A semana em que a universidade viveu a dança

02/05/2012 11:05
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Foram oito dias de workshop, cursos, conferências, oficinas, performances e mostras que atraíram um público aproximado de mil pessoas - Fotos: Dayane Ros

Em sua primeira passagem pelo Brasil, bailarino Martin Kravitz diz que a dança é a expressão mais verdadeira, que pode levar ao desenvolvimento pessoal e à tolerância

Era para ser apenas uma jornada de atividades em homenagem ao Dia Internacional da Dança. Mas a força dessa arte acabou tomando as praças, teatros e palcos ao ar livre do campus universitário de domingo a domingo, em horas de chuva e de sol. Foram oito dias de workshop, cursos, conferências, oficinas, performances e mostras que atraíram um público aproximado de mil pessoas. Na noite do dia 29 de abril, as companhias de dança, bailarinos e coreógrafos que deram mais vida e beleza ao mundo acadêmico durante a I Semana da Dança na UFSC deixaram o Teatro Garapuvu depois de mostrarem porque a dança é a arte do milênio, capaz de arrebatar multidões e tocar os corações. Certamente, como falou o bailarino e coreógrafo internacional Martin Kravitz em sua participação no evento, “o mundo seria melhor se mais pessoas dançassem”.

A grande mostra de encerramento começou com meninas dançando a tarantela e encerrou com uma apresentação de dança-teatro do Open Barthes. Os segredos inconfessáveis do tango, a surpresa da improvisação, a sensualidade trágica do sapateado flamenco, o ritmo alegre das danças folclóricas, a intersecção entre o erótico e o místico nas coreografias árabes, a leveza grave do balé clássico, a ousadia e a liberdade do moderno, as brasilidades e as composições étnicas. A dança contemporânea é a convivência de todos esses ritmos e também a mistura de toda essa ginga, disse Kravitz, em sua primeira visita ao Brasil. O acesso à diversidade foi proporcionado pela I Semana de Dança na UFSC tanto para o espectador das performances e mostras artísticas quanto para os que se lançaram à prática, participando de uma das 10 oficinas gratuitas oferecidas, destaca a secretária de Cultura e Arte Maria de Lourdes Borges.

E depois dessa overdose de movimentos, pode-se compreender melhor a enigmática sentença da bailarina Pina Baush, que teve sua obra “coreografada” pelo cineasta Wim Wenders: “Dance, dance ou estaremos perdidos!”. A semana procurou mostrar que a dança é uma forma de conhecimento e autoconhecimento que vai muito além do mero entretenimento, como enfatizou a bailarina Janaína Santos, que coordenou o evento ao lado de Janaína Martins, professora de Artes Cênicas, Vera Tores e Débora Zamarioli, professora do Centro de Desportos. O momento alto nesse sentido foram a conferência e o workshop de Martin Kravitz e Fabíola Biasoli, mas também o lançamento do livro Histórias da dança no dia do encerramento, na presença das autoras e organizadoras Jussara Xavier, Sandra Meyer e Vera Torres. Publicado pela Editora da Udesc dentro da Coleção Histórias da Dança, com prefácio da pedagoga Vera Collaço, o livro reúne 12 ensaios narrando experiências com grupos de dança desenvolvidas desde a década de 40 até os dias atuais que terminam por contar a própria história dessa arte em Santa Catarina.

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Entrevista: Martin Kravitz

“Em um mundo ideal, todo mundo aprenderia a dançar”

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Martin Kravitz: "a dança permite um deslumbramento com a vida, uma realização pessoal, o encontrar seu caminho" - Foto: Divulgação

O corpo não é mais tão esguio, como ele próprio diz, mas os movimentos são íntegros, completamente fluidos. Aos 57 anos, além de dançar, Martin Kravitz canta em diversas línguas: alemão, francês, italiano, inglês, espanhol.

“Uma vida na dança: pontes artísticas entre épocas e continentes”. Com esse título emblemático, o conhecimento acumulado em 40 anos dedicados à dança, um corpo que embora mais longe dos padrões de um dançarino, cada vez se expressa com mais força, e uns olhos esverdeados que parecem mergulhados nas profundezas da arte, Kravitz falou durante a I Semana de Dança na UFSC sobre sua experiência com essa arte, que começou aos 15 anos de idade.

Nascido nos Estados Unidos, mas radicado na França, contou a história da dança através de suas principais influências artísticas e de sua história profissional como bailarino, professor e coreógrafo a uma plateia de artistas e estudantes de dança, teatro e música. Dança e música se entrelaçam em sua proposta de performance, que tem um objetivo definido: mostrar como cada ritmo, cada música se traduz em uma linguagem corporal diferente. “Cada um coloca o corpo em uma postura diferente”, diz o bailarino, que falou também sobre o processo de criação de seu novo solo, Rends-moi tes Mensonges (Devolva-me tuas mentiras), do qual mostrou imagens em vídeo.

Com a verdade de uma coreografia improvisada, o corpo de Kravitz se fez fluído, macio e derretido para expressar o Blues americano. E endureceu, ficou alerta, a postos para escutar as batidas fortes da música alemã. “A variação vinha na voz, nos movimentos, no deslocamento dele pelo espaço. O canto não era separado da movimentação, era uma coisa só, cantava e dançava as músicas, sem interpretar o gestual”, descreve Janaína, que participou do workshop Movimento/Voz/Criação e presenciou sua apresentação durante o curso.

Como bailarino, intérprete, coreógrafo e depois professor de dança contemporânea de diversas companhias, Kravitz nunca se fixou em um único lugar: ensinou em diferentes escolas e projetos na Europa Ocidental, Turquia, África do Norte, Rússia, Japão e China. Com sua companhia, a Martin Kravitz, criou inúmeros espetáculos apresentados na França, Alemanha, Espanha, Tunísia e Rússia. Nas asas da dança, sempre migrou de um local para outro, aberto a conhecer pessoas e técnicas novas e a compartilhar conhecimento. Como viveu em diversos países, não só assimilou em sua arte a cultura desses lugares como também foi influenciado pelos diversos coreógrafos e bailarinos com quem se relacionou, entre eles os Martha Graham, José Limon, Anna Sokolow e Meredith Monk.

Assim, as histórias de vida desses grandes ícones da dança, como Anna Sokolow, diretora socialista da de uma companhia “Batsheva Dance Company” de Israel (1977 -1978), em Israel e sobrevivente do Holocausto, entrelaçam-se com sua própria história e marcam sua personalidade. “O que mais me marcou em Anna foi como ela sobreviveu ao horror dos campos de concentração mantendo-se ao mesmo tempo muito humana e forte, uma mulher que não admitia sentimento de vitimização”.

O bailarino começou a conferência falando de suas origens no Novo México e como as paisagens áridas e ao mesmo tempo planas influenciaram sua criação coreográfica. Diversos coreógrafos famosos procuravam as paisagens do Novo México quando precisavam de um espaço para se inspirar e repensar a dança, comentou. Lá ele cresceu vendo as danças e ouvindo as músicas que a tribo indígena Chalacol executavam em seus rituais sagrados. “Os rituais duravam o dia inteiro e influenciaram muito o meu trabalho”. Esse local energético, cercado de simbolismo místico, era o mesmo que Marta Graham e José Limon iam para se inspirar quando precisavam fazer um novo trabalho coreográfico.

Mesmo tendo atuado como professor no Conservatório Nacional Superior de Paris e na Universidade Paris VIII e em diversas companhias europeias renomadas (Angelin Preljocaj, Jean-Claude Gallotta e Rui Horta), Kravitz manteve a simplicidade de um operário da dança. Antes de viajar para São José do Rio Preto, onde participaria do 9ª Festival de Dança (28 de abril a 5 de maio), Kravitz concedeu uma entrevista em francês, ao lado de Fabíola Biasoli, bailarina brasileira que o acompanha na França e em sua primeira viagem ao Brasil e conheceu no Centro Nacional de Dança, em Paris. Kravitz fala sobre sua forma de ver a dança depois de 40 anos de dedicação e sobre o impacto de Pina Baush, de quem foi contemporâneo. Sofrendo de um grave problema nos ligamentos do joelho e de uma imposição médica para parar imediatamente, ele negligencia essa ordem, alegando que “a dança é minha vida”.

 

Martin Kravitz, foto Vagner Behr.

Martin Kravitz, foto Vagner Behr.

– O que a dança fez por você?
Kravitz: Eu não seria nada sem a dança.

– Qual a importância da dança para a humanidade?
Kravitz:  É uma expressão muito verdadeira. A dança nunca mente ou “o movimento nunca mente”, como disse Martha Graham. Ela permite um deslumbramento com a vida, uma realização pessoal, o encontrar seu caminho. Certamente o mundo seria melhor se mais pessoas dançassem.

– Você enfrentou preconceito na dança por ser homem?
Kravitz: Desde a década de 70, quando eu comecei, as companhias de dança já mostravam homens.

– E agora, com a idade mais avançada, você enfrenta preconceitos?
Kravitz: Sim, mas isso vem diminuindo bastante. Há pessoas muito interessadas em ver dançarinos que envelhecem dançando. Um coreógrafo francês, por exemplo, montou um espetáculo para bailarinos maduros. Mas eu terei de parar de dançar por causa do meu joelho. Estou sempre adiando isso para o próximo espetáculo. Pretendo parar em 2013 ou 2014 para continuar apenas ensinando, mas meu médico está tentando me convencer a parar imediatamente.

– O que de mais marcante você imprime na sua coreografia?
Kravitz: Eu diria que o humano ou os estados humanos. Não trabalho com abstrações, mas perseguindo a criação de uma presença cênica muito humana, no sentido da expressão de um olhar verdadeiro.

– Você acha que incentivar a dança pode ser uma forma de melhorar o mundo combatendo a violência, por exemplo?
Kravitz: Em vários lugares do mundo isso já é feito, no lugar de promover a repressão. Com a dança podemos ter, talvez, um desenvolvimento maior do sentimento de tolerância.

– Você atua em projetos sociais?
Kravitz: Sim, temos em Marseille um projeto artístico e social com crianças que vêm de bairros pobres e fazem cursos de balé clássico, hip hop e outras misturas de dança contemporânea. Seis delas já dançam e se apresentam e já se dão conta da expressão que eles podem alcançar com o corpo, de que podem se comunicar com a arte. Isso é mais importante do que a ideia do espetáculo. Creio que é uma forma de se afastar da violência. Pela improvisação da dança, podem exprimir sentimentos violentos, como a agressividade ou a cólera de um momento.

– Como compreender a sentença de Pina Baush: “Dance, dance ou estaremos perdidos”?
Kravitz: A dança carrega uma sensação de verdade. Em um mundo ideal, as crianças aprenderiam música e dança desde muito pequenas. A expressão individual é muito importante para o desenvolvimento pessoal, mais do que o esporte e a competição, acredito.

– O que é a dança contemporânea?
Kravitz: é a dança moderna, de rua, hip hop, o jazz, o clássico, o folclore, a mistura, enfim.

 

Por: Raquel Wandelli/ Jornalista da UFSC na SeCArte
(colaborou: Janaína Santos, dançarina e coreógrafa)

raquelwandelli@yahoo.com.br, janaina.santos@ufsc.br


Tags: Semana da Dança

Professoras da UFSC expõem obras de Sumi-ê

02/05/2012 08:36
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Carpas Amarelas, de Nadir Ferrari; a técnica pede gestos firmes, delicados e velocidade considerada ideal

As professoras aposentadas pela UFSC Telma Piacentini e Nadir Ferrari abrem neste sábado 05/05, a exposição Sumiê: singeleza e quietude.

A cerimônia de abertura acontece às 20h, na Biblioteca Barca dos Livros (no LIC), em Florianópolis. O lucro obtido com a venda dos trabalhos, que ficarão expostos até 31/05, será revertido à Barca dos Livros.

Nadir Ferrari foi professora e pesquisadora da UFSC de 1977 a 2009. Atualmente  continua a colaborar com o Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica, como coeditora do periódico Alexandria – Revista de Educação em Ciência e Tecnologia.

Telma Piacentini criou o Museu do Brinquedo da Ilha de Santa Catarina e é lider do Núcleo Infância, Comunicação e Arte (Nica), do Centro de Ciências da Educação da Universidade.

 

Sumiê: singeleza e quietude

As pinturas de Nadir e Telma foram feitas na tradição do Sumi-ê e sua apresentação em costuras sobre tecido foi preparada por Vanda D´Aquino Rosa.

A palavra Sumi-ê significa literalmente pintura com tinta, mas na verdade engloba uma forma peculiar de fazer arte e de viver. A forma extremamente minimalista com que algo é representado no Sumi-ê possibilitou o surgimento da caligrafia chinesa, que se baseia em ideogramas, ao invés de letras. Por exemplo, a representação de uma montanha, com o menor número de traços possível, transformou-se no ideograma que quer dizer montanha na língua chinesa.

A assimetria, a singeleza, a naturalidade, a profundidade, o desapego e a quietude são características importantes no sumi-ê, juntamente com a rapidez com que é realizado.

Não existe tempo para reflexão sobre o que está sendo realizado. Não existe a possibilidade de correção ou repetição. Um traço deve ser encarado como único e quando ocorre um erro a obra é descartada. Como o papel utilizado é fino e absorvente, o trabalho deve ser feito com gestos firmes, delicados, e a uma velocidade ideal. Se o pincel se retarda muito sobre o papel o resultado é um borrão confuso, e quando o pincel avança muito rápido, o traço se torna rígido, sem graça. A cor branca que fica no fundo é essencial na composição.

Praticamente tudo se pode representar, desde animais a figuras humanas, embora a prática do sumi-ê se volte sempre para o exercício dos quatro temas tradicionais, que representam as estações do ano: crisântemos (outono), cerejeiras (inverno), orquídeas (primavera) e bambus (verão).

(fonte: Barca dos livros)

 Mais informações: nadir.ferrari@gmail.com

Tags: artesumi-ê

Grupo de Estudos de Direitos Autorais publica boletim e anais de evento

02/05/2012 08:14
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O Grupo de Estudos de Direitos Autorais e Informação (Gedai) publicou nesta semana o segundo volume de 2012 de seu boletim. A edição traz como temática central as questões que envolvem a patenteabilidade do software; a recente jurisprudência das cortes europeias  a respeito dos direitos autorais de calendários dos campeonatos de futebol inglês e escocês e a aplicação do direito autoral nos casos de música ambiente.

 

O Gedai também disponibilizou em sua página os anais do V Congresso de Direito de Autor e Interesse Público (V Codaip) realizado em 2011 em Florianópolis. O conjunto completo da publicação inclui um livro impresso dos anais do evento; dois DVDS com os vídeos das principais palestras; um CD com a íntegra dos anais e um CD com a programação completa, incluíndo as apresentações em pdf e as fotos do V Codaip.

 

O professor Marcos Wachowicz, coordenador do Gedai, ressalta que o boletim aceita contribuições de artigos ou outros textos sobre o tema. Interessados podem entrar em contato pelo email gedai.usfc@gmail.com.

Mais informações: www.direitoautoral.ufsc.br, (48) 3721-6746 ou direitoautoral@ccj.ufsc.br.

 

 

Tags: direito autoralgedai

Professores e técnico-administrativos têm curso para tripulação de embarcações

02/05/2012 07:56
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Dentre as disciplinas do curso estão Estabilidade, Prática a bordo da embarcação e Segurança e sobrevivência pessoal - Foto: Fernando Alexandre

Servidores técnico-administrativos e professores podem se inscrever gratuitamente, até o dia 18/05, no curso para tripulação de embarcações de Estado no Serviço Público.

Oferecido pelo Laboratório de Estudos em Direito Aquaviário e Ciência da Navegação (Aquaseg/Aqualab) da UFSC, com participação do Departamento do Ensino Profissional Marítimo – Capitania dos Portos de SC (Marinha do Brasil), o curso tem dentre suas disciplinas Estabilidade, Prática a bordo da embarcação e Segurança e sobrevivência pessoal. A programação completa está disponível aqui.

Os inscritos nas 20 vagas disponíveis terão aulas nos dias 21, 22, 28 e 29/05 (sala 206) e 23, 24, 25 e 30/05 (sala 205) do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ). Para realizar a inscrição é necessário xerox de identidade, CPF, comprovante de residência no nome do inscrito, atestado médico dizendo que a pessoa encontra-se em bom estado de saúde físico, mental, auditivo e visual e comprovante de escolaridade no mínimo 2º grau completo, todos autenticados. Os documentos deverão ser entregues na sala 310 do CCJ.

Contatos para inscrições: aquaseg@ccj.ufsc.br, com o professor Eduardo Antonio Temponi Lebre (9963-5429) e o bolsista Renato (3721-6743 à tarde ou 9653-3423).

Tags: AqualabAquasegDireito

Fóruns de Planejamento da UFSC iniciam nesta quarta-feira

02/05/2012 07:49
Começam nesta quarta-feira e seguem até sexta,  no auditório do Centro de Cultura e Eventos, os Fóruns de Planejamento para a Nova Administração,  gestão 2012-2016, com nove sessões temáticas.

Houve uma inversão na discussão do tema Políticas para Graduação que passa para a noite de sexta-feira, antecipando para o dia de abertura o debate sobre “Políticas de Cultura e Comunicação”.

O objetivo é apresentar para a comunidade universitária os eixos e diretrizes para a discussão, a partir do diagnóstico preliminar realizado pela Equipe de Transição, para debater de forma crítica e propositiva a elaboração de políticas para a  administração das professoras Roselane Neckel e Lúcia Pacheco, que tomam posse dia 10 de maio.

A abertura oficial será às 8 horas do dia 2 de maio,  com o tema “Políticas para Gestão de Pessoas”.  No período vespertino será a vez de discutir “Políticas para a Gestão dos Campi”.  A programação do dia termina com um debate sobre “Políticas de Comunicação e Cultura”.

No dia 3/5 o Fórum começa com o tema “Políticas para o Planejamento, Infraestrutura e Patrimônio”. Durante a tarde serão discutidas “Políticas para a Pós-Graduação e Pesquisa” terminando no período noturno com “Políticas Estudantis”.

O último dia será destinado para discussão de “Políticas para o Hospital Universitário e Políticas para a Extensão”, seguido de “Políticas para Relações Institucionais e Interinstitucionais”. O fórum encerra na noite de sexta-feira com a temática “Políticas para a Graduação”.

Faça o download da programação completa.

Mais informações: www.foruns.ufsc.br, planejamentoreitoria@gmail.com; roselane@ced.ufsc.br (48) 9944-9414; carlos.vieira@ufsc.br ; (48) 9915-3653.

Transmissão ao vivo pelo site  formaturas.paginas.ufsc.br . Acompanhe também no twitter: @foruns_ufsc

Veja abaixo a programação:

CRONOGRAMA

02/05/2012

Período Horário Atividade
Matutino 8:00 – 8:30 AberturaPalavras Iniciais das Reitoras Eleitas
8:30 – 9:30 Apresentação dos trabalhos da Comissão de Políticas para Gestão de Pessoas
9:30 – 12:00 Discussão
Coordenação: Maristela Helena Zinner Bortolini (PRPE)
Vespertino 13:30 – 14:30 Apresentação da Comissão Políticas para a Gestão dos CAMPI
14:30 – 17:30 Discussão
Coordenação: Edison da Rosa (CTC)
Noturno 18:00 – 18:30 Apresentação da Comissão Políticas para a Comunicação
18:30 – 20:00 Discussão
20:00 – 20:30 Apresentação da Comissão Políticas para Cultura
20:30 – 21:30 Discussão
Coordenação: Mirian Ghizoni (CFH)

03/05/2012

Matutino 8:00 – 9:00 Apresentação da Comissão Políticas para o Planejamento, Infraestrutura e Patrimônio
9:00 – 12:00 Discussão
Coordenação: Carlos Antonio Oliveira Vieira (CFH)
Vespertino 13:30 – 14:30 Apresentação da Comissão Políticas para a Pós-Graduação e Pesquisa
14:30 – 17:30 Discussão
Coordenação: Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho (CCA)
Noturno 18:00 – 19:00 Apresentação da Comissão Políticas Estudantis
19:00 – 21:30 Discussão
Coordenação: Sônia Gonçalves Carobrez (CCB)

04/05/2012

Matutino 8:00 – 8:30 Apresentação da Comissão Políticas para a Extensão
8:30 – 10:00 Discussão
10:00 – 10:30 Apresentação da Comissão Políticas para o Hospital Universitário
10:30 – 12:00 Discussão
Coordenação: Joana Maria Pedro (CFH)
Vespertino 13:30 – 14:30 Apresentação da Comissão Políticas para Relações Institucionais e Interinstitucionais
14:30 – 17:30 Discussão
Coordenação: Jamil Assereuy Filho (CCB)
Noturno 18:00 – 19:00 Apresentação de Comissão Políticas para a Graduação
19:00 – 21:30 Discussão
21:30 Encerramento
Coordenação: Sérgio Luis Schlatter Junior (CFH)
Tags: FórunsUFSC

Café Philo desta quarta põe em xeque o sistema de ensino

01/05/2012 15:00
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Bordieu desenvolveu sociologia autocrítica, refletindo contradições e perversidades do campo intelectual ao qual pertenceu

Profundo conhecedor da obra do sociólogo francês Pierre Bourdieu, o professor Norberto Dallabrida falará sobre os mecanismos de exclusão social  nas escolas e academias

 

No próximo Café Philo as idéias de Pierre Bourdieu sobre os mecanismos de reprodução da desigualdade social e do elitismo nos sistemas de ensino dos países capitalistas estarão em debate. Os estudos do pensador sobre o chamado “campo intelectual” serão apresentados e discutidos pelo professor de história da Udesc Norberto Dallabrida. A palestra,

seguida de debate, acontece nesta quarta feira, 2 de maio, às 19h na sede da Aliança Francesa. Esta é a 39ª edição do Café Philo, que é gratuito e aberto ao público.

 

O projeto Café Philo ocorre quinzenalmente, às quartas-feiras, sempre com a apresentação de um intelectual da atualidade abordando obras de pensadores franceses clássicos ou contemporâneos. “O objetivo é reunir a comunidade para discutir temas que tocam a experiência de viver juntos em uma mesma cidade”, explica o idealizador do evento, Pedro de Souza, professor da Pós-Graduação em Literatura da UFSC, que coordena o evento ao lado do professor Rogério Luiz de Souza. Os temas podem ser de ordem filosófica, política, religiosa, literária, entre outros.

 

O pensador
O sociólogo Pierre Félix Bourdieu (Denguin – França, 1 de agosto de 1930 — Paris – França, 23 de janeiro de 2002) desenvolveu uma espécie de sociologia autocrítica, que reflete sobre as contradições e perversidades do próprio campo intelectual e acadêmico ao qual ele pertenceu. Os estudos de Bourdieu abordam questões de dominação do ponto de vista antropológico e sociológico pelas diversas estruturas de ensino. Suas contribuições alcançam as mais variadas áreas do conhecimento humano, discutindo estruturas de poder implicadas na educação, cultura, literatura, arte, mídia, linguística e política.

 

Entre suas principais obras estão O Poder Simbólico (1992) e As Estruturas Sociais da Economia (2001)Seu primeiro livro, Sociologia da Argélia (1958), discute a organização social da sociedade cabila, e em particular, como o sistema colonial interferiu naquela sociedade, em suas cultura e estruturas sociais.

 

Nas próximas edições do Café Philo estão previstas conferências sobre Foucault, Emmanuel Levinas e Henri Bergson. Em edições anteriores foram discutidas as ideias de autores como Paul Ricoeur, Blanchot, Rousseau, Deleuze, Felix Guattari, Albert Camus, Derrida, entre outros. O ciclo é realizado em parceria entre a UFSC e a Aliança Francesa, organizado pelos professores Pedro de Souza (Literatura e Linguística) e Rogério Luiz de Souza (História), com apoio na divulgação da Secretaria de Cultura e Arte.

 

SERVIÇO:

O que: 39º Café Phillo
Quando:
 02 de maio, às 19h
Onde:
 Sede da Aliança Francesa, Rua Visconde de Ouro Preto, 282 – Centro – Florianópolis/SC
Quanto:
 Gratuito, aberto ao público.

 

Próximas edições do Café Philo:
16 de maio – palestrante Kléber Prado Filho – tema: Foucault
30 de maio – palestrante Wladimir Antônio da Costa Garcia – tema: Emmanuel Levinas
13 de junho – palestrante Marcos Montysuma – tema: Henri Bergson e a questão da memória

 

Por Matheus Moreira Moraes/ Estagiário de Jornalismo da SeCArte/UFSC – 3721-8729 / passaportecultural2@gmail.com

 

Informações para mídia: 9911-0524 e 3721-8729 – www.secarte.ufsc.br
Informações para o público: Pedro de Souza – tucosanda@gmail.com

 

Tags: Café Philo

Pife na Manga se apresenta no 12:30 desta semana

30/04/2012 12:33
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Pife na Manga apresenta também composições de maracatu, ijexá, ciranda, caboclinho e coco

O Projeto 12:30 recebe a banda Pife na Manga, nesta quarta-feira, 02/05, às 12h30 na Concha Acústica. O espetáculo é gratuito e aberto à comunidade.

 

 

A banda Pife na Manga foi formada no final de 2010, na ilha de Florianópolis, por admiradores das manifestações culturais populares brasileiras. Hoje, o grupo conta com cinco integrantes: dois pifeiros e três percussionistas, que apresentam um repertório de composições autorais.

 

A banda de pífanos é um tipo de formação musical comum em vários estados do Nordeste brasileiro, mas pouco difundida no Sul do país. Geralmente é constituída por dois tocadores de pífanos (flautas rústicas feitas de bambu) e dois a quatro percussionistas.

 

Por considerar que o respeito a uma tradição implica também na disposição em renová-la e transformá-la, o Pife na Manga não se limita a só executar os estilos musicais típicos das bandas de pífanos, como o baião, galope, frevo, xote e a marcha; a banda apresenta também composições de maracatu, ijexá, ciranda, caboclinho e coco, entre outras.

 

Na parte instrumental, além da formação tradicional de pífanos (confeccionados pelos próprios integrantes) zabumba, tarol e pratos, são utilizados também o triângulo, pandeiro, alfaia, agogô, mineiro, caxixis, atabaque e apitos.

 

Esses elementos fazem da apresentação do Pife na Manga um mosaico onde transparecem variados elementos da cultura popular. Inspirados pelas melodias, danças, ritmos, compositores e cores das manifestações regionais, o grupo tem como objetivo produzir arte e difundir a riqueza da cultura brasileira, levando música, dança e alegria pelos cantos por onde passa.

 

 

Integrantes

Ivan Vendemiatti (pífanos) – Pifeiro e compositor. Natural de Piracicaba, SP, é também violeiro e percussionista. Participa há 2 anos tocando dununs e djembê no grupo de dança Afro “Abayomi” e  integra o grupo “Pife Brincante.” É também luthier de pífanos.

 

Fernanda Bauzys (pífanos) – Nascida em São Paulo, toca e constrói pífanos desde 2002. Foi integrante e pesquisadora do grupo de pífanos “Flautins Matuá”, de Campinas-SP, por 6 anos.  Atualmente é dançarina do grupo de dança afro “Abayomi”, de Florianópolis e toca alfaia no grupo de maracatu “Arrasta Ilha”. É mestre em Geografia pela UFSC.

 

Eduardo Vidili (percussão) – Natural de São Paulo, é formado em Música com Habilitação em Percussão, pela Universidade de São Paulo. Estudou percussão sinfônica com Joaquim Abreu, bateria com Lelo Izar e percussão popular com Ari Colares. É baterista da banda Felixfônica e també faz parte do Trio Caravana de música e dança. É professor de música desde 1993.

 

Guilherme Tebet (percussão) – Maracatuzeiro, nascido em Americana, SP. Participa do grupo de maracatu “Arrasta Ilha”, de Florianópolis, desde 2010 e é percussionista do grupo “Sambageo”. Foi percussionista da banda de forró “Rio de Nós” por 1 ano. Estuda Geografia na UFSC.

 

Osvaldo Pomar (percussão) – É percussionista e produtor. Realiza pesquisa de ritmos brasileiros. Coordena o Grupo Cultural Siri Goiá em trabalhos sociais, apresentações e oficinas. Integra os grupos Sonoroso, Baia Catu e Cozinhando Galo, ambos de choro. Desfila há três anos com Escolas de Samba da Capital Catarinense e integra a percussão do Bloco União da Ilha da Magia.

 

 

Projeto 12:30
O projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural de música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

 

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

 

 

SERVIÇO:

O QUÊ: Show da banda de pífanos Pife na Manga
ONDE: Projeto 12:30 na Concha Acústica da UFSC, Praça da Cidadania, Campus Universitário, Florianópolis-SC.
QUANDO: Dia dois de maio de 2012, quarta-feira, às 12h30.
QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.
CONTATO: fernandabauzys@yahoo.com.br – (48) 9134-0016 – Visite www.dac.ufsc.br

 

 

Fonte: Kadu Reis – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30, DAC: SECARTE: UFSC, com informações e foto do grupo.

Tags: DACProjeto 12:30

Semana da Dança oferece 23 mostras e oficinas gratuitas

28/04/2012 00:18
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Danças circulares, cacuria, zouk e salsa cubana são alguns dos estilos abordados pelas oficinas

Até domingo, 29 de abril, quando se comemora o Dia Internacional da Dança, o campus universitário será uma pista de dança e um palco de discussão sobre o conhecimento e a história em torno dessa arte. Depois da participação dos bailarinos internacionais Martin Kravitz e Fabíola Biasoli e das performances, o ponto forte da programação da Semana de Dança na UFSC nessa sexta feira são as oficinas gratuitas, que ocorrem o dia todo.

No dia 27 de abril, às 9h e às 14h, o público pôde participar de oficinas, nas salas de dança do Centro de Desportos e nas salas do Curso de Artes Cênicas da UFSC. Dança indiana, biodança, dança contemporânea, contato improvisação, jam session de contato improvisação, danças circulares, cacuria, zouk e salsa cubana são alguns dos estilos abordados pelas oficinas. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas no local e horário das oficinas, com distribuição de senha 30 minutos antes do início destas. Para participar basta levar roupas apropriadas para se movimentar e não é necessário conhecimento prévio de dança.

Dia Internacional da Dança
No final de semana, 14 apresentações artísticas de videodança e dança ao vivo das mais diversas modalidades vão tomar conta do campus. No dia 29 de abril, dois momentos marcarão a programação: a mostra de videodança, que ocorrerá às 17h30min, no piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, na UFSC; e a Mostra de Dança, que ocorrerá no Teatro Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, com capacidade para 400 pessoas, a partir das 18h. “Será o momento mais colorido do evento, com a exibição de coreografias de diversos estilos e grupos de Santa Catarina”, explica a bailarina Janaína Santos, uma das coordenadoras.

Ainda no dia 29, às 17h, no piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, UFSC ocorrerá o lançamento do livro Coleção Dança Cênica 2: Histórias da Dança. Organizada por Vera Torres, Jussara Xavier e Sandra Mayer, a publicação da editora da UDESC traz uma coletânea de ensaios sobre os diferentes movimentos históricos dessa arte. Promovida pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, em parceria com professores do Curso de Artes Cênicas e Centro de Desportos, a Semana oferece a possibilidade de vivenciar um mosaico de modalidades e ritmos diferenciados de dança.

“Também queremos proporcionar o acesso à pesquisa e ao conhecimento teórico sobre essa área”, explica a secretária Maria de Lourdes Borges.

Por Raquel Wandelli / Assessora de Comunicação da SeCArte/UFSC / www.secarte.ufsc.br / 3721-9459 / 9911-0524/

Mais informações: dia.da.dança.ufsc@gmail.com / Janaína Santos: janainasantos@reitoria.ufsc.br / 99597213 e 37218307

Departamento Artístico Cultural abre inscrições para mais Oficinas de Arte

27/04/2012 19:56

O Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC abre inscrições para mais cursos e oficinas de arte que serão oferecidas neste primeiro semestre de 2012. As inscrições deverão ser feitas na Secretaria do DAC / Igrejinha da UFSC, de 2 a 4 de maio, de quarta a sexta-feira, das 9 às 18 horas, por ordem de chegada. As atividades são abertas à comunidade em geral e iniciam na semana seguinte à das inscrições.

Não será cobrada mensalidade, apenas uma taxa de inscrição por curso/oficina no valor de R$ 50,00. O interessado deve se inscrever no DAC e efetuar depósito no Banco do Brasil. A confirmação da inscrição será mediante comprovante do depósito bancário.

Há vagas para as oficinas de Violão (cordas de nylon, sem palheta), popular e erudito, iniciantes e aprofundamento/continuação do semestre anterior; Oficina de Artes Visuais (Pintura e Técnicas Mistas), para iniciantes; Fotografia (Introdução à Arte da Fotografia) e Cerâmica Artística (iniciantes). São mais quatro oficinas com uma centena de vagas.

Com essas oficinas, amplia-se o número de oficinas oferecidas pelo DAC, graças ao edital lançado pela UFSC, que possibilita a atuação de artistas/profissionais da comunidade como instrutores das Oficinas de Arte do DAC. Esses profissionais externos, somados aos profissionais da instituição, permitem que o DAC amplie o atendimento das solicitações, oferecendo atividades com qualidade para toda a comunidade.

Outras oficinas

Além dessas oficinas, o DAC oferece oportunidade de aprendizado com outros projetos de Extensão como o Coral da UFSC, criado há quase cinco décadas (para o qual ainda há algumas vagas), e os mais recentes Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC. Na área de teatro, além de outros projetos, são oferecidas a Oficina Permanente de Teatro, adulto, já em andamento, e que atua há mais de três décadas; e a Oficina de Teatro para Adolescentes, que está aceitando alunos entre 15 e 20 anos, com alguma experiência teatral, para a turma avançada.

Outras atividades permanentes são os cursos de Recreação e Lazer, para lideranças da comunidade; a oficina aberta em artes visuais; o grupo de estudo, e os cursos de educação contínua do programa Arte na Escola – Polo UFSC, para professores de arte das escolas da rede de ensino e demais interessados. Para essas atividades as inscrições são divulgadas conforme o cronograma de cada uma.

Com as oficinas e outros projetos permanentes, o DAC oferece oportunidade de participação a cerca de 500 pessoas por semestre nas suas atividades de formação.

Veja a relação completa dos Cursos e Oficinas de Arte do DAC para este semestre, com informações sobre dias e horários, e sobre coordenadores e ministrantes pelo site www.dac.ufsc.br (no link http://www.dac.ufsc.br/destaques_cursos_oficinas.php#topo )

Cada oficina do DAC lida com uma forma de arte, possibilitando aos alunos uma experiência estético-pessoal ligada ao entendimento artístico. Esse objetivo colabora para criar nos alunos um senso crítico, necessário para uma melhor compreensão da sociedade.

O Departamento Artístico Cultural (DAC) faz parte da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 

SERVIÇO:

O QUÊ: Abertas as inscrições para mais Cursos e Oficinas de Arte do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC para o segundo semestre de 2012

QUANDO: de 2 a 4 de maio de 2012, de quarta a sexta-feira, das 9 às 18 horas, por ordem de chegada.

ONDE: Departamento Artístico Cultural (DAC), Igrejinha da UFSC, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANTO: Taxa de inscrição semestral a R$ 50,00. Sem mensalidade.

CONTATO: Departamento Artístico Cultural (DAC), (48) 3721-9348 ou 3721-9447 –  www.dac.ufsc.br – Veja a relação completa dos Cursos e Oficinas no link http://www.dac.ufsc.br/destaques_cursos_oficinas.php#topo

 

Para outros detalhes, veja os links dos projetos e atividades no site do DAC ou acompanhe as Notícias publicadas em www.dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material institucional e dos instrutores das oficinas.

DAC abre inscrições para oficinas de arte
Oficinas de violão: foto de Kadu Reis
Tags: DACoficinas arte

TV UFSC entrevista Roselane e Lúcia sobre Fóruns de Planejamento para a Nova Administração

27/04/2012 19:18
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Roselane e Lúcia falam sobre os Fóruns de Planejamento para a Nova Administração no UFSC Entrevista; abaixo, uma das novas vinhetas desenvolvidas pela equipe da TV UFSC

A conversa estreia segunda-feira no UFSC Entrevista, mas já está na internet. A reitora e a vice que tomam posse no próximo dia 10 falam sobre os fóruns que serão realizados na próxima semana para discutir as necessidades e ações a serem tomadas nos próximos anos na Universidade. As reuniões são parte da proposta de campanha de Roselane e Lúcia e do compromisso de transparência e participatividade. Estreia na segunda-feira às 22h, com horários alternativos à meia-noite de terça para quarta-feira, quinta ao meio-dia, sexta às 23h30 e meia-noite de sábado para domingo e domingo ao meio-dia.

Já estão na programação as novas vinhetas e interprogramas desenvolvidos pela equipe. Com linguagem visual moderna e elegante, valorizando a ligação da TV com Florianópolis, são animações e cenas urbanas e da ilha, com trilha sonora executada por Wagner Segura, Nestor Habkost e Daniel Aranha. As peças foram desenvolvidas e realizadas por  Augusto Veiras, Tiago Kawata,  Giuliane Gava e Vanessa Sandre, com colaboração de Agnaldo Mendes, Fernando Crocomo, Mariana Della Justina, Antonio Daudt e Polícia Militar de Santa Catarina.

No Cinema Catarinense, o documentário Modernos do Sul, de Kátia Clock, conta a história de um grupo de artistas e intelectuais que em meados do século XX tentou democratizar a cultura em Santa Catarina. De 1947 a 58, o Círculo de Arte Moderna, conhecido mais tarde como Grupo Sul, publicou a revista SUL, editou livros, encenou peças teatrais, promoveu exposições de
arte, fundou o primeiro clube de cinema catarinense e realizou O Preço da Ilusão, primeiro longa-metragem do estado.

O documentário estreia no sábado, dia 28 de abril, às 22h. Os horários alternativos são no domingo, 29, às 14h e meia-noite de domingo para segunda-feira.

Para acompanhar a TV UFSC, sintonize o canal 15 da NET Florianópolis e veja a programação completa no site www.tv.ufsc.br/grade. Assista aos boletins de notícias também no www.youtube.com/tvufsc.

 

Assista ao UFSC Entrevista com Roselane e Lúcia:

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

 

Por Fábio Bianchini/ Jornalista na TV UFSC

Programa de Bolsas de Iniciação à Docência avalia atividades e expectativas

27/04/2012 17:04

O Programa Institucional de Bolsa da Iniciação à Docência (Pibid) da UFSC realiza na próxima quinta-feira,  5 de maio, um encontro para discutir as atividades desenvolvidas junto a escolas públicas no triênio 2009/2011. Financiado pela Capes, o Pibid oferece aos estudantes de licenciatura  a oportunidade de estágio em escolas públicas, antecipando o ingresso do graduando na docência.

Na UFSC há três projetos em andamento (editais de 2009, 2010 e 2011), integrado por 12 subprojetos vinculados aos cursos de licenciatura em Biologia, Ciências Sociais, Educação do Campo, Filosofia, Física, Letras/Português, Licenciatura Indígena, Língua Estrangeira/Inglês, Matemática, Química, Pedagogia e Psicologia.

Mais informações: (48) 3721-9334 / den@reitoria.ufsc.br

Por: Mateus Vargas/ Bolsista em Jornalismo na Agecom

Programação:

Local: Auditório da Reitoria
8h30min – Abertura e descrição sucinta dos projetos
– Professora Beatriz Hanff, professor Carlos Pinto e professor José André Angotti (coordenadores institucionais do Pibid/UFSC)
9h – Mesa-redonda: Atividades de ensino como ação formadora
Expositores: um coordenador de subprojeto da UFSC, um supervisor de Escola Municipal, um gestor e um Supervisor de escolas estaduais – nome a confirmar
10h45min – Café
11h15min – Debate
12h15min – Almoço

Local: Centro de Ciências da Educação, prédio A, salas do 1° piso
14h – Grupos de trabalho:
Distribuição do grande grupo em cinco grupos de trabalho, orientados pelas questões norteadas a seguir listadas, as quais serão debatidas no que diz respeito a avanços e dificuldades, limites e possibilidades. Supervisores e bolsistas do Pibid serão coordenadores e relatores dos GTs. Eis as questões:
1 – Características de um processo de iniciação à docência;
2 – Importância do Pibid na formação docente e fortalecimento das Licenciaturas;
2 – Contribuições do Pibid para o instituições de ensino superior  e escolas;
4 – Importância do Pibid para a formação continuada dos supervisores

Local: Auditório da Reitoria
15h –  Café
Apesentação das sínteses e cada grupo por um ou dois representantes (bolsistas e/ou supervisores)
17h – Diretrizes para continuidade e encerramento

 

 

Tags: PibidUFSC

III Semana Acadêmica da Arquivologia discutirá “Arquivo, Memória, Patrimônio e Ergonomia”

27/04/2012 16:00

Com o tema “Arquivo, Memória, Patrimônio e Ergonomia”, a III Semana Acadêmica da Arquivologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) será realizada de 2 a 4 de maio, no Auditório do Centro de Ciências da Educação (CED). As inscrições serão feitas no local. Para participar, é necessário levar 1 litro de leite integral de caixinha. As doações serão destinadas ao Lar Recanto do Carinho, de Florianópolis.

A Semana tem como objetivo ampliar e fomentar as relações dos acadêmicos com a sociedade e o mercado de trabalho, além de abordar temas de relevância no cenário internacional. Dessa forma, busca o aperfeiçoamento do futuro, trazendo para a UFSC os principais debates que estão em pauta no Brasil e no mundo.

O evento tem apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), do Centro de Ciências da Educação (CED), do Departamento de Ciência da Informação e do Centro Acadêmico do Curso de Arquivologia da UFSC.

PROGRAMAÇÃO

2 de maio – quarta-feira

8h – Credenciamento

8h30min – Abertura com autoridades

9h – Apresentações Musicais:

“Voz e Violão” com Léo Linden

Flauta doce com Camila Schwinden Lehmkuhl

9h30min – Apresentações Científicas

Relato de Experiência de Estágio

Josiane Cristina Couto; Fábio Henrique e Raffaela Dayane Afonso, da 4ª Fase, no Acervo Claudir Silveira.

Intervalo

10h10min – Palestra “Arquivos Educacionais” com os professores Norberto Dallabrida e Gladys Mary Ghizoni (UDESC).

Lançamento do livro – “A Escola da República”

3 de maio – quinta-feira

8h30min – Apresentações Científicas

Relatos de Experiências de Estágio

Mariana Pimentel Sarmento, da 2ª fase, no Arquivo das Usinas Hidroelétricas BAESA, ENERCAN, MAESA e Salto Pilão.

Juliano Rosa, da 2ª fase, no Arquivo da PREG/UFSC.

9h – Centro Acadêmico Livre de Arquivologia

Intervalo

10h10min – Palestra “Arquivo, Memória e Patrimônio”, com a professora Janice Gonçalves (UDESC).

11h10min – Palestra “Ergonomia: possibilidades para Arquivo”, com a professora Clarissa Stefani (Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável).

4 de maio – sexta-feira

8h – Apresentação Musical: Banda Arquivo Morto

9h – Apresentações Científicas

Relatos de Experiências de Estágio

Raquel Petri e Karina Fernandes, da 4ª fase, na Divisão de Arquivo e Logística do Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia da UFSC.

Karina Coelho, da 4ª fase, no Arquivo do Protocolo/UFSC.

Intervalo

10h10min – Palestra “Arquivo, Memória e Patrimônio: experiências de pesquisa a partir do Acervo no Arquivo Histórico de Joinville – SC”, com a professora Janine Gomes da Silva (UFSC).

Organização: Curso de Graduação em Arquivologia da UFSC

Promoção: Grupo de Pesquisa Arquivos Contemporâneos

Apoio: PRAE-UFSC, Arquivo Central da UFSC, Arquivo Público do Estado de Santa Catarina, Arquivo Público Histórico do Município da Palhoça, Centro Acadêmico do Curso de Arquivologia.

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9756.

Por Margareth Rossi/jornalista da Agecom

Tags: III Semana Acadêmica da ArquivologiaUFSC

Indústria da Construção Civil e instituições de pesquisa debatem alvenaria estrutural

27/04/2012 15:56

O aumento da oferta de blocos estruturais de qualidade, o desenvolvimento de novos materiais e técnicas e a industrialização do processo de construção estão entre os avanços na indústria. Mas o reduzido número de profissionais habilitados, mesmo que a demanda seja alta, a dificuldade de adoção de normas técnicas, o melhor entendimento estrutural de prédios de grande altura e a pequena oferta de disciplinas específicas nos cursos de Engenharia são desafios na adoção de um dos métodos mais utilizados na Construção Civil: a alvenaria estrutural.

A tecnologia adotada há milênios e que continua sendo estudada e aprimorada será o foco da XV Conferência Internacional de Alvenaria Estrutural, pela primeira vez sediada pelo Brasil. O evento será realizado de 3 a 6 de junho, em Florianópolis (SC). “É uma oportunidade para que profissionais da construção e acadêmicos possam interagir com autoridades do mundo em alvenaria estrutural e tirar partido da experiência que podem transmitir sobre projetos, as construções e as pesquisas nesta área tão importante”, destaca o professor do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Humberto Roman, que compartilha a coordenação do evento com o professor do Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) Guilherme Aris Parsekian.

“Nos últimos 30 anos, com extensos trabalhos de pesquisa, a imaginação de projetistas e melhoria da qualidade dos materiais, a alvenaria estrutural tem apresentado mais visíveis avanços do que qualquer outra forma de estrutura usada na construção civil. Como consequência, é um dos mais econômicos e modernos métodos de construção. Em países como Inglaterra, Austrália, Alemanha e Estados Unidos, é o mais utilizado e de maior aceitação pelo usuário”, lembra Roman. Segundo ele, o encontro vem sendo realizado em países de expressão no desenvolvimento internacional da engenharia civil, e para obter o direito de ser sede, o Brasil competiu com Inglaterra, Alemanha e Portugal.

Barry Haseltnine (um dos responsáveis pela norma de alvenaria estrutural do Mercado Comum Europeu), Adrian Page (da University of Newcastle, Australia), Robert Drysdale (McMaster University, Canada); Richard

Klingner (University of Texas, Estados Unidos); Jason Ingham (The University of Auckland, Nova Zelândia); Gregg Borchelt (presidente do Brick Industry Association, EUA [ Associação de Indústria de Tijolos dos Estados Unidos]), Nigel Shrive (University of Calgary, Canada) e Paulo Lourenço (Universidade do Minho, Portugal) estão entre os conferencistas.

A programação prevê conferências, apresentação de artigos, cursos de curta duração e o Dia do Construtor, um pré-evento que tem a finalidade de discutir de maneira prática a construção em alvenaria estrutural no Brasil e no mundo. Serão sessões técnico-científicas de pesquisadores e empresários da indústria da construção. Essa agenda é direcionada a projetistas, produtores de materiais e componentes para a construção e construtores.

Estão à frente da organização a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), com apoio da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade de São Paulo (USP) e das instituições internacionais Universidade do Minho (Portugal), University of Calgary (Canadá) e University of Newcastle (Austrália).

Mais informação no site www.15ibmac.com/home /ou com os coordenadores do evento Guilherme Aris Parsekian (parsekian.ufscar@gmail.com) e Humberto Roman (humberto@ecv.ufsc.br)

Por Arley Reis / Jornalista na Agecom

Tags: alvenaria EstruturalEngenharia CivilUFSC

Semana da Dança oferece 23 mostras e oficinas gratuitas

27/04/2012 15:30

Até domingo, 29 de abril, quando se comemora o Dia Internacional da Dança, o campus universitário será uma pista de dança e um palco de discussão sobre o conhecimento e a história em torno dessa arte. Depois da participação dos bailarinos internacionais Martin Kravitz e Fabíola Biasoli e das performances, o ponto forte da programação da Semana de Dança na UFSC nessa sexta feira são as oficinas gratuitas, que ocorrem o dia todo.

No dia 27 de abril, às 9h e às 14h, o público pode participar de oficinas, nas salas de dança do Centro de Desportos e nas salas do Curso de Artes Cênicas da UFSC. Dança indiana, biodança, dança contemporânea, contato improvisação, jam session de contato improvisação, danças circulares, cacuria, zouk e salsa cubana são alguns dos estilos abordados pelas
oficinas. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas no local e horário das oficinas, com distribuição de senha 30 minutos antes do início destas. Para participar basta levar roupas apropriadas para se movimentar e não é necessário conhecimento prévio de dança.

Dia Internacional da Dança
No final de semana, 14 apresentações artísticas de videodança e dança ao vivo das mais diversas modalidades vão tomar conta do campus. No dia 29 de abril, dois momentos marcarão a programação: a mostra de videodança, que ocorrerá às 17h30min, no piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, na UFSC; e a Mostra de Dança, que ocorrerá no Teatro Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, com capacidade para 400 pessoas, a partir das 18h. “Será o momento mais colorido do evento, com a exibição de coreografias de diversos estilos e grupos de Santa Catarina”, explica a bailarina Janaína Santos, uma das coordenadoras.

Ainda no dia 29, às 17h, no piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, UFSC ocorrerá o lançamento do livro Coleção Dança Cênica 2: Histórias da Dança. Organizada por Vera Torres, Jussara Xavier e Sandra Mayer, a publicação da editora da UDESC traz uma coletânea de ensaios sobre os diferentes movimentos históricos dessa arte. Promovida pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, em parceria com professores do Curso de Artes Cênicas e Centro de Desportos, a Semana oferece a possibilidade de vivenciar um mosaico de modalidades e ritmos diferenciados de dança.

“Também queremos proporcionar o acesso à pesquisa e ao conhecimento teórico sobre essa área”, explica a secretária Maria de Lourdes Borges.

Por Raquel Wandelli / Assessora de Comunicação da SeCArte/UFSC / www.secarte.ufsc.br / 3721-9459 / 9911-0524/

Mais informações: dia.da.dança.ufsc@gmail.com / Janaína Santos: janainasantos@reitoria.ufsc.br / 99597213 e 37218307

Tags: SeCArteSemana de DançaUFSC

Centro de Desportos recebe oficinas de dança

27/04/2012 15:09

Oficina de dança indiana oferecina nesta sexta-feira pela manhã. Fotos: Brenda Thomé

Manifestações culturais relacionadas ao Dia da Dança fazem parte da rotina da UFSC desde o último domingo. Nesta sexta-feira, 27, os “palcos de dança” estão abertos à comunidade, por meio de oficinas gratuitas oferecidas durante todo o dia. As senhas de inscrição são distribuídas nos locais, 30 minutos antes do início das aulas. Não é necessário conhecimento prévio para participar.

A Semana de Dança da UFSC é promovida pela Secretaria de Cultura e Arte, em parceria com professores do Curso de Artes Cênicas e do Centro de Desportos. Até 29 de abril, quando é celebrado em todo o mundo o Dia da Dança, diversas apresentações e discussões sobre a história e prática desta arte acontecem por todo o campus.

No Centro de Desportos (CDS), as atividades desta sexta iniciaram às 9h, com a oficina de dança clássica indiana. Pesquisadora da cultura, arte e filosofia da Índia, integrante do projeto de extensão práticas corporais, Madhava Keli ministrou a oficina. Após o alongamento, as participantes (apenas mulheres) foram apresentadas às posturas e movimentos básicos da dança. No início, dificuldades para acompanhar o ritmo, que exige flexibilidade de diversas partes do corpo.

“É necessário concentração total. Com a dança, compreendemos nossos limites e aprendemos a manter a paciência”, disse a professora durante a aula. Dedicação não faltou às alunas, algumas com trajes típicos da Índia. Para a colombiana que faz doutorado em Engenharia Mecânica Cindy Ibarra, a oficina é uma oportunidade de conhecer melhor culturas diferentes. A graduanda em Educação Física, Bruna Buratto, pratica dança cigana e yoga e, apesar das dificuldades, gostou da dança clássica indiana por exigir concentração e cuidados com o corpo.

Às 10h, começou a oficina de salsa cubana, ministrada por Ed Charlles, com música, ritmo da dança e perfil dos participantes bem diferentes. A turma não era formada apenas por mulheres e, desde o alongamento, a música ligeira descontraía os alunos. A graduanda em Educação Física Karina Pavanello foi uma das 21 participantes da oficina. A estudante pratica jazz, ballet, dança de salão e escolheu a oficina de salsa cubana para conhecer um novo ritmo.

A bailarina e coordenadora da Semana de Dança na UFSC Janaina Santos espera que os participantes das oficinas se interessem e procurem projetos de extensão. No ano passado, o Dia Internacional da Dança foi celebrado com atividades durante a manhã e tarde de 29 de abril. Em 2012, a celebração se estende por toda a semana que antecede a data e a procura do público para as atividades aumentou.

Mais informações:
http://www.secarte.ufsc.br / (48) 3721-9459 / 9911-0524/
– Janaína Santos: Janaina.santos@ufsc.br /  (48) 3721-8307 / 9959-7213

Por: Mateus Vargas/ Bolsista em Jornalismo na Agecom

Na tarde desta sexta-feira mais oficinas serão oferecidas à comunidade:

13h30min às 15h

Zouk Bruno Machado Dança B/ CDS

14 às 16h

Brincando Cacuriá Ieda Moraes Takaya 402 – CCE/Artes Cênicas

10 às 12h

Contato Improvisação Ana Alonso CIC – Centro Integrado de Cultura

12h às 14h

Jam Session de Contato Improvisação Ana Alonso CANCELADA

13 às 15h

Improvisação: Autonomia criativa em Dança Claudinei Sevegnani 403 – CCE/Artes Cênicas

15h30min às 18h

Prática de Performance de Improvisação Silmar Pereira 403 – CCE/Artes Cênicas


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Tags: Semana da DançaUFSC

UFSC abre inscrições para curso sobre células-tronco

27/04/2012 13:40

O Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e do Desenvolvimento da UFSC oferece no período de 10 a 21 de setembro o curso “Células-tronco: aspectos básicos e biotecnológicos”. As inscrições estão abertas até 30 de junho.

Serão 14 vagas, sendo sete para brasileiros e as demais para argentinos, uruguaios, paraguaios e colombianos. Gratuita, a capacitação será ministrada no Laboratório de Células-Tronco e Regeneração Tecidual, ligado ao Centro de Ciências Biológicas da UFSC. É direcionada a profissionais das áreas biológica e da saúde, com graduação em Ciências Biológicas, Farmácia, Nutrição, Medicina, Odontologia, Biomedicina ou Enfermagem.

O objetivo é fornecer conhecimentos básicos sobre células-tronco, informações sobre aplicações biotecnológicas e terapêuticas. A meta é que ao final do curso o participante seja capaz de definir e caracterizar células-tronco, reconhecer os vários tipos (embrionárias, pluripotentes induzidas, pós-natais), identificar nichos, marcadores e métodos de isolamento, entre outros aspectos.

As aulas serão ministradas por professores da UFSC e da UFRGS, contando com dois pesquisadores convidados da Argentina. O professor Rubén Pedro Laguens, da Universidad Favaloro y Hospital Universitario, que tem experiência em ensaios pré-clínicos com animais de médio e grande porte, e o professor Pablo H. Strobl Mazzulla, do Instituto Tecnológico de Chascomús, que domina técnicas de regulação epigenética de células-tronco.

A realização do curso tem apoio financeiro do Centro Argentino-Brasileño de Biotecnología (CABBIO), CNPq e dos programas de pós-graduação em Biologia Celular e do Desenvolvimento e em Neurociências da UFSC, além da Pró-Reitoria de Pós-Gradução.

O Laboratório de Células-Tronco e Regeneração Tecidual da UFSC está vinculado à Rede Brasileira de Terapia Celular (RNTC) e há anos desenvolve projetos de obtenção, aprimoramento de metodologias e análises do uso de células-tronco de diversos tecidos adultos humanos e animais. O setor também desempenha importante papel na formação de recursos humanos, capacitando alunos de iniciação cientifica, mestrado, doutorado e pós-doutorado.

Os professores que integram o laboratório oferecem regularmente a disciplina células-tronco para o Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e do Desenvolvimento e para o Programa de Pós-Graduação em Neurociências. Também ministram palestras e conferências em congressos e simpósios nacionais e internacionais, além de escolas e outros setores que solicitam informações sobre essa temática.

Mais informações e inscrições www.lacert.ufsc.br, lacert@gmail.com fone 48 (3721 6905)

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

 

Tags: células-troncoterapia celularUFSC

Laboratórios do CDS avaliam atleta da patinação de velocidade

27/04/2012 12:11

Patinação de velocidade no CDS João Vicente Scarpin , 33 anos, é administrador, mas faz da patinação de velocidade mais que um hobby – trata o esporte quase como uma vocação. Ele é um dos dois únicos atletas brasileiros internacionalmente competitivos nessa modalidade que já tem, especialmente na Europa, um peso considerável, tanto que integra os Jogos Olímpicos de Inverno, realizados a cada quatro anos. Na semana passada, João Vicente fez uma bateria de testes específica e inédita no Brasil nos laboratórios de Esforço Físico e de Biomecânica da UFSC, localizados no Centro de Desportos da instituição.

O teste foi também uma preparação para o Campeonato Brasileiro de Patinação de Velocidade, que vai acontecer no Terminal de Integração de Capoeiras (desativado), em Florianópolis, nos dias 29 e 30 deste mês. Esta semana, o Centro de Desportos vem sendo palco de palestras, de um curso de formação de árbitros e, neste sábado, dia 28, do I Encontro Nacional de Técnicos nesta modalidade.

Na UFSC, Scarpin fez várias avaliações, como o de força isométrica, que confere a capacidade dos extensores do joelho, e outras provas para medir sua capacidade física atual. Elas fazem parte do estudo piloto de um projeto de doutorado que tem o objetivo de elaborar e validar um teste de esforço máximo incremental para avaliação fisiológica e biomecânica da performance de atletas da patinação in-line.

O Laboratório de Esforço Físico da UFSC, vinculado ao Centro de Pesquisas em Rendimento Esportivo, desenvolve estudos nesta e em outras modalidades voltados para a alta performance. Trata-se de um centro de excelência criado com o apoio do Ministério do Esporte para avaliar atletas de alto rendimento que vão para a Olimpíada de Londres e já se preparam para os jogos do Rio de Janeiro, em 2016.

“É um trabalho de extensão, prestado sem custos, como uma contribuição da UFSC à sociedade”, afirma o coordenador do laboratório, Luiz Guilherme Guglielmo. Ele trabalha com Fernando Diefenthaeler, responsável pela avaliação biomecânica e coordenador do programa de pós-graduação em Educação Física, que tem conceito 5 pela Capes.

O laboratório fez o mesmo trabalho, sem custo, com Murilo Fischer, ciclista de Brusque que reside e compete na Espanha e que faz parte da seleção brasileira da modalidade nos eventos internacionais. Atletas juvenis do Avaí e Figueirense também realizam avaliação fisiológica e biomecânica ali, analisando o desempenho e identificando suas principais deficiências, podendo corrigi-las ou eliminá-las, a partir de um planejamento que também conta com a participação do laboratório.

A estrutura dos laboratórios do Centro de Desportos da UFSC melhorou muito nos últimos anos. Apenas uma bicicleta para testar a resistência de atletas custou 40 mil euros. “Os atletas ficam sabendo dos recursos que temos e nos procuram”, diz Guglielmo. A Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 levaram o governo a investir mais no aprimoramento dos atletas brasileiros. No Estado, a ideia é colocar a modalidade da patinação de velocidade nos Jogos Abertos de Santa Catarina, com o apoio da Federação.

Uma aposta para o futuro – Único catarinense que pratica o esporte, João Vicente Scarpin conta que apenas os estados do Rio de Janeiro e São Paulo têm “patinódromos”, o que limita a capacidade de formar atletas nesta modalidade no Brasil. Mesmo assim, como prova de que ela está se fortalecendo, foi criada em 2011 a Federação Catarinense de Hóquei e Patinação (FCHP), dirigida por ele.

Ainda tratada por muitas pessoas como recreação, a patinação de velocidade pode ser praticada em pistas criadas para este fim ou na rua. Diferente da patinação no gelo, que nasceu no norte da Europa ainda no século XIII e é largamente praticada mundo a fora, esta categoria utiliza patins de rodinhas e equipamentos e materiais diferenciados (em fibra de carbono), em vista das características das pistas e vias públicas, que provocam forte fricção com o asfalto. João Vicente é mais competitivo nas ruas, e por isso treina na avenida Beira-mar Norte e na SC-401.

Sem patrocínio, ele tem o apoio do governo do Estado para as viagens e também ensina o que sabe para crianças de uma escola do Rio Vermelho, já pensando em formar uma geração de atletas nesta modalidade.

Scarpin diz que a Colômbia é o país sul-americano com mais força no esporte, tanto que tem cerca de 20 patinadores competitivos que não raro são contratados para representar outras federações em competições internacionais. A Argentina também tem um grupo de atletas representativo e já foi campeã do mundo na modalidade. “Disputei um campeonato lá e não cheguei perto deles, especialmente porque foi num circuito de pista, que não é o meu forte”, diz ele. Numa competição em Berlim, ele ficou em 38º. lugar, mas foi o melhor brasileiro classificado. O circuito mundial da categoria tem oito etapas e acontece todos os anos nos países que mais praticam o esporte.

O atleta catarinense diz que os testes têm ajudado muito a melhorar o rendimento e que vem adquirindo os equipamentos nos Estados Unidos, onde os custos podem chegar à metade dos que são praticados no Brasil. “Sou obrigado a ter um estoque de rodas em casa, por causa das dificuldades de comprar os materiais aqui”, conta. Ele diz que não é incomum se acidentar, por isso usa proteção e joelho. “Em geral, utilizamos lycra, porque um material mais pesado prejudica o desempenho”, afirma. No mundo, há cerca de 30 milhões de praticantes do esporte, o que aumenta a expectativa de que se torne uma modalidade olímpica nos Jogos de 2020.

Por Paulo Clóvis Schmitz/jornalista na Agecom

Fotos: Wagner Behr/Agecom e Laef/Biomec

Tags: PatinaçãoUFSCvelocidade

Fóruns da nova gestão começam a discutir o futuro da UFSC na próxima semana

27/04/2012 09:59
Fóruns discutem o futuro da UFSC
O futuro da UFSC começa a ser discutido na próxima semana.  Nos dias 2, 3 e 4 de maio acontecem no auditório do Centro de Eventos os Fóruns de Planejamento para a Nova Administração,  gestão 2012-2016, com nove sessões temáticas.

Houve uma inversão na discussão do tema Políticas para Graduação que passa para a noite de sexta-feira, antecipando para o dia de abertura o debate sobre “Políticas de Cultura e Comunicação”.
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Tags: comunidadeFórunsUFSC

Departamento Artístico Cultural abre inscrições para mais Oficinas de Arte

27/04/2012 09:54

O Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC abre inscrições para mais cursos e oficinas de arte que serão oferecidas neste primeiro semestre de 2012. As inscrições deverão ser feitas na Secretaria do DAC / Igrejinha da UFSC, de 2 a 4 de maio, de quarta a sexta-feira, das 9 às 18 horas, por ordem de chegada. As atividades são abertas à comunidade em geral e iniciam na semana seguinte à das inscrições.
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Tags: arteDACoficinasUFSC

Florianópolis sedia o II Congresso Brasileiro de Orientação para Aposentadoria nas Organizações

26/04/2012 17:16

Estão abertas até o dia 20 de maio as inscrições  de trabalhos para o II Congresso Brasileiro de Orientação para Aposentadoria nas Organizações. O evento acontece entre os dias 19 e 21 de julho, em Florianópolis, no Hotel Majestic, com o apoio do departamento e do programa de pós-graduação em Psicologia da UFSC.

Entre os destaques desta edição está a participação do professor da Universidade Católica Portuguesa Antonio Manuel Gopdinho Fonseca, que faz a conferência de abertura do segundo dia com o tema “Aposentadoria: um acontecimento, diversas interpretações”. Fonseca também ministrará minicurso, no dia 19, sobre processos psicossociais de transição e adaptação à aposentadoria. Outros nove minicursos acontecerão durante o primeiro dia do congresso, com profissionais e professores de Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.

O evento contará com palestras, mesas-redondas, relatos de pesquisa e lançamento de livros. A primeira edição, em 2010, recebeu cerca de 400 pessoas de todo o país.

Aposentadoria na UFSC
Há anos a UFSC se preocupa com a preparação para a aposentadoria. Desde 2009 a universidade oferece para seus servidores o Programa de Preparação para Aposentadoria, o Aposenta-Ação. Realizado pela Divisão de Capacitação e Afastamento para formação (DCAF), o programa foi fundado em 1993 pelo professor do Departamento de Psicologia José Carlos Zanelli.

As atividades são realizadas com o objetivo de prevenir problemas que uma aposentadoria não planejada pode acarretar. Entre as ações desenvolvidas nas nove sessões semanais estão exposições dialogadas, dinâmicas de grupo e palestras. Os temas abordados em grupos de 15 a 20 pessoas englobam relacionamentos sociais, finanças pessoais, organização de pequenos negócios, autoconhecimento, saúde e prevenção. O Aposenta-Ação, que atualmente é coordenado pela professora do Departamento de Psicologia Dulce Helena Pena Soares, é um serviço gratuito e tem como enfoque servidores em período pré e recém-aposentadoria.

“Toda mudança gera tensão consciente ou inconsciente. Se preparar é muito importante para tudo, a vida é feita de transições, e a aposentadoria é mais uma dessas. O que o trabalho de preparação para esta transição prevê é a redução dos danos psicossociais, apostando em um projeto de continuidade para que não haja surpresas no futuro”, explica o professor do Departamento de Psicologia e organizador do II Congresso Brasileiro de Orientação para Aposentadoria nas Organizações José Carlos Zanelli, que estuda o atendimento na fase pré-aposentadoria há 20 anos e é o primeiro autor do livro “Orientação para aposentadoria nas organizações de trabalho”.

Mais informações: ww.aposentadoria2012.com.br/ jczanelli@terra.com.br

Por Ana Luísa Funchal/ Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: aposentadoriapsicologiaUFSC

Inscrições de técnico-administrativos para conselhos Universitário e de Curadores são prorrogadas

26/04/2012 17:10

A Pró-Reitoria de Desenvolvimento Humano e Social (PRDHS) decidiu retificar os editais nº 001/PRDHS/2012 e nº 002/PRDHS/2012 referentes à abertura de inscrições para eleição de servidores técnico-administrativos aos Conselhos Universitário e de Curadores.

O pró-reitor Luiz Henrique Vieira Silva enviou documento ao procurador-chefe na UFSC, Nilto Parma, solicitando a alteração do prazo das inscrições devido ao número baixo de interessados. O parecer favorável do procurador foi enviado à Comissão Eleitoral do processo para que as datas sejam prorrogadas.

Os candidatos já inscritos não precisam refazer o processo; as novas datas serão divulgadas pela PRDHS.

Serão eleitos três titulares e três suplentes para o Conselho Universitário e um titular e um suplente para o Conselho de Curadores. O mandato nos dois Conselhos é de dois anos.

Mais informações: (48) 3721-6316 ou 3721-9030. Visite também as páginas do Conselho de Curadores e do Conselho Universitário.

Saiba mais:

Atribuições do Conselho Universitário:

  • exercer como órgão deliberativo, consultivo, normativo, a jurisdição superior da Universidade em matéria de ensino, pesquisa, extensão e administração;
  • julgar, em grau de recurso, os processos originários das Câmaras de Ensino de Graduação, de Pós-Graduação, de Pesquisa e de Extensão, quando arguida a infringência à Lei;
  • reformar o presente Estatuto por três quintos do total de seus membros, submetendo-o à aprovação pelo Órgão competente do Ministério da Educação;
  • aprovar o Regimento Geral da Universidade e reformá-lo, obedecendo ao quorum do inciso anterior;
  • elaborar e aprovar o seu próprio Regimento;
  • aprovar o Regimento dos demais órgãos da Administração Superior;
  • aprovar as normas e diretrizes sobre o regime de trabalho do pessoal docente;
  • apreciar os planos plurianuais de atividades universitárias, apresentados pelo Reitor;
  • normatizar, nos termos da legislação vigente, o processo eleitoral referente à escolha do Reitor e Vice-Reitor da UFSC;
  • apreciar os vetos do Reitor às decisões do próprio Conselho;
  • emitir parecer sobre a prestação anual de contas do Reitor;
  • apurar a responsabilidade do Reitor quando, por omissão ou tolerância, permitir ou favorecer o não-cumprimento de legislação;
  • decidir sobre a criação, desdobramento, incorporação, fusão e extinção de Unidades Universitárias e sobre a agregação de estabelecimentos de ensino superior isolados, bem como
    sobre a criação, transformação de regime jurídico ou extinção dos Órgãos Suplementares, na forma da legislação;
  • deliberar, em grau de recurso, sobre decisões administrativas do Reitor ou de outros órgãos ou autoridades universitárias, desde que tomadas por delegação desse;
  • propor ao Governo Federal, quando apurada a responsabilidade de que trata o inciso XII do presente artigo, em parecer fundamentado e aprovado por 3/5 (três quintos) dos seus membros, a destituição do Reitor e/ou Vice-Reitor;
  • decidir, após inquérito administrativo, sobre a intervenção em qualquer Unidade ou Subunidade, por motivo de infringência da legislação vigente;
  • aprovar o Calendário Escolar;
  • apreciar o relatório anual de atividades, apresentado pelo Reitor;
  • deliberar sobre a concessão de dignidades universitárias;
  • deliberar sobre outras matérias que lhe sejam atribuídas no presente Estatuto e no Regimento Geral, bem como sobre questões que neles ou em quaisquer outros regimentos sejam omissas, submetendo a decisão, quando necessário, à homologação do Conselho Nacional de Educação;(atribuições especificadas no artigo 17 do estatuto da UFSC)

Atribuições do Conselho de Curadores:

  • aprovar as normas de seu funcionamento;
  • acompanhar e fiscalizar a execução orçamentária;
  • aprovar a prestação de contas anual da Universidade;
  • aprovar e fiscalizar a abertura de créditos adicionais;
  • aprovar e fiscalizar acordos ou convênios;
  • aprovar e fiscalizar a incorporação de receitas extraordinárias não previstas no orçamento;
  • fixar, por proposta do Reitor, as tabelas de taxas e outros emolumentos devidos à Universidade;
  • aprovar a proposta orçamentária e o orçamento analítico da Universidade, acompanhado do respectivo plano de atividade universitária, antes de sua remessa aos órgãos competentes;
  • aprovar a realização de investimento visando à valorização patrimonial e à obtenção de rendas aplicáveis à realização dos objetivos da Universidade;
  • aprovar a alienação e a transferência de bens da Universidade;
  • deliberar sobre o veto do Reitor às suas decisões;
  • emitir parecer sobre qualquer assunto relativo a patrimônio e finanças, mediante consulta do Reitor.
  • o Conselho de Curadores poderá designar comissão de especialistas para examinar e dar parecer sobre assuntos de sua competência.
Tags: Conselho de CuradoresCUnUFSC

Semana da Dança na UFSC: apresentações se concentram em escadarias do Centro de Cultura e Eventos

26/04/2012 17:09

Em vários horários de hoje acontecem performances que foram transferidas para escadarias do Centro de Cultura e Eventos em função da chuva. Ainda estão abertas inscrições para oficinas de dança na sexta

Performance Ressonâncias da África, apresentada na quarta-feira, às 12 horas, nas escadarias do Centro de Cultura e Eventos

Até domingo, 29 de abril, quando se comemora o Dia Internacional da Dança, o campus universitário será uma pista de dança e um palco de discussão sobre o conhecimento e a história em torno dessa arte. Depois da participação dos bailarinos internacionais Martin Kravitz e Fabíola Biasoli, o ponto forte da programação da Semana de Dança na UFSC a partir de hoje (25) são as performances, que podem ser acompanhadas em diversos horários e locais do campus da Trindade, e as oficinas, que ocorrem durante todo o dia de sexta-feira (27).

No final de semana, 14 apresentações artísticas de videodança e dança ao vivo das mais diversas modalidades vão tomar conta do campus. Todos os espetáculos, mostras, performances, palestras e oficinas são gratuitos e abertos ao público. Desde ontem, o palco das performances ao ar livre foi transferido para as escadarias do Centro de Eventos em função da chuva. As demais permanecem nos locais previstos na programação.

Na quinta 26, quatro grupos diferentes apresentarão performances no campus da UFSC. A programação foi aberta às 12h, por Alexandra Alencar e Gabriella de Souza, com Ogunhê! Pelas lutas de ontem e hoje!. Às 16h30min, o projeto de extensão da UFSC Acrobacias Aéreas em Tecido mostrará seu trabalho. No final da tarde, às 18h, a performance Ballet Real Polonês – a dança dos lamentos e vitória será apresentada pela Família UBU. O Grupo de Dança Fazendo Corpo Mole encerra, às 20h, no hall do CFH, as performances da Semana da Dança na UFSC com a apresentação de O mar em mim. Vale lembrar as apresentações que ocorreram na quarta, nas escadarias do Centro de Cultura e Eventos: às 12 horas, o grupo Abayomi eletrizou uma platéia de cerca de 150 pessoas com a performance Ressonâncias da África. Às 18h, Claudinei Sevegnani, do grupo Uma Cia de Dança, apresentou Pensando em Dolores.

 

Fotos: Matheus Moreira Moraes

No dia 27 de abril, às 9h e às 14h, o público pode participar de oficinas, nas salas de dança do Centro de Desportos e nas salas do Curso de Artes Cênicas da UFSC. Dança indiana, biodança, dança contemporânea, contato improvisação, jam session de contato improvisação, danças circulares, cacuria, zouk e salsa cubana são alguns dos estilos abordados pelas oficinas. As inscrições, gratuitas, serão feitas no local e horário das oficinas, com distribuição de senha 30 minutos antes do inicio destas. Para participar basta levar roupas apropriadas para se movimentar e não é necessário conhecimento prévio de dança.

Dia Internacional da Dança

No dia 29 de abril, dois momentos marcarão a programação: a mostra de videodança, que ocorrerá às 17h30min, no piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, na UFSC; e a Mostra de Dança, que ocorrerá no Teatro Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, com capacidade para 400 pessoas, a partir das 18 horas. “Será o momento mais colorido do evento, com a exibição de coreografias de diversos estilos e grupos de Santa Catarina”, explica a bailarina Janaína Santos, uma das coordenadoras.

Semana de Dança na UFSC traz 14 apresentações artísticas de videodança e dança ao vivo

Ainda no dia 29, às 17 horas, no piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, UFSC ocorrerá o lançamento do livro Coleção Dança Cênica 2: Histórias da Dança. Organizada por Vera Torres, Jussara Xavier e Sandra Mayer, a publicação da editora da Udesc traz uma coletânea de ensaios sobre os diferentes movimentos históricos dessa arte. Promovida pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, em parceria com professores do Curso de Artes Cênicas e Centro de Desportos, a Semana oferece a possibilidade de vivenciar um mosaico de modalidades e ritmos diferenciados de dança. “Também queremos proporcionar o acesso à pesquisa e ao conhecimento teórico sobre essa área”, explica a secretária Maria de Lourdes Borges.

Por Raquel Wandelli, assessora de comunicação da SeCArte/UFSC
http://www.secarte.ufsc.br
Fones: (48) 3721-9459 / 9911-0524/
Mais informações:

E-mail: dia.da.dança.ufsc@gmail.com

Janaína Santos: janaina.santos@ufsc.br

Fones: (48) 3721-8307 e 9959-7213

Tags: SeCArtesemana de dança na ufscUFSC

Presidente da Petrobras Biocombustível visita Laboratório de Remediação de Águas Subterrâneas

26/04/2012 16:37

Nos experimentos de campo a equipe trabalha com a liberação controlada no solo de diferentes combustíveis

Depois de ministrar a palestra “Novas oportunidades profissionais no campo energético no Brasil”, durante o Seminário Energia + Limpa: conhecimento, sustentabilidade e integração”, o presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rosseto, visitou nesta quarta-feira, 25 de abril, as novas instalações do Laboratório de Remediação de Águas Subterrâneas da UFSC.

Coordenado pelo professor Henry Xavier Corseuil, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, desde 1994 o laboratório desenvolve pesquisas em parceria com Petrobras. A nova sede, localizada na Fazenda da Ressacada (área no Sul da Ilha que pertence à Universidade) leva em conta conceitos da construção sustentável e será inaugurada nos próximos meses.

Antes de chegar ao “Prédio Verde”, o presidente da Petrobras Biocombustível conheceu experimentos de campo, com liberação controlada no solo de diferentes combustíveis e adições (gasolina; gasolina com etanol; diesel com etanol; biodiesel de soja puro e em diferentes proporções, entre outras misturas). Com os testes, o grupo estuda o impacto de vazamentos no solo e em águas subterrâneas, assim como processos naturais de recuperação. “No experimento mais antigo estamos há 13 anos monitorando a remediação natural de derivados do petróleo. Não há outro teste semelhante em qualquer lugar do mundo”, orgulhou-se o professor Henry.

A equipe investiga também tecnologias para acelerar a recuperação de áreas contaminadas, a partir da injeção nos experimentos de diferentes substâncias (entre elas sulfato e acetato). Análises químicas, biológicas e biomoleculares permitem a avaliação e o monitoramento de amostras periodicamente coletadas em diferentes profundidades, gerando conhecimento sobre o comportamento do combustível derramado e subsídios para controle de casos reais. Durante a visita, estudantes de graduação, mestrandos, doutorandos e técnicos estavam nos diferentes experimentos, demonstrando a dinâmica das pesquisas a representantes da Petrobras que acompanhavam a visita.

Em seguida, Miguel Rosseto conheceu o Laboratório de Remediação de Águas Subterrâneas. “Queríamos um prédio-conceito, que fosse autosuficiente na geração de sua energia e de sua água”, explicou o professor Henry, lembrando que o projeto prevê a instalação de células fotovoltaicas para geração de energia solar, e uma estrutura para geração de energia eólica deve ser integrada em colaboração com grupo do Departamento de Engenharia Mecânica. O projeto do laboratório foi desenvolvido pelo professor Américo Ishida, do Departamento de Arquitetura e Urbanismo, com a participação de estudantes de diferentes áreas.

“Essa é a primeira reunião oficial nestas instalações. Estamos entusiasmados para a mudança”, comemorou o professor, que fez uma apresentação sobre os avanços das pesquisas desenvolvidas em parceria com a Petrobras. Entre os destaques, citou o desenvolvimento do software SCBR (Solução Corretiva Baseada em Risco).

Implementado com a colaboração de empresas de base tecnológica da Grande Florianópolis, o modelo matemático tem como base o conhecimento gerado pela equipe em campo. Em sua versão 2.0, o software que mostra, por exemplo, como se comporta uma “pluma” de combustível derramado em diferentes condições, está sendo implementado em 20 unidades da Petrobras. A expectativa é de que colabore com a previsão de acidentes e ofereça apoio na tomada de decisão para controle da poluição do solo e de águas subterrâneas

O coordenador do laboratório citou outros trabalhos, como a avaliação da eficiência de bacias de contenção em terminais da Petrobras. E desafios futuros, como a implantação de um laboratório de última geração para monitorar a efetividade do armazenamento do CO2 no solo.

Miguel Rosseto destacou que o trabalho atende expectativas da Petrobras, “uma grande empresa de energia que sabe das exigências que deve à sociedade em relação ao impacto ambiental”. “Em depoimento recente, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, falou da audaciosa ideia de vazamento zero, e sabemos que estas preocupações não são adereços, mas devem organizar e dar vida a nossas atividades”, salientou, elogiando a seriedade da equipe. “Nesta grande casa verde pulsa compromisso, o que nos traz orgulho e confiança para apoiar e renovar projetos”, ressaltou o presidente da Petrobras Biocombustível.

Mais informações: (48) 3721-7569

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Fotos: Mário do Rosário / Consultor Técnico / Gerência de Biotecnologia / Centro de Pesquisas e Desenvolvimento – Cenpes

 

Tags: biocombustíveisremediaçãoUFSC

Projeto de Lei dos cargos destinados às IFEs é aprovado na CCJC

26/04/2012 16:14
A Comissão de Constituição, de Justiça e de Cidadania aprovou hoje (26/4) o Projeto de Lei 2134/11, que “Dispõe sobre a criação de cargos efetivos, cargos de direção e funções gratificadas no âmbito do Ministério da Educação, destinados às Instituições Federais de Ensino, e dá outras providências.”

No total, serão criados:

  • 19.569 cargos de Professor de 3º Grau;
  • 24.306 cargos efetivos de Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico;
  • 27.714 cargos de técnico-administrativos;
  • 1 cargo de direção – CD-1;
  • 499 cargos de direção – CD-2;
  • 285 cargos de direção – CD-3;
  • 823 cargos de direção – CD-4;
  • 1.315 funções gratificadas – FG-1;
  • 2.414 funções gratificadas – FG-2; e
  • 252 funções gratificadas – FG-3.

Essa aprovação vai ao encontro dos esforços envidados pelo conjunto de dirigentes junto às bancadas para trazer benefícios e possibilidade de conclusão dos projetos de expansão das instituições federais de ensino superior.

O Presidente da Andifes, reitor João Luiz Martins (UFOP) informa que os esforços não cessarão. As interlocuções permanecem agora junto às lideranças do Senado Federal para aprovação da matéria.

Nas palavras do presidente da Andifes “a aprovação do PL é fundamental para consolidação da parte referente a pessoal e de outros aspectos dentro do PL. Cada reitor e reitora das universidades federais assumirá a interlocução com os senadores do estado”.

O PL é essencial para a conclusão do Programa de Apoio de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). Além disso, serve também como ponto de apoio para o conjunto de diretrizes propostas pela Andifes em sua publicação “Programa de Expansão, Excelência e Internacionalização das Universidades Federais” (clique aqui para acessar).

Fonte: Andréa Teixeira – Andifes – Qui, 26 de Abril de 2012 11:11

Tags: AndifesreuniUFSC

Teatro da UFSC recebe no fim de semana a peça “…In memoriam”

26/04/2012 16:13

Enredo é baseado em "Canción de cuna para un anarquista", do dramaturgo chileno Jorge Díaz.

Duas histórias insólitas que se unem aparentemente por acaso. Uma viúva solitária, Rosaura, encontra um andarilho demente, Balbuena. Talvez ela tenha assassinado o marido por quem guarda luto, enquanto ele afirma ser o anarquista encarregado de sabotar o trem onde viajará Adolf Hitler. Com esse enredo, baseado em Canción de cuna para un anarquista, do dramaturgo chileno Jorge Díaz, as companhias Apatotadoteatro e Cia. Teatro L.A. CHAMA se apresentarão em Florianópolis às 20h, nos dias 27, 28 e 29 de abril, no Teatro da UFSC, e às 19h30min, no dia 1º de maio no Teatro Álvaro de Carvalho (Projeto TAC7:30).

Recentemente a peça “…In Memoriam” foi apresentada por quatro vezes no Festival de Teatro de Curitiba, como um dos espetáculos mais procurados da mostra FRINGE. No elenco atuam os alunos da graduação em Artes Cênicas e Letras da UFSC, Vanessa Grande e Tobias Nunes. A peça é dirigida por Carlos Silva e Gustavo Bieberbach, ambos alunos especiais do Programa de Pós-Graduação em Teatro (PPGT) do Centro de Artes (CEART) da Udesc. O espetáculo é patrocinado pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e será dedicado à professora Maria de Lourdes Borges, Dudy, e à sua equipe, pelo grande incentivo ao teatro, durante a gestão que se encerra.

Uma vez passado o susto do primeiro contato entre Rosaura e Balbuena, inicia-se uma discussão que, entre nostalgia e desvarios, muito revelará sobre esses dois fantasmas: um passado em comum de solidão, sonhos, ideais e ilusões. “Toda problemática supostamente vivida parece tão artificiosa e inconsistente quanto possível e real. Mas o que importa se estiverem mortos, ou inventando? O importante é que nessas lembranças eles estão juntos ou, pelo menos, não estão sós!”, diz o diretor Carlos Silva.

Fundada em 2010, a Companhia Teatro Latino-Americano CHAMA, ou apenas Cia. Teatro L.A. CHAMA, é uma entidade dedicada a divulgar, promover, pesquisar, experimentar e encenar o teatro e a cultura do continente. Seus associados são artistas, atualmente vinculados ao curso de Artes Cênicas da UFSC e ao Programa de Pós-Graduação em Teatro da Udesc.

Em frente a frente Argentina, obra teatral que deu origem ao grupo, percorreu vários palcos de Florianópolis e Campo Grande em 2010. Com menos de dez meses de existência, o L.A. CHAMA tem mais quatro peças em processo de montagem, todas adaptadas de autores latino-americanos. Para o segundo semestre 2012, está finalizando a produção de Os pássaros se vão com a morte, do venezuelano Edílio Peña e Ignácio & Maria, da cubana Nara Mansur, todas com o patrocínio da SeCArte.

Ficha Técnica:

“…In memoriam”, baseado em Canción de cuna, para un anarquista, de Jorge Díaz.

Elenco: Vanessa Grando, Ricardo Goulart e Tobias Nunes.

Projeto Gráfico: Ricardo Goulart.

Assistente de Produção: Carolina Boabaid e Valéria Binatti

Direção: Carlos Silva e Gustavo Bieberbach.

Patrocínio: SECARTE – Secretaria de Cultura e Arte da UFSC

Apoio: NELOOL (Núcleo de Estudos de Literatura, Oralidade e Outras Linguagens), PRAE (Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis) / DAC (Departamento de Arte e Cultura da UFSC), Projeto TAC7:30.

Produção e Realização Cia. Teatro L.A. CHAMA & APATOTADOTEATRO

SERVIÇO:

O QUÊ: Espetáculo Teatral “…In Memoriam”

QUANDO 1: Dias 27, 28 e 29 de abril de 2012, de sexta a domingo, às 20 horas

ONDE 1: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANDO 2: Dia 1ª de maio, às 19h30

ONDE 2: Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), Projeto TAC 7:30. Rua Marechal Guilherme, 26 – Centro, Florianópolis-SC

QUANTO: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

CONTATO: ciachama@gmail.com  / (48) 8819-7428

MAIS INFORMAÇÕES: www.apatotadoteatro.blogspot.com e www.teatrolachama.blogspot.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Fonte: [CW] DAC/SECARTE/UFSC, com texto e foto da produção – visite www.dac.ufsc.br

Tags: SeCArteTeatro da UFSCUFSC