UFSC sedia 6ª Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária nesta quarta

16/04/2019 13:15

O lançamento da 6ª Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária (JURA) será realizado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na próxima quarta-feira, 17 de abril. A programação começa às 16h, no auditório do bloco B do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC), com a exibição do documentário A luta é pra valer. Logo após, será lançado o livro Sem Terra em cartaz, que conta a história dos 35 anos do Movimento Sem Terra (MST) através de cartazes produzidos ao longo dos anos de luta. Em seguida, ocorre o debate “Educação e Reforma Agrária em tempos de resistência”, com Vilson Santim, dirigente do MST, e a professora Célia Vendramini (ANDES/UFSC).

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UFSC recebe Seminário Regional da Juventude do projeto ‘De olho na terra’

02/06/2016 08:12

Cerca de 500 jovens acampados e assentados da Reforma Agrária dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul irão participar, de 1º a 4 de junho, do Seminário Regional da Juventude, que será realizado no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. O evento é fruto de uma parceria realizada entre os setores de comunicação, juventude e cultura do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a UFSC, por meio do projeto “De olho na terra” — região Sul.
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UFSC sedia Seminário Estadual da Juventude

30/10/2014 12:40

Cerca de 300 jovens que vivem em assentamentos e acampamentos do Movimento Sem Terra (MST) em Santa Catarina se reuniram, na manhã da última terça-feira, 29, no

Seminário reúne cerca de 300 jovens no auditório Garapuvu da UFSC. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Seminário reúne cerca de 300 jovens no auditório Garapuvu da UFSC. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

auditório Garapuvu, no Centro de Eventos da UFSC, para participar da abertura do Seminário Estadual da Juventude do Projeto de Olho na Terra. As atividades seguem até a próxima sexta-feira, 31, com programação artístico-cultural, capacitações, palestras, assembleia com movimentos estudantis e visitas a comunidades de Florianópolis.

O Seminário integra o projeto De Olho na Terra, voltado à inclusão digital da juventude do campo e à capacitação para o trabalho com tecnologias da informação e da comunicação (TICs). De acordo com o coordenador do Laboratório de Educação do Campo e Estudos da Reforma Agrária (LECERA) da UFSC, Clarilton Ribas, o projeto é financiado por meio de edital do Ministério das Comunicações e está em sua segunda fase.
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Entidades e professores manifestam-se sobre ação policial na UFSC

04/04/2014 13:51

Passados dez dias da ação policial na Universidade Federal de Santa Catarina, a comunidade universitária continua a receber manifestações de entidades e profissionais, repudiando a violência da ação. As mais recentes são do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, do Colegiado do Núcleo de Desenvolvimento Infantil da UFSC e de 111 professores de diversos centros da Universidade. 

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UFSC recebe participantes do VII Encontro Estadual do Sem Terrinha

10/10/2013 18:00

Apresentação cultural no primeiro dia do Encontro Estadual dos Sem Terrinha, na UFSC. Foto: Wagner Behr / Agecom / UFSC

Cerca de 400 crianças entre 8 e 12 anos que vivem em assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) se reuniram no hall do Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na manhã desta quinta-feira, 10 de outubro, para tomar o café da manhã. Essa foi a primeira de diversas atividades que serão realizadas durante o VII Encontro Estadual do Sem Terrinha de Santa Catarina. O evento segue até o próximo sábado com ações educativas, culturais e políticas em Florianópolis.

A reitora Roselane Neckel recebeu as crianças e, emocionada, falou sobre a contribuição dos trabalhadores rurais para a sociedade. “Sou filha de agricultores e tenho muita clareza sobre o que significa esse movimento, por ser professora de História e por ter pessoas da minha família que até hoje mexem com a terra. Queria que soubessem que vocês estão aqui por causa do trabalho de muita gente. Essas pessoas não têm medo da luta, do trabalho, e não desistem dos seus sonhos”, disse.

O coordenador estadual do setor de educação do MST, Elodir de Souza, explica que um dos objetivos do encontro é a confraternização. A troca de conhecimentos com alunos da mesma faixa etária de escolas públicas da capital e mobilizações políticas permeiam a programação.

O evento possibilita que as crianças saiam temporariamente da rotina dos assentamentos – localizados predominantemente no interior – e conheçam um pouco mais sobre a vida urbana. Temas relacionados a esses dois ambientes, como moradia, educação, transporte e alimentação saudável, serão abordados em 24 oficinas, com a participação de cerca de 150 alunos de Florianópolis. As oficinas serão ministradas por apoiadores e por professores e estudantes da UFSC. Visitas a escolas públicas estão agendadas para sexta-feira.

Nove ônibus, originários de assentamentos do Oeste, Extremo Oeste, Planalto Central, Região do Contestado e Norte de Santa Catarina, dirigiram-se a Florianópolis para o evento. Integrantes da direção do MST, professores e parceiros acompanham e supervisionam os trabalhos desenvolvidos com as crianças. O grupo foi recepcionado por uma comitiva de alunos do Colégio de Aplicação e está abrigado no alojamento localizado aos fundos do Restaurante Universitário.

Reitora Roselane Neckel recebe as crianças do Movimento Sem Terrinha. Foto: Wagner Behr / Agecom / UFSC

A reitora Roselane Neckel manifestou o desejo de que, cada vez mais, a Universidade possibilite a inclusão. “A UFSC é pública. Ela é mantida por vocês e está de portas abertas. Esta universidade é de todos e para todos. Nunca esqueçam que ninguém é melhor do que ninguém. Estar na terra, produzir com direito e igualdade é muito importante”, concluiu.

No sábado, as crianças conhecerão a Praia do Forte, situada no Norte da Ilha. É a primeira vez que a maioria delas visita o litoral catarinense. Também estão na programação uma apresentação teatral e uma gincana na UFSC cujo tema é o VI Congresso do MST, evento que será realizado de 10 a 14 de fevereiro de 2014 em Brasília.

A pró-reitora adjunta de Assuntos Estudantis, Lúcia Helena Corrêa Lenzi, ressalta que a aproximação entre os movimentos sociais e organizativos e a Universidade é uma proposta da atual gestão. Além disso, aponta a importância de serem desenvolvidas estratégias para que essa relação se construa de fato. “É um marco poder olhar para as relações que acontecem na sociedade de uma forma horizontal e mostrar para as crianças um presente que constrói um futuro”, diz.

O encontro, organizado anualmente por representantes MST, ocorre em período próximo a 12 de outubro, data em que é comemorado o Dia das Crianças. Esta é a terceira vez que Florianópolis sedia o evento, realizado em edições anteriores nas cidades de Fraiburgo, Abelardo Luz, Água Doce e Catanduvas.

O MST foi fundado há mais de 30 anos e defende a reforma agrária e a justiça social. “A transformação social é o objetivo do movimento, e ela passa pela educação e pelas conquistas do cotidiano, como o direito à terra e à educação”, afirma Elodir de Souza, coordenador estadual do setor de Educação do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).

Bruna Bertoldi Gonçalves / Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria / UFSC
(48) 3721-4081 /

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Encontro Estadual dos Sem Terrinha reúne crianças na UFSC em Florianópolis

09/10/2013 14:05

Cerca de 400 crianças, com idade entre 8 e 12 anos, participam do Encontro Estadual dos Sem Terrinha, nos dias 10, 11 e 12 de outubro, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O evento é promovido pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e outros organismos sociais do campo. As crianças participantes são filhos dos assentados e acampados da reforma agrária do Estado, que terão acesso a atividades educativas e culturais. A abertura será nesta quinta-feira, 10 de outubro, às 8h, no Hall do Centro de Cultura e Eventos, em um café da manhã que contará com a presença da reitora Roselane Neckel.
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Lideranças do MST participam de reunião com Administração Central

30/07/2013 23:57

Roselane Neckel em reunião com lideranças do MST em SC. Foto: Gabriela Dequech/AI/GR/UFSC

A reitora Roselane Neckel e a coordenadora de Ações Sociais em Extensão da Pró-Reitoria de Extensão (Proex) Lúcia Helena Corrêa Lenzi receberam lideranças catarinenses do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), na terça-feira, 23 de julho. A reunião foi agendada para discutir ações conjuntas, além de atualizar pautas e encaminhamentos solicitados na última reunião, realizada em julho de 2012.

As solicitações do movimento incluem pedidos de apoio da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em eventos, além de programas para promover melhorias na educação no campo e no relacionamento com acadêmicos dos cursos voltados à agricultura.

 

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Jovens do MST participam de capacitação em comunicação na UFSC

24/08/2012 18:55
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Os visitantes que participaram das oficinas tiveram a oportunidade de produzir conteúdo em rádio, TV, web design, editoração eletrônica e fotografia

Nesta sexta-feira, 24/08, cerca de 40 jovens de assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) participaram de oficinas de capacitação em tecnologias da informação no Departamento de Jornalismo da UFSC. Os integrantes visitaram os laboratórios de rádio e TV e conheceram os equipamentos utilizados para fotojornalismo e produção de conteúdo online e impresso. As oficinas fazem parte do projeto De olho na terra, que é uma parceria da Universidade com os assentamentos da cidade de Rio Negrinho.

Os visitantes que participaram das oficinas tiveram a oportunidade de produzir conteúdo em rádio, TV, web design, editoração eletrônica e fotografia. A equipe que realizou a oficina no Laboratório de Telejornalismo aprendeu as noções de produção de um telejornal e captação de som e imagem. Para alguns deles, foi o primeiro contato com os equipamentos e o desenvolvimento de notícias.

Segundo Clarilton Ribas, coordenador do projeto e professor do Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural, o objetivo das oficinas é aproximar os jovens às tecnologias. Para ele, a presença das mídias ajuda a desconstruir a ilusão de que a vida na cidade pode ser melhor. “Eles chegam na área urbana e se sujeitam a subempregos. O jovem quer ter computador, internet ao seu alcance, é necessário que ele tenha acesso aos benefícios da modernidade na área rural a fim de se manter no campo.”

O projeto De olho na Terra tem a proposta de criar laboratórios que facilitem o acesso à produção de conteúdo por meio de equipamentos digitais em sete assentamentos de Rio Negrinho, e está em fase de licitação. Ribas diz que o assentamento deve ter condições de informar e comunicar por meio de seus próprios integrantes.

A UFSC desenvolve vários projetos com as cerca de 500 famílias assentadas em Rio Negrinho. Além de trabalhos voltados à comunicação, são realizadas análises de fertilizantes, estudos com sementes e assistência técnica no campo para enriquecer e aumentar a produção. Um projeto de incentivo à plantação é mantido e apresenta resultados positivos. Escolas, hospitais, creches e outras instituições são beneficiadas pelos produtos dos assentamentos. Ribas destaca ainda que além da alta produtividade, os assentamentos oferecem comida de qualidade, cultivada sem o uso de agrotóxicos.

Por Murici Balbinot / Estagiário de Jornalismo na Agecom

Foto: Henrique Almeida/ Agecom/ UFSC

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UFSC contará com um núcleo de estudos sobre movimentos sociais

22/08/2012 11:25

Um dos objetivos da reunião foi identificar projetos ligados aos movimentos sociais

Na tarde desta segunda-feira, 20 de agosto, as reitoras Roselane Neckel e Lúcia Helena Pacheco discutiram a criação de um núcleo de estudos que desenvolva projetos com movimentos sociais. A proposta foi encaminhada na presença de membros do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) em reunião no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O órgão deve ser gerenciado por professores da UFSC que coordenam e participam de projetos de extensão que trabalham com movimentos sociais. Ainda não existe uma data para inaugurar o núcleo.

As reitoras assumiram o compromisso de suprir a demanda de institucionalizar as ações da Universidade com relação aos movimentos. Um dos objetivos da reunião desta segunda-feira era identificar os professores que mantinham projetos ligados aos movimentos sociais e integrar essas propostas. O encontro foi um convite do MST para esclarecer a participação da Universidade dentro dos assentamentos.

Revero Ribeiro, membro do Setor de Comunicação do MST em Santa Catarina, diz que uma das principais parcerias entre as instituições é a oferta de educação nos assentamentos. A UFSC oferece formação técnica, especialização e Ensino Médio para os assentados por meio do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA) do INCRA. A vice-reitora Lúcia Helena Pacheco afirma que a Universidade tem o conhecimento científico como um instrumento à disposição . “O objetivo da UFSC é estar aberta para auxiliar os movimentos em suas questões”, disse.

A resposta às demandas é um desejo antigo do MST. Membros do Movimento conversaram com a reitora em maio e alguns encontros foram realizados nesse período. Roselane reiterou durante a reunião que existia a necessidade de um projeto institucionalizado para a Universidade reconhecer as demandas dos movimentos de forma efetiva. “A ideia é que a gente organize isso”, concluiu.

Por Murici Balbinot / Estagiário de Jornalismo na Agecom / UFSC

Foto: Henrique Almeida / Agecom / UFSC

 

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Comissão do MST visita reitora da UFSC com proposta de ampliar projetos

03/07/2012 13:40

Comissão apresentou a proposta de criar uma diretoria de extensão popular para articular iniciativas ligadas aos movimentos sociais

A reitora Roselane Neckel e a vice-reitora Lúcia Pacheco receberam na tarde desta segunda-feira, 2 de julho, uma comissão para tratar dos projetos em andamento da UFSC em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Um dos assuntos em pauta foi a proposta da comissão de criar na UFSC uma diretoria de extensão popular, para organizar e articular as iniciativas de extensão ligadas aos movimentos sociais. Outra ideia é organizar uma parceria nas áreas técnicas, com cursos formais de capacitação para produção de alimentos saudáveis.

Como ponto de partida, a comissão irá organizar um seminário que terá por objetivo reunir pesquisadores, professores e representantes das diversas organizações sociais, com o objetivo de estudar as políticas institucionais da UFSC em relação aos movimentos sociais, identificar os projetos relevantes, as oportunidades de parceria e estabelecer as prioridades de ação.

Estiveram presentes na reunião Wilson Santin, da Coordenação e Articulação Estadual do MST, Lucídio Ravanelo, da Direção Estadual do MST, Elodir Lorenço de Souza, Coordenador do Coletivo Estadual de Educação do MST, Nauro José Velho, Fábio Dhein e Camila Munarini, da Secretaria Urbana de Articulação Política do MST de Florianópolis, Clarilton Cardoso Ribas, Chefe do Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural e Sandra Dal Magro, professora da UFSC.

 

Por Laura Tuyama, jornalista na Agecom/UFSC.

Fotos: Henrique Almeida, Agecom/UFSC.

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