A assistente social Érica Zorzi Ferreira realiza atendimento no HU. Foto: divulgação/HU-UFSC
Desde a sua fundação, nos anos 80, o Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) conta com assistentes sociais que atuam na equipe multiprofissional em praticamente todas as unidades de internação, nos ambulatórios e em grupos que prestam serviços específicos, como o Acolhe (para pessoas em situação de violência). O grupo de assistentes sociais inclui residentes e estagiários.
O chefe da Unidade de Atenção Psicossocial do HU, Deidvid de Abreu, explicou que as assistentes sociais atuam basicamente em três linhas: alta complexidade adulto, saúde da mulher e da criança e urgência e emergência. O trabalho privilegia a atenção aos pacientes e familiares e a articulação em equipe multiprofissional do HU e demais instituições que compartilham da garantia do cuidado integral em saúde e dos direitos sociais. (mais…)
No Dia Nacional e Mundial da Imunização, 9 de junho, especialistas do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) lembram que a vacinação é o caminho para prevenção e controle de doenças, tendo grande impacto na redução da mortalidade e na saúde em geral da população. No Brasil, desde 1973 existe o Programa Nacional de Imunizações (PNI), que desenvolve várias campanhas de vacinação contra doenças que assombravam o Brasil, como a pólio, além de controlar, por exemplo, casos de difteria, tétano, coqueluche, sarampo, varicela, rotavírus, H1N1 e meningite no país.
O pediatra e diretor interino da Unidade de Cuidado da Criança e Adolescente do HU, Fábio Schneider, explicou que o termo imunização, embora seja mais amplo, se refere basicamente à vacina, um instrumento importante para o combate e controle de doenças. “Campanhas que lembrem a importância da imunização são fundamentais porque hoje em dia muitas pessoas não veem doenças que se tornaram raras ou mesmo inexistentes justamente graças à vacinação e acabam não acreditando que estas doenças existam. É o caso do sarampo, que voltou a se tornar uma preocupação porque muita gente deixou de vacinar”, disse o especialista.
NGD e LDU são unidades integradas com ênfase no design universal, inclusivo e de saúde. Foto: divulgação/NGD-LDU/UFSC
Máscaras, face shields – normais e com lupas especiais para dentistas –, caixas de intubação e extubação, ventiladores mecânicos, laringoscópios, leitos e guinchos elétricos. Desde o início da pandemia de Covid-19, alunos e professores do Núcleo de Gestão de Design (NGD) e do Laboratório de Design e Usabilidade (LDU) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) vêm produzindo uma série de equipamentos para ajudar profissionais da saúde e pacientes, em uma ação denominada Plantão Covid-19. Do projeto à distribuição, todo o trabalho é efetuado por voluntários e viabilizado por meio de doações de insumos e parcerias que envolvem diversas unidades da UFSC e de outras universidades, hospitais, instituições públicas e empresas, além do apoio de pessoas físicas e da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão (Fapeu).
Foi em 10 de março de 2020 que o grupo começou a fazer e a receber uma série de contatos com a finalidade de buscar maneiras de contribuir com o combate à Covid-19. “Nesta mesma semana, conversamos com várias pessoas, dentre elas amigos no Brasil, Espanha, Itália, México, profissionais da área da saúde (médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, etc.), outras IES [instituições de ensino superior], a própria equipe do laboratório, e notamos que toda a estrutura do NGD I LDU, poderia ser muito bem aproveitada neste momento”, traz o relatório das atividades. No dia 23 daquele mês, mesmo com a suspensão de aulas e demais atividades presenciais, o grupo obteve autorização oficial para ingressar no laboratório. Desde então, não parou mais. (mais…)
A Semana do Meio Ambiente, comemorada de 5 a 9 de junho, é a oportunidade para lembrar do papel de cada um na preservação do ambiente. No Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) existe um programa de aproveitamento de resíduos sólidos que, além de inserir o hospital no esforço mundial por um mundo mais sustentável, atende a determinações legais e beneficia famílias que vivem da reciclagem de material.
Um estudo publicado na revista científica britânica Acupuncture in Medicine mostrou que o uso da acupuntura ajudou profissionais de saúde a lidarem com o sofrimento desencadeado durante a pandemia da Covid-19. O artigo foi escrito com base na experiência de 340 atendimentos para trabalhadores do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) de abril a julho de 2020.
Estes atendimentos fazem parte de uma série de atividades desenvolvidas pela Unidade de Atenção Psicossocial (UAP) do HU no ano passado, quando foi realizado um programa de atendimento para enfrentamento do sofrimento psíquico provocado e/ou intensificado pela pandemia. Entre as atividades, além do atendimento individual com homeopatia, psiquiatria e psicologia, foram abertos grupos de atendimento pela psiquiatria e escuta qualificada para profissionais e gestores do hospital.
O médico acupunturiatra Ari Ojeda Ocampo Moré participou do projeto no HU/UFSC e é um dos autores do artigo denominado Acupuncture for Brazilian healthcare workers facing mental health problems during the COVID-19 pandemic na revista, a principal publicação científica mundial da área de acupuntura. Ele explicou que, dos 340 atendimentos feitos no período, 83% eram de pacientes que relataram queixa de algum tipo de sofrimento mental; 27% reclamavam de dor e 17% de outros problemas relacionados à mudança na rotina de trabalho.
“A compreensão dos três profissionais da medicina acupuntura e dois residentes de acupuntura envolvidos neste projeto é que houve uma melhora expressiva nos sintomas de trabalhadores tratados com acupuntura”, disse Ari Moré, explicando que o artigo indica a importância de futuros ensaios clínicos para abordar o impacto da acupuntura nestes casos.
O médico acupunturiatra explicou que tais resultados vão ao encontro de vários estudos científicos que demonstram que a acupuntura promove a modulação da conectividade de diversas áreas do sistema límbico (áreas responsáveis pelo processamento das respostas emocionais) e que se correlaciona com a recuperação da sensação de bem-estar psíquico. “Há também estudos que comprovam a eficácia da acupuntura em casos de ansiedade e depressão”, complementou.
Além de Ari Ojeda Ocampo Moré, participaram da publicação do estudo os médicos acupunturiatras Luciana Kiehl Noronha e João Eduardo Marten Teixeira, as médicas residentes em Acupuntura Andrea Ruschel Träsel e Fernanda Maria de Faria e Sousa, e o assistente social e chefe da UAP do HU, Deidvid de Abreu.
Deidvid sinaliza que existem diversas formas de cuidado em saúde mental, sendo que a parceria com a acupuntura foi fundamental para contribuir no cuidado com os trabalhadores do HU.
O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) conta com novos gestores para a Gerência de Atenção à Saúde (GAS) e para a Gerência Administrativa (GAD). As nomeações foram oficializadas por meio das portarias 90 e 91/2021 publicadas no dia 2 de junho no Boletim de Serviço da instituição.
O farmacêutico Junior Andre da Rosa assume a Gerência de Atenção à Saúde (GAS) e o enfermeiro Michel Maximiano Faraco é o novo gestor da Gerência Administrativa (GAD) do Hospital Universitário
A GAS será ocupada pelo farmacêutico e bioquímico Junior Andre da Rosa, que estava ocupando o cargo de Chefe da Divisão de Gestão do Cuidado do HU; e a GAD ficará a cargo do enfermeiro Michel Maximiano Faraco, ex-chefe da Divisão de Apoio Diagnóstico e Terapêutico do hospital.
Junior Andre da Rosa possui graduação em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Católica de Pelotas; é mestre e doutor em Farmácia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). No HU, atuou como farmacêutico clínico, preceptor e subcoordenador da Residência Integrada Multiprofissional em Saúde. Tem experiência na área de Farmácia, com ênfase em Farmácia Clínica, Farmácia Hospitalar, Atenção Farmacêutica e Uso Racional de Medicamentos.
Michel Maximiano Faraco é graduado em Enfermagem na UFSC (2003) e em Gestão Hospitalar (Unopar, 2017). Tem pós-graduação em Gestão dos Serviços de Enfermagem, MBA em Gestão Hospitalar, Enfermagem em Terapia Intensiva, Qualidade e Segurança no Cuidado ao Paciente, mestrado e doutorado em Enfermagem pelo Programa de Pós-graduação em Enfermagem da UFSC. No HU, atuou como enfermeiro intensivista e chefia de enfermagem da UTI. Tem experiência no cuidado intensivo, coordenação de projetos de implantação de estabelecimentos assistenciais de saúde e gestão de serviços de saúde.
As gerências de Atenção à Saúde e Administrativa fazem parte do Colegiado Executivo, que é composto pela Superintendência e pelas gerências do hospital e é responsável pela tomada de decisões e planejamento das atividades dos hospitais universitários gerenciados pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
As chefias das divisões de Apoio Diagnóstico e Terapêutico e de Gestão do Cuidado serão ocupadas interinamente por membros da equipe do HU e, em seguida, será aberto processo seletivo para ocupação destes cargos, seguindo o regulamento da Ebserh.
O dia 6 de junho é o Dia Nacional do Teste do Pezinho, como é conhecida a coleta de sangue de recém-nascidos para identificação de doenças metabólicas, genéticas e infecciosas. O tratamento precoce destas doenças possibilita o desenvolvimento físico e mental adequado às crianças, sendo que no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) todas as crianças que ficam mais de dois dias internadas têm amostras recolhidas.
A chefe da Unidade de Cuidados Intensivos e Semi Intensivos Neonatais (UTI Neo) do HU, Carolina Junges, explicou que o teste deverá ser realizado entre o segundo e quinto dia de vida do recém-nascido, sendo observadas as particularidades de cada caso, como prematuridade e transfusão sanguínea. Portanto, os bebês que têm alta em até 48 horas são encaminhados para a coleta de amostra na Unidade Básica de Saúde (UBS) de suas comunidades. No ano passado foram coletadas 321 amostras na instituição, sendo a maioria de pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.
Com esta simples coleta, um direito de todo recém-nascido no Brasil, é possível identificar precocemente: Hipotireoidismo Congênito (HC), Fenilcetonúria (PKU), Doença Falciforme (DF), Aminoacidopatias (AA), Fibrose Cística (FC), Hiperplasia Adrenal Congênita (HAC) e Deficiência de Biotinidase (BIO), sendo que foi sancionada uma lei prevendo a ampliação do número de doenças cobertas por este teste.
Carolina Junges explicou que, na prática, o profissional de Enfermagem responsável pela assistência faz a coleta da amostra, que é colocada em um cartão próprio para este procedimento e, em seguida, em um envelope destinado à Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional, no Paraná, responsável pela realização do Programa Nacional de Triagem Neonatal, que também é credenciada como Laboratório Especializado em Triagem Neonatal para o estado de Santa Catarina.
Os casos positivos são encaminhados para tratamento, o mais rápido possível, diminuindo as chances de que o recém-nascido venha a desenvolver complicações graves causadas pelas doenças pesquisadas.
O Dia Nacional do Teste do Pezinho, instituído pela Lei nº 11.605/2.007, tem como meta informar à população os objetivos do Programa Nacional de Triagem Neonatal, a importância da realização do teste e sua obrigatoriedade para todos os recém-nascidos.
A médica pediatra do HU-UFSC/Ebserh, Giovana Carla Trilha, ressaltou a importância da realização deste teste. “O teste detecta doenças que se não forem tratadas precocemente podem levar a sequelas e, se forem identificadas a tempo, têm tratamento”, explicou. Unidade de Comunicação Social- HU/UFSC/Ebserh
“Comprometa-se a parar de fumar durante a pandemia da Covid-19”. Este é o lema da campanha do Dia Mundial sem Tabaco, comemorado em 31 de maio, segundo nota técnica do Instituto Nacional do Câncer (INCA), que, desde o final da década de 1980, articula um conjunto de ações dentro do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT). No Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), as ações são organizadas pelo Núcleo de Estudos e Tratamento do Tabagismo (Net-Tab), que promove campanhas e realiza ações junto a pacientes com o objetivo de conscientizar sobre os riscos do tabagismo, além de apresentar formas de terapia e tratamento, uma vez que o tabagismo é uma doença crônica.
A coordenadora do Net-Tab, professora Leila Steidle, explicou que a campanha deste ano mantém as informações básicas sobre os riscos do tabagismo e traz um foco sobre a Covid-19. A nota técnica do Inca alerta que o tabagismo pode ser um fator de risco para agravamento da doença provocada pelo coronavírus.
Conforme a nota do INCA, o tabaco causa diferentes tipos de inflamação e prejudica os mecanismos de defesa do organismo. Por esses motivos, os fumantes têm maior risco de infecções por vírus, bactérias e fungos e são acometidos com maior frequência de infecções como sinusites, traqueobronquites, pneumonias e tuberculose. Por isso, é possível dizer que o tabagismo é fator de risco para o agravamento da Covid-19. Sendo assim, o fumante possui mais chances de desenvolver sintomas graves da doença.
Anualmente, no Dia Mundial sem Tabaco, o INCA promove e articula uma grande campanha nacional sobre o tema com as secretarias estaduais e municipais de saúde e de educação dos 26 Estados e Distrito Federal e com outros setores do Ministério da Saúde e do governo federal que integram a Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro da OMS para o Controle do Tabaco (CQCT/OMS).
O objetivo é orientar sobre o uso de medicamentos para pacientes nas unidades de emergência, leitos de enfermaria e de terapia intensiva, sendo aplicável a todos os serviços de saúde, públicos e privados. O documento não trata de medicação para gestantes e puérperas e para pacientes não hospitalizados.
O estudo foi solicitado pelo Ministério da Saúde a sociedades de especialidades médicas, e Rosemeri Maurici foi indicada pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). O documento foi elaborado sob coordenação do pneumologista e professor da Universidade de São Paulo Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho e contou com participação de 30 especialistas, na elaboração e organização.
A médica explicou que o documento é destinado a profissionais de saúde em geral e, especificamente, para os profissionais que atuam em ambiente hospitalar. Segundo ela, o material, que passou pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec-SUS), vai se traduzir em uma publicação em revista científica nacional e já está sendo distribuído pelo Ministério da Saúde.
A equipe de Terapia Ocupacional do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) está atuando na reabilitação dos pacientes pós-Covid-19 para ajudar na restauração das sequelas decorrentes da própria doença ou do processo de internação. As profissionais da equipe, assistem também os pacientes com outras condições clínicas internados na UTI Adulto, UTI Neonatal, enfermarias adulto e pediátrica e Ambulatório de Pediatria (neste caso, especificamente para crianças que estiveram internadas na UTI Neonatal da instituição).
O HU-UFSC, desde 2019, passou a contar com três terapeutas ocupacionais – Daniela Locindo Souto, Juliana Prestes Ferigollo e Débora Evelin Felix Quirino de Almeida-, as quais fazem parte da primeira equipe desta profissão no hospital. A equipe desempenha as suas atividades basicamente em quatro frentes: aplicando terapias quando há comprometimento na parte cognitiva (memória, por exemplo); nas dificuldades de comunicação (uso da comunicação alternativa, por exemplo); na parte sensório-motora (movimentos dos membros e sensações tatéis, por exemplo) e no treino das Atividades de Vida Diária (AVD) (alimentação, higiene pessoal e vestuário, por exemplo). (mais…)
A pandemia trouxe medo, ansiedade, irritação, isolamento e sensação de insegurança e, por isso, muita gente decidiu recorrer a uma estratégia conhecida da humanidade há milênios, com o objetivo de preservar a saúde mental – a meditação. A prática é lembrada em todo o mundo no dia 21 de maio, o Dia Mundial da Meditação. Quem utiliza as técnicas garante que os resultados são positivos e há estudos que comprovam que é possível ativar determinadas áreas do cérebro com técnicas e relaxamento.
A neuropsicóloga do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) Rachel Schlindwein-Zanini explica que a meditação é uma prática antiga de autorregulação do corpo e mente, com origem em tradições orientais que se caracteriza por um grupo de técnicas atencionais capaz de produzir efeitos psicossomáticos. Ela cita entre as práticas de meditação o Mindfulness.
“Acredita-se que ela poderia ativar uma rede de regiões do cérebro, como a ínsula (associada à compaixão, empatia e autoconsciência), o putâmen (ao processo de aprendizagem) e algumas porções do córtex cingulado anterior, podendo interferir em algumas funções autonômicas e em funções cognitivas mais voltadas ao córtex-frontal (como planejamento, tomada de decisão e modulação do comportamento social)”, explica a profissional, alertando, porém que nada é totalmente inócuo. “Pode ter efeitos diferenciados, como em pessoas com esquizofrenia. Daí a importância do paciente conversar com um médico ou psicólogo sobre sua condição”, disse a especialista. (mais…)
Doação de Leite Humano: a pandemia trouxe mudanças, a sua doação traz esperança. Este é o slogan deste ano para a campanha do Dia Nacional e Mundial da Doação de Leite Humano, 19 de maio, uma iniciativa de Rede Global de Bancos de Leite Humano (rBLH). O objetivo é sensibilizar para o tema, retratando o momento atual de desafios devido à pandemia da Covid-19. Instituições de todo o mundo estão realizando ações e divulgando material sobre o tema.
No Hospital Univerisitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), profissionais que trabalham na maternidade alertam para a importância da doação do leite humano, devido à demanda e à necessidade de manter a oferta. Segundo especialistas, o leite humano é fundamental para a saúde e desenvolvimento do bebê e, em alguns casos, como o de bebês muito prematuros, é o único alimento recomendado pelo médico.
De acordo com a Comissão de Incentivo ao Aleitamento Materno (CIAM) do HU-UFSC, toda mulher que amamenta é uma potencial doadora e são tomados todos os cuidados para que esta prática seja mantida, oferecendo este importante alimento para bebês cujas mães não conseguem amamentar.
A coordenadora da CIAM, Isabel Maliska, disse que as mães que amamentam e querem e podem doar devem procurar diretamente os bancos de leite das cidades. Para moradores da região de Florianópolis, há dois bancos na cidade (na Maternidade Carmela Dutra e no Hospital Infantil) e um banco em São José (no Hospital Regional).
Para doação de leite na região de Florianópolis
– Banco de Leite Humano Maternidade Carmela Dutra (Centro), telefone 48-3251-7552
– Banco de Leite Humano do Hospital Infantil Joana de Gusmão (Agronômica), telefone 48-3251-9141
– Banco de Leite Humano do Hospital Regional de São José – Dr. Homero de Miranda Gomes (Praia Comprida), telefone 48-3271-9158
Consulta em diabetes realizada com a presença de enfermeiras do HU e professoras do Departamento de Enfermagem da UFSC
O enfrentamento da pandemia da Covid-19 exigiu rápida adaptação das equipes assistenciais para garantir o atendimento aos pacientes, e a busca de soluções baseadas na tecnologia foi uma das alternativas encontradas. No Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), equipes da Enfermagem conseguiram, com sucesso, atender demandas assistenciais recorrendo ao teleatendimento e à teleconsulta.
As profissionais de Enfermagem Adnairdes Cabral de Sena, Daniele Farina Zanotto, Ingrid Elisabeth Bohn, Isabel Berns Kuiava, Isabel Cristina Alves Maliska, Mabel Vieira de Souto, Nayara Mariano e Silvana Alves Benedet relataram essa experiência, que será publicada em capítulo de livro, por ocasião da Semana Brasileira de Enfermagem. As profissionais lembram que o recurso tecnológico surgiu da necessidade de atender às demandas assistenciais existentes fora do âmbito da pandemia e, ao mesmo tempo, seguir as novas regras sanitárias, situação que se enquadra dentro do tema central da Semana neste ano: “O trabalho em Enfermagem no contexto de crise”. (mais…)
Dois músicos da Associação Coral Santíssima Trindade fizeram uma homenagem nesta quarta-feira, 12 de maio, para a equipe de Enfermagem do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), no hall principal do hospital. O convite para a apresentação foi feito pela Associação Amigos do Hospital Universitário (AAHU).
Foram apresentadas canções para o público que passava pelo local, marcando as festividades da Semana da Enfermagem. O maestro do coral Miguel Philippi e a cantora Gabriela Amarillo (ele na voz e violão, ela na voz) apresentaram as canções Laços, de Nando Reis e Ana Vilena; Stand by me, de John Lennon, e Bridge over troubled water, de Paul Simon. Os músicos se apresentaram de máscara e o público manteve distância.
Miguel Philippi disse que o Coral está funcionando de forma remota e que esta parceria entre o HU e os músicos já foi realizada em outras ocasiões, mas desta vez foi necessário adaptar a apresentação às exigências criadas após a pandemia. Ele convida aos interessados em conhecer os trabalhos do Coral a visitarem o seu canal (Miguel Philippi) no YouTube.
O dia 10 de maio é o Dia Mundial do Lúpus, data reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para conscientizar sobre os sintomas do Lúpus Eritematoso Sistêmico, uma doença autoimune crônica de origem multifatorial e difícil diagnóstico. A doença é diagnosticada e tratada por um reumatologista, acomete mais as mulheres e aparece principalmente entre 20 e 40 anos.
O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU – UFSC/Ebserh) tem equipe de especialistas que tratam a enfermidade, com base nas características de cada indivíduo. O atendimento é personalizado e o objetivo é melhorar a qualidade de vida do paciente, uma vez que não há cura. Para chegar aos profissionais do hospital, é preciso ser encaminhado pelo Sistema de Regulação (Sisreg), procurando inicialmente uma Unidade Básica de Saúde (UBS).
Por ser um hospital terciário e concentrar casos graves, diversos pacientes de Santa Catarina são referenciados e acompanhados pela equipe do HU, que dispõe de reumatologistas que atuam no ambulatório para este atendimento especializado. A equipe manteve atendimento aos pacientes referenciados durante a pandemia, sendo que no hospital há um fluxo separado para pacientes, que são orientados a tomar todos os cuidados como uso de máscara e distanciamento.
A médica reumatologia Andressa Miozzo Soares, do HU – UFSC/Ebserh, explicou o que é uma doença autoimune: “No caso deste tipo de doença, há um ataque do próprio organismo do paciente direcionado a si mesmo. Os sintomas são muito amplos pois este ataque pode dirigir-se a praticamente qualquer órgão”. Além da pele e das articulações, a doença pode atingir rins, fígado, cérebro, pulmão, entre outros, com sintomas específicos para cada uma destas áreas.
Vinte segundos que salvam vidas. Este é o recado dos profissionais do serviço de controle de infecção hospitalar para divulgar a campanha do Dia Mundial de Higienização das Mãos, comemorado em 5 de maio. Os vinte segundos se referem ao tempo mínimo que deve ser dedicado para friccionar as mãos usando o álcool em gel para a higienização das mãos, segundo estudos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No caso de lavar as mãos com água e sabão, estudos indicam que o tempo mínimo é de 30 a 40 segundos.
O objetivo do dia 5 de Maio é estimular os profissionais de saúde a desenvolver ações que reforcem a adesão à prática de higienizar as mãos como medida essencial para prevenção e controle de infecções, e ganha uma importância ainda maior no cenário da pandemia.
No Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) estas ações são desenvolvidas pelo Setor de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente, que desenvolve iniciativas permanentes sobre o tema. Nesta quarta-feira, uma equipe vai visitar os setores do hospital, e os próprios profissionais do setor vão se fantasiar de frasco de álcool e seringa, para chamar atenção do público. “Trata-se de um momento lúdico, no qual é passada a mensagem de forma objetiva e séria, pois a correta higienização das mãos é considerada um procedimento barato e efetivo para evitar a transmissão de doenças, como a Covid-19”, disse e enfermeira Taise Klein, do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), lembrando que, além das fantasias haverá distribuição de bisnagas de álcool que foram fornecidas pelo Setor de Farmácia Hospitalar do HU para a campanha. (mais…)
Ernani Lange de São Thiago, sobrinho do professor Polydoro Ernani de São Thiago (Foto: Divulgação)
Sobrinho do patrono do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), o médico Ernani Lange de São Thiago afirma que o tio, Polydoro Ernani de São Thiago (1909-1999), deixou para as novas gerações, além do legado histórico, uma mensagem sobre a importância da formação profissional baseada em muito estudo. “Ele não compreendia a Medicina sem conhecimento efetivo, sem livros, muitos livros”, afirma o médico, que concedeu entrevista para lembrar da trajetória de seu tio na série de reportagens “HU-UFSC 41 anos”.
“Ele passou a todos nós, médicos, esta base, esta estrutura de formação”, afirma Ernani de São Thiago, lembrando de uma frase do tio para resumir a importância desta formação associada a uma história de amor e dedicação: “Medicina é sacerdócio, exige muito estudo e muito amor. Esta frase é integralmente dele. É ele em sua essência”.
Segundo ele, o tio sempre percebeu o médico mergulhado na sociedade, para compreendê-la e exercer a Medicina de forma integral. “Ele era apaixonado pela Medicina e esta paixão ele transferiu para o HU”, afirma o sobrinho que herdou do tio, além da profissão, a paixão pela Medicina e a dedicação ao estudo.
Polydoro Ernani de São Thiago nasceu em São Francisco do Sul, em 22 de junho de 1909 e faleceu aos 90 anos, em 26 de novembro de 1999. Formado na Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil em 1935, foi o grande idealizador e um dos fundadores do Hospital da Universidade Federal de Santa Catarina, que leva seu nome, tendo sido também o primeiro Diretor do HU-UFSC, no período de 11 de março de 1980 a 13 de janeiro de 1981.
Escreveu sete livros, entre eles, “Promovendo saúde e ensino: Hospital Universitário de Santa Catarina” e “A Medicina e suas Transições Através dos Séculos”, lançado em 1997, ano que foi admitido como Patrono de Cadeira e membro Titular da Academia Catarinense de Letras e, em 1998, teve seus méritos de médico e escritor reconhecidos por seus pares.
Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, o atendimento a pacientes oncológicos e onco-hematológicos no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) não parou, de acordo com o chefe da Unidade de Hematologia e Oncologia da instituição, o enfermeiro Daniel Silveira da Silva.
“Os atendimentos continuaram, até pelo perfil dos pacientes, que não podem ter o tratamento paralisado. Houve alguns momentos em que fizemos redução nas agendas, buscando proteger o paciente para não vir ao hospital sem necessidade extrema de estar pessoalmente. Em alguns casos, as equipes fizeram atendimento telefônico, por exemplo. Mas nós seguimos atendendo todos os pacientes sem atrasar o tratamento, a menos que houvesse uma indicação (paciente com Covid, por exemplo)”, explicou.
Daniel reconhece que, no cenário da pandemia, no entanto, a situação não pode ser considerada normal para todos. “Houve momentos em que a equipe avaliou os riscos e benefícios de algumas condutas, como manter a quimioterapia em pacientes pós-Covid ou com Covid”, afirmou.
Para aumentar a segurança dos pacientes, o setor de quimioterapia passou a atender por um período em um prédio fora do hospital. “Passamos a atender em uma área externa para evitar que entrassem no hospital e isso demandou a revisão de alguns fluxos e uma reorganização do serviço. Mais recentemente, voltamos a atender dentro do ambulatório e, com este retorno, buscamos melhorias na estrutura física, reparos e revisão de fluxos para garantir a segurança do paciente”, disse.
O chefe da unidade relata alguns desafios que a equipe enfrentou e vem enfrentando, como a necessidade de garantir a testagem ágil dos pacientes no caso de suspeita de infecção por coronavírus e a sobrecarga de trabalho do setor de saúde devido à pandemia. Outro problema apontado pelo profissional foi de ordem afetiva, de grande importância para a equipe e para os pacientes atendidos no HU.
“Uma questão bem específica que temos de enfrentar é a falta de contato físico. Quando nossos pacientes terminam o tratamento, a equipe de enfermagem tem por hábito dar um abraço coletivo. Mas, durante a pandemia, este abraço não pode acontecer e é um problema, pois as questões afetivas e emocionais foram bastante afetadas”, descreveu.
Apesar da necessidade deste distanciamento físico, a equipe procura manter os pacientes com a autoestima elevada e participa de ações como a campanha Vá de Lenço, quando todos vêm trabalhar com lenços para homenagear os pacientes que passam a usar este adereço durante o tratamento. Também são mantidas todas as orientações para cuidados em casa, especialmente durante a pandemia.
Daniel disse que, além dos cuidados comuns a todas as pessoas, como manter o distanciamento social, higienizar as mãos e usar máscaras, os pacientes oncológicos e onco-hematológicos são orientados a tomar alguns cuidados específicos. “A gente orienta a cuidar da higienização dos alimentos para evitar uma infecção intestinal, por exemplo, a ingerir líquidos regularmente durante o período de tratamento, evitar exposição ao sol forte, usar protetor solar fator 30 pelo menos, manter atividades físicas, ter uma boa higiene oral para evitar inflamação da mucosa bucal”.
Ele explicou que os pacientes, em razão da doença de base e do tratamento, podem ficar mielosuprimidos, ou seja, com a imunidade mais baixa; portanto, têm um risco maior de infecções. A orientação destes cuidados extras é bastante importante, diz o enfermeiro, ressaltando que outro cuidado básico – o abraço – em breve vai estar de volta, fortalecendo a equipe e os pacientes.
A pandemia trouxe desafios inéditos para todas as áreas do setor de saúde, mas algumas atividades não puderam ser interrompidas e, para isso, equipe de funcionários, pacientes e até a estrutura física tiveram de passar por adaptações, garantindo a manutenção do serviço e a segurança de todos os envolvidos. É o caso do setor de hemodiálise, uma atividade que atende pacientes internados no HU em regime de 24 horas e pacientes externos, regulados, em horários fixos.
A chefe da Unidade do Sistema Urinário, Alzira Testoni, explicou que o setor teve de se ajustar rapidamente à nova realidade, criando áreas específicas para atender pacientes com Covid. “A equipe encarou o desafio, se organizou e conseguimos estruturar o serviço”, explicou Alzira, que é enfermeira especialista em Nefrologia.
Segundo ela, além do atendimento a pacientes internados e casos de emergência, o setor trabalha com 52 vagas para pacientes externos (que chegam pelo sistema de regulação), sendo que há usuários que estão há 14 anos sendo atendidos no HU. “A equipe tem uma profunda ligação com os pacientes, pois estamos permanentemente em contato”, disse a chefe, ressaltando que os pacientes são atendidos pela equipe multiprofissional e pelos 20 profissionais fixos do setor.
Este envolvimento se reflete em ações que são realizadas todo o ano, buscando ajudar os pacientes a enfrentar tanto a rotina do tratamento, que costuma ser longo, quanto situações específicas, como as dificuldades advindas com a pandemia.
“O paciente não pode ficar em casa, pois precisa continuar o tratamento; muitos dependem do transporte público e têm a imunidade baixa. Por isso, orientamos a redobrar os cuidados com distanciamento social, higienização e damos informações sobre nutrição, cuidados pessoais e outros detalhes, sempre com a participação da equipe multiprofissional”, explicou.
Outro fator que afeta os pacientes é a questão social. “Alguns pacientes são trabalhadores informais e, com a pandemia, estas famílias ficaram ainda mais fragilizadas. A equipe se mobiliza sempre que possível, em parceria com o Serviço Social do HU, para ajudar estas pessoas”, disse.
“Estas atividades ganharam um peso extra na pandemia, mas a solidariedade e o envolvimento da equipe com os pacientes são permanentes aqui no nosso setor. Comemorações de aniversário, Páscoa, Natal e outros já fazem parte do nosso calendário anual e isso ajuda os pacientes a enfrentarem as dificuldades, fortalece e dá ânimo para a própria equipe”, avaliou a chefe.
Ginecologista e professor, Luiz Fernando Sommacal faz parte do grupo de acretismo placentário no HU-UFSC. Foto: divulgação
Embora seja uma condição relativamente rara, o acretismo placentário é uma situação de alto risco para a mulher e está relacionado à maior necessidade de terapêutica transfusional, a complicações durante a cesárea e à infecção. Por isso, mulheres com a placenta acreta precisam de um tratamento especializado e uma equipe treinada para cirurgia.
O ginecologista e professor Luiz Fernando Sommacal, que faz parte do grupo de acretismo placentário no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), juntamente com os médicos Rodrigo Baron e Otto Feuerschuette, explicou que a placenta acreta caracteriza uma patologia na qual a placenta se adere à musculatura uterina e, em alguns casos, ultrapassa o limite natural desta musculatura, invadindo a bexiga ou o reto.
Segundo ele, normalmente os fatores de risco para a placenta acreta são incisão uterina anterior (uma cesárea, por exemplo), história materna de tabagismo, idade materna avançada, multiparidade e gestação gemelar. O sintoma mais predominante é o sangramento. “Trata-se de um sangramento que não se associa a esforço, trauma, dor e hipertensão, por exemplo”, afirmou. (mais…)
O dia 7 de abril é o Dia Mundial da Saúde, criado com o principal objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação da saúde para ter uma melhor qualidade de vida. Neste ano, esta data ganha um destaque ainda maior, considerando o contexto da pandemia. Afinal, cuidar da própria saúde é uma forma de cuidar da saúde de todos.
A gerente de Atenção à Saúde do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), Francine Lima Gelbcke, lembra, recorrendo a referências técnicas, que o termo saúde, quando se busca sua origem, está relacionado à qualidade dos seres em sua inteireza, totalidade, bem como solidez, firmeza e força. Também em sua origem grega ou romana, o estado de saúde tem relação com atividades do dia a dia, como comer, vestir, beber, com hábitos morais, políticos e religiosos, abrangendo todas as esferas da existência humana. E, na concepção ocidental moderna, tem uma forte relação com o combate às doenças. Para a Organização Mundial de Saúde, foi designada como o “estado de completo bem-estar físico, mental e social”.
“Em tempos de pandemia, como estamos vivenciando e que o mundo já vivenciou com pestes e epidemias, associado hoje à velocidade da informação, encontrar o ‘estado completo de bem-estar físico, mental e social’ torna-se um desafio”, disse a dirigente do hospital.
Integração dos novos profissionais do hospital. Foto: divulgação/HU-UFSC
O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) recebeu, na quinta-feira, 1º de abril, um grupo de seis profissionais. São empregados públicos efetivos aprovados no concurso nacional da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) que passaram a fazer parte do quadro de pessoal da instituição.
Foram integrados quatro médicos – um na especialidade de Cancerologia Infantil, um de Psiquiatria da Infância e Adolescência e dois Intensivistas –, um técnico em análises clínicas e um assistente administrativo.
Na integração, a superintendente do hospital, a médica Joanita Angela Gonzaga Del Moral, falou do desafio que o setor de saúde está enfrentando, o que reforça a importância da chegada de trabalhadores efetivos no hospital. “Agradecemos a vocês por aceitarem o desafio que o setor de saúde passa neste momento e esperamos que o HU seja o espaço de sua realização pessoal e profissional”, afirmou, levando palavras de esperança para a equipe.
A dirigente apresentou dados sobre o hospital, esclarecendo a importância do papel do profissional de saúde. “Nossa missão é cuidar e esperamos que vocês se sintam integrados ao grupo, que tem o compromisso de trabalhar de uma forma humanizada”, disse.
Após a apresentação de dados sobre o hospital, sobre a Ebserh e sobre as principais áreas de atuação do HU-UFSC, a nova equipe recebeu orientações sobre a rotina do trabalho, regras trabalhistas e sobre segurança do trabalho, entre outras.
“O paciente com Covid é muito instável, perde peso muito rapidamente, sendo que muitas vezes tem a necessidade de suplementação e um aporte maior de nutrientes. Nosso desafio é fazer com que se recupere o mais breve possível e tenha sua imunidade restabelecida com este suporte nutricional”. A fala da nutricionista clínica do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), Ana Cristina Mendes Garcez, traduz os desafios da equipe multidisciplinar no atendimento aos pacientes com Covid-19: a evolução rápida da doença, com o comprometimento do estado nutricional decorrente da falta de apetite, perda de olfato e paladar, febre, diarreia e até mesmo da necessidade de suporte de oxigênio complementar e demais aparatos para respirar. Para enfrentar esta situação, os nutricionistas clínicos têm papel fundamental, procurando recuperar o estado nutricional e fortalecer o sistema imunológico.
Segundo ela, além das necessidades nutricionais, a atenção especial para o paciente com Covid tem um aspecto emocional. “Com as restrições impostas pela pandemia em relação aos acompanhantes e visitantes, a atenção do profissional se faz necessária. Procuramos oferecer uma alimentação saudável, saborosa, de acordo com as preferências do paciente (quando possível), pois é uma forma de conforto nesse momento difícil pelo qual está passando”, afirma. (mais…)
A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) reabriu, na sexta-feira, 12 de março, as inscrições para a contratação temporária de profissionais visando ao combate à Covid-19. São três processos seletivos emergenciais (PSE), cujas inscrições podem ser realizadas via internet até às 12h da próxima sexta-feira, 19 de março.
No HU-UFSC, há vagas previstas no edital 01/2020 (anestesiologista, clínica médica, medicina de emergência e medicina intensiva); no edital 02/2020 (medicina do trabalho, plantonista e técnico em necropsia) e no edital 03/2020 (ginecologia e obstetrícia, infectologia, nefrologia, neonatologia, pneumologia e radiologia e diagnóstico por imagem). São vagas para formação de cadastro de reserva para atendimento direto ou indireto para pacientes confirmados ou suspeitos de Covid-19. (mais…)
Conforme comparação com estudo epidemiológico realizado nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) de todo o Brasil, a taxa de mortalidade de pacientes internados na UTI do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) está abaixo da média nacional e da média do Sul do Brasil: este índice chega a 59% no cenário nacional, enquanto no Sul a taxa é de 53% contra 22% no HU-UFSC.
A pesquisa foi publicada na revista científica Lancet e levou em consideração um levantamento realizado em todos os 256 mil paciente com Covid-19 em UTI de março a dezembro de 2020 em todo o Brasil. No caso do HU-UFSC, foram 242 internações e 55 óbitos no período, sendo que 81% necessitaram de ventilação mecânica e todos chegaram a precisar de oxigênio acima de 10 litros por minuto, o que indica que são casos graves da doença. A média de 22% se mantém neste ano.
O médico intensivista Rafael Lisboa de Souza, coordenador do corpo clínico médico da UTI Covid no HU, atribui a taxa da instituição, abaixo da média nacional, a alguns fatores como a criação de protocolos específicos para o tratamento de pacientes com Covid; a existência de um programa específico para a segurança do paciente; a formação acadêmica da equipe do hospital; e a existência de uma equipe multiprofissional em plantão permanente na unidade. (mais…)
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