensino e Promoção Social, Márcia Meireles; pelos coordenadores do Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), Fernanda Rohden, Marcelo Mesquita e Anésio Kuellkam; e pelo professor orientador do projeto “Despertar pela Leitura”, Adailson Leal. Desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa (SAP) e a Secretaria da Educação (SED), o projeto busca reintegrar pessoas privadas de liberdade à sociedade, utilizando a educação e o estímulo à leitura como ferramentas para transformação.



























