Encontro Regional de Estudantes de Agronomia será realizado de 19 a 21 de abril

01/04/2019 10:10

O XX Encontro de Estudantes de Agronomia do Sul (EREA SUL) será realizado nos dias 19, 20 e 21 de abril no Centro Socioeconômico (CSE) – UFSC. Na sua vigésima edição, o evento terá como tema “Formação profissional e universidade: os desafios do engenheiro agrônomo na busca por soberania nacional” e pretende estimular o pensamento crítico e discutir questões agrárias, ambientais, sociais e referentes ao curso e à formação profissional, assim como promover a integração entre os futuros profissionais da Agronomia, estudantes de outros cursos, agricultores, representantes de movimentos sociais e professores. 

Mais informações no site ou pelo Facebook.

 

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Semana Acadêmica de Agronomia, de 1º a 5 de outubro, aborda interdisciplinaridade

01/10/2018 12:47

A VII Semana Acadêmica da Agronomia, que será realizada entre os dias 1º e 5 de outubro, possui como tema “Agronomia: um universo de múltiplas possibilidades”. O objetivo é abordar a interdisciplinaridade e a ampla área de atuação dos profissionais de Agronomia, a fim de contemplar diferentes interesses, tais como produção animal, tecnologias e inovações na agricultura nacional, sistemas de agricultura alternativa, sociologia rural, entre outros.

Mais informações pelos telefones (48) 3721-2887/4116.

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UFSC Curitibanos: ontem e hoje, cursos e projetos se inspiram na região

20/04/2018 14:00

Araucária, cuja semente é o pinhão, é presença marcante na região serrana catarinensel

Curitibanos impressiona ao primeiro olhar. A pequena cidade no meio-oeste de Santa Catarina se torna grande em sua história, suas tradições, seus recursos naturais e a sua diversidade econômica. O frio da altitude, as araucárias, o pôr do sol, também chamam a atenção para a beleza deste lugar único, estrategicamente localizado no coração do estado.

O município conquistou a UFSC, que sempre foi bem acolhida pela sua gente que se envolve com a instituição e a faz crescer e contribuir com Curitibanos. Suas características e seu potencial também para o ensino, pesquisa e extensão a inseriram no mapa da sexta melhor universidade federal do país.

Endereço da UFSC Curitibanos: Rodovia Ulysses Gaboardi, Imbuia Direita, km 3

O caminho que a instituição percorreu até chegar à Rodovia Ulysses Gaboardi, Imbuia Direita, km 3, já tem mais de 10 anos. Em 2009, iniciaram-se as aulas do primeiro curso, Ciências Rurais, e a construção da sede – CBS 01 – em terreno com mais de 245 mil metros quadrados, doado à Universidade pela empresa cujo nome do fundador está no CEP da UFSC Curitibanos.
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Aluno da UFSC é selecionado para conferência mundial sobre segurança alimentar

12/07/2017 15:38

Cinco brasileiros com idade entre 18 e 25 anos, entre eles um aluno da UFSC, irão a Bruxelas, Bélgica, para representar o Brasil na 3ª edição do Youth Ag-Summit, que será realizada entre os dias 9 e 13 de outubro. Os candidatos prepararam redações sobre o tema “Como alimentar um planeta faminto?”, trazendo propostas sobre como alcançar a segurança alimentar e promover a agricultura sustetável, baseados nas Metas de Sustentabilidade da ONU. No total, foram selecionados 100 delegados entre quase 1,2 mil candidatos no mundo todo.

Desde otimizar a economia familiar para evitar desperdícios até adoção de novas tecnologias, os cinco respresentantes brasileiros mostram que todos podemos contribuir para combater a fome no mundo. Tamires Lacerda, 23 anos, é estudante de Relações Internacionais, natural de Sete Lagoas (MG), Paulo Beraldo, de 24, é jornalista de São Paulo (SP), Letícia Marques, 22 anos, de Governador Valadares (MG), é estudante de Biotecnologia, já o paulista Caio Siqueira, 25, e Augusto Akira, de Florianópolis (SC), são estudantes de agronomia. Todos, independente da área de atuação, compartilham a paixão pela agricultura e uma visão de um mundo sem fome.

Augusto, estudante de Agronomia da UFSC. Foto: Divulgação

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UFSC recebe família de agricultores que acolheram estudantes

20/05/2016 19:56

Recepção das famílias de agricultores - Foto Henrique Almeida-2Um grupo de 50 agricultores de Ponte Serrada, no Oeste catarinense, visitou a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e foi recebido nesta sexta-feira, 20 de maio, na Sala dos Conselhos, pela vice-reitora da UFSC, Alacoque Erdmann. Eles ofereceram as casas para a realização de um estágio de vivência de alunos dos cursos de Zootecnia e Agronomia da UFSC no início do ano passado e agora foram recebidos pela instituição em Florianópolis.

Na disciplina, 49 estudantes ficaram em Ponte Serrada e três em Lindoia do Sul, junto à divisa entre os municípios. Durante três semanas, conviveram com as famílias de agricultores e viveram seu cotidiano, participando das tarefas diárias. “Estar lá no lugar dos agricultores é uma coisa transformadora. Que se continue apoiando esse estágio para formar profissionais comprometidos com a agricultura familiar”, pediu Leila Angela Tirelli da Motta, extensionista rural da Epagri, que participou do contato com as famílias para que recebessem os estagiários.

Albino José Felipão, morador de Ponte Serrada há 31 anos, desde que deixou a cidade natal Capinzal, para participar de um assentamento de reforma agrária, onde mora até hoje (“antes era de duas pessoas, hoje moram e produzem 650 famílias”, contou), se disse gratificado com a troca de experiências e conhecimentos. “Saber que nós, agricultores, alguns analfabetos, podemos ensinar a um estudante universitário, um professor, que ele vai aprender com a gente, é muito bom para reconhecermos nossa importância”.

As famílias de agricultores, recepcionadas na quinta-feira, realizaram uma visita à UFSC, seguida de jantar de confraternização com os estudantes. Os agricultores conheceram alguns pontos turísticos da cidade na sexta-feira, e participaram da audiência com a vice-reitora. “Estamos muito felizes por manter atividades junto à comunidade, fazer que nosso estado se desenvolva, dê importância à educação e chegar mais próximo de todas as regiões e levar a contribuição que a Universidade pode dar”, falou. Neste sábado, 21 de maio, voltam para Ponte Serrada.

O programa foi de março a abril de 2015, através de parceria entre a UFSC, Epagri e a prefeitura. A intenção foi proporcionar contato direto dos estudantes com a dinâmica de trabalho nas propriedades da agricultura familiar, vivenciando a realidade do campo e conhecendo a forma como as atividades são realizadas em cada localidade.

Fotos: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

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UFSC inaugura Centro de Manejo de Bovinos na Fazenda Experimental da Ressacada

04/12/2015 11:49

Um espaço para manusear ruminantes de grande porte de maneira segura para o animal e o tratador, e que vai possibilitar aulas práticas e demonstrativas a alunos da graduação e da © Pipo Quint / Agecom / UFSCpós-graduação do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Esse é o propósito do Centro de Manejo de Bovinos, localizado na Fazenda Experimental da Ressacada, no bairro Tapera, em Florianópolis, inaugurado na última quarta-feira, 2.

O coordenador do projeto do Centro de Manejo de Bovinos e do Laboratório de Etologia Aplicada (Leta), Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho, afirmou que a obra apresenta melhores resultados em comparação a um equipamento improvisado utilizado anteriormente. “Os alunos de graduação dos cursos de Agronomia, Zootecnia e Veterinária terão essa obra à disposição, que também será utilizada para pesquisa na pós-graduação. O espaço possibilita aulas práticas de como fazer a correta contenção, o manejo humanitário, a coleta de sangue e de fezes e a inseminação artificial, e de como os animais poderão receber seus tratamentos sanitários”, exemplificou.
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Centro de Ciências Agrárias promove 1ª Semana de Agronomia e Zootecnia

15/10/2015 08:55

Banner_I-SIAZ-UFSCO Centro de Ciências Agrárias (CCA) promove, de 26 a 30 de outubro, a I Semana Acadêmica Integrada de Agronomia e Zootecnia (Siaz), com a temática “Da Agronomia à Zootecnia: administrar, gerir e produzir superando os desafios da atualidade”.

Essa edição visa, segundo Gustavo Tramontin, um dos organizadores, “promover a integração dos acadêmicos das Ciências Agrárias com produtores, profissionais, técnicos e pesquisadores dos mais diversos sistemas de produção agrícola e pecuária do Brasil”. A Semana integrada dos cursos é inédita, visto que, desde 2010, os cursos de Agronomia e Zootecnia realizavam eventos separadamente.
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Uso de glifosato pode causar riscos à saúde, indica parecer técnico de pesquisadores da UFSC

24/07/2015 13:30

Agrotóxico mais vendido no Brasil, o glifosato pode estar relacionado ao aparecimento de doenças como câncer, depressão, Alzheimer, diabetes, autismo e mal de Parkinson, conforme o parecer técnico N. 01/2015, produzido por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O herbicida e outros cinco ingredientes estão na lista de agrotóxicos que devem passar por reavaliação toxicológica até setembro, conforme determinado pela Justiça Federal no dia 25 de junho deste ano. Atualmente, o princípio ativo é considerado pouco perigoso aos humanos e ao meio ambiente, segundo classificação dos órgãos reguladores nacionais – Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A análise técnica acerca dos riscos associados ao herbicida foi desenvolvida por Sonia Corina Hess, professora de Engenharia Florestal e Agronomia do campus Curitibanos, e Rubens Onofre Nodari, professor de Agronomia e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais da UFSC, em Florianópolis. A revisão bibliográfica ocorreu durante dois meses e levou em consideração pesquisas nacionais e internacionais publicadas nos últimos seis anos. O parecer foi divulgado no dia 23 de maio e enviado ao Ministério Público Federal (MPF) com o objetivo de reafirmar a necessidade de uma reavaliação imediata dos registros de produtos à base de glifosato.

Segundo o documento, dados do Ibama mostram que há sete anos o Brasil lidera o mercado de agrotóxicos do mundo e, em 2012, foi responsável por 19% das vendas mundiais desses produtos. A comercialização dos ingredientes ativos no país atingiu a marca de 495.764,55 toneladas em 2013, conforme o último Boletim Anual sobre Produção, Importação, Exportação e Vendas de Produtos Agrotóxicos do Ibama. O relatório, atualizado em setembro de 2014, apontou ainda que o glifosato e seus sais lideram o ranking de princípios ativos mais vendidos no país, com 185.956,13 toneladas.

O glifosato é utilizado sobretudo na agricultura para matar plantas denominadas de invasoras de culturas de transgênicos [organismos vivos geneticamente modificados, principalmente, para apresentar  resistência às pragas ou resistir a aplicação de herbicidas], além de ser usado como dessecante [produto capaz de agilizar a secagem da planta] para facilitar a colheita de grãos como soja e trigo. Para Sonia Hess, a classificação toxicológica feita pelos órgãos reguladores nacionais considera os efeitos agudos e não os efeitos crônicos do herbicida, podendo prejudicar a identificação de alterações causadas ao meio ambiente e aos humanos.

“Em uma escala que varia de 1 (extremamente tóxico) a 4 (pouco tóxico), ele é ‘classe 4’ pela legislação atual e, até então, não se sabia muito sobre os efeitos do glifosato. As publicações são recentes e a partir de 2009 começaram a aparecer os primeiros estudos mostrando seus efeitos tóxicos e demonstrando que ele é extremamente perigoso à saúde”, explica a pesquisadora.

De acordo com a parecerista, o objetivo do trabalho é alertar as pessoas em relação ao uso incorreto do glifosato e demonstrar com clareza e acuidade científica os riscos do herbicida. “O seu banimento, em função dos efeitos tóxicos, tem sido descrito em vários artigos científicos. Mal de Alzheimer, depressão, câncer, infertilidade, problemas de má formação em crianças, até autismo e neurotoxidade, eram todos aspectos que não se conheciam e que agora estão sendo demonstrados. Muitos dos problemas que o glifosato causa são por que ele interfere na atividade das bactérias que ajudam o nosso corpo, ele mata as bactérias”, completa.

 

Contaminação

O parecer técnico aponta que a quantidade necessária para causar efeitos na saúde é muito baixa. Os pesquisadores demonstram que quando aplicado nas lavouras e utilizado como dessecante, o principio ativo contamina a planta e consequentemente os alimentos, que podem apresentar teores variados de glifosato. “As concentrações que a literatura descreve são muito baixas e têm efeito biológico intenso. Isso é grave já que no momento que se trata trigo, milho, soja, com esse dessecante, o alimento é contaminado e não existe uma forma de limpar e retirar o produto. Até os animais, que servem de alimento para o ser humano, estão sendo contaminados”, explica Sonia.

Ela destaca que o ingrediente ativo também pode causar danos ao solo e à água. “A produtividade agrícola está sendo ameaçada. Ele afeta o ecossistema agrícola de forma muitas vezes até irreversível, pois o solo é um material vivo e o glifosato mata todas essas bactérias, prejudicando sua fertilidade. Muitas cidades também já estão apresentando análise de água contendo resíduos do herbicida”, conclui.

No dia 20 de março, em Lyon, na França, o glifosato foi inserido na lista de prováveis cancerígenos para os seres humanos pela International Agency for Research on Cancer (IARC), ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS), na categoria 2A. A classificação feita por 17 especialistas de 11 países é a mesma utilizada para esteróides anabolizantes, por exemplo. A divulgação também reforça o debate em torno da reavaliação da toxidade do glifosato pela Anvisa, o Ibama e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

 

Mortes comprovadas

Uma petição do MPF enviada à Justiça há três meses confirma dezenas de mortes provocadas pelos componentes dos produtos usados na agricultura brasileira, incluindo o glifosato. No documento, o procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes cita relatórios dos Centros de Informações e Assistência Toxicológica do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os três estados contabilizaram 88 mortes, entre 2009 e 2013, por “exposição aguda aos ingredientes dos agrotóxicos”. O mesmo requerimento indica que seja concluída com urgência a reavaliação toxicológica do glifosato e recomenda o banimento do herbicida no mercado nacional.

O procurador aponta ainda as estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) e da OMS de que o câncer será a principal causa de óbitos no Brasil nos próximos cinco anos, parte deles em decorrência do aumento no uso de agrotóxicos.

A petição indica também que o MPF apresentou pedido aos 34 Centros de Informações e Assistência Toxicológica do país para que informem registros de eventuais intoxicações ocorridas, em 2014, que possam estar relacionadas à exposição a agrotóxicos que contenham os ingredientes ativos mencionados em ações movidas pelo órgão.

Mais informações:  e .

 

Texto e fotos: Luan Martendal/Estagiário da Diretoria-Geral de Comunicação/UFSC

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Equipes da UFSC conquistam medalhas na 1ª Competição Sul-Brasileira de Identificação de Solos

15/05/2015 11:40
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Duas equipes da UFSC, composta alunos do curso de Agronomia e da pós -graduação em Agroecossistemas (PGA) e em Engenharia de Transportes e Gestão Territorial (PPGTG), conquistaram 2º e 3º lugares na 1ª Competição Sul-Brasileira de Identificação de Solos (1ª CIS-SUL), realizada na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Rio Grande do Sul, nos dias 7 e 8 de maio de 2015.

As equipes, formadas respectivamente por quatro alunos da graduação e quatro da pós-graduação, aplicaram os conhecimentos relacionados às disciplinas de Solos (Fisica do solo, Química do Solo, Mineralogia, Gênese, Morfologia e Classificação de Solos) durante as tarefas.

Membros da equipe:

Maiara Mendes de Azevedo (Agronomia), Barbara Santos Ventura (Mestranda do PGA), Ana Paula Florindo (Agronomia), Gabriel Phelipe Nascimento Rosolem (Mestrando do PPGTG), Vilmar Muller Junior (Mestrando do PGA), Paula Beatriz Sete (Doutoranda do PGA), Derline Dimanche (Agronomia) e Eyhab Mahmud Ahmad (Agronomia).

 

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Projeto do curso de Agronomia contribui para aumentar beleza do campus de Florianópolis

06/05/2015 14:27

Por meio do projeto ”Flor do Campus”, o professor Ênio Luiz Pedrotti e os estudantes da disciplina de Paisagismo e Floricultura do curso de Agronomia da UFSC produzem e plantam mudas em canteiros espalhados pelo campus de Florianópolis. O plantio deste semestre ocorreu na manhã desta quarta-feira, 6 de maio, em frente ao Centro de Cultura e Eventos, Reitoria e Centro de Comunicação e Expressão (CCE). O plano é contribuir para a revigoração dos jardins, aumentando o número de flores.

Plantação na UFSC - Foto Tamiris Moraes-20

Alunos do curso de Agronomia plantam mudas em frente à Reitoria, como parte do projeto “Flor do Campus”. Foto: Tamiris Moraes/Estagiária de Fotografia/Agecom/UFSC

O professor Pedrotti coordena o projeto, que é realizado há três semestres com aulas teóricas e práticas. “Cada aluno produziu 128 mudas desde março, que levaram dois meses para ficarem prontas para o plantio. No total, temos 4 mil”, destaca Pedrotti. Este explica que serão plantadas seis espécies de vegetal que dão flores, com o objetivo de tornar ainda mais belo o ambiente de jardins da UFSC.

A estudante da 7ª fase, Gabriela Nunes Abrantes, participa do projeto e destaca: “Temos aulas sobre substratos (terra a ser utilizada na plantação) e sobre preparação do solo para que a planta cresça saudável”. E acrescenta ainda que, para a planta produzir flor, precisa estar muito bem nutrida, por isso é tão importante cuidar do solo.

Nádia Duminelli, também da 7ª fase, detalha como foi o processo. “Recebemos sementes e substratos do professor e fizemos a semeadura. Depois realizamos o transplante das mudas que germinaram para caixas de floating (imersão em água).”  Pedrotti acrescenta que os estudantes realizaram experimentos durante a produção das mudas, testando substâncias que pudessem auxiliar sua evolução.

Mais informações: (48) 3721-5401.

Gisele Flôres/Estagiária de Jornalismo da Agecom/DGC/UFSC

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Estudantes de Paisagismo contribuem para revitalização do campus

05/05/2014 08:00

Na manhã da quarta-feira, 30 de abril, os estudantes da disciplina de Paisagismo, do curso de Agronomia da UFSC, participaram da revitalização de alguns canteiros do campus da Trindade: limparam-nos e plantaram mudas de flores que eles mesmos produzem. A atividade faz parte das aulas práticas da disciplina e teve como objetivo central propiciar aos estudantes um contato com a realidade da manutenção de jardins, o preparo de canteiros e o plantio de mudas de flores.

Professor Enio Pedrotti e os estudantes de Paisagismo. Foto: Wagner Behr/Agecom/UFSC

“O principal ponto de reflexão que levamos aos estudantes é que o campus universitário está completamente inserido no contexto do aumento da densidade populacional no meio urbano”, explica o professor da disciplina, Enio Luiz Pedrotti, do Departamento de Fitotecnia, do Centro de Ciências Agrárias da UFSC. “Milhares de alunos, professores, visitantes e a comunidade em geral circulam no campus da UFSC, apreendendo não somente as linguagens técnicas das salas de aula e dos laboratórios, mas também as outras linguagens de comunicação que uma universidade pode usar para influenciar o seu entorno. Os sinais transmitidos pela beleza de seus jardins, o conforto térmico possibilitado pelas sombras de suas árvores e o conforto visual provocado por um conjunto harmônico de vegetação podem provocar as mais profícuas sensações nos usuários de um campus universitário”, diz.
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Alvaro Prata faz plantio simbólico para o projeto Flor no Campus

11/05/2012 14:29

Alvaro Prata planta mudas do Projeto Flor no Campus

“Por que não deixar o campus mais florido?”. Essa foi a pergunta que motivou a criação do projeto Flor no Campus. A iniciativa é do professor Ênio Pedrotti, que ministra a disciplina optativa de Floricultura no curso de Agronomia da UFSC. Ênio propôs aos seus alunos que produzissem mudas de flores ornamentais que seriam distribuídas pelos canteiros do campus da Trindade e do Sul da Ilha.

O objetivo é “fazer o campus ser percebido de outra forma”, completa o professor. As primeiras mudas de petúnia foram plantadas simbolicamente na quinta-feira, dia 10, em um canteiro no estacionamento da Reitoria,  por Alvaro Prata e diretores de Centro, que haviam acabado de sair de uma reunião de despedida.

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