Sepex 2019: inscrições abertas para apresentações artístico-culturais no palco da mostra

19/08/2019 16:06

Como em outros anos, o Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte), coordena a programação artístico-cultural do palco da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC (SEPEX). São convidados a participar todos os coordenadores de projetos institucionais que desenvolvem atividades na área. As apresentações serão realizadas no palco da 18ª SEPEX, montado sob o pavilhão de lona do evento, localizado na frente da Reitoria.

A prioridade é para apresentação de projetos culturais da UFSC, mas, havendo vagas, poderão se apresentar artistas e grupos da comunidade que estejam envolvidos em projetos da Universidade.

As inscrições para apresentações artístico-culturais devem ser feitas de 19 a 30 de agosto de 2019, pelo e-mail  contendo o seguinte:
uma breve descrição do que pretendem apresentar, e que deverá ser compatível com o palco do evento (sob a lona), ou com o seu entorno (piso acarpetado);
um breve currículo do projeto e do coordenador responsável pela atividade;
uma foto digitalizada para divulgar a atividade, com boa qualidade estética e técnica e boa resolução;
e-mail e telefone para contato;
mencionar os possíveis dias e períodos disponíveis para a apresentação;
mencionar o tipo e a quantidade de equipamento necessário, como aparelho de som, microfone etc. (a coordenação da Sepex disponibilizará equipamento básico para captação e amplificação de som).

Oportunamente a coordenação da programação cultural entrará em contato para eventuais ajustes das inscrições.

Realização da 18ª SEPEX:

17 a 19 de outubro de 2019
Horário de visitação: dias 18 e 19 de outubro (quinta e sexta-feira) das 09:00 às 19:00 horas,  dia 20 de outubro (sábado) das 09:00 às 12:00 horas.
Para mais informações sobre a SEPEX, como cronograma, estandes, minicursos, etc., acesse www.sepex.ufsc.br

[CW] DAC/SeCArte/UFSC

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SeCArte lança edital de apoio à cultura

18/03/2019 11:21

A Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte) lançou o Edital 02/2019 – Procultura 2019 (Programa de Apoio a Ações de Cultura). As propostas para inscrição no edital deverão ser enviadas exclusivamente por e-mail para o endereço de 18 a 31 de março, com o assunto “Inscrição Procultura 2019”.

Gerenciado pela SeCArte, o Procultura visa apoiar financeiramente, integral ou parcialmente, ações de cultura propostas por servidores docentes ou técnico-administrativos que tenham relação com o ensino, a pesquisa e a extensão universitária.

Clique aqui para acessar o edital.

Cronograma:

Lançamento do Edital: 18 de março de 2019;
Inscrições: 18 de março a 31 de março de 2019;
Divulgação preliminar do resultado: 25 de abril de 2019;
Data para entrega dos recursos: 26 de abril de 2019;
Divulgação do resultado final: 30 de abril de 2019;
Execução do projeto: 22 de maio a 12 de dezembro de 2019;

Mais informações pelo telefone (48) 3721 2376  ou pelo e-mail

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Atriz e diretora de teatro da UFSC receberá Comenda de Mérito Cultural Cruz e Sousa

23/11/2018 09:07

Neste sábado, dia 24 de novembro, acontece a cerimônia de outorga da Comenda do Mérito Cultural Cruz e Sousa – 2018, uma celebração à memória do poeta catarinense Cruz e Sousa. O evento é uma iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, com o apoio da Academia Catarinense de Letras e realização do Conselho Estadual de Cultura (CEC) e do Centro de Artes (Ceart) da Udesc.

A outorga da comenda, que ocorrerá no dia 24/11, às 19h, no Auditório do Bloco Amarelo do Ceart (Udesc), tem também uma programação no dia 23, sexta-feira, que conta com o lançamento dos livros de Tom Faria – “Cruz e Sousa: Dante Negro do Brasil” e “Carolina: uma biografia”, além da mesa redonda “Atualidades e Interlocuções contemporâneas com a obra de Cruz e Sousa”, com Toma Faria (RJ) e Deonisio da Silva (RJ), atividades que também acontecem no Ceart da Udesc.

Neste ano, serão homenageados oito autores/profissionais que se destacam pela atuação em prol do desenvolvimento da Cultura no Estado, entre elas Carmen Fossari, profissional de Teatro do Departamento Artístico Cultural (DAC)/SeCArte da UFSC, onde é coordenadora e ministrante da Oficina Permanente de Teatro, fundadora e diretora do Grupo Pesquisa Teatro Novo, além de coordenar outros projetos culturais.
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Projeto 12:30 recebe a banda ‘Ipomea Urutau’ nesta quarta-feira, dia 15

14/08/2018 13:00

Foto: Nícolas Rosa

Na próxima quarta-feira, dia 15 de agosto, o palco do Projeto 12:30 recebe, pela primeira vez, o show da banda Ipomea Urutau. O nome da banda – integrada por alunos e ex-alunos da UFSC – vem da junção de “Ipomea“, um gênero de plantas rasteiras comuns na restinga da ilha onde se localiza Florianópolis, e “Urutau“, uma ave de hábitos noturnos com um canto melancólico que alimenta muitas lendas indígenas. O show, com músicas autorais, é gratuito, aberto à comunidade e será realizado às 12h30, em palco montado ao lado do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, em Florianópolis.

Com a proposta de inovar a cada apresentação, os integrantes sempre preparam diálogos cênicos entre algumas canções, além de um figurino específico, escolhido especialmente para cada apresentação. “A autenticidade busca ir além das composições musicais”, comentam os integrantes.
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Centro de Cultura e Eventos recebe exposição ‘Exprimível do Vazio – Fragmentos’

06/06/2018 16:09

O Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos da UFSC  recebe a partir desta semana a exposição “Exprimível do Vazio – Fragmentos” da artista Juliana Hoffmann. As obras permanecem em exibição até o dia 29 de junho, de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.

Sobre as obras

As obras de Juliana Hoffmann estão envoltas pela memória, em um movimento de repetição e diferenciação, por onde as imagens retornam, modificam-se e ressignificam-se em cada composição. Nesse atravessamento, a artista vem construindo, ao longo de sua trajetória, obras que partem do repertório do vivido.
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Série de reportagens conta histórias das Fortalezas da Ilha

07/02/2018 13:20

As fortalezas sob a gestão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) são o cenário principal da série de reportagens do Grupo NSC, exibidas desde esta segunda-feira, dia 5 de fevereiro, no telejornal NSC Notícias. O chefe da Divisão de Restauração da Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, Roberto Tonera é um dos entrevistados da série, produzida pelo repórter Ricardo Von Dorff com imagens de Jean Carlos.

Os vídeos da série estão disponíveis no site do NSC Notícias e nos links abaixo:

Parte 1 (exibida em 5 de fevereiro)

Parte 2 (exibida em 6 de fevereiro)

A Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina é vinculada à Secretaria de Cultura e Artes (SeCArte), responsável pelo gerenciamento, guarda, manutenção e conservação das fortalezas de Santa Cruz de AnhatomirimSão José da Ponta Grossa e Santo Antônio de Ratones, as quais se encontram sob a gestão da UFSC. Conhecida anteriormente com o nome de Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, a Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina recebeu a atual denominação em maio de 2016.

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Teatro da UFSC recebe nos dias 27 e 28 dois espetáculos do ‘Irish Theatrical Diaspora’

25/04/2017 17:27

A 13ª edição do congresso internacional e interdisciplinar “The 13th Annual Irish Theatrical Diaspora: Irish Theatre and Latin America” será realizada na Universidade Federal de Santa Catarina, no auditório Henrique Fontes do CCE e no Teatro da UFSC, nos dia 27 e 28 de abril de 2017. É a primeira vez que o evento acontece num país da América Latina. Veja a programação completa do evento neste link.

No Teatro da UFSC, na quinta-feira, dia 27, às 20 horas, será apresentada a peça-documentário “As Duas Mortes de Roger Casement”, com texto e direção de Domingos Nunez e elenco da Cia Ludens, de São Paulo (pela primeira vez em Santa Catarina). E na sexta-feira, dia 28, às 17 horas, será apresentada a leitura da peça “Eclipse”, de Patricia Burke Broghan, com tradução e direção de Alinne Fernandes e elenco com alunos de Artes Cênicas da UFSC.

Os espetáculos são gratuitos e abertos ao público. Os ingressos serão distribuídos na bilheteria do Teatro uma hora antes do início do espetáculo. O evento contará com tradução simultânea.

 

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Museu Universitário reabre nesta terça como espaço de padrão internacional

24/04/2012 17:03
O prédio novo e o antigo; acervos não precisarão circular pelo ambiente externo graças à integração arquitetônica. Fotos: Wagner Behr/Agecom

O prédio novo e o antigo; acervos não precisarão circular pelo ambiente externo graças à integração arquitetônica. Fotos: Wagner Behr/Agecom

Nesta terça-feira, 24 de abril, às 19h, o reitor Alvaro Prata inaugura o Pavilhão de Exposições Antropólogo Sílvio Coelho dos Santos, um prédio de quatro andares, sendo dois mezaninos, com 1.900 m2 de área, no qual a UFSC investiu R$ 5 milhões em recursos próprios para que o Estado esteja apto a abrigar diferentes exposições tanto do acervo institucional quanto de mostras itinerantes.

Trata-se de um novo espaço museológico de qualidade e dimensões inigualáveis no Sul do Brasil. Depois de 10 anos de lutas por recursos para finalizar a construção do prédio com um padrão internacional de conservação e segurança, a Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina reabre ao público as portas do museu com uma nova e potente estrutura.

Com o novo prédio, o Museu Universitário, fundado em 1968 pelo professor Oswaldo Cabral, ganha identidade própria e passa agora a se chamar Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE). Em uma construção datada dos anos 40, uma das primeiras da antiga Fazenda Assis Brasil, onde a UFSC se instalou na década de 60, os pioneiros historiadores Cabral, Sílvio Coelho dos Santos e Walter Piazza iniciaram os trabalhos do museu. Agora, a antiga sede acomodará apenas a administração.

O acervo, composto por objetos etnográficos produzidos por grupos indígenas e descendentes de migrantes, além da obra de Cascaes, que não podia ser exposta ao público por falta de espaços com condições de conservação, migrará para o novo prédio. A moderna construção está equipada com três grandes salas de exposições em condições ideais de climatização e um eficiente sistema de segurança com o monitoramente de seus espaços.

Na área construída, erguem-se quatro pisos, incluindo dois grandes andares, dois mezaninos e um amplo terraço com vista panorâmica na cobertura. A obra se diferencia pelas dimensões e também pelas condições de acessibilidade e deslocamento de acervos previstas na estrutura: há elevadores para todos os andares, áreas de circulação climatizadas, com amplos corredores e escadarias, rampas, estacionamento, facilidades de acesso aos espaços expositivos para cadeirantes, cegos e surdos.

A acessibilidade beneficia pessoas com diversos tipos de necessidades especiais e também o deslocamento dos acervos, que não precisarão circular pelo ambiente externo graças à integração arquitetônica entre a reserva técnica e os espaços de exibição e, ainda, entre o antigo prédio do museu e o atual. Destaca-se ainda uma estrutura diferenciada de apoio e incremento às atividades do museu, como o laboratório de restauração e salas para o desenvolvimento de programas educativos e culturais, como visitas mediadas, contação de histórias, oficinas de arte-educação e palestras, entre outras atividades. Na entrada do prédio, está previsto o funcionamento de um café e, no segundo andar, uma sala de estar para os visitantes. “Em termos comparativos, não existe no sul do Brasil uma estrutura museológica dessa magnitude. Santa Catarina contará com espaço ímpar”, diz orgulhoso o reitor Alvaro Prata.

Três grandes salas de exposição
Assinado pela equipe do Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia da UFSC, o projeto arquitetônico visou uma construção elegante e neutra, em forma de paralelepípedo. Predominam o branco e a claridade nos amplos espaços de circulação e corredores, a fim de concentrar o olhar do visitante nas exposições e na experiência sensorial da visita. Os salões de exposição totalizam 800 m2 divididos em três espaços distintos, dotados, como todos os espaços do museu, de condições de temperatura e umidade adaptadas ao tipo de objeto a ser exposto. Todos os espaços expositivos receberam um sistema de iluminação adequado, piso em relevo para o uso de luminárias móveis e paredes internas em vidro jateado.

O primeiro deles, no térreo, com 206 m2 possibilita a montagem de mostras de curta duração. No dia 9 de maio o novo pavilhão já dirá a que veio com a abertura da exposição “Ticuna em dois tempos”, que até novembro vai expor duas coleções de artefatos indígenas dos Ticuna, do norte do País. Uma delas, sob a guarda do MArquE, foi recolhida na década de 1960 por Sílvio Coelho dos Santos na região dos Ticuna, no alto Solimões, Amazonas. A outra coleção foi reunida na década de 1970 por Jair Jacmont, na cidade de Manaus e hoje se encontra no Museu Amazônico, da UFAM. Destacam-se a presença de objetos ligados ao “ritual da moça nova”, além de registros feitos pelo antropólogo Sílvio Coelho dos Santos, que incluem diapositivos e diários de campo. A exposição é um projeto desenvolvido a partir da Rede de Museus do Instituto Brasil Plural – IBP.

No segundo andar localiza-se um dos maiores espaços museológicos do País: uma sala de 472 m2, destinada a exposições de longa duração. Foi projetado para as exposições de acervo sob a guarda da instituição, no que se incluem os objetos arqueológicos, as coleções indígenas e das populações migradas para Santa Catarina a partir do período colonial, conforme explica a museóloga Viviane Wermelinger. “Com essa obra o museu Marque será uma referência na América do Sul porque poderá dar visibilidade ao seu importante acervo relativo às populações indígenas Caingang, Xocleng e Guarani”, acentua a secretária de Cultura e Arte, Maria de Lourdes Borges.

Há, ainda, uma terceira e elegante sala de exposição com 104 m2 no segundo mezanino, denominada Gabinete de Papel, que abrigará em breve a coleção de desenhos de Franklin Cascaes. O terraço é um capítulo à parte, pela vista da bela paisagem e pelas possibilidades que oferece de exploração para eventos culturais. Foi planejado para realizar exposições de materiais que podem ser submetidos a intempéries, como esculturas e grandes objetos não perecíveis e, ainda, para realizar concertos, apresentações de dança, lançamentos de livro, entre outros eventos.

A equipe do Museu, dirigida por Teresa Fossari, está criando um plano para o uso dos espaços museológicos temporários. Está previsto o lançamento, ainda em 2012, de um edital para exposições de curta duração. A Divisão de Museologia também elaborou e aprovou projetos para editais de fomento à área museológica, além de desenvolver ações como ciclos de palestras, pesquisas, oficinas, cursos. “Essa obra vai permitir que o museu cumpra, em sua plenitude, seu papel social e cultural, realizando ações voltadas à comunidade, à representação de sua identidade e à documentação da sua memória”, explica a diretora da Divisão de Museologia Cristina Castellano.

Sem financiamento extra ou recursos externos, contando apenas com o orçamento da UFSC junto ao MEC, a obra levou uma década para ser concluída, tempo em que o Museu ficou sem espaço expositivo, voltando-se para o desenvolvimento de pesquisas, qualificação dos espaços de reserva técnica e atendimento de pesquisadores externos. O projeto inicial, assinado pelo arquiteto Antônio Carlos Silva, foi sendo modificado e adaptado às transformações no próprio conceito de museu pelo arquiteto Roberto Tonera, também da UFSC. A diretora Fossari está convidando para a solenidade de inauguração instituições de fomento à cultura e empresários que poderão vislumbrar o potencial da instituição e constituir parcerias com a universidade buscando equipá-la e permitir seu pleno funcionamento.

História começou em uma fazenda
O marco inicial do Museu da UFSC se confunde com a prática pedagógica da antropologia em Santa Catarina. Foi a partir da criação da Faculdade de Filosofia, em 1951, que a Antropologia começou a ser ensinada no estado. Mais tarde, em 1964, os professores Oswaldo Rodrigues Cabral, Silvio Coelho dos Santos e Walter Piazza propuseram a criação de um Instituto de Antropologia, que viria a ser inaugurado em 29 de maio de 1968, com sede no campus da UFSC. Além do diretor Oswaldo Cabral, a instituição contava inicialmente com os professores Silvio Coelho dos Santos, Anamaria Beck e Edson Araújo. Motivados pela diversidade étnica de Santa Catarina, os primeiros projetos de pesquisa da equipe focaram as populações indígenas e pré-coloniais do sul do Brasil.

Por Raquel Wandelli (jornalista, SeCArte) / (48) 99110524 / 37219459 / / / www.secarte.ufsc.br

SERVIÇO:
Reabertura do Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral e inauguração do Pavilhão Sílvio Coelho dos Santos
Data: 24 de abril, às 19h
Local: Campus Universitário, próximo ao Colégio de Aplicação

Tags: MArquEMuseu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues CabralMuseu Universitário Pavilhão Sílvio Coelho dos SantosSeCArte/UFSCUFSC

Diretor Jorge Durán faz palestra sobre roteiro de filme no Teatro da UFSC

03/06/2011 09:33

O premiado roteirista e diretor Jorge Durán fará uma palestra sobre o roteiro do filme “Não se pode viver sem amor”, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, no dia 3 de junho, sexta-feira, às 14h30min. O encontro é gratuito e aberto à comunidade.

Jorge Durán – diretor de “É Proibido Proibir” de 2006 – vai falar sobre o roteiro do seu último trabalho, o longa “Não Se Pode Viver Sem Amor”, protagonizado por Cauã Reymond. O filme, que estreou neste mês de maio, já participou de vários festivais nacionais e internacionais.

Ainda no dia 3 de junho haverá exibição do filme no Cine Paradigma, às 19h25, seguida de debate com o diretor. A palestra e a exibição do filme em Florianópolis fazem parte do lançamento nacional do longa que agora chega a Santa Catarina.

A realização da atividade na cidade é uma parceria com o Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o Apoio Cultural do Paradigma Cine Arte.

Sobre Jorge Durán

Nascido no Chile e radicado no Brasil desde 1973, Jorge Durán assina a direção e a história original de “Não se pode viver sem amor”, filmado em 2009, no Rio de Janeiro. Esse é o segundo filme que Durán dirige depois de um período de quase 20 anos voltado para produção de roteiros. Em 2006, lançou o longa “Proibido proibir”, premiado internacionalmente.

Seu primeiro longa, “A cor do seu destino” (1986), foi exibido no Festival de Berlim, em 1987 e foi o grande vencedor do Festival de Brasília, em 1986, com os seguintes prêmios: melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro, melhor ator coadjuvante (Chico Diaz), melhor atriz coadjuvante (Júlia Lemmertz) e o prêmio da crítica.

Jorge Durán produziu e dirigiu em 2005 o filme “É Proibido Proibir”, projeto que foi selecionado no Concurso de Filmes de Baixo Orçamento do Ministério da Cultura do Brasil e foi patrocinado pela Petrobras. O filme, ainda não finalizado, ganhou o Prêmio “Cine em Construcción 8, do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián 2005, o Prêmio SIGNIS de ajuda a finalização do filme, no mesmo Festival, o que permitiu que fosse finalizado na Espanha.

Recebeu a Margarida de Prata 2006, da CNBB além de numerosos prêmios que valeram o segundo lugar no Prêmio Adicional de Qualidade 2009. O filme estreou com 12 copias no Brasil, em Abril de 2007, alcançando um publico de 40 mil espectadores na época do lançamento. Foi lançado em DVD pela Europa Filmes em 2008. Foi exibido em diversos países no cinema e televisão aberta e cabo: França, Alemanha, México, Chile, Austrália, Bélgica, Suíça. Na França estreou com 18 copias, fazendo um publico de 38 mil espectadores. O canal Brasil exibe o filme desde 2008. A TV Globo comprou o filme. Os numerosos prêmios, exibições em festivais, mostras e eventos nacionais e internacionais, devem aumentar consideravelmente o publico que alcançou esta produção.

Com a Nativa filmes Ltda, firma da qual Jorge Durán é sócio, produziu o filme “A Cor Do Seu Destino”, premiado no Brasil e no exterior. Na sua estreia em 1987, o filme foi assistido por mais de 150.000 espectadores. Teve distribuição para o cinema e TV nos Estados Unidos da América, Canadá, Chile, Argentina, Austrália, França, Turquia. Foi exibido em horário nobre pela TV Manchete. O filme está sendo apresentado atualmente na programação do Canal Brasil.

Produziu escreveu e dirigiu o curta-metragem “Rio de Janeiro”, premiado no Concurso Nacional de Filmes de Turismo. Como roteirista, Jorge Durán escreveu, entre outros filmes, “Pixote ”, indicado para o Golden Globe como Melhor Roteiro, “Gaijin ”, “Gaijin II”, “Lucio Flávio”, “O Sonho Não Acabou ”, “Doida Demais ”, “Como Nascem os Anjos ”, “Quem Matou Pixote ”, “Uma Onda no Ar”, “Jogo Subterrâneo”, e o filme chileno “Mi Último Hombre ”, que participou da Semana da Critica do Festival de Cannes de 1996.

Não se pode viver sem amor

“Não Se Pode Viver Sem Amor” recebeu os prêmios de Melhor Roteiro, Melhor Fotografia e Melhor Atriz (Simone Spoladore) no 38º Festival de Cinema de Gramado (Agosto 2010); prêmios de Melhor Filme para Reflexão outorgado pela Associação dos Cineclubistas de PE e prêmio especial do júri para Rogério Fróes no 14º Cine-PE Festival de Audiovisual do Recife, Brasil (Abril 2010).

Esse é o terceiro longa do diretor chileno que há 38 anos abraçou o Rio de Janeiro como sua cidade. “Adoro essa cidade e busquei locações em bairros que acho belos, como o Centro, o Morro da Conceição, e a zona portuária do Rio”, diz Durán. O filme foi realizado em 2009, em apenas cinco semanas e, mesmo com um elenco de peso, o diretor conseguiu realizá-lo com um orçamento modesto.

“Não Se Pode Viver Sem Amor” também participou do 25º Festival de Cinema de Guadalajara, México; do Festival de Montreal, no Canadá (Setembro 2010), Pusan International Film Festival, Coréia (Outubro 2010), do 41º Festival Internacional de Cinema da Índia, Goa, entre muitos outros. Em abril deste ano, o filme estará na mostra principal do Festival Latino-americano de Chicago, EUA. O filme foi selecionado pelo Programa Petrobras Cultural para sua produção e comercialização.

Serviço:

O QUE: Palestra com o roteirista e diretor Jorge Durán

QUANDO: Dia 03 de junho de 2011 (sexta-feira), às 14h30

ONDE: Palestra: No Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, 117, Trindade, Florianópolis-SC.

Exibição do Filme: Paradigma Cinema Arte (dia 03/06) às 19h25 – Local: Rodovia SC 401, n° 8600 – Centro Empresarial Corporate Park, Santo Antônio de Lisboa – Florianópolis – SC, (48) 3239-7777

QUANTO: Palestra: Gratuito e aberto à comunidade

INFORMAÇÕES: DAC / Teatro da UFSC: (48) 3721-9348 e 3721-9447 – www.dac.ufsc.br e

SITE DO FILME: www.naosepodeviversemamor.com.br/ofilme/

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo – Assessoria de Imprensa do DAC: SeCArte: UFSC, com material do site do filme.

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