Seminário debate ciência, biotecnologia e cibercultura na Antropologia
O III Seminário “Mapeando Controvérsias Contemporâneas” organizado pelo Grupo de Pesquisas em Ciberantropologia (GrupCiber) da UFSC em parceira com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), será realizado nos dias 5 e 6 de novembro no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC. 
O seminário tem três eixos temáticos, Ciência, Biotecnologia e Cibercultura, que serão discutidos dentro da Antropologia. Os objetivos do evento são determinar tópicos de análise sobre os temas, causar uma reflexão crítica sobre a Antropologia contemporânea e estabelecer vínculos com instituições nacionais e internacionais.
Serão realizadas apresentações de pesquisadores parceiros da Universidade de Brasília (UNB), Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), além de professores do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) e do Departamento de Antropologia da UFSC e da intercambista doutoranda, Dalila Floriani Petry, da Université Paris Ouest Nanterre la Défense.
A linha de pesquisa do GrupCiber é a Cultura e Comunicação e aborda a cibercultura do ponto de vista antropológico. Theophilus Rifiotis, coordenador do GrupCiber, diz que quando o grupo surgiu em 1997 “tratava-se de um duplo pioneirismo: o investimento etnográfico nesse campo interdisciplinar e a sua introdução na antropologia brasileira”.
O evento é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pela Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc). A entrada é aberta ao público e gratuita.
A programação completa está no Facebook
Giovanna Olivo/Estagiária de Jornalismo/Agecom/DCG/UFSC









A bancada sobre o Bloco B, em fase de construção, terá 12m² de área de espelhos, equivalente a 30 kW de potência. Ela substitui outro coletor e concentrador que havia ali antes, com princípio de funcionamento semelhante, mas que utilizava superfície parabólica. O Posmec aprovou também a oferta de duas disciplinas sobre tecnologias de concentração termossolar, a serem oferecidas no 4o bimestre de 2015 e em fevereiro de 2016, esta última por um professor alemão convidado e apoiado pela GIZ (empresa alemã de cooperação universidade-empresa).





