Produtor Giba Assis Brasil conversa com público sobre A antropóloga

19/04/2011 16:49
Equipe de A antropóloga durante as filmagens

Equipe de A antropóloga durante as filmagens

Professores e alunos dos cursos de cinema da Universidade Federal de Santa Catarina e da Unisul vão transferir suas aulas no próximo dia 26 para o Teatro da UFSC. Eles participam, às 14 horas, de uma conversa com o montador Giba Assis Brasil, que vai conversar com o público interessado sobre o processo de montagem à distância do filme A antropóloga, do cineasta e diretor do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC Zeca Nunes Pires, nas vésperas do seu lançamento. O longametragem estreia no dia 29 de abril em todos os cinemas de Florianópolis.

Farão parte da conversa, aberta à comunidade em geral, o  professor do Curso de Cinema da UFSC, Felipe Soares e o assistente de montagem em Florianópolis, Tiago Santos.  Vencedora do edital da Fundação Catarinense de Cultura de 2003, a produção da obra recebeu o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e consultoria de diversos setores da universidade, inclusive com participação de alunos e professores.

Um dos fundadores da Casa de Cinema de Porto Alegre, Giba montou mais de 40 filmes, entre eles Decamerão (da Globo), Saneamento básico, Meu tio matou um cara, O homem que copiava, Tolerância, Ilha das Flores e Verdes anos. Foi premiado como montador em vários festivais, incluindo Gramado e Brasília. Veja em http://www.imdb.com/name/nm0039856/.

No enredo do longa, a protagonista Malu (Larissa Bracher), antropóloga açoriana, revive em clima de suspense os mistérios da cultura popular da Ilha. Através do olhar de Malu a Costa da Lagoa se transforma em cenário de experiências iniciáticas emocionantes, que revelam um mundo oculto do sagrado e da magia. O enredo de A Antropóloga é também uma homenagem às tradições populares de Florianópolis.

Processo de montagem à distância será o tema do encontro

Processo de montagem à distância será o tema do encontro

A obra do artista plástico, historiador e pesquisador Franklin Cascaes, abrigada no Museu Universitário Osvaldo Rodrigues Cabral, inspira o eixo central da trama que envolve Malu em surpreendentes descobertas. Giba Assis Brasil, da Casa de Cinema de Porto Alegre assina a montagem, Silvia Beraldo responde pela criação da música original e Maria Emília de Azevedo a Produção Executiva. O roteiro foi criado por Tânia Lamarca e Sandra Nebelung, a partir de um argumento de Tabajara Ruas.

Serviço

O quê: conversa com Giba Brasil e Zeca Pires
Onde: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha
Quando: dia 26, às 14 horas

Informações: 3721-9459 ou 3721-9348

Fotos: Divulgação

Por Raquel Wandelli/ Jornalista na SeCArte

Tags: cinemazeca pires

Associação Amigos do HU promove bazar beneficente de outono

19/04/2011 16:43

Com objetivo de arrecadar fundos para a Associação Amigos do Hospital Universitário (AAHU), será realizado nos dias 26 e 27 de abril, terça e quarta-feira, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, um bazar beneficente com produtos de vestuário apreendidos pela Receita Federal.

A AAHU realiza ações como o financiamento de materiais de infraestrutura para o hospital, a compra de equipamentos e itens que forneçam mais conforto aos pacientes e familiares. Além disso, oferece constante serviço de apoio social e espiritual aos doentes, e oficinas de trabalhos manuais para os acompanhantes.

Interessados em participar da entidade devem fazer um cadastro pelo site www.amigosdohu.org.br/ ou comparecer a sede. O trabalho voluntário é dividido em duas áreas distintas: a administrativa, que organiza eventos para arrecadar verbas, como brechós e bazares; e a social, com participação direta no Hospital Universitário.

Fundada em 2001, a Associação Amigos do HU inaugurou em março desse ano sua nova sede. O prédio, financiado com recursos próprios, conta com Posto de Coleta do Banco de Sangue, Sede Administrativa, sala de acolhimento aos pacientes do interior que diariamente vêm para consultas e exames. Após a regulamentação junto à Prefeitura Municipal de Florianópolis, o prédio passa a fazer parte do patrimônio da UFSC.

Serviço:

Bazar AAHU

Local: Centro de Cultura e Eventos da UFSC

Data: 26/4 (terça-feira), das 9h às 18h, e 27/4 (quarta-feira), das 9h às 12h.

Mais informações: (48) 3721-8042

Por Bianca Amorim Santos/Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: AAHUbazar beneficente

Ciência para Todos: pesquisadora aborda relação entre sol e energia nuclear

19/04/2011 09:22

O Sol e a Energia Nuclear
por
Haidi Fiedler, INCT-Catálise, UFSC, Brasil (publicado em scienceforall-inctbrasil.blogspot.com)

CCell está preocupado com a crise na Usina Nuclear de Fukushima Daiichi e está obcecado em aprender tudo que pode em relação ao que nós chamamos de Energia Nuclear1 , que é a fonte básica de energia no Sol e é o mesmo que nos mantém VIVOS. Algumas das muitas diferentes manifestações da Energia Solar são: o calor, a luz, a fotossíntese, a formação dos ventos e das nuvens, as chuvas, as ondas dos mares – e muito mais. Sem o Sol não existiria vida no nosso planeta.

Em 1896, Henri Bequerel anunciou a descoberta da RADIOATIVIDADE (emissão de partículas alfa do elemento Rádio), a qual corresponde ao primeiro indício de que a energia nuclear pode ser a fonte de imensa energia do sol. Uma década depois, surge a idéia de que matéria e a energia são INTER CONVERTIDAS. Usando a fórmula E = mc2, desenvolvida por Einstein, podemos calcular que para gerar a energia total liberada pelo SOL, fusões nucleares consomem uma massa de 5 milhões de toneladas por segundo.2 Assim, podemos estimar que o SOL tem um tempo de vida de 10 bilhões de anos (do qual, metade já se foi).3

A energia do sol é gerada, principalmente, por duas reações. A mais importante, é aquela na qual quatro átomos de Hidrogênio, em uma série complexa de reações químicas nucleares, formam Hélio e liberam 26,7 Mega elétrons Volts (MeV) de ENERGIA. Escrevendo de forma simplificada fica como:

Esta reação acontece na região central do sol (menos que 2% do volume do Sol) onde a temperatura é de 15.000.000 de graus e a pressão 250 bilhões de vezes maior que na Terra, no nível do mar. Os Raios Gama produzidos são repetidamente absorvidos e re-emitidos muitas vezes pelas camadas do SOL e, finalmente chegar à superfície como fótons ultravioleta, visível e infravermelho. Estes fótons viajam através do espaço interplanetário, alguns deles chegam como luz e calor para a Terra.

Em resumo, a origem da energia do Sol, a qual permite que a vida seja possível na superfície da terra é Energia Nuclear. A Energia Nuclear em suas variadas formas permite o funcionamento das usinas nucleares que geram energia elétrica; a irradiação de alimentos para aumentar sua vida útil; a realização de exames radiológicos, a terapia com radiação em tratamentos de câncer e muitas outras aplicações.

Temos que compreender muito mais sobre Energia Nuclear para reconhecer os limites entre os benefícios que podem vir de sua utilização e os potenciais prejuízos para a humanidade.

Em breve será apresentado um texto abordando especificamente o tema Usinas Nucleares.

Referências:

(1) Devastation in Japan. Nuclear Power’s Global Fallout. News & Analysis. 2011, Mar. 25 Science, V:331, pp. 1502-1503 ; e Prof. V. F. do Nascimento Filho (comunicação pessoal Mar. 31, 2011) Lab. de Instrumentação Nuclear (Centro de Energia Nuclear na Agricultura-CENA, Universidade de São Paulo, USP-Brazil).

(2) Energia Nuclear. H.D. Fiedler & T.A.S. Brandão, June 2004. 10 p.

HTTP: / / www.qmc.ufsc.br / lacfi (downloads).

(3) Giants in the Sky: The Fate of the Sun, J.B. Kaler, 1993, Mar-Apr, Mercury, pp. 34-41

Tags: Ciência para todosenergia nuclear

UFSC terá dia dedicado à dança

19/04/2011 09:04

Dança moderna e contemporânea, danças circulares, dança do ventre, tango, jazz, dança indiana, ballet clássico, maracatu. Pela primeira vez a UFSC terá, em 29 de abril, quando se comemora o Dia Internacional da Dança, inteiramente dedicado a essa arte do corpo e do movimento que como escreveu Cecília Meirelles, rompe os elos de espaço e tempo. A iniciativa da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte) em parceria com o Curso de Artes Cênicas da UFSC prevê mostras de diversos ritmos de dança, mesa-redonda, palestras e oficinas das mais diferentes modalidades.

A programação da UFSC foi incorporada pelas atividades planejadas pela Associação Profissional da Dança do Estado de Santa Catarina para o Dia Internacional da Dança no Estado. O objetivo é estimular a prática, o estudo e a pesquisa da dança na comunidade, explica a secretária de Cultura e Arte, Maria de Lourdes Borges. O evento também é uma oportunidade de debater as políticas públicas da área no Estado, acentua Janaina Trasel Martins, professora do Curso de Artes Cênicas, que coordena o evento ao lado de Luciana Fiamoncini e Vera Torres, ambas professoras do curso de Educação Física.

Para debater o tema politicamente está prevista a mesa-redonda “Danças e Políticas Públicas: um panorama”, que será realizada das 16 às 18 horas, no auditório do CDS. Participarão como debatedoras Sandra Meyer (professora da Udesc); Marta Cesar (representante da Aprodança); Bárbara Rey (representante no Conselho de Cultura do Estado), sob a mediação da professora Vera Torres (CDS/UFSC).

Gratuitas e abertas ao público, as oficinas ocorrem pela manhã, das 10 às 12 horas, e à tarde, das 14 às 16 horas, nas salas 401, 402 e 403 do curso de Artes Cênicas e na sala de dança do Centro de Desporto. Serão ministradas por professores de dança de Florianópolis e de outros municípios, além de mestrandos e grupos de pesquisa em práticas corporais e dança da UFSC. O evento encerra em grand final com a Mostra de Dança a partir das 20 horas no Ginásio da Capoeira, no CDS, quando o público poderá desfrutar de um momento de excelência e integração entre as experimentações dos cursos de artes cênicas e as práticas corporais de dança da Educação Física.
O Dia Internacional da Dança  foi criado em 1982 pelo Comitê Internacional da Dança da Unesco e é promovido anualmente pelo Conselho Internacional de Dança (CID). A data é uma homenagem ao nascimento do bailarino e mestre francês Jean-Georges Noverre (1727 – 1810), responsável pela introdução de novos paradigmas de criação coreográfica.

Informações com Janaína Martins:  dia.da.danca.ufsc@gmail.com; (48) 3721-6801.

DIA DA DANÇA NA UFSC

29 de abril

OFICINAS GRATUITAS PARA A COMUNIDADE:

Inscrições para dançar até o dia 28 de abril pelo email: dia.da.danca.ufsc@gmail.com

Oficinas do turno da manhã – 10 às 12 h

Oficina: Improvisação performativa em dança

Ministrante: Silmar P.

Local: Sala Artes Cênicas – 401 CFM

Horário: 10 as 12 horas

Esta oficina busca um momento de relaxamento do participante, seu corpo-mente, conectando com as funções essenciais para a realização do movimento: respiração, alongamento, ritmo, contração, presença e consciência da biomecânica. Através de jogos e vivencias vamos explorar o corpo que dança como impulso a pratica livre do movimento que associado ao trabalho em grupo proporcionara a experiência da ação performática nas artes.

Oficina: Introdução a Dança Indiana Clássica e Moderna

Ministrantes: Grupo Padma – Adriane Martins; Bethânia Negreiros; Karla Mara Rosa Sherer; Mádhava Keli (Maria Clara S. Tavares). Auxiliares: Maria Lidia Pereira; Laise Orsi Becker.  Coordenação geral: Profª Cristiane Ker de Melo

Local: Sala Artes Cênicas – 402 CFM

Horário: 10 as 12 horas

Esta oficina pretende, por meio de exposição teórica, explicar sobre as variações e estilos de danças na Índia; expressões e gestos e o contexto musical e o papel da dança no cinema indiano. Após, será feita a parte prática com um aquecimento, exercícios de expressão e consciência corporal; Técnicas de alguns movimentos na dança indiana; Introdução a passos básicos da dança indiana (moderna e clássica); Movimentos com as mãos e braços, movimentos com os pés, movimentos da cabeça, giros.

Oficina: Jazz Dance

Ministrante: Leandro Ávila

Local: Sala Artes Cênicas – 403 CFM

Horário: 10 as 12 horas

Objetivos da oficina: Descobrir uma nova tendência no Jazz Dance; Abordar questões que entendam os fundamentos para esta modalidade; Experimentar movimentos; Experimentar alongamentos coreografados, que busquem contribuir nesta essência artística da modalidade.

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Oficinas ao meio-dia.

Horário: das 12 às 14 horas

Oficina: Introdução a Dança do Ventre Clássica e Folclórica

Ministrantes: Shayene Fernandes e Naiade Schardosin. Auxiliares: Rebeca Körting Nunes; Juliana de Campos Luiz; Paula Aragão. Coordenação geral: Profª Cristiane Ker de Melo

Local: Sala Artes Cênicas – 403 CFM

Horário: das 12 às 14 horas

Esta oficina seguirá dois momentos, que se complementam, por trazer uma noção mais ampla da cultura árabe, com enfoque especial para a Dança. O primeiro com os movimentos básicos de dança do ventre: Postura inicial; Posições e movimentos de braços e quadril mais utilizados; Movimentos ondulatórios, sinuosos e secos, dançando e interagindo com a música; E em um segundo momento, uma introdução aos movimentos e ritmos folclóricos da dança árabe: Khallige (dança com a túnica) e Said (utilizando as bengalas e bastões de bambu), ritmos próprios de determinadas regiões do Oriente Médio.

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Oficinas do turno da tarde.

Horário: das 14 às 16 horas

Oficina: Danças Circulares

Ministrante: Ana Paula Chaves e Patrícia Guerrero

Local: Sala Artes Cênicas – 401 CFM

Horário: das 14 às 16 horas

As Danças Circulares são praticadas em grupo e englobam diversos ritmos, cantos e danças de povos e culturas do mundo. Através dos passos em círculo, nós nos socializamos, nos integramos, nos descontraímos, nos alegramos, e, sobretudo, a dança nos permite encontrar com a nossa essência e nos desperta o sentimento de comunhão. Sendo assim, essa oficina busca: Vivenciar danças tradicionais de diferentes povos no intuito de propiciar ao grupo o desenvolvimento afetivo, cognitivo, social e psicomotor; Vivenciar danças contemporâneas, danças dos Florais de Bach e danças cantadas, incluindo as cantigas e danças de roda brasileiras;Desenvolver as capacidades expressivas e criativas dos participantes; Aprofundar o diálogo entre a educação e a saúde através de uma prática e um movimento coletivo, sensível e simbólico.

Oficina: A tridimensão do quadril na Dança do Ventre

Ministrante: Adriana Cunha

Local: Sala Artes Cênicas – 402 CFM

Horário: das 14 às 16 horas

No improviso, compreender a mobilidade do quadril em termos de possibilidades de movimento é  um lugar seguro para que a/o dançarina/o possa desenvolver habilidades pertinentes durante o processo de criação. A Tridimensão do quadril é um método simples e eficaz nesta compreensão, que se utiliza de figuras para exemplificar os eixos básicos e ações aplicadas para obter resultados. Não é necessário ser dançarina/o para desfrutar da oficina.

Oficina: Introdução ao Tango Dança

Ministrantes: Fransley Marcel Padilha e Laura Murphy. AUXILIARES: Julieta Furtado Camargo; Juliana Carboni; Letícia Maurício. Coordenação geral: Profª Cristiane Ker de Melo.

Local: Sala Artes Cênicas – 403 CFM

Horário: das 14 às 16 horas

Através de jogos lúdicos, exercícios de improvisação ao Tango e do método Dinzel de notação coreográfica, construiremos juntos uma introdução, apresentação e vivência em Tango. Na oficina será desenvolvido: breve posicionamento histórico, Passo básico, noções sobre o abraço, dinâmicas de grupo, figuras de introdução e improvisação em Tango. Público-alvo: Homens e Mulheres com ou sem experiência em dança, que tenham curiosidade e interesse em conhecer e vivenciar esta arte.

Oficina: Dança Contemporânea

Ministrante: Leandro Ávila

Local: Sala Dança B – CDS

Horário: das 14 às 16 horas

Justificar a oficina como momento reflexivo das movimentas estimuladas, uma conscientização pensante, assim buscar a dança como uma experiência que desenvolve uma capacidade de percepção do mundo em nossa vivencia, tornando capaz de vivenciá-las, refleti-las e recriá-las especificamente na Dança Contemporânea.  A oficina propõem redescobrir através da Dança Contemporânea a riqueza do trabalho de movimento que aproveita a singularidade dos movimentos de cada pessoa, oferecendo meios nas tarefas e no movimento a priori, para o encontro das possibilidades de cada corpo para a dança, promovendo assim a improvisação e a criatividade, na qual uma das motivações da oficina é dançar e pensar na espontaneidade, colando como fundamento perceptivo na oficina.

MESA-REDONDA: Danças e Políticas Públicas: um panorama

Horário: 16 às 18 horas

Local: auditório do CDS

Mediadora: Vera Torres (CDS/UFSC).

Debatedoras: Sandra Meyer (UDESC); Marta Cesar (APRODANÇA); Bárbara Rey (Representante no Conselho de Cultura do Estado) Local: Auditório do CDS

MOSTRA DE DANÇA:

Entrada gratuita

Horário: 20 horas

Local: Ginásio da Capoeira – CDS

Apresentações:

Quando nós somos você

Grupo de Dança Fazendo Corpo Mole. Grupo do CDS

Direção: Luciana Fiamoncini, Vera Pardo e Julia Terra.
Interpretes-criadoras: Vera Pardo, Luciana Fiamoncini, Julia Terra e Priscila

Um Duplo

Direção: Diana Gilardenghi. Assistente de Direção, Produção: Marta Cesar.
Intérpretes-criadoras: Michelle Pereira; Nastaja Brehsan

Dança contemporânea

Belly Fuzion
Nome do grupo: Flores do Nilo
Direção: Julieta Furtado
Dançarinas: Lis Madhava, Záira Rodrigues, Meg Kleist, Juliana Carboni, Julieta Furtado, Alexsandra Borges, Rosangela Martins, Taiana Grando, Cíntia Vilanova e Juliana Luiz.

Coreografias: Belly Jazz; Mandacarú e Sakura Fubuki.

Solo (Dança do Ventre)
Coreografia: Baladi Yasmin
Bailarina/Coreógrafa: Melody Lima Scarlato

Grupo Náiadis
Coreografias: Solo de Derbak; Bassem e Amani
Bailarinas: Náiade Schardosim, Daiana e Amanda

DIA DA DANÇA NA UFSC

Promoção: Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte)

ORGANIZAÇÃO: Professoras:  Janaina Trasel Martins (Artes Cênicas/CCE), Luciana Fiamoncini (Ed. Física/CDS), Vera Torres (Ed. Física/CDS)

Tags: dançaDia da DançaSeCArte

Biblioteca Central recebe recursos para atualização do acervo

19/04/2011 08:55

A direção da Biblioteca Universitária da UFSC vai investir um milhão de reais na compra de livros – nacionais e estrangeiros – atendendo assim exigência do Ministério da Educação, que é de um livro para cada oito alunos. Para cumprir este objetivo, a biblioteca conta com a parceria da Comissão de Desenvolvimento de Coleções – formada por um professor representante de cada Centro – que também trabalha na atualização do acervo.

Em de reuniões nos Centros de Ensino, a direção da BU e a comissão estão sensibilizando professores para a importância da participação na aquisição de novos livros. Mas para o professor Irineu Afonso Frey – representante do Centro Sócio-Econômico – a maior dificuldade é convencer os docentes da mudança.

“Os professores estão incrédulos com a aquisição de livros pelo histórico de poucos recursos disponíveis nos últimos anos. Estamos vivenciando outros tempos, nos quais os livros solicitados são efetivamente adquiridos pela BU. O papel do professor é fundamental nesse processo, pois é ele que detém o conhecimento sobre a qualidade das obras a serem adquiridas”, destaca Frey.

O processo de atualização do acervo se dá em seis etapas:

  • O professor deve atualizar a bibliografia de suas disciplinas.
  • Verificar através do sistema Pergamum se o título está disponível na BU.
  • Enviar os títulos desejados ao chefe de departamento.
  • O chefe de departamento envia ao professor representante do seu centro na Comissão de Desenvolvimento de Coleções.
  • O professor representante insere os pedidos no sistema Pergamum.
  • A BU fará a aquisição de acordo com o critério do MEC (1 exemplar para cada 8 alunos)

Por Lucas Inácio / Bolsista de Jornalismo da BU

Tags: acervoBULivros

Na Mídia: Tecnologia de SC na Floresta Amazônica

19/04/2011 08:48

Diário Catarinense

Cravado na obra da gigantesca hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, está um pedacinho de Santa Catarina. Do laboratório de madeira nativa, com tubos de ensaio, pipetas e cercado de vidraças, pode vir uma alternativa de renda para uma região com baixíssimo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

A parceria é entre o empresário Eduardo Peixoto, da catarinense Orbi Engenharia, e Miguel Guerra, agrônomo, pós-doutor em Biotecnologia e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Há cerca de um ano, os dois se embrenharam na selva amazônica para tocar a iniciativa, pioneira na região.

Em Rondônia, o projeto é, principalmente, de desenvolvimento sustentável. Foram escolhidas três mudas de plantas absolutamente nativas: abacaxi, pupunha e açaí. A banana, que não é nativa, mas tem altíssimo valor nutricional, também entrou na lista.

O professor Guerra percorreu a área entre o Acre e o Amazonas, em busca das melhores plantas. As que, segundo os agricultores, são mais fortes e saborosas.

– É o que a gente chama de metodologia participativa. Pesquisador e agricultor juntos – diz o professor.

Uma ação que, em breve, voltará para os próprios agricultores daquela região. As mudas de abacaxis, criadas em laboratório, serão entregues, de graça, a moradores. Hoje coletores (plantam praticamente só para se alimentar), eles poderão aumentar sua produção em 30 vezes, sem precisar de mais espaço para isso.

– A média hoje é de 3 mil abacaxis por hectare. Com esse modelo, chegamos facilmente a 30, 40 mil por hectare. O índice de sobrevivência é alto, acima dos 90% – explica Guerra.

Benefício que será sentido por microagricultores como o rondoniense Geraldo Arruda. O açaí deve seguir o mesmo caminho. Segundo o pesquisador, é uma planta “de grande elasticidade no mercado mundial”.

A biofábrica despertou interesse até mesmo do ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Ele conheceu a estrutura na semana que passou. Levou para casa, em um tubo de ensaio, uma muda de abacaxi.

A floresta vale mais de pé do que se for destruída

O conceito aplicado por Guerra e Peixoto é, na essência, semelhante ao que chineses estão fazendo: donos de algumas terras naquele país recebem dinheiro do governo para não desmatarem florestas. É que, com mais plantas, chove mais, e os reservatórios de usinas hidrelétricas ficam mais cheios, gerando mais energia.

– É a valoração da floresta. Ela vale mais de pé do que destruída, em qualquer lugar. Aqui, o nativo pode aprender que vale mais fazer este tipo de agricultura do que devastar a mata para a pecuária.

Vale lembrar: a criação de gado é a principal razão para as queimadas nas florestas brasileiras. Esses incêndios ajudam a colocar o país entre os países que mais poluem.

*O jornalista viajou a convite da Orbi Engenharia e da Camargo Corrêa

rodrigo.stupp@diario.com,br

RODRIGO STÜPP * | Porto Velho

Tags: desenvolvimento sustentávelUFSC na mídia

Quinta farra do chocolate promove atividade alternativa na Páscoa

19/04/2011 08:19

No domingo de Páscoa, dia 24 de abril, às 9h, será realizada a 5ª Farra do Chocolate, uma festa na comunidade do Sertão do Córrego Grande onde as crianças são convidadas a procurar presentes escondidos na mata do poção.

O resgate desta tradição de Páscoa tem como objetivo a integração da comunidade, além de gerar uma alternativa à farra do boi. A promoção é da Associação de Moradores do Sertão do Córrego Grande, que tem como presidente o professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC Cesar Floriano.

Interessados em colaborar com doações devem ligar para (48) 9119-4825, fazer contato pelo e-mail parquelinear@gmail.com, ou entregar os chocolates nos seguintes pontos de coleta: Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC e residência de Rogério ou Lúcia, no Sertão do Córrego.

Lançado edital de bolsas de iniciação científica

19/04/2011 08:09

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão (PRPE), por intermédio do Departamento de Projetos Pesquisa (DPP) e do Departamento de Inovação Tecnológica (DIT), lançou o Edital de Bolsas de Iniciação em Pesquisa Científica e Tecnológica (IC). As inscrições iniciam nesta sexta-feira, dia 15 de abril, e seguem até 16 de maio.

Serão oferecidas 443 bolsas no âmbito do Programa PIBIC/CNPq; 50 no PIBITI/CNPq; 25 pelo PIBIC-Af/CNPq e outras 130 por meio do Programa BIPI/UFSC, que tem recursos da UFSC. Inscrição, seleção e acompanhamento dos bolsistas são regulamentados pela Resolução Normativa 017/CNPq, e pela Resolução Normativa N.º 07/CUn/2010.

As propostas devem ser apresentadas sob a forma de projeto de pesquisa e encaminhadas à PRPE exclusivamente via internet, por intermédio de formulário disponível no site pibic.ufsc.br.

A divulgação das propostas contempladas em 1ª chamada será realizada até o dia 7 de julho no site www.pibic.ufsc.br, se não houver alterações da data de definição da cota institucional pelo CNPq. O valor mensal da bolsa é atualmente de R$ 360,00.

A iniciação científica é voltada ao desenvolvimento do pensamento científico e tecnológico e à introdução de estudantes de graduação na pesquisa.

Mais informações: pibic@reitoria.ufsc.br / (48) 3721-9332

Tags: Iniciação CientíficaPRPE

Abrem nesta quarta inscrições para o II Festival de Música da UFSC

18/04/2011 16:44

O Festival de Música da UFSC “colou” em Florianópolis e vai para a sua segunda edição. Abrem no dia 20 (quarta-feira) e vão até o dia 31 de maio as inscrições para o evento, promovido pela Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) e Departamento Artístico Cultural da UFSC. Como na primeira edição, 20 composições serão selecionadas entre os inscritos e apresentadas ao público em dois grandes shows nos dias 27 e 28 de agosto, no horário das 18 às 22 horas, na Praça da Cidadania. Os músicos vencedores receberão troféu e terão suas composições gravadas em um CD e DVD.

Primeiro festival de música desde a década de 80, o evento é aberto à participação de estudantes universitários, professores e servidores técnico-administrativos dos campi de Florianópolis, Curitibanos, Joinville e Araranguá. Também podem participar compositores, músicos, intérpretes e comunidade em geral da Grande Florianópolis.  A comissão de organização decidiu manter o caráter regional da mostra ainda este ano, com a perspectiva de estadualizar o evento a partir do próximo. “Pretendemos aperfeiçoar e ampliar o festival cada vez mais para que seja um laboratório referencial no Estado de experimentação e produção de música”, salienta Maria de Lourdes Borges, secretária de Cultura e Arte.

Presidida pelo músico Marco Valente, coordenador do Projeto 12:30, do Departamento Artístico Cultural (DAC), a Comissão de Organização já está se reunindo para preparar o evento, cujo caráter não competitivo foi muito elogiado pelo público. “O objetivo do festival é incentivar a pesquisa e a produção musical com excelência”, lembra Valente. Cada proponente poderá inscrever até três músicas de composição própria, sem nenhuma restrição de estilo. Dentre as três apenas uma será selecionada e vai ao palco do festival. A seleção ocorrerá de 1 a 17 de junho. Para fazer a inscrição é preciso entregar preenchido o formulário que se encontra disponível para download no site www.secarte.ufsc.br; um CD contendo a gravação de até três composições. Neste site serão divulgados os nomes dos eleitos pela comissão de seleção.

Nos dias da mostra, a apresentação dos grupos escolhidos será encerrada pelo show de duas bandas consagradas de Florianópolis: no dia 27, a banda John Bala Jones (pop) e no dia 28, o Grupo Engenho (rock regional que fez muito sucesso nos anos 70 e 80). Um mês antes da realização do II Festival, a SeCArte e o DAC farão um show de lançamento e distribuição para as bandas participantes do Cd e DVD que está sendo concluído com a gravação do primeiro evento.

O material de inscrição deve ser entregue no horário das 14 às 18 horas, na SeCarte, que fica no prédio da Editora – 2º andar ou pelo endereço: Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima, Prédio da Editora Universitária, 2° andar, Florianópolis, SC, CEP: 88040970.

Informações: festivaldemusica@reitoria.ufsc.br ou 3721-9459.

Por Raquel Wandelli/ Jornalista na SeCArte

Tags: festivalmúsicaSeCArte

Encontro sobre escravidão tem inscrições abertas para ouvintes

18/04/2011 16:33

O V Encontro Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional, que acontece na UFRGS  (Porto Alegre) entre os dias 11 e 13/05, está com inscrições abertas para ouvintes. O evento ocorre a cada dois anos, reunindo pesquisadores que se dedicam aos temas da escravidão, da liberdade e da pós-emancipação na região sul do país, e neste ano terá 85 comunicações e cerca de 40 pôsteres, além de duas conferências, dois minicursos, uma oficina e uma mesa-redonda dedicada à discussão sobre os acervos históricos disponíveis para o estudo do tema.

Beatriz Gallotti Mamigonian e Henrique Espada Lima, professores do Departamento de História da UFSC e integrantes do Laboratório de História Social do Trabalho e da Cultura integram a organização do evento e destacam a importância que os encontros têm na qualificação dos estudos sobre escravidão e liberdade na região sul. “De 2003 para cá, as monografias, dissertações e teses refletem o amadurecimento metodológico e apresentam grandes contribuições historiográficas. A produção acadêmica dessa área vem contribuindo para os debates nacionais”.

A professora Andréa Ferreira Delgado, do Departamento de Metodologia de Ensino da UFSC, vai ministrar um dos minicursos, intitulado Configurações da Escravidão na História Escolar, discutindo a abordagem da escravidão nos livros didáticos de História e expor resultados da experiência no Estágio Supervisionado de História, em que os acadêmicos preparam materiais didáticos para ministrar temas de História da África, da escravidão no Brasil e de cultura afro-brasileira na educação básica. Alunos de mestrado e de graduação em História da Universidade, entre eles bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) vão apresentar comunicações e pôsters no evento.

O evento vai contar também com a participação dos conferencistas convidados Joseph Miller, da Universidade da Virginia (EUA),  e Silvia Hunold Lara, da Universidade Estadual Paulista (Unicamp).

Informações: www.labhstc.ufsc.br/vencontro.htm ou com o Laboratório de História Social do Trabalho e da Cultura (coordenador Prof. Henrique Espada Lima, ramal 8611)

Veja a programação completa – inclusive com artigos disponíveis em pdf – aqui.

Tags: escravosnegros

Colégio de Aplicação faz 50 anos e abre concurso para escolher Objeto Estético

18/04/2011 16:31

Em comemoração aos 50 anos do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina (CA/UFSC), dia 17 de julho, estão abertas as inscrições gratuitas para a escolha de uma imagem tridimensional – Objeto Estético -, simbolizando a identidade do Colégio.

O concurso é aberto à comunidade e cada autor ou grupo de autores poderá enviar uma única proposta. Os projetos devem ser entregues no Espaço Estético do CA/UFSC até o dia 10 de junho. Os três projetos vencedores serão construídos em escala 1:100 e expostos no espaço público da escola, constituindo-se em acervo permanente do Colégio de Aplicação.

Leia o edital.

CRONOGRAMA

11/4 – Lançamento do Edital e início da divulgação do Concurso

10/6 – Prazo máximo para entrega dos projetos

14/6 – Julgamento pela Comissão Julgadora dos projetos a serem expostos

1º a 31/7 – Exposição e votação popular dos protótipos

1º/8 – Divulgação dos resultados do Concurso

5/8 – Prazo máximo para a retirada dos objetos concorrentes

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9691 (Fabíola ou Helena) ou pelo e-mail fabiola@ca.ufsc.br.

Por Margareth Rossi/Jornalista da Agecom

Tags: 50 anos Colégio de AplicaçãoconcursoObjeto Estético

Tese de catarinense é aplaudida por Maffesoli na Sorbonne

18/04/2011 12:40

O professor e antropólogo do Museu Universitário Aldo Litaiff participou no dia 30 de abril deste ano, na Universidade René Descartes, Paris V – Sorbonne, França, da banca de defesa da tese de doutorado intitulada «De La Haute Coture au Fast Fashion: regard sur la mode et ses paradigmes comme reflet de la postmodernité» (Da alta costura à Fast  Fashion: olhar sobre a moda e seus paradigmas como reflexo da pós-modernidade). Sob sua orientação e do célebre sociólogo Michel Maffesoli, professor da mesma instituição e um dos maiores pensadores da atualidade, a tese foi defendida por Kenia Moreira Cabral, que já tinha sido orientanda de Litaiff no mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem da Unisul.
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Tags: doutoradoMaffesoliParisSorbonne

Sociedade Soul no projeto 12:30 da UFSC

18/04/2011 08:37

O Projeto 12:30 recebe a banda Sociedade Soul, nesta quarta-feira, 20/04, às 12h30, naConcha Acústica. O espetáculo é gratuito e aberto à comunidade.

Formada em 2008, a Sociedade Soul tem músicas que mesclam funk e soul com rock, jazz com música eletrônica, e, ainda, alguns ritmos latinos como a Salsa e o Samba para criar uma sonoridade única, dançante e suingada.
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Tags: 12:30bandasoul

Instrutora de teatro da UFSC se apresenta na França

15/04/2011 19:17
Foto: Divulgação

Nastaja e Michelle já conquistaram o prêmio Klauss Vianna de Dança da Funarte, com o espetáculo Um Duplo - Foto: Divulgação

Nastaja Brehsan – instrutora da Oficina de Teatro para Adolescentes do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC – e Michelle Pereira (ambas integrantes da O´ctus Cia. de Atos) apresentarão Um duplo, espetáculo dirigido por Diana Gilardenghi, no Festival Universitário e Profissional Internacional de Dança de Poitiers, na França.

O espetáculo também será apresentado em Paris no dia 17 de abril, a convite da coreógrafa francesa Claire Filmon. O festival, tradicionalmente, convida apenas quatro a cinco grupos de fora da Europa. Na França, durante uma semana, a companhia catarinense participará de workshops, palestras e debates, além de acompanhar a programação dos espetáculos.

O Festival, em sua 17ª edição, reúne artistas, pesquisadores, estudantes e professores interessados em dança contemporânea.

Integrantes

Nastaja é formada em Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e é sócia-fundadora da companhia que pesquisa as linguagens do teatro e da dança. Também tem atuado como instrutora da Oficina de Teatro para Adolescentes, do Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em 2010, Nastaja Brehsan foi convidada pela coreógrafa argentina Diana Gilardengui para, junto com outra intérprete, Michelle Pereira, construir o espetáculo Um Duplo, que foi selecionado pelo prêmio Klauss Vianna de Dança da Fundação Nacional de Artes (Funarte). O espetáculo foi representado dez vezes em Florianópolis. Foi convidado também pelo Serviço Social do Comércio (SESC) para se apresentar em Rio do Sul. Em maio próximo, o grupo deverá se apresentar em São Paulo, no SESC Pompeia.

Sobre a O’ctus Cia de Atos

Fundada em 2001, a O’ctus Cia. de Atos vem se dedicando à pesquisa do corpo na cena contemporânea, realizando trabalhos que dialogam com a dança e o teatro. Durante este período, realizou oito espetáculos com organizações coreográficas que primaram pela fragmentação, contraste de linhas e cores e pela polifonia de gestos e movimentos. Desde sua fundação, a O’ctus se dedica às técnicas de improvisação estruturada e improvisação de contato, concebendo e discutindo juntamente com os integrantes da Cia. conceitos corporais que vão desde a edificação de um vocabulário próprio a O’ctus, oriundo das improvisações, até a construção de uma dramaturgia cênica. Interessada em processo, pesquisa e disseminação de informações, a Cia. segue como uma otimizadora de desejos contidos em gestos e movimentos.

Mais informações: http://octusciadeatos.wordpress.com/a-cia/ / octusatos@gmail.com / (48) 8415-8402.

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com texto e fotos de integrante do grupo e com notícia disponível no site da Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina – ADJORI-SC, em http://www.adjorisc.com.br

Tags: DACdança

Vídeos de animação do Curso de Design são destaque na TV UFSC

15/04/2011 18:54

A TV UFSC, canal 15 da NET Florianópolis, tem novidades na próxima semana. O destaque fica por conta da coletânea de curtas de animação produzida pelo Curso de Design. No programa  UFSC Entrevista, Cinthia Raasch conversa com a
presidente da Comunica!, primeira Empresa Junior de Jornalismo do Estado e, no sábado, a emissora exibe uma “maratona” de filmes comemorando o aniversário do ator e diretor britânico Charles Chaplin.

Os curtas de animação vão ao ar no programa Primeiro Plano, quinta-feira, 21/04. A coletânea foi  produzida pelos alunos do curso de Design de Animação, sob a orientação do professor Clóvis Geyer. Além disso, os vídeos serão exibidos em separado durante os intervalos da programação.

No sábado, 16/04, dia em que Charles Chaplin completaria 122 anos, a TV UFSC homenageia o cineasta inglês apresentando uma maratona de filmes feitos por ele. Às 21h30 vai ao ar Tempos Modernos, de 1936, um dos maiores clássicos da história do cinema, que é uma grande crítica à industrialização. Logo em seguida a TV apresenta Em Busca do Ouro. Produzido em 1925, o filme satiriza a corrida pelo ouro que aconteceu no Alaska, no final do século XIX. O terceiro filme do cineasta a ir ao ar no sábado é O Garoto, de 1921. Na história, um bebê é abandonado pela sua mãe e acaba criado pelo próprio Chaplin, que faz o papel de um mendigo. Com o tempo, os dois formam um dupla que cria diferentes formas para conseguir dinheiro e sobreviver.

O UFSC Entrevista da semana será com Luiza Fregapani, presidente da Empresa Junior do Jornalismo, a primeira da área em SC. Na conversa, são abordados temas como a ajuda na formação profissional que uma empresa junior pode trazer aos alunos e a importância dessa iniciativa para o mercado. O programa vai ser exibido na segunda, 18/04, às 21h30.

Na sexta-feira, 22/04, às 20h, o filme da Sessão Cinema é Uma Noite na Ópera, de 1935. Dirigido por Sam Wood e com a atuação dos irmãos Marx, é considerado por parte da crítica uma das grandes comédias da década de 1930.

O Justiça do Trabalho apresenta programa inédito na sexta-feira, às 19h30. Nessa semana, o tema tratado será a Síndrome de Burnout, esgotamento físico e mental que tem como principal causa o estresse no ambiente de trabalho.

Acompanhe a programação da TV UFSC pelo canal 15 da NET. Mais informações: www.tv.ufsc.br ou twitter.com/tv_ufsc.

Por Gian Kojikovski/ Bolsista de Jornalismo na TV UFSC

Tags: chaplinempresa junior de Jornalismo

Ceped apoia campanha “Minha cidade está se preparando”

15/04/2011 18:00

Nesta quinta-feira, 14/04, o diretor do Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (Ceped) da UFSC, professor Antônio Edésio Jungles, e a equipe da unidade Santa Mônica, receberam o chefe do escritório regional para as Américas da Estratégia Internacional de Redução de Desastres (EIRD) da ONU, Ricardo Mena, que veio a Florianópolis para entregar os certificados de compromisso com a Campanha Mundial para a Redução de Desastres 2010/2011 – Desenvolvendo cidades resilientes: “Minha cidade está se preparando” aos seis municípios catarinenses participantes.

Rio do Sul, Tubarão, Itajaí, Florianópolis, Blumenau e Jaraguá do Sul são as primeiras cidades do Brasil a firmar compromisso com a campanha, que já tem 630 municípios participantes em todo o mundo.

Durante a visita ao Ceped UFSC, Mena, acompanhado do gerente de Prevenção da Defesa Civil de Santa Catarina, major pm Emerson Neri Emerim, solicitou a ajuda da instituição para desenvolver instrumentos que agreguem informações que sirvam de linha base para aplicar o Quadro de Ação de Hyogo (conjunto de medidas que contribuam para a redução de risco de desastres, adotado por 168 países desde 2005) em nível local. “A UFSC pode ajudar na gestão, planejamento, análises geográficas e geológicas e de áreas de risco, assim como na avaliação estrutural de instalações de primeira importância em desastres, como hospitais e escolas”, disse.

O professor Antônio reafirmou o interesse na parceria e no apoio à campanha, oferecendo a estrutura e a equipe que o Ceped UFSC desenvolveu e articulou nestes dez anos de atuação em gestão de riscos e de desastres.

Conheça a campanha Desenvolvendo cidades resilientes: “Minha cidade está se preparando” no site da EIRD ONU: www.eird.org/camp-10-11 (em espanhol) .

Informações: (48) 3226-1704 | imprensa@ceped.ufsc.br

Fonte: Ceped UFSC

Saiba Mais:

Marco de Ação de Hyogo

Diante do agravamento e do aumento de desastres provocados por eventos adversos, os governos de 168 países se comprometeram a adotar medidas para reduzir o risco de desastres, adotando o Marco de Ação de Hyogo, em 2005.

O que é?

O Marco de Ação de Hyogo é o instrumento mais importante para a implementação da redução de risco de desastres, adotado por países membros nas Nações Unidas. O objetivo é aumentar a resiliencia das nações e comunidades diante de desastres, visando para 2015 a redução considerável das perdas ocasionadas por desastres, de vidas humanas, bens sociais, econômicos e ambientais.

Áreas prioritárias

O Marco de Ação de Hyogo oferece cinco áreas prioritárias para a tomada de ações e medidas para reduzir vulnerabilidades:

– A redução de risco de desastre deve ser uma prioridade
– Conhecer o risco e adotar medidas
– Desenvolver uma maior compreensão e conscientização
– Reduzir o Risco
– Fortalecer a preparação em desastres para uma resposta eficaz, em todos os níveis

Fonte: Defesa Civil de SC

Tags: Ação de Hyogodesastres naturais

UFSC recebe comitiva de estatal chinesa para tratar de investimentos em energia renovável

15/04/2011 16:25
Comitiva veio à UFSC para oficializar acordo em investimentos locais

Comitiva veio à UFSC para oficializar acordo em investimentos locais - Foto: Francisca Nery

Após reunião com franceses na tarde de quarta, 13/04, foi a vez de o reitor da UFSC Álvaro Toubes Prata receber na quinta, 14/04, uma comitiva de Henan – província que fica à leste de Pequim e possui o 3° maior PIB (produto interno bruto) do país. Os executivos Chen Rong e Zheng Yang, da empresa estatal de energia eólica Wang Guodong – uma das maiores companhias de energia da China -, vieram à Universidade para oficializar o acordo em investimentos locais. As negociações tiveram início no ano passado por intermédio da Assembleia Legislativa do Estado e o deputado estadual Jailson Lima (PT) também participou da reunião.

Durante o mês de março, deputados catarinenses estiveram naquele país, onde foram recepcionados pelo secretário de energia da província de Henan, Ren Wen Jie. Na ocasião, os chineses anunciaram a intenção de investir cerca de R$ 4,5 bilhões no Brasil, sendo boa parte do investimento concentrado na produção de energia limpa – solar, eólica e biomassa – no Estado catarinense. Na visita, a comitiva pôde conhecer o Centro Tecnológico (CTC) e os professores Júlio Passos e Ricardo Rüther, especialistas em energia eólica e solar fotovoltaica, respectivamente. A avaliação técnica sobre a produção energética local foi encarada de forma positiva pelos orientais, que se mostraram ainda muito interessados na troca de conhecimento e aproximação cultural entre a UFSC e a universidade local de Henan University of Science and Technology (HUST).

O investimento chinês deve fomentar pesquisas na área de energia renovável na Universidade, com incentivo da Wang Guodong, que é destaque na produção de energia eólica e na participação na construção da hidrelétrica chinesa de Três Gargantas. “Os chineses acreditam no potencial catarinense e essa ação tende a ser muito importante, uma vez que a empresa atuará diretamente por meio de recurso público chinês”, afirma o deputado Jailson. O investimento será destinado ao aumento da tecnologia de geração e também das linhas de transmissão.

Para o reitor da UFSC, os investimentos serão de grande valia para Universidade, Estado e País como um todo. “Brasil e China, como países em desenvolvimento, devem estimular o intercâmbio cultural e de conhecimento, por serem eficientes formas de aquecer o contato entre as nações”, avaliou o reitor, que aproveitou a ocasião para garantir a ida à China, no mês de agosto, de quatro alunos de engenharia da UFSC. Os estudantes que serão selecionados devem desenvolver pesquisas na área de energia solar e energia eólica, para realizar estágio de seis meses na companhia de energia chinesa. A intenção de possibilitar a dupla titulação aos estudantes da UFSC pela Capes tende a ser viabilizada também para outras áreas de conhecimento, de acordo com Álvaro Prata. Rong e Yang mostraram-se muito solícitos em receber os estudantes brasileiros na companhia de energia, assim como em propor o envio de estudantes chineses à UFSC.

Entre os meses de setembro e outubro deste ano, o governador de Santa Catarina Raimundo Colombo realizará visita à China e, conforme dito na reunião, frente aos novos acordos firmados, o reitor Álvaro Prata também deve comparecer ao país. Os chineses pretendem ficar mais vinte dias no Brasil e nos seus roteiros estão inclusos locais energeticamente estratégicos, como as usinas eólicas do Rio Grande do Norte.

Brasil e China – A delegação chinesa vem à UFSC ao mesmo tempo em que a presidente Dilma Roussef visita a China. Ontem, em encontro com o líder Hu Jintao, a presidente afirmou que os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, essa última incluída recentemente na sigla criada pelo economista Jim O’Neill para os países em desenvolvimento) vão criar um sistema para facilitar ainda mais os investimentos entre os países do bloco. Entre as medidas destaca-se a concessão de crédito mútuo para investimentos diretos em moeda local. Os focos são a internacionalização e o desenvolvimento de pequenas e médias empresas.

Por Gabriele Duarte/ Bolsista de Jornalismo na Agecom

UFSC realiza simulação de organizações internacionais para o ensino médio

15/04/2011 16:15

Estudantes do Curso de Relações Internacionais da UFSC realizam no dia 30 deste mês a primeira edição da Simulação de Organizações Internacionais para o Ensino Médio (SIEM). O processo é realizado em diversas universidades do mundo, como Harvard, nos Estados Unidos. Um dos objetivos é capacitar estudantes do segundo grau para discussões mais aprofundadas sobre fatos históricos e assuntos da atualidade que causam impactos imediatos na sociedade. Cerca de 150 alunos de colégios particulares e públicos de Florianópolis vão desempenhar as funções de diplomatas e embaixadores no evento, inédito em Santa Catarina.

Além da Assembléia Geral da ONU e Conselho de Segurança, serão representadas na Sala dos Conselhos, na Reitoria, e no Auditório do Centro Sócio-Econômico, alguns dos mais importantes órgãos internacionais. Entre eles, Organização dos Estados Americanos (OEA), Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (APEC) e União Européia (UE). Serão debatidos temas como pirataria na Somália, o posicionamento da União Européia sobre o conflito Israel/Palestina, doenças relacionadas às mudanças climáticas e o tráfico de pessoas.

“A ideia é que os alunos do ensino médio busquem, além do guia que está disponível no site do SIEM, mais informações por meio de pesquisas e bibliografias relacionadas, e assim desenvolvam a capacidade de compreender os acontecimentos internacionais e uma cultura de tolerância”, explica Paula Fogliato Prado, acadêmica de Relações Internacionais.

De acordo com os organizadores, as discussões em pauta já aconteceram em reuniões reais de cada organização e as atas estão disponíveis na página do projeto (http://siem.ufsc.br/). Mesmo assim as decisões estarão em aberto. “Não necessariamente os participantes deverão chegar às resoluções em que as reuniões reais chegaram”, complementa Paula.

“Este é um campo de atuação profissional, onde muito dos alunos do Curso de Relações Internacionais atuarão. Portanto estão adquirindo experiências ao organizarem um projeto que simula fielmente os processos administrativos e o andamento institucional desses organismos”, ressalta Renato Xavier, também estudante de Relações Internacionais. Acadêmicos do curso ficarão em uma sala de apoio para atender os participantes que tenham alguma dúvida sobre as decisões e os posicionamentos que devem tomar. Eles foram também responsáveis pela elaboração de um guia de estudo para a preparação dos participantes.

Neste momento a simulação está envolvendo universitários do Curso de Relações Internacionais, mas em edições futuras deve integrar outras áreas, como História, Direito e Jornalismo. O primeiro SIEM realizado no Brasil aconteceu em 2006, representando reuniões e comitês históricos, entre eles a Conferência de Genebra de 1938, o Conselho de Segurança Nacional do Brasil de 1968 (que discutiu o Ato Institucional 5) e a ECO-92. Edições posteriores contemplaram discussões mais antigas, atuais e religiosas, como o Senado Romano de 63 a.C., o Supremo Tribunal Federal com o caso Casare Batisti de 2009 e o Concílio Vaticano Primeiro, que abordou o tema a Igreja frente às ideologias do século XIX.

Mais informações: http://siem.ufsc.br/ / Paula Fogliato Prado (8457-8927 / paula.fogliatto@gmail.com) ou professora Patrícia Arienti (3721-6508)

Também no vídeo SIEM UFSC – Simulação de Organizações Internacionais para Ensino Médio:http://www.youtube.com/watch?v=5poecblI08M

Por Ana Luísa Funchal / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: relações internacionaissimulação

Pós em Enfermagem no topo da qualidade

15/04/2011 09:59

A revista Texto & Contexto garante visibilidade internacional

Funciona na Universidade Federal de Santa Catarina um curso que é referência no Brasil e cujo renome já ultrapassou as fronteiras do país. O Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN-UFSC) divide com três programas da Universidade de São Paulo (USP) o privilégio de ostentar o conceito 6, segundo avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação.

Esta é a nota máxima já obtida por um curso de pós-graduação em Enfermagem, e demonstra que o trabalho realizado desde 1976 pela instituição catarinense vem dando os melhores frutos possíveis. O conceito de excelência, conferido neste caso, tem em vista não apenas o desempenho em termos de produção científica, mas em liderança e internacionalização do Programa. Um grupo forte de professores, produção científica de qualidade e respeito ao princípio da solidariedade, promovendo a consolidação do campo da Enfermagem em outros países e regiões do Brasil, ajudam a explicar essa performance, segundo a coordenadora do programa, professora Flávia Regina Souza Ramos.

Com a política de internacionalização, o PEN não apenas recebe alunos estrangeiros, mas dissemina seu bom conceito e o amplo reconhecimento de seus méritos e diferenciais. Em sua proposta de concepção, o Programa propõe-se a formar “enfermeiras (os), bem como profissionais da área da saúde, em nível avançado, para a produção de conhecimentos em saúde e para assumir papel de liderança no campo educacional, assistencial e político da área”.

Hoje, existem 144 alunos regulares no programa, sendo 66 no doutorado, 51 no mestrado, 24 no mestrado profissional, além de três pós-doutorandos, incluindo profissionais de outros estados ou  países, que escolheram a Universidade para a sua pós-graduação. O ingresso se dá em uma de suas diferentes linhas de pesquisa, as quais também realizam intercâmbios e recebem professores de outras instituições, atraídos pela qualidade da UFSC e pela oportunidade de realizar aqui o seu pós-doutorado.

O Programa de Pós-Graduação em Enfermagem também recebe diversas solicitações de convênios para realização de projetos DINTER e MINTER (Doutorado e Mestrado Interinstitucionais), por parte de IES de Santa Catarina e de outras regiões, incluindo o norte e nordeste do país. “Infelizmente não podemos atender a todos os pedidos, mas avaliamos criteriosamente o potencial e as necessidades de mantermos estas iniciativas, geradoras de grandes impactos regionais para a Enfermagem”, afirma a coordenadora.

O mestrado, criado em 1976, e o doutorado, que é de 1992, já diplomaram mais de 530 mestres e 190 doutores. Desde 2005, também é oferecido o estágio pós-doutoral em Enfermagem, voltado para a produção de pesquisas e estudos avançados na área da saúde. Hoje, a UFSC presta seu apoio na criação de cursos de pós-graduação dentro e fora do país (como na UFPA ou na Venezuela, recentemente), assim como já o fez para a criação dos vários Programas em Enfermagem hoje existentes na região sul do Brasil. Enfermeiros da rede de serviços de saúde também vêm procurando o mestrado e o doutorado, como forma de integração das competências técnicas, políticas e de investigação, sem falar de profissionais de outras áreas, como Odontologia, Fisioterapia, Educação Física, Psicologia e Serviço Social, que igualmente demonstram interesse em fazer pós-graduação na Enfermagem.

Produções importantes

O PEN-UFSC também atua com o Ministério da Saúde e a Organização Panamericana de Saúde (OPAS/OMS), parceiros em projetos bilaterais e multilaterais, para prioridades ligadas aos recursos humanos em Enfermagem. Paralelamente, o Programa passa por um processo de designação como Centro Colaborador da OPAS/OMS, assumindo recentemente uma colaboração em Projeto Brasil/Cuba/Haiti para a formação de técnicos de enfermagem e agentes de saúde para atender a séria defasagem quantitativa de pessoal naquele país, especialmente após as perdas ocasionadas pelo terremoto de 2009.

Novo prédio vai proporcionar melhores condições de pesquisa - Fotos: Pâmela Carbonari/bolsista Agecom

A isso se soma o incremento das publicações no Brasil e fora dele e o apoio a intercâmbios específicos na área da pesquisa. Em 2010, foram publicados 142 artigos, o que equivale a mais de seis textos por docente. “É uma produção significativa e que representa a crescente qualificação e incremento das linhas de pesquisa”, diz a professora Flávia Regina. Já a revista “Texto & Contexto – Enfermagem” é uma das que receberam a melhor classificação entre revistas brasileiras da área, extrato A2 pelo QUALIS Periódicos da CAPES, além de estar indexada em diferentes bases de dados internacionais, inclusive o Web of Science. “Isto amplia a visibilidade e reconhecimento Internacional do Programa”, ressalta a coordenadora.

Existem oito linhas de investigação no Programa, dentro da área de concentração “Filosofia, Saúde e Sociedade”. Esta estrutura está sendo reformulada, atendendo a evolução do Programa, e se organizará em duas áreas de concentração, “Filosofia, Cuidado em Saúde e Enfermagem” e “Educação e Trabalho em Saúde e Enfermagem”. Estas novas áreas continuarão associadas a 13 grupos de pesquisa, todos cadastrados no CNPq e com projetos em desenvolvimento. Esses grupos estudam temáticas variadas e complexas, coerentes aos compromissos assumidos com a realidade brasileira e o campo profissional internacional, conforme se observa na denominação dos grupos (abaixo). “São trabalhos com grande possibilidade de aplicação prática, desde a atenção primária até a alta complexidade, nos campos da educação, do cuidado e da gestão”, reforça a subcoordenadora, professora Vânia Marli Schubert Backes.

Espaço e pessoal

Uma das carências a serem superadas, segundo a coordenadora, é a do espaço físico, mas está previsto para 2012 a conclusão do Centro em Tecnologia do Cuidado, um prédio de R$ 1,6 milhão financiado pela Finep, que resolverá o problema das instalações insuficientes para os laboratórios e grupos de pesquisa. “Com a construção do bloco, ganharemos um novo fôlego, com uma estrutura mais ampla e adequada às nossas necessidades e atuais projetos”, afirma a coordenadora.

Assim, o principal entrave, como em outros setores da Universidade, continua sendo o da carência de pessoal. Apenas uma servidora do quadro da Universidade dá conta de toda a parte acadêmica da pós-graduação. “Seria preciso mais pessoas para a gestão de projetos nacionais e internacionais e todo o trabalho administrativo que envolve um Programa com este escopo de atuação”, informa Flávia Regina. No momento, a própria pós-graduação arca com as despesas de pessoal para manutenção da revista e de outros projetos.

GRUPOS DE PESQUISA

1) GESPI – Grupo de Estudos sobre Cuidado de Saúde de Idosos

2) NUCRON – Núcleo de Estudos e Assistência em Enfermagem e Saúde às Pessoas com Doenças Crônicas

3) C&C – Cuidando e Confortando – Grupo de Pesquisa Cuidando e Confortando

4) GIATE – Grupo de Pesquisa em Tecnologia, Informações e Informática em Saúde e Enfermagem

5) GEHCES – Grupo de Estudos de História do Conhecimento de Enfermagem e Saúde

6) EDEN – Grupo de Pesquisa em Educação em Enfermagem e Saúde

7) NUPEQUIS – Núcleo de Pesquisa e Estudos sobre o Quotidiano e Imaginário em Saúde

8) PRÁXIS – Núcleo de Estudos sobre Saúde, Enfermagem, Trabalho e Cidadania

9) NEPEPS – Núcleo de Extensão e Pesquisa em Educação Popular e Saúde

10) GEPADES – Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração de Enfermagem e Saúde

11) NEFIS – Núcleo de Estudos em Filosofia e Saúde George Ganguilhem

12) GRUPESMUR – Grupo de Pesquisa em Enfermagem na Saúde da Mulher e Recém-nascido

13) GEAS – Grupo de Estudos no Cuidado de Pessoas nas Situações Agudas de Saúde

Por Paulo Clóvis Schmitz/Jornalista da Agecom

Tags: pós em enfermagem

Grupo de Estudos Arte na Escola abre inscrição para o curso “Silêncios que Falam”

14/04/2011 17:05

Estão abertas na UFSC as inscrições para o curso ´Silêncios que falam`, que será oferecido gratuitamente a professores de artes da rede pública pelo Grupo de Estudo Arte na Escola – Polo UFSC. O objetivo é capacitar o professor de área, poetizando e qualificando o cotidiano escolar. São 60 horas, sendo 18 encontros com 54 horas presencias e seis horas para elaboração de projeto pedagógico.

O curso inicia no dia 5 de maio e prossegue até 29 de setembro, sempre às quintas-feiras, das 8h30 às 11h30, no Colégio de Aplicação (CA). Será ministrado por integrantes do Grupo de Estudo Arte na Escola, professores convidados do Colégio de Aplicação da UFSC e do Centro de Artes da Udesc. A inscrição deve ser feita no Espaço Estético do CA, entre 8h e 11h30min. Interessados devem trazer comprovante de atuação em sala de aula, RG e CPF.

Ministrantes:

Integrantes do Grupo de Estudo: Antônio Felix da Silva; Elaine Maritsa Franzon; Eliane Dias de Oliveira; Fabiane Marquetti; Fabíola Cirimbelli Búrigo Costa; Jucélia Maria Alves; Maria Cristina Diederichsen -Tim; Maria de Fátima Lopes Gonzaga; Maria Regina Ziegler de Castro; Margareth Borba Rodrigues; Rodrigo Ribeiro de Souza; Rosa Virgínia Rosalino Daitx; Rose Mery de Lima; Sheila Maddalozzo.

Professores convidados CEART- UDESC: Anita Prado Koneski e Maria Cristina Alves dos Santos Pessi.

Professora convidada CA-UFSC: Débora da Rocha Gaspar.

Coordenação: Fabíola Cirimbelli Búrigo Costa.

Cronograma:

5 de maio: Apresentação do Polo UFSC  Arte na Escola e apresentação da proposta do (D)curso: Silêncios que Falam: coordenadores do Polo UFSC, integrantes do GE e professores convidados.

12 e 19 de maio: Escutando o silêncio: Tim, Rose, Rosa e Jucélia.

26 de maio e 2 de junho: Poética de professor: Maria Cristina Alves dos Santos Pessi.

9 de junho: Filosofia da arte: Anita Prado Koneski.

16 de junho e 30 de junho: Linguagem visual: Elaine, Margareth e Fabiana.

7 e 14 de julho: A história da arte e a contemporaneidade: Rosa , Sheila e Regina.

4 e 11 de agosto: O olhar da imagem: Fátima, Elaine, Rodrigo e Margareth.

18 e 25 de agosto: Fazer artístico: Regina, Tim e Rose.

1º de setembro: História do ensino de arte: Fabíola, Eliane e Antonio.

8 e 15 de setembro: Cultura visual e Projetos de trabalho: Débora da Rocha Gaspar.

22 de setembro: Aberto para assessoramento na elaboração de projetos.

29 de setembro: Ressonâncias (Avaliação): todos os professores.

Mais informações: (48) 3721-9691 – Fabíola Cirimbelli Búrigo Costa / fabiola@ca.ufsc.br

Por Margareth Rossi/Jornalista da Agecom

Tags: arte na escolapolo ufscsilêncios que falam

Exposição de fotos e conversa com cineasta antecedem estreia de “A Antropóloga”

14/04/2011 16:13

Exposição na sexta à noite, na Lagoa da Conceição e bate-papo com diretores esquentam clima de torcida pelo longa-metragem

Continuam as comemorações que antecedem a estreia do filme A Antropóloga, de Zeca Nunes Pires, marcada para o dia 29 de abril em todas as telas de cinema de Florianópolis. Na sexta-feira, às 21 horas, no Café Saint Germain, na Lagoa da Conceição, ocorre a abertura da exposição das fotos still, um registro fotográfico das filmagens. As fotos são de Lúcio Flávio Giovanela e Claudio Silva da Silva, que acompanharam as filmagens e registram todos os momentos da produção do longa. A secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges, lembra a importância de uma conspiração positiva do público do Estado, pois dependendo da repercussão da obra na Capital, a história, que representa um aspecto importante da cultura ilhoa, pode levantar voo no resto do país.

Quem tiver interesse em saber como foi a montagem de A Antropóloga está convidado a participar de uma conversa com Giba Assis Brasil (montador do filme) e Zeca Nunes Pires (diretor) no dia 26, às 14 horas, no Teatro da UFSC (DAC). O professor do Curso de Cinema da UFSC, Felipe Soares e o assistente de montagem em Florianópolis, Tiago Santos, estarão presentes na conversa.  Vencedora do edital da Fundação Catarinense de Cultura de 2003, a produção da obra recebeu o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e consultoria de diversos setores da universidade, inclusive com participação de alunos e professores.

No enredo do longa, a protagonista Malu (Larissa Bracher), antropóloga açoriana, revive em clima de suspense os mistérios da cultura popular da Ilha. Através do olhar de Malu a Costa da Lagoa se transforma em cenário de experiências iniciáticas emocionantes, que revelam um mundo oculto do sagrado e da magia. O enredo de A Antropóloga é também uma homenagem às tradições populares de Florianópolis.  A obra do artista plástico, historiador e pesquisador Franklin Cascaes, abrigada no Museu Universitário, inspira o eixo central da trama que envolve Malu em surpreendentes descobertas. Giba Assis Brasil, da Casa de Cinema de Porto Alegre assina a montagem, Silvia Beraldo responde pela criação da música original e Maria Emília de Azevedo a Produção Executiva. O roteiro foi criado por Tânia Lamarca e Sandra Nebelung, a partir de um argumento de Tabajara Ruas.

SERVIÇO:

O quê: STILL A ANTROPÓLOGA e conversa com Giba Brasil e Zeca Pires

Onde: Café St. Germain – Rua Nicolau João de Abreu – Lagoa da Conceição (próximo ao Supermercado Magia)

Quando: sexta-feira, dia 15 de abril, a partir das 21 horas e dia 26, às 14 horas, no teatro da UFSC.

Por Raquel Wandelli – Assessoria de Comunicação UFSC/SeCArte

raquelwandelli@reitoria.ufsc.brraquelwandelli@yahoo.com.br – 48 9911-0524

Tags: A Antrpólogazeca pires

Ações coletivas, democracia participativa e direitos sociais são temas de curso

14/04/2011 15:59

O Núcleo de Estudos em Serviço Social e Organização Popular (NESSOP) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a terceira edição do Curso de Formação Permanente: Ações Coletivas, Democracia Participativa e Direitos Sociais.

O curso, gratuito, tem como objetivo desenvolver atividades de formação sociopolítica, para fortalecer a sociedade civil, além de qualificar a participação democrática nos espaços públicos de decisão. As aulas semanais serão ministradas por professores da UFSC e lideranças do movimento sociocomunitário, no período de 16 de maio a 24 de outubro, sempre às segundas-feiras, das 18h30 às 22h, no Centro Sócio-Econômico (CSE), sala 217, Bloco D. São oferecidas 40 vagas. A carga horária é de 77 horas.

Podem se inscrever representantes da sociedade civil nos Conselhos de Direito e lideranças do movimento e associativismo sociocomunitário de Florianópolis e região metropolitana. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail cfp.nessop@gmail.com ou na Secretaria do NESSOP, localizada no CSE, sala 04, térreo, Bloco D, de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h30.

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9297, ramal 22.

Programa:

Módulo I: Participação e Democracia

– Análise de Conjuntura: Como Fazer;

– Teorias Sobre Democracia;

– Democracia no Brasil;

– Os Conselhos de Direitos e Políticas Públicas: Participação e Controle Social;

– Outros Mecanismos de Participação da Sociedade Civil;

Módulo II: Associativismo Civil e Movimentos Sociais

– Sociedade Civil; História e Definições;

– Associativismo Civil;

– Movimentos Sociais;

– Movimentos e Associativismo Sociocomunitário;

– Movimentos Sociais, ONG’s e Relação com Estado;

Módulo III: Cidades Regulação e Equidade

– Política Urbana;

– Sustentabilidade Ambiental;

– Fontes de Recursos e Orçamento Público;

– Economia Solidária: Alternativa Possível?

Módulo IV: Relações Interpessoais em Grupos Sociais

– Comunicação e Liderança;

– Planejamento e Desenvolvimento de Reuniões.

Por Margareth Rossi/Jornalista da Agecom

Tags: curso de extensãoformação permanentegratuitoNESSOP

Ativistas protestam contra o uso de animais em pesquisas na UFSC

14/04/2011 15:12

Manifestação reuniu comunidade na UFSC

“Animais: por que maltratá-los se podemos amá-los?” Esta pergunta ilustrava um dos cartazes dos ativistas, entre eles protetores independentes e ONG’s, que se reuniram nesta quarta-feira, dia 13, às 11h, na frente do Restaurante Universitário da UFSC, e fizeram uma manifestação contra o uso de animais em experimentos científicos, prática conhecida como vivissecção.

Com panfletos que explicavam por que a vivissecção é desnecessária e pouco didática, o grupo buscou o apoio de toda a comunidade através de um abaixo-assinado que será encaminhado ao Ministério Público Estadual de Santa Catarina, pedindo o fim do uso de animais em instituições de ensino do Estado.

“Fomos muito bem recebidos. Estudantes de Farmácia, Medicina, Odontologia e Biologia pediram o nosso contato porque apóiam o fim da vivissecção”, conta Giovanna Chinellato, organizadora da manifestação. Mostrar aos estudantes que existe uma lei que ampara quem não quiser participar de aulas práticas com animais era mais um objetivo dos ativistas. A Objeção de Consciência é o direito de recusa a uma situação que contraria princípios éticos ou morais do cidadão, garantido pelo Artigo 5º, do Capítulo I dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, da Constituição Brasileira. Para obter o direito, o estudante deve encaminhar uma carta com o pedido diretamente ao professor, e cabe a ele oferecer alternativas de igual eficácia ao aluno.

Ativistas fazem abaixo-assinado

A vivissecção é uma prática tão antiga quanto a medicina, mas há alguns anos tem gerado controvérsias. De um lado, cientistas e médicos alegam que os animais são necessários para estudar problemas de saúde que envolvem processos existentes apenas em organismos vivos. De outro, ativistas e até mesmo médicos defendem que a fisiologia dos animais é diferente da dos humanos, e que métodos mais avançados já podem substituir essa técnica. Hoje, universidades renomadas como Harvard e Yale aboliram o uso de animais em práticas laboratoriais. No Brasil, a Faculdade de Medicina do ABC, Santo André – SP, foi a primeira a aderir à causa, e na Itália 70% das instituições não realizam a vivissecção.

“Muitas pessoas se espantaram em saber que ainda existem animais sendo usados em pesquisas aqui”, diz Giovanna. O Biotério Central da UFSC cria e reproduz espécies de ratos, camundongos, cobaias, cães e ovelhas para o uso em aulas práticas. Em 2008, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade promoveu um debate sobre o tema, que foi publicado pelo Jornal Universitário e pode ser lido no endereço http://www.agecom.ufsc.br/files/2010/09/Jornal_Universitario_UFSC_n393_082008.pdf.

16 de abril - Dia Internacional de Protesto contra a Experimentação Animal e Vivissecção

No próximo sábado, 16 de abril, é o Dia Internacional de Protesto contra a Experimentação Animal e Vivissecção, e várias manifestações vão acontecer nas principais capitais brasileiras.

Outras informações: libertandoalfredo@gmail.com ou www.1rnet.org.

Fotos: Paulo Noronha/Agecom

Por Marília Marasciulo/Bolsista de Jornalismo da Agecom

Tags: ativistasmanifestaçãoUFSCvivissecção

Espetáculo ‘Ascensão e queda da cidade de Mahagonny’ encerra temporada

14/04/2011 12:25

Este é o último fim de semana do espetáculo ´Ascensão e queda da cidade de Mahagonny` no Teatro da UFSC. A peça será encenada nos dias 15,16,17 de abril, sempre às 21h. A entrada é gratuita e aberta à comunidade. É preciso retirar convites no Departamento Artístico Cultural (DAC), às quintas e sextas-feiras, entre 14h e 18h, ou na bilheteria do teatro, meia hora antes do espetáculo (sujeito à disponibilidade de lugares). O espetáculo é uma adaptação da obra do dramaturgo Bertolt Brecht, com direção de Carmen Fossari.

A diretora lembra que a obra do dramaturgo revolucionava e chocava a plateia, acostumada a um teatro ‘bem comportado’. Na montagem original de ‘Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny’, o público encontrava cenas de aparentes insultos, atrevimento, com recursos didáticos, repleta de cartazes e reveladora de como as cidades, dentro do sistema capitalista, são ‘uma arapuca’.

Mahagonny, onde tudo é permitido

Brecht coloca seus personagens construindo uma cidade onde tudo é permitido, desde que se tenha muito ouro. O preço de não ter ouro é a impossibilidade de sobreviver na cidade de Mahagonny.

Com composições de Kurt Weill, o texto original é uma obra de teatro musical. Nesta encenação trata-se de uma obra de caráter não musical, embora mantida a belíssima composição tema da peça.

O espetáculo é ambientado ao universo do cinema mudo, inserindo imagens e audiovisual resgatando os anos 30 e 40. Esta opção realiza, em parte, um utópico sonho da diretora e adaptadora do texto de ter visto um dia Sir Charles Chaplin e Bertolt Brecht sentados numa mesa de bar conversando sobre suas obras: o filme Tempos Modernos e a Peça Na Selva das Cidades.

Brecht, sua dramaturgia e enunciados estão “vivos” em suas ideias ainda tão necessárias num mundo dividido em classes sociais, ricos e pobres, cultos e analfabetos, os que tudo podem e os que nada têm.

A peça conta com alunos do Curso de Artes Cênicas do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), por meio da disciplina optativa Montagem, com alunos da Oficina Permanente de Teatro (DAC- SeCArte) e produção do Grupo Pesquisa Teatro Novo.

Elenco

Alexandre Borges (Joseph), Ana Paula Lemos (Jenny), Douglas Maçaneiro (Um tal Bert Brecht), Eduardo Stahelin (Coro Masculino), Iris Karapostolis (Maysa Trindade, Cantora), Jacque Kremer (Leokadja Begbick), Flora Moritz Silva (Procuradora), Laura Gill Petta (Coro Feminino), Luis Tinoco (Jackob), Márcia Cattoi (Coro Feminino), Neivania Theodoro (Coro Feminino), Neusa Borges (Coro Feminino), Priscila de Souza Serafim (Chaplita), Roberto Moura (Heidrich), Robson Walkowski (Paul).

Segundo a diretora desta montagem, alguns nomes foram trocados para similares em Português. O Procurador e Willy são interpretados por mulheres e transformados em personagens femininos. Chaplita e Bert Brecht são criações para a dramaturgia desta encenação.

Serviço:

O QUÊ: Peça “Ascensão e queda da cidade de Mahagonny”.
QUANDO: Dias 15,16,17 de abril, sempre às 21h.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.                                                                   QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade. É preciso retirar convites no DAC, às quintas e sextas-feiras, das 14 às 18 horas, ou na bilheteria do Teatro, meia hora antes do espetáculo (sujeito à disponibilidades de lugares).
CONTATO: DAC / Teatro da UFSC (48) 3721-9348 e 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

Fonte: Patricia Siqueira – Acadêmica de Jornalismo – Assessoria de Imprensa do DAC: SeCArte: UFSC, com material do grupo.

Tags: DACteatro

Historiador divulga origem do mito de Catarina de Alexandria nesta quinta-feira

14/04/2011 09:41

A roda dentada quebrada, as palmas e o diadema fazem referência à imagem de Santa Catarina de Alexandria, padroeira do Estado, mas grande parte dos catarinenses desconhece a origem desses símbolos. Quem foi Catarina de Alexandria? De onde vem o nome do Estado? É para responder a essas perguntas simples, mas que costumam pegar os catarinenses desprevenidos, e divulgar a história de coragem e amor de Catarina de Alexandria que o historiador João Lupi fará, nesta quinta, 14/04, a palestra “Santa Catarina de Alexandria – A Padroeira dos Estudantes e do Estado de Santa Catarina”. O evento ocorrerá às 15h, no auditório do Centro de Educação (CED) da UFSC.

O interesse pela jovem que deu o seu nome ao Estado ainda é restrito. Nos últimos anos, alguns historiadores, artistas e literatos ilustres começaram a divulgar o nome da santa através da poesia, da pintura (Albertina Prates) e de quadros murais (Rodrigo de Haro). “De 50 anos pra cá, o culto à Santa Catarina de Alexandria diminuiu muito, as pessoas não sabem quem ela foi, não festejam mais a data”, confirma o professor João Lupi, Entusiasta desse mito, Lupi tem se dedicado a valorizar o conhecimento histórico-religioso das crenças responsáveis pela formação do povo catarinense, começando pela busca da origem do nome de nossa terra.

Com a intenção de levar a história de Catarina de Alexandria às escolas, João Lupi publicou dois livros, Santa Catarina: A jovem princesa de Alexandria e Santa Catarina: A origem de seu nome. Ambos foram destinados ao público infantil e editados em parceria com a UFSC e com a Secretaria de Estado da Educação no ano de 2004. Nas duas edições publicadas, o autor conta com linguagem e ilustrações encantatórias da história da vida da santa padroeira dos estudantes. Todavia, a tiragem na época foi pequena e restrita a poucas escolas.

A Grande Mártir Santa Catarina, como é também conhecida, cresceu como pagã mas depois converteu-se ao cristianismo. Após tentar convencer o imperador Maximiamo de que era um erro a perseguição aos cristãos, Catarina foi torturada, presa e então degolada. Nesse momento, um sinal divino aconteceu: no lugar de sangue, jorrou leite do corpo da jovem princesa. Catarina ficou assim reconhecida como mártir – testemunha ou defensora da fé, porque preferiu dar a própria vida a abandonar a fé cristã.

O dia 25 de novembro, dia de sua morte, passou a ser dedicado à imagem da princesa Catarina de Alexandria, que se transformou numa santa cristã. Na Idade Média, os portugueses e espanhóis começavam suas navegações pelo mundo e a devoção à Santa Catarina crescia muito. Nesse mesmo dia, em 1526, o navegador Sebastião Caboto chegou a uma ilha da costa brasileira, habitada pelos índios Carijós, que a denominavam de Meiembipe. Quando aportou na ilha, Sebastião Caboto batizou-a de Ilha de Santa Catarina. Há uma polêmica em torno da motivação desse nome. De acordo com uns, o nome homenageia a santa, enquanto para outros, faz referência a sua esposa Catarina Medrano

Mais informações: Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) – 3721-8605.

Por Marcela Borges/ Bolsista de Jornalismo na SeCArte/UFSC

Tags: palestrasanta catarina de alexandria