Planeta.doc Film Festival abre inscrições para professores e alunos de todo o Brasil

15/08/2022 08:50

O Festival Internacional de Cinema Socioambiental Planeta.doc está com inscrições abertas para escolas e universidades brasileiras que queiram promover debates sobre questões socioambientais trazidas por cineastas nacionais e internacionais. A plataforma do evento disponibiliza, entre agosto e setembro, uma mostra com os 48 filmes vencedores de sua sétima edição, nas categorias Planetadoc Internacional, Planetadoc Brasil e Planetadoc Santa Catarina.

O evento segue com uma programação contínua até 31 de dezembro. A oitava edição do festival tem início em 24 de outubro, trazendo mais de 100 filmes nacionais e internacionais de caráter socioambiental. O festival abre com a realização do Planeta Doc Conferência, em formato on-line, com pensadores do Brasil e do mundo centrado na temática da sustentabilidade. Para acessar os filmes e receber todas as informações do evento, basta se cadastrar em www.planetdoc.org/cadastro.

O festival, maior do gênero do sul do país e um dos principais do Brasil, trata de toda a temática da imbricação do ser humano com a Terra, o que inclui temas polêmicos e urgentes como produção e destino do lixo, mobilidade urbana, retomada dos espaços públicos nas cidades contemporâneas, alimentação e saúde pública, movimentos sociais, exploração de territórios e biomas e um olhar aprofundado para as realidades sociais e ambientais dos quatro cantos do planeta.
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Planeta.doc Festival abre sétima edição em formato online para escolas e universidades de todo o Brasil

04/11/2021 18:00

Consolidado como um dos principais festivais do país com temática de natureza e sociedade, o Planeta.doc Film Festival inicia sua sétima edição nesta sexta-feira, 5 de novembro, para escolas de ensino médio e Universidades de todo o Brasil. Com uma seleção de 95 filmes nacionais e estrangeiros, o festival recebeu neste ano a inscrição de mais de 1.300 filmes de todo o mundo. O evento pode ser acessado livremente de forma online pela plataforma www.planetdoc.org até o dia 31 de dezembro de 2021.

Destinado a escolas e universidades de todo o país, o Planeta.doc Festival  visa ampliar o debate socioambiental nos ambientes acadêmicos. O projeto é realizado em parceria com a Universidade de Campinas (Unicamp) e a Plataforma Atados de Voluntariado, com objetivo de promover a formação de uma rede de universidades que trabalhem a sensibilização sobre questões socioambientais através do poder do cinema. 

A plataforma streaming Planet Doc facilita o acesso de  professores universitários ao acervo de filmes  de conteúdo socioambiental, estimulando o uso do material cinematográfico pelas instituições de ensino. A distribuição nacional dos filmes selecionados em curadoria trabalha  a formação de público dentro das universidades brasileiras, destacando os principais desafios socioambientais do Brasil e do mundo.

“Existe uma desvinculação entre as esferas da mídia, do conhecimento e da inovação e ação social, e o Festival pretende estabelecer uma ponte entre elas por meio do cinema. Mostrar a realidade permite criar debates, reflexões para promoção de inovações que ajudem a solucionar estes problemas. O cinema surge como um grande espelho da sociedade e acreditamos no seu poder de formação e transformação social”, destaca a diretora do evento, Mônica Linhares. Ao ter contato com a realidade mostrada pelos cineastas, professores e alunos podem promover a inovação para a solução destes problemas. Neste sentido, a plataforma busca conectar os estudantes a oportunidades de estágio em projetos de impacto socioambiental em geral,  grupos de pesquisa, além de Organizações Não Governamentais do Brasil, em parceria com a Plataforma Atados.(www.atados.org). 

O Festival PLANETA.doc difunde anualmente filmes documentários e animações em temáticas de natureza, sociedade e ciência, com foco transversal em sustentabilidade. A ideia é que os professores possam se beneficiar do poder inspirador, educacional e motivacional dos filmes para comunicar conhecimento e experiência,  bem como para aumentar a conscientização sobre as realidades que vivemos em nosso planeta e sua interdependência. Pretende-se difundir temáticas relacionadas à preservação da vida, aos desafios da sustentabilidade e às soluções que estão sendo geradas para viabilizar sociedades harmonicamente integradas ao seu meio natural, propondo o uso pedagógico do conteúdo audiovisual, 

“Queremos ajudar a pensar a sociedade atual de forma transdisciplinar para traçar linhas de reconexão que evidenciem a importância do papel do ser humano na condução do destino do planeta. Acreditamos que o cinema pode ajudar a criar esse debate e que os professores podem incorporar essa informação em suas aulas, promovendo uma cultura mais desafiadora nos ambientes de ensino para que se possa pensar a solução destes problemas”, destaca Mônica. 

PLANETA NA ESCOLA

A partir de março de  2022 o  Planeta.doc Festival promoverá a exibição de filmes socioambientais em instituições de ensino fundamental e médio do Brasil, por meio da plataforma Planeta na Escola (www.planetanaescola.com), possibilitando aos estudantes o acesso à problemática mundial do meio ambiente. Os filmes apresentados nas escolas discutirão questões relacionadas à biodiversidade, água, mares, emissões de carbono, destinação do lixo, poluição,  economia, entre outros temas de relevância.

O objetivo é utilizar o cinema para transformar a educação brasileira, apoiando-se em uma metodologia de projetos. A plataforma Planeta na Escola promove uma rede de professores que podem compartilhar suas práticas pedagógicas e apoiar o uso do cinema na educação.

“Consideramos que a mídia pode inspirar a admiração e o cuidado por nosso planeta vivo e desencadear ações para restaurá-lo e protegê-lo por meio do cinema e do audiovisual. A mídia hoje aprofunda a compreensão do mundo ao nosso redor, inspira o compromisso de proteger e restaurar os sistemas naturais dos quais toda a vida depende e fortalece as mudanças que são necessárias”, finaliza a diretora do festival, Mônica Linhares.

 

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Circuito FAM de Cinema exibe filmes na UFSC na quarta-feira, dia 24

18/05/2017 11:23

O Circuito FAM de Cinema, realizado desde 2005, passará por 28 cidades de Santa Catarina, incluindo Florianópolis. Serão exibidos os 13 filmes vencedores do 20º Florianópolis Audiovisual Mercosul. De 20 a 25 de maio, cineclubes, universidades, fundações culturais, museus e unidades do Serviço Social do Comércio (Sesc) receberão o Circuito, que tem como objetivo descentralizar e democratizar o acesso às produções de cinema do Mercosul para todo o público, com entrada gratuita.

A UFSC faz parte dos 200 pontos de exibição dos filmes. No dia 24 de maio, às 9h, no auditório do Centro Sócio-Econômico (CSE), serão exibidas os filmes Rosinha, de Gui Campos; D.E.U.S. de Rafael Costa; Buracão de Teka Simon e Camila Oliveira; e o documentário Las musas de Pogue, de Germán Arango. 
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FAM 2017 registra recorde de filmes inscritos

20/03/2017 18:27

famO 21º Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM) recebeu, este ano, um número recorde de inscrições. Ao todo foram 710 filmes, representando 30% a mais que o ano passado. As produções são oriundas de dez países: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e  Peru.

A tradicional Mostra de Curtas (Mercosul e Catarinense) continua sendo a de maior número de inscritos: 489. A mostra Doc-FAM, destinada a documentários com mais de 30 minutos de duração, recebeu 123 inscrições. Na Mostra Infantojuvenil, 45 produções estão aptas a serem selecionadas e na Mostra Videoclipe, 53.  Cerca de 10% das inscrições válidas são de produções catarinenses e mais de 20% são filmes estrangeiros.

O prazo para a divulgação dos filmes selecionados para o festival é 20 de maio. O FAM será realizado entre os dias 20 e 25 de junho, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

Mais informações no site do FAM e pelo Facebook.

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Mostra Lixo Zero começa nesta segunda

24/10/2016 06:55

planetadocA UFSC sedia, a partir desta segunda-feira, 24 de outubro, a Mostra Lixo Zero. A exibição é organizada pelo Festival Internacional de Cinema Socioambiental (Planeta.Doc) e integra a Semana Lixo Zero — evento promovido em todo o país com o objetivo de discutir e trazer soluções para a redução e gestão dos resíduos. As sessões, abertas e gratuitas, ocorrem no auditório do CCE. Além da UFSC, o CIC, SESC Prainha, UDESC, entre outros espaços, receberão o evento. A programação completa está disponível aqui.

Confira alguns dos filmes que serão exibidos na UFSC:

O sabor do desperdício (Taste the Waste): Do caminho da fazenda para a mesa da sala de jantar mais da metade dos alimentos vai para o lixo. A maioria antes mesmo de chegar aos consumidores. Por quê cada vez maiores quantidades de comida são desperdiçadas? Um documentário sobre o desperdício global de alimentos que nos traz uma perspectiva do que pode ser feito. Duração: 92 min. Trailer. Exibição: 24 de outubro, segunda-feira, às 19h || 27 de outubro, quinta-feira, às 10h.

PlasticizedPlastificado (Plasticizes): Produzido a bordo de uma expedição transatlântica, esse documentário mostra como o problema do lixo se estende até os lugares mais ermos do planeta através das correntes marítimas. Somos testemunhas oculares das gigantescas e inacreditáveis ilhas de lixo plástico que se formam nos mais afastados oceanos, das imensas redes fantasmas de lixo, do microplástico que se espalha como uma devastadora doença nos oceanos do mundo, e muito mais. Duração: 48 min. Trailer. Exibição: 24 de outubro, segunda-feira, às 21h || 25 de outubro, terça-feira, às 10h.

The Discarded: O documentário fala sobre a poluição da Baía de Guanabara e os desafios enfrentados por pessoas e instituições que lutam pela melhoria da qualidade da água da baía. Duração: 18 min.  Trailer. Exibição: 25 de outubro, terça-feira, às 10h || 27 de outubro, quinta-feira, às 10h.

Bag it: Neste descontraído e ao mesmo tempo tocante documentário, seguimos o protagonista Jeb Berrier em uma turnê global para desmascarar as complexidades do nosso mundo plastificado. O que começa como um filme sobre sacolas plásticas se torna uma investigação sobre os efeitos que uma simples sacola pode causar em nossos rios, oceanos e até em nossos corpos. Vemos como nosso mundo “louco por plástico” nos capturou. O que podemos fazer em relação a isso? Duração: 74min. Trailer. Exibição: 26 de outubro, quarta-feira, às 19h || 27 de outubro, quinta-feira, às 10h.

just eat itUm banquete no lixo (Just Eat It – A Food Waste Story): Cerca de 40% de todos os alimentos produzidos no mundo são desperdiçados por não se encaixarem nos padrões impostos pelo mercado. O documentário apresenta de forma alarmante os impactos causados pela forma como nos alimentamos e descartamos nossos alimentos. Duração: 75min. Trailer. Exibição: 28 de outubro, sexta-feira, às 19h.

Mais informações no site do evento, na programação e no Facebook.

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Biblioteca Central da UFSC promove exposições em janeiro

06/01/2016 09:09

A Biblioteca Central da UFSC está com duas exposições abertas em janeiro: “Valores Humanos” e “Conheça a coleção de filmes da BU/UFSC”.

“Valores Humanos” tem o propósito de fazer com que o público possa refletir sobre as suas atitudes e, através da leitura, mergulhar numa viagem de autoconhecimento e resgate de valores. A exposição foi decorada com origamis de grou (tsurus), ave sagrada que para os japoneses simboliza paz e vida longa. Há, também, sugestões de livros e um tutorial para aprender a fazer origamis de tsurus.

A Biblioteca Central da UFSC expôs sugestões de filmes que compõem o acervo de audiovisuais, com a finalidade de divulgar  e otimizar o seu uso. São DVDs e outras mídias de variados assuntos: Comportamento Humano; Economia; Ciências Médicas;  Artes (pintura, música, cinema); Linguagem; Linguística; Literatura; História; dentre outros. O acervo de DVDs na Biblioteca Central possui, aproximadamente, mil títulos disponíveis para empréstimo domiciliar. Os usuários podem retirar até dois DVDs por até dois dias, período que pode ser estendido a partir das renovações no Sistema Pergamum, no Portal da BU, via Internet. As obras cinematográficas, nacionais e internacionais, abrangem documentários, dramas, comédias, dentre outros gêneros. Horário de visitação das 7h30min às 13h30min , de segunda a sexta-feira.

 

Exposição “Valores Humanos”

Curadoria e execução: Gleide Ordovás (auxiliar de biblioteca) – Serviço de Coleções Especiais

Colaboração: Equipe BU/UFSC

 

Exposição “Conheça a coleção de filmes da BU/UFSC”

Curadoria e execução: Joana Carla Felicio (bibliotecária) e Giliard de Souza (bolsista do Curso de Museologia)

Montagem: Gleide Ordovás (auxiliar de biblioteca)

Colaboração: Equipe BU/UFSC

 

Mais informações no portal.

 

 

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Filmes legendados contribuem para melhora em desempenho de leitura

13/07/2015 08:53

De acordo com pesquisa do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), disponibilizada no QEdu – portal que reúne dados sobre a qualidade de aprendizado dos estudantes da rede pública –, apenas 40% dos alunos de 5º ano e 23% dos de 9º ano apresentam nível proficiente ou avançado no estudo de Língua Portuguesa, considerando-se suas pontuações na Prova Brasil de 2013. Santa Catarina – estado com o maior indicador de aprendizado adequado – apresenta índice acima da média nacional: 56% dos alunos de 5º ano e 27% dos de 9º ano possuem nível proficiente ou avançado na disciplina. A dificuldade das crianças e adolescentes com a leitura motivou a tese de Silvane Daminelli, defendida em 2014, do Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), orientada pela professora Ana Cláudia de Souza, do Departamento de Metodologia de Ensino. A pesquisadora apresentou quatro curtas-metragens legendados para melhorar a leitura dos alunos da Escola de Educação Básica Pedro Simon, de Ermo, sul de Santa Catarina.

A pesquisa foi realizada em 2012, em duas turmas de 5ª série, atual 6º ano. Dos 56 alunos, 21 foram considerados como de baixo desempenho e maior dificuldade de aprendizagem, de acordo com o corpo docente da instituição. Os estudantes, entre 11 e 16 anos, apresentavam problemas referentes à escrita, leitura, produção de textos e cálculo. Focando a dificuldade dessas crianças em ler, Silvane Daminelli propôs uma nova forma de leitura, usando filmes estrangeiros legendados como maneira de ensinar Língua Portuguesa. O resultado foi positivo: dos 21 alunos iniciais com baixo desempenho apenas sete continuaram apresentando dificuldades, e 60% deles compreenderam os textos fílmicos por meio da leitura das legendas. Com isso, a pesquisadora demonstrou que mesmo os alunos que apresentam histórico de desempenho abaixo do esperado podem evoluir com atividades diferenciadas.

Ana Cláudia de Souza explica que a opção pelos curtas-metragens foi tomada, pois ela e Silvane Daminelli tinham “um universo de não leitores e precisavam operar de modo que [a atividade] tocasse afetivamente e despertasse o interesse dos alunos”. “A legenda tem um tempo de leitura predeterminado, o que exige muito da capacidade do leitor”, completa a orientadora. Os curtas-metragens tornaram possível trabalhar com um texto completo. Se tivesse sido exibido um longa-metragem, a atividade teria de ser feita em partes, o que  poderia causar fadiga aos alunos.

O curta-metragem O monge e o macaco foi o segundo a ser apresentado. Foto: Jair Quint/Agecom/DGC/UFSC

Os quatro filmes foram escolhidos com base na faixa etária da turma, gostos, dados obtidos pela aplicação de um questionário socioeconômico, tempo de duração e capacidade leitora dos alunos. O primeiro curta, Os fantásticos livros voadores do senhor Morris Lessmore (The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore / William Joyce e Brandon Oldenburg / EUA, 2011), não possui falas nem legendas, mas serviu de preparação para os outros. O segundo foi O monge e o macaco (The Monk and the Monkey / Brendan Carroll, Francesco Giroldini e Shant Ergeninan / EUA, 2010), seguido de Batman, sem saída (Batman Dead End / Sandy Collora / EUA, 2003), o mais atrativo aos estudantes, mas também o que exigia maior atenção às legendas. O último, A lenda do espantalho (La Leyenda del  Espantapájaros / Marco Besas / Espanha,  2005), foi o mais complexo. Cada filme foi exibido duas vezes.

Além da exibição dos filmes, a pesquisa contou com mais três etapas: um questionário para testar a compreensão da obra, um processo devolutivo e protocolos verbais. O questionário foi composto de um número variado de questões sobre cada curta, que exigiram respostas discursivas quanto à sua mensagem principal e ao enredo. O processo devolutivo, feito após a segunda exibição, permitiu aos alunos alterarem as respostas caso o quisessem. Por último, os protocolos verbais foram discussões em classe, que possibilitaram aos alunos discutirem verbalmente o filme, sem fazer uso da escrita. Silvane conta que, entre a exibição do segundo e do terceiro curta-metragem, alguns alunos começaram a frequentar a biblioteca pedindo orientações e indicações de leitura, e a se dirigirem diretamente ao auditório onde eram exibidos os filmes, para que conseguissem sentar nos melhores lugares. Para a pesquisadora, isso demonstra o aumento do interesse dos alunos e a familiaridade que desenvolveram com o que antes era uma grande dificuldade, a leitura.

Após os resultados da pesquisa, a professora de História da Escola de Educação Básica Pedro Simon também aderiu à proposta e apresentou filmes durante as aulas para melhorar o desempenho dos alunos. No entanto, Ana Cláudia de Souza aponta que “a proposta não é de que a escola fique em filmes legendados, mas sim de que ela ofereça, cada vez mais, o texto escrito – que, naquele momento, ainda estava muito distante dos alunos”.

 

Para assistir aos curtas-metragens, clique nos links:

Os fantásticos livros voadores do senhor Morris Lessmore: https://www.youtube.com/watch?v=Ad3CMri3hOs

O monge e o macaco: https://www.youtube.com/watch?v=0twYQY7H7nU#t=14

Batman, sem saída: https://www.youtube.com/watch?v=9x1smZmYkbo

A lenda do espantalho: https://www.youtube.com/watch?v=46ZMXOV7OhU

 

Mais informações:

Pós-graduação em Estudos de Tradução: (48) 3721-6647

Silvane Daminelli: silvane.daminelli@ifc-sombrio.edu.br

 

Laura Fuchs e Tamy Dassoler/Estagiárias de Jornalismo/DGC/UFSC
fuchslaura96@gmail.com/tamydassoler@gmail.com

Claudio Borrelli/Revisor de Textos da Agecom/DGC/UFSC

Jair Quint/Fotógrafo da Agecom/DGC/UFSC

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Minicurso Sessão Pipoca

05/03/2013 09:18

Termina no próximo dia 8 o prazo para as inscrições gratuitas no minicurso “Sessão Pipoca”, aberto a todos os cursos e promovido pelo Núcleo de Pesquisa em Bioética e Saúde Coletiva com início previsto para 11 de março no CCS. O minicurso, segundo os organizadores, é uma oportunidade para que os alunos da graduação possam assistir bons filmes e realizar discussões éticas da prática de saúde na perspectiva da bioética cotidiana. Inscrições no via e-mail: nupebisc@ccs.ufsc.br contendo nome, matrícula e curso. Contato: 8423-3099.

 

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Cineclube Rogério Sganzerla realiza Mostra Abel Ferrara

04/05/2012 11:45

O Teatro da UFSC recebe, em todas as segundas-feiras de maio, dias 7, 14, 21 e 28, a Mostra Abel Ferrara, organizada pelo Cineclube Rogério Sganzerla. As sessões acontecem às 12h15min. Durante o mês, serão apresentados quatro filmes: Maria (2005), Invasores de Corpos (1993), Enigma do Poder (1998) e Vício Frenético (1992), com debate logo após cada projeção. As sessões são gratuitas e abertas à comunidade. A mostra é uma parceria com o Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC.
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Antropologia visual em Paris

01/02/2012 14:56

Encontro “Em torno da antropologia visual de Jean Rouch e de Margaret Mead” traz projeção de filmes de Carmen Rial e Míriam Grossi, seguida de uma mesa-redonda com as diretoras na Universidade Paris Diderot, em Paris, França (105, Rue de Tolbiac, 1 er étage, salle 130), dia 6 de fevereiro, às 16 horas. Carmen e Míriam são pesquisadoras do grupo de estudos NAVI – Núcleo de Estudos de Antropologia Visual e de Estudos da Imagem da UFSC. O encontro é organizado pela Associação de Antropologia e Fotografia.

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Mostra de filmes na Lagoa discute homofobia e desigualdade social

29/07/2011 15:01

As relações entre discriminação sexual e desigualdades sociais desafiam as políticas públicas no Brasil e estão no centro dos debates dos estudos de gênero e identidade. Nos dias 2 e 3 de agosto, na Casa das Máquinas, na Lagoa da Conceição, o Curso de Antropologia da UFSC promove, com apoio da Secretaria de Cultura e Arte, a “Mostra Audiovisual Homossexualidades, Racismo, Educação e Violências: a obra de Vagner de Almeida”. O evento parte da obra cinematográfica do teórico e ativista político Vagner de Almeida, que estará presente, para provocar discussões sobre cidadania e igualdade de gênero. A mostra é gratuita. Os interessados devem retirar os ingressos no local, uma hora antes das exibições.

O evento quer mostrar como as relações permeadas pelo racismo e homofobia produzem miséria social. “A desigualdade social precisa ser vista em sua complexidade como um problema que perpassa não só a classe, mas também a raça e o gênero”, lembra Miriam Grossi, coordenadora do Núcleo de Identidade de Gênero e Subjetividades (NIGS) da UFSC, que soma esforços a duas outras entidades de pesquisa na organização do evento: o Núcleo de Antropologia Audiovisual (Carmen Rial) e Estudos da Imagem e o Núcleo de Estudos sobre Identidades e Relações Interétnicas (Ilka Boaventura Leite).  “Os sujeitos têm marcas no corpo que produzem desigualdades”, anota Felipe Bruno Martins Fernandes, doutorando do Curso Interdisciplinar em Ciências Humanas, um dos organizadores da Mostra.

A atividade antecede o reinício das aulas nas universidades e a Primeira Conferência Municipal Lésbicas Gays Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBTTT) em Florianópolis,  marcada para o dia 23 de agosto, a partir das 8h30min, no auditório da Câmara de Vereadores. Funcionará como uma espécie de preparação para os delegados desse fórum, que seguirão para a etapa estadual, ainda sem data, e para a nacional, já convocada pela presidente Dilma Rousself para dezembro, em torno de dois eixos: combate à miséria e à discriminação. O objetivo da etapa municipal é definir um consenso sobre o que se quer para Florianópolis em relação à promoção da cidadania e da diversidade de gênero. “Optamos por fazer um evento de férias que discuta questões como violência sexual, feminismo, identidade, que faça teoria e política e ao mesmo tempo divirta com o colorido e a alegria da pluralidade”, diz Fernandes. A participação na mostra é gratuita, a exibição dos filmes é seguida de debates e da promoção de lanches.

Vagner de Almeida, o cineasta e documentarista homenageado, coordenou o Projeto Juventude e Diversidade Sexual e atualmente coordena trabalho com população da Terceira Idade na Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA), no Rio de Janeiro. Diretor de filmes e teatro, ativista, escritor, ator e crítico de teatro, seu trabalho está focado em gênero e sexualidade, HIV/AIDS, e a relação entre exclusão social, saúde e doença. Atualmente integra o Program on Gender, Sexuality and Sexual Health in Latino Communities and Cultures, no Center for the Study of Culture, Politics and Health dirigido pelo pesquisador Richard Parker da Columbia University (New York/EUA).

Informações:

Felipe: complex.lipe@gmail.com ou telefones: (48) 3304-7564 ou (48) 9619-9881.
Vagner de Almeida: (21) 2542-9024 ou   (21) 8107-0109 –vagner.de.almeida@gmail.com – www.vagnerdealmeida.com
Miriam Pillar Grossi:  (48) 9131-5590. – http://mostravagnerdealmeida.wordpress.com

Divulgação: Raquel Wandelli, assessora de comunicação social da SeCArte – Fones: 37219459 e 99110524. – raquelwandelli@yahoo.com.br

Filmes da Mostra

Dando a volta por cima: uma história coletivahttp://mostravagnerdealmeida.wordpress.com/filmes/dando_volta_cima – 9min | 2008

Esse documento apresenta de forma cronológica os materiais de prevenção para homossexuais HSH, travestis e lésbicas, produzidos pelo governo e pororganizações da sociedade civil organizada entre os anos 1980 e 2000. O material faz ainda uma homenagem a líderes comunitários já falecidos que se dedicaram à prevenção do HIV/AIDS na comunidade LGBT brasileira.

Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ) –

Janaína Dutra – Uma Dama de Ferro 50min | 2011

Em fevereiro de 2004 falecia em Fortaleza, aos 43 anos de idade, a advogada Janaína Dutra Sampaio. O movimento da diversidade sexual brasileiro perdia uma de suas ativistas mais importantes, instalando-se um grande vazio. Este filme conta a história de vida e luta política de Janaína Dutra. Amigos, amigas e familiares relembram fatos e momentos da vida de alguém, que com muita coragem e sabedoria, soube mobilizar resistência e a luta das travestis por seus direitos humanos.

Produção: GRAB – Grupo de Resistência Asa Branca (Fortaleza, CE)

Sexualidade e Crimes de Ódio – 27min | 2008

Este documentário busca ser uma forma de protesto diante da extrema brutalidade cometida contra os homossexuais no Brasil. Crimes de ódio, oriundos de diferentes segmentos da sociedade. Para o diretor do filme, a igreja católica e os grupos evangélicos radicais são co-responsáveis pelo crescimento da intolerância ao lutarem contra os direitos civis das minorias sexuais. Em uma sociedade onde predominam  os valores machistas, religiosos e moralistas contra a comunidade GLBT, a ausência de direitos já levou a morte a milhares de cidadãos(ãs) brasileiros.

Produção: Vagner de Almeida e Richard Parker

Basta um Dia – 55min | 2006

O filme documentário “Basta um dia” aborda a vida de brasileiros e brasileiras que, entre a coragem e o medo, tentam, muitas vezes sem sucesso, sobreviver à dura realidade de violências impostas ao seu cotidiano. São travestis, homossexuais, bichas boys, monas, gays, enfim, habitantes da Baixada Fluminense que enfrentam o preconceito, a agressão física e a morte física e social nas margens da rodovia Presidente Dutra, principal ligação entre a duas maiores e mais ricas metrópoles do país, Rio de Janeiro e São
Paulo.

Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ)

Escola Sem Homofobia – 18min | 2006

Vídeo educativo centrado nas oficinas realizadas com professores da Rede Pública de Ensino de Nova Iguaçu e Duque de Caxias sobre a temática da homossexualidade nas escolas. Mostra como a vivência na escola pode ser um caminho para o exercício da cidadania plena e um ambiente de respeito à diversidade sexual. Essas oficinas fizeram parte do projeto Escola sem Homofobia: trabalhando a diversidade sexual com professores da Rede Pública de Ensino de Nova Iguaçu e Duque de Caxias que a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA), em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade – Ministério da Educação (Secad/MEC), a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro e as Secretarias Municipais de Educação de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, realizou com os professores de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental.

Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ)

I Encontro Nacional de Jovens Gays e outros HSH – Prevenção, Solidariedade e Ativismo em HIV/Aids – 30min | 2010

Este documentário é direcionando para uma audiência ampla, tais quais jovens de diferentes classes sociais e etnia, educadores, familiares e outras pessoas que estão envolvidas diretamente com população jovem no Brasil e no mundo.

Produção: GRAB (Fortaleza, CE)

Ritos e Ditos de Jovens Gays – 43min | 2002

Ritos e Ditos de Jovens Gays nos oferece uma tela viva que desvenda a vivência do jovem homossexual em tempos de AIDS – o seu sofrimento e a sua alegria, as suas angústias e os seus sonhos. O vídeo fala com as palavras dos jovens, sobre as suas experiências e as suas vidas, e, acima de tudo, sobre a sua coragem em enfrentar com dignidade e honestidade uma sociedade tantas vezes injusta e opressiva.

Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ)

Cabaret Prevenção – 20min | 1995

Fruto da Oficina de Teatro Expressionista, desenvolvida pelo Projeto Homossexualidades, o vídeo registra o espetáculo que procurou levar para o palco, de maneira bem-humorada e ao mesmo tempo reflexiva, a realidade cotidiana homossexual e o impacto da epidemia da AIDS, através de textos escritos, encenados e produzidos pelos próprios participantes da Oficina.

Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ)

Borboletas da Vida – 38min | 2004

O filme “Borboletas da Vida” desvenda a realidade dos jovens homossexuais que vivem na periferia das grandes cidades, sofrendo os efeitos da pobreza e da miséria, sem perder sua dignidade, sua criatividade… Homossexuais, transformistas, borboletas da vida real brasileira… eles/elas “carregam, a mulher na bolsa”, experimentam com as possibilidades e os limites do gênero e da sexualidade, e enfrentam a discriminação com força, coragem, e determinação…

Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ)

Sou Mulher, Sou Brasileira, Sou Lésbica – 45min | 2009

Documentário que trata da vida de mulheres brasileiras e seus enfrentamentos na sociedade lesbofóbica e racista. Mulheres essas, que ainda vivem a margem da sociedade e necessitam com muita força e coragem desvendar-se todos os dias.

Produção: Vagner de Almeida

Programação

Abertura – 02/08/2011 | 17h-18h

Mesa de Abertura – Neste momento será projetado o filme “Dando a volta por cima: uma história coletiva“.
Sessão de Abertura – 02/08/2011 | 18h – “Janaína Dutra: uma Dama de Ferro”, com presença do diretor Vagner de Almeida.
Debatedor@s
: Felipe Bruno Martins Fernandes (NIGS/ UFSC) e Kelly Vieira (ADEH).
19h – Coquetel

Sessão 01 – 02/08/2011 | 19h30-21h30

Homofobia e Intolerância Religiosa

Projeção dos filmes: “Sexualidade e Crimes de Ódio” e “Basta um dia“.
Coordenador: Fabrício Lima (ROMA)
Debatedor@s
: Profa. Miriam Pillar Grossi (NIGS/ UFSC); Profa. Maria Regina Lisbôa (PPGAS/UFSC)

Sessão 02 – 03/08/2011 | 15h-17h30

Juventudes e Educação

Projeção dos filmes: “Escola Sem Homofobia“, “I Encontro Nacional de Jovens Gays e Outros HSH” e “Ritos e Ditos de Jovens Gays“.
Coordenadora: Tânia Welter (PIBIC-Ensino Médio – CNPq/Papo Sério/NIGS/UFSC)
Debatedor@s
: Mareli Eliane Graupe (NIGS/UFSC) e representante do Comitê Escola Sem Homofobia.

Sessão 03 – 03/08/2011 | 18h-20h

Identidades

Projeção dos Filmes: “Cabaret Prevenção” e “Borboletas da Vida“
Coordenadora: Mônica Siqueira (NAVI/UFSC)
Debatedor@s
: Profa. Ilka Boaventura Leite (NUER/ UFSC); Profa. Antonella Tassinari (NEPI/UFSC).

Sessão 04 – 03/08/2011 | 20h30-22h

Lesbianidades

Projeção do Filme: “Sou Mulher, Sou Brasileira, Sou Lésbica“
Coordenadora: Maria Guilhermina Cunha Salasário (ADEH)
Debatedor@s
: Profa. Mara Coelho de Souza Lago (MARGENS/UFSC); Profa. Jimena Furlani (LABGEF/ FAED/UDESC).

Vagner: discussões sobre a cidadania

Vagner: discussões sobre a cidadania

Tags: FilmeshomofobiaNIGS

Mostra de filmes na Lagoa discute homofobia e desigualdade social

27/07/2011 09:07

As relações entre discriminação sexual e desigualdades sociais desafiam as políticas públicas no Brasil e estão no centro dos debates dos estudos de gênero e identidade. Nos dias 2 e 3 de agosto, na Casa das Máquinas, na Lagoa da Conceição, o Curso de Antropologia da UFSC promove, com apoio da Secretaria de Cultura e Arte, a “Mostra Audiovisual Homossexualidades, Racismo, Educação e Violências: a obra de Vagner de Almeida”. O evento parte da obra cinematográfica do teórico e ativista político Vagner de Almeida, que estará presente, para provocar discussões sobre cidadania e igualdade de gênero. A mostra é gratuita. Os interessados devem retirar os ingressos no local, uma hora antes das exibições.
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Tags: desigualdadeFilmeshomofobia