Semana UFSC – 18 a 22 de junho de 2012
Agenda semanal produzida pela Agência de Comunicação da UFSC.
Agenda semanal produzida pela Agência de Comunicação da UFSC.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está com inscrições abertas até 21 de junho para o vestibular do curso Educação do Campo, graduação presencial que será oferecida em Santa Rosa de Lima (SC). O vestibular acontece no dia 8 de julho, das 14 às 18 horas, nas cidades de Santa Rosa de Lima, Braço do Norte e São Martinho. É um vestibular especial e específico para a Licenciatura em Educação do Campo. As provas serão compostas de vinte questões de assinalar de conhecimentos gerais, dez questões também objetivas de português e mais uma redação. Serão abertas 55 vagas.
As aulas começam no dia 6 de agosto de 2012, marcando a chegada da UFSC a Santa Rosa de Lima. Os professores são de Florianópolis, que viajarão à Santa Rosa para as aulas e para acompanhar as atividades dos estudantes. O município faz parte da região das Encostas da Serra Geral, que abrange também Anitápolis, Armazém, Braço do Norte, Grão Pará, Gravatal, Rancho Queimado, Rio Fortuna, São Bonifácio, São Ludgero e São Martinho.
Segundo coordenadora do curso, Beatriz Hanff, a UFSC gostaria de ter estudantes de todos esses municípios. “Desejamos que eles tenham ligação com esses pequenos municípios rurais e que valorizem o campo como lugar de desenvolvimento e de futuro. Por isso, mesmo sendo da UFSC, este vestibular não tem provas em Florianópolis”, afirma a coordenadora.
O curso
A Licenciatura em Educação do Campo é um curso de graduação (“faculdade”) de quatro anos. Os formados serão diplomados pela Universidade Federal de Santa Catarina em Educação do Campo, com ênfase na Área de Ciências da Natureza e Matemática. Os formados estarão aptos a trabalhar como professores, tanto nas séries finais do ensino fundamental (antigo Ginasial), quanto no ensino médio (antigo Científico), em escolas do campo.
Um dos destaques do curso é a Pedagogia da Alternância, que atende às necessidades do estudante em conciliar os estudos com o trabalho no campo. Nesse formato, os alunos passam uma semana em Santa Rosa de Lima para o período integral de aulas e em seguida passam uma semana em casa, para fazer as atividades. Depois voltam a Santa Rosa de Lima para as aulas e assim sucessivamente, exceto nos meses de férias (janeiro, fevereiro e julho). Estão programadas uma viagem semestral dos alunos a Florianópolis, para atividades acadêmicas e culturais.
Como todos os cursos regulares de graduação da UFSC, a Licenciatura em Educação do Campo é pública, gratuita e de qualidade. A instituição procurará contribuir, além disso, para que seja assegurado o transporte, assim como a hospedagem e a alimentação durante os “tempos universidade”, para aqueles estudantes que comprovarem necessitar desse apoio. Dentro da sua política de inclusão, a UFSC buscará também conceder bolsas de permanência aos alunos com perfil de vulnerabilidade socioeconômica.
As inscrições são feitas somente pela internet, nos sites www.vestibular2012.ufsc.br/educacaodocampo e www.coperve.ufsc.br (link para vestibular 2012 Educação do Campo). A taxa é de R$ 10. As inscrições podem ser feitas até às 23 horas e 59 minutos do dia 21 de junho e o pagamento deve ser feito, no máximo, até o dia seguinte, observado o horário estabelecido pelo banco para quitação no dia 22 de junho.
As provas acontecem no dia 8 de julho de 2012, em São Martinho, Braço do Norte e Santa Rosa de Lima. Os 55 primeiros classificados no vestibular precisam comprovar a conclusão do ensino médio na data da matrícula, 30 de julho.
Serviço:
Vestibular do Curso Universitário: Licenciatura em Educação do Campo da UFSC
Inscrições: até 23:59 horas do dia 21 de junho
Como se inscrever: somente pela internet no site www.vestibular2012.ufsc.br/educacaodocampo
Taxa de inscrição: R$ 10 pagos até dia 22 de junho, conforme orientação no site.
Data das provas: 8 de julho de 2012
Local das provas: São Martinho, Braço do Norte e Santa Rosa de Lima.
Vagas: 55
Sobre o curso Licenciatura em Educação do Campo da UFSC
Local do Curso: Santa Rosa de Lima e municípios das Encostas da Serra Geral
Início das aulas: 6 de agosto de 2012
Tempo de duração: 4 anos
Diploma da Universidade Federal de Santa Catarina: Educação do Campo, com ênfase na Área de Ciências da Natureza e Matemática
Atuação dos formados: Professores nas séries finais do ensino fundamental e no ensino médio.
Contatos:
Professor Wilson Schmidt
(48) 3721-9905
(48) 8468-5505 (Oi)
(48) 9973-9970 (Tim)
Email:
wschmidt@ced.ufsc.br – favor colocar no título da mensagem Liceducampo ESG
secreatriacampo@ced.ufsc.br
Nos dias 7 e 8 de julho serão realizadas obras na rede de telefonia e de fibra óptica no prédio da Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC), no campus Trindade da UFSC . As obras fazem parte do projeto de reestruturação e modernização da infraestrutura da rede de comunicação da UFSC (redeUFSC).
Em função dessa reforma, poderá ocorrer interrupção no fornecimento dos serviços da redeUFSC/Internet e na disponibilidade dos serviços de comunicação de dados que trafeguem pela infraestrutura de par metálico da UFSC.
A Diretoria de Tecnologia da Informação e Redes (DTR/SeTIC/UFSC) informa que estão sendo tomadas as medidas necessárias para minimizar o impacto dessas alterações.
Esta obra faz parte do conjunto de medidas que vêm sendo executadas pela SeTIC com o intuito de aumentar a disponibilidade dos serviços de telefonia e garantir a redundância dos segmentos de fibra óptica que atendem aos pontos de concentração da redeUFSC instalados no campus Trindade. Caso as condições do tempo não permitam, as obras serão suspensas e remarcadas para data oportuna.
Mais informações:
Diretoria de Tecnologia da Informação e Redes (DTR/SeTIC/UFSC)
Fone: (48) 3721-6333
A Divisão de Serviço Social – Atenção ao Servidor da Secretaria de Gestão de Pessoas (SEGESP) e o Centro de Cultura e Eventos da UFSC convidam a comunidade para participar da homenagem aos aposentados dos meses de maio de junho de 2012. A cerimônia acontece no dia 15 de junho, sexta-feira, às 10 horas, na Sala Aroeira, do Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Mais informações pelo fone 3721-9611.
Comunicado à Comunidade Universitária
Com a deflagração da greve nacional dos servidores técnico-administrativos e a instalação do Comando Local de Greve, foi solicitada pela Reitoria uma reunião para dar início ao diálogo com o Comando do movimento grevista.
No dia 13/6 ocorreu a primeira reunião da Reitoria com o Comando Geral de Greve na qual foram apresentadas as reinvindicações. Nessa oportunidade a Reitora apresentou sua preocupação com a continuidade dos serviços essenciais, entre os quais o Restaurante Universitário (RU).
Esclareceu-se que dependem do RU, para sua alimentação, numerosos servidores e alunos, incluindo quase dois mil estudantes com direito pelo critério socioeconômico à alimentação subsidiada integralmente.
Foi reafirmada a preocupação da Reitoria com a garantia da alimentação do RU como direito humano básico e fundamental e apresentada a proposta de construção de uma solução democraticamente negociada que não gere a interrupção brusca.
Segue-se aguardando o posicionamento do Movimento dos Servidores Técnico-Administrativos e do movimento estudantil quanto a essa proposta.
Por fim, a Reitoria vem a público manifestar seu firme compromisso em atuar junto à Andifes e ao Governo Federal pela rápida e definitiva negociação.
Administração Central da UFSC
A Biblioteca Universitária da UFSC disponibiliza trial de Base de Dados da área de meio ambiente para avaliação da comunidade universitária.
GREENER – Global Reference on the Environment, Energy and Natural Resources (http://infotrac.galegroup.com/itweb/ufsc_trial?id=ufsc0226).
As reportagens anteriores podem ser acessadas no Repositório da UFSC. Clique AQUI.
Os bolsistas Reuni dos departamentos de Bioquímica e de Neurociências da UFSC promovem nesta sexta, dia 15, o terceiro e último dia da “II Oficina de Ciências”, com alunos do ensino médio do Colégio Estadual Dom Jaime, situado no Ribeirão da Ilha, Florianópolis.
A atividade, realizada nos dias 11 e 12 deste mês, faz parte de um projeto idealizado pelo professor Leopoldo De Meis, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e tem como objetivo fundamental envolver estudantes do ensino público ao contexto científico.
Outras informações pelo e-mail daniflorencio@gmail.com.
Já está em circulação a 27ª edição do Jornal do CCE, publicação feita pelos alunos da segunda fase do curso de Jornalismo da UFSC. Entre os destaques da edição está o projeto que prevê a reforma do Bloco A do Centro, a criação da Empresa Júnior do curso de Cinema, a mostra nacional de filmes sobre a ditadura – Cinema pela Verdade -, e a transmissão dos jogos da Eurocopa pela Rádio Ponto UFSC. Além disso, a entrevista com o professor Paulo Berton, nomeado para comandar a Secretaria de Cultura (Secult).
O Jornal tem periodicidade mensal e pode ser visto também em sua versão online. A orientação é do professor Elias Machado.
Por Isadora Ruschel, bolsista na Agecom/UFSC.
Temas que têm inquietado professores e estudantes dedicados ao estudo de questões relativas ao meio ambiente são abordados no livro ´Dano Ambiental na Sociedade de Risco`, que será lançado nesta quinta-feira, 14 de junho. A apresentação da obra acontece a partir de 19h, na livraria Saraiva, Shopping Iguatemi, Florianópolis.
Coordenada pelo professor do Departamento de Direito da UFSC José Rubens Morato Leite, a obra apresenta as particularidades da teoria jurídica ambiental, da gestão de riscos das áreas contaminadas e dos agrotóxicos. Examina a jurisprudência mais recente acerca das áreas de preservação permanente, da responsabilização civil por danos ao patrimônio cultural e do estabelecimento do nexo de causalidade por danos ambientais na tutela coletiva do meio ambiente.
Publicada pela Editora Saraiva, reúne 15 artigos trata também sobre o estudo de critérios para a análise da prova científica nos processos decisórios envolvendo conflitos ecológicos, do direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e do princípio da proibição de regresso nos níveis de proteção.
“É uma análise oportuna quando se considera que o Poder Legislativo discute atualmente o texto do Código Florestal brasileiro, ameaçando o mínimo existencial ecológico”, destaca Morato Leite, que compartilha a organização da publicação com a professora Heline Sivini Ferreira (do Curso de Graduação e do Programa de Pós-Graduação em Direito da PUC-PR ) e Maria Leonor Paes Cavalcanti Ferreira (doutoranda em Direito pela UFSC).
Segundo Morato Leite, coordenador do Grupo de Pesquisa Direito Ambiental na Sociedade de Risco, os artigos foram produzidos com o objetivo de abordar o dano ambiental não só a partir de uma visão restrita e dogmática do Direito, mas tentando empreender uma linguagem transdisciplinar, aberta e integrativa, apresentando como pano de fundo os aspectos sociológicos da Teoria da Sociedade de Risco.
“Ao colocar a categoria de risco como centro de análise, os autores pretendem mostrar que as ameaças ao meio ambiente exigem gestão preventiva e transfronteiriça, tratando de assuntos importantes que podem ser abordados na Conferência Rio+20”, complementa o professor.
A obra é fruto de projeto de cooperação internacional entre o Curso de Pós-Graduação em Direito da UFSC e a Universidade Lusíada do Porto, de Portugal. As atividades têm como temática central o Dano Ambiental na Sociedade de Risco e contam com suporte financeiro da Capes/MEC e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ciência e Tecnologia do Governo Português.
Parte dos artigos é também resultado do V Simpósio de Dano Ambiental na Sociedade de Risco, realizado em setembro de 2010 pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da PUC-PR.
Mais informações:
– Grupo de Pesquisa em Direito Ambiental na Sociedade de Risco / Professor José Rubens Morato Leite / jrmorato@ccj.ufsc.br / (48) 3721-9733
Saiba Mais:
Sobre o coordenador:
José Rubens Morato Leite é Professor Associado II dos cursos de Graduação e de Pós-Graduação de Direito da UFSC. Pós-Doutor pela Macquarie Centre for Environmental Law, Sidney, Austrália. Doutor pela UFSC, com estágio de doutoramento na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Vice-presidente do Instituto O Direito por um Planeta Verde. É também coordenador do Grupo de Pesquisa Direito Ambiental e Ecologia Política na Sociedade de Risco, cadastrado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq, além de consultor e bolsista do CNPq.
Sobre as organizadoras:
Helini Sivini Ferreira é professora adjunta do Curso de Graduação e do Programa de Pós-Graduação em Direito da PUC-PR. Professora colaboradora do Curso de Pós-Graduação em Direito da UFSC. Doutora em Direito pela UFSC, com estágio de doutoramento realizado no Centro de Direito Ambiental da Macquarie University, Austrália. Mestre em
Direito pela USFC. Membro da Comissão de Direito Ambiental da International Union for Conservation of Nature (IUCN). É pesquisadora do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente: Sociedades Tradicionais e Sociedade Hegemônica (PUC-PR/CNPq), do Grupo de Investigação Jurídica e Ambiental do Centro de Estudos Jurídicos, Económicos e Ambientais da
Universidade Lusíada do Porto, Portugal, e do Grupo de Pesquisa Direito Ambiental e Ecologia Política na Sociedade de Risco (UFSC/CNPq). Autora, coautora e organizadora de livros e artigos na área do Direito Ambiental.
Maria Leonor Paes Cavalcanti Ferreira é doutoranda em Direito pela UFSC, com estágio de doutoramento sendo realizado na Universidade de Coimbra, Portugal. Membro do Grupo de Pesquisa Direito Ambiental e Ecologia Política na Sociedade de Risco (UFSC/CNPq).
Leia também:
– Livro aponta que práticas ambientais provam mudança de valores no Brasil
Dois atletas que são referência no mountain bike nacional realizaram na manhã desta quinta-feira, dia 14, testes no Laboratório de Esforço Físico (Laef) do Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina. A avaliação do desempenho muscular de Ricardo Alexandre Pscheidt, três vezes campeão brasileiro da modalidade, e William Alexi, um dos melhores ciclistas do país na categoria sub-23, faz parte da coleta de dados para a dissertação da mestranda Camila Peter Hoefelmann, que é orientada pelo professor Fernando Diefenthaeler.
O Programa de Pós-Graduação em Química da UFSC promove de 18 a 22 de junho, a 1ª Semana da Pós-Graduação em Química, nas dependências do Departamento de Química/UFSC. O evento terá uma série de palestras, minicursos e apresentações de paineis, com professores convidados de diversas instituições do país.
O FAM 2012 abre na noite de 15 de junho, com cerimônia a partir das 19h, seguida do lançamento no Brasil do mais novo filme de Nelson Pereira dos Santos, A luz do Tom, com a presença do diretor, às 21h. O documentário inédito do renomado diretor de 83 anos, codirigido por Marco Altberg, é baseado no livro “Antônio Carlos Jobim: um homem iluminado”, escrito por Helena Jobim, irmã do maestro. Retrata histórias de Tom Jobim através de mulheres importantes na sua vida: sua irmã Helena, a primeira esposa Thereza e a segunda, Ana. A entrevista com Helena foi filmada em Florianópolis em 2008.
Nesta edição serão exibidos 70 filmes do Brasil e de países como Argentina, Uruguai, Chile, Peru e Venezuela, muitos deles realizados em coprodução por meio dos acordos bilaterais dentro do Mercosul. Assim como ocorre desde a primeira edição, serão priorizados os debates em torno desses acordos e, também, as formas de produzir, distribuir, exibir e as estéticas comuns aos países membros.
O Grupo Gesto, Grupo de Estudos em Oralidade e Performance, traz a pesquisadora e artista plástica Bianca Scliar, doutora pela Concordia University, Montreal,para debater, nesta sexta-feira, dia 15, às 10h, no departamento de Antropologia (sala 111, UFSC) o desenvolvimento de ações participativas urbanas e como o corpo se apresenta em tais eventos, desde o momento de elaboração dos projetos, até a sua criação e documentação. Informações: Ethel Scliar: profaethel@hotmail.com
Reunião do Fórum Catarinense em defesa do SUS e contra aprivatização nesta quinta-feira, 14 de junho, às 17h, na sede do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFSC, no Centro de Convivência. Pauta: a privatização do HU através da EBSERH. Informações: Raquel Moyses: raquelmoyses@hotmail.com
A Secretaria de Gestão de Pessoas (SEGESP) informa os assuntos que serão tratados mesmo durante o período da greve: aposentadoria em andamento; auxílio funeral; exoneração e vacância; pensão vitalícia (por morte); entrega de documentos que já foram solicitados; declaração funcional para fins de visto ou afastamento; solicitação de cópia de documentos com prazos judiciais; não recebimento de salário; pensão alimentícia; licença gestação e sua respectiva prorrogação; servidor que recebeu carta (DAP ou DDAP) referente a acórdãos do TCU; ajuda de custo (remoção ou redistribuição); homologação de resultado de concurso de docente; recebimento de recurso de concurso e posse de candidatos nomeados em concurso. Informa, também, que para assuntos não citados a pessoa deve se dirigir à Secretaria da SEGESP.
A partir desta quinta-feira, dia 14 de junho, será publicada diariamente uma síntese das notícias sobre a UFSC (clipping de notícias) veiculadas em jornais impressos e portais.
As reportagens anteriores podem ser acessadas no Repositório da UFSC. Clique AQUI.
A reitora Roselane Neckel recebeu por quase duas horas na tarde desta quarta-feira, dia 13 de junho, cerca de 20 pessoas do comando de greve dos trabalhadores da UFSC. Estavam também presentes, entre outros, o chefe de gabinete Carlos Vieira e a adjunta Elci Junckes, a secretária de gestão de pessoas Neiva Aparecida Gasparetto Cornélio e a pró-reitora de assuntos estudantis Beatriz Augusto de Paiva.
A reitora afirmou ter recebido a documentação encaminhada com as demandas que já estavam no site do Sintufsc e, que como já havia dito na sessão da véspera do Conselho Universitário (CUn), que aprovou moção de apoio aos STAs, se colocava à disposição para dialogar junto ao MEC e à Andifes pelas questões da pauta nacional da greve.
No Café Philo desta quarta, 13, o filósofo Marcos Müller, da UFSC, trava diálogo entre pulsão de morte da psicanálise e o olhar da fenomenologia, aproximando Lacan e Merleau- Ponty. O evento acontece às 19h, na Sede do Museu Vitor Meirelles, no Centro de Florianópolis (próximo aos Correios).
Ele foi o filósofo da percepção, do efeito interpretativo sobre as sensações e da fenomenologia do ser em sua indivisibilidade entre corpo e alma. Mostrou que antes do olho há um olhar a instaurar sentido para tudo. Ao mesmo tempo em que reconheceu o primado da subjetividade no mundo da linguagem, proclamou os filósofos a se despirem dos seus véus para compreender o fenômeno, o objeto. Essa intersecção entre comportamento e filosofia fez de Merleau-Ponty o pensador francês mais revisitado pela psicanálise. Travar um diálogo entre Merleau Ponty e Lacan a partir da relação entre o olhar e a pulsão de morte é a proposta do filósofo, psicólogo clínico, analista gestáltico e professor da UFSC Marcos José Müller-Granzotto, que comanda na próxima quarta, 13 de junho, o 42º encontro do Café Philo.
Sob o título “Esquize e pulsão: o olhar segundo Merleau-Ponty”, a conferência começa às 19 horas, no Museu Vitor Meirelles, no Centro de Florianópolis e é seguida de debate. “Filosofar é reaprender a ver o mundo, voltar às próprias coisas”, ensinou Ponty. Ultrapassando a teoria clássica da percepção, o autor francês mostrou que a consciência se insere no mundo pela interpretação das sensações em um processo que integra e ressignifica todos os sentidos (visão, paladar, tato, audição). Nessa perspectiva, não há sensações puras: não há azul sem o céu, assim como não há mundo sem história, sem um campo de simbolismo anterior e produtor de significados ou sem o que o filósofo chamou de “intermundos”.
A violência desse olhar estrangeiro que se estabelece na diferença entre o visível e o invisível no processo de percepção é o foco do colóquio do Café Philo, projeto coordenado pelo professor Pedro de Souza do Departamento de Línguas e Literaturas Vernáculas da UFSC, ao lado de Rogério Luiz de Souza, docente do curso de História, com apoio da Secretaria de Cultura. Autor de vários artigos em revistas nacionais e internacionais sobre fenomenologia, psicanálise e Gestalt-terapia, o filósofo lança, às 20h da quarta-feira do dia 20 de junho, no Muro Temakeria Lounge, na Lagoa da Conceição, em parceria com a mulher Rosane Müller-Granzotto, também filósofa e piscanalista, o livro Psicose e Sofrimento. Na obra, os autores dedicam vários capítulos à discussão sobre o diálogo travado entre Lacan e Merleau-Ponty pela questão do olhar.
Em viagem à Espanha, Marcos Müller, professor do Programa de Pós-Graduação em Filosofia e da disciplina de Ontologia e Fenomenologia do Curso de Pós-Graduação em Literatura da UFSC concedeu a seguinte entrevista por e-mail:
R.W. – Qual será o foco da sua conferência?
Marcos Müller: Quero apresentar e discutir a leitura que Lacan fez da distinção proposta por Merleau-Ponty entre o ‘olho’ e o ‘olhar’ e na qual Lacan reconheceu uma forma de designar o que ele próprio, por meio da noção de objeto, tentava apontar em Freud, precisamente, a presença da pulsão de morte como causa do desejo.
R.W. – Que aproximações são possíveis entre Lacan e Merleau-Ponty, sendo teóricos de linhas tão distintas, um da psicanálise, outro da fenomenologia?
Marcos Müller – Quando não se é dogmático, a distinção ou diversidade nos pontos de vista costuma ser muito benéfica para o tratamento de temas comuns, como parece ser o interesse de Merleau-Ponty e Lacan sobre Freud. Ainda que não se propusesse ao ofício ético de uma clínica, como é o caso de Lacan, Merleau-Ponty estava interessado em incluir, em suas discussões filosóficas sobre a indivisão entre a percepção e o pensamento, a tese de que, mesmo em nossa experiência perceptiva não estamos sozinhos; o que significa dizer que, nalgum momento, encontraremos um olhar do qual não somos protagonistas e diante do qual não temos alternativa que não seja a passividade. Essa forma de descrever a experiência de encontro com o olhar estranho em muito se aproxima, segundo a avaliação lacaniana, do encontro com o real da pulsão. E meu objetivo é aprofundar as consequências éticas dessa constatação no campo da clínica e do discurso filosófico.
R.W. – Que relação Merleau-Ponty estabelece entre o olho e o olhar?
Marcos Müller – O olho só pode ver à medida que faz dele próprio um partícipe do mundo visto. O que significa dizer que o olho, para ver, deve poder emprestar, às coisas mundanas, um aspecto visível, como delas recolher a tangibilidade, o som, o sabor… Há entre o olho e o mundo uma familiaridade, que permite a cada pequeno núcleo de visibilidade exprimir um invisível mais além do que cada núcleo encerra.
R.W. – Qual a diferença entre o olhar para Lacan e para Merleau-Ponty?
Marcos Müller – Lacan suspeita que Merleau-Ponty, nalgum momento, abdicou da tese inicial de que, diante do olhar estranho, sempre somos passivos. Para Lacan, é como se Merleau-Ponty por fim tivesse harmonizado esta relação, fazendo do olhar estranho uma versão de uma idéia ou princípio universal, que cada olho levaria consigo. Trata-se, segundo meu ponto de vista, de uma leitura equivocada de Lacan.
R.W – E qual é, afinal, a sua interpretação sobre o impacto do olhar estranho para Merleau-Ponty?
Marcos Müller – Nossa participação nessa reversibilidade visível/invisível encontra um ponto de detenção, um escoamento impossível de integrar quando nos deparamos com o olhar estranho, que vem lá do fundo de invisibilidade, como se, mais além da visibilidade da tela, a montanha (invisível) que alcançamos ver, nos devolvesse um olhar que não é nosso e mais além do qual não podemos ir, nem sequer dele fugir. E é nesse momento que, para Merleau-Ponty, a carnalidade da experiência encontra, pela primeira vez, com uma dimensão ética, entendendo-se por ética a passividade diante do estranho.
SERVIÇO
Quando: 13 de junho, às 19 horas
O quê? 42º Café Phillo (Lacan e Merleau-Ponty)
Quem: filósofo e psicanalista Marcos José Müller-Granzotto
Onde: Sede do Museu Vitor Meirelles, Centro – Florianópolis/SC (próximo aos Correios)
Quanto: Gratuito, aberto ao público.
Contatos conferencista: mjmuller@cfh.ufsc.br
Por Raquel Wandelli/ Coordenadora de Comunicação Social da SeCult/UFSC
raquelwandelli@yahoo.com.br, 9911-0524 e 3721-9459 – www.secarte.ufsc.br
Esquize e pulsão: o olhar segundo Merleau-Ponty (uma síntese da conferência)
Por Marcos José Müller-Granzotto
Em excelente estudo intitulado Uma libra de carne, Charles Shepherdson (2006, p. 97) discute a relevância de certas reflexões de Maurice Merleau-Ponty (sobre a estrutura do olhar) para a consideração lacaniana da pulsão de morte no contexto do Seminário XI – Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise (Lacan, 1964). Shepherdson interessa-se particularmente pelo momento em que Jacques Lacan interrompe a primeira sessão desse seminário para então se ocupar de um tema que, na obra póstuma O visível e o invisível, Merleau-Ponty descreveu nos termos de uma diferença entre o olho e o olhar: mais além da visibilidade do mundo, no seio daquilo que emerge como horizonte de invisibilidade, um olhar vem me surpreender, denunciando minha passividade a uma vidência estranha.
Lacan reconheceu, na noção merleau-pontyana de olhar estrangeiro, uma possível indicação daquilo que Freud denominou de pulsão de morte; como se, para Merleau-Ponty, a co-presença daquele olhar estrangeiro viesse denunciar – qual pulsão de morte – minha própria divisão (castração) e, por conseguinte, o que exigiria de mim eu me fazer objeto ao Outro. E na esteira da prudência analítica de Lacan (1964, p. 77-78) – ora convencido da absoluta novidade introduzida pela noção merleau-pontyana de olhar, ao menos em relação à tradição filosófica, ora desconfiado de que tal noção denunciaria a presença de um vidente universal platônico, do qual nosso olho seria uma versão – Shepherdson revela-se também muito cuidadoso, o que não o impediu de concluir pela distância entre Merleau-Ponty e as expectativas da psicanálise lacaniana. Afinal, conforme sugere Lacan (1964, p. 71), a descrição merleau-pontyana do encontro com o olhar dá a entender certa experiência de “satisfação”, tal qual aquela que sucede na realização de um desejo – satisfação esta que não se confunde com o gozo (jouissance) característico do encontro com a pulsão de morte.
E o que gostaríamos de questionar nesta conclusão lacaniana – seguida por Shepherdson – não é tanto a sugestão de que, em Merleau-Ponty, o enfrentamento ao olhar estranho pudesse ensejar algum tipo de satisfação. Em muitos lugares, Merleau-Ponty relaciona o olhar estranho à experiência de encontro com o insondável, com o que não faz sentido, qual outrem – de sorte que aí não pode haver satisfação. Mais problemático, todavia, é a sugestão – em momento algum demonstrada por Lacan ou por Shepherdson – de que, em Merleau-Ponty, o olhar estranho poderia valer como “substância” ou “elemento” primordial, que precederia o sujeito, qual seu lugar de “nascimento, sua origem, chora e assim por diante” (Shepherdson, 2006, p. 120).
Pesquisadores, professores e estudantes têm até o dia 15/06 para submeter trabalhos ao II Colóquio Internacional Neiita – Estudos Linguísticos e Ensino/Aprendizagem do Italiano como Língua Estrangeira. O evento acontece de 21 a 23 de agosto na UFSC, e tem inscrições gratuitas para alunos e docentes. Ouvintes têm até o dia 15 de agosto para efetuar inscrição.
“Vale destacar que, apesar da grande quantidade de docentes, discentes e pesquisadores que atuam hoje na área, ainda são relativamente poucas as oportunidades de diálogo e de intercâmbio cultural e acadêmico acerca dos estudos linguísticos relacionados à italianística no Brasil”, afirmam os organizadores. O Colóquio pretende fomentar a reflexão teórico-prática sobre os processos que envolvem o ensino-aprendizagem do italiano como língua estrangeira.
Os temas a serem debatidos e a programação estão disponíveis na página do evento.
Mais informações: neiitaufsc@gmail.com ou 3721-9288.
O Cine Paredão traz nesta sexta, 15/06, programação especial, para marcar os quatro anos de atividade do projeto cultural: às 20h tem início o filme Gainsbourg – Vida Heróica (2010), no Bosque o CFH. Depois da exibição, haverá a apresentação das bandas Café da Manhã e Orquestra Eletroacústica da UFSC, além de projeções audiovisuais no bar do CFH. O evento é gratuito e aberto à comunidade.
Gainsbourg – Vida Heróica
Filho de judeus russos, Lucien Ginsburg passa a infância na Paris dos anos 1940, ocupada pelos nazistas. Quando jovem, é um poeta tímido que oculta suas pinturas no quarto, logo abandonado em troca da agitação dos cabarés dos anos 60. De noite em noite, dá vazão a sua voz e a seu talento de vanguarda, que o transformam no ícone subversivo Serge Gainsbourg, um dos mais importantes cantores e poetas da língua francesa. Enquanto as criaturas que habitam seu mundo dançam de forma imaginária em seu entorno, sua verve encontra eco na vida boêmia e nos amores tumultuados que tem ao longo da vida.
Título Original: Gainsbourg – Vie Héroïque
País de origem: Eua, França
Gênero: Ficção
Ano: 2010
Diretor: Joann Sfar
O Cine Paredão
O projeto cultural Cine Paredão teve início em maio de 2008 com a finalidade de instaurar uma atividade cultural gratuita no Campus da UFSC em Florianópolis, com intervenções artísticas e, especialmente, cinematográficas, aproveitando espaços ociosos da universidade. A idéia era instaurar um ponto de encontro regular que contribuisse para expandir o imaginário imagético e a formação cultural e intelectual da comunidade acadêmica e do público em geral, com a projeção de filmes raros ou de difícil acesso à comunidade. Para além de um recurso didatico-pedagógico informal, o Cine Paredão constitui uma importante ferramenta cultural multidisciplinar para se trabalhar no rumo da transformação social – visto ser o cinema um objeto privilegiado a partir do qual se pode propor discussões e debates sobre a nossa própria realidade.
Mais informações: cineparedao.paginas.ufsc.br
A vice-reitora Lúcia Pacheco, o chefe de gabinete Carlos Vieira e o secretário especial de aperfeiçoamento institucional Airton Seelaender participaram na manhã desta quarta, 13/06, de reunião extraordinária do Conselho Diretor do Hospital Universitário (HU). Na pauta, as eleições para a direção do HU.
A vice-reitora ressaltou o propósito da reunião de promover o diálogo e valorizar o Hospital. Para a Reitoria, três pontos devem ser reavaliados pela Comissão Eleitoral: as datas do processo – inscrição de chapas e votação –, número e distribuição das urnas e participação dos funcionários terceirizados.
O pleito para direção do HU ocorre nos moldes das eleições para reitor: é realizada consulta pública, que aponta que chapa a comunidade representativa indica para dirigir a instituição. A instância superior, no entanto, é que determina o nome de quem será empossado. No caso do HU, o diretor é decidido pela Reitoria, após ouvir estudantes, professores e servidores do Hospital.
Depois da reunião, os membros do Conselho Diretor permaneceram no auditório do HU para debater os tópicos apontados e a Comissão Eleitoral deve enviar nova proposta de encaminhamento do processo à Reitoria. Na próxima terça, 19/06, a partir das 8h30, deve acontecer uma reunião no auditório do HU para discutir a Ebserh. De acordo com o diretor do HU, Felipe Felício, o Hospital hoje realiza cerca de 14 mil atendimentos e 3 mil cirurgias por mês.
Por Cláudia Reis/ Jornalista na Agecom
Foto: Wagner Behr/ Agecom

O evento discute a produção literária atual a partir do entrecruzamento entre as esferas artística e política e da contaminação da narrativa por outros discursos, como os da crítica, da história e da filosofia
Estudiosa do legado de Dante Alighieri, a professora Silvana de Gaspari fez uma análise da influência da obra-prima do autor italiano, “A divina comédia”, na cultura e no pensamento do mundo ocidental durante a terceira mesa redonda do congresso internacional Fluxos Literários: Ética e Estética, que termina hoje (13) à tarde no auditório do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, em Florianópolis. O evento, realizado pelo programa de pós-graduação em Literatura do Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras, se propõe a discutir a produção literária atual a partir do entrecruzamento entre as esferas artística e política e da contaminação da narrativa por outros discursos, como os da crítica, da história e da filosofia.
Mestre em literatura italiana pela Universidade de São Paulo (USP) e há 20 anos lecionando na Universidade Federal de Santa Catarina, Silvana de Gaspari afirmou que, entre outros fatores, a sobrevivência da obra clássica de Dante deve-se às escolhas linguísticas que fez, à narrativa apocalíptica que permeia a trama da “Divina comédia” e à riqueza das citações de filósofos e pensadores que precederam o autor florentino. “Ele fez da literatura um meio de expressão das angústias e anseios do homem, se tornando um poeta que hoje, sete séculos depois, é considerado experimental e de vanguarda por especialistas como Haroldo de Campos, por exemplo”, disse a professora.
No seu clássico, Dante se metamorfoseia nos papéis de autor, narrador e personagem, relendo as tradições e construindo uma iconografia do Juízo Final que marcou sucessivas gerações de escritores que vieram depois dele. “Ele juntou dois mundos, o antigo e medieval, e fez do mito da viagem a busca de uma condição humana perdida em algum momento do passado”, analisa a professora. Em seu itinerário, atravessa o inferno, o purgatório e o paraíso, demonstrando uma grande bagagem cultural e a capacidade de “ler as necessidades de mudanças em seu tempo”. Sua atualidade, segundo a palestrante, também tem relação com a capacidade de colocar o homem no centro de tudo, usando os costumes do povo e o italiano vulgar como matérias-primas de sua obra.
Obra de Lobato – Na palestra que abriu a programação da manhã, o professor Marcos Natali, da USP, abordou a suposta presença do racismo na obra de Monteiro Lobato, motivo de uma polêmica gerada em 2010 pela solicitação, pelo professor Antonio Gomes da Costa, de Brasília, de retirada do livro “Caçadas de Pedrinho” da lista das obras distribuídas pelo Ministério da Educação (MEC) às escolas. Citando críticos e intelectuais que se manifestaram sobre o tema, ele disse que esse tipo de comportamento demonstra “desconfiança sobre a capacidade dos leitores” e sempre traz de volta o fantasma da censura, contra a qual todos se rebelam. Natali também questionou a crença no caráter “branco” da escravatura brasileira, que vigorou no país por longo tempo.
A programação da manhã terminou com Rogério de Souza Confortin, pós-doutorando em Educação e integrante do Grupo Onetti/UFSC, falando “Da paradoxologia em Maurice Blanchot e Samuel Beckett. Esgotar o possível como estética e ética literária”. A agenda do congresso Fluxos Literários: Ética e Estética termina à tarde com duas mesas redondas, que terão as presenças dos palestrantes Cláudio Maiz (Universidad Nacional de Cuyo, Argentina), Fabio Pierangeli (Universidade di Roma, Itália), Prisca Agustoni (UFRJ), Jorge Wolff e Liliana Reales (ambos da UFSC).
Por Paulo Clóvis Schmitz/ Jornalista na Agecom
Foto: Wagner Behr/Agecom
O Núcleo de Pesquisa em Organizações, Racionalidade e Desenvolvimento da UFSC e a seção brasileira do Centro Internacional de Pesquisa e Informação sobre a Economia Pública, Social e Cooperativa promovem no dia 27 de junho novo seminário com o objetivo de propiciar a divulgação e o avanço do conhecimento científico produzido pelos dois centros de estudos.
O encontro será realizado no dia 27 de junho, a partir de 19h, em sala de aula do terceiro andar do bloco F do Centro Sócio-Econômico. Nesta edição serão abordados dois temas: Os sujeitos no processo de incubação: as representações sociais em ITCPS paulistanas (por Gustavo Matarazzo Rezende, mestrando em Administração da UFSC) e O papel da inovação social no desenvolvimento territorial sustentável (com Carlos Alberto Karam, doutorando em Administração).
Mais informações: macielfrp@gmail.com