Mahagonny volta ao Teatro da UFSC e tem Sessão Maldita do Festival Isnard Azevedo

13/10/2011 16:34

“Ascensão e queda da cidade de Mahagonny”, peça adaptada da obra do dramaturgo Bertolt Brecht, com direção de Carmen Fossari, volta ao Teatro da UFSC nos dias 13, 14, 15 e 16 de outubro. As apresentações dos dias 13 e 14, na Sessão Maldita, fazem parte da programação do 18º Floripa Teatro – Festival Isnard Azevedo.

A entrada é gratuita, e para os dias 13 e 14 basta o público chegar um pouco antes da hora do espetáculo, quando serão distribuídos os ingressos. Para os dias 15 e 16, os ingressos poderão ser retirados na bilheteria do Teatro a partir de 30 minutos antes da sessão, ou então retirados com antecedência na Secretaria do DAC, na quinta e na sexta-feira, das 9 hàs 13 horas e das 14h às 18 horas.

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Nova temporada de “Ascensão e queda da cidade de Mahagonny” no Teatro da UFSC

30/03/2011 11:28

Dias 2, 3, 8, 9, 10 e 15, 16,17 de abril, sempre às 21h, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Gratuito e aberto à comunidade. É preciso retirar os convites no DAC, às quintas e sextas-feiras, das 14h às 18h, ou na bilheteria do Teatro, meia hora antes do espetáculo (sujeito à disponibilidade de lugares).
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Ascensão e queda da cidade de Mahagonny de 4 a 6 de dezembro no Teatro da UFSC

02/12/2010 15:10

Peça Ascensão e queda da cidade de Mahagonny

Ascensão e queda da cidade de Mahagonny, peça adaptada da obra do dramaturgo Bertolt Brecht, com direção de Carmen Fossari, será exibida no Teatro da UFSC, de 4 a 6 de  dezembro, às 21h, com entrada gratuita. O público deve chegar 30 minutos antes do início do espetáculo.

Brecht é um dramaturgo cuja visceralidade contribui na formação dos estudantes de Teatro, atores e atrizes novatos, na formação de plateias e aos atores e públicos que já percorrem o universo teatral. Portanto, é sempre salutar estarmos diante de um texto de Brecht.

Este que agora encenamos, Ascensão e queda da cidade de Mahagonny  que bem poderia na nossa montagem ser denominado O que Florianópolis tem a ver com  MAHAGONNY, é um texto da obra DIDÁTICA de Brecht da metade do século XX . A obra teatral do dramaturgo revolucionava e chocava o público teatral, acostumado a um teatro “bem comportado”. Na montagem original de Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny aquele público encontrava uma a cena de aparentes insultos, atrevimento, com recursos didáticos, repleta de cartazes, e reveladora de como as cidades, dentro do sistema capitalista são “uma arapuca”.

Mahagonny onde tudo é permitido

Brecht coloca seus personagens construindo uma cidade onde tudo é permitido desde que se tenha muito ouro. O preço de não ter ouro é a impossibilidade de sobreviver na cidade de Mahagonny! Com composições de Kurt Weill o texto original é uma obra de Teatro Musical, na nossa encenação trata-se de uma obra de caráter não musical, embora mantida a belíssima composição tema da peça.

Optamos em ambientar o espetáculo ao universo do cinema mudo, inserindo imagens e áudio visual resgatando os anos 30 e 40. Esta opção realiza, em parte, um utópico sonho da diretora e adaptadora do texto, de ter visto um dia Sir Charles Chaplin e Bertolt Brecht sentados numa mesa de bar conversando sobre suas obras: o filme Tempos Modernos e a Peça Na Selva das Cidades.

Assim que foram inseridos na encenação uma personagem, o Narrador Brecht que entra em cena “costurando a dramaturgia” e outra, uma personagem que adentra na cena acompanhando Bert Brecht, sem, contudo dialogar com ele, realiza pantomimas clássicas do Carlitos. A esta segunda personagem chamamos “Chaplita”. Na peça ao inserimos a fusão de linguagens teatro e audiovisual (imagens e pequenos vídeos do cinema mudo) tentamos nos aproximar do sempre moderno Brecht, adequando as quase sete décadas do texto escrito à montagem atual.

Brecht e sua dramaturgia e enunciados estão “vivos” em suas ideias ainda tão necessárias num mundo dividido em classes sociais, ricos e pobres, cultos e analfabetos, os que tudo podem e os que nada têm. Um espetáculo que lança um olhar poético e mordaz sobre o nascimento e queda de uma cidade, movida pelo ouro. A peça conta com do Curso de Artes Cênicas do CCE, através de uma disciplina optativa Montagem, com da Oficina Permanente de Teatro, DAC- SeCArte.

Produção Pesquisa Teatro Novo – DAC-UFSC (Carmen Fossari)

Elenco

Alexandre Borges – Joseph

Ana Paula Lemos – Jenny

Douglas Maçaneiro – Um tal Bert Brecht

Eduardo Stahelin – Coro Masculino

Giovana Ursini – Maysa Trindade

Iris Karapostolis – Cantora

Jacque Kremer – Leokadja Begbick

Kátia Maczewski –  Procuradora

Laura Gill Petta – Coro Feminino

Letícia Costa – Coro Feminino

Luis Tinoco – Jackob

Márcia Cattoi – Coro Feminino

Mel  Rezende – Coro Feminino

Neivania Theodoro – Coro Feminino

Neusa Borges – Coro Feminino

Priscila de Souza Serafim – Chaplita

Roberto Moura – Heidrich

Robson Walkowski – Paul

(Alguns nomes foram trocados para nomes similares em Português. O Procurador e Willy são interpretados por mulheres e transformados em personagens femininos. Chaplita e Bert Brecht são criações para a dramaturgia desta encenação.)

Técnica
Figurino: O Grupo
Cenário: O Grupo
Operador de Som: Nei Perin
Cartaz: Márcia Cattoi
Fotolito: Michelle Millis
Impressão: Imprensa Universitária
Operador de Áudio Visual: Ivana Fossari
Sonoplastia: Calu
Mixagem Som: Sérgio Bessa
Preparação de Canto: Ive Luna
Fotografia: Marcelo Pereira e Calu
Iluminação, Direção Geral: Carmen Fossari

Promoção: Departamento Artístico Cultural (DAC)

Apoio SeCArte – UFSC 50 ANOS
Informações: DAC (48) 3721-9348, das 14h às 18h
www.dac.ufsc.br
www.carmenfossari-armazemdapalavra.blogspot.com

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