Cine Paredão exibe Human Flow, de Ai Weiwei, nesta sexta

24/06/2019 14:50

O Cineclube Paredão exibirá o filme Human Flow, do diretor Ai Weiwei. A sessão será nesta sexta-feira, dia 28, às 19h no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) ou, em caso de chuva, no Auditório do CFH. O filme faz parte da mostra Travessas, que está sendo exibida durante o mês de junho.

Sinopse

Ao longo de um ano, o diretor Ai Weiwei acompanhou crises de refugiados em 23 países, incluindo França, Grécia, Alemanha, Iraque, Afeganistão, México, Turquia, Bangladesh e Quênia. Ele retrata as causas que levam milhões de pessoas a abandonarem seus países de origem, como a guerra, a miséria e a perseguição política, refletindo sobre as dificuldades encontradas na busca por uma vida melhor.
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Semana da Árvore na UFSC: mutirão no Bosque do CFH reúne estudantes e comunidade

24/09/2018 16:03

Neste sábado, 22 de setembro, em comemoração ao dia da árvore, a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC (CGA) em parceria com o Núcleo de Permacultura da UFSC (NEPerma), Sala Verde, Escoteiros e Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) promoveu mutirão de recuperação do bosque do CFH. O evento durou em torno de 3 horas e teve adesão da comunidade acadêmica, em torno de 20 pessoas participaram.

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Cine Paredão exibe o filme ‘Anjos da Revolução’ nesta sexta, no Bosque do CFH

07/03/2018 09:00

O Cine Paredão irá apresentar o filme Anjos da Revolução (2015), no dia 9 de março, às 20h, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O projeto tem como propósito socializar, trocar e expandir diversas manifestações audiovisuais, buscando produções alternativas ou independentes de difícil acesso ao público. Em caso de chuva, a exibição será no auditório do CFH.
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UFSC vai substituir árvores não-nativas do Bosque do CFH, Fazenda da Ressacada e Barra da Lagoa

30/01/2018 10:08

Bosque do CFH, em Florianópolis, é um dos lugares da Universidade onde haverá remoção de árvores exóticas e plantio de árvores nativas. (Foto: Jair Quint/Agecom/UFSC)

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) irá substituir a partir de fevereiro árvores exóticas não-nativas (eucaliptos, casuarinas e pinheiros) de três locais do campus de Florianópolis: no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), na Fazenda Experimental da Ressacada e na Estação de Maricultura Elpídio Beltrame, na Barra da Lagoa. Entre os motivos estão questões ambientais, de segurança e o cumprimento da Lei Municipal n° 9.097/2012, que determina a remoção e a substituição de árvores exóticas por espécies nativas até 2022. Nas áreas de retirada das árvores será realizado reflorestamento gradual com vegetação nativa.

A administradora Gabriela Zampieri, da Coordenadoria de Gestão Ambiental, explica o processo, que pode gerar um estranhamento inicial, mas garante que a medida é necessária e ambientalmente correta. “Embora, por um tempo, a retirada das árvores gere um aspecto visual que não estamos acostumados, em poucos anos a área estará recuperada. Infelizmente a retirada das árvores faz parte do processo de requalificação. No futuro ficará melhor do que está”, explica Gabriela. Para realizar o trabalho, a UFSC promoverá um leilão, com um lote para cada local, a ser realizado em fevereiro.

Zampieri afirma que “o plano de recuperação da área está sendo pensado com a ajuda de agrônomos, biólogos e arquitetos da Universidade, e sua execução deve começar logo”. A recuperação da área também inclui o auxílio do grupo de permacultura, que já atua por meio do Projeto “Recuperação e Educação Ambiental no Bosque do CFH” utilizando sistemas agroflorestais. “Hoje o solo perto dos eucaliptos encontra-se compactado e com baixa disponibilidade de nutrientes. Com a retirada dessas árvores a área será recuperada mais rapidamente” afirma Allisson Castro, biólogo da Coordenadoria de Gestão Ambiental e um dos membros do projeto.

Bosque do CFH

Entre os motivos para a remoção estão questões ambientais, de segurança e o cumprimento da lei municipal 9.097/2012, que determina a remoção e substituição de árvores exóticas por espécies nativas até 2022. (Foto: Jair Quint/Agecom/UFSC)

No Bosque do CFH serão retirados 78 exemplares de eucaliptos, além de 11 casuarinas, situados em área de preservação permanente e de mata ciliar. São árvores que impedem o desenvolvimento das mais de 60 mudas nativas plantadas nos últimos três anos. O biólogo da Coordenadoria de Gestão Ambiental, Allisson Castro, comenta que “na situação do bosque hoje, se queremos plantar árvores nativas, os eucaliptos sugam água do solo e prejudicam o restabelecimento destas espécies vegetais. Tentaram plantar mudas embaixo, mas não cresceu nada”.

O local também é um espaço de compensação ambiental da UFSC: em virtude da construção dos novos blocos do CFH, a Fundação Municipal do Meio Ambiente (Floram) exigiu como compensação ambiental a recuperação da área, incluindo a remoção das plantas exóticas com substituição pelas nativas.

De acordo com o coordenador de Gestão Ambiental, Rogério Portanova, “esta é uma ação conjunta da Coordenadoria de Gestão Ambiental e do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, além de outros colaboradores de diversos setores da UFSC. A ideia é reflorestar com nativas e, em longo prazo, transformar o local numa espécie de parque para utilização da comunidade. A UFSC já tem uma comissão, coordenada pelo CFH , que estuda a ocupação deste espaço”.

Vice-diretor do CFH, Rogério Luiz de Souza diz que um estudo preliminar, realizado com a equipe do professor Sergio Moraes (Departamento de Arquitetura) a convite da professora Miriam Hartung, diretora do CFH, já existe. Agora é preciso “coletar opiniões e informações para dar sequência a um projeto conceitual. A ideia é preparar uma apresentação para ser exibida na semana de início do primeiro semestre de 2018, no CFH. O professor Sérgio, com a professora Miriam estão vendo a possibilidade de uma nova etapa do projeto em 2018, para a elaboração de um projeto físico-estrutural e de paisagem para dinamizar o espaço juntamente com a Comissão do Bosque do CFH”.

Professor do departamento de Botânica, João de Deus Medeiros elaborou um laudo técnico sobre as condições das árvores do Bosque do CFH. No documento, ele aponta sete exemplares com algum grau de comprometimento, mas a preocupação se dá com todas as árvores. “Ressaltei que essa espécie de eucaliptos tem uma degradação dos ramos laterais, ou seja, a queda de ramos. Nesta área, de uso público com circulação de crianças, é preocupante. Não é a condição adequada termos esta espécie pela maneira como a área é utilizada, com pessoas deitando e descansando no local”.

Medeiros lembra que houve um caso similar nos anos 1980: ao lado do Centro Socioeconômico, à direita da entrada da UFSC pela Trindade, havia um bosque de uma espécie diferente de eucalipto, que precisava ser retirado. Na época, houve resistência da comunidade universitária, mas com o diálogo, os ânimos foram acalmados. “Era muito mais denso, tinha até conotação de floresta. O solo lá é instável, lodoso, e aquela espécie de eucalipto tem problemas de estabilidade, sem uma ancoragem suficiente. Nós fizemos uma intervenção na época porque as pessoas viram o corte e tentaram brecar, mas explicamos que era a pior espécie para aquela condição e haveria árvores mais adaptadas”. Hoje ele vê a situação “mais tranquila”. “Vários setores já estão se envolvendo com a renovação do bosque para recuperação com nativas. A reação mais enfática, hoje, se dá pela derrubada para ocupação pelo setor imobiliário”.

O professor José Afonso Voltolini, do Centro de Ciências Agrárias (CCA) que também atua no Grupo Escoteiro que reúne cerca de 120 famílias no Bosque do CFH aos fins de semana acrescenta que o ganho que a área terá com a retirada das árvores exóticas será muito mais significativo que a perda inicial. “O Bosque ganha a possibilidade de investir numa arborização com espécies que irão atrair a fauna nativa, que darão frutos como o araçá, o ingá. Frutos que atraem pássaros. Por mais que ao longo dos anos tivessem iniciativas de plantio dessas espécies nativas, a concorrência delas com essas árvores exóticas é desleal. A única possibilidade é com a retirada, para que as plantas nativas possam crescer com exuberância”, reforça.
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Cine Paredão apresenta ‘Incêndios’, do cineasta canadense Denis Villeneuve, nesta sexta-feira

23/10/2017 08:38

O Cine Paredão irá exibir o filme Incêndios (Incendies, 2010), do cineasta canadense Denis Villeneuve. A película foi indicada ao Oscar de Filme Estrangeiro. A sessão será no dia 27 de outubro, sexta-feira, às 20h, no Bosque do CFH.
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Cine Paredão apresenta o longa ‘Paterson’ nesta sexta-feira, no Bosque do CFH

22/08/2017 08:00

O Cine Paredão apresenta o longa Paterson (2016) de Jim Jarmusch, nesta sexta-feira, 25 de agosto, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC, às 20 horas. 

Sinopse:
Nem sempre a poesia é feita de cores vivas: na maioria das vezes ela é o pó que repousa sobre as coisas simples da vida. Paterson (Adam Driver) é um motorista na cidade de Paterson, em New Jersey (EUA). E essa é apenas mais uma das várias coincidências que parecem banais, mas vão se revelando especiais. Ele é um cara comum, um motorista de ônibus, casado com Laura (Golshifteh Farahani), uma aspirante a cantora (ou artista plástica, ou cozinheira, depende do dia). Os dois moram com o seu buldogue Marvin.

Ficha técnica:
Direção: Jim Jarmusch
Roteiro: Jim Jarmusch
Elenco: Adam Driver, Golshifteh Farahani, Barry Shabaka Henley, Chasten Harmon, William Jackson Harper, Method Man
Ano: 2016
Duração: 1h58
Classificação: 12 anos

Sobre o Projeto:

Vivemos em uma sociedade na qual a linguagem visual sofre grande influência na construção e formação da subjetividade dos indivíduos. Partindo deste princípio, o projeto Cine Paredão tem como propósito socializar, trocar e expandir diversas manifestações audiovisuais, buscando produções alternativas e/ou independentes, das quais não estão disponíveis ou são de difícil acesso ao público. As obras apresentadas têm um caráter não comercial e nos proporciona pensar e refletir o cinema como arte em constante evolução, passando por diversos olhares, tempos e lugares ao redor do mundo. Realizado ao ar livre, sob o luar e as estrelas, agora as sessões nesse semestre acontecem semanalmente nas sextas-feiras, às 20 horas.

Mais informações

https://www.facebook.com/cineparedao

http://cineparedaoufsc.tumblr.com

https://goo.gl/maps/ubJdGG6pAe62

https://www.instagram.com/cineparedao

 

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Cine Paredão apresenta ‘The Neon Demon’ nesta sexta-feira, no Bosque do CFH

14/08/2017 10:27

Cine Paredão apresenta “The Neon Demon” de Nicolas Winding Refn, nesta sexta-feira, 18 de agosto, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC, às 20 horas.

Sinopse:
Jesse (Elle Fanning) é uma jovem de 18 anos que acaba de chegar a Los Angeles. Dona de uma beleza natural impressionante, ela tenta a sorte como modelo profissional. Após tirar algumas fotos mórbidas para um jovem fotógrafo, é contratada por uma conceituada agência de modelos. Bastante ingênua, ela passa a lidar com o ego sempre inflado das demais modelos e também com a maquiadora Ruby (Jena Malone), que possui intenções ocultas com a jovem.
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Cine Paredão apresenta o filme ‘Doce Amianto’ nesta sexta-feira, às 20 horas

01/08/2017 09:43

O Cine Paredão irá apresentar o filme Doce Amianto (2013, 1h10) nesta sexta-feira, 4 de agosto, às 20 horas, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC. O objetivo do projeto de extensão é socializar, trocar e expandir diversas manifestações audiovisuais, e buscando produções alternativas ou independentes que são de difícil acesso ao público.

Doce Amianto foi dirigido por Guto Parente e Uirá dos Reis e tem classificação indicativa 16 anos. No elenco estão Deynne Augusto, Uirá dos Reis, Dario Oliveira, Rodrigo Fernandes e Guto Parente.
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Agenda Cultural: Cine Paredão apresenta ‘Timbuktu’ e sorteia livro de Shakespeare

10/06/2015 17:39

Timbuktu, filme franco-mauritânio de Abderrahmane Sissako e vencedor do César de melhor filme em 2014, será apresentado nesta sexta-feira, às 19 horas, no Cine Paredão, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

Por conta da greve, o empréstimo de alguns equipamentos para realizar a sessão no Bosque pode estar comprometido. Caso isto ocorra, a sessão será dentro do CFH, na sala 316 do bloco B, no mesmo horário.

Em comemoração aos sete anos do projeto Cine Paredão, será sorteado um exemplar do livro “A Tempestade”, edição bilíngue da obra de William Shakespeare, cortesia da Editora da UFSC (EdUFSC). Serão seis livros no total, um por semana.

Sinopse: Em uma pequena cidade no norte de Mali, controlada por extremistas religiosos, uma família tem sua rotina alterada quando um pescador mata uma de suas vacas. Ao tirar satisfação sobre o ocorrido, Kidane (Ibrahim Ahmed dit Pino) acaba matando o tal pescador. Tal situação o coloca no alvo da facção religiosa, já que cometera um crime imperdoável.

Mais informações página do Cine Paredão no Facebook.

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Mutirão de limpeza e plantio de árvores no bosque do CFH nesta quarta

03/06/2015 09:20

O mutirão de limpeza e plantio de árvores no bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) será realizado entre as 14h e as 17h desta quarta, 3 de junho, e será finalizado com uma roda de conversa. A atividade é parte da  Semana do Meio Ambiente da UFSC, organizada pela Coordenadoria de Gestão Ambiental da Universidade, cuja programação pode ser conferida aqui.

Desde início de 2013, diversas atividades de recuperação e revitalização do bosque têm sido organizadas, incluindo vários mutirões de limpeza e plantio de mudas nativas e o fechamento do estacionamento ilegal que funcionava ali.

A Comissão do Bosque do CFH estará presente, e pretende, na roda de conversa, apresentar suas atividades e o projeto de criação de um Parque Universitário da UFSC.

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Mutirão de limpeza – CFH

Fonte: CFH

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Agenda cultural: Cine Paredão apresenta ‘Jamie Marks is Dead’ no bosque do CFH

14/05/2015 13:37
11096597_832790163476684_1940627272138135950_nO Cine Paredão apresenta Jamie Marks is Dead, do diretor Carter Smith, nesta sexta-feira, 15 de maio, às 19h, no bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

Sinopse

Em uma cidade no interior dos Estados Unidos, o corpo do jovem Jamie Marks (Noah Silver) é encontrado jogado no rio. Adam McCormick (Cameron Monaghan), a estrela do time local, fica impressionado –Jamie era um garoto tímido e de pouca fala. Quando o fantasma de Jamie começa a aparecer para Adam e Gracie (Morgan Saylor) –  a colega de classe que encontrou o corpo –, Adam fica preso entre duas verdades: ele está iniciando um romance com Gracie, mas também sente uma ligação muito forte com Adam, que o leva cada vez mais para o mundo dos mortos.

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Agenda Cultural: Cine Paredão exibe ‘Lost River’ nesta sexta-feira

08/05/2015 13:34

Lost River, primeiro filme do ator Ryan Gosling como diretor e roteirista, é a atração do Cine Paredão desta semana. A sessão será no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), nesta sexta-feira, às 19 horas.
No filme, quando a cidade em que mora está prestes a desaparecer, Billy (Christina Hendricks), mãe de Bones e Franky, envolve-se em um submundo fantástico e macabro, enquanto seu filho adolescente descobre uma estrada secreta que leva a uma cidade subaquática. Tanto Billy quanto o jovem devem mergulhar neste mistério, se quiserem sobreviver.

O quê: Cine Paredão apresenta Lost River.

Onde: Bosque do CFH.

Quando: Sexta-Feira, 8 de maio, às 19h

Quanto: Gratuito.

Mais informações página do Cine Paredão no Facebook.

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Agenda Cultural: Cine Paredão apresenta mostra especial para recepção aos calouros nesta sexta

15/08/2014 09:00

4847643_origNesta sexta-feira, 15 de agosto, o Cine Paredão selecionou alguns curtas produzidos pelos alunos do curso de Cinema para uma exibição especial aos calouros, como forma de recepcioná-los e divulgar o projeto e os trabalhos dos estudantes nesse inicio do segundo semestre.

Serviço:

O quê: Cine Paredão apresenta Mostra de Recepção aos Calouros.
Quando: 15 de agosto, às 19 horas.
Onde: bosque do CFH, campus da UFSC em Florianópolis (bairro Trindade). 
Quanto: gratuito.
Mais informações: Facebook.

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Estudante foi vítima de estilhaços de bomba durante confronto com polícia

28/03/2014 11:08

A estudante de Jornalismo Luara Wandelli Loth, de 20 anos, foi uma das vítimas mais graves no ataque da polícia aos estudantes, professores e técnico-administrativos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), na terça-feira, 25 de março. O conflito teve início a partir da ação da Polícia Federal que, com alegação de combater o tráfico de drogas, envolveu o uso da polícia militar e tropa de choque, culminou na prisão de cinco pessoas na apreensão de uma pequena quantidade de maconha.

Junto com cerca de 200 pessoas, Luara estava no bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas para protestar contra a ação policial. Assim que as negociações começaram a fugir do controle, começou o ataque com pedras, paus, balas de borracha, gás de pimenta e bombas de gás lacrimogênio vencidas há mais de um ano, que se descobriu depois nos restos encontrados.

Uma bomba de efeito moral explodiu ao lado do seu pé. Os estilhaços perfuraram sua calça e fizeram cortes profundos. Luara levou quatro pontos na perna direita e muitos outros cortes na parte inferior da perna. No meio da tentativa de repouso, ela concedeu esta entrevista, onde conta como se envolveu no episódio e o que espera daqui para frente.
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Marcada para 14h assembleia dos estudantes que ocupam Reitoria

27/03/2014 10:13

O prédio da reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) continua sendo ocupado por estudantes nesta quinta-feira, 27 de março. Após a assembleia realizada na noite de quarta-feira, 26, os estudantes decidiram manter a ocupação.

Está marcada uma nova assembleia para esta quinta-feira, às 14h, no Auditório da Reitoria. Será discutida a carta enviada pela Reitoria, em que se posiciona sobre as questões levantadas pela ocupação.

As informações do grupo estão sendo veiculadas no grupo Levante do Bosque, no Facebook. https://www.facebook.com/LevanteDoBosque

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Estudante foi vítima de estilhaços de bomba durante confronto com polícia

26/03/2014 22:05

A estudante de Jornalismo Luara Wandelli Loth, de 20 anos, foi uma das vítimas mais graves no ataque da polícia aos estudantes, professores e técnico-administrativos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), na terça-feira, 25 de março. O conflito teve início a partir da ação da Polícia Federal que, com alegação de combater o tráfico de drogas, envolveu o uso da polícia militar e tropa de choque, culminou na prisão de cinco pessoas e na apreensão de uma pequena quantidade de maconha.

Junto com cerca de 200 pessoas, Luara estava no bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas para protestar contra a ação policial. Assim que as negociações começaram a fugir do controle, começou o ataque com pedras, paus, balas de borracha, gás de pimenta e bombas de gás lacrimogênio vencidas há mais de um ano, que se descobriu depois nos restos encontrados.

Uma bomba de efeito moral explodiu ao lado do seu pé. Os estilhaços perfuraram sua calça e fizeram cortes profundos. Luara levou quatro pontos na perna direita e muitos outros cortes na parte inferior da perna. No meio da tentativa de repouso, ela concedeu esta entrevista, onde conta como se envolveu no episódio e o que espera daqui para frente.

Como foi que aconteceu?

Luara Wandelli Loth – Eu estava saindo do curso de inglês, na rua na frente do Centro de Ciências da Educação (CED) e ia para o centro apresentar uma peça de teatro. Foi quando me contaram que havia muitas pessoas no bosque do CFH, pois estudantes estavam sendo presos por policiais à paisana e que a PM estava no bosque, o que é uma ação que vai contra a autonomia da UFSC. Claro que a gente se solidariza com isso. Meu objetivo era ficar pouco tempo e ajudar a negociar uma saída coletiva. Fiquei por lá cerca de 1h30min, e a negociação não ia para frente. Eu sabia que a choque (Tropa de Choque da PM) estava por ali, mas não sabia que ela ia atacar tão rápido. Começamos a dar as mãos em torno do carro do Departamento de Segurança da UFSC, na parte de trás do carro. Em seguida começou a vir o gás. Depois eles levaram os quatro meninos, que foram detidos sob acusação de desacato à autoridade. A multidão começou a correr e se dispersou. Agachei para me proteger do gás, junto com outro rapaz. Não tinha nada para me proteger. Me levantei e vi que a maioria das pessoas tinham corrido do local. Vinham tiros de todas as direções, as pessoas estavam sendo espancadas, mesmo já caídas. Depois, a bomba estourou bem ao lado do meu sapato. Na hora senti o estilhaços atingirem a minha perna e vi sangue saindo pelo furo da calça.

Você sentiu dor na hora?

LWL – Não, na hora não senti dor, só vi que estava sangrando e a calça estava rasgada. Fiquei em dúvida se corria ou ficava parada. Mas vi que a polícia estava batendo em qualquer um, até em pessoas machucadas e caídas, então resolvi que mesmo ferida eu tinha que sair dali. Naquela hora, parecia que qualquer coisa poderia acontecer. Me passou pela cabeça até que alguém poderia morrer.

Como você foi socorrida?

LWL – Encontrei um amigo de infância que, junto com outros meninos, me carregaram no colo até a frente do Restaurante Universitário (RU). Em seguida, começou a chegar ali um monte de pessoas feridas e assustadas, chorando muito. Meu amigo pegou o carro e me levou para o Hospital Universitário, mas lá não fui atendida, pois, segundo a recepcionista, eles não podem atender feridos sem a presença do cirurgião, nem olharam meu ferimento. Havia outra estudante na frente do HU procurando uma amiga que, segundo ela, teria ferido o aparelho auditivo. Fui então para a Unimed Trindade, onde fui atendida. Levei quatro pontos na perna direita. Na mesma noite, fui à delegacia fazer o boletim de ocorrência. Encontrei cerca de 18 pessoas fazendo o BO. A única com estilhaço de bomba era eu. A maioria era por hematoma, por ter levado um tiro de borracha muito perto. Hoje de manhã fui ao Instituto Geral de Perícia fazer o exame de corpo de delito.

Foto tirada durante o primeiro atendimento médico a Luara. Foto: Raquel Wandelli

Como você esta se sentindo? Está precisando tomar medicamento?

LWL – Estou sentindo um pouco de dor. Hoje voltei para a Unimed, pois eles não haviam receitado medicamento. Estou tomando antiinflamatório e antibiótico, pois a médica acredita que a ferida pode infeccionar. Tive que tomar vacina antitetânica e tenho atestado para quatro dias.

Como você avalia essa ação dos estudantes, dos policiais e da própria administração da UFSC?

LWL – Não tivemos outra escolha a não ser resistir. Eu não me via virando as costas, sabendo que meus amigos e companheiros estavam apanhando da tropa de choque. Quanto à polícia, foi uma ação errada desde o princípio. Começaram a vir policiais de todo o tipo e eles não estavam ali para negociar, era uma chantagem, pois nos ameaçavam com a possibilidade do confronto desigual com o Choque da PM. Percebemos que não era algo que podia ser resolvido em outro momento, pois isso era abrir um precedente, um caminho para que a presença da polícia se torne uma coisa normal dentro do Campus. Minha avaliação é que esta ação é uma tentativa para que a PM esteja aqui para reprimir os estudantes. O CFH não foi escolhido à toa. É o centro onde se articulam vários movimentos sociais, como o contrário ao Plano Diretor, as manifestações pela redução das tarifas de ônibus. E agora tem a Copa chegando e se esperam muitas manifestações por parte da comunidade universitária. O CFH é o local que resistiu às empresas-júnior e que resiste às políticas conservadoras dentro da universidade. Os estudantes estão envolvidos nessas lutas. Então, a PM no campus é um jeito de coibir nossa liberdade. Na minha opinião, a ação não tinha a ver com tráfico de droga. Foi mais uma intimidação. Outro ponto a ser debatido é o documento da reitoria que estabelece a parceria com a PM. Sou favorável e solidária à ocupação da reitoria e acredito que a gestão e os diretores não podem abrir brechas para a PM ou permitir este tipo de ação arbitrária, pois isso é de algum modo escancarar a porta.

O que você espera que todo esse ocorrido possa trazer para a universidade e para a sociedade?

LWL – Acho que a gente tem que tentar recolocar a pauta de segurança e drogas de forma mais ampla. A UFSC não é uma bolha, que pode ignorar a violência que é tão constante em nossa sociedade. A UFSC compartilha dos mesmos problemas da sociedade externa a ela. Neste debate temos que reafirmar por que a polícia não pode estar dentro do campus. Ela criminaliza os movimentos sociais e não está preparada para lidar com esta questão, seja aqui na universidade ou no resto das cidade, principalmente na periferia, onde, não raramente, pessoas são mortas.

Laura Tuyama / Jornalista da Agecom / UFSC

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Segundo mutirão de recuperação do Bosque do CFH nesta sexta-feira

29/11/2013 00:06

O segundo mutirão de recuperação do Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) será realizado nesta sexta-feira, 29 de novembro, a partir das 15h. Como parte das ações de compensação da UFSC pelo corte de árvores para a construção dos blocos E e F do CFH, serão plantadas inicialmente 50 mudas de árvores de diversas espécies nativas, entre elas araçá, cabeludinha, pau-formiga, palmito juçara, garapuvu, jerivá palmeira, pitangueira, ingá e ipê.

primeiro mutirão ocorreu em 28 de junho deste ano, marcando o fechamento definitivo da entrada de automóveis no bosque e do estacionamento que funcionava no local.

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Comunidade universitária realiza mutirão no Bosque do CFH

02/07/2013 13:01

Mutirão no Bosque do CFH, feito pela comunidade universitária no dia 28 de junho. Foto: Jair Quint/Agecom/UFSC

Na tarde do dia 28 de junho, a comunidade universitária se reuniu no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), com o objetivo de revitalizar a principal área verde da UFSC. O grupo iniciou um mutirão de limpeza com a retirada do lixo acumulado e a reativação de uma horta de 10 metros quadrados que estava inutilizada por falta de cuidados. “É possível produzir hortaliças, vagens, leguminosas, ervas medicinais”, comentou o aluno de Geografia, Guilherme Fabrin. Esta mobilização foi iniciativa dos estudantes e recebeu apoio da direção do CFH.
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Mutirão no Bosque do CFH a partir das 14h

28/06/2013 08:38

Foto: CFH

Nesta sexta-feira, dia 28 de junho, a partir das 14h, será realizado um primeiro mutirão para recuperação do Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC. Os objetivos principais dessa atividade são: retirar o lixo acumulado, cuidar das árvores, das plantas, do palco e da horta comunitária, e mostrar o potencial presente no bosque. Além das atividades de cuidado, haverá música no palco.

A entrada de carros no bosque não será permitida.

Mais informações: http://www.portalcfh.ufsc.br/.

 

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“Terra Sonâmbula” é o filme desta sexta no Cine Paredão

12/06/2013 17:43

O Cine Paredão exibe nesta sexta-feira, dia 14 de junho, às 19h, no Bosque do CFH, o filme Terra Sonâmbula, em comemoração ao Dia de África. No dia 24 de maio, por problemas técnicos, não foi possível exibir o filme. O longa-metragem é o primeiro da diretora Teresa Prata e é baseado no premiado livro homônimo do escritor moçambicano Mia Couto.
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NDI busca ações para preservar o Bosque do CFH

29/04/2013 17:44

As crianças, professores, pais, estagiários e bolsistas do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) da UFSC realizaram uma manifestação, no dia 17 de abril, às 10h, percorrendo o Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), o Centro de Ciências da Educação (CED), o Centro de Convivência e terminando na Reitoria, contra o estado atual do Bosque do CFH, principal área verde da Universidade. O objetivo foi denunciar o lixo que diariamente tem sido depositado no local. As crianças carregaram cartazes e pronunciaram palavras de ordem como “O bosque não é lixão!”; “O bosque é meu amigo, mexeu com ele mexeu comigo!”; “Quem joga lixo no chão é porcão!”; “Quanta sujeira toda hora e o coelho da páscoa foi embora!”.
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