UFSC aprova Política de Enfrentamento ao Racismo Institucional

30/11/2022 11:57

Conselheiros aprovam por unanimidade política contra racismo. Foto: Salvador Gomes/Agecom

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) deu um passo determinante no combate à intolerância no ambiente universitário. O Conselho Universitário (CUn) aprovou por unanimidade, em sessão ordinária na terça-feira, 29 de novembro, a Política de Enfrentamento ao Racismo Institucional – um conjunto de normas, divididas em sete capítulos, que orienta desde a identificação de atos discriminatórios até a forma de denúncias, encaminhamentos e acolhimento das vítimas. O texto final é o resultado do empenho direto de um grupo de mais de 30 pessoas, que contou com representantes da UFSC, de movimentos sociais, entre outros; além de debate plural que promoveu audiência pública no início do mês.

A sessão que aprovou a Política de Enfrentamento ao Racismo Institucional teve a participação não apenas dos conselheiros do CUn. A leitura da minuta do texto e a votação foram acompanhadas por estudantes, servidores técnico-administrativos em educação, professores e representantes de movimentos sociais, como o Movimento Negro Unificado, que tem mais de 40 anos de atividade no Brasil.

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UFSC perde reitor comprometido com a política pública de comunicação

03/10/2017 09:25

A Agência de Comunicação da UFSC, ao resgatar sua política pública de comunicação, pauta sua atuação profissional em cima de valores como autonomia, comprometimento, cooperação, equidade, ética e transparência e pluralismo. Trata-se de uma receita que voltou a ser implementada a partir de maio de 2016 após quatro anos de estagnação.

Foi justamente com o início da nova gestão, liderada pelo reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo e pela vice-reitora Alacoque Erdmann, eleitos em novembro de 2015, que a Agecom voltou a recuperar esses valores, o status de direção administrativa que lhe havia sido retirado e o locus que lhe era devido na divulgação institucional da universidade.

Um valor em especial, o da autonomia, tinha importância estratégica para Cancellier, porque não significava que as pautas jornalísticas tinham que ficar atreladas ao Gabinete do Reitor, mas sim à instituição, à UFSC. Com experiência nas lidas diárias do jornalismo, repórter e editor que foi, levava muito a sério um princípio básico do Jornalismo, o do contraditório: contar os dois lados de uma mesma história.
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