“Urano quer mudar”: Maratona Cultural de Florianópolis recebe espectáculo de professores da Udesc e da UFSC

20/03/2013 17:15

José Ronaldo Faleiro e Margarida Baird encenam “Urano Quer Mudar”, peça escrita pelo professor da UFSC Rogério Christofoletti. Foto: Paulo Wolf

O espetáculo “Urano Quer Mudar”, dirigido pela professora do curso de Teatro da Udesc, Brígida Miranda, estreará neste final de semana na Maratona Cultural 2013. Estrelado pelos atores Margarida Baird e José Ronaldo Faleiro, também professor da Udesc, a peça estreia nos dias 23 e 24 de março, às 20h, no Círculo Artístico Teodora, espaço que será montado no Campeche, em Florianópolis.  Conforme divulgado pela Maratona Cultural, os ingressos deverão ser retirados no local com 1h de antecedência.

A peça do professor de Jornalismo da UFSC Rogério Christofoletti conta a história de um casal de atores – interpretados por José Faleiro e a premiada atriz Margarida Baird, casados também na vida real – que prepara a mudança de casa e redescobre o texto de um espetácu­lo que nunca chegaram a montar. Envolvidos nas lembranças de mais de cinquenta anos de palco, eles passam a viver a história de um amor improvável que se passa em um cemitério.

O texto de “Urano Quer Mudar” foi escrito originalmente em 2003 e apresentado através de uma leitura dramática no Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau pelos mesmos atores que participam da atual encenação. O interesse pela montagem surge da vontade de José Faleiro e Margarida Baird de atuarem juntos em um espetáculo já que, mesmo casados há 20 anos, nunca haviam tido essa experiência.

Em 2013, a diretora Brígida de Miranda propôs que o texto fosse remontado, escalando para os palcos o mesmo casal de atores de dez anos antes. A partir de sugestões da diretora, o autor reescreveu “Urano quer mudar” criando uma camada narrativa adicio­nal com novos pontos de tensão cênica e um final surpreendente. Os ensaios foram acompanhados pelo próprio dramaturgo, que pode adaptar o texto e torná-lo ainda mais próximo do elenco, incluindo também novas nuances em sua trama.

Unindo professores e alunos do Centro de Artes da Udesc, o espetáculo conta, entre os envolvidos, com assistência de direção de Fábio Yokomizo, graduando em Teatro pela Udesc; direção musical de Pedro Loch, aluno de Licenciatura em Música, e iluminação de Ivo Godois, técnico em iluminação do Departamento de Teatro da Udesc.

Serviço:

O quê:  Espetáculo “Urano Quer Mudar”
Quando: 23 e 24 de março, às 20h
Onde: Círculo Artístico Teodora, Sevidão Natureza, 786 – Campeche – Florianópolis
Ingressos deverão ser retirados no local com 1h de antecedência.
Saiba mais: https://www.facebook.com/UranoQuerMudar 

Fonte: Núcleo de Comunicação do Ceart/Udesc
E-mail: 
Telefone: (48) 3321-8350

Tags: Maratona Cultural de FlorianópolisteatroUDESCUFSC

Grupo teatral do DAC apresenta a versão primeiro in quarto da peça Hamlet nesta terça e quarta-feira

13/11/2012 08:14

Montagem se distancia da Inglaterra e aproxima-se da cultura oriental

A famosa peça shakespeariana se distancia da Inglaterra e aproxima-se da cultura oriental no espetáculo do Grupo Pesquisa Teatro Novo, com participação do grupo Taiko Schimadaico, que sobe ao palco no Teatro Pedro Ivo nos dias 13 e 14 de novembro, às 21 horas. O texto foi traduzido pelo professor de Literatura da Língua Inglesa da UFSC, José O’Shea, e tem direção geral e de produção da diretora de teatro do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC, Carmen Fossari. A versão primeiro in quarto não havia sido apresentada no Brasil antes.

A peça é inspirada no teatro oriental. Segundo a diretora, o uso da linguagem cênica do oriente é um recurso para distanciar a cena e ter como efeito a aproximação o foco dramático. O figurino é inspirado no período Edo, com apenas alguns figurinos shakesperianos. O cenário mantém os objetos das montagens tradicionais, como a caveira, mas traz também objetos da cultura nipônica, como 25 leques.

Para seguir essas linhas teatrais e culturais foram necessários dois anos e meio de pesquisa, que tiveram assessoria da professora da UFSC , Maria Amélia Dieckie, sobre cultura e arte no Japão, e de Alice Yumi, sobre gestualidade, a linguagem Taiko e maquiagem. A preparação corporal levou um ano e foi comandada pela professora indicada pela Associação Nipocatarinense, Fernanda Manhães.

Nesta tradução de O’Shea, a dramaturgia é focada para a ação dramática, com trechos tanto em prosa quanto em verso. No texto percebe-se o Shakespeare ator e diretor de teatro, com indicações sobre o universo do fazer teatral.

No palco estará presente a dança japonesa, com uso de leques e sombrinhas. Os figurinos assumem uma dimensão de ritual, sintetizando as linguagens oriental e ocidental.

A diretora da peça

Carmen Fossari é coordenadora da Oficina Permanente de Teatro (OPT) e do Grupo Pesquisa Teatro Novo do Departamento Artístico Cultural da UFSC e diretora artística do Grupo Pesquisa Teatro Novo da UFSC. Dramaturga, atriz, poetisa, membro da ACLA (Academia Catarinense de Letras e Artes). Em seu currículo constam mais de 70 direções e produções teatrais, apresentações representando o país  na Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Colômbia, México, Porto Rico, e Portugal.

Este ano lançou seu segundo livro de poesias, Lua Palavra Nua, na 22ª Feira Internacional do Livro de São Paulo. Consta do Dicionário Brasileira de Escritoras de  Nelly Novaes, no Catálogo Brasileiro de Dramaturgia de Maria Helen Kunnher(RJ) bem como do Dicionário Catarinense de Escritores.

O tradutor

José R. O’Shea é bacharel pela University of Texas, mestre em Literatura pela American University e PhD em Literatura Inglesa e Norte Americana pela University of North Carolina. Na condição de “research fellow”, realizou estágios de pós-doutoramento no Shakespeare Institute-University of Birmingham, na University of Exeter e na Folger Shakespeare Library. Ingressou no quadro de docentes da Universidade Federal de Santa Catarina em 1990, onde é professor titular desde 1993. Atua em pesquisa, orientação e ensino na área de Literatura de Língua Inglesa, principalmente nos seguintes temas: Shakespeare, Performance e Tradução Literária. É pesquisador do CNPq desde meados dos anos 90, com projeto que contempla traduções em verso e anotadas da dramaturgia shakespeariana, com cinco de tais traduções já publicadas e uma em fase de revisão.

O Grupo Pesquisa Teatro Novo (GPTN)

Criado no ano de 1976, o grupo atua desde então  à frente da comunidade catarinense, trabalhando com espetáculos de Teatro de Rua, Bonecos e encenações em casas de espetáculos e espaços alternativos.No currículo constam montagens realizadas e prêmios conquistados em diversos festivais, em nível estadual, nacional e internacional. Com estas participações trouxe ao Brasil o I Entepola (Encontro de Teatro Popular Latino Americano) realizado em Florianópolis em 1996.

A partir de 1995, o grupo passou a integrar o CLATP – Circuito Latino-Americano de Teatro Popular. Neste sentido, o GPTN já realizou oficinas no México, Paraguai e Chile, e recebeu oficineiros do Peru, Argentina, Chile e Uruguai. O Grupo Pesquisa realizou a gestão do projeto junto ao INACEN – Instituto Nacional de Artes Cênicas (RJ), em  1979, que resultou na criação do Teatro da UFSC.

Já fez oito temporadas teatrais pelo Chile e esteve atuando com seu repertório ainda em Porto Rico, Argentina, Paraguai e México. Desde a sua criação, o Grupo Pesquisa tem a direção artística de Carmen Fossari. Ao todo, já foram produzidos mais de 70 espetáculos nos diversos gêneros teatrais.

Sinopse

A peça, situada na Dinamarca, reconta a história de como o Príncipe Hamlet tenta vingar a morte de seu pai Hamlet, o rei, executando seu tio Cláudio, que o envenenou e em seguida tomou o trono casando-se com a mãe de Hamlet. O texto de William Shakespeare traça um mapa do curso de vida e explora temas como a traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade.

 

SERVIÇO

O QUÊ: Peça Hamlet in quarto

QUANDO: dias 13 e 14, às 21 horas

ONDE: Teatro Pedro Ivo

QUANTO: R$ 20. Estudantes têm direito a meia-entrada (R$ 10) mediante comprovante.

CONTATO: Diretora-geral do espetáculo –

Mais informações acesse www.hamletnokabuki.blogspot.com

www.carmenfossari-armazemdapalavra.blogspot.com

 

Tags: DACteatroUFSC

Hoje é dia de Panela Rock no Projeto 12:30 Acústico

08/11/2012 10:15

 O Projeto 12:30 Acústico recebe hoje  a banda Panela Rock , às 12h30, no Teatro da UFSC. O espetáculo é gratuito e aberto à comunidade. Após uma apresentação com ótimo público ontem no Varandão do CCE, hoje a banda muda um pouco e traz um trabalho acústico para o público no Teatro da UFSC. Depois de agradar muito o público ao ar livre, é hora de a banda mudar um pouco o foco, e apresentar todo o seu potencial em outro tipo de apresentação. A marca do grupo é mostrar ao seu público músicas muito conhecidas das décadas de 60, 70 e 80, mas com uma forma própria, definida pelos membros como digna de um grande concerto de rock, com muito vigor e energia.

A banda não se contenta com os covers e desde o início do ano prepara seu primeiro trabalho autoral. Segundo os músicos Fernando Zimmermann, Thiago Born, Tony Wagner, Diego Stecanela e Vagner Pichinatti, a ideia da banda é fazer um resgate do que acreditam ser o “verdadeiro rock”, em detrimento às produções mais comuns do gênero nos últimos anos. Eles fazem o convite para o público curtir seus covers e prometem um grande trabalho autoral: “quem viver, verá”.

Integrantes:

Fernando Zimmermann – voz

Thiago Born – guitarra

Tony Wagner – bateria

Diego Stecanela – teclado

Vagner Pichinatti – baixo

Projeto 12:30

O Projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura (SeCult) da UFSC e apresenta semanalmente atrações culturais, como música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica ou no Varandão do CCE, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para

SERVIÇO:

O QUÊ: Show da banda Panela Rock.

ONDE: Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, Campus Universitário, Florianópolis-SC.

QUANDO: Dia 8 de novembro de 2012, quinta-feira, às 12h30.

QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.

CONTATO: http://www.panelarock.com (48) 3228-7117, falar com Nara Born – Visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Kadu Reis – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30, DAC: SECULT: UFSC, com informações e foto do grupo.

Banda Panela Rock no Teatro da UFSC

Tags: Projeto 12:30teatroUFSC

Teatro da UFSC recebe o espetáculo “Os 3Rs em a Grande Missão”

14/09/2012 17:04

O Teatro da UFSC recebe o espetáculo “Os 3Rs em a Grande Missão”, no dias 14 (20h), dia 15 (15h e 20h) e dia 16 (15h) de setembro. Com o gênero comédia/aventura, o trabalho objetiva disseminar, por meio da arte, a educação ambiental através dos conceitos de Redução, Reutilização e Reciclagem. O espetáculo tem 45 minutos de duração e a classificação é livre.

Sinopse:

Conta a história da pequena Rosa, uma menina que está à procura do seu amigo, o boneco Lelé que, em uma faxina, foi jogado no lixo pela sua mãe. Para onde vai o lixo? Esta é a resposta que Rosa terá que descobrir em sua caminhada. Enquanto isso, bem longe dali, na Toca do Urubu, os três super atrapalhados heróis: Reduzir, Reutilizar e Reciclar se preparam para a grande missão: encontrar na cidade respostas para tanto lixo misturado! O que esses personagens têm em comum? O que a Grande Mãe Natureza reserva para essa história?

Dentre os objetivos do trabalho do grupo estão: Disseminar por meio da arte a educação ambiental através dos conceitos de Redução, Reutilização e Reciclagem; Proporcionar entretenimento que fomente a reflexão sobre o consumo e a geração de resíduos; Estimular ações práticas envolvendo os conceitos de redução, reutilização e reciclagem; e Ocupar espaços públicos e privados com informação trazida de forma lúdica e divertida.

Segundo o grupo, a temática do espetáculo surgiu de uma necessidade: da grande quantidade de “lixo” produzida por nós todos os dias, da vivência de cada integrante com o tema e que de forma lúdica e provocativa podemos mostrar que é possível transformar nossos hábitos.

Através de Rosa, uma criança, descobrimos o caminho que o lixo percorre até o seu destino final, conhecemos pessoas que vivem e pessoas que transformam em arte o que descartamos diariamente como “lixo”.

Mas o que é lixo? Aprendemos com os 3Rs que o lixo só existe quando misturamos os materiais, mas com imaginação e criatividade podemos dar vida a objetos que foram esquecidos e que precisamos acima de tudo refletir e repensar nosso modelo atual de consumo.

Com esse ideal o grupo criou o espetáculo coletivamente, utilizando materiais descartados como lixo na construção do cenário, adereços, figurinos e instrumentos. Na perspectiva artística, o espetáculo utiliza a linguagem cômica integrando música e dança em seu enredo. Com estrutura versátil a peça pode ser apresentada em praças, escolas ou teatros.

A peça foi apresentada pela primeira vez no Teatro Álvaro de Carvalho, Florianópolis, em julho de 2011, num evento do Centro Cultural Escrava Anastácia e Instituto Padre Vilson Groh. Depois foi apresentada no Morro da Caixa, dia 12 de outubro de 2011, organizado pelas mesmas instituições. Nos dias 26 e 27, na Maratona Cultural. No dia 02 de dezembro no Centro de Referência de Assistência Social Nossa Senhora da Graça, em Itajaí, pela Fundação do Meio AMbiente (FAMAI). Em 2012 o grupo apresentou principalmente a performance “os 3Rs na trilha do Lixo”, trabalhando em paralelo no aperfeiçoamento do espetáculo.

As apresentações anteriores do espetáculo foram participações em eventos e agora, no Teatro da UFSC, o grupo promove então a sua “estréia”. O Grupo conta com o apoio da COMCAP, Estúdio Quilombo, CEPAGRO e Armazém Natural.

Elenco:

O Grupo é formado por quatro artistas que desenvolvem, em conjunto, trabalhos teatrais desde 2006.

– Márcio Momesso: Ator, palhaço, músico e artesão. Formação: Curso de Teatro na Cia Quanta /SP, entre 2002 e 2004.

– Gabriela Morales Tolentino Leite: Atriz, palhaça e arte-educadora. Formação:

Graduanda do Curso de Licenciatura e Bacharelado em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

– Gil Farias: Ator, dançarino, músico, diretor artístico e educador social. Formação: Curso de Dança no Núcleo de Dança e Ginástica Oax Sport/SP, de 1994 à 1999.

– Júlio César Maestri: Educador Ambiental, músico, compositor e ator. Formação: Técnico em Meio Ambiente, pelo Centro Federal de Educação Técnológica de Santa Catarina.

SERVIÇO:

O QUE: Espetáculo teatral “Os 3Rs em a Grande Missão”.

QUANDO: Dias 14 (20h), dia 15 (15h e 20h) e dia 16 (15h) setembro 2012

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (estudante). A bilheteria abre meia hora antes do espetáculo.

GÊNERO: comédia/aventura. Duração: 450 minutos. CLASSIFICAÇÃO: livre

CONTATO: Grupo: (48) 9132-1657    – www.agrandemissao.blogspot.com .

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura (Secult), www.dac.ufsc.br.

Espetáculo 3rs no Teatro da UFSC

Fonte [CW] DAC.SECULT.UFSC, com material do grupo

Tags: DACteatroUFSC

Peça A vida como ela é em única apresentação nesta sexta no Centro de Eventos da UFSC

29/06/2012 16:35

A companhia Teatro Sim…Por que Não?!!! apresenta somente nesta sexta-feira, 29 , às 20h, no Centro de Eventos da UFSC a peça  A vida como ela é . Serão encenados cinco textos de Nelson Rodrigues. Espetáculo não indicado para menores de 14 anos.  Preço dos ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$  5,00 (meia-entrada).

Tags: A vida como ela écentro de eventosteatroUFSC

Espetáculo “A Ciranda dos Guarda-Chuvas” volta ao Teatro da UFSC

11/05/2012 18:01
Teatro da UFSC apresenta "A Ciranda dos guarda-chuvas"

Peça conta história de dois palhaços vendedores de guarda-chuvas

Retorna ao Teatro da UFSC neste final de semana o espetáculo infantil A Ciranda dos Guarda-Chuvas”. As apresentações acontecem no sábado e domingo, sempre às 16h. Mais recente montagem da Expresso Produções, de Florianópolis, a peça teve estreia em Porto Alegre, em fins do ano passado, e uma única apresentação na capital catarinense durante maratona cultural da cidade. Esta é a primeira temporada do espetáculo no Estado.

A peça
A Ciranda dos Guarda-Chuvas é um espetáculo teatral infantil que conta a história de dois palhaços vendedores de guarda-chuvas. Pingo e Chuvisco, como todos os vendedores ambulantes, tentam vender seu produto com brincadeiras e muito bom humor. Mas o clima não ajuda e a chuva não vem. Os personagens, então, resolvem ganhar uns trocados inventando histórias como verdadeiros artistas de rua (que são!), já que não conseguem vender os guarda-chuvas.

O texto é do autor gaúcho Pedro Delgado e é a primeira vez que está sendo encenado, por isso, o grupo Expresso Produções escolheu a cidade de Porto Alegre para fazer sua estreia no ano passado. É o segundo texto do autor montado pelo grupo que tem sede em Florianópolis desde 2003. O primeiro texto foi “O Patinho Pateta”, que já fez mais de 80 apresentações em diversas cidades dos estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Na direção e elenco do espetáculo estão Alê Gandolfi e Gilca Rigotti.

 Ficha Técnica
Texto: Pedro Delgado
Direção e Atuação: Alê Gandolfi e Gilca Rigotti
Direção de Arte: Gilca Rigotti
Direção musical: Neno Miranda
Cenografia: Juliana Silveira
Figurinos: Denise Severo
Iluminação: Leandro Gass
Operação de som: Simone Pinheiro
Maquiagem: Gilca Rigotti
Arte gráfica: Danielle Ferreira
Gravação das músicas: Estúdio Green
Produção e realização: Expresso Produções

Sobre a Expresso Produções
A Expresso Produções iniciou seus trabalhos como grupo teatral em maio de 2003 na cidade de Florianópolis, composta por profissionais graduados da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Utilizou o espaço universitário até o ano de 2005 como sede para ensaios teatrais, pesquisas e para o desenvolvimento de suas demais atividades.

Os trabalhos desenvolvidos pela produtora envolvem os espetáculos teatrais criados por seus integrantes, bem como o apoio a espetáculos de outras companhias teatrais da cidade de Florianópolis e região.

No currículo de espetáculos realizados pela Expresso Produções estão: “A Confissão”, “A Mais Forte”, “Fica Batendo Parado”, “O Patinho Pateta”, “Trans.Veadas”, “Baú de Histórias Infantis” e A “Ciranda dos Guarda-Chuvas”.

A produtora fez ainda parcerias com grupos da região para montagem e produção dos espetáculos: “Pequeno Monólogo de Julieta”, “Tudo isso é muito bonito mas, realmente, não há nada como um Gauguin” e “Setembro”, sendo este último a montagem da primeira turma de formandos do Curso de Artes Cênicas da UFSC.

Os espetáculos e artistas produzidos pela produtora e seus parceiros já ganharam prêmios e participaram de diversas temporadas, eventos, circuitos e festivais do País.

Para citar a trajetória, apenas de algumas produções infantis da Expresso Produções, “O Patinho Pateta”, primeiro espetáculo do grupo voltado às crianças, fez diversas temporadas na cidade de Florianópolis. Foi contemplado pelo Edital Elisabete Anderle 2009, participou do circuito Enter do SESC/SC, fez um circuito por diversas cidades do interior do Rio Grande do Sul, foi apresentado no I Festival Verão Cultural da Fundação Franklin Cascaes, de Florianópolis, foi convidado para se apresentar no Palco Iguatemi, dentre outras apresentações em diversos locais do Estado e do Sul do País.

Outra produção do grupo, o espetáculo Baú de Histórias Infantis, participou da Maratona de Contos de Florianópolis, na Semana do Livro de Brusque, no I Festival Verão Cultural da Fundação Franklin Cascaes e do circuito Enter do SESC/SC.

Sobre A Ciranda dos Guarda-Chuvas
A “Ciranda dos Guarda-Chuvas” é o mais recente espetáculo montado pelo grupo e estreado a convite do autor na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, em outubro de 2011. “O texto do gaúcho Pedro Delgado foi um presente do autor ao grupo, depois do sucesso da montagem do espetáculo O Patinho Pateta, do qual o mesmo autor assina o texto”, dizem os produtores.

O processo de montagem do trabalho foi feito nas duas capitais, em Florianópolis e em Porto Alegre. Os atores/diretores mantiveram o processo de auto-direção, porém tiveram o olhar crítico de diversos artistas, buscando, através disso, uma construção mais democratizada e divertida, sempre visando ao público destinado, comentam os integrantes. A trilha sonora foi feita em parceria com o músico catarinense Neno Miranda e a cenografia pela artista plástica gaúcha Juliana Silveira. O figurino é assinado pela estilista Denise Severo.

A parceria entre o autor e o grupo tem rendido frutos importantes para a crescente produção infantil no teatro catarinense, avalia o grupo. O autor tem sido reconhecido por sua dramaturgia e o grupo tem levado ao conhecimento do público o trabalho desse autor. Ainda segundo os produtores, a temporada na capital gaúcha foi um grande sucesso, onde o grupo fez um intercâmbio com o autor e pode conhecer um pouco mais do seu trabalho.

Depois da estreia em Porto Alegre, o grupo fez uma apresentação única do espetáculo na I Maratona Cultural de Florianópolis, com um público que encheu o Teatro da UFSC.

Agora, de volta aos palcos da UFSC, o grupo apresenta uma temporada de um mês inteiro, em todos os fins de semana de maio, no Teatro da UFSC.

Para saber mais sobre a trajetória do grupo visite o site www.expressoprod.wordpress.com.

Serviço:
O QUÊ: Espetáculo teatral infantil “A Ciranda dos Guarda-Chuvas”. (duração 45’)
QUANDO: Dias 05, 06, 12, 13, 19, 20, 26 e 27 de maio de 2012, em todos os fins de semana do mês (aos sábados e domingos ), sempre às 16 horas.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC
QUANTO: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
CONTATO: Grupo Expresso Produções (48) 9921-2706 / (48) 9618-3066, e-mail e site www.expressoprod.wordpress.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (www.ufsc.br).

Fonte: [CW] DAC.SECARTE.USC, com texto e foto do grupo.

 

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Teatro da UFSC recebe temporada de “A Ciranda dos Guarda-Chuvas”

04/05/2012 17:00

Teatro da UFSC apresenta "A Ciranda dos guarda-chuvas"O Teatro da UFSC recebe a temporada do espetáculo infantil A Ciranda dos Guarda-Chuvas”, de 5 a 27 de maio, em todos os fins de semana do mês, aos sábados e domingos, sempre às 16 h. Mais recente montagem da Expresso Produções, de Florianópolis, a peça teve estreia em Porto Alegre, em fins do ano passado, e uma única apresentação na capital catarinense durante maratona cultural da cidade. Esta é a primeira temporada do espetáculo no Estado.
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Teatro da UFSC recebe o espetáculo “…In memoriam”

26/04/2012 08:16

O Teatro da UFSC recebe nos dias 27, 28 e 29 de abril, às 20 horas, o espetáculo “…In Memoriam”,  com a Cia. Teatro L.A. CHAMA, de Florianópolis. Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

Baseado em “Canción de cuna para un anarquista”, do dramaturgo chileno Jorge Díaz, o trabalho é uma realização das companhias Apatotadoteatro e Cia. Teatro L.A. CHAMA. Recentemente a peça “…In Memoriam” foi apresentada por 4 vezes no Festival de Teatro de Curitiba, sendo um dos espetáculos mais procurados da mostra FRINGE. Além do Teatro da UFSC, o espetáculo também será apresentado no dia 1º de maio, às 19:30 horas, no Teatro Álvaro de Carvalho (no Projeto TAC 7:30).

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Tags: memoriamteatroUFSC

Teatro da UFSC recebe o espetáculo “…In memoriam”

24/04/2012 08:34

O Teatro da UFSC recebe nos dias 27, 28 e 29 de abril, às 20 horas, o espetáculo “…In Memoriam”,  com a Cia. Teatro L.A. CHAMA, de Florianópolis. Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

Baseado em “Canción de cuna para un anarquista”, do dramaturgo chileno Jorge Díaz, o trabalho é uma realização das companhias Apatotadoteatro e Cia. Teatro L.A. CHAMA. Recentemente a peça “…In Memoriam” foi apresentada por 4 vezes no Festival de Teatro de Curitiba, sendo um dos espetáculos mais procurados da mostra FRINGE. Além do Teatro da UFSC, o espetáculo também será apresentado no dia 1º de maio, às 19:30 horas, no Teatro Álvaro de Carvalho (no Projeto TAC 7:30).

Sobre a peça

Duas histórias insólitas que se unem aparentemente por acaso. Quando? Não importa, ou você pensa que as datas esclarecem alguma coisa na vida das pessoas! Onde? No planeta terra, que arderá por completo quando se levantarem os proletários do mundo!

Uma viúva solitária encontra um andarilho demente. Rosaura e Balbuena. Talvez ela tenha assassinado o marido por quem guarda luto, enquanto ele afirma ser o anarquista encarregado de sabotar o trem onde viajará Adolf Hitler. Uma vez passado o susto do primeiro contato, inicia-se uma discussão que, entre nostalgia e desvarios, muito revelará sobre esses dois fantasmas: um passado em comum de solidão, sonhos, ideais e ilusões. Toda problemática supostamente vivida parece tão artificiosa e inconsistente quanto possível e real. Mas o que importa se estiverem mortos, ou inventando? O importante é que nessas lembranças eles estão juntos ou, pelo menos, não estão sós!

No elenco da peça, atuam os alunos da graduação em Artes Cênicas e Letras da UFSC, Vanessa Grande e Tobias Nunes. Dirigida por Carlos Silva e Gustavo Bieberbach, ambos alunos especiais do Programa de Pós-Graduação em Teatro (PPGT) do Centro de Artes (CEART) da Udesc. O espetáculo é patrocinado pela Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC e será dedicado à professora Maria de Lourdes Borges, Dudy, e à sua equipe, pelo grande incentivo ao teatro, durante a gestão que se encerra.

Sobre o grupo

Fundado em 2010, a Companhia Teatro Latino-Americano CHAMA, ou apenas Cia. Teatro L.A. CHAMA, é uma entidade dedicada a divulgar, promover, pesquisar, experimentar e encenar o teatro e a cultura do continente. Seus associados são artistas, atualmente vinculados ao curso de Artes Cênicas da UFSC e ao Programa de Pós-Graduação em Teatro da Udesc.

“Em frente a frente Argentina”, obra teatral que deu origem ao grupo, percorreu vários palcos de Florianópolis e Campo Grande em 2010. Com menos de dez meses de existência, o L.A. CHAMA tem mais quatro peças em processo de montagem, todas adaptadas de autores latino-americanos. Para o segundo semestre 2012, está finalizando a produção de “Os pássaros se vão com a morte”, do venezuelano Edílio Peña e “Ignácio & Maria”, da cubana Nara Mansur, todas, com o patrocínio da SeCArte.

 

 Ficha Técnica:

“…In memoriam”, baseado em “Canción de cuna para un anarquista” de

Jorge Díaz.

Elenco: Vanessa Grando, Ricardo Goulart e Tobias Nunes.

Projeto Gráfico: Ricardo Goulart.

Assistente de Produção: Carolina Boabaid e Valéria Binatti

Direção: Carlos Silva e Gustavo Bieberbach.

Patrocínio: SeCArte – Secretaria de Cultura e Arte da UFSC

Apoio: NELOOL (Núcleo de Estudos de Literatura, Oralidade e Outras

Linguagens), PRAE (Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis) / DAC (Departamento Artístico Cultura da UFSC), Projeto TAC7:30

Produção e Realização Cia. Teatro L.A. CHAMA & APATOTADOTEATRO

 

SERVIÇO:

O QUÊ: Espetáculo Teatral “…In Memoriam”

QUANDO 1: Dias 27, 28 e 29 de abril de 2012, de sexta a domingo, às 20 horas.

ONDE 1: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANDO 2: Dia 1ª de maio, às 19:30 horas

ONDE 2: Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), Projeto TAC 7:30. Rua Marechal Guilherme, 26 – Centro, Florianópolis-SC

QUANTO: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

CONTATO: / (48) 8819-7428

MAIS INFORMAÇÕES: www.apatotadoteatro.blogspot.com e www.teatrolachama.blogspot.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Fonte: [CW] DAC.SECARTE.UFSC, com texto e foto da produção – visite www.dac.ufsc.br

Teatro da UFSC recebe espetáculo "Im Memoriam"

Tags: teatroUFSC

Dupla “Estou cavando um buraco” se apresenta no Teatro da UFSC

12/04/2012 08:24

Dupla Estou cavando um buraco se apresenta na UFSCO Teatro da UFSC recebe a apresentação da dupla “Estou Cavando um Buraco”, nesta sexta-feira, 13/04, às 19 horas, que oferece ao público a junção entre música e performance, no espetáculo Ausência.

 Estou Cavando um Buraco é um grupo musical formado por Luis Ramos (voz e performance) e João Garcia (violão e voz). A ideia partiu da necessidade de seus integrantes verem um grupo de música quebrar a distância entre o artista e o público.

Na filosofia dos músicos, o artista não precisa demonstrar seu trabalho para o público sem que a esfera de seu corpo seja apenas uma peculiaridade excêntrica, mas que ela seja assumida em sua teatralidade, utilizando o próprio corpo, objetos e voz como formas de expressar novos significados ausentes em uma gravação.

A estética da dupla se baseia na simplicidade – não na simplicidade criativa, já que existe um elemento de complexidade e pesquisa nas criações do grupo, mas a simplicidade de um violão desplugado, eventualmente um violino, as vozes do cantor e do performer, e os elementos performáticos, compostos sem nenhuma pompa.

Musicalmente, a dupla Estou Cavando um Buraco compõe seu estilo de uma pluralidade de fontes: desde rock e folk, até um ritmo mais frenético, mais brasileiro. Os temas das músicas são os mais variados, respeitando a necessidade do grupo de não ser monocórdio em suas criações.

Um dos principais métodos de criação do grupo é o improviso, gerando músicas sinceras e viscerais. Os músicos definem sua sensibilidade artística pela necessidade de escapar de certas convenções, mas manter um produto final que toca no mais básico do ser humano.

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação da dupla Estou Cavando um Buraco.

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.

QUANDO: Dia 13 de abril de 2012, sexta-feira, às 19 horas.

QUANTO: Ingresso normal: R$ 6,00; meia entrada: R$ 3,00.

CONTATO: – (48) 9620-5127 (João Garcia) – Visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Kadu Reis – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do DAC. SECARTE.UFSC, com material do grupo.

Tags: performanceteatroUFSC

Último fim de semana para assistir “Mulheres Nuas” no Teatro da UFSC

30/03/2012 13:48

Último fim de semana da temporada de estreia no Teatro da UFSC

Este é o último fim de semana da temporada de estreia, no Teatro da UFSC, do espetáculo Mulheres Nuas. A produção do Grupo Círculo, do autor Márlio Silveira da Silva, é dirigida por Christiano Scheiner e conta com as atrizes Aline Maya, Emília Carmona e Graziela Meyer no elenco. Com estreia no início de março, a peça acontece dias 30 e 31 de março e 1º de abril, às 20 horas.

O texto cômico do catarinense Márlio Silveira da Silva, trata de uma viúva solitária, Adalgisa, envolta de seus dois alteregos, Libe e Sara, e discorre sobre a impossibilidade de se desligar do falecido. Nesta montagem, as atrizes trocam de personagens a cada instante desestruturando a intimidade exposta por Adalgisa e reorganizando o sentido cômico direcionado ao público.

O espetáculo segue as mesmas características estéticas dadas aos espetáculos anteriores do Grupo: o ator cenográfico, poucos elementos de cena e cenário, e por fim a montagem de texto de autores locais.

Este é o segundo espetáculo que o Grupo monta do autor Márlio Silveira da Silva, tendo êxito com a estreia, em 2011, do espetáculo Quatro, no Teatro da UFSC.

A característica principal da encenação está na imersão do jogo entre as atrizes.Os figurinos têm como referencial lingeries da década de 50, produzindo o efeito atemporal que a narrativa pede.

Sinopse

Mulheres Nuas explora, através do discurso hiperativo e fantasioso, quase surrealista de Adalgisa, a impermanência e a alteridade do universo feminino. Acompanhada por Sara, criada ambígua até no gênero, e por sua filha, Libe, Adalgisa passeia pela própria inconstância como quem passeia pelo shopping, trazendo questões corriqueiras que permeiam o imaginário de qualquer mulher numa linguagem frenética e cômica.

Entre o falecido, que virou pó, o amante que mora no armário se alimentando de naftalina e o analista ausente, Adalgisa convida: “vem de escafandro que eu sou profunda”. Classificação indicativa: 18 anos // Duração: 50min.

Sobre o Grupo Círculo

O Grupo Círculo foi criado em 1999, com a estreia de “A Fome em Três Atos”, reunião de três monólogos do autor Christiano Scheiner e dirigido por Gláucia Grígolo. O Círculo foi retomado em 2009 para a montagem de Pequeno Monólogo de Julieta, com a atriz Gilca Rigotti e texto e direção de Christiano Scheiner, que estreou em 2010, espetáculo que circulou por todo o Estado de Santa Catarina pelo projeto Em Cena Catarina do SESC – SC, comprovando a maturidade do grupo.

Em 2011, o Grupo, com novo elenco, remontou o espetáculo Quatro, também de Márlio Silveira da Silva, com nove apresentações na UFSC. Quatro teve sua primeira montagem pelo Grupo A, com direção de Fátima Lima.
SERVIÇO:

O QUÊ: Espetáculo “Mulheres Nuas”. Últimos dias!

QUANDO: Às sextas, sábados e domingos, dias 30, 31 de março e 1º de abril.

 

HORÁRIO: Sempre às 20horas.

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade,
Florianópolis-SC

QUANTO: Entrada Promocional de Estreia a R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 (meia-entrada)

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 anos // Duração: 50min.

 

CONTATO: // //  Fone: 48 9616.3024.

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Foto: Atriz Aline Maya, em foto de  Henrique Pereira.

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com texto e foto da produção.

Tags: mulheresteatroUFSC

Teatro da UFSC recebe show do grupo “Estou Cavando um Buraco”

27/03/2012 15:09

Acontece no dia 13 de abril às 19 horas no Teatro da UFSC o show/espetáculo acústico “Ausência”, do grupo Estou Cavando um Buraco, formado por João Pedro Garcia, voz e violão, e por Luís Ramos, voz e performance. O grupo caracteriza-se por suas experimentações artísticas, que dialogam a música e o teatro, em busca de novos sentidos para as duas linguagens.

O estilo musical mistura rock tocado em violão até experimentações mais suaves com a música. Folk, música brasileira, vocalizações elaboradas e improviso também fazem parte da mistura. “Definimos nossa sensibilidade artística pela necessidade de escapar de certas convenções, mas manter um produto final que toca no mais básico do ser humano”, descreve o grupo em seu site.

Os ingressos custam R$6,00 inteira e R$3,00 meia, e podem ser adquiridos na hora. O grupo já se apresentou em vários eventos na UFSC, como na Sepex 2008 e no Sarau Boca de Cena de junho de 2011, entre outros. Para conhecer as músicas, letras e vídeos do grupo, acesse: www.estoucavandoumburaco.com.

Serviço:
O quê: show acústico “Ausência”, do grupo Estou Cavando um Buraco
Dia: 13 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro da UFSC
Ingressos: R$6,00 inteira e R$3,00 meia.

Contatos:
fone: 9620-5127
e-mail:
site: www.estoucavandoumburaco.com

Tags: músicaperformanceteatroTeatro da UFSCUFSC

Madrigal, Orquestra de Câmara e Coral hoje e amanhã na Igrejinha

05/12/2011 08:55

A regente Miriam Moritz fará dois concertos com o Madrigal e Orquestra de Câmara e Coral da UFSC hoje (5) e amanhã (6) , na Igrejinha da UFSC. Hoje (5), às 20 horas, a Orquestra e o Madrigal farão um concerto de fim de ano com um repertório passando por Barroco Mineiro, Villa Lobos e Negro Spiritual. Na terça-feira (6), também às 20 horas, o Coral da UFSC apresenta músicas carnavalescas e uma peça natalina.

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Tags: madrigalorquestrateatro

UFSC Curitibanos oferece oficinas de teatro e dança gratuitas

08/11/2011 18:04

A comunidade do município de Curitibanos poderá participar gratuitamente de oficinas de teatro e dança promovidas pela UFSC. Para se inscrever os interessados deverão enviar e-mail para .

As atividades fazem parte do projeto de extensão Oficina de Artes no Campus Curitibanos, contemplado pelo Funextensa 2011 UFSC. O projeto é coordenado pelas professoras Janaina Trasel Martins, vice-coordenadora do Curso de Artes Cênicas da UFSC de Florianópolis e pela professora Monica Aparecida dos Santos, diretora acadêmica do Campi Curitibanos da UFSC.

Mais informações pelo site artescenicascuritibanosufsc.wordpress.com.

Programação das Oficinas:

OFICINA DE DANÇA: a dança cênica

Data: 11 e 12 de novembro de 2011, em Curitibanos

Ministrante: Nastaja Brehsan

A oficina de Dança Cênica tem como objetivo oferecer ferramentas ao ator/bailarino para ele possa desenvolver um corpo responsivo utilizando técnicas de improvisação teatral, contato improvisação e dança teatro.  A oficina trabalhará com  exercícios de percepção e consciência corporal, rolamentos, peso, contrapeso, sustentação, quedas, saltos e deslizamentos. Utilizará também alguns elementos da linguagem teatral como ações e gestos, voz e textos para contribuir na criação em dança.

OFICINA DE DANÇA CONTEMPORANEA: a dança imaginação 

Data: 18 e 19 de novembro de 2011, em Curitibanos

Ministrante: Zilá Muniz

A oficina de dança contemporânea: dança imaginação tem como objetivo o desenvolvimento de um sentido cinestésico do corpo na base física da imaginação. Construção  da presença qualitativa do corpo a cada momento. Fusão entre o movimento inconsciente e a atenção consciente.  O refinamento e expansão da consciência e dos diferentes estados da consciência física, referente à organização dos elementos corporais. Treinamento da capacidade de fazer escolhas conscientemente e rapidamente no que concerne ao movimento e a resolução de problemas. A improvisação como possibilidade de subsídio gerador de material e como experiência.

OFICINA DE TEATRO: O Palhaço e o Jogo

Data: 09 e 10 de novembro de 2011, em Curitibanos.

Ministrante: Paula Bittencourt de Farias

A oficina de teatro: o palhaço e o jogo tem como principal foco a experimentação prática. Os conceitos relativos ao jogo cômico serão abordados na medida em que forem vivenciados corporalmente através de jogos e exercícios. O encontro permitirá uma breve exposição do universo do palhaço por meio de brincadeiras, exercícios corporais, práticas de improvisação e jogos que introduzam elementos da comédia. Busca-se levar o aluno/ator a um estado de percepção de seus mecanismos geradores de comicidade (ritmo/forma particular agir, reagir e se relacionar com as dinâmicas). 

 

Tags: Curitibanosteatro

Oficina de teatro em Curitibanos

31/10/2011 11:42

O Projeto FunExtensão /Oficinas de Artes Cênicas do Campus de Curitibanos da UFSC promove nos próximos dias 4 e 5, no Clube Sete de Setembro,  “Oficina de Teatro” com a atriz e professora Cláudia Sachs. Gratuita e aberta à comunidade, a oficina será realizada na sexta-feira, das 19h30min às 22 horas, e no sábado, das 9 às 12h30min e das 14 às 18h30min.

Sachs possui especialização em Teoria do Teatro Contemporâneo (UFRGS) e Mestrado em Teatro (UDESC-Universidade do Estado de Santa Catarina). Fez curso de formação em teatro com Jacques Lecoq em Paris, cursos de atuação com máscaras na escola
técnica *The City Lit* em Londres, além de cursos de dança moderna com Mary
Anthony (Nova Iorque) e vários outros cursos.

Inscrições para a oficina pelo email:
Informações: artescenicascuritibanosufsc.wordpress.com.

Tags: Curitibanosoficinateatro

Floresta Encantada encontra crianças do CA

14/10/2011 17:36
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A peça trouxe conceitos de cidadania e solidariedade às crianças (clique para ampliar)

As séries iniciais do Colégio de Aplicação (CA) assistiram à peça de teatro Floresta Encantada do dramaturgo Nassau de Souza, na quinta-feira (13) à tarde no auditório da Reitoria da UFSC. A iniciativa fez parte da comemoração do Dia das Crianças do colégio. Cerca de 200 alunos participaram do evento.

A peça conta a história de duas meninas que, na imaginação e lucidez infantil, brincam no quintal de casa como se estivessem perdidas na floresta. A partir da interação com a natureza e os animais, descobrem a existência de um “monstro” – representação do ser humano – que não cuida do meio ambiente. Em seguida, com os conhecimentos que adquirem com os animais e a cooperação entre elas, as meninas conseguem derrotar o “monstro” e “salvar” a floresta. As duas meninas são interpretadas pelas atrizes Jozzy de Souza e Cíntia Daniela Galz.

Segundo Nassau, a peça é “uma forma de reforçar os valores de cidadania e do cuidado com o meio ambiente, dando dicas de comportamento para uma melhor convivência entre as pessoas, importantes para a formação educacional das crianças”.

O evento foi organizado pela CredCrea Cooperativa de Crédito. Para Regina Silva, representante da empresa, a peça retrata os conceitos e princípios do cooperativismo e é uma maneira de mostrar para a criança que com cooperação e solidariedade é possível mudar o mundo. “O envolvimento lúdico fica.” Concluiu ela.

Texto e foto: Ricardo Pessetti/ Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: Colégio de Aplicaçãoteatro

Mahagonny volta ao Teatro da UFSC e tem Sessão Maldita do Festival Isnard Azevedo

13/10/2011 16:34

“Ascensão e queda da cidade de Mahagonny”, peça adaptada da obra do dramaturgo Bertolt Brecht, com direção de Carmen Fossari, volta ao Teatro da UFSC nos dias 13, 14, 15 e 16 de outubro. As apresentações dos dias 13 e 14, na Sessão Maldita, fazem parte da programação do 18º Floripa Teatro – Festival Isnard Azevedo.

A entrada é gratuita, e para os dias 13 e 14 basta o público chegar um pouco antes da hora do espetáculo, quando serão distribuídos os ingressos. Para os dias 15 e 16, os ingressos poderão ser retirados na bilheteria do Teatro a partir de 30 minutos antes da sessão, ou então retirados com antecedência na Secretaria do DAC, na quinta e na sexta-feira, das 9 hàs 13 horas e das 14h às 18 horas.

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Tags: FossariMahagonnyteatro

Espetáculo Viandeiros se apresenta no Teatro da UFSC

30/09/2011 19:22
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O monólogo traz narrativas como a história do homem branco que faz simpatia para virar índio

O espetáculo Viandeiros, vencedor de três prêmios – espetáculo, figurino e sonoplastia – no 17º Concurso Nacional de Monólogos de Festival de Teatro de Teresina, em 2009, se apresenta nos dias 30 de setembro e 1 e 2 de outubro, sempre às 20 horas, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Os ingressos custam R$ 20,00 a inteira e R$10,00 a meia.

Fruto de pesquisas realizadas em diversas regiões do Brasil, Viandeiros, de Luiz Canoa, é um espetáculo que passa pela música, dança e teatro, transportando o público para uma viagem pela diversidade cultural brasileira. É através dos personagens representados pelo ator e músico Luiz Canoa, em suas transformações vocais e corporais que trazem sotaques e comportamentos diversos, que está o passaporte para essa viagem. Em um ambiente lúdico, mas ao mesmo tempo sagrado, o espetáculo, que tem duração de 50 minutos, aborda temas como liberdade, poder, tradição, contemporaneidade e religião.

O monólogo traz narrativas como a história do homem branco que faz simpatia para virar índio. A religiosidade e a arte também fazem parte do espetáculo. “Desde a infância tive contato com a religiosidade brasileira, como umbanda e candomblé. Depois comecei a viajar pelo Brasil e notei que o lúdico e religioso estão muito interligados e presentes na arte popular”, comenta o ator Luiz Canoa.

Além de ter sido premiado no único concurso de monólogos do Brasil (Concurso Nacional de Monólogos de Festival de Teatro de Teresina), o espetáculo Viandeiros, criado em 2004, também recebeu os prêmios de melhor ator, direção e sonoplastia no 7º Festival de Teatro de Campo Mourão, em 2007.

Sobre Luiz Canoa

Luiz Canoa, nome artístico de Luiz Naim Haddad, nasceu em São Paulo, no dia 16 de julho de 1969. Filho único de um casal de surdos e mudos, Georgina Cilento Haddad e Naim Haddad, Luiz formou-se músico, ator, professor e pesquisador.

Desde muito cedo pôde estabelecer um contato próximo com a religiosidade popular afro-brasileira, o que lhe despertou a curiosidade sobre a existência de planos sobre a realidade. Com 15 anos, Canoa começou a fazer parte de grupos folclóricos, onde se deparou com a dança, a música e o teatro. Na mesma época, passou a participar de grupos de música e teatro amadores.

Em 1992, Luiz começou a estudar música na UNICAMP, em São Paulo. Ingressou na Universidade como baterista e desenvolveu trabalhos em grupos como Salsambando, Banda Folela e Big Band, além de tocar em alguns concertos com a Orquestra Sinfônica de Campinas.

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Viandeiros recebeu os prêmios de melhor ator, direção e sonoplastia no 7º Festival de Teatro de Campo Mourão, em 2007

Durante a faculdade, Luiz Canoa criou diversos projetos como os grupos Choro Bandido e Grupo Gandaiá. Após passar por grupos paulistas como o Mais Patadas e Cia Cirandolé, Luiz passou a interagir sua arte musical com o teatro. Foi quando conheceu o trabalho do LUME, através de um curso com Carlos Roberto Simione. Nessa época, Canoa começou a se dedicar em apresentações onde ele tocava, dançava e representava.

Luiz Ingressou no mestrado em artes da Unicamp com o trabalho intitulado “A Presença Cênica na Obra de Antônio Nóbrega”. O contato com Nóbrega proporcionou um mergulho na relação da dança popular como treinamento e possibilidades criativas. Foi durante o mestrado que Luiz viajou por diversas regiões do Brasil estudando as manifestações populares, de onde saiu a inspiração para o espetáculo Viandeiros.

De 2003 a 2005, Canoa ministrou disciplinas de Interpretação, Improvisação e expressão Vocal na UDESC. Na mesma época, começou a circular pelo SESC como contador de Histórias e professor do curso de Formação de Contadores de Histórias, onde segue até hoje.

Em Florianópolis, trabalhou com o Grupo Teatro Jabuti como ator, músico, preparador vocal e corporal nos espetáculos Eleontina (Premio Palco Habitasul de montagem Cênica) e com o Circo sem Lona (Premio Miriam Muniz).

SERVIÇO

O QUÊ: Apresentação do espetáculo Viandeiros, de Luiz Canoa.

QUANDO: Dias 30 de setembro, e 1 e 2 de outubro de 2011, às 20horas

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: R$ 20,00 a inteira e R$10,00 a meia

CONTATO: Produção – Luiz Canoa (48) 9994-3855

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural (DAC): SECARTE: UFSC

Tags: DACEspetáculo Viandeirosteatro

Teatro ajuda a compreender impacto do 11 de Setembro sobre a política da vida

09/09/2011 09:39

Um milhão talvez seja um chute muito distante para o número de vezes em que a cena do ataque às Torres Gêmeas foi transmitida pelas câmeras de TV no mundo todo. Mas a repetição exaustiva dessas imagens de terror não ajuda a compreender o que ocorreu à humanidade em torno desse dia, nem a biopolítica que as potências do eixo ocidental instalaram após o 11 de setembro. O sentido da guerra não está no momento da explosão, ou no espetáculo das bombas, mas no longo silêncio ou na espessa nuvem de poeira que pairou sobre o mundo depois de as torres desabarem. Setembro, primeira montagem do Curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de SC, que volta ao palco do Teatro da UFSC neste final de semana, é uma tentativa de compreender no espaço da arte as consequências desse acontecimento que impactou a vida no Planeta.
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Tags: teatroterrorUFSC

Companhia Traço de Teatro traz Noite de Palhaços para o Teatro da UFSC

15/08/2011 10:27

Há 10 anos levando sorrisos e gargalhadas para as ruas e palcos do Estado, a Traço Companhia de Teatro celebra sua trajetória de palhaçadas e se apresenta nesta quarta-feira (17), às 20 horas, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha.  Trazendo ao público um show cômico de 60 minutos em uma apresentação inédita, a Noite de Palhaços faz parte da programação Traço em Festa, que agendou atividades para todas às quartas-feiras de agosto em diferentes espaços de Florianópolis. A apresentação é gratuita e aberta à comunidade (os ingressos serão distribuídos a partir das 19 horas no local).

Os espetáculos e intervenções que compõem a programação fazem parte do repertório da Traço Cia. de Teatro, com exceção da atração Noite de Palhaços. Um espetáculo especialmente organizado para a comemoração dos 10 anos da Traço Cia. de Teatro. Um show cômico formado por esquetes teatrais de palhaços de Florianópolis e outras cidades do Estado.

Além dos integrantes da Traço Cia. de Teatro, o espetáculo conta com a presença dos palhaços do (A)Gentes do Riso (Florianópolis), Palhaço Leleco (Circus Fever – Florianópolis), Palhaça Barrica (Chapecó), Clov’s – o internacionável (Criciúma), Palhaço Pimentão (Itajaí) e Pepe Nuñez (Cia. Pé de Vento – Florianópolis).

A técnica do palhaço é o principal recurso pedagógico de formação, treinamento e criação da Companhia. Por este motivo, o grupo convidou amigos para comemorarem juntos no palco, fomentando suas pesquisas e oportunizando a aproximação do público em geral para com essa linguagem. Estes artistas são profissionais que já trabalham com a linguagem do palhaço e trarão números de seus repertórios para abrilhantar a noite, divertir a plateia e celebrar o aniversário da Traço Cia. de Teatro.

Traço em Festa

A Noite de Palhaços faz parte das comemorações da Traço Companhia de Teatro, que em agosto de 2011 completa 10 anos e celebra sua trajetória artística junto à população de Florianópolis.

A Traço em Festa consiste na apresentação gratuita de ações, espetáculos e intervenções em repertório criado ao longo da história do grupo. A comemoração abarcará diferentes regiões da cidade de Florianópolis e contará com o apoio de espaços e instituições importantes para a formação e manutenção da Companhia. Suas atividades acontecerão semanalmente, sempre às quartas-feiras do mês de agosto.

Os parceiros deste evento são instituições que, ao longo da trajetória do grupo, apoiaram e fomentaram a pesquisa e trabalho da Companhia: Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, SESC Santa Catarina, Universidade do Estado de Santa Catarina e Universidade Federal de Santa Catarina.

A programação é variada e aberta à população em geral. “Além de compartilhar a pesquisa e o trabalho da Traço Cia. de Teatro, a Companhia e seus parceiros promoverão arte e entretenimento a diferentes grupos sociais e culturais, colaborando para a formação de público e democratização do acesso a atividades culturais e à popularização da arte do Palhaço, do Teatro de Rua e da Comédia Popular em nossa cidade”, afirma o ator Egon Seidler.

A companhia

Criada em 2001, em Florianópolis, a Traço Cia. de Teatro, por meio do teatro de rua e da comédia popular, desenvolve uma linguagem própria pautada no encontro entre o ator e o espectador, na busca de estabelecer uma relação livre, direta e potencialmente transformadora. “É uma linguagem encantadora e misteriosa, você pode se maquiar, vestir a roupa, mas não é só isso. Se trabalha a vida inteira para ser um verdadeiro palhaço”, afirma a atriz Débora de Matos.

Formada pelos atores Egon Seidler, Débora de Matos, Greice Miotello e Paula Bittencourt, a Traço já idealizou seis espetáculos: Último Dia Hoje (2001), Fulaninha e Dona Coisa (2002 – em repertório), O Chamado da Nota (2003), Conversa no Chafariz (2004), Mulher de Corpo em Cheiro (2005) e As Três Irmãs (2007 – em repertório). A companhia também realizou a Mostra Traço de Bolso – o riso corre solto…, em 2009 e 2010, além do projeto (A)Gentes do Riso (2011), por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – FCFFC, levando a figura do “palhaço doutor” a interagir na rotina do Hospital Infantil Joana de Gusmão. A Traço ainda realiza atividades de formação na linguagem teatral, ministrando oficinas e cursos de curta duração.

Atualmente a Traço prepara-se para temporadas de seus espetáculos na cidade, está em pré-produção da 3ª edição da Mostra Traço de Bolso – o riso corre solto…, continua com seus palhaços-doutores no Hospital Infantil Joana de Gusmão e tem planos para uma nova montagem teatral. O objetivo do grupo para os próximos 10 anos é criar mais, levar seu trabalho para mais pessoas e concretizar um antigo sonho, ter uma sede.

Outras apresentações do Grupo

(A)Gentes do Riso – 24 de agosto de 2011 – manhã e tarde, nas UPAS e Policlínicas do Centro, Continente, Norte e Sul

Os Palhaços Doutores utilizam a arte da palhaçaria a serviço da alegria e bem estar, intervindo na rotina das unidades de saúde e humanizando os ambientes por meio do riso e da poesia.

Espetáculo teatral Fulaninha e Dona Coisa – 31 de agosto de 2011 – 16h, na Rua Felipe Shmidt – Centro

As peripécias da relação entre uma empregada ingênua, Fulaninha, e sua patroa intolerante, Dona Coisa. Direção de Marianne Consentino e texto adaptado do homônimo de Noemi Marinho – 55 min.

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação do espetáculo Noite de Palhaços

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANDO: Dia 17 de agosto de 2011, quarta-feira, às 20 horas.

QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade (os ingressos serão distribuídos a partir das 19h no local)

CONTATO: Greice Miotello (48) 8836-1394, ; www.tracoteatro.blogspot.com

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural (DAC): SECARTE: UFSC, com informações e fotos da Companhia.

Tags: PalhaçadasteatroUFSC

Departamento Artístico Cultural (DAC) abre inscrições para Oficinas de Arte 2011-2

08/08/2011 08:50

O Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC abre inscrições para cursos e oficinas de arte que serão oferecidas neste segundo semestre de 2011. As inscrições deverão ser feitas na Secretaria do DAC / Igrejinha da UFSC, de 09 a 12 de agosto, de terça a sexta-feira, das 9 às 18 horas, por ordem de chegada. As atividades são abertas à comunidade em geral e a maioria delas inicia na semana seguinte à das inscrições.
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“Navalha na carne” tem sessão no Teatro da UFSC

26/07/2011 17:40
O texto, através de 63 menções a nomes de animais como vaca, veado, cachorro, porco, galinha etc. não deixa dúvida quanto à condição sub-humana a que estão submetidas as três personagens

O texto, através de 63 menções a nomes de animais como vaca, veado, cachorro, porco, galinha etc. não deixa dúvida quanto à condição sub-humana a que estão submetidas as três personagens

A Cia. Quanta de Teatro apresenta a peça “Navalha na carne” neste domingo, 31/07, às 20h, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha.  A proposta é trazer ao público novos olhares sobre a obra do autor Plínio Marcos.

Há pouco mais de 10 anos, a companhia, que é de Rio Claro (São Paulo), mergulhou na obra de Plínio, levando para os palcos peças como “Madame Blavatsky” (três prêmios de melhor espetáculo nos Festivais de Teatro de Amparo, Santa Bárbara d’Oeste e Americana, além de premiações por cenografia, figurinos, direção, atriz e iluminação), “Jesus-Homem” e “A Balada de um palhaço”, completando assim a Trilogia Subversiva de Plínio Marcos entre os anos de 1998 e 2002.

Durante sua trajetória, sempre impulsionada pelos ideais de liberdade de Bobo Plin e ocupada em objetivar genericamente o indivíduo no mundo através da arte, a pesquisa teatral proposta pela companhia baseou-se fundamentalmente no resgate do homem-humano atrelando, para isso, técnica e criação.

Nesse sentido, entende que “Navalha na carne”, mesmo tida como inspiração para inúmeras montagens desde sua estreia em 1967, no Teatro Maria Della Costa em São Paulo, continua sendo dinamizadora de potências criativas no contexto histórico e teatral da atualidade, uma vez que as relações de dominação do homem sobre o homem ainda não foram superadas, nem tampouco, extintas.

Esta produção de “Navalha na carne” teve a sua estreia há duas semanas na cidade de Rio Claro (SP), sede do grupo, donde seguiu para a capital paulista em apresentação no Teatro Plínio Marcos. De São Paulo, o grupo veio para Santa Catarina iniciando a turnê estadual por Criciúma (28/07) e Joinville (29/07). A apresentação no Teatro da UFSC encerra a turnê catarinense do grupo, que depois segue viagem para uma série de apresentações por cidades do interior de São Paulo. A vinda a Santa Catarina deveu-se à ponte criada com o músico e produtor cultural paulista, Bruno Padoveze, há cerca de um ano morando em Florianópolis.

Sinopse:

“Navalha na carne” apresenta como personagens Neusa Sueli, uma prostituta; Vado, o cafetão e Veludo, um homossexual, empregado da pensão em que vivem Neusa e Vado.

O texto, através de 63 menções a nomes de animais como vaca, veado, cachorro, porco, galinha etc. não deixa dúvida quanto à condição sub-humana a que estão submetidas as três personagens, pois é dessa forma a que se referem uns aos outros.

A trama inicia com a chegada de Neusa Sueli à pensão depois de mais uma noite de trabalho e Vado, de forma agressiva, a obriga responder sobre o paradeiro do dinheiro que costumeiramente encontra sobre o criado-mudo. Imediatamente, Neusa desconfia do funcionário da pensão, o Veludo. Este por sua vez, tenta, inutilmente, se livrar da situação e num ato impensado e vingativo, antes de se retirar do recinto, atira à face de Neusa Sueli a ofensa: “galinha velha!”.

As palavras mencionadas farão parte das próximas cenas, numa sequência ininterrupta de humilhações e sadismos, revelando as mazelas do ser humano “animalizado”, conduzindo-o ao mais constrangedor estado de degradação.

Ficha técnica

Texto: Navalha na carne

Autor: Plínio Marcos

Sonoplastia: Alyne Arins

Iluminação: Jefferson Primo

Cenografia: Alyne Arins e Cláudio Lopes

Elenco: Alyne Arins (Neusa Sueli) / Cláudio Lopes (Vado) / João de Lima Neto (Veludo)

Produção executiva: Renata Laili

Direção geral: Jefferson Primo


Sobre a Cia. Quanta de Teatro

A Cia. Quanta de Teatro tem seu surgimento marcado por um misto de três elementos: arte, amizade e visão de mundo. Em 1997, o ator e diretor Jefferson Primo divulga, através da Secretaria Municipal de Cultura de Rio Claro (SP), um curso introdutório de teatro para jovens e adultos. O curso foi finalizado com a montagem da peça “Madame Blavatsky” de Plínio Marcos, vencedora de nove prêmios incluindo a categoria “melhor espetáculo” em festivais pelo estado de São Paulo.

Em 2004, a companhia torna-se Associação Cultural, e em 2005, entidade de Utilidade Pública pelo município de Rio Claro. O grupo continua sendo premiado em diversas categorias com montagens inesquecíveis como o monólogo “Brain Storm” de Clarice Lispector e a comédia “O Santo e a Porca” de Ariano Suassuna.

Atualmente, a Cia. Quanta de Teatro tem seu núcleo composto pelos atores e arte-educadores Alyne Arins, Cláudio Lopes e João de Lima Neto, tendo suas peças e demais atividades coordenados por Jefferson Primo, desenvolvendo também projetos cinematográficos.

Desde sua fundação, em 1997, dedica-se à formação de atores e à realização de projetos na área de arte-educação em bairros periféricos do município. Em parceria com as Secretarias de Ação Social e Cultura e com base nos estudos do Teatro do Oprimido de Augusto Boal, atendeu cerca de 400 crianças por ano, nos Centros Comunitários e Centros Municipais de Convivência, com aulas de teatro, dança de rua, capoeira e rádio e TV.

A companhia também atende com aulas de teatro e montagens de peças as reeducandas do Centro de Ressocialização Feminino, o grupo da Melhor Idade em parceria com a Casa Dia do Idoso, os usuários do CAPS III “18 de maio” em parceria com a Fundação Municipal de Saúde, atuando intensamente em ações da luta antimanicomial apresentando seus trabalhos em Fóruns, conferências de saúde e eventos universitários.

Embora a Cia. Quanta de Teatro tenha dedicado boa parte de seus esforços para o desenvolvimento de projetos sócio-culturais, seu objetivo fundamental prima pela formação do artista, especificamente do ator como agente transformador da realidade que, emprestando o conceito de Boal, deve, portanto, ser um multiplicador de ações voltadas para a dinâmica social, onde ele pode e deve atuar artisticamente em favor da propagação, difusão e formação cultural do maior número de pessoas a seu alcance, sobretudo àqueles que, devido à condição social, mantêm-se apartados do acesso a bens culturais de qualidade.

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).


Serviço:

O QUÊ: Apresentação teatral de “Navalha na carne” com a Cia. Quanta de Teatro, de Rio Claro (SP)

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.

QUANDO: Dia 31 de julho de 2011, domingo, às 20 horas (única apresentação)

QUANTO: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

CONTATO: Bruno Padoveze (48) 8822-8337 –
Cia Quanta na WEB: www.ciaquanta.blogspot.com

Fonte: [CW] e Patrícia Siqueira – Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural/DAC: SECARTE: UFSC, com texto e fotos da equipe de produção.

Tags: teatro

Peça Setembro estreia no Teatro da UFSC neste fim de semana

01/07/2011 10:17

Espetáculo é resultado de quatro meses de pesquisa e trabalho de estudantes de sétima fase

Quando a vida no Planeta é impactada por acontecimentos da repercussão dos que envolveram a guerra entre o mundo islâmico e os Estados Unidos o palco da arte não pode ser outro se não o da própria história. Dos jornais para os bancos universitários, da literatura para o cinema, a reflexão sobre o 11 de Setembro será levada agora ao teatro pelo Curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina. Setembro estreia neste fim de semana, 2 e 3 de julho, às 20 horas, no Teatro da UFSC, dentro do Projeto Primeiro Ato, da Secretaria de Cultura e Arte, com a proposta de criar um espaço poético e sensível para atores e públicos encenarem as causas e conseqüências do evento biopolítico mais marcante do terceiro milênio.

Fruto de quatro meses de pesquisa e trabalho de alunos de sétima fase da disciplina Projeto de Montagem, a peça se propõe a discutir a experiência humana a partir dos eventos eclodidos em 11 de setembro de 2001, que neste ano completam uma década. O projeto partiu da ideia de constituir um fórum artístico e intelectual para a discussão desses episódios que deixaram marcas visíveis na vida cotidiana, alterando tanto as relações geopolíticas quanto as relações interpessoais no mundo, como explica o coordenador do Curso de Artes Cênicas, Fábio Salvatti.

Orientada e dirigida por Salvatti (direção geral) e pelos professores Gerson Praxedes (co-direção) e Luiz Fernando Pereira (direção de arte), uma equipe integrada por 21 alunos iniciou os ensaios no dia 14 de março. O espetáculo encena um olhar sobre a experiência humana nestes dez anos que nos separam dos eventos do dia 11, a partir da percepção de que os atentados do dia 11 de Setembro inauguraram um novo sistema geopolítico no século XXI. A Guerra contra o Terror que se seguiu a partir daí tem pautado as relações interpessoais, internacionais e interculturais dos indivíduos e nações, analisa o diretor. “A discussão que propomos não pretende ser dogmática ou fundamentada em uma tese a ser defendida, mas, antes, oferecer um campo sensível de reflexões atravessado por memórias individuais e políticas”, sublinha Salvatti.

Uma das primeiras grandes produções do Curso de Artes Cênicas, criado em 2008, o espetáculo integra-se aos propósitos da disciplina, que visa à concretização de um projeto artístico de engajamento coletivo

Uma das primeiras grandes produções do Curso de Artes Cênicas, criado em 2008, o espetáculo integra-se aos propósitos da disciplina, que visa à concretização de um projeto artístico de engajamento coletivo

Para alcançar esse espaço de dramaturgia em processo, Setembro não parte de um texto preexistente à cena. Busca construir uma enunciação dramática do tempo presente, valendo-se de recursos inovadores, como provocar respostas no elenco a partir de estímulos dados pela direção da peça. Alguns desses estímulos são conceitos ou partes de ensaios de pensadores como Eric Hobsbawm, Noam Chomsky, Susan Faludi, John Gray, Sam Harris, Giorgio Agamben, Antonio Negri. Outros são recortes de jornais, fragmentos de discursos de autoridades, documentos oficiais, etc. Além dos fragmentos textuais, a peça explora obras audiovisuais alusivas ao acontecimento, como os documentários Farenheit 911, Zeitgeist, Loose Change, e também várias referências musicais como Eumir Deodato, Nick Drake, Zbigniew Preisner, dentre outras.

As consequências desse acontecimento são visíveis na normalização dos instrumentos de vigilância da sociedade de controle, na suspensão dos direitos civis levadas a cabo no Ato Patriótico nos Estados Unidos, ou mesmo na invasão militar e execução sumária de acusados de terrorismo em inúmeros países. Um verdadeiro estado de exceção transnacional estabeleceu-se, no qual se ignoram as soberanias nacionais ou as convenções humanitárias. “Campanhas de delação afixadas em cartazes nos principais centros urbanos dos países desenvolvidos, flagrantes abusos contra os direitos humanos, intolerância religiosa, disseminação da xenofobia: o mundo deste novo milênio está, decididamente, marcado pelas cicatrizes de um conflito biopolítico”, diz o argumento da peça.

Uma das primeiras grandes produções do Curso de Artes Cênicas, criado em 2008, o espetáculo integra-se aos propósitos da disciplina, que visa à concretização de um projeto artístico de engajamento coletivo. Com a primeira turma se formando em 2011, o curso proporciona, com esse projeto, a oportunidade de os alunos aplicarem as aptidões desenvolvidas ao longo do curso nas diferentes funções teatrais, como anota a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges.

Aberta ao público, a peça foi produzida pela Expresso Produções, com recursos da SeCArte e apoio do Departamento Artístico Cultural, Departamento de Libras e Centro de Comunicação e Expressão. Os ingressos, gratuitos, devem ser retirados no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, uma hora antes do espetáculo.

Serviço:

Setembro
Direção: Fabio Salvatti (3721-6801)
Codireção: Gerson Praxedes

Informações: (48) 3721-6318 / Francisco do Vale Pereira / Coordenador executivo do NEMU/UFSC E-mail: e (com Robson)

Direção de arte: Luiz Fernando Pereira (LF)
Elenco: Araeliz, Bárbara Danielli, Betinho Chaves, Carlos Silva, Célio Alves, Claudinei Sevignani, Elise Schmiegelow, Emanuelle Antoniollo, Gabriel Guedert, Gustavo Bieberbach, Ilze Körting, Janine Fritzen, Malu Leite, Paula Dias, Rafaela Samartino, Ricardo Goulart, Rodrigo Carrazoni, Tainá Orsi, Tamara Hass, Thaís Penteado, Vera Lúcia de Azevedo Ferreira, Wellington Bauer

Iluminação: Gabriel Guedert

Cenário e figurino: Malu Leite

Cenotécnico: Edson

Costureira: Iraci

Vídeos: Fabiane de Souza

Fotografia: Larissa Nowak

Pesquisa de trilha sonora: Fabio Salvatti

Programação visual: Fabio Salvatti e Wellington Bauer

Apresentações: 2 e 3 de julho (sexta e sábado)

Horário: 20 horas

Local: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha)

Entrada franca – retirar ingresso uma hora antes do espetáculo

Realização: alunos da 7ª fase do curso de Artes Cênicas da UFSC

Patrocínio: SeCArte/UFSC (Secretaria de Cultura e Artes da UFSC)

Apoio: CCE – DALi – DAC/UFSC

Produção: Expresso Produções

Raquel Wandelli

Jornalista da SeCArte/UFSC

99110524 e 37219459

www.secarte.ufsc.br


Tags: teatro

Sábado ainda tem FITAFloripa na UFSC

17/06/2011 17:53

O 5° FITAFloripa termina neste sábado, 17/06, com dois espetáculos no Centro de Cultura e Eventos da UFSC: às 19h, Cristina Lopes, de Santa Catarina, traz o Curupira em Cena, e às 20h será encenado o infantil Cuentos Pequeños, de Hugo e Inês, do Peru.

O evento também tem apresentações no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC) e no Teatro do SESC, na Prainha. A programação pode ser acessada aqui.

Mais informações: www.fitafloripa.com.br, , Assessoria de imprensa do FITA: Manoela Machado Pinheiro: (48) 9989-5440 / (48) 7811-6241/ ID 86*249359/   / Skype: manu-pinheiro ou Adalgisa Frantz: (48) 9105-0191/

Curupira em Cena

O curupira, personagem mitologico indígena, é um marionete que brincará com o público de qualquer faixa etária contando causos, cantando,recebendo o público com ditos e rimas populares.

Grupo: Cristina Lopes (Santa Catarina)
Duração: 20 minutos
Faixa etária: Livre
Técnica: Marionete

(mais…)

Tags: FITAFloripateatro

FITAFloripa: Fusão entre o circo e a tecnologia discute a ausência de diálogo

14/06/2011 15:47

Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

Grande público prestigiu as apresentações do espetáculo “Keskuteluja” na abertura do 5º FITAFloripa em 12 de junho e na segunda-feira (13), no Centro de Cultura e Eventos da UFSC

No âmbito dos trabalhos mais inovadores que estão sendo apresentados no 5º Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis, “Keskuteluja” ocupa posição privilegiada.

Rompendo o limite do conceito de impossível, os finlandeses, malabarista Ville Walo e o mágico Kalle Hakkarainen, nos conduzem a um mundo labiríntico e surreal. Especializados em malabarismo, arte mágica e vídeo, investiram em elementos visuais que refletem sobre as relações de comunicação na sociedade da informação e tecnologia.

O palco é um espaço de mudança, de circuitos de imagens. “Keskusteluja” é um espectáculo que combina elementos do circo – como malabarismo acrobático e magia – com dança e teatro de objetos, enquanto explora o tema da comunicação e lembra o direito dos seres humanos de terem um espaço seu, um espaço livre de todas as obrigações… uma viagem coreográfica, singular e alucinante através dos tempos. A projeção de um filme mudo no corpo dos atores ajuda a criar um território em constante metamorfose, que perturba a percepção entre o que é real e virtual, caracterísitcas do experimentalismo e surrealismo do novo circo. O espetáculo conceito já foi apresentado em mais de 20 países.

Kalle Hakkarainen é mágico e artista de vídeo. Em seu trabalho ele examina os novos tipos de possibilidades de expressão, desde a imagem do vídeo e das suas capacidades relacionadas ao tempo e espaço.

Ville Walo tornou-se um malabarista profissional em 1995. Seu trabalho de malabarismo e manipulação inclui objetos da vida cotidiana, disciplinas como a magia, marionetes e vídeo.

Confira a programação completa do FITA no site www.fitafloripa.com.br
O FITAFloripa é realizado em parceria com a Fazendo Fita Cia. Artística, Curso de Artes Cênicas/DALi/CCE/UFSC (Sassá Moretti – Coordenação Geral), Departamento Artístico Cultural (DAC) da SeCArte/UFSC (Zélia Sabino – Coordenação Executiva) e SESC-SC, parceiro na itinerância do festival pelas cidades do interior do Estado. O evento conta com o patrocínio do Funcultural e da UFSC.

Tags: teatro
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