Bartolomeu Melià fala nesta sexta sobre vivências com povos indígenas

01/06/2012 17:27

Seminário, vivência e conferência sobre a sabedoria indígena e a luta pelo reconhecimento do território vão até o dia 4 de junho. Melià fala às 19 horas no auditório do CFH 


“Vivências com Povos Indígenas”, evento promovido pelo Curso Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC será conduzido hoje, 1º de junho, às 18h30, pelo professor, linguista e antropólogo Bartomeu Melià (Assunção – Paraguai), no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC. Docente do curso de Licenciatura Intercultural, na disciplina Laboratório de Língua Guarani, Bartomeu foi convidado a expor suas vivências com povos indígenas a fim de trocar sua vasta experiência com os alunos e docentes do curso e participantes do evento.

Melià vai abordar as especificidades socioculturais e os direitos constitucionais das populações indígenas. Padre jesuíta espanhol (1932), mora em Assunção/Paraguai há quase cinco décadas, dedicando-se à pesquisa e à defesa dos direitos dos povos indígenas. Viveu no Brasil, também como estudioso e militante dessa causa, devido à dissidência com o governo do ditador paraguaio Alfredo Stroessner. No Brasil, atuou com os povos Guarani e Kaingang (Terra Indígena Guarita/RS), Kaiowá (MS), Enauenê-nauê (MT).

A discussão sobre o direito ao território para indígenas e quilombolas está no foco dos debates de três grandes momentos promovidos pelo Curso. Lideranças indígenas e dois dos maiores especialistas na questão, o antropólogo João Pacheco Oliveira, do Rio de Janeiro, e Bartomeu Meliá, do Paraguai, estarão presentes em Florianópolis para uma vivência e uma aula aberta que ocorrem no dia 1º e 4 de junho. Os eventos são dirigidos aos alunos que frequentam o curso, mas gratuitos e abertos a todas as etnias, pesquisadores e interessados no direito das minorias.

Saberes sobre a Terra – I Seminário Temático de Sábios Indígenas Guarani, Kaingáng e Xokleng abriu essa série de eventos no dia 31 de maio de 2012, das 8h30 às 12h, no auditório do CFH. O evento teve como objetivo dar voz a especialistas indígenas em torno de seus saberes sobre a terra, o que abarca os conhecimentos em relação à caça, pesca, coleta, plantio, manejo florestal e também do processo político e histórico de demarcação de terras indígenas.

“Criamos um espaço para que os alunos socializem seus conhecimentos, seja do uso da terra a partir dos saberes dos antepassados ou ainda saberes que cada um julgar importante compartilhar com os acadêmicos do seu curso e de outros cursos da UFSC, bem como com o público em geral”, explica a professora Maria Dorothea Post Darella, que faz parte da equipe de coordenação da Licenciatura e antropóloga do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC. As três realizações buscam fortalecer o eixo temático do curso que é Territórios indígenas: a questão fundiária e ambiental no Bioma Mata Atlântica, explica Dorothea, que apoia o curso como integrante da Comissão Interinstitucional para Educação Superior Indígena.

O professor do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da UFRJ, João Pacheco de Oliveira, é o conferencista do terceiro evento, que ocorre no dia 4 de junho, às 18h30, no Auditório da Reitoria /UFSC.  Autor de volumosa obra, entre livros e artigos publicados,  Oliveira vai proferir a aula aberta “A PEC 215 contra os direitos indígenas, quilombolas e ambientais”.  Com a emenda, o direito que era antes aferido por um processo administrativo, passa a exigir aprovação pelo Congresso Nacional.

Defensor de uma ampla mobilização social contra essa medida, que chama de ataque aos direitos conquistados pelas minorias, discutirá a pressão de latifundiários e empresários para aprovação da Proposta de Emenda à Constituição, que dificulta o reconhecimento dos territórios indígenas e quilombolas. Presidente da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) entre 1994 e 1996, exerce a função de coordenador da Comissão de Assuntos Indígenas. Atua ao lado dos índios Ticuna desde a década de 1970, dedicando-se há muitos anos também aos povos indígenas no nordeste brasileiro.

Implantado em fevereiro de 2011 pelo Departamento de História da UFSC, o Curso Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica é o primeiro curso superior  do Brasil especializado nas três etnias. Sob a coordenação geral do professor Valmir Francisco Muraro, entra em sua sexta etapa concentrada de aulas. São 104 alunos, grande parte professores nas escolas indígenas que alternam o tempo na universidade com o tempo na comunidade, quando aplicam nas aldeias os conhecimentos desenvolvidos.


SERVIÇO:  

Evento 2: Palestra: Vivências com Povos Indígenas
Palestrante: Prof. Bartomeu Melià (Assunção – Paraguai)
Local: Auditório do CFH/UFSC
Data: 01 de junho de 2012
Horário: 18h30

Evento 3: Aula aberta: A PEC 215 contra os direitos inígenas, quilombolas e ambientais
Com o Professor e Antropólogo João Pacheco de Oliveira (UFRJ)
Local: Auditório da Reitoria / UFSC
Data: 04 de junho de 2012
Horário: 18h30

 

Por Raquel Wandelli/ Jornalista na Secult
9911-0524 e 3721-9459 – www.secarte.ufsc.br

 

Mais informações:  Secretaria do curso de graduação Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica: 3721-2614.

Tags: Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica

Evento discute saberes das terras indígenas Guarani, Kaingang e Xokleng

01/06/2012 17:20

Sábios indígenas compartilham o conhecimento e fazem reivindicações

Com o tema “Saberes sobre a Terra”, o curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica promove de 31 de maio a 4 de junho o primeiro Seminário Temático de Sábios Indígenas Guarani, Kaingang e Xokleng no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O evento teve como objetivo dar voz a especialistas indígenas e abarcar conhecimentos em relação à caça, pesca, coleta, plantio, manejo florestal e também ao processo político e histórico de demarcação de terras indígenas.

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Tags: guaraniKaigangLicenciatura IndígenaseminárioUFSCXokleng

Ceped participa do IX Fórum Nacional de Defesa Civil

01/06/2012 15:55

Com o aumento da ocorrência de desastres no Brasil e no mundo, cada vez mais o assunto é discutido na agenda pública para a busca de medidas eficientes em prevenir, preparar e responder a desastres. Nos dias 4, 5 e 6 de junho, essas discussões terão espaço no IX Fórum Nacional de Defesa Civil, em Angra dos Reis, RJ.

O Fórum já entrou para a agenda permanente de eventos sobre gestão de riscoe desastre no Brasil e reúne coordenadores municipais e estaduais de Defesa Civil, técnicos e gestores da área, comunidade, membros de universidades e demais interessados em compartilhar experiências e boas práticas sobre prevenção de desastres e redução de riscos.

Representando a Universidade Federal de Santa Catarina, o Centro Universitário de Estudos e Pesquisas dobre Desastres (Ceped) participa do evento com um estande no qual estarão expostos alguns de seus trabalhos publicados em banners, livros e cartilhas, incluindo parte do primeiro atlas brasileiro de desastres.

Na programação do dia cinco de junho, o diretor geral do Ceped, professor Antônio Edésio Jungles, faz a mediação da mesa Boas Práticas em Defesa Civil: Combate à estiagem, e o coordenador de projeto, Jairo Ernesto Bastos Krüger, apresenta o S2ID: módulo de registro e reconhecimento, na oficina Nova instrução normativa para decretação de situação de emergência e estado de calamidade pública, ministrada por Werneck Martins Carvalho.

No dia seis é a vez do trabalho Ações Comunitárias de Redução de Riscos de Desastres na região serrana do Rio de Janeiro, apresentado pela coordenadora de comunicação, Sarah Cartagena.

Confira a programação completa do evento no site: www.defesacivil.gov.br/forum/programacao.asp.

O Ceped atua há onze anos na missão de contribuir para a construção de comunidades mais seguras, através do ensino, pesquisa e extensão, visando à redução dos riscos de desastres.

Mais informações: www.ceped.ufsc.br, 3223-5467 e ceped@ceped.ufsc.br.

Fonte: Ceped

Tags: cepeddesastres naturais

Diretor da EdUFSC é indicado ao prêmio Portugal Telecom de Literatura

01/06/2012 14:31

O diretor executivo da Editora da UFSC, Sérgio Medeiros, foi indicado ao prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa 2012 pelo livro de poemas “Figurantes”, publicado pela editora Iluminuras. Poeta, tradutor e professor, ele está entre os 60 finalistas do prêmio, anunciados esta semana no Rio de Janeiro. Há 20 concorrentes por área – romance, conto/crônica e poesia – e os 12 finalistas serão conhecidos em setembro. Os vencedores vão ser anunciados em novembro e levarão R$ 50 mil (por categoria).

Em 2009, Medeiros já havia sido indicado ao mesmo prêmio e também ao Jabuti com o livro “Sexo vegetal”, da Iluminuras. Natural do Mato Grosso do Sul, ele jé profesor dos cursos de pós-graduação em Literatura, Cinema e Artes Cênicas, do Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, e foi mantido no cargo de diretor da EdUFSC pela nova reitora da instituição, Roselane Neckel.

A romancista catarinense Adirana Lunardi, nascida em Xaxim e radicada no Rio de Janeiro, também foi indicada ao prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa, com o livro “A vendedora de fósforos”, da editora Rocco.

Mais informações com Sérgio Medeiros: 3721-8507, 3721-9686 ou sergio@editora.ufsc.br.

Tags: EdUFSCliteratura

Palestra aborda uso pioneiro da aviação militar no conflito do Contestado

01/06/2012 14:06

 

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Assunto que atrai a atenção de professores e estudantes, especialistas e leigos, o uso pioneiro da aviação no conflito do Contestado foi tema de palestra feita na manhã desta sexta-feira, dia 1º., no auditório da reitoria da UFSC, pelo professor Cláudio Calaza, da Universidade da Força Aérea (Unifa), do Rio de Janeiro. Falando dentro da programação do Simpósio sobre o Centenário do Movimento do Contestado, ele fez um histórico das circunstâncias que levaram o Exército brasileiro a decidir pela utilização de aviões no trabalho de identificação das áreas ocupadas pelos revoltosos e, posteriormente, no ataque a esses focos, casos as operações se mostrassem viáveis.

Durante a exposição, ficou claro que o Exército não estava preparado para esse tipo de ação e que não conseguiu fazer um planejamento mínimo que garantisse o êxito da iniciativa. Por isso, a estratégia fracassou, resultando na morte do tenente Ricardo Kirk (o primeiro aviador brasileiro, com formação na França) durante sobrevoo da região conflagrada, na divisa de Santa Catarina com o Paraná. Essa questão também suscita diferentes leituras sobre as motivações dos comandantes militares, entre elas a de que o grande poderio militar da Argentina, na época uma das maiores forças da economia mundial, representava uma ameaça para os estados da região sul do Brasil.

Professor de história militar na Academia de Força Aérea, Calaza percebeu que depois do livreto “A aviação militar no Contestado – Réquiem para Ricardo Kirk”, lançado pelo historiador catarinense Nilson Thomé em 1986, nada mais foi publicado sobre o tema. Por isso, após concluir tese de doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ele concentrou suas forças na busca de novas fontes. Outra motivação foi o fato de saber que o Contestado sempre foi considerado um conflito bélico secundário pela historiografia brasileira.

O emprego de aviões militares nunca havia acontecido no continente sul-americano, mesmo que Chile e Argentina estivessem mais adiantados nesse campo. E foi incorporado à prática do Exército apenas três anos após as experiências realizadas na guerra ítalo-turca, no norte da Europa, em 1911. “Os motores ainda eram fracos e os aparelhos, frágeis, construídos com madeira, bambu, lona e fios de arame”, afirma Calaza.

O pesquisador carioca buscou o que chama de “elo perdido” para explicar a decisão dos militares na figura do tenente João Moraes de Niemayer, que veio para o sul do Brasil, de trem, ao lado do marechal Setembrino de Carvalho, responsável pela repressão ao levante do Contestado, em 1914. Influenciado por Niemayer, Setembrino requisitou aparelhos, Ricardo Kirk e o italiano Ernesto Darioli junto ao Aeroclube Brasileiro, no Rio. Eles vieram, montaram os aviões (transportados por via férrea) e começaram as operações de reconhecimento, até o acidente fatal, próximo a Porto União.

“Habituado a operações no Rio de Janeiro, o Exército não conhecia as adversidades de relevo e clima na região sul”, informa Cláudio Calaza. Aqui, havia campos de pouso apenas em Canoinhas e Rio Negro, que nunca foram aproveitados. Os próprios aviadores falavam da ‘imensidão verde de araucárias’ para caracterizar o terreno, e por isso se guiavam pelo curso dos rios e da estrada de ferro. Na busca pelo reduto de Santa Maria, Kirk chegou a sofrer um primeiro acidente, no qual sobreviveu, até morrer mais tarde, quando não conseguiu romper a serra da Taquara Verde”.

Versão militar – O encerramento do simpósio se deu com a conferência “A guerra, a memória, a história: os historiadores de farda e a escrita da história do Contestado”, a cargo do professor Rogério Rosa Rodrigues, da Udesc. Ele avaliou o legado de historiadores militares como Demerval Peixoto, Herculano D’Assumpção, José Pinto Soares, Ezequiel Antunes Oliveira, Antonio Alves Cerqueira e o catarinense José Viera da Rosa como espectadores do conflito e os registros que deixaram para as gerações seguintes.

As próximas etapas do simpósio serão realizadas na Universidade Federal de Pelotas (RS), entre os dias 29 e 31 de agosto, e na Universidade Federal da Fronteira Sul, em Chapecó, de 18 a 22 de outubro. A intenção dos organizadores é “debater o movimento nos aspectos que envolvem história, cultura, literatura, economia, memória e a sociedade da região atingida pelo movimento do Contestado”. O ano de 2012 marca o centenário do início do conflito, que teve duração de quatro anos.

Mais informações: simpsiocentenriocontestado1912-2012.blogspot.com.br e centenariocontestado@gmail.com.

 

Por Paulo Clóvis Schmitz/ Jornalista na Agecom

 

Tags: Guerra do Contestado

Conferência na UFSC trata da preservação e desenvolvimento sustentável do Aquífero Guarani

01/06/2012 13:56

O professor Jorge Néstor Santa Cruz realizou uma conferência nessa quinta-feira,  31 de maio, no auditório do Centro de Ciências da Educação (CED) com o tema “Sistema Acuífero Guaraní – Conclusiones y Plan Estratégico de Acciones en Ejecución”. Ele é o coordenador geral do projeto internacional para a Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do Sistema Aquífero Guarani, também conhecido como Projeto Aquífero Guarani (SAG).

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Tags: Aquifero GuaraniJorge Néstor Santa Cruz

Na mídia: Estudo revela que RS lidera ranking nacional de emergência por estiagem

01/06/2012 12:02

Matéria publicada no jornal Zero Hora destaca estudo realizado pelo  Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres da UFSC:

Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sobre duas décadas de desastres naturais transforma em números o que os agricultores gaúchos sentem na pele e no bolso. 

O relatório, divulgado pelo Ministério da Integração Nacional, mostra que o Rio Grande do Sul é líder em notificações de situação de emergência: foram 4.924. Destas, 2.643 (64%) por estiagem. São mais de 2,1 milhões de afetados em 457 municípios.


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Tags: desastres naturaisl cepedUFSCUFSC na mídia

Santa Afro Catarina promove visita gratuita neste sábado

31/05/2012 16:49

O Programa Santa Afro Catarina e o Laboratório de História Social do Trabalho e da Cultura da UFSC promovem neste sábado, 2 de junho, uma visita guiada pelo centro histórico de Florianópolis, com o roteiro “A Desterro de Cruz e Souza”.  O encontro é gratuito, aberto a todos e está marcado às 9h45min, na figueira da Praça XV, Centro, Florianópolis. A saída será às 10 horas. O roteiro tem duração aproximada de duas horas. Em caso de chuva, a visita será cancelada.

As visitas do Programa Santa Afro Catarina acontecem todos os meses, sempre no primeiro sábado, e percorrem roteiros históricos da Ilha com a presença de africanos e afrodescendentes em Florianópolis. Na condução está uma equipe de profissionais das áreas de História, Patrimônio e Ensino de História. Realização conjunta do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) e do Centro de Ciências da Educação (CED), o Programa Santa Afro Catarina tem como diferencial a integração inovadora dos conteúdos de história da diáspora africana ao espaço urbano.

Mais informações:

Fone: (48) 3721-8611

Celular: (48) 8842-1590 (Fernando Morschheiter)

Site: http://www.santaafrocatarina.blogspot.com.br/

E-mail santaafrocatarina@gmail.com

Tags: CEDCFHSanta Afro CatarinaUFSC

Divulgado cronograma preliminar da 11ª Sepex

31/05/2012 12:43

Este ano a Sepex, um dos principais eventos de popularização da ciência em Santa Catarina, será realizado de 17 a 20 de outubro

A comissão organizadora da 11ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC definiu na manhã desta quinta-feira, 31 de maio, o cronograma do evento.  O cadastro de estandes e minicursos pela comunidade universitária deverá ser realizado no período de 30 de julho a 31 de agosto. A homologação das propostas está prevista para o dia 1° de outubro e a assinatura dos termos de compromisso e autorização de espaço físico deve acontecer até 5 de outubro (veja cronograma completo abaixo).

Integra da à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Sepex será realizada entre 17 e 20 de outubro, em frente à Reitoria, no campus da UFSC no bairro Trindade, em Florianópolis.

Uma das novidades será a inclusão de uma nova área temática, contemplando o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2012. Além de inscrever estandes nas seções de Comunicação, Cultura, Direitos Humanos, Educação, Institucional, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Trabalho, poderão ser cadastradas propostas na temática Economia Verde, Sustentabilidade e Erradicação da Pobreza (mesmo tema da Conferência Rio + 20, evento organizado pela ONU que ocorrerá em junho no Brasil, com participação de diversos países).

A Assembléia Geral das Nações Unidas também declarou 2012 como o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, estimulando os países a realizarem atividades com o objetivo de aumentar a consciência coletiva sobre a importância deste tema.

A comissão organizadora da Sepex integra representantes da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq), Pró-Reitora de Graduação (Prograd), Pró-Reitoria de Administração (Proad), Secretaria de Cultura (SeCult), Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação ( SeTIC) e Agência de Comunicação (Agecom), entre outros setores. Os eventos paralelos, que estão sendo pensados, incluem o já tradicional Seminário de Iniciação Científica, com apresentação de aproximadamente mil projetos de jovens pesquisadores.

Saiba Mais:

 Cronograma Preliminar
– Cadastro de estandes e minicursos: 30 de julho a 31 de agosto
– Homologação de estandes: 1° de outubro
– Assinatura dos termos de compromisso pelos coordenadores de estandes: 1° a 5 de outubro
– Assinatura dos termos de compromisso e autorização de uso de espaço físico para minicursos: até 28 de setembro
– Inscrições para participação em minicurso: 1° a 20 de outubro
– Realização da Sepex: 17 a 20 de outubro

Mais informações junto à Pró-Reitoria de Extensão: 3721-9344

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Tags: sepexUFSC

Biblioteca Universitária apresenta Ambiente de Acessibilidade Informacional

31/05/2012 09:49

Ambiente de Acessibilidade Informacional é apresentado pela BU

A Biblioteca Universitária da UFSC apresentou na terça-feira, 29 de maio, as ações que vem desenvolvendo no Ambiente de Acessibilidade Informacional (AAI) que visa  a facilitar o acesso à informação e comunicação para pessoas com deficiência. O piso podotátil leva à sala do AAI, localizada no térreo da Biblioteca Central, que tem vários recursos voltados, principalmente, para estudantes com deficiência visual como computadores adaptados com ampliadores de tela e “softwares ledores”, lupa eletrônica que permite a ampliação de textos projetados em tela, materiais em formato áudio e acervo em braile que além de livros, coleção de revistas, oferece também mapas e globo terrestre táteis.

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Tags: AAIAmbiente de Acessibilidade InformacionalBiblioteca UniversitáriaBUmateriais adaptados

TV UFSC pleiteia canal aberto em alta definição

31/05/2012 09:26

Professor Fernando Crocomo - diretor da TV UFSC

É aguardada para o segundo semestre deste ano a entrada no ar da TV UFSC em sistema aberto no canal 63 digital em rede com a TV Brasil, alcançando a região da Grande Florianópolis. A expectativa é também pela reativação do canal aberto analógico. Atualmente, o canal 15 da NET/Florianópolis transmite 24 horas de programação própria, voltada para a comunidade acadêmica. Esse processo está sendo comandado pelo professor Fernando Crocomo, que foi mantido pela nova reitora da universidade, Roselane Neckel, no cargo de diretor da TV UFSC. No momento, está em fase de aquisição um transmissor digital, por meio da Fundação de Ensino de Engenharia de Santa Catarina (Feesc) e da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), que permitirá a oferta de programação em alta definição.

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Tags: alta definiçãocanal abertoFernando CrocomoTV UFSC

Três eventos discutem saberes da terra e direito ao território

30/05/2012 18:30

Sábios Indígenas Guarani, Kaingáng e Xokleng. Foto Wagner Behr/Agecom

Lideranças Indígenas e quilombolas começam nesta quinta, 31, debates sobre a sabedoria indígena e a luta pelo reconhecimento do território.    A discussão sobre o direito ao território para indígenas e quilombolas está no foco dos debates de três grandes momentos promovidos pelo Curso Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da Universidade Federal de Santa Catarina. Lideranças indígenas e dois dos maiores especialistas na questão, o antropólogo João Pacheco Oliveira, do Rio de Janeiro, e Bartomeu Meliá, do Paraguai, estarão presentes em Florianópolis para um seminário, uma aula aberta e uma vivência que ocorrem nos próximos dia 31 de maio, 1º e 4 de junho. Os eventos são dirigidos aos alunos que freqüentam o curso, mas gratuitos e abertos a todas as etnias, pesquisadores e interessados no direito das minorias.
Saberes sobre a Terra – I Seminário Temático de Sábios Indígenas Guarani, Kaingáng e Xokleng abre essa série de eventos no dia 31 de maio , das 8h30 às 12h, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC. O evento tem como objetivo dar voz a especialistas indígenas em torno de seus saberes sobre a terra, o que abarca os conhecimentos em relação à caça, pesca, coleta, plantio, manejo florestal e também do processo político e histórico de demarcação de terras indígenas.
Tags: guaraniI Seminário Temático de Sábios IndígenasKaingángLicenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata AtlânticaXokleng

Mata Atlântica é destaque da Semana do Meio Ambiente na UFSC

30/05/2012 18:19
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Uma das interfaces do jogo Mata Atlântica - o bioma onde eu moro

Começa nesta quinta, 31/05, e segue até 06/06 a Semana do Meio Ambiente da Sala Verde da UFSC. Dentre as atividades abertas ao público estão a apresentação do projeto Educar Brincando – A Mata Atlântica em Foco, na segunda-feira, e na quarta, a confecção de agendas e blocos com materiais reaproveitáveis e a discussão de propostas de novos parques para Florianópolis.

O projeto Educar Brincando se utiliza de ferramentas educativas como jogos de tabuleiros destinados a todas as idades, o jogo eletrônico Mata Atlântica – o bioma onde eu moro , o Painel Interativo com a temática da Mata Atlântica – desenvolvido no Laboratório de Abelhas Nativas da UFSC, além da participação de bolsistas de Psicologia, Biologia e Artes Cênicas  para trazer os conhecimentos sobre o bioma a partir de músicas e do teatro.

“O espaço Referência da Sala Verde UFSC está disponível para receber turmas de até 20 pessoas; ainda nesta terça, os filhos de agricultores que participaram do Encontro da Rede Ecovida passaram a tarde conosco”, relata Marlene Alano Coelho Aguilar, bióloga coordenadora da Sala Verde. “A ideia é expandir esse trabalho à rede estadual de educação, atingindo principalmente as crianças do interior de Santa Catarina”, completa.

A Semana do Meio Ambiente da Sala Verde da UFSC tem como parceiros o Ministério do Meio Ambiente, o Laboratório de Abelhas Nativas da UFSC (Lanufsc), o Laboratório de Educação Cerebral (LEC), o Programa Venha Conhecer a UFSC, o Fotovoltaica UFSC e a Ong Klimata – Centro de Estudos Ambientais.

A Sala Verde atende ao público de segunda a sexta, das 14h às 18h. Mais informações com Marlene: 3721-9044 e 3721-6469, marlenecga@reitoria.ufsc.br e salaverde@salaverde.ufsc.br.

 

Programação:
31 de maio – 5a. feira
14:30 h – Projeto Educar Brincando – A Mata Atlântica em Foco com a turma de crianças 6A Vespertino, do NDI/UFSC, no Espaço
Referência.
Participação no Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, durante todo o dia.

1o. de junho – 6a. feira
Participação no Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, apresentando o Projeto Educar Brincando – A Mata Atlântica em Foco.

02 e 03 de junho – Sábado e Domingo
Sugerimos que famílias e grupos de amigos realizem atividades ao ar livre, desfrutando da Mata Atlântica que carinhosamente nos acolhe aqui em Santa Catarina.

04 de junho – 2a. feira
14:30 às 17:30
– O Projeto Educar Brincando – A Mata Atlântica em Foco estará no Hall da Reitoria.

05 de junho 3a. feira
14h30 – No Dia Mundial do Meio Ambiente, o Projeto Educar Brincando – A Mata Atlântica em Foco estará com a turma de crianças 3A Vespertino, do NDI/UFSC, no Espaço
Referência.

06 de junho – 4a. feira
14h às 18h – Tarde aberta no Espaço Referência para a confecção de agendas e blocos de rascunho, reaproveitando materiais. Quem puder, traga folhas A4 usadas com o verso
livre e apostilas antigas com espiral.
19:00 h – Evento da FEEC, no Espaço Referência, abordará Propostas de Novos Parques para Florianópolis.

Se chover nas tardes de 31/05 e 05/06, a equipe da Sala Verde UFSC irá até o NDI.
O Espaço Referência da Sala Verde UFSC fica no piso térreo da Biblioteca Central.

Tags: Mata Atlânticameio ambienteSala Verde

Programa Arte na Escola oferece Curso de Crítica de Arte Visual

30/05/2012 15:22
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Obra de Isaac Camargo - fotografia ice dream

Estão abertas as inscrições para o curso de Introdução à Crítica de Arte Visual, realizado pelo programa Arte na Escola – Polo UFSC, de 6 de junho a 11 de julho, no Colégio de Aplicação, em Florianópolis. O curso possui 25 vagas e é direcionado a professores da rede pública de ensino, estudantes e profissionais da área e público em geral.

Ao todo, serão seis encontros, às quartas-feiras, das 14 às 17h30. A carga horária total do curso é de 20 horas. As inscrições devem ser feitas por meio de e-mail ao artenaescola.ufsc@gmail.com.

 

O curso
Ao longo dos encontros será apresentado o conceito de crítica e sua aplicação na arte visual, com a realização de leitura de textos críticos e análise de suas características e um exercício de crítica de arte visual.

O ministrante será o professor do Departamento de Expressão Gráfica da UFSC, Isaac Camargo, que pretende expor o percurso do gênero textual e orientar os participantes sobre os modos de como fazer crítica de arte no contexto atual. Os encontros irão propor a análise da crítica por meio de textos, imagens e multimídia. Isaac acredita que o curso é uma forma de reabrir os horizontes de compreensão do pensamento crítico das pessoas, pois “à medida que a crítica se afastou da mídia, ficamos cada vez mais desinformados e isso acarreta em problemas de leitura, entendimento e de aceitação da arte como parte da nossa existência humana”. A intenção é trabalhar especialmente a crítica no contexto da Arte Plástica, com ênfase nas tendências que mais se destacam atualmente na mídia. “O que se pretende é estimular o exercício crítico como um processo de análise, reflexão que auxilie o leitor à apreciação e compreensão do fenômeno artístico e seus procedimentos integrado ao sistema social no qual surge ou é desenvolvido”, disse o professor.

O ministrante
Isaac Camargo é licenciado em Desenho e Plástica pela Faculdade de Artes Plásticas da Universidade da Associação de Ensino de Ribeirão Preto, em São Paulo. É mestre em Educação pela Universidade Estadual de Londrina e doutor em Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Trabalhou por 30 anos no Departamento de Arte Visual da Universidade Estadual de Londrina e entre 2009 e 2010 deu aula de História da Arte na Universidade Federal de Uberlândia. Há dois anos é professor no Departamento de Expressão Gráfica da Universidade Federal de Santa Catarina.

Arte na Escola
O programa que realizará o curso na UFSC faz parte da Rede Arte na Escola, uma organização que articula instituições brasileiras de Ensino Superior, culturais e educacionais com o Instituto Arte na Escola. O objetivo da rede é qualificar os professores de artes por meio de parcerias locais e reúne esforços a fim de disponibilizar meios e materiais múltiplos ao ensino de arte. O Arte na Escola está presente em mais de 20 estados brasileiros, desenvolvendo suas ações através dos programas Educação Contínua, Midiateca e Prêmio Escola Cidadã. O Polo UFSC é fruto de parceria entre dois órgãos da Universidade: o Colégio de Aplicação e o Departamento Artístico Cultural. Veja a lista de filmes da DVDteca do Arte na Escola, à disposição de professores e pesquisadores, pelo site www.dac.ufsc.br

 

SERVIÇO:
O QUÊ: Curso de Introdução à Crítica de Arte Visual, oferecido pelo programa Arte na Escola – Polo UFSC
QUANDO: de 6 de junho a 11 de julho de 2012, quartas-feiras, das 14h às 17h30. Carga horária: 20 horas, com emissão de certificado.
ONDE: No Colégio de Aplicação da UFSC, no Campus Universitário, Trindade, Florianópolis – SC
QUANTO: Gratuito
CONTATO: As inscrições devem ser feitas enviando e-mail para artenaescola.ufsc@gmail.com – Informações: (48) 3721 -2406

Veja um dos blogues do professor Isaac Camargo em www.artevis.blogspot.com.br

 

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT:UFSC, com informações do ministrante e dos organizadores do curso.

 

Tags: arteDACSecult

Relato do Sol tem lançamento na UFSC

30/05/2012 14:40
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Relato do Sol traz histórias sobre adolescência, convivência com pais e irmãos, bullying, primeiros amores e amigos

Será lançado na quinta, 14/06, o livro de contos de Vanessa Bencz, Relato do Sol (editora Letradágua). Jornalista formada em 2008 e blogueira desde 2004 (garotadistraida.wordpress.com), Vanessa traz nos vinte capítulos da obra histórias sobre adolescência, convivência com pais e irmãos, bullying, primeiros amores e amigos. A cerimônia está marcada para as 18h na Livros e Livros da UFSC.

O prefácio, escrito pelo professor de Jornalismo da UFSC Samuel Lima, informa o leitor que os contos não são apenas relatos, e sim poemas em prosa. “O tempo é um elemento forte nesse olhar cósmico de Vanessa. Lá pelas tantas ela tira da cartola uma frase perfeita, ao relatar um abraço materno: Deve ter durado apenas alguns segundos, no cronômetro humano. No relógio da máquina do tempo, foram tantos outonos. Quando confessa suas razões para escrever, a autora vai dizer, solfejando em nossos ouvidos, num sussurro sedutor: De vez em quando, acordo sentindo profunda carência; palavras boiam na minha consciência. Por isso escrevo”, resgata Lima.

Cada texto de Relato do Sol ganhou uma ilustração poética de Fábio Abreu, “artista que capta a sensação das letras e transforma em desenho”, de acordo com Vanessa. A obra tem apoio do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec) de Joinville e da Fundação Cultural de Joinville.

Aos 27 anos, Vanessa já trabalhou nos jornais A Notícia e Notícias do Dia, e hoje mantém produção intensa em seu blog .

Mais informações: (47) 8864-3275.

Tags: jornalismoliteratura

Curso de Engenharia Mecânica comemora 50 anos de fundação

30/05/2012 12:18

Aproximadamente 50 pessoas acompanharam as homenagens aos fundadores do primeiro curso da então Escola de Engenharia Industrial. Fotos: Wagner Behr / Agecom

Com muitas lembranças e a presença de pioneiros, o Curso de Engenharia Mecânica da UFSC comemorou cinco décadas nesta terça-feira, 29 de maio. Professores que participaram da fundação discursaram e recuperaram memórias da graduação implantada em 1962, numa parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O professor responsável por elaborar a grade curricular do curso, Caspar Erich Stemmer, também ex-reitor da UFSC, e os docentes Werner Adelmann e José da Costa Difini, que a partir de 1966 ajudaram a fortalecer o ensino de Engenharia Mecânica na UFSC, estavam entre os presentes.

A sessão solene foi conduzida pelo professor titular aposentado da UFSC Arno Blass, coordenador da Pós-Graduação em Engenharia Mecânica por 12 anos. Aproximadamente 50 pessoas acompanharam as homenagens aos fundadores do primeiro curso da então Escola de Engenharia Industrial.

Quando a UFSC iniciou o projeto de criação do curso não havia profissionais da área aptos a ensinar Engenharia Mecânica no Estado. Foi preciso buscar gente de fora e que já tivesse experiências bem-sucedidas. O então reitor João David Ferreira Lima firmou um convênio com a UFRGS. Assim foi a largada para a construção de um dos mais reconhecidos cursos de Engenharia Mecânica do país.

A proposta era trazer um contingente de professores regentes gaúchos a cada 15 dias, para ministrar aulas e também orientar os instrutores de ensino, jovens engenheiros recém-formados pela UFRGS. Estes instrutores tornaram-se, no futuro, responsáveis pelas disciplinas.

Os professores Werner Adelmann e José Defini foram profissionais que se dividiram entre Porto Alegre e Florianópolis. Eles contaram que é uma honra voltar a Santa Catarina depois de tanto tempo e apreciar o fruto de seu esforço. “Nós plantamos a semente, mas o grande mérito foi dos nossos colegas que continuaram nosso trabalho de forma muito competente”, afirmou Adelmann. “Nós nos dividíamos entre as duas cidades. Era puxado, mas sabíamos que iria valer a pena”, lembrou Difini.

A primeira formatura do novo curso da UFSC aconteceu em 19 de novembro de 1966, com 11 formandos homens e apenas uma mulher. Hoje, a cada semestre ingressam 55 novos estudantes e 2.700 engenheiros mecânicos já foram formados. Após cinco décadas, a Engenharia Mecânica da UFSC alcançou prestígio nacional e internacional. “É gratificante ver todo o trabalho que foi desenvolvido aqui”, destacou emocionado Difini.

Na última avaliação dos cursos de engenharia mecânica, realizada em 2009 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), ligado ao MEC, a graduação da UFSC recebeu nota 5, valor máximo concedido pela equipe. As análises levam em conta três conceitos, e a Engenharia Mecânica da UFSC conquistou o máximo em todos. Entre 346 cursos de diferentes áreas avaliados em Santa Catarina, apenas quatro alcançaram nota 5 no quesito Conceito Preliminar de Curso (CPC), mais abrangente, que engloba o Enade e o Indicador de Diferença entre os Índices Esperado e Observado (IDD).

Assista também a matéria dos 50 anos do curso de Engenharia Mecânica feita pela TV UFSC aqui.

Por Nayara Batschke / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: Engenharia MecânicaUFSC

Coordenador técnico do projeto internacional Sistema Aquífero Guarani faz conferência na UFSC

30/05/2012 09:24

A UFSC recebe na quinta-feira, 31 de maio, o coordenador técnico do projeto internacional Sistema Aquifero Guarani, professor Jorge Néstor Santa Cruz. A partir de 14h ele ministra a palestra “Sistema Acuífero Guaraní- Conclusiones y Plan Estratégico de Acciones en ejecución- Epílogo”, no auditório do Centro de Estudos de Educação (CED), no campus da UFSC no bairro Trindade, em Florianópolis. O encontro é uma promoção do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSC e projeto Rede Guarani /Serra Geral.

O conferencista  é geólogo e doutor em Ciências Naturais pela Universidad Nacional de La Plata – Argentina, diplomado em Hidrologia pelo ex-Instituto de Hidrología de España (atualmente Cedex). Entre os anos 2001 e 2009, foi o coordenador técnico do Projeto Sistema Aquífero Guarani (Projeto SAG, envolvendo Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, GEF, Banco Mundial e OEA), com sede em Montevidéu.

Atualmente, trabalha como professor titular do curso de Geografia na Universidade de Buenos Aires e no Instituto Nacional de Águas da Argentina, sendo responsável pelo Plano Nacional Federal de Água Subterrânea da Argentina.

No dia seguinte à conferência, 1° de junho, o professor Jorge Néstor Santa Cruz fará parte da banca de tese da doutoranda Andrea Regina de Britto Lopes, sobre o tema “Recursos hídricos e uso da terra na bacia do Rio do Peixe/SC, mapeamento das áreas de vulnerabilidade e risco de contaminação do Sistema Aquífero Serra Geral”. A defesa será realizada a partir de 8h3min,  na Sala de Usos Múltiplos do Departamento Geociências do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da  UFSC.

Informações: Professor Luiz Fernando Scheibe /(48) 3721-8813 / 9963-7208 / e-mail scheibe2@gmail.com / Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Geografia / (48) 3721-9412 (com Juliana).

Tags: Aquifero GuaraniUFSC

Processo que gera 11% a mais de álcool combustível durante fermentação será premiado nesta quarta-feira

30/05/2012 07:55

Artigo publicado na revista Metabolic Engineering e assinado por pesquisadores da UFSC, Universidade de São Paulo (USP) e Delft University of Technology (Holanda) será reconhecido nesta quarta-feira, 30 de maio, com o 3º Prêmio TOP Etanol – Projeto Agora, na categoria Trabalhos Acadêmicos Publicados. A premiação será entregue em Brasília.

O trabalho (Engineering topology and kinetics of sucrose metabolism in Saccharomyces cerevisiae for improved ethanol yield), por alguns meses entre os mais acessados do periódico científico, foi inscrito no concurso por Thiago Olitta Basso. Formado em Farmácia Bioquímica pela Universidade de São Paulo, Basso desenvolveu seu doutorado em Biotecnologia na USP, sob orientação do professor Andreas K. Gombert, trabalhando em um projeto do professor Boris Ugarte Stambuk, do Departamento de Bioquímica da UFSC e orientador do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da USP.

O projeto contou com a participação de alunos da USP e da Pós-Graduação em Bioquímica da UFSC, sob coordenação do professor Stambuk,  também orientador do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e Biociências da universidade catarinense.

Mais álcool combustível
A pesquisa possibilitou o desenvolvimento de leveduras mais eficientes para a fermentação da sacarose da cana de açúcar e melhoria da produção de etanol. O processo de modificação genética faz parte de um pedido de patente já depositado pela UFSC no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

As leveduras modificadas, testadas em condições laboratoriais controladas, possibilitaram a produção de 11% a mais do álcool combustível. O etanol é produzido a partir do açúcar presente no caldo e no melaço da cana, por meio da ação de fungos microscópicos, as leveduras, responsáveis pelo processo de fermentação.

Uma preocupação relacionada à produção de álcool para substituir os combustíveis fósseis é o avanço das áreas de cultivo da cana-de-açúcar, e qualquer incremento na produção de etanol sem implicar no aumento na área plantada é muito bem vista pelo setor.

Modificação genética
Stambuk explica que a modificação genética da levedura para melhor fermentação da sacarose faz parte do que atualmente a ciência chama de engenharia metabólica. Em testes iniciais, desenvolvidos na UFSC e USP, o estudo já havia resultado em 5 a 6% a mais de etanol usando as leveduras modificadas.

Na sequencia dos trabalhos, Thiago Basso, em colaboração com pesquisadores da Holanda, realizou experimentos de engenharia evolutiva visando melhorar ainda mais o processo. O professor explica que, simplificadamente, a engenharia evolutiva consiste em cultivar as leveduras em biorreatores extremamente controlados (equipamentos chamados de quemostatos), por inúmeras gerações, o que geralmente permite selecionar leveduras melhor adaptadas que tendem a dominar o fermentador.

Basso foi capaz de isolar uma levedura melhorada após aproximadamente 50 gerações. Ele estudou a fisiologia destes microorganismos e observou que um dos genes envolvidos na utilização da sacarose tinha sofrido uma duplicação, o que alterou a capacidade da célula de captar, processar e fermentar este açúcar.

Atualmente, graças a um auxílio financeiro da Finep, as leveduras modificadas estão sendo testadas pela Usina Cerradinho Açúcar e Álcool, de São Paulo. Os resultados obtidos com as leveduras industriais engenheradas têm sido promissores.

Mais informações:
– Thiago Olitta Basso / to.basso@gmail.com / (41) 9165-0867
– Boris Ugarte Stambuk / bstambuk@mbox1.ufsc.br / (48) 3721-6919

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Saiba Mais: Prêmio Top Etanol

– Tem como objetivo distinguir trabalhos e seus autores em temas relativos à agroenergia, bem como personalidades que tenham contribuído de forma acentuada para o setor.

– Nas modalidades de Jornalismo e Trabalhos Acadêmicos destaca matérias, estudos e pesquisas que abordem a importância da agroenergia e/ou a interação desta com questões relativas ao meio ambiente, sustentabilidade e proteção ambiental.

– De acordo com os organizadores, concorreram ao todo 110 trabalhos de jornalismo (impresso, televisivo, rádio, agências e internet); 143 fotografias; 87 trabalhos acadêmicos e nove projetos de inovação tecnológica sobre o tema “Agroenergia e Meio Ambiente.”

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Tags: 11% a mais de álcool3º Prêmio TOP Etanol -Projeto AgoraBoris Ugarte Stambukmodificação genética

UFSC retoma debate sobre uso de animais no ensino e na pesquisa

30/05/2012 07:50

Serão realizados quarta e quinta-feira (30 e 31 de maio)  na UFSC eventos sobre o Uso de Animais no Ensino e Pesquisa. Os encontros acontecem a partir de 19h, no auditório da Reitoria. A organização é da Associação Catarinense de Proteção Animal (Acapra) e do Centro Acadêmico de Biologia da UFSC, com apoio do Centro Acadêmico de Psicologia.

Para quarta-feira está programada a mesa-redonda ´O uso de animais no ensino e pesquisa: aspectos técnicos, legais e éticos`. Participam os professores Carlos Rogério Tonussi (presidente da Comissão de Ética no Uso de Animais da UFSC), Thales Tréz (Departamento de Ciências Humanas da Unifal), Carlos Roberto Zanetti (Departamento de Microbiologia e Parasitologia/UFSC), Alex Rafacho (Departamento de Ciências Fisiológicas/ UFSC) e Aguinaldo Roberto Pinto (Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia /UFSC).

Na quinta-feira, 31 de maio, será exibido o vídeo ´Não matarás – Os animais e os homens nos bastidores da ciência`. O debate terá participação de Sônia T. Felipe, pesquisadora com experiência na área de filosofia, com ênfase em Teoria Política, atuando principalmente nos seguintes temas: ética animal, igualdade, especismo, justiça e ética ambiental. Participa também Paula Carls Brügger, pesquisadora com atuação em educação ambiental, interdisciplinaridade e paradigmas de ciência, desenvolvimento sustentável e relação dos seres humanos com os outros animais.

Mais informações:  contato_acapra@yahoo.com.br / pri_pfl@yahoo.com.br (Priscila) / laradal_91@hotmail.com (Larissa Dalpaz)/ Coordenação do Curso de Graduação em Biologia: 3721-9235

Tags: UFSCuso de animais no ensino e na pesquisa

Hospital Universitário elegerá nova direção

29/05/2012 19:15

As inscrições de chapas eleitorais para os cargos de diretor e vice-diretor do Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foram abertas pela Comissão Eleitoral nesta segunda-feira, 28 de maio. Podem se inscrever docentes da área da saúde que realizem atividades no HU há pelo menos três anos. Têm direito a voto os técnico-administrativos e professores que exercem atividades no Hospital e também os alunos de graduação e pós-graduação do Centro de Ciências da Saúde (CCS). O mandato da nova gestão é de quatro anos (2012-2016). O atual diretor Felipe Felício anunciou que não tentará a reeleição.

As inscrições devem ser feitas na Secretaria da Direção Geral do Hospital até o dia 4 de junho. A votação será realizada no dia 20 de junho em três urnas distribuídas no Hospital, das 7h30 às 20h. Para participar da consulta é necessário apresentar documento com foto e ter o nome na lista de eleitores aptos a votar. A Comissão Eleitoral foi indicada em reunião do Conselho Diretor realizada em 24 de maio, (acesse aqui a portaria), bem como aprovada a resolução que irá nortear o processo eleitoral (acesse aqui a resolução).

O Hospital Universitário
O HU foi inaugurado em 1980 e completou 32 anos em maio deste ano. O Hospital é referência em ensino, pesquisa e extensão no Brasil, atuando como formador de profissionais qualificados na área da saúde. Atualmente o Hospital efetua, em média, mais de 500 consultas ambulatoriais por dia. Em abril, foram realizados 108 partos e 7.163 atendimentos de emergência.

Segundo o atual diretor geral, Felipe Felício, no começo da gestão 2008-2012 o HU sofria com atrasos financeiros. O déficit mensal chegava a 500 mil e não havia um controle de gastos efetivos. Para Felício, a nova diretoria encontrará o HU em condições melhores que há 4 anos. “Vou entregar o Hospital organizadinho”, concluiu.

 

Inscrições: 28 de maio a 4 de junho de 2012
Homologação e divulgação das inscrições: 8 de junho de 2012
Eleições: 20 de junho de 2012
Local das urnas: HU/UFSC
Horário das eleições: 7h30min às 20h

Informações: www.hu.ufsc.br

 

Por Murici Balbinot/Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: Hospital Universitário

Evento internacional conhece o ritual praticado em Santa Catarina

29/05/2012 16:03

Núcleo de Estudos Açorianos participa do Congresso Internacional de Festas do Divino Espírito Santo com palestra e exibição de documentário sobre a tradição

Junho é mês de celebração do culto ao Divino Espírito Santo

Portugal, Açores Brasil, Uruguai, e Venezuela, Estados Unidos e Canadá. Em todos esses lugares povoados por açorianos ou por onde caminhou a diáspora açoriana, junho é mês de celebração do culto ao Divino Espírito Santo. Mas fora de Portugal, em nenhum outro lugar do mundo essa festa pagã e religiosa é tão rica e intensamente cultuada quanto em Santa Catarina. Para mostrar aos outros países de colonização açoriana como essa celebração se perpetua no litoral catarinense, o Núcleo de Estudos Açorianos da Secretaria de Cultura da UFSC participa do VI Congresso Internacional das Festas do Espírito Santo com uma palestra e a exibição de um documentário sobre a prática do ritual. O congresso ocorre em Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, nos Açores, de 31 a 2 de junho de 2012

Do peditório e das novenas, à coroação do plebeu e aos cortejos, a Festa do Divino Espírito Santo é a expressão mais viva do misticismo cultural açoriano, onde o sagrado e o profano se encontram e onde as classes sociais se igualam por pelo menos três dias.  Criado pelo próprio NEA, em Florianópolis, no ano de 1999, o Congresso Internacional das Festas do Espírito Santo foram realizados na sequência em Açores; em Porto Alegre, no Brasil e na Califórnia, nos Estados Unidos, com uma periodicidade bianual e deve retornar a Florianópolis dentro de dois anos.

No congresso, o historiador e coordenador do NEA, Joi Cletison, falará sobre a experiência do Núcleo na recuperação da memória das Festas do Espírito Santo na cidade de Sombrio a partir da promoção da 18º Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina (Açor), em outubro de 2011. Como atividades preparatórias para a realização do Açor, o NEA promoveu palestras, encontros e debates em todas as escolas do município de Sombrio, motivando a comunidade para a preservação e valorização da herança açoriana. A partir daí, os alunos da Escola Municipal Nadir Bratti recuperaram junto a seus pais e avós a memória da Festa do Divino Espírito Santo, que não era mais realizada desde a década de 70. “Através desse trabalho, conseguimos rearticular um grupo de Folia do Divino, com a promessa de que a festa voltará a ser realizada no próximo ano”, conta Cletison. O resultado final será mostrado na palestra: um conjunto de cartilhas individuais ilustradas pelos estudantes relatando a história coletada com os antepassados.

Já na cidade de Garopaba, também no litoral catarinense, a comunidade do Morro da Encantada realiza a novena para o Divino Espírito Santo há dezenas de ano dentro de um engenho de fabricar farinha de mandioca. Essa experiência religiosa e cultural cercada de mistérios será apresentada pela estudante de sociologia da UFSC e de Nutrição da Unisul Jeovana Tatiana Kviatkoski. Tatiana também vai representar Santa Catarina no evento com a exibição do documentário “A Novena do Espírito Santo Encantada”, de 18 minutos, que ela dirigiu para o NEA, com participação de Cletison na pesquisa. “Durante a condução do ritual, o rezador usa termos de um português arcaico e reza vários trechos em latim”, relata Tatiana, pesquisadora entusiasta dessa manifestação e autora de diversos outros documentários sobre a cultura açoriana.

Do peditório e das novenas, à coroação do plebeu e aos cortejos, a Festa do Divino Espírito Santo é a expressão mais viva do misticismo cultural açoriano

Para as comunidades açorianas mais tradicionais, a Festa do Divino é um acontecimento religioso tão ou mais importante que o próprio Natal. O vídeo mostra os objetos utilizados pelos festeiros durante as celebrações e os cortejos, como as alfaias que cobrem a imagem do Espírito Santo, a coroa, o cetro, a salva, a bandeira, bordões, velas, estandartes, além dos instrumentos musicais, como o tambor e a rabeca, usados nas cantorias do Divino. Tanto em Santa Catarina quanto nos Açores, as festas são realizadas no mês de junho, em comemoração ao Petencostes (cinquenta dias após a ressurreição).

A riqueza da indumentária, dos trajes de imperadores-mirins, e a ostentação da Bandeira do Divino Espírito Santo, o maior símbolo da manifestação, expressam bem a importância simbólica dessa cerimônia, que dura 50 dias, incluindo os rituais preparatórios e três dias de festa propriamente dita. Tudo inicia com as novenas preparatórias, o peditório da passagem de casa em casa das comunidades e irmandades carregando a imagem do Espírito Santo. O ritual prossegue com os cortejos, cantorias, missas, os leilões de prendas arrecadadas, bailes, folias e comilanças até a coroação do plebeu e a eleição do festeiro para organizar o evento do ano seguinte.

ORIGEM HISTÓRICA

Criada pelo abade Joaquim de Fiori, a Teoria do Espírito Santo, que deu origem a esse ritual, foi introduzido no século XII, na Itália. Como a celebração fracassou em sua terra natal, o religioso a trouxe para Portugal. O ritual herdado dos açorianos passou por muitas atualizações, como a cobrança dos pratos e quitutes produzidos pela comunidade em favor da Igreja. “Em Açores, toda a comida arrecadada continua sendo distribuída graciosamente como símbolo de celebração e partilha do alimento”, diz Cletison.

No arquipélago dos Açores, as esculturas comestíveis de partes do corpo (mãos, pés, braços, cabeça, coração) que são oferecidas pelos beneficiados de uma graça divina em gesto de retribuição são moldadas em alfenim, uma mistura doce feita de açúcar, trigo e limão. Já no litoral catarinense, os moldes ganham corpo em massa sovada de pão.
Tanto lá quanto cá permanecem elementos marcantes, como a coroação do plebeu, o ponto alto da festa, quando um religioso transfere para alguém da comunidade a coroa, pela qual recebe o poder real e divino de mediar o destino do seu povo. O gesto significa que a comunidade não precisará de um monge nem de um sacerdote para guiá-la, pois as hierarquias foram suspensas e todos estão em condições de igualdade em um momento de conflito bélico, por exemplo, o que lembra muito os rituais pagãos do Carnaval.

O ritual herdado dos açorianos passou por muitas atualizações, como a cobrança dos pratos e quitutes produzidos pela comunidade em favor da Igreja

Raquel Wandelli/Jornalista na Secretaria de Cultura da UFSC (SeCult)
(48) 99110524 e 37219459
raquelwandelli@yahoo.com.br
www.secarte.ufsc.br

www.ufsc.br

Tags: AÇORFesta do DivinoNEA

Inscrições para transferências e retornos terminam nesta terça, dia 29 de maio

29/05/2012 15:20

O Departamento de Administração Escolar (DAE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou o Edital nº 23/DICAM/GD/DAE/2012 para o preenchimento de 1.935 vagas distribuídas em 51 cursos de graduação presenciais, nos quatro campi, e 343 vagas em três cursos de Educação a Distância (EaD), em diferentes polos, por meio do processo seletivo para transferências e retornos, com ingresso no segundo semestre letivo de 2012. As inscrições prosseguem até 29 de maio, nas secretarias das coordenadorias dos respectivos cursos e campi, no horário de funcionamento das mesmas. Para os cursos de Educação a Distância (EaD), as inscrições serão feitas no mesmo período e nos respectivos polos. O Edital pode ser acessado aqui.

As vagas estão divididas por cursos e modalidades de ingresso, sendo eles:

Inciso I – Transferência Interna (mudança de turno, de habilitação do mesmo curso e troca de curso;  troca de polo/EaD ou modalidade/EaD/presencial -presencial/EaD; retorno de aluno/abandono da UFSC;

Inciso II – Transferência Externa;

Inciso III – Retorno Graduado (Graduados na UFSC e em outras IES);

Inciso IV – Candidatos para o curso, na estrita ordem de classificação no processo seletivo do Vestibular UFSC/2012.

Os documentos necessários para a inscrição podem ser conferidos no Edital. Os resultados serão divulgados no dia 3 de julho.

Cursos presenciais:

 

Cursos a distância:

Telefones dos Cursos

Administração – 316 – 37219386

Agronomia – 501 – 37215411

Antropologia – 337 – 37214877

Arquivologia – 335 – 37219756

Biblioteconomia – 324 – 37219389

Ciência e Tec. Agroalimentar – 503 – 37215368

Ciências Contábeis – 707 – EaD – 37219381

Ciências Biológicas – 110 – 37219235

Ciências Econômicas – 304 – 37219384

Ciências Econômicas – 706 – EaD – 37219560

Ciências Rurais – 551 – Curitibanos – 37216454

Ciências Sociais – 320 – 37219508

Direito – 303 – 37219382

Enfermagem – 101 – 37219346

Engenharia da Mobilidade – 601 – Joinville – 37216452

Engenharia da Computação – 655 – Araranguá – 37216448

Engenharia de Alimentos – 215 – 37219481

Engenharia de Aquicultura – 234 – 37215414

Engenharia de Energia – 653 – Araranguá – 37216448

Engenharia Elétrica – 202 – 37219506

Engenharia Eletrônica – 235 – 37219280

Engenharia Sanitária Ambiental – 211 – 37219423

Engenharia Química – 216 – 37219533

Farmácia – 102 – 37219347

Filosofia – 328 – 37219433

Física – 002/225 – 37219223

Fisioterapia – 654 – Araranguá – 37216448

Fonoaudiologia – 109 – 37215084

Geologia – 336 – 37214488

Letras – Línguas Estrangeiras – 37219489

Letras – Língua Portuguesa – 37219293

Letras – Espanhol – EaD – 711 – 37216803

Libras – 440/441 – 37216586

Matemática – 222/223/224 – 37219652

Metereologia – 230 – 37219223

Museologia – 338 – 37219714

Oceanografia – 333 – 37218517

Pedagogia – 308 – 37219414

Química – 003/205 – 37216853

Relações Internacionais – 340 – 37217685

Serviço Social – 339 – 37219538

Tecnologias da Informação – 652 – Araranguá – 37216448

Zootecnia – 502 – 37215486

Por Margareth Rossi/Jornalista da Agecom

 

Tags: 2012transferências e retornosUFSC

Projeto 12:30 recebe Watch Out Jazz Quarteto nesta quarta na UFSC

29/05/2012 15:10

Guitarrista Trovão

O Projeto 12:30 recebe o grupo Watch Out Jazz Quartet, nesta quarta-feira, dia 30, às 12h30min, na Concha Acústica da UFSC. O espetáculo é gratuito e aberto à comunidade. O Watch Out Jazz Quartet trás para o público um repertório de muita improvisação, fazendo releituras das canções em seu estilo particular, dando espaço para a criatividade e interação entre os músicos, baseado principalmente nos chamados “standards de jazz” – músicas do estilo com harmonias amplamente conhecidas.

(mais…)

Tags: Projeto 12:30UFSCWatch Out Jazz Quarteto

UFSC sedia primeira sessão do simpósio sobre centenário do Contestado

29/05/2012 14:46

Entre os dias 29 de maio e 1º de junho, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a primeira sessão do Simpósio sobre o Centenário do Movimento do Contestado, que reunirá pesquisadores da área para discutir a produção científica atualizada sobre o movimento e a história do planalto meridional brasileiro nos últimos cem anos. As conferências e mesas temáticas serão nos auditórios da Reitoria e do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). A segunda sessão do Simpósio será em agosto na cidade de Pelotas-RS e a última em Chapecó-SC, no mês de outubro.

A intenção é debater o movimento nos aspectos que envolvem história, cultura, literatura, economia, memória e a sociedade da região atingida pelo movimento do Contestado. Também será analisada as trajetórias dos monges, o tropeirismo e as especificidades da fronteira num território mais amplo do sul do Brasil. O evento contará com apresentação de banners feitos por estudantes de graduação de diferentes universidade.

Além da integração entre as universidades, o Simpósio busca a participação de professores dos ensinos fundamental e médio. O evento é em alusão aos cem anos do início da Guerra do Contestado (1912-1916), um conflito armado entre caboclos e as forças militares do governo que disputavam território.

Programação:

Terça-feira, dia 29 de maio

Horário Local Atividade
8h às 12h e das 14h às 18h Auditório da Reitoria Inscrições de ouvintes e credenciamento de participantes
9h Auditório da Reitoria Cerimônia de abertura
9h40min Auditório da Reitoria Conferência I Abertura: Alexandre Karsburg (UFRJ) – O eremita do novo mundo. A odisseia de um monge peregrino na América Católica do século XIX.
11h50min às 14h Intervalo
14h às 15h50min Auditório da Reitoria Mesa 1: Território, povoamento e conflitos: Paulo Afonso Zarth (UNIJUÍ) e Marcio Antônio Both da Silva (UFFS/Unioeste) – Religiosidade popular, autoridade constituída e conflitos no sul do Brasil (1860-1930).Milton Cleber Pereira Amador (UNC) – Colonização de Concórdia e a expulsão dos caboclos.
16h às 17h Auditório da Reitoria Mesa 2: Economia e sociedade: Nazareno Campos (UFSC) e Pablo Martin Bender (UNL- Argentina) – Região do Contestado e Noroeste Santafesino no início do século XX: grandes capitais transformando a realidade socioeconômica e ambiental.Alexandre Assis Tomporoski (UFSC) – Do antes ao depois: a influência da Lumber Company para a deflagração do movimento sertanejo do Contestado e seu impacto sobre a região fronteiriça entre Paraná e Santa Catarina. Três Barras, 1911-1960.Antonio Marcos Myskiw (UFFS) – A Colônia Bom Retiro (Pato Branco/PR) e sua relação com o êxodo camponês da região do Contestado.
17h50min às 19h Intervalo
19h às 21h50min Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) Conferência II: Márcia Janete Espig (UFPEL) –  Uma ferrovia estratégica? A atuação da Estrada de Ferro São Paulo – Rio Grande durante a Guerra do Contestado.

Quarta-feira, dia 30 de maio

Horário Local Atividade
8h às 9h50min Auditório da Reitoria Mesa 3: A tradição de São João Maria: Flavio Braune Wiik (UEL) – O Contestado e seu impacto sobre modos e regimes de relação Homem-Natureza entre os Kaingang da Terra Indígena Xapecó – SC.Ancelmo Schörner e Adilçon Campigotto (Unicentro, Irati, PR) – Os olhos d’água e São João Maria nos Faxinais de Irati e Região.
10h às 11h50min Auditório da Reitoria Mesa 4:  Campesinato e Colonização Paulo Pinheiro Machado (UFSC). Terras e colonização no planalto e a questão do Contestado.José Carlos Radin e Delmir José Valentini (UFFS) – O Contestado e a expansão da colonização.Soeli Regina Lima (UNESPAR) – Capital transnacional na região do Contestado: um estudo de caso da Southem Brazil Lumber and Colonization Company.
11h50min às 14h Intervalo
14h às 15h50min Auditório da Reitoria Mesa 5: Saúde e profetismo popular Nikelen Acosta Witter  (UNIFRA) – O Poder social da cura: uma análise cultural.Rui Bragado Sousa (UEM) – Entre o céu e a terra: messianismo e materialismo no conflito do Contestado (1912-1916).
16h às 17h50min Auditório da Reitoria Mesa 6: Historiografia do Contestado: Claiton Marcio da Silva (UFFS) – “Uma Guerra Desconhecida” (?): disputas simbólicas, ressignificações sobre a memória do Contestado (1970-2011).Ivone Gallo  (Unicamp) – Os Contestados: suas histórias, suas fontes e suas ficções.
17h50min às 19h Intervalo
19h Saguão do Bloco de aulas do CFH Lançamento de livros dos participantes do Simpósio
20h às 21h50min Conferência IIIAuditório do CFH Conferência III Jacqueline Hermann (UFRJ) – Messianismo e Sebastianismo no Brasil e no Contestado.

Quinta-feira, dia 31 de maio

Horário Local Atividade
9h às 11h50min Auditório da Reitoria Mesa 7:  Imaginação, santificação e cultura popular Susan Aparecida de Oliveira (UFSC) – Tramas entre memórias e imaginário colonial: as vidas de santos e os relatos sobre os monges do Contestado.Celso Viana Bezerra de Menezes (UEL) – Rituais de Devoção: Dádivas no Messianismo do Contestado.Henrique Aniceto Kujawa  (UNOCHAPECÓ) – Representações e Resignificações do Monge João Maria na construção do Movimento dos Monges Barbudos.
11h50min às 14h Intervalo
14h às 15h50min Auditório da Reitoria Mesa 8: Religiosidade e representação Fernando Tokarski (UnC) – A ermida de São João Maria e a invenção de Santa Emídia.Tânia Welter (UFFS) – Discursos e interpretações contemporâneos em torno do Profeta São João Maria.
16h às 17h50min Auditório da Reitoria Mesa 9: Fontes especiais: O Contestado na arte e na arqueologia Delmir José Valentini (UFFS) e Gerson Witte (IFSC) Hassis e o Contestado – Terras Contestadas.Rita Inês Petrykowski Peixe (UNIVILLE e UNOESC) – A crônica visual (re)constrói um conflito?Jaisson Teixeira Lino (UFFS) – Monges sacralizando a paisagem: grutas, fontes d’água e outras formações naturais no viés da arqueologia do sagrado.
17h50min às 19h Intervalo
19h às 21h50min Auditório do CFH Conferência IV Márcia Maria M. Motta (UFF) – Terras: ocupação e conflito no início da República.

Sexta-feira, dia 1º de junho

Horário Local Atividade
9h às 11h50min Auditório da Reitoria Mesa 10 – Guerra e História Alexandre dos Santos e Noeli Weschenfelder (UNIJUÍ) – A Guerra do Contestado no cinema e no ensino de História através da obra A Guerra dos Pelados.Geraldo Antônio da Rosa (UNIPLAC) – Panorama da Educação na Região do Contestado após cem anos da Guerra do Contestado.Cláudio Calaza (UNIFA) – Aviões no Contestado: descortinando um emprego inédito.Juçara Nair Wolff (PUC-RS) – Colônia Militar de Chapecó: economia de bens, pessoas e leis. 1882-1909.
11h50min às 14h Intervalo
14h às 16h Auditório da Reitoria da UFSC Conferência de Encerramento Rogério Rosa Rodrigues (UDESC) – A guerra, a memória, a história: os historiadores de farda e a escrita da história do Contestado.

A segunda sessão do Simpósio acontece na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) nos dias 29, 30 e 31 de agosto de 2012. E a última etapa será realizada na Universidade Federal da Fronteira Sul, em Chapecó, de18 a22 de outubro.

Promoção:

Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) – PET – História – UFSC

Universidade Federal da Fronteira Sul

Programa de Pós-Graduação em História – Universidade Federal de Pelotas

CAPES

Memorial do Ministério Público de Santa Catarina

Mais informações pelo endereço http://simpsiocentenriocontestado1912-2012.blogspot.com.br/ ou pelo e-mail centenariocontestado@gmail.com.

Por Murici Balbinot/Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: ContestadosimpósioUFSC

Campi de Curitibanos e Araranguá têm diretores definidos

29/05/2012 14:41

A reitora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Roselane Neckel, anunciou no final da reunião ordinária do Conselho Universitário, na manhã desta terça-feira, dia 29, os nomes dos professores Julian Borba e Paulo César Leite Esteves como novos diretores gerais dos campi de Curitibanos e Araranguá, respectivamente. Em Curitibanos, a diretora acadêmica será Sônia Corina Hess e a diretoria administrativa ficará a cargo de Paulo Roberto Kammer.

No campus de Araranguá, a diretora acadêmica será Regina Vasconcellos Antônio, e Juarez Esteves da Silva responderá pela diretoria administrativa. Os nomes para os três cargos no campus de Joinville ainda não foram definidos.

Biblioteca – A reunião do Conselho aprovou a proposta do relator Luis Carlos Cancellier de Olivo de dar à Biblioteca Universitária da UFSC o nome de Silvio Coelho dos Santos (1938-2008), respeitado professor e antropólogo que entrou na UFSC em 1961, um ano após a criação da universidade. Ele foi presidente da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), membro da Academia Catarinense de Letras e secretário regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Na universidade, foi pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação e se destacou como pesquisador dos povos indígenas em diferentes regiões do Brasil. Foi um ativista dos direitos dos índios e um dos principais etnólogos brasileiros.

Entre os demais temas da pauta, apenas a proposta que estabelece normas para o ingresso na carreira do magistério superior da UFSC foi discutida, mas a decisão sobre o tema ficou para a próxima reunião do Conselho.

Informações pelo telefone (48) 3721-9522  ou pelo e-mail conselhos@reitoria.com.br.

Por Paulo Clóvis Schmitz/Jornalista na Agecom

Tags: CUnUFSC