Futuras reitora e vice-reitora visitam ministérios e órgãos federais

23/04/2012 10:18

As futuras reitora e vice-reitora da Universidade Federal de Santa Catarina, Roselane Neckel e Lúcia Helena Martins Pacheco, cumpriram na semana passada uma vasta programação de audiências e reuniões em ministérios e órgãos federais, em Brasília. Num dos encontros, no dia 18, elas participaram, como convidadas do reitor Alvaro Toubes Prata, primeiro vice-presidente da entidade, da reunião do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), quando foram apresentadas aos reitores e reitoras presentes. No mesmo dia, à tarde, participaram da reunião de apresentação do “Programa de Expansão, Excelência e Internacionalização das Universidades Federais”.

No Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Roselane e Lúcia Helena foram recebidas pelo presidente Celso Lisboa de Lacerda e pelo diretor de Gestão Estratégica, Ivan Jairo Junkes. Na reunião, a entidade apresentou a proposta de constituir um acordo de cooperação para a criação de projetos nas áreas da gestão pública e desenvolvimento agrário e do desenvolvimento e sustentabilidade ambiental.

Na Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), as futuras reitora e vice-reitora conversaram com a ministra Paulina Vieira Duarte, tratando de convênios com a UFSC e possíveis ações em parceria para a criação de um programa de prevenção ao uso de drogas para as instituições federais de ensino superior. Com a ministra Maria do Rosário e assessores, os temas foram as possibilidades de parcerias para a realização de cursos de especialização e mestrado em Direitos Humanos, ações que integrem a UFSC no projeto “Viver sem Limites” e a viabilização de mostras de cinema nos vários campi relativas aos direitos humanos.

Para o ministro da Cultura em exercício, Vitor Ortiz, foram apresentados os projetos UFSC-MinC e sugestões para o fortalecimento da cooperação existente. No final da reunião, foi proposta a realização de um debate sobre Cultura e Sustentabilidade, com a presença de representantes do ministério na UFSC.

O último compromisso foi uma reunião no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), com as participações do presidente do órgão, Marcos Vinícius Manzoni, do diretor de Administração, Antonio João Nocchi Perera, da reitora da Universidade Corporativa do Serpro, Eunides Chaves, do diretor de Negócios e Gerenciamento, Laerte Dorneles Meliga, e de Marcio Benedito, especialista em tecnologia da informação e utilização de softwares livres. Nesse encontro foram discutidas possibilidades de parcerias com o Serpro em relação a políticas de gestão e capacitação de pessoas.

Mais informações: planejamentoreitoria@gmail.com

Por Paulo Clóvis Schmitz / Jornalista na Agecom

Tags: Nova AdministraçãoUFSC

UFSC sedia terceiro Seminário Anual Energia + Limpa

23/04/2012 09:10

Com o objetivo de apresentar soluções inovadoras na área de energias sustentáveis e promover o diálogo entre o meio acadêmico e empresarial, o Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Instituto Ideal ),  em parceria com a UFSC, promove o 3º Seminário Anual Energia+Limpa: Conhecimento, Sustentabilidade e Integração. O encontro acontece terça e quarta-feira (24 e 25 de abril), no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. São esperados aproximadamente mil participantes entre acadêmicos e profissionais do Brasil e América Latina.


A programação vai privilegiar o debate sobre questões da atualidade ligadas às energias alternativas, trazendo também cases empresariais de sucesso na área. Entre os palestrantes estão Harald Neitzel, do Ministério do Meio Ambiente da Alemanha; Christian Keglovits, do Centro Europeu de Energias Renováveis de Güssing na Áustria;Régis Arslanian,ex-embaixador do Brasil da Comissão Permanente do Mercosul;Ana Mascarenhas, assessora de Eficiência Energética da Neoenergia; Ivan Marques de Toledo Camargo, superintendente de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel; e Marcia Valle Real, coordenadora de Mudanças Climáticas da Subsecretaria de Economia Verde do Rio de Janeiro.

Durante o evento serão realizadas sessões diárias com as apresentações dos trabalhos acadêmicos vencedores do concurso Eco_Lógicas de Monografias em Energias Renováveis e Eficiência Energética, promovido pelo Ideal. Nesta terceira edição o concurso expandiu seus limites para o Mercosul contemplando trabalhos de instituições de ensino superior da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Os vencedores também receberão as premiações durante o seminário.

Uma das atrações do evento será o lançamento do Selo Solar, desenvolvido pelo Instituto Ideal em parceria com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), com apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento por meio da Deutsche Gesellschaftfür Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH. Empresas que consumirem eletricidade solar poderão solicitar o uso do selo e, assim, divulgar aos seus clientes essa atitude inovadora que estão tomando. Dessa forma, o Instituto Ideal pretende estimular o uso da eletricidade solar no Brasil.

Ao final do evento, os organizadores vão preparar um documento com as ideias discutidas no “Energia + Limpa” para ser entregue aos organizadores da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, que será realizada no Rio de Janeiro entre os dias 13 e 22 de junho.

Serviço:
Seminário Energia+Limpa: Conhecimento, Sustentabilidade e Integração
Promoção: Instituto IDEAL, em parceria com a UFSC
Quando: 24 e 25 de abril
Onde: Centro de Cultura e eventos da UFSC, Florianópolis.
Inscrições: Ocorrem no dia do evento e são gratuitas

Informações: Fátima Martins / Fone/Fax: (48) 3234-1757 / fatima@institutoideal.org / www.institutoideal.org

 

 

 

Tags: energias sustentáveisUFSC

Museu Universitário reabre nesta terça como espaço de padrão internacional

23/04/2012 08:50
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O prédio novo e o antigo; acervos não precisarão circular pelo ambiente externo graças à integração arquitetônica. Fotos: Wagner Behr/Agecom

Santa Catarina ganha neste mês um novo espaço museológico de qualidade e dimensões inigualáveis no Sul do Brasil. Depois de 10 anos de lutas por recursos para finalizar a construção do prédio com um padrão internacional de conservação e segurança, a Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina reabre ao público as portas do museu com uma nova e potente estrutura.

Nesta terça-feira, 24 de abril, às 19h, o reitor Alvaro Prata inaugura o Pavilhão de Exposições Antropólogo Sílvio Coelho dos Santos, um prédio de quatro andares, sendo dois mezaninos, com 1.900 m2 de área, no qual a UFSC investiu R$ 5 milhões em recursos próprios para que o Estado esteja apto a abrigar diferentes exposições tanto do acervo institucional quanto de mostras itinerantes.

Com o novo prédio, o Museu Universitário, fundado em 1968 pelo professor Oswaldo Cabral, ganha identidade própria e passa agora a se chamar Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE). Em uma construção datada dos anos 40, uma das primeiras da antiga Fazenda Assis Brasil, onde a UFSC se instalou na década de 60, os pioneiros historiadores Cabral, Sílvio Coelho dos Santos e Walter Piazza iniciaram os trabalhos do museu. Agora, a antiga sede acomodará apenas a administração.

O acervo, composto por objetos etnográficos produzidos por grupos indígenas e descendentes de migrantes, além da obra de Cascaes, que não podia ser exposta ao público por falta de espaços com condições de conservação, migrará para o novo prédio. A moderna construção está equipada com três grandes salas de exposições em condições ideais de climatização e um eficiente sistema de segurança com o monitoramente de seus espaços.

Na área construída, erguem-se quatro pisos, incluindo dois grandes andares, dois mezaninos e um amplo terraço com vista panorâmica na cobertura. A obra se diferencia pelas dimensões e também pelas condições de acessibilidade e deslocamento de acervos previstas na estrutura: há elevadores para todos os andares, áreas de circulação climatizadas, com amplos corredores e escadarias, rampas, estacionamento, facilidades de acesso aos espaços expositivos para cadeirantes, cegos e surdos.

A acessibilidade beneficia pessoas com diversos tipos de necessidades especiais e também o deslocamento dos acervos, que não precisarão circular pelo ambiente externo graças à integração arquitetônica entre a reserva técnica e os espaços de exibição e, ainda, entre o antigo prédio do museu e o atual. Destaca-se ainda uma estrutura diferenciada de apoio e incremento às atividades do museu, como o laboratório de restauração e salas para o desenvolvimento de programas educativos e culturais, como visitas mediadas, contação de histórias, oficinas de arte-educação e palestras, entre outras atividades. Na entrada do prédio, está previsto o funcionamento de um café e, no segundo andar, uma sala de estar para os visitantes. “Em termos comparativos, não existe no sul do Brasil uma estrutura museológica dessa magnitude. Santa Catarina contará com espaço ímpar”, diz orgulhoso o reitor Alvaro Prata.

Três grandes salas de exposição
Assinado pela equipe do Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia da UFSC, o projeto arquitetônico visou uma construção elegante e neutra, em forma de paralelepípedo. Predominam o branco e a claridade nos amplos espaços de circulação e corredores, a fim de concentrar o olhar do visitante nas exposições e na experiência sensorial da visita. Os salões de exposição totalizam 800 m2 divididos em três espaços distintos, dotados, como todos os espaços do museu, de condições de temperatura e umidade adaptadas ao tipo de objeto a ser exposto. Todos os espaços expositivos receberam um sistema de iluminação adequado, piso em relevo para o uso de luminárias móveis e paredes internas em vidro jateado.

O primeiro deles, no térreo, com 206 m2 possibilita a montagem de mostras de curta duração. No dia 9 de maio o novo pavilhão já dirá a que veio com a abertura da exposição “Ticuna em dois tempos”, que até novembro vai expor duas coleções de artefatos indígenas dos Ticuna, do norte do País. Uma delas, sob a guarda do MArquE, foi recolhida na década de 1960 por Sílvio Coelho dos Santos na região dos Ticuna, no alto Solimões, Amazonas. A outra coleção foi reunida na década de 1970 por Jair Jacmont, na cidade de Manaus e hoje se encontra no Museu Amazônico, da UFAM. Destacam-se a presença de objetos ligados ao “ritual da moça nova”, além de registros feitos pelo antropólogo Sílvio Coelho dos Santos, que incluem diapositivos e diários de campo. A exposição é um projeto desenvolvido a partir da Rede de Museus do Instituto Brasil Plural – IBP.

No segundo andar localiza-se um dos maiores espaços museológicos do País: uma sala de 472 m2, destinada a exposições de longa duração. Foi projetado para as exposições de acervo sob a guarda da instituição, no que se incluem os objetos arqueológicos, as coleções indígenas e das populações migradas para Santa Catarina a partir do período colonial, conforme explica a museóloga Viviane Wermelinger. “Com essa obra o museu Marque será uma referência na América do Sul porque poderá dar visibilidade ao seu importante acervo relativo às populações indígenas Caingang, Xocleng e Guarani”, acentua a secretária de Cultura e Arte, Maria de Lourdes Borges.

Há, ainda, uma terceira e elegante sala de exposição com 104 m2 no segundo mezanino, denominada Gabinete de Papel, que abrigará em breve a coleção de desenhos de Franklin Cascaes. O terraço é um capítulo à parte, pela vista da bela paisagem e pelas possibilidades que oferece de exploração para eventos culturais. Foi planejado para realizar exposições de materiais que podem ser submetidos a intempéries, como esculturas e grandes objetos não perecíveis e, ainda, para realizar concertos, apresentações de dança, lançamentos de livro, entre outros eventos.

A equipe do Museu, dirigida por Teresa Fossari, está criando um plano para o uso dos espaços museológicos temporários. Está previsto o lançamento, ainda em 2012, de um edital para exposições de curta duração. A Divisão de Museologia também elaborou e aprovou projetos para editais de fomento à área museológica, além de desenvolver ações como ciclos de palestras, pesquisas, oficinas, cursos. “Essa obra vai permitir que o museu cumpra, em sua plenitude, seu papel social e cultural, realizando ações voltadas à comunidade, à representação de sua identidade e à documentação da sua memória”, explica a diretora da Divisão de Museologia Cristina Castellano.

Sem financiamento extra ou recursos externos, contando apenas com o orçamento da UFSC junto ao MEC, a obra levou uma década para ser concluída, tempo em que o Museu ficou sem espaço expositivo, voltando-se para o desenvolvimento de pesquisas, qualificação dos espaços de reserva técnica e atendimento de pesquisadores externos. O projeto inicial, assinado pelo arquiteto Antônio Carlos Silva, foi sendo modificado e adaptado às transformações no próprio conceito de museu pelo arquiteto Roberto Tonera, também da UFSC. A diretora Fossari está convidando para a solenidade de inauguração instituições de fomento à cultura e empresários que poderão vislumbrar o potencial da instituição e constituir parcerias com a universidade buscando equipá-la e permitir seu pleno funcionamento.

História começou em uma fazenda
O marco inicial do Museu da UFSC se confunde com a prática pedagógica da antropologia em Santa Catarina. Foi a partir da criação da Faculdade de Filosofia, em 1951, que a Antropologia começou a ser ensinada no estado. Mais tarde, em 1964, os professores Oswaldo Rodrigues Cabral, Silvio Coelho dos Santos e Walter Piazza propuseram a criação de um Instituto de Antropologia, que viria a ser inaugurado em 29 de maio de 1968, com sede no campus da UFSC. Além do diretor Oswaldo Cabral, a instituição contava inicialmente com os professores Silvio Coelho dos Santos, Anamaria Beck e Edson Araújo. Motivados pela diversidade étnica de Santa Catarina, os primeiros projetos de pesquisa da equipe focaram as populações indígenas e pré-coloniais do sul do Brasil.

Por Raquel Wandelli (jornalista, SeCArte) / (48) 99110524 / 37219459 / raquelwandelli@yahoo.com.br / raquelwandelli@reitoria.ufsc.br / www.secarte.ufsc.br

SERVIÇO:
Reabertura do Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral e inauguração do Pavilhão Sílvio Coelho dos Santos
Data: 24 de abril, às 19h
Local: Campus Universitário, próximo ao Colégio de Aplicação

Tags: Museu UniversitárioUFSC

Plano Diretor Participativo da UFSC volta a ser debatido esta semana

23/04/2012 08:24

O Comitê de Uso Racional de Recursos, órgão ligado à Secretaria de Planejamento e Finanças, convida a comunidade universitária para participar do Debate sobre o Plano Diretor Participativo da UFSC – Leitura Técnica Preliminar. O encontro será realizado quarta e quinta-feira, 25 e 26 de abril, no Auditório Henrique Fontes, do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), a partir de 8h30min. Veja a programação no site http://planodiretor.ufsc.br.

O Plano Diretor Participativo (PDP) da UFSC tem como objetivo estabelecer um conjunto de diretrizes, construídas coletivamente, para uso e ocupação dos espaços da instituição, compreendendo questões relacionadas à mobilidade, à segurança, à integração com a comunidade, acessibilidade, infraestrutura, uso racional de recursos e temática ambiental.

Para elaboração da proposta do Plano Diretor da UFSC, vários estudos estão sendo realizados pelo comitê e seus subcomitês, tanto de caráter técnico-científico quanto de caráter participativo, de modo a colher as informações da comunidade que de alguma maneira interage com a UFSC.

A elaboração do PDP da UFSC segue o princípio da gestão democrática e participação comunitária. No dia 28 de setembro de 2011, o comitê fez o lançamento do processo participativo. O professor Elson Manoel Pereira, do Departamento de Geociências, coordenador do Subcomitê de Uso e Ocupação do Solo, apresentou a proposta para o processo de elaboração do Plano Diretor Participativo, que foi submetida para validação.

Após um período de estudos, seguindo as etapas do processo de elaboração do PDP, o comitê realiza neste momento a segunda atividade pública, apresentando uma leitura técnica preliminar realizada nos subcomitês. O debate presencial será realizado nos dias 25 e 26 de abril, no entanto, o comitê continuará recebendo sugestões e opiniões até 25 de maio de 2012, pelo formulário eletrônico do site e pela urna instalada no hall da Reitoria. Os dados colhidos serão publicados no mesmo sítio e subsidiarão o trabalho dos subcomitês. Até o final do primeiro semestre a comunidade universitária deverá ser convidada a participar de mais uma etapa pública.

Mais informações:
Roberto Lamberts /  roberto.lamberts@ufsc.br / 3721-4986
Site: http://planodiretor.ufsc.br

 

Tags: Plano Diretor ParticipativoUFSC

Conselho Universitário se reúne em sessão ordinária nesta terça-feira

23/04/2012 08:15

Será realizada nesta terça-feira, 24 de abril, Sessão Ordinária do Conselho Universitário (CUn) da UFSC. A sessão começa às 8h30min na sala “Professor Ayrton Roberto de Oliveira” e pode ser acompanhada ao vivo.

Pauta:

1. Apreciação e aprovação das atas das sessões ordinária, realizada em 27 de março de 2012 e extraordinária, realizada 10 de abril de 2012.

2. Processo n.º 23080.017088/2011-12
Requerente: Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI)
Assunto: Abertura do Edital de Vagas/2013 para a comunidade em geral – aprovação da comissão para estudo do assunto.
Relatora: Conselheira Marília Teresinha Sangoi Padilha

3. Processo n.º 23080.002841/2011-75
Requerente: Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG)
Assunto: Apreciação e aprovação da Minuta de Resolução Normativa para uso do nome social por travestis e transexuais nos registros da UFSC.
Relator: Conselheiro Luis Carlos Cancellier de Olivo

4. Processo n.o 23080.014422/2012-67
Requerente: Centro de Ciências Jurídicas (CCJ)
Assunto: Sessão solene do Conselho Universitário em comemoração aos 80 anos do Curso de Direito da UFSC.
Relator: Conselheiro Ricardo José Araújo de Oliveira

5. Processo n.º 23080.014418/2012-07
Requerente: Pró-Reitoria de Desenvolvimento Humano e Social (PRDHS)
Assunto: Apreciação e aprovação da Minuta de Resolução Normativa que dispõe sobre Servidor Técnico-Administrativo Voluntário.
Relator: Conselheiro Luiz Otavio Pimentel

6. Processo n.º 23080.048647/2011-36
Requerente: Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG)
Assunto: Apreciação da proposta de alteração da Resolução Normativa N.o1/CUn/2009, que estabelece as normas para o ingresso na  carreira do magistério superior na UFSC.
Relator: Conselheira Sônia Gonçalves Carobrez

7. Processo 23080.013905/2012-44
Requerente: Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG)
Assunto: Alteração da Resolução que trata do estágio Pós-doutoral na UFSC.
Relator: Conselheiro Valdir Rosa Correia

8. Processo 23080.014425/2012-09
Requerente: Biblioteca Universitária – Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA)
Assunto: Atribuir à Biblioteca o nome do Prof. Silvio Coelho dos Santos.
Relatora: Conselheira Maria de Lourdes Alves Borges

9. Processo 23080.001779/2012-85
Requerente: Centro de Ciências da Saúde – CCS
Assunto: Criação da Coordenadoria Especial de Fonoaudiologia.
Relator: Conselheiro Felício Wessling Margotti

10. Processo 23080.014428/2012-34
Requerente: Universidade Federal da Fronteira Sul e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina.
Assunto: Prestação de serviços pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (FAPEU).
Apresentação: Professor Gilberto Angelo – Superintendente Adjunto da FAPEU

11. Informes Gerais.

Tags: conselho universitárioNDIUFSC

Jornadas Bolivarianas começam nesta segunda

23/04/2012 08:00
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As Jornadas deste ano apresentam estudos e reflexões sobre o Caribe

Começa nesta segunda-feira, 23 de abril, a oitava edição das Jornadas Bolivarianas, evento anual do Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA). A conferência de abertura, às 18h30min, será com a professora cubana Digna Castañeda, coordenadora da Cátedra Caribe, na Universidade de Havana. Ela fala sobre a estratégica posição do Caribe na América Latina e sua importância geopolítica, tanto para o império quanto para a luta popular.

Sempre é importante lembrar que o Caribe é o espaço geográfico que fica entre as Américas, no meio do mar, primeiro lugar a ser encontrado pelos invasores europeus em 1492. Ali também foi palco da grande rebelião dos escravos que acabou com a formação do primeiro estado negro de todo o continente: o Haiti, além de ser no Caribe, em Cuba, a primeira experiência socialista da região.

Na terça, 24/04, durante o período da manhã, acontece a apresentação do livro “Em luta pela terra sem mal”, da jornalista Juliana Piva, que trata do trabalho escravo indígena na Bolívia, seguida da conferência do professor Carlos Martínez, da Universidade Nacional da Colômbia, autor de vários livros sobre o Caribe.

Na parte da tarde acontece a tradicional apresentação de trabalhos, com temática latino-americana, às 14h30min. A conferência da noite será com o professor Norman Girvan, da University of the West Indies (Trinidad y Tobago), que é também consultor das Nações Unidas para o Desenvolvimento Político. Haverá ainda a apresentação do livro “Anuário Educativo Brasileiro”, obra coordenada por Nildo Ouriques (UFSC) e Guadelupe Bertussi (Universidade Pedagógica do México).

No dia 25 de abril, a conferência da manhã, às 9h, será com a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Maria Ceci Misoczky, que falará sobre os desafios e as lutas do povo haitiano. No período da noite, a partir das 18h30, acontece uma mesa redonda com todos os conferencistas, sobre as lutas populares e o movimento social no Caribe. Para fechar os debates haverá a apresentação do primeiro volume da Biblioteca do Pensamento Crítico Latino-Americano, coordenada pelo IELA numa parceria com a Editora Insular. O primeiro livro é de Ruy Mauro Marini,“Subdesenvolvimento e Revolução”.

As jornadas de 2012 apresentam, então, um pouco do estudo e da reflexão que se faz sobre o Caribe, essa importante e estratégica região, com uma experiência histórica riquíssima sem a qual seguiremos ignorando parte do nosso passado como povo, nosso presente e futuro comum. As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas no Auditório da Reitoria, onde acontece o evento.

Confira a programação completa aqui.

Informações: www.iela.ufsc.br ou Elaine Tavares  (48) 9907-8877

Tags: América LatinaIELAJornadas Bolivarianas

Abertas inscrições para oficinas Reuni sobre pesquisa no mundo virtual

23/04/2012 08:00

Você navega, navega no mundo virtual, mas tem dificuldade de encontrar fontes e escrever os trabalhos para a universidade? Ou está com problemas para apresentá-los para a turma?

Reforce seu potencial para os trabalhos científicos, participando das oficinas de Leitura e Produção Textual em Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O primeiro encontro acontecerá no próximo sábado, 28 de abril, entre 9h e 16h30min, nas salas 326 e 327 (laboratório de informática), do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

São apenas 30 vagas e as inscrições podem ser feitas em
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dHc1M2psN2ZCM2JxVTNCSmI2SW5ZSlE6MA#gid=0

Na parte da manhã serão abordadas as diferenças entre confiabilidade e veracidade, ranking de sites, buscadores, a leitura virtual, como utilizar informações wiki, portais oficiais e não oficiais, como citar informações do mundo virtual e práticas de navegação.

À tarde, a capacitação será voltada a ensinar como fazer a apresentação dos trabalhos, incluindo estrutura, escrita, expressão oral, elaboração de materiais de apoio e hand out. Os participantes terão direito a certificados.

Organizadas pelo grupo de bolsistas Reuni, sob supervisão da professora Joana Maria Pedro, as oficinas têm o objetivo de apoiar estudantes dos cursos graduação e outros interessados. Nos encontros, os bolsistas darão assistência e apoio à prática da leitura compreensiva de textos e à prática da redação científica.

As próximas oficinas de Leitura e Produção Textual neste semestre serão: “Como elaborar fichamentos, resumos e resenhas”, 5 de maio; “Como elaborar um projeto de pesquisa”, 2 de junho e “Construindo um artigo científico”, 7 de julho.

Serviço:
O quê: “Ferramentas de pesquisa no mundo virtual” (manhã) e “Como
construir a apresentação de um trabalho acadêmico” (tarde).
Quando: 28 de abril (sábado), das 9h às 16h30min.
Onde: salas 326 e 327 (laboratório de informática), do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
Informações: www.oficinasdich.blogspot.com ou com Patrícia Boaventura (8408-4058)
Inscrições: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dHc1M2psN2ZCM2JxVTNCSmI2SW5ZSlE6MA#gid=0

Tags: oficinas ReuniUFSC

TV UFSC mostra o Plano Diretor Participativo e discute o liberalismo

23/04/2012 07:50
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UFSC Entrevista sobre o Plano Diretor Participativo estreia na segunda, às 22h

O Plano Diretor Participativo da Universidade é o tema do UFSC Entrevista que estreia nesta segunda-feira. Os entrevistados são Roberto Lamberts, presidente do Comitê de Uso Racional de Recursos e Edson Bazzo, presidente do subcomitê de Segurança e Integração com a Comunidade. Nos dias 25 e 26 de abril eles participam do Debate sobre o Plano Diretor Participativo da UFSC – Leitura Técnica Preliminar, no Auditório Henrique Fontes do Centro de Comunicação e Expressão, a partir das 8h30. No evento serão expostos os dados encontrados por cada subcomitê. Estreia na segunda-feira às 22h, com horários alternativos à meia-noite de terça para quarta-feira, quinta ao meio-dia, sexta às 23h30 e meia-noite de sábado para domingo e domingo ao meio-dia.

Justiça do Trabalho na TV aborda as  diferenças entre o liberalismo surgido no século XVII como alternativa às monarquias absolutas e o neoliberalismo empregado na economia no século XX. O psicanalista e professor aposentado da Universidade Federal do Maranhão Agostinho Ramalho Neto é o entrevistado. Estreia quinta-feira às 22h, com horário alternativo à meia-noite de sexta-feira para sábado.
Para acompanhar a TV UFSC, sintonize o canal 15 da NET Florianópolis e veja a programação completa no site www.tv.ufsc.br/grade. Assista aos boletins de notícias também no www.youtube.com/tvufsc.
Tags: TV UFSC

Cravo da Terra se apresenta no 12h30 desta quarta

23/04/2012 07:45

 

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Cravo-da-Terra tem na pesquisa da música tradicional do sul, sudeste e nordeste do Brasil a base de suas composições e de seus arranjos - Foto: Divulgação

O Projeto 12:30 recebe a banda Cravo da Terra, nesta quarta-feira, 25/04, às 12h30 na Concha Acústica. O espetáculo é gratuito e aberto à comunidade. O Cravo-da-Terra tem na pesquisa da música tradicional do sul, sudeste e nordeste do Brasil a base de suas composições e de seus arranjos. Seus cinco integrantes utilizam instrumentos de sopro, corda e percussão e, em busca da simplicidade e da singeleza, convidam o público para uma viagem pela música brasileira. A pesquisa é fonte de inspiração e partida, mas a paisagem que se aprecia durante a viagem é contemporânea.

Iniciado em 2000, o grupo tornou-se conhecido e respeitado por sua particularidade sonora, assim como pela poesia destilada em suas canções. O começo de sua história, em bares e cafés da cidade de Florianópolis, rendeu arranjos preciosos para clássicos da MPB. No ano de 2001 o grupo desenvolveu uma pesquisa com compositores da cidade. Desta pesquisa surgiu um repertório com quatorze músicas, apresentado em auditórios, teatros e bares da cidade. Foi a partir do ano de 2002 que o grupo começou a dedicar-se às suas próprias composições.

O primeiro CD do “Cravo-da-Terra” foi sendo construído sem pressa: cinco anos foi o tempo que separou a formação do grupo e o lançamento do CD. Durante esse tempo, o grupo realizou pesquisas, ensaiou limites e alcançou uma maneira muito particular de fazer música. Neste primeiro disco, distribuído nacionalmente pela Tratore, estão registradas quatorze músicas, entre instrumentais e canções, compostas e arranjadas pelo grupo, que passeiam muito perto da música tradicional brasileira sem, porém, residir dentro dela.

O ano de 2007 foi tanto o da gestação do segundo CD intitulado “Infinito Som”, lançado em junho de 2008, do reconhecimento pelo “Prêmio Catavento” de melhor cantora concedido à Ive Luna pela Rádio Cultura AM, e da seleção no Programa Rumos do Itaú Cultural.

Em 2011, o grupo prepara seu terceiro CD, intitulado Verde Longe que terá uma sonoridade mais preenchida, usando recursos de estúdio que não foram utilizados nos CDs anteriores. Terá as participações do Gira-Coro e do músico maranhense Tião Carvalho.

Ive Luna (vocal, flauta transversal, percussão) – Graduada em Educação Artística com Licenciatura Plena em Música pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, universidade na qual também fez sua pós-graduação em Teatro, tornando-se mestre. Cursou a escola de teatro Casa Ventoforte (SP) durante os anos de 1991 e 1992. Nestes mesmos anos teve aulas de canto lírico com Cida Moreira (SP) e participou do Grupo Cupuaçu de Pesquisa e Danças Populares (SP).

Participou do grupo Teatro Jabuti (Florianópolis, SC), de 1996 a 2003, como atriz e musicista, assumindo a direção musical, a pesquisa e as composições das trilhas sonoras de seus espetáculos. Em julho de 2007 recebeu o troféu Cata-Vento da Rádio Cultura AM de São Paulo, como melhor cantora do circuito nacional independente. Além de atividades artísticas desenvolve também, desde 1991, trabalhos relacionados a arte-educação em projetos, eventos e escolas.

Mateus Costa (vocal, contrabaixo acústico) – Instrumentista e arranjador em diferentes estilos musicais desde 1989. Participou de corais com o Maestro Carlos Lucas Besen (ETFSC, 1991-1998) e Rute Gebler (UDESC, 1983). Foi arranjador e regente do grupo Urubá (Madrigal e Banda, 1996-1999). Integrou a Orquestra Sinfônica do Estado de Santa Catarina (OSSCA) e o Quinteto de Cordas da OSSCA (1996-1999).


Participou da Orquestra Municipal de Florianópolis (1998), da Camerata de Florianópolis (1999) e da Orquestra de Câmara do IMCARTI – Instituto de Música Canto e Arte de Itajaí (1997). Deu aulas de musicalização infantil para crianças de zero a três anos no Berçário Arcângelo (1997 – 2004).

Osvaldo Pomar (percussão) – Percussionista. Realiza pesquisa de ritmos brasileiros. Pandeirista do grupo Olho D Água de Choro. Integra do grupo Trino e a Felixfônica – com quem realizou show em Buenos Aires em 2009 e gravou trilhas do CD premiado pelo Projeto Pixinguinha da Funarte 2009. Dedica-se ao maracatu de baque-virado, tendo integrado a percussão do Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife no carnaval de 2005. Desfila há 5 anos em blocos e escolas de samba da capital catarinense, atuando atualmente na bateria da Escola Protegidos da Princesa.

Com o grupo poético-musical Margem Esquerda, fez turnê em cidades da Espanha no ano de 2008. Realizou a circulação SESC 2010 com o show A Outra da cantora Tereza Virginia, com quem gravou o CD e DVD Aluada, prêmio Elisabete Anderle FCC. É professor de percussão do projeto Música para Todos na SCAR de Jaraguá do Sul / SC e da Escola Livre de Música Compasso Aberto, onde atua no projeto Educando Através da Música Brasileira.

Pedro Cury (vocal, violão) – Graduando em música pela UDESC. Cursou clarinete no Center for the Musically Talented em Pittsburgh – EUA e participou da Pittsburgh Public School All Star Orchestra. Em 1999 passou a dedicar-se ao estudo do violão. Em 2008 teve passagem pela França se apresentando em Paris, Nantes, Rennes, Quimper e Toulouse.

Projeto 12:30

O projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural de música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

SERVIÇO:

O QUÊ: Show da banda Cravo da Terra.
ONDE: Projeto 12:30 na Concha Acústica da UFSC, Praça da Cidadania, Campus Universitário, Florianópolis-SC.
QUANDO: Dia 25 de abril de 2012, quarta-feira, às 12h30.
QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.
CONTATO: www.cravodaterra.com.brcontato@cravodaterra.com.br – Visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Kadu Reis – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30, DAC: SECARTE: UFSC, com informações e foto do grupo.

Tags: Projeto 12:30

Museu Universitário reabre na terça como espaço de padrão internacional

20/04/2012 18:19
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O prédio novo e o antigo; acervos não precisarão circular pelo ambiente externo graças à integração arquitetônica - Fotos: Wagner Behr

Três grandes salas de exposição com controle de temperatura e umidade, acessibilidade, terraço, laboratório, café, salas para atividades educativas e conferências. O novo prédio do Museu da UFSC será inaugurado na próxima terça, dia 24

 

Santa Catarina ganha neste mês um novo espaço museológico de qualidade e dimensões inigualáveis no Sul do Brasil. Depois de 10 anos de lutas por recursos para finalizar a construção do prédio com um padrão internacional de conservação e segurança, a Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina reabre ao público as portas do museu com uma nova e potente estrutura. Na próxima terça, 24 de abril, às 19h, o reitor Alvaro Prata inaugura o Pavilhão de Exposições Antropólogo Sílvio Coelho dos Santos, um prédio de quatro andares, sendo dois mezaninos, com 1.900 m2 de área, no qual a UFSC investiu R$ 5 milhões em recursos próprios para que o Estado esteja apto a abrigar diferentes exposições tanto do acervo institucional quanto de mostras itinerantes.

 

Com o novo prédio, o Museu Universitário, fundado em 1968 pelo professor Oswaldo Cabral, ganha identidade própria e passa agora a se chamar Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE). Em uma construção datada dos anos 40, uma das primeiras da antiga Fazenda Assis Brasil, onde a UFSC se instalou na década de 60, os pioneiros historiadores Cabral, Sílvio Coelho dos Santos e Walter Piazza iniciaram os trabalhos do museu. Agora, a antiga sede acomodará apenas a administração. O acervo, composto por objetos etnográficos produzidos por grupos indígenas e descendentes de migrantes, além da obra de Cascaes, que não podia ser exposta ao público por falta de espaços com condições de conservação, migrará para o novo prédio. A moderna construção está equipada com três grandes salas de exposições em condições ideais de climatização e um eficiente sistema de segurança com o monitoramente de seus espaços.

 

Na área construída, erguem-se quatro pisos, incluindo dois grandes andares, dois mezaninos e um amplo terraço com vista panorâmica na cobertura. A obra se diferencia pelas dimensões e também pelas condições de acessibilidade e deslocamento de acervos previstas na estrutura: há elevadores para todos os andares, áreas de circulação climatizadas, com amplos corredores e escadarias, rampas, estacionamento, facilidades de acesso aos espaços expositivos para cadeirantes, cegos e surdos.

 

A acessibilidade beneficia pessoas com diversos tipos de necessidades especiais e também o deslocamento dos acervos, que não precisarão circular pelo ambiente externo graças à integração arquitetônica entre a reserva técnica e os espaços de exibição e, ainda, entre o antigo prédio do museu e o atual. Destaca-se ainda uma estrutura diferenciada de apoio e incremento às atividades do museu, como o laboratório de restauração e salas para o desenvolvimento de programas educativos e culturais, como visitas mediadas, contação de histórias, oficinas de arte-educação e palestras, entre outras atividades. Na entrada do prédio, está previsto o funcionamento de um café e, no segundo andar, uma sala de estar para os visitantes. “Em termos comparativos, não existe no sul do Brasil uma estrutura museológica dessa magnitude. Santa Catarina contará com espaço ímpar”, diz orgulhoso o reitor Álvaro Prata.

 

Três grandes salas de exposição

Assinado pela equipe do Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia da UFSC, o projeto arquitetônico visou uma construção elegante e neutra, em forma de paralelepípedo. Predominam o branco e a claridade nos amplos espaços de circulação e corredores, a fim de concentrar o olhar do visitante nas exposições e na experiência sensorial da visita. Os salões de exposição totalizam 800 m2 divididos em três espaços distintos, dotados, como todos os espaços do museu, de condições de temperatura e umidade adaptadas ao tipo de objeto a ser exposto. Todos os espaços expositivos receberam um sistema de iluminação adequado, piso em relevo para o uso de luminárias móveis e paredes internas em vidro jateado.

 

O primeiro deles, no térreo, com 206 m2 possibilita a montagem de mostras de curta duração. No dia 9 de maio o novo pavilhão já dirá a que veio com a abertura da exposição “Ticuna em dois tempos”, que até novembro vai expor duas coleções de artefatos indígenas dos Ticuna, do norte do País. Uma delas, sob a guarda do MArquE, foi recolhida na década de 1960 por Sílvio Coelho dos Santos na região dos Ticuna, no alto Solimões, Amazonas. A outra coleção foi reunida na década de 1970 por Jair Jacmont, na cidade de Manaus e hoje se encontra no Museu Amazônico, da UFAM. Destacam-se a presença de objetos ligados ao “ritual da moça nova”, além de registros feitos pelo antropólogo Sílvio Coelho dos Santos, que incluem diapositivos e diários de campo. A exposição é um projeto desenvolvido a partir da Rede de Museus do Instituto Brasil Plural – IBP.

 

No segundo andar localiza-se um dos maiores espaços museológicos do País: uma sala de 472 m2, destinada a exposições de longa duração. Foi projetado para as exposições de acervo sob a guarda da instituição, no que se incluem os objetos arqueológicos, as coleções indígenas e das populações migradas para Santa Catarina a partir do período colonial, conforme explica a museóloga Viviane Wermelinger. “Com essa obra o museu Marque será uma referência na América do Sul porque poderá dar visibilidade ao seu importante acervo relativo às populações indígenas Caingang, Xocleng e Guarani”, acentua a secretária de Cultura e Arte, Maria de Lourdes Borges.

 

Há, ainda, uma terceira e elegante sala de exposição com 104 m2 no segundo mezanino, denominada Gabinete de Papel, que abrigará em breve a coleção de desenhos de Franklin Cascaes. O terraço é um capítulo à parte, pela vista da bela paisagem e pelas possibilidades que oferece de exploração para eventos culturais. Foi planejado para realizar exposições de materiais que podem ser submetidos a intempéries, como esculturas e grandes objetos não perecíveis e, ainda, para realizar concertos, apresentações de dança, lançamentos de livro, entre outros eventos.

A equipe do Museu, dirigida por Teresa Fossari, está criando um plano para o uso dos espaços museológicos temporários. Está previsto o lançamento, ainda em 2012, de um edital para exposições de curta duração. A Divisão de Museologia também elaborou e aprovou projetos para editais de fomento à área museológica, além de desenvolver ações como ciclos de palestras, pesquisas, oficinas, cursos. “Essa obra vai permitir que o museu cumpra, em sua plenitude, seu papel social e cultural, realizando ações voltadas à comunidade, à representação de sua identidade e à documentação da sua memória”, explica a diretora da Divisão de Museologia Cristina Castellano.

 

Sem financiamento extra ou recursos externos, contando apenas com o orçamento da UFSC junto ao MEC, a obra levou uma década para ser concluída, tempo em que o Museu ficou sem espaço expositivo, voltando-se para o desenvolvimento de pesquisas, qualificação dos espaços de reserva técnica e atendimento de pesquisadores externos. O projeto inicial, assinado pelo arquiteto Antônio Carlos Silva, foi sendo modificado e adaptado às transformações no próprio conceito de museu pelo arquiteto Roberto Tonera, também da UFSC. A diretora Fossari está convidando para a solenidade de inauguração instituições de fomento à cultura e empresários que poderão vislumbrar o potencial da instituição e constituir parcerias com a universidade buscando equipá-la e permitir seu pleno funcionamento.

 

História começou em uma fazenda

O marco inicial do Museu da UFSC se confunde com a prática pedagógica da antropologia em Santa Catarina. Foi a partir da criação da Faculdade de Filosofia, em 1951, que a Antropologia começou a ser ensinada no estado. Mais tarde, em 1964, os professores Oswaldo Rodrigues Cabral, Silvio Coelho dos Santos e Walter Piazza propuseram a criação de um Instituto de Antropologia, que viria a ser inaugurado em 29 de maio de 1968, com sede no campus da UFSC. Além do diretor Oswaldo Cabral, a instituição contava inicialmente com os professores Silvio Coelho dos Santos, Anamaria Beck e Edson Araújo. Motivados pela diversidade étnica de Santa Catarina, os primeiros projetos de pesquisa da equipe focaram as populações indígenas e pré-coloniais do sul do Brasil.

Texto: Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)
Contatos: (48) 99110524 – 37219459
raquelwandelli@yahoo.com.br
raquelwandelli@reitoria.ufsc.br
www.secarte.ufsc.br

 

SERVIÇO:
Reabertura do Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo
Rodrigues Cabral e inauguração do Pavilhão Sílvio Coelho dos Santos
Data: 24 de abril, às 19 horas
Local: Campus Universitário, próximo ao Colégio de Aplicação

Tags: Museu Universitário

Instituto de Estudos Brasil Europa divulga propostas à comunidade acadêmica

20/04/2012 18:07

As proposta, atividades em andamento, expectativas e oportunidades oferecidas pelo Instituto de Estudos Brasil Europa (IBE) foram apresentados nesta sexta, dia 20 de abril, para a comunidade da UFSC. O objetivo da parceria entre os países dos dois lados do Atlântico é fortalecer o ensino superior brasileiro, por meio de ações que incentivam a criação de projetos de pesquisa. A UFSC colabora com o Instituto buscando temas de interesse comum para as discussões, como a multiculturalidade.

A apresentação do IBE contou com o apoio da Secretaria de Relações Institucionais e Internacionais da UFSC (Sinter) e do Programa de Formação Continuada para Professores (Profor).

“A Universidade Federal de Santa Catarina quer se afirmar no cenário internacional, por meio de parcerias que promovem ensino e pesquisa em todas as áreas de conhecimento”, disse o reitor Alvaro Prata, sobre os benefícios da Universidade ao colaborar com o a entidade. O terceiro e último congresso anual promovido pelo Instituto será em 2013, na UFSC, o tema abordado ainda não foi definido.

Para o representante da UFSC no comitê diretivo do IBE, Paulo Lovato a universidade aumenta a articulação com as instituições europeias por meio do instituto.

Até o fim do consórcio de cooperação, em 2013, a expectativa do Instituto é definir temas de interesse mútuo nas áreas de Humanidade e Artes; Saúde e Biologia; Políticas; Tecnologia e Ciências, além de realizar congressos anuais, encontros periódicos e implantar um curso de doutorado envolvendo orientadores do Brasil e Europa.

Conheça o Instituto de Estudos Brasil Europa
Criado em 2010, em ação financiada pela Comissão da União Europeia no Brasil, o Instituto de Estudos Brasil Europa é iniciativa de um grupo de universidades destas regiões que propõem fortalecer o ensino e a pesquisa científica brasileira. O IBE é formado por uma rede colaborativa de 21 universidades (11 europeias e 10 brasileiras) que atuam sobre temas de interesse comum. A integração à comunidade ocorre com a inclusão de pequenas empresas e ONGs no projeto.

O IBE prevê financiamento de € 3,8 milhões até dezembro de 2013 (3 milhões da UE e 800 mil não financiados por universidades brasileiras, que cedem a infraestrutura ao instituto).

Na visão do coordenador geral da entidade, Moacyr Martucci Jr., a crise monetária europeia não afetará o financiamento do instituto.

Mais informações:  ibe@reitoria.ufsc.br (48) 3721-6406 (das 8h às 14h) / http://www.ibe.usp.br

Por: Mateus Vargas/ Bolsita em Jornalismo na Agecom

Tags: Instituto de Estudos Brasil EuropaUFSC

Campus da UFSC tem Semana de Mutirões de Limpeza

20/04/2012 17:55

Estudantes, professores e servidores farão uma grande faxina a partir da segunda no campus da UFSC da Trindade. A Semana de Mutirões de Limpeza irá reunir a comunidade universitária para recolher o lixo encontrado no chão e nos córregos e encaminhá-lo ao descarte adequado. Os resíduos recicláveis serão armazenados a fim de servirem de matéria prima para uma intervenção artística que será realizada na semana seguinte. Os materiais produzidos serão expostos na Universidade, a fim de dar visibilidade e levantar a discussão do tema.

A iniciativa é do Grupo de Educação e Estudos Ambientais do CCB (GEABio), do Centro Acadêmico da Biologia (CABio), do Núcleo de Educação Ambiental do CTC (NEAmb), da Sala Verde UFSC e do CCB Recicla. Seus integrantes divulgaram carta convidando os interessados a participar da ação.

Mais informações: Ana Paula Tridapalli de Almeida – (48) 9975-8845 .

 

Confira os horários da Semana de Mutirões de Limpeza:

Segunda (23/04)
Manhã: Encontro: Bar do CFH – 9h
Contato: Ana 9975-8845
Tarde: Encontro: Bar do CTC – 13h30
Contato: Marilia 9632-7448

 

Terça (24/04)
Manhã: Encontro: Bar da Bio – 9h
Contato: Marcela 9917-7157
Tarde: Encontro: frente  ao MIP – 13h30
Contato: Caiâne 9102-1474

 

Quarta (25/04)
Manhã: Encontro: Piscina de Desportos – 9h
Contato: Gian (47) 9621-0852

 

Quinta (26/04)
Tarde: Encontro:  Reitoria – 13h30
Contato: Marcela  9917-7157

 

Sexta (27/04)
Manhã: Encontro: Bar CCS – 9h
Contato: Lua 9655-8825
Tarde: Encontro: Antigo Bar – 14h
Contato: Gian (47) 9621-0852

Tags: limpezalixomutirãonaturezareciclável

Prevenção do câncer é tema iniciação científica entre “pesquisadores mirins”

20/04/2012 15:50

Trabalhos da I Mostra de Iniciação Científica do Ensino Médio do Colégio de Aplicação foram apresentados de forma oral e em paineis

Os fatores genéticos têm papel importante na incidência do câncer, mas já está comprovado que adotar hábitos mais saudáveis pode diminuir a ocorrência da doença.  As alunas do Colégio Aplicação da UFSC Júlia Ceccon Ortolan e Heloisa Marques Baumgratz escolheram o tema “Câncer e hábitos de vida: como viver de forma preventiva” para sua pesquisa de iniciação científica, apresentada na quarta-feira, dia 18 de abril, durante a I Mostra de Iniciação Científica do Ensino Médio.

O objetivo das estudantes foi estudar outros fatores, não os hereditários, e como uma mudança de postura pode influenciar na prevenção à doença. Orientadas pela professora Mariana Borsa, utilizaram estatísticas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e dados do livro “O Anticâncer: Prevenir e Vencer Usando Nossas Defesas Naturais”, do médico frânces David Servan Schreiber, morto em julho do ano passado, e que há 20 anos lutava de forma alternativa contra um câncer no cérebro.

Além de explicarem as diferença entre um tumor benigno e maligno, como ocorre a metástase (disseminação de células cancerígenas através do sistema sanguíneo ou linfático no organismo) e quais são os tipos de câncer de maior incidência entre mulheres, homens e etnias, as alunas apresentaram um cardápio ideal.

Júlia e Heloisa ressaltam que os legumes são importantes. No entanto, é preciso saber qual a procedência, já que a maioria é tratada com agrotóxicos, agentes que podem causar diversos tipos de câncer. A preferência é pela ingestão de alimentos orgânicos ou pela compra em mercados variados, para que não sejam consumidos sempre os mesmos alimentos, tratados com as mesmas substâncias, evitando o acúmulo no organismo.

As estudantes também abordaram o consumo de gorduras trans. Presente em produtos industrializados, além de ser desnecessária para o organismo e aumentar as taxas do colesterol ruim, pode duplicar as chances de desenvolvimento de câncer de mama. E alertaram sobre cereais refinados, que perdem suas propriedades nutritivas após o processo industrial, aumentam as taxas de insulina e podem causar câncer em diversas partes do corpo, como o fígado, rim, pele e colo-retal. Por esse motivo, é preferível a ingestão de cereais integrais.

Entre as fontes de proteína, a preferência é para os peixes. Defumados, presuntos e bacon apresentam alcatrão, substancia cancerígena, que também está presente no cigarro. O tabagismo e a alta ingestão de álcool estão entre os hábitos de risco estudados pelas alunas Júlia Ceccon e Heloisa Marques. O sedentarismo é outro vilão na luta pela prevenção. Realizar atividades físicas pode diminuir em 11% as chances de desenvolvimento do câncer de mama.

“Um sistema imunológico fragilizado facilita o desenvolvimento de neoplasias (alterações celulares ou crescimento exagerado das células)”, explica Júlia sobre a importância de uma vida mais calma e de evitar o estresse. Como produto final da pesquisa, as alunas elaboraram uma cartilha de prevenção. “Ela é quase uma provocação para questionar os hábitos de vida atuais das pessoas”, conta Heloísa.

O estudo é um dos 31 trabalhos integrados ao Projeto de Iniciação Científica do Ensino Médio do Colégio Aplicação. “A pesquisa no Ensino Médio é muito importante para formação, uma oportunidade privilegiada. Ela consolida a pesquisa no Colégio Aplicação. A parceria com a CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico] dá um respaldo para o colégio”, explica Manoel Teixeira dos Santos, coordenador de pesquisa e extensão do CA.

O envolvimento do colégio no programa de bolsas PIBIC–EM está vinculado a outros cinco subprojetos coordenados pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG) e pela Pró-reitoria de Pesquisa e Extensão (PRPE) da Universidade Federal de Santa Catarina. As bolsas PIBIC-EM são financiadas pelo governo federal, por meio do CNPq, têm valor de R$100,00 mensais e duração de 12 meses.

Os 34 bolsistas que envolvidos nas pesquisas que serão realizados durante este ano já foram selecionados. Outras 20 bolsas foram disponibilizadas com recursos do próprio colégio. “O projeto foi um sucesso e a demanda cresceu muito para a iniciação científica este ano”, comemora Santos.

Mais informações: Manoel Teixeira dos Santos / cpesquisaextensao@ca.ufsc.br / manoelprt@hotmail.com

Por Ana Luísa Funchal/ Bolsista de Jornalismo na Agecom
Fotos: Wagner Behr / Agecom

Leia também: Colégio de Aplicação estimula pesquisa desde cedo

 

Tags: Colégio de AplicaçãoIniciação CientíficaUFSC

Colégio de Aplicação estimula pesquisa desde cedo

20/04/2012 14:32
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(clique para ampliar) Fotos: Wagner Behr

O vídeo falava de lembranças, e uma delas fez com que as crianças e os adolescentes pensassem em como se relacionam com os símbolos de exaltação da pátria: a professora de Letras da UFSC, Alai Garcia Diniz, registrou que, durante a ditadura brasileira (1964-1985), permaneceu cerca de um mês presa, sendo obrigada a cantar o hino nacional várias vezes todos os dias. Das tantas cicatrizes da época, a docente guarda a convicção de que seu sentimento patriótico tornou-se vazio e nunca mais entoou a canção oficial. Resultado final do trabalho intitulado “Ditadura Militar: olhares do passado e do presente”, de Ana Luiza Shimomura Spinelli, 16 anos, o vídeo foi apresentado durante a I Mostra de Projetos de Iniciação Científica (Pibic) do Ensino Médio do Colégio de Aplicação (CA) da UFSC, realizada na quarta, 18/04, no próprio CA. Ao todo, foram 31 trabalhos sobre os mais diversos temas desenvolvidos em 2011, via CNPq, por meio da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação.

 

“A Mostra comprova que a pesquisa é possível, viável e muito importante na formação dos alunos”, defende o professor Manoel Teixeira dos Santos, coordenador de pesquisa e extensão do Colégio e orientador de Ana Luiza. Além de ressaltar a sensibilidade que os estudantes desenvolveram durante o trabalho de campo, com os entrevistados, o professor entende que o evento, como finalização de todo o processo, atingiu seu objetivo. “Constatamos nas apresentações que os estudantes dominaram os temas abordados, e a Mostra foi fundamental para que compartilhassem essas novas informações com os colegas, estimulando os bolsistas deste ano a avançarem em suas pesquisas”.

 

Lina Ribeiro Venturi, 16 anos, estuda clarinete, e Otto Henrique Thiel, 17, piano. Os dois decidiram entender o porquê da exclusão da mulher na história da música erudita. A partir do trabalho, produziram vídeo com passagens da vida de algumas musicistas, como Maria Anna Mozart – irmã de Wolfgang Amadeus –, entrevistas com professores do CA e profissionais da área. A pesquisa apontou que, antes do século XIX, as mulheres eram consideradas incapazes de produzir música de qualidade; peças com vozes agudas eram executadas por meninos, que, não raro, eram castrados – a fim de evitar a produção dos hormônios que tornam a voz dos rapazes mais grave a partir da puberdade – se quisessem continuar a cantar.

Isis Shandra Santos, 15 anos, também utilizou a bolsa Pibic para buscar respostas a questões do seu dia a dia. Integrante de uma família de vegetarianos, nunca tinha entendido muito bem porque a mãe insistia em utilizar cosméticos que não são testados em animais. Depois da pesquisa, a estudante percorreu o campus com lista de empresas que testam seus produtos e outra das que não testam em mãos. “Eu perguntava a marca do rímel que as mulheres usavam, então lhes contava como eram feitos os testes”.

Hoje ela diz que seu entendimento sobre a questão mudou. “Tenho outro olhar sobre as empresas; se as pessoas pararem de consumir, os processos serão modificados, evitando o sofrimento de muitos animais”. Isis quer cursar Biologia, mas pensa também em Direito, para se “especializar na área ambiental e defender os animais”. O próximo tema que pretende pesquisar é a influência que a mídia exerce nos jovens.

Pibic do Ensino Médio e PIP-CA
Desde 2010 o Colégio de Aplicação oferece anualmente 34 bolsas Pibic Ensino Médio a seus alunos. Com duração de 12 meses, o projeto do governo federal, vinculado ao CNPq e oferecido pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduaçao (PREG), estipula que seus bolsistas sejam orientados por professores do CA, tenham currículos inscritos na plataforma Lattes e apresentem relatórios de pesquisa no decorrer do processo.

Para concorrer às bolsas os estudantes têm seus boletins avaliados e realizam entrevista com os orientadores. Devido à grande procura, em 2012 o CA criou o Programa de Iniciação à Pesquisa (PIP-CA), abrindo mais 18 vagas e mantendo as especificações do Pibic – incluindo aí o valor das bolsas, de R$100 mensais.

Desde o Fundamental
Antes de chegar ao Ensino Médio, porém, os alunos já têm contato com a pesquisa: na oitava série do Ensino Fundamental cursam a disciplina de Iniciação Científica, que é atrelada ao projeto Pé na Estrada do Conhecimento, instituído no CA há doze anos.

Por meio do projeto, os estudantes realizam viagens de estudo, conhecendo lugares como a barragem de Itá, onde entrelaçam diversas áreas do conhecimento, estudando a ocupação histórica, a geologia do local e a produção de energia.

Por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com o CNPq, o Colégio mantém também o Pibic Junior, que oferece duas bolsas de pesquisa para alunos do Ensino Fundamental.

Mais informações com o professor Manoel: manoelprt@hotmail.com

Por Cláudia Schaun Reis/Jornalista na Agecom

Leia também: Prevenção do câncer é tema iniciação científica entre “pesquisadores mirins”

BOLSISTAS PIBIC-EM: aluno/banner

 

BOLSISTAS

BANNER

  1. Eduardo de Medeiros Santos Junior
Alcoólicos Anônimos e sociedade: Funcionamento de um grupo de A.A.
  1. Clarissa Machado Haase
Obesidade infantil: tendências para o século XXI.
  1. Alexandre Andrigheto Speratto
Formando uma juventude cidadã Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires.
  1. Fernando F. de A. Fernandes
A representação da História nos Jogos Eletrônicos.
  1. Luise Budde Mior
Três Marias e Uma Enedê-Mulheres Estrelas.
  1. Paulo Roberto Nunes Júnior
Formando uma juventude cidadã Escuela Superior de Comércio Manuel Belgrano (Córdoba – Argentina).
  1. Thiago Eller Verzola
Formando uma juventude cidadã Colégio Estadual Simão José Hess.
  1. Mariana Cardoso Silvério
Levantamento sobre a situação de prevenção da dengue no Colégio de Aplicação.
  1. Amanda Gabriella Cipriano
Alergias e alimentação: perspectiva da comunidade do Colégio de Aplicação – UFSC.
  1. Heloisa Marques Baumgratz
  2. Júlia Ceccon Ortolan
Influência dos hábitos de vida sobre a incidência do câncer.
  1. Júlia Favaretto de Sousa
  2. Raquel de Ameida Viergutz
HIV, e eu com isso?
  1. Paulo Remos Gregório
Cannabis Sativa: Efeitos sobre a fisiologia do Sistema Nervoso.
  1. Pedro Mombelli Locatelli
Vida de catanhão no mangue do Itacorubi.
  1. Ana Luiza Shimomura Spinelli
“Ditadura Militar: Olhares do Passado e do Presente”
  1. Ana Paula M. Couto
“ As causas da Imigração alemã para o Brasil”
  1. Giullia B. Alberton
Novembrada: Florianópolis fazendo história.
  1. Arthur Bobsin
Qualquer semelhança é mera coincidência?  Até mesmo a semelhança de Triângulos?
  1. Iana Mabel de M. Fazzoni
Estudo da Semelhança de Triângulos: aplicações matemáticas e  práticas.
  1. Cristiane Catarina Ventura
Mídia e consumo entre crianças do Colégio de Aplicação – UFSC.
  1. Gabriel de Carlos F.S.B
Astronomia em uma homepage voltada para o Ensino Médio.
  1. Júlio Bernardo Dutra
A escolha da profissão
  1. Matheus Zaneti Daunis
Energia Nuclear e Catástrofes Naturais: O Caso de Fukushima.
  1. Isis Shandra S. Santos
O uso de animais em laboratórios de cosméticos, produtos de limpeza e higiene pessoal.
  1. Kiane Lúcia Casagrande
Desenhos Animados:  Situações que contrariam as leis da física?
  1. Lina Ribeiro Venturi
  2. Otto Henrique Thiel
Mulheres na Música Erudita: Participação e História. 
  1. Maiara Kessin Geraldi
A física na mágica dos brinquedos.
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As faces culturais e históricas do Candombe.
  1. Yuri Varella
As faces culturais e históricas do Candombe.
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Rebobinando o filme: um pouco da história do movimento estudantil do Colégio de Aplicação /UFSC (2004-2010).
  1. Gabriel Moresco
Religiosidade contemporânea: as percepções de estudantes sobre religião em suas vidas.
  1. Luiza H. Loch
Cotidiano com ou sem logaritmos, o que você acha?

 

Prevenção do câncer é tema iniciação científica entre “pesquisadores mirins”

Tags: Colégio de AplicaçãopesquisaPibicPREG

Semana da Dança na UFSC começa domingo com bailarino Martin Kravitz

20/04/2012 12:16
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Espetáculo Metade, da Cia Nando Berto/Casarão da Dança (clique para ampliar)

Um pout-pourri de danças dos mais variados tipos, ritmos e origens será apresentado durante a Semana da Dança da UFSC, que a Secretaria de Cultura e Arte abre neste domingo, 22, às 9:30, com um Workshop ministrado pelos bailarinos internacionais Martin Kravitz e Fabíola Biasoli. Até o dia 29 de abril, quando se comemora em todo o mundo o Dia da Dança, o campus universitário será palco de uma programação intensa dedicada a essa arte, toda gratuita e aberta ao público. As atividades incluem mostras e performances ao vivo, videodança, conferência multimídia com Kravitz sobre a história da dança, lançamento de livro e oficinas.

As inscrições gratuitas para as oficinas abrem na quinta-feira, 19, pelo e-mail dia.da.danca.ufsc@gmail.com. Qualquer pessoa pode participar das oficinas de *dança indiana, biodança, dança contemporanea, contato improvisação, jam session de contato improvisação, danças circulares,* *cacuria*, *zouk,  salsa cubana, entre outras danças*, que ocorrerão no dia 27 de abril, nos períodos da manhã e da tarde, nas salas de dança do Centro de Desportos e nas salas do Curso de
Artes Cênicas da UFSC, bastando levar uma roupa apropriada para se movimentar. As inscrições serão feitas no local e horário das oficinas, com distribuição de senha 30 minutos antes do inicio destas. As inscrições são gratuitas.

Dois momentos com Martin Kravitz
“Movimento/Voz/Criação” é o nome do Workshop que Martin Kravitz fará com Fabíola Biasoli, nos dias 22 e 23 de abril, das  9:30 às 12:30 e das 14 às 17 horas, o Laboratório de Dança B do Bloco 5 do Centro de Desportos da UFSC.  Com 25 vagas, o curso é voltado para profissionais e estudantes da área artística (dança, teatro, performance, música). Na terça-feira (24/4), às 9:30 h, Kravitz  fará uma conferência multimídia sobre “A Life in Dance: Bridges between Artistic Eras and Continents”  (Uma Vida na Dança: Pontes artísticas entre épocas e continentes). Com tradução simultânea e recursos multimídia, a conferência ocorrerá no auditório do Centro de Ciências da Educação, que tem capacidade para 80 lugares. Entrada gratuita.

Nascido nos Estados Unidos e na França, Kravitz fará uma introdução sobre sua experiência em dança; principais influências artísticas; história profissional  como  bailarino,  professor e coreógrafo. A seguir apresentará vídeos com partes de espetáculos de artistas que influenciaram sua carreira, como “Night Journey”, de Martha Graham; “The Moor’s Pavane”, de José Limon e “Dreams” or “Rooms”, de Anna Sokolow. Exibirá fotos de espetáculos de Anna Sokolow e mostrará, em DVD, uma pesquisa com a voz de Meredith Monk. Por fim, o astro falará sobre o processo de criação de seu novo solo e mostrará imagens em vídeo do solo: “Rends-moi tes Mensonges”.

Performance, mostras e lançamento
As performances ocorrerão nos dias 25 e 26 de abril em diversos espaços alternativos do campus universitário e em diversos horários do dia. Para o dia 29 – Dia Internacional da Dança – estão programadas duas grandes atividades: a mostra de videodança, que ocorrerá às 17h30min, no piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, na UFSC e a Mostra de Dança, que ocorrerá no Teatro Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, com capacidade para 400 pessoas, a partir das 18 horas. “Será o momento mais colorido do evento, com a exibição de coreografias de diversos estilos e grupos de Santa Catarina”, explica a bailarina Janaína Santos, uma das coordenadoras.

Ainda no dia 29, às 17 horas, no piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, UFSC ocorrerá o lançamento do livro Coleção Dança Cênica 2: Histórias
da Dança. Organizada por Vera Torres, Jussara Xavier e Sandra Mayer, a publicação da editora da Udesc traz uma coletânea de ensaios sobre os diferentes movimentos históricos dessa arte. Promovida pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, em parceria com professores do Curso de Artes Cênicas e Centro de Desportos, a Semana oferece a possibilidade de vivenciar um mosaico de modalidades e ritmos diferenciados de dança. “Também queremos proporcionar o acesso à pesquisa e ao conhecimento teórico sobre essa área”, explica a secretária Maria de Lourdes Borges.

Por: Raquel Wandelli / Assessora de Comunicação da SeCArte/UFSC / /
www.secarte.ufsc.br / 3721-9459 / 9911-0524/raquelwandelli@yahoo.com.br

Mais informações: dia.da.danca.ufsc@gmail.com

Programação da I Semana de Dança na UFSC – 22 a 29 de abril de 2012 – Campus Universitário

Workshop “Movimento/Voz/Criação”

Ministrantes: Martin Kravitz e Fabíola Biasoli

Data: 22 e 23/abril

Horário: 09:30 às 12:30 e das 14;00 às 17:00 horas

Local: Laboratório de Dança B – Bloco 5 – CDS/UFSC

Necessário conhecimento prévio de dança ou teatro

Inscrição: Enviar curriculo para: dia.da.danca.ufsc@gmail.com

Vídeo conferência:  “A Life in Dance: Bridges between Artistic Eras and Continents”

Conferencista: Martin Kravitz

Data: 24/abril

Horário: 9 as 12 h

Local: Auditório do CED

Capacidade: 80 pessoas

Performances no Campus

Data: 25 e 26 de abril

Local: Campus da UFSC

Horários serão divulgados no início da Semana da Dança

Oficinas de Dança:

Data: 27 de abril

Local: Campus da UFSC (inscrições a partir de 19/4)

Períodos: Manhã e Tarde (a partir das 9 e 14 horas)

Não é necessário conhecimento prévio de dança

Mostra de Vídeodança

Data: 29 de abril

Horário: 17:30 horas

Local: Hall de entrada do Auditório Garapuvu, no Centro de Eventos

Mostra de Dança:

Data: 29 de abril

Horários: 18 horas

Local: Auditório Garapuvu, Centro de Eventos da UFSC

Capacidade: 400 pessoas

Lançamento de Livro

Data: 29 de abril,

Horário: 17 horas

Título: “Histórias da Dança”

Organizador: Vera Torres, Jussara Xavier e Sandra Mayer

Editora: Udesc

Local: Piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, UFSC

Todos os eventos são gratuitos e abertos ao público.

Semana da Dança na UFSC

Realização: Secretaria de Cultura e Arte (SecArte)

Comissão organizadora:

prof. Vera Torres/ Educação Fisica – UFSC

prof. Janaina Trasel Martins/ Artes Cênicas – UFSC

prof. Débora Zamariolli/ Artes Cênicas – UFSC

Janaina Santos/ Bailarina e Servidora – UFSC

Tags: dançaKravitzSeCArteUFSC

Conselho Universitário se reúne em sessão ordinária na próxima terça

20/04/2012 10:45

Será realizada na próxima terça-feira, 24, Sessão Ordinária do Conselho Universitário (CUn) da UFSC. A sessão começa às 8h30min na sala “Professor Ayrton Roberto de Oliveira” e pode ser acompanhada ao vivo.

Pauta:

1. Apreciação e aprovação das atas das sessões ordinária, realizada em 27 de março de 2012 e extraordinária, realizada 10 de abril de 2012.

2. Processo n.º 23080.017088/2011-12

Requerente: Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI)

Assunto: Abertura do Edital de Vagas/2013 para a comunidade em geral – aprovação da comissão para estudo do assunto.

Relatora: Conselheira Marília Teresinha Sangoi Padilha

3. Processo n.º 23080.002841/2011-75

Requerente: Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG)

Assunto: Apreciação e aprovação da Minuta de Resolução Normativa para uso do nome social por travestis e transexuais nos registros da UFSC.

Relator: Conselheiro Luis Carlos Cancellier de Olivo

4. Processo n.o 23080.014422/2012-67

Requerente: Centro de Ciências Jurídicas (CCJ)

Assunto: Sessão solene do Conselho Universitário em comemoração aos 80 anos do Curso de Direito da UFSC.

Relator: Conselheiro Ricardo José Araújo de Oliveira

5. Processo n.º 23080.014418/2012-07

Requerente: Pró-Reitoria de Desenvolvimento Humano e Social (PRDHS)

Assunto: Apreciação e aprovação da Minuta de Resolução Normativa que dispõe sobre Servidor Técnico-Administrativo Voluntário.

Relator: Conselheiro Luiz Otavio Pimentel

6. Processo n.º 23080.048647/2011-36

Requerente: Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG)

Assunto: Apreciação da proposta de alteração da Resolução Normativa N.o1/CUn/2009, que estabelece as normas para o ingresso na    carreira do magistério superior na UFSC.

Relator: Conselheira Sônia Gonçalves Carobrez

7. Processo 23080.013905/2012-44

Requerente: Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG)

Assunto: Alteração da Resolução que trata do estágio Pós-doutoral na UFSC.

Relator: Conselheiro Valdir Rosa Correia

8. Processo 23080.014425/2012-09

Requerente: Biblioteca Universitária – Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA)

Assunto: Atribuir à Biblioteca o nome do Prof. Silvio Coelho dos Santos.

Relatora: Conselheira Maria de Lourdes Alves Borges

9. Processo 23080.001779/2012-85

Requerente: Centro de Ciências da Saúde – CCS

Assunto: Criação da Coordenadoria Especial de Fonoaudiologia.

Relator: Conselheiro Felício Wessling Margotti

10. Processo 23080.014428/2012-34

Requerente: Universidade Federal da Fronteira Sul e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina.

Assunto: Prestação de serviços pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (FAPEU).

Apresentação: Professor Gilberto Angelo – Superintendente Adjunto da FAPEU

11. Informes Gerais.

Tags: ConselhosessãoUFSC

II Semana de Direito Autoral discute propriedade intelectual

20/04/2012 10:02

O Departamento de Inovação Tecnológica (DIT/PRPE/UFSC) e o Grupo de Estudos em Direito Autoral e Informação (GEDAI/UFSC), em parceria com o Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (CTS/FGVRio) promovem nos próximos dias 26 e 27 de abril, no andar térreo do Departamento de Informática e Estatística (INE), Centro Tecnológico da UFSC, a II Semana do Direito Autoral, com transmissão pela internet.

No evento estão previstos seminários sobre Propriedade Intelectual e a busca de um equilíbrio desejado na Sociedade Informacional, além de workshops com apresentação das pesquisas que estão sendo realizadas pelos pesquisadores pertencentes ao GEDAI/UFSC e CTS/FGVRio sobre a Produção Cultural e a Socialização do Conhecimento. O evento também tem o apoio do Procultura/Capes/MinC.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local do evento. Outras informações, além da programação completa, estão disponíveis no site www.direitoautoral.ufsc.br. Contatos pelo fone (48) 3721-9287, www.cpgd.ufsc.br e www.direitoautoral.ufsc.br, Twitter: @Marcos Wachowicz.

Tags: DireitoinovaçãopropriedadeUFSC

UFSC participa pela segunda vez do Dia Internacional do Ruído

20/04/2012 08:57

Pela segunda vez o curso de Fonoaudiologia da UFSC participa no próximo dia 25 do International Noise Awareness Day (INAD) ou Dia Internacional de Conscientização sobre o Ruído, promovido no Brasil desde 2008 pela Sociedade Brasileira de Acústica (SOBRAC), com o apoio da Academia Brasileira de Audiologia (ABA), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e em especial do curso de Engenharia Acústica da UFSM. O tema da campanha nesse ano será “Bem estar garantido é bem estar sem ruído”.

Dentre as atividades que serão desenvolvidas em Florianópolis encontram-se uma gincana com os alunos do ensino médio do Colégio de Aplicação da UFSC e do Instituto Estadual de Educação (IEE), “caminhada educativa” dentro da UFSC no horário do almoço, um minuto de silêncio entre 14h25min e 14h26min, bem como a distribuição de materiais educativos em diversos locais do Campus, no IEE e em algumas unidades básicas de saúde.

A campanha é desenvolvida com o objetivo de conscientizar a população sobre o ruído e seus efeitos na saúde, na qualidade de vida e no meio ambiente, bem como mostrar a responsabilidade de cada um em reduzir o ruído gerado pelas atividades diárias. Deste modo, colaboradores autônomos e institucionais desenvolvem ações educativas em todo o território nacional, com o apoio de coordenadores nacionais, regionais e municipais.

A coordenação das atividades desenvolvidas pelos alunos e professores é da professora Simone Mariotto Roggia, do curso de Fonoaudiologia da UFSC, que também é a coordenadora estadual da campanha, juntamente com a fonoaudióloga Luciana Bramatti, de Chapecó.

Maioresinformações pelos telefones (48)37212277 ou (47)99187050 (Simone Mariotto Roggia), ou pelo e-mail  simoneroggia@yahoo.com.br.

Tags: FonoaudiologiaruídoUFSC

Teatro da UFSC recebe Monólogo de Miguel

19/04/2012 16:31

Apresentação faz parte da Semana Clarice

O Teatro da UFSC recebe a breve cena “Monólogo de Miguel”, nos dias 20 e 21 de abril, sexta e sábado, às 20 horas. A apresentação faz parte da programação da Semana Clarice, e é uma forma de tributo à sensibilidade e ousadia da notável escritora Clarice Lispector, umas das autoras mais lidas no Brasil. A Semana é uma realização do Programa de Ensino Tutorial de Letras (PET) da UFSC.

A dramaturgia da peça gira em torno de um escritor que, ao tentar escrever sobre a ira, descobre a dimensão de seus traumas de infância. A realidade e a ficção se entrelaçam para que ele descubra quem ele é e a profundidade da amargura que carrega.

Depois de ser apresentada como ensaio aberto na IV Semana Ousada de Artes da UFSC/Udesc, e ter a estreia no 4º Festival de Breves Cenas de Teatro de Manaus, como único representante catarinense no evento, ocorrido em março último, esta é primeira vez que a peça é apresentada em Florianópolis.

A peça foi escolhida para o festival de Manaus, segundo a curadoria nacional do evento, devido à “diversidade da obra, valores estéticos e artísticos, bem como a representatividade do objeto de arte em questão, somada a sua originalidade, riqueza de linguagem, valorização da pesquisa e o seu potencial de diálogo estético travado com o público e artistas”.

Monólogo de Miguel, da companhia catarinense Apatotadoteatro, em parceria com o NELLOL (Núcleo de Estudos de literatura, Oralidade e Outras Linguagens/UFSC), tem texto de Jorge Luiz Miguel e direção de Gustavo Bieberbach e Ricardo Goulart. O monólogo tem a participação das atrizes Carol Boabaid e Fabiana Aidar e a expressiva atuação da atriz Ilze Körting, formanda do Curso de Artes Cênicas da UFSC, que também atua na peça.

A dramaturgia é densa e verdadeira, mexe com o sentir, toca com profundidade. Como Clarice bem disse: “pensar é o ato, sentir é o fato”. Segundo a atriz Ilze Körting: “Clarice nos marcou com sua força, ternura e sensibilidade, por isso dedicaremos o nosso trabalho para ela”.

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação da breve cena teatral “Monólogo de Miguel”

QUANDO: Dias 20 e 21 de abril de 2012, sexta e sábado, às 20 horas.

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis – SC

QUANTO: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

DURAÇÃO: 30 minutos

CONTATO: (48) 9105-5939 – apatotadoteatro@gmail.com

Mais sobre Semana Clarice em:

http://noticias.ufsc.br/2012/04/13/semana-clarice-tem-inscricoes-prorrogadas-ate-dia-16/

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – www.dac.ufsc.br 

Fonte: [CW] DAC.SECARTE.UFSC, com material da produção.

Tags: Teatro UFSC

Na mídia: Falta de infraestrutura de dados espaciais limita pesquisa oceanográfica

19/04/2012 15:23

A inexistência de uma infraestrutura de dados espaciais integrada, aberta e e atualizada está atrapalhando a pesquisa oceanográfica no Brasil, de acordo com o professor Jarbas Bonetti, do Laboratório de Oceanografia Costeira da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A análise foi feita durante o workshop internacional Marine Data Management, realizado na sede da FAPESP nos dias 11 e 12 de abril.

Segundo Bonetti, pela falta de acesso a uma plataforma estruturada, que disponibilize dados de referência com acesso aberto, muitos cientistas e alunos de pós-graduação acabam investindo grande parte de seu tempo de pesquisa na geração de informações básicas, limitando o alcance de seus estudos. De acordo com ele, é preciso criar repositórios unificados de dados.

“Muitos doutorandos gastam boa parte do seu tempo de pesquisa na estruturação de uma base primária de dados. Com frequência, esse esforço não seria necessário, porque os dados já existem, entretanto, estão dispersos, não são interoperáveis, ou não estão disponíveis de forma aberta. Assim, durante anos, o aluno se dedica a um esforço exaustivo e no fim, na fase de interpretação, sobra pouco tempo e energia para que seja possível contribuir de forma efetiva para o avanço do conhecimento por meio de análises mais sofisticadas”, disse Bonetti à Agência FAPESP.

Bonetti analisou o impacto da falta de uma base de dados estruturada a partir de sua própria experiência de pesquisa, em um pós-doutorado realizado no Instituto Francês de Pesquisa para a Exploração do Mar, em Brest (França), entre 2007 e 2008.

No estudo, Bonetti cruzou diversas bases de referência para elaborar um mapa aplicando o conceito de “paisagens marinhas”. Mais tarde, ao tentar replicar o trabalho no Brasil, esbarrou em sérias dificuldades.

“A instituição francesa tinha uma base de dados estruturada, por isso tive muita facilidade em chegar a resultados conclusivos e úteis para os gestores. A maior parte do meu esforço consistiu em desenvolver um arcabouço conceitual e propor uma alternativa metodológica para integrar diversos dados espaciais”, disse.

Dentro do conceito de paisagem marinha, segundo Bonetti, é possível partir de uma série de dados relativamente genéricos – como profundidade, temperatura de fundo, tipo de substrato, penetração da luz e intensidade de correntes – para compreender como a comunidade biológica se organiza em função das características ambientais que dão suporte ao estabelecimento dos diversos habitats.

“Com essa metodologia, a partir de dados relativamente simples, é possível obter um primeiro diagnóstico da estrutura da camada de fundo dos oceanos. Com isso, pode-se otimizar a escolha de locais sensíveis para gestão mais efetiva ou fazer pesquisas mais verticalizadas”, disse.

A partir dos dados básicos que estavam disponíveis na região do Parque Marinho do Iroise, , Bonetti construiu um modelo de paisagens marinhas em uma área do litoral da Bretanha, na França. “Quando terminei o pós-doutorado, fiquei empolgado com os resultados e tinha a perspectiva de replicar o estudo no Brasil, em uma área bastante importante do ponto de vista do sistema brasileiro de unidades de conservação, que é a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, em Santa Catarina”, disse.

No entanto, Bonetti logo percebeu a dificuldade para encontrar no Brasil esse tipo de dados em formato acessível. O cientista teve que se dedicar exaustivamente a levantar dados de referência.

“Dependi de muito trabalho braçal para gerar informações extremamente básicas. Dependi também da colaboração de colegas que cederam dados brutos, a partir do contato com ex-orientandos que  tinham ainda disponíveis suas tabelas originais. Foi preciso aprender muitas coisas secundárias à investigação propriamente dita e gastar um bom tempo que poderia ter sido investido em análises mais profundas”, explicou.

Depois da experiência na França, Bonetti se convenceu de que a estruturação de dados primários em uma base comum e aberta permite que o pesquisador se dedique menos ao esforço de tratamento primário e possa investir mais tempo de pesquisa na análise e desenvolvimento de alternativas para se trabalhar com dados espaciais, buscando estabelecer relações e identificar como diferentes variáveis se comportam de maneira conjunta no espaço.

“Existem dados que têm um caráter mais preciso e específico. Mas me refiro a dados que são primários e fundamentais, como batimetria – os dados relacionados à profundidade”, afirmou. Segundo ele, não há uma base de dados batimétricos aberta disponível online. As cartas náuticas existentes, por exemplo, são disponibilizadas em formato semelhante ao de fotografias digitais e não em formato vetorial, que permitiria seu reprocessamento.

“Quando precisamos desses dados, temos que carregar as cartas náuticas no computador, georreferenciá-las, criar um mosaico e clicar com um mouse em cada um dos pixels que têm valor de profundidade. Isso transforma uma tarefa de dias em um trabalho de semanas ou meses”, afirmou.

As folhas topográficas em escala mais usadas nos projetos de pesquisa oceanográfica associada à plataforma continental interna, segundo Bonetti, baseiam-se em fotografias aéreas da década de 1960, com problemas de articulação – o que gera dificuldades para emendar as linhas de costa de uma carta em outra. Também são escassos os dados de altimetria nas áreas costeiras, fundamentais para quem trabalha na dinâmica de praias e avaliação da suscetibilidade costeira à subida do nível do mar.

“Eventualmente algumas prefeituras têm esses dados, ou alguns grupos fizeram levantamentos desse tipo, mas tudo isso está disperso e é de difícil acesso. Muito do esforço de coleta de dados está associado a projetos de pesquisa individuais. Esses dados acabam ficando muito restritos aos grupos que os produziram e o acesso depende de contatos pessoais”, afirmou.

Outro problema recorrente, segundo Bonetti, é a falta de metadados – as informações que explicam e contextualizam os dados. “Sem os metadados, o dado perde confiança e não pode ser articulado com outros dados semelhantes”, disse.

Bonetti sugere que, para contornar o problema, é fundamental que o poder público invista em programas de pesquisa que tenham continuidade e no qual os serviços de provisão de dados funcionem de maneira regular e eficiente. “Dados de referência como linha de costa, altimetria, batimetria, tipo de fundo e uso do solo precisam estar disponíveis para qualquer cientista ao alcance de um clique”, disse.

Segundo Bonetti, é fundamental também criar uma consciência de que o dado produzido por pesquisas financiadas com dinheiro público precisa ficar publicamente disponível.

“É preciso garantir a propriedade intelectual do dado, dar um tempo de carência para o pesquisador publicá-lo e é preciso estabelecer um padrão comum para que os dados sejam posteriormente comparáveis com outros. Mas o principal é criar uma cultura que veja o dado financiado pelo Estado e pelas agências públicas de fomento como um bem público”, disse.

Fonte: Agência Fapesp

Tags: jarbas bonettioceanografiareserva biológica marinha do arvoredoUFSC

Jovem dramaturgo é duplo vencedor do Concurso Rogério Sganzerla

19/04/2012 15:04

Revelação: resultado divulgado nesta quarta-feira (18), em noite de lançamento do livro de Glauber Rocha, confere a André Felipe Costa Silva os dois prêmios do concurso promovido pela Editora da UFSC

André Felipe Costa Silva conquista os dois prêmios do concurso promovido pela Editora da UFSC

O Concurso Rogério Sganzerla de Roteiros para Cinema e Teatro, promovido pela Editora da UFSC, revelou na noite desta quarta-feira (18) um novo talento da dramaturgia catarinense. Sob os pseudônimos Ariosto Montanha e Moreno Auc, André Felipe Costa Silva foi duplamente vencedor do concurso, para surpresa do público, que esperava dois primeiros colocados. O nome do ganhador foi divulgado pela secretária de Cultura e Arte Maria de Lourdes Borges, em cerimônia na sede da Fundação Cultural Badesc, quando a Editora da UFSC também lançou a reedição de Riverão Sussuarana, única obra literária do cineasta Glauber Rocha publicada em vida, que estava esgotada no Brasil há mais de três décadas.

Formado em Artes Cênicaspela Udesc em 2009 e mestrando em dramaturgia pelo Instituto Universitário Nacional Del Arte. (az.klimt@gmail.com), de Buenos Aires, André arrebatou os dois prêmios, por uma decisão unânime da comissão julgadora, com dois roteiros para teatro: Suéter laranja em dia de luto e Não sempre. “Temos com certeza uma revelação da dramaturgia aí”, assinalou o diretor da EdUFSC, Sérgio Medeiros. “Duas criações premiadas de um mesmo autor mostram talento e consistência”. Segundo o autor, ambas são suas primeiras experiências completas com roteiro para teatro, mas ele já fez algumas adaptações e está concluindo um terceiro roteiro chamado “A distância” que deverá também dirigir.

Como prêmio, André terá seus roteiros publicados ainda este ano em forma de livro junto com a biografia do autor e ainda três ensaios comentando suas peças assinados pelos integrantes do Júri, as professoras do Curso de Cinema da UFSC Clélia Mello, Dirce Waltrick do Amarante, do Curso de Artes Cênicas, e Márcio Markendorf, do Curso de Literatura. Ator do grupo Dearaque Cias, que participou da Maratona Cultural com a peça Medo de morrer longe de ti, André não estava presente na cerimônia e recebeu a notícia do resultado na manhã do dia seguinte (19) por telefone. “Fiquei muito surpreso e feliz”, diz o artista, que completou 25 anos no dia 14 último. A alegria aumentou porque foi triplamente vencedor: no mesmo dia, seu grupo de teatro também ganhou o Edital Nelson Rodrigues, da Funarte, com uma peça em comemoração ao centenário de nascimento do autor.

Por considerar as peças de André muito superiores as demais criações apresentadas, entre um total de 15 roteiros inscritos para teatro e cinema, a comissão decidiu premiar duas obras do mesmo gênero. Um dos inscritos foi desclassificado porque se tratava de um romance, explica Célia, que se surpreendeu com a escrita distinta das peças vencedoras, Suéter laranja mais leve e tragicômica e Não sempre mais dramática. “Pareciam duas personalidades muito distintas e não o mesmo autor. Essa maleabilidade mosra que existe aí um artista de fato”, comentou a presidente do Júri.

O ANO GLAUBER ROCHA

Antes da revelação do resultado, a Editora da UFSC promoveu uma mesa-redonda para discutir a importância do romance Viverão Sussuarana, de Glauber Rocha que foi lançado no mesmo evento para o Brasil. “Com essa publicação e a anterior, sobre a produção ensaística do cineasta catarinense Rogério Sganzerla, cumprimos um compromisso perseguido há dois anos de resgatar a obra literária de cineastas e intelectuais importantes para a cultura brasileira”, registrou Sérgio Medeiros.

Ao abrir a mesa-redonda, Jair Fonseca, que assina o posfácio do livro com o ensaio “Guimarães Rocha e Glauber Rosa”, salientou o grau de experimentação e ousadia com que o diretor de Deus e o diabo na terra do sol e Terra em transe brinca com os mitos sagrados da cultura brasileira, como a figura do sertanejo e o próprio significado emblemático de Guimarães Rosa, autor de Grande sertão: veredas, que vira personagem da desnovela do cineasta tropicalista. “O romance é uma injeção de estímulo nos dias de hoje, quando a literatura brasileira se tornou tão careta”.

A intersecção pela linguagem e pela travessia do sertão entre os dois autores brasileiros, que dividem, além das iniciais, uma intertextualidade com a obra de James Joyce, outro inovador da linguagem narrativa, foi aprofundada pela professora Dirce. “Sua obra subverte as classificações de gênero, misturando novela, literatura de cordel, teatro, romance, poesia, música”, explica. Para ilustrar o painel, alunos do Curso de Artes Cênicas dirigidos por ela apresentaram uma divertida leitura performática da peça de teatro contida no romance, dando vida aos personagens sertanejos, coronéis e jagunços dessa parte da narrativa, de modo que os 30 anos da morte de Glauber foram bem marcados em Florianópolis.

Texto: Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)

Contatos: (48) 9911-0524 – 3721-9459

raquelwandelli@yahoo.com.br

raquelwandelli@reitoria.ufsc.br

www.secarte.ufsc.br

Tags: Concurso Rogério SganzerlaUFSC

Fóruns da nova administração já têm datas definidas

19/04/2012 11:48

Professoras Roselane Neckel e Lúcia Pacheco

Foram definidas as datas para a realização dos fóruns de planejamento para a nova gestão da UFSC (2012-2016).  São nove sessões temáticas programadas para os dias 2, 3 e 4 de maio, no auditório do Centro de Cultura e Eventos.

O objetivo é apresentar para a comunidade universitária a síntese do diagnóstico realizado pela Equipe de Transição, para após discussão crítica e propositiva do público, avançar na construção de diretrizes e na elaboração de políticas para a administração das professoras Roselane Neckel e Lúcia Pacheco, que tomam posse no próximo dia 10 de maio.

A programação completa será divulgada no site da UFSC e nas redes sociais em que a UFSC está presente: Facebook, Twitter e Google+.

Informações: planejamentoreitoria@gmail.com; roselane@ced.ufsc.br ; (48) 9944-9414; carlos.vieira@ufsc.br; (48) 9915-3653.

Tags: FórunsgestãoplanejamentoUFSC

Semana da Dança da UFSC: inscrições para oficinas começam nesta quinta-feira

18/04/2012 17:43

Inscrições para  participantes das oficinas de dança estão abertas a partir de quinta-feira, 19, pelo e-mail: dia.da.danca.ufsc@gmail.com. Programação inclui mostras de dança e videodança, performances, workshop e conferência com Martin Kravitz.

Dança étnica, dança clássica, moderna e contemporânea, dança experimental. Todos os tipos de dança serão reverenciados durante a Semana da Dança da UFSC, que a Secretaria de Cultura e Arte abre neste domingo, 22, às 9:30, com um Workshop ministrado pelos bailarinos internacionais Martin Kravitz e Fabíola Biasoli. Até o dia 29 de abril, quando se comemora em todo o mundo o Dia da Dança, o campus universitário será palco de uma programação intensa dedicada a essa arte, toda gratuita e aberta ao público. As atividades incluem mostras e performances ao vivo, videodança, conferência multimídia com Kravitz sobre a história da dança, lançamento de livro e oficinas.

As inscrições gratuitas para as oficinas abrem na quinta-feira, 19, pelo e-mail dia.da.danca.ufsc@gmail.com. Qualquer pessoa pode participar dos cursos práticos de dança indiana, dança de salão, tango, danças circulares, dança contemporânea, dança do ventre, dança afro, balé clássico, entre outras modalidades, que ocorrerão no dia 27 de abril, nos períodos da manhã e da tarde, com início às 9 e 14 horas, nas salas de dança do Centro de Desportos e nas salas do Curso de Artes Cênicas da UFSC, bastando levar uma roupa apropriada para se movimentar. Somente as inscrições para ministrantes e participantes do Workshop já se encerraram.

Dois momentos com Martin Kravitz

“Movimento/Voz/Criação” é o nome do Workshop que Martin Kravitz fará com Fabíola Biasoli, nos dias 22 e 23 de abril, das  9:30 às 12:30 e das 14 às 17 horas, o Laboratório de Dança B do Bloco 5 do Centro de Desportos da UFSC. Com 25 vagas, o curso é voltado para profissionais e estudantes da área artística (dança, teatro, performance, música).

Na terça-feira (24/4), às 9:30 h, Kravitz fará uma conferência multimídia sobre “A Life in Dance: Bridges between Artistic Eras and Continents”  (Uma Vida na Dança: Pontes artísticas entre épocas e continentes). Com tradução simultânea e recursos multimídia, a conferência ocorrerá no auditório do Centro de Ciências da Educação, que tem capacidade para 80 lugares.

Nascido nos Estados Unidos, Kravitz fará uma introdução sobre sua experiência em dança; principais influências artísticas; história profissional como bailarino,  professor e coreógrafo. A seguir apresentará vídeos com partes de espetáculos de artistas que influenciaram sua carreira, como “Night Journey”, de Martha Graham; “The Moor’s Pavane”, de José Limon e “Dreams” or “Rooms”, de Anna Sokolow. Exibirá fotos de espetáculos de Anna Sokolow e mostrará, em DVD, uma pesquisa com a voz de Meredith Monk. Por fim, o astro falará sobre o processo de criação de seu novo solo e mostrará imagens em vídeo do solo: “Rends-moi tes Mensonges”.


Performance, mostras e lançamento

As performances ocorrerão nos dias 25 e 26 de abril em diversos espaços alternativos do campus universitário ao longo do dia. Para o dia 29 – Dia Internacional da Dança – estão programadas duas grandes atividades: a mostra de videodança, que ocorrerá às 17h30min, no piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, e a Mostra de Dança, que ocorrerá no Teatro Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos, com capacidade para 400 pessoas, a partir das 18 horas. “Será o momento mais colorido do evento, com a exibição de coreografias de diversos estilos e grupos de Santa Catarina”, explica a bailarina Janaína Santos, uma das coordenadoras.

Ainda no dia 29, às 17 horas, no piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, UFSC ocorrerá o lançamento do livro “Histórias da Dança”. Organizada por Vera Torres, Jussara Xavier e Sandra Mayer, a publicação da editora da Udesc traz uma coletânea de ensaios sobre os diferentes movimentos históricos dessa arte. Promovida pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, em parceria com professores do Curso de Artes Cênicas e Centro de Desportos, a Semana oferece a possibilidade de vivenciar um mosaico de modalidades e ritmos diferenciados de dança. “Também queremos proporcionar o acesso à pesquisa e ao conhecimento teórico sobre essa área”, explica a secretária Maria de Lourdes Borges.

Por: Raquel Wandelli
Assessora de Comunicação da SeCArte/UFSC
www.secarte.ufsc.br
Fones: (48) 3721-9459 e 9911-0524
raquelwandelli@yahoo.com.br

 

Mais informações:
dia.da.danca.ufsc@gmail.com
Coordenadora: Janaína Santos
janainasantos@reitoria.ufsc.br (Preg – 37218307 e 99597213)


Semana da Dança na UFSC:

Realização: Secretaria de Cultura e Arte (SecArte)
e Comissão organizadora:
prof. Vera Torres/ Educação Fisica – UFSC
prof. Janaina Trasel Martins/ Artes Cênicas – UFSC
prof. Débora Zamariolli/ Artes Cênicas – UFSC
Janaina Santos/ Bailarina e Servidora – UFSC

Programação da I Semana de Dança na UFSC  – 22 a 29 de abril de 2012 – Campus Universitário

Workshop “Movimento/Voz/Criação”
Ministrantes: Martin Kravitz e Fabíola Biasoli
Data: 22 e 23/abril
Horário: 09:30 às 12:30 e das 14;00 às 17:00 horas
Local: Laboratório de Dança B – Bloco 5 – CDS/UFSC
Vagas: 25
Necessário conhecimento prévio de dança ou teatro

Vídeo conferência: “A Life in Dance: Bridges between Artistic Eras and Continents”
Conferencista: Martin Kravitz
Data: 24/abril
Horário: 9 as 12 h
Local: Auditório do CED
Capacidade: 80 pessoas

Performances no Campus
Data: 25 e 26 de abril
Local: Campus da UFSC
Horários serão divulgados no início da Semana da Dança

Oficinas de Dança:
Data: 27 de abril
Local: Campus da UFSC (inscrições a partir de 19/4)
Períodos: Manhã e Tarde (a partir das 9 e 14 horas)
Não é necessário conhecimento prévio de dança

Mostra de Vídeo-Dança
Data: 29 de abril
Horário: 17:30 horas
Local: Hall de entrada do Auditório Garapuvu, no Centro de Eventos

Mostra de Dança:
Data: 29 de abril
Horários: 18 horas
Local: Auditório Garapuvu, Centro de Eventos da UFSC
Capacidade: 400 pessoas

Lançamento de Livro
Data: 29 de abril
Horário: 17 horas
Título: Histórias da Dança
Organizador: Vera Torres, Jussara Xavier e Sandra Mayer
Editora: Udesc
Local: Piso superior do hall do Centro de Cultura e Eventos, UFSC

Todos os eventos são gratuitos e abertos ao público.

Tags: semana de dança da ufscUFSC

V Simpósio sobre Imunologia tem início na UFSC

18/04/2012 17:00
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O Simpósio acontece até sexta, 20/04 - Foto: Wagner Behr

Professores e pesquisadores reuniram-se nesta quarta, 18/04,  para debater manipulação antigênica de células dendríticas, vacinas, tumores e  mecanismos de alergia no V Simpósio Sul de Imunologia (V SSI). Dentre as atrações do evento, estão as palestra do professor Juan Lafaille da New York University/USA e do professor Nelson Vaz da Universidade Federal de Minas Gerais. O Simpósio acontece até sexta, 20/04, no hotel Quinta da Bica D´Dágua, em Florianópolis.

O simpósio é um evento itinerante entre os estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Tem como função incentivar a interação científica e acadêmica entre professores, pesquisadores, graduandos e pós-graduandos na área de imunologia do Sul e de outras regiões do Brasil. A expectativa dos organizadores é que a cada encontro os estudantes da área de saúde (como farmácia e medicina) e biologia sejam estimulados a discutir e pesquisar sobre o tema.

Segundo o professor do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP) da UFSC e organizador do evento, André Báfica, a criação do SSI foi importante para o amadurecimento da pesquisa imunológica na região. “Movimentou uma área do conhecimento que no sul do Brasil não era tão desenvolvida”, conclui. No local do evento estão expostos 30 pôsteres de trabalhos realizados por alunos da UFSC e outras universidades.

O professor Sérgio Costa da Universidade Federal de Minas Gerais realizou homenagem póstuma ao professor Henrique Lenzi, importante médico e pesquisador da área de patologia. Cientista notável e querido por colegas e alunos, Lenzi faleceu em setembro de 2011.

Confira a programação no site do evento.

Por Ricardo Pessetti/ Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: imunologiaUFSC

UFSC Araranguá promove competição de carrinho de rolimã

18/04/2012 15:08

Equipes da UFSC Araranguá que participaram da competição de carrinhos de rolimã

Aconteceu neste último fim de semana, 14 e 15 de abril, a I Competição Universitária de Carrinhos de Rolimã, que teve por objetivo promover a integração da comunidade acadêmica do Campus da UFSC em Araranguá.

Seis equipes participaram da competição: RollerCoaster, Track & Field, Rolamentos do Asfalto, UniversiOtários, TI Racer, Araranguá Intruders. O curso de Fisioterapia participou do evento com uma equipe de primeiros socorros, que acompanhou toda a competição.

No primeiro dia, as equipes construíram ou aperfeiçoaram seus carros em uma oficina improvisada próximo à cantina do Campus. No segundo dia, as equipes testaram e participaram das provas na pista de corrida, um trecho da Avenida Sete de Setembro que foi fechado pela Polícia Militar especialmente para o evento. Como resultado final,  em primeiro lugar ficou a equipe RollerCoaster, em segundo, a equipe TI Racer e a Rolamentos do Asfalto em terceiro lugar.

Mais informações:
http://ararangua.ufsc.br/

Tags: Campus de Araranguácompetição carrinho de rolimãUFSC