HU divulga edital de processo seletivo para residência médica

29/09/2021 11:26

Entre 14 de outubro e 1º de novembro, a Comissão de Residência Médica do Hospital Universitário (Coreme/HU-UFSC) receberá as inscrições para o Processo Seletivo 2021-2022 da Residência Médica do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh). As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no endereço coreme.fepese.org.br. A prova objetiva está prevista para o dia 21 de novembro. É importante que os interessados leiam o edital.

Acesse o edital

Acesse o extrato do edital

Informações complementares podem ser obtidas pelo e-mail coreme@fepese.org.br, pelo WhatsApp (48) 99146-7114 ou pelos telefones (48) 3953-1032, (48) 3953-1000, (48) 3953-1062 e (48) 3953-1065.

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Redução de doadores de córneas faz equipe do HU gerar alerta de incentivo e conscientização

27/09/2021 12:29

A enfermeira Izabelle de Freitas Ferreira integrante da Comissão Hospitalar de Transplantes do HU-UFSC/Ebserh. Foto: Sinval Paulino

Com um total de 500 pessoas na lista de espera em todo o Estado e uma significativa redução no número de doadores, a  Comissão Hospitalar de Transplantes (CHT) do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) aproveita o Dia Nacional de Doação de Órgãos (27/09) para fazer um alerta sobre a necessidade de incentivo à doação, conscientização das famílias de potenciais doadores e dos profissionais de saúde para promover e incentivar a doação de córneas, com a meta de zerar a fila de espera.

De acordo com a enfermeira Izabelle de Freitas Ferreira, integrante da CHT no HU, o ideal seria um total de 50 doadores por mês, mas este número teve uma queda significativa nos últimos meses. Para se ter uma ideia, até o início de 2020, antes da pandemia, não havia fila e os pacientes esperavam cerca de uma ou duas semanas, após a preparação, para o procedimento.

“Atualmente a quantidade de doações que estamos recebendo está suprindo as urgências e somente algumas cirurgias eletivas”, disse Izabelle, acrescentando que atualmente os integrantes da CHT estão trabalhando para aumentar as doações e zerar a fila novamente, de forma que os pacientes esperem no máximo uma semana para receber a córnea.

Izabelle lembra que, atualmente, não é mais necessário a anuência prévia do doador. Hoje, basta que família tome a decisão de fazer a doação. “É essencial mostrar que a doação é um direito da família e que há condições para que este direito possa ser exercido e, neste momento, é preciso reforçar a importância da doação”, esclareceu a enfermeira.

Para isso, a CHT tem pessoas capacitadas para cuidar e acolher as famílias dos potenciais doadores em cada etapa do processo de doação, formada por profissionais com experiência em estratégias de comunicação para lidar com as famílias em situações críticas e, com isso, conseguem ajudar estes familiares, apresentando a possibilidade de doação. “A doação traz ganhos para todos os envolvidos, pois além de trazer uma nova perspectiva para quem está em fila de espera, representa um ato de nobreza das famílias dos doadores”, concluiu.

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Unidade de Comunicação do HU

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Fonoaudióloga do HU explica cuidados com a saúde auditiva

24/09/2021 15:00

A especialista em audiologia do HU-UFSC/Ebserh, Nicoli Valverde Mafra Alves, realiza exame em bebê no hospital. Foto: Sinval Paulino

O dia 26 de setembro é o aniversário da criação da primeira escola de surdos do Brasil, atualmente conhecida como Instituto Nacional de Educação de Surdos. Por isso, desde 2008 a data é oficialmente o Dia Nacional dos Surdos, criada por lei federal para promover a reflexão e o debate a respeito dos direitos e da luta pela inclusão de pessoas surdas na sociedade.

A fonoaudióloga do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) Francine Freiberger explicou que no hospital, logo ao nascer, é feito o Teste da Orelhinha, também conhecido como triagem auditiva neonatal ou teste das emissões otoacústicas transientes, que ajuda a identificar possíveis problemas auditivos.

“Fazemos o Teste da Orelhinha na maternidade, e, quando o bebê falha nessa triagem, no HU mesmo, no Ambulatório de Fonoaudiologia, se faz o reteste. Se houver uma nova falha, seguindo as Diretrizes de Triagem Auditiva Neonatal do Ministério da Saúde, fazemos outro teste, o Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico para triagem e, ao falhar novamente, encaminha-se o bebê para um Serviço Ambulatorial de Saúde Auditiva para diagnóstico”, explicou.
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Especialista do HU tira dúvidas sobre amamentação durante a pandemia

22/09/2021 11:47

Pediatra explica que, como regra geral, a indicação é manter o aleitamento durante a pandemia. Foto: marki1983/Flickr/CC BY-ND 2.0

Como manter a amamentação dos bebês durante a pandemia? Como mães com suspeita de contaminação ou mesmo com covid-19 podem manter seus bebês alimentados com leite humano? E no caso de crianças com covid-19? Se as dúvidas sobre amamentação sempre foram significativas, ficaram ainda maiores com a pandemia e, para esclarecer, a pediatra do Serviço de Neonatologia do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) Flavia Gheller Schaidhauer respondeu algumas perguntas sobre o tema.

Mestra em Pediatria e vice-coordenadora da Comissão de Aleitamento do HU-UFSC, Flavia explicou que, como regra geral, a intenção é manter o aleitamento, sendo que não existe qualquer restrição para mulheres saudáveis. “Mesmo mães com Covid devem amamentar seus bebês, se tiverem condições clínicas”. Se não tiverem estas condições, a recomendação é retirar o leite e oferecer para o bebê por meio de um copo ou colher. Esta e outras dicas são apresentadas na entrevista que a médica concedeu sobre o tema.
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HU/UFSC: Grupo de ajuda a familiares e cuidadores de pessoas com Alzheimer mantém encontros na pandemia

21/09/2021 12:27

A enfermeira Melissa Honorio Loks, professora do Departamento de Enfermagem da UFSC, é uma das coordenadoras do grupo. Foto: Divulgação

O Grupo de Ajuda Mútua a Pacientes e Familiares de Pacientes com Alzheimer, que funciona por meio de parceria entre o Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Cataraina (UFSC) e o Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), manteve suas atividades desde o início da pandemia e, com as reuniões on-line, conseguiu a adesão de mais pessoas, ampliando sua ação mesmo com as dificuldades criadas neste período.

A enfermeira Melissa Honorio Loks, professora do Departamento de Enfermagem da UFSC, que é uma das coordenadoras do grupo, explicou que a equipe (com voluntários, cuidadores e outros profissionais da área de saúde) decidiu pelos encontros virtuais devido às dificuldades de reunião criada pelo coronavírus, além das características da população – pessoas idosas ou acompanhantes que não têm como se deslocar e deixar o paciente. “Assim, mantivemos nossos encontros mensais”, afirmou.

Ela disse que, com estas atividades e as facilidades de acesso devido aos encontros virtuais, o grupo cresceu. “Percebemos que, quando era presencial, havia dificuldade das pessoas se locomoverem, pois muitas vezes o participante do grupo era o principal cuidador e não podia sair de casa mesmo que temporariamente. Além disso, as atividades on-line propiciaram que muitas pessoas passassem a nos procurar. Até parentes de pessoas com Alzheimer que moram no exterior estão participando do grupo hoje”, explicou. Os encontros são realizados dentro da plataforma virtual da UFSC, geralmente às 14h e duram em média uma hora ou uma hora e meia. “É gratuito, aberto para toda a comunidade”, disse.
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Abertas inscrições para seleção de chefias no HU/UFSC

21/09/2021 10:40

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo destinado ao preenchimento de 12 cargos em funções gratificadas no Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC). São seis vagas na Gerência Administrativa, duas na Gerência de Ensino e Pesquisa e quatro na Superintendência. Os interessados podem se candidatar a mais de um cargo, conforme o Ofício Circular SEI 14/2021/DIVGP/GA/HU-UFSC-EBSERH.

> Relação dos cargos:

GERÊNCIA ADMINISTRATIVA
Unidade Compras e Licitações
Unidade de Fiscalização Administrativa de Contratos
Unidade de Administração de Pessoal
Unidade de Desenvolvimento de Pessoal
Unidade de Serviços Gerais
Setor de Contabilidade

GERÊNCIA DE ENSINO E PESQUISA
Unidade de Gestão da Inovação Tecnológica em Saúde
Unidade de Gestão de Graduação, Ensino Técnico e Extensão

SUPERINTENDÊNCIA
Unidade de Contratualização
Unidade de Infraestrutura, Suporte e Segurança de Tecnologia da Informação
Unidade de Sistemas de Informação e Inteligência de Dados
Setor de Governança e Estratégia

Mais informações no site https://bit.ly/3pOSedm.

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Enfermeira do HU ressalta importância do tratamento humanizado para pacientes com linfoma

20/09/2021 14:30

A enfermeira Michele Dotto atua na Unidade de Oncologia e Hematologia do HU-UFSC. Foto: Sinval Paulino

O Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas é celebrado anualmente em 15 de setembro. Como o próprio nome sugere, o principal objetivo dessa data é conscientizar a população sobre a importância de identificar precocemente os sintomas do linfoma, ajudando a facilitar o seu tratamento, além de ressaltar a importância do atendimento humanizado, do respeito aos familiares e da necessidade de apoio afetivo por parte da equipe de saúde.

Com 19 anos de atuação nesta área no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), a enfermeira da Unidade de Oncologia e Hematologia Michele Dotto explicou, nesta entrevista, um pouco sobre a doença e como é o atendimento para os pacientes no hospital.

O que caracteriza o linfoma?

O linfoma é um tipo de câncer que afeta as células de defesa do corpo. Existem diferentes tipos de linfoma, mas os principais sinais de alerta da manifestação da doença são: perda de peso/emagrecimento repentino, sudorese noturna, febre, aparecimento de gânglios aumentados (principalmente na região do pescoço, axilas, abdômen), dor importante e persistente no peito, estômago, abdômen.  É muito importante sempre buscar atendimento médico para avaliação, pois o diagnóstico precoce é fundamental.
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Especialista do HU fala do papel dos profissionais de saúde e da família para identificar câncer intraocular em crianças

17/09/2021 16:14

Eduardo Vieira de Souza é oftalmologista no HU. Foto: divulgação/HU-UFSC/Ebserh

Os bebês que nascem no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) passam por vários exames e um deles é o teste do olhinho. Neste momento, o pediatra usa uma lanterna e verifica o olho da criança e, por mais simples que pareça, essa iniciativa é capaz de identificar precocemente diferentes problemas, entre eles o retinoblastoma, o câncer intraocular mais comum na infância. O tema é tão importante que foi criado, por lei, o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma, 18 de setembro.

Se houver alguma dúvida, o bebê é encaminhado para o Ambulatório de Oftalmologia do HU, onde passa por uma avaliação mais detalhada, realizada pelo oftalmologista Eduardo Vieira de Souza. “É muito importante ter esse diagnóstico precoce porque quanto mais cedo se inicia o tratamento, melhor o resultado”, disse.

Conforme o especialista, os pais podem ajudar na luta por esta identificação porque a criança com retinoblastoma – que é causado por uma mutação genética – apresenta um branco no centro do olho ou tem o olho torno (estrábico). Em alguns casos, em fotos, esta mancha branca no olho aparece.  “O retinoblastoma é um tumor que cresce no fundo do olho e afeta a retina, que é a responsável pelo reflexo vermelho. Como a retina é afetada, o reflexo vermelho fica comprometido, aparecendo como uma mancha branca”, explicou.

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HU/UFSC inaugura novas instalações da Urgência Pediátrica

16/09/2021 08:47

O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC) inaugurou na última quarta-feira, 15 de setembro, as novas instalações da Urgência Pediátrica, um espaço de 300 m², sendo 100 m² de área ampliada e 200 m² de área reformada. Na obra, foram investidos R$ 784,8 mil com recursos do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), gerido Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Além dos recursos da obra de reforma e ampliação, serão investidos R$ 63 mil em mobiliário, também com recursos do Rehuf, que tem entre as suas diretrizes a recomposição do financiamento dos hospitais universitários federais e a recuperação física e tecnológica das instituições.

O novo espaço no HU contará com 11 pontos de cuidado: seis leitos de observação, um leito de reanimação e quatro leitos medicação/inalação. Também terá três consultórios, sala de curativos, sala triagem, assistência social, além de uma ampla área de espera para as famílias. O prédio da Urgência Pediátrica do HU foi desativado devido à necessidade de reformas em 2019 e as atividades foram transferidas para uma área ao lado.

A engenheira responsável pela obra, Pauline Schnel, informou que por estar posicionada entre dois prédios existentes (Ambulatório e Emergência Adulto) o projeto e a obra da área ampliada apresentaram uma série de desafios. “Foi necessário projetar as soluções de arquitetura, estrutural, elétrica, gases medicinais, hidrossanitário e climatização em conformidade com a infraestrutura existente dos prédios vizinhos”, explicou.
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Enfermeira do HU fala sobre combate à sepse, infecção que pode levar à morte

13/09/2021 10:28

No dia 13 de setembro, instituições e profissionais de todo o mundo se mobilizam para lembrar a importância da luta contra a sepse, um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção, que atinge de 15 a 17 milhões de pessoas em ambiente hospitalar no mundo todo. A data é uma oportunidade para aumentar a consciência pública para este evento pouco conhecido.

A enfermeira Andréia Labrea Pereira, do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), explicou que existem uma série de procedimentos e protocolos que são seguidos pelos profissionais de saúde para ajudar no combate à sepse. Confira a entrevista sobre o tema, em que ela explica a importância do diagnóstico precoce para evitar o agravamento do quadro.

O que é a Sepse?

A Sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. É desencadeada pela invasão de agentes infecciosos, principalmente bactérias ou vírus, causando uma intensa resposta inflamatória por todo o organismo. Antigamente também era chamada de infecção no sangue ou septicemia.

Há algum sintoma?

Os sintomas da Sepse podem passar despercebidos logo no seu início, podendo ser confundido com outras patologias. Porém, existem critérios que podem nos ajudar a realizar o seu diagnóstico como por exemplo a alteração de sinais vitais e de exames laboratoriais rebaixamento do nível de consciência, agitação, entre outros.

Como é o tratamento?

Os tratamentos para os casos de Sepse são variáveis, dependo do grau de comprometimento do paciente. Vai depender do tempo em que o diagnóstico foi realizado, assim como, da resposta do organismo as condutas adotadas.

Podemos prevenir Sepse?

A prevenção da Sepse pode ser realizada através de um diagnóstico precoce, evitando o agravamento do quadro. É muito comum na imprensa informações de pessoas que se submeteram a procedimentos (principalmente estéticos) e ficaram à beira da morte por causa de Sepse.

Por que esta inflamação causa tanto impacto?

Os procedimentos cirúrgicos, independentemente do local, podem desencadear a Sepse. Alguns procedimentos chamam mais atenção por se tratar de procedimentos eletivos, como os estéticos.

O que pode causar a Sepse?

Para a prevenção da Sepse é recomendado que as unidades sigam as diretrizes para prevenção de infecções relacionadas a estes dispositivos (pneumonia associada a ventilação mecânica, infecção de corrente sanguínea associada a cateter venoso central e infecção do trato urinário relacionado a cateter vesical de demora).

Como o quadro de Sepse pode levar à morte?

A Sepse pode ser encarada como um problema de saúde, não apenas no Brasil, mas no mundo todo, com uma alta taxa de mortalidade nos hospitais públicos e privados. Estima-se em cerca de 15 a 17 milhões o número de pacientes acometidos por Sepse no ambiente hospitalar, sendo esta síndrome considerada a causa prevalente de morte nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Veja o vídeo.

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HU/UFSC prepara ações para marcar o Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio

02/09/2021 11:05

Setembro é o mês mundial de prevenção ao suicídio, sendo o dia 10 oficialmente o Dia de Prevenção ao Suicídio – um assunto ainda considerado tabu, mas que vem quebrando esta barreira devido à ação de instituições e profissionais de diversas áreas que, a cada ano, promovem o enfrentamento do preconceito e da falta de informação que cercam o tema, além de debater formas de identificar os sinais e os mecanismos de ajuda.

O chefe da Unidade de Atenção Psicossocial do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC), Deidvid de Abreu, explicou que este é um dos principais benefícios do Setembro Amarelo: “Conscientização e informação de qualidade são os melhores caminhos para combater o preconceito e abrir o debate”, disse.

Segundo ele, como diversas instituições em todo o mundo, o HU programa uma série de ações envolvendo profissionais de saúde, pessoas interessadas e representantes de instituições que trabalham nesta área, como o Centro de Valorização da Vida (CVV). “A luta por esta causa acontece todos os dias do ano, mas o Setembro Amarelo é uma oportunidade que temos para ampliar este debate, ajudando a romper o silêncio em torno do tema suicídio e contribuindo para a prevenção e cuidados das pessoas que em algum momento pensam em tirar a própria vida”, disse o chefe da Unidade, que é assistente social.

Entre as ações programadas no HU neste ano está a divulgação do tema por meios digitais, lembrando sobre a importância do assunto e ressaltando a oferta de ajuda, divulgação de vídeos desta temática, rodas de conversa com profissionais do HU, lançamento de um manual de procedimentos em caso de atendimento a pessoas com pensamentos suicidas e outros eventos.

“Está prevista também uma live com representante do CVV para mostrar como funciona esta rede de apoio emocional e prevenção do suicídio”, acrescentou Deidvid. Ele ressalta ainda que as redes de apoio social e familiar e a rede de proteção social são fundamentais nesta campanha: “Buscar apoio de amigos, familiares e profissionais é um ato de coragem e bastante resolutivo para a prevenção do suicídio”, afirmou o assistente social, lembrando que os profissionais de saúde têm de estar capacitados para este atendimento.

Texto: Unidade de Comunicação Social – HU/UFSC

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Pesquisa avalia que erva-mate pode colaborar com o tratamento de pessoas com doença genética

01/09/2021 13:01

Infusão de folhas de erva-mate (Ilex paraguariensi) mostrou resultado promissor para o tratamento da hemocromatose hereditária. Foto: United States Botanic Garden/Wikimedia Commons/CC BY-SA 3.0

Um estudo desenvolvido na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) avaliou o efeito da infusão de folhas de erva-mate (Ilex paraguariensis A. St. Hil.) para reduzir a absorção de ferro em portadores de hemocromatose hereditária, uma doença genética caracterizada pelo acúmulo excessivo de ferro e que pode levar ao  comprometimento de órgãos e sistemas. Com resultados promissores, capazes de contribuir para o tratamento da enfermidade e uma melhor qualidade de vida dos pacientes, o trabalho foi conduzido pela pesquisadora Cristiane Manfé Pagliosa para sua tese de doutorado, realizada no Programa de Pós-Graduação em Nutrição sob orientação dos professores Edson Luiz da Silva e Francilene G. K. Vieira. 

A pesquisa foi dividida em duas etapas. Inicialmente foram realizados testes em laboratório para definir a melhor forma de preparo da infusão, para que atingisse as propriedades desejadas e mantivesse maior estabilidade para seu armazenamento. As folhas utilizadas foram provenientes de cultivo orgânico e sem a presença de contaminantes que pudessem oferecer risco à saúde.

A segunda fase consistiu em um ensaio clínico com 14 pacientes com hemocromatose hereditária em fase de tratamento. Cada um ingeriu, em três momentos diferentes, uma refeição padronizada enriquecida com sulfato ferroso, um composto químico comumente usado em suplementos para reposição de ferro, e 200 ml de bebida (uma a cada dia): água, infusão de folhas de erva-mate e suspensão de Silybum marianum, um produto vendido em farmácias para tratamento de problemas no fígado. A finalidade foi avaliar o efeito do consumo de cada uma na inibição da absorção do ferro.
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Estudo do HU que ajuda a classificar e tratar pacientes fragilizados é premiado em congresso

25/08/2021 12:41

Uma pesquisa desenvolvida no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC/Ebserh) foi premiada pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), durante um congresso realizado nos últimos dias 20 e 22. Ao todo, foram submetidos 118 trabalhos científicos sobre asma, DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) e tabagismo. 

A pesquisa, chamada Fragilidade em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica e sua associação com as classificações propostas pela Global Initiative For Chronic Obstructive Lung Disease, foi realizada com cerca de 100 pacientes no Núcleo de Pesquisa em Asma e Inflamação das Vias Aéreas (Nupaiva) por um grupo de estudantes de doutorado e pós-doutorado orientados pela professora e pneumologista do HU Rosemeri Maurici da Silva, coordenadora do Nupaiva. 

O trabalho foi apresentado no Congresso SPPT Virtual e premiado juntamente com as pesquisas denominadas Aumento do consumo de cigarros durante a primeira onda da pandemia de covid-19 no Brasil: prevalência e fatores associados e Diabetes concomitante está associado a menor função pulmonar em asmáticos
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HU comemora dez anos como centro credenciado de implante coclear

23/08/2021 12:03

O Serviço Hospitalar de Saúde Auditiva do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC) comemora dez anos de atividade como centro credenciado de implante coclear.  O serviço abrange 218 pacientes, com 275 cirurgias de implante – a primeira delas realizada em agosto de 2011.

O implante coclear é uma prótese eletrônica introduzida por cirurgia na orelha interna para estimular diretamente o nervo coclear e assim, associado a um componente externo, recuperar a audição de pacientes com perda auditiva severa e profunda e que não apresentam resposta aos aparelhos auditivos de amplificação convencional. A cirurgia pode ser realizada a partir dos seis meses de idade.

Por ser uma cirurgia de alta complexidade, a habilitação do hospital é feita pelo Ministério da Saúde após o cumprimento de diversas exigências com relação à qualificação dos profissionais que atenderão os pacientes e com relação à estrutura física da instituição. A fonoaudióloga Francine Freiberger, referência no serviço, explicou que os pacientes são encaminhados por um dos cinco serviços ambulatoriais de saúde auditiva de Santa Catarina. No hospital, os profissionais fazem a avaliação, testes no Centro Cirúrgico e acompanhamento do uso do implante.

Para avaliar se o paciente é candidato a cirurgia, ele passa por uma equipe multiprofissional, composta também pela fonoaudióloga Nicoli Valverde Mafra Alves, pela professora Maria Madalena Pinheiro do Departamento de Fonoaudiologia, pela assistente social Michelly Cardoso, pela psicóloga Andrea Thaís Xavier Rodríguez Hurtado e pelo otorrinolaringologista Cláudio Márcio Yudi Ikino.

Com informações da Unidade de Comunicação do HU

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Taxa de mortalidade na UTI Covid do HU/UFSC cai para 20%

10/08/2021 09:48

A taxa de mortalidade de pacientes internados com Covid-19 na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) caiu de 27% para 20%, na comparação entre os dados de 2020 e 2021. Para efeito de comparação, dados da Associação de Medicina Intensiva Brasileira apontam uma taxa de 50% nas UTIs da rede pública e 30% na rede particular.

O médico intensivista, Rafael Lisboa de Souza, atribui o desempenho da unidade à atuação da equipe multiprofissional e ao dimensionamento dos recursos humanos no HU/UFSC para tratamento intensivo de pacientes Covid. “Os recursos humanos bem dimensionados, capacitados e motivados fazem toda diferença no HU”, disse o especialista, citando a atuação das equipes de enfermagem, fisioterapia, medicina, nutrição, fonoaudiologia e psicologia.

Ele citou ainda a atuação de especialidades na unidade. “A cirurgia torácica e de cabeça e pescoço realizando as traqueostomias de forma segura, as diversas especialidades clínicas que cuidam destes doentes antes e depois da UTI, os serviços de apoio e a atuação da diretoria resultaram nestes números”, resumiu o médico.

De acordo com dados da UTI Covid, em 2020 foram internados 159 pacientes contaminados com o SARS-COV-2, sendo registrados 43 óbitos (27%) e até o início de agosto de 2021, houve 222 internações, com 45 óbitos (20%). “Ou seja, mesmo com um aumento nos casos e até uma sobrecarga que foi registrada em todos os hospitais, o percentual caiu no HU”, disse o médico, afirmando que a unidade passa por um período de relativa tranquilidade neste início de agosto, mas está preparada para um possível aumento na demanda, em função de novas variantes. “Essas condições que eu apontei habilitam a UTI para manter a taxa de desempenho mesmo com um novo cenário”, afirmou.
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Médico do HU alerta para aumento nos níveis de colesterol durante a pandemia

06/08/2021 14:47

Apesar de ser um tema comum nas conversas do dia a dia, o colesterol ainda é um assunto cercado de dúvidas. O médico do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) e cardiologista Douglas Muniz Barbosa respondeu a perguntas sobre as consequências da alimentação inadequada e da falta de exercícios, situações que podem ter se agravado na pandemia. O Dia Nacional do Combate ao Colesterol é celebrado neste domingo, 8 de agosto.

Segundo o médico, o controle do nível de colesterol depende muito da própria pessoa, por meio da adoção de hábitos saudáveis, como prática de exercícios e alimentação adequada e balanceada.

Leia a entrevista

O que é colesterol?

Colesterol é um conjunto de gorduras que faz parte de estruturas dentro de células do nosso corpo – cérebro, nervos, músculos, peles, intestino e coração, por exemplo – e é essencial ao funcionamento das células para formação de hormônios, de vitamina D e de ácidos biliares que ajudam na digestão de gorduras.

Qual é a importância de um dia de prevenção ao colesterol?

O excesso de colesterol está associado a diversas doenças, principalmente as cardiovasculares, como AVC e infarto. Por isso, a importância de ter um dia específico para combate e prevenção ao colesterol em excesso. Mas, esta batalha deve ocorrer todos os dias.

Como é feito o tratamento? Há algum estudo em andamento para o surgimento de novidades nesta área?

O tratamento é feito basicamente com medicações, as estatinas. Existem algumas classes de estatinas que vêm progredindo com o passar do tempo, oferecendo mais qualidade e eficácia na sua função. Além disso, o colesterol é tratado com prevenção, com ações básicas, com mudança no estilo de vida, principalmente atividade física e alimentação adequada e balanceada – são algumas das atitudes iniciais a serem tomadas.

É muito comum ouvir relatos de pessoas da terceira idade sobre colesterol alto. Todas as pessoas na terceira idade vão ter colesterol alto?

Nem todas as pessoas. Isso depende de fatores genéticos e principalmente da fonte que você busca estas gorduras ou o fato de não praticar atividades físicas, por exemplo.

Há uma preocupação geral com o aumento do colesterol, devido à pandemia (alcoolismo, alimentação inadequada, falta de exercícios físicos, estresse, etc). Já é possível falar de um quadro de aumento dos níveis de colesterol da população em função deste cenário?

Com toda certeza, este período da pandemia fez com que as pessoas diminuíssem as atividades físicas e aumentassem o consumo de alimentos de maneira inadequada e isso gera alterações nos níveis de colesterol. Ainda não existe um estudo mostrando estes dados sobre os níveis de colesterol da população devido ao cenário da pandemia e não temos como mostrar isso cientificamente, mas com toda certeza haverá, sim, pelo ganho de peso e por outros fatores como redução da atividade física e alimentação inadequada, um aumento no número de pessoas com colesterol alterado.

Quais são as consequências? Acredita em um aumento na demanda da área de saúde por causa de doenças cardiovasculares?

De uma maneira geral, as consequências vão ser sentidas em várias áreas. A consequência primária é que as pessoas comecem, por estarem mais obesas, a desenvolver doenças secundárias e isso pode trazer uma sobrecarga no sistema de saúde, mas isso pode ser prevenido. A gente passou por um período de um ano e meio de isolamento, necessário, mas as pessoas começam a voltar a praticar atividades físicas. Com a vacinação e mantendo os devidos cuidados, as pessoas começam a voltar a praticar estas atividades. Além disso, em qualquer tempo é preciso evitar se alimentar mal. Então, tem como mudar este cenário. Esperamos sim um aumento da demanda, mas não é uma consequência definitiva e isso pode ser contornado por meio de medidas não farmacológicas e, se for necessário, com medidas farmacológicas.

Por que cada vez mais os jovens apresentam colesterol elevado?

Cada vez mais jovens tem apresentado uma alteração nos níveis de colesterol, até em função das pesquisas, das estatísticas. Hoje, a orientação é que crianças a partir dos 10 anos de idade comecem a fazer exames laboratoriais para avaliação do colesterol. Além disso, há um aumento muito grande do consumo de produtos industrializados, da alimentação inadequada, isso faz com que mais jovens comecem a desenvolver alteração do colesterol. Basicamente o problema está relacionado a alimentação inadequada e falta de atividade física.

Assista o Minuto Saúde

Unidade de Comunicação do HU

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Hospital Universitário destaca atuação do sanitarista Oswaldo Cruz no Dia Nacional da Saúde

05/08/2021 15:45

 Nesta quinta-feira, 5 de agosto, celebra-se o Dia Nacional da Saúde. A data foi criada para homenagear o sanitarista Oswaldo Cruz, cuja trajetória está muito relacionada ao contexto atual. Sua história foi marcada pelo combate e erradicação de doenças, e pela sua luta para garantir uma política pública  ampla de vacinação. Em sua época, o médico enfrentou muita resistência e reação daqueles que se opunham à vacina, conforme lembra Maria Luiza Bazzo, professora e gerente de Ensino e Pesquisa do Hospital Universitário (HU-UFSC/Ebserh).

Segundo Bazzo, foram justamente a pesquisa e a criação de estratégias de ação e campanhas de vacinação que deram condições ao Brasil de enfrentar epidemias: “Assim como no início do século XX, estamos enfrentando atualmente resistência às vacinas. É necessário compreender a importância de ampliar a cobertura vacinal para diminuir a circulação de SARS-CoV-2 e conter a pandemia.”

A professora explicou que, no início do século XX, Oswaldo Cruz empreendeu campanhas sanitárias para resolver as epidemias de febre amarela, peste bubônica e varíola, que assolavam o Rio de Janeiro, capital do Brasil à época. Sobre a febre amarela, ao compreender que o transmissor era o mosquito, ele implantou medidas sanitárias, com brigadas que percorriam casas, jardins, quintais e ruas, eliminando os focos de insetos.

Sua atuação provocou violenta reação popular. “Em 1904, com o recrudescimento de surto de varíola, ele tentou promover vacinação em massa e foi vítima de campanha contra essa medida. Mas hoje sabemos que foi a vacina contra a varíola que permitiu a erradicação dessa doença, que é muito grave”, explicou a dirigente do HU.

Neste Dia Nacional da Saúde, 117 anos depois, o tema volta à tona, reforçando a importância da pesquisa em saúde. “Foi a pesquisa executada ao longo dos anos que permitiu o desenvolvimento muito rápido da vacina para SARS-CoV-2, o vírus que causa a Covid-19”, disse Bazzo, ressaltando a importância do profissional de saúde na promoção do ensino e da pesquisa, no incentivo à vacinação, na testagem e nas medidas para reduzir a circulação do vírus. “Entre as lições da pandemia, está a importância da educação em saúde para que todo profissional seja um agente transformador, capaz de educar a população e esclarecer dúvidas sobre riscos e vantagens das vacinas, por exemplo.”

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Hospital Universitário da UFSC efetiva 31 novos profissionais na equipe

03/08/2021 14:21

O HU-UFSC/Ebserh recebeu um reforço de 31 profissionais efetivos. Foto: Sinval Paulino.

O Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (HU-UFSC/Ebserh) começou o mês de agosto recebendo um reforço de 31 profissionais efetivos. A integração, que começou no dia 2 de agosto, incluiu 11 assistentes administrativos, sete médicos, sete técnicos de enfermagem, dois enfermeiros, um fisioterapeuta, um técnico em contabilidade, um técnico em segurança do trabalho e um técnico em radiologia.

Os médicos são das áreas de Ginecologia e Obstetrícia (dois), Anestesiologia, Hepatologia, Neonatologia, Clínica Médica e Hematologia e Hemoterapia.

No primeiro dia de trabalho – que é um processo de integração – os novos contratados receberam material sobre o HU e sobre a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), além de informações sobre a legislação trabalhista, segurança do trabalho, regras internas do hospital, entre outros. Os participantes foram orientados a usar álcool em gel e manter distanciamento durante a solenidade de recepção.

A superintendente do hospital, Joanita Angela Gonzaga Del Moral, recebeu a nova equipe, falando um pouco da história da instituição e sobre o papel dos profissionais na assistência e no ensino.

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HU terá mesa redonda com especialistas na semana mundial da amamentação

02/08/2021 12:25

A Semana Mundial da Amamentação, comemorada todos os anos em agosto desde 1992, terá como tema Proteja a amamentação: uma responsabilidade compartilhada, ressaltando como a amamentação contribui para a sobrevivência, saúde e bem-estar da criança, trazendo benefícios para a mulher, famílias e sociedade. De acordo com a coordenadora da Comissão Pró-Aleitamento Materno e da Central de Incentivo ao Aleitamento Materno (CIAM) do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), a enfermeira Isabel Maliska, proteger a amamentação é a uma forma de oferecer o melhor começo de vida para uma criança. Como parte da programação do HU para a Semana Mundial do Aleitamento 2021, está marcada para o dia 4 de agosto uma mesa redonda com especialistas.

O evento será realizado pelo Google Meet, com emissão de certificado. Serão abordados temas como “Desafios para a promoção e proteção do aleitamento materno: Aspectos psicológicos e culturais”, com a psicóloga que atua na maternidade do HU, Amanda Kliemann; “Papel da equipe assistencial no apoio ao aleitamento materno: gestação, parto e puerpério”, com a médica pediatra do HU Flavia Gheller Schaidhauer e “Como proteger a amamentação na perspectiva dos diferentes atores sociais?”, com a enfermeira Marcia Sueli Del Castanhel. No decorrer do mês de agosto, serão divulgados outros conteúdos compartilhando informações a respeito da amamentação.

A semana é comemorada em todo mundo e o HU participa com divulgação de material informativo sobre o tema, eventos culturais e científicos envolvendo gestantes, puérperas, profissionais e demais interessados. Como Hospital Amigo da Criança, o HU-UFSC é referência na assistência à mulher no pré-parto, parto e pós-parto, ressaltando-se a promoção e proteção do aleitamento materno durante todo o processo assistencial.

“Também queremos chamar a atenção da população para aspectos da amamentação que são ainda vistos com certo tabu: amamentar um filho com dois anos ou mais, tal como é recomendado pelo Ministério da Saúde, muitas vezes é percebido com certo estranhamento, pela criança não ser mais um bebê”, explica a nutricionista do HU, Viviane Dingee, integrante da Comissão Pró-Aleitamento Materno do hospital. “Da mesma forma gostaríamos de chamar a atenção para amamentação de gemelares, que é totalmente possível, em tandem (quando a mulher amamenta um filho recém-nascido e outro filho um pouco maior). É preciso olhar para estas situações com mais naturalidade, pois este ato se traduz em benefícios para as crianças envolvidas”, explicou a nutricionista.

Apoio

A enfermeira Isabel Maliska acrescenta que há ainda uma situação que merece um olhar especial: a volta da mulher ao trabalho, com quatro ou seis meses pós-parto, e a necessidade que ela receba apoio para continuar amamentando, extraindo seu leite quando estiver ausente, inclusive no seu local de trabalho, a fim de evitar o desmame precoce. “Este é um momento extremamente importante, pois o apoio da família, rede social, local de trabalho será decisivo para que ela continue a amamentar ou interrompa o aleitamento materno”, diz.

Profissionais de saúde envolvidos na campanha deste ano explicam que o tema escolhido está relacionado à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, um plano de ação para pessoas, planeta e economia sem destruição da natureza, que orientará programas de desenvolvimento para os próximos anos. “A mulher precisa ter a proteção do aleitamento em todas as suas esferas de relacionamento: em casa, no ambiente de trabalho, com os vizinhos, com as pessoas na comunidade, por exemplo”, detalha a enfermeira.

Ela também lembra que este apoio deve ser amparado pela equipe de saúde que assiste a mulher desde o pré-natal, por políticas governamentais, pela legislação, a exemplo de leis trabalhistas que protejam o aleitamento materno, pela imprensa e pela sociedade civil, que têm um importante papel a ser desempenhado.

A Aliança Mundial para Ação de Aleitamento Materno (WABA) é uma rede global de indivíduos e organizações dedicadas à proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno em todo o mundo. Anualmente, a WABA coordena e organiza a Semana Mundial da Amamentação (WBW), que ocorre entre 1 e 7 de agosto. Desde 2016, a instituição alinha a campanha WBW com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, a qual chama de Campanha WBW-SDGs.
Com informações da Unidade de Comunicação Social do HU

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Live com psicóloga e psiquiatra do HU debate impacto da cirurgia bariátrica na saúde mental

02/08/2021 11:52

Profissionais do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) vão apresentar uma live nesta terça-feira, 3 de agosto, com o tema Saúde mental e cirurgia bariátrica. O evento on-line será realizado no canal do HU-UFSC no YouTube, a partir das 11 horas. O público-alvo são pacientes em pré e pós-operatório atendimento no ambulatório e o público em geral interessado no tema.

Na live, a psicóloga Maria Emilia Pereira Nunes e a psiquiatra Valéria Pereira, que atuam junto ao Ambulatório de Cirurgia Bariátrica do HU, falarão sobre o impacto das emoções, pensamentos e comportamento no tratamento pré e pós-operatório. Para participar ao vivo, basta acessar o canal durante a realização da live. Os participantes poderão enviar dúvidas pelos comentários no chat.

A live foi apresentada como uma atividade de educação em saúde com o objetivo de sensibilizar os participantes sobre a importância do cuidado em saúde mental para o sucesso da cirurgia. “Espera-se que a apresentação auxilie os pacientes a compreenderem os aspectos psicológicos e psiquiátricos que podem interferir no tratamento e quanto o cuidado em saúde mental pode potencializar os efeitos positivos da cirurgia”, afirmaram as profissionais.

Unidade de Comunicação do HU

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Residente do HU ressalta benefício de diagnóstico e tratamento da hanseníase

30/07/2021 16:35

Apesar de ser uma doença muito antiga e ainda muito estigmatizada, a hanseníase é curável, com medicações fornecidas regularmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) possui um Ambulatório de Hanseníase para acolher, tratar e acompanhar os pacientes e seus familiares. Uma vez iniciado o tratamento, a transmissão se interrompe.

A médica residente do ambulatório Fernanda Ramos Paes e Lima explica que a hanseníase é uma doença infectocontagiosa causada por uma micobactéria conhecida como Bacilo de Hansen. “É uma doença característica de países em desenvolvimento, sendo que o Brasil é o primeiro do mundo em diagnóstico de novos casos, com 27.874 casos novos em 2019. Em Santa Catarina, o dado mais recente (2018) revela 122 novos casos de Hansen”, relata. “Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor, pois o tratamento cura a doença, interrompe a transmissão e previne sequelas”, diz.

Segundo ela, a hanseníase pode acometer qualquer pessoa, atingindo mais homens adultos, pessoas com influência genética e pessoas com baixa imunidade, como as portadoras do vírus HIV e pacientes em tratamento para cânceres. “A transmissão acontece por meio de contato respiratório prolongado com paciente em estágio avançado da doença e não tratado”, explicou Fernanda Lima, lembrando que, uma vez iniciado o tratamento, a transmissão se interrompe. O contato com a pele do doente e objetos de uso comum não provocam a transmissão.

O diagnóstico é clínico, feito por médico capacitado em reconhecer os sintomas de hanseníase, como lesões de pele mais claras e avermelhadas, com perda da sensibilidade, sensação de dormência nos braços e pernas, por exemplo. Em alguns casos, pode-se solicitar exame adicional chamado baciloscopia, mas nem sempre será positivo e mesmo um resultado negativo não afasta a doença.

O tratamento é feito por meio de comprimidos fornecidos no SUS em todo território nacional. As doses mensais são supervisionadas por profissional da saúde e as demais de uso diário domiciliar. A quantidade das medicações associadas para o tratamento bem como sua duração dependem da gravidade da doença, durando em média de seis a doze semanas.

 

Unidade de Comunicação do HU

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Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Universitário tem 17 pesquisas em andamento

29/07/2021 17:15

Heloísa Zorzi Costa, Técnica de Laboratório da ULAC/HU-UFSC. Foto: Ricardo Torres.

A Unidade de Laboratório de Análises Clínicas (ULAC) do Hospital Universitário (HU-UFSC/Ebserh) está sendo utilizada, atualmente, para o desenvolvimento de 17 pesquisas, de acordo com dados divulgados pelo Setor de Gestão da Qualidade do laboratório.

O processo de cadastramento e análise de projetos de pesquisa é estruturado pela unidade em conjunto com a Gerência de Ensino e Pesquisa do HU desde 2019. Com isso, é possível obter um controle do volume de pesquisas que utilizam a estrutura do laboratório.

De acordo com a técnica de laboratório do HU, Cristiane Quadros Mademann, que é integrante da equipe do Setor de Gestão da Qualidade do ULAC e gerencia as pesquisas no laboratório, a unidade é usada nestes estudos para coleta de amostra biológica, análise (processamento) destas amostras, acesso ao banco de dados (laudos e estatísticas, por exemplo) ou utilização do espaço físico (como bancadas e equipamentos).

Desde 2019, foram cadastradas na ULAC 34 pesquisas, sendo 15 em 2019, oito em 2020 e 11 neste ano. De acordo com o cronograma das pesquisas, são 17 em ativa e as demais concluíram o trabalho no laboratório (algumas podem requisitar ampliação do prazo).

Entre as pesquisas em andamento estão trabalhos que envolvem estudos sobre diagnóstico da infecção por bactérias, percepção de risco de agentes de saúde, alterações metabólicas em casos de cirrose, nutrição, perfil laboratorial de pacientes, estudos sobre diabetes, Covid-19, entre outras.

Confira a relação das pesquisas aqui.

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Enfermeira do HU-UFSC destaca importância da prevenção e diagnóstico na luta contra hepatites virais

28/07/2021 14:41

O dia 28 de julho é o Dia de Luta contra as Hepatites Virais, que são infecções no fígado causadas por um vírus. A data é um marco para alertar a população para a prevenção da doença e para a importância de exames que busquem o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, conforme lembrou a enfermeira do Núcleo de Transplante Hepático do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), Kelly Cristine Alves Pavanati.

De acordo com ela, a divulgação e conscientização são as palavras-chaves do Dia de Luta contra as Hepatites Virais, no qual se faz um esforço para que a população reconheça a existência da doença para agir de maneira preventiva, evitando a propagação do vírus. É preciso fazer os exames regularmente, principalmente quando se tem algum comportamento de risco. Caso o vírus seja encontrado no corpo, o diagnóstico precoce possibilita o tratamento antes que a doença evolua e apresente consequências mais complicadas.

Saiba mais na entrevista

Quais são os principais sintomas?

As hepatites quase sempre evoluem de maneira crônica e as pessoas só ficam sabendo que estão doentes quando buscam um serviço de saúde com algum sintoma, quando apresentam algum amarelão (icterícia), hemorragia digestiva pela boca ou pelo ânus e também quando há um aumento do volume do abdômen, que acontece por causa de uma retenção de líquidos por má circulação dentro desta região causada pela doença do fígado. Também pode se manifestar por alterações do nível de consciência e alterações neurológicas.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito com teste rápido que é disponibilizado por alguns serviços de saúde, na rede básica ou por um laboratório de análises clínicas, com sorologia.

Quais são os fatores de risco?

Os fatores de risco são associados a comportamentos que o indivíduo possa ter sem proteção, levando a contato com resíduos de sangue ou material corpóreo de outra pessoa contaminada, relação sexual sem preservativo, uso de agulhas e seringas que tenham entrado em contato com outras pessoas e que não estejam esterilizadas, o que pode acontecer, por exemplo, em casos de tatuagens, piercing e até alicates de unha não esterilizados. Estes materiais devem passar por desinfecção, seguindo protocolos da Vigilância Sanitária. Há risco também no compartilhamento de seringas e agulhas no caso de uso de drogas, por exemplo.

Qual é o papel do HU na cadeia de cuidado no caso destas doenças?

O HU tem um Serviço de Hepatologia que é referência no Estado e que oferece serviços de atendimento ambulatorial e de internação para tratamento de doenças hepáticas (as hepatites B e C estão dentro dessas possíveis doenças do fígado). O HU oferece também tratamentos e exames para fazer o diagnóstico destas doenças. O hospital atende pacientes encaminhados via Sistema de Regulação (Sisreg)

Outros dados importantes

A hepatite B não tem cura, mas pode ser prevenida com a vacinação e tratada com medicamentos disponíveis no SUS. Para a hepatite C não há vacina, mas o tratamento, também disponível no SUS, pode levar à cura. Tanto a hepatite B quanto a C, se não tratadas, podem causar hepatite aguda e crônica.

HEPATITE B

É uma doença infectocontagiosa que agride o fígado. Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), cerca de 20% a 30% das pessoas adultas infectadas cronicamente pelo vírus B da hepatite vão desenvolver cirrose e/ou câncer de fígado. As principais formas de transmissão são: relações sexuais sem preservativo com uma pessoa infectada; da mãe infectada para o filho, durante a gestação e o parto; compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos); compartilhamento de materiais de higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam); na confecção de tatuagem e colocação de piercings, procedimentos odontológicos ou cirúrgicos que não atendam às normas de biossegurança; por contato próximo de pessoa a pessoa (presumivelmente por cortes, feridas e soluções de continuidade); transfusão de sangue (mais relacionadas ao período anterior a 1993).

HEPATITE C

É um processo infeccioso e inflamatório que pode se manifestar na forma aguda ou crônica. A hepatite crônica é uma doença silenciosa, que evolui de forma discreta e se caracteriza por um processo inflamatório persistente no fígado. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 60% a 85% dos casos se tornam crônicos e, em média, 20% evoluem para cirrose ao longo do tempo. A infecção está mais presente em pessoas com idade superior a 40 anos. As principais formas de transmissão são: contato com sangue contaminado, pelo compartilhamento de agulhas, seringas e outros objetos para uso de drogas (cachimbos); reutilização ou falha de esterilização de equipamentos médicos ou odontológicos; falha de esterilização de equipamentos de manicure; reutilização de material para realização de tatuagem; procedimentos invasivos (ex.: hemodiálise, cirurgias, transfusão) sem os devidos cuidados de biossegurança; uso de sangue e seus derivados contaminados; relações sexuais sem o uso de preservativos (menos comum); transmissão da mãe para o filho durante a gestação ou parto (menos comum).

Unidade de Comunicação Social do HU

 

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Hospital Universitário investe mais de R$ 3,3 milhões em novo tomógrafo

26/07/2021 16:22

O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) recebeu no último sábado, 24, um Tomógrafo Multslice de 64 canais. O equipamento de última geração permite a realização de exames mais complexos, de forma mais rápida e precisa, e atenderá à demanda de exames da população, além da formação de profissionais de saúde, que terão a oportunidade de aprender com novos recursos tecnológicos.

No total, foram investidos R$ 3,389 milhões, sendo R$ 3 milhões relativos ao preço do equipamento, R$ 336,4 mil para obras de adequação e instalação, R$ 25,6 mil para projetos e o restante para demais componentes da solução. Os recursos são do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC).
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Profissionais do Hospital Universitário participam de Fórum sobre diagnóstico bucal

20/07/2021 19:27

Nesta quarta-feira, 21 de julho, será realizado o VIII Fórum de Discussão em Diagnóstico Bucal, como parte das atividades do Julho Verde, mês de conscientização sobre câncer de cabeça e pescoço.  O evento ocorre das 18h às 21h, em formato on-line, pela plataforma Zoom. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas aqui.

A atividade é promovida pela Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP) e terá a participação de equipes multiprofissionais de todo o Brasil. Duas profissionais do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) estão na organização do Fórum: Liliane Grando, coordenadora do Ambulatório de Estomatologia, e Cláudia Mituuti, coordenadora do Ambulatório de Disfagia.

O Julho Verde foi oficialmente criado pela Lei 8086/2017, que institui 27 de julho como o Dia Mundial do Câncer de Cabeça e Pescoço para conscientização e combate a esses tipos de cânceres. A Associação de Câncer de Boca e Garganta (ACBG) lidera a campanha, em parceria com o Núcleo de Odontologia Hospitalar do HU.

O HU-UFSC também participa da campanha realizando ações de conscientização e orientações sobre o tema, por meio da Unidade Cérvico-Facial e de seus serviços de Odontologia Hospitalar, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, e dos Cursos de Fonoaudiologia e de Odontologia da UFSC.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-8104.

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