Medalha do Mérito Cultural Cruz e Sousa é entregue para atriz e diretora de teatro da UFSC

26/11/2018 09:30

Uma noite especial para a cultura Catarinense. A Medalha Cruz e Sousa – maior honraria da área cultural em Santa Catarina, concedida pelo governador – foi entregue neste sábado, 24 de novembro, no Auditório do Centro de Artes da Udesc. A Medalha do Mérito Cultural Cruz e Sousa é um prêmio simbólico, entregue a autores de obras literárias, artísticas, educacionais ou científicas relativas ao Estado de Santa Catarina e reconhecidas pela sociedade, ou a quem tenha contribuído por outros meios e de modo eficaz para o enriquecimento ou a defesa do patrimônio artístico e cultural do Estado.

Carmen Fossari recebe homenagem. Foto: Assessoria de Imprensa do Governo de SC.

A sociedade se manifesta sugerindo nomes de pessoas ou entidades que foram analisadas pelo Conselho Estadual de Cultura. Dentre os nomes sugeridos, os conselheiros indicaram as oito personalidades de renome da área cultural e artística.

Entre os homenageados estava Carmen Fossari, profissional de Teatro do Departamento Artístico Cultural (DAC)/SeCArte da UFSC, onde é coordenadora e ministrante da Oficina Permanente de Teatro, fundadora e diretora do Grupo Pesquisa Teatro Novo, além de coordenar outros projetos culturais.

O Secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Tufi Michreff Neto participou do evento representando o Goverador, Eduardo Pinho Moreira. Para Michreff esta Medalha representa a diversidade cultural existente no nosso Estado: “Os homenageados são personalidades que contribuem, tem contribuído e vão continuar contribuindo com a cultura catarinense. Eles ​expressam essa diversidade que muito nos orgulha, com propostas de saberes e de manifestações culturais mostrando o que realmente somos”.

Tags: Carmen FossariMedalha Cruz e SousateatroUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Café Arte na Serra desta terça-feira apresenta a peça ‘Cenas da Ilha’

25/11/2013 15:44

A Secretaria de Cultura (SeCult) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove o Café Arte na Serra, nesta terça-feira, 26 de novembro, com a apresentação teatral  “Cenas da Ilha: Teatro de Rua”, às 12h30min, no hall do prédio central do campus de Curitibanos.

Cenas da Ilha: Teatro de Rua – apresentação teatral baseada em contos de escritores catarinenses, adaptados por Carmen Fossari ao gênero teatro de rua. Espira um ar muito ilhéu:  particular – mas também universal.
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Tags: 'Café Arte na SerraCampus de CuritibanosCarmen FossariSecultUFSC

Lançamento: Lua, Palavra Nua

01/08/2012 15:13

Será lançado no dia 10 de agosto, às 17h, na 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o livro de poesias Lua, Palavra Nua, de Carmen Fossari.  A obra tem prefácio do dramaturgo, músico e historiador Romário José Borelli.

Com sólida carreira na área teatral e dramatúrgica, a poesia de Carmen Fossari impressa é recente. Heresia, seu primeiro livro de poesias, foi lançado em 2011. Na internet, desde 2007seus poemas foram publicados no México, Argentina, Chile, Portugal, França, Bolívia e Espanha.

Lotada no Departamento Artístico Cultural da UFSC, Carmen Fossari dirigiu, produziu e algumas vezes atuou como atriz em mais de70 espetáculos, levando seu teatro junto ao Grupo Pesquisa Teatro Novo por quase todo o Brasil e ainda pelo Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Porto Rico, México e Açores, Portugal.

“O palco e a poesia a contaminaram num tempo em profundas revelações sobre o ser humano Brecht, Boal, Guarnieri, Lindolf Bell, Claudel”, escreve Romário Borelli no prefácio.

Durante o lançamento, o ator Bruno Leite e as atrizes Mariana Lapolli e Ivana  Fossari irão ocupar o palco inserido no espaço da Editora  para lerem poemas de Lua, Palavra Nua. A coordenação do lançamento é  de Luiza Moreira.

Mais informações: / (48) 9971-7066

Serviço:
O quê: lançamento do livro Lua , Palavra Nua
Quando: 10 de agosto, 17h
Onde: 22ª Bienal  do Internacional do Livro de São Paulo
Quanto: gratuito

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Abertas inscrições para Oficina Permanente de Teatro do DAC

28/03/2012 17:19

Ensaio de Verbais: Ninho de Palavras, uma das montagens da OPT

A Oficina Permanente de Teatro (OPT), do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC, realiza seleção de candidatos adultos nesta quinta-feira, 29/3, às 20h. Os interessados (alunos novos e antigos) em participar da oficina devem comparecer para entrevista nesse dia e horário no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Após ser confirmado pela coordenação, o candidato deverá pagar taxa de inscrição semestral de R$ 50,00. Não haverá mensalidade.

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Carmen Fossari lança livro de poesias nesta sexta-feira

04/07/2011 17:12

Depois de mais de 30 anos de dramaturgia, foi paradoxalmente a Internet que em doses homeopáticas motivou a publicação dos poemas que Carmen Fossari, diretora do Teatro da UFSC, reúne agora em seu primeiro livro de poesia. Atriz e dramaturga, Carmen começou a escrever em seus próprios blogs. À medida que recebia incentivo e retorno dos leitores, passou a publicar poemas em outros blogs e em outros meios eletrônicos no Brasil e no exterior. Dessa forma fluida e dialogada foi dando pequenas asas para que as palavras em versos livres ganhassem a edição de Heresia, livro que ela lança na sexta-feira, 8 de julho, às 19 horas na Livraria Saraiva Mega Store do Shopping Iguatemi.

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Tags: Carmen FossariHeresialançamento livro

Nova temporada de “Ascensão e queda da cidade de Mahagonny” no Teatro da UFSC

30/03/2011 11:28

Dias 2, 3, 8, 9, 10 e 15, 16,17 de abril, sempre às 21h, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Gratuito e aberto à comunidade. É preciso retirar os convites no DAC, às quintas e sextas-feiras, das 14h às 18h, ou na bilheteria do Teatro, meia hora antes do espetáculo (sujeito à disponibilidade de lugares).
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Tags: Carmen FossariMahagonnyTeatro da UFSC

Ascensão e queda da cidade de Mahagonny de 4 a 6 de dezembro no Teatro da UFSC

02/12/2010 15:10

Peça Ascensão e queda da cidade de Mahagonny

Ascensão e queda da cidade de Mahagonny, peça adaptada da obra do dramaturgo Bertolt Brecht, com direção de Carmen Fossari, será exibida no Teatro da UFSC, de 4 a 6 de  dezembro, às 21h, com entrada gratuita. O público deve chegar 30 minutos antes do início do espetáculo.

Brecht é um dramaturgo cuja visceralidade contribui na formação dos estudantes de Teatro, atores e atrizes novatos, na formação de plateias e aos atores e públicos que já percorrem o universo teatral. Portanto, é sempre salutar estarmos diante de um texto de Brecht.

Este que agora encenamos, Ascensão e queda da cidade de Mahagonny  que bem poderia na nossa montagem ser denominado O que Florianópolis tem a ver com  MAHAGONNY, é um texto da obra DIDÁTICA de Brecht da metade do século XX . A obra teatral do dramaturgo revolucionava e chocava o público teatral, acostumado a um teatro “bem comportado”. Na montagem original de Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny aquele público encontrava uma a cena de aparentes insultos, atrevimento, com recursos didáticos, repleta de cartazes, e reveladora de como as cidades, dentro do sistema capitalista são “uma arapuca”.

Mahagonny onde tudo é permitido

Brecht coloca seus personagens construindo uma cidade onde tudo é permitido desde que se tenha muito ouro. O preço de não ter ouro é a impossibilidade de sobreviver na cidade de Mahagonny! Com composições de Kurt Weill o texto original é uma obra de Teatro Musical, na nossa encenação trata-se de uma obra de caráter não musical, embora mantida a belíssima composição tema da peça.

Optamos em ambientar o espetáculo ao universo do cinema mudo, inserindo imagens e áudio visual resgatando os anos 30 e 40. Esta opção realiza, em parte, um utópico sonho da diretora e adaptadora do texto, de ter visto um dia Sir Charles Chaplin e Bertolt Brecht sentados numa mesa de bar conversando sobre suas obras: o filme Tempos Modernos e a Peça Na Selva das Cidades.

Assim que foram inseridos na encenação uma personagem, o Narrador Brecht que entra em cena “costurando a dramaturgia” e outra, uma personagem que adentra na cena acompanhando Bert Brecht, sem, contudo dialogar com ele, realiza pantomimas clássicas do Carlitos. A esta segunda personagem chamamos “Chaplita”. Na peça ao inserimos a fusão de linguagens teatro e audiovisual (imagens e pequenos vídeos do cinema mudo) tentamos nos aproximar do sempre moderno Brecht, adequando as quase sete décadas do texto escrito à montagem atual.

Brecht e sua dramaturgia e enunciados estão “vivos” em suas ideias ainda tão necessárias num mundo dividido em classes sociais, ricos e pobres, cultos e analfabetos, os que tudo podem e os que nada têm. Um espetáculo que lança um olhar poético e mordaz sobre o nascimento e queda de uma cidade, movida pelo ouro. A peça conta com do Curso de Artes Cênicas do CCE, através de uma disciplina optativa Montagem, com da Oficina Permanente de Teatro, DAC- SeCArte.

Produção Pesquisa Teatro Novo – DAC-UFSC (Carmen Fossari)

Elenco

Alexandre Borges – Joseph

Ana Paula Lemos – Jenny

Douglas Maçaneiro – Um tal Bert Brecht

Eduardo Stahelin – Coro Masculino

Giovana Ursini – Maysa Trindade

Iris Karapostolis – Cantora

Jacque Kremer – Leokadja Begbick

Kátia Maczewski –  Procuradora

Laura Gill Petta – Coro Feminino

Letícia Costa – Coro Feminino

Luis Tinoco – Jackob

Márcia Cattoi – Coro Feminino

Mel  Rezende – Coro Feminino

Neivania Theodoro – Coro Feminino

Neusa Borges – Coro Feminino

Priscila de Souza Serafim – Chaplita

Roberto Moura – Heidrich

Robson Walkowski – Paul

(Alguns nomes foram trocados para nomes similares em Português. O Procurador e Willy são interpretados por mulheres e transformados em personagens femininos. Chaplita e Bert Brecht são criações para a dramaturgia desta encenação.)

Técnica
Figurino: O Grupo
Cenário: O Grupo
Operador de Som: Nei Perin
Cartaz: Márcia Cattoi
Fotolito: Michelle Millis
Impressão: Imprensa Universitária
Operador de Áudio Visual: Ivana Fossari
Sonoplastia: Calu
Mixagem Som: Sérgio Bessa
Preparação de Canto: Ive Luna
Fotografia: Marcelo Pereira e Calu
Iluminação, Direção Geral: Carmen Fossari

Promoção: Departamento Artístico Cultural (DAC)

Apoio SeCArte – UFSC 50 ANOS
Informações: DAC (48) 3721-9348, das 14h às 18h
www.dac.ufsc.br
www.carmenfossari-armazemdapalavra.blogspot.com

Tags: BrechtCarmen FossariMahagonnyteatroUFSC

Ascensão e queda da cidade de Mahagonny de 4 a 6 de dezembro no Teatro da UFSC

25/11/2010 11:22

Peça Ascensão e queda da cidade de Mahagonny

Ascensão e queda da cidade de Mahagonny, peça adaptada da obra do dramaturgo  Bertolt Brecht, com direção de Carmen Fossari, será exibida no Teatro da UFSC,  de 4 a 6 de  dezembro, às 21h, com entrada  liberada e gratuita.  O público deve chegar 30 minutos antes.

Brecht é  um dramaturgo cuja visceralidade contribui na formação dos estudantes de Teatro, atores e atrizes novatos , na formação de plateias e  aos atores e públicos que já percorrem o universo teatral. Portanto, é sempre salutar estarmos diante de um texto de Brecht.

Este que agora encenamos, Ascensão e queda da cidade de Mahagonny  que bem poderia na nossa montagem ser denominado O que Florianópolis tem a ver com  MAHAGONY, é um texto da obra DIDÁTICA de Brecht da metade do século XX . A obra teatral do dramaturgo revolucionava e chocava o público teatral , acostumado a um teatro “bem comportado” . Na montagem original de Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny aquele público encontrava uma a cena de aparentes insultos, atrevimento , com recursos didáticos, repleta de cartazes, e reveladora de como as cidades, dentro do sistema capítalista são “uma arapuca”.

Mahagonny onde tudo é permitido

Brecht coloca seus personagens construindo uma cidade onde tudo é permitido desde que se tenha muito ouro. O preço de não ter ouro é a impossibilidade de sobreviver na cidade de Mahagonny! Com composições de Kurt Weill o texto original é uma obra de Teatro Musical, na nossa encenação trata-se de uma obra de caráter não musical, embora mantida a belíssima composição tema da peça.

Optamos em ambientar o espetáculo ao universo do cinema mudo, inserindo imagens e áudio visual resgatando os anos 30 e 40. Esta opção realiza, em parte, um utópico sonho da diretora e adaptadora do texto, de ter visto um dia Sir Charles Chaplin e Bertolt Brecht sentados numa mesa de bar conversando sobre suas obras: o filme Tempos Modernos e a Peça Na Selva das Cidades.

Assim que foram inseridos na encenação uma personagem, o Narrador Brecht que entra em cena “costurando a dramaturgia” e outra, uma personagem que adentra na cena acompanhando Bert Brecht, sem, contudo dialogar com ele, realiza pantomimas clássicas do Carlitos. A esta segunda personagem  chamamos “Chaplita”. Na peça ao inserimos a fusão de linguagens teatro e audiovisual (imagens e pequenos vídeos do cinema mudo) tentamos nos aproximar do sempre moderno Brecht, adequando as quase sete décadas do texto escrito à montagem atual.

Brecht e sua dramaturgia e enunciados estão “vivos” em suas ideias ainda tão necessárias num mundo dividido em classes sociais, ricos e pobres, cultos e analfabetos, os que tudo podem e os que nada têm. Um espetáculo que lança  um olhar poético e mordaz sobre o nascimento e queda de uma cidade, movida pelo ouro. A peça conta com do Curso de Artes Cênicas do CCE, através de uma disciplina optativa Montagem, com da Oficina Permanente de Teatro, DAC- SeCArte.

Produção Pesquisa Teatro Novo –DAC-UFSC ( Carmen Fossari)

Elenco

Alexandre Borges – Joseph

Ana Paula Lemos Jenny

Douglas Maçaneiro – Um tal Bert Brecht

Eduardo Stahelin – Coro Masculino

Giovana Ursini – Maysa Trindade

Iris Karapostolis – Cantora

Jacque Kremer – Leokadja Begbick

Kátia Maczewski-  Procuradora

Laura Gill Petta –Coro Feminino

Letícia Costa- Coro Femino

Luis Tinoco- Jackob

Márcia Cattoi- Coro Femino

Mel  Rezende- Coro Femino

Neivania Theodoro- Coro Femino

Neusa Borges- Coro Femino

Priscila de Souza Serafim- Chaplita

Roberto Moura – Heidrich

Robson Walkowski- Paul

Peça Ascensão e queda da cidade de Mahagonny

(* Alguns nomes foram trocados para nomes similares em Português. O Procurador e Willy, são nesta encenação, interpretados por mulheres e transformados em personagens femininos. Chaplita e Bert Brecht,  são criações para a dramaturgia desta encenação. C.F.)

Técnica
Figurino: O Grupo
Cenário: O Grupo
Operador de Som: Nei Perin
Cartaz: Márcia Cattoi
Fotolito: Michelle Millis
Impressão: Imprensa Universitária
Operador de Audio Visual: Ivana Fossari
Sonoplastia:  Calu
Mixagem Som : Sérgio Bessa
Preparação de Canto: Ive Luna
Fotografia : Marcelo Pereira e Calu
Iluminação , Direção Geral : Carmen Fossari

Promoção: Departamento Artístico Cultural (DAC)

Apoio SeCArte- UFSC 50 ANOS.
Informações: DAC (48) 3721-9348, das 14h às 18h
www.dac.ufsc.br
www.carmenfossari-armazemdapalavra.blogspot.com

Tags: Carmen Fossaripeça mahagonnyTeatro UFSC