FitaFloripa mostra teatro de animação em SC

13/06/2011 11:47

FitaFloripa na UFSCFoi aberta neste domingo (12), no Centro de Cultura e Eventos  da UFSC a 5ª edição do Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis, o FITAFloripa,  com a companhia finlandesa W.H.S apresentando “Kekusteluja”, obra do novo circo experimental, resultado da parceria do malabarista Ville Walo e o mágico Kalle Hakkarainen, que contempla a comunicação, a manipulação de objetos de cena, o trabalho com sombras, tudo combinado a projeções de cinema e vídeo no corpo dos atores.

O FITAFloripa acontece até 19 de junho em Santa Catarina e conta com a participação de 19 companhias de teatro. Na Capital catarinense, as apresentações acontecerão até 18 de junho. Em Blumenau, Itajaí, Joinville, Criciúma, Lages e Chapecó, espetáculos circularão entre 13 e 19 de junho por meio do projeto FITA e SESC: Uma Viagem com Teatro de Animação.  O FitaFloripa é realizado em parceria com a Fazendo Fita Companhia Artística, Curso de Artes Cênicas/DALI/CCE/UFSC (Sassá Moretti/coordenação geral)Departamento Artístico Cultural(DAC) da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC – Secarte (Zélia Sabino- coordenação executiva) e SESC/SC, parceiro na itinerância do festival pelas cidades do interior do Estado.

No dia 13 de junho, haverá o tradicional cortejo de abertura do FITA pelas ruas da Capital, com saída do Museu Cruz e Sousa, às 15h. Esse ano, o desfile contará com bonecos gigantes reciclados confeccionados em oficina no Museu do Lixo, da Comcap, com o bloco de maracatu Arrasta Ilha e com o grupo de Boi de mamão Arreda Boi. Destaque para a companhia De Pernas para o Ar, do Rio Grande do Sul, que povoará as ruas de Florianópolis com os bonecos gigantes do espetáculo “MIRA”.

Além do W.H.S, outras três companhias internacionais fazem parte da programação: Teatro Hugo & Inês (Peru), com “Cuentos Pequeños”, A-Garrapattta (Colômbia), com “El Circo Del Aguante”, e La Casa Di Puntinella (Itália), com “Pulcinella 500 Anni Portati Bene!”. Já o teatro de animação nacional será representado por companhias de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Paralelas ao festival, acontecerão as oficinas de interpretação com máscaras expressivas e de laboratório de manipulação de bonecos. O FITA ainda terá mesa de conversas, que nessa edição contará com palestra da professora Ana Maria Amaral (USP / SP) e aula espetáculo da Cia. Troada (SP).

ITINERÂNCIA

A primeira cidade a receber festival fora da Capital catarinense é Blumenau. Ao longo de sete dias, a Cia Anima Sonho (RS), a Cia. Circo de Bonecos (SP), o Teatro Hugo & Inês (Peru) e o grupo A – garrapattta (Colômbia) circularão pelas seis cidades. As apresentações serão sempre nos palcos dos teatros do SESC, com exceção das cidades Blumenau e Itajaí, onde os espetáculos ocorrerão na Fundação Cultural da cidade e no Teatro Municipal, respectivamente.

Esse é o primeiro ano que o FITA promove uma itinerância desse porte. Em 2010, espetáculos circularam somente por outras duas cidades que não Florianópolis, onde o FITA teve sua origem em 2007. As coordenadoras do festival, Sassá Moretti e Zélia Sabino, destacam a importância da parceria com o SESC, correalizadora da itinerância, que tornou a expansão do FITA uma realidade.

O FITAFloripa tem como objetivo principal ampliar o acesso ao teatro de animação no Brasil. Em 2010, atingiu 35 mil pessoas. Com a itinerância, a expectativa é que o público duplique em 2011.

SERVIÇO:

O quê: 5º FITAFloripa

Quando: 12 a 19 de junho

Onde: Florianópolis, Blumenau, Itajaí, Joinville, Criciúma, Lages e Chapecó. Em diversos teatros e instituições. Confira na programação

Quanto: Gratuito (espetáculos no SESC e turmas de escolas públicas em qualquer espaço de apresentação)/ R$ 10 (espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)/ R$ 5 + agasalho (espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)/ R$ 5 (valor para estudantes em espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)

Obs.: Agendamento para escolas através do www.fitafloripa.com.br ou pelo email 

Mais informações: Adalgisa Frantz: (48) 9105-0191/ ou com a assessora de imprensa Manoela Machado Pinheiro: 9989-5440/ 7811-6241/ ID 86*249359/ MSN: / SKYPE: manu-pinheiro.

Tags: animaçãoFITAFloripateatro

FITAFloripa tem início dia 12 no Centro de Cultura e Eventos

07/06/2011 17:34

A abertura do 5ª edição do Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis, o FITAFloripa, acontece neste domingo, 12/06, às 20h, em Florianópolis, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, e terá no palco a companhia finlandesa W.H.S, que apresentará “Kekusteluja”, obra do novo circo experimental, resultado da parceria do malabarista Ville Walo e o mágico Kalle Hakkarainen, que contempla a comunicação, a manipulação de objetos de cena, o trabalho com sombras, tudo combinado a projeções de cinema e vídeo no corpo dos atores.

O FITAFloripa acontece de 12 a 19 de junho em Santa Catarina e conta com a participação de 19 companhias de teatro. Na Capital catarinense, as apresentações serão de 12 a 18 de junho. Em Blumenau, Itajaí, Joinville, Criciúma, Lages e Chapecó, espetáculos circularão entre 13 e 19 de junho por meio do projeto FITA e SESC: Uma Viagem com Teatro de Animação. A realização do festival é do Fazendo FITA Cia Artística, com patrocínio do Funcultural e da UFSC.

No dia 13 de junho, haverá o tradicional cortejo de abertura do FITA pelas ruas da Capital, com saída do Museu Cruz e Sousa, às 15h. Esse ano, o desfile contará com bonecos gigantes reciclados confeccionados em oficina no Museu do Lixo, da Comcap, com o bloco de maracatu Arrasta Ilha e com o grupo de Boi de mamão Arreda Boi. Destaque para a companhia De Pernas para o Ar, do Rio Grande do Sul, que povoará as ruas de Florianópolis com os bonecos gigantes do espetáculo “MIRA”.

Além do W.H.S, outras três companhias internacionais fazem parte da programação: Teatro Hugo & Inês (Peru), com “Cuentos Pequeños”, A-Garrapattta (Colômbia), com “El Circo Del Aguante”, e La Casa Di Puntinella (Itália), com “Pulcinella 500 Anni Portati Bene!”. Já o teatro de animação nacional será representado por companhias de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Paralelas ao festival, acontecerão as oficinas de interpretação com máscaras expressivas e de laboratório de manipulação de bonecos. O FITA ainda terá mesa de conversas, que nessa edição contará com palestra da professora Ana Maria Amaral (USP / SP) e aula espetáculo da Cia. Troada (SP).

Itinerância

A primeira cidade a receber festival fora da Capital catarinense é Blumenau. Ao longo de sete dias, a Cia Anima Sonho (RS), a Cia. Circo de Bonecos (SP), o Teatro Hugo & Inês (Peru) e o grupo A – garrapattta (Colômbia) circularão pelas seis cidades. As apresentações serão sempre nos palcos dos teatros do SESC, com exceção das cidades Blumenau e Itajaí, onde os espetáculos ocorrerão na Fundação Cultural da cidade e no Teatro Municipal, respectivamente.

Esse é o primeiro ano que o FITA promove uma itinerância desse porte. Em 2010, espetáculos circularam somente por outras duas cidades que não Florianópolis, onde o FITA teve sua origem em 2007. As coordenadoras do festival, Sassá Moretti e Zélia Sabino, destacam a importância da parceria com o SESC, correalizadora da itinerância, que tornou a expansão do FITA uma realidade.

O FITAFloripa tem como objetivo principal ampliar o acesso ao teatro de animação no Brasil. Em 2010, atingiu 35 mil pessoas. Com a itinerância, a expectativa é que o público duplique em 2011.

Serviço

O quê: 5º FITAFloripa

Quando: 12 a 19 de junho

Onde: Florianópolis, Blumenau, Itajaí, Joinville, Criciúma, Lages e Chapecó. Em diversos teatros e instituições. Confira na programação

Quanto: Gratuito (espetáculos no SESC e turmas de escolas públicas em qualquer espaço de apresentação)/ R$ 10 (espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)/ R$ 5 + agasalho (espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)/ R$ 5 (valor para estudantes em espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)

— Agendamento para escolas através do www.fitafloripa.com.br ou pelo email  – –

Mais informações: Adalgisa Frantz: 9105 – 0191/ ou com a assessora de imprensa Manoela Machado Pinheiro: 48. 9989-5440/ 48. 7811-6241/ ID 86*249359/ MSN: / SKYPE: manu-pinheiro.

PROGRAMAÇÃO 5º FITAFLORIPA – FLORIANÓPOLIS

ESPAÇO/DATA

12 (domingo)

13 (segunda)

14 (terça)

15 (quarta)

16 (quinta)

17 (sexta)

18 (sábado)

19 domingo)

CENTRO DE CULTURA E EVENTOS UFSC

20h

WHS – VILLE WALO & KALLE HAKKARAINEM

Keskusteluja

INTERVENÇÃO:

19h20

CRISTINA LOPES

Curupira em cena

20h

WHS – VILLE WALO & KALLE HAKKARAINEM

Keskusteluja

INTERVENÇÃO: 19h20

CRISTINA LOPES

Curupira em cena

15h

SOBREVENTO

Cadê meu herói ?

INTERVENÇÃO:

14h20

CRISTINA LOPES

Curupira em cena

10h

SOBREVENTO

Cadê meu herói ?

INTERVENÇÃO:

9h20 / 14h20

CRISTINA LOPES

Curupira em cena

15h / 20h

TEATRO PORTÁTIL

As coisas

INTERVENÇÃO:

14h20 / 19h20

CRISTINA LOPES

Curupira em cena

10h

TEATRO PORTÁTIL

As coisas

20h

ANIMA SONHO

Bonecrônicas

INTERVENÇÃO:

9h20 / 19h20

CRISTINA LOPES

Curupira em cena

20h

HUGO & INÊS

Cuentos Pequeños

INTERVENÇÃO:

19h20

CRISTINA LOPES

Curupira em cena

TEATRO ÁLVARO DE CARVALHO

20h

CIA. TROADA

A porta

20h

CIA. TROADA

A porta

10h / 15h

CIA. FIOS DE SOMBRA

Anjo de papel

10h / 15h

CIA. MEVITEVENDO

Zero

20h

CAIXA DO ELEFANTE

A tecelã

17h

CAIXA DO ELEFANTE

A tecelã

CASA DAS MÁQUINAS

15h

CIA. MÚTUA

Um príncipe chamado Exupéry

15h

CIA. MÚTUA

Um príncipe chamado Exupéry

15h / 20h

CIA. MÚTUA

Um príncipe chamado Exupéry

TEATRO SESC (PRAINHA)

10h / 20h

A-GARRAPATTTA

El circo del aguante

10h / 15h

CIRCO DE BONECOS

Circus – A Nova Turnée

10h / 15h

CLÃ DOS NOBRES ARTEIROS

O misterioso sumiço do boi-de-mamão

10h / 15h

CIA. FIOS DE SOMBRA

Anjo de papel

10h / 15h

APATOTADOTEATRO

Lá, no fundo do mar…

10h / 15h

LA CASA DI PUNTINELLA

Pulcinella 500 Anni Portati Bene!

CONCHA ACÚSTICA UFSC

12h30

DE PERNAS PRO AR

MIRA – Extraordinárias diferenças, sutis igualdades

12h30

A-GARRAPATTTA

El circo del aguante

MUSEU CRUZ E SOUZA

15h – DESFILE

DE PERNAS PRO AR

MURA – Extraordinárias diferenças, sutis igualdades

Bloco de Maracatu

ARRASTA ILHA

Boi de mamão

ARREDA BOI

CASA DE REPOUSO

(ASILO IRMÃO JOAQUIM)

15h

FCFFC

Causos do Frankolino

APAE

15h

SÓLUZ TEATRO

A máquina de pensar bonito

ORIONÓPOLIS

15h

CLA DOS NOBRES ARTEIROS

O misterioso sumiço do boi-de-mamão

HOSPITAL INFANTIL

15h

FCFFC

Causos do Frankolino

PROGRAMAÇÃO FITA e SESC: Viagem com o Teatro de Animação

ESPAÇO/DATA

12 (domingo)

13 (segunda)

14 (terça)

15 (quarta)

16 (quinta)

17 (sexta)

18 (sábado)

19 domingo)

SESC BLUMENAU

15h

ANIMA SONHO

Bonecrônicas

15h

HUGO & INÊS

Cuentos Pequeños

SESC ITAJAÍ

15h

ANIMA SONHO

Bonecrônicas

15h

HUGO & INÊS

Cuentos Pequeños

SESC JOINVILLE

20h

ANIMA SONHO

Bonecrônicas

20h

HUGO & INÊS

Cuentos Pequeños

SESC CRICIÚMA

20h

CIRCO DE BONECOS

Circus – A nova Turnée

20h

A-GARRAPATTTA

El circo del aguante

SESC LAGES

20h

CIRCO DE BONECOS

Circus – A nova Turnée

20h

A-GARRAPATTTA

El circo del aguante

SESC CHAPECÓ

16h

CIRCO DE BONECOS

Circus – A nova Turnée

16h

A-GARRAPATTTA

El circo del aguante

Tags: arteteatro

Trio Kiabo faz show no Projeto 12:30 Acústico

18/05/2011 17:38

O Trio Kiabo faz show no Projeto 12:30 Acústico desta quinta-feira, dia 19, às 12h30, no Teatro da UFSC. O evento é gratuito e aberto à comunidade.

O trio foi formado em novembro de 2009 e é composto por jovens amigos músicos, trazendo uma afinidade comum: o “tocar se ouvindo”, com sintonia e interação musical. Utilizando ritmos brasileiros como base, o grupo busca novas abordagens para cada música por meio de improvisações, inclusive dos próprios arranjos, marcando, dessa forma, traços singulares.

O Trio Kiabo foi inicialmente marcado por interpretações de canções de compositores do cenário nacional, como Tom Jobim, Chico Buarque, Milton Nascimento, Dominguinhos e Arismar do Espírito Santo, dentre outros. A partir do final de 2010, o grupo voltou-se a uma nova proposta e passou a dedicar-se a composições próprias, trazendo consigo influência dos músicos citados anteriormente, além de mestres locais como Alegre Correa e Guinha Ramires.

Os músicos

Rafael Meksenas: Seu primeiro contato com a guitarra foi aos 11 anos de idade tendo aulas com o professor Andrey Rosa. Aos 15 anos começou a tocar na banda sigma na qual gravou seu primeiro CD aos17 anos. Em 2008 estudou em São Paulo com o Maestro Paulo Rocco arranjo e composição. Em 2009 ingressou no curso de licenciatura em música na Universidade Estadual de Santa Catarina onde atuou como bolsista de Sérgio Luiz Ferreira de Figueiredo.

Estudou durante um ano Harmonia e Arranjo com Kleber Alexandre e com Luigi Antonio Irlandini. Atualmente estuda improvisação e arranjo com Luiz Gustavo Zago. Rafael já participou de diversos workshops e oficinas onde teve oportunidade de tocar com músicos de grande relevância para a musica popular brasileira como: Toninho Horta, Arismar do Espírito Santo, Genil Castro, Rafael Do Santos,Além de ter vivenciado experiências musicais ao lado de Alegre Corrêa e Guinha Ramires.

Pedro Loch: Começou a estudar violão e guitarra com 14 anos, tendo aulas particulares de guitarra com o músico Eduardo Pimentel e posteriormente aulas de arranjo e improvisação com o pianista Luiz Gustavo Zago.

Fez cursos com importantes músicos da música instrumental brasileira como: Lupa Santiago, Conrado Paulino, Arismar do Espírito Santo, Genil Castro, Rafael do Santos, Oscar Bolão, Luiz Otávio Braga, Proveta e Roberto Sion, Marcel Powell, Léa Freire e Maestro Branco. Atualmente é graduando do curso de Licenciatura em Música da UDESC, onde pode ter aulas com músicos da cidade como Léo Garcia, Paulo Gekas e Rodrigo Paiva.

Como instrumentista e compositor atuou nos grupos Fuckin` Blue Brothers de 2006 à 2009 (Rock/Blues), Vox Cordis em 2008 (MPB) e se apresentou diversas vezes com a cantora Joana Verani de 2009 à 2010 (MPB). Atualmente faz parte do Trio Kiabo (Música Instrumental Brasileira/Jazz), Projeto Samba Convida (Samba) e é violonista da Orquestra do Conservatório de Música Popular de Itajaí.

Mateus Mira: Teve contato com música desde cedo, já tendo tocado diversos instrumentos musicais como guitarra, violão, baixo, bateria e percussão, especializando-se mais tarde em bateria e percussão. Iniciou o estudo de música com seu pai Heitor e estudou seu instrumento com o baterista João Basañes e o baterista e percussionista Victor Bub.

Mateus integrou a banda catarinense Em Cima da Hora e atualmente acompanha grupos/artistas como Pepe e banda e Werner e Puel além de integrar o Projeto Samba Convida. Trabalhou na produtora de áudio Onda Sonora na área de áudio profissional. Cursa desde 2008 a licenciatura em música da UDESC, instituição onde trabalha atualmente como sonoplasta da Rádio UDESC Fm. Mateus é o percussionista do Trio.

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação musical com Trio Kiabo

QUANDO: Dia 19 de maio de 2011, quinta-feira, às 12h30

ONDE: Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, Trindade, Florianópolis-SC

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.

CONTATO: www.myspace.com/triokiabo (48) 9989-7382 ou (48) 8401-6917 – Visite www.dac.ufsc.b.r

Fonte: Kadu Reis – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30, DAC: SECARTE: UFSC, com informações e foto do grupo.

Tags: gratuitoProjeto 12:30 AcústicoteatroTrio KiaboUFSC

Espetáculo ‘Ascensão e queda da cidade de Mahagonny’ encerra temporada

14/04/2011 12:25

Este é o último fim de semana do espetáculo ´Ascensão e queda da cidade de Mahagonny` no Teatro da UFSC. A peça será encenada nos dias 15,16,17 de abril, sempre às 21h. A entrada é gratuita e aberta à comunidade. É preciso retirar convites no Departamento Artístico Cultural (DAC), às quintas e sextas-feiras, entre 14h e 18h, ou na bilheteria do teatro, meia hora antes do espetáculo (sujeito à disponibilidade de lugares). O espetáculo é uma adaptação da obra do dramaturgo Bertolt Brecht, com direção de Carmen Fossari.

A diretora lembra que a obra do dramaturgo revolucionava e chocava a plateia, acostumada a um teatro ‘bem comportado’. Na montagem original de ‘Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny’, o público encontrava cenas de aparentes insultos, atrevimento, com recursos didáticos, repleta de cartazes e reveladora de como as cidades, dentro do sistema capitalista, são ‘uma arapuca’.

Mahagonny, onde tudo é permitido

Brecht coloca seus personagens construindo uma cidade onde tudo é permitido, desde que se tenha muito ouro. O preço de não ter ouro é a impossibilidade de sobreviver na cidade de Mahagonny.

Com composições de Kurt Weill, o texto original é uma obra de teatro musical. Nesta encenação trata-se de uma obra de caráter não musical, embora mantida a belíssima composição tema da peça.

O espetáculo é ambientado ao universo do cinema mudo, inserindo imagens e audiovisual resgatando os anos 30 e 40. Esta opção realiza, em parte, um utópico sonho da diretora e adaptadora do texto de ter visto um dia Sir Charles Chaplin e Bertolt Brecht sentados numa mesa de bar conversando sobre suas obras: o filme Tempos Modernos e a Peça Na Selva das Cidades.

Brecht, sua dramaturgia e enunciados estão “vivos” em suas ideias ainda tão necessárias num mundo dividido em classes sociais, ricos e pobres, cultos e analfabetos, os que tudo podem e os que nada têm.

A peça conta com alunos do Curso de Artes Cênicas do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), por meio da disciplina optativa Montagem, com alunos da Oficina Permanente de Teatro (DAC- SeCArte) e produção do Grupo Pesquisa Teatro Novo.

Elenco

Alexandre Borges (Joseph), Ana Paula Lemos (Jenny), Douglas Maçaneiro (Um tal Bert Brecht), Eduardo Stahelin (Coro Masculino), Iris Karapostolis (Maysa Trindade, Cantora), Jacque Kremer (Leokadja Begbick), Flora Moritz Silva (Procuradora), Laura Gill Petta (Coro Feminino), Luis Tinoco (Jackob), Márcia Cattoi (Coro Feminino), Neivania Theodoro (Coro Feminino), Neusa Borges (Coro Feminino), Priscila de Souza Serafim (Chaplita), Roberto Moura (Heidrich), Robson Walkowski (Paul).

Segundo a diretora desta montagem, alguns nomes foram trocados para similares em Português. O Procurador e Willy são interpretados por mulheres e transformados em personagens femininos. Chaplita e Bert Brecht são criações para a dramaturgia desta encenação.

Serviço:

O QUÊ: Peça “Ascensão e queda da cidade de Mahagonny”.
QUANDO: Dias 15,16,17 de abril, sempre às 21h.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.                                                                   QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade. É preciso retirar convites no DAC, às quintas e sextas-feiras, das 14 às 18 horas, ou na bilheteria do Teatro, meia hora antes do espetáculo (sujeito à disponibilidades de lugares).
CONTATO: DAC / Teatro da UFSC (48) 3721-9348 e 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

Fonte: Patricia Siqueira – Acadêmica de Jornalismo – Assessoria de Imprensa do DAC: SeCArte: UFSC, com material do grupo.

Tags: DACteatro

Começa organização da 4ª Semana Ousada de Artes e Dia da Dança

11/04/2011 16:29

A secretária de Cultura e Arte da UFSC Maria de Lourdes Borges e o coordenador do Curso de Artes Cênicas Fábio Salvatti são os “olheiros” de Florianópolis no Festival de Teatro de Curitiba, a maior mostra do gênero no país. Entres indas e vindas pela mostra, que vai até o dia 10 de abril, eles estão cumprindo uma turnê pelas principais peças e conversando com diretores, dramaturgos e atores tendo em vista a programação da 4ª Semana Ousada de Artes UFSC e Udesc, da qual são curadores.

A Semana promoverá em novembro uma overdose de espetáculos artísticos nacionais e locais caracterizados pelo arrojo estético. Em agosto, a Secretaria de Cultura e Arte abre as inscrições para os espetáculos da UFSC nas áreas de teatro, dança, cinema, musica, fotografia e hipermídia, que vão privilegiar o resultado das pesquisas estéticas dos cursos de artes das duas universidades.

Paralelamente, terminaram nesta segunda-feira, 11 de abril, as inscrições para ministrantes de oficinas do Dia Internacional da Dança, que a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC promove em 29 de abril, em parceria com o Curso de Artes Cênicas. Em um dia inteiro dedicado à dança, serão promovidas oficinas pela manhã, das 10 às 12 horas, e à tarde, das 14 às 16 horas, nas salas 401, 402 e 403 do curso de Artes Cênicas e na sala de dança do Centro de Desportos (CDS).

O Dia Internacional da Dança  foi criado em 1982 pelo Comitê Internacional da Dança da Unesco e é promovido anualmente pelo Conselho Internacional de Dança (CID). A data é uma homenagem ao nascimento do bailarino e mestre francês Jean-Georges Noverre (1727 – 1810), responsável pela introdução de novos paradigmas de criação coreográfica.

Assessoria de Comunicação UFSC/SeCArte / /

Tags: SeCArteSemana Ousada de Artesteatro

“Ascensão e queda da cidade de Mahagonny” tem nova temporada no Teatro da UFSC

01/04/2011 18:48

O espetáculo é ambientado ao universo do cinema mudo, inserindo imagens e áudio visual resgatando os anos 30 e 40

O espetáculo é ambientado ao universo do cinema mudo, inserindo imagens e áudio visual resgatando os anos 30 e 40

Depois da estreia no fim do ano passado, volta ao palco do Teatro da UFSC nos dias 2,3,8,9,15,16 e 17 de abril a peça “Ascensão e queda da cidade de Mahagonny, adaptada da obra do dramaturgo Bertolt Brecht, com direção de Carmen Fossari. Brecht é um dramaturgo cuja visceralidade contribui na formação dos estudantes de Teatro, atores e atrizes novatos, na formação de plateias e aos atores e públicos que já percorrem o universo teatral. A peça, que bem poderia nesta montagem ser denominada”O que Florianópolis tem a ver com Mahagonny”, é um texto da obra didática de Brecht da metade do século XX . As apresentações acontecem sempre às 21h, e são gratuitas e abertas à comunidade. Os convites devem ser retirados no DAC, às quintas e sextas-feiras, das 14h às 18h, ou na bilheteria do Teatro, meia hora antes do espetáculo (sujeito à disponibilidade de lugares).

A obra teatral do dramaturgo revolucionava e chocava o público teatral, acostumado a um teatro ‘bem comportado’. Na montagem original de ‘Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny’ aquele público encontrava cenas de aparentes insultos, atrevimento, com recursos didáticos, repleta de cartazes, e reveladora de como as cidades, dentro do sistema capitalista, são ‘uma arapuca’.

Mahagonny, onde tudo é permitido

Brecht coloca seus personagens construindo uma cidade onde tudo é permitido desde que se tenha muito ouro. O preço de não ter ouro é a impossibilidade de sobreviver na cidade de Mahagonny.

Com composições de Kurt Weill o texto original é uma obra de Teatro Musical, nesta encenação trata-se de uma obra de caráter não musical, embora mantida a belíssima composição tema da peça.

O espetáculo é ambientado ao universo do cinema mudo, inserindo imagens e áudio visual resgatando os anos 30 e 40. Esta opção realiza, em parte, um utópico sonho da diretora e adaptadora do texto, de ter visto um dia Sir Charles Chaplin e Bertolt Brecht sentados numa mesa de bar conversando sobre suas obras: o filme Tempos Modernos e a Peça Na Selva das Cidades.

Brecht, sua dramaturgia e enunciados estão “vivos” em suas ideias ainda tão necessárias num mundo dividido em classes sociais, ricos e pobres, cultos e analfabetos, os que tudo podem e os que nada têm.

Um espetáculo que lança um olhar poético e mordaz sobre o nascimento e queda de uma cidade, movida pelo ouro.

A peça conta com alunos do Curso de Artes Cênicas do CCE, através da disciplina optativa Montagem, e com alunos da Oficina Permanente de Teatro, DAC- SeCArte, e produção do Grupo Pesquisa Teatro Novo, do DAC, que são setores da UFSC.

Elenco

Alexandre Borges (Joseph), Ana Paula Lemos (Jenny), Douglas Maçaneiro (Um tal Bert Brecht), Eduardo Stahelin (Coro Masculino), Iris Karapostolis (Maysa Trindade, Cantora), Jacque Kremer (Leokadja Begbick), Flora Moritz Silva (Procuradora), Laura Gill Petta (Coro Feminino), Luis Tinoco (Jackob), Márcia Cattoi (Coro Feminino), Neivania Theodoro (Coro Feminino), Neusa Borges (Coro Feminino), Priscila de Souza Serafim (Chaplita), Roberto Moura (Heidrich), Robson Walkowski (Paul).

* Segundo a diretora desta montagem, alguns nomes foram trocados para nomes similares em Português. O Procurador e Willy são, nesta encenação, interpretados por mulheres e transformados em personagens femininos. Chaplita e Bert Brecht são criações para a dramaturgia desta encenação.

Técnica

Figurino: O Grupo

Cenário: O Grupo

Operador de Som: Anderson Barbosa

Cartaz: Márcia Cattoi

Fotolito: Michelle Millis

Impressão: Imprensa Universitária da UFSC

Operador de Audiovisual: Ivana Fossari

Sonoplastia: Calu

Apoio: Letícia Costa

Mixagem Som: Sérgio Bessa

Preparação de Canto: Ive Luna

Fotografia: Marcelo Pereira e Calu

Iluminação e Direção Geral: Carmen Fossari

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

SERVIÇO:

O QUÊ: Peça “Ascensão e queda da cidade de Mahagonny”.

QUANDO: Dias 2, 3 – 8, 9,10 e 15, 16,17 de abril de 2011, sempre às 21h.

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade. É preciso retirar convites no DAC, às quintas e sextas-feiras, das 14 às 18 horas, ou na bilheteria do Teatro, meia hora antes do espetáculo (sujeito à disponibilidade de lugares).

CONTATO: DAC / Teatro da UFSC (48) 3721-9348 e 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

Fonte: Patricia Siqueira – Acadêmica de Jornalismo – Assessoria de Imprensa do DAC: SECARTE: UFSC, com material do grupo.

Tags: Brechtteatro

Teatro da UFSC recebe reestreia da peça “Quatro”

18/03/2011 16:05

O Teatro da UFSC recebe a reestreia da peça “Quatro”, nos dias 18, 19, 20, 25, 26, 27 de março, de sexta-feira a domingo, sempre às 20 horas. Quatro é um texto escrito pelo dramaturgo catarinense Márlio Silveira da Silva, montado na década de 1990 pelo Grupo A, que reestreia este ano pelo Grupo Círculo com direção de Christiano Scheiner.

A peça narra a trajetória metateatral de quatro personagens em busca de satisfazer seus desejos mais íntimos, que se entrecruzam num jogo cômico e surreal. De maneira irônica e absurda, é um texto que trata da perseguição dos desejos de cada um e o que isso pode os tornar. O autor, Márlio Silveira da Silva, mora atualmente em Amsterdã e é esperado nessa reestreia do seu espetáculo.

Grupo Círculo

A primeira formação do Grupo Círculo foi em 1999, época em que foi montada a peça “A fome em três atos” dirigida por Gláucia Grígolo, do autor Christiano Scheiner. Dessa formação, os artistas seguiram para outros grupos e cidades, inclusive o autor. Dez anos depois, Christiano Scheiner retoma o nome Grupo Círculo para sua primeira direção com o texto próprio Pequeno Monólogo de Julieta e com a atriz Gilca Rigotti, que estreou em 2009 e continua se apresentando nos palcos e espaços catarinenses.

O Grupo Círculo passou, então, a ter uma característica de reunir artistas diferentes em um mesmo projeto. Em 2010, é reunida nova formação para o projeto Quatro, em que o autor Márlio Silveira da Silva, apoiou solidariamente com o processo de montagem, correspondendo-se de Amsterdã com Christiano Scheiner, e foi reunido mais um elenco com os atores: Aline Maya e Murillo Magalhães formados em Artes Cênicas pela UDESC e Juliana Lourenção e Saulo França Rosa, estudantes de Cinema da UFSC que estreiam em seu primeiro espetáculo. Desta forma, outra característica que surge no Grupo Círculo, idealizado por Christiano Scheiner, é permanecer montando peças de autoria de catarinenses vivos.

Márlio Silveira da Silva mora desde 1992 em Amsterdã, mas mantêm contínuo contato com artistas de Santa Catarina, sobretudo aqueles que participaram do antigo Grupo A de Teatro, entre outros. Em Amsterdã produz projetos pessoais em vídeo tendo participado de vários festivais europeus de vídeo. Continua escrevendo poemas e peças teatrais. O espetáculo não conta com patrocínio, nem leis de incentivo, e foi realizado com recursos da própria equipe, porém teve o apoio do Supermercado Hippo e da ARCO Projetos em Arte.

Sobre Quatro

A peça conta a história de um funcionário público que quer alcançar a fama escrevendo peças de teatro para serem montadas pela Associação dos Jovens Católicos de Florianópolis de 1959. Ele conhece Nilza, que deseja simplesmente uma vida normal, ter filhos e sua casa. Nilza lhe empresta um livro para poder ajudá-lo na trama desenvolvida, com o personagem Vampiro da história que lê, o Ivan. Mauro coloca Ivan no enredo juntamente com sua personagem Aparecida, uma prostituta sem sorte na vida. No entanto, a peça não é aceita pela Associação e Mauro resolve galgar a vida subindo de promoção em promoção dentro do serviço público e fazer Nilza feliz casando-se com ele. Mauro se casa com Nilza, porém os personagens Ivan e Aparecida começam a interferir na vida do casal.

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação da peça “Quatro”, com o Grupo Círculo.

QUANDO: Dias 18, 19, 20, 25, 26 e 27 março de 2011, de sexta-feira a domingo, sempre às 20 horas.

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.

QUANTO: Ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

CONTATO: Produção (48) 9977-9123

O Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina.

Fotos: Bruno Grandi

Tags: grupo círculoteatro

Teatro da UFSC apresenta “O contador de histórias e a árvore dos sapatos”

19/01/2011 18:43

Os mágicos

Em nova temporada, a peça “O contador de histórias e a árvore dos sapatos”, no teatro da UFSC, inclui a arte da dramaturgia com bonecos. Baseada no conto “A Árvore dos Sapatos”, do escritor moçambicano Mia Couto, o espetáculo aborda as caminhadas que cada ser humano faz na vida tendo os sapatos como testemunhas. A peça será apresentada nos dias 28, 29,30 de janeiro 2011, às 20h, no Teatro da Igrejinha da UFSC.

Na peça, um contador de histórias, interpretado pelo escritor Julião Goulart, apresenta danças, monólogos, diálogos e contos tradicionais da literatura universal, passeando por culturas e ambientes que remontam diferentes épocas.

A inclusão da Arte com Bonecos é a grande novidade da peça, que tem produção, roteiro e figurino de Claudete T. da Mata, apresentando no espetáculo, um dos contos da Ilha da magia, a Lenda de Itaguaçú, em homenagem ao catarinense “Franklin Cascaes – Seu Frankolino, e aos imigrantes açorianos que chegaram ao nosso Estado, na antiga Nossa Senhora do Desterro, trazendo na sua bagagem, suas histórias de bruxas e outros elementares”.

contadores de histórias se transformam em bonecos vivos

No palco, os contadores de histórias se transformam em bonecos vivos, manipulando outros bonecos, que representam o real e a fantasia, emocionando e até espantando o público, com suas histórias fantásticas, que impressionam e provocam o imaginário.

Ficha técnica:

Diretor: Julião Goulart

Coreografia: Amara Martino

Teatro de Bonecos com Produção, Roteiro e Figurino da Lenda de Itaguaçú: Claudete T. da Mata

Elenco: Amara Martino, Claudete T. da Mata, Fernando Azevedo, Leonardo Rosa, Milka Plaza, Bety Ossig, Bernardo Pires, Náiade Scharkey e Julião Goulart.

Iluminação: Nilson

Operador de Áudio: Fernando

Coordenação: Companhia de Teatro Letras no Jardim (Florianópolis)

SERVIÇO:

O QUÊ: Espetáculo Teatral “O CONTADOR DE HISTÓRIAS E A ÁRVORE DOS SAPATOS “.

QUANDO: Dias 28, 29, 30 de janeiro 2011 às 20h.

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha.  Trindade, Florianópolis.

QUANTO: R$ 20 e R$ 10 (ingressos na bilheteria do Teatro 1 hora antes do início do espetáculo) ou pelo telefone  (48) 9101-2774.

CONTATO: Julião Goulart, celular 8827-4647, e-mail: ou

(Matéria produzida pela equipe de divulgação da peça, Julião Goulart, Milka Plaza e Claudete T. das Mata)

Tags: O contador de histórias e a árvore dos sapatosteatroUFSC

Dom Quixote estreia com estudantes do Curso de Artes Cênicas

08/12/2010 16:50

A peça teatral Dom Quixote, realizada pelo Curso de Artes Cênicas da UFSC, será apresentada nos dias 8, 9 e 10 de dezembro, às 20h30, com entrada gratuita. O espetáculo tem apoio da SecArte, dentro do Evento Bodas de Cena, e integra as comemorações daos 50 anos da UFSC.

Nesta montagem realizada com estudantes do Curso de Artes Cênicas da UFSC, a partir da obra de Miguel de Cervantes, o público é convidado a seguir as andanças de Dom Quixote e Sancho Pança por entre territórios de imaginação e de realidade.

O jogo cênico será iniciado na sala 403 do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM) e percorrerá os jardins do campus universitário até o lago do Centro de Cultura e Eventos. Em caso de chuva, a apresentação do dia será transferida.

Direção: Janaina Trasel Martins

Elenco:

Dom Quixote: Carlos Eduardo da Silva

Dulcinéia: Elise Schmiegelow

Sancho Pança: Célio Alves

Camponeses da Estalagem: Gustavo Bieberbach e Vera Ferreira

Camponesas/Lavadeiras: Ângela Victoriano, Angélica Mahfuz, Celeste Kellermann, Marcela Capitanio, Thais Penteado, Thais Leite

Mago: Wellington Bauer

Pescador: Betinho Costa

Circenses:

Rapel: Jimmy Lubas e Vera Ferreira

Lira: Angélica Mahfuz.

Tecido: Betinho Chaves

Swing de Fogo: Ângela Victoriano, Marcela Capitanio, Thais Leite

Músicos: Tambores de Candomblé: Andrés Presa, Alejandro Olivera, Emiliano Brum, Marcelo Bonilla

Pandeiro: Leandro Barbosa

Violoncelo: Herlene Mattos

Flauta: Fabian Giassi

Composição da música Sonhos: Vitor Vitti Porto

Teatro de Sombras: Janaina Martins, Edson Menezes e Sassá Moretti

Direção de Arte: Edson Menezes

Figurino e costura: Daniela Antunes. Costura: Maria da Graça Fernandes

Cenógrafo: Luiz Fernando Pereira

Coreografia da Luta Medieval: Anderson Tsukiyama (Grupo Medieval SCAM)

Coreografia do véu wings: Alika Costa

Projeto de Luz: Ivo Godoi

Apoio técnico: Jessica Schütze, Thiago Santanna, Leonardo Santanna

Fotos e Design: Larissa Nowak

Produção: Janaina Martins, Thais Penteado, Angélica Mahfuz

Realização:

Curso de Artes Cênicas

SecArte – Secretaria de Artes

Universidade Federal de Santa Catarina

Informações:

Tags: curso de artes cênicasDom QuixoteteatroUFSC

Espetáculo Dom Quixote será exibido nos dias 8, 9 e 10 de dezembro

06/12/2010 08:32

Estudantes do Curso de Artes Cênicas da UFSC encenam nos dias 8, 9 e 10 de dezembro, às 20h30min, a peça teatral Dom Quixote. O espetáculo foi montado com apoio da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) e está integrado ao evento Bodas de Cena, que faz parte da agenda de comemorações dos 50 anos da UFSC. A entrada é gratuita.

Na montagem a partir da obra de Miguel de Cervantes o público é convidado a seguir as andanças de Dom Quixote e Sancho Pança por  entre territórios de imaginação e de realidade.

O jogo cênico inicia na sala 403 do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM) e percorre os jardins do campus universitário até o lago do Centro de Cultura e Eventos. A direção é da professora Janaina Trasel Martins.

Em caso de chuva, a apresentação do dia será transferida.

Elenco:
– Dom Quixote: Carlos Eduardo da Silva
– Dulcinéia: Elise Schmiegelow
– Sancho Pança: Célio Alves
– Camponeses da Estalagem: Gustavo Bieberbach e Vera Ferreira
– Camponesas/Lavadeiras: Ângela Victoriano, Angélica Mahfuz, Celeste Kellermann, Marcela Capitanio, Thais Penteado, Thais Leite.
– Mago: Wellington Bauer
– Pescador: Betinho Costa
– Circenses: Rapel: Jimmy Lubas e Vera Ferreira.
– Lira: Angélica Mahfuz.
– Tecido: Betinho Chaves. Swing de Fogo: Ângela Victoriano, Marcela Capitanio, Thais Leite.

Músicos:
– Tambores de Candombe: Andrés Presa, Alejandro Olivera, Emiliano Brum, Marcelo Bonilla.
– Pandeiro: Leandro Barbosa. Violoncelo: Herlene Mattos.
– Flauta: Fabian Giassi.
– Composição da música Sonhos: Vitor Vitti Porto.

Teatro de Sombras:
– Janaina Martins, Edson Menezes e Sassá Moretti

Direção de Arte:
– Edson Menezes

Figurino e costura:
– Daniela Antunes. Costura: Maria da Graça Fernandes.

Cenógrafo:
– Luiz Fernando Pereira

Coreografia da Luta Medieval:
– Anderson Tsukiyama (Grupo Medieval SCAM)

Coreografia do véu wings:
-Alika Costa

Projeto de Luz:
– Ivo Godoi

Apoio técnico:
– Jessica Schütze, Thiago Santanna, Leonardo Santanna.

Fotos e Design:
– Larissa Nowak

Produção:
– Janaina Martins, Thais Penteado, Angélica Mahfuz.

Realização:
Curso de Artes Cênicas
SeCArte – Secretaria de Artes
Universidade Federal de Santa Catarina

Mais informações:

Tags: artes cênicasDom QuixoteElias Machadojornalismoteatro

Ascensão e queda da cidade de Mahagonny de 4 a 6 de dezembro no Teatro da UFSC

02/12/2010 15:10

Peça Ascensão e queda da cidade de Mahagonny

Ascensão e queda da cidade de Mahagonny, peça adaptada da obra do dramaturgo Bertolt Brecht, com direção de Carmen Fossari, será exibida no Teatro da UFSC, de 4 a 6 de  dezembro, às 21h, com entrada gratuita. O público deve chegar 30 minutos antes do início do espetáculo.

Brecht é um dramaturgo cuja visceralidade contribui na formação dos estudantes de Teatro, atores e atrizes novatos, na formação de plateias e aos atores e públicos que já percorrem o universo teatral. Portanto, é sempre salutar estarmos diante de um texto de Brecht.

Este que agora encenamos, Ascensão e queda da cidade de Mahagonny  que bem poderia na nossa montagem ser denominado O que Florianópolis tem a ver com  MAHAGONNY, é um texto da obra DIDÁTICA de Brecht da metade do século XX . A obra teatral do dramaturgo revolucionava e chocava o público teatral, acostumado a um teatro “bem comportado”. Na montagem original de Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny aquele público encontrava uma a cena de aparentes insultos, atrevimento, com recursos didáticos, repleta de cartazes, e reveladora de como as cidades, dentro do sistema capitalista são “uma arapuca”.

Mahagonny onde tudo é permitido

Brecht coloca seus personagens construindo uma cidade onde tudo é permitido desde que se tenha muito ouro. O preço de não ter ouro é a impossibilidade de sobreviver na cidade de Mahagonny! Com composições de Kurt Weill o texto original é uma obra de Teatro Musical, na nossa encenação trata-se de uma obra de caráter não musical, embora mantida a belíssima composição tema da peça.

Optamos em ambientar o espetáculo ao universo do cinema mudo, inserindo imagens e áudio visual resgatando os anos 30 e 40. Esta opção realiza, em parte, um utópico sonho da diretora e adaptadora do texto, de ter visto um dia Sir Charles Chaplin e Bertolt Brecht sentados numa mesa de bar conversando sobre suas obras: o filme Tempos Modernos e a Peça Na Selva das Cidades.

Assim que foram inseridos na encenação uma personagem, o Narrador Brecht que entra em cena “costurando a dramaturgia” e outra, uma personagem que adentra na cena acompanhando Bert Brecht, sem, contudo dialogar com ele, realiza pantomimas clássicas do Carlitos. A esta segunda personagem chamamos “Chaplita”. Na peça ao inserimos a fusão de linguagens teatro e audiovisual (imagens e pequenos vídeos do cinema mudo) tentamos nos aproximar do sempre moderno Brecht, adequando as quase sete décadas do texto escrito à montagem atual.

Brecht e sua dramaturgia e enunciados estão “vivos” em suas ideias ainda tão necessárias num mundo dividido em classes sociais, ricos e pobres, cultos e analfabetos, os que tudo podem e os que nada têm. Um espetáculo que lança um olhar poético e mordaz sobre o nascimento e queda de uma cidade, movida pelo ouro. A peça conta com do Curso de Artes Cênicas do CCE, através de uma disciplina optativa Montagem, com da Oficina Permanente de Teatro, DAC- SeCArte.

Produção Pesquisa Teatro Novo – DAC-UFSC (Carmen Fossari)

Elenco

Alexandre Borges – Joseph

Ana Paula Lemos – Jenny

Douglas Maçaneiro – Um tal Bert Brecht

Eduardo Stahelin – Coro Masculino

Giovana Ursini – Maysa Trindade

Iris Karapostolis – Cantora

Jacque Kremer – Leokadja Begbick

Kátia Maczewski –  Procuradora

Laura Gill Petta – Coro Feminino

Letícia Costa – Coro Feminino

Luis Tinoco – Jackob

Márcia Cattoi – Coro Feminino

Mel  Rezende – Coro Feminino

Neivania Theodoro – Coro Feminino

Neusa Borges – Coro Feminino

Priscila de Souza Serafim – Chaplita

Roberto Moura – Heidrich

Robson Walkowski – Paul

(Alguns nomes foram trocados para nomes similares em Português. O Procurador e Willy são interpretados por mulheres e transformados em personagens femininos. Chaplita e Bert Brecht são criações para a dramaturgia desta encenação.)

Técnica
Figurino: O Grupo
Cenário: O Grupo
Operador de Som: Nei Perin
Cartaz: Márcia Cattoi
Fotolito: Michelle Millis
Impressão: Imprensa Universitária
Operador de Áudio Visual: Ivana Fossari
Sonoplastia: Calu
Mixagem Som: Sérgio Bessa
Preparação de Canto: Ive Luna
Fotografia: Marcelo Pereira e Calu
Iluminação, Direção Geral: Carmen Fossari

Promoção: Departamento Artístico Cultural (DAC)

Apoio SeCArte – UFSC 50 ANOS
Informações: DAC (48) 3721-9348, das 14h às 18h
www.dac.ufsc.br
www.carmenfossari-armazemdapalavra.blogspot.com

Tags: BrechtCarmen FossariMahagonnyteatroUFSC

Zunido de Poema estreia no Teatro da UFSC com entrada franca

17/11/2010 18:28

Zunido de Poema é uma performance poético-musical criada a partir do livro de poemas Álbum Vermelho, de autoria da poeta Ryana Gabech. O espetáculo, patrocinado pela Funcultural, explora poesia, música e sonoridades experimentais, buscando libertar a poesia do suporte livro e aproximá-la do público através de uma linguagem inventiva e dinâmica.

Ryana Gabech e Toucinho Batera protagonizam a performance que será apresentada em teatros, escolas e espaços culturais da Grande Florianópolis em uma temporada de dez espetáculos com entrada franca.

A estreia, dia 21 de novembro, às 19h, no Teatro da UFSC, contará com a participação dos músicos Bárbara Damásio (voz), Giann Thomasi (sax), Carlos Ribeiro Júnior (contra-baixo) e Leandro Fortes (guitarra), que apresentarão no show de abertura canções de autoria de Ryana Gabech em parceria com compositores reconhecidos no cenário musical em nível internacional, como Travesseiro de Estrelas (Ryana Gabech / Alegre Corrêa), vencedora do 2º Festival da Música e da Integração Catarinense, em 2008.

Em dezembro, dias 4 e 5, às 17h, a apresentação ocorrerá na Casa das Máquinas – pracinha da Lagoa da Conceição – e contará com a presença do músico Alegre Corrêa (guitarra e voz), parceiro de Gabech em diversas composições. Para acompanhar a agenda da temporada de Zunido de Poema e saber mais sobre o trabalho de Ryana é só acessar ryanagabecholiveira.blogspot.com.

Ryana é artista plástica, poeta e performer. Lançou seu primeiro livro aos 15 anos de idade. Publicou cinco livros de poemas: Mar e Avelãs, A data invisível do poema, Trêmulo e Álbum Vermelho. Em 2008 e 2009, realizou turnê por Florianópolis, Itajaí e Parati (RJ) com a performance Trêmulo, criada a partir do livro homônimo, ambos de sua autoria. É integrante do coletivo de artistas LAAVA, pelo qual ministrou oficinas de poesia em Florianópolis, Palhoça e Rio de Janeiro.

Toucinho Batera atua na cena musical nacional há mais de 40 anos. Ao longo dessa trajetória acompanhou artistas renomados como Fafá de Belém, Originais do Samba, Pery Ribeiro, Eduardo Araújo e César Camargo Mariano. Foi homenageado pelos cineastas Alan Langdon e Guilherme Ledoux, que produziram o documentário Sistema de Animação, sobre sua vida e arte, lançado em 2008 e contemplado com diversos prêmios em mostras e festivais de cinema nacionais.

Ficha técnica:

Ryana Gabech – concepção, textos e performance

Toucinho Batera – direção musical, arranjos sonoros, bateria, teclado e performance

Lendro Fortes – arranjos musicais

Maria Fernanda Jacob – figurino

Marina Borck – fotografia

Sarah Ferreira – filmagem e makin of

Luiz Henrique dos Santos – arte gráfica

Cleiton Moreira e Juliana Sussel – direção cênica

Andrea Rosas – produção executiva

Informações:

(48) 3365-0532 e 8477-3551

E-mail

Tags: teatroUFSCZunido de Poema
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