Filme de professoras da UFSC representa o Brasil no Festival Etnográfico de Moscou

08/10/2012 08:42

“Djero meet Iketut in Bali”, realizado por Carmen Rial (NAVI/ Dep. De Antropologia)e Miriam Grossi (Dep. De Antropologia) e editado por Fábio Peres (psicólogo, mestre em Educação pela UFSC e pesquisador do NAVI) foi apresentado recentemente em Moscou no “Mossovet”, considerado um dos melhores cinemas da cidade, como parte do VI Moscow International Festival-Biennale of Visual Anthropology “Mediating Camera”. As diretoras que não puderam comparecer pessoalmente ao festival pois estão em um estágio em Berkeley foram contatadas por videoconferência para responder questões do público depois da exibição dos filmes.

O filme foi um dos 35 escolhidos entre os 150 inscritos no Festival, organizado pela Universidade de Lomonosov e pelo Instituto de Etnologia e Antropologia da Academia de Ciencias da Russia. O propósito do Festival, conforme se lê no site official (http://visant.etnos.ru/fest/mifva_6_e.php) é o de “refletir sobre a responsabiidade ética de uma pessoa com uma câmera diante de representantes de culturas distantes e pouco conhecidas. Para os espectadores do festival, trata-se também de ingressar na vida de outras pessoas e perceber seus pertencimentos à comunidade global”.

Para acessar o catálogo contendo o resumo de cada filme, fotos dos filmes e dos/das diretores, clique em: http://visant.etnos.ru/fest/mfiva_6/catalogueMIFVA6.pdf Para acessar o site do Festival: http://visant.etnos.ru/fest/mifva_6_e.php.

Contatos: 48. 3721.9714

Tags: filmeprofessorasRússiaUFSC

Lançado livro sobre etnografia em contextos educacionais

05/10/2012 18:33

As professoras Maria Inêz P. Lucena (Colégio de Aplicação e Pós-Graduação em Linguística) e Maristela Fritzem (FURB) lançaram nesta sexta-feira, 5 de outubro, o livro “O olhar da etnografia em contextos educacionais: interpretando  práticas de linguagens”, pela Editora da Furb (EdiFurb). O lançamento ocorreu durante o I Colóquio Nacional: Diálogos entre linguagem e  educação & VII Encontro do NEL, em Blumenau.

O livro reúne artigos de pesquisadoras vinculadas à Linguística Aplicada que buscam compreender práticas situadas de usos da linguagem na escola e suas implicações para a educação. Com uma postura de etnógrafos, as autoras discutem e problematizam o fazer pesquisa com o viés dessa atividade interpretativa. Além disso, ressaltam a preocupação com os princípios éticos e os desafios que se impõem ao pesquisador social durante o processo de investigação.

O livro é dividido em duas partes. A primeira trata de implicações teórico-metodológicas da etnografia, enquanto a segunda traz implicações práticas do fazer etnográfico. Em toda a obra as autoras chamam a atenção para a importância dessa tradição metodológica na construção do desenho da pesquisa que visa compreender contextos educacionais relacionados ao ensino e à aprendizagem de línguas e seus desdobramentos para a formação de professores e para a realidade escolar.

Mais informações:
Professora Inêz: 9962-1305 ou lucena.inez@gmail.com
http://www.furb.br/editora/conteudo/?id=11&livro=259

Tags: Colégio de AplicaçãoUFSC

Seminário no HU mostrará resultados de pesquisas para o SUS

05/10/2012 18:22

Mostrar como recursos públicos foram usados na pesquisa sobre saúde é um dos objetivo do Seminário de Avaliação Final do Programa de Pesquisas para o SUS que inicia quarta-feira (10), a partir das 9h, no auditório do Hospital Universitário, que fica na rua Professora Maria Flora Pausewang, Trindade, em Florianópolis.  O evento também será transmitido integralmente por webconferência no endereço: http://webconf2.rnp.br/ruteufsc.

Nos dias 10 e 11 de outubro, serão resumidas as conclusões de 28 estudos, 10 deles feitos na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Um deles é o trabalho sobre Estilo de Vida e Comportamentos de Risco dos Jovens Catarinenses. A equipe coordenada pelo Professor Markus Vinicius Nahas vai anunciar suas conclusões às 9h30 de quarta-feira, em meia hora. Outros pesquisadores terão o mesmo tempo para resumir seus resultados. Outro projeto da UFSC que será apresentado na quinta-feira (11), às 8h30, é sobre Assistência Farmacêutica nos Municípios Catarinenses, coordenado pela Professora Silvana Nair Leite Contezir.

Outras instituições estarão representadas no seminário, que terá participação de técnicos do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, que financia o PPSUS, junto com a Secretaria de Estado da Saúde e com a Fapesc (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina). Também estarão representadas instituições como a Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina), Furb (Universidade Regional de Blumenau), Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), Univali (Universidade do Vale do Itajaí), Unesc (Universidade do Extremo Sul Catarinense), Unc (Universidade do Contestado), Univille (Universidade da Região de Joinville), Unochapecó (Universidade Comunitária da Região de Chapecó) e Hemosc (Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina).

O PPSUS prioriza estudos capazes de dar resposta aos problemas de saúde. Desde a sua criação, em 2003, o programa apoiou mais de 2 mil projetos no Brasil, em Santa Catarina mais de 200 projetos foram financiados e acompanhados por meio de seminários de avaliação, como o que inicia quarta-feira.

Mais informações sobre o PPSUS com Fernanda Beduschi Antoniolli pelo telefone 3665- 4855 ou acesse www.fapesc.sc.gov.br.

Veja a programação completa.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Fapesc – Viviana Ramos.

Tags: CCSHUSUSUFSC

TV UFSC: programa discute o direito de greve de servidores públicos

05/10/2012 17:30

O programa Justiça do Trabalho desta semana debate o direito de greve dos servidores públicos. Há 25 anos os trabalhadores conseguiram o direito de greve, mas os servidores públicos ainda esperam pela legitimação desse direito. Até que a causa não seja regulamentada, o Supremo Tribunal Federal determinou a aplicação da mesma lei da iniciativa privada ao setor público. O convidado da semana é o advogado Pedro Maurício Pita Machado. O programa estreia na quinta-feira dia 11/10, às 22h com reprise na sexta-feira, às 8h e à meia noite de sexta para sábado.

O Sessão Cinema apresenta o filme “O Mistério do Número 17”, dirigido por Alfred Hitchcock. Um detetive flagra mendigo ao lado de um corpo, o que desperta suspeita se ele é o assassino. Mas entram em cena outros
personagens que alteram o rumo da história e o centro da trama passa a ser o misterioso roubo de um colar de pérolas. O programa vai ao ar na terça-feira dia 09/10, às 22h com reprise à meia noite de quarta para quinta-feira.

“Por Trás da Lona” é o vídeo da semana no Primeiro Plano. O documentário mostra os bastidores da vida circense e a paixão das pessoas que vivem dessa profissão, mesmo com as dificuldades do meio. O programa será
apresentado na quarta-feira dia 10/10, às 22h com reprise à meia noite de quinta para sexta-feira.

O programa Cinema Catarinense (CIC) apresenta o curta “Bruxa Viva”, dirigido pela cineasta Lena Bastos em 1998. “Bruxa Viva” fala sobre as bruxas que são ligadas à natureza de Florianópolis e a especulação imobiliária que

ocupa as áreas verdes da Ilha da Magia. O filme foi inspirado na poesia Marginália II, escrita por Torquato Neto e interpretada por Gilberto Gil. O programa vai ao ar na sexta-feira dia 12/10, às 22h, com reprise à meia
noite de sábado para domingo.

Para acompanhar a TV UFSC, sintonize o canal 15 da NET Florianópolis e veja a programação completa no site www.tv.ufsc.br/grade. Assista aos nossos boletins de notícias também nowww.youtube.com/tvufsc.

Anderson Spessatto/Estagiário de Jornalismo/TV UFSC

Tags: TV UFSCUFSC

Vestibular 2013: Coperve amplia alternativas para solicitar isenção na taxa de inscrição

05/10/2012 17:15

A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) da Universidade Federal de Santa Catarina lançou nesta sexta-feira, 5 de outubro,  o edital retificador que regulamenta as isenções para o pagamento das inscrições para o Vestibular 2013. Se até o momento os candidatos só podiam pedir a isenção via CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal), a partir de agora é possível solicitar a isenção via comprovação de carência socioeconômica.

Este edital de retificação refere-se a 70% das vagas oferecidas pela UFSC para o ano letivo de 2013. O edital para 30% de vagas destinadas ao Programa de Ações Afirmativas (PAA – Cotas) ainda será normatizado por meio de edital específico a ser publicado após a regulamentação da lei das cotas (Lei N° 12.711, de 29 de agosto de 2012). As provas para o Vestibular da UFSC acontecem nos dias 15, 16 e 17 de dezembro em 23 municípios de Santa Catarina. As inscrições estão abertas até 24 de outubro nowww.vestibular2013.ufsc.br.

O prazo para solicitar isenção por meio da comprovação de carência socioeconômica vai até o dia 17 de outubro de 2012. As inscrições são feitas pelo formulário do site www.vestibular2013.ufsc.br/isencao. Além disso, o candidato deve imprimir o comprovante de requerimento de isenção, assinar no local indicado, anexar os documentos necessários e encaminhar toda a documentação para a Coperve até 18 de outubro. Confira no edital todos os passos necessários. A relação das isenções deferidas será divulgada no dia 26 de outubro de 2012, no site www.vestibular2013.ufsc.br e nos postos de recebimento.

Mais informações:
www.vestibular2013.ufsc.br
Fone: (48) 3721-9200
E-mail: vestibular2013@coperve.ufsc.br
–  Edital Retificador 05/COPERVE/2012 – Edital que regulamenta Isenções via Comprovação de Carência Socioeconômica. [PDF]

 

Matéria da TV UFSC sobre o Edital:

 

Tags: UFSCvestibular UFSC 2013

63% dos estudantes da UFSC sofreram discriminação alguma vez na vida

05/10/2012 17:06

Estudo desenvolvido na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) indica que 63,4% dos estudantes pesquisados na instituição já passaram por uma ou mais experiências discriminatórias ao longo da vida. Foram analisadas situações dentro e fora do ambiente universitário. Os relatos foram mais frequentes com estudantes dos cursos de História, Pedagogia e Psicologia. A discriminação foi mais relatada por indivíduos de faixa etária mais elevada, do sexo feminino, de pior posição socioeconômica, autodeclarados amarelos, pretos e pardos e ingressantes na instituição pelo sistema de ações afirmativas. Participaram 1.023 estudantes de 12 cursos, com idade entre 16-52 anos.

Os resultados são da pesquisa de iniciação científica “Experiências discriminatórias de estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina: Quem, onde e por quê?”, conduzida pela estudante de graduação em Psicologia, Luíza Maria da Rocha Zunino. O trabalho contou com a orientação do professor João Luiz Bastos, do Departamento de Saúde Pública da UFSC, além da colaboração de Fernando Mendes Massignam, professor do mesmo departamento, e Isabela Zeni Coelho, mestranda do Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da UFSC. A pesquisa apresenta os resultados da aplicação de um questionário que contém 18 perguntas sobre o contato com diferentes situações de tratamento discriminatório. A aplicação se deu nos meses de março e maio deste ano nos cursos de Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Engenharia Sanitária e Ambiental, História, Pedagogia, Psicologia, Odontologia, Medicina e Sistemas de Informação, escolhidos por sorteio. A amostragem levou em conta turmas da primeira fase, de fase intermediária e formandos da última fase, para que fossem abrangidos todos os períodos dos cursos investigados.

Dos respondentes, 63,4% relataram ter sofrido discriminação em pelo menos um dos 18 itens relacionados. Índice alto, que pode ser comparado ao de aborígenes na Austrália (60%), segundo a autora do projeto Luíza Zunino. Os cursos de História e Pedagogia apresentaram frequência de discriminação de 80%, Psicologia aparece em terceiro com 77%. Dos cursos listados, o único que apresentou índice abaixo dos 50% foi o de Engenharia Mecânica, com 47,8%. Para Luíza, os resultados devem ser interpretados com cuidado. Os cursos que encabeçam a lista têm um caráter de formação para um olhar crítico sobre o mundo, os alunos podem, então, estar mais atentos a problemas sociais do país, relatando, assim, mais discriminação do que seus colegas de áreas exata, econômica e jurídica. Outra hipótese poderia ser o menor prestígio social destes cursos, especialmente de História e Pedagogia, considerados cursos populares. Estudantes em posições socioeconômicas mais baixas geralmente relatam maior frequência de discriminação.

O tipo de discriminação mais apontado no questionário foi o que trata da rotulação com palavras ou termos pejorativos, seguido pelo que aborda a exclusão por parte de um grupo de colegas da escola ou da universidade. Também tiveram índices altos o item que se refere ao tratamento inferior em lojas e restaurantes; e a ser tratado como pouco inteligente ou incapaz de realizar alguma atividade na escola ou na universidade. De forma geral, os motivos mais frequentemente citados para experiências discriminatórias foram “idade”, “forma de se vestir”, “comportamento ou hábito”, “classe social”, “possuir determinados valores”, “ser homem ou mulher”, “cor ou raça”, entre outros. Segundo Luíza, esses dados merecem atenção porque a Universidade deveria ser um lugar de debate e inclusão e o que se percebe é uma reprodução do ambiente externo. “Talvez começar a estudar discriminação nesse espaço pode ser um passo importante para entender esse processo na sociedade“, diz.

Um dos próximos passos da pesquisa será escrever um capítulo do livro produzido pelo programa de ações afirmativas da UFSC. A discriminação é relacionada à consequências negativas em saúde, como uso de cigarro e álcool, sofrimento psíquico e doenças cardiovasculares, bem como o baixo desempenho escolar e em outras atividades.

Patrícia Cim / Estagiária de Jornalismo da Agecom / UFSC
patriciacim@gmail.com

Tags: CCSPós-Graduação em Saúde ColetivaUFSC

Coletivo Kurima organiza evento de integração neste sábado

05/10/2012 16:47

O Coletivo Kurima e a Comunidade Africana convidam a comunidade acadêmica da UFSC para o evento “Um Abraço Negro”, que ocorre neste sábado, 6 de outubro. O evento começa às 11h com feijoada no Restaurante Universitário seguida de apresentações artístico-culturais para integração de calouros 2012 e veteranos.

Às 13h40min haverá a projeção do filme “O Grande Desafio” no mini-auditório do CFH/UFSC. A atividade prossegue às 15h45min com roda de conversa sobre o filme e a sua relação com a realidade dos estudantes. O evento de integração termina às 17h.

Mais informações:
Coletivo Kurima de Estudantes Negros e Negras da UFSC
coletivokurima@gmail.com

 

 

 

 

 

Tags: Coletivo KurimaUFSC

UFSC na Mídia – Clipping 05/10/2012

05/10/2012 15:35

 

Clique na imagem acima para ver o Clipping de 05 de outubro

Assuntos* que você encontrará no clipping de 05/10/2012:

Inscrições / Programa de Intercâmbio Escala Estudantil / Associação de Universidades Grupo Montevideo – AUGM / Whirpool / Embraco / Fapesc / Pesquisa / Compressores / UFSC / Departamento de Engenharia Mecânica / Departamento de Engenharia Elétrica / Ministério da Saúde / Hospital Universitário da UFSC / Ministra Ideli Salvatti / Chapecó / Florianópolis / Formação de médicos / Curso de Medicina / UFSC / Unochapecó / Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS / Udesc / Rio do Sul / Vestibular da UFSC / OAB / Centro de Eventos da UFSC / Balanço financeiro / Procurador César Dirceu Azambuja / Irregularidades / Reitora Roselane Neckel / Edital / Clima pesado na UFSC / UFSTOCK / Festa de lançamento proibida / Reitoria / Suspensão de autorização de uso / Nova administração da UFSC / Rua Antônio Edu Vieira / Licitações / Burocracia / Proibição de shows / Alto preço dos ingressos / Cotas / Cultura / Grande Florianópolis / Baladas sertanejas / 1ª Reunião UFSC-Campus Curitibanos e a Comunidade / Diretor do Campus, Julian Borba / Exposição no hall da universidade / Curso de Engenharia Florestal / Curso de Medicina Veterinária / Curso de Agronomia / Cursos oferecidos no campus da UFSC em Curitibanos / Enquete

As reportagens anteriores podem ser acessadas no Repositório da UFSC. Clique AQUI.

*Para procurar por algum assunto pressione CTRL+F e digite a palavra a ser pesquisada, em seguida clique em ENTER

Tags: clippingUFSC

Liberdade de Comunicação é tema de Jornada de História na UFSC

05/10/2012 14:44

Nos dias 22, 23 e 24 de outubro, no Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), acontece a II Jornada Histórica do Programa de Educação Tutorial (PET) da UFSC, com discussões sobre a importância da livre veiculação de informações e os impactos dos meios de comunicação na sociedade. Na programação dos três dias de evento constam palestras, debates e apresentações de trabalhos acadêmicos de graduandos do Curso de História da UFSC.

O tema da edição deste ano é “História, Mídia e Sociedade de Controle”. Entre as palestras estão “Além do espetáculo: mídia, poder e história”, “Políticas Culturais no Brasil”, “A monopolização da Mídia e o trabalho dos
jornalistas” e uma discussão sobre a atual situação do Arquivo Público de Florianópolis, com a presença do Diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) de Santa Catarina, Dalmo Vieira Filho, e da Professora do Curso de História da UFSC, Beatriz Gallotti Mamigonian.

A II Jornada Histórica PET contará com a presença de professores da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e da Universidade de São Paulo (USP). Para ter direito a certificado de participação nas palestras e mesas de discussão, os interessados devem mandar um e-mail para inscricaopethistoria@gmail.com com nome completo, matrícula, e-mail, CPF e telefone.

Mais informações e programação completa:
http://pethistoriaufsc.wordpress.com/

Poliana Dallabrida Wisentainer / Estagiária de Jornalismo da Agecom /UFSC
poliana.dallabrida@gmail.com

Tags: CFHcomunicaçãojornadaPETUFSC

Santa Afro Catarina promove neste sábado visita pela Desterro de Cruz e Sousa

05/10/2012 13:56

O Programa Santa Afro Catarina e o Laboratório de História Social do Trabalho e da Cultura da UFSC promovem neste sábado, 6 de outubro, uma visita guiada pelo centro histórico de Florianópolis, com o roteiro  “A Desterro de Cruz e Sousa”.  O encontro é gratuito, aberto a todos e está marcado às 9h45min, na figueira da Praça XV, Centro, Florianópolis. A saída será às 10 horas. O roteiro tem duração aproximada de duas horas. Em caso de chuva forte, a visita será cancelada.

As visitas do Programa Santa Afro Catarina acontecem todos os meses, sempre no primeiro sábado, e percorrem roteiros históricos da Ilha com a presença de africanos e afrodescendentes em Florianópolis. Na condução está uma equipe de profissionais das áreas de História, Patrimônio e Ensino de História. Realização conjunta do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) e do Centro de Ciências da Educação (CED), o Programa Santa Afro Catarina tem como diferencial a integração inovadora dos conteúdos de história da diáspora africana ao espaço urbano.

Serviço:
O quê: visita guiada “A Desterro de Cruz e Sousa”
Quando: sábado, 6 de outubro. Encontro às 9h45min. Saída: 10h.
Local de saída: Figueira da Praça XV de Novembro, Florianópolis.
Condutor: Fernando – Contato: (48) 8842-1590
Tags: Cruz e SousaSanta Afro CatarinaUFSC

Vagas para monitoria em Matemática

05/10/2012 11:28

O Departamento de Matemática está disponibilizando vagas para monitoria. São duas para Cálculo A, uma para Cálculo B e uma vaga para Álgebra Linear. A inscrição pode ser feita até segunda-feira, 8/10, com envio de histórico escolar atualizado, nome, matrícula, CPF, disciplina da qual pretende ser monitor, código da disciplina cursada / nota: (ex: MTM5512 / 8,0), e-mail e telefone (residencial e celular) para airton.silva@ufsc.br. Informações: 3721-9558 / 4003.

Tags: matemáticamonitoriavagas

Histórias e vivências marcam os 20 anos do Projeto Córdoba

05/10/2012 10:03

Projeto faz parte do Acordo de Cooperação Acadêmico Cultural Brasil-Argentina, criado a partir do convênio entre a UFSC e a Universidad Nacional de Córdoba

Há 20 anos adolescentes argentinos e brasileiros caminham pelas realidades de dois mundos tão próximos, tão distantes, e fazem valer o que disse Simón Bolívar sobre nosso ser latino-americano: “Para nosotros la patria es América, nosotros somos un pequeño género humano”. São meninos e meninas do Colégio de Aplicação da UFSC e da Escuela Superior de Comercio Manuel Belgrano que há duas décadas fazem viver o Acordo de Cooperação Acadêmico Cultural Brasil-Argentina (Projeto Córdoba), que acomuna os dois colégios, a partir do convênio firmado entre a Universidade Federal de Santa Catarina e a Universidad Nacional de Córdoba.

Para celebrar esta maioridade, nesses primeiros dias de outubro, estudantes e seus professores se encontram em Florianópolis, durante uma semana comemorativa que definem em um princípio: “A integração começa por nós”. As atividades, que prosseguem até esta sexta, dia 5, no Colégio de Aplicação, incluem debates, exposição, apresentação de trabalhos de pesquisa de intercambistas argentinos e brasileiros. Há muito que festejar, principalmente as intensas trocas de duas décadas entre mais de 400 intercambistas, suas famílias e educadores, um patrimônio afetivo e de conhecimentos. Do projeto frutificaram feitos importantes, como a inclusão, desde 1996, do Espanhol, e desde 2003, da disciplina de Estudos Latino-Americanos, no currículo do Colégio de Aplicação da UFSC, primeira iniciativa de ensinar, de forma permanente, conteúdos sobre a vida de ‘Nuestra América’ em uma escola pública brasileira.

O projeto tem a marca do pioneirismo, pois já buscava contribuir para a integração latino-americana, muito além de trocas comerciais, antes mesmo da assinatura do tratado que instituiu o Mercosul. Os professores que coordenam os trabalhos lembram que o acordo se oficializou no ano das ditas “comemorações” pelos 500 anos do descobrimento da América, espaço temporal de uma massiva expropriação das riquezas de Abya Yala (”tierra en plena madurez”), nome original de ‘Nuestra América’. Para assinalar aquele momento histórico de reflexões e protestos, as duas instituições estabeleceram, em 1992, um pacto para avizinhar vidas que pulsam nos dois países, com o intuito de superar desconfianças, divergências, preconceitos, e de gerar novos paradigmas para uma América Latina possível.

Força da juventude

É precisamente a ideia da recuperação de uma identidade comum que tem permitido irmanar estudantes brasileiros e argentinos, que trocam valiosas experiências de vida e estudos nos dois países, além de se envolverem em pesquisas relacionadas a temas como meio ambiente, impactos do turismo de massa, ditadura na América Latina, transporte urbano, hábitos da juventude, movimentos sociais. Como dizem os professores, são os jovens que fazem e refazem este projeto. “A cada ano as suas experiências recriam a nossa experiência. Seus depoimentos são intensos, provavelmente porque são ímpares. Todos nós estamos de passagem, mas é pela retina do estudante que este projeto de insere nos espaços da cidade, da sala de aula e de casa.”

Foram vários os educadores argentinos e brasileiros que ao longo dos anos trabalharam para que o Córdoba chegasse à maioridade. Atualmente o projeto é coordenado, no Aplicação,   por Danusa Meneghello, professora de Geografia; Fabíola Teixeira Ferreira, do Espanhol; Ivan Brognoli, da disciplina de Biologia. Também participa de tudo, desde o início, Rodolfo Pantel, professor de História aposentado mais ativo do que nunca. Na sala que o Córdoba conquistou dentro do colégio, Rodolfo se sente em casa. Fala do projeto como um pai cuidadoso, que sabe de todos os passos do filho, conhece os momentos difíceis que atravessou e reconhece seu crescimento humano.

“É uma atividade coletivamente gratificante e fundamental em termos institucionais, porque fazemos algo diferente em uma escola pública”. Enquanto Rodolfo fala, entra na sala o estudante do terceiro ano do ensino médio, Paulo Remus Gregório, que em 2011 participou do intercâmbio. Após passar dois meses na Escuela Manuel Belgrano, ele diz que mudou bastante sua visão de mundo. “Hoje me sinto mais desprendido. Antes me importava com o modo de vir vestido ao colégio, tinha que ser de calça jeans… Agora venho assim, de agasalho, como estou agora. Perdi aquela visão burguesa…” Em Córdoba, Paulo pôde se acercar do movimento estudantil e percebeu o quanto são politizados os estudantes argentinos. “Se eles se manifestam por algum motivo sério, tomam o colégio e nem o diretor entra. São muito solidários uns com os outros. Os formandos cuidam dos pequenos naturalmente”.

Nesses 20 anos, mais de 400 estudantes participaram de intercâmbios

Dialogando com Paulo sobre a participação política estudantil no país vizinho, Rodolfo lembra que é comum em colégios públicos argentinos o “paro” (paralisação) com tomada da escola. Isto acontece porque os estudantes quando paralisam não ficam em casa, mas fazem greve de ocupação, com assembleias enormes, em que discutem seriamente os problemas e possíveis saídas. São comuns também “paros” de solidariedade. Isso acontece quando os estudantes param as atividades e se mobilizam por problemas que podem estar acontecendo até mesmo em províncias distantes, onde estudantes enfrentam problemas como sucateamento de escolas e ameaças de privatização do ensino, por exemplo.

O professor lembra que a Escuela Manuel Belgrano, que pertence à Universidad Nacional de Córdoba, tem uma história de resistência e luta que em grande parte justifica seu presente. Nascida em 1938 como uma escola para filhos de operários, viveu de forma trágica o período da ditadura na Argentina. Aqueles anos foram muito difíceis, pois a instituição sofreu as consequências da intervenção na universidade, além da expulsão e perseguição de alunos que até hoje figuram nas listas de desaparecidos.

Daquela escola, 11 meninos que sonhavam vida boa e bonita foram arrancados de sua existência pelos artífices do terror que se instaurou na Argentina com o golpe militar de março de 1976. Essa história triste é contada pela jornalista e militante em direitos humanos, Ana Mariani, que narra, em seu livro “La Vida por Delante, la tragedia de los chicos del Colegio Manuel Belgrano”,  o ‘desaparecimento’ de alunos secundaristas daquela escola. Meninos que tiveram a promessa de uma longa vida esfacelada. Nenhum deles chegou a completar a maioridade. A vida lhes foi arrancada pelo regime que assassinou 30 mil pessoas, uma maioria de trabalhadores, artistas e intelectuais esmagados simplesmente por sua condição de “perigosos” militantes politizados. No livro, Ana Mariani conta a tragédia dos 11 secundaristas entregues pela próprio diretor do colégio aos carrascos da ditadura, horror que aconteceu  em outras escolas da Argentina, num cenário brutal que ficou conhecido como “la noche de los lápices”, ainda hoje lembrado em manifestações.

Herdeiros da reforma

Mas para entender o espírito deste colégio argentino, com mais de 2700 alunos, é importante também lembrar fatos anteriores à ditadura e que marcaram a história do continente. Pois a Manuel Belgrano é vinculada à instituição em que eclodiu um movimento sem precedentes na história latino-americana e que ficou para a história como “a reforma de Córdoba”. Primeira universidade da Argentina, nascida nos anos 1600, sob a tutela dos jesuítas, e a quarta mais antiga instituição universitária da América, hoje abrigando mais de 110 mil estudantes de 250 cursos de graduação e pós, a Universidad Nacional de Córdoba a partir de 1918 alcançou força inesperada.

Pois foi em junho daquele ano que a juventude universitária de Córdoba, antecipando em meio século o famoso Maio Francês (ou Maio de 68), decidiu “chamar todas as coisas pelo nome que têm”, batendo-se pela reforma universitária num movimento que soprou ventos novos e conquistou adeptos em todo o continente. As reivindicações dos estudantes eram por renovação das estruturas, novas metodologias de estudo e ensino, raciocínio científico diante do dogmatismo, livre expressão do pensamento, compromisso com a realidade social e participação estudantil no governo da universidade. Sustentavam a proposta de reforma,  bases programáticas como o co-governo estudantil, autonomia universitária, livre docência, liberdade de cátedra, concursos com júri estudantil, pesquisa como função da universidade, extensão universitária e compromisso com a sociedade.

E é por terem acesso a esse substrato histórico-político, durante o intercâmbio, que se nota uma mudança significativa entre meninos e meninas do Aplicação após o estágio de vivência. Além de estabelecerem laços fortes com outros companheiros e as famílias que os acolhem em Córdoba, os estudantes passam a compreender o que significa ser latino-americano, uma condição geralmente pouco percebida pela juventude brasileira.

Rodolfo Pantel explica que é vital na proposta do Projeto Córdoba o fato de ela se dar entre duas escolas públicas e estar baseada na ideia de reciprocidade: mesmo número de estudantes intercambiados nos dois colégios; famílias hospedeiras que abrigam os recíprocos filhos nas duas cidades; realização de projetos de pesquisa relacionados a temas relevantes nos dois países. Até para levar e trazer os meninos e meninas ao seu país de origem e vice-versa atua-se com reciprocidade. Os professores que acompanham os seus estudantes ao país vizinho trazem os novos visitantes ao seu país de origem.

O projeto nasceu para possibilitar a estudantes um período de vivência nos países vizinhos, experimentando-se o intercâmbio cultural como forma de mobilização e aprendizado. A permanência inicialmente era de dois meses nas escolas e famílias irmãs, mas houve uma fase em que se trabalhou com a ideia de “talleres”/oficinas em que os estudantes conviviam todos juntos, por um período de dez dias, para aprofundarem a discussão de uma temática previamente preparada. Com o passar do tempo, porém, os educadores perceberam que era preciso mais tempo de convivência para buscar a integração, a quebra de preconceitos e a desalienação. Resolveram então retornar para a vivência de dois meses, por entenderem que ela permitia o período de frequência às aulas, o aprendizado das duas línguas e o convívio por dentro das escolas e famílias, para se conhecer mais intimamente o povo irmão.

Também se caminhou na direção de levar os estudantes a aprofundar os estudos, através da realização de trabalhos de pesquisa no período de permanência no outro país. Só assim, como esclarece Rodolfo, atuando em várias frentes de imersão na vida do outro, o intercâmbio poderia colaborar para uma integração real e para estimular uma mudança de mentalidade, ampliando o conhecimento da juventude sobre a realidade latino-americana. Cada estudante é livre para fazer a escolha do tema que deseja pesquisar e conta com a ajuda de professores orientadores nas duas escolas. Alguns deles escolhem temáticas com grau de dificuldade maior, mas acabam conseguindo concluir belos trabalhos, avalia o professor. Já houve pesquisas que versaram sobre temas delicados como a ditadura militar argentina, a guerra das Malvinas e a presença do negro na sociedade argentina, a “guerra da catraca”, como ficaram conhecidas as lutas estudantis por transporte público em Florianópolis.

Mas até chegar o alegre dia da partida para os esperados dois meses nos colégios irmãos, estudantes, educadores e suas famílias têm que trabalhar duro. Muitos alunos até renunciam temporariamente a outras atividades, porque precisam participar de reuniões e preparar a viagem com muito cuidado. Tudo acontece a partir de um pacto de responsabilidade dividida, com a autorização e cooperação dos pais. Algumas situações de inadequação são em geral bem superadas, e, na maioria das vezes, as famílias acabam ganhando “novos filhos”.

“Um dorme na cama do outro na Argentina ou no Brasil, ajuda nas tarefas domésticas da outra família. Houve até o caso de um estudante nosso que ajudava, por prazer, em alguns momentos de tempo livre, a cuidar do pequeno comércio do ‘pai’ de Córdoba, que tinha um “quiosco” no centro da cidade”, conta Rodolfo. “Nunca nenhum dos estudantes se arrependeu de participar, e esta é a maior prova de que o intercâmbio teve um significado profundo na vida de cada um”. Nesses anos todos, houve casos de quem retornou para uma visita aos “pais” argentinos ou para passar dias de férias nos verões brasileiros. Pelo menos um caso de namoro iniciado na Argentina terminou em casamento.

Filhos do Projeto Córdoba

Projeto Córdoba deu origem a outras iniciativas de intercâmbio, como o Che-Mané, que promove a integração de alunos dos colégios de aplicação da UFSC e da UFRGS

Além da inclusão do Espanhol e dos Estudos Latino-Americanos no currículo do Colégio de Aplicação, o projeto tem dado outros frutos, entre eles a criação de um curso superior de Geografia na Universidad Nacional de Córdoba, depois de um seminário ministrado na cidade argentina por professores do Aplicação/UFSC. Além disso, o trabalho inspirou projeto de intercâmbio semelhante, que hoje acontece entre o Cefet de Minas Gerais e o Colégio Nacional de Montserrat, também pertencente à universidade cordobense. Outro filho do Córdoba é o Projeto “Che Mané”, que irmana os colégios de Aplicação da UFSC e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O intercâmbio possibilita um breve e intenso período de convivência entre gaúchos e “manezinhos”, atuando de forma concreta contra o preconceito latente e muitas vezes explícito em relação a argentinos e gaúchos.

A história do projeto tem ainda reflexos inesperados como o de atrair estudantes que nem chegaram a ser intercambistas, mas admiram a trajetória do Córdoba a ponto de querer trabalhar dentro dele. Thiago Bilck, estudante de Geografia na UFSC e bolsista do projeto nos últimos seis meses, confessa que é suspeito para falar do assunto: “É que estive a vida toda aqui no campus da UFSC.” Ele é filho de uma trabalhadora da universidade e começou no NDI (Núcleo de Desenvolvimento Infantil da UFSC), depois foi para o Aplicação e hoje está na universidade. “Quando surgiu a oportunidade de uma bolsa de estudos, o primeiro lugar em que pensei trabalhar foi no Projeto Córdoba, com a Danusa e o Rodolfo, que foram professores muito importantes para mim, pela sabedoria e pela visão crítica que manifestam.”

Thiago não chegou a participar do Córdoba como aluno do Aplicação, mas na UFSC teve uma experiência de vivência latino-americana em outro projeto, tendo viajado para Montevideo. “Por isso entendo a importância deste projeto, que leva estudantes a conhecerem pessoas que se parecem tanto com a gente, mas que às vezes parecem tão distantes de nós. Além de fazer amigos, aprendemos a olhar com outros olhos a nossa realidade latino-americana”.

Um dos segredos para o Projeto Córdoba ter chegado à maioridade, deixando tantas ressonâncias ao longo da estrada, é que ele foi transformado em atividade permanente do Colégio de Aplicação. Mesmo assim, o tempo todo, os envolvidos têm que se empenhar para manter o projeto vivo e reconhecido pelas instituições universitárias a que os colégios são ligados, pois são elas que renovam a cada três anos o acordo de cooperação.

São iniciativas como esta que, no seu aparente pequeno fazer, trazem insuspeitas esperanças e nutrem o sonho de unificação de Simón Bolívar, que ainda não se cumpriu, mas permanece vivo, como um farol, a indicar um caminho a “nosotros” latino-americanos: “Nuestras repúblicas se ligarán de tal modo que no parezcan en calidad de naciones sino de hermanas, unidas por todos los vínculos que nos han estrechado en los siglos pasados, con la diferencia de que entonces obedecían a una sola tiranía, y ahora vamos a abrazar una misma libertad con leyes diferentes y aun gobiernos diversos; pues cada pueblo será libre a su modo, y disfrutará de su soberanía, según la voluntad de su conciencia”.

Raquel Moysés / Jornalista do IELA / UFSC
raquelmoyses@hotmail.com

Fotos: acervo do Projeto Córdoba

Tags: Colégio de AplicaçãoProjeto CórdobaUFSC

Semana de Relações Internacionais discute posição dos países emergentes na economia global

05/10/2012 10:01

Professores do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC, Pedro Antônio Vieira e Hôyedo Nunes Lins debatem a relação dos países emergentes e a economia mundial

A reinserção dos países emergentes na economia global foi o tema da discussão entre os professores do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC, Hôyedo Nunes Lins e Pedro Antônio Vieira, na tarde de quinta-feira, 3 de outubro, durante a programação do primeiro dia da III Semana de Relações Internacionais. O evento encerra na sexta-feira, 5 de outubro, e a programação completa está no site http://semanari.ufsc.br/programacao.

Hôyado Lins explicou os motivos que levaram os países da posição de periféricos para emergentes. Devido a crise nos países centrais, a indústria buscou novos mercados consumidores e produtores, definida pelo professor como “internacionalização aprofundada da produção”. Países que antes forneciam apenas matéria-prima agora exportam manufatura. Porém, o crescimento industrial não refletiu na qualidade de vida das populações desses países da mesma maneira em que nos centrais. “Foi um processo de fordismo periférico e taylorismo primitivo”, disse.

O professor Pedro Antônio Vieira questionou o título da mesa de discussão. “Os países já estavam inseridos na economia global. A princípio, como fornecedores de produtos primários, agora desenvolvendo tecnologia e manufatura”, considera. Para Vieira, os termos “globais”, “reinserção” e “emergentes” mascaram a complexidade do assunto. O professor propôs aos estudantes reflexões sobre a posição dos países emergentes “para não cair em armadilhas e utopias incabíveis à realidade do sistema capitalista”. Este sistema, segundo o professor, é desigual por natureza e se viabiliza há anos por meio do acúmulo de capital e da influência dos países centrais. Vieira classificou os países na economia global em três grupos: o “círculo global”, em que estariam os Estados Unidos e as principais economias da Europa; os “semi-periféricos”, com o protagonismo dos países emergentes; e os “periféricos”. A posição de um grupo em relação ao inferior é de dominação política e venda de tecnologia.

BRICS

Brasil, Rússia, Índia, China e Africa do Sul formam o acrônimo “BRICS”, grupo político de cooperação entre países de estágio similar de mercado emergente. Os professores concordaram em praticamente todos os assuntos abordados sobre o grupo. Os países que compõem o BRICS apresentam traços comuns, como grande área territorial (aproximadamente ¼ do território mundial), grande população (40% dos habitantes do planeta) e alta desigualdade social. Também demonstram características distintas, como o perfil sociocultural, político e a formação histórica, da trajetória milenar da China ao Brasil, que há pouco se apresentava como colônia.

Perspectivas

Para “dar as cartas” na economia e política global, os países emergentes precisam desenvolver ciência e tecnologia e incorporar os resultados à produção industrial, concordaram os professores. A nova indústria será baseada em processos com recursos naturais. Biotecnologia, nanotecnologia, bioeletrônica, novos produtos primários e novas formas de energia serão determinantes para o desenvolvimento dos países emergentes. Os professores alertam que a exploração dos recursos naturais deve ser cautelosa.

Mais informações sobre o evento:
http://semanari.ufsc.br/

Mateus Bandeira Vargas / Estagiário de Jornalismo da Agecom / UFSC
mateusbandeiravargas@gmail.com

Foto: Henrique Almeida / Agecom / UFSC
henrique.almeida@ufsc.br

Tags: CSErelações internacionaisSemanaRIUFSC

Inscrições para o Observatório da Conjuntura Econômica

05/10/2012 08:29

Abertas até 15/10 as inscrições para o Observatório da Conjuntura Econômica e Geopolítica Internacional, projeto de extensão vinculado à Secult e à Preg e coordenado pelo professor de Economia Internacional e Economia Política da UFSC, José Martins. O objetivo do grupo é a propagação da cultura e do conhecimento econômico internacional com a participação de pesquisadores, trabalhadores, profissionais liberais, sindicalistas, professores, artistas de estudantes de História, Direito, Relações Internacionais, Jornalismo, Economia, entre outros. Inscrições em docs.google.com/spreadsheet/viewform?fromEmail=true&formkey=dFNvYm5XWXlsWHNFUDVTUUdMMTdqS3c6MQ.

Tags: inscriçõesobservatórioUFSC

Manutenção na rede de fibra óptica no dia 6 de outubro

04/10/2012 18:28

A SeTIC comunica que em virtude das necessidades de reorganização e revitalização da rede de comunicação da UFSC, Campus João Davi Ferreira Lima – Trindade, realizará no sábado, 6 de outubro, das 8h às 18h, serviços de manutenção na rede de fibra óptica.

 Os trabalhos causarão a interrupção total ou parcial nos serviços de internet nos setores:

Local

Engenharia Mecânica Bloco A

Engenharia Mecânica Bloco B

Engenharia Elétrica

Engenharia de Produção e Sistemas

Instituto de Eletrônica de Potência

Centro de Ciências da Saúde

Laboratório de Educação a Distância

Laboratório de Vibrações e Acústicas

Centro de Ciências da Saúde

Hospital Universitário – Link da Telefonia

Coordenadoria de Estágios

Fundação de Engenharia do Estado de Santa Catarina

Os trabalhos poderão se estender até domingo, 7 de outubro, ou ser suspensos, dependendo das condições meteorológicas e das dificuldades encontradas para a sua execução. Esses serviços fazem parte do plano de metas da SeTIC estabelecido para 2012  que irão garantir uma melhor e maior disponibilidade dos serviços da redeUFSC.

Mais informações:
SETIC – Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação
DTR – Diretoria de Tecnologia da Informação e Redes
(48) 3721-6333

Tags: SeTICUFSC

11ª Sepex: inscrições para apresentações culturais vão até sexta

04/10/2012 18:00
Terminam nesta sexta-feira, 5 de outubro, as inscrições para apresentações artísticas durante a 11ª Semana de Pesquisa e Extensão (Sepex) da UFSC. Interessados devem enviar email para artistico.sepex@contato.ufsc.br, com informações sobre a apresentação (veja as informações necessárias no site da Sepex). O local do palco principal ainda será definido, mas as apresentações ocorrerão no Centro de Convivência, reformado para receber o evento, e no Centro de Eventos. A 11ª Sepex acontece de 21 a 24 de novembro no campus Trindade da UFSC. 

Feira de Artesanato

Servidor ou aluno da UFSC vinculado a algum projeto da Instituição que deseja um espaço espaço na Feira de Artesanato da Sepex pode se inscrever até o dia 15 de outubro, no Núcleo de Estudos Açorianos (NEA), próximo ao Museu Universitário. Para se inscrever, é obrigatório apresentar documento que comprove o vínculo com projetos da UFSC. Cada expositor terá direito a duas mesas e duas cadeiras no pavilhão da Sepex. Os selecionados deverão recolher uma taxa de R$ 30,00, que será utilizada na locação de mesas e cadeiras. Mais informações: (48) 3721-8605.

Estandes e minicursos inscritos

Estão inscritos 166 estandes e cerca de 280 minicursos. A homologação dessas atividades será divulgada no dia 1º de novembro, na página da Sepex e da Proex.

Mais informações:

Email: sepex@contato.ufsc.br
Site www.sepex.ufsc.br
Telefone: (48) 3721-9344

 

Tags: sepexUFSC

Fechamento da Folha de Pagamento do Mês de Outubro

04/10/2012 17:12

A Coordenadoria de Pagamento de Pessoal – CPP/DAP/SEGESP informa que o fechamento da folha de pagamento do mês de outubro ocorrerá no dia 11 de outubro. Em razão disto, só serão aceitos documentos para implementação nessa folha de pagamento os documentos que chegarem até o dia 05 de outubro (sexta-feira). A CCP comunica ainda que, do dia 08 ao 11 de outubro, não haverá atendimento interno nem externo, para que se possa efetuar as devidas inclusões em folha de pagamento.

Coletivo Kurima organiza evento de integração neste sábado

04/10/2012 16:40

O Coletivo Kurima e a Comunidade Africana convidam a comunidade acadêmica da UFSC para o evento “Um Abraço Negro”, que ocorre neste sábado, 6 de outubro. O evento começa às 11h com feijoada no Restaurante Universitário seguida de apresentações artístico-culturais para integração de calouros 2012 e veteranos.

Às 13h40min haverá a projeção do filme “O Grande Desafio” no mini-auditório do CFH/UFSC. A atividade prossegue às 15h45min com roda de conversa sobre o filme e a sua relação com a realidade dos estudantes. O evento de integração termina às 17h.

Mais informações:
Coletivo Kurima de Estudantes Negros e Negras da UFSC
coletivokurima@gmail.com

 

 

 

 

 

Tags: Coletivo KurimaUFSC

UFSC e Unisul emitem nota de esclarecimento sobre imóvel em Araranguá

04/10/2012 16:32

A reitora da UFSC, Roselane Neckel, e o reitor da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Ailton Nazareno Soares, emitiram uma nota de esclarecimento à comunidade a respeito de eventuais negociações sobre aluguel ou venda da unidade da Unisul em Araranguá.

Clique na imagem para ler a nota na íntegra:

image2012-10-05-030506

Mais informações:
Profa. Tattiana Teixeira – Assessoria de Imprensa  do Gabinete da Reitoria
(48) 3721-4081/3721-9319

Tags: Campus de AraranguáUFSC

Encontro discute tecnologias de rede em instituições de ensino

04/10/2012 15:00

Participaram da abertura do evento Sérgio Luis Gargioni (Fapesc), Beatriz Augusto de Paiva (Proplan), Edison Mello (Setic), João Rufino de Sales (Ciasc) e Eduardo Grizende (RNP)

Na manhã desta quinta-feira, dia 4 de outubro, gestores de Tecnologia da Informação (TI) e técnicos de rede do estado se reuniram no auditório Professor João Ernesto Esconeguy Castro no Centro Tecnológico da UFSC para o I Workshop de Tecnologia de Redes. O evento tem como objetivo apresentar e discutir a atual cobertura de rede em instituições e planejar ações futuras na área. A UFSC está conectada às diversas instituições de ensino superior da região por meio da Rede Metropolitana de Educação e Pesquisa (REMEP) de Florianópolis.

O evento integrou representantes dos diversos órgãos envolvidos com o Ponto de Presença (PoP) da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) em Santa Catarina, como a REMEP. A rede utiliza 384 km de pares de fibras próprias para ligar as instituições ao Ponto de Presença em três cidades (Florianópolis, Palhoça e São José), além da conexão sem fio (wireless), que liga a rede a locais de difícil acesso, como a Ilha de Anhatomirim. O PoP de Santa Catarina se localiza na Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SETIC) da UFSC.

O Workshop foi aberto com uma palestra ministrada pelo superintendente da SETIC Edison Tadeu Lopes Melo. Ele relatou o processo histórico, iniciado em 1989, que levou a Universidade a atingir a velocidade na rede atual de 20 Gbps (dois links de 10 Gigabits por segundo). Edison afirmou que em cerca de dois anos mais um ciclo se encerra e será necessário aumentar a velocidade novamente. “Quem sabe uns 40 ou 100 giga”.

Edison acredita que é necessário criar redes municipais, semelhantes à REMEP, em outros locais do estado. Para Carlos Zanchin, representante da Rede Catarinense de Ciência e Tenologia (RCT), a RNP deve investir na banda larga em instituições em cidades menores. Assim seria possível conectar centros de ensino do mesmo município com o auxílio da RCT. Por meio de convênios, o órgão atende a instituições como escolas públicas e hospitais. Só em setembro deste ano a RCT investiu mais de R$ 215 mil em pontos em rede.

O evento busca integrar os diferentes segmentos da área com a promoção de um tema para cada dia da programação. “Redes de alto desempenho para a comunidade de educação, pesquisa e inovação no estado de Santa Catarina” é o assunto do primeiro dia, e na sexta-feira o foco muda para “Avanços tecnológicos e serviços que as instituições já estão habilitadas a utilizar”.

Mais informações sobre o evento em: http://www.pop-sc.rnp.br/wtr/2012/index.php ou sobre o Pop em: http://www.pop-sc.rnp.br/

Murici Balbinot / Estagiário de Jornalismo na Agecom/UFSC
muricibalbinot@gmail.com

Fotos: Wagner Behr / Agecom / UFSC

Tags: RCTRNPSeTICUFSC

Feira de livros no campus da UFSC oferece novidades até 25 de outubro

04/10/2012 13:09

Contos gauchescos, de Simões Lopes Neto, O fantástico da Ilha de Santa Catarina, de Franklin Cascaes, e Pensar em não ver: escritos sobre a arte do visível, de Jacques Derrida, são as atrações especiais programadas pela EdUFSC. Os descontos chegam a 70%

Depois de reforçar a boa literatura catarinense com o relançamento de O Detetive de Florianópolis, de Jair Hamms, e obras de Silveira de Souza e Rodrigo de Haro, a Feira de Livros da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), que está ocorrendo na Praça da Cidadania, em frente à Reitoria, em Florianópolis, apresenta no dia 10 de outubro, a partir das 16h30min, um divisor de águas  da literatura sulista: o centenário Contos gauchescos, de Simões Lopes Neto, organizado pelo escritor Cláudio Cruz, que confirmou presença na sessão de autógrafos. A feira, após entendimento entre a equipe da EdUFSC e a Reitoria, prosseguirá até o dia 25 de outubro, oferecendo descontos de até 70 por cento. Ontem (3 de outubro), Alberto Heller autografou o livro Cage e a poética do silêncio, resultado de sua tese defendida na Pós-Graduação em Literatura da UFSC, e publicada pela Editora Letras Contemporâneas.

Paralelamente, as pianistas Grace Torres e Lilian Nakahodo autografaram o CD “Preparado em Curitiba: Sonatas e Interlúdios para Piano Preparado”, gravado em homenagem ao centenário do poeta e compositor norte-americano John Cage. Mais tarde, a partir das 19 horas, o projeto foi apresentado ao público na Igrejinha da UFSC. Cage inventou a música aleatória (“composta não só pelo silêncio, mas formada também pelos seus ambientes dentro do teatro”) e acabou influenciando radicalmente a arte do século XX.

A tradicional Feira da EdUFSC, com atrações especiais, lançamentos e diálogos com autores e convidados todas às quartas-feiras, das 16h30min às 20 horas, permanecerá aberta até o dia 25 de outubro. Além das quartas-feiras especiais, funciona às segundas, terças, quintas e sextas, das 8h30min às 19 horas. Valorizando a cultura regional e popular, a EdUFSC relança no dia 17, às 16h30min, em volume único, O fantástico da Ilha de Santa Catarina, de Franklin Cascaes, com a presença do museólogo Gelci José Coelho (Peninha), que prefacia a obra.

O livro integra, a exemplo de Contos Gauchescos, a coleção Repertório da EdUFSC, dedicada à difusão de clássicos da arte e do pensamento. A Feira da EdUFSC, que abriu com O Detetive de Florianópolis, preparou um final com chave de ouro. Coerente com a proposta de inserir a Editora no cenário nacional e internacional, publicando “livros para ler o mundo”, no dia 24 de outubro, às 16h30min, está confirmado o lançamento de Pensar em não ver: escritos sobre a arte do visível, primeira edição mundial da obra póstuma de Jacques Derrida, filósofo que afirma o pensamento universal e a cultura francesa.

A Feira, além de disponibilizar o seu acervo de 32 anos de atuação, organizou uma prateleira da Liga das Editoras Universitárias (LEU), oferecendo títulos selecionados da USP, Unicamp, UnB, UFMG, entre outros. Oferece ainda opções de outras editoras locais, regionais e nacionais. “Os preços acessíveis valorizam o livro e incentivam o hábito da leitura”, justifica Sérgio Medeiros, diretor da EdUFSC, que chama ao campus também os
leitores e livreiros da Capital e do interior do Estado. “Não dá para não perder”, avisa . A direção da EdUFSC informa que, como todos os anos, também estará presente na 11ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex), que acontece no Campus da Trindade, em Florianópolis, no período de 21 a 24 de novembro, mostrando à sociedade, uma espécie de prestação de contas, tudo que a universidade produz em matéria de ciência, conhecimento e
cultura a partir dos investimentos públicos.

Mais informações e contatos:

Sérgio Medeiros e Fernando Wolff
(48) – 3721-9605 , 3721-9408 , 3721-9686  e  3721-8507
e-mails: fernando@editora.ufsc.br
sergio@editora.ufsc.br

Moacir Loth –/Jornalista da Agecom / UFSC
loth@editora.ufsc.br

Foto: Henrique Almeida / Agecom / UFSC
henrique.almeida@ufsc.br

Veja a reportagem da TV UFSC sobre a manutenção da programação da Feira de Livros da EdUFSC:

Tags: Feira de livros Editora da UFSCUFSC

UFSC na Mídia – Clipping 04/10/2012

04/10/2012 13:00

Clique na imagem acima para ver o Clipping de 04 de outubro

Assuntos* que você encontrará no clipping de 04/10/2012:

Termo de ajuste de conduta / Procuradoria Federal / Cancelamento de shows / Teatro do Centro de Cultura e Eventos da UFSC / Reitora da UFSC / Proibição de espetáculos pagos / Desterro Rugby Clube / Campo da Tapera / Campeonato Brasileiro / Festa de alunos de Agronomia / Reitoria da UFSC / Cancelamento da Feira de Livros / Editora da UFSC / Diretoria cultural da UFSC / Processos licitatórios / Centro de Eventos / Ministério Público / Burocratas / Inscrições / 1º Simpósio Internacional e 5º Simpósio Nacional de Literatura e Informática / Auditório Henrique Fontes / Centro de Comunicação e Expressão da UFSC / Instituto de Estudos Latino-Americanos / 2º Circuito de Cursos Livres e Gratuitos / Economista Marcos Troyjo / Universidade de Columbia / Conferência magna O Caminho Adiante Para os BRICs / Semana de Relações Internacionais da UFSC / XVII Congresso Brasileiro de Meteorologia / Gramado / Roseli de Oliveira / Roberto de Oliveira / Jaqueline Estivallet / Ceped-UFSC / Pesquisa Climatologia e Sazonalidade em 33 Anos de Eventos Tornádicos em Santa Catarina / Cartões de confirmação do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem / Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep / Reinauguração do Teatro Ademir Rosa, no CIC / Cancelamento de espetáculos pagos / Auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos da UFSC / Procurador Federal César Dirceu Obregão Azambuja / Produtora Eveline Orth / Secretário de Cultura da UFSC, Paulo Ricardo Berton / Licitações / Professor Luiz Henrique Cadermatori / Diretor do Procon de Florianópolis, Marcos Antônio da Rosa / UFRGS / UFPR / Teatro Governador Pedro Ivo / Reitora Roselane Neckel / Renato Turnes / Espaços culturais menores / Teatro da UBRO / TAC / Casa das Máquinas / SESC / Equipe de funcionários da Editora da UFSC / Feira de livros da EdUFSC / Programação mantida / Reedição de O Fantástico na Ilha de Santa Catarina / Franklin Cascaes / Lançamento de Pensar Em Não Ver: Escritos Sobre a Arte do Visível / Jacques Derrida / 11ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão – Sepex / Diretor da EdUFSC, Sérgio Medeiros / Chefe de Gabinete da Reitoria, Carlos Vieira / Praça da Cidadania / Burle Max / Alcides Buss / Livro Janela Para o Mar / Caminho de Dentro Edições / Prêmio Fernando Pessoa / União Brasileira de Escritores – UBE / Academia Brasileira de Letras – ABL / Círculo de Leitura de Florianópolis / Associação Brasileira de Editoras Universitárias / Quadrilha / Assaltante tatuado / Lagoa da Conceição / Canto dos Araçás / Professora da UFSC, Anaelise Corseuil / Polícia Militar

As reportagens anteriores podem ser acessadas no Repositório da UFSC. Clique AQUI.

*Para procurar por algum assunto pressione CTRL+F e digite a palavra a ser pesquisada, em seguida clique em ENTER

Semana de Aquicultura vai reunir estudantes e pesquisadores de todo o Brasil

04/10/2012 12:33

A X Semana de Aquicultura (Semaqui) acontece de 22 a 26 de outubro e tem programação no Centro de Ciências Agrárias (CCA) e na Empresa de Pesquisa Agropecuária de Extensão (Epagri). Para conferir a programação deste ano e fazer as inscrições, visite o site http://www.semaqui.com.br.

Serão realizados minicursos, oficinas, palestras e mesas-redondas voltadas ao dia-a-dia de pequenos e grandes produtores, assim como a apresentação de pesquisas atuais sobre o setor. O público do evento são estudantes de nível superior, profissionais da área já formados, produtores, técnicos, empresários do setor aquícola e pessoas relacionadas à Biologia, Zootecnia, Oceanografia, Agronomia, Veterinária, entre outros.

A Semaqui é realizada pelos acadêmicos do curso de graduação em Engenharia de Aquicultura da UFSC, com apoio da coordenação do curso, do Programa de Pós-Graduação em Aquicultura e do Departamento de Aquicultura do CCAm do Centro de Ciências Agrárias, da UFSC, bem como da Epagri e Associação Brasileira de Engenheiros de Aquicultura, com patrocínio do CNPq e Kimitachi.

A primeira edição aconteceu em 2003 e, desde então, o evento busca promover a integração dos acadêmicos das diversas fases do curso, proporcionando um intercâmbio de conhecimentos entre pesquisadores e estudantes, trazendo inovações científicas e tecnológicas e oferecendo oportunidades de discussão de temas relevantes à formação e atuação do engenheiro de aquicultura.

Mais informações:
http://www.semaqui.com.br/index.php
contato@semaqui.com.br.

Isadora Ruschel / Estagiária de Jornalismo na Agecom / UFSC
isadoracastanhel@gmail.com

Tags: AquiculturaCCASemaquiUFSC