Seminário sobre produção de alimentos

03/09/2012 11:18

“A produção contemporânea de alimentos para a humanidade: impasses e desafios” é o tema do seminário que acontece no dia 13 de setembro, às 14h30min, no auditório B do prédio da Fitotecnia, Centro de Ciências Agrárias da UFSC.

O evento é organizado pelo Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPICH/CFH), pelo Laboratório de Educação do Campo e Estudos da Reforma Agrária (LECERA/CCA) e pelo Programa de Pós-graduação em Recursos Genéticos Vegetais  (RGV/CCA).

A mesa será coordenada pelo professor Clarilton Ribas (UFSC) e terá a participação dos professores Fábio Dal Soglio (UFRGS), Rubens Onofre Nodari (UFSC) e Sérgio Pinheiro (EPAGRI).

Mais informações: 

Tags: CCACFHprodução de alimentosUFSC

Alunos de graduação podem fazer refeições no Restaurante Universitário do CCA

28/06/2012 14:34

Foto: Wagner Behr/Agecom

A  Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis informa que os alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação da UFSC no campus Trindade podem, conforme pactuado, realizar suas refeições de almoço no Restaurante Universitário do Centro de Ciências Agrárias (CCA) até sexta-feira, dia 29 de junho.

O passe a ser utilizado é o mesmo já vendido a R$ 1,50, que pode ser adquirido no campus Trindade ou no CCA (locais habituais de venda) e o almoço será servido das 11h às 15h. A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis disponibilizará transporte aos alunos da Trindade até o CCA, no bairro Itacorubi.

São quatro ônibus com saídas da frente do Centro de Cultura e Eventos nos seguintes horários (aproximadamente, dependendo do trânsito): 10h45min/ 11h15min/ 11h45min/ 12h15min/ 12h45min/ 13h15min/ 13h45min/ 14h15min.

Na sessão extraordinária do Conselho Universitário (CUn) nesta sexta, dia 29, às 9h, será votada a proposta de alteração da data de término do primeiro semestre letivo de 2012.

TV UFSC – Universidade Já – Restaurante Universitário do CCA

http://www.youtube.com/watch?v=o6ho1_Mde80

Tags: CCAGreveRUUFSC

Alunos de graduação da UFSC poderão fazer refeições no RU do CCA

26/06/2012 00:34

Ônibus especial leva os alunos para almoçar no CCA

Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis informa que os alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação da UFSC no campus Trindade poderão, conforme pactuado, realizar suas refeições de almoço no Restaurante Universitário do Centro de Ciências Agrárias (CCA),  nos dias 26, 27, 28 e 29 de junho.

O passe a ser utilizado é o mesmo já vendido a R$ 1,50, que pode ser adquirido no campus Trindade ou no CCA (locais habituais de venda) e o almoço será servido das 11h às 15h. A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis disponibilizará transporte aos alunos daTrindade até o CCA, no bairro Itacorubi.

Serão quatro ônibus com saídas da frente do Centro de Cultura e Eventos nos seguintes horários (aproximadamente, dependendo do trânsito): 10h45min/ 11h15min/ 11h45min/ 12h15min/ 12h45min/ 13h15min/ 13h45min/ 14h15min.

Excepcionalmente, terça-feira (26/6) não haverá transporte às 12h15min e 12h45min devido à realização da assembleia dos estudantes.

Fotos: Wagner Behr/Agecom

 

Assista ao video da TV UFSC:

http://www.youtube.com/watch?v=o6ho1_Mde80

Tags: CCAestudantes de graduaçãoRUUFSC

Professores da UFSC lançam publicação sobre mudanças climáticas

17/05/2012 09:06

As alterações do clima podem representar riscos para alguns e oportunidades para outros. O alerta faz parte da publicação ´Mudanças Climáticas – Clima de Mudanças`, lançada no âmbito do projeto Rede Europeia Sul-Americana para Avaliação da Mudança Climática e Estudos de Impacto na Bacia do Prata (Projeto Claris).
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Tags: aquecimento globalCCAmudança climáticaNumavamProjeto ClarisUFSC

Prevenção de desastres naturais é tema de palestra na UFSC

15/05/2012 17:29

As ações da Fapesc (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina) para prevenir catástrofes naturais serão abordadas amanhã (16), às 17h30, na UFSC. A palestra das coordenadoras de projetos da Fapesc, Caroline Heidrich Seibert e Tatiana de Aguiar, fará parte da programação do seminário “Ocorrência de fenômenos naturais, mudanças climáticas e suas implicações no cenário catarinense”, que acontece até quarta-feira, no auditório do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UFSC.

Em 2008, por conta das enchentes, a Fapesc lançou a chamada pública 10/2009 para prevenção de catástrofes naturais. Dezessete projetos foram aprovados e financiados, totalizando R$ 2 milhões. Um dos projetos aprovados foi o sistema de monitoramento hidrometeorológico do município de Blumenau. Um sensor foi implantado para acompanhar em tempo real a situação nas cinco principais bacias urbanas do município, com o objetivo de alertar quando houver risco de novas enchentes, explica Tatiana de Aguiar.

As inscrições para o seminário podem ser feitas pelo e-mail: 

Custos:
:: Profissional de conselho de classe profissional superior R$ 50;
:: Profissional associado da AEASC ou uma das associações regionais R$ 40;
:: Estudante R$ 30;
:: Entidade pública ou privada (até dois participantes) e outros R$ 300.

Tags: CCAFapescprevenção de desastres naturaisUFSC

Centro de Apoio à Agricultura é destaque no planalto norte de Santa Catarina

22/11/2011 09:09

Agricultores recebem orientações teóricas e práticas e passaram a cultivar uma série de alimentos com maior qualidade

Depois de 10 anos vivendo em áreas distribuídas pela reforma agrária, o agricultor Vanderlei Antunes se fixou no assentamento Justino Dransveski, em Araquari, norte de Santa Catarina. Essa realidade foi possível graças à criação do Centro de Apoio à Agricultura Urbana e Periurbana da Região Metropolitana de Joinville, em 2008. O projeto é desenvolvido pelo Laboratório de Educação do Campo e Estudos da Reforma Agrária (Lecera), ligado ao Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o Movimento Sem Terra (MST).

Os 20 assentamentos da região beneficiaram cerca de 750 famílias com técnicas de plantio, fornecimento de insumos, auxílio no consumo e comercialização da produção, além de disseminação de informações sobre colheita agroecológica e familiar. “O Centro foi um divisor de águas. Antes não era possível morar e trabalhar aqui. Tínhamos que buscar serviços em outros lugares para poder sobreviver”, conta o agricultor João Guilherme Zefferino.

Apoio teórico e prático
O planalto catarinense sofreu com a queda nas exportações das indústrias moveleiras na década de 80, comprometendo a qualidade de vida da população local. Além disso, com solo esgotado por outras culturas, a área não era favorável ao plantio de alimentos. “Quando o grupo do Lecera chegou à região, encontramos verdadeiros indigentes rurais vivendo nos assentamentos”, lembra o professor da UFSC e coordenador do projeto Clarilton Ribas.

A falta de técnica e de crédito é um dos principais problemas dos assentamentos da reforma agrária, segundo o professor. O projeto introduziu 20 agrônomos na região para auxiliar na geração de renda a partir do fomento da agricultura, da plantação solidária e do trabalho coletivo. Além disso, a reestruturação dos assentamentos organizou a produção e a comercialização dos produtos em torno de uma cooperativa. Os agricultores receberam instruções teóricas e práticas com as oficinas do campo, e puderam cultivar uma série de alimentos de maior qualidade.

A UFSC também colaborou com ensinamentos sobre manejo e produção dos biofertilizantes – fertilizantes caseiros, sem adição de produtos químicos. Os agricultores reconhecem a maior aceitabilidade dos produtos livres de agrotóxicos e estimularam-se com as boas vendas. A produção de hortifrutigranjeiros é comercializada nos centros urbanos e também é vendida ao Governo Federal a preço de mercado para o consumo em restaurantes populares, hospitais públicos e merenda escolar.

“A proximidade dos centros de comercialização facilitou a divulgação e a venda dos nossos produtos”, comemora o agricultor João Guilherme Zefferino. Segundo ele, a renda do assentamento aumentou e as pessoas puderam ganhar qualidade na parceria com a universidade. A cada real investido pelo MDS, os agricultores tiveram cinco reais em benefícios indiretos. No total, o projeto já recebeu em torno de R$ 1,5 milhão e pretende ir até 2012. “Queremos ainda cultivar as plantas de lavoura, como o arroz, e o leite agroecológico”, destaca o coordenador do projeto.

 Do campo à cidade
Os trabalhos não se resumem ao campo. Em Joinville, maior município em extensão de Santa Catarina, os agrônomos implantaram as hortas agroecológicas. O professor Ribas alerta para o desaparecimento dos “cinturões verdes” nas cidades, as chamadas hortas urbanas.

“A maioria dos produtos orgânicos consumidos em Florianópolis vêm de São Paulo ou de Curitiba. Nessas situações, paga-se mais devido ao custo do transporte, perde-se em qualidade e o meio ambiente é ainda mais explorado”, avalia o coordenador. Segundo ele, o trabalho conjunto com os agricultores busca incentivar a produção e o consumo em “curto-circuito”, priorizando a produção agroecológica e minimizando custos ambientais no plantio dos alimentos.

Mais informações com o professor Clarilton Ribas, e-mail:  / Telefone: (48) 3721-5417

Por Gabriele Duarte / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: agricultura familiarCCApesquisa

Centro de Apoio à Agricultura é destaque no planalto norte de Santa Catarina

31/10/2011 09:14

Agricultores recebem orientações teóricas e práticas e passaram a cultivar uma série de alimentos com maior qualidade

Depois de 10 anos vivendo em áreas distribuídas pela reforma agrária, o agricultor Vanderlei Antunes se fixou no assentamento Justino Dransveski, em Araquari, norte de Santa Catarina. Essa realidade foi possível graças à criação do Centro de Apoio à Agricultura Urbana e Periurbana da Região Metropolitana de Joinville, em 2008. O projeto é desenvolvido pelo Laboratório de Educação do Campo e Estudos da Reforma Agrária (Lecera), ligado ao Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o Movimento Sem Terra (MST).

Os 20 assentamentos da região beneficiaram cerca de 750 famílias com técnicas de plantio, fornecimento de insumos, auxílio no consumo e comercialização da produção, além de disseminação de informações sobre colheita agroecológica e familiar. “O Centro foi um divisor de águas. Antes não era possível morar e trabalhar aqui. Tínhamos que buscar serviços em outros lugares para poder sobreviver”, conta o agricultor João Guilherme Zefferino.

Apoio teórico e prático
O planalto catarinense sofreu com a queda nas exportações das indústrias moveleiras na década de 80, comprometendo a qualidade de vida da população local. Além disso, com solo esgotado por outras culturas, a área não era favorável ao plantio de alimentos. “Quando o grupo do Lecera chegou à região, encontramos verdadeiros indigentes rurais vivendo nos assentamentos”, lembra o professor da UFSC e coordenador do projeto Clarilton Ribas.

A falta de técnica e de crédito é um dos principais problemas dos assentamentos da reforma agrária, segundo o professor. O projeto introduziu 20 agrônomos na região para auxiliar na geração de renda a partir do fomento da agricultura, da plantação solidária e do trabalho coletivo. Além disso, a reestruturação dos assentamentos organizou a produção e a comercialização dos produtos em torno de uma cooperativa. Os agricultores receberam instruções teóricas e práticas com as oficinas do campo, e puderam cultivar uma série de alimentos de maior qualidade.

A UFSC também colaborou com ensinamentos sobre manejo e produção dos biofertilizantes – fertilizantes caseiros, sem adição de produtos químicos. Os agricultores reconhecem a maior aceitabilidade dos produtos livres de agrotóxicos e estimularam-se com as boas vendas. A produção de hortifrutigranjeiros é comercializada nos centros urbanos e também é vendida ao Governo Federal a preço de mercado para o consumo em restaurantes populares, hospitais públicos e merenda escolar.

“A proximidade dos centros de comercialização facilitou a divulgação e a venda dos nossos produtos”, comemora o agricultor João Guilherme Zefferino. Segundo ele, a renda do assentamento aumentou e as pessoas puderam ganhar qualidade na parceria com a universidade. A cada real investido pelo MDS, os agricultores tiveram cinco reais em benefícios indiretos. No total, o projeto já recebeu em torno de R$ 1,5 milhão e pretende ir até 2012. “Queremos ainda cultivar as plantas de lavoura, como o arroz, e o leite agroecológico”, destaca o coordenador do projeto.

 Do campo à cidade
Os trabalhos não se resumem ao campo. Em Joinville, maior município em extensão de Santa Catarina, os agrônomos implantaram as hortas agroecológicas. O professor Ribas alerta para o desaparecimento dos “cinturões verdes” nas cidades, as chamadas hortas urbanas.

“A maioria dos produtos orgânicos consumidos em Florianópolis vêm de São Paulo ou de Curitiba. Nessas situações, paga-se mais devido ao custo do transporte, perde-se em qualidade e o meio ambiente é ainda mais explorado”, avalia o coordenador. Segundo ele, o trabalho conjunto com os agricultores busca incentivar a produção e o consumo em “curto-circuito”, priorizando a produção agroecológica e minimizando custos ambientais no plantio dos alimentos.

Mais informações com o professor Clarilton Ribas, e-mail:  / Telefone: (48) 3721-5417

Por Gabriele Duarte / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: agricultura familiaragroecologiaCCA

Pastoreio Racional Voisin é tema de encontro internacional em Chapecó

21/09/2011 15:08
No PRV divide-se o pasto e espera-se o ponto de corte de cada área para então deixar o gado pastar

No PRV divide-se o pasto e espera-se o ponto de corte de cada área para então deixar o gado pastar

Tido nos anos 1970 como romântico e subversivo, o chamado sistema de Pastoreio Racional Voisin vai ao encontro da preocupação mundial com o meio ambiente ao respeitar o tempo de repouso da pastagem oferecida aos animais. Compartilhar experiências desse método em palestras, mesas redondas e oficinas é o objetivo do I Encontro Pan-Americano sobre Manejo Agroecológico de Pastagens – PRV nas Américas, que acontece entre os dias 29 de setembro e 01 de outubro em Chapecó.

“É um sistema muito óbvio”, explica o professor Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho, coordenador do Laboratório de Etologia Aplicada (LETA) da UFSC, que abriga o Núcleo de Pastoreio Racional Voisin (lê-se Voasan). “Todo agricultor que tiver uma vaca de leite vai ter uma pequena plantação de aveia. Num dia ele colhe um pouco, no dia seguinte, mais um pouco, e quando tiver dado toda a aveia ao animal, a planta ceifada no início já terá crescido novamente. Simplificando, divide-se o pasto e espera-se o ponto de corte de cada área para então deixar o gado pastar”, exemplifica. Apesar do sistema ser rotacionado – enquanto um dos piquetes está em uso os outros ficam em descanso, favorecendo a fotossíntese através do acúmulo de reservas energéticas e protéicas nas raízes das plantas – essa rotação não segue ordem pré-estabelecida. Para utilizar-se o piquete em seu “ponto ótimo” as condições de cada um são analisadas e confrontadas com os conhecimentos técnicos. Só depois desse processo se escolhe qual piquete, naquele momento, é o ideal para o uso, por isso o sistema é dito racional.

O PRV propõe aumentar a qualidade da alimentação dos animais – e assim melhorar o leite e a carne produzidos. A implantação de novas forrageiras, sem, no entanto, destruir os campos naturalizados já existentes, contribui com a melhoria da qualidade de vida do homem e também dos animais, beneficiando ainda as espécies vegetais. Métodos agressivos ao meio ambiente, como as queimadas, a utilização de agrotóxicos e adubos solúveis, que causam a erosão e o desmatamento, são deixados de lado. O principal insumo empregado no cultivo do pasto, para o PRV, é a energia solar.

Seguindo por essa filosofia, a divisão da área em pequenos piquetes permite ao solo que momentameamente não está oferecendo o alimento ser descompactado, já que não é submetido ao pisoteamento excessivo, voltando assim a ser permeável. Cursos de água pequenos, extintos pelo rebaixamento do lençol freático também devido ao pisoteio, podem voltar a brotar.

O respeito ao meio ambiente é recompensador. “No primeiro ano o pasto tem produtividade triplicada em comparação ao sistema tradicional. No quarto ou quinto ano, esse número chega a ser dez vezes maior”, atesta o professor Pinheiro Filho. Esses números são refletidos inclusive na criação do gado: se no manejo extensivo são necessários dez hectares para três ou quatro bovinos, o PRV possibilita que a mesma área alimente trinta ou quarenta cabeças depois de cinco anos de adesão ao sistema.

Participarão do evento agricultores do oeste de SC, que desenvolvem o PRV em suas propriedades, além de professores, pesquisadores, técnicos e alunos, de diversas regiões do Brasil e também de outros países da América.

O Encontro está sendo realizado pela UFSC, UFFS, Unochapecó, Ascooper, pelo Instituto Saga e Instituto André Voisin. A programação completa e outras informações podem ser obtidas pelo site do Núcleo, pelo telefone 3721-5349 ou pelo e-mail .

Do constrangimento à solução francesa

O aluno de graduação do curso de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) não entendia.

– Mas por que não se utiliza o sistema de Pastoreio Racional Voisin? – perguntou.

– Deixe de bobagem – respondeu o professor. – Esse sistema nem científico é. Onde já se viu esperar o pasto crescer quando podemos adubar e ter melhores rendimentos?  Esse método, além de romântico, é subversivo!

O diálogo, ocorrido em meados da década de 1970, teve como aluno-protagonista o professor Pinheiro Filho. A reação do docente da UFRGS era comum entre os estudiosos, os colegas e os militares da época, dentre outros fatores, por ter sido aplicado inicialmente em Cuba. A relação direta que se fazia do sistema com o regime socialista acabou mantendo resquícios com o passar do tempo também por ser utilizado junto ao Movimento Sem Terra, nos anos 1990.

O sentimento de perplexidade do aluno Pinheiro Filho se dava em função de um fato simples: ele cresceu observando seu pai – o também professor Luiz Carlos Pinheiro Machado – utilizar o PRV em sua fazenda, em Taquara (RS). Seguindo o amigo e agrônomo Nilo Romero, de Bagé, os dois foram os pioneiros na América Latina a implantar o sistema criado na década de 1950 pelo francês André Voisin.

“Meu pai lecionava na UFRGS e se sentia constrangido, pois defendendo teorias que aumentavam a produtividade do gado leiteiro, não possuía grandes produções em sua fazenda para mostrar aos alunos. Até que teve acesso aos livros de Voisin e passou a aplicar seus conhecimentos em nossa propriedade”, lembra Pinheiro Filho.

Os estudos de Voisin funcionaram na fazenda de Taquara, e o professor então repassava as experiências em sala de aula. A ditadura, no entanto, acabou fazendo com que fosse expurgado da Universidade, e o professor-fazendeiro tornou-se um homem do campo em período integral. O tempo extra que dedicava a terra fez com que explorasse mais intensamente a técnica de PRV, criando o Instituto André Voisin e disseminando o sistema pelo Brasil e para a Argentina. Luiz Carlos Pinheiro Machado e seu amigo Nilo Romero também participarão do I Encontro Pan-Americano sobre Manejo Agroecológico de Pastagens em Chapecó.

O PRV prefere instalar bebedouros a céu aberto a fim de prover ao rebanho água sempre fresca e ciclada, em detrimento dos açudes, que podem conter urina e dejetos

O PRV prefere instalar bebedouros a céu aberto a fim de prover ao rebanho água sempre fresca e ciclada, em detrimento dos açudes, que podem conter urina e dejetos

Sombra e água fresca

A UFSC foi a primeira instituição do Brasil a ensinar e pesquisar o PRV. Introduzido na década de 1980 pelo então professor Mário Luiz Vicenzi, que veio da UFRGS e aprendeu o sistema com Pinheiro, a universidade catarinense desenvolveu estudos que defendem – hoje sendo aplicados e reconhecidos – a necessidade de bebedouros e sombras de árvores nos piquetes.

Em vez de se valer de açudes, que podem conter urina e dejetos, bebedouros são instalados a céu aberto a fim de prover ao rebanho água sempre fresca e ciclada. A sombra – com um mínimo de quatro m² por animal -, é proporcionada por árvores em detrimento da sombra artificial. “Oferece mais conforto à vaca e também aumenta a produtividade, já que a árvore submerge suas raízes a cerca de quatro metros e traz nutrientes para a folha que, quando cai, recicla o solo”, esclarece o professor Pinheiro Filho.

O bem estar animal é item fundamental para o PRV, e muitas vezes significa o entrave na adoção do sistema nas propriedades. De acordo com artigo sobre o método publicado na Wikipedia, “o primeiro e crucial passo é o que tem que ser dado pelo dono ou administrador da propriedade. Se ele não tiver certeza de que quer partir para um sistema de bases holísticas, que mudará profundamente a atividade da fazenda, então não deve ousar fazê-lo, pois as consequências serão negativas. O veterinário não conhece, o agrônomo vai falar que isso não existe e os funcionários da fazenda vão boicotar o sistema caso o responsável não deixe claro que este é um caminho sem volta e reflete a decisão e interesse da fazenda. O gado passa a ser manejado a pé, o peão na frente, definindo o ritmo, sem nenhum instrumento que represente ameaça aos animais. Esse já é um dilema cultural para o peão, que aprendeu a tratar o gado à base do chicote no lombo, de cima de um cavalo e aos gritos, para mostrar quem manda, mesmo que isso não garanta o controle das rezes. Os animais, mesmo tendo sido maltratados desde o nascimento, após passarem por treino de cerca de três dias num piquete junto ao curral, tornam-se extremamente dóceis e obedientes. Em uma semana de manejo, o lote inteiro já está se comportando de forma surpreendente, se aproximando do manejador ao invés de tentar a fuga”.

Reconhecimento dos alunos e do País

O PRV começou a ser ensinado na prática, aos agricultores do Oeste catarinense, em 1992. “Era uma verdadeira operação de guerra. Professores e alunos saíam de madrugada em kombis capengas e chegavam de manhã a municípios do oeste do Estado. Assim começou, sob a liderança do Professor Vincenzi, uma profícua parceria com agricultores e prefeituras da região Oeste. Mais tarde, em 2006, esse trabalho veio a ser financiado pelo CNPq, num projeto que envolveu vários professores e estudantes do Centro de Ciências Agrárias (CCA). “Divididos em grupos, os estudantes visitavam as propriedades, almoçavam e conversavam com toda a família, levantando informações sobre análise e manejo do solo, topografia, plantio de grãos – como soja e feijão – e a criação dos animais. Partiam então para Florianópolis e faziam um projeto específico para aquela fazenda, apresentavam para toda a turma, voltavam ao município e o entregavam ao agricultor”, relembra Pinheiro Filho.

“Muitos desses alunos apontaram essa como a melhor experiência que tiveram na UFSC”, orgulha-se o professor. A Universidade atendeu, através do PRV, os municípios de Coronel Martins, Jupiá, Galvão, Formosa do Sul, Novo Horizonte, Anchieta, Guaraciaba, São Domingos, Bom Jesus, Flor do Sertão e Jardinópolis. Há relatos de famílias solicitando crédito para dar início à produção de gado leiteiro à base de pasto. A produção de leite de melhor qualidade, maior quantidade e com menores custos é um alento aos moradores rurais do oeste: a esperança agora é que o êxodo rural diminua consideravelmente.

O Núcleo PRV já aprovou diversos projetos junto ao CNPq; um deles, financiado também pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), foi reconhecido como um dos dois projetos de maior destaque da região Sul do Brasil. Consultores das duas instituições visitaram no mês de agosto municípios catarinenses onde o PRV foi implantado para constatar os resultados do trabalho.

Dividido em treze subprojetos e com a coordenação do Núcleo PRV, a UFSC acabou de aprovar agora, em conjunto com diversas instituições, projeto financiado pelo CNPq, MDA, MEC, Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e fundações de apoio à pesquisa. Com duração de três anos, o projeto pretende ampliar ainda mais a atuação do Pastoreio Racional Voisin no Brasil.

Por Cláudia Schaun Reis/ Jornalista na Agecom

Tags: CCAPRVVoisin

UFSC assina convênio com o Ministério da Pesca e Aquicultura e empresas privadas

25/05/2011 12:20

Um convênio entre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Ministério da Pesca e Aquicultura e as empresas do setor elétrico Tractebel Energia, Consórcio Itá e Consórcio Machadinho, foi assinado na sexta-feira, 20 de maio, e garante verbas para a obra que vai implantar um laboratório de processamento de material biológico, de nutrição e reprodução de peixes. O projeto visa ampliar a qualidade das pesquisas no Laboratório de Biologia e Cultivo de Peixes de Água Doce (LAPAD) da UFSC, localizado na Lagoa do Peri em Florianópolis, que desde 1995 realiza trabalhos com a ictiofauna do rio Uruguai. O investimento do Ministério da Pesca e Aquicultura foi de R$ 800 mil, dos quais R$ 530 mil serão usados na obra e o restante na aquisição de equipamentos, a UFSC destinou R$ 280 mil para a construção e as empresas contribuíram com R$ 100 mil.
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Tags: CCAconvêniopesca

Produção orgânica de frutas é tema de workshop na quinta-feira

29/03/2011 08:50

Será realizado nesta quinta-feira, dia 31 de março, entre 9h e 12h, o Workshop Sistemas de Produção Orgânica de Frutas. O encontro acontece no Auditório do Bloco B do Centro de Ciências Agrárias da UFSC, localizado no bairro Itacorubi. Durante o evento serão ministradas duas palestras: ´Sistema de produção orgânica de frutas na Itália` (com o professor Moreno Toselli da Università di Bologna, de Bologna, Itália) e ´Sistema de produção orgânica de frutas no Brasil: avanços e desafios` ( com o pesquisador George Wellington Bastos de Melo, da Embrapa Uva e Vinho, de Bento Gonçalves (RS)).

Na mesma data, aproveitando a presença do professor Moreno Toselli, será firmado um acordo bilateral entre a Facoltà di Agraria da Università di Bologna e a UFSC, que facilitará o intercâmbio de estudantes de graduação, pós-graduação e professores-pesquisadores.

Serviço:

Evento: Workshop: Sistemas de produção orgânica de frutas

Data: 31 de março, 9h às 12h

Local: Auditório do Bloco B (CCA/UFSC)

Inscrições: Gratuitas, no dia e local do evento

Público-alvo: Estudantes de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores da área de Ciências Agrárias e afinidade com o tema do evento.

Contato: Secretaria do Departamento de Engenharia Rural, telefone 3721-5426 (entre 13h30min e 18h)

Promoção: Departamento de Engenharia Rural, Departamento de Fitotecnia, Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas e Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos e Vegetais

Tags: CCAEngenharia RuralSistemas de Produção Orgânica de Frutas

Workshop Sistemas de produção orgânica de frutas

25/03/2011 10:41

Será realizado no dia 31 de março, entre 9h e 12h, o Workshop Sistemas de Produção Orgânica de Frutas. O encontro acontece no Auditório do Bloco B do Centro de Ciências Agrárias da UFSC, localizado no bairro Itacorubi. Durante o evento serão ministradas duas palestras: ´Sistema de produção orgânica de frutas na Itália` (com o professor Moreno Toselli da Università di Bologna, de Bologna, Itália) e ´Sistema de produção orgânica de frutas no Brasil: avanços e desafios` (com o pesquisador George Wellington Bastos de Melo, da Embrapa Uva e Vinho, de Bento Gonçalves – RS).

Na mesma data, aproveitando a presença do professor Moreno Toselli, será firmado um acordo bilateral entre a Facoltà di Agraria da Università di Bologna e a UFSC, que facilitará o intercâmbio de estudantes de graduação, pós-graduação e professores-pesquisadores.

Serviço:

Evento: Workshop: Sistemas de produção orgânica de frutas

Data: 31 de março, 9h às 12h

Local: Auditório do Bloco B (CCA/UFSC)

Inscrições: Gratuitas, no dia e local do evento

Público-alvo: Estudantes de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores da área de Ciências Agrárias e afinidade com o tema do evento.

Contato: Secretaria do Departamento de Engenharia Rural, telefone 3721-5426 (entre 13h30min e 18h)

Promoção: Departamento de Engenharia Rural, Departamento de Fitotecnia, Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas e Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos e Vegetais

Tags: CCAorgânica de frutassistemas de produçãoworkshop

Workshop Sistemas de produção orgânica de frutas

17/03/2011 10:38

Será realizado no dia 31 de março, entre 9h e 12h, o Workshop Sistemas de Produção Orgânica de Frutas. O encontro acontece no Auditório do Bloco B do Centro de Ciências Agrárias da UFSC, localizado no bairro Itacorubi. Durante o evento serão ministradas duas palestras: ´Sistema de produção orgânica de frutas na Itália` (com o professor Moreno Toselli da Università di Bologna, de Bologna, Itália) e ´Sistema de produção orgânica de frutas no Brasil: avanços e desafios` ( com o pesquisador George Wellington Bastos de Melo, da Embrapa Uva e Vinho, de Bento Gonçalves (RS)).

Na mesma data, aproveitando a presença do professor Moreno Toselli, será firmado um acordo bilateral entre a Facoltà di Agraria da Università di Bologna e a UFSC, que facilitará o intercâmbio de estudantes de graduação, pós-graduação e professores-pesquisadores.

Serviço:

Evento: Workshop: Sistemas de produção orgânica de frutas

Data: 31 de março, 9h às 12h

Local: Auditório do Bloco B (CCA/UFSC)

Inscrições: Gratuitas, no dia e local do evento

Público-alvo: Estudantes de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores da área de Ciências Agrárias e afinidade com o tema do evento.

Contato: Secretaria do Departamento de Engenharia Rural, telefone 3721-5426 (entre 13h30min e 18h)

Promoção: Departamento de Engenharia Rural, Departamento de Fitotecnia, Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas e Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos e Vegetais

Tags: CCAprodução orgânica de frutas

Site da Epagri destaca trabalho em parceria com o Centro de Ciências Agrárias da UFSC

03/03/2011 07:57
Site da Epagri destaca trabalho que tem parceria do Centro de Ciências Agrárias da UFSC
A produção de leite na região Extremo Oeste, é uma das principais fontes para a geração de rendas às famílias rurais. A Epagri de Descanso e Santa Helena e a Secretaria Municipal de Agricultura destes municípios promoveram nos dias 8, 9 e 10 de fevereiro, um curso sobre Pastoreio Racional Voisin – PRV. altO curso objetivou capacitar agricultores e técnicos nos princípios que norteiam o PRV e possibilitar através da tecnologia  um menor custo na produção de leite, com mais qualidade, baixo impacto ambiental e melhor qualidade de vida da família rural.

O sistema PRV consiste no manejo racional dos pastos. Com ele, se permite a diminuição de custos na atividade leiteira, incremento na renda e, também, redução considerável de impacto ambiental. Participaram das atividades, extensionistas da Epagri, técnicos da prefeitura e agricultores (mais de 130 pessoas) do município e da região. De acordo com o extensionista rural da Epagri de Descanso, Zolmir Frizzo, o método PRV atende os princípios da sustentabilidade. “A idéia é difundir entre os agricultores e motivá-los para adotar o sistema, tornando as propriedades mais sustentáveis quanto à produção de leite”, afirma.
O professor da UFSC e pós-doutorado em PRV no Canadá, Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho, destacou a importância de se adotar o sistema nas propriedades. “A universidade tem o compromisso social com os agricultores. O PRV é uma das alternativas para fazer com que eles permaneçam no campo com uma boa renda e vida digna”, acredita Pinheiro Machado. Ainda segundo ele, esta é a única maneira de reduzir custos e aumentar a produção de leite. “Os agricultores tem que ter personalidade, pois tem muita gente contra o sistema porque com o PRV, se compra menos insumos agrícolas, como fertilizantes e sementes”, revela.

A médica veterinária, Luciana Honoratto alertou sobre a saúde animal. Segundo ela, a prevenção garante bons resultados. “O produtor precisa refletir a produtividade. É preciso antecipar atitudes e estratégias para prevenir doenças”, disse Luciana. “O curso foi positivo, pela boa participação de público e pelo alto nível do debate que ocorreu durante a programação”, declarou Frizzo. Muitos agricultores saíram motivados e interessados em iniciar a conversão de seus sistemas de produção de leite convencional para o sistema PRV.

Mais informações: Zolmir Frizzo/Epagri/Descanso, no e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

Tags: CCAPastoreio Racional Voisin

Pastoreio Racional Voisin ganha força no Extremo Oeste Catarinense

18/02/2011 09:30
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Site da Epagri destaca trabalho que tem parceria do Centro de Ciências Agrárias da UFSC

Ter, 15 de Fevereiro de 2011 18:44

A produção de leite na região Extremo Oeste, é uma das principais fontes para a geração de rendas às famílias rurais. Nesse sentido, a Epagri de Descanso e Santa Helena e a Secretaria Municipal de Agricultura destes municípios, promoveram nos dias 8, 9 e 10 de fevereiro, um curso sobre Pastoreio Racional Voisin – PRV. altO curso objetivou capacitar agricultores e técnicos nos princípios que norteiam o PRV e possibilitar através da tecnologia do PRV um menor custo na produção de leite, com mais qualidade, baixo impacto ambiental e melhor qualidade de vida da família rural.

O sistema PRV consiste no manejo racional dos pastos. Com ele, se permite a diminuição de custos na atividade leiteira, incremento na renda e, também, redução considerável de impacto ambiental. Participaram das atividades, extensionistas da Epagri, técnicos da prefeitura e agricultores (mais de 130 pessoas) do município e da região. De acordo com o extensionista rural da Epagri de Descanso, Zolmir Frizzo, o método PRV atende os princípios da sustentabilidade. “A idéia é difundir entre os agricultores e motivá-los para adotar o sistema, tornando as propriedades mais sustentáveis quanto à produção de leite”, afirma.

O professor da UFSC e pós-doutorado em PRV no Canadá, Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho, destacou a importância de se adotar o sistema nas propriedades. “A universidade tem o compromisso social com os agricultores. O PRV é uma das alternativas para fazer com que eles permaneçam no campo com uma boa renda e vida digna”, acredita Pinheiro Machado. Ainda segundo ele, esta é a única maneira de reduzir custos e aumentar a produção de leite. “Os agricultores tem que ter personalidade, pois tem muita gente contra o sistema porque com o PRV, se compra menos insumos agrícolas, como fertilizantes e sementes”, revela.

A médica veterinária, Luciana Honoratto alertou sobre a saúde animal. Segundo ela, a prevenção garante bons resultados. “O produtor precisa refletir a produtividade. É preciso antecipar atitudes e estratégias para prevenir doenças”, disse Luciana. “O curso foi positivo, pela boa participação de público e pelo alto nível do debate que ocorreu durante a programação”, declarou Frizzo. Muitos agricultores saíram motivados e interessados em iniciar a conversão de seus sistemas de produção de leite convencional para o sistema PRV.

Mais informações: Zolmir Frizzo/Epagri/Descanso, no e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

Leia também:
Folha do Oeste: Sistema de PRV ganha força na região

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Nota de falecimento do técnico-administrativo Rafael Alves

24/01/2011 17:42

Faleceu neste sábado, 21 de janeiro, o técnico-administrativo e biólogo Rafael Alves. O servidor era portador do título de mestre e trabalhava no Departamento de Aquicultura, no Núcleo de Estudos de Patologia Aquícola, Centro de Ciências Agrárias (CCA). Rafael tinha 38 anos, era casado e foi admitido na UFSC em 26/9/2008. Segundo foi noticiado pela imprensa, uma descarga elétrica teria sido a causa da morte de Rafael Alves, em Canasvieiras.

Nota: Uma amiga da família comunicou que o ocorrido foi em Jurerê e não em Canasvieiras, como divulgado pela imprensa.

Tags: CCAfalecimentoRafael Alves