Foram 791 filmes inscritos, 46 selecionados, 58 exibidos, além de palestras, oficinas, 25 projetos e 10 players participantes do Encontro de Coprodução do Mercosul, 85 atividades no total e mais de 250 horas de programação no 22º Florianópolis Audiovisual Mercosul – FAM 2018.

Entrega do prêmio para Flecha Dourada. (Foto: Tim Gerlach/Divulgação)
Duas cineastas conquistaram os principais prêmios do FAM 2018. A paulista Nádia Mangolini, com o curta-metragem Torre, e a catarinense Cíntia Domit Bittar, com Flecha Dourada, ganharam, respectivamente, os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial nas mostras de Curtas Mercosul e Catarinense do 22º Florianópolis Audiovisual Mercosul, encerrado neste domingo no Centro de Cultura e Eventos da UFSC com a apresentação do longa-metragem argentino Miss, dirigido por Robert Bonomo. O FAM 2018 distribuiu um total de R$ 142 mil aos filmes vencedores pelo júri oficial.
Filme de animação que reconstrói o que aconteceu com os irmãos Vlademir, Virgilio, Gregório e Isabela, filhos do militante político Virgílio Gomes da Silva, preso em setembro de 1969 e morto sob tortura enquanto estava detido no DOI/Codi de São Paulo, Torre conquistou o prêmio do Júri Oficial e os troféus de Melhor Direção de Arte (para Pedro Franz e Rafael Coutinho) e Melhor Roteiro (para Gustavo Vinagre) do festival. Pelo filme, Nádia Mangolini receberá dos apoiadores do FAM 2018 locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria da CiaRio, correção de cor da 02 Pós, delivers da Mistika, mixagem da Cinecolor e assinatura de um ano do pacote Adobe Creative Cloud, que representam o valor de R$ 23.500,00. O troféu do Júri Popular da Mostra Curtas Mercosul foi para O Malabarista, do goiano Iuri Moreno, e Antolina, do paraguaio Miguel Agüero ganhou a Menção Honrosa.
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