
Ao longo de três dias, 16 participantes discutiram resultados preliminares da pesquisa, organizaram frentes de trabalho e definiram os próximos produtos científicos e técnicos. Foto: Paula Drummond.
A regeneração natural pode reduzir custos da restauração florestal e ampliar a recuperação de áreas degradadas na Amazônia, mas ainda existem muitas incertezas sobre como esse processo ocorre em diferentes paisagens. Para responder a essas questões, pesquisadores e gestores públicos participaram,em Planaltina (DF), da primeira oficina presencial do projeto Regenera-Amazônia, um dos selecionados na chamada de 2025 do SinBiose, programa voltado à integração de conhecimentos científicos para subsidiar políticas públicas.
A professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Ana Catarina Jakovac é coordenadora do projeto Regenera-Amazônia apoiado pelo Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (SinBiose/CNPq). A iniciativa reúne pesquisadores e gestores para produzir evidências científicas sobre regeneração natural e sua aplicação em políticas de restauração florestal.
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O Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal de Santa Catarina (LabHidro/UFSC), vinculado ao Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, disponibilizou placas interativas em pontos estratégicos ao longo da Trilha Caminho da Gurita, localizada na margem da Lagoa do Peri, em Florianópolis, com intuito de garantir a preservação dos recursos hídricos da região pela observação da umidade do solo e da presença e nível de água pelo trajeto. A iniciativa conta com apoio da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Floram) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
As placas integram o projeto Ciência Cidadã, criada pelo do LabHidro, que consiste em contar com a participação popular para a coleta de dados sobre os rios efêmeros da Bacia do Peri, com o objetivo de compreender como a chuva afeta a disponibilidade de água na localidade. Sinalizadas com QR Codes que levam ao WhatsApp do LabHidro, as placas apresentam perguntas sobre a presença de água na trilha, além de disponibilizar um telefone para envio de fotos das réguas instaladas pelo LabHidro nos rios da Gurita, para medição do nível hídrico.
O projeto foi iniciado em setembro de 2024, tendo seus resultados estudados pelo laboratório e divulgados na página Águas do Peri: Conectando Ciência e Cidadãos.
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