Com o término do horário de verão na UFSC, as exposições do Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) têm novo horário de abertura: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h (sem intervalo de almoço). Segunda-feira: fechado para manutenção.
O Museu está com três exposições abertas e espera sua visita. Para agendamentos de grupos, entrar em contato pelo e-mail educa.marque@gmail.com ou pelos telefones (48) 3721-6421/9325.
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Design e exposiçõesMArquEUFSC
Todos os vídeos do evento “110 anos de Oswaldo Rodrigues Cabral: memória e notícia”, realizado em outubro de 2013 no MArquE, estão disponíveis nos links abaixo:
Mesa Memória 1 – Parte 1 – Sara Regina Poyares dos Reis, Ana Maria Beck, Maria José Reis, Teresa Fossari.
Mesa Memória 1 – Parte 2 – Sara Regina Poyares dos Reis, Ana Maria Beck, Maria José Reis, Teresa Fossari.
Mesa Memória 2 – Gerusa Maria Duarte, Rogério Ferreira Guerra.
Mesa Notícia 1 – Parte 1 – Janice Gonçalves, Patricia Freitas.
Mesa Notícia 1 – Parte 2 – Janice Gonçalves, Patricia Freitas.
Mesa Notícia 1 – Parte 3 – Janice Gonçalves, Patricia de Freitas.
Mesa Notícia 2 – Parte 1 – Alexandre de Oliveira Karsburg, Paulo Pinheiro Machado.
Mesa Notícia 2 – Parte 2 – Alexandre de Oliveira Karsburg, Paulo Pinheiro Machado.
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MArquEMuseu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues CabralUFSC
Quando o homem moderno se surpreende ao perceber a rapidez com que a tecnologia tem avançado nos últimos tempos não faz ideia do que eram capazes de fazer os povos que habitavam a terra há centenas ou milhares de anos, sem qualquer recurso ou conhecimento prévio. Exemplares impressionantes desses materiais, em forma de utensílios domésticos e de higiene, ferramentas, adornos e artefatos bélicos, resgatados de sítios catarinenses coloniais e pós-coloniais e de onde viviam os povos Guarani, Jê e do Sambaqui, além de representações rupestres e oficinas líticas não datadas, podem ser vistos até novembro, em Florianópolis, na exposição “Arqueologia em questão: percorrendo o litoral catarinense”, no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC).

Utensílios domésticos, ornamentos e artefatos bélicos são alguns materiais expostos na mostra
Resultado de cinco décadas de pesquisas realizadas por professores e técnicos da área de arqueologia da universidade, a mostra, que tem curadoria de Luciane Zanenga Scherer, abre pela primeira vez ao público o acervo arqueológico do MArquE com recorte exclusivo no litoral catarinense. A exposição foi aberta em 29 de maio, mas teve que ser fechada em seguida devido a uma greve desencadeada por funcionários da UFSC. Há algumas semanas o museu voltou a funcionar e a partir de hoje passa a receber também visitas pré-agendadas de escolas da região.
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Arqueologia em questão: percorrendo o litoral catarinenseMArquEUFSC
No dia 20 de outubro, às 16h, o ciclo de palestras e debates “Museu em Curso” recebe Pedro Colares da Silva Heringer, diretor interino do Museu de Arqueologia de Itaipu, de Niterói (RJ), que falará sobre a instituição e sua relação com o entorno, no auditório do MArquE (UFSC).
Servidor do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) desde 2010, o palestrante é bacharel em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e mestre em Arqueologia pelo Programa de Pós-Graduação em Arqueologia do Museu Nacional/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Mais informações: (48) 3721-9325
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MArquEMuseu em CursoUFSC
O Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia (Leia) da UFSC promove duas palestras – nos dias 10 e 13 de outubro – no auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MARquE).
Confira:
10/10, às 14h
“Paisagens Jê meridionais: Ecologia, História e Poder numa paisagem transicional durante o Holoceno tardio”
Rafael Corteletti – Universidade Federal do Paraná (UFPR)
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Laboratório de Estudos Interdisciplinares em ArqueologiaMArquEUFSC
Com peças de até 6000 anos, encontradas durante escavações em Santa Catarina, o Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da UFSC apresenta a exposição “Arqueologia em questão: percorrendo o litoral catarinense”, na sala de exposição de longa duração do Pavilhão de Exposições Silvio Coelho dos Santos até 20 de novembro. O acervo é resultado de pesquisas em sítios arqueológicos habitados por populações pré-coloniais guaranis, jês e sambaquis.
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Arqueologia em questão: percorrendo o litoral catarinenseexposiçãoMArquEMemória da AéropostaleUFSC
O Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC) promove a exposição “Memória da Aéropostale”, em homenagem ao mais célebre piloto da Aéropostale: Antoine de Saint-Exupéry, que desapareceu sobre o Mediterrâneo durante uma missão de guerra, em 31 de julho de 1944. Da mostra constam 10 exemplares de O Pequeno Príncipe, sua obra-prima, em línguas exóticas. O evento, aberto ao público e gratuito, segue até o dia 28 de novembro, de terça a sexta-feira.
Horário de visitação: O MArque informa que os horários das exposições foram ampliados durante a greve parcial dos técnicos-administrativos em Educação, de forma a contemplar o público que não tem possibilidade de visitar a exposição em horário comercial.
Terça a sexta-feira, das 8h às 20h.

Fotos: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC
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exposição Memória da AéropostaleMArquEUFSC
A exposição “Memória da Aéropostale” será aberta hoje, 31 de julho, às 19h30, no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE/UFSC), em homenagem ao mais célebre piloto da Aéropostale: Antoine de Saint-Exupéry, que desapareceu sobre o Mediterrâneo durante uma missão de guerra, em 31 de julho de 1944. Da mostra, constam 10 exemplares de O Pequeno Príncipe, sua obra-prima, em línguas exóticas. O evento é aberto ao público e gratuito até o dia 28 de novembro, de terça a sexta-feira, das 10h às 17 horas.
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Antoine de Saint-Exupéryexposição Memória da AéropostaleMArquEUFSC
A exposição “Arqueologia em questão: percorrendo o litoral catarinense” foi aberta no dia 29 de maio, no Museu de Arqueologia e Etnologia (MarquE) da UFSC.
Os visitantes terão a oportunidade de voltar ao passado que testemunhou ocupações de diversos grupos humanos no litoral catarinense; estarão diante ao ofício do arqueólogo e de culturas distintas no tempo e no espaço – os períodos pré-colonial, colonial e pós-colonial, a compor aproximadamente seis milênios, se descortinarão face às pesquisas efetivadas no transcorrer de cinco décadas – e conhecerão sítios coloniais e pós-coloniais representados pela vida cotidiana nas Fortificações e seus arredores, de populações Guarani e Jê, assim como dos grupos responsáveis pelos sambaquis. Haverá visitações às representações rupestres e às oficinas líticas.
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Arqueologia em questãoexposiçãoMArquEUFSC
Fabíola Andrea Silva, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da Universidade de São Paulo (USP), será a próxima palestrante no Ciclo de Debates sobre Museus Universitários. O tema da palestra será “Curadorias participativas e povos indígenas: uma reflexão sobre o papel dos museus no mundo contemporâneo”, nesta sexta, 16 de maio, às 15h, no auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da UFSC.
O Ciclo de Debates “Museus Universitários” é uma iniciativa do Centro de Filosofia e Ciências Humanas(CFH) e do MArquE com o objetivo de qualificar academicamente o debate a respeito dos diversos desafios relativos ao campo de atuação do museu universitário, público e federal da UFSC. Durante o evento serão debatidos temas importantes na agenda de diferentes universidades públicas no país, presentes nos seus departamentos de ensino e em seus museus universitários. O ciclo apresenta as contribuições de antropólogos, arqueólogos, museólogos, historiadores e outros profissionais à frente das ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas em diferentes museus universitários do país.
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Nesta segunda-feira, 14 de abril, às 14h30min, no auditório do MArque/UFSC, integrantes do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná (MAE/UFPr) participam da segunda mesa do Ciclo de Debates sobre Museus Universitários. A diretora do MAE, Márcia C. Rosato, o vice-diretor, professor Miguel Carid Naveira, e a museóloga Ana Luisa de Mello Nascimento debatem o o tema “Museus universitários em ação: planejamento, pesquisa e interdisciplinariedade no MAE-UFPR”.
A Mesa faz parte do Ciclo sobre Museus Universitários, que se estenderá ao longo deste semestre no CFH. A primeira mesa ocorreu em 9 de abril, com a arqueóloga Cristiana Barreto, do MAE/USP.
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Ciclo de debates sobre museus universitários: Arqueologia e Etnologia – nesta quarta-feira, 9 de abril, 14h30min no auditório do MarquE /UFSC em debate Arte ou Artefato: uma questão museológica? com Cristiana Barreto – arqueóloga (MAE-USP)
B
Cristiana Barreto
Bacharel em História, Mestre em Antropologia Social e Doutora em Arqueologia, sempre pela Universidade de São Paulo, cursou também o programa de doutorado no departamento de Antropologia da Universidade de Pittsburgh (EUA). Atualmente desenvolve projeto de pesquisa de pós-doutorado junto ao Museu de Arqueologia e Etnologia da USP sobre a representação do corpo na Amazônia pré-colonial. Relizou pesquisas arqueológicas no Vale do Ribeira (SP) sobre sambaquis fluviais, no Brasil Central (MT e GO) sobre as aldeias circulares de povos ceramistas, e investiga temas relacionados à organização social e identidades de sociedades indígenas. Nos últimos anos tem se dedicado ao estudo dos universos estéticos da Amazônia pré-colonial e da relação entre estilos das cerâmicas e identidades culturais. Publicou artigos sobre a história da arqueologia no Brasil e realizou a curadoria de diversas exposições sobre arte indígena pré-colonial, com uma preocupação especial sobre a museologia e exposições de temas antropológicos.
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Arte ou artefato?Cristiana BarretoMArquEUFSC
O Núcleo de Estudos sobre Saúde e Saberes Indígenas (NESSI), da Pós-Graduação em Antropologia Social, promove nos dias 10 e 11 de abril ( quinta e sexta-feiras) o Seminário “Nomes, pronomes e categorias”. No artigo-base para o seminário, publicado em 2013 pela revista Antropologia em Primeira Mão, o professor Oscar Calavia Sáez propõe reflexão sobre subgrupos, grupos de denominação ou etnónimos dos indígenas das terras baixas da América do Sul, especialmente do sudoeste amazônico, e pesquisas etnológicas menos presas às categorias sociais clássicas para responder a realidades sociais concretas.
Seminário “Nomes, pronomes e categorias”
Datas: 10 e 11 de abril de 2014
Local: Museu de Arqueologia e Etnologia /UFSC – Oswaldo Rodrigues Cabral
Contato: Prof. Oscar Calavia Saez – e-mail occs@uol.com.br
Secretaria da Pós-Graduação em Antropologia Social: (48) 3721-4131
Artigo base :http://apm.ufsc.br/files/2014/02/138_CALAVIASAEZ_pronomes.pdf
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Nota da Direção do CFH sobre o MArquE/UFSC
- O Conselho Universitário decidiu na sessão de terça, 3 de dezembro, retirar da pauta da sessão especial a discussão sobre a mudança do Anexo III do Regimento Geral da UFSC, e a proposta de retirar o Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC como Órgão Suplementar, primeiro passo para aprovação do novo Regimento do Museu. A decisão foi tomada diante de notas divulgadas pela internet e distribuídas na reunião pelo CA de Museologia e por parte dos técnicos do Museu.
- A direção e a representação do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, presentes na reunião, apoiaram a decisão de adiar essa discussão para o início do período letivo de 2014, visando uma participação mais ampla da comunidade do CFH e da universidade como um todo.
- Desde 18 de junho de 2013, por ato administrativo legal do Gabinete da Reitoria e da SECULT, o Museu passou para a responsabilidade do CFH, nomeando a vice-diretora do CFH, Sônia Weidner Maluf, como diretora temporária do MArquE, com a incumbência de conduzir o processo de transição do Museu, com a produção de um novo Regimento Interno e a retomada de uma vida acadêmica e institucional no Museu, cuja história (e não apenas suas origens) está estreitamente ligada ao CFH.
- Duas questões centrais motivaram essa medida:
A primeira foi o estado de paralisia acadêmica e esvaziamento institucional do Museu nos últimos anos, resultado de seu crescente isolamento, enquanto instituição, da vida universitária, no que se refere à articulação entre extensão, pesquisa e ensino e da falta de um projeto tanto acadêmico quanto museológico consistentes relacionados às suas áreas de atuação, Arqueologia e Etnologia. Vale apontar que esta situação se agravou por meio de intensos conflitos entre os técnicos-administrativos lá lotados. Não foi por acaso que no último ano e meio, cinco técnicos saíram do Museu, todos com processos iniciados antes da atribuição de responsabilidade do Museu para o CFH. A única saída encontrada para esse estado notório de isolamento e paralisia foi a de construir um projeto acadêmico consistente para o Museu, que levasse em conta sua história estreitamente ligada à pesquisa e à formação e que fortalecesse as iniciativas individuais existentes por parte de técnicos em direção à uma aproximação com as atividades acadêmicas. Entendemos que a construção das condições para conduzir o processo de constituição desse projeto acadêmico institucional depende da ruptura do isolamento do Museu e de seu vínculo a um centro de ensino, local de realização das atividades fins da universidade: ensino, pesquisa e extensão. No caso, esse centro de ensino é o CFH, não apenas pela história do Museu, mas porque é ali que se localizam as áreas de especialidade do Museu: arqueologia e etnologia.
A segunda questão foi a demanda, bastante antiga e significativamente crescente nos últimos anos, somada às atividades desenvolvidas em diversos cursos de graduação e pós-graduação do CFH, em relação a uma reaproximação maior com o Museu. Cabe lembrar que áreas de conhecimento como arqueologia e etnologia se desenvolvem em relação estreita com a formação dos museus da área, que são alimentados pela pesquisa nesses campos e ao mesmo tempo alimentam novas pesquisas, realizadas no próprio acervo levantado. Essas demandas e atividades envolvem os cursos de Antropologia, História, Museologia, Pós-Graduação em Antropologia e mais recentemente as perspectivas de criação do curso de Arqueologia da UFSC e de regularização da Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica.
- Ao assumir a Direção do Museu em 18 de junho último, a direção do CFH iniciou um processo de discussão com toda a equipe de técnicos do Museu, através de reuniões abertas e sistemáticas, sobre projetos institucionais de exposições, discussão de um novo Regimento e formas de aproximação e consolidação da relação entre o Museu e o CFH. Foi criada uma Divisão de Ensino, coordenada por um docente do CFH, e foram realizadas diversas atividades acadêmicas com a participação dos técnicos, de docentes e estudantes, como a Primavera dos Museus, o Colóquio Oswaldo Rodrigues Cabral – 110 anos: memória e notícia, entre outras atividades descritas mais detalhadamente no documento endereçado ao Conselho Universitário pela Direção do CFH. Além disso, houve uma retomada das atividades do Museu de forma intensa e sistemática, não apenas com eventos e exposições de curta duração realizados em seu espaço, como também pela construção de projetos institucionais envolvendo exposições baseadas em seu acervo e a construção da exposição de longa duração e a continuidade da elaboração do Plano Museológico. Foram apresentados projetos a editais da FCC e do CNPq.
- Durante esses quase seis meses com o CFH à frente do Museu, foram realizadas quinze reuniões abertas com toda a equipe, sendo sete delas para discutir a proposta de um novo Regimento. Tendo como referência a proposta apresentada pela Diretora, foram realizadas longas e detalhadas discussões, e cada setor apresentou a sua nova versão, com modificações, acréscimos e retiradas. Todas as sugestões apresentadas por cada setor ou divisão do museu foram acatadas nas reuniões, inclusive em relação à composição do Conselho Deliberativo. Sublinhe-se que o Regimento ainda em vigor no Museu (Portaria nº 020/GR/2003) não prevê Conselho ou Colegiado, sendo a única instância de deliberação a própria direção, designada por ato do Gabinete da Reitoria, ou por órgão delegado para esse fim. Por isso, rejeitamos de forma veemente o teor das cartas divulgadas pelo CA de Museologia, assim como a que foi assinada por parte dos técnicos do Museu, trazendo esta última um conjunto de falsidades, além de desrespeitar o processo no qual os próprios técnicos do Museu estiveram envolvidos ao longo de todo este semestre.
- Desse longo processo aberto e democrático de discussão, saiu a proposta de novo Regimento, que define o museu como “órgão vinculado ao Centro de Filosofia e Ciências Humanas”, tal como foi debatida com os técnicos do Museu e apresentada ao Conselho de Unidade do CFH, que a aprovou por unanimidade em reunião de 05 de novembro de 2013. Após a deliberação, a direção do CFH encaminhou a proposta de Regimento ao Conselho Universitário. No entanto, por conta da sessão especial do CUn marcada para revisão do Regimento Geral da UFSC, fomos orientados pelo Gabinete a apresentar num primeiro momento apenas a proposta de mudança do Anexo III, retirando o Museu como órgão suplementar, mudança que precede a aprovação da nova proposta de Regimento tal como está redigida.
- Para o início do semestre 2014/1, recolocaremos esta questão no Conselho de Unidade do CFH e estimularemos um processo de discussão amplo no Centro e na UFSC, cujo norte será a construção de um projeto de integração acadêmica entre as áreas de conhecimento envolvidas e o Museu, para que se cumpra sua missão universitária, integrando ensino, pesquisa e extensão.
Florianópolis, 06 de dezembro de 2013.
Direção do CFH
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No mês da Consciência Negra, nesta sexta-feira, 29 de novembro, às 14h30, será realizada no Museu de Arqueologia e Etnologia/UFSC – Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE) – a leitura coletiva do livro Zong!, de Marlene NourbeSe Philip, para relembrar a história das pessoas no dia 29 de novembro de 1781 que perderam suas vidas a bordo do navio Zong! Este evento ocorrerá no mesmo dia 29 em vários países, entre eles África do Sul, Brasil, Canadá, Tobago, Trindade.
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CEDconsciência negraIda Mara FreireMArquENourbeSeUFSCZong!
A exposição curricular “Lendas Urbanas: entre boatos e verdades”, promovida por estudantes do curso de Graduação em Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), será realizada de 21 a 29 de novembro no Museu de Arqueologia e Etnologia Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE).
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Lendas Urbanas: entre boatos e verdadesMArquEmuseologiaUFSC

A professora Maria de Lourdes Parreiras Horta proferiu a palestra “Relevância, Ressonância, Engajamento – a Museologia e o Patrimônio em ação”
O Centro Acadêmico Livre de Museologia (CAMUS) da UFSC realizou, entre os dias 19 e 21 de novembro, a I Semana Acadêmica de Museologia, com o tema “Museu, Museologia e Patrimônio em Ação”. Ao longo dos três dias, ocorreram palestras, debates e exposição de trabalhos dos alunos, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). As atividades também foram abertas para estudantes de outros cursos.
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Centro Acadêmico Livre de Museologia da UFSCCFHI Semana Acadêmica de MuseologiaMArquEUFSC

“Políticas Públicas de Acervos: a Informação como Questão” é o tema da palestra ministrada pela museóloga Rose Moreira de Miranda, coordenadora-geral de Sistemas de Informações Museais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), nesta terça-feira, 12 de novembro, às 16h, no Auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC – Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE), Campus Universitário da Trindade, organizada pelo Museu Victor Meirelles. A entrada é gratuita e aberta ao público.
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MArquEpolíticas públicas de acervosRose MirandaUFSC
O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Universidade Federal de Santa Catarina promove o Ciclo de palestras “Línguas, Traduções e Narrativas Ameríndias”, nesta quinta-feira, 31 de outubro de 2013, às 18h30min, no Auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE) da UFSC.
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Nesta quinta-feira, 24 de outubro, às 14h30min, no auditório do MArquE, está programado o “Museu em Curso”, com as historiadoras Janice Gonçalves e Patrícia de Freitas. Neste mês de outubro, o Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realizará o evento “Oswaldo Rodrigues Cabral: Memória e Notícia – 110 anos”, em homenagem aos 110 anos de nascimento e ao legado do professor que dá nome e é figura central da história do Museu.
A programação completa está disponível no site http://museu.ufsc.br/.
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O ciclo de palestras “Leia na sexta” traz nesta sexta-feira, 11 de outubro, às 14h, o professor João José Bigarella (UFPR-UFSC) para a palestra “Alterações Ambientais e o Homem”, no Auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da UFSC. O evento é gratuito e aberto ao público.
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O Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia da UFSC promove nesta sexta-feira, 4 de outubro, às 14h, a palestra “Formação e itinerários de pesquisa em Arqueologia”, com as professoras da UFSC Maria José Reis e Teresa Fossari. O evento será realizado no auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da UFSC.
“Leia na Sexta” é um ciclo de palestras sobre Arqueologia, focando dois eixos: História da Arqueologia em Santa Catarina e Arqueologia e Interdisciplinaridade. O objetivo deste evento é aproximar pesquisadores e alunos com formações e perspectivas distintas, mas que compartilhem o interesse acadêmico por temas relacionados à Arqueologia.
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Exposição “Fragmentos de Guiné Bissau”, de Virginia Yunes. Foto: Wagner Behr/Agecom/UFSC
No Hall do Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi realizada a exposição fotográfica “Fragmentos de Guiné Bissau”, de Virginia Yunes, nos dias 23 e 27 de setembro. A Exposição fez parte da 7ª Primavera dos Museus, que teve como tema “Museus, memória e cultura afro-brasileira”.
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Exposição Fragmentos de Guiné BissauMArquEPrimavera dos MuseusUFSC
O ciclo de palestras “Leia na sexta” realiza no dia 27 de setembro, às 14h, no Auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da UFSC. Neste encontro, a professora aposentada da Universidade Anamaria Beck irá apresentar a palestra “A variação do conteúdo cultural dos sambaquis no litoral de Santa Catarina”.
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Anamaria BeckLeia na sextaMArquEUFSC
O desafio do tema da 7ª Primavera dos Museus se afirma a partir da percepção das contribuições da África, dos africanos escravizados e dos afrodescendentes para a formação do Brasil e da brasilidade. Ao pensar Museus, memória e cultura afro-brasileira, questiona-se a ampliação dos olhares e das atitudes para a eliminação dos preconceitos e das discriminações raciais; a geração de conhecimentos para a eliminação do desconhecido; a contribuição da preservação da memória para a musealização da cultura afro, seja ela material ou imaterial.
Pensando nestes desafios, o Museu de Arqueologia e Etnologia/UFSC – Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE), o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) e o Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC) promovem parceria para propor uma semana repleta de atividades, que vão desde apresentações culturais a discussões críticas acerca dos desafios propostos pela 7ª Primavera dos Museus, que será realizada de 23 a 27 de setembro.
No dia 26 de setembro haverá apresentação cultural de alunos africanos da UFSC. Uma programação especial para estudantes da UFSC está disponível aqui. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.
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