Museu em curso: Historiador Fernando Boppré conversa sobre produção cultural

29/08/2011 10:02

A oitava edição do Projeto Museu em Curso deste ano trará o historiador Fernando Boppré para conversar com o público sobre pesquisa nos museus e sua difusão na comunidade por meio de projetos culturais. No dia 31 de agosto, das 16 às 18 horas, no auditório do Museu Universitário, o cineasta, diretor de museu, produtor cultural e crítico de artes profere a palestra “Museu, Pesquisa e Produção Cultural”, com participação gratuita e aberta à comunidade.
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Administração Central faz histórico dos movimentos reivindicatórios da UFSC

29/08/2011 09:32

A Administração Central da UFSC emitiu nota oficial fazendo um histórico de suas ações e das medidas tomadas desde o início da greve dos trabalhadores técnico-administrativos, em junho. O texto reforça as posições da instituição e destaca as negociações que tentou estabelecer em Brasília em prol do diálogo do governo com os servidores. Também ressalta que sua postura sempre foi de tolerância e de busca do entendimento, inclusive com os estudantes que ocuparam o prédio da reitoria no dia 17 deste mês.
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Festival de Música termina com noite de tributo à arte e ao idealismo

29/08/2011 08:40

Fotos: Raquel Wandelli (clique para ampliar)

Fotos: Raquel Wandelli (clique para ampliar)

Todo samba universitário é uma forma de oração, teria dito o poetinha se estivesse vivo. Segunda noite do Festival de Música da UFSC foi ainda melhor que a primeira em qualidade técnica e artística. Show histórico do Grupo Engenho foi ouvido de olhos fechados

O II Festival de Música da UFSC encerrou na noite domingo mostrando que a música é a bandeira da juventude no Terceiro Milênio, por onde ela pode ecoar seus lamentos, desejos e gritos de liberdade. Dois dias de festival na Praça da Cidadania da UFSC deixaram como saldo 20 novas composições e a insurgência de igual número de bandas que revelaram, sobretudo, criatividade na mistura de ritmos antigos com modernos e de elementos da cultura regional com a cultura global. O emocionante show de encerramento do Grupo Engenho, criado e fomentado dentro dos palcos da UFSC, fez um tributo à volta dos festivais universitários e ao mesmo tempo lavrou o retorno da banda após 28 anos de inatividade.

Todas as composições – selecionadas entre 136 – vão compor um CD/DVD ao vivo que a Secretaria de Cultura e Arte e o Departamento Artístico Cultural da UFSC já começaram a produzir. A Praça da Cidadania já não estava tão lotada como na noite anterior, quando se reuniram cerca de oito mil pessoas. Mas o público que perdeu o clássico Avaí/Figueirense para curtir as bandas selecionadas para o segundo dia foi premiado com um espetáculo ainda melhor em qualidade técnica e artística. Violinos, violões, guitarras, instrumentos de sopro, percussão, teclado, cravo, pandeiro. As equipes subiram ao palco com estrada e preparo técnico. Foram dez apresentações de alto nível do ponto de vista da melodia, harmonia e letra e, embora a mostra não fosse mais competitiva, três conjuntos apontaram como francamente favoritos do público: as bandas Cravo da Terra (MPB), Top Groove (rock instrumental) e Cultivo (reggae), que consagraram os três ritmos dominantes no festival.

A noite começou embalada por duas canções típicas de MPB homenageando mulheres: “Tereza”, com Darlan Freitas, e “Cecília”, composição de Roberto Tonera dedicada à filha Cecília, de quator anos, que estava na plateia para recebê-la.  Ambos mereceram torcida e aplausos, mas quem levantou o público de verdade foi “Voz do Coração”, canção dançante da Banda Habitantes de Zion, que se apresentou com toda a gestualidade e textualidade do reggae, dupla de dançarinas back vocal ao estilo Wailers e cantor com cabelo rastafári. “Vaga-lumes”, de Luciano Arnold, apresentou uma bonita canção romântica ao estilo anos 80 e “Inquietude”, com Caren Martins, apostou em um samba refinado. Lucas Quirino, ao violão, entrou em palco com orquestra de violino, violão, guitarra e percussão para cantar “Menino”, ao estilo MPB, com forte influência dos vencedores dos grandes festivais da década de 70.

Protesto amoroso

Ive Luna, cantora premiada da Banda Cravo da Terra, entrou com a poética “O Alguidar de Aguiar” e uma orquestra diversificada de instrumentos de sopro, corda e percussão. Já aclamada em outros concursos e nos palcos do Projeto 12:30, da UFSC, a Cravo da Terra fundamenta seu trabalho na pesquisa de ritmos tradicionais do sul sudeste e nordeste brasileiros com uma batida contemporânea. De calça branca, camisa vermelha e boné, ao estilo sambista carioca, Marcos Baltar também cantou sua musa D. Flor, no samba-canção “Jazmin”. A banda Top Groove, de Lages, apresentou a eletrizante “Groove Zone”, com Tiago Barte na guitarra provando que o rock ainda pode ser reinventado. O público dançou e ovacionou e a banda mostrou que há espaço sim para a música experimental.

“Impermanência”, da Banda Cultivo, que se originou no estado paulista em 2004 e há três anos ganhou os palcos da Ilha, foi incentivada por um público cativo que implorou pra ganhar o CD do grupo sorteado pela Secretaria de Cultura e Arte. Ângela Beatriz ficou e repetiu a canção, que pede um mundo mais norteado pela vida e menos pelo dinheiro. A letra, um protesto amoroso contra a arrogância do homem e a destruição da natureza, trouxe a nostalgia dos festivais em que a juventude não escondia seu desejo de mudança. Com uma dose de ousadia e talento, a inocência de quem busca valores mais verdadeiros e recusa a massificação da indústria cultural continuam tendo seu charme.

A Volta do Grupo Engenho

Mesmo aos 40, 50 anos, como é o caso da velha guarda do Grupo Engenho, essa chama de insatisfação e idealismo pode ser revivida. Foi com o espírito mergulhado em nostalgia e afeto histórico, que uma plateia de duas mil pessoas viu entrar no palco os integrantes da banda original: Marcelo Muniz (baixo, piano, bandolim, violão e voz); Chico Thives (bateria, percussão, violão, baixo e voz); Cláudio Frazê (percussão e voz), Latininho (sanfona e voz); Álisson Mota (violão, violão de 12 cordas, cavabandorango e voz), e em acréscimo, Rogério Guilherme e Manoela, no back vocal.

Antes de o grupo tocar pela primeira vez pra valer desde que a banda se separou, em 1984, Álisson, 57 anos, analista de sistemas, falou do propósito da banda de retornar com a mesma proposta que partiu: “Queremos cantar a cultura, a gente e a terra açorianas, contrapondo instrumentos modernos e arcaicos”. Para o grupo, que se formou nas festas e congressos estudantis, recebeu uma bolsa-cultura do DAC no final dos anos 70 para realizar seu trabalho de pesquisa musical, e se projetou a partir dos festivais universitários, voltar a tocar depois de duas décadas em um palco da UFSC assumiu um significado duplamente especial.

Com seu rock-baião ao mesmo tempo folclórico e universal, o velho Grupo Engenho fez a famosíssima canção “Barra da Lagoa” transformar a Praça da Cidadania em um grande forró. “Lua mansa” foi ouvida de olhos fechados pelos roqueiros coroas, para que o grupo está associado as suas lembranças mais afetivas dos tempos de universidade. A oportunidade de ver a banda original unida novamente e de ouvir Marcelo Muniz de cabelos brancos, fechando os olhos para segurar as lágrimas, ao cantar “Vejo teus olhos brilhando em cada estrela/ Flor da noite, espelho d’água, traços de iemanjá”, pareceu um milagre.  Como teria dito o poetinha, se estivesse vivo, todo “samba” universitário é uma forma de oração.

Fotos: http://facebook.com/festivaldemusicaufsc

Por:  Wandelli (jornalista, SeCarte)

Contatos: (48) 99110524 – 37219459

raquelwandelli@yahoo.com.br

raquelwandelli@reitoria.ufsc.br

www.secarte.ufsc.br

II FESTIVAL DE MÚSICA DA UFSC – Programação

Apresentações do dia 27/08/2011 – Sábado

Ordem Músico / Banda
1 Entrando no País das Maravilhas – Banda Karibu
2 Não Esbarra – Banda Aislados
3 Kama – Taoana Padilha
4 Dominó – André Pacheco Henrique
5 Le Feu d’Amour – Banda Somato
6 Skalpelado – Banda Bergos
7 Discos do Roberto – Banda Supergrandes
8 Menino do Gueto – Banda Menino do Gueto
9 Ousada – Banda Zazueira
10 Esse Novo Disfraz – Nathalia Britos Gasparini

Apresentações do dia 28/08/2011 – Domingo

Ordem Músico / Banda
1 Tereza – Darlan Freitas
2 Cecília – Roberto Tonera
3 Voz do Coração – Banda Habitantes de Zion
4 Vaga-Lumes – Luciano Arnold
5 Inquietude – Caren Martins
6 Menino – Lucas Quirino
7 O Alguidar de Aguiar – Banda Cravo da Terra
8 Jazmim – Marcos Baltar
9 Groove Zone – Banda Top Groove
10 Impermanência – Banda Cultivo
Tags: cidadaniafestivalmúsica

Estrutura da FURB impressiona comitiva da UFSC

26/08/2011 17:08
Foto: Eduardo Sofiati

Foto: Eduardo Sofiati

A Universidade Regional de Blumenau viveu ontem um dia histórico ao receber a comitiva de alto nível da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para dar início à construção da proposta de instalação do campus da Federal em Blumenau, por intermédio da FURB, como definido com o Ministério da Educação, semana passada, dentro do plano de expansão do governo federal.

A fusão foi comemorada pelo reitor João Natel e pela chefe da comitiva, a pró-reitora de Graduação da UFSC, Yara Maria Rauh Müller, ao final da visita às instalações da FURB. “Estamos dando os primeiros passos no Vale daquilo que será a terceira universidade federal em Santa Catarina”, disse Natel. “Em 2012 já poderemos oferecer as primeiras vagas federais através da FURB”, afirmou a pró-reitora, que representou o reitor Álvaro Prata, ocupado com manifestações de alunos acampados há nove dias na Reitoria, em Florianópolis. “O importante é que possamos fazer um projeto viável ao MEC, e apresentá-lo em 30 dias, como solicitado”, completou Yara. Uma curiosidade: ela nasceu em Indaial e começou na FURB o curso de Ciências Biológicas, na década de 70.

Entre 10 e 18 horas, a comitiva de reconhecimento foi ciceroneada pelo reitor João Natel e a vice-reitora Griseldes Boos, assim como pelos diretores de centro, coordenadores de inúmeros laboratórios (campus 2, 3 e 5) e da Biblioteca, servidores, presidente do Sinsepes, Túlio Vidor, e do comitê pró-federalização, Clóvis Reis.

O prefeito João Paulo Kleinubing e o vice Rufinus Seibt e a deputada Ana Paula Lima acompanharam pela manhã a solenidade de apresentação e entrega da documentação da FURB, no auditório da Biblioteca. Pela UFSC compareceram também Maria Lucia de Barros Camargo (pró-reitora de Pós-Graduação), Luiz Alberton (secretário de Planejamento e Finanças), João Batista Furtuoso (pró-reitor de Infraestrutura) e Luiz Henrique Vieira Silva (pró-reitor de Desenvolvimento Humano e Social).

O objetivo de visita foi permitir uma avaliação inicial da realidade da FURB.  A vice-reitora Griseldes Boos fez apresentação pormenorizada da infraestrutura, de todos os cursos e programas de pesquisa e extensão e do orçamento da Universidade, bem como a situação do corpo discente e dos servidores (docentes e Tas).

Coube ao diretor do Centro de Ciências Jurídicas, professor Antônio Carlos Marchiori, a pedido do reitor, a missão de explicar à comitiva, de maneira consistente e breve, a natureza jurídica da FURB, uma fundação pública de direito público, baseado em farta documentação e pareceres de dois notáveis professores (Paulo Henrique Blasi e Diógenes Gasparini) comprovando ser a FURB uma autarquia municipal especial que faz administração pública.

João Paulo Kleinübing enalteceu a visita como importante passo para “buscarmos em conjunto a expansão da UFSC no Vale através da FURB. Vamos conversar muito e encontrar os caminhos para fazer a melhor integração”, afirmou.

Ao fazer a entrega oficial da documentação da FURB, Natel afirmou: “Daqui nasce nossa federal. É momento histórico para a FURB. O reitor Álvaro Prata sempre deu total apoio à nossa parceria e sempre disse que não concebe uma terceira federal em Santa Catarina sem passar pela FURB”.

Primeiras impressões

Ao final do dia, todos se reuniram no auditório do bloco T, onde a FURB TV transmitiu ao vivo as primeiras impressões da comitiva e as expectativas da comunidade acadêmica.

O reitor João Natel reiterou o desejo da comunidade de “o processo de incorporação da FURB pela UFSC seja integral – servidores, alunos e patrimônio. Vamos buscar construir um plano ao MEC que cubra toda essa absorção, mesmo que de forma gradativa. Mas entendo como um processo irreversível. Hoje é o primeiro ponto de sensibilização da UFSC e do próprio MEC de que temos como contribuir efetivamente para uma forte resposta em favor do ensino superior gratuito no País”.

Natel se mostrou otimista, mas admite que “há muito trabalho pela frente no sentido de pavimentar este caminho até que a FURB seja federalizada, pois esse é o objetivo do Vale do Itajaí”. Defendeu a instalação de um grupo técnico para dar celeridade ao projeto que sensibilize o MEC e o Palácio do Planalto a conceder o aval de absorver a FURB como um todo. “Quanto mais cursos, no primeiro momento, forem absorvidos e criados novos, mais sólida será a construção da terceira federal de Santa Catarina. Essa é a luta do Vale e está apenas começando. Hoje é primeiro passo para que nossa universidade se torne federal, mas o tamanho do passo vai depender da nossa força em sensibilizar Brasília. Que essa incorporação ocorra o mais rápido possível e com todo o apoio político necessário aqui e em Brasília”.

Ao mesmo tempo, o reitor lembra que não se pode perder de vista que corre na Câmara Federal o projeto de criação da Universidade Federal do Vale do Itajaí.

Primeiro o campus, diz Yara

Na visão da pró-reitora Yara Müller, o dia foi extremamente produtivo e a visita às instalações causou excelente impressão. “Vamos analisar todo material que recebemos da instituição, compor a comissão mista e apresentar ao MEC um projeto xeqüível, realista e importante também para a FURB. Temos um calendário a cumprir para um rigoroso planejamento das atividades em 2012, 2013, 2014… para ofertas de vagas federais através da FURB. Primeiro precisamos concretizar no MEC a idéia da FURB ser o campus da UFSC em Blumenau. Temos clareza que será um processo gradual. O reitor Álvaro Prata é simpático a idéia que se caminhar para a construção da terceira federal no Estado. Estamos felizes e com perspectiva aberta. Ficou evidente o quanto a FURB e a comunidade está motivada pela universidade federal em Blumenau. Esse é um começo. Iremos e voltaremos para construir esse projeto, que deverá ser em etapas. Somos parceiros. Em 2012, seja março ou agosto, pretendemos oferecer as primeiras vagas em conjunto. Gostaria que vocês mantivessem a euforia com as vagas federais, mas também é preciso entender que caberá ao MEC avaliar o projeto para decidir o que é viável.

Segundo a pró-reitora Maria Lúcia, o desafio será justamente como encaminhar essa parceria. “Não temos hoje as respostas e nem há modelo pronto. Essa é uma vantagem do processo. Vamos desenhá-lo em conjunto, respeitando a história das instituições. Estamos abertos a realizar isso sem ter nenhum elemento pré-concebido, diferente da expansão de outras cidades que começou do zero. Primeiro vamos trabalhar a idéia do campus. Depois ele pode se tornar independente, como ocorreu com Marabá, no Pará. Os cursos e quantas vagas serão oferecidas ainda está aberto”.

Por Michel Ivon Imme Sabbagh/ Jornalismo – CCM FURB

3321-0433 – michel@furb.br

Obra de pesquisadores franceses e brasileiros sobre transgênicos é lançada na UFSC

26/08/2011 16:14

“Transgênicos para quem? Agricultura, Ciência, Sociedade” é título de um livro que será lançado na UFSC no dia 1° setembro. A obra foi organizada pelo Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (NEAD) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O professor do Departamento de Fitotecnia da UFSC, Rubens Onofre Nodari, pesquisador de transgênicos há mais de 20 anos, é autor de um dos artigos da publicação organizada pela brasileira Magda Zanoni e pelo francês Gilles Ferment.

A apresentação em Santa Catarina será realizada a partir de 18h30min, no auditório do Centro de Ciências Jurídicas da UFSC, seguida de debate. Participarão Gilles Ferment (autor/ organizador do livro); Guilherme Abrahão (coordenador do Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário); Rubens Nodari (representante da Universidade Federal de Santa Catarina) e Leonardo Melgarejo (autor e membro da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio), além de um representante do Terceiro Setor.

Em 33 artigos a publicação reúne trabalhos de referência no debate europeu e brasileiro, oferecendo diversidade de análises e de pontos de vista de atores sociais: agricultores familiares, cientistas internacional e nacionalmente reconhecidos, estudantes, associações, cooperados e ativistas.

Em um enfoque multidisciplinar o livro contempla as dimensões agronômica, ecológica, cultural, social e política, fundamentais para uma leitura ampla sobre os transgênicos. Lançada em março na França, na Assembléia Nacional de Paris, está também sendo apresentada em diferentes capitais brasileiras.

Por uma ciência democrática
“O objetivo do livro é trazer uma reflexão sobre a anunciada capacidade dos transgênicos de resolver as dificuldades atuais e futuras com as quais nossas sociedades e, particularmente, os agricultores familiares e camponeses do mundo estão confrontados”, escrevem na introdução Magda Zanoni e Gilles Ferment.

Os organizadores destacam que o livro integra pontos de vista de pesquisadores que por meio da participação e vivência em comissões nacionais de engenharia genética (na França) e em comissões técnicas nacionais de biossegurança (no Brasil) não tiveram o poder de expressar sua oposição e tampouco interromper (em razão do voto sempre minoritário) as liberações comerciais de sementes transgênicas solicitadas pelas empresas multinacionais. Tudo isso embora a avaliação do risco e o respeito ao Princípio da Precaução fossem determinados no Brasil pelas leis nacionais (Lei de Biossegurança) e internacionais (Protocolo de Cartagena).

Transgênicos para quem? está disponível em formato e-book para download gratuito no  Portal NEAD,  seção Publicações > NEAD Debate

Mais informações sobre o lançamento na UFSC com o professor Rubens Onofre Nodari, nodari@cca.ufsc.br, (48) 3721-5332

Tags: transgênicos

Diretores defendem desocupação urgente da reitoria

26/08/2011 13:10

Em reunião realizada na manhã desta sexta-feira, dia 26, com o reitor Alvaro Toubes Prata e o vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva, os diretores de centro da Universidade Federal de Santa Catarina defenderam a desocupação urgente da reitoria pelos estudantes, como forma de preservar o patrimônio público e evitar mais prejuízos para a instituição. “O momento é de união e da busca de decisões consensuais”, afirmou o reitor ao explicar as razões da convocação do grupo, assim como ocorreu com os pró-reitores e secretários, em outro encontro, no início da manhã.
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Pré-Vestibular da UFSC realiza simulado presencial

26/08/2011 13:03

O Pré-Vestibular da UFSC irá realizar, nos dias 29 e 30 de agosto, um simulado presencial (SIMUFSC) para os alunos matriculados no curso em todo o Estado, nos moldes do Vestibular da UFSC. As provas buscam testar os conhecimentos dos alunos para o Vestibular da UFSC, que acontece no final do ano.

O SIMUFSC será realizado nos horários de aula. Para as unidades de Curitibanos (Vespertino) IEE (Vespertino) e Joaçaba, as provas serão aplicadas nos dias 31 de agosto e 1º setembro.

O SIMUFSC envolve aproximadamente 3 mil alunos, cerca de 100 professores, 31 assessores pedagógicos e 15 pessoas na coordenação-geral. Nestas provas serão utilizadas mais de 100 mil cópias de material educativo. As provas são totalmente gratuitas e serão compostas, como no vestibular da UFSC, de 80 questões de múltipla escolha, além da redação e de duas questões discursivas.

No primeiro dia, serão 12 questões de Português, 8 de língua estrangeira, Espanhol ou Inglês, 10 questões de Matemática, 10 de Biologia e uma Redação, além de uma questão discursiva. No segundo dia, será a vez de 10 questões de Geografia, 10 de Física, 10 de Química e 10 de História, além de uma questão discursiva. As provas abrangem somente o conteúdo já visto em sala de aula no Pré-Vestibular.

O SIMUFSC é uma realização do Curso Pré-Vestibular da UFSC, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Secretaria de Estado da Educação (SED).

Mais informações pelo site www.prevestibular.ufsc.br ou pelo telefone (48) 3721-8319.

Histórico de aprovação do Pré-Vestibular da UFSC

2003 – dos 120 matriculados, 17 foram aprovados – 14%;

2004 – dos 200 matriculados, 40 foram aprovados – 20%;

2005 – dos 350 matriculados, 77 foram aprovados – 22%

2006 – dos 400 matriculados, 100 foram aprovados – 25%;

2007 – dos 450 matriculados, 113 foram aprovados – 25%;

2008 – dos 700 matriculados, 245 foram aprovados – 35%;

2009 – dos 1.000 matriculados, 440 foram aprovados – 44%;

2010 – dos 1.250 matriculados, 725 foram aprovados – 58%;

2011 – dos 1.500 matriculados, 948 foram aprovados – 64%.

Por Cesar Laus Simas – Assessoria de Imprensa

Tags: Pré-Vestibular da UFSCsimulado presencial

Administração Central da UFSC alerta para os prejuízos com a ocupação da reitoria

26/08/2011 12:48

Reunião hoje (26) dos pró-reitores da UFSC com o reitor Alvaro Prata e o vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva, concluiu que a ocupação da reitoria da instituição pelos estudantes traz enormes prejuízos para a comunidade universitária, principalmente para os alunos, já que a universidade não poderá pagar as bolsas, que dependem do funcionamento da reitoria (acesso a documentos, computadores e demais equipamentos).
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Empenho da Andifes dá resultado: presidente Dilma encaminha PL de criação de Cargos

26/08/2011 12:27

Há mais de dois anos a Andifes faz gestões junto ao Governo Federal pela criação de cargos de docentes e técnicos para suprir as demandas de reposição e de ampliação das Universidades Federais.
O Projeto de Lei 2134/2011 autoriza a criação de 77.178 cargos no âmbito do Ministério da Educação para redistribuição às instituições federais de ensino. O PL também contempla a criação de CDs, FG e de Funções Comissionadas de Coordenação de curso. A distribuição entre as IFES e a autorização para o uso efetivo dos cargos serão implementadas pelo MEC.

O presidente da Andifes, reitor João Luiz Martins (Ufop), comemora a notícia e disse que a Associação se empenhará para a rápida aprovação do PL. “Esse é o resultado do trabalho coletivo de todos os reitores, e principalmente das últimas direções da Andifes. Esperamos suprir os cargos que faltam para a conclusão do REUNI e garantir a qualidade das novas expansões”.

Ao todo serão dezenove mil quinhentos e sessenta e nove (19.569) cargos de professor de 3o Grau, integrantes da Carreira do Magistério Superior, de que trata a Lei no 7.596, de 10 de abril de 1987; vinte e quatro mil, trezentos e seis (24.306) cargos efetivos de Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, integrantes do Plano de Carreiras e Cargos do Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, de que trata a Lei no 11.784, de 22 de setembro de 2008; vinte e sete mil, setecentos e quatorze (27.714) cargos de técnicos-administrativos do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, de que trata a Lei no 11.091, de 12 de janeiro de 2005 e cinco mil, quinhentos e oitenta e nove (5.589) cargos de direção e funções gratificadas.

No dia 15 de agosto de 2011 a Ministra de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Aparecida Belchior, e o Ministro da Educação, Fernando Haddad, encaminharam a excelentíssima presidente da República, Dilma Rousseff, uma exposição de motivos com a proposta de criação dos respectivos cargos destinados às Instituições Federais de Ensino.

Fonte: Elô Bittencourt – Assessora de comunicação da Andifes

Tags: Andifes

TV UFSC exibe o curta “Bruxa Viva” neste sábado

26/08/2011 12:09

Curta-metragem Bruxa Viva

A TV UFSC exibe neste sábado, dia 27, dentro do programa Cinema Catarinense, o curta-metragem “Bruxa Viva”, dirigido por Lena Bastos em 1998. A obra de ficção fala sobre as bruxas que são ligadas à natureza de Florianópolis e a especulação imobiliária que ocupa as áreas verdes da Ilha de Santa Catarina. O filme foi inspirado na poesia Marginália II, escrita por Torquato Neto e interpretada por Gilberto Gil. “Bruxa Viva” vai ao ar às 22h e será reapresentado no domingo, dia 28, em dois horários, às 14h e à meia-noite.

A convidada do UFSC Entrevista é Jordelina Schier, responsável pelo Núcleo de Estudos da Terceira Idade (NETI) da UFSC. A coordenadora conta sobre como funciona o núcleo e fala da função do NETI como integrador do idoso na sociedade. O programa estreia na segunda-feira, dia 29, às 22h, e tem reprise no dia 30, à meia-noite, na quinta-feira, dia 1 de setembro, às 12h, e na sexta-feira, dia 2, às 23h30.

UFSC Entrevista

No Primeiro Plano a atração é “Clepsidra”, curta-metragem que mescla ficção com animação, apresentado como Trabalho de Conclusão do Curso de Cinema da aluna Denise Szabo. O personagem principal é um garoto que tem talento para desenhar e é pressionado pelas pessoas ao seu redor para desenvolver sua habilidade. “Clepsidra” estreia na quarta-feira, dia 31, às 22h, e tem horário alternativo na quinta, dia 1 de setembro, à meia-noite, na sexta-feira, dia 2, às 22h, e na segunda-feira, dia 5, às 10h.

O “Tango na Broadway” é o filme do Sessão Cinema, musical produzido por Carlos Gardel. O filme conta a vida cheia de prazeres de um playboy argentino em Nova York que começa a ficar ameaçada quando chega de Buenos Aires um severo tio, que logo se entrega às delícias da vida noturna da grande metrópole. O filme será exibido na terça-feira, dia 30 de setembro, às 21h, e tem horário alternativo na quarta, à meia-noite, e na sexta-feira, dia 2 de setembro, às 14h.

Primeiro Plano com "Clepsidra"

No Justiça do Trabalho na TV o convidado é o juiz José Lúcio Munhoz, o novo representante da justiça do trabalho no Conselho Nacional de Justiça. Ele vai falar sobre a uniformização do horário de expediente na Justiça, mudanças de rumo no CNJ e a importância da inserção dos temas trabalhistas na pauta do Conselho. O Justiça do Trabalho na TV estreia na quinta-feira, dia 1 de setembro, às 22h, e tem reprise na sexta, à meia-noite, e na segunda-feira, dia 5, às 6h.

Para acompanhar a TV UFSC, sintonize o canal 15 da NET Florianópolis e veja a programação completa no site www.tv.ufsc.br/grade. Assista aos boletins de notícias também no www.youtube.com/tvufsc.

Por Victor Hugo Bittencourt/bolsista da TV UFSC

Tags: TV UFSC

Curso de Especialização em Hematologia tem inscrições prorrogadas

26/08/2011 11:24

Os profissionais de saúde que atuam em análises clínicas e áreas afins podem se inscrever no Curso de Especialização em Hematologia da UFSC até a próxima sexta-feira, 2 de setembro, no endereço http://www.esphemato.ufsc.br/formulario-de-inscricao/. Os interessados devem preencher o formulário disponível na página e aguardar a seleção, que será feita mediante análise do currículo e comprovação dos documentos enviados.

O curso será ministrado quinzenalmente, às sextas-feiras, das 18h às 20h, e aos sábados e domingos, das 7h30 às 12h, no Departamento de Análises Clínicas, Centro de Ciências da Saúde (CCS). As aulas têm início em 9 de setembro.

Os temas abordados envolvem as condições patológicas do sistema hematopoiético, a compreensão dos exames laboratoriais, e a fisiopatologia humana. A especialização tem como objetivo estimular o profissional a desenvolver uma avaliação crítica frente aos exames realizados e suas metodologias, inovando ou buscando soluções. A carga horária é de 375 horas, considerando-se as aulas teóricas e práticas.

SELEÇÃO DOS CANDIDATOS: 20 a 26 de agosto de 2011.

DIVULGAÇÃO DOS CANDIDATOS SELECIONADOS: até 01/09/2011.

TAXA DE INSCRIÇÃO: R$ 30.

MATRÍCULA: 1 x R$ 600.

VALORES MENSAIS: 17 parcelas de R$ 600.

Outras informações pelo site http://www.esphemato.ufsc.br/ ou pelo telefone (48) 3721-9712.

Gabriele Duarte/bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: especializaçãohematologiaUFSC

Obra que redescobre manuscrito com história das Fortalezas será lançada

26/08/2011 11:20

Publicação ilustrada e multimídia de grande importância para reconstituição histórica da vida nas cidades fortificadas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul será distribuída para escolas, meios de comunicação, instituições de memória

Santa Catarina já teve 26 Fortificações de Defesa no século XVIII e o Rio Grande do Sul chegou a erguer 42, das quais sobram oito na Grande Florianópolis e uma em São Francisco do Sul e as ruínas de apenas duas no estado vizinho. Em alguns momentos mais tensos na história das invasões e das disputas territoriais entre Portugal e Espanha, praticamente toda a população da antiga Desterro e do Rio Grande de São Pedro viveu protegido pelas Fortalezas. Examinando-se mapas demarcados dessa época, observa-se que se enfileiravam uma ao lado da outra, formando extensos cordões nas ilhotas e ao longo do litoral. O início dessas construções de defesa coincide com a própria data de fundação dos dois estados, tamanha foi sua importância no desenvolvimento dos povoados. As possibilidades de se conhecer a vida dentro dessas cidades fortificadas e o seu funcionamento esteve por três séculos encerrada dentro de um manuscrito original de 1786 que só agora vem à luz da história com a publicação de uma grande obra que une os esforços da iniciativa individual, pública e privada.

A publicação tardia desse documento inédito pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina e Prefeitura de Florianópolis, com apoio cultural da Unimed, devolve aos pesquisadores e curiosos em geral a chance de conhecer melhor esse capítulo decisivo e ainda obscuro da história do Brasil. O mérito maior cabe à determinação de dois pesquisadores que inscreveram o projeto de publicação explicada, complementada e ilustrada do chamado Códice de Santa Catarina na Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Franklin Cascaes: Roberto Tonera, arquiteto da UFSC, responsável pelas obras de restauração e conservação das fortalezas da Ilha de Santa Catarina mantidas pela universidade, e Mário Mendonça de Oliveira, professor de arquitetura da Universidade Federal da Bahia, condecorado pelo Exército por sua obra de reconstituição da memória militar do Brasil e restauro das fortificações.

Ambos são responsáveis pela organização do livro “As defesas da Ilha de Santa Catarina e do Rio Grande de São Pedro em 1786”, que será lançado em uma data histórica em um lugar também histórico, na véspera do aniversário da Independência do Brasil, em 6 de setembro, às 19 horas, no Palácio Cruz e Sousa. Com uma tiragem de mil exemplares, a obra será distribuída gratuitamente às escolas públicas, meios de comunicação e instituições ligadas à memória e patrimônio. A edição inclui textos introdutórios e explicativos sobre o contexto histórico, mapas, iconografias, plantas das fortalezas da época complementadas com fotografias das fortificações ainda existentes, e um glossário ilustrado que busca auxiliar na compreensão dos termos técnicos do manuscrito, reproduzido em forma de fac-símile, ao lado da transcrição em ortografia atualizada. A obra acompanha ainda um CD–ROM com o conteúdo do material impresso em linguagem multimídia, com recursos de animação tridimensional e links hipertextuais. O lançamento terá a presença do diretor do Arquivo Histórico Militar de Lisboa, Aniceto Afonso, que cedeu os direitos de publicação e assina a apresentação do livro, exaltando-o como “um acontecimento cultural de grande relevo”.

Mas há um primeiro autor que deu início a tudo, quando a forma de registro recorrente da história no Brasil ainda era a dos calígrafos medievais: o engenheiro militar José Correia Rangel. De nacionalidade indefinida, Rangel escreveu de próprio punho o Códice de Santa Catarina do qual seus seguidores partem para compor as 223 páginas do dossiê moderno. Em letra cursiva esmeradamente talhada a pena e no português do século XVIII, Rangel compôs o documento duas partes: a primeira contém o levantamento das fortificações, que na época chegaram a ter uma população de quase mil habitantes, e dos uniformes das tropas da Ilha de Santa Catarina (atual Florianópolis) e do Rio Grande de São Pedro (primeira cidade do estado vizinho). Apresenta ainda relações com quantidades precisas das guarnições militares existentes e dos armamentos e demais petrechos de artilharia, todos quantificados e discriminados com minúcia e precisão. A parte final do documento redescoberto traz um detalhado inventário de todos os mantimentos existentes nos armazéns das vilas gaúchas de Rio Grande, Porto Alegre e Rio Pardo. Extensas listagens de armas, munições, ferramentas, utensílios, móveis, tecidos, vestimentas, medicamentos; objetos de uso pessoal, religioso e militar; acessórios de montaria e veículos de transporte, instrumentos musicais (mostrando que a vida nas fortalezas não era tão dura) entre outros artefatos e equipamentos diversos oferecem matéria prima para historiadores da vida privada e pública.

Em 76 páginas de manuscrito, o autor entremeia 29 estampas coloridas, com desenhos aquarelados dos uniformes, das plantas das fortificações e dos mapas gerais de levantamento dos lugares fortificados das duas povoações. O bom gosto e talento na elaboração do incunábulo revelam a provável formação do autor em escolas jesuítas do Rio de janeiro, biografado no início do livro, conforme mostra sua biografia no início da obra. Pinçados na tropa entre os mais capazes intelectualmente e habilidosos nas artes dos desenhos, os engenheiros se destacavam dos oficiais comuns e da massa inculta dos exércitos coloniais, relegada ao analfabetismo. “Eles foram nossos primeiros urbanistas e projetistas de fortificações, igrejas, palácios, edifícios administrativos e outras obras civis e militares, muitas ainda presentes nos centros históricos das nossas cidades”, explicam os organizadores no prefácio.

Como viviam, como sobreviviam, como se organizavam, como se vestiam, o que comiam, o que consumiam, como casavam e constituíam família, como se divertiam, o que faziam os moradores das cidades fortificadas? Sem saber, o futuro capitão deixou um dos documentos mais antigos e importantes da história das fortificações dos dois estados, uma fonte para historiadores pesquisarem o cotidiano da vida militar, o estudo das fortificações portuguesas no Brasil e para a compreensão das origens históricas dos dois estados.  Antes de ser incorporado ao acervo do Arquivo Histórico Militar de Lisboa, o relatório técnico pertenceu no século XIX ao general de Divisão do Exército Português, Jaime Agnelo dos Santos Couvrer, grande colecionador de manuscritos e foi adquirido em 1919 pela Livraria dos Paulistas, de Lisboa.

Ao tomar conhecimento da existência do documento, em 2006, Tonera, que é também coordenador do Projeto Fortalezas Multimídia da UFSC, enviou projeto ao diretor da instituição portuguesa, Aniceto Afonso, solicitando permissão para que a universidade o publicasse na íntegra com as devidas complementações, transcrições e contextualizações sem os quais seria incompreensível para o grande público. O produto que chegará às mãos do leitor que comparecer ao lançamento é resultado, portanto, de um sonho acalentado durante cinco anos por essa rede de investigadores que começou a escrever, já no século XVIII, o grande Códice das Fortalezas.

SERVIÇO

Lançamento: “As Defesas da Ilha de Santa Catarina e do Rio Grande de São Pedro em 1786 – de José Correia Rangel”.

Organizadores: Roberto Tonera e Mário Mendonça de Oliveira.

Data: 6 de setembro de 2011 – terça-feira

Horário: 19 horas

Local: Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa

Praça XV de Novembro – Florianópolis/SC

Publicação: Editora da UFSC

Patrocínio: Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Florianópolis/Fundação Cultural        Franklin Cascaes

Apoio cultural: Unimed Grande Florianópolis

Apoio para o lançamento: Universidade Federal de Santa Catarina;  Projeto Fortalezas da Ilha/ Secarte-UFSC, Projeto Fortalezas Multimídia – UFSC; Museu Histórico de Santa Catarina.

Por Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)

Contatos: (48) 99110524 – 37219459

raquelwandelli@yahoo.com.br

raquelwandelli@reitoria.ufsc.br

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Tags: fortalezassanta catarinaUFSC

Administração Central lamenta ocupação do prédio da Reitoria

26/08/2011 08:58

A Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), após informar em assembleia geral dos estudantes, realizada em 25/08/2011, a disposição em atender as reivindicações do movimento discente, foi surpreendida pela decisão dos estudantes de ocupar por tempo indeterminado o prédio da Reitoria.

O ato intempestivo e inconsequente fere o direito de ir e vir, e macula, ao mesmo tempo, o caminho do diálogo aberto e franco que vinha sendo trilhado até o momento.

O fechamento dos acessos à Reitoria traduz-se em atitude extrema e irresponsável, e, com certeza, merecerá a reprovação da sociedade, que, afinal das contas, suporta e mantém essa Instituição. A história mostra que a violência e a radicalização em regimes democráticos perdem legitimidade junto à população.

Feitas estas considerações, a Administração da UFSC alerta que, além da Universidade e da Sociedade, os maiores prejudicados pela ocupação serão, em última análise, os próprios estudantes.

Advertimos, ainda, que o espaço da Reitoria é público e, portanto, não deve ser cerceado nem privado à comunidade pela radicalização do movimento discente.

A Administração Central da UFSC cobra uma posição clara e responsável do movimento estudantil, lembrando, em nome do direito e da democracia, que a saída para os conflitos passa, necessariamente, pela negociação.

Administração Central

Universidade Federal de Santa Catarina

Tags: Administração CentralocupaçãoreitoriaUFSC

Congresso sobre Design da Informação reunirá participantes de 12 países

25/08/2011 17:46

Entre os dias 28 e 31de agosto, será realizado o 5º Congresso Internacional de Design da Informação (CIDI) na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com a participação de 12 países. O evento ocorre em conjunto com o 4º Congresso Brasileiro de Design da Informação (INFODESIGN Brasil) e o 5º Congresso Nacional de Iniciação Científica em Design da Informação (CONGIC). Ao todo, serão apresentados 99 artigos e 112 pôsteres.

Como palestrantes estão os professores Alice Theresinha Cybis Pereira (UFSC), Luciano Guimarães (USP), Karel Van der Waarde (Avans University – Holanda), Antonio Martiniano Fontoura (UTFPR), Catherine Dixon (UAL/CSM – Inglaterra) e Américo da Conceição Mateus (Portugal).

Com periodicidade bienal, os três eventos são promovidos pela Sociedade Brasileira de Design da Informação (SBDI) desde 2003. Esta edição é organizada pela UFSC por meio do Programa de Pós-Graduação em Design, do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) e do Departamento de Expressão Gráfica.

Os eventos visam proporcionar uma oportunidade de intercâmbio entre pesquisadores, profissionais e estudantes do Brasil e do exterior, discutindo o estado da arte do Design da Informação, divulgando a produção científica brasileira e internacional e contribuindo para a sua consolidação no Brasil.

O Congresso Internacional e INFODESIGN Brasil são fóruns científicos de discussão e reflexão de questões relevantes aos caminhos e usos do design da informação na comunicação em nível nacional e internacional, a partir da perspectiva de pesquisa. O CONGIC possibilita a troca de conhecimentos entre estudantes e recém-formados que tenham desenvolvido trabalhos de pesquisa na área.

Confira a programação no endereço http://www.sbdi.org.br/congresso2011/novo/pt/data.php.

Outras informações pelo site www.sbdi.org.br/congresso2011/novo/pt/index.php.

Tags: CIDICONGICcongressoDesign da InformaçãoINFODESIGNUFSC

Cinema, Chá & Cultura exibe “A Casa de Chá do Luar de Agosto” nesta sexta

25/08/2011 15:42

Inaugurando as atividades do segundo semestre, a sessão do Cinema, Chá & Cultura ocorre no dia 26 de agosto (sexta-feira), às 19h, e exibe o filme “A Casa de Chá do Luar de Agosto” (The Teahouse of the August Moon), de 1956, uma comédia dirigida por Daniel Mann. O encontro é gratuito e aberto ao público.

A Casa de Chá do Luar de Agosto

Logo após a Segunda Guerra Mundial, capitão Fisby (Glenn Ford) é enviado ao interior do Japão para ensinar democracia à população. O primeiro passo seria construir uma escola, mas os alunos tentam persuadir o militar Fisby a fim de construir algo muito mais importante: uma casa de chá. Marlon Brando atua no filme no papel de Sakini, um intérprete japonês.

A mediadora neste encontro é Maria Cecília de Miranda N. Coelho, que é mestre em Filosofia (USP), doutora em Letras Clássicas (USP, com estágio de doutoramento na Brown University), pós-doutora pelo Núcleo de Estudos Antigos e Medievais (FALE-UFMG). Pesquisadora nas áreas de retórica e filosofia gregas, e também recepção da literatura grega no cinema, é uma das organizadoras do livro Cinema – lanterna mágica da história e da mitologia (EdUFSC, 2009). Atualmente é professora adjunta do Departamento de Filosofia da UFMG e Presidente da Sociedade Brasileira de Retórica.

Promovido pela Fundação Cultural BADESC e pela Cultura Inglesa de Florianópolis, Cinema, Chá & Cultura é um projeto dedicado à exibição de filmes relativos a obras literárias e cinematográficas da tradição anglófona, com a participação dos organizadores e de convidados, alternadamente. Para os organizadores Anelise R. Corseuil (UFSC), Brígida de Miranda (UDESC), Daniel Serravalle (UFSC), Leon de Paula (UDESC) e Maria Cecília de M. N. Coelho (UFMG), os encontros são uma oportunidade de exibir filmes variados e promover a discussão sobre literatura (principalmente a dramática) e cinema. A atividade, gratuita, começa com uma apresentação, durante a qual os participantes poderão se servir de chá, feito ao modo inglês, e oferecido pela Cultura Inglesa de Florianópolis. Em seguida será exibido o filme, legendado, em formato DVD.

Serviço

A Casa de Chá do Luar de Agosto (The Teahouse of the August Moon

Cinema, Chá & Cultura

Data: 26/08

Horário: 19h

Local: Fundação Cultural BADESC – R. Visconde de Ouro Preto, 216 – Florianópolis

Evento gratuito e aberto ao público

Mais informações:

Fundação Cultural BADESC – 3224-8846, fundacaocultural@badesc.gov.br

Cultura Inglesa de Florianópolis

R. Rafael Bandeira, 335 – Florianópolis – 3224-2696,

recepcaofln@culturainglesa-sc.com.br

Tags: Chá & Culturacinema

VI Simpósio Dano Ambiental na Sociedade de Risco

25/08/2011 12:44

Estão abertas na UFSC as inscrições para o VI Simpósio Dano Ambiental na Sociedade de Risco, evento que será realizado na de 28 a 30 de setembro. A promoção é do Grupo de Pesquisa Direito Ambiental e Ecologia Política na Sociedade de Risco, ligado ao Departamento de Direito.

Estratégias para superar os biorriscos da agricultura moderna; riscos tecnológicos e ambientais da radiação nuclear; riscos na governança da água e na energia eólica estão entre os temas que serão debatidos.

Informações: www.gpda.ufsc.br

Programação Preliminar:

– Dia 28/09/2011

10h: Conferência de Abertura – Fontes energéticas: sustentabilidade, mudanças climáticas e riscos ambientais

– Painel I- Gestão do Risco no Estado de Direito Ambiental
10h30min: Aspectos Jurídicos da Gestão do Risco no Estado de Direito Ambiental
11h: Riscos Tecnológicos e o Devido Processo Ambiental
11h30min: Direito Administrativo: Licitação Sustentável

– Painel II- Risco e energia nuclear
18h: Fusão, Fissão e Fukushima: Mitos e Perspectivas

– Dia 29/09/2011

– Painel III – Risco e Eficiência Energética
9h30min: Energia Eólica: Eficiência e Riscos Ambientais
10h: Energia Solar Fotovoltaica
10h30min: Bicombustíveis Aspectos Técnicos e Jurídicos
11h: Sustentabilidade e Eficiência Energética

Tarde

– Painel IV- Risco no Contexto Internacional
14h30min: Risco Energético e o Mercado Internacional
15h: Direito Internacional Ambiental e Proteção do Risco
15h30min: O Caso Belo Monte: aspectos técnicos e jurídicos
16h­­: Debates

– Painel V- Risco X Sustentabilidade
16h­30min:
Poluição Invisível e Risco Concreto

Dia 30.09.2011

Manhã
– Painel VI- Risco Tecnológico
10h: Toxidade e Nanotecnologia
10h30min: Aquífero Guarani e Risco de Contaminação
11h: Estratégias para superar os Biorriscos da Agricultura Moderna

Tarde
– Painel VII – Risco e Gestão dos Recursos Naturais
14h30min: Gestão Patrimonial de Recursos Marinho-costeiros
15h: Riscos de Eventos Meteorológicos Extremos
15h30min Biodiversidade e Riscos Ambientais
16h: Eficiência Energética nas Edificações
16h30min: Gestão da Defesa Civil face ao Risco da Mudança Climática

Tags: Simpósio Dano Ambiental na Sociedade de Risco

UFSC convida escolas para seu “circo da ciência”

25/08/2011 11:51

A Universidade Federal de Santa Catarina convida escolas do Estado para programarem com suas turmas visitas à décima Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão. O evento será realizado de 19 a 22 de outubro. A Sepex é uma mostra de centenas de projetos nas áreas de educação, saúde, cultura, tecnologia, comunicação, meio ambiente, trabalho e direitos humanos.

Assista reportagem da TV UFSC sobre a Sepex. O “circo da ciência” da UFSC é montado com uma estrutura de quase cinco mil metros quadrados em frente à Reitoria. É um dos principais eventos de popularização de ciência e tecnologia em Santa Catarina, oferecendo também dezenas de minicursos gratuitos, palestras e atividades artísticas. O encontro é integrado à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. Programe-se para visitar a mostra de projetos e participar também das palestras e atividades paralelas.

Palestras:
20 de outubro / 18h30min / Auditório da Reitoria
– Mudanças climáticas, desastres naturais e prevenção de riscos / Convidado: Carlos Nobre, Secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério de Ciência e Tecnologia.

21 de outubro / 9h / Auditório da Reitoria
– Ano Internacional da Química / Faruk José Nome Aguilera, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Catálise em Sistemas Moleculares e Nanoestruturados, com sede no Departamento de Química da UFSC.

21 de outubro / 14h30min / Auditório Garapuvu, Centro de Cultura e Eventos
– Desafios da Longevidade / Wilson Jacob Filho, coordenador do Serviço de Geriatria da Faculdade de Medicina da USP.

Eventos paralelos:
– 21° Seminário de Iniciação Científica (19, 20 e 21 de outubro, manhã e tarde, Centro de Cultura e Eventos)
– Café Científico (19 de outubro, 14h, Centro de Cultura e Eventos)
– Entrega do Prêmio Destaque Pesquisador UFSC 2011 (19 de outubro, 19h, Auditório Garapuvu, Centro de Cultura e Eventos)
– Workshop Mudanças Climáticas, Desastres Naturais e Previsão de Risco (20 de outubro, 9 às 18h, Auditório da Reitoria)

Mais informações: www.sepex.ufsc.br / sepex@reitoria.ufsc.br

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Tags: sepexUFSC

Final de semana tem II Festival de Música da UFSC

25/08/2011 11:00

Aberto ao público e gratuito, o festival será realizado na Praça da Cidadania

A produção musical da Grande Florianópolis vai reinar neste final de semana no palco do campus universitário com a realização do II Festival de Música da UFSC. Aberto ao público e gratuito, o festival vai fazer ecoar na Praça da Cidadania a diversidade de ritmos e batidas de 20 composições próprias classificadas. Realizado pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, o Festival abre às 18 horas do sábado (27/8), com a apresentação de dez bandas selecionadas e ao final show da John Bala Jones. O evento prossegue no domingo, dia 28, novamente a partir das 18 horas, com mais dez músicos selecionados e apresentação histórica do Grupo Engenho.

São quatro horas diárias de MPB, reggae, rock e samba. Desta vez os músicos investiram mais em ritmos atuais e populares entre a juventude e bem menos em experimentações com música instrumental, clássica ou medieval, que predominaram no festival passado.

“Teremos uma mostra animadora da qualidade e diversidade da produção local”, anuncia a secretária de Cultura e Arte da UFSC Maria de Lourdes Borges. Várias bandas que participaram do evento anterior foram novamente classificadas pela qualidade e originalidade das composições.

O coordenador do festival, o músico Marco Valente, que coordena também o Projeto 12:30, do Departamento Artístico Cultural da UFSC, destaca os trabalhos das banda Karibu, Somato, Cravo da Terra e Cultivo pela riqueza poética, construção harmônica, melódica e rítmica, criatividade e originalidade. Mas também espera ser surpreendido por outras bandas novas, cujo trabalho ainda não conhece. “A performance no palco faz muita diferença”, lembra o coordenador.

A segunda edição do Festival de Música da UFSC chega ampliada e melhorada. O número de inscritos que participou da seleção praticamente quadriplicou, qualificando ainda mais a seleção das músicas por uma comissão de cinco especialistas entre um total de 135 inscritas.

Tecnicamente, a estrutura física e sonora também foi melhorada. Houve uma grande evolução técnica na qualidade dos equipamentos de sonorização, informa Valente. “Teremos o que existe de melhor em termos de estrutura e equipamentos, com telão de LED de alta definição e sistema flying PA (Public Áudio)”.

O palco para as bandas terá uma estrutura bem maior do que a de 2010, com uma área coberta de oito metros de largura. E o público, além da ampla área livre do campus, também poderá assistir ais show em uma área coberta de 12 metros de profundidade e 20 de largura em caso de chuva.

Foram alocados equipamentos de última geração tanto para transmissão quanto para captação de som e imagem visando à gravação de um CD e um DVD de qualidade profissional, como o lançado no dia 13 de julho com as composições classificadas no I Festival.

Além da gravação, os músicos receberão troféus ao final do evento, que terá a apresentação e animação do locutor Guina. Na segunda, 22, o coordenador do evento e a equipe da SeCArte reuniram-se para acertar os detalhes técnicos com as duas bandas âncoras, que deverão tocar estritamente até as 22 horas, em respeito à legislação regulamentar de shows em áreas residenciais.

A John Bala Jones, criada no final dos anos 90, que toca som pop, e o Grupo Engenho, que ficou famoso nos anos 70 e 80 com a produção de rock regional, foram escolhidas para valorizar o trabalho de música autoral na Grande Florianópolis, explica Valente. Vale dizer que pela primeira vez o grupo leva ao palco todos os integrantes desde a separação da banda.

Em um novo contexto e de modo não competitivo, o evento recria o ambiente dos grandes festivais universitários que se projetaram como um espaço fundamental para o incentivo à produção musical e meio de contato entre o público e os artistas. “Queremos promover a formação de um público apreciador da música local e impulsionar o trabalho de novos músicos”, explica a secretária Maria de Lourdes Borges.

Acompanhe as informações sobre o festival no site www.secarte.ufsc.br ou pelo festivaldemúsica@facebook.com

Programação

Apresentações do dia 27/08/2011 – Sábado

Ordem Músico / Banda
1 Entrando no País das Maravilhas – Banda Karibu
2 Não Esbarra – Banda Aislados
3 Kama – Taoana Padilha
4 Dominó – André Pacheco Henrique
5 Le Feu d’Amour – Banda Somato
6 Skalpelado – Banda Bergos
7 Discos do Roberto – Banda Supergrandes
8 Menino do Gueto – Banda Menino do Gueto
9 Ousada – Banda Zazueira
10 Esse Novo Disfraz – Nathalia Britos Gasparini

Apresentações do dia 28/08/2011 – Domingo

Ordem Músico / Banda
1 Tereza – Darlan Freitas
2 Cecília – Roberto Tonera
3 Voz do Coração – Banda Habitantes de Zion
4 Vaga-Lumes – Luciano Arnold
5 Inquietude – Caren Martins
6 Menino – Lucas Quirino
7 O Alguidar de Aguiar – Banda Cravo da Terra
8 Jazmim – Marcos Baltar
9 Groove Zone – Banda Top Groove
10 Impermanência – Banda Cultivo

Mais informações: http://facebook.com/festivaldemusicaufsc

Por Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte) / Contatos: (48) 99110524 – 37219459 / raquelwandelli@yahoo.com.br / raquelwandelli@reitoria.ufsc.br / www.secarte.ufsc.br


Tags: festival de música

Nove centros de ensino têm seu Destaque Pesquisador UFSC 2011

25/08/2011 10:25

Com a indicação do professor Edio Luiz Petrosk do Centro de Desportos para receber o Prêmio Destaque Pesquisador UFSC/2011, são nove as unidades de ensino que já divulgaram sua escolha. A homenagem acontecerá no dia 19 de outubro, a partir de 19h, em conjunto com a abertura do XXI Seminário de Iniciação Científica da UFSC – evento integrado à décima edição da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex).

O reconhecimento de docentes com elevada contribuição às atividades de ensino, pesquisa e extensão com o Prêmio Destaque Pesquisador foi iniciada em 2010, como uma das ações do cinquentenário da Universidade.

Em 2011, cada um dos centros de ensino da universidade foi novamente convidado a indicar um professor. A Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão sugeriu aos centros de ensino que fizessem sua seleção partindo de critérios próprios, mas também levando em conta o impacto ou o potencial de impacto das pesquisas realizadas pelo pesquisador, publicações em veículos de reconhecida excelência, a formação de recursos humanos na pós-graduação e o reflexo dos estudos no reconhecimento da UFSC como centro de excelência na área.

O objetivo da homenagem é intensificar a divulgação da produção científica e tecnológica da instituição, mostrando à sociedade quem são as pessoas que fazem com que a Universidade Federal de Santa Catarina figure entre as mais produtivas universidades brasileiras. Segundo o último ranking Webometrics, a UFSC está entre as cinco melhores universidades brasileiras, sendo a sexta na América Latina.

Pesquisadores já indicados:

Aloísio Nelmo Klein / Centro Tecnológico
Edio Luiz Petrosk /  Centro de Desportos
Eloir Paulo Schenkel / Centro de Ciências da Saúde
José Rubens Morato Leite / Centro de Ciências Jurídicas
Miguel Pedro Guerra / Centro de Ciências Agrárias
Newton Carneiro Affonso da Costa Junior / Centro Sócio-Econômico
Reinaldo Naoto Takahashi / Centro de Ciências Biológicas (CCB)
Ruth Emília Nogueira / Centro de Filosofia e Ciências Humanas
Ruy Exel Filho / Centro de Ciências Físicas e Matemáticas

Mais informações:

Débora Peres Menezes / Pró-Reitora de Pesquisa e Extensão / debora@reitoria.ufsc.br / 3721-9716

Jorge Campagnolo / Diretor de Projetos de Pesquisa / campagnolo@reitoria.ufsc.br / 3721-9437

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

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Wagner Figueiredo recebe prêmio Destaque Pesquisador UFSC 50 Anos

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Raul Antelo recebe Prêmio Destaque Pesquisador UFSC 50 Anos

Tags: premio destaque pesquisador

Encontro discute 10 anos da Reforma Psiquiátrica neste fim de semana

25/08/2011 09:28

A UFSC realiza de 28 a 30 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos, o IX Encontro Catarinense de Saúde Mental. Este ano o evento tem como tema “10 anos da Lei da Reforma Psiquiátrica: desafios e perspectivas da atenção psicossocial”.

Estão confirmados três convidados internacionais, entre eles o chefe de psiquiatria do Ministério da Saúde Pública de Cuba. O encontro vai promover o debate sobre o impacto social e os desdobramentos da Lei de Reforma Psiquiátrica, iniciativa que tem a participação entusiástica de alguns e a resistência férrea de outros profissionais.

A meta  é promover e aprofundar debates sobre as práticas, concepções teóricas e estratégias da Política Nacional de Saúde Mental entre acadêmicos, gestores, profissionais da atenção psicossocial, usuários e sociedade civil em geral. A promoção é do Grupo de Pesquisas em Políticas de Saúde, ligado à Universidade Federal de Santa Catarina, e da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme).

O coordenador do evento, professor do Departamento de Saúde Pública da UFSC Walter Oliveira, é editor científico da revista Cadernos Brasileiros de Saúde Mental e coordenador do Grupo de Trabalho em Desinstitucionalização do Conselho Estadual de Saúde do Estado de Santa Catarina, além de membro do Grupo de Trabalho sobre  Hospitais de Custódia da Procuradoria Federal de Direitos do Cidadão. É também coordenador dos projetos de extensão Humanizarte e Terapeutas da Alegria.

Informações: http://www.ccs.ufsc.br/saudemental/ (48) 3721-9492 / encontro.sc.saudemental@gmail.com
Contato com o coordenador do evento, professor Walter Oliveira: walter@ccs.ufsc.br

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Tags: reforma psiquiátricaSaúde Mental

Poeta e jornalista Carlos Damião é o convidado do Círculo de Leitura

25/08/2011 08:46

Natural de São José, o jornalista trabalhou em diversos veículos de comunicação

O poeta e jornalista Carlos Damião Werner Martins é o convidado da edição de agosto do Círculo de Leitura de Florianópolis. Ele falará sobre livros e leituras às 18h desta quinta-feira, dia 25, na Sala Harry Laus da Biblioteca Universitária da UFSC, no bairro Trindade, em Florianópolis. Natural de São José, 55 anos, trabalhou em vários veículos de comunicação da Capital, incluindo os jornais alternativos Desterro e Contestado, e também militou na política estudantil nos anos da ditadura militar.

Damião já foi editor-chefe do Jornal de Santa Catarina, do jornal O Estado e do AN Capital. Trabalhou no antigo SBT e hoje atua como colunista do jornal Notícias do Dia, do grupo RIC Record. Também é apresentador e comentarista da rádio Guarujá.

Publicou os livros “Força de expressão” (Prêmio Luiz Delfino de Poesia, FCC Edições, 1983), “A palavra imediata” (EdUFSC, 1987), “Dons” (Letras Contemporâneas, 1994), “Alquimia da paixão” (Terceiro Milênio, 1995), todos de poesia, e a biografia  “Meyer Filho – Vida & Arte” (FCC, 1996). Tem mais um livro de poemas, “Museu de afetos”, pronto para ser editado.

O Círculo

Criado pelo poeta Alcides Buss, o Círculo de Leitura é um projeto que permite ao convidado e aos presentes discutirem informalmente sobre os livros que estejam lendo, as leituras do passado e as influências de outros autores sobre o seu trabalho. Escritores e jornalistas como Salim Miguel, Oldemar Olsen Jr., Fábio Brüggemann, Inês Mafra, Mário Pereira, Maicon Tenfen, Cleber Teixeira, Dennis Radünz, Rubens da Cunha, Renato Tapado, Raimundo Caruso, Nei Duclós, Marco Vasques, Zahidé Muzart, João Carlos Mosimann, Mário Prata, Rogério Pereira, Moacir Pereira, Celso Martins, Rosana Bond, Silveira de Souza e Tabajara Ruas foram alguns dos participantes das etapas anteriores do projeto.

BREVE ENTREVISTA

Como foram suas primeiras experiências em relação à leitura? Em sua casa, na infância e na adolescência, havia um ambiente de estímulo ao contato com os livros e o conhecimento?

Carlos Damião – Minha mãe foi normalista, ensinou-nos a ler e escrever em casa. Daí para os livros foi um passo.

Que livros e autores mais o atraíram nessa fase? E depois, na idade adulta, que leituras foram mais marcantes?

Damião – Comecei pelos básicos, Machado de Assis e José de Alencar. Aos 14 anos, conhecendo Iaponan Soares (que trabalhava com meu tio Antônio Carlos Werner), tive contato com a literatura brasileira moderna, tanto poesia quanto ficção. Leituras essenciais: Carlos Drummond de Andrade, J. J. Veiga, Rubem Fonseca, Emanuel Medeiros Vieira, Holdemar Menezes, Silveira de Souza, Vinicius de Moraes, Rodrigo de Haro, Lindolf Bell, Alcides Buss, Ricardo Hoffmann, fundamentais para minha formação.

Você acompanhou os momentos de transformação política do país, a ditadura, a abertura política etc. Nesse tempo, a imprensa enfrentou pressões e ajudou na resistência, especialmente através dos jornais alternativos. Fale um pouco sobre isso.

Damião – Trabalhei em dois jornais alternativos, o Desterro (com Cesar Valente, Emanuel Medeiros Vieira, Pedro Port e Raimundo Caruso) e o Contestado (com Nelson Wedekin). Foi uma época de muita efervescência cultural. Tivéssemos hoje 50% daquela efervescência, haveria muito mais qualidade na política e nos costumes.

Num tempo tantos apelos (na mídia, na internet), como vê a relação dos jovens com os livros e a leitura?

Damião – Acho que, ao contrário do que dizem, os jovens leem bastante. Tomo pela minha filha Carolina, de 11 anos, para quem compro dois livros por mês. E ela não lê por obrigação. Acho que tudo é complementar – internet, redes sociais, cultura –, tudo caminha para a interatividade total. Eu, por exemplo, divulgo poemas no twitter há alguns meses. Tenho também uma página (blog) de poesia que está parada por falta de tempo. E curioso, para mim, é que a internet virou um veículo para divulgação cultural.

Na mesma linha, de que forma seleciona suas leituras, diante de tantas possibilidades e da avalanche de edições de livros no Brasil?

Damião – Sou muito seletivo. Acabo de comprar uma reedição da obra completa de Carlos Drummond de Andrade. Também comprei obra completa de Vinicius de Moraes. Tem uma fase na vida em que a gente lê de tudo. Eu sigo o que aprendi com Salim Miguel: a partir de uma determinada idade, passei a ler só o que me interessa. E quando não tem o que me interessa, releio bons livros que tenho em casa, inclusive clássicos de filosofia e literatura.

Que tipo de leitura prefere hoje e o que está lendo no momento?

Damião – Estou relendo a obra completa de Carlos Drummond de Andrade. Releio também Georges Simenon, criador do inspetor Maigret (a literatura policial é minha segunda paixão, depois da poesia). E já estou me preparando para reler toda a obra de Fernando Pessoa, minha referência absoluta (Álvaro de Campos e o próprio Fernando) em poesia universal.


Mais informações com Carlos Damião pelo telefone (48) 9959-1327.

Tags: Círculo de Leitura

UFSC busca padrão de mapas para pessoas cegas

25/08/2011 08:32

Matriz e mapa tátil produzido no Laboratório de Cartografia Tátil e Escolar

Os estudos da UFSC na área de cartografia tátil resultaram em propostas de padronização que procuram qualificar mapas para pessoas cegas e com baixa visão. Desenvolvido junto ao Laboratório de Cartografia Tátil e Escolar, setor ligado ao Departamento de Geociências, o trabalho é realizado em parceira com a Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) e a Associação Catarinense para Integração do Cego (ACIC).

“No começo muitas pessoas cegas tinham receio dos mapas táteis”, lembra a professora Ruth Emilia Nogueira, pesquisadora da área de cartografia que acolheu o pedido de ajuda da Federação Catarinense de Educação Especial para adaptação de mapas para deficientes visuais.

Usar o título sempre na parte superior; a simbologia para o norte no campo superior esquerdo (o que facilita o posicionamento do mapa) e uma escala que tem como referência a medida do dedo para simbolizar distâncias aproximadas são algumas das propostas de padronização testadas com pessoas cegas.

“O uso da ponta do dedo indicador como referência para medidas nos mapas foi um pulo do gato. O corpo é usado como referência para escala nas representações gráficas para a pessoa que não possuem a visão”, explica a professora, orientadora de diversos projetos de conclusão de curso e de pós-graduação na área de cartografia.

Segundo ela, os produtos da cartografia tátil podem funcionar como recursos educativos e também como facilitadores para a movimentação em edifícios públicos de grande circulação. Entre eles, terminais rodoviários, de metrô, aeroportos, shopping centers, campi universitários e centros urbanos.

Atlas Geográfico Tátil
Os estudos no Laboratório de Cartografia Tátil e Escolar resultaram em diversos materiais, entre eles um Atlas Geográfico Tátil e um Globo Terrestre Tátil. Os produtos do grupo contemplam diversas peças voltadas para o ensino. Entre elas, mapa tátil das regiões do Brasil, de hidrografia, população e política. Há também mapas voltados para mobilidade, como o do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, do Centro de Florianópolis, do Terminal Centro de Florianópolis e da Rodoviária Rita Maria. Todos para leitura com as mãos e disponíveis para download e reprodução a partir do site www.labtate.ufsc.br.

Com a colaboração do professor Adriano Henrique Nuernberg, do Departamento de Psicologia, em um dos projetos de pesquisa mais recentes o grupo avalia a elaboração de conceitos geográficos em estudantes com deficiência visual congênita. A meta é gerar subsídios teóricos para a produção de materiais cartográficos e princípios pedagógicos que permitam ampliar as condições de acesso ao conhecimento espacial por esse grupo.

Outra pesquisa tem como objetivo continuar os estudos para concepção e produção de padrões cartográficos brasileiros para mapas táteis do espaço urbano central e de ambientes internos de edifícios públicos de grande circulação.

“Conseguir ler um mapa é fundamental para domínio do espaço social e físico”, defende a professora Ruth, escolhida este ano pelo Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC como Destaque Pesquisadora 2011. Sua dedicação à cartografia será homenageada no mês de outubro, durante a Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC (Sepex).

Catálogo de símbolos e materiais para mapas táteis
Além de diversos mapas táteis, no site do Laboratório de Cartografia Tátil e Escolas é possível acessar o Catálogo de Materiais Utilizados na Elaboração de Mapas Táteis.O projeto teve o apoio da Finep e do CNPq, como proposta de padronização de mapas táteis para o Brasil e como forma de dar subsídios para a comissão encarregada dessa tarefa na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O catálogo de símbolos e materiais mostra os métodos de produção dos mapas táteis em papel microcapsulado e em acetato (uma espécie de fibra).

Traz também detalhes sobre os métodos usados na matriz artesanal dos mapas táteis, construída com componentes simples como cordão, cortiça, miçangas, papel e cola. Nessa fase, miçangas de dois milímetros são usadas para representação dos símbolos que definem os Trópicos e o Equador, por exemplo. Miçangas enfileiradas, que o grupo denomina “do tipo rosário”, são usadas para representar as linhas dos trópicos e Câncer e Capricórnio. Uma cortiça representa o símbolo do norte geográfico.

O grupo alerta que para confeccionar mapas táteis é fundamental a utilização de materiais que sejam agradáveis ao toque e que não machuquem os dedos dos leitores. Materiais como lixa, areia e texturas ásperas ou pontiagudas não devem ser empregadas. Deve-se evitar também materiais muito moles ou que se desfaçam facilmente, pois podem deformar e passar informações inverídicas ou inexatas.

Mais informações: ruthenogueira@gmail.com / (48) 3721-9362, ou Ramal: 8593

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Saiba Mais:

– O Artigo 59 da LDB afirma que os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização peculiar para atender às suas necessidades.

– Entretanto, ainda não existem normas na Associação Brasileira de Normas Técnicas sobre a elaboração de Mapas Táteis.

– De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% da população mundial possui alguma deficiência

– No Brasil, dados do censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2000 indicam que aproximadamente 14,5% da população possuíam pelo menos uma deficiência. O percentual representa mais de 24,5 milhões de brasileiros.

– De acordo com esse censo, 16,6 milhões de brasileiros possuem alguma ou grande dificuldade de enxergar.

– Entre os que se declaram ser incapazes de enxergar, 620 mil têm menos de 40 anos.

Tags: cartografiaDestaque Pesquisadormapas táteis

A Antropóloga volta em cartaz no Cinespaço Beiramar

24/08/2011 17:03

A pedido do público, longa-metragem catarinense premiado e aplaudido ganha nova temporada depois de estreia de sucesso

Quem não assistiu A Antropóloga, filme catarinense de maior repercussão de todos os tempos, tem agora mais uma oportunidade. Depois de uma temporada de sucesso em todas as salas alternativas e do circuito comercial, o longa-metragem de Zeca Nunes Pires está de volta no Cinespaço Beiramar, a partir desta sexta-feira (26/8), sempre às 18h50min, na sala 5. Vencedor do Edital da Fundação Catarinense de Cultura, A Antropóloga estreou no final de abril e permaneceu em cartaz durante dois meses no Cine System, no Shopping Iguatemi. O suspense envolvendo ciência, misticismo e cultura popular conquistou uma audiência recorde e comentários elogiosos da crítica e do público, que aplaudiu a trama ambientada no cenário da Costa da Lagoa.

Produzido com apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e de diversos departamentos da universidade, o filme retorna em cartaz no circuito comercial a pedido do próprio público. “Fiquei muito satisfeito com o resultado inicial. Agora, passando a temporada dos blockbusters, a Imagem Filmes, o Cinespaço e o Shopping Beiramar cumprem a promessa de trazê-lo de volta às telas atendendo a um pedido de pessoas de toda a Ilha”, diz Zeca Pires, que é diretor do Departamento Artístico Cultural da UFSC. Zeca acredita que a renovação dos equipamentos do Cinespaço Beiramar fará uma diferença perceptível, valorizando a qualidade técnica da obra, que ostenta um elenco nacional e experiente, protagonizado por Larissa Becker.

Sinopse

Aos 33 anos, a antropóloga portuguesa Maria de Lourdes Gomes Azevedo Ramos (Malu) realiza na Costa da Lagoa – reduto açoriano na Ilha de Santa Catarina – sua pesquisa de doutorado na área de etnobotânica. Sua viagem para a Costa da Lagoa não representará apenas um marco em sua carreira acadêmica, mas uma série de desafios emocionais que colocam a protagonista no limite entre a razão e a imaginação, ciência e misticismo, crença e ceticismo, amor e paixão.

Com dona Ritinha, benzedeira mais conhecida na comunidade, Malu inicia o aprendizado da cultura mística que os descendentes de açorianos preservam no local. Ao acompanhar o tratamento com ervas da mata atlântica que ela ministra em Carolina – filha do médico local-, Malu entra em contato com o sobrenatural e envolve-se na sua cura. Contrariada pelo pai da menina, a antropóloga enfrenta o ceticismo científico, antes propagado por ela própria. As evidências são muitas e Malu se vê levada a montar o painel de coincidências, situações sobrenaturais, intuições, constatações místicas e induções dos moradores da comunidade. Após intenso conflito interior com sua razão acadêmica, a estudiosa decide singrar a verdadeira viagem rumo ao desconhecido – o lugar de onde jamais voltará.

Mais informações e fotos no site www.aantropologa.com.br.

Zeca Nunes Pires – 48 9971-7951

Texto: Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)

Contatos: (48) 9911-0524 – 37219459 – raquelwandelli@yahoo.com.brraquelwandelli@reitoria.ufsc.brwww.secarte.ufsc.br



Tags: A Antropólogazeca pires

Vestibular UFSC 2012: isenção até 15 de setembro

24/08/2011 16:54

Com a divulgação do edital de seu Vestibular 2012, a Universidade Federal de Santa Catarina recebe até o dia 15 de setembro solicitações de isenção da taxa de inscrição. Este ano o valor da taxa  será de R$ 105,00. Candidatos aos cursos de Licenciatura e para o curso de Pedagogia têm desconto de 50%. Estudantes que buscam uma vaga em outros cursos poderão requerer isenção total do pagamento da taxa de inscrição via CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) ou por meio de comprovação de carência socioeconômica.

Para solicitar isenção via CadÚnico, o estudante cadastrado neste sistema deverá acessar o site www.vestibular2012.ufsc.br/index.php?s=isencao e preencher o formulário eletrônico de Requerimento de Isenção, informando o Número de Identificação Social (NIS). O presidente da Comissão Permanente do Vestibular (Coperve/UFSC), professor Júlio Szeremetta, alerta que o número deve ser do candidato. No ano anterior, alguns estudantes encaminharam à Coperve o NIS de um familiar, o que não é aceito pela Universidade.

Para solicitar a isenção via comprovação de carência socioeconômica, o candidato deverá encaminhar à Coperve requerimento e documentação específica. As orientações serão detalhadas no site do Vestibular 2012 . O concurso será realizado nos dias 10, 11 e 12 de dezembro, das 14h às 18h. As inscrições serão abertas de 20 de setembro a 19 de outubro, no site www.vestibular2012.ufsc.br . O Vestibular UFSC 2012 vai oferecer 5.991 vagas em 85 cursos e habilitações, nos quatro campi da instituição, localizados nas cidades de Florianópolis, Araranguá, Curitibanos e Joinville. São dois novos cursos: Veterinária (oferecida no campus de Curitibanos) e Meteorologia (em Florianópolis).

Novidades:

Provas em mais cidades
– Este ano as provas do concurso serão realizadas em 23 cidades, seis a mais em relação ao concurso anterior. Os novos municípios de provas são Brusque, Jaraguá do Sul, Caçador, Concórdia, Rio do Sul e São Miguel do Oeste. Estas cidades serão também pontos de recebimentos dos documentos para isenção da taxa de inscrição.

Mais peso para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)
O peso do Enem passa de 20% para 30%. O candidato que desejar utilizar a nota do Exame Nacional de Ensino Médio de 2009, 2010 ou 2011 no Vestibular UFSC 2012 deverá fazer essa opção no Requerimento de Inscrição.

Libras como segunda língua
O candidato deverá optar por uma segunda língua, escolhida entre as seguintes: alemão, espanhol, francês, inglês, italiano ou libras. Mas, atenção, somente poderão optar por Libras como segunda língua os candidatos que solicitarem a realização das provas na Língua Brasileira de Sinais.

Campanha
O tema da campanha deste ano é Inovação e qualidade ao alcance de todos.

Mais informações: (48) 3721-9200.

Assista ao vídeo produzido pela TV UFSC: http://www.youtube.com/tvufsc/#p/u/3/izYiGIJTrfg

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Fique atento:

– Passos para solicitar a isenção do pagamento da taxa no Vestibular UFSC 2012:

O candidato deve:

I –   Acessar o site www.vestibular2012.ufsc.br/index.php?s=isencao no período de 17 de agosto a 15 de setembro de 2011 e preencher o formulário eletrônico de Requerimento de Isenção;

II –   Enviar para a Coperve, via internet, o formulário preenchido;

III –   Imprimir o Comprovante de Requerimento de Isenção da taxa de inscrição, assinando-o no local indicado;

IV –   Anexar os documentos comprobatórios solicitados e anotar o número de folhas anexadas ao requerimento impresso;

V –   Colocar o requerimento e a documentação em um envelope destinado à Coperve/UFSC – Solicitação de Isenção, identificando o remetente com o número do requerimento de isenção;

VI –   Encaminhar o envelope contendo o requerimento assinado e a documentação anexada para a Coperve até o dia 16 de setembro de 2011, através de um dos seguintes meios:

a)  Via correios, por Sedex  ou carta  registrada  com  Aviso de Recebimento (AR), para  Coperve/UFSC, Campus Universitário, Bairro Trindade, CEP 88040-900, Florianópolis, Santa Catarina;

b)  Via Postos de Recebimento nas cidades de Santa Catarina onde serão realizadas as provas.

Tags: isenção de taxaVestibular UFSC 2012

12° Encontro Ibero-Americano de Governo Eletrônico e Inclusão Digital

24/08/2011 16:29

O Grupo de Pesquisas “Governo Eletrônico, Inclusão Digital e Sociedade do Conhecimento” da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica que está aberta a Chamada de Trabalhos para o 12° Encontro Ibero-Americano de Governo Eletrônico e Inclusão Digital, que será realizado nos dias 3 e 4 de novembro, na cidade de Curitiba.

Tópicos de Interesse:

1- Democracia, convergência e inclusão digital.

2- e-gov no poder judiciário.

3- e-gov no poder executivo.

4- e-gov no poder legislativo.

5- Experiências, Aplicações, Modelos e métodos do e-gov.

Datas Importantes:

Abertura do ambiente de envio: 01/08/2011

Data Final para submissão: 31/08/2011

Contato com autores de trabalhos aceitos: 28/09/2011

Data para entrega das versões finais: 05/10/2011

Informações gerais:

– Os artigos aceitos serão publicados na revista eletrônica “Democracia Digital e Governo Eletrônico”, vol. 1, n° 4.

– O artigo dever ser inédito. Os autores devem se comprometer a não submetê-lo simultaneamente para a publicação em outras revistas.

– Todos os artigos serão avaliados por 2 (dois) membros do conselho editorial da revista (double blind review), ou seja, sem a identificação do(s) autor(es) durante o processo de avaliação.

– São limitadas duas submissões por autor;

– Cada artigo pode conter, no máximo, quatro autores.

– O artigo deverá ser submetido através do sistema de submissão eletrônica da Revista Democracia Digital e Governo Eletrônico, no endereço http://buscalegis.ufsc.br/revistas/index.php/observatoriodoegov.



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