2º Ciclo de Debates sobre Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca ocorre no dia 16

01/10/2018 11:08

O Observatório de Justiça Ecológica (OJE) promove o II Ciclo de Debates sobre a Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, no dia 16 de outubro, das 19 às 22h. Com o tema “A defesa ética, biológica e jurídica do direito das baleias franca à maternidade”, o evento será realizado no auditório do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal de Santa Catarina (CCJ/UFSC).

Os palestrantes serão Paula Bruggër, do Departamento de Ecologia e Zoologia (ECZ); Luiz Augusto Farnetani, biólogo estudioso do berçário há vinte anos;  Renata Fortes, advogada; e Letícia Albuquerque, do Departamento de Direito (CCJ). A atividade ainda conta com a participação da ACAPRA – Associação Catarinense de Proteção aos Animais e da ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais.

O evento é gratuito e aberto à comunidade. Serão arrecadadas doações de um quilo de ração para cães.

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Observatório exibe documentário inédito no Brasil ‘O último porco’

30/10/2017 08:00

Bob Comis, personagem do documentário.

Bob Comis é um criador de porcos nos Estados Unidos que decide encerrar seu negócio quando passa a ver seus animais de outra forma. A relação que desenvolve com os porcos e os dilemas que enfrenta ao longo do ano em que gradualmente cessa sua produção é o tema central de “O último porco“, documentário norte-americano ainda inédito no Brasil. O filme será exibido em atividade promovida pelo Observatório de Justiça Ecológica da Universidade Federal de Santa Catarina (OJE/UFSC) na terça-feira, 31 de outubro, às 18h30, no Auditório Elke Hering da Biblioteca Universitária. O evento é aberto a todos.
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Palestra discute interações entre direito animal e teoria da complexidade

22/08/2017 09:31

O Observatório de Justiça Ecológica (OJE) da UFSC irá abrir o semestre com a palestra “As interações entre o direito animal e a teoria da complexidade: um olhar integrador”, ministrada pelo mestre e membro do OJE, Rafael Speck. O evento será realizado no auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) nesta sexta-feira, 25 de agosto, às 14 horas. 

Inscrições no link.

Mais informações na página do Observatório.

 

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Observatório de Justiça Ecológica promove debate sobre personalidade jurídica dos animais

25/05/2017 10:01

O Grupo de Estudos do Observatório de Justiça Ecológica (OJE/UFSC) terá, nesta sexta-feira, dia 26, o terceiro encontro do semestre, com o debate sobre o artigo das mestrandas do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD/UFSC), Camila Mabel Kuhn e Leatrice Faraco Daros. O texto aborda a personalidade jurídica dos animais.

O encontro acontece na sala 111 do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), das 13h às 16h. A atividade é aberta à comunidade e não necessita de inscrição prévia. O artigo está disponível no link.

Mais informações no Facebook do OJE.

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Lançamento do livro ‘Ética e Direitos Animais’ ocorre nesta quarta-feira

08/08/2016 16:10

imageNesta quarta-feira, 10 de agosto, ocorre o lançamento do livro Ética e Direitos dos Animais, publicado pela Editora da UFSC. O evento, promovido pelo Observatório da Justiça Ecológica (OJE), começa às 10h, no auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ). A obra reúne uma coletânea de artigos de diferentes pesquisadores brasileiros, com diversas abordagens sobre o tema. Três autores, professores do departamento de Filosofia da UFSC, ministrarão a palestra de lançamento: Delamar José Volpato DutraMaria Alice da Silva e Sônia T. Felipe. A atividade é gratuita e aberta ao público.

Sobre a obra

“Este livro não visa, primariamente, oferecer uma exposição histórico-sistemática de teorias da ética animal. Ainda que se refira à obra de autores hoje considerados clássicos no campo, a finalidade dos textos que integram esta coletânea é abordar os problemas contemporaneamente discutidos por pesquisadores da filosofia moral quando se debruçam sobre questões éticas que se originam das relações entre humanos e não humanos.”

Etica-Direitos-AnimaisServiço

O que: Lançamento do livro “Ética e Direitos Animais”.

Quando: 10 de agosto, quarta-feira.

Onde: Auditório do CCJ.

Mais informações pelo e-mail  ou pelo Facebook.

Tags: CCJDireitos animaiséticalançamento de livroObservatório da Justiça EcológicaOJEUFSC

Livro ‘Ética e Direitos Animais’ será lançado no dia 10 de agosto

02/08/2016 19:13

Etica-Direitos-AnimaisNa quarta-feira, 10 de agosto, haverá o lançamento do livro Ética e Direitos dos Animais, publicado pela Editora da UFSC. O evento, promovido pelo Observatório da Justiça Ecológica (OJE), ocorre às 10h, no auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ). A obra reúne uma coletânea de artigos de diferentes pesquisadores brasileiros, com diversas abordagens sobre o tema. Três autores, professores do departamento de Filosofia da UFSC, ministrarão a palestra de lançamento: Delamar José Volpato Dutra, Maria Alice da Silva e Sônia T. Felipe. A atividade é gratuita e aberta ao público.

Sobre a obra

“Este livro não visa, primariamente, oferecer uma exposição histórico-sistemática de teorias da ética animal. Ainda que se refira à obra de autores hoje considerados clássicos no campo, a finalidade dos textos que integram esta coletânea é abordar os problemas contemporaneamente discutidos por pesquisadores da filosofia moral quando se debruçam sobre questões éticas que se originam das relações entre humanos e não humanos.”

Serviço

O que: Lançamento do livro “Ética e Direitos Animais”

Quando: 10 de agosto, quarta-feira.

Onde: Auditório do CCJ.

Mais informações pelo e-mail  ou pelo Facebook.

 

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Cinedebate provoca reflexão sobre extinção em massa de espécies

29/06/2016 19:48
Foto: David Doubilet/Divulgação

Foto: Divulgação

O VII Cinedebate Jaguatirica exibiu na terça-feira, 28 de junho, o documentário Corrida contra a extinção (Racing Extinction, EUA, 2015). A projeção foi seguida de debate, com a participação da professora do curso de Filosofia, Maria Alice da Silva, e do mestrando em Direito, Rafael Speck. O filme é dirigido pelo cineasta norte-americano Louie Psihoyos, vencedor do Oscar de melhor documentário em 2010 pelo filme A Enseada (The Cove, EUA, 2009). Sua obra mais recente denuncia mercados clandestinos de animais ameaçados de extinção e expõe o ritmo acelerado do desaparecimento de milhares de espécies. O filme argumenta que o ser humano contribui direta e indiretamente para esse processo de extinção em massa. O Antropoceno, “época dos humanos”, seria o período mais recente e mais devastador da história do planeta — as sucessivas e intensas interferências na natureza terão consequências irreversíveis.

Para além de denunciar, Corrida contra a Extinção também propõe soluções. A divulgação de informações e sensibilização da população seria um caminho para a transformação. O próprio documentário, inclusive, tem o propósito de ser um instrumento de mobilização. Um dos entrevistados argumenta: “O mundo hoje é altamente visual. A imagem é transformadora, atinge milhares de pessoas e provoca a mudança.” Diversos ambientalistas, ativistas e pesquisadores participam do filme. Entre eles, destacam-se a primatóloga inglesa Jane Goodall; a escritora Elizabeth Kolbert, autora de A sexta extinção: uma história não natural; o fotógrafo da National Geographic Joel Sartore, idealizador do projeto Photo Ark, que tem por objetivo documentar o maior número possível de espécies antes de serem extintas.

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Durante o debate, Rafael destacou a importância das saídas alternativas, das “linhas de fuga”, apresentadas no documentário. “Não é apenas um documentário, é um movimento. Existe uma crise de percepção, que é sistêmica. A violência contra os animais é estrutural e envolve todos os indivíduos. É preciso romper com esse olhar dicotômico e disseminar um olhar mais inclusivo. Como a Jane Goodall diz no filme: devemos buscar esperança na desesperança. A sensibilização é um caminho e ações pontuais podem se multiplicar.”

Maria Alice ponderou alguns dos aspectos apresentados no documentário. Para a professora, um animal não deve ser considerado valioso apenas por pertencer a uma espécie ameaçada. “O problema central é o antropocentrismo. E considerar uma espécie mais valiosa do que outra é ainda um olhar antropocêntrico. Todas as espécies são dignas, independentemente  de estarem em extinção ou não. A luta pelos direitos animais não é uma luta pelas espécies, mas sim uma luta por cada indivíduo. Cada um tem um valor intrínseco, insubstituível.” Maria Alice explicou que a ética tem uma função muito importante na sociedade, que é regular nossa convivência, oferecer regras sobre como agir. Entretanto, nossa ética sempre foi em função de uma vida harmoniosa para os humanos. “É necessário incluir os animais em nossa esfera de consideração moral. Não devemos nos preocupar apenas com algumas espécies, mas sim com todos os animais. Não são as espécies que são vulneráveis, mas sim os indivíduos que estão dentro dela.”

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Os debatedores reforçaram a importância do investimento em uma educação ambiental e moral, além da aproximação do conhecimento produzido na universidade com o poder público — considerando que o poder público nem sempre tem o conhecimento técnico necessário para promover a mudança. Além de estudantes da graduação e pós-graduação, estiveram presentes no Cinedebate representantes da comunidade civil e das ONGs Ama Garopaba e Sea Shepherd. A atividade foi promovida pelo Observatório da Justiça Ecológica (OJE), grupo de pesquisa interdisciplinar coordenado pelas professoras Letícia Albuquerque e Paula Brügger. A próxima edição do Cinedebate está prevista para agosto.

Mais informações sobre o Cinedebate Jaguatirica aqui.

Mais informações sobre o OJE no Facebook.

Daniela Caniçali/Jornalista da Agecom/UFSC

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Grupo de estudos do Observatório de Justiça Ecológica reinicia atividades

07/04/2016 11:03

cartaz-grupo-estudosA primeira reunião do grupo de estudos do Observatório de Justiça Ecológica (OJE) ocorre na próxima terça-feira, 12 de abril, às 13h. Neste semestre, será estudada a obra A Theory of Justice for Animals: animal rights in a nonideal world, de Robert Garner. O grupo é aberto a todos os interessados e fornece certificado de atividade complementar. Os encontros ocorrerão quinzenalmente, sempre às terças-feiras, das 13h às 15h, na sala 3 do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ).

Palestra 

Para inaugurar o semestre, o OJE promove a palestra “O protagonismo das mulheres por justiça socioambiental”, com a professora Daniela Rosendo, autora do livro Sensível ao cuidado: Uma perspectiva ética ecofeminista. O evento, que é gratuito e aberto à comunidade, ocorre na segunda-feira, 11 de abril, às 10h, no auditório do Centro Socioeconômico (CSE).

Sobre o OJE

Coordenado pelas professoras Leticia Albuquerque, do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), e Paula Brügger, do Centro de Ciências Biológicas (CCB), o Observatório de Justiça Ecológica (OJE) tem o objetivo de investigar os conflitos socioambientais que ocorrem na América La12916362_536138366569100_3024952502583768948_otina e especialmente no Brasil, posicionando-se contra a lógica de exploração dos recursos naturais. 

Mais informações no Facebook do OJE ou pelo email oje.

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Congresso internacional de direitos animais apresenta diversidade de perspectivas

23/12/2015 11:23

Uma mudança de paradigma? Uma questão de justiça? Uma questão política? Pesquisadores do Direito, da Filosofia, da Biologia, entre outras áreas de conhecimento, debateram, ao longo de dois dias, a questão dos direitos animais em evento realizado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O I Congresso Internacional Interdisciplinar de Direitos Animais apresentou uma diversidade de perspectivas a um público de cerca de 200 participantes de várias regiões do país. Entre os 22 palestrantes que compuseram os painéis de debates, o destaque internacional foi a conferência da professora francesa Marie-Pierre Camproux Duffrène, diretora do Centro de Direito Ambiental da Universidade de Strasbourg, França. A professora abordou a mudança no código civil francês, que em fevereiro de 2015 passou a reconhecer os animais como seres sencientes, não mais como coisa, mera propriedade. “O reconhecimento de que os animais são sensíveis demanda um tratamento compatível com suas necessidades biológicas”, explica a professora. Ela ressalta que essa mudança no estatuto jurídico dos animais representa uma evolução, que deve movimentar os regimes jurídicos que legislam sobre as diferentes espécies na França.
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