Reitoras se reúnem com presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares

18/09/2012 16:20

As reitoras Roselane Neckel e Lucia Helena Martins Pacheco participam, nesta quarta-feira, 19 de setembro, de uma reunião com o presidente e os diretores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), em Brasília. O encontro, promovido pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), tem como único ponto de pauta a “contratação com a EBSERH”.

Além das reitoras, o diretor do Hospital Universitário (HU/UFSC), professor Felipe Felício, também foi convidado pela Andifes para a reunião que contará com a presença da professora Kênia Schmidt Reibnitz, diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS), da estudante Mariana Oliveira Degarli, do DCE, e do servidor Edwilson Ribeiro, do Centro de Ciências Biológicas (CCB) ,que, na condição de ouvintes, vão representar o Conselho Universitário (CUn) da UFSC.

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9319.

Tags: AndifesEbserhUFSC

CFM escolhe novos diretores nesta quarta-feira

18/09/2012 15:40

O Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM) realiza nesta quarta-feira, 19 de setembro, a consulta à comunidade acadêmica para definir os novos diretor e vice-diretor do centro. Na mesma ocasião, os docentes irão escolher os representantes titular e suplente junto ao Conselho Universitário e Câmara de Pesquisa. Os servidores técnico-administrativos  irão escolher os representantes titular e suplente junto ao Conselho da Unidade. A comunidade apta a participar da consulta é formada por 57 servidores técnico-administrativos, 165 servidores docentes, 1284 alunos de graduação e 350 alunos de pós-graduação. 

A consulta começa às 10 da manhã e vai até às 20 horas na Sala 7 (Auditório do Laboratório de Ambiente de Ensino a Distância – LAED) do Departamento de Matemática. 

As inscrições de candidatos encerraram-se as 10 horas de hoje, 18 de setembro.  Estão homologadas as seguintes inscrições:

– Diretor do CFM: 
  Prof. Valdir Rosa Correia/QMC

– Vice-Diretor do CFM:
  Prof. Celso Melchiades Dória/MTM
  Prof. Lício Hernanes Bezerra/MTM

– Representante da Unidade no Conselho Universitário:
  Prof. Nilton da Silva Branco/FSC
  Prof. Evy Augusto Salcedo Torres/FSC

– Representante da Unidade na Câmara de Pesquisa:
  Prof. Méricles Thadeu Moretti/MTM
  Prof. Juliano de Bem Francisco/MTM

– Representante dos Servidores Técnico-Administrativos no Conselho da Unidade:
  1- Servs. Antônio Marcos Machado/FSC  e  Jackson Bunn/CFM
  2- Servs. Pedro Paulo da Silva/QMC  e  Airton  Silva/MTM

O processo de consulta foi publicado nos editais de convocação 006, 007 e 008/CFM/2012, do dia 31 de agosto de 2012. Outros centro da UFSC também estão em processo de definição do calendário das consultas, tais como o CCA e CCE. 

Mais informações:

Elizabete Nunes Duarte, presidente da Comissão Eleitoral do CFM
Fones: (48) 3721-9406 e 3721-9317 

 

Laura Tuyama / Jornalista da Agecom / UFSC
laura.tuyama@ufsc.br 

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Professores não têm consenso sobre declínio hegemônico dos Estados Unidos

18/09/2012 13:28

Fiori e Martins falam sobre correlação de forças , crises e o papel dos EUA como potência

Está longe de haver um consenso sobre o declínio hegemônico dos Estados Unidos na geopolítica mundial. Esta é a conclusão a que se pode chegar a partir do que foi discutido na mesa da manhã desta terça-feira, dia 18, no auditório do Centro Socioeconômico da Universidade Federal de Santa Catarina, dentro da programação da VIII Semana Acadêmica de Economia. Com pontos de vistas distintos, os professores José Luís da Costa Fiori, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e José Antônio Martins, da UFSC, prenderam a atenção dos alunos que lotaram o auditório nas suas exposições e no debate que se seguiu no CSE.

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Estudo revela baixo uso de suplemento de ferro para prevenir anemia em crianças

18/09/2012 11:12

No Brasil, uma em cada duas crianças com menos de cinco anos de idade sofre de anemia. Apesar da existência de uma iniciativa do Ministério da Saúde para prevenção, o Programa Nacional de Suplementação de Ferro (PNSF), apenas 6% das crianças entre seis e 18 meses de idade em Florianópolis receberam o suplemento de sulfato ferroso distribuído pelo programa. Esta informação tem origem no estudo desenvolvido pela Pós-Graduação em Nutrição na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que avaliou a aplicação do PNSF em 35 centros de saúde da rede pública de Florianópolis (SC) durante o ano de 2010.

Criado em 2005, o PNSF assegura que todas as crianças a partir de 4-6 meses de idade e até os 18 meses recebam um frasco de suplemento de ferro a cada três meses para prevenir o aparecimento da anemia.  A pesquisa realizada pela mestranda em Nutrição, Francieli Cembranel, observou o número de crianças de seis a 18 meses de idade que receberam o suplemento de sulfato ferroso, a idade em que começaram a receber e o número de frascos. Este trabalho foi orientado pelo professor David Alejandro González Chica, com a colaboração da professora Arlete Catarina Tittoni Corso, ambos do Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFSC, e teve autorização da Secretaria Municipal de Saúde.

O estudo utilizou dados do sistema de informações em saúde da Secretaria, o INFOSAUDE, que possui registro de todos os atendimentos realizados nos centros de saúde do município. Durante o ano de 2010 foram cadastradas 13.197 crianças entre seis e 18 meses de idade em 35 centros de saúde de Florianópolis, mas apenas 834 crianças receberam o suplemento (6% do total de crianças). De acordo com a pesquisa, a baixa quantidade de crianças que receberam o suplemento indica fragilidades no processo de identificação e acompanhamento do público-alvo do programa, além de estar muito aquém da expectativa do Ministério da Saúde, considerando que a previsão desta estratégia é a de que no mínimo 60% das crianças recebam o suplemento.

Situação vulnerável

A pesquisa também revelou que, entre as crianças que receberam o suplemento, menos da metade (44%) iniciou a suplementação dentro da idade recomendada (com até seis meses de idade), e menos de uma em cada 10 (7%) receberam um frasco de sulfato ferroso a cada três meses.

Segundo Francieli, a não adesão à suplementação de ferro durante os primeiros meses de vida torna a criança extremamente vulnerável a desenvolver anemia, principalmente a partir dos 4-6 meses de idade. É a partir desta idade que se esgotam as reservas orgânicas de ferro que a criança ganhou da sua mãe durante a gravidez e com o aleitamento materno. Como nesta idade usualmente as crianças deixam de ser amamentadas e começam a consumir outros alimentos diferentes do leite materno, dificilmente a alimentação complementar recebida consegue por si só atender as necessidades aumentadas do mineral que a criança tem para o seu crescimento e desenvolvimento.

Francieli aponta que os resultados do estudo indicam a necessidade deste programa do Ministério da Saúde reforçar as estratégias de capacitação e sensibilização dos profissionais de saúde, pois estes constituem um elemento fundamental para a adesão das famílias ao programa. Segundo a mestranda, as informações obtidas poderão auxiliar no planejamento de ações, contribuindo para o aprimoramento da estratégia e a elaboração de políticas públicas mais eficazes na prevenção da anemia.

O estudo é o primeiro trabalho localizado na literatura científica que avaliou o Programa Nacional de Suplementação de Ferro no estado de Santa Catarina e um dos poucos em nível nacional. As entidades que financiaramn o estudo são o Programa de Pós-Graduação em Nutrição/UFSC , o Programa  de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível  Superior (CAPES).

Saiba mais:

Anemia – Segundo a Organização Mundial da Saúde, a anemia por deficiência de ferro é considerada a carência nutricional mais frequente no mundo, chegando a afetar uma em cada duas crianças menores de cinco anos de idade.Nessa faixa etária, a anemia está associada com várias conseqüências negativas à saúde, podendo ocasionar sonolência, irritabilidade, baixo rendimento escolar, diminuição da atividade motora e da interação social, problemas na pele, atraso no desenvolvimento físico e mental, alterações comportamentais, comprometimento do crescimento e do sistema imunológico, assim como a incapacidade de fixar a atenção com grave repercussão no futuro aprendizado escolar.

Problema persistente no Brasil – No Brasil, nos últimos 25 anos, a anemia por deficiência de ferro afeta principalmente crianças na faixa etária dos seis meses aos dois anos de idade, entre as quais a prevalência de anemia oscila entre 24% e 73%.

Fonte: Francieli Cembranel

Mais informações: David González Chica / david.epidemio@gmail.com / (48) 3721-5070

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CEPED participa de conferência sobre programa de redução de risco e desastre da ONU

18/09/2012 11:07

A UFSC será representada nas discussões sobre o avanço do programa de redução de risco e desastre da ONU, Construindo Cidades Resilientes. O programa Construindo Cidades Resilientes: Minha cidade está se preparando, da Estratégia Internacional de Redução de Desastres da Organização das Nações Unidas, (UNISDR, na sigla em inglês), será analisado em conferência no município de Incheon, Coréia do Sul, de 19 a 21 de setembro. Dentre as entidades participantes, o Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres da Universidade Federal de Santa Catarina, (CEPED /UFSC), foi convidado para compartilhar sua experiência no primeiro dia, em uma das sessões principais da conferência, “Achievements and Challenges in Bringing Local Government Capacities to Scale: Local and National Perspectives”.

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Pós-Graduação em Jornalismo promove painel sobre Adelmo Genro Filho

18/09/2012 09:40

O jornalismo é uma forma de conhecimento? Há atualidade nas obras escritas antes do advento massivo da internet e das redes sociais? O marxismo é ainda uma referência para os estudos teóricos em diferentes áreas de conhecimento, entre elas o jornalismo? Para discutir essas e outras questões, o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina promove o painel “Adelmo Genro Filho e o Jornalismo, 25 anos depois” na terça-feira, 25 de setembro, às 9h30, no auditório do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, em Florianópolis. No evento será relançado, pela editora Insular, o livro O segredo da pirâmide: para uma teoria marxista do jornalismo, publicado originalmente em 1987 como livro, a partir da dissertação apresentada por Adelmo junto ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSC, sob  a orientação da professora Ilse Scherer-Warren.

Ao fazer críticas tanto ao jornalismo desenvolvido no capitalismo como no socialismo, o autor, falecido em 1988, amparado em sólida formação marxista, conforme a apresentação da obra há 25 anos, assumia uma postura anti-dogmática e criativa. Atribuía ao jornalismo um papel revolucionário: o de ser uma forma de conhecimento que, embora condicionado historicamente pelo capitalismo, apresenta potencialidades que ultrapassam esse modo de produção. No livro, Adelmo Genro Filho, que era professor do Curso de Jornalismo da UFSC, expõe concepções inovadoras sobre a natureza do fenômeno jornalístico.

O painel, que tem o apoio do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política e do Curso e Departamento de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina,  conta com quatro expositores: Sylvia Debossan Moretzsohn (Universidade Federal Fluminense), Jacques Mick (Sociologia Política/UFSC), Felipe Pontes (Sociologia Política/UFSC) e  Eduardo Meditsch (Jornalismo/UFSC). A apresentação e mediação ficam a cargo dos professores Rogério Christofoletti e Francisco Karam, coordenador e subcoordenador do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo.

Sobre o autor e os painelistas

Adelmo Genro Filho , nascido em 1951, formou-se em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria em 1975. Desde adolescente exerceu intensa atividade política como líder estudantil e membro de organizações políticas que resistiam ao regime militar. Em 1976, foi eleito vereador em Santa Maria pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), exercendo mandato até 1982, quando se transferiu para Florianópolis e ingressou, através de concurso, como professor do Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina.

Em 1987, licenciou-se da Universidade e, transferindo-se para Porto Alegre, foi um dos fundadores do Centro de Estudos de Filosofia e Política. Em 1988, continuaria licenciado da UFSC para desenvolver pesquisas e atividades no CeFiP. Em fevereiro daquele ano, aos 36 anos, entretanto, veio a falecer.

Partidariamente militou no MDB e, posteriormente, no Partido dos Trabalhadores (PT). Na clandestinidade, atuou no Partido Comunista do Brasil (PCdoB), na dissidência do PCdoB e, posteriormente, no Partido Revolucionário Comunista (PRC). Como jornalista, atuou no jornal A Razão, de Santa Maria; no Semanário de Informação Política, de Ijuí e no Jornal Informação, semanário da imprensa independente, de Porto Alegre. Publicou sete livros, sendo três em conjunto com outros autores, e dezenas de artigos em jornais e revistas.

Na UFSC cursou o mestrado em Ciências Sociais, sob orientação da profa. Ilse Scherer-Warren, apresentando como dissertação um trabalho sobre teoria do jornalismo que resultou na publicação de livro com o título de O segredo da pirâmide: para uma teoria marxista do jornalismo, obra clássica na área. Em função dela, foi criado o prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo, promovido anualmente pela SBPJor – Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo. Vinte e cinco anos depois de publicado, o livro agora é relançado pela editora Insular, que vem se destacando, entre outros apoios, a publicações específicas na área jornalística. O livro relançado agora integra a coleção Jornalismo a Rigor, produzida pelo Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina e coordenada pelo prof. Dr. Eduardo Meditsch.

Eduardo Meditsch realizou estágio sênior de pós-doutorado na University of Texas at Austin. Possui doutorado em Ciências da Comunicação/Jornalismo pela Universidade Nova de Lisboa (1997), mestrado em Ciências da Comunicação/Jornalismo pela Universidade de São Paulo (1990) e graduação em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1979). É professor da Universidade Federal de Santa Catarina (desde 1982), onde atua na Graduação e Pós-Graduação em Jornalismo, e pesquisador do CNPq desde o ano 2000. Como jornalista, atuou em rádios, jornais e tevês do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. É autor, entre outros, dos livros “O Conhecimento do Jornalismo” e “O Rádio na Era da Informação”.

Felipe Pontes é doutorando em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestre em Jornalismo pela UFSC com a dissertação “Teoria e história do jornalismo: desafios epistemológicos” e jornalista formado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. Atualmente desenvolve projeto de tese sobre Adelmo Genro Filho. Participou, no primeiro semestre de 2012, de grupo de estudos sobre a obra “O Segredo da Pirâmide: para uma teoria marxista do jornalismo”.

Jacques Mick é professor adjunto do Departamento de Sociologia e Ciência Política da Universidade Federal de Santa Catarina. Com graduação em Comunicação Social – Jornalismo pela UFSC (1992), tem mestrado e doutorado em Sociologia Política pela UFSC (1998, 2004). Nos últimos anos, acumulou experiência profissional e docente na área da Comunicação, e agora desenvolve pesquisas relacionadas ao Jornalismo. Coordena, atualmente, a pesquisa “Perfil profissional do jornalismo brasileiro”. É autor de vários livros e artigos nas áreas do jornalismo e da sociologia.

Sylvia Debossan Moretzsohn é jornalista formada pela UFRJ, mestre em Comunicação (UFF) e doutora em Serviço Social (UFRJ). Atuou como repórter em grandes redações do Rio de Janeiro ao longo dos anos 1980 e foi membro da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, quando participou da organização do livro “Jornalistas pra quê? Os profissionais diante da ética”. É professora de jornalismo no curso de Comunicação Social da UFF desde 1993 e, mais recentemente, do Programa de Pós-Graduação em Justiça Administrativa, na mesma universidade. É autora dos livros “Jornalismo em ‘tempo real: o fetiche da velocidade” e “Pensando contra os fatos. Jornalismo e cotidiano: do senso comum ao senso crítico”. Em 2011, venceu o concurso Folha Memória com a pesquisa “O jornalismo além dos jornalistas: o papel dos motoristas de redação na produção da reportagem”, a ser publicada em 2013.

Fonte: Posjor/UFSC

Mais informações: www.adelmo.com.br e www.posjor.ufsc.br

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Relação de hipertensão e diabetes com idade e escolaridade é tema de dissertação da UFSC

18/09/2012 08:36

 A hipertensão arterial sistêmica (HAS) e o diabetes mellitus (DM) estão entre os cinco principais riscos globais para a mortalidade no mundo.  Eles elevam o risco de desenvolvimento de doenças do coração e certos tipos de câncer. Atualmente, no mundo, uma em cada três pessoas adultas tem a pressão arterial elevada; e uma em cada dez apresenta a glicemia de jejum acima dos níveis normais.

Estudo realizado no Programa de Pós-Graduação em Nutrição/UFSC (PPGN), pela estudante de mestrado Catiuscie Cabreira da Silva, sob orientação da professora Arlete Catarina Tittoni Corso e colaboração do professor David Alejandro González Chica, estimou a prevalência e alguns fatores associados à HAS e DM entre adultos e idosos que participaram do cadastramento familiar do Sistema Único de Saúde (SUS) em Florianópolis, no ano de 2011. Este estudo, voltado para a população adulta e idosa, também verificou a evolução temporal da HAS e diabetes mellitusentre os anos de 2004 e 2011. A pesquisa contou com apoio financeiro da CAPES. Para o estudo de Catiuscie, utilizaram-se os dados de 52.556 adultos ou idosos, cadastrados no SUS, com idade entre 20 e 109 anos. Para análise de evolução temporal incluiu-se os dados de 259.252 adultos ou idosos cadastrados entre 2004 e 2011. As informações deste estudo foram retiradas do sistema informatizado CadFamWeb, que foi criado pelo setor de Geo-Processamento da Secretaria Municipal da Saúde de Florianópolis. Esse sistema agrega as informações do cadastramento familiar levantadas por cerca de 600 agentes comunitários de saúde (ACS) que atuam no município.    Nos resultados da pesquisa detectou-se que  a prevalência de Hipertensão e / ou Diabetes Mellitus em Florianópolis é mais elevada entre mulheres, idosos, pessoas menos escolarizadas e moradores dos distritos sanitários Sul e Continente

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Especial Jogos Educacionais: Para conhecer o próprio lar

18/09/2012 07:21

As ciências podem ser das mais variadas – humanas, exatas, da saúde – mas os professores em sala de aula têm a mesma preocupação: atrair a atenção e facilitar o entendimento dos conteúdos ministrados. Para isso, muitos deles se desdobram lançando mão da criatividade e, não raro, buscam no lúdico a alternativa para estimular a imaginação dos estudantes e auxiliar na fixação das matérias. A UFSC tem desenvolvido pesquisas sobre jogos educacionais e o Jornal Universitário n°429 trouxe algumas das tantas iniciativas desenvolvidas por seus professores e estudantes. As cinco matérias resumidas no JU estão sendo publicadas na íntegra no site da UFSC durante esta semana.

 

Para conhecer o próprio lar

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Ao final do jogo os alunos acabam conhecendo 36 animais de seis ecossistemas da Mata Atlântica em Santa Catarina

Primeiro as crianças se surpreendem. O jogo eletrônico educativo Mata Atlântica – o bioma onde eu moro, em vez de incitar a competição entre os jogadores, ligados ao mesmo computador pela tecnologia multimouse, os faz entender que precisam ajudar um ao outro para só então avançarem, sempre juntos, à próxima etapa. Depois do espanto, as crianças compreendem a nova lógica e seguem descobrindo sobre o ecossistema que já compôs 15% do território brasileiro e hoje está reduzido a 7% de sua cobertura original.

O game nasceu dos estudos desenvolvidos pelo coordenador geral do projeto e também do Laboratório de Educação Cerebral (LEC) da UFSC, professor Emílio Takase. Pesquisando a tecnologia multimouse, teve a ideia de aplicá-la em jogo educacional. Assim, as informações sobre a Mata Atlântica acabam se tornando mais acessíveis, não só pelo conceito de edutenimento utilizado – em que a educação se dá a partir do entretenimento – mas principalmente porque no Brasil há muitas escolas públicas em que o número de computadores é inferior ao de alunos.

“A idéia do game é promover o encantamento por meio das atividades, das cores e dos sons; dessa maneira, fica mais fácil as pessoas se interessarem pelo meio ambiente”, defende a Cristina Santos, bióloga responsável pelo conteúdo científico do jogo e integrante da equipe composta ainda por bolsistas de psicologia, designers, programadores e músico. Todo o projeto foi financiado por edital da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), voltado a valorizar a biodiversidade.

São três desafios – quebra-cabeças, sudoku e procure-ache – para cada um dos seis ecossistemas da Mata Atlântica em Santa Catarina (Manguezal, Restinga, Campos de Altitude e as Florestas Ombrófila Densa, Ombrófila Mista e Estacional Decidual). Ao final, os alunos acabam conhecendo 36 animais: aparência, sons que emitem (obtidos também junto à fonoteca do professor Alexandre Moreira, do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade) e lugar onde preferem viver. “Optamos por uma estética mais naturalista e menos cartunizada, para que eles possam identificar de imediato quando observarem esses animais na natureza”, esclarece Cristina.

E toda essa metodologia surte o efeito desejado. A equipe do LEC testou o game em três turmas do quinto ano do Colégio de Aplicação, em 2011. “Monitoramos as reações das crianças: em 90% do tempo, estavam imersas no jogo; mostraram-se surpresas quando souberam da extensão da área desmatada no Estado, e quando visitaram o Parque Estadual Serra do Tabuleiro apontaram naturalmente os animais, mencionando seus nomes”.

A colaboração entre os jogadores é fundamental para se progredir, mas a versão para um único mouse foi recentemente desenvolvida, principalmente para poder rodar no sistema operacional livre Linux, que substitui o Windows nos UCAs – Um Computador por Aluno – distribuído em algumas escolas públicas. Assim, o game pode ser jogado em computadores com Windows com dois mouses conectados, em laptops com pelo menos um – já que o touch pad também funciona como o acessório -, e também nos UCAs e outros computadores com software livre.

O LEC pesquisa também os efeitos que jogos causam nos usuários. Luciano Caminha Jr., mestrando em Psicologia e um dos integrantes da equipe, explica que a observação serviu para “calibrar” os games, investigando “o tempo necessário para se atingir a satisfação sem cair no tédio”.

Cristina entende que a imaginação deve ser aliada da aprendizagem, seja incitada por livros, filmes ou jogos. “Muitas vezes os adultos acabam afastando as crianças da curiosidade com que todas elas nascem sobre o mundo natural. Precisamos estimular essa característica, pois ao crescer terão aprendido a respeitar e a se interessar pelas questões ambientais”.

Mais informações: www.mata-atlantica.educacaocerebral.org ou cristina@educacaocerebral.com.

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:: Humanos contra o lixo espacial

Bancando o detetive

Outros olhares

Vencer de maneira sustentável

Por Cláudia Schaun Reis / Jornalista da Agecom

Tags: Emílio Takasejogos educacionaisLaboratório de Educação CerebralLECMata Atlânticao bioma onde eu moro

Ventania derruba aroeira do Núcleo de Desenvolvimento Infantil

17/09/2012 18:55

A árvore, que tinha 28 anos e ficava junto à entrada, caiu por volta das 18h por causa do forte vento que fazia no final da tarde da segunda-feira. Ninguém foi atingido pela queda. Não havia crianças no parquinho ao lado e as salas próximas são do departamento administrativo. A área foi isolada e o Departamento de Obras e a Prefeitura do Campus devem avaliar possíveis danos no telhado ou estrutura do prédio e remover a árvore logo pela manhã, com acompanhamento do responsável pela jardinagem.

Dalânea Flor, pedagoga e coordenora administrativa do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), conta que participava de uma reunião na sala ao lado quando ouviu o barulho e viu a árvore caindo. A aroeira seria retirada nos próximos dias, explica.  O corte, que foi decidido por causa da idade avançada, havia sido marcado para o último sábado, mas adiado para que antes  pudessem explicar às crianças o motivo da derrubada, parte do projeto pedagógico.

Fotos: Henrique Almeida/ Agecom/ UFSC

 

Assista a reportagem da TV UFSC:

 

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Natureza social da questão ambiental é tema de palestra na UFSC

17/09/2012 17:17

Na tarde desta segunda-feira, dia 17 de setembro, o coordenador do Núcleo de Estudos em Monitoramento e Avaliação Ambiental (Numavam),  professor Luiz Renato D‘Agostini,professor do Departamento de Engenharia Rural do Centro de Ciências Agrárias (CCA)/UFSC ministrou palestra com o tema: Natureza social da questão ambiental. O evento faz parte da programação da terceira Semana Acadêmica de Engenharia Sanitária e Ambiental (Saesa), que termina na sexta-feira, dia 21 de setembro. A cerimônia de abertura da Saesa acontecerá nesta segunda-feira, às 18h. O tema desta edição é: Conhecimento para uma evolução consciente.

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Tags: Engenharia Sanitária e AmbientalLuiz Renato D´AgostiniSaesaSemana Acadêmica

História Ambiental e Migrações em debate na UFSC

17/09/2012 15:06

O  Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH), por meio do Laboratório de Imigração, Migração e História Ambiental (LABIMHA), o Departamento de História e o Programa de Pós-Graduação em História da UFSC promovem o 2° Simpósio Internacional de História Ambiental e Migrações,  de 17 a 19 de setembro. Temas:  Migrações e expansão inter- e intracontinental de espécies animais e vegetais;  Agricultura, pecuária e impactos ambientais; Migrações e a saúde nos trópicos; Águas: usos e representações; Discursos, ideias e percepções sobre o meio ambiente;  Ambiente e saberes de comunidades tradicionais  e Desastres ambientais e políticas públicas.

Informações: http://labimha.ufsc.br/2simposio/

Tags: história ambientalmigrações

24ª Semana Nacional de Oceanografia

17/09/2012 15:04

Florianópolis receberá a  24 ª Semana Nacional de Oceanografia entre os dias 21 de a 27 de outubro, com o tema: ”Processos Oceanográficos na Zona de Transição Subtropical do Atlântico Sul: Conhecer para Preservar”. O evento reunirá estudantes de todo o país para minicursos, mesas- redondas e oficinas. A organização do encontro estima a participação de cerca de 600 alunos.

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Tags: 24ª Semana Nacional de Oceanografia

Livro de professores da UFSC sobre o tratamento da doença de Parkinson é publicado nos Estados Unidos

17/09/2012 14:52

Com a proposta de atualizar conceitos e métodos sobre o tratamento da doença de Parkinson, Rui Daniel Schröder Prediger, professor do Departamento de Farmacologia da UFSC, e Aderbal Silva Aguiar Jr., pós-doutorando do Departamento de Bioquímica, reuniram publicações de pesquisadores e profissionais da saúde no livro Frontiers in Parkinson’s Disease Research, da Editora Nova Science, de Nova Iorque (EUA). O livro apresenta as causas, o tratamento clínico atual e novas formas e desafios para medicar a doença que atinge aproximadamente 1% da população mundial acima dos 60 anos. A publicação, lançada em inglês, pode ser adquirida por meio do Site da Editora

 
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Aula magna do Curso de Arquivologia

17/09/2012 13:50

Letícia Nedel

A Coordenação do Curso de Graduação em Arquivologia promove a Aula Magna do semestre 2012/ nesta quinta-feira, 20 de setembro, às 8h30min, no auditório da Reitoria, com o tema: “Entre a Casa e a Rua, entre Arquivos e Coleções: os arquivos pessoais de Alzira Vargas do  Amaral Peixoto e Getúlio Vargas”, ministrada pela professora Letícia Borges Nedel, do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas.

Tags: Arquivologiaaula magnaLetícia Borges Nedel

VESTIBULAR 2013: UFSC lança edital

17/09/2012 13:17

A Universidade Federal de Santa Catarina divulgou nesta segunda-feira, 17, o Edital do Vestibular 2013. O concurso será realizado nos dias 15, 16 e 17 de dezembro, entre 14h e 18h. As inscrições ficarão abertas no período de 25 de setembro a 24 de outubro, no site www.vestibular2013.ufsc.br.

O quadro inicial de vagas do Vestibular UFSC 2013 indica que serão oferecidas 6.031 vagas em 86 cursos e habilitações, nos quatro campi da instituição, localizados nas cidades de Florianópolis, Araranguá, Curitibanos e Joinville. Os dados poderão ser atualizados pela Câmara de Ensino.

Em sessão ordinária realizada no dia 13 deste mês, o Conselho Universitário (CUn) da Universidade aprovou o parecer encaminhado pela Câmara de Graduação prevendo a emissão do edital referente a 70% do total das vagas do Vestibular UFSC/2013. Este edital se refere à disputa por ampla concorrência, quando não é aplicado o Programa de Ações Afirmativas (PAA) da Universidade, e já está publicado pela Comissão Permanente de Vestibular (Coperve) na página www.vestibular2013.ufsc.br.

O percentual de 30% das vagas referente ao Programa de Ações Afirmativas será objeto de edital complementar que deverá ser aberto após a sessão ordinária do CUn de 25 de setembro, quando a distribuição das vagas e o modo de ingresso serão discutidos para adequar o programa da UFSC à nova Lei de Cotas.

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UFSC sedia 1ª Circunferência sobre Mobilidade Urbana da Grande Florianópolis

17/09/2012 12:40

Florianópolis será palco, no dia 22 de setembro, de um evento diferente. Um evento que vai misturar lazer com seriedade. Descontração com informação. Um evento que pretende ser o ponto de partida para tornar Florianópolis uma cidade mais inteligente, integrada e acessível para todos. É a 1ª Circunferência Sobre Mobilidade Urbana da Grande Florianópolis, encontro que será realizado entre as 10h e 18h no Campus Trindade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A data do evento não poderia ser mais oportuna: 22 de setembro também é conhecido como o Dia Mundial Sem Carro, movimento criado na Europa durante a década de 90 do século passado e que se espalhou pelo mundo como um dia para as pessoas refletirem sobre seus hábitos, evitando o uso do veículo individual motorizado. A 1ª Circunferência Sobre Mobilidade Urbana da Grande Florianópolis é uma iniciativa da organização Ritmos das Cidades – Rede pró Infraestrutura, Trânsito, MObilidade e Segurança -, conglomerado de entidades do qual faz parte o MObfloripa, em parceria com organizações como a Floripa Quer Mais, o Moto Repórter e O GEMURB – UFSC, Grupo de Estudos para a Mobilidade e Sustentabilidade Urbana da Grande Florianópolis.

 

 Atrações interativas

A criativa estrutura que será montada no campus da UFSC será formada por 12 circunferências, cada uma abrigando diferentes atividades. Os visitantes poderão conhecer projetos de tecnologia relacionados ao trânsito, observar exposições, participar de debates com especialistas e praticar direção defensiva em equipamentos de simulação que imitam situações de risco para carros, motos e bicicletas, entre outras atrações.

Em uma das circunferências, batizada de Palanquinho, a entidade Floripa Quer Mais entrevistará os participantes do evento que desejarem compartilhar experiências, reclamações e sugestões que possam melhorar a mobilidade urbana da cidade. Estes depoimentos dos moradores de Florianópolis resultarão em um documentário que será veiculado após o evento, com a visão dos cidadãos comuns sobre o que está errado e o que pode ser feito para amenizar o caos urbano na capital catarinense.

Confira a programação completa do evento: www.ritmosdascidades.com.br

 

Maratona Intermodal

Tratando-se do Dia Mundial Sem Carro, os moradores da Grande Florianópolis serão desafiados a percorrer o trajeto da sua casa até a UFSC no dia 22 de setembro de forma sustentável, utilizando ao menos três diferentes meios de transporte: é a Maratona Intermodal. Aqueles que utilizarem o maior número de modalidades sustentáveis e forem criativos em suas opções serão premiados pela organização ao final do evento. É necessário documentar o trajeto percorrido com fotos ou vídeo para participar. A ideia é mostrar que é possível mudar os hábitos em prol da mobilidade sustentável.

1º Domingo Livre (de carros) de Florianópolis – 23 de setembro

No dia seguinte ao evento na UFSC, será realizado o 1º Domingo Livre (de carros) de Florianópolis. O trecho da Avenida Beiramar compreendido entre o bar Koxixos e a Avenida Mauro Ramos será fechado para o trânsito de veículos e o espaço será liberado para atividades de lazer, a exemplo do que acontece em ruas importantes no Rio de Janeiro e São Paulo, aos domingos. Segundo os organizadores do evento, “estamos convidando as pessoas para caminhar, fazer um picnic, dançar, andar de skate ou fazer qualquer atividade física nos espaços públicos que estão sempre lá e que, normalmente, são reservados exclusivamente para o uso de veículos pesados”.

O 1º Domingo Livre (de carros) de Florianópolis é fruto de um esforço conjunto da Secretaria Municipal de Transportes, Mobilidade e Terminais, da Polícia Militar, da Guarda Municipal e das organizações que compõem a Rede RITMOS.

Contatos: Claudia de Siervi (48) 9922-4449 ou Felipe Albertoni (48) 9155-8090

SERVIÇO:

Quando: Sábado, 22 de setembro, das 10h às 18h

Onde: UFSC – Trindade [Praça da Cidadania]

O que: 1ª Circunferência sobre Mobilidade Urbana da Grande Florianópolis + Maratona Intermodal

Quando: Domingo, 23 de setembro

Onde: Avenida Beiramar [no trecho entre o bar Koxixos e a

Avenida Mauro Ramos]

O que: Domingo Livre ( de carros )

Informações:

www.ritmosdascidades.com.br

www.facebook.com/ritmosdascidades

Tags: Circunferência Mobilidade UrbanaDia mundial sem carro

Homenagem aos aposentados

17/09/2012 11:06

A Secretaria de Gestão de Pessoas (Segesp) e o Departamento de Cultura e Eventos da UFSC convidam a comunidade acadêmica para a Solenidade de Homenagem aos aposentados dos meses de junho, julho, agosto e setembro de 2012.

O evento acontecerá nesta sexta-feira, 21 de setembro, às 9h, na Sala dos Conselhos, Reitoria da UFSC. A iniciativa é da Divisão de Serviço Social – Atenção ao Servidor, que faz parte do Departamento de Atenção à Saúde da Segesp.

Mais informações:

(48) 3721-9611
Convite

Tags: aposentadosSEGESPUFSC

Apoio pedagógico em Produção Textual e Matemática

17/09/2012 10:34

Estão abertas até 20 de setembro as inscrições para as disciplinas de Produção Textual e Matemática do Apoio Pedagógico (Campus de Florianópolis), para o segundo semestre de 2012. As aulas de Produção Textual iniciam nesta segunda-feira, 17 de setembro, e as de Matemática na terça-feira, 18. Para se inscrever os interessados devem acessar  www.apoiopedagogico.ufsc.br.

Mais informações: (48) 3721-8248

Tags: apoio pedagógicoUFSC

Processo seletivo para o PIBID

17/09/2012 09:46

Publicado o Edital 04 relativo à abertura de processo seletivo – PIBID para bolsistas de supervisão e de iniciação à docência para os subprojetos: Licenciatura Letras – Espanhol (01 bolsa de supervisão, 02 bolsas de iniciação à docência), Licenciatura Filosofia (03 bolsas de iniciação à docência)  e Licenciatura Ciências Sociais (02 bolsas de iniciação à docência). As inscrições vão de 17.09 a 21.09, e devem ser feitas no Departamento de Metodologia de Ensino do Centro de Ciências da Educação (MEN/CED), das 13:30 às 18:00 h. Publicado também O Edital 05, que trata da divulgação dos selecionados para o subprojeto Licenciatura Letras – Espanhol selecionados a partir do Edital 03 -PIBID-UFSC/2012.

 

Tags: editaisPibidUFSC

Especial Jogos Educacionais: Humanos contra o lixo espacial

17/09/2012 07:28

As ciências podem ser das mais variadas – humanas, exatas, da saúde – mas os professores em sala de aula têm a mesma preocupação: atrair a atenção e facilitar o entendimento dos conteúdos ministrados. Para isso, muitos deles se desdobram lançando mão da criatividade e, não raro, buscam no lúdico a alternativa para estimular a imaginação dos estudantes e auxiliar na fixação das matérias. A UFSC tem desenvolvido pesquisas sobre jogos educacionais e o Jornal Universitário n°429 trouxe algumas das tantas iniciativas desenvolvidas por seus professores e estudantes. As cinco matérias resumidas no JU estão sendo publicadas na íntegra no site da UFSC durante esta semana.

 

Humanos contra o lixo espacial

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Em uma das fases o jogador deve entender como funciona a transmissão de calor em diversos metais

“O mundo já nos apresenta tantos desafios que não é necessário criarmos vilões”, defende José Eduardo de Lucca. O professor do Departamento de Informática e Estatística (INE) explica a filosofia que sua equipe de dez pesquisadores segue para desenvolver um jogo eletrônico educativo: a verossimilhança.“É factível? Se não for, descartamos, porque foge da verdade científica atual”.

O jogo Universo de Ciências está sendo desenvolvido a partir da parceria entre a empresa Mentes Brilhantes Brinquedos Inteligentes e o Centro de Geração de Novos Empreendimentos em Software e Serviços (GeNESS) da UFSC, do qual de Lucca é coordenador. O edital do Programa de Formação de Recursos Humanos em Áreas Estratégicas (RHAE) do CNPq e do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) propiciou a união de esforços, iniciada em 2009, e que tem como objetivo estimular a inserção de mestres e doutores nas micro, pequenas e médias empresas.

Wagner Saback Dantas é formado em Ciências da Computação e mestrando em Linguística na UFSC. Gerente do Projeto Universo de Ciências, ele explica que o jogo tem viés público, pois alguns recursos podem ser jogados gratuitamente na web e é todo concebido e executado em softwares livres como Inkscape, MyPaint e GIMP – ferramentas para criação e edição de imagens. Destinado a estudantes de 11 a 14 anos, o primeiro protótipo deverá ser apresentado pela equipe no fim de 2012. Wagner destaca que um dos maiores desafios é “dosar o lúdico e o educativo, conciliando ainda as possibilidades e distintas perspectivas da equipe multidisciplinar”, formada por pedagogos, físicos, designers, biólogos e cientistas da computação.

A missão do jogo – que pode ser atingida individual ou coletivamente, com auxílio de professor ou não – é coletar o lixo que ameaça uma estação espacial. São cinco desafios envolvendo conhecimentos de biologia, física, química e matemática, numa introdução à robótica. A aventura começa ainda em terra, quando o usuário deve construir um foguete, lidando com informações que precisa buscar fora do jogo – resistência de materiais, transmissão de calor –, ou descobrir por tentativa e erro. Já no espaço, os conhecimentos de biologia são requeridos: de que forma funcionam o braço humano, a tromba do elefante, a língua do sapo? A partir das comparações, o estudante pode criar seu próprio braço mecânico para captar o lixo.

Tanto Wagner quanto De Lucca demonstram preocupação com a transposição didática: como falar de ciências instigando a curiosidade e sem ser superficial? “A Física ensinada de maneira tradicional se afasta rapidamente do concreto e passa para o abstrato, o que dificulta o entendimento”, salienta De Lucca. “Os jogos auxiliam a compreensão da ciência, que pode ser vista como criativa e acessível”, completa.

Além de apresentarem vilões reais (como a poluição espacial) e darem ênfase à verossimilhança, os pesquisadores lidam com outras questões em que o lúdico e o educacional procuram, cada qual, seu espaço ideal. Wagner é quem relata: “estamos refletindo acerca do sistema de pontuação. Que mecanismos podemos criar para indicar o progresso do usuário sem recorrer ao sistema clássico de pontos?”.

De Lucca defende ainda que a influência dos brinquedos educativos talvez não seja sentida de imediato, mas faz diferença com o passar do tempo. “Você pode estimular uma criança de sete anos com um brinquedo que reproduza o funcionamento de engrenagens. Quando estudar o tema, na adolescência, o aluno terá principalmente a memória afetiva daquele sistema, e o assunto será mais facilmente assimilado porque é associado a boas lembranças”.

Mais informações: univerciencia@mentes-brilhantes.com e univerciencia.mentes-brilhantes.com.

 

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Por Cláudia Schaun Reis / Jornalista da Agecom

Tags: CTCINEjogos educacionaisJosé Eduardo de LuccalúdicoWagner Saback Dantas

Laboratório de Informática do NETI é reinaugurado

15/09/2012 12:34

A reativação do laboratório teve o apoio do Departamento de Informática e Estatística, do Departamento de Engenharia Elétrica, da direção do Centro Tecnológico da UFSC e da Pró-Reitoria de Extensão

Na quinta-feira, 13 de setembro, ocorreu a reinauguração do laboratório de informática do Núcleo de Estudos da Terceira Idade da Universidade Federal de Santa Catarina (NETI). Com presença da reitora da UFSC, Roselane Neckel, de alunos e professores, os 11 computadores voltam a funcionar beneficiando 40 alunos das quatro turmas de iniciantes. O retorno às atividades no laboratório foi possível pela ajuda do Departamento de Informática e Estatística, do Departamento de Engenharia Elétrica, da direção do Centro Tecnológico da UFSC e da Pró-Reitoria de Extensão.

Com a doação dos computadores, webcams e instalação feita pelos departamentos do CTC, o espaço foi reformulado e as aulas deste semestre começaram no dia 3 de setembro. “Sem a ajuda da direção do CTC não conseguiríamos retornar com as atividades no laboratório”, afirma a coordenadora pedagógica do NETI e responsável pelo projeto de extensão de informática para a terceira idade, Márcia Barros de Sales.

A ajuda também vem de quem aprendeu a lidar com a tecnologia já na terceira idade. Quem ministras as aulas de informática do NETI são ex-alunos do curso, chamados de multiplicadores. “Eles possuem a mesma idade e estão em ritmos parecidos, assim os alunos se sentem mais confortáveis. Todos aprendem e depois ensinam, são verdadeiros multiplicadores”, garante Márcia Barros. Novas turmas serão abertas no próximo semestre, assim que o calendário escolar de 2013 for divulgado. Para se inscrever nas próximas turmas os interessados devem se dirigir até a sede do NETI, no campus Trindade.

Mais informações:

Núcleo de Estudos da Terceira Idade UFSC
http://neti.ufsc.br/
Email:neti@reitoria.ufsc.br

As aulas deste semestre começaram no dia 3 de setembro

Telefone: (48) 3721-9445/ 3721-2979
Marcia Barros de Sales – Coordenadora Pedagógica do NETI
Email: marcia.barros@ufsc.br


Poliana Dallabrida Wisentainer / Estagiária de Jornalismo da Agecom / UFSC

poliana.dallabrida@gmail.com

Tags: CTCNETIPró-Reitoria de ExtensãoreitoraUFSC

Energia solar na UFSC: primeiro gerador do Brasil integrado à arquitetura completa 15 anos

15/09/2012 12:13

Instalado no Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC, gerador solar funciona há 15 anos ininterruptamente. Foto: Bianca Quadros

Colocar em prática um sistema interligado a rede elétrica pública, planejado para captar a luz do sol, transformá-la em energia elétrica e que fosse adaptável a arquitetura da construção. O que é uma realidade hoje, há 15 anos representou uma grande uma inovação que aconteceu na Universidade Federal de Santa Catarina. No dia 16 de setembro de 1997 pesquisadores do então Labsolar, que atualmente  fazem parte do Grupo de Pesquisa Estratégica em Energia Solar (Fotovoltaica-UFSC), colocaram em funcionamento o primeiro gerador solar fotovoltaico integrado à arquitetura do Brasil. Conectado à rede pública, o gerador está ativo ininterruptamente há 15 anos, no Bloco A do Departamento de Engenharia Mecânica da universidade.

O gerador tem potência de 2 kWp (dois quilowatts pico). De forma simplificada, representa que ao meio-dia, num dia sem nuvens, ele tem potência de dois mil watts. O gerador atende a uma pequena parte do consumo do prédio de três andares no qual está instalado, que tem elevada carga de ar-condicionado. Nos finais de semana, eventualmente injeta energia na rede pública.

Como funciona

Para o funcionamento de um sistema fotovoltaico interligado à rede, a luz do sol incide no módulo solar, gerando uma corrente elétrica contínua, causada pela agitação dos elétrons dentro da espessura do módulo. Essa corrente passa por um inversor, onde é convertida para corrente alternada – com características iguais às da energia elétrica da rede pública – e é depositada na rede pública ou utilizada para o consumo no edifício.

A energia solar é uma fonte para produção de eletricidade que pode atender tanto aos habitantes dos grandes centros urbanos como às comunidades ou habitações isoladas onde criar uma extensão da rede elétrica convencional apresenta grandes custos. Além de renovável e silenciosa, é bem distribuída em todo o país e os módulos do sistema fotovoltaico podem ser integrados a edificações urbanas, não precisando de espaços adicionais.

Valores no Brasil

De acordo com o Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2011, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, o consumo médio residencial no Brasil em 2010 foi de 154,0 kWh/mês. Na região sul esse consumo foi de 174,0 kWh/mês, o que corresponde à média anual de 2.088 kWh. Segundo dados do Grupo Fotovoltaica-UFSC, um sistema instalado em Florianópolis precisaria ter 1,74 kWp para atender a esse consumo anual.

Hoje há módulos solares instalados em cinco unidades da UFSC. Foto: Bianca Quadros

O gerador do Bloco A é de 2kWp, capacidade suficiente para atender a um consumo mensal de 200kWh. É o equivalente ao de uma residência de classe média, com dois adultos e uma criança, por exemplo. Com essa potência instalada no telhado de uma residência em Florianópolis, seria gerado ao longo do ano bem perto do que é consumido no período. “Claro que poderia haver anos em que o sistema geraria menos, e outros em que geraria mais, pois há anos mais chuvosos e outros com mais dias de sol, mas, na média, vai gerar quase o mesmo que consome”, explica o engenheiro e pesquisador do Grupo Fotovoltaica-UFSC, Alexandre Montenegro.

No Campus da Trindade da UFSC, além do gerador solar do bloco A do Departamento de Engenharia Mecânica, foram instalados, posteriormente, pelo Grupo Fotovoltaica-UFSC, sistemas fotovoltaicos também interligados à rede e integrados à arquitetura nas coberturas do Centro de Cultura e Eventos (10kWp) e do Centro de Convivência (1kWp), e em espaços externos do Hospital Universitário (2kWp) e do Colégio de Aplicação (2kWp).

O Grupo Fotovoltaica-UFSC recebeu recentemente o Green Project Awards Brasil na categoria Pesquisa e Desenvolvimento, pelo “Projeto Megawatt Solar: geração solar fotovoltaica integrada a uma edificação inserida em meio urbano e conectada a rede elétrica”, realizado em parceria com a empresa Eletrosul e Instituto Ideal.

Primeiro gerador solar integrado à arquitetura completa 15 anos no dia 16 de setembro de 2012. Foto: Thaine Machado

 

Mais informações:

www.fotovoltaica.ufsc.br
Telefone: (48) 3721-9379 – ramal 220

Professor Ricardo Ruther
Email: ruther@mbox1.ufsc.br
Telefone: (48) 3721-5174

Mestrando Alexandre Montenegro
Email: alexandre.a.montenegro@gmail.com
Telefone: (48) 8408-1498

 

Poliana Dallabrida Wisentainer / Estagiária de Jornalismo da Agecom / UFSC
poliana.dallabrida@gmail.com

Tags: energia solarFotovoltaica-UFSCUFSC