Qualidade da água da Lagoa do Peri é tema de palestra de doutoranda da UFSC

03/12/2019 15:46

Na quinta-feira, 5 de dezembro, o Auditório da Justiça Federal em Florianópolis recebe Lorena Pinheiro Silva, doutoranda em Ecologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), para proferir a palestra “A qualidade da água da Lagoa do Peri – monumento natural de Florianópolis”. O evento é aberto ao público e inicia às 18h. O auditório da Justiça Federal está localizado na Avenida Beira-Mar Norte, ao lado da Polícia Federal.

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Pesquisadores da UFSC apontam possibilidade de intoxicação na Lagoa do Peri

11/10/2019 16:30

Lagoa do Peri. Foto: Tatiana Grapsas

Pesquisadores do Laboratório de Ficologia da Universidade Federal de Santa Catarina (Lafic/UFSC), em visita técnica à Lagoa do Peri, no sul de Florianópolis, no dia 10 de outubro, constataram a ocorrência de peixes mortos no local. Diante desta observação, os integrantes do Lafic formularam duas hipóteses para o fato: (1) falta de oxigênio na água (anoxia) devido à severa redução de volume de água na lagoa; e (2) possibilidade de intoxicação por floração de algas nocivas.

Considerando que a possibilidade de intoxicação é a mais provável, os pesquisadores divulgaram hoje, 11 de outubro, nota ao público, recomendando, dentre outras medidas, que a população evite o contato com as águas e sedimentos da Lagoa do Peri.

Confira a íntegra da nota aqui.

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Laboratório de Micologia da UFSC realiza eventos na Lagoa do Peri em dezembro

24/10/2018 18:30

O Rick Foray é um evento organizado anualmente pelo Laboratório de Micologia da Universidade Federal de Santa Catarina (Micolab/UFSC) e que tem como proposta a realização de incursões a campo, acompanhadas de informações teóricas sobre fungos macroscópicos. O evento é destinado a qualquer pessoa que goste de fungos e tenha interesse em aprender mais sobre esses organismos, sua diversidade e taxonomia. Este ano ocorrerá no dia 3 de dezembro no Parque Municipal da Lagoa do Peri. O valor da inscrição é R$40.

No dia seguinte, 4 de dezembro, o Micolab realizará o ECTO SUL, também no Parque Municipal da Lagoa do Peri. O ECTO SUL foi criado para discutir as descobertas mais recentes sobre ectomicorrizas na Ilha de Santa Catarina e compartilhar experiências. O evento é destinado a pesquisadores e estudantes de doutorado, mestrado e graduação das áreas de micologia, ecologia, sistemática vegetal, fisiologia e anatomia vegetal, que devem apresentar pôsteres na dimensão 1,20 m x 0,90 m. Não haverá seleção dos trabalhose o conteúdo apresentado é de inteira responsabilidade dos autores. O valor das inscrições é R$ 50.

A inscrição para as duas atividades deve ser feitas aqui até 10 de novembro.

Mais informações no Facebook, pelo e-mail ou na página do Micolab.

 

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Pesquisa analisa riscos da contaminação de mexilhões na Praia do Matadeiro

29/05/2017 08:39

Um projeto de pesquisa de mestrado irá verificar possíveis riscos de contaminação de um tipo de cianobactéria tóxica em mexilhões da Praia do Matadeiro. Densas populações desta espécie, Cylindrospermopsis raciborskii, foram registradas na Lagoa do Peri desde a década de 1990 e, nos últimos 20 anos, são monitoradas pela Casan. As concentrações de saxitoxina, produzida pela cianobactéria, ainda são baixas e o sistema de tratamento de água da Casan consegue remover a contaminação, principalmente pelos filtros e cloro. Porém, o Canal do Sangradouro leva água da Lagoa do Peri ao Atlântico, entre Armação e Matadeiro, onde há costões rochosos, habitat de mexilhões, além de organismos comestíveis enterrados na areia.

Cianobactérias tóxicas são analisadas em laboratório. Foto: Henrique Almeida/Diretor de Fotografia da Agecom/UFSC

“Se a carga tóxica de lagoa do Peri está constantemente sendo lançada na praia do Matadeiro, o que se pode esperar da contaminação de mexilhões que por ali vivem ou que por ventura sejam ali cultivados?”, questiona Leonardo Rörig, líder do Grupo de Pesquisa do CNPq Biologia, Cultivo e Biotecnologia de Microalgas e orientador da mestranda Tanise Klein Ramos. Séries de amostragens e análises serão realizadas a fim de testar estas hipóteses, explica Rörig. “Dependendo dos resultados, medidas de gestão deverão ser tomadas para impedir o consumo de frutos do mar oriundos de alguns setores da Praia do Matadeiro. Consequentemente, o cultivo de mexilhões na área deveria ser impedido, haja vista o risco de contaminação com consequências a saúde pública”.

Para recreação na Lagoa do Peri, maior corpo de água doce da Ilha de Santa Catarina, não há complicações atualmente, confirma Rörig. “Dificilmente a pessoa que engolir a água vai ter problemas. Hoje, a água da lagoa é limpa, as algas só vão crescer mais se houver água mais suja”. 
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Novos sensores ajudam estudos sobre ecossistema da Lagoa do Peri

27/05/2014 17:33

Foto: Limnos

Novos sensores foram instalados na Lagoa do Peri como ferramentas do Laboratório de Ecologia de Águas Continentais (Limnos) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para monitorar parâmetros importantes da qualidade da água. A instalação do equipamento foi feita na terça-feira, 20 de maio, e o laboratório pode agora aprofundar os estudos desenvolvidos no local por acadêmicos da UFSC desde 2007. A lagoa e o laboratório estão localizados no Parque Municipal da Lagoa do Peri, importante Unidade de Conservação de Proteção Integral do município de Florianópolis.

Os sensores – instalados em uma estrutura flutuante, montada com canos e boias – produzem, a cada 15 minutos, dados sobre temperatura, vento e radiação da atmosfera no nível da lagoa; e sobre oxigênio, condutividade, temperatura e radiação no fundo da água. As informações são armazenadas em um equipamento chamado data logger, que funciona utilizando energia solar. 
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