RU é destaque no UFSC Entrevista

13/05/2011 22:22

O UFSC Entrevista, que vai ao ar na segunda-feira, 16, às 21h30, tem a diretora do Restaurante Universitário da UFSC, Deise de Oliveira Rita como convidada. Ela  fala sobre a obra de ampliação que está em andamento e outros procedimentos de melhoria do restaurante para o futuro.

Na próxima quinta-feira, dia 19, o programa Primeiro Plano da TV UFSC vai apresentar a reportagem “Além do Limite”. Produzido como Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo de Karina Della Giustina , o vídeo mostra a história de pessoas que complementaram o tratamento de suas doenças através do equilíbrio psicológico e espiritual. A reportagem tem depoimentos de pacientes do Centro de Apoio ao Paciente com Câncer, médicos e voluntários. O Primeiro Plano vai ao ar na quinta-feira, às 20h30.

Na noite desse domingo, dia 15, o filme escolhido para passar na Sessão Cinema é o “Livre e Fácil”. A Comédia de 1930 é dirigida por Edward Sedgwick. Na história, a srta. Elvira Plunkett vai tentar a sorte em Hollywood após ter sido eleita a miss Gopher City. À caminho da cidade, acompanhada de sua mãe e de seu atrapalhado e apaixonado empresário, Elvira conhece o astro de cinema Larry Mitchell, que promete ajudá-la a encontrar os diretores de um grande estúdio de Cinema. O Sessão Cinema é exibido às 19h30.

A TV UFSC pode ser sintonizada no canal 15 da NET. Informações: www.tv.ufsc.br.

As calças jeans e as camisetas convivem bem com a tinta preta no rosto. Os flashes insistentes incomodam alguns, e os sorrisos não saem tão fácil dos adultos, mas há crianças que se postam em frente às câmeras, e jovens de penteado moicano com máquinas e filmadoras nas mãos, como que a revidar fazendo suas próprias imagens. A segunda aula magna do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC, que aconteceu na quarta, 11/05, reuniu reitor, pró-reitores, professores, estudantes, autoridades e os alunos de tribos Kaigáng, Xokleng e Guarani, que retornam agora à Universidade após dois meses nas comunidades colocando em prática o que aprenderam no curso em seus primeiros trinta dias.
Tags: RU/UFSC

Aula magna de Licenciatura Indígena põe em pauta a diversidade

13/05/2011 21:26

As calças jeans e as camisetas convivem bem com a tinta preta no rosto. Os flashes insistentes incomodam alguns, e os sorrisos não saem tão fácil dos adultos, mas há crianças que se postam em frente às câmeras, e jovens de penteado moicano com máquinas e filmadoras nas mãos, como que a revidar fazendo suas próprias imagens. A segunda aula magna do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC, que aconteceu na quarta, 11/05, reuniu reitor, pró-reitores, professores, estudantes, autoridades e os alunos de tribos Kaigáng, Xokleng e Guarani, que retornam agora à Universidade após dois meses nas comunidades colocando em prática o que aprenderam no curso em seus primeiros trinta dias.

A data teve programação durante toda a quarta: de manhã, os alunos se reuniram com o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Augusto Freitas Meira, quando reivindicaram bolsas de estudos para que possam permanecer na Universidade e concluir o curso, e, às 18h, no hall da Reitoria, foi aberta a exposição “Guarani, Kaigáng e Xokleng – Atualidades e Memórias do Sul da Mata Atlântica”.

A mesa de abertura contou com a presença do reitor Alvaro Prata; do presidente da Funai; da diretora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) Roselane Neckel e da coordenadora do curso Ana Lúcia Vulfe Nötzold. A mesa de debates foi composta pela pesquisadora do Laboratório de Etnologia Indígena Maria Dorothea Darella; o coordenador-geral da Educação Escolar Indígena da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do MEC, Gersem José dos Santos Luciano (Baniwa), e a procuradora da República em Santa Catarina Analúcia de Andrade Hartmann.

Multiplicando as transformações

A solenidade foi ao encontro do que Gersem defende: que o curso transforma seus alunos, mas também a sociedade e a Universidade. O hino nacional foi cantado por alunos Kaigáng – metade entoado em sua língua nativa e a outra metade em português; houve espaço à homenagem a Natalino Crespo – feita de acordo com as tradições de sua tribo – companheiro que os incentivou a ingressar no curso e que faleceu no dia 02/03, e o mestre de cerimônias não deixou de lado os caciques, quando registrou a presença das autoridades. Os detalhes demonstram as modificações sutis que a Universidade começa a ensaiar.

“A UFSC não estava e nem está preparada para recebê-los. Mas a forma de nos adequar é vivenciar e aprender, aperfeiçoar a cada dia”, atesta o reitor. “Faço dois pedidos: que tenham compaixão com a nossa instituição, perdoando nossas falhas, apesar de nossa boa vontade, e que exultem-se a si próprios, sendo bons alunos”.

O curso, que vinha sendo gerado desde 2007 pela Comissão Interinstitucional para Educação Superior Indígena (Ciesi, formada por integrantes da UFSC, organizações representantes dos povos indígenas e entidades parceiras), é um dos 26 do Brasil oferecido exclusivamente aos povos indígenas, e ajuda a somar cerca de oito mil índios no ensino superior. O presidente da Funai explica que esse número só tende a crescer. “De acordo com o IBGE, temos hoje no país cerca de 817 mil índios”. Isso significa que nos últimos dez anos a população indígena cresceu mais de 10%, número superior aos das pessoas que se declaram brancas, negras ou pardas. “Já escutei muito, também em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, a frase ‘aqui não tem índio’. Por isso o curso vai além da educação: é também político. E essas novas gerações que fizerem o ensino superior poderão contribuir de forma mais efetiva com a construção do país”, defende.

Igualdade nas diferenças

A professora Roselane ratifica a fala de Márcio: “este momento significa a inclusão desses cidadãos na sociedade, a partir de seu ingresso na Universidade”. A diretora do CFH vai além. “Em um país de diferenças tão profundas, não podemos tratar da mesma forma a todos, como se todos tivessem condições iguais”, afirmou, mencionando em seguida as políticas públicas de permanência que a Universidade destina a alunos oriundos de escolas públicas, negros e indígenas, e reafirmando a disposição da UFSC em buscar meios de viabilizar, junto com a Funai, bolsas de estudos a esses alunos.

A equidade também foi mencionada por Analúcia, que ainda relembrou o saudoso professor Sílvio Coelho dos Santos como orientador nos estudos das questões indígenas – homenageado anteriormente pela professora Dorothéa, que o apontou como baluarte da antropologia em questões da área. “Quando trabalhei junto a tribos, contava-se nos dedos quantos falavam fluentemente o Kaigáng. ‘Só se pegarmos à força esses indiozinhos’, me diziam os mais velhos. Não existia a valorização dos índios e de sua cultura”. Hoje, de acordo com a procuradora, a Secretaria de Educação de SC já reconhece as diferenças e as estimula, orientando escolas e professores. “Agora os alunos são liberados para os cultos junto com seus pajés, e há horários e merendas diferenciados”, relata.

Dos índios para os índios

Doutor em Antropologia Social, Gersem Baniwa faz parte da primeira leva de professores de dedicação exclusiva da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) que leciona nos cursos de Licenciatura Indígena em Políticas Educacionais e Desenvolvimento Comunitário e Formação de Professores Indígenas. O docente analisa a valorização de sua cultura. “Sempre me perguntei quantos eram os portugueses que desembarcaram no Brasil, e qual o número de indígenas que havia aqui para recebê-los, e a resposta me parece óbvia. Em nenhum momento os índios foram capazes de se articular para enfrentar o inimigo comum. E nisso se passaram cinco séculos. Apenas na década de 1970 se iniciaram as primeiras reações mais conscientes dentro dessa relação histórica de dominação”. “Nenhuma política”, continua, “tem sido implantada porque o Brasil mudou sua percepção de mundo, e sim porque os povos indígenas tomaram outra atitude, e o ensino superior faz parte dessa reação”.

Gersem confessa que o magistério voltado ao índio está em processo de construção. “Ainda não tenho clareza do que fazer em sala de aula. A escola foi inventada pelo mundo branco para atender às necessidades de industrialização e mercantilização, e talvez seja um erro adaptá-la às demandas indígenas”.

Há menos de uma década atuando como categoria, os professores indígenas talvez busquem o meio termo. “A responsabilidade é grande. Como se define uma escola intercultural? Tem povos que nos cobram o ensino da língua nativa, mas não conheço índio que não queira aprender sobre as novas tecnologias. E será que ensinar português vai ser bom para esses povos? Tem quem ache que o índio que fala bem o português já não é mais índio”, problematiza.

O duelo entre o novo e o antigo, no entanto, parece se desfazer a partir da visão do professor. “Há pessoas acreditando que a tradição e a modernidade são incompatíveis. Isso é um problema para os pensadores, porque os índios já resolveram a questão. Para eles, o caminho é a complementaridade: não conheço povo indígena que, já tendo contato com a cultura do homem branco, abdique do direito de frequentar uma escola”.

Gersem ainda enfatizou o caráter social que a educação tem para sua gente. “Os índios são pragmáticos: quem vai à escola deve voltar sabendo fazer sabão, anzol, construir roupas, senão significa que não aprendeu direito. O estudo tem como objetivo melhorar a comunidade”.

Pinturas, danças e direitos

Van (que em Xokleng significa taquara), tem sete anos e foi a atração da cerimônia para os fotógrafos. Com adereço de cisal no cabelo, pintura preta no rosto e usando saia de palha, balançava de tempos em tempos um chocalho de cabaça e passava com a mãe Walderes a música que cantaria junto ao grupo logo depois do evento.

Aos 26 anos, Walderes cria a sobrinha Van como filha, e a deixa com a mãe em José Boiteux, onde se localiza a tribo Laklãno, quando fica em Florianópolis para assistir às aulas. “Agora estou mais tranquila porque ela veio comigo para a apresentação, mas no primeiro mês foi mais difícil”, relata.

Formada em Letras Português/Espanhol em uma universidade de Indaial, a Xokleng afirma que estudar, agora, está bem mais fácil. “Quando fiz a primeira faculdade, com minha mãe, havia vezes em que dormíamos no ponto de ônibus, e no outro dia tomávamos banho na própria universidade, porque não havia dinheiro para voltar para casa. Aqui tem sido bem diferente”, comemora.

Questionada sobre a diferença entre os Xokleng, Kaigáng e Guarani, ela se vira e aponta: “Olha só a pintura. Cada um faz desenhos diferentes, e cada etnia possui suas próprias músicas e danças”, explica, contando que sua tribo, que habita um terreno de cerca de 14 mil hectares, abriga as três etnias.  “Conheci professores de geografia e história que se referiam ‘aos índios’ apenas. Mas há grandes diferenças em relação aos costumes e tradições”. Walderes pretende seguir Licenciatura em Humanidades, com ênfase em Direitos Indígenas. “Hoje estamos reivindicando a redemarcação de nossas terras. Quero lutar pelas causas indígenas”.

Por Cláudia Schaun Reis/ Jornalista na Agecom
Fotos: Pâmela Carbonari / Bolsista de Jornalismo na Agecom

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Tags: indígenamuseu

Seminário discute recuperação da ponte Hercílio Luz

13/05/2011 17:33

Fotos: Paulo Noronha / Agecom

Um dia antes do aniversário de 85 anos da ponte Hercílio Luz, comemorado nesta sexta-feira, 13 de maio, foi realizado no Auditório da Reitoria da UFSC o III Seminário sobre a Recuperação da Ponte Hercílio Luz. Com o lema “Nosso símbolo, nosso orgulho”, o evento reuniu o vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva, consultores do projeto de recuperação da ponte, engenheiros e representantes governamentais, como o secretário de Estado da Infraestrutura, Valdir Cobalchini, o presidente do Departamento Estadual de Infraestrutura (DEINFRA), Paulo Meller, e o representante do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Mário Alves, que discutiram a importância da restauração, questões técnicas da construção e participaram de um debate sobre a viabilidade da obra.

O evento começou às 9h com o anúncio do Secretário de Estado de Infraestrutura de que nesta sexta será entregue ao governador Raimundo Colombo um projeto para captar recursos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet. A iniciativa é essencial para dar continuidade à obra de restauração, já que o governo não possui os $ 170 milhões orçados. O secretário falou também que está criada uma comissão de acompanhamento da obra, com representantes do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da UFSC, do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Assembleia Legislativa (ALESC). “Estamos dando à ponte a importância que ela tem”, disse, e ressaltou que esta não é uma obra só de infraestrutura, mas de recuperação de patrimônio, já que a ponte pode ser considerada um monumento e símbolo de Santa Catarina.

O pronunciamento de Cobalchini foi complementado pelo técnico do IPHAN Mário Alves, que resgatou a importância histórica da ponte na consolidação de Florianópolis como capital do estado e criticou a associação da imagem da ponte com a falta de mobilidade na cidade.

Após a exibição do documentário Ponte Hercílio Luz Patrimônio da Humanidade, de Zeca Pires, o consultor internacional do Projeto de Recuperação da Ponte Hercílio Luz, Khaled Mahmoud, o consultor nacional Jür Jewe Maertens e o coordenador das obras Cássio Magalhães se reuniram na palestra ´A Situação Atual da Ponte Hercílio Luz e os caminhos para se colocar a Ponte em segurança´. Mahmoud falou dos problemas de conservação, como o excesso de fissuras e corrosão nas chapas de apoio, e explicou como será feito o novo sistema de suspensão. Para mostrar a importância da restauração da ponte Hercílio Luz, ele mostrou imagens de outras pontes que são símbolos de cidades, como a ponte do Brooklyn, em Nova Iorque, e questionou: “Quantas cidades no mundo podem contar com uma estrutura, um monumento, como a ponte Hercílio Luz?”.

O debate teve a participação dos professores da UFSC de Engenharia Civil Ivo Padaratz e Moacir Carqueja, de Arquitetura Mário César Coelho e de Engenharia Mecânica Honorato Tomelin, além do presidente do DEINFRA, Paulo Meller. Os únicos que se posicionaram contra a restauração da ponte e levantaram questões sobre necessidade da obra quando faltam recursos para outras melhorias em infraestrutura e manutenção das outras duas pontes foram os professores Padaratz e Carqueja. “A obra de recuperação me parece um saco sem fundo, agora são R$ 170 milhões, mas quem garante que vai ficar só nisso mesmo?”, questionou Padaratz. O presidente do DEINFRA reconheceu que “ninguém pode atestar que não haverá surpresas pela frente”, mas disse que tem certeza que existe capacidade técnica para restaurá-la e que isso deverá ser feito.

Marília Marasciulo / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Foto de capa: Coleção Rogério Santana

Tags: Ponte Hercílio Luz

Curso: Como deixar de fumar em cinco dias

13/05/2011 16:42

Acontece entre os dias 30/05 e 03/06 o curso Como deixar de fumar em cinco dias.  As inscrições devem ser feitas através do e-mail jsouza@mtm.ufsc.br e as aulas acontecem no Auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), das 20h às 21h30.

O curso, gratuito e aberto à comunidade, existe desde 2002 e é coordenado pelo professor da UFSC Joel Souza.

Mais informações: 9142-1303.

9ª Semana de Museus traz filmes e debates a partir de segunda

13/05/2011 16:21

Tem início na segunda, 16/05, e segue até a sexta, 20/05,  o Ciclo de Cinema: Museu, Memória e Patrimônio, que acontece dentro da 9a. Semana de Museus – Museu e Memória. O evento será realizado no Auditório do Museu Universitário, sempre das 16h às 18h30, e tem entrada gratuita, sendo aberto à comunidade. Aos alunos serão fornecidos certificados.

Mais informações:  (48) 3721-8604,  3721-9325 ou ufsc.mu.museologia@gmail.com.

PROGRAMAÇÃO

Segunda-feira (16/05)

Filme: Tapete Vermelho – Brasil, 100min, 2006

Direção : Luiz Alberto Pereira.

Debate com Profª Dr.ª Leila Ribeiro (UNIRIO)

Terça-feira (17/05)

Filme: Cerveja Falada (15 minutos).

Direção: Demétrio Panaroto, Luiz Henrique Cudo e Guto Lima.

Debatedores: Guto Lima e Fernando Boppré

Quarta-feira: (18/05)

Filme: Franklin Cascaes

Debatedores: Edina de Marco e José Rafael Mamigonian

Quinta-feira: (19/05)

Filme: Museus do Rio  (60 minutos)

Direção: Regina Abreu

Debatedoras: Profª Evelyn Zea e Profª. Letícia Nedel – UFSC

Sexta-feira: (20/05)

Filme: Tecido Memória (70 minutos)

Direção: José Sérgio Leite Lopes, Rosilene Alvim e Celso Brandão.

Debatedor: Prof. Alex Valim e Prof. Rafael Devos – UFSC

Tags: cinemamuseologia

Restaurado painel que mostra os fundadores da Faculdade de Direito

13/05/2011 13:16

Fotos Pâmela Carbonari/ Agecom

A Fundação José Arthur Boiteux (Funjab) inaugurou na manhã desta sexta-feira, dia 13, o painel restaurado dos fundadores da Faculdade de Direito, que inclui nomes conhecidos como Nereu de Oliveira Ramos (que foi senador e presidente da República), José Boiteux, Henrique da Silva Fontes, Othon Gama Lobo D’Eça, João Bayer Filho, Fúlcio Coriolano Aducci, Henrique Rupp Júnior e Alfredo von Trompowsky. O coordenador do projeto é o professor Luis Carlos Cancellier de Olivo, do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal de Santa Catarina.

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Tags: painel fundadores do direitoUFSC

Editora lança nesta segunda 65 livros e divulga resultado de concurso de romance

13/05/2011 10:15

Um grande evento literário marcará as comemorações dos 30 anos de fundação da Editora da UFSC e um ano de virada na política gráfica e editorial que a projetou entre as melhores editoras universitárias do país. Em alusão a essas conquistas, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC promove, na próxima segunda-feira, 16 de maio, às 17 horas, na sala Aroeira do Centro de Cultura e Eventos, o lançamento coletivo: “A Editora da UFSC no século XXI”, que trará a publico 65 obras de grande relevância cultural. No mesmo evento, a Editora vai divulgar o nome do vencedor do Concurso Salim Miguel de Romance, o único no gênero hoje em Santa Catarina.

Para a tarde coletiva de autógrafos foram convidadas todas as pessoas envolvidas na produção intelectual da nova safra da Editora, o que inclui mais de 350 nomes, entre ensaístas, organizadores, escritores e tradutores que assinam 65 títulos publicados em 2010 e 2011. “São livros científicos, técnicos, ensaísticos e literários nas mais diversas áreas, que expressam essa mudança no projeto estético e editorial, caracterizada pela publicação de obras de impacto na cultura contemporânea”, explica a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges.  Depois da divulgação do vencedor do concurso haverá coquetel com tarde autógrafos.

Entre os lançamentos recém-saídos do prelo, o diretor da EduFSC, Sérgio Medeiros, destaca a obra Pensar/Escrever o Animal, um compêndio de 421 páginas que trata de uma das questões mais emergentes do pensamento contemporâneo: a superação da perspectiva antropocêntrica. Fruto de uma parceria com a Fapemig, de Minas Gerais, o livro é a primeira obra publicada no Brasil expressando o pensamento interdisciplinar sobre a relação do homem com outras formas de vida e sobre o impacto dessa relação na própria concepção clássica de ser humano.

Organizado por Maria Esther Maciel e lançado na última semana com grande impacto em Belo Horizonte, Pensar/Escrever o Animal reúne 20 ensaios inéditos, traduzidos para o português, de grandes especialistas internacionais, como Dominique Lestel e Donna Haraway, além de textos de ensaístas brasileiros, como Benedito Nunes, um dos maiores estudiosos da literatura moderna brasileira, Márcio Selligmann-Silva e Raúl Antelo. Os ensaios confluem pesquisas na área da filosofia, literatura, artes, etologia, biologia, arqueologia, zoologia, biopolítica, estudos de gênero, psicologia para discutir as tensões nas fronteiras entre o animal, o humano, a máquina e o artefato na direção de uma ética do inumano ou do pós-humano.

Obras locais e universais

Criada em 1980, a Editora da UFSC tem mais de mil títulos no mercado e publica, em média, 50 livros por ano. Reconhecida pela excelência internacional dos seus títulos, é hoje uma das grandes editoras universitárias do país. Destaca-se também pelo cuidado e rigor de suas edições, além de imprimir formatos inovadores, como livro-estante e caixa-livro. O novo padrão gráfico prioriza o uso de papel pólen e se caracteriza pela apresentação de capas, texturas, cores e ilustrações de elegância estética. Merecedores de resenhas, artigos e indicações de leituras dos principais veículos de cultural do país, os lançamentos impactantes de 2010 e 2011 estão expostos no site e nas vitrines da Livraria Cultura e distribuídos para as principais livrarias do território nacional.

Entre suas mais recentes publicações estão traduções de obras inéditas em língua portuguesa de autores como Mallarmé, Evaristo Carriego, Franz Kafka, Giorgio Agamben e Pierre Bourdieu (no prelo). Também lançou ensaios inéditos no Brasil de Gonçalo Tavares e traduções comentadas da dramaturgia de Shakespeare. Através da aquisição de direitos autorais ou da parceria com outras instituições, lançou obras exclusivas de Linda Hutcheon, Paul Claval, Miguel do Vale de Almeida, Luiz da Costa Lima, Luc-Nancy e Judith Butler (os três últimos no prelo).

Com o Instituto Itaú Cultural reuniu e editou os textos críticos do cineasta catarinense Rogério Sganzerla e prepara a publicação do romance de Glauber Rocha. Para incentivar a produção literária em Santa Catarina, lançou em 2010 o Concurso Romance Salim Miguel e já prepara os concursos para livros de conto, poesia, de roteiro e dramaturgia para os próximos anos. Muita expectativa gira em torno do nome do romancista catarinense que levará o prêmio entre 28 escritores inscritos, muitos autores já consagrados.

A editora traz ao leitor o melhor da produção científica, tecnológica e cultural da UFSC, através de séries como a Didática, Geral, Nutrição e Ética e da publicação dos grandes escritores catarinenses de todas as épocas, como Silveira de Souza, Cruz e Sousa, Rodrigo de Haro, Franklin Cascaes (ambos no prelo). É associada à Liga de Editoras Universitárias, formada pela EdUSP, Unicamp, EdUFPA, EdUNB, EdUFMG e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Há dois anos, os livros da EdUFSC podem ser adquiridos pela livraria virtual www.edufsc.ufsc.br

Raquel Wandelli – assessora de comunicação da SeCArte/UFSC / raquelwandelli@yahoo.com.brraquelwandelli@reitoria.ufsc.br

Fones: 37219459 e 99110524 / www.secarte.ufsc.brwww.ufsc.br

Tags: concurso de romanceEdUFSClançamento 65 livros

Estudantes de Literatura Alemã da UFSC visitam o Museu Victor Meirelles

13/05/2011 09:46

Para conhecer as obras do artista catarinense Victor Meirelles no museu do artista, vinte estudantes de Literatura Alemã/UFSC visitaram na quarta-feira, 11 de maio, a exposição “Construções”, cuja curadoria é de Paulo Reis. Acompanhado pelos professores Werner Heidermann e Maria Aparecida Barbosa, o grupo foi guiado pela antropóloga Simone Rolim de Moura da ação educativa do Museu. 
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Tags: Construçõesliteratura alemãVictor Meirelles

Peça Livres e Iguais tem apresentações neste final de semana

13/05/2011 09:31
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A peça é baseada na Declaração Universal dos Direitos Humanos

Está de volta aos palcos de Florianópolis, após três anos,  um dos mais belos espetáculos da história do teatro catarinense: Livres e Iguais, Teatro de Formas Animadas do grupo Teatro sim… por que não?!. A peça fica em cartaz no Teatro da UFSC até 29 de maio, com apresentações às sextas, sábados e domingos, sempre às 20h30.

Pela visão dos diretores Júlio Maurício, Nazareno Pereira e Nini Beltrame, bonecos de sucata em um cenário de luzes e sombras representam o cotidiano de pessoas comuns, que dependem do lixo para sobreviver e convivem com a falta de moradia e trabalho nos grandes centros urbanos do Brasil.
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DAC abre inscrições para novas oficinas de Fotografia, Cerâmica e Artes Visuais

13/05/2011 09:07

O Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC abre inscrições para três novas oficinas de Arte: Fotografia, Cerâmica e Artes Visuais (Pintura e Técnicas Mistas). As inscrições devem feitas na Secretaria do DAC, de 16 a 18 de maio, de segunda a quarta-feira, das 9h às 18h.  As oficinas acontecem entre 19 de maio e 21 de julho.
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Tags: artes visuaisDACoficinas de arte

A Fundação José Boiteux inaugura nesta sexta o painel restaurado dos fundadores da Faculdade de Direito

12/05/2011 15:12

A Fundação José Arthur Boiteux  ( www.funjab.ufsc.br) convida para a inauguração do painel restaurado dos fundadores da Faculdade de Direito, nesta sexta-feira, 13 de maio, às 10h, no Centro de Ciências Jurídicas. Após a inauguração haverá palestra  com o presidente da FAPESC, Sérgio Gargioni, sobre o Panorama da pesquisa em Santa Catarina.A Faculdade de Direito de Santa Catarina, que veio a integrar a Universidade Federal de Santa Catarina, foi fundada em 11 de fevereiro de 1932 e tem  hoje mais de 1.000 alunos de graduação e pós-graduação.

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Tags: Faculdade de direitoFundação BoiteuxFundadores faculdade de direitoUFSC

Pesquisa revela que informações sobre gordura trans em alimentos industrializados podem confundir compradores

12/05/2011 10:18

Considerando os efeitos prejudiciais à saúde, em 2004 Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou a eliminação total do consumo de gordura trans industrial.  No Brasil, desde 2006 a legislação obriga que o conteúdo de gordura trans seja apresentado no rótulo dos alimentos industrializados. No entanto, a presença só deve ser descrita se for acima de 0,2g de gordura trans por porção do produto, o que pode mascarar a notificação de presença ou ausência da substância nos alimentos.

Estas questões estimularam na UFSC uma pesquisa para investigar como a gordura trans é notificada nos rótulos de alimentos industrializados vendidos em um supermercado brasileiro. O trabalho foi desenvolvido junto ao Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) e ao Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições (NUPPRE), resultando na dissertação de mestrado da nutricionista Bruna Maria Silveira. Orientado pela professora Rossana Pacheco da Costa Proença, o estudo foi defendido no início desse ano.

Descrições equivocadas e dúvidas

A análise realizada em rótulos de 2.327 alimentos industrializados encontrou 14 denominações para designar a gordura trans na lista de ingredientes – desde a mais comum, como “gordura vegetal hidrogenada”, até descrições equivocadas na denominação química, como “óleo vegetal líquido e hidrogenado”.

Bruna explica que, quimicamente, somente pode ser chamada de gordura a substância que, na temperatura ambiente, for sólida ou semissólida. A substância líquida deve ser chamada de óleo.  O estudo permitiu também a observação de nove denominações que deixam dúvida sobre o conteúdo de gordura trans, como “gordura vegetal” ou “margarina”.

“É importante ressaltar que as únicas gorduras vegetais naturalmente sólidas ou semissólidas são aquelas oriundas de coco, palma e babaçu. Como essa matéria-prima é cara, é importante a indústria destacar sua presença na lista de ingredientes. Mas a denominação gordura vegetal ou margarina pode representar que o alimento contém gordura trans”, esclarece a nutricionista.

Segundo ela, aproximadamente metade (51%) dos produtos alimentícios analisados citava componente com gordura trans na lista de ingredientes. Poucos produtos (18%) citaram algum conteúdo de gordura trans no quadro da informação nutricional e 22% dos alimentos destacaram na parte da frente rótulo frases com o sentido de “não contêm gordura trans”.

“A concordância entre a presença de gordura trans na lista de ingredientes e a presença de gordura trans no quadro da informação nutricional foi muito baixa (16%) significando que observar a presença de gordura trans no quadro de informação nutricional é pouco seguro para determinar se o alimento contém esse tipo de gordura”, alerta a profissional.

Seu estudo mostra também que entre os alimentos que tinham destaque na frente do rótulo “não contém gordura trans”, a concordância com lista de ingredientes foi nula (0%). “Significa que essas frases de destaque não indicam que o produto é livre de gordura trans”, complementa a nutricionista. Ela ressalta ainda que a cada 10 produtos que diziam não ter gordura trans, somente em quatro deles este tipo de gordura não tinha sido realmente usado segundo a lista de ingredientes.

“Os resultados indicam que não se pode considerar apenas o quadro da informação nutricional e o destaque de ´não contêm gordura trans` para saber se o alimento industrializado tem ou não gordura trans”, alerta Bruna. Além disso, sua pesquisa indica que,  mesmo consultando a lista de ingredientes para detectar a presença da gordura trans, nem sempre esta informação está clara pelo uso de diversas denominações para a gordura vegetal hidrogenada.

Na avaliação das autoras do trabalho, os resultados podem ser analisados como em desacordo com o objetivo de existir a rotulagem nutricional e o direito do consumidor em ser informado. Além disso, os produtos podem afetar a saúde da população e, consequentemente, causar impacto nos serviços de saúde do país.

O estudo mostra a necessidade de reformulação na legislação brasileira sobre a rotulagem nutricional para os produtos alimentícios no que diz respeito à notificação da gordura trans por porção na informação nutricional e revela a ausência e padronização de denominações de gorduras na lista de ingredientes. Como resultado, sugere a padronização de nomes de gorduras na lista de ingredientes, para facilitar a compreensão do consumidor.

“Considerando que não existe limite mínimo seguro de ingestão de gordura trans industrial, sugerimos que qualquer quantidade desta gordura contida no alimento seja informada no quadro de informação nutricional. Além disso, que seja padronizada a frase de destaque de ausência de gordura trans industrial, que somente poderia ser utilizada quando o alimento realmente não apresentasse este tipo de gordura”, complementa a orientadora do trabalho, professora Rossana Proença, que salienta a  importância da rotulagem nutricional para possibilitar escolhas alimentares saudáveis no momento da compra.

Mais informações:

Bruna Maria Silveira / brunamariasilveira@gmail.com /(47) 9906-7944

Rossana Pacheco da Costa Proença / rossana@mbox1.ufsc.br / (48) 3721-5138

Saiba Mais:

A gordura trans:

– Há dois tipos de gordura trans, com características e funções diferentes no organismo humano.

– A gordura trans natural, também denominada CLA, é aquela contida em alimentos oriundos de animais ruminantes, como leite e carne bovina. Este tipo de gordura é consumido há séculos pelo ser humano e pesquisas demonstram, inclusive, que podem ser benéficos à saúde.

A gordura trans industrial é um tipo de gordura criada em laboratório e muito utilizada pela indústria de alimentos para dar a textura, sabor e aumentar a validade dos alimentos, mas que o organismo humano não reconhece e acaba afetando o seu funcionamento normal. As doenças associadas ao consumo desse tipo de gordura são principalmente as doenças do coração, excesso de peso e diabetes, mas as pesquisas demonstram também influência em certos tipos de câncer, problemas fetais e infertilidade.

Tags: gordura trans

Cine Paredão exibe A Dança dos Vampiros

12/05/2011 10:04

O filme será exibido nesta sexta-feira, 13 de maio, nas Colinas do Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Em caso de chuva o evento é transferido pra o auditório do CFH.
Sinopse:

Abronsius (Jack MacGowran) é um professor universitário especialista em
vampiros que decide ir até a Transilvânia, no coração da Europa Central,
acompanhado de seu fiel discípulo Alfred (Roman Polanski), que infelizmente
é bem medroso. Abronsius tem como objetivo aprender sobre vampiros e
combatê-los, se possível, mas os fatos tomam um rumo inesperado e vão de
encontro aos objetivos do professor.
Diretor- Roman Polanski

1967, Inglaterra

Mais informações: chiadodasideias@gmail.com

Tags: cine paredão

Rede de Telemedicina chega a um milhão de exames em 2011

12/05/2011 09:21

No mês de abril de 2011, o Sistema Catarinense de Telemedicina e Telessaúde atingiu o total de um milhão de exames realizados. A tecnologia catarinense é a maior e mais avançada Rede Pública de Telemedicina do Hemisfério Sul e já está disponível em quase 100% dos municípios do Estado. São 287 cidades, de um total de 293, beneficiadas pelo sistema. Estes serviços vão de laudos à distância de eletrocardiogramas até o acesso a exames de análises clínicas e de alta complexidade, como tomografia e ressonância magnética.

O Sistema de Telemedicina é uma rede estadual baseada numa infraestrutura tecnológica especialmente criada para oferecer de maneira ágil e distribuída serviços de atenção à saúde no contexto do SUS. Os exames, realizados em qualquer cidade catarinense cadastrada no sistema, são imediatamente disponibilizados para serem analisados por especialistas, sem limitação geográfica. Logo após o laudo, o resultado pode ser visualizado pelo médico e pelo próprio paciente na cidade de origem.

Dessa forma, além de diminuir o tempo de acesso aos laudos, a Telemedicina possibilita a redução do custo desses exames e evita viagens desnecessárias. Tomando apenas os eletrocardiogramas digitais realizados até janeiro de 2011, estima-se que os pacientes atendidos tenham deixado de viajar mais de 13 milhões de quilômetros.

O Sistema Catarinense de Telemedicina começou em 2005, através de uma parceria entre a Secretaria do Estado da Saúde e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O primeiro eletrocardiograma digital foi instalado na cidade de Quilombo, na região Oeste, gerando o primeiro diagnóstico à distância através da Rede. A infraestrutura tecnológica foi desenvolvida na íntegra em Santa Catarina pelo Instituto Nacional para a Convergência Digital (INCoD), parte do Departamento de Informática e Estatística do Centro Tecnológico da UFSC. Essa tecnologia é toda baseada em software livre, sem dependência de nenhum tipo de produto comercial, totalmente integrada aos processos do SUS e passível de ser adaptada e estendida de acordo com as necessidades do gestor de saúde.

A partir daí, hospitais públicos foram gradualmente incorporados à rede. O encaminhamento de soluções para diferentes problemas médicos, através do suporte a distância para resultados de exames de alta complexidade nos hospitais, trouxe grandes avanços para a saúde pública. “Eu uso a Telemedicina diariamente, de manhã, de tarde, de noite e de madrugada. Não só para os exames de rotina no Hospital Regional de São José, como para pacientes internados e de emergência. E nos sobreavisos e plantões a gente usa em casa, tendo acesso direto aos exames que são feitos no hospital, e de imediato já posso dar o laudo”, conta o médico neurorradiologista Daniel Chaves. Hoje já são 13 hospitais ligados à rede.

Outra conquista importante foi a integração à Telemedicina do Laboratório Central de Análises Clínicas, o LACEN, o que aconteceu em março de 2008. Antes, os laudos eram feitos em Florianópolis e enviados pelo correio para as outras cidades do Estado. Agora, as vigilâncias epidemiológicas de cada município têm acesso aos laudos via sistema. Dessa forma, os resultados chegam muito mais rapidamente à mão do paciente. Se antes os profissionais de saúde esperavam, em média, mais de um mês para ter acesso a um exame enviado, hoje aguardam no máximo duas semanas.

Mais informações 372- 8000 ou marina@telemedicina.ufsc.br

Tags: Sistema Catarinense de Telemedicina e Telessaúde

UFSC promove o 1º Congresso Catarinense Psicologia: Ciência e Profissão

11/05/2011 18:37

O Fórum de Entidades da Psicologia Catarinense (FEPSIC) e o Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apoio do Conselho Regional de Psicologia de Santa Catarina – 12ª Região (CRP-12), promovem o 1º Congresso Catarinense Psicologia: Ciência e Profissão sobre o tema “Psicologia Hoje: desafios e possibilidades”, de 19 a 21 de maio, no Centro de Cultura e Eventos.  O congresso é um espaço de interlocução, a partir do encontro da ciência e da profissão, e pretende contribuir na produção dos saberes e fazeres da Psicologia.

PROGRAMAÇÃO:

19 de maio – quinta-feira

12h30 – 18h – Credenciamento

14h – 18h – Minicursos

18h – 18h30 – Intervalo

18h30 – 19h – Abertura Oficial do evento

19h – 20h – Conferência de Abertura “Psicologia hoje: desafios e possibilidades”, com a professora Ana Mercês Bahia Bock (PUC/SP).

20h – 21h30 – Lançamento do livro “Memórias da Psicologia Catarinense” (CRP-12) e coquetel.

Conselheira Presidente Marilene Wittitz – CRP-12

Carlos Augusto M. Remor – FEPSIC

Convidada especial – Emiliana Maria Simas Cardoso da Silva – professora aposentada da UFSC

– Apresentação Cultural e Coquetel

20 de maio – sexta-feira

8h30 – 10h – Conferência “Mídia e produção de subjetividade”, com a professora Ana Maria Nicolaci da Costa (PUC/RJ).

10h – 10h30 – Intervalo

10h30 as 12h30 – Mesa-redonda “Psicologia e Políticas Públicas”, com os professores Célio Vanderlei Moraes (UFSC) e Marcus Vinícius de Oliveira Silva (UFBA).

– Comunicações orais

– Oficinas

12h30 – 14h – Intervalo

14h – 16h – Mesa-redonda “Psicologia das emergências e dos desastres”, com as professoras Maria Carolina da Silveira (CRP-12) e Lorena de Fátima Prim (FURB).

– Mini-cursos

– Comunicações orais

– Oficinas

16h – 16h30 – Intervalo

16h30 – 18h30 – Mesa-redonda “Formação do Psicólogo: desafios atuais”, com os professores Daniela Ribeiro Schneider (UFSC) e Julio Schruber Junior (ABEP).

– Mini-cursos

– Comunicações orais

– Oficinas

– Painéis

18h30 – 19h30 – Apresentação cultural

19h30 – 21h30 – Reuniões das entidades nacionais

– Lançamentos de livros

21 de maio – sábado

8h30 – 10h30 – Mesa-redonda “Violência na sociedade contemporânea”, com as professoras Ana Maria Borges de Sousa (UFSC) e Victória Regina Borges dos Santos (IPESP/ACADEPOL).

8h30 – 12h30 – Mini-cursos

– Comunicações orais

– Oficinas

11h – 13h – Mesa-redonda “Regulamentação da Psicologia como profissão”, com a conselheira Adriana Eiko Matsumoto (CFP) e a professora Ana Maria Pereira Lopes (CRP-12).

– Oficinas

– Comunicações Orais

– Painéis

13h – 14h30 – Intervalo

14h30 – 16h30 – Mesa-redonda “Avaliação psicológica e ética”, com os professores Carlos Henrique Sancineto da Silva Nunes (IBAP) e Angelita Quintino Egert (CRP-12).

– Comunicações orais

– Oficinas

16h30 – 17h – Mesa de encerramento

Outras informações no site http://www.crpsc.org.br/cienciaeprofissao/index.php, ou com as professoras Edite Krawulski e Daniela Ribeiro Schneider pelo telefone 3721-8548 – Departamento de Psicologia.

Tags: congresso catarinense PsicologiaUFSC

Centro Acadêmico de Educação Física realiza ato público em homenagem e memória ao trabalhador Joelson de Moura

11/05/2011 17:40

O Centro Acadêmico de Educação Física (CAEF) da UFSC convida a comunidade para participar de ato público em homenagem e memória ao trabalhador Joelson de Moura, morto enquanto realizava suas atividades profissionais na construção de um prédio no Centro de Desportos (CDS) da universidade, em 3 de abril. O evento será realizado nesta quinta-feira, 12 de maio, no CAEF, em frente ao Ginásio 3.

Programação:

10h20 – Concentração no CAEF

10h35 – Um minuto de silêncio em homenagem à memória do trabalhador Joelson de Moura

10h36 – Manifestações de agradecimento e homenagem

10h50 – Plantio de árvore no entorno do CDS

11h10 – Encerramento

Organização: Centro Acadêmico de Educação Física

Informações e contatos: Mariano Melgarejo (48) 8412-2007 e Felipe Pessoa (48) 8839-2581 ou http://www.portalcds.ufsc.br/2011/05/03/1765.

Tags: ato público CAEF/UFSCJoelson de Moura

DAC abre inscrições para novas oficinas de Fotografia, Cerâmica e Artes Visuais

11/05/2011 16:40

O Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC abre inscrições para três novas oficinas de Arte: Fotografia, Cerâmica e Artes Visuais (Pintura e Técnicas Mistas). As inscrições devem feitas na Secretaria do DAC, de 16 a 18 de maio, de segunda a quarta-feira, das 9h às 18h.  As oficinas acontecem entre 19 de maio e 21 de julho.

Essas novas oficinas estão sendo realizadas devido ao edital recém realizado pela UFSC que viabiliza a atuação de instrutores de arte da comunidade no projeto de extensão Oficinas Livres de Arte do DAC. Continuam em andamento outros cursos e oficinas que iniciaram neste semestre. A relação dessas atividades pode ser conferida no site www.dac.ufsc.br.

Não será cobrada mensalidade, apenas uma taxa de inscrição, por oficina, no valor de R$ 50. Os interessados devem se inscrever na Secretaria do DAC e, em seguida, efetuar depósito no Banco do Brasil, agência 3582-3, C/C 203142-6/Fapeu. A confirmação da inscrição será mediante o comprovante do depósito bancário.

Serviço:

O QUÊ: Inscrições de Oficinas de Arte do Departamento Artístico Cultural (DAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

QUANDO: De 16 a 18 de maio, de segunda a quarta-feira, das 9h às 18h.

ONDE: no DAC – Departamento Artístico Cultural (Igrejinha da UFSC), Praça Santos Dumont, 117, Trindade, Florianópolis

QUANTO: Taxa única de inscrição R$ 50, sem cobrança de mensalidade.

INFORMAÇÕES: (48) 3721-9348 e 3721-9447 – www.dac.ufsc.br e dac@dac.ufsc.br

Obra fotográfica de Rosana Cacciatore

OFICINA DE FOTOGRAFIA (INTRODUÇÃO À ARTE DA FOTOGRAFIA)

Ministrante: Rosana Cacciatore

Data: 19/05 a 07/07

Carga Horária: 20 horas

Horário: 5ª feiras, das 14h às 17h

Número de alunos: 15 alunos por turma

Requisito: o aluno deve possuir câmera fotográfica digital, não necessariamente profissional.

Sobre a ministrante

Rosana Cacciatore, natural de Porto Alegre-RS, é graduada em Comunicação Social pela PUCRGS, Mestre em Teoria Literária pela UFSC, com pesquisa sobre imagens. Cursou disciplinas na Université de Paris VIII na área de cinema e fotografia. Atua profissionalmente no âmbito da academia e do mercado de trabalho. Como professora, ministrou disciplinas e orientou projetos nos Cursos de Cinema, Publicidade e Jornalismo na Universidade do Sul de Santa Catarina por 10 anos. Como profissional, atua como fotógrafa, editora e assessora de comunicação e imprensa para instituições e projetos culturais. Já trabalhou para Folha de São Paulo, Diário Catarinense, Fundação Franklin Cascaes, RBS TV, Standard, Olgivy and Mather/POA, Lynxfilm/POA, TVI Produções Audiovisuais, Editora Jornal Notícias do Dia, Ministério do Interior, Olho Mágico Espaço Multiarte, entre outras, nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Radicada em Florianópolis desde 1989.

Sobre a Oficina

A oficina tem como objetivo oportunizar o conhecimento básico da técnica, da história e da estética fotográfica conjugado a exercícios práticos de produção de imagens. O curso é dividido em três módulos: histórico, estético e técnico. As aulas serão teóricas e práticas para aplicação dos conceitos. Ao final, os alunos desenvolvem ensaio temático. Aberta a pessoas interessadas em fotografia de um modo geral, iniciantes (jovens e adultos) que desejam conhecer melhor a técnica e a estética fotográfica.

Ementa

Século XIX: a fotografia como espelho do mundo (apontamentos históricos, teóricos e estéticos do período). Século XX: a foto como operação de codificação das aparências e como traço do mundo (apontamentos históricos e estéticos do período). Noções de composição: plano, linhas, cores, perspectiva, volumes/luz. Conceitos fotográficos. O olho humano: a percepção visual. A câmera fotográfica: corpo, obturador, diafragma, filme, foco, fotometria, distância focal / objetivas. Os conceitos digitais: ccd, pixel, resolução, tipos de arquivo, Redimensionamento da imagem. Século XXI: a fotografia contemporânea/ as possibilidades digitais.

Gustavo Tirelli com uma de suas obras

OFICINA DE CERÂMICA

Ministrante: Gustavo Tirelli

Data: 19/05 a 21/07

Carga Horária: 30 horas

Horário: 5ª-feiras, das 14h às 17h30

Número de alunos: 10 alunos por turma

Requisito: aberta a todos os interessados (jovens e adultos), iniciantes ou já praticantes da Cerâmica.

Sobre o ministrante

Gustavo Tirelli é Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina desde 2008. Teve como mestres Maria Betânia da Silveira, José Luiz Kinceler e Luis Carlos Canabarro Machado e desenvolve pesquisas sobre queimas cerâmicas, construção de fornos, e construção de instrumentos sonoros a partir da cerâmica.

Sobre a Oficina

A oficina de Cerâmica acontecerá em encontros semanais de três horas e meia, e está aberta a todos os interessados (jovens e adultos), sejam esses iniciantes ou já praticantes da Cerâmica.  A oficina é um espaço para o estudo e a prática Cerâmica com ênfase em suas principais técnicas de construção e acabamentos, tais como acordelado, modelagem manual, placas, moldes, engobes, terras sigilatas e esmaltação. Com o objetivo de estimular os participantes ao reconhecimento de suas poéticas, o curso pretende abordar diversas aplicações das técnicas estudadas, nos módulos em que se organiza: Módulo I, Introdução ao conhecimento cerâmico. História da Cerâmica.  Conceitos básicos; Módulo II, modelagens e acabamentos manuais; Módulo III, Confecção de moldes de gesso; Módulo IV, desenvolvimento de pastas cerâmicas para usos específicos a partir dos processos desenvolvidos.

Ementa

Propiciar o entendimento dos principais conceitos da Cerâmica, sua história e usos até a contemporaneidade. Habilitar os alunos para a prática de modelagem manual e com moldes. Utilizar técnicas de pintura e acabamentos tais como engobes, terras sigilatas e esmaltação. Desenvolver poéticas ligadas à construção artística, ao fazer escultórico e aos processos individuais e coletivos de criação e seus desdobramentos para uma Arte Contemporânea.

Meg Roussenq, instrutora de Artes Visuais

OFICINA DE ARTES VISUAIS (PINTURA E TÉCNICAS MISTAS)

Ministrante: Meg Tomio Roussenq

Data: 24/05 a 12/07

Carga Horária: 32 horas

Horário: 3ª feiras, das 14h às 18h

Requisito: aberta a todo interessado acima de 15 anos.

Sobre a ministrante

Meg Tomio Roussenq, artista plástica, nasceu em Rio do Sul-SC, graduada em Comunicação Social/Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, especializou-se em pintura mural e afresco – Mezzolombardo, Itália. Atualmente frequenta o Curso de Bacharelado em Artes Plásticas – UDESC.

Atua como professora de artes ministrando curso de pintura e seus atravessamentos no processo de criação, em cidades como: Rio do Sul, Ibirama e Florianópolis (Oficinas do MASC – Fundação Catarinense de Cultura). Ministrou Workshop pelo SESC, Capacitação para professores de arte da rede pública estadual e particular, Seminários na FURB e UNIPLAC, cursos de arte em todo o Estado através de projeto de itinerância, pela Fundação

Catarinense de Cultura, assim como em Universidades do Estado. Participou como orientadora do projeto PRETEXTO/SESC. Como artista fez cursos com Rubens Oestroem, Juliana Fuganti, Raquel Stolf, Dudi Maia Rosa, Edite Derdyke, Fernando Cochiarelle, Daniel acosta, Tadeu Guiarelli, grupo Saiartes SP/USP, Nàdia Lamas, Teresa Ricardi (Argentina), Eduardo Frota, Nuno Ramos, Lara Almarcegui (Espanha), Roy Gray ( Inglaterra), Paulo Gaiad, Rosangela Scheren, Anita  Koneski, Dora Longo Bahia, Silvana Macedo, entre tantos  outros.

Artista multimeios, que tem no seu trabalho atual a pintura como processo. Nunca descolada de conceitos, sua produção nasceu do projeto de pesquisa- corpo palavra na escritura do desastre nas artes contemporâneas em Maurice Blanchot e Emmanuel Levinas.

Como artista já fez mais de 35 exposições individuais e 53 exposições coletivas. Participa do grupo de pesquisa em vídeo-arte (Membrana)-UDESC. Participou do Laboratório de Textos (criação de livros artísticos)-UDESC. Participou do Projeto: Blanchot, Levinas e a Escritura do Desastre nas Artes Contemporâneas, orientado por Anita Prado Koneski – UDESC. Vive e trabalha em Florianópolis

Sobre a oficina

Propor investigações no campo da pintura como linguagem dentro da contemporaneidade, passando pelas questões conceituais e técnicas que a constituem, além de possibilitar o máximo de situações onde os alunos possam dar ênfase às suas poéticas dentro da busca por um repertório singular no campo das artes visuais.

As possibilidades de linguagem pictórica como veículo artístico, frente às novas rupturas conceituais, vão possibilitar ao aluno: Localização de repertórios pessoais; Questões conceituais no pensamento moderno contemporâneo; Pintura a óleo, aquarela e têmpera; Prática em suportes alternativos, além de telas, papel e madeira; Proposição de projetos que envolvam a linguagem da pintura e interfaces.

Nesta experiência estética, o texto poético será esburacado e rediscutido no processo da pintura. Através da cor e da linha, novas narrativas visuais serão propostas, estimulando e desencadeando o processo de criação.

O Departamento Artístico Cultural (DAC) faz parte da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Fonte: [CW] e Rafael Gomes (Acadêmico de Jornalismo), Assessoria de Imprensa do DAC: SECARTE: UFSC, com textos dos artistas-instrutores.

Crédito da foto de Meg Tomio Roussenq : Rafael Gomes/DAC

Tags: DAC/UFSCoficinas de arte

Alunos indígenas pedem bolsas de estudos ao presidente da Funai

11/05/2011 13:33

As dificuldades de manutenção enquanto estudam estão entre principais preocupações dos acadêmicos do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, que tiveram um encontro na manhã desta quarta-feira, dia 11, com o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Augusto Freitas Meira, na Universidade Federal de Santa Catarina. Tanto eles quanto os representantes dos povos e aldeias – incluindo o cacique Priprá, da comunidade xokleng do Alto Vale do Itajaí – pediram que o governo encontre uma maneira de fornecer bolsas de estudos aos alunos, que muitas vezes são casados e deixam suas famílias em determinados períodos para assistir às aulas na UFSC e na UnoChapecó, no oeste do Estado.

Hoje à tarde a programação continua com a aula magna do curso, no Auditório da Reitoria, que terá as presenças do reitor da UFSC, Alvaro Toubes Prata, do presidente da Funai, de representantes da Procuradoria da República em Santa Catarina e do Ministério da Educação. Às 18h, no hall da Reitoria, será aberta a exposição “Guarani, Kaingáng e Xokleng – Atualidades e Memórias do Sul da Mata Atlântica”. O evento termina amanhã com uma reunião interinstitucional e uma palestra da professora Lux Vidal, da Universidade de São Paulo (USP).

Uma constante no encontro de hoje foi a exposição do drama dos acadêmicos com o custo do deslocamento e manutenção, por causa de seu baixo poder aquisitivo. O problema poderia ser solucionado com a concessão de bolsas, que é uma prerrogativa do MEC. O presidente da Funai disse que já sugeriu à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação, que encontre uma maneira de estender esse benefício aos estudantes indígenas. “O ministério tem um grande orçamento, o que não acontece com a Funai, e poderia dar conta dessa demanda”, afirmou Mário Augusto Meira.

Apesar das dificuldades, o representante do governo federal disse que houve grandes avanços em relação ao tratamento da questão indígena de 1988, quando foi promulgada a nova Constituição brasileira, para cá. Ele defendeu que se deve ir além do ensino formal, respeitando o sistema educacional tradicional dos povos e tribos, e considerou “histórica” a criação de um curso de licenciatura que forme professores – que, por sua vez, vão replicar os conhecimentos para as novas gerações nas aldeias.

O curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica abre 120 vagas por ano em Santa Catarina, mas há alunos que são aprovados pelo sistema de cotas, em outros cursos da UFSC, dentro do programa de ações afirmativas. O presidente da Funai se comprometeu a levar para Brasília os pleitos dos estudantes, ressalvando que muitos deles dependem do MEC. “A Funai tem a missão de ajudar a construir a almejada autonomia política, econômica, social e cultural dos povos indígenas”, ressaltou.

Mais informações sobre o curso pelos fones 3721-4879 e 9122-8451, com Ana Lúcia Vulfe Nötzold; ou com Dorothea Post Darella, fones 3721-6472,  3721-9793 ou 9161-8201.

Por Paulo Clóvis Schmitz/ Jornalista na Agecom

Tags: funaiLicenciatura Indígena

Cerimônia marca 45 anos da Fundação de Ensino de Engenharia de Santa Catarina

11/05/2011 07:07

Primeira fundação da UFSC, a Fundação de Ensino de Engenharia de Santa Catarina (Feesc) completa no dia 18 de maio 45 anos. O aniversário será marcado por sessão solene às 18h, no auditório da Reitoria. Em 2009 a entidade que viabiliza o desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e extensão em parceria com órgãos públicos e privados captou quase R$ 40,2 milhões. No mesmo período, 581 alunos de graduação e de pós-graduação foram envolvidos nos projetos. Em 2010, o valor captado subiu para R$ 90,1 milhões.

Embraco, Weg, Fiat e Whirpool estão na lista das empresas que desenvolvem projetos e produtos nos laboratórios do Centro Tecnológico da UFSC, com intermediação da Feesc. Atualmente são mais de 300 projetos em andamento sob a coordenação da fundação, com destaque para as engenharias, que respondem por cerca de 90% deles. “Temos laboratórios e professores que não ficam atrás dos que podem ser encontrados nas principais universidades do mundo”, destaca o presidente da Feesc, Maurício Fernandes Pereira, que preside a entidade desde junho de 2009 com a missão de aproximar o conhecimento científico e tecnológico da sociedade.

Mais informações com o diretor-presidente, professor Maurício Fernandes Pereira, fone 3231-4401

Tags: Feesc

Ceped participa da III Sessão da Plataforma Global para Redução de Risco de Desastres

10/05/2011 18:38
Terremoto no leste do Japão/ © Recorded Pictures

Terremoto no leste do Japão/ © Recorded Pictures

Desde a abertura no domingo, 08/05, estão reunidos em Genebra, na Suíça, 2.300 delegados de 175 nações para a III Sessão da Plataforma Global para Redução de Risco de Desastres. O evento é organizado pelo Secretariado das Nações Unidas para a Estratégia Internacional de Redução do Risco de Desastres (Unisdr).

A delegação do Brasil é composta por políticos, membros da Defesa Civil e pesquisadores. De Santa Catarina participam o secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Defesa Civil, major Márcio Luiz Alves, o presidente da Comissão Estadual de Defesa Civil da Assembléia Legislativa SC, deputado estadual Kennedy Nunes, e os diretores do Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres da Universidade Federal de Santa Catarina, Ceped UFSC, professores Antônio Edésio Jungles e Marcos Dalmau.

Realizada de dois em dois anos, a Plataforma Global é o principal encontro mundial para discutir medidas de redução do risco de desastres e a ampliação da resiliência das comunidades e nações. Esta é a terceira reunião da Plataforma, convocada junto com a Conferência Mundial sobre Reconstrução.

Sob o tema: Investir hoje para um amanhã mais seguro: Mais investimentos em medidas locais, a Plataforma quer incentivar discussões sobre a participação efetiva das comunidades e autoridades locais na planificação integrada para a redução do risco de desastres. Neste sentido é importante ressaltar a observação da ONU de que os acordos institucionais nacionais não bastam para promover a resposta efetiva quando os recursos não chegam às comunidades locais.

O objetivo da terceira sessão é avaliar o avanço do Quadro de Ação de Hyogo e estabelecer prioridades e processos para cumprir as recomendações feitas pelo documento firmado em 2005, que tem validade até 2015. As duas sessões anteriores foram realizadas em 2007 e 2009.
Saiba mais:
– Tópicos discutidos no evento

– Notícias da III Sessão http://www.preventionweb.net/globalplatform/2011/

Outras  informações: 3226-1704 | imprensa@ceped.ufsc.br

Fonte: Ceped UFSC

Foto: © Recorded Pictures, disponível no relatório Third Session of the Global Platform for Disaster Risk Reduction

Tags: cepeddesastres

UFSC vai melhorar segurança alimentar das ostras

10/05/2011 16:28

Santa Catarina é o primeiro estado brasileiro a analisar a ameaça de organismos marinhos capazes de veicular doenças por meio da ingestão de ostras cultivadas. A investigação está sendo conduzida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e à Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

Com a liberação da terceira e última parcela dos recursos do governo estadual em maio, pesquisadores poderão concluir o estudo sobre os vibrios marinhos – principais causadores de gastroenterites associadas ao consumo de ostras –, sua resistência a antibióticos e outros aspectos dos organismos presentes em fazendas marinhas da baía sul, em Florianópolis.

“O desenvolvimento desta pesquisa vem colaborando com o crescimento da credibilidade e ganho de mercado desta importante atividade sustentável, que é a ostreicultura em Santa Catarina”, diz Cleide R.W. Vieira, coordenadora da pesquisa. Ela também cita a redução de barreiras sanitárias para a comercialização de ostras fora do estado e mesmo do país como outro benefício da investigação, que deve gerar tecnologias a serem repassadas para os produtores locais. “Além disso, o desenvolvimento de referência científica para tratamentos com uso de antibióticos adequados no caso da ocorrência de infecções causadas por vibrios, diminui a gravidade do problema e os custos de tratamento para o poder público”, arremata Cleide Vieira.

Mais informações com a professora cleiderosana@cca.ufsc.br.

Por Heloísa Dallanhol /Assessoria Fapesc

Tags: AquiculturaFapesc

Biblioteca Universitária completa 35 anos

10/05/2011 16:12
Fotos: Paulo Noronha/Agecom

Fotos: Paulo Noronha/Agecom

Uma cerimônia simples marcou, na manhã desta terça-feira, dia 10, o 35º aniversário da Biblioteca Universitária da UFSC. Com a participação do reitor Alvaro Toubes Prata, do vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva e de vários pró-reitores e diretores, foi servido um bolo aos presentes, incluindo os funcionários e parte dos frequentadores que passavam pelo hall da BU. A diretora da biblioteca, Narcisa de Fátima Amboni, teve uma indisposição e não pode comparecer.

Em seu lugar, quem fez a recepção foi o chefe da Divisão de Assistência ao Usuário, João Oscar do Espírito Santo, que está há 28 anos na instituição. Ele destacou os avanços obtidos pela biblioteca, incluindo as aquisições de e-books e do scanner planetário, e agradeceu o empenho da administração da Universidade em atender às demandas da casa. “Somos referência não mais apenas em livros impressos, mas como marco do conhecimento”, ressaltou.

O pró-reitor de Infraestrutura, João Batista Furtuoso, elogiou os servidores e disse que “a BU alcançou um elevado patamar graças a eles”. Ele lamentou a falta de reposição de pessoal, que afeta toda a Universidade, mas ressaltou os avanços tecnológicos que permitem aos alunos fazer consultas a distância e usar a internet em todos os ambientes da biblioteca. No momento, o prédio passa por um processo de climatização e recebe investimentos em infraestrutura e acervo, com ampliação dos espaços reservados aos usuários e compra de livros com a assessoria de professores.

Finalizando o ato, o reitor Alvaro Prata deu um depoimento pessoal, relembrando do tempo em que, como estudante de mestrado, fez uso intensivo do acervo da Biblioteca Universitária. Ele afirmou estar contente com a possibilidade de suprir o problema de mão de obra com “um dos maiores concursos da história da Universidade”, marcado para este semestre.

Depoimentos de ex-funcionários e estudantes também respaldaram o bom trabalho que a BU vem realizando. Nos dois casos, foi destacado que nunca a biblioteca teve tanto apoio da administração central quanto nesta gestão.

Exposição – Para comemorar os 35 anos, a biblioteca montou uma exposição na sala ao lado do hall, onde aparecem fotos antigas, fôlderes, cartazes, catálogos, revistas, marcadores de página e materiais utilizados em outros períodos da história da casa. Chamam a atenção também as fichas de controle de registro de livros e as fichas de leitores, marcas dos tempos que precederam o advento da informática.

Por Paulo Clóvis Schmitz/ Jornalista na Agecom

Tags: biblioteca