Encontro discutirá políticas públicas de desenvolvimento de software na universidade

30/09/2011 10:54

O Departamento de Inovação Tecnológica (NIT) e o Grupo de Estudos em Direito Autoral e Informação (GEDAI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) vão realizar no dia 10 de outubro, no auditório da Reitoria, o II Encontro Inclusão Tecnológica e Desenvolvimento – PROCAD 2011. O tema central desta edição será “Políticas públicas de desenvolvimento de software na Universidade: movimentos rumo à sociedade democrática do conhecimento”.

O evento vai ao encontro com outras iniciativas já realizadas pela UFSC e tem como objetivo estimular uma abordagem crítica e profunda sobre o desenvolvimento de software livre na Universidade. Além disso, serão debatidos os interesses públicos e econômicos envolvidos na questão da inclusão tecnológica e acesso ao conhecimento.

O PROCAD será realizado das 9h às 17h, no auditório da Reitoria. As inscrições serão feitas no dia e local do evento.

Confira a programação:

8h30 – Credenciamento

9h – Abertura

– Prof. Alvaro Toubes Prata / reitor da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

– Profª Maria Lúcia de Barros Camargo / pró-reitora de Pós-Graduação (UFSC)

– Profª Débora Peres Menezes / pró-reitora de Pesquisa e Extensão (UFSC)

– Profª Olga Maria de Oliveira / diretora do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ – UFSC)

Coordenadores Científicos do Encontro:

– Profª Rozangela Pedrosa – DIT/UFSC

– Prof. Marcos Wachowicz – GEDAI/UFSC

– Profª Carol Proner – Unibrasil

9h30 – Mesa 1

Tema: Políticas Públicas de Desenvolvimento de Software na Universidade

Moderadora: Profª Rozangela Pedrosa – DIT/UFSC

Participantes:

Prof. Altamir Dias – EMC/CTC/UFSC

Profª Lucia Helena Martins Pacheco – INE/CTC/UFSC

Prof. Ronaldo dos Santos Mello – INE/CTC//UFSC

Prof. Werner Kraus Junior – DAS/CTC/UFSC

Tarde

14h – 15h30 – Mesa 2

Tema: Softwares Abertos (OCS e OJS), Repositório Institucional, Repositório de Objetos Educacionais e Open Learning

Moderador: Prof. Marcos Wachowicz – GEDAI/UFSC

Participantes:

Profª Elisabeth Adriana Dudziak – USP

Prof. José Eduardo de Lucca – INE/CTC/UFSC

Prof. Alexandre Pesserl – GEDAI/UFSC

15h30 – Intervalo

15h45 – 17h15 – Mesa 3

Tema: Movimento Mundial em Favor do Acesso Aberto à Informação Científica

Moderador: Prof. José Isac Pilati – PPGD/UFSC

Participantes:

Prof. Fernando César Lima Leite – UnB

Profª Carol Proner – Unibrasil

Prof. Aldo Von Wangenhein – INE/CTC/UFSC

17h30 – Encerramento

Outras informações pelo site www.direitoautoral.UFSC.br.

Tags: gedaiPROCAD 2011UFSC

LASTRO integra Associação Internacional para o Estudo das Greves e dos Conflitos Sociais

30/09/2011 09:23

A partir deste mês, o Laboratório de Sociologia do Trabalho (LASTRO) da UFSC passa a integrar a Associação Internacional para o Estudo das Greves e dos Conflitos Sociais, entidade fundada durante a Conferência Internacional Greves e Conflitos Sociais no Século XX, realizada entre 16 e 20 de março de 2011, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. O laboratório é vinculado ao Departamento de Sociologia e Ciência Política do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), sob a coordenação do professor Fernando Ponte de Sousa.

Organizada, coordenada e financiada conjuntamente pelo Instituto de História Contemporânea (Universidade Nova de Lisboa/Portugal), Instituto Internacional de História Social (Amsterdã/Holanda), Arquivo Edgard Leuenroth (Unicamp/Brasil), Centro de Estudos do Franquismo e da Democracia (Universidade Autónoma de Barcelona/Espanha) e pela Maison des Sciences de L’Homme (Dijon/França), a conferência representou, em nível científico, um retorno aos estudos do trabalho em nível internacional, em particular da conflitualidade social, tema que atraiu cerca de 250 propostas de comunicação, das quais 170 foram selecionadas, dentre elas a do técnico e pesquisador do LASTRO, José Carlos Mendonça, intitulada “Organização política e consciência de classe no pensamento do jovem Trotsky”.

A significativa participação de brasileiros, portugueses, espanhóis, franceses e outros pesquisadores do Mediterrâneo e da América Latina demonstrou que o principal objetivo da conferência foi expandir os estudos e pesquisas da história global do trabalho e dos conflitos sociais ao mundo latino. Para organizar e dar continuidade a tais avanços e objetivos, foi aprovada a criação da Associação e de uma revista internacional com arbitragem científica dedicada ao mesmo tema, em reunião plenária do comitê científico. Para fortalecer o diálogo entre estudiosos do norte e do sul, a revista será publicada em inglês, mas aceitará submissões de artigos também em francês, português, espanhol e italiano.

A Associação Internacional para o Estudo das Greves e dos Conflitos Sociais englobará estudos de amplo âmbito, acolhendo trabalhos sobre todas as dimensões do mundo do trabalho e dos conflitos sociais, sem limite cronológico. Contará com uma página na internet que servirá de depositário de informações relativas aos estudos realizados, divulgação de bases de dados, e será ainda responsável pela elaboração e circulação de um boletim informativo para pesquisadores e associados. Por meio do pagamento de uma anuidade, será possível assegurar as despesas da Associação tais como a edição da revista acadêmica internacional e a preparação das conferências internacionais bianuais.

De filiação exclusivamente institucional, constam como sócios fundadores: o Instituto Internacional de História Social (Holanda), Maison des Sciences de l’Homme (França), Instituto de História Contemporânea (Portugal), Arquivo Edgard Leuenroth (Brasil), Centre d’Estudis sobre les Èpoques Franquista i Democràtica (Espanha), Institute of Working Class History (USA), Red de Archivos Históricos de CCOO (Espanha), Amsab-Instituut voor Sociale Geschiedenis (Bélgica), Arbetarrörelsens arkiv och bibliotek (Suécia), Rosa Luxemburg Foundation (Alemanha), Department Political Science. University Panteion (Grécia), Labor Studies Program. Indiana University Kokomo (USA), Fundación Investigaciones Marxistas (Espanha), Friedrich Ebert Foundation (Alemanha), Universidade Popular do Porto (Portugal) e Grupo de Pesquisa Mundos do Trabalho UFF (Brasil).

Outras informações pelo e-mail josecarlos@cfh.ufsc.br, pelo site http://lastro.ufsc.br/ ou pelo telefone (48) 3721-9250, ramal 35.

Tags: LASTROUFSC

Encontro celebra dia do profissional de secretariado executivo

29/09/2011 16:10

O II Encontro de acadêmicos de Secretariado Executivo da UFSC começa nesta quinta, dia 29, no auditório do Centro Tecnológico (CTC). A abertura oficial será hoje às 18h30min e o encerramento acontece amanhã às 21h. Não é necessário fazer inscrição e o valor da entrada é um quilo de alimento não-perecível.

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Tags: II Encontro de acadêmicos de Secretaria do Executivo UFSCSecretariado Executivo

Espetáculo Viandeiros se apresenta no Teatro da UFSC

29/09/2011 16:00

O espetáculo Viandeiros, vencedor de três prêmios – espetáculo, figurino e sonoplastia – no 17º Concurso Nacional de Monólogos de Festival de Teatro de Teresina, em 2009, se apresenta nos dias 30 de setembro e 1 e 2 de outubro, sempre às 20 horas, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Os ingressos custam R$ 20,00 a inteira e R$10,00 a meia

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Tags: Espetáculo ViandeirosTeatro UFSC

Projeto pretende transformar estádios da Copa do Mundo em usinas de energia

29/09/2011 15:59

O professor Ricardo Rüther, do Laboratório de Energia Solar da UFSC, coordena o projeto Estádios Solares, que pretende transformar alguns dos estádios que receberão os jogos da Copa em pequenas usinas de energia. É uma forma de aproveitar a Copa do Mundo de 2014 para produzir energia elétrica a partir de uma fonte renovável e abundante: o sol.

A Agência Ciência em Pauta, do Curso de Jornalismo, elaborou um especial sobre este projeto desenvolvido na UFSC. Confira aqui.

Tags: copa do mundoestádios solaresUFSC

Professor de Antropologia da UFSC recebeu o prêmio Eurostars de Narrativa de Viagens

29/09/2011 13:37

Oscar Calavia Sáez, (http://lattes.cnpq.br/6700469635569682) professor do Departamento de Antropologia da UFSC, recebeu, dia 15 de setembro na cidade de Barcelona, o VII Premio Eurostars de Narrativa de Viagens, outorgado pela Universidade de Barcelona, a editora RBA e a empresa hoteleira Hotusa. O prêmio, de âmbito internacional, busca fomentar a literatura de viagens em língua espanhola. A obra premiada será editada para venda em livrarias e, numa tiragem privada, como brinde para os clientes da cadeia hoteleira. A Universidade de Barcelona estuda a possibilidade de publicação em língua catalã. “De un extremo al otro: Amazonia-China” (titulo provisório da obra) é o relato de duas viagens do seu autor, a primeira delas feita durante as suas pesquisas de doutorado, e a segunda uma viagem turística mais recente. Em ambas procura-se o reverso dessas imagens que, desde há séculos, a Amazonia e a China sugerem ao Ocidente: a de uma natureza virgem e sem história, a de um império imutável e sem fissuras.

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UFSC convida escolas a programarem visitas a seu “circo da ciência”

29/09/2011 08:20

A Universidade Federal de Santa Catarina convida escolas para programarem com suas turmas visitas à décima Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex). O evento será realizado de 19 a 22 de outubro, em frente à Reitoria, no campus da Trindade, em Florianópolis. A Sepex é uma mostra de centenas de projetos nas áreas de educação, saúde, cultura, tecnologia, comunicação, meio ambiente, trabalho e direitos humanos.

O “circo da ciência” da UFSC é montado com uma estrutura de quase cinco mil metros quadrados. É um dos principais eventos de popularização de ciência e tecnologia em Santa Catarina, oferecendo também dezenas de minicursos gratuitos, palestras e atividades artísticas. O encontro é integrado à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. Programe-se para visitar a mostra de projetos nos estandes interativos e para participar também das palestras e atividades paralelas.

Não há necesisdade de agendamento para visitas à Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC, mas as escolas podem ser recebidas e orientadas na Sepex. Neste caso, o contato deve ser feito pelo e-mail janainasantos@reitoria.ufsc.br

Visitação aos estandes interativos em frente à Reitoria:
De quarta a sexta-feira: 9h às 19h
Sábado: 9h às 13h

Acompanhe a programação:

Palestras

20 de outubro / 18h30min / Auditório da Reitoria
– Mudanças climáticas, desastres naturais e prevenção de riscos / Convidado: Carlos Nobre, Secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério de Ciência e Tecnologia.

21 de outubro / 9h / Auditório da Reitoria
– Ano Internacional da Química / Faruk José Nome Aguilera, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Catálise em Sistemas Moleculares e Nanoestruturados, com sede no Departamento de Química da UFSC.

21 de outubro / 14h30min / Auditório Garapuvu, Centro de Cultura e Eventos
– Desafios da Longevidade / Wilson Jacob Filho, coordenador do Serviço de Geriatria da Faculdade de Medicina da USP.

21 de outubro / 17h / Auditório da Reitoria
–  Contribuições do Naturalista Fritz Müller para a Ciência / Luiz Fontes, Margherita Barracco e Cezar Zillig

Eventos paralelos:
– 21° Seminário de Iniciação Científica (19, 20 e 21 de outubro, manhã e tarde, Centro de Cultura e Eventos)
– Café Científico (19 de outubro, 14h, Centro de Cultura e Eventos)
– Entrega do Prêmio Destaque Pesquisador UFSC 2011 (19 de outubro, 19h, Auditório Garapuvu, Centro de Cultura e Eventos)
– Workshop Mudanças Climáticas, Desastres Naturais e Previsão de Risco (20 de outubro, 9 às 18h, Auditório da Reitoria)
– 6ª Feira Estadual de Ciências e Tecnologia

Jornalista Celso Vicenzi fala de livros no Círculo de Leitura

29/09/2011 08:08

O encontro com Celso Vicenzi será realizado nesta quinta-feira, dia 29, às 18h, na Sala Harry Laus da Biblioteca Universitária

O jornalista Celso Vicenzi é o convidado da edição de setembro do Círculo de Leitura de Florianópolis, marcada para quinta-feira, dia 29, às 18h, na Sala Harry Laus da Biblioteca Universitária da UFSC. Ali, ele falará de suas leituras, de sua relação com os livros, da profissão e dos novos suportes e tecnologias que trazem o conhecimento para as novas gerações.

Ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, Celso ganhou o Prêmio Esso Nacional de Ciência e Tecnologia e teve atuação em rádio, TV, jornal, revista e assessoria de imprensa. Lançou em 2010 o livro “Gol é orgasmo”, com ilustrações de Paulo Caruso, pela editora Unisul. No momento assessora uma cooperativa de crédito (Sicoob) e um sindicato de trabalhadores (Sintrafesc), publica artigos em vários sites e escreve humor no Jornal de Barreiros e no twitter @celso_vicenzi.

Criado pelo poeta Alcides Buss, o Círculo de Leitura é um projeto que permite ao convidado e aos presentes discutirem informalmente sobre os livros que estejam lendo, as leituras do passado e as influências de outros autores sobre o seu trabalho. Escritores e jornalistas como Salim Miguel, Oldemar Olsen Jr., Fábio Brüggemann, Inês Mafra, Mário Pereira, Maicon Tenfen, Cleber Teixeira, Dennis Radünz, Rubens da Cunha, Renato Tapado, Raimundo Caruso, Nei Duclós, Marco Vasques, Zahidé Muzart, João Carlos Mosimann, Mário Prata, Rogério Pereira, Celso Martins, Rosana Bond, Silveira de Souza, Tabajara Ruas e Moacir Pereira foram alguns dos participantes das etapas anteriores do projeto.

Breve Entrevista

Como foram suas primeiras experiências em relação à leitura?
Celso Vicenzi
– Meu pai era contador. Lia mais jornais e revistas do que livros. Comprava, às vezes, alguma enciclopédia, para ajudar nos estudos. Minha mãe tinha o curso primário e lia somente revistas. O primeiro livro que li, fascinado pelo relato do meu irmão mais velho, Odone (já falecido), foi “Eram os deuses astronautas?”, de Erich von Däniken, uma polêmica que, à época, parecia bem interessante para um garoto como eu. Na infância li muito histórias em quadrinhos, de Walt Disney. Ou seja, um currículo do qual não dá para se orgulhar.

Que leituras foram mais marcantes na sua adolescência e juventude?
Celso
– Acho que a partir dos 14 anos comecei a frequentar a Biblioteca Fritz Muller, em Blumenau. Lia de tudo, até do que não entendia muito bem, como “O banquete”, de Platão. Li Hemingway, Hesse, Steinbeck, Tolstoi, Dostoievski, Orwel, Goethe, Kafka, Stendal, Wilde, Borges, Becket, Shakespeare, Gabriel García Márquez, Drummond, Millôr, Quintana, Fernando Pessoa – de tudo um pouco. Impossível não esquecer nomes… Mas não sou especialista em nada. E tenho péssima memória. Gosto muito da poesia de Manoel de Barros, que renomeia o mundo com suas coisas “desimportantes”.

Você também escreve e já publicou. Ainda se considera um escritor ativo, ou está mais voltado ao jornalismo?
Celso
– Não me considero um escritor. Ainda adolescente, estimulado por amigos escritores, cheguei a publicar algumas poesias e participar de coletâneas, mas até o meu ego não se deixou enganar. Desisti, envergonhado. Publiquei “Não me levem a sério – dicionário de humor”, pela editora Insular, e “Gol é orgasmo”, pela Unisul. Hoje escrevo textos curtos de humor, mas não tenho a paixão e a disciplina do escritor. Sou um diletante. Colaboro com artigos em vários sites, entre eles o “acontecendoaqui”, e envio frases diárias de humor pelo twitter @celso_vicenzi.

Num tempo de tantos apelos (na mídia, na internet), como vê a relação dos jovens com os livros e a leitura?
Celso
– Uma boa história, bem contada, sempre irá fascinar o ser humano. A plataforma é que está em fase de transição. Não sabemos se o livro, como é hoje, sobreviverá ou será um luxo para poucos – como já foi no passado. Porque será muito mais fácil acessar qualquer tipo de texto e imagens pela internet. E as novas gerações usam com muita facilidade essas ferramentas virtuais – isso se já não nascerem, algum dia, com um chip no cérebro!

De que forma seleciona suas leituras, diante de tantas possibilidades e da avalanche de edições de livros no Brasil?
Celso
– Ler ajuda a fazer escolhas. Todo leitor se aprimora no ato de ler. E descobre logo que a qualidade é que importa, mais do que a quantidade. Como jornalista, além de literatura, leio obras de não-ficção, nos campos da educação, da ciência, da comunicação, da política, da economia, da antropologia, da psicologia, da sociologia, da filosofia, o vasto universo das ciências humanas, sobretudo. Apesar de toda a tecnologia, há coisas que não mudam com o tempo. Nossas angústias, nossos medos, nossas fraquezas, nossas perguntas vitais continuam todas por aí, passando de geração para geração. E como não estou satisfeito com a condição humana e as injustiças que vejo, leio para me capacitar, de alguma forma, e ajudar a construir relações sociais baseadas na igualdade, no respeito à diversidade, na liberdade e na solidariedade. Como disse o escritor uruguaio Eduardo Galeano, “a primeira condição para transformar a realidade consiste em conhecê-la”. A leitura é uma das formas de conhecimento. De desalienar-se do que oprime.

Com a possibilidade de acessar a leitura por meio de outros suportes, estaria o livro, de alguma forma, ameaçado?
Celso
– O livro é uma tecnologia como outra qualquer. Foi um suporte que revolucionou a propagação de ideias. Ajudou a perpetuar aquilo que apenas a tradição oral mantinha vivo. Se outro suporte tornar-se uma solução melhor, como o livro em relação a outras que a precederam, qual o problema? Claro que tenho uma experiência emocional com o livro, pela sua forma, seu cheiro, seu volume, os tipos de papéis etc., que não me farão abandoná-lo até o fim dos meus dias. Mas o que posso dizer da minha neta, recém vinda a este mundo? Suas experiências sensoriais com a palavra, provavelmente, serão outras. A plataforma sempre será menos importante do que o testemunho que as pessoas deixaram sobre a sua passagem pelo planeta. São essas histórias que continuarão a sustentar as nossas crenças, nossas esperanças, a suportar as dores do mundo. Mas suspeito que, do ponto de vista da invenção, o livro não será fácil de ser suplantado, por suas qualidades intrínsecas. Mais ou menos como a roda, o garfo, a tesoura, o botão, e outros que, por mais que se aprimore o design, suas utilidades permanecem as mesmas ao longo dos séculos. A ponto de ainda não terem inventado nada que faça melhor aquilo para o qual foram criados.

Que tipo de leitura prefere hoje e o que está lendo no momento?
Celso
– Leio de tudo, ficção e não-ficção, poesia e prosa. A palavra me fascina. O conhecimento me arrebata. As histórias me encantam. A vida das pessoas, das mais simples e anônimas às mais famosas e geniais, todos os seres vivos e toda a matéria do universo, seus mistérios, estão no meu campo de interesse. Não sei escolher. Leio menos do que gostaria porque sou preguiçoso e, durante muito tempo outra paixão, que foi jogar futebol, roubou-me preciosos minutos de leituras. Em síntese, sou um autoignorante!

Mais informações com Celso Vicenzi pelo fone (48) 9961-9221 e pelo e-mail vicenzi@newsite.com.br, e com o coordenador do Círculo de Leitura, Alcides Buss, pelo fone (48) 9972-3045.

Tags: Círculo de Leitura

Pesquisa comprova presença de corais recifais na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo

29/09/2011 07:54

A formação de corais recifais na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo. Fotos: Paulo Bertuol

Em conjunto com pesquisadores da UFSC que já desenvolviam projetos junto à Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, em 2009 o biólogo e mergulhador Paulo Bertuol convidou o professor do Departamento de Ecologia e Zoologia Alberto Lindner para observar corais recifais na região. O fato despertou novos interesses acadêmicos e se tornou tema de uma dissertação de mestrado que está sendo desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFSC.

Resultados parciais dessa pesquisa foram este ano publicados em um artigo na revista Coral Reefs. “Nesse artigo reportamos a formação de corais recifais mais ao sul em todo o Oceano Atlântico, localizada na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, ao norte de Florianópolis e a mil e quinhentos quilômetros ao sul dos recifes de Abrolhos”, destaca Lindner, que desde 1996 estuda os cnidários, conjunto de animais que inclui corais, anêmonas e águas-vivas e orienta a pesquisa de mestrado da bióloga Kátia Capel.

“Os resultados apresentados no artigo são importantes pois mostram que é possível a formação de bancos de corais recifais mesmo no sul do Brasil, em Santa Catarina”,  complementa Lindner, também coordenador o projeto Biodiversidade Marinha de Santa Catarina (veja mais abaixo).

Monitorando o fundo do mar
Desde dezembro de 2010, Kátia vai a cada três meses visitar a reserva para monitorar a população dos corais, que são da espécie Madracis decactis. A região ocupada mede 3400m² e está entre seis e 15 metros de profundidade. A maior densidade (maior número de colônias de corais por metro quadrado) concentra-se em regiões com cerca de nove metros de profundidade, e um dos aspectos já observados é que conforme a profundidade aumenta, aumenta também o tamanho das colônias.

“Para nós foi uma grande surpresa encontrar esse tipo de formação aqui no sul do Brasil. A espécie Madracis decactis havia sido registrada para Santa Catarina, mas não esperávamos observar o desenvolvimento de um banco de corais recifais no estado”, reforça Lindner.

Ao contrário do que acontece em Abrolhos, a espécie de coral encontrada em Santa Catarina não forma recifes, mas um banco de colônias livres sobre o fundo do mar. São duas hipóteses que podem explicar o desenvolvimento desses corais em forma livre.

A primeira é a de que esses animais marinhos estavam em formação rochosa e por algum motivo, como hidrodinâmica (movimento da água), se soltaram e continuaram se desenvolvendo de forma livre. A outra teoria é a de que a larva do coral pode ter se fixado em algum local móvel, como conchas, e se movimentou através das ondas, marés, ou movimento de outros animais. “Esse sítio de corais tem grande potencial para estudos e poderemos desenvolver outros projetos na região”, comemora Kátia Capel.

Vulnerabilidade
De acordo com Lindner, a formação deve ser melhor estudada e protegida, pois representa o limite sul de distribuição de corais recifais em todo o Oceano Atlântico. No Portal Biodiversidade de Santa Catarina, colorido com imagens de esponjas, medusas, corais e peixes, a equipe coordenada pelo professor alerta para a importância do conhecimento e monitoramento da fauna e flora marinha de Santa Catarina.

Logo na página de abertura o grupo destaca que modelos climáticos projetam um acréscimo na temperatura dos oceanos até 2100. Como no Brasil o litoral do estado de Santa Catarina representa o limite sul de distribuição da fauna e flora marinha tropical do Oceano Atlântico, pode ser uma das primeiras áreas no Atlântico onde os potenciais impactos deste aquecimento poderão ser detectados em organismos marinhos. “Isso faz de Santa Catarina um laboratório natural para se monitorar e descrever respostas ecológicas aos impactos antrópicos”, ressalta Lindner.

Independentemente das projeções para os próximos 100 anos, complementa o grupo formado por professores, estudantes de graduação e pós-graduação, é fundamental descrever em detalhe a biodiversidade de organismos marinhos recifais em Santa Catarina, o que pode proporcionar condições mínimas para previsões e modelos estruturados de cenários futuros. “O levantamento taxonômico e o monitoramento da costa é muito importante e se tornou um assunto de interesse da comunidade científica internacional”, destaca o professor.

A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) financia as pesquisas por meio dos projetos Jovens Pesquisadores e Biodiversidade Marinha de Santa Catarina, enquanto o Instituto Chico Mendes (ICMBIO) auxilia com a logística e trabalhos de campo por meio da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo. A defesa da dissertação de mestrado de Kátia, que trará resultados obtidos nos estudos sobre a espécie de coral recifal Madracis decactis em Santa Catarina, está programada para o próximo ano. A pós-graduanda é co-orientada pela professora Bárbara Segal Ramos, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC.

Saiba Mais:

Portal da Biodiversidade Marinha de Santa Catarina

O Projeto Biodiversidade Marinha do Estado de Santa Catarina é desenvolvido por uma equipe de professores e estudantes da UFSC. Sintetizar o conhecimento sobre a biodiversidade marinha de Santa Catarina e obter novos dados estão entre os objetivos. Dados sobre espécies de esponjas já estão disponibilizados no site www.biodiversidade.ufsc.br. A iniciativa tem apoio da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).  O trabalho integra a Rede Sisbiota-Mar (Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha), direcionada a ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.

O Sisbiota-Brasil é uma iniciativa conjunta entre os ministérios da Ciência e Tecnologia, da Educação e do Meio Ambiente, do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de 18 fundações estaduais de amparo à pesquisa, incluindo a FAPESC. Na UFSC é coordenado pelo professor Sérgio R. Floeter, também do Departamento de Ecologia e Zoologia, e integra pesquisadores de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco e Ceará.

Mais informações com o professor Alberto Lindner (48) 3721-4744 / alindner@ccb.ufsc.br ou Kátia Capel katiacapel7@gmail.com

Por Rafaela Blacutt (Bolsista de Jornalismo na Agecom) e Arley Reis (Jornalista na Agecom)

Tags: corais

Estudantes de Pedagogia reivindicam melhor infraestrutura

28/09/2011 18:02

Foto: Brenda Thomé/Bolsista de Jornalismo na Agecom

O Centro Acadêmico Livre de Pedagogia (CALP) da UFSC realizou na tarde desta quarta-feira, dia 28, um protesto para reivindicar a melhoria das cadeiras e carteiras das salas de aula do Departamento de Pedagogia, que fica no Centro de Ciências da Educação (CED). As cadeiras quebradas que eram utilizadas pelos alunos foram colocadas na frente do prédio da direção do centro. Cerca de 30 estudantes participaram da manifestação.

Segundo a aluna integrante do CALP, Amanda Prado, as cadeiras quebradas estavam ocupando espaço nos corredores do departamento e o protesto foi a maneira que os estudantes encontraram para chamar a atenção da direção.

Para o diretor do CED, professor Wilson Schmidt, a manifestação ajudou a evidenciar o problema estrutural do centro. Para ele, as cadeiras que foram compradas por licitação são frágeis e ruins, criando uma situação constrangedora para os estudantes.

A direção do centro mandará uma nota para a empresa responsável pelo fornecimento das cadeiras para cobrar as providências necessárias e resolver a situação.

Por Ricardo Pessetti / Bolsista de Jornalismo da Agecom

Tags: CALPCEDprotesto

Projeto do Plano Diretor Participativo é lançado na UFSC

28/09/2011 12:06

O comitê de Uso Racional de Recursos, órgão ligado à Secretária de Planejamento e Finanças, lançou hoje (28) no Auditório da Reitoria da UFSC, o projeto do Plano Diretor Participativo da Universidade. O objetivo da proposta é de ampla construção e debate sobre a utilização de todas as áreas da universidade, com sentido de ampliar a qualidade do ensino, a pesquisa e extensão perante a sociedade.
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Tags: planejamentoPlano Diretor

Processo participativo para o Plano Diretor da UFSC será lançado nesta quarta-feira

28/09/2011 07:56

Plano Diretor Participativo da UFSCO Comitê de Uso Racional de Recursos, órgão ligado à Secretaria de Planejamento e Finanças, convida a comunidade universitária para participar da construção do Plano Diretor da UFSC. Nesta quarta-feira, 28 de setembro, às 9h, no Auditório da Reitoria, o comitê fará o lançamento do processo participativo.

O professor Elson Manoel Pereira, do Departamento de Geociências, coordenador do Subcomitê de Uso e Ocupação do Solo, apresentará uma proposta para o processo de elaboração do Plano Diretor Participativo, que será submetida para validação dos presentes.

O Plano Diretor Participativo da UFSC objetiva estabelecer um conjunto de diretrizes, construídas coletivamente, para uso e ocupação dos espaços da instituição, compreendendo questões relacionadas à mobilidade, à segurança, à integração com a comunidade, à acessibilidade, à infraestrutura, ao uso racional de energia e à temática ambiental.

Para poder elaborar a proposta do Plano Diretor da UFSC, vários estudos estão sendo realizados pelo comitê e seus subcomitês, tanto de caráter técnico-científico quanto de caráter participativo, de modo a colher as informações da comunidade que de alguma maneira interage com a Universidade.

A elaboração do PDP da UFSC segue o princípio da gestão democrática e participação comunitária. Estão previstas instâncias de participação em que a comunidade externa poderá trazer suas demandas e opiniões sobre os aspectos a serem tratados no plano. Assim, além das audiências públicas abertas à participação de todos será proposta, no dia 28, a constituição de um Conselho Representativo para acompanhar todo o processo de elaboração.

Mais informações: Subcomitê de Uso e Ocupação do Solo, com Elson Manoel Pereira: elson.pereira@ufsc.br, telefone 3721-4986. http://www.planodiretor.ufsc.br

Tags: Plano DiretorSeplan

II Seminário de Arquivologia da UFSC discute a profissão

27/09/2011 18:39

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Maria Teresa: livros didáticos produzidos entre 1930 e 1960 influenciaram formação mais humanística em SC - Foto: Brenda Thomé

O curso de Arquivologia realizou segunda e terça  (26 e 27) o II Seminário de Arquivologia. O evento, todo organizado pelos graduandos da UFSC, conta com a participação de alunos e professores da Udesc e de outras regiões do Estado. O seminário tem como objetivo discutir a profissão e falar sobre a I Conferência Nacional de Arquivologia (I CNARQ), que vai ser realizada entre 15 e 17 de dezembro, em Brasília.

Na palestra desta terça, a professora de História da Udesc Maria Teresa Santos Cunha falou sobre “O Historiador no Arquivo: um estudo sobre os livros do Museu da Escola Catarinense”. A palestrante contou como os livros didáticos entre 1930 e 1960 influenciaram a formação de professores do estado até 1970. “Nós buscamos entender de que forma os livros daquela época eram lidos, e quais eram lidos. Chegamos a conclusão que a maioriadas obras da Escola Normal de SC era de formação humanística, enciclopedista. Havia poucos livros técnicos de física e química, por exemplo, então a formação de professores aqui no estado até 1970 era mais humanística que técnica”.

A I Conferência Nacional de Arquivos, que acontecerá em Brasília, tem como objetivo propor ao Governo Federal um conjunto de ações e metas com prazos acerca da implantação do Plano Nacional de Arquivos. Eliana Bahia, coordenadora do curso de Arquivologia, explica que o novo plano procura atualizar a lei dos arquivos do Brasil. “A lei nacional é de 1991, então não acompanha a evolução do século XXI. Toda evolução passa também pela memória documental, institucional, e temos que promover um olhar contemporâneo nesse assunto”.

A conferência em Brasília terá seis eixos de discussão: Regime jurídico dos arquivos no Brasil e a Lei n° 8.159, de 8 de janeiro de 1991; a administração pública e a gestão de arquivos; políticas públicas arquivísticas; acesso aos Arquivos, Informação e Cidadania; e arquivos privados; e Educação, Pesquisa e Recursos Humanos para os Arquivos.

Antes do encontro em Brasília ocorrerão as cinco conferências regionais. A da região Sul será realizada no Rio Grande do Sul entre 21 e 22 de outubro. A UFSC participará com 250 congressistas.


Por José Fontenele/Bolsista de Jornalismo da Agecom

Tags: Arquivologia

Congresso sobre visão científica e holística no ambiente hospitalar tem início nesta quarta

27/09/2011 17:16
O I Congresso Nacional de Visão Científica e Holística no Ambiente Hospitalar começa nesta quarta no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, com a proposta de debater e expor as experiências da cura de pacientes por terapias complementares, o cuidado com os profissionais da saúde e o papel das outras áreas nas atividades diárias do ambiente hospitalar – comunicação com a saúde, direitos do paciente, administração hospitalar, entre outros. O encontro receberá palestrantes de Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Ceará e Colômbia.

Dentro da programação, algumas palestras tratarão sobre Saúde e Espiritualidade – interdependência entre o tratamento tradicional e emocional como fator estimulador para alcançar a cura de pacientes com câncer com a doutora em Enfermagem Maria Marlene Montes da Colômbia; Cuidando e Confortando pessoas com Reiki e Táquions – depoimentos e relato de experiências de como a terapia de canalização de energia influência na melhora emocional e física do paciente com a professora da UFSC Eloita Neves; Comunicação e Saúde – relação entre a realidade da saúde no país com os fatores pertinentes aos fatos jornalísticos com a jornalista Eliana Camejo do Rio Grande do Sul.

Além dos profissionais e acadêmicos da área de saúde, o congresso é destinado também a pesquisadores e estudantes de diversas áreas de estudo como direito, jornalismo, administração, engenharia e arquitetura. As palestras serão montadas de acordo com as convergências de cada área de estudo em relação às suas atividades das mesmas no ambiente hospitalar e da saúde.

Mais informações sobre o congresso pelo site www.visaocientificaeholistica.com.br. O credenciamento dos participantes será realizado nesta quarta (28), das 15h30 às 17h45, no auditório Garapuvu, que fica no andar superior do Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

Por Ricardo Pessetti/ Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: saúde

Seminário encerra hoje com subsídios para Plano de Cultura da UFSC

27/09/2011 15:41

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Rafael Oliveira, coordenador-geral de Acompanhamentos de Política Cultural, vice-reitor Paraná, Maria de Lourdes, SeCArte, e Rodolfo Pinto da Luz, presidente da Fundação Franklin Cascaes

Evento que reúne representantes de todos os centros e entidades da UFSC para pensar papel da universidade na promoção da cultura prossegue hoje no Centro de Cultura e Eventos com grupos de trabalho à tarde e painel de encerramento à noite

Um debate com teóricos e gestores de instituições públicas e não governamentais sobre Cultura e Universidade encerra hoje (27), às 22 horas, o I Seminário de Cultura e Arte da UFSC, que reúne integrantes de todos os centros de ensino e entidades representativas dos estudantes, funcionários e professores na discussão de uma política cultural para a universidade.

Promovido pela Secretaria de Cultura e Arte e Comissão Permanente de Cultura da UFSC, o seminário abriu ontem no Centro de Cultura e Eventos com um diagnóstico das atividades culturais desenvolvidas hoje dentro da UFSC, considerando as demandas e dificuldades. À noite um debate sobre a relação da UFSC com a gestão da cultura no país, estado e município reuniu na mesma mesa o vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva (Paraná), o coordenador-Geral de Acompanhamentos de Política Cultural Rafael Pereira Oliveira, representando o Ministério da Cultura, o presidente da Fundação Catarinense de Cultura, Joceli de Souza e o presidente da Fundação Franklin Cascaes, Rodolfo Pinto da Luz, representando o município, para discutir propostas de integração das ações culturais.

O evento recomeçou hoje (27), às 14 horas, com a divisão dos participantes por grupos de trabalho em torno de cinco temas: Financiamentos dos Projetos Culturais; Discussão dos Espaços Culturais da UFSC; Comunidade, Arte e Cultura; Educação, Arte e Cultura; Tecnologia, Arte e Cultura. As propostas elaboradas pelos grupos serão apresentadas às 17 horas, em plenária, de modo a resultar em um documento conclusivo que vai dar subsídios para que a Comissão Permanente elabore um Plano de Ação em longo prazo para a área. A secretária de Cultura e Arte Maria de Lourdes Borges convida todos os integrantes da UFSC sensíveis à questão da cultura a se integrarem aos grupos, que vão pensar de que maneira a cultura pode ser fomentada, disseminada, divulgada, quais os mecanismos já existem e quais devem ser criados ou reforçados para que a UFSC seja de fato um órgão promotor de cultura em Florianópolis e no Estado.

Com início às 19 horas, nas salas “Bosque da Ilha”, do Centro de Cultura e Eventos, o painel de encerramento abordará o papel da universidade como fomentadora de cultura. Participam especialistas com pesquisa teórica sobre o tema e atuação prática institucional, como Alfredo Manevi (CCE/UFSC), que foi secretário geral do Ministério de Cultura do governo Lula e hoje é professor do Curso de Cinema da UFSC; Cláudio Prado (do Laboratório Brasileiro de Tecnologia Digital) e Atílio Alencar de Moura Corrêa (do Circuito Fora do Eixo). “O seminário é um instrumento decisivo para que a cultura ganhe status na UFSC e passe a ser cada vez mais encarada por todos como processo acadêmico de ensino pesquisa e extensão integrante da vida cotidiana da universidade”, avalia o coordenador do Curso de Artes Cênicas da UFSC, Fábio Salvatti, que integra a Comissão Permanente de Cultura.

Como a universidade pública pode impulsionar a cultura no âmbito da sua comunidade, cidade, Estado ou País? A questão norteou o debate de ontem à noite com os gestores culturais em nível nacional, estadual e municipal que foram interpelados pelos participantes, entre eles integrantes de diversas categorias artísticas, como a cineasta Cláudia Cárdenas, da recém-formada Federação Catarinense de Cineclubistas, a diretora de teatro Carmen Fossari, os estudantes que encabeçam o movimento Cardume Cultural, que promove o Ufstock e diversos membros do Conselho Estadual de Cultura. Os gestores apresentaram um relatório das ações que estão desenvolvendo na área a curto e médio prazo e discutiram propostas de parcerias com a universidade.

Em sua exposição, Rafael Pereira apresentou as metas para os próximos dez anos do Plano Nacional de Cultura do Minc, que prevê a adesão de estados, municípios e instituições públicas. Até o dia 20 de outubro está aberto o prazo para envio de projetos pela sociedade. Uma das metas previstas é que até 2020 o número de cursos superiores na área de artes oferecidos no País seja dobrado. “Foi uma discussão de fundamental importância para compreendermos o ponto de articulação entre a política cultural da UFSC, a política nacional, estadual e municipal da área”, avaliou a secretária Maria de Lourdes, que coordenou a mesa.

Instalada em 8 de junho pelo reitor Álvaro Prata, a Comissão Permanente de Cultura é um órgão de representação democrático composto por 27 representantes indicados por suas bases com a função de acompanhar, compartilhar e fomentar as ações na área. Além da realização do seminário, a comissão já tem como principal resultado as articulações entre seus membros para que diversas atividades culturais centralizadas hoje no Campus de Florianópolis sejam levadas para os novos campi em Araranguá, Joinville e Joaçaba. Já começam a movimentar a vida dessas cidades apresentações da peça Setembro, montagem da primeira turma de formandos do Curso de Artes Cênicas da UFSC; do longa-metragem A Antropóloga, de Zeca Nunes Pires e do Dia da Dança, organizado pela professora Janaína Martins, além de outras iniciativas na área de música, teatro e literatura.


Por Raquel Wandelli/ Jornalista na SeCArte

Com a colaboração de Matheus Moreira Moraes

raquelwandelli@yahoo.com.br

99110524 e 37219459

www.secarte.ufsc.br

Tags: culturaSeCArte

Conselho ouve procurador sobre situação funcional do vice-reitor da UFSC

27/09/2011 14:30
Foto: Wagner Behr

Foto: Wagner Behr

Em reunião do Conselho Universitário (CUn) realizada na manhã desta terça-feira, dia 27, o procurador federal junto à Universidade Federal de Santa Catarina, Nilto Parma, prestou esclarecimentos sobre a situação funcional do vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva, o Paraná, respondeu às perguntas dos conselheiros e colocou-se à disposição para discorrer sobre eventuais questionamentos futuros. Em parecer que está na página da UFSC, o procurador ressalta que não há impropriedade de ordem legal ou moral e salienta a certeza de regularidade da situação do vice-reitor.

Na mesma reunião, o Conselho aprovou por unanimidade a resolução que trata das relações entre a UFSC e as suas fundações de apoio. O documento regulamenta a legislação federal existente, com destaque para a Lei nº. 12.349, sancionada no dia 15 de dezembro de 2010.

Leia mais:

Procuradoria esclarece situação funcional do vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva

Tags: conselho universitárioeleiçõesreitoria

Futuro embaixador na Finlândia visita a UFSC

27/09/2011 12:23

Norton Rapesta sugeriu que estudantes de cursos ligados à tecnologia e inovação mandem graduandos e pós-graduandos para a Finlândia

O futuro embaixador do Brasil na Finlândia, Norton Rapesta, visitou a UFSC na manhã de segunda-feira (26/9), participou de uma reunião para discutir intercâmbios entre a universidade e o país nórdico no ano que vem e como melhorar a relação empresa-universidade, na qual a Finlândia é exemplo.

Participaram do encontro o diretor de economia internacional da Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais de Santa Catarina, Amir Ternes Hamad, o Secretário de Turismo e Esportes, Vinícius Lummertz, o secretário de relações institucionais e internacionais da UFSC, Ênio Luiz Pedrotti, e o diretor de cooperação acadêmica da Secretaria de Assuntos Institucionais e Internacionais da UFSC, Paulo Lovato.

A proposta do embaixador é que cursos ligados à tecnologia e inovação mandem graduandos e pós-graduandos para a Finlândia, com bolsa do CNPq. Em contrapartida, a UFSC também receberia alunos para estudos técnicos e aprendizado de português. Ênio Pedrotti, secretário de relações institucionais e internacionais da UFSC, ressaltou que a universidade tem o certificado de proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (CELPE-Bras) e já tem alunos de outros países aqui somente com esse propósito.

A área de Design da UFSC pode ser beneficiada com a parceria. “Ano que vem a Finlândia se tornará a capital mundial da área, por conta de um encontro internacional de Design, por isso também buscamos parceria nessa área”, explicou o embaixador. Outra área de interesse da universidade é a de Engenharia Florestal, em virtude do novo curso que será oferecido no campus de Curitibanos.

Rapesta endossou que o momento é propício para o desenvolvimento de uma nova cultura de exportações brasileiras. “Temos que quebrar paradigmas e agregar mais valor aos produtos da indústria nacional”. Amir Hamad, da Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais de Santa Catarina, completou: “Precisamos de um novo patamar de abordagem tecnológica, e Florianópolis tem todas as condições para fornecer isso”.

Na manhã desta terça-feira o embaixador visitou a Fundação Certi.

José Fontenele /Bolsista de Jornalismo na Agecom
Fotos: Wagner Bher / Agecom

Jornalista Celso Vicenzi fala de livros no Círculo de Leitura

27/09/2011 11:34

O encontro com Celso Vicenzi será realizado nesta quinta-feira, dia 29, às 18h, na Sala Harry Laus da Biblioteca Universitária

O jornalista Celso Vicenzi é o convidado da edição de setembro do Círculo de Leitura de Florianópolis, marcada para quinta-feira, dia 29, às 18h, na Sala Harry Laus da Biblioteca Universitária da UFSC. Ali, ele falará de suas leituras, de sua relação com os livros, da profissão e dos novos suportes e tecnologias que trazem o conhecimento para as novas gerações.

Ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, Celso ganhou o Prêmio Esso Nacional de Ciência e Tecnologia e teve atuação em rádio, TV, jornal, revista e assessoria de imprensa. Lançou em 2010 o livro “Gol é orgasmo”, com ilustrações de Paulo Caruso, pela editora Unisul. No momento assessora uma cooperativa de crédito (Sicoob) e um sindicato de trabalhadores (Sintrafesc), publica artigos em vários sites e escreve humor no Jornal de Barreiros e no twitter @celso_vicenzi.

Criado pelo poeta Alcides Buss, o Círculo de Leitura é um projeto que permite ao convidado e aos presentes discutirem informalmente sobre os livros que estejam lendo, as leituras do passado e as influências de outros autores sobre o seu trabalho. Escritores e jornalistas como Salim Miguel, Oldemar Olsen Jr., Fábio Brüggemann, Inês Mafra, Mário Pereira, Maicon Tenfen, Cleber Teixeira, Dennis Radünz, Rubens da Cunha, Renato Tapado, Raimundo Caruso, Nei Duclós, Marco Vasques, Zahidé Muzart, João Carlos Mosimann, Mário Prata, Rogério Pereira, Celso Martins, Rosana Bond, Silveira de Souza, Tabajara Ruas e Moacir Pereira foram alguns dos participantes das etapas anteriores do projeto.

Breve Entrevista

Como foram suas primeiras experiências em relação à leitura?
Celso Vicenzi
– Meu pai era contador. Lia mais jornais e revistas do que livros. Comprava, às vezes, alguma enciclopédia, para ajudar nos estudos. Minha mãe tinha o curso primário e lia somente revistas. O primeiro livro que li, fascinado pelo relato do meu irmão mais velho, Odone (já falecido), foi “Eram os deuses astronautas?”, de Erich von Däniken, uma polêmica que, à época, parecia bem interessante para um garoto como eu. Na infância li muito histórias em quadrinhos, de Walt Disney. Ou seja, um currículo do qual não dá para se orgulhar.

Que leituras foram mais marcantes na sua adolescência e juventude?
Celso
– Acho que a partir dos 14 anos comecei a frequentar a Biblioteca Fritz Muller, em Blumenau. Lia de tudo, até do que não entendia muito bem, como “O banquete”, de Platão. Li Hemingway, Hesse, Steinbeck, Tolstoi, Dostoievski, Orwel, Goethe, Kafka, Stendal, Wilde, Borges, Becket, Shakespeare, Gabriel García Márquez, Drummond, Millôr, Quintana, Fernando Pessoa – de tudo um pouco. Impossível não esquecer nomes… Mas não sou especialista em nada. E tenho péssima memória. Gosto muito da poesia de Manoel de Barros, que renomeia o mundo com suas coisas “desimportantes”.

Você também escreve e já publicou. Ainda se considera um escritor ativo, ou está mais voltado ao jornalismo?
Celso
– Não me considero um escritor. Ainda adolescente, estimulado por amigos escritores, cheguei a publicar algumas poesias e participar de coletâneas, mas até o meu ego não se deixou enganar. Desisti, envergonhado. Publiquei “Não me levem a sério – dicionário de humor”, pela editora Insular, e “Gol é orgasmo”, pela Unisul. Hoje escrevo textos curtos de humor, mas não tenho a paixão e a disciplina do escritor. Sou um diletante. Colaboro com artigos em vários sites, entre eles o “acontecendoaqui”, e envio frases diárias de humor pelo twitter @celso_vicenzi.

Num tempo de tantos apelos (na mídia, na internet), como vê a relação dos jovens com os livros e a leitura?
Celso
– Uma boa história, bem contada, sempre irá fascinar o ser humano. A plataforma é que está em fase de transição. Não sabemos se o livro, como é hoje, sobreviverá ou será um luxo para poucos – como já foi no passado. Porque será muito mais fácil acessar qualquer tipo de texto e imagens pela internet. E as novas gerações usam com muita facilidade essas ferramentas virtuais – isso se já não nascerem, algum dia, com um chip no cérebro!

De que forma seleciona suas leituras, diante de tantas possibilidades e da avalanche de edições de livros no Brasil?
Celso
– Ler ajuda a fazer escolhas. Todo leitor se aprimora no ato de ler. E descobre logo que a qualidade é que importa, mais do que a quantidade. Como jornalista, além de literatura, leio obras de não-ficção, nos campos da educação, da ciência, da comunicação, da política, da economia, da antropologia, da psicologia, da sociologia, da filosofia, o vasto universo das ciências humanas, sobretudo. Apesar de toda a tecnologia, há coisas que não mudam com o tempo. Nossas angústias, nossos medos, nossas fraquezas, nossas perguntas vitais continuam todas por aí, passando de geração para geração. E como não estou satisfeito com a condição humana e as injustiças que vejo, leio para me capacitar, de alguma forma, e ajudar a construir relações sociais baseadas na igualdade, no respeito à diversidade, na liberdade e na solidariedade. Como disse o escritor uruguaio Eduardo Galeano, “a primeira condição para transformar a realidade consiste em conhecê-la”. A leitura é uma das formas de conhecimento. De desalienar-se do que oprime.

Com a possibilidade de acessar a leitura por meio de outros suportes, estaria o livro, de alguma forma, ameaçado?
Celso
– O livro é uma tecnologia como outra qualquer. Foi um suporte que revolucionou a propagação de ideias. Ajudou a perpetuar aquilo que apenas a tradição oral mantinha vivo. Se outro suporte tornar-se uma solução melhor, como o livro em relação a outras que a precederam, qual o problema? Claro que tenho uma experiência emocional com o livro, pela sua forma, seu cheiro, seu volume, os tipos de papéis etc., que não me farão abandoná-lo até o fim dos meus dias. Mas o que posso dizer da minha neta, recém vinda a este mundo? Suas experiências sensoriais com a palavra, provavelmente, serão outras. A plataforma sempre será menos importante do que o testemunho que as pessoas deixaram sobre a sua passagem pelo planeta. São essas histórias que continuarão a sustentar as nossas crenças, nossas esperanças, a suportar as dores do mundo. Mas suspeito que, do ponto de vista da invenção, o livro não será fácil de ser suplantado, por suas qualidades intrínsecas. Mais ou menos como a roda, o garfo, a tesoura, o botão, e outros que, por mais que se aprimore o design, suas utilidades permanecem as mesmas ao longo dos séculos. A ponto de ainda não terem inventado nada que faça melhor aquilo para o qual foram criados.

Que tipo de leitura prefere hoje e o que está lendo no momento?
Celso
– Leio de tudo, ficção e não-ficção, poesia e prosa. A palavra me fascina. O conhecimento me arrebata. As histórias me encantam. A vida das pessoas, das mais simples e anônimas às mais famosas e geniais, todos os seres vivos e toda a matéria do universo, seus mistérios, estão no meu campo de interesse. Não sei escolher. Leio menos do que gostaria porque sou preguiçoso e, durante muito tempo outra paixão, que foi jogar futebol, roubou-me preciosos minutos de leituras. Em síntese, sou um autoignorante!

Mais informações com Celso Vicenzi pelo fone (48) 9961-9221 e pelo e-mail vicenzi@newsite.com.br, e com o coordenador do Círculo de Leitura, Alcides Buss, pelo fone (48) 9972-3045.

Tags: Círculo de Leitura

Florianópolis sedia II Festival de Capoeira Angola

27/09/2011 11:09

Com a presença dos mestres Nô e Lazaro (de Salvador); Bandeira e Braulino (de São Paulo); Pop, Pinóquio, Calunga e Polegar (de Florianópolis) e Dindo (de Porto Alegre), começa nesta quarta-feira, 28 de setembro, o II Festival de Capoeira Angola da Ilha de Santa Catarina.  As atividades seguem até o dia 2 de outubro, domingo, com rodas de capoeira, oficinas e batismos.

A abertura será às 19h desta quarta-feira, com  os mestres falando de sua história, no auditório do Centro de Desportos (CDS) da UFSC. A primeira edição do festival aconteceu em 1998, no Morro do Mocotó. Este ano a programação se divide entre o campus da UFSC, o Centro de Florianópolis, os bairros Estreito e Monte Serrat, também na Capital, além de atividades no município de São José.

O evento é organizado pelos grupos Palmares e Quilombola, sendo coordenado pelos mestres Nô e Pinóquio. A realização é do projeto de extensão Capoeira Ilha, da UFSC, da Central Catarinense de Capoeira Angola e do Ponto de Cultura Quilombola. Tem apoio financeiro do MEC/SESU e apoio institucional do Núcleo de Estudo e Pesquisa Educação e Sociedade Contemporânea, do Centro de Educação e do Centro de Desportos da UFSC, entre outras entidades.

O professor Fabio Machado Pinto, do Centro de Educação da UFSC, um dos organizadores do festival, explica que a capoeira é uma luta além de física, social. “Temos a missão de resgatar a memória da miséria e da desigualdade, de promover um diálogo entre a academia e o meio popular”, destaca . Ele explica que os grupos praticam e divulgam a capoeira como cultura, uma manifestação afrobrasileira que batalha por princípios e liberdade.

“A luta traz conscientização aos jovens, mostrando outros caminhos a serem seguidos. Muitos dos mestres de hoje eram menores abandonados que viram na capoeira outras possibilidades para o futuro”, complementa.

Mais informações: www.associacaoquilombola.org.br ou com o professor Fabio, fone (48) 9164-0461

As inscrições podem ser feitas pelos e-mails capoeiradailha@gmail.com capoeira.mestrepinoquio@iol.pt ,  pelos telefones (48) 8421-0976 / (48) 8447-9032 ou ainda no local da abertura do evento.

Por Carolina Lisboa / Bolsista de Jornalismo na Agecom

II Festival de Capoeira Angola da Ilha

Programação:

DIA 28/09 – Quarta-feira

Abertura: 19h às 21h30min – Fala de Mestres:
Nô, Lazaro
(Salvador);
Bandeira e Braulino
(São Paulo);
Pop, Pinóquio, Calunga e Polegar (Florianópolis);
Dindo (Porto Alegre).
Local:
Auditório do CDS – UFSC.

DIA 29/09 – QUINTA-FEIRA
12h às 13h –
RODA do Básico
Local: UFSC (Contra Mestre Khorvo)

19h – Fala Mestre
Bandeira: Treino na Rua e Roda Infantil
Local: Associação Cultural de Capoeira QUILOMBOLA – Areias/São José.
Responsável:
Professor Pai de Santo.

DIA 30/09 – SEXTA-FEIRA

11h às 13h30min – Fala Mestre:
Nô: Oficina: Movimento e comportamento de roda
Local: Ginásio de Alumínio – UFSC.
Responsável:
Contra Mestre Khorvo.

11h às 13h30min – Fala Mestre: Virgilio.
Oficina:
Canto e fundamentos de roda
Local: Associação Cultural de Capoeira Angola Quilombola/Balneário do Estreito.
Responsável:
Mestre Pinóquio.

19h – Batismo da Associação Cultural de Capoeira Angola Quilombola
Local:
Associação Cultural de Capoeira Angola Quilombola/Balneário do Estreito.
Responsável:
Mestre Pinóquio.

DIA 01/10 – SÁBADO

10h – 12h – RODA do Mercado
Local:
Praça XV. Responsável: Mestre Pinóquio.

12h – 14h – RODA da Figueira
Local:
Praça XV. Responsável: Mestre Pinóquio.
17h – Evento da Associação Cultural de Capoeira Angola Filhos da Resistência Areias/São José.
Responsável:
Mestre Pinóquio e Professor Pai de Santo.

DIA 02/10 – DOMINGO

9h30min – Roda Infantil embalada pelos mestres e Batismo do Grupo Quilombola.
Local:
Centro Cultural Escrava Anastácia – Monte Serrat
Responsáveis:
Mestre Pinóquio e Professor Biano.

16h – Batismo de Capoeira e Troca de Cordéis do Grupo Palmares.
Local:
CDS/UFSC.
Responsáveis:
Mestre Polegar, Contramestre Khorvo, professora Danuza e  Instrutor Bagé.

Tags: Capoeira da Ilha

UFSC convida escolas a programarem visitas a seu “circo da ciência”

27/09/2011 08:07

A Universidade Federal de Santa Catarina convida escolas para programarem com suas turmas visitas à décima Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex). O evento será realizado de 19 a 22 de outubro, em frente à Reitoria, no campus da Trindade, em Florianópolis. A Sepex é uma mostra de centenas de projetos nas áreas de educação, saúde, cultura, tecnologia, comunicação, meio ambiente, trabalho e direitos humanos.

O “circo da ciência” da UFSC é montado com uma estrutura de quase cinco mil metros quadrados. É um dos principais eventos de popularização de ciência e tecnologia em Santa Catarina, oferecendo também dezenas de minicursos gratuitos, palestras e atividades artísticas. O encontro é integrado à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. Programe-se para visitar a mostra de projetos nos estandes interativos e para participar também das palestras e atividades paralelas.

Visitação aos estandes interativos em frente à Reitoria:
De quarta a sexta-feira: 9h às 19h
Sábado: 9h às 13h

Acompanhe a programação:

Palestras

20 de outubro / 18h30min / Auditório da Reitoria
– Mudanças climáticas, desastres naturais e prevenção de riscos / Convidado: Carlos Nobre, Secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério de Ciência e Tecnologia.

21 de outubro / 9h / Auditório da Reitoria
– Ano Internacional da Química / Faruk José Nome Aguilera, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Catálise em Sistemas Moleculares e Nanoestruturados, com sede no Departamento de Química da UFSC.

21 de outubro / 14h30min / Auditório Garapuvu, Centro de Cultura e Eventos
– Desafios da Longevidade / Wilson Jacob Filho, coordenador do Serviço de Geriatria da Faculdade de Medicina da USP.

21 de outubro / 17h / Auditório da Reitoria
–  Contribuições do Naturalista Fritz Müller para a Ciência / Luiz Fontes, Margherita Barracco e Cezar Zillig

Eventos paralelos:
– 21° Seminário de Iniciação Científica (19, 20 e 21 de outubro, manhã e tarde, Centro de Cultura e Eventos)
– Café Científico (19 de outubro, 14h, Centro de Cultura e Eventos)
– Entrega do Prêmio Destaque Pesquisador UFSC 2011 (19 de outubro, 19h, Auditório Garapuvu, Centro de Cultura e Eventos)
– Workshop Mudanças Climáticas, Desastres Naturais e Previsão de Risco (20 de outubro, 9 às 18h, Auditório da Reitoria)
– 6ª Feira Estadual de Ciências e Tecnologia

Mais informações: sepex@reitoria.ufsc.br

Tags: sepex

Conselho Universitário se reúne nesta terça

27/09/2011 07:58

O Conselho Universitário (CUn) da UFSC realiza sessão ordinária nesta terça, 27/09, às 8h30, na sala Professor Ayrton Roberto de Oliveira (Sala dos Conselhos, piso térreo da Reitoria). Por problemas técnicos na rede de internet, a sessão não foi  no início transmitida ao vivo, mas o serviço já foi retomado: acompanhe ao vivo.

A ordem do dia tem a seguinte pauta:

1. Apreciação e aprovação da ata da sessão extraordinária realizadas em 13 de setembro de 2011.

2. Processo n.º 23080.034484/2011-12

Requerente: Gabinete do Reitor

Assunto: Viagem do Reitor ao exterior para participar do Evento Europalia.Brasil a ser realizado em Bruxelas – Bélgica.

Relator: Conselheiro Ricardo José Araújo de Oliveira

3. Processo n.o 23080.020670/2011-66

Requerente: Gabinete do Reitor

Assunto: Análise e aprovação da Minuta de Resolução que dispõe sobre as normas que regulamentam as relações entre a Universidade Federal de Santa Catarina e as suas Fundações de Apoio.

Relatora: Conselheira Olga Maria Boschi Aguiar de Oliveira

4.  Processo n.o 23080.030447/2011-27

Requerente: Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG)

Assunto: Análise e aprovação da Minuta de Resolução que dispõe sobre as normas que regulamentam os estágios na Universidade Federal de Santa Catarina.

Relator: Conselheiro Pedro Luiz Manique Barreto

5. Políticas Estudantis na Universidade Federal de Santa Catarina.

Apresentação: Cláudio José Amante – Pró-Reitor de Assuntos Estudantis.

6. Informes Gerais

Mais informações: 3721-9522, www.conselhos.ufsc.br ou conselhos@reitoria.ufsc.br

Tags: CUn

Sarau Boca de Cena tem nova edição no Teatro da UFSC

26/09/2011 17:36
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O Sarau reúne poesia, bandas, teatro, dança, artes plásticas e visuais

Acontece no Teatro da UFSC, nesta quarta-feira, dia 28 de setembro, nova edição do Sarau Boca de Cena. O evento, com multilinguagem artística, inicia às 19 horas.

O projeto de extensão Sarau Boca de Cena é um evento cultural criado em 2005, pelas então graduandas do curso de Letras da UFSC Juliana Impaléa (coordenadora do projeto) e Flavia Teixeira Desor.

O Sarau reúne, num mesmo evento, poesia, bandas, teatro, dança, artes plásticas e visuais, promovendo a integração cultural e fomentando o circuito artístico na UFSC e em Florianópolis.

Nestes sete anos de Sarau já foram promovidos mais de setenta eventos, com a apresentação de cerca de 300 intervenções artísticas, cultuando a cultura local e aproximando as expressões artísticas do grande público.

A edição do dia 28  contará com várias bandas, poetas, artistas plásticos, a participação do Cine Paredão da UFSC, projetando três curtas-metragens.

Atrações do Sarau:

Poesia: Flôr Kepah | Washington Yohan | Augusto Bon Vivant | Caline Detoni | Joseph Syghor

Bandas: Estou Cavando um Buraco | Juliana Impaléa | Numb| Giancarlo Aver | Ladrões de Rosa

Teatro: Bárbara Mafra

Artes plásticas: Renatta Calippo | Rogério Messias

Curtas: Cine Paredão

Serviço:

O QUÊ: Sarau Boca de Cena, mix de poesia, artes plásticas, cinema, música e teatro

QUANDO: Dia 28 de setembro de 2011, quarta-feira, às 19 horas

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANTO: R$ 3,00 (estudantes) e R$ 6,00 (inteira)

INFORMAÇÕES: saraubocadcena@yahoo.com.br – julianaimpalea@yahoo.com – (48)9683-2477

Fonte: [CW] DAC.SECARTE.UFSC, com material dos organizadores.

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Pesquisadores da UFSC narram a aventura do empreender

26/09/2011 17:18
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O atual momento impõe mudanças às organizações – uma nova dinâmica, um novo ambiente de atuação amparado por recursos tecnológicos, mas fundamentado no conhecimento. Nesse cenário, destacam-se as organizações com capacidade empreendedora, as quais são compostas por seres humanos dotados de habilidades, criatividade, sensibilidade e com espírito empreendedor, capazes de gerar vantagens competitivas por meio do uso do seu principal ativo, o conhecimento.

Em pesquisa realizada por professores e alunos do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) verificou-se a capacidade empreendedora de organizações de diversos setores: Sulcatarinense, Natura Cosméticos S.A., Cetil Sistemas S.A., Jardins e Afins, Animaking e Clínica Imagem. O resultado da pesquisa é apresentado no livro “Capacidade empreendedora: teoria e casos práticos – livro 3” realizado pela Editora Pandion.

A obra, organizada pelas professoras Édis Mafra Lapolli e Ana Maria Bencciveni Franzoni e pelo doutorando Antonio Marcos Feliciano, será lançado na quarta-feira 28 de setembro às 19 horas no Hall da Assembléia Legislativa de Santa Catarina. O livro destina-se a todos, acadêmicos e profissionais do mercado que, com sua predisposição ao risco, partem para a aventura do empreender.

Coquetel de lançamento

Data: 28 de setembro de 2011

Horário: 19h

Local: Hall da Assembléia Legislativa de Santa Catarina- Centro – Florianópolis – SC


Fonte: Mariana Lapolli | 48 9914 2555

Assessoria de Imprensa | Editora Pandion
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