O I Simpósio Catarinense de Clínica, Cirurgia e Anestesiologia de Pequenos Animais será realizado nos dias 4, 5 e 6 de maio no campus de Curitibanos com apoio da Federação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Inscrições e informações no site http://simcapeq.paginas.ufsc.br/.
O Laboratório Interdisciplinar para o Desenvolvimento de Nanoestruturas (Linden) da UFSC, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação em Santa Catarina (Fapesc) promoveram um workshop para apresentar as funcionalidades da nanotecnologia a empresários e fomentar a articulação entre indústrias e pesquisadores. O encontro, Soluções inovadoras em nanotecnologia para a indústria catarinense, foi realizado no Centro de Eventos da FIESC, durante a quarta-feira, 5 de maio. (mais…)
Uma demonstração técnica da montagem dos painéis de plástico reciclado e das redes de infraestrutura do sistema Infravias será realizada nesta quinta-feira, 7 de abril, às 9h. O projeto é uma solução inovadora de redes de infraestrutura urbana e está em construção no Sapiens Parque, em Canasvieiras, com previsão de conclusão para o final de abril.
A montagem das estruturas será aberta ao público e contará com a participação de gestores municipais de prefeituras da Grande Florianópolis, com representantes da Superintendência da Região Metropolitana da Grande Florianópolis (Suderf) e técnicos e especialistas da área de planejamento urbano e construção civil.
Segundo o coordenador do projeto, o engenheiro civil Aloisio Pereira da Silva, “o objetivo do evento é proporcionar à comunidade técnica e ao público em geral a oportunidade de interagir com o projeto, pois além de conhecerem todas as etapas de montagem do sistema in loco, estes poderão contribuir de forma a agregar conhecimento ao processo”.
O projeto está sendo desenvolvido através de pesquisa de doutorado, envolvendo a Universidade Federal de Santa Catarina e o Texas A&M Transportation Institute, com o apoio do governo do Estado de Santa Catarina, através da Suderf, da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), e de parceiros públicos e privados.
O projeto Infravias propõe a criação de um modelo sustentável de redes para instalações de infraestruturas urbanas, que remove as tradicionais instalações, tanto aéreas quanto aquelas enterradas sob as ruas, concentrando‐as de forma inovadora sob as calçadas de pedestres. Uma das vantagens é evitar a quebra do pavimento e a interrupção do trânsito durante a construção, manutenção, operação e ampliação das redes urbanas. Além de organizar os serviços de gás, água, esgoto, energia elétrica e comunicações de forma sistemática, o projeto traz melhorias ao sistema viário, contribuindo para o bem estar e qualidade de vida da população.
Durante a demonstração, serão montados os compartimentos e sistemas que irão abrigar os fios e tubulações que formam as redes subterrâneas. Para o coordenador do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis (Plamus), Guilherme Medeiros, “a proposta de organização da infraestrutura subterrânea apresentada pelo Infravias é uma solução que irá facilitar a implantação e a manutenção do cabeamento e tubulações, de forma racional e com baixo custo. Além disso, proporciona a melhoria das condições da infraestrutura na superfície, especialmente para os pedestres e ciclistas. É uma metodologia inovadora, mas ao mesmo tempo bastante simples de ser adotada, que permitirá uma melhoria de qualidade em nossas cidades”, explica.
Interesse ambiental e de segurança
Um dos conceitos na área da sustentabilidade utilizados no projeto é o de “lixo zero”. No modelo piloto, a base das valas é coberta com brita reaproveitada de resíduos da construção civil, uma condição que apoia uma política adequada de destinação dos restos de material de obras, demolições e reformas em toda a região metropolitana. Já os painéis que formam o fundo e os compartimentos das valas técnicas são feitos de plástico reciclado, obtido a partir da transformação do lixo urbano, coletado e reprocessado, garantindo sustentabilidade e relevância do projeto.
O modelo propõe ainda o uso de pavers, que são facilmente removidos e reaplicados, evitando o desperdício de material e tornando desnecessária a utilização de ferramentas de corte e equipamentos de escavação, que apresentam riscos tanto para os trabalhadores quanto para as redes. Os compartimentos são assim preenchidos com areia, que pode ser retirada através de aparelhos de sucção e também reaplicada no local, contribuindo para a segurança e proporcionando menos impacto ambiental.
Além das calçadas, o projeto propõe que ciclovias possam abrigar sistemas subterrâneos como o esgoto, rede de água reciclada, adutoras e drenagem de água pluvial, encorajando o enfoque em transporte multimodal (pedestre, bicicleta e automóvel). A ciclovia, com separação física da rua através de um jardim, torna o deslocamento mais seguro, além de propiciar um ambiente mais bonito e agradável.
Aqui também o projeto prevê uma estrutura que recolhe, armazena e filtra as águas das chuvas, para seu uso ou devolução de água limpa à natureza. O modelo possibilita ainda o ordenamento e cadastro urbano, já que cada rede estará em uma posição definida e as operadoras terão conhecimento preciso de sua localidade. O sistema poderá ser complementado com galerias técnicas em concreto em locais de grande concentração de infraestrutura subterrânea e linhas de distribuição, principalmente em metrópoles.
Dada a relevância do tema, a ABNT iniciou, em janeiro de 2016, o projeto de norma brasileira de número 18:600.25‐001 ‐ Galeria Técnica Pré‐Fabricadas em Concreto para Compartilhamento de Infraestrutura e Ordenamento do Subsolo. A norma diz respeito à elaboração de regras para a fabricação de galerias técnicas em concreto para compartilhamento de infraestrutura e ordenamento do subsolo.
Um encontro entre editores científicos catarinenses e a Fundação de Apoio à Pesquisa e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc) com o intuito de discutir critérios de participação e subsídios para com compor um edital de apoio à revistas científicas catarinenses foi realizado no dia 2 de março.
O encontro reuniu membros da Universidade do Estado de Santa Catrina (Udesc), Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Universidade Regional de Blumenau (Furb), Senac, Fapesc e representando a UFSC estavam as professoras Gleisy Fachin, coordenadora da Incubadora de Periódicos da UFSC, e Rosângela Schwarz Rodrigues, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação.
A reunião foi marcada após o XV Encontro Nacional de Editores Científicos (ENEC) realizado em novembro de 2015 em Florianópolis, com a organização da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC). Durante o evento foi realizado o Primeiro Seminário Pró-periódicos Catarinenses com o objetivo de dar mais visibilidade aos periódicos da região. Cinco editoras dos principais portais periódicos do estado puderam apresentar ideias sobre gestão, os critérios de acesso das revistas aos portais, o tipo de suporte disponibilizado aos editores científicos, e o setor responsável pelos portais na instituição.
Até o fim de maio, acadêmicos universitários, alunos de cursos técnicos e estudantes de graduações em mestrado e doutorado têm a oportunidade de ver seu projeto reconhecido. Estão abertas as inscrições para a 5ª edição do Prêmio Ciser de Inovação Tecnológica e alunos que tenham uma proposta inovadora podem participar. Realizado a cada dois anos, o prêmio tem como objetivo estimular o tema da inovação no meio acadêmico, reconhecendo jovens talentos e aproximando a economia do mercado.
Os projetos inscritos deverão apresentar novos produtos, sistemas de fixação ou alterações em itens já existentes no mercado. Serão aceitas também propostas que visem melhorias nos processos de produção de elementos de fixação. Sendo coerente com a temática, o trabalho será avaliado em critérios como impacto inovador, aplicabilidade, viabilidade técnica, viabilidade de mercado e qualidade. Entre os projetos inscritos, a comissão julgadora irá selecionar os três melhores de cada categoria para que estes integrem a última etapa da avaliação: a defesa oral da proposta. Depois desta etapa serão definidos os ganhadores.
Os autores dos trabalhos classificados em primeiro, segundo e terceiro lugar receberão premiações em dinheiro, troféus e certificados, assim como o professor orientador de cada projeto. A divulgação dos vencedores ocorre no dia 25 de agosto, data do evento de premiação. A inscrição dos projetos deve ser feita pelo site www.premiociserdeinovacao.com.br até 31 de maio. No site, também é possível ter acesso ao regulamento completo.
O Prêmio Ciser de Inovação Tecnológica conta com o apoio de entidades ligadas à inovação, como o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Fapesc e Anpei.
Com informações da assessoria de imprensa da Ciser.
Seis projetos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foram contemplados em chamada do Fundo Newton, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). Os pesquisadores vão desenvolver estudos conjuntos com britânicos, que vêm ao Brasil por períodos que variam de duas semanas a quatro anos. A chamada Fellowships, Research Mobility and Young Investigator foi lançada em 2015 em parceria com as Academias Britânicas no escopo do Fundo Newton.
Ao todo, foram submetidas 96 propostas, das quais 55 serão financiadas. O coordenador de Área Internacional do Confap, Mario Neto Borges, considera este um número elevado de propostas contempladas, representando 57% do total. As 41 propostas restantes não serão financiadas por alguma das seguintes razões: não se enquadraram; não foram recomendadas no mérito; ou ultrapassaram o limite de recursos que a FAP destinou para esta chamada. Ao todo, 17 FAPs estiveram envolvidas na chamada, sendo que 11 delas tiveram projetos selecionados em seus estados e vão dar contrapartida aos valores investidos pelo Fundo Newton.
São três as modalidades de auxílio: Fellowships, Research Mobility Grants, e Young Investigator Grants (esta última apenas no estado de São Paulo). As áreas de pesquisa atendidas foram: Engenharias, Ciências Naturais, Humanas, Sociais e Médicas (incluindo pesquisa clínica e orientada a pacientes). O início das atividades contempladas será em março.
A chamada foi lançada em julho de 2015 e encerrou a submissão de propostas em outubro. Devido à grande quantidade de projetos, houve atraso na divulgação dos contemplados, anteriormente prevista para dezembro de 2015.
Confira os nomes dos contemplados de Santa Catarina, seus parceiros de pesquisa e os títulos dos projetos:
Rodrigo Castelan Carlson (UFSC) – Konstantinos Ampountolas (University of Glasgow) – Cooperative and Flexible Public Transportation Systems (CFPTS).
Moisés Ferber de Vieira Lessa (UFSC) – David W P Thomas (University of Nottingham) – Enabling the Smart Grid through optimization of the power quality of distributed and renewable generation.
Yesid Ernesto Asaff Mendoza (UFSC) – Marin Varbanov Marinov (Newcastle University ) – A Systematic Method for designing Rail Services for Regional Rail Networks, incorporating Transfer and Application of New Technologies for both passengers and freight.
Mario Antonio Ribeiro Dantas (UFSC ) – Marcos A Rodrigues (Sheffield Hallam University) – Secure Cloud Access infrastructure and regional innovation support.
Rogerio Gomes de Oliveira (UFSC ) – Huashan Bao (Newcastle University) – Multiple effects and multiple stages chemisorption heat pump for solar thermal energy storage.
Mailce Borges Mota (UFSC) – Ali Mazaheri e Katrien Segaert (University of Birmingham) – Syntactic processing and the development of reading and writing skills: and EEG study with Brazilian chil.
Um grupo de oito pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) estudou nos últimos dois anos a dinâmica de disseminação do HIV e suas rotas de dispersão na região Sul do Brasil. Eles caracterizaram a epidemia do HIV quanto aos subtipos que circulam pela região, gerando informações que vão auxiliar na escolha dos medicamentos antirretrovirais e que poderão ser utilizadas na saúde pública. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde em dezembro de 2015 mostram que, apesar de a incidência de aids no Sul ter se mantido estável nos últimos, a região ainda possui o maior índice de detecção a cada 100 mil habitantes: 31,1 casos, bem acima da média brasileira, com 20,5 casos/ 100 mil habitantes. Santa Catarina é 3º estado com a maior taxa de aids, atrás apenas do Amazonas e do Rio Grande do Sul.
O estudo pode influenciar o direcionamento de campanhas públicas a públicos-alvo específicos para diminuir a transmissão do vírus e conter o avanço de novos casos, além de facilitar a identificação de fatores de risco ligados à infecção pelo HIV. “Investigações quanto à origem, disseminação e transmissão do HIV poderão garantir formas de beneficiar a saúde pública, caracterizando os principais pontos de transmissão, incluindo as cidades com importantes focos de disseminação, o comportamento de risco e a idade com o maior risco de infecção”, diz o coordenador da pesquisa, Aguinaldo Pinto.
O HIV é classificado em tipos, grupos, subtipos e formas recombinantes que se distribuem de maneira heterogênea na população mundial. No Brasil e na maioria dos países dos continentes americano e europeu, o HIV-1 subtipo B predomina; no entanto, na região Sul existe alta prevalência do subtipo C, uma forma viral de alta incidência mundial e atualmente responsável por mais da metade das infecções por HIV no mundo. “A epidemia do HIV-1 no Sul do Brasil é diferente da no resto do país. Principalmente em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, mas também em menor escala no Paraná, o HIV-1 subtipo C é muito prevalente”, relata o professor.
Os dados da pesquisa demonstram que a epidemia do HIV-1 subtipo C está em expansão pelo país, e seus dados são corroborados por outros estudos que encontraram uma crescente prevalência do subtipo também nas regiões Centro-Oeste e Sudeste. “Acreditamos que nossa pesquisa chama a atenção para a ascensão dessa nova forma do HIV-1 no Brasil e também contribui para identificar grupos que podem ser alvos de campanhas de saúde para prevenir a rápida disseminação do subtipo C”, afirma Aguinaldo.
A principal contribuição da pesquisa está na identificação de grupos que podem ser alvos de campanhas de saúde para prevenir a rápida disseminação do subtipo C. “No estado de Santa Catarina, observamos que a epidemia do HIV-1 apresenta dois padrões distintos. Pessoas heterossexuais se infectam mais frequentemente com o HIV-1 subtipo C, enquanto homens que fazem sexo com homens (HSH) são mais infectados pelo subtipo B”, explica o coordenador da pesquisa. Os resultados podem ser uma evidência de que o subtipo C esteja promovendo um crescimento maior da epidemia entre heterossexuais, podendo ser este um ponto de ação de campanhas de prevenção à Aids. A segregação da epidemia está relacionada com o fato de heterossexuais e HSH comporem diferentes redes de transmissão do vírus, que não se comunicam eficientemente. “Isso significa que, no passado, o subtipo B foi introduzido em uma rede HSH; e o subtipo C, em uma rede heterossexual, mantendo-se ‘separados’ até hoje.”
Os estudos em epidemiologia molecular, como o projeto coordenado pelo professor Aguinaldo, buscam descrever com mais detalhes o processo de disseminação de epidemias. Liderado pela UFSC, o estudo contou também com a participação de pesquisadores da Fundação Estadual de Pesquisa e Produção em Saúde – RS (FEPPS), permitindo o recrutamento de voluntários do interior gaúcho e catarinense para realizar a pesquisa. Ao todo participaram 300 voluntários, de 14 cidades, sendo sete catarinenses: Criciúma, Blumenau, Itajaí, Chapecó, Joinville, Lages e Florianópolis.
A pesquisa contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), da Secretaria de Estado da Saúde e do Ministério da Saúde por meio do PPSUS, o Programa de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde. O projeto foi selecionado na chamada de 2012, e está em fase de conclusão.
“Este financiamento permitiu a formação de recursos humanos de excelência, uma vez que possibilitou a obtenção de reativos necessários para os experimentos realizados por diversos alunos”, relata o professor Aguinaldo. O pesquisador Tiago Gräf, por exemplo, realizou sua tese de doutorado em um tema relacionado ao projeto, e conduziu parte das análises no Rega Institute, ligado à KU Leuven University, da Bélgica. O estágio na Bélgica, apoiado pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), permitiu que fosse realizada uma análise refinada das informações obtidas dos voluntários do estudo.
Texto: Jéssica Trombini – Coordenadoria de Comunicação da Fapesc
A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), juntamente a Euraxess Links Brazil, com o apoio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da UFSC, organizou o Destination Europe, uma sessão informativa sobre oportunidades de financiamento e suporte a pesquisadores, nesta terça-feira, 17 de novembro. O evento ainda reuniu representantes de outras instituições que fomentam o intercâmbio na área de pesquisa.
O auditório Luiz Antônio Teixeira (Teixeirão), do Centro Tecnológico (CTC) teve lotação máxima e o encontro contou com a presença de alunos, docentes, técnicos e membros dos programas de pós-graduação. Também estiveram presentes representantes do Conselho Europeu de Pesquisa (ERC) e das Ações Sklodowska-Curie (MSCA).
Pesquisadores de todas as áreas são contemplados com programas de intercâmbio. Os documentos que mostram como os pesquisadores podem se candidatar à vaga estão disponíveis neste link.
A SeTIC comunica que em maio de 2015 foi instalada nova conexão de internet no Laboratório de Camarões Marinhos (LCM) do Centro de Ciências Agrárias (CCA), aumentando a velocidade de 10 Mbps para 20 Mbps. Esta nova capacidade teve sua homologação concluída em setembro e proporcionará melhor acesso à redeUFSC e Internet pelos usuários.
Este é o resultado de uma parceria entre SeTIC/UFSC e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), apoiados pelo PoP-SC/RNP (Rede Nacional de Pesquisa). A conexão é financiada pela Fapesc dentro do projeto da Rede Catarinense de Ciência e Tecnologia (RCT).
A Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC) homologou em setembro a nova velocidade de conexão (10 Mbps) do Laboratório de Biologia e Cultivo de Peixes de Água Doce (Lapad), do Departamento de Aqüicultura (Centro de Ciências Agrárias).
A nova capacidade foi instalada em maio (a anterior era de 4 Mbps) e proporcionará melhor experiência no acesso à redeUFSC e Internet pelos usuários. O serviço é resultado de uma parceria entre SeTIC e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), apoiados pelo PoP-SC/RNP (Rede Nacional de Pesquisa).
A conexão é financiada pela Fapesc dentro do projeto da Rede Catarinense de Ciência e Tecnologia – RCT.
O I Seminário Internacional de Atualidades em Enfermagem de Reabilitação será realizado entre os dias 28 e 30 de setembro no Bloco H do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal de Santa Catarina. Primeiro do gênero realizado no Brasil, o evento é fruto do trabalho coletivo de quatro grupos de pesquisa (GEPADES, GEHCES, PRAXIS, NUCRON) do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFSC e de professores do Programa de Pós-Graduação da UNIVALI – Itajaí.
O encontro é parte de um projeto aprovado pela FAPESC, “O cuidado à saúde do deficiente físico em Santa Catarina – realidade e desafios”, iniciado em 2012.
Estudar políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural em Santa Catarina é o foco de um projeto desenvolvido no Laboratório de Estudos da Multifuncionalidade Agrícola e do Território (Lemate) da UFSC. A pesquisa foi selecionada pelo Programa Universal de 2014, da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e teve início em abril de 2015, com vigência de dois anos.
Estudos anteriores do Lemate demonstraram que existem muitos agricultores de baixa renda à margem das políticas públicas de dinamização econômica no meio rural. A maioria dessa população é assistida por políticas sociais, como o programa Bolsa Família e a aposentadoria rural, mas carece de acesso às políticas públicas de regularização fundiária, microcrédito rural, assistência técnica, crédito fundiário, entre outras. “Nossas pesquisas têm também apontado que as tentativas de territorialização das políticas públicas, como o programa Território da Cidadania, necessitam de aperfeiçoamentos, especialmente quanto à participação dos beneficiários na gestão social, nos processos de tomadas de decisão. A falta de continuidade da política, observada nos últimos anos, resulta igualmente em gradativo desestímulo à participação e à efetividade das políticas”, explica Fábio Burigo, coordenador do Lemate e da pesquisa.
Os pesquisadores vão analisar o Programa Nacional de Desenvolvimento Sustentável de Territórios Rurais, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, e o Programa Nacional de Crédito Fundiário, mas outras políticas devem ser incluídas no estudo. A impressão inicial do grupo é de que as ações esbarram em problemas operacionais e de articulação institucional entre o governo e a sociedade civil, por isso funcionam com menos impacto nas regiões rurais.
“Nosso objetivo é contribuir com os atores sociais e o poder público para, a partir dos resultados das pesquisas, buscar formas de aprimorar as políticas públicas e eventualmente propor medidas alternativas e inovadoras”, diz Burigo. As Secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) podem conduzir reformas administrativas que propiciem mais eficiência às políticas de desenvolvimento rural, subsidiar o governo estadual a fazer ajustes na execução e articulação das políticas públicas, ou se articular com os programas federais. Estudar a articulação das SDRs permitirá ao grupo qualificar o planejamento de políticas públicas para aumentar a efetividade e potencializar as ações de desenvolvimento dessas regiões.
A partir dessa pesquisa, são esperados dois trabalhos de conclusão de curso de graduação, três dissertações de mestrado e duas teses de doutorado. Os pesquisadores do Lemate também pretendem elaborar dois capítulos de livro, quatro artigos ou resumos expandidos para eventos nacionais, quatro artigos para periódicos nacionais e um artigo para periódico internacional. O laboratório existe desde 2002, com o propósito de desenvolver trabalhos de pesquisa e extensão na área do desenvolvimento rural, com destaque para os temas da multifuncionalidade agrícola, desenvolvimento territorial sustentável, cooperativismo, crédito rural e políticas públicas.
Mais informações no site do Lemate ou pelo telefone (48) 3721-2665.
A oitava e última mesa-redonda do evento “INTERdisciplinaridade: Universidade e Inovação Social e Tecnológica”, intitulada “Código Nacional de Ciência e Tecnologia – desafios e perspectivas”, foi realizada na manhã desta quinta-feira, 30 de abril, com a participação de cerca de 40 pessoas no auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, em Florianópolis. A mesa contou com a presença do deputado federal Sebastião Sibá Machado Oliveira (PT-AC).
“Um tema extremamente importante para nós, pró-reitores de Pesquisa do Brasil, é a agenda da ciência e tecnologia no país. Isso afeta profundamente o nosso trabalho”, disse o coordenador da mesa, Edilson Sérgio Silveira, pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A mesa-redonda foi realizada com relatoria de Eveline Pena, do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH) da UFSC. (mais…)
Uma alga produtora de toxinas encontrada em vários lagos de água doce, incluindo a Lagoa do Peri, em Florianópolis, é objeto de estudo de pesquisadores do Laboratório de Ecologia de Águas Continentais (Limnos), da UFSC. A pesquisa, coordenada no Brasil pelo professor da Universidade Mauricio Mello Petrucio, foi uma das 71 escolhidas para receber recursos do Fundo Newton por até um ano, entre 318 propostas submetidas. A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) é a parceira do Fundo Newton no estado e dará contrapartida aos quatro pesquisadores catarinenses selecionados.
Encontrada em grandes quantidades em ambientes aquáticos poluídos e com água de baixa qualidade, a Cylindrospermopsis Raciborskii é uma cianobactéria que pode produzir toxinas. Sua presença e densidade na Lagoa do Peri, que possui água limpa e potável, causam estranheza aos pesquisadores. No entanto, Petrucio afirma que até agora não foram encontradas quantidades de toxinas que sejam prejudiciais à saúde humana. (mais…)
A edição desta quarta-feira, 4 de junho, do UFSC Cidade aborda o lançamento oficial do livro “Vida Marinha de Santa Catarina”. Organizado pelo professor Alberto Lindner, do Laboratório de Biodiversidade Marinha do Centro de Ciências Biológicas da UFSC, o livro é publicado pela Editora da UFSC com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). O lançamento será nesta quinta-feira, 5 de junho, às 18h, no auditório da Justiça Federal (Avenida Beira-Mar Norte).
O II Seminário Rede Nanofito termina nesta terça-feira, 26 de novembro, em Florianópolis, com perspectivas de ampliação dos trabalhos realizados nos últimos quatro anos, desde a assinatura do convênio assinado em 2009 com a Capes. (mais…)
Será realizada no dia 9 de dezembro, às 9h, a reunião final do projeto “Estudos sobre Gerenciamento de Lodos Produzidos na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Insular da Casan”. O evento será no auditório da Superintendência Regional da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) – Rua XV de novembro, 230, bairro Estreito, Florianópolis . O objetivo é apresentar os resultados e conta com a participação da comunidade acadêmica.
No dia 28 de novembro será realizado o 2º Seminário do Cluster de Tecnologias Inovadoras para Saúde, que tem como objetivo promover a troca de experiências entre empresários, pesquisadores e gestores governamentais sobre ações tecnológicas em Saúde e Bioengenharia. A programação começa às 8h30min no auditório do Sebrae, no ParqTec Alfa em Florianópolis. (mais…)
PELT-SC foi construído a partir de uma visão sistêmica que compreende três eixos temáticos: infraestrutura, logística empresarial e facilitação do comércio
Foi concluído nesta terça-feira (1/10) o Plano Estadual de Logística e Transporte de Santa Catarina (PELT-SC), desenvolvido ao longo de 20 meses, com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Coordenado pela professora da UFSC, Mônica Maria Mendes Luna, o plano vai dar suporte técnico à definição de estratégias do governo estadual referentes à oferta de infraestrutura e à definição de políticas e programas que promovam o seu uso mais eficiente. Uma das propostas do PELT-SC é a criação de um observatório logístico, a exemplo do que já existe em Minas Gerais e que tem garantido a continuidade do processo de planejamento e avaliação das condições de transporte e logística daquele estado.
Em Santa Catarina, “alguns dos principais gargalos estão relacionados à necessidade da integração da malha estadual no sentido leste-oeste, assim como os acessos aos principais grandes eixos rodoviários”, diz a coordenadora técnica do PELT-SC, Mônica Maria Mendes Luna. “A realização de obras de infraestrutura no curto prazo é um desafio no contexto brasileiro, mas algumas obras menores têm impacto significativo na redução de custos e devem ser priorizadas. Além disso, o engajamento do Estado, das empresas e das entidades de classes nas ações de facilitação de comércio promovidas no âmbito nacional, visando a maior eficiência das operações dos portos, por exemplo, são possíveis e viáveis no curto prazo.”
A professora Luna também coordena os cursos de Engenharia de Produção na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “O apoio da Universidade, na condução de estudos e pesquisas sobre o sistema de logística e transporte, e da iniciativa privada, com a participação e comprometimento dos representantes das empresas e associações para, por exemplo, viabilizar a obtenção de dados primários relacionados ao desempenho logístico das cadeias produtivas, permite que a estrutura tenha o mínimo de pessoal possível”, conclui a professora.
Dentre as outras ações sugeridas, destacam-se a modernização portuária, a integração logística, a realização de investimentos prioritários em infraestrutura, a modernização e simplificação em Logística. Adicionalmente, foi recomendada a criação da Câmara Estadual de Administração Portuária e do Instituto de Economia Circular.
Uma versão preliminar do PELT-SC foi apresentada ao Secretário de Desenvolvimento Econômico, Paulo Bornhausen. Assim que finalizado, o Plano será entregue ao governo estadual e mostrado ao público em evento a ser programado na FAPESC, segundo o economista Gilberto Montibeller Filho, Coordenador do Plano na Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina.
Estão abertas até o dia 27 de setembro as inscrições para a 4ª edição do Programa Sinapse da Inovação (OP-SC-IV), uma iniciativa que nasceu em 2008 e já ajudou a colocar no mercado 189 novas empresas catarinenses. Para esta etapa, serão destinados R$ 7,9 milhões para até 100 novos negócios. Cada empreendedor selecionado pelo Programa receberá R$ 50 mil provenientes da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e mais R$ 29 mil em consultorias do Sebraetec, programa do Sebrae/SC. (mais…)
Equipamento foi construído para melhorar a previsão do tempo e acompanhar possíveis mudanças climáticas (divulgação)
Uma boia com sensores para monitoramento atmosférico e oceânico, totalmente construída no Brasil, está ancorada a 3,7 mil metros de profundidade no sudoeste do Atlântico Sul desde abril deste ano.
O objetivo é coletar dados essenciais para prever melhor o tempo e a ocorrência de eventos extremos, como as fortes chuvas que atingiram a região serrana do Rio de Janeiro em 2011 e o furacão Catarina, que golpeou a região Sul do Brasil em 2004.
Tais eventos têm origem na interação entre variáveis atmosféricas, como precipitação, umidade, vento e radiação, e oceânicas, como salinidade, temperatura e pressão – que impactam as condições climáticas no Brasil e na América do Sul de forma geral.“Precisamos de um monitoramento contínuo desses dados a fim de acompanhar as nossas condições climáticas atuais e de nos prepararmos melhor para mudanças e ocorrências extremas”, afirmou Regina Rodrigues, pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no terceiro dia da 1ª Conferência Nacional de Mudanças Climáticas Globais (Conclima), que ocorre até esta sexta-feira (13/09), no Espaço Apas, em São Paulo. (mais…)
Até dia 30 de setembro, empresas inovadoras com sede em Santa Catarina podem se candidatar ao Prêmio Professor Caspar Erich Stemmer Inovação Catarinense, edição 2013. A premiação foi criada pela Lei Catarinense de Inovação, em 2008, e é oferecida anualmente pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), órgão do governo estadual vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS).
No dia 4 de setembro, às 14h, no auditório do Curso de Engenharia Química da UFSC, será lançado o Edital Sinapse Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) no polo de Florianópolis. (mais…)
No dia 12 de junho, Sergio Gargioni, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), tomou posse no Conselho Deliberativo do CNPq, maior instância de poder decisório do órgão. Entre seus membros natos (não designados) estão o presidente do CNPq, o secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e representantes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). É na condição de presidente do Confap que Gargioni assumiu o posto. (mais…)
O Conselho Estadual de Combate à Pirataria (Cecop), vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) juntamente com a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), instituiu o 1º Concurso Estadual de Trabalhos Acadêmicos de Propriedade Intelectual e o Concurso Cultural “Criação da Logomarca do Cecop”. (mais…)
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O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre[...]
Os projetos de extensão “Chão de estrelas: oficinas estéticas com crianças e adolescentes do Monte Verde”, em parceria com “Território de Afetos: Memórias do Monte Verde”, ambos vinculados ao Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais,[...]
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O Instituto de Estudos de Gênero da Universidade Federal de Santa Catarina (IEG/UFSC) promove o 9°Curso de Curta Duração (CCD) Educar para uma vida sem violências com o primeiro encontro on-line no dia 1° de[...]
Os projetos de extensão “Chão de estrelas: oficinas estéticas com crianças e adolescentes do Monte Verde”, em parceria com “Território de Afetos: Memórias do Monte Verde”, ambos vinculados ao Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais,[...]
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O Instituto Memória e Direitos Humanos (IMDH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) terá a palestra Brasil: Nunca Mais – os bastidores da primeira Comissão[...]
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Os resultados de uma pesquisa nacional sobre a vacinação contra o HPV no Brasil, realizada nos 5.570 municípios brasileiros, serão apresentados em webinar no próximo dia 4 de agosto, a partir das 14h, no canal[...]
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Criado em 1996, o Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e Biociências (PPGBTC) é um dos programas de pós-graduação mais antigos do Centro de Ciências Biológicas (CCB). A partir dele, foram originados outros importantes programas da[...]
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