Data comemorativa ressalta direito das mulheres aos serviços públicos de saúde

27/05/2021 15:55

O dia 28 de maio é lembrado por vários segmentos da sociedade como a data para ressaltar os direitos da mulher no acesso a serviços de saúde. Trata-se do Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. O principal objetivo dessas datas comemorativas é chamar a atenção e conscientizar a sociedade sobre diversos problemas de saúde comuns na vida das mulheres, tais como: câncer de mama, endometriose, infecção urinária, câncer no colo do útero, fibromialgia, depressão e obesidade.

O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) atende pacientes da rede pública encaminhadas pelo Sistema de Regulação (Sisreg) no Ambulatório de Saúde da Mulher. Além disso, há atendimento específico para mulheres internadas na instituição.

“Toda mulher tem direito de procurar os serviços públicos de saúde em sua região”, disse a enfermeira da Saúde da Mulher Dionice Furlani, que atua no ambulatório, lembrando que quando se trata de saúde da mulher, este direito independe da orientação sexual e da identificação de gênero. “Estes direitos são conquistas diárias que visam ao empoderamento da mulher e o HU está dentro deste cenário, com vários serviços voltados para a saúde feminina”, acrescentou a enfermeira.
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Comissão Hospitalar de Transplantes do HU-UFSC faz alerta sobre necessidade de doação de córneas

27/05/2021 10:48

Apesar da pandemia e das dificuldades enfrentadas pelas instituições em todo o mundo, é preciso conscientizar a sociedade e profissionais de saúde sobre a necessidade de manter a doação e captação de córnea, principalmente porque há uma demanda muito grande para este tipo de transplante. O alerta é da Comissão Hospitalar de Transplantes (CHT) do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), antes chamada de CIHDOTT (Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes), formada por enfermeiros e médicos que atuam no hospital.

Enfermeira Izabelle de Freitas Ferreira, integrante da CHT no HU-UFSC/Ebserh

A CHT é encarregada de cuidar e acolher as famílias dos potenciais doadores em cada etapa do processo de doação, formada por profissionais com experiência em estratégias de comunicação para lidar com as famílias em situações críticas e, com isso, conseguem ajudar estes familiares, apresentando a possibilidade de doação. É essencial mostrar que a doação é um direito da família e que há condições para que este direito possa ser exercido e, neste momento, é preciso reforçar a importância da doação.

De acordo com dados repassados pelo Central de Transplantes de Santa Catarina para a CHT do HU, a fila para transplantes, segundo dados de abril deste ano, está em 402 pessoas por causa da pandemia e da consequente redução do número de doações. Para se ter uma ideia, até o início de 2020, antes da pandemia, não havia fila e os pacientes esperavam cerca de uma ou duas semanas, após a preparação, para o procedimento. Hoje, as poucas córneas que chegam ao banco do Estado são reservadas para casos urgentes, como queimaduras químicas, traumas e lesões.
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Profissional do HU participa de produção de documento sobre uso de medicamentos para pacientes com Covid em hospitais

26/05/2021 09:45

Médica pneumologista Rosemeri Maurici da Silva colaborou para a preparação do material. Foto: divulgação/HU-UFSC

A médica pneumologista e gerente de Ensino e Pesquisa do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), Rosemeri Maurici da Silva, participou da equipe que preparou o documento Orientações sobre o tratamento farmacológico do paciente adulto hospitalizado com Covid-19, divulgado pelo Ministério da Saúde.

O objetivo é orientar sobre o uso de medicamentos para pacientes nas unidades de emergência, leitos de enfermaria e de terapia intensiva, sendo aplicável a todos os serviços de saúde, públicos e privados. O documento não trata de medicação para gestantes e puérperas e para pacientes não hospitalizados.

O estudo foi solicitado pelo Ministério da Saúde a sociedades de especialidades médicas, e Rosemeri Maurici foi indicada pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). O documento foi elaborado sob coordenação do pneumologista e professor da Universidade de São Paulo Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho e contou com participação de 30 especialistas, na elaboração e organização.

A médica explicou que o documento é destinado a profissionais de saúde em geral e, especificamente, para os profissionais que atuam em ambiente hospitalar. Segundo ela, o material, que passou pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec-SUS), vai se traduzir em uma publicação em revista científica nacional e já está sendo distribuído pelo Ministério da Saúde.

Confira o documento.

 

Unidade de Comunicação Social/HU-UFSC

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Estudantes do Colégio de Aplicação fazem homenagem aos trabalhadores da saúde e segurança da UFSC 

25/05/2021 15:27

 

Estudantes dos quintos anos do Colégio de Aplicação fizeram uma homenagem aos trabalhadores do Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago e da área de segurança da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que estão atuando na linha de frente do combate ao novo coronavírus.

O vídeo conta com depoimentos e desenhos dos estudantes e foi produzido com o auxílio das professoras Beatriz Albino e Mariana Thesing. 

> Clique aqui para assistir ao vídeo

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Alergista do HU/UFSC recomenda cuidados especiais na temporada de frio

25/05/2021 10:02

A temporada de frio chegou a Santa Catarina e neste momento pessoas que têm doenças alérgicas devem tomar cuidados especiais, de acordo com a médica alergista do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC) Jane da Silva, que falou sobre o impacto da temperatura e da queda na umidade relativa do ar e alguns cuidados que podem ser tomados, como higienizar os ambientes, manter salas e quartos arejados e intensificar os cuidados diários com higiene pessoal e tratamentos indicados pelos médicos.

Nesta entrevista, ela falou, ainda dos riscos de desencadear uma crise alérgica e como agir nestes casos.

A temporada de frio está chegando em Santa Catarina. Qual é o impacto desta mudança climática para quem tem alergias?

Jane: Pessoas com doenças alérgicas como asma, rinite e dermatite atópica sofrem muito com mudanças bruscas de temperatura. Particularmente no outono e inverno, essas doenças podem piorar (com exacerbações) por causa do frio.

Doenças não infecciosas, como alergias respiratórias e asma, por exemplo, são afetadas com temperaturas mais baixas?

Jane: Sim, em especial pessoas com asma e rinite concomitantes, que é bastante frequente. Inclusive tem-se o conceito de vias aéreas unidas, para explicar a influência dos sintomas nasais sobre os brônquios e vice-versa. Junto com o frio, ocorre também uma queda na umidade relativa do ar. Esses dois fatores interferem em doenças respiratórias, pois tanto a mucosa nasal quanto a dos brônquios promovem umidificação e aquecimento do ar respirado.

O clima frio e seco exige mais das mucosas nasal e brônquicas, que adicionalmente, apresentam vasoconstricção como resposta do organismo ao frio, reduzindo a produção de muco que é auxiliar na proteção das mucosas. Assim, independentemente de haver doenças alérgicas respiratórias, o nariz e os brônquios são órgãos alvo durante outono e inverno e, se houver inflamação, como na asma e rinite, maior é a chance de ter exacerbação de sintomas nesses períodos.

Além de doenças alérgicas respiratórias, é comum também haver piora da dermatite atópica durante o outono e inverno. As pessoas tendem a tomar banhos mais quentes e prolongados, por causa do frio. Isso piora o ressecamento da pele e provoca muito mais coceiras. Ao usarem roupas guardadas e que não foram lavadas, têm contato direto com ácaros na pele, piorando a inflamação da dermatite.
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Terapia Ocupacional do HU auxilia pacientes com sequelas de doenças e condições que comprometem as atividades cotidianas

24/05/2021 09:22

A equipe de Terapia Ocupacional do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) está atuando na reabilitação dos pacientes pós-Covid-19 para ajudar na restauração das sequelas decorrentes da própria doença ou do processo de internação. As profissionais da equipe, assistem também os pacientes com outras condições clínicas internados na UTI Adulto, UTI Neonatal, enfermarias adulto e pediátrica e Ambulatório de Pediatria (neste caso, especificamente para crianças que estiveram internadas na UTI Neonatal da instituição).

O HU-UFSC, desde 2019, passou a contar com três terapeutas ocupacionais – Daniela Locindo Souto, Juliana Prestes Ferigollo e Débora Evelin Felix Quirino de Almeida-, as quais fazem parte da primeira equipe desta profissão no hospital. A equipe desempenha as suas atividades basicamente em quatro frentes: aplicando terapias quando há comprometimento na parte cognitiva (memória, por exemplo); nas dificuldades de comunicação (uso da comunicação alternativa, por exemplo); na parte sensório-motora (movimentos dos membros e sensações tatéis, por exemplo) e no treino das Atividades de Vida Diária (AVD) (alimentação, higiene pessoal e vestuário, por exemplo).
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Profissionais do HU falam sobre efeitos da meditação para enfrentar estresse e ansiedade

21/05/2021 13:08

A pandemia trouxe medo, ansiedade, irritação, isolamento e sensação de insegurança e, por isso, muita gente decidiu recorrer a uma estratégia conhecida da humanidade há milênios, com o objetivo de preservar a saúde mental – a meditação. A prática é lembrada em todo o mundo no dia 21 de maio, o Dia Mundial da Meditação. Quem utiliza as técnicas garante que os resultados são positivos e há estudos que comprovam que é possível ativar determinadas áreas do cérebro com técnicas e relaxamento.

A neuropsicóloga do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) Rachel Schlindwein-Zanini explica que a meditação é uma prática antiga de autorregulação do corpo e mente, com origem em tradições orientais que se caracteriza por um grupo de técnicas atencionais capaz de produzir efeitos psicossomáticos. Ela cita entre as práticas de meditação o Mindfulness.

“Acredita-se que ela poderia ativar uma rede de regiões do cérebro, como a ínsula (associada à compaixão, empatia e autoconsciência), o putâmen (ao processo de aprendizagem) e algumas porções do córtex cingulado anterior, podendo interferir em algumas funções autonômicas e em funções cognitivas mais voltadas ao córtex-frontal (como planejamento, tomada de decisão e modulação do comportamento social)”, explica a profissional, alertando, porém que nada é totalmente inócuo. “Pode ter efeitos diferenciados, como em pessoas com esquizofrenia. Daí a importância do paciente conversar com um médico ou psicólogo sobre sua condição”, disse a especialista.
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Profissionais do HU fazem alerta sobre importância da doação de leite humano

19/05/2021 10:11

Doação de Leite Humano: a pandemia trouxe mudanças, a sua doação traz esperança. Este é o slogan deste ano para a campanha do Dia Nacional e Mundial da Doação de Leite Humano, 19 de maio, uma iniciativa de Rede Global de Bancos de Leite Humano (rBLH). O objetivo é sensibilizar para o tema, retratando o momento atual de desafios devido à pandemia da Covid-19. Instituições de todo o mundo estão realizando ações e divulgando material sobre o tema.

No Hospital Univerisitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), profissionais que trabalham na maternidade alertam para a importância da doação do leite humano, devido à demanda e à necessidade de manter a oferta. Segundo especialistas, o leite humano é fundamental para a saúde e desenvolvimento do bebê e, em alguns casos, como o de bebês muito prematuros, é o único alimento recomendado pelo médico.

De acordo com a Comissão de Incentivo ao Aleitamento Materno (CIAM) do HU-UFSC, toda mulher que amamenta é uma potencial doadora e são tomados todos os cuidados para que esta prática seja mantida, oferecendo este importante alimento para bebês cujas mães não conseguem amamentar.

A coordenadora da CIAM, Isabel Maliska, disse que as mães que amamentam e querem e podem doar devem procurar diretamente os bancos de leite das cidades. Para moradores da região de Florianópolis, há dois bancos na cidade (na Maternidade Carmela Dutra e no Hospital Infantil) e um banco em São José (no Hospital Regional).

Para doação de leite na região de Florianópolis

– Banco de Leite Humano Maternidade Carmela Dutra (Centro), telefone 48-3251-7552
– Banco de Leite Humano do Hospital Infantil Joana de Gusmão (Agronômica), telefone 48-3251-9141
– Banco de Leite Humano do Hospital Regional de São José – Dr. Homero de Miranda Gomes (Praia Comprida), telefone 48-3271-9158

 

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Equipe de Enfermagem do HU recorre à teleconsulta e ao atendimento remoto durante a pandemia

17/05/2021 13:48

Consulta em diabetes realizada com a presença de enfermeiras do HU e professoras do Departamento de Enfermagem da UFSC

O enfrentamento da pandemia da Covid-19 exigiu rápida adaptação das equipes assistenciais para garantir o atendimento aos pacientes, e a busca de soluções baseadas na tecnologia foi uma das alternativas encontradas. No Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), equipes da Enfermagem conseguiram, com sucesso, atender demandas assistenciais recorrendo ao teleatendimento e à teleconsulta.

As profissionais de Enfermagem Adnairdes Cabral de Sena, Daniele Farina Zanotto, Ingrid Elisabeth Bohn, Isabel Berns Kuiava, Isabel Cristina Alves Maliska, Mabel Vieira de Souto, Nayara Mariano e Silvana Alves Benedet relataram essa experiência, que será publicada em capítulo de livro, por ocasião da Semana Brasileira de Enfermagem. As profissionais lembram que o recurso tecnológico surgiu da necessidade de atender às demandas assistenciais existentes fora do âmbito da pandemia e, ao mesmo tempo, seguir as novas regras sanitárias, situação que se enquadra dentro do tema central da Semana neste ano: “O trabalho em Enfermagem no contexto de crise”.
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Enfermeiras residentes relatam experiência de enfrentamento da Covid-19 no HU/UFSC

14/05/2021 09:47

Enfermeiras residentes que atuaram na linha de frente do combate à Covid-19 no Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) descreveram a experiência de enfrentar a pandemia. O relato, feito pelas residentes Jennifer Hostins, Sayonara Stefane Tavares de Moura e Carine Provensi, mostra vários lados desta realidade: o aspecto humano, as emoções diárias e a necessidade de rápida e eficaz adaptação para buscar soluções tanto na assistência quanto na gestão.

O depoimento ganha destaque na Semana Brasileira da Enfermagem, cujo tema, neste ano, é O trabalho em Enfermagem no contexto de crise. Veja o relato:

“O ano de 2020 foi desafiador para todas as profissões, principalmente para aqueles profissionais que atuam na linha de frente contra a Covid-19, pois além da preocupação com a própria saúde, dos familiares e isolamento social, houve necessidade de se adaptar a uma nova situação tanto na assistência quanto na gestão.

Como enfermeiras integrantes da Residência Multiprofissional em Saúde, com ênfase em Urgência e Emergência do Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago, vinculado a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tivemos a oportunidade de vivenciar e evidenciar ainda mais o quão essencial e estritamente compatível à vida é o trabalho da Enfermagem.

A passagem pela Emergência respiratória (Covid) ocorreu nos meses de março e abril de 2021, período no qual pudemos acompanhar o momento mais extenuante da pandemia. Por várias vezes, as lágrimas no rosto dos que recebiam a notícia da necessidade de intubação orotraqueal nos deixavam angustiados e, concomitantemente, motivados a oferecer nosso melhor apesar do cansaço físico e mental. A enfermagem, diante desse cenário, permanecia ávida à recuperação da saúde dos seus pacientes, não apenas prestando assistência direta, mas realizando as alterações necessárias no espaço físico.

Observamos e aprendemos principalmente sobre o papel e poder dos enfermeiros empenhados e sensibilizados, lutando por um mesmo propósito, e nos fazendo acreditar ainda mais em um Sistema Único de Saúde (SUS) resolutivo, eficaz, empoderado, que salva vidas.

A nossa breve experiência neste ambiente foi imprescindível para a formação durante a residência. Observar o trabalho desenvolvido, nos faz crer que a Enfermagem também conquistará seu espaço e valorização merecida, que seu trabalho será reconhecido como ele realmente é, autônomo, decisivo e veementemente engajado na busca pela sobrevida do paciente”.

Jennifer Hostins, Sayonara Stefane Tavares de Moura e Carine Provensi, residentes de Enfermagem no HU/UFSC

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Centro de Informação e Assistência Toxicológica completa 37 anos com marca de 263 mil atendimentos

13/05/2021 09:59

O Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC) completa 37 anos no dia 14 de maio com a marca de 263 mil atendimentos de casos de intoxicação de 1984 a 2020, uma média anual de 7.305 casos, segundo dados divulgados pelos profissionais do serviço, que atuam em plantão de 24 horas no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh). O dia 14 de maio também é o Dia Estadual de Prevenção de Acidentes Tóxicos no Estado de Santa Catarina, instituído pela Lei 13.175 de 2004.

Os números se referem a casos de intoxicação por diversos agentes, como medicamentos, agrotóxicos, produtos veterinários, raticidas, produtos químicos industriais e de uso domiciliar, drogas de abuso, plantas tóxicas e envenenamentos por animais peçonhentos, já que o CIATox é um serviço de referência no Estado na área de Toxicologia, que iniciou suas atividades em maio de 1984.

O serviço é subordinado à Superintendência de Serviços Especializados e Regulação da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SUR/SES/SC), mantendo cooperação técnica e parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o HU-UFSC, onde está localizado.

O CIATox/SC mantém um serviço de plantão permanente para informações específicas em caráter de urgência na área de Toxicologia Clínica aos profissionais de saúde, principalmente médicos da rede hospitalar e ambulatorial e de caráter educativo e preventivo à população em geral. Os atendimentos são feitos através de ligação gratuita pelo número 0800 643 5252.
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Músicos fazem apresentação no HU para homenagear equipe de Enfermagem

12/05/2021 17:08

Dois músicos da Associação Coral Santíssima Trindade fizeram uma homenagem nesta quarta-feira, 12 de maio, para a equipe de Enfermagem do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), no hall principal do hospital. O convite para a apresentação foi feito pela Associação Amigos do Hospital Universitário (AAHU).

Foram apresentadas canções para o público que passava pelo local, marcando as festividades da Semana da Enfermagem. O maestro do coral Miguel Philippi e a cantora Gabriela Amarillo (ele na voz e violão, ela na voz) apresentaram as canções Laços, de Nando Reis e Ana Vilena; Stand by me, de John Lennon, e Bridge over troubled water, de Paul Simon. Os músicos se apresentaram de máscara e o público manteve distância.

Miguel  Philippi disse que o Coral está funcionando de forma remota e que esta parceria entre o HU e os músicos já foi realizada em outras ocasiões, mas desta vez foi necessário adaptar a apresentação às exigências criadas após a pandemia. Ele convida aos interessados em conhecer os trabalhos do Coral a visitarem o seu canal (Miguel Philippi) no YouTube.

Assista aqui.

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Eventos on-line e divulgação de manual integram a Semana da Enfermagem no HU/UFSC

11/05/2021 08:59

A 82ª Semana Brasileira de Enfermagem (SBEn) lançada pela Associação Brasileira de Enfermagem (Aben) será realizada no período de 12 a 20 de maio deste ano, com o tema central O trabalho em Enfermagem no contexto de crise. Este ano, o Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) e o Departamento de Enfermagem da UFSC terão programação integrada, denominando esta semana como Enfermagem: uma voz para liderar em um contexto de crise.

Entre as atividades desenvolvidas no HU estão previstos eventos on-line, divulgação de material científico e de procedimento técnico, além de relatos de experiência que serão apresentados pela equipe de Enfermagem e de Gestão relatando o enfrentamento da pandemia da Covid-19.

A programação começa no dia 11 de maio, às 10h, com o Painel de Abertura que contará com a participação da chefe da Divisão de Enfermagem do HU, Silvana Alves Benedet, e de professores do Departamento de Enfermagem da UFSC. Para o dia 12, das 9h às 11h, está prevista uma mesa redonda on-line, com o tema Enfermagem na linha de frente da gestão da pandemia no ambiente hospitalar, com as enfermeiras do HU/UFSC Graciele Trentin, chefe do Setor de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente, Lícia Brito Shiroma, chefe do Setor de Regulação e Avaliação em Saúde, Carina Martins Acosta, chefe da Unidade de Cuidados Intensivos e Semi-Intensivos Adulto, Ana Maria Martins Carlos, chefe do Setor de Urgência e Emergência e Silvana Alves Benedet, chefe da Divisão de Enfermagem do hospital.

No dia 20, das 14h às 16h, será a vez dos profissionais Enfermeiros Marcello Maciel, da Unidade de Clínica Médica 1 (Covid); Cristiane Coelho, do Setor de Urgência e Emergência, Carolina Campagnollo de Melo, do Ambulatório; e as Técnicas de Enfermagem Analice Silva Zacchi Netto, do Alojamento Conjunto e Izabel Fernanda Pauli, da Unidade de Cuidados Intensivos e Semi-Intensivos Adulto, que apresentarão suas experiências em mesa redonda com o tema: Relatos de experiência do trabalho de enfermagem no contexto da crise. Os eventos vão acontecer no Canal Enfermagem UFSC no YouTube.

Além dos eventos on-line, a Semana da Enfermagem será marcada por relatos de experiência que serão divulgados nos canais oficiais do HU, como o caso das Residentes de Enfermagem que atuam na linha de frente de combate à Covid, que falaram sobre os desafios e aprendizado adquirido no contexto da pandemia. Também será divulgada a experiência das equipes de Enfermagem do HU/UFSC com o uso de tecnologia para atendimento e consultas a distância.

Em relação às produções, será publicado o Manual de Normas e Rotinas da Unidade de Gestão de Enfermagem em Internação (UGEI) trabalho desenvolvido pela UGEI em conjunto com o Núcleo de Educação Permanente em Enfermagem (NEPEn), cujo objetivo é contribuir para organizar e padronizar a assistência nas Clínicas Médicas e Cirúrgicas.

Outra prática a ser divulgada será o trabalho desenvolvido pelas enfermeiras do Núcleo de Materiais de Assistência de Enfermagem (NUMAEn), que aprimorou a ferramenta utilizada para análise técnica de máscaras cirúrgicas, experiência que possibilitou restringir a aquisição de máscaras inadequadas para assistência, conferindo ao profissional a segurança no uso deste EPI.

Texto: Unidade de Comunicação Social – HU/UFSC

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Equipe especializada do Hospital Universitário atende pacientes com lúpus

10/05/2021 11:39

O dia 10 de maio é o Dia Mundial do Lúpus, data reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para conscientizar sobre os sintomas do Lúpus Eritematoso Sistêmico, uma doença autoimune crônica de origem multifatorial e difícil diagnóstico. A doença é diagnosticada e tratada por um reumatologista, acomete mais as mulheres e aparece principalmente entre 20 e 40 anos.

O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU – UFSC/Ebserh) tem equipe de especialistas que tratam a enfermidade, com base nas características de cada indivíduo. O atendimento é personalizado e o objetivo é melhorar a qualidade de vida do paciente, uma vez que não há cura. Para chegar aos profissionais do hospital, é preciso ser encaminhado pelo Sistema de Regulação (Sisreg), procurando inicialmente uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

Por ser um hospital terciário e concentrar casos graves, diversos pacientes de Santa Catarina são referenciados e acompanhados pela equipe do HU, que dispõe de reumatologistas que atuam no ambulatório para este atendimento especializado. A equipe manteve atendimento aos pacientes referenciados durante a pandemia, sendo que no hospital há um fluxo separado para pacientes, que são orientados a tomar todos os cuidados como uso de máscara e distanciamento.

A médica reumatologia Andressa Miozzo Soares, do HU – UFSC/Ebserh, explicou o que é uma doença autoimune: “No caso deste tipo de doença, há um ataque do próprio organismo do paciente direcionado a si mesmo. Os sintomas são muito amplos pois este ataque pode dirigir-se a praticamente qualquer órgão”.  Além da pele e das articulações, a doença pode atingir rins, fígado, cérebro, pulmão, entre outros, com sintomas específicos para cada uma destas áreas.

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Especialista do HU fala sobre cuidados nos encontros do Dia das Mães

07/05/2021 13:33

De todas as datas comemorativas, o Dia das Mães é um dos mais lembrados pelas famílias para reencontros, almoços em conjunto, reuniões familiares e abraços. Porém, no atual cenário é preciso tomar cuidados adicionais devido ao risco de contaminação pelo coronavírus, principalmente no caso de pessoas que não moram juntas. A enfermeira do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), Taise Klein, afirma que as pessoas terão de ser cautelosas e procurar formas de evitar a contaminação. “Encontros virtuais minimizam a saudade e a distância. No entanto, quando os encontros forem presenciais, a recomendação é que as pessoas sejam criativas, mantendo um ambiente seguro a todos”, afirma. 

Mesmo as pessoas que já receberam a vacina, como os idosos e profissionais de saúde, precisam manter os cuidados. “Há um prazo para que a pessoa esteja realmente imunizada, mesmo após a segunda dose da vacina. Além disso, a vacina não impede que a pessoa contraia o vírus, só reduz o risco de manifestar uma forma grave dessa doença. Assim, o risco de transmissão do vírus continua, e os cuidados precisam ser mantidos, afinal, pessoas vacinadas convivem com pessoas que ainda não foram vacinadas”, explica. 

Imagem de ivabalk por Pixabay

Conforme a especialista, a contaminação acontece na presença de pelo menos três elementos: o vírus, o meio de transmissão (contato físico, superfícies contaminadas) e a porta de entrada (que, no caso, pode ser a boca, o nariz ou os olhos). Por isso, as pessoas devem manter as mãos higienizadas e estimular as demais pessoas a fazerem o mesmo, quebrando essa cadeia. 

Em dias especiais como esse, quando as famílias se encontram, alguns cuidados adicionais minimizam o risco, como evitar o compartilhamento de copos ou outros utensílios domésticos, manter o uso de máscara inclusive no preparo das refeições, manter distanciamento de cerca de dois metros entre as pessoas e disponibilizar álcool em gel para que todos possam higienizar as mãos frequentemente. Pratos, talheres e copos não precisam ser descartáveis, mas não podem ser compartilhados. “Se possível, os encontros devem ser em ambientes ao ar livre ou em locais bem arejados, com janelas abertas”, sugere.  

Estas medidas são importantes para garantir a saúde de toda a família e das demais pessoas com quem os participantes convivem. “O melhor presente para as mães e para as famílias nos dias de hoje é o cuidado mútuo”, reforça a enfermeira.

Unidade de Comunicação do HU

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Higienização das mãos pode salvar vidas, alerta campanha divulgada pelo HU

05/05/2021 13:29

 

Vinte segundos que salvam vidas. Este é o recado dos profissionais do serviço de controle de infecção hospitalar para divulgar a campanha do Dia Mundial de Higienização das Mãos, comemorado em 5 de maio. Os vinte segundos se referem ao tempo mínimo que deve ser dedicado para friccionar as mãos usando o álcool em gel para a higienização das mãos, segundo estudos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No caso de lavar as mãos com água e sabão, estudos indicam que o tempo mínimo é de 30 a 40 segundos.

O objetivo do dia 5 de Maio é estimular os profissionais de saúde a desenvolver ações que reforcem a adesão à prática de higienizar as mãos como medida essencial para prevenção e controle de infecções, e ganha uma importância ainda maior no cenário da pandemia.

No Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) estas ações são desenvolvidas pelo Setor de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente, que desenvolve iniciativas permanentes sobre o tema. Nesta quarta-feira, uma equipe vai visitar os setores do hospital, e os próprios profissionais do setor vão se fantasiar de frasco de álcool e seringa, para chamar atenção do público. “Trata-se de um momento lúdico, no qual é passada a mensagem de forma objetiva e séria, pois a correta higienização das mãos é considerada um procedimento barato e efetivo para evitar a transmissão de doenças, como a Covid-19”, disse e enfermeira Taise Klein, do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), lembrando que, além das fantasias haverá distribuição de bisnagas de álcool que foram fornecidas pelo Setor de Farmácia Hospitalar do HU para a campanha.
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HU/UFSC tem atendimento ambulatorial e exames para pacientes asmáticos

04/05/2021 10:00

O Dia Mundial da Asma, lembrado na primeira terça-feira de maio, data criada com o objetivo de conscientizar sobre o controle da asma e prevenção de crises, ganha uma importância maior no cenário de pandemia da Covid-19, já que as infecções virais estão entre as causas frequentes. Por isso, pacientes asmáticos devem ficar em isolamento sempre que possível, especialmente os portadores de formas mais graves da doença.

No Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC), há atendimento ambulatorial e realização de exames para pacientes com asma. O serviço é realizado por uma equipe especializada e os pacientes chegam ao hospital após consulta na rede básica de saúde, ou seja, é preciso ser encaminhado via Serviço de Regulação (Sisreg).

A chefe do Serviço de Pneumologia do HU, a pneumologista Elaine Cristina Caon de Souza, disse que a campanha do Dia Mundial da Asma reforça a importância dos cuidados para estes pacientes. “Prevenção, vacinação e controle das crises são medidas fundamentais para esta população”, disse.
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Coral e Orquestra de Câmara da UFSC fazem homenagem especial para trabalhadores do HU

30/04/2021 08:57

O Coral e a Orquestra de Câmara da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) prepararam um presente de aniversário para o Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC), por ocasião do aniversário de 41 anos da instituição, comemorado neste mês de maio. Trata-se de um vídeo dirigido aos trabalhadores do HU e, por meio deles, a todos aqueles que estão trabalhando no combate à Covid-19.

Com regência de Miriam Moritz e música de Ivan Lins e Vitor Martins, o coral e a orquestra apresentam a música Novo tempo, com imagens da rotina de trabalhadores do HU. São cinco minutos e 34 segundos de uma mensagem que certamente vai manter o estímulo das equipes que enfrentam um dos maiores desafios de sua geração.

> Confira a íntegra do vídeo:

Texto: Unidade de Comunicação Social – HU/UFSC

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HU mantém atendimento a pacientes oncológicos e onco-hematológicos durante a pandemia

28/04/2021 13:17

Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, o atendimento a pacientes oncológicos e onco-hematológicos no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) não parou, de acordo com o chefe da Unidade de Hematologia e Oncologia da instituição, o enfermeiro Daniel Silveira da Silva.

“Os atendimentos continuaram, até pelo perfil dos pacientes, que não podem ter o tratamento paralisado. Houve alguns momentos em que fizemos redução nas agendas, buscando proteger o paciente para não vir ao hospital sem necessidade extrema de estar pessoalmente. Em alguns casos, as equipes fizeram atendimento telefônico, por exemplo. Mas nós seguimos atendendo todos os pacientes sem atrasar o tratamento, a menos que houvesse uma indicação (paciente com Covid, por exemplo)”, explicou.

Daniel reconhece que, no cenário da pandemia, no entanto, a situação não pode ser considerada normal para todos. “Houve momentos em que a equipe avaliou os riscos e benefícios de algumas condutas, como manter a quimioterapia em pacientes pós-Covid ou com Covid”, afirmou.

Para aumentar a segurança dos pacientes, o setor de quimioterapia passou a atender por um período em um prédio fora do hospital. “Passamos a atender em uma área externa para evitar que entrassem no hospital e isso demandou a revisão de alguns fluxos e uma reorganização do serviço. Mais recentemente, voltamos a atender dentro do ambulatório e, com este retorno, buscamos melhorias na estrutura física, reparos e revisão de fluxos para garantir a segurança do paciente”, disse.

O chefe da unidade relata alguns desafios que a equipe enfrentou e vem enfrentando, como a necessidade de garantir a testagem ágil dos pacientes no caso de suspeita de infecção por coronavírus e a sobrecarga de trabalho do setor de saúde devido à pandemia. Outro problema apontado pelo profissional foi de ordem afetiva, de grande importância para a equipe e para os pacientes atendidos no HU.

“Uma questão bem específica que temos de enfrentar é a falta de contato físico. Quando nossos pacientes terminam o tratamento, a equipe de enfermagem tem por hábito dar um abraço coletivo. Mas, durante a pandemia, este abraço não pode acontecer e é um problema, pois as questões afetivas e emocionais foram bastante afetadas”, descreveu.

Apesar da necessidade deste distanciamento físico, a equipe procura manter os pacientes com a autoestima elevada e participa de ações como a campanha Vá de Lenço, quando todos vêm trabalhar com lenços para homenagear os pacientes que passam a usar este adereço durante o tratamento. Também são mantidas todas as orientações para cuidados em casa, especialmente durante a pandemia.

Daniel disse que, além dos cuidados comuns a todas as pessoas, como manter o distanciamento social, higienizar as mãos e usar máscaras, os pacientes oncológicos e onco-hematológicos são orientados a tomar alguns cuidados específicos. “A gente orienta a cuidar da higienização dos alimentos para evitar uma infecção intestinal, por exemplo, a ingerir líquidos regularmente durante o período de tratamento, evitar exposição ao sol forte, usar protetor solar fator 30 pelo menos, manter atividades físicas, ter uma boa higiene oral para evitar inflamação da mucosa bucal”.

Ele explicou que os pacientes, em razão da doença de base e do tratamento, podem ficar mielosuprimidos, ou seja, com a imunidade mais baixa; portanto, têm um risco maior de infecções. A orientação destes cuidados extras é bastante importante, diz o enfermeiro, ressaltando que outro cuidado básico – o abraço – em breve vai estar de volta, fortalecendo a equipe e os pacientes.

 

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Especialista do HU-UFSC explica sequelas neurológicas em pacientes que tiveram Covid-19

22/04/2021 11:15

Neurologista explica sequelas neurológicas da Covid-19. Foto: HU/UFSC

Do total de pessoas que passam pela fase aguda da Covid-19, cerca de 36% têm algum problema neurológico, sendo que os principais são dor de cabeça, perda de olfato/paladar, alteração na consciência e tontura, segundo levantamento feito pelo neurologista do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), Luiz Paulo de Queiroz, que é responsável pelos ambulatórios de Cefaleia e Neurologia Geral do hospital. Conforme Queiroz, os problemas agudos são tratados durante a internação hospitalar do paciente com Covid-19, mas há casos de pacientes que apresentam estes sintomas mesmo após a alta e, nos casos em que estes problemas persistem após passado mais de um mês, são classificados como sequelas da doença, ou Síndrome Pós-Covid-19. Segundo ele, até 70% dos pacientes que tiveram casos graves sofrem com estes sintomas persistentes.

Os levantamentos realizados pelo médico foram apresentados em um evento científico virtual organizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia – Secção Santa Catarina, mostrando a visão de profissionais de várias áreas (um cardiologista, um pneumologista, um psiquiatra e um neurologista). O evento, fechado para especialistas, atraiu 167 participantes, número considerado significativo, expressando a dimensão do interesse da comunidade científica sobre o tema.

Luiz Paulo de Queiroz disse que as manifestações neurológicas nos casos de Síndrome Pós-Covid-19 ocorrem em 20% a 70% dos pacientes – sendo a faixa menor para os casos leves e a faixa maior para os casos graves. A queixa mais frequente apresentada pelos pacientes curados de Covid é a fadiga persistente, casos em que a pessoa relata dificuldade para realizar tarefas cotidianas, como levantar-se ou subir alguns degraus, por exemplo.

O médico explicou que os pacientes reclamam ainda de dor de cabeça (cefaleia), numa faixa de 38% dos casos em seis meses após a alta. Segundo ele, ocorrem casos de dores novas e persistentes ou aumento da sensação de dor no caso de cefaleias que o paciente já tinha (enxaqueca). Outros sintomas comuns de Síndrome Pós-Covid-19 são a perda do olfato e/ou paladar e o chamado “brain fog” ou embotamento mental, quando o paciente apresenta redução da memória, dificuldade de concentração, déficit de atenção e dificuldades na linguagem, por exemplo.

Queiroz explicou que os pacientes devem receber acompanhamento de equipes multidisciplinares após a alta. Casos identificados como problemas neurológicos são encaminhados para o ambulatório do HU. Há, ainda, pacientes que procuram o serviço de atenção básica à saúde e são encaminhados para acompanhamento e tratamento neurológico, se for o caso.

Unidade de Comunicação Social/Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago/HU-UFSC

 

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Setor de hemodiálise do HU oferece suporte a pacientes durante a pandemia

19/04/2021 10:23

A pandemia trouxe desafios inéditos para todas as áreas do setor de saúde, mas algumas atividades não puderam ser interrompidas e, para isso, equipe de funcionários, pacientes e até a estrutura física tiveram de passar por adaptações, garantindo a manutenção do serviço e a segurança de todos os envolvidos. É o caso do setor de hemodiálise, uma atividade que atende pacientes internados no HU em regime de 24 horas e pacientes externos, regulados, em horários fixos.

A chefe da Unidade do Sistema Urinário, Alzira Testoni, explicou que o setor teve de se ajustar rapidamente à nova realidade, criando áreas específicas para atender pacientes com Covid. “A equipe encarou o desafio, se organizou e conseguimos estruturar o serviço”, explicou Alzira, que é enfermeira especialista em Nefrologia.

Segundo ela, além do atendimento a pacientes internados e casos de emergência, o setor trabalha com 52 vagas para pacientes externos (que chegam pelo sistema de regulação), sendo que há usuários que estão há 14 anos sendo atendidos no HU. “A equipe tem uma profunda ligação com os pacientes, pois estamos permanentemente em contato”, disse a chefe, ressaltando que os pacientes são atendidos pela equipe multiprofissional e pelos 20 profissionais fixos do setor.

Este envolvimento se reflete em ações que são realizadas todo o ano, buscando ajudar os pacientes a enfrentar tanto a rotina do tratamento, que costuma ser longo, quanto situações específicas, como as dificuldades advindas com a pandemia.

“O paciente não pode ficar em casa, pois precisa continuar o tratamento; muitos dependem do transporte público e têm a imunidade baixa. Por isso, orientamos a redobrar os cuidados com distanciamento social, higienização e damos informações sobre nutrição, cuidados pessoais e outros detalhes, sempre com a participação da equipe multiprofissional”, explicou.

Outro fator que afeta os pacientes é a questão social. “Alguns pacientes são trabalhadores informais e, com a pandemia, estas famílias ficaram ainda mais fragilizadas. A equipe se mobiliza sempre que possível, em parceria com o Serviço Social do HU, para ajudar estas pessoas”, disse.

“Estas atividades ganharam um peso extra na pandemia, mas a solidariedade e o envolvimento da equipe com os pacientes são permanentes aqui no nosso setor. Comemorações de aniversário, Páscoa, Natal e outros já fazem parte do nosso calendário anual e isso ajuda os pacientes a enfrentarem as dificuldades, fortalece e dá ânimo para a própria equipe”, avaliou a chefe.

 

Unidade de Comunicação Social do HU

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Especialista do HU/UFSC ressalta importância da conscientização sobre o autismo

16/04/2021 08:48

O mês de abril é conhecido como o mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), com uma série de atividades realizadas em todo o mundo para reforçar a necessidade de dar visibilidade ao tema. Assim, o Abril Azul é marcado em várias instituições com palestras, entrevistas, debates e divulgação de informação sobre o autismo.

O psiquiatra da infância e adolescência do HU/UFSC, Jairo Vinícius Pinto, foi integrado à equipe do hospital em abril. Foto: Sinval Paulino

O psiquiatra da infância e adolescência do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC), Jairo Vinícius Pinto, que foi integrado à equipe do hospital em abril deste ano, explicou que o transtorno geralmente é identificado durante a puericultura. “O pediatra avalia se há algum atraso na linguagem ou em outros marcos do desenvolvimento”, disse o especialista, ressaltando que todo tratamento deve ser iniciado na Atenção Primária à Saúde e seguir para futuros encaminhamentos.

Outro ponto de partida para a identificação do TEA é a própria família, que pode notar comportamentos atípicos. “A criança não troca olhares, não compartilha ou parece não brincar com os pais, por exemplo. Isso se dá até os 18 ou 24 meses e as famílias costumam perceber que há algo diferente”, explicou, detalhando que, em alguns casos, porém, os comportamentos podem ter outras causas, por isso é preciso a avaliação de um profissional para o diagnóstico.
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Equipes de Enfermagem do HU-UFSC garantem atendimento por telemedicina a pacientes

14/04/2021 15:47

As equipes de Enfermagem do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) adotaram o sistema de telemedicina em algumas áreas para garantir o atendimento durante a pandemia, com foco na segurança do paciente e na necessidade de reduzir o fluxo de pessoas nas instituições de saúde. O sistema foi adotado conforme regulamentação do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), com base na Resolução 634/2020.

A primeira teleconsulta da equipe de Enfermagem do HU foi realizada em dezembro do ano passado, com a equipe do Grupo de Enfermagem em Diabetes. Os pacientes que foram atendidos no hospital e necessitavam de atendimento da Enfermagem receberam orientações sobre autocuidado e encaminhamentos para contrarreferência. Todos os profissionais passaram por capacitação para fazer o atendimento virtual.

Uma outra iniciativa neste sentido no HU foi adotada pela equipe da Central de Incentivo ao Aleitamento Materno. Com a pandemia, as enfermeiras passaram a atender mães que tiveram alta de forma remota, dando orientações e respondendo dúvidas em contatos periódicos. O trabalho atingiu um índice de 92% de satisfação, segundo levantamento entre as pessoas envolvidas.
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Estrutura e equipe especializada do HU garantem atendimento à mulher em casos complexos

12/04/2021 14:10

Ginecologista e professor, Luiz Fernando Sommacal faz parte do grupo de acretismo placentário no HU-UFSC. Foto: divulgação

Embora seja uma condição relativamente rara, o acretismo placentário é uma situação de alto risco para a mulher e está relacionado à maior necessidade de terapêutica transfusional, a complicações durante a cesárea e à infecção. Por isso, mulheres com a placenta acreta precisam de um tratamento especializado e uma equipe treinada para cirurgia.

O ginecologista e professor Luiz Fernando Sommacal, que faz parte do grupo de acretismo placentário no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), juntamente com os médicos Rodrigo Baron e Otto Feuerschuette, explicou que a placenta acreta caracteriza uma patologia na qual a placenta se adere à musculatura uterina e, em alguns casos, ultrapassa o limite natural desta musculatura, invadindo a bexiga ou o reto.

Segundo ele, normalmente os fatores de risco para a placenta acreta são incisão uterina anterior (uma cesárea, por exemplo), história materna de tabagismo, idade materna avançada, multiparidade e gestação gemelar. O sintoma mais predominante é o sangramento. “Trata-se de um sangramento que não se associa a esforço, trauma, dor e hipertensão, por exemplo”, afirmou.
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HU/UFSC reduz consumo de água em 41% sem afetar atividades e gera economia anual de R$ 1,2 milhão

09/04/2021 10:36

O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) reduziu em 41% o consumo de água no ano passado, em relação a 2019, após uma série de medidas adotadas pelo Setor de Infraestrutura Física (SIF) da instituição. Esta queda, que representa uma economia de R$ 1,2 milhão por ano, se manteve em 2021, de acordo com os técnicos do setor.

A engenheira Pauline Schnel e o técnico Tiago Gualberto participaram dos levantamentos para identificar e reduzir o consumo de água no HU

As medidas se deram na área técnica e de manutenção, portanto não houve alterações no resultado de nenhuma atividade que faz uso de água, segundo explicou a engenheira civil Pauline Kammers Schnel, que é a fiscal do contrato com a concessionária de água no HU.

Na prática, com a ação da equipe de Infraestrutura, a média mensal de consumo caiu de 11,5 milhões para 6,8 milhões de litros de água na conta mensal. Para se ter uma ideia, este volume corresponde ao consumo mensal de 470 famílias compostas por quatro pessoas. Financeiramente falando, a conta mensal de água do HU, que antes era de R$ 230 mil, passou à faixa de R$ 125 mil.

Pauline Schnel explicou que entre as medidas adotadas está um verdadeiro trabalho de detetive da equipe, que passou pela detecção de pontos de vazamento, substituição de uma tubulação de água que ficava embaixo da cozinha, conserto de vazamento em tubulações de água quente ao lado da caldeira, conserto de tubulação de água fria nas proximidades do prédio do grêmio, mapeamento dos registros de água nas unidades, instalação de novos medidores e realização de um projeto piloto de instalação de redutores de vazão nas torneiras e chuveiros de alguns locais, entre outras atividades.
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