Vídeos de animação do Curso de Design são destaque na TV UFSC

15/04/2011 18:54

A TV UFSC, canal 15 da NET Florianópolis, tem novidades na próxima semana. O destaque fica por conta da coletânea de curtas de animação produzida pelo Curso de Design. No programa  UFSC Entrevista, Cinthia Raasch conversa com a
presidente da Comunica!, primeira Empresa Junior de Jornalismo do Estado e, no sábado, a emissora exibe uma “maratona” de filmes comemorando o aniversário do ator e diretor britânico Charles Chaplin.

Os curtas de animação vão ao ar no programa Primeiro Plano, quinta-feira, 21/04. A coletânea foi  produzida pelos alunos do curso de Design de Animação, sob a orientação do professor Clóvis Geyer. Além disso, os vídeos serão exibidos em separado durante os intervalos da programação.

No sábado, 16/04, dia em que Charles Chaplin completaria 122 anos, a TV UFSC homenageia o cineasta inglês apresentando uma maratona de filmes feitos por ele. Às 21h30 vai ao ar Tempos Modernos, de 1936, um dos maiores clássicos da história do cinema, que é uma grande crítica à industrialização. Logo em seguida a TV apresenta Em Busca do Ouro. Produzido em 1925, o filme satiriza a corrida pelo ouro que aconteceu no Alaska, no final do século XIX. O terceiro filme do cineasta a ir ao ar no sábado é O Garoto, de 1921. Na história, um bebê é abandonado pela sua mãe e acaba criado pelo próprio Chaplin, que faz o papel de um mendigo. Com o tempo, os dois formam um dupla que cria diferentes formas para conseguir dinheiro e sobreviver.

O UFSC Entrevista da semana será com Luiza Fregapani, presidente da Empresa Junior do Jornalismo, a primeira da área em SC. Na conversa, são abordados temas como a ajuda na formação profissional que uma empresa junior pode trazer aos alunos e a importância dessa iniciativa para o mercado. O programa vai ser exibido na segunda, 18/04, às 21h30.

Na sexta-feira, 22/04, às 20h, o filme da Sessão Cinema é Uma Noite na Ópera, de 1935. Dirigido por Sam Wood e com a atuação dos irmãos Marx, é considerado por parte da crítica uma das grandes comédias da década de 1930.

O Justiça do Trabalho apresenta programa inédito na sexta-feira, às 19h30. Nessa semana, o tema tratado será a Síndrome de Burnout, esgotamento físico e mental que tem como principal causa o estresse no ambiente de trabalho.

Acompanhe a programação da TV UFSC pelo canal 15 da NET. Mais informações: www.tv.ufsc.br ou twitter.com/tv_ufsc.

Por Gian Kojikovski/ Bolsista de Jornalismo na TV UFSC

Tags: chaplinempresa junior de Jornalismo

Ceped apoia campanha “Minha cidade está se preparando”

15/04/2011 18:00

Nesta quinta-feira, 14/04, o diretor do Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (Ceped) da UFSC, professor Antônio Edésio Jungles, e a equipe da unidade Santa Mônica, receberam o chefe do escritório regional para as Américas da Estratégia Internacional de Redução de Desastres (EIRD) da ONU, Ricardo Mena, que veio a Florianópolis para entregar os certificados de compromisso com a Campanha Mundial para a Redução de Desastres 2010/2011 – Desenvolvendo cidades resilientes: “Minha cidade está se preparando” aos seis municípios catarinenses participantes.

Rio do Sul, Tubarão, Itajaí, Florianópolis, Blumenau e Jaraguá do Sul são as primeiras cidades do Brasil a firmar compromisso com a campanha, que já tem 630 municípios participantes em todo o mundo.

Durante a visita ao Ceped UFSC, Mena, acompanhado do gerente de Prevenção da Defesa Civil de Santa Catarina, major pm Emerson Neri Emerim, solicitou a ajuda da instituição para desenvolver instrumentos que agreguem informações que sirvam de linha base para aplicar o Quadro de Ação de Hyogo (conjunto de medidas que contribuam para a redução de risco de desastres, adotado por 168 países desde 2005) em nível local. “A UFSC pode ajudar na gestão, planejamento, análises geográficas e geológicas e de áreas de risco, assim como na avaliação estrutural de instalações de primeira importância em desastres, como hospitais e escolas”, disse.

O professor Antônio reafirmou o interesse na parceria e no apoio à campanha, oferecendo a estrutura e a equipe que o Ceped UFSC desenvolveu e articulou nestes dez anos de atuação em gestão de riscos e de desastres.

Conheça a campanha Desenvolvendo cidades resilientes: “Minha cidade está se preparando” no site da EIRD ONU: www.eird.org/camp-10-11 (em espanhol) .

Informações: (48) 3226-1704 |

Fonte: Ceped UFSC

Saiba Mais:

Marco de Ação de Hyogo

Diante do agravamento e do aumento de desastres provocados por eventos adversos, os governos de 168 países se comprometeram a adotar medidas para reduzir o risco de desastres, adotando o Marco de Ação de Hyogo, em 2005.

O que é?

O Marco de Ação de Hyogo é o instrumento mais importante para a implementação da redução de risco de desastres, adotado por países membros nas Nações Unidas. O objetivo é aumentar a resiliencia das nações e comunidades diante de desastres, visando para 2015 a redução considerável das perdas ocasionadas por desastres, de vidas humanas, bens sociais, econômicos e ambientais.

Áreas prioritárias

O Marco de Ação de Hyogo oferece cinco áreas prioritárias para a tomada de ações e medidas para reduzir vulnerabilidades:

– A redução de risco de desastre deve ser uma prioridade
– Conhecer o risco e adotar medidas
– Desenvolver uma maior compreensão e conscientização
– Reduzir o Risco
– Fortalecer a preparação em desastres para uma resposta eficaz, em todos os níveis

Fonte: Defesa Civil de SC

Tags: Ação de Hyogodesastres naturais

Reitoria divulga memorando suspendendo festas

15/04/2011 17:39

A Reitoria divulgou memorando aos diretores de Centro suspendendo as festas universitárias no campus.

Leia a íntegra:

Memorando Circular n.°  8/9/2011/GR
Em 14 de abril de 2011.

Aos Senhores Diretores de Centro
Assunto: Suspensão das festas universitárias

1.  Em razão dos problemas ocorridos nas últimas festas realizadas no Campus, decorrentes da comercialização indiscriminada de bebidas alcoólicas, degradação do patrimônio público, excesso de ruídos, excesso de participantes, furtos e arrombamentos de veículos, a Administração Central da UFSC decide suspender, a partir desta data, novas autorizações para festas universitárias realizadas na Praça da Cidadania, incluindo a concha acústica.

2.  Informamos que essa suspensão tem validade até a manifestação do Conselho Universitário sobre as propostas à Resolução Normativa n.º 002/CUn/2009, de 27 de outubro de 2009, que dispõe sobre a realização de festas em espaços da Universidade Federal de Santa Catarina. Tais propostas serão encaminhadas por uma Comissão especialmente constituída para esse fim, com base no relatório elaborado pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), contemplando de forma circunstanciada e documentada as ocorrências favoráveis e desfavoráveis registradas durante o período.

3.  Destacamos que essas grandes festas distanciaram-se do que se considera uma confraternização entre estudantes, para se tornarem megaeventos com demandas que não podem ser suportadas pela infraestrutura disponível na Universidade.

4.  Consideram-se exceções as festas realizadas nos Centros de Ensino com autorização expressa da respectiva direção, com justificativa circunstanciada, levando-se em conta o número de participantes, serviço de limpeza e segurança adequada, tendo em vista o número de participantes e controle de ruídos.

Atenciosamente,
Prof. Alvaro Toubes Prata
Reitor


Dia Nacional de Conservação do Solo

15/04/2011 17:15

Os professores do Departamento de Engenharia Rural da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Núcleo Regional Sul da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (NRS-SBCS), atualmente com sede na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC de Lages), lembram que 15 de abril é o Dia da Conservação do Solo.

Segundo o professor da UFSC Gustavo Brunetto, que ministra a disciplina Química e Fertilidade do Solo, a data deve ser lembrada por todos. “A conservação do solo é determinante para o desenvolvimento dos seres vivos e também na produção de alimentos. O equilíbrio fisco, químico e biológico é fundamental para o solo não se tornar improdutivo”, alerta.

Mais informações: / (48) 3721-5426

Tags: Engenharia Ruralsolo

UFSC realiza simulação de organizações internacionais para o ensino médio

15/04/2011 16:15

Estudantes do Curso de Relações Internacionais da UFSC realizam no dia 30 deste mês a primeira edição da Simulação de Organizações Internacionais para o Ensino Médio (SIEM). O processo é realizado em diversas universidades do mundo, como Harvard, nos Estados Unidos. Um dos objetivos é capacitar estudantes do segundo grau para discussões mais aprofundadas sobre fatos históricos e assuntos da atualidade que causam impactos imediatos na sociedade. Cerca de 150 alunos de colégios particulares e públicos de Florianópolis vão desempenhar as funções de diplomatas e embaixadores no evento, inédito em Santa Catarina.

Além da Assembléia Geral da ONU e Conselho de Segurança, serão representadas na Sala dos Conselhos, na Reitoria, e no Auditório do Centro Sócio-Econômico, alguns dos mais importantes órgãos internacionais. Entre eles, Organização dos Estados Americanos (OEA), Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (APEC) e União Européia (UE). Serão debatidos temas como pirataria na Somália, o posicionamento da União Européia sobre o conflito Israel/Palestina, doenças relacionadas às mudanças climáticas e o tráfico de pessoas.

“A ideia é que os alunos do ensino médio busquem, além do guia que está disponível no site do SIEM, mais informações por meio de pesquisas e bibliografias relacionadas, e assim desenvolvam a capacidade de compreender os acontecimentos internacionais e uma cultura de tolerância”, explica Paula Fogliato Prado, acadêmica de Relações Internacionais.

De acordo com os organizadores, as discussões em pauta já aconteceram em reuniões reais de cada organização e as atas estão disponíveis na página do projeto (http://siem.ufsc.br/). Mesmo assim as decisões estarão em aberto. “Não necessariamente os participantes deverão chegar às resoluções em que as reuniões reais chegaram”, complementa Paula.

“Este é um campo de atuação profissional, onde muito dos alunos do Curso de Relações Internacionais atuarão. Portanto estão adquirindo experiências ao organizarem um projeto que simula fielmente os processos administrativos e o andamento institucional desses organismos”, ressalta Renato Xavier, também estudante de Relações Internacionais. Acadêmicos do curso ficarão em uma sala de apoio para atender os participantes que tenham alguma dúvida sobre as decisões e os posicionamentos que devem tomar. Eles foram também responsáveis pela elaboração de um guia de estudo para a preparação dos participantes.

Neste momento a simulação está envolvendo universitários do Curso de Relações Internacionais, mas em edições futuras deve integrar outras áreas, como História, Direito e Jornalismo. O primeiro SIEM realizado no Brasil aconteceu em 2006, representando reuniões e comitês históricos, entre eles a Conferência de Genebra de 1938, o Conselho de Segurança Nacional do Brasil de 1968 (que discutiu o Ato Institucional 5) e a ECO-92. Edições posteriores contemplaram discussões mais antigas, atuais e religiosas, como o Senado Romano de 63 a.C., o Supremo Tribunal Federal com o caso Casare Batisti de 2009 e o Concílio Vaticano Primeiro, que abordou o tema a Igreja frente às ideologias do século XIX.

Mais informações: http://siem.ufsc.br/ / Paula Fogliato Prado (8457-8927 / ) ou professora Patrícia Arienti (3721-6508)

Também no vídeo SIEM UFSC – Simulação de Organizações Internacionais para Ensino Médio:http://www.youtube.com/watch?v=5poecblI08M

Por Ana Luísa Funchal / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: relações internacionaissimulação

Pós em Enfermagem no topo da qualidade

15/04/2011 09:59

A revista Texto & Contexto garante visibilidade internacional

Funciona na Universidade Federal de Santa Catarina um curso que é referência no Brasil e cujo renome já ultrapassou as fronteiras do país. O Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN-UFSC) divide com três programas da Universidade de São Paulo (USP) o privilégio de ostentar o conceito 6, segundo avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação.

Esta é a nota máxima já obtida por um curso de pós-graduação em Enfermagem, e demonstra que o trabalho realizado desde 1976 pela instituição catarinense vem dando os melhores frutos possíveis. O conceito de excelência, conferido neste caso, tem em vista não apenas o desempenho em termos de produção científica, mas em liderança e internacionalização do Programa. Um grupo forte de professores, produção científica de qualidade e respeito ao princípio da solidariedade, promovendo a consolidação do campo da Enfermagem em outros países e regiões do Brasil, ajudam a explicar essa performance, segundo a coordenadora do programa, professora Flávia Regina Souza Ramos.

Com a política de internacionalização, o PEN não apenas recebe alunos estrangeiros, mas dissemina seu bom conceito e o amplo reconhecimento de seus méritos e diferenciais. Em sua proposta de concepção, o Programa propõe-se a formar “enfermeiras (os), bem como profissionais da área da saúde, em nível avançado, para a produção de conhecimentos em saúde e para assumir papel de liderança no campo educacional, assistencial e político da área”.

Hoje, existem 144 alunos regulares no programa, sendo 66 no doutorado, 51 no mestrado, 24 no mestrado profissional, além de três pós-doutorandos, incluindo profissionais de outros estados ou  países, que escolheram a Universidade para a sua pós-graduação. O ingresso se dá em uma de suas diferentes linhas de pesquisa, as quais também realizam intercâmbios e recebem professores de outras instituições, atraídos pela qualidade da UFSC e pela oportunidade de realizar aqui o seu pós-doutorado.

O Programa de Pós-Graduação em Enfermagem também recebe diversas solicitações de convênios para realização de projetos DINTER e MINTER (Doutorado e Mestrado Interinstitucionais), por parte de IES de Santa Catarina e de outras regiões, incluindo o norte e nordeste do país. “Infelizmente não podemos atender a todos os pedidos, mas avaliamos criteriosamente o potencial e as necessidades de mantermos estas iniciativas, geradoras de grandes impactos regionais para a Enfermagem”, afirma a coordenadora.

O mestrado, criado em 1976, e o doutorado, que é de 1992, já diplomaram mais de 530 mestres e 190 doutores. Desde 2005, também é oferecido o estágio pós-doutoral em Enfermagem, voltado para a produção de pesquisas e estudos avançados na área da saúde. Hoje, a UFSC presta seu apoio na criação de cursos de pós-graduação dentro e fora do país (como na UFPA ou na Venezuela, recentemente), assim como já o fez para a criação dos vários Programas em Enfermagem hoje existentes na região sul do Brasil. Enfermeiros da rede de serviços de saúde também vêm procurando o mestrado e o doutorado, como forma de integração das competências técnicas, políticas e de investigação, sem falar de profissionais de outras áreas, como Odontologia, Fisioterapia, Educação Física, Psicologia e Serviço Social, que igualmente demonstram interesse em fazer pós-graduação na Enfermagem.

Produções importantes

O PEN-UFSC também atua com o Ministério da Saúde e a Organização Panamericana de Saúde (OPAS/OMS), parceiros em projetos bilaterais e multilaterais, para prioridades ligadas aos recursos humanos em Enfermagem. Paralelamente, o Programa passa por um processo de designação como Centro Colaborador da OPAS/OMS, assumindo recentemente uma colaboração em Projeto Brasil/Cuba/Haiti para a formação de técnicos de enfermagem e agentes de saúde para atender a séria defasagem quantitativa de pessoal naquele país, especialmente após as perdas ocasionadas pelo terremoto de 2009.

Novo prédio vai proporcionar melhores condições de pesquisa - Fotos: Pâmela Carbonari/bolsista Agecom

A isso se soma o incremento das publicações no Brasil e fora dele e o apoio a intercâmbios específicos na área da pesquisa. Em 2010, foram publicados 142 artigos, o que equivale a mais de seis textos por docente. “É uma produção significativa e que representa a crescente qualificação e incremento das linhas de pesquisa”, diz a professora Flávia Regina. Já a revista “Texto & Contexto – Enfermagem” é uma das que receberam a melhor classificação entre revistas brasileiras da área, extrato A2 pelo QUALIS Periódicos da CAPES, além de estar indexada em diferentes bases de dados internacionais, inclusive o Web of Science. “Isto amplia a visibilidade e reconhecimento Internacional do Programa”, ressalta a coordenadora.

Existem oito linhas de investigação no Programa, dentro da área de concentração “Filosofia, Saúde e Sociedade”. Esta estrutura está sendo reformulada, atendendo a evolução do Programa, e se organizará em duas áreas de concentração, “Filosofia, Cuidado em Saúde e Enfermagem” e “Educação e Trabalho em Saúde e Enfermagem”. Estas novas áreas continuarão associadas a 13 grupos de pesquisa, todos cadastrados no CNPq e com projetos em desenvolvimento. Esses grupos estudam temáticas variadas e complexas, coerentes aos compromissos assumidos com a realidade brasileira e o campo profissional internacional, conforme se observa na denominação dos grupos (abaixo). “São trabalhos com grande possibilidade de aplicação prática, desde a atenção primária até a alta complexidade, nos campos da educação, do cuidado e da gestão”, reforça a subcoordenadora, professora Vânia Marli Schubert Backes.

Espaço e pessoal

Uma das carências a serem superadas, segundo a coordenadora, é a do espaço físico, mas está previsto para 2012 a conclusão do Centro em Tecnologia do Cuidado, um prédio de R$ 1,6 milhão financiado pela Finep, que resolverá o problema das instalações insuficientes para os laboratórios e grupos de pesquisa. “Com a construção do bloco, ganharemos um novo fôlego, com uma estrutura mais ampla e adequada às nossas necessidades e atuais projetos”, afirma a coordenadora.

Assim, o principal entrave, como em outros setores da Universidade, continua sendo o da carência de pessoal. Apenas uma servidora do quadro da Universidade dá conta de toda a parte acadêmica da pós-graduação. “Seria preciso mais pessoas para a gestão de projetos nacionais e internacionais e todo o trabalho administrativo que envolve um Programa com este escopo de atuação”, informa Flávia Regina. No momento, a própria pós-graduação arca com as despesas de pessoal para manutenção da revista e de outros projetos.

GRUPOS DE PESQUISA

1) GESPI – Grupo de Estudos sobre Cuidado de Saúde de Idosos

2) NUCRON – Núcleo de Estudos e Assistência em Enfermagem e Saúde às Pessoas com Doenças Crônicas

3) C&C – Cuidando e Confortando – Grupo de Pesquisa Cuidando e Confortando

4) GIATE – Grupo de Pesquisa em Tecnologia, Informações e Informática em Saúde e Enfermagem

5) GEHCES – Grupo de Estudos de História do Conhecimento de Enfermagem e Saúde

6) EDEN – Grupo de Pesquisa em Educação em Enfermagem e Saúde

7) NUPEQUIS – Núcleo de Pesquisa e Estudos sobre o Quotidiano e Imaginário em Saúde

8) PRÁXIS – Núcleo de Estudos sobre Saúde, Enfermagem, Trabalho e Cidadania

9) NEPEPS – Núcleo de Extensão e Pesquisa em Educação Popular e Saúde

10) GEPADES – Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração de Enfermagem e Saúde

11) NEFIS – Núcleo de Estudos em Filosofia e Saúde George Ganguilhem

12) GRUPESMUR – Grupo de Pesquisa em Enfermagem na Saúde da Mulher e Recém-nascido

13) GEAS – Grupo de Estudos no Cuidado de Pessoas nas Situações Agudas de Saúde

Por Paulo Clóvis Schmitz/Jornalista da Agecom

Tags: pós em enfermagem

Florianópolis promove almoço em solidariedade às vítimas no Japão

15/04/2011 09:03

Pouco mais de um mês após a maior tragédia natural da história do Japão, milhares de pessoas continuam desabrigadas e precisando de toda ajuda possível. A Associação Nipo-Catarinense, com o apoio de diversas entidades públicas e privadas organiza no dia 17 de abril um almoço solidário que vai reverter os recursos para uma das regiões mais afetadas pelo terremoto e pelo tsunami, a província de Aomori, estado-irmão de Santa Catarina.

O almoço ‘Gambarê Nippon’ (Força Japão) será no Lagoa Iate Clube, a partir das 11 horas e vai apresentar várias atividades culturais japonesas e um almoço com yakissoba (água e refrigerante incluídos) por um convite a R$ 50. A venda está sendo feita na sede da Associação Nipo Catarinense (avenida Hercílio Luz, 639, sala 906 – 3225-8746) e também na CDL de Florianópolis (rua Felipe Schmidt, 679, centro – 3229-7000).

Considerado um dos principais centros agrícolas e portuários do Japão, Aomori conta com a solidariedade dos catarinenses para tentar voltar à normalidade. Na UFSC, os ingressos estão sendo vendidos na Secretaria de Cultura e Arte e no Departamento Artístico Cultural.

Contatos: 3721-9403 (com Jucélia)

Tags: almoço solidárioGambarêJapãoNippon

Grupo de Estudos Arte na Escola abre inscrição para o curso “Silêncios que Falam”

14/04/2011 17:05

Estão abertas na UFSC as inscrições para o curso ´Silêncios que falam`, que será oferecido gratuitamente a professores de artes da rede pública pelo Grupo de Estudo Arte na Escola – Polo UFSC. O objetivo é capacitar o professor de área, poetizando e qualificando o cotidiano escolar. São 60 horas, sendo 18 encontros com 54 horas presencias e seis horas para elaboração de projeto pedagógico.

O curso inicia no dia 5 de maio e prossegue até 29 de setembro, sempre às quintas-feiras, das 8h30 às 11h30, no Colégio de Aplicação (CA). Será ministrado por integrantes do Grupo de Estudo Arte na Escola, professores convidados do Colégio de Aplicação da UFSC e do Centro de Artes da Udesc. A inscrição deve ser feita no Espaço Estético do CA, entre 8h e 11h30min. Interessados devem trazer comprovante de atuação em sala de aula, RG e CPF.

Ministrantes:

Integrantes do Grupo de Estudo: Antônio Felix da Silva; Elaine Maritsa Franzon; Eliane Dias de Oliveira; Fabiane Marquetti; Fabíola Cirimbelli Búrigo Costa; Jucélia Maria Alves; Maria Cristina Diederichsen -Tim; Maria de Fátima Lopes Gonzaga; Maria Regina Ziegler de Castro; Margareth Borba Rodrigues; Rodrigo Ribeiro de Souza; Rosa Virgínia Rosalino Daitx; Rose Mery de Lima; Sheila Maddalozzo.

Professores convidados CEART- UDESC: Anita Prado Koneski e Maria Cristina Alves dos Santos Pessi.

Professora convidada CA-UFSC: Débora da Rocha Gaspar.

Coordenação: Fabíola Cirimbelli Búrigo Costa.

Cronograma:

5 de maio: Apresentação do Polo UFSC  Arte na Escola e apresentação da proposta do (D)curso: Silêncios que Falam: coordenadores do Polo UFSC, integrantes do GE e professores convidados.

12 e 19 de maio: Escutando o silêncio: Tim, Rose, Rosa e Jucélia.

26 de maio e 2 de junho: Poética de professor: Maria Cristina Alves dos Santos Pessi.

9 de junho: Filosofia da arte: Anita Prado Koneski.

16 de junho e 30 de junho: Linguagem visual: Elaine, Margareth e Fabiana.

7 e 14 de julho: A história da arte e a contemporaneidade: Rosa , Sheila e Regina.

4 e 11 de agosto: O olhar da imagem: Fátima, Elaine, Rodrigo e Margareth.

18 e 25 de agosto: Fazer artístico: Regina, Tim e Rose.

1º de setembro: História do ensino de arte: Fabíola, Eliane e Antonio.

8 e 15 de setembro: Cultura visual e Projetos de trabalho: Débora da Rocha Gaspar.

22 de setembro: Aberto para assessoramento na elaboração de projetos.

29 de setembro: Ressonâncias (Avaliação): todos os professores.

Mais informações: (48) 3721-9691 – Fabíola Cirimbelli Búrigo Costa /

Por Margareth Rossi/Jornalista da Agecom

Tags: arte na escolapolo ufscsilêncios que falam

Exposição de fotos e conversa com cineasta antecedem estreia de “A Antropóloga”

14/04/2011 16:13

Exposição na sexta à noite, na Lagoa da Conceição e bate-papo com diretores esquentam clima de torcida pelo longa-metragem

Continuam as comemorações que antecedem a estreia do filme A Antropóloga, de Zeca Nunes Pires, marcada para o dia 29 de abril em todas as telas de cinema de Florianópolis. Na sexta-feira, às 21 horas, no Café Saint Germain, na Lagoa da Conceição, ocorre a abertura da exposição das fotos still, um registro fotográfico das filmagens. As fotos são de Lúcio Flávio Giovanela e Claudio Silva da Silva, que acompanharam as filmagens e registram todos os momentos da produção do longa. A secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges, lembra a importância de uma conspiração positiva do público do Estado, pois dependendo da repercussão da obra na Capital, a história, que representa um aspecto importante da cultura ilhoa, pode levantar voo no resto do país.

Quem tiver interesse em saber como foi a montagem de A Antropóloga está convidado a participar de uma conversa com Giba Assis Brasil (montador do filme) e Zeca Nunes Pires (diretor) no dia 26, às 14 horas, no Teatro da UFSC (DAC). O professor do Curso de Cinema da UFSC, Felipe Soares e o assistente de montagem em Florianópolis, Tiago Santos, estarão presentes na conversa.  Vencedora do edital da Fundação Catarinense de Cultura de 2003, a produção da obra recebeu o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e consultoria de diversos setores da universidade, inclusive com participação de alunos e professores.

No enredo do longa, a protagonista Malu (Larissa Bracher), antropóloga açoriana, revive em clima de suspense os mistérios da cultura popular da Ilha. Através do olhar de Malu a Costa da Lagoa se transforma em cenário de experiências iniciáticas emocionantes, que revelam um mundo oculto do sagrado e da magia. O enredo de A Antropóloga é também uma homenagem às tradições populares de Florianópolis.  A obra do artista plástico, historiador e pesquisador Franklin Cascaes, abrigada no Museu Universitário, inspira o eixo central da trama que envolve Malu em surpreendentes descobertas. Giba Assis Brasil, da Casa de Cinema de Porto Alegre assina a montagem, Silvia Beraldo responde pela criação da música original e Maria Emília de Azevedo a Produção Executiva. O roteiro foi criado por Tânia Lamarca e Sandra Nebelung, a partir de um argumento de Tabajara Ruas.

SERVIÇO:

O quê: STILL A ANTROPÓLOGA e conversa com Giba Brasil e Zeca Pires

Onde: Café St. Germain – Rua Nicolau João de Abreu – Lagoa da Conceição (próximo ao Supermercado Magia)

Quando: sexta-feira, dia 15 de abril, a partir das 21 horas e dia 26, às 14 horas, no teatro da UFSC.

Por Raquel Wandelli – Assessoria de Comunicação UFSC/SeCArte

– 48 9911-0524

Tags: A Antrpólogazeca pires

Ações coletivas, democracia participativa e direitos sociais são temas de curso

14/04/2011 15:59

O Núcleo de Estudos em Serviço Social e Organização Popular (NESSOP) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a terceira edição do Curso de Formação Permanente: Ações Coletivas, Democracia Participativa e Direitos Sociais.

O curso, gratuito, tem como objetivo desenvolver atividades de formação sociopolítica, para fortalecer a sociedade civil, além de qualificar a participação democrática nos espaços públicos de decisão. As aulas semanais serão ministradas por professores da UFSC e lideranças do movimento sociocomunitário, no período de 16 de maio a 24 de outubro, sempre às segundas-feiras, das 18h30 às 22h, no Centro Sócio-Econômico (CSE), sala 217, Bloco D. São oferecidas 40 vagas. A carga horária é de 77 horas.

Podem se inscrever representantes da sociedade civil nos Conselhos de Direito e lideranças do movimento e associativismo sociocomunitário de Florianópolis e região metropolitana. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail ou na Secretaria do NESSOP, localizada no CSE, sala 04, térreo, Bloco D, de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h30.

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9297, ramal 22.

Programa:

Módulo I: Participação e Democracia

– Análise de Conjuntura: Como Fazer;

– Teorias Sobre Democracia;

– Democracia no Brasil;

– Os Conselhos de Direitos e Políticas Públicas: Participação e Controle Social;

– Outros Mecanismos de Participação da Sociedade Civil;

Módulo II: Associativismo Civil e Movimentos Sociais

– Sociedade Civil; História e Definições;

– Associativismo Civil;

– Movimentos Sociais;

– Movimentos e Associativismo Sociocomunitário;

– Movimentos Sociais, ONG’s e Relação com Estado;

Módulo III: Cidades Regulação e Equidade

– Política Urbana;

– Sustentabilidade Ambiental;

– Fontes de Recursos e Orçamento Público;

– Economia Solidária: Alternativa Possível?

Módulo IV: Relações Interpessoais em Grupos Sociais

– Comunicação e Liderança;

– Planejamento e Desenvolvimento de Reuniões.

Por Margareth Rossi/Jornalista da Agecom

Tags: curso de extensãoformação permanentegratuitoNESSOP

Ativistas protestam contra o uso de animais em pesquisas na UFSC

14/04/2011 15:12

Manifestação reuniu comunidade na UFSC

“Animais: por que maltratá-los se podemos amá-los?” Esta pergunta ilustrava um dos cartazes dos ativistas, entre eles protetores independentes e ONG’s, que se reuniram nesta quarta-feira, dia 13, às 11h, na frente do Restaurante Universitário da UFSC, e fizeram uma manifestação contra o uso de animais em experimentos científicos, prática conhecida como vivissecção.

Com panfletos que explicavam por que a vivissecção é desnecessária e pouco didática, o grupo buscou o apoio de toda a comunidade através de um abaixo-assinado que será encaminhado ao Ministério Público Estadual de Santa Catarina, pedindo o fim do uso de animais em instituições de ensino do Estado.

“Fomos muito bem recebidos. Estudantes de Farmácia, Medicina, Odontologia e Biologia pediram o nosso contato porque apóiam o fim da vivissecção”, conta Giovanna Chinellato, organizadora da manifestação. Mostrar aos estudantes que existe uma lei que ampara quem não quiser participar de aulas práticas com animais era mais um objetivo dos ativistas. A Objeção de Consciência é o direito de recusa a uma situação que contraria princípios éticos ou morais do cidadão, garantido pelo Artigo 5º, do Capítulo I dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, da Constituição Brasileira. Para obter o direito, o estudante deve encaminhar uma carta com o pedido diretamente ao professor, e cabe a ele oferecer alternativas de igual eficácia ao aluno.

Ativistas fazem abaixo-assinado

A vivissecção é uma prática tão antiga quanto a medicina, mas há alguns anos tem gerado controvérsias. De um lado, cientistas e médicos alegam que os animais são necessários para estudar problemas de saúde que envolvem processos existentes apenas em organismos vivos. De outro, ativistas e até mesmo médicos defendem que a fisiologia dos animais é diferente da dos humanos, e que métodos mais avançados já podem substituir essa técnica. Hoje, universidades renomadas como Harvard e Yale aboliram o uso de animais em práticas laboratoriais. No Brasil, a Faculdade de Medicina do ABC, Santo André – SP, foi a primeira a aderir à causa, e na Itália 70% das instituições não realizam a vivissecção.

“Muitas pessoas se espantaram em saber que ainda existem animais sendo usados em pesquisas aqui”, diz Giovanna. O Biotério Central da UFSC cria e reproduz espécies de ratos, camundongos, cobaias, cães e ovelhas para o uso em aulas práticas. Em 2008, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade promoveu um debate sobre o tema, que foi publicado pelo Jornal Universitário e pode ser lido no endereço http://www.agecom.ufsc.br/files/2010/09/Jornal_Universitario_UFSC_n393_082008.pdf.

16 de abril - Dia Internacional de Protesto contra a Experimentação Animal e Vivissecção

No próximo sábado, 16 de abril, é o Dia Internacional de Protesto contra a Experimentação Animal e Vivissecção, e várias manifestações vão acontecer nas principais capitais brasileiras.

Outras informações: ou www.1rnet.org.

Fotos: Paulo Noronha/Agecom

Por Marília Marasciulo/Bolsista de Jornalismo da Agecom

Tags: ativistasmanifestaçãoUFSCvivissecção

Espetáculo ‘Ascensão e queda da cidade de Mahagonny’ encerra temporada

14/04/2011 12:25

Este é o último fim de semana do espetáculo ´Ascensão e queda da cidade de Mahagonny` no Teatro da UFSC. A peça será encenada nos dias 15,16,17 de abril, sempre às 21h. A entrada é gratuita e aberta à comunidade. É preciso retirar convites no Departamento Artístico Cultural (DAC), às quintas e sextas-feiras, entre 14h e 18h, ou na bilheteria do teatro, meia hora antes do espetáculo (sujeito à disponibilidade de lugares). O espetáculo é uma adaptação da obra do dramaturgo Bertolt Brecht, com direção de Carmen Fossari.

A diretora lembra que a obra do dramaturgo revolucionava e chocava a plateia, acostumada a um teatro ‘bem comportado’. Na montagem original de ‘Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny’, o público encontrava cenas de aparentes insultos, atrevimento, com recursos didáticos, repleta de cartazes e reveladora de como as cidades, dentro do sistema capitalista, são ‘uma arapuca’.

Mahagonny, onde tudo é permitido

Brecht coloca seus personagens construindo uma cidade onde tudo é permitido, desde que se tenha muito ouro. O preço de não ter ouro é a impossibilidade de sobreviver na cidade de Mahagonny.

Com composições de Kurt Weill, o texto original é uma obra de teatro musical. Nesta encenação trata-se de uma obra de caráter não musical, embora mantida a belíssima composição tema da peça.

O espetáculo é ambientado ao universo do cinema mudo, inserindo imagens e audiovisual resgatando os anos 30 e 40. Esta opção realiza, em parte, um utópico sonho da diretora e adaptadora do texto de ter visto um dia Sir Charles Chaplin e Bertolt Brecht sentados numa mesa de bar conversando sobre suas obras: o filme Tempos Modernos e a Peça Na Selva das Cidades.

Brecht, sua dramaturgia e enunciados estão “vivos” em suas ideias ainda tão necessárias num mundo dividido em classes sociais, ricos e pobres, cultos e analfabetos, os que tudo podem e os que nada têm.

A peça conta com alunos do Curso de Artes Cênicas do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), por meio da disciplina optativa Montagem, com alunos da Oficina Permanente de Teatro (DAC- SeCArte) e produção do Grupo Pesquisa Teatro Novo.

Elenco

Alexandre Borges (Joseph), Ana Paula Lemos (Jenny), Douglas Maçaneiro (Um tal Bert Brecht), Eduardo Stahelin (Coro Masculino), Iris Karapostolis (Maysa Trindade, Cantora), Jacque Kremer (Leokadja Begbick), Flora Moritz Silva (Procuradora), Laura Gill Petta (Coro Feminino), Luis Tinoco (Jackob), Márcia Cattoi (Coro Feminino), Neivania Theodoro (Coro Feminino), Neusa Borges (Coro Feminino), Priscila de Souza Serafim (Chaplita), Roberto Moura (Heidrich), Robson Walkowski (Paul).

Segundo a diretora desta montagem, alguns nomes foram trocados para similares em Português. O Procurador e Willy são interpretados por mulheres e transformados em personagens femininos. Chaplita e Bert Brecht são criações para a dramaturgia desta encenação.

Serviço:

O QUÊ: Peça “Ascensão e queda da cidade de Mahagonny”.
QUANDO: Dias 15,16,17 de abril, sempre às 21h.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.                                                                   QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade. É preciso retirar convites no DAC, às quintas e sextas-feiras, das 14 às 18 horas, ou na bilheteria do Teatro, meia hora antes do espetáculo (sujeito à disponibilidades de lugares).
CONTATO: DAC / Teatro da UFSC (48) 3721-9348 e 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

Fonte: Patricia Siqueira – Acadêmica de Jornalismo – Assessoria de Imprensa do DAC: SeCArte: UFSC, com material do grupo.

Tags: DACteatro

Mostra Fortificações da Ilha de Santa Catarina

14/04/2011 10:02

Fortificações da Ilha de Santa Catarina é composta por fotografias das fortalezas, trajes de época, réplicas de canhão e maquetes das fortificações de São José da Porta Grossa (Ilha de Santa Catarina/Praia do Forte), Santa Cruz (Ilha de Anhatomirim) e Santo Antonio (Ilha de Ratones Grande).

LOCAL: Espaço Cultural do Shopping Ideal.
Rua Adão Manoel da Silva, nº 584 – Areias, São José/SC

DATA: 8 a 28/04/2011(2ª feira a sábado das 10 as 22)

Mais Informações: telefone (48) 3721-8302 c/ Joi ou 48 3029-7305 ou

Para conhecer mais sobre as fortificações mantidas pela UFSC acesse o site http://www.fortalezas.ufsc.br
Para conhecer sobre as demais fortificações da Ilha de Santa Catarina acesse o site http://www.fortalezasmultimidia.com.br/santa_catarina

Promoção: Universidade Federal de Santa Catarina / Secretaria de Arte e Cultura / Shopping Ideal

Realização: Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina / UFSC

Tags: Fortificações da Ilha de Santa Catarina

9º Encontro Nacional de Pesquisadores do Ensino de História

14/04/2011 09:59

A Associação Brasileira de Ensino de História (ABEH) realizará o IX Encontro Nacional dos Pesquisadores do Ensino de História (ENPEH) sobre o tema América Latina em perspectiva: culturas, memórias e saberes, no campus da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, nos dias 18, 19 e 20 de abril.

Informações e inscrições: http://www.ixenpeh.ufsc.br

Tags: ensino de hstória

Historiador divulga origem do mito de Catarina de Alexandria nesta quinta-feira

14/04/2011 09:41

A roda dentada quebrada, as palmas e o diadema fazem referência à imagem de Santa Catarina de Alexandria, padroeira do Estado, mas grande parte dos catarinenses desconhece a origem desses símbolos. Quem foi Catarina de Alexandria? De onde vem o nome do Estado? É para responder a essas perguntas simples, mas que costumam pegar os catarinenses desprevenidos, e divulgar a história de coragem e amor de Catarina de Alexandria que o historiador João Lupi fará, nesta quinta, 14/04, a palestra “Santa Catarina de Alexandria – A Padroeira dos Estudantes e do Estado de Santa Catarina”. O evento ocorrerá às 15h, no auditório do Centro de Educação (CED) da UFSC.

O interesse pela jovem que deu o seu nome ao Estado ainda é restrito. Nos últimos anos, alguns historiadores, artistas e literatos ilustres começaram a divulgar o nome da santa através da poesia, da pintura (Albertina Prates) e de quadros murais (Rodrigo de Haro). “De 50 anos pra cá, o culto à Santa Catarina de Alexandria diminuiu muito, as pessoas não sabem quem ela foi, não festejam mais a data”, confirma o professor João Lupi, Entusiasta desse mito, Lupi tem se dedicado a valorizar o conhecimento histórico-religioso das crenças responsáveis pela formação do povo catarinense, começando pela busca da origem do nome de nossa terra.

Com a intenção de levar a história de Catarina de Alexandria às escolas, João Lupi publicou dois livros, Santa Catarina: A jovem princesa de Alexandria e Santa Catarina: A origem de seu nome. Ambos foram destinados ao público infantil e editados em parceria com a UFSC e com a Secretaria de Estado da Educação no ano de 2004. Nas duas edições publicadas, o autor conta com linguagem e ilustrações encantatórias da história da vida da santa padroeira dos estudantes. Todavia, a tiragem na época foi pequena e restrita a poucas escolas.

A Grande Mártir Santa Catarina, como é também conhecida, cresceu como pagã mas depois converteu-se ao cristianismo. Após tentar convencer o imperador Maximiamo de que era um erro a perseguição aos cristãos, Catarina foi torturada, presa e então degolada. Nesse momento, um sinal divino aconteceu: no lugar de sangue, jorrou leite do corpo da jovem princesa. Catarina ficou assim reconhecida como mártir – testemunha ou defensora da fé, porque preferiu dar a própria vida a abandonar a fé cristã.

O dia 25 de novembro, dia de sua morte, passou a ser dedicado à imagem da princesa Catarina de Alexandria, que se transformou numa santa cristã. Na Idade Média, os portugueses e espanhóis começavam suas navegações pelo mundo e a devoção à Santa Catarina crescia muito. Nesse mesmo dia, em 1526, o navegador Sebastião Caboto chegou a uma ilha da costa brasileira, habitada pelos índios Carijós, que a denominavam de Meiembipe. Quando aportou na ilha, Sebastião Caboto batizou-a de Ilha de Santa Catarina. Há uma polêmica em torno da motivação desse nome. De acordo com uns, o nome homenageia a santa, enquanto para outros, faz referência a sua esposa Catarina Medrano

Mais informações: Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) – 3721-8605.

Por Marcela Borges/ Bolsista de Jornalismo na SeCArte/UFSC

Tags: palestrasanta catarina de alexandria

V Colóquio Brasileiro em Economia Política dos Sistemas-Mundo recebe inscrições

14/04/2011 09:25

O Grupo de Pesquisa em Economia Política dos Sistemas-Mundo (EPSM) da UFSC organiza em parceria com o Núcleo de História Econômica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) o V Colóquio Brasileiro em Economia Política dos Sistemas-Mundo. O encontro acontecerá em Campinas nos dias 8 e 9 de agosto deste ano e tem como tema “A Economia Mundo Contemporânea: crise estrutural ou transição hegemônica?”.

O coordenador do Grupo de Pesquisa em EPSM da UFSC, Pedro Antônio Vieira, é um dos palestrantes do evento. Christopher Chase-Dunn, da Universidade da Califórnia-Riverside (EUA), Eduardo Barros Mariutti, da Unicamp, Antônio José Escobar Brussi, da UnB, e Roberto Patricio Korzeniewicz, da Universidade de Maryland (EUA), compõem a comissão científica e a programação das palestras durante os dois dias de evento.

Estudantes poderão assistir às palestras e participar por meio do envio de artigos científicos que empreguem a EPSM na análise das grandes questões políticas, econômicas, sociais e geopolíticas da economia-mundo contemporânea ou de etapas passadas. A organização do evento objetiva o recebimento de críticas que façam avançar esse campo de conhecimento tanto em seus fundamentos metodológicos e conceituais como no seu potencial para explicar a economia contemporânea. Segundo Luiz Mateus da Silva, membro da comissão organizadora, palestrante do evento e mestrando em Economia pela UFSC, o prazo fixado para entrega dos resumos dos trabalhos é o dia 15 de maio e os resultados serão divulgados até o dia 30 do mesmo mês. “O colóquio tem como objetivo desenvolver e disseminar no Brasil pesquisas acadêmicas em tópicos relevantes para a Economia Política dos Sistemas-Mundo”, reitera Luiz Mateus.

Os interessados em participar do evento, sem o envio de trabalhos acadêmicos, devem preencher a ficha de inscrição disponível no site www.gpepsm.ufsc.br e enviá-la para . O V Colóquio Brasileiro em Economia Política dos Sistemas-Mundo não tem taxa de inscrição. A programação completa será divulgada no dia 20 de julho no site www.gpepsm.ufsc.br

Por Gabriele Duarte / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: colóquiosistemas-mundo

Almoço solidário arrecada recursos para vítimas no Japão

14/04/2011 09:04

Com apoio de diversas instituições, entre elas a UFSC, a Associação Nipo-Catarinense promove um almoço solidário em prol das vítimas dos terremotos e tsunami ocorridos no Japão. O encontro será realizado neste sábado, 17 de abril, a partir de 11h, no Lagoa Iate Clube (LIC), com Yakisoba e apresentações de atividades culturais japonesas. O convite está à venda por R$ 50,00. Os recursos arrecadados serão enviados às vítimas da Província de Aomori, que é Estado Irmão de Santa Catarina e foi atingido pela catástrofe.

Apesar de ser fato ser praticamente desconhecido, mesmo por historiadores, Santa Catarina é o Estado aonde chegaram os primeiros japoneses ao Brasil, em novembro de 1803. A Associação Nipo-Catarinense (ANC) é uma entidade civil sem fins lucrativos, formada por apreciadores da cultura japonesa e sua finalidade é exercer atividades de divulgação da cultura japonesa em Santa Catarina.

Mais informações:

– Luiz Kiyoshi Nakayama, presidente da Associação Nipo-Catarinense / Fone: (48)-9962-1823 / 9177-0401 / e-mail:

– Elidio Yocikazu Sinzato, coordenador do evento / Fone: (48) 3224-4982 / 8431-7500 / e-mail:

Entidades que promovem ou já manifestaram apoio ao Almoço Solidário em prol das vítimas do Japão:

– Associação Nipo-Catarinense – ANC

– Federação das Associações Nikkeis de Santa Catarina (FANSC)

– Associação Nipo Brasileira de Itajai

– Associação Cultural Brasil Japão de Joinville

– Fundação Franklin Cascaes (PMF)

– Lagoa Iate Clube – LIC

– CDL de Florianópolis

– Rotary Clubs de Florianópolis

– Entidades apoiadoras:

– Prefeitura Municipal de Florianópolis

– Universidade Federal de Santa Catarina

– Universidade do Estado de Santa Catarina

Tags: almoço solidárioJapãoterremoto

UFSC divulga sétima chamada de calouros e quinta de Engenharia de Materiais

14/04/2011 08:41

O Departamento de Administração Escolar da UFSC divulgou nesta quinta-feira, 14 de abril, os editais 19 e 20, referentes à quinta chamada de calouros 2011 de Engenharia de Materiais e sétima chamada de calouros 2011.

Os 26 contemplados na sétima chamada devem realizar sua matrícula nos dias 18 e 19 de abril, no campus correspondente à classificação. Os quatro estudantes de Engenharia de Materiais também devem fazer suas matrículas nos dias 18 e 19 de abril, na coordenadoria do curso.

Mais informações no site www.dae.ufsc.br e pelos telefones do DAE (48) 3721-9707 / 3721-9331 / 3721-6553

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Tags: sétima chamadavestibular 2011

UFSC formaliza parceria com a École Normale Suprieure de Cachan

14/04/2011 08:19

Visita reforça laços de cooperação

O reitor da UFSC, Alvaro Toubes Prata, se reuniu nesta quarta-feira, dia 13, com representantes franceses da École Normale Supérieure de Cachan (ENS) para oficializar o convênio entre as duas instituições. Foram discutidas a participação efetiva da UFSC no Colégio Santos Dumont, criado pela ENS com a finalidade de reagrupar as atividades de pesquisa, intercâmbio de estudantes, coorientação de mestrados e doutorados, que há dois anos vem sendo estabelecida entre as duas entidades. Além da UFSC, outras três universidades brasileiras integrarão o colégio: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“Espero que esse seja o primeiro passo para criar algo legal e que dure por muito tempo”, ressaltou o professor Hisham Abou-Kandil, da ENS, sobre a importância em se oficializar a parceria entre a UFSC e a instituição francesa. Estavam também presentes a diretora de relações internacionais da ENS, Bogdana Neuville, o professor francês Ahmed Benallal e os professores do Departamento de Automação e Sistemas da UFSC Edson Roberto de Pieri e Eugênio de Bona Castelan Neto. École Normale Supérieure de Cachan possui diversas colaborações científicas com universidades brasileiras em diversos campos científicos, especialmente no campo da engenharia.

A criação do Colégio Santos Dumont promove e facilita o intercâmbio entre estudantes e professores nas áreas de pesquisa e ensino. “Os laços entre a França e o Brasil são solidificados uma vez que a parceria entre os dois países no campo acadêmico é histórica”, destacou o reitor.

Mais informações: professor Edson de Pieri, telefone 3721-7573

Ana Luísa Funchal / Bolsista de Jornalismo na Agecom
Fotos: Pâmela Carbonari Paludo

Tags: cooperaçãoÉcole Normale Supérieure de Cachan

Timor-Leste busca parceria com a UFSC na implantação de pós

13/04/2011 17:20

Uma comitiva da Universidade Nacional do Timor Lorosa’e (UNTL), fundada em 2.000, visitou a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) nesta semana para firmar uma parceria na implantação de cursos de pós-graduação no Timor-Leste. O reitor Alvaro Prata reuniu-se com o vice-reitor dos Assuntos de Pós-Graduação e Pesquisa da UNTL, professor Francisco Miguel Martins, para iniciar as negociações do convênio de cooperação no mestrado e doutorado, nas áreas de Biologia, Educação Científica e Tecnológica, e Políticas Públicas (Educação).

O país conta com a ajuda do Brasil e Portugal para iniciar os cursos já no mês de agosto. A parceria inclui a elaboração de planos de ensino e ementas das disciplinas de pós-graduação cedidas pela UFSC, além da possibilidade de fornecer doutorado sanduíche para os estudantes timorenses.

“Nós consideramos o povo brasileiro nosso irmão mais velho, já que somos iguais quanto à colonização portuguesa. Mas o Brasil encontra-se muito a frente na questão da educação, tão primordial para o crescimento de um país. Contamos com a ajuda brasileira para avançarmos também”, comenta o vice-reitor Martins.

A comitiva da UNTL esteve em sete universidades portuguesas e, depois da UFSC, visitará as universidades Federal da Bahia (UFBA) e de Integração Internacional Luso-afro-brasileira (Unilab), no Ceará, onde representantes das três instituições brasileiras e a UNTL estarão reunidos.

A Universidade Nacional do Timor Lorosa’e possui um curso de especialização, promovido pela Capes, em que professores brasileiros ministram as disciplinas, sob a coordenação acadêmica da UFSC. Nos cursos de mestrado e doutorado a intenção é formar professores timorenses.

Outras informações com a professora Suzani Cassiani pelo e-mail .

Por Bianca Amorim/ bolsista de Jornalismo da Agecom

Tags: parceriaTimor-LesteUNTL

Colóquio sobre literatura e vanguarda e política inicia nesta quinta-feira

13/04/2011 15:15

A UFSC sedia de 14 a 15 de abril o Colóquio Literatura de Vanguarda e Política – o século XX revisitado. O encontro será realizado no auditório Henrique Fontes, no Centro de Comunicação e Expressão, reunindo pesquisadores da UFSC, Udesc, Unesp, UFPR, UFMG e UFSCar, entre outras universidades.

A programação prevê mesas-redondas com as temáticas Literatura de vanguarda; Revistas, registros, manifestos; Teatro, cenas, perfomance; Cultura, antropologia, história e Estética, política. A promoção é do Grupo de Pesquisa Literatura, História e Tradução, com apoio da Capes, Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras (DLLE), Programa de Pós-Graduação em Literatura e Pró-Reitoria de Pós-Graduação.

De acordo com os organizadores, a proposta é pensar sobre o papel dos movimentos no âmbito dos estudos literários, sociais e teóricos, assim como sua pertinência atual, já que as implicações de ordem estética e política advindas dos embates e das vanguardas históricas podem ser identificadas na produção artística e intelectual.

Informações www.lithistrad.ufsc.br/coloquio e também com a professora Maria Aparecida Barbosa, coordenadora da comissão organizadora, e-mail: Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher., fone (48) 3721-9288.

Programação:

14 de abril / Auditório Henrique Fontes

– 9h Solenidade oficial de abertura

– 9h30 Mesa-redonda I – Literatura de vanguarda

Coordenação: Maria Aparecida Barbosa

Prof. Dr. Caetano W. Galindo/UFPR

Título: Um, dois ou três eus: Joyce, você e o mundo

Profa. Dra. Maria Ester Maciel de Oliveira Borges/UFMG

Título: O inferno radical: Dante sob o signo da vanguarda


– 14h30 Mesa-redonda II – Revistas, registros, manifestos

Coordenação: Patricia Peterle

Profa. Dra. Maria Lúcia de Barros Camargo/UFSC

Título: Revistas Brasileiras

Profa. Dra. Meritxell Hernando Marsal/UFSC

Título: Uma revista no centro / nas margens de América Latina: reflexões em torno ao BoletínTitikaka

Profa. Dra. Maria Aparecida Barbosa/UFSC

Título: Kurt Schwitters: manifestos MERZ
15 de abril / Auditório Henrique Fontes

– 9h Mesa-redonda III – Teatro, cenas, perfomance

Coordenação: José Roberto O’Shea

Prof. Dr. Edélcio Mostaço/UDESC

Título: O Teatro Brasileiro de Vanguarda

Profa. Dra. Alai Garcia Diniz/UFSC/UNILA

Título: Confluências intermidiais na vanguarda espanhola

Prof. Dr. Rodrigo Garcez da Silva/UFSC

Título: Performance e política na escultura social de Joseph Beuys

Profa. Dra. Dirce Waltrick Amarante/UFSC

Título: O Cotidiano em Beckett e Ionesco

– 14h30 Mesa-redonda IV – Cultura, antropologia, história

Coordenação: Alai Garcia Diniz

Prof. Dr. Gilberto Figueiredo Martins /UNESP Assis

Título: Visões do Esplendor – EsCLARICEndo Brasília

Profa. Dra. Patrícia Peterle/UFSC

Título: O percurso do Grupo 63 e as novas experiências e percepções

Prof. Dr. Marcelo Marinho/URI/Universidade Eötvös Loránd de Budapeste

Título: Guimarães Rosa na vanguarda da “guerra literária”: sobre signos, grifos e logogrifos

Prof. Dr. Sérgio Luiz R. de Medeiros/UFSC

Título: Literatura Ameríndia e Vanguarda

Encerramento/ Sala Drummond


– 17h30 Mesa-redonda V – Estética, política

Coordenação: Meritxell Hernando Marsal

Prof. Dr. Raul Antelo/UFSC

Título: O absoluto

Prof. Dr. Alessandro Pinzani/UFSC

Título: Produção de massa, produção da massa

Veja também as temáticas das sessões de comunicação no site www.lithistrad.ufsc.br/coloquio/

Tags: literatura

Historiador divulga origem do mito de Catarina de Alexandria

13/04/2011 12:26
Imagem representa Santa Catarina de Alexandria

Imagem representa Santa Catarina de Alexandria

A roda dentada quebrada, as palmas e o diadema fazem referência à imagem de Santa Catarina de Alexandria, padroeira do Estado, mas grande parte dos catarinenses desconhece a origem desses símbolos. Quem foi Catarina de Alexandria? De onde vem o nome do Estado? É para responder a essas perguntas simples, mas que costumam pegar os catarinenses desprevenidos, e divulgar a história de coragem e amor de Catarina de Alexandria que o historiador João Lupi fará, nesta quinta, 14/04, a palestra “Santa Catarina de Alexandria – A Padroeira dos Estudantes e do Estado de Santa Catarina”. O evento ocorrerá às 15h, no auditório do Centro de Educação (CED) da UFSC.

O interesse pela jovem que deu o seu nome ao Estado ainda é restrito. Nos últimos anos, alguns historiadores, artistas e literatos ilustres começaram a divulgar o nome da santa através da poesia, da pintura (Albertina Prates) e de quadros murais (Rodrigo de Haro). “De 50 anos pra cá, o culto à Santa Catarina de Alexandria diminuiu muito, as pessoas não sabem quem ela foi, não festejam mais a data”, confirma o professor João Lupi, Entusiasta desse mito, Lupi tem se dedicado a valorizar o conhecimento histórico-religioso das crenças responsáveis pela formação do povo catarinense, começando pela busca da origem do nome de nossa terra.

Com a intenção de levar a história de Catarina de Alexandria às escolas, João Lupi publicou dois livros, Santa Catarina: A jovem princesa de Alexandria e Santa Catarina: A origem de seu nome. Ambos foram destinados ao público infantil e editados em parceria com a UFSC e com a Secretaria de Estado da Educação no ano de 2004. Nas duas edições publicadas, o autor conta com linguagem e ilustrações encantatórias da história da vida da santa padroeira dos estudantes. Todavia, a tiragem na época foi pequena e restrita a poucas escolas.

A Grande Mártir Santa Catarina, como é também conhecida, cresceu como pagã mas depois converteu-se ao cristianismo. Após tentar convencer o imperador Maximiamo de que era um erro a perseguição aos cristãos, Catarina foi torturada, presa e então degolada. Nesse momento, um sinal divino aconteceu: no lugar de sangue, jorrou leite do corpo da jovem princesa. Catarina ficou assim reconhecida como mártir – testemunha ou defensora da fé, porque preferiu dar a própria vida a abandonar a fé cristã.

O dia 25 de novembro, dia de sua morte, passou a ser dedicado à imagem da princesa Catarina de Alexandria, que se transformou numa santa cristã. Na Idade Média, os portugueses e espanhóis começavam suas navegações pelo mundo e a devoção à Santa Catarina crescia muito. Nesse mesmo dia, em 1526, o navegador Sebastião Caboto chegou a uma ilha da costa brasileira, habitada pelos índios Carijós, que a denominavam de Meiembipe. Quando aportou na ilha, Sebastião Caboto batizou-a de Ilha de Santa Catarina. Há uma polêmica em torno da motivação desse nome. De acordo com uns, o nome homenageia a santa, enquanto para outros, faz referência a sua esposa Catarina Medrano

Mais informações: Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) – 3721-8605.

Por Marcela Borges/ Bolsista de Jornalismo na SeCArte/UFSC

Tags: açorianoNEApalestra

Museu Universitário identifica e analisa componentes químicos na pintura de obras de Cascaes

13/04/2011 12:09

Fotos: Paulo Noronha

A análise das camadas pictóricas que revestem esculturas feitas em argila por Franklin Cascaes é o objetivo de um trabalho que vem sendo realizado esta semana por uma equipe da Universidade Estadual de Londrina (UEL) no Museu Universitário Prof. Oswaldo Rodrigues Cabral, na UFSC. A partir do uso de equipamentos avançados de identificação de elementos químicos que fazem parte das amostras, técnicos do Laboratório de Física Nuclear Aplicada da UEL vão permitir que o museu estabeleça os melhores parâmetros para a conservação das peças. Cerca de 500 esculturas de Cascaes, 350 delas em argila, fazem parte do acervo do Museu Universitário.

A cooperação científica entre as duas instituições foi um desdobramento dos estudos da mestranda Vanilde Rohling Ghizoni, do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PósArq), que vem trabalhando em cima de figuras humanas esculpidas por Cascaes do final dos anos 40 ao início da década de 80. “Por meio da análise técnica, poderemos identificar os componentes químicos e dimensionar a sua sensibilidade a elementos como umidade e temperatura, facilitando a conservação”, diz a mestranda. “Este é um trabalho inédito sobre o legado de Cascaes, que tem mais de 1.700 obras tombadas no acervo da UFSC”, completa.

O fato de usar as técnicas de fluorescência de raios-X e espectroscopia Raman, que utilizam fontes de radiação gama, faz com que a intervenção seja do tipo “não destrutiva”, porque não exige a retirada de um pedaço da obra para a análise. A primeira técnica consiste em identificar os elementos químicos que fazem parte da policromia da amostra. “Isso facilitará a escolha do tratamento adequado para uma eventual restauração”, afirma o físico Paulo Sérgio Parreira, do Laboratório de Física Nuclear Aplicada da UEL. Já o Raman é um feixe de laser que, ao bater no pigmento, recebe uma resposta de energia que faculta a identificação do composto molecular da tinta usada na obra.

Bom conceito – O professor Paulo Sérgio Parreira, que desde segunda-feira trabalha no museu ao lado de Fábio Lopes, do programa de pós-doutorado em Física da UEL, e do mestrando Eduardo Inocente Jussiani, explica que o fato de usar equipamentos portáteis facilita o deslocamento até o local onde se encontra a obra a ser analisada. “Este modelo é usado em diferentes situações e, pelas suas características, facilita as ações de campo, como o estudo de pinturas rupestres”, afirma. “O sistema é muito prático e nos permitiu, por exemplo, trabalhar em igrejas com pintura mural necessitando de restauração, em vários estados brasileiros”, conta.

Parreira informa que o laboratório já firmou termos de cooperação técnica com o Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, com o Museu de Arte de São Paulo (onde foi restaurada, em parceria com o Louvre, a obra “Hymeneus Travestido Assistindo a uma Dança em Honra a Príapo”, pintado entre 1634 e 1638 pelo francês Nicolas Poussin) e com o Museu de História Nacional, no Rio de Janeiro (onde foi restaurada uma coleção de moedas de ouro e prata do Brasil colônia).

Blocos de pedra – A mestranda Vanilde Ghizoni explica que Franklin Cascaes não costumava queimar as peças que fazia e usava tintas baratas, em vista do custo, como deu a entender nos cadernos manuscritos que deixou. “Professor da antiga Escola Industrial, ele trabalhou muito com gesso, a partir de formas de argila, mas abandonou esse processo porque elaborava peças únicas e o gesso, na sua opinião, perdia detalhes que ele considerava importantes”, conta ela. O vínculo estreito que mantinha com os oleiros de São José, junto aos quais se criou, também pesou na decisão de dedicar-se ao artesanato com barro, uma forte tradição na região da Grande Florianópolis.

Como muitos artesãos, Cascaes trabalhava sobre blocos de pedra, cujas camadas removia com instrumentos até chegar ao resultado final. Sem cozimento, no entanto, as peças ficam mais vulneráveis a fraturas e ao desgaste do material.

Os apoios – O Museu Universitário terá novas instalações nos próximos meses, e é importante que as peças a serem expostas estejam num espaço com a mesma temperatura da área de armazenamento, onde a climatização protege as obras. “A análise feita pela UEL é importante, porque ainda não conhecemos o comportamento da argila e como se pode fazer a melhor conservação das esculturas”, afirma Vanilde. As peças foram restauradas entre 2004 e 2005, mas sem conhecer as características da pintura há sempre o risco de perdas do material original.

Vanilde Ghizoni, que está desde 2003 no Museu Universitário, deve concluir seu mestrado em meados deste ano e informa que muitos projetos foram desenvolvidos ali graças à participação em editais nacionais.

O projeto de Vanilde tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte (SecArte), Museu Universitário e PósArq. Antes de começar a análise das peças, houve palestras com ela e com o físico Paulo Sérgio Parreira, da UEL, com entrada franca, na última segunda-feira, dia 11, no Museu Universitário.

Mais informações no Museu Universitário Prof. Oswaldo Rodrigues Cabral, pelo fone (48) 3721-8821.

Por Paulo Clóvis Schmitz/ Jornalista na Agecom

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Na Mídia: Estudantes surdos se formam no curso de licenciatura em libras

13/04/2011 11:19
Quarenta e três alunos surdos se formaram no curso de licenciatura em letras/libras (linguagem brasileira de sinais) à distância na noite desta segunda-feira (11) no auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP). A cerimônia em São Paulo reuniu apenas os estudantes que utilizaram a USP como polo presencial. A graduação é da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e atendeu estudantes de outros oito polos espalhados pelo Brasil.O curso foi iniciado em outubro de 2006 e concluído em dezembro do ano passado. A cada 15 dias, no mínimo, sempre ao sábados, os estudantes participavam de aulas presenciais com videoconferências. O conteúdo foi baseado em disciplinas de pedagogia, linguística e tradução e interpretação.

A cerimônia de formatura foi acompanhada por intérpretes que a traduziam na linguagem de sinais e tinham sua imagem projetada em um telão. A cada formando que recebia o canudo, a turma chacoalhava as duas mãos para o alto, sinal que representa uma salva de palmas.

Com o diploma, os estudantes estão habilitados a atuar como professores de línguas de sinais, porém a maioria já está na área. É o caso de Neivaldo Augusto Zovico, que tem licenciatura em matemática, pós-graduação em educação de surdos e dá aula de matemática em libras em duas escolas para surdos em São Paulo. “Antigamente os surdos não tinham profissão, por isso cursos como estes quebram paradigmas. Muitas pessoas acham que nós nos comunicamos por meio de gestos. Mas não é isso, através das libras, temos nossas gírias, poesias e até piadas. Há um status de linguagem”, diz Zovico, por meio de libras, traduzidas à reportagem por uma intérprete.

Sylvia Lia Grespan Neves, de 42 anos, também era uma das formandas. Ela já cursou biblioteconomia, pedagogia e fez mestrado em educação, mas afirma que a ocasião era especial porque era a primeira vez que se formava com colegas surdos. “Dou aulas de libras, fiz pedagogia, mas aqui o curso foi mais específico com estudos de gramática, que é o foco do meu trabalho”, afirmou Sylvia, também em libras.

Sylvia nasceu surda e ensina a linguagem de sinais em universidades para estudantes ouvintes.

Para Eduardo Pereira Rocha, de 28 anos, a graduação foi só o primeiro passo da vida acadêmica. Ele trabalha como instrutor de libras, e pretende fazer pós-graduação na área de educação. “O primeiro desafio foi aprender a lidar com o ensino a distância. Mas valeu muito a pena porque além de conhecimento houve a troca de experiência entre os alunos”, diz Rocha, por meio dos sinais.

Nas atividades em casa durante o curso, os alunos assistiam a vídeos em libras, tinham espaço para postar outros vídeos, além de propor fóruns de discussão.

A coordenadora geral do curso a distância, Marianne Stumpf, de 37 anos, que também é surda, disse que os conhecimentos adquiridos pelos formandos devem ser multiplicados para que haja uma mudança sobre a visão do profissional surdo.

Para Tarcísio de Arantes Leite, de 34 anos, que foi o tutor do polo de São Paulo e dá aulas no curso presencial em Santa Catarina, os docentes desta área precisam reaprender antes de ensinar. “Quem trabalha com surdez precisa repensar o estudo, que geralmente é feito com base nas línguas orais. Também é necessário conhecer a realidade do aluno e adaptar o ensino.” Leite lembra que geralmente o surdo tem dificuldade com a língua portuguesa e nem sempre lê ou escreve bem.

A Universidade Federal de Santa Catarina oferece também o curso presencial de licenciatura em libras, além do bacharelado em libras que habilita o profissional a atuar como intérprete e tradutor.

Por Vanessa Fajardo Do G1, em São Paulo

Matéria disponível em http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/04/estudantes-surdos-se-formam-no-curso-de-licenciatura-em-libras.html

Tags: Educação a DistânciaLibras