Chega às bancas Ecos no Porão, obra maior de Silveira de Souza

18/03/2011 19:03
Florianópolis é o cenário para uma legião de homenzinhos fazendo cooper com calções esdrúxulos, tristes velhos pederastas, velhinhos trovadores, desempregados, avozinhas, solteironas, aposentados, enfim, habitantes da vizinhança da Ilha onde pulsa um coração decrépito, murchando para a vida, que pode ser acordado de súbito por um pequeno incidente, a fuga de um canário ou uma rajada de vento. Mas Florianópolis não é mero pretexto para o quase octogenário escritor Silveira de Souza descrever o local onde nasceu e viveu. Mais do que isso, a Ilha é o “mundinho” onde se constituem essas “figurinhas ridículas” e apaixonantes do grotesco que vão ganhar dramaticidade e lirismo em Ecos no Porão, o segundo volume da antologia de contos de Silveira, que a Secretaria de Cultura e Arte e a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina lançam na próxima terça-feira, dia 22 de março, às 10 horas, com a presença do autor, durante a Feira de Livros da UFSC e Liga das Editoras Universitárias, na Praça da Cidadania.

Esses habitantes ao mesmo tempo ordinários e excêntricos dos porões da ficção de Silveira, que podem estar no café, na Beira-Mar, na Praça XV, no Calçadão ou em quarto de hotel, carregam um traço em comum: todos experimentam o vazio da existência. Mas ao longo das 137 páginas são surpreendidos no automatismo banal do seu dia a dia urbano por sutis acontecimentos que anunciam possibilidades de passarem do mundinho para o “mundão” e conhecerem uma dimensão mais sublime da vida. E o que produz o acesso ao mundão? Uma sinfonia de Bethoven, um sonho ou um pesadelo, uma emoção inesperada, uma cena da memória, um abalroamento de carro, enfim, interferências mais ou menos perceptíveis que alteram o estado de coisas e, como em um poema hai kai, sugerem uma revelação.

Nem sempre os seres da Ilha percebem essas epifanias cujo deslinde o autor deixa a cargo da perspicácia e prazer do leitor, como anota bem o editor da obra, Sérgio Medeiros Vieira. “Em geral essas mudanças provocam os personagens momentaneamente, levando-os para a absoluta estranheza, mas não chegam a arrancá-los em definitivo do seu mundinho”, diz o diretor da Editora, que chama atenção para a delicadeza e a sofisticação da obra. É como se as possibilidades de sair do vazio estivessem por toda parte, mas os habitantes não se dispusessem a enxergá-las.

A exemplo do primeiro volume, Ecos no Porão II traz na capa a ilustração de um grande artista plástico catarinense, neste caso uma instalação de Fernando Lindote. Em papel pólen, a obra reúne três seleções do próprio autor dos livros Canário de assobio (1985), Relatos escolhidos (1988), Contas de vidro (2002) e ainda cinco contos inéditos, entre eles a narrativa metalinguística “Ecos no porão”, que dá nome à obra e traduz uma metáfora de Silveira para as deformações estilísticas da leitura dos escritores clássicos que inundam seu imaginário desde os dez anos de idade. Vendidas com desconto de 50% durante a Feira EdUFSC/LEU (R$ 15,00), que se estende até o dia 8 de abril, na Praça da Cidadania, os dois volumes apresentam-se, assim, no crivo do escritor e do editor, como o melhor da safra de Silveira.

Os personagens velhos passeiam por grande parte dos contos, mas assumem uma expressividade absoluta em “Vidraças partidas”, onde a decrepitude ganha um lirismo refinado na tentativa de sublimar o vazio através do amor sexual por um jovem. Todavia, em “O olho de Deus”, uma carta assinada aos efebos por mais um velho – funcionário público – aturdido pelo vazio, Silveira alcança um domínio da linguagem que fica à altura da ironia de Franz Kafka no conto “Convenção à Academia”.

Volta e meia Paulo, uma espécie de superego do autor passeia pelas narrativas. Ele mesmo um senhor de baixa estatura e calvo, e conversa franca e elevada, como o homenzinho de “olhinhos afiados” e “face rechonchuda” do conto “He, He, He, He!”, da coletânea Contas de vidro. Como se acometido de uma inspiração sublime, o baixote interrompe a reunião de engravatados executivos encafifados com o planejamento publicitário da empresa para contar um episódio bizarrísimo envolvendo os índios e índias tupinambás e Jean de Léry, missionário francês que narrou sua visita ao país por volta de 1557 na obra Le voyage au Brésil. Em seu relato aparentemente nonsense, o homenzinho exalta “um canto sublime, de extraordinária beleza”, que se produz inicialmente de um murmurante “he, he, he” entre os varões da tribo e contagia o coro das mulheres até assumir a proporção de um canto catártico. O personagem é calado pela perplexidade desdenhosa dos executivos, que retomam sua reunião sem se dar conta do caráter revelador da intempestiva história.

E assim, com sua habilidade inigualável com a língua, uma boa dose de humor e ironia e um olhar lírico para o grotesco, Silveira parece rir-se baixinho ao final de cada história onde reside uma possibilidade de revelação que nunca se entrega sem esforço do leitor… E é como se ouvíssimos os ecos longínquos do seu “he, he, he…” por trás de cada um dos 28 contos.

ENTREVISTA

A Ilha e seus habitantes na ficção de Silveira de Souza

Considerado pelo escritor Salim Miguel um dos maiores contistas brasileiros da atualidade, Silveira publicou O cavalo em chamas (Ática 1981) e Janela de varrer (Bernúncia, 2006). Como contista e tradutor de autores universais, participou ativamente do Grupo Sul, movimento que trouxe o Modernismo para Santa Catarina nos anos 40 e 50.  Aposentado do serviço público, desenvolveu sua carreira literária em meio à rotina de diversas funções, de professor de matemática do Instituto Estadual de Educação e da Escola Técnica Federal de Santa Catarina, a diretor da Divisão de Informação e Divulgação do Departamento de Extensão Cultural da UFSC. Também atuou no setor de editoração da Fundação Catarinense de Cultura como coordenador das Edições FCC. De mãos ágeis e tão falantes quanto seus contos, mais falantes do que ele próprio, Silveira, concedeu esta entrevista:

O que norteou esta seleção de contos do segundo volume de  Ecos no Porão e o que a diferencia do anterior?

— O plano geral que norteou a preparação de Ecos no Porão, volumes I e II, foi proporcionar uma seleção dos que considero meus melhores textos publicados em livros, desde 1960 até o presente. A única pequena diferença que existe no segundo volume, em relação ao primeiro, é que ele contém alguns relatos inéditos e outros que fizeram parte de coletâneas com outros autores.

Percebe-se em todos os contos uma consciente localização do cenário de Florianópolis que vai muito além do mero retrato ou panorama da cidade pelo escritor. Em que tipo de intenção estética se inscreve essa presença geográfica de Florianópolis na sua ficção?

— De fato, Florianópolis é o cenário de todos os relatos. Por não se tratar de um guia turístico, mas de um livro de ficção literária, o leitor não vai encontrar descrições pormenorizadas ou exaltações entusiásticas a respeito de suas paisagens e recantos pitorescos. O que existe são apenas brevíssimas indicações dessa geografia, integradas à ação e à mente dos personagens. Foi minha intenção que esses personagens se comportassem como habitantes de uma ilha, que a ilha fosse, indireta ou inconscientemente, um componente importante de sua psicologia. Creio que isso diferencia um tanto os meus relatos dos relatos de autores de outros estados.

Alguns elementos naturais marcantes de Florianópolis também são recorrentes na narrativa, como o vento, o mar, as aves. Parece que você dá aos elementos inumanos uma vida e uma participação muito mais específica e marcante do que a de mero cenário para expressão do universo humano…

— Pode ser algo ilusório, mas sempre achei que as ilhas, e em especial a nossa Ilha de SC, propiciam uma aproximação maior do universo humano com outros universos, como o universo de seres inumanos (o mar, os ventos) e o universo de outros viventes, como os peixes, as aves, os insetos, os pássaros, as árvores e os bosques.

Apesar da aparente banalidade de suas vidas, os personagens sempre ganham a possibilidade de uma anunciação ou de uma revelação. Nem sempre se dão conta dessas possibilidades e nem sempre elas têm a força de arrancá-los do seu mundinho… O que você diz sobre isso?

— Na verdade não sei se a minha vida é banal, ou se o mundo de minha literatura é banal. Faz algum tempo que deixei de qualificar as coisas. Quando às vezes tento fazer uma retrospectiva da minha vida até o momento, me dou conta que ela foi pontilhada de fases diversas e até mesmo contraditórias; uma, extremamente tumultuada, com muita bebida, fumaça, cortinas vermelhas e anarquias boêmias; outra (como na infância) cheia de descobertas maravilhosas; outra, tediosa e presa às obrigações sem muito sentido, que eu precisei encarar para poder comprar, como disse certa vez Tom Jobim, “o uisquinho das crianças”; e ainda outra (como presentemente), tranquila e voltada para o estudo e a meditação. Mas, banal ou não, houve algo em todas essas fases que me salvou de um mergulho na mediocridade absoluta: um interesse pela criação literária, que me acompanha desde a infância. Quanto a meus relatos literários os personagens em geral vivem nesse mundinho, sem heroísmos, sendo muitas vezes surpreendidos por (para eles) estranhas ocorrências que podem despertá-los para uma dimensão de suas vidas antes desconhecida.

Ainda que voltado para as delicadezas da existência e da alma, os contos sempre iniciam com cenas concretas, personagens que têm vida corpórea própria, para que depois se deem as abstrações e possibilidades de reflexões filosóficas. Está aí uma escolha estética consciente?

— No meu caso, não houve escolha. O modo como escrevo os meus relatos foi nascendo naturalmente, seja como resultado de constante exercício, seja como uma visão muito pessoal do mundo (e da criação literária ou da criação de modo geral), que foi nascendo com a vivência e com as impressões causadas no contato com obras de grandes ficcionistas, com pinturas, músicas, revistas diversas, cinema, paisagens, pessoas, bichos, mil coisas.

– E qual o lugar da velhice nos seus contos. Pode comentar que traço há em comum nesses personagens aparentemente reféns da solidão e da decrepitude?

O velho do conto Vidraças partidas (que considero o meu  conto melhor realizado) é um caso especial. Ele existiu, costumava passear pela Felipe Schmidt, de terno e gravata, nos anos 1960, usando um chapéu de feltro. Pensei nele, na sua figura, quando pintou o tema do relato, uma experiência de extrair algo lírico de um comportamento que normalmente se julga degradante.

Você  faz uma literatura ao mesmo tempo densa e econômica, como poucos contistas. Como chegou a essa síntese e que autores o influenciaram nessa escolha estética?

— Harold Bloom escreveu que toda a escritura é uma espécie de releitura. Se ele estiver certo, devo dizer que leio desde os dez anos de idade (estou hoje beirando os 78). Em todo esse tempo, passei por períodos de leitura em que determinado autor, às vezes determinados autores, monopolizavam a minha preferência. Posso citar alguns deles: Monteiro Lobato e Hans Christian Andersen, lá entre os dez e 12 anos. Depois, com o tempo, foram surgindo: Machado de Assis, Anton Checov, Dostoievski, Clarice Lispector, Kafka, Dyonélio Machado, Joseph Conrad, James Joyce, Thomas Mann, William Faulkner, Guimarães Rosa, Cortazar, Jorge Luis Borges, H.P. Lovecraft e mais alguns outros. Nem vamos falar de poetas, de compositores, de alguns desenhistas e pintores, e de alguns diretores de cinema. É provável que todos eles, de algum modo, tenham deixado alguma marca, numa frase, na estruturação de uma determinada estória, na caracterização de um dado personagem. Mas essa é uma praia para os críticos literários.

Alguns escritores, como Salim Miguel, o consideram o maior escritor catarinense da atualidade e um dos melhores contistas do Brasil. O que pensa disso?

— Não tenho como responder a isso. Mas devo dizer que, desde 1960, quando publiquei O Vigia e a Cidade, até agora, o propósito real ao escrever os meus relatos foi conseguir realizar algo que me satisfizesse interiormente, do ponto de vista de uma criação estético-literária. Nunca me interessou ser, como autor, maior ou menor, principalmente num momento em que Santa Catarina tem, residindo aqui e fora daqui, um conjunto de poetas e escritores de primeira linha, como o próprio Salim.

Texto e entrevista: Raquel Wandelli – assessora de comunicação da SeCArte/UFSC

raquelwandelli@yahoo.com.br e raquelwandelli@reitoria.ufsc.br

Fones: 37219459 e 99110524

www.secarte.ufsc.br e www.ufsc.br

Tags: EdUFSCliteratura catarinense

Conselho Universitário tem sessão extraordinária na terça

18/03/2011 18:40

O Conselho Universitário realizará sessão extraordinária na próxima terça, 22/03, às 8h30, com as seguintes pautas:

– Apreciação e aprovação das atas das sessões extraordinária e especial realizadas em 1º de março de 2011;

– Apreciação e aprovação da Prestação de Contas da Universidade, referente à 2010;

– Informes gerais.

A sessão acontece na sala professor Ayrton Roberto de Oliveira, no prédio da Reitoria, e poderá ser acompanhada ao vivo pela internet: http://150.162.3.12/conselho

Informações: www.conselhos.ufsc.br, ou (48) 3721-9522/ 3721-4916 ou 3721-9661.

II Simpósio Catarinense de Neurociências

18/03/2011 18:30

De 31/03 a 02/04, no Auditório da Reitoria. O evento tem o objetivo de reunir especialistas nacionais e estrangeiros para debater temas relacionados à Pós-graduação e Educação em Ciências, Neurodegeneração, Transtornos Neuropsiquiátricos, Neurobiologia da Dor e Inflamação, e Sinalização Celular e Neurotoxicidade.

Informações e inscrições: www.simposioneurociencias.ccb.ufsc.br

Tags: neurobiologianeurotoxicidade

Educação e identidade cultural dos pataxós é tema de exposição

18/03/2011 17:18

As fotos, feitas por Sonny Thoresen, estão vinculadas ao projeto de pesquisa “Índios no Sul da Bahia”, coordenado por Augusto Oliveira, doutorando no PPGAS da UFSC

Abre nesta segunda-feira, 21 de março, na Galeria da Ponte do CFH, a exposição fotográfica Ser pataxó: educação e identidade cultural, de Sonny Thoresen e Augusto Oliveira, doutorando no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da UFSC. A exposição é resultado da dissertação de mestrado de Augusto Oliveira.

As fotos, feitas pelo fotógrafo sueco Sonny Thoresen, estão vinculadas  ao projeto de pesquisa “Índios no Sul da Bahia”, coordenado por Augusto. A Aldeia Indígena Nova Vida-Fazenda Bahiana,  localizada a cerca de 18 km da sede do município de Camamu, é fruto de uma dissidência, ou cissiparidade, ocorrida na Reserva Caramuru-Paraguaçu para sair da violência a que estavam submetidos os indígenas na região dos municípios baianos de Itaju do Colônia, Pau Brasil e Camacã.

O processo histórico vivenciado pelo povo Pataxó pós-criação da Reserva Caramuru-Paraguaçu efetivou-se com a fusão de diversas etnias (grupos Baenã, Borun, Kamakã-Mongoyó, Kiriri-Sapuyá, Pataxó e Tupinikim) e mesmo de miscigenação com elementos étnicos não-indígenas mesclados como um único povo. Sua trajetória histórica comum caracteriza-se por uma postura de resistência e de sobrevivência física e cultural, em face à sociedade dominante e ao extermínio imposto pelo conquistador através de processos genocidas e/ou da convivência forçada com instituições nacionais voltadas para promover a segurança do processo colonizador, e edificação da sociedade e do território brasileiros como um todo homogêneo ou, noutras palavras, voltados para a política da integração nacional.

A Reserva foi criada pelo Decreto número 4081 de 19 de setembro de 1925, e pela Lei número 1916 de 09 de agosto de 1926, que lhe assegurava 50 léguas quadradas para gozo dos índios, e que menciona como tendo direito às terras os Tupinambá e Pataxó ou outros ali habitantes, fossem  Macro-Jê ou Tupi, compreendendo  o primeiro as etnias Baenã, Borun, Kamakã-Mongoyó, Kiriri-Sapuyá e Pataxó, e o segundo, a etnia Tupinikim. Cabe salientar que acreditava-se na possibilidade de haver outros grupos indígenas arredios ainda não conhecidos.

A exposição Ser pataxó: educação e identidade cultural é promovida pelo Núcleo de Antropologia Visual e Estudos da Imagem (Navi) e pelo PPGAS.

A Galeria da Ponte, localizada no segundo andar do prédio do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), é um espaço destinado a exposições fotográficas provenientes do trabalho de campo de pesquisadores.

Serviço:
Exposição fotográfica Ser pataxó: educação e identidade cultural
Local: Galeria da Ponte – CFH/UFSC
Visitação: de 21 de março a 22 de abril
Mais informações: Augusto Oliveira: augustofagundeso@yahoo.com.br

Tags: antropologiaíndios

Teatro da UFSC recebe reestreia da peça “Quatro”

18/03/2011 16:05

O Teatro da UFSC recebe a reestreia da peça “Quatro”, nos dias 18, 19, 20, 25, 26, 27 de março, de sexta-feira a domingo, sempre às 20 horas. Quatro é um texto escrito pelo dramaturgo catarinense Márlio Silveira da Silva, montado na década de 1990 pelo Grupo A, que reestreia este ano pelo Grupo Círculo com direção de Christiano Scheiner.

A peça narra a trajetória metateatral de quatro personagens em busca de satisfazer seus desejos mais íntimos, que se entrecruzam num jogo cômico e surreal. De maneira irônica e absurda, é um texto que trata da perseguição dos desejos de cada um e o que isso pode os tornar. O autor, Márlio Silveira da Silva, mora atualmente em Amsterdã e é esperado nessa reestreia do seu espetáculo.

Grupo Círculo

A primeira formação do Grupo Círculo foi em 1999, época em que foi montada a peça “A fome em três atos” dirigida por Gláucia Grígolo, do autor Christiano Scheiner. Dessa formação, os artistas seguiram para outros grupos e cidades, inclusive o autor. Dez anos depois, Christiano Scheiner retoma o nome Grupo Círculo para sua primeira direção com o texto próprio Pequeno Monólogo de Julieta e com a atriz Gilca Rigotti, que estreou em 2009 e continua se apresentando nos palcos e espaços catarinenses.

O Grupo Círculo passou, então, a ter uma característica de reunir artistas diferentes em um mesmo projeto. Em 2010, é reunida nova formação para o projeto Quatro, em que o autor Márlio Silveira da Silva, apoiou solidariamente com o processo de montagem, correspondendo-se de Amsterdã com Christiano Scheiner, e foi reunido mais um elenco com os atores: Aline Maya e Murillo Magalhães formados em Artes Cênicas pela UDESC e Juliana Lourenção e Saulo França Rosa, estudantes de Cinema da UFSC que estreiam em seu primeiro espetáculo. Desta forma, outra característica que surge no Grupo Círculo, idealizado por Christiano Scheiner, é permanecer montando peças de autoria de catarinenses vivos.

Márlio Silveira da Silva mora desde 1992 em Amsterdã, mas mantêm contínuo contato com artistas de Santa Catarina, sobretudo aqueles que participaram do antigo Grupo A de Teatro, entre outros. Em Amsterdã produz projetos pessoais em vídeo tendo participado de vários festivais europeus de vídeo. Continua escrevendo poemas e peças teatrais. O espetáculo não conta com patrocínio, nem leis de incentivo, e foi realizado com recursos da própria equipe, porém teve o apoio do Supermercado Hippo e da ARCO Projetos em Arte.

Sobre Quatro

A peça conta a história de um funcionário público que quer alcançar a fama escrevendo peças de teatro para serem montadas pela Associação dos Jovens Católicos de Florianópolis de 1959. Ele conhece Nilza, que deseja simplesmente uma vida normal, ter filhos e sua casa. Nilza lhe empresta um livro para poder ajudá-lo na trama desenvolvida, com o personagem Vampiro da história que lê, o Ivan. Mauro coloca Ivan no enredo juntamente com sua personagem Aparecida, uma prostituta sem sorte na vida. No entanto, a peça não é aceita pela Associação e Mauro resolve galgar a vida subindo de promoção em promoção dentro do serviço público e fazer Nilza feliz casando-se com ele. Mauro se casa com Nilza, porém os personagens Ivan e Aparecida começam a interferir na vida do casal.

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação da peça “Quatro”, com o Grupo Círculo.

QUANDO: Dias 18, 19, 20, 25, 26 e 27 março de 2011, de sexta-feira a domingo, sempre às 20 horas.

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.

QUANTO: Ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

CONTATO: Produção (48) 9977-9123

O Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina.

Fotos: Bruno Grandi

Tags: grupo círculoteatro

Simpósio reúne pesquisadores da Região Sul para discutir Jornalismo

18/03/2011 11:46

O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (POSJOR) da UFSC e a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (FAPESC) realizam nos dias 24 e 25 de março, no auditório Henrique Fontes, Bloco A, Centro de Comunicação e Expressão (CCE), o 2º Simpósio de Pesquisa Avançada em Jornalismo da Região Sul. A programação inclui palestras que vão discutir temas relacionados aos desafios institucionais e técnico-metodológicos da pesquisa e ensino no campo jornalístico.

Destinado a professores, mestrandos e doutorandos, o evento é aberto a todos os interessados na temática. As inscrições são gratuitas e os certificados serão entregues no próprio local, no dia do evento.

O simpósio contará com a participação de pesquisadores em Jornalismo dos oito cursos de pós-graduação em Comunicação dos três estados do sul do país (UFRGS, PUC-RS, UFSM, Unisinos, UEL, UFPR, UTP e UFSC) e também com representantes da Associação Latino-Americana de Investigadores em Comunicação (ALAIC), da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (INTERCOM), da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (COMPÓS).

A conferência de abertura terá como tema “Inovação e renovação: chaves para a aprendizagem do jornalismo no século XXI” e será feita pelo jornalista e pesquisador colombo-americano Carlos Eduardo Cortés, gerente do Rádio Nederland Training Centre (RNTC)/América Latina (www.rntc.nl) e um dos coordenadores do projeto de fortalecimento organizacional da Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano.

A programação e outras informações estão no site www.posjor.ufsc.br.

Tags: jornalismo região sulpesquisa avançadaPOSJORsimpósio

Inscrições gratuitas para grupos de orientação profissional e aposentados

18/03/2011 10:06

O Laboratório de Informação e Orientação Profissional (LIOP) da UFSC está com inscrições abertas para grupos de orientação profissional, aposentados e pré-aposentados.

As inscrições, gratuitas, devem ser feitas no Serviço de Atenção Psicológica (SAPSI), no prédio novo do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), 2º andar.

Outras informações pelo telefone (48) 3721-4989.

GRUPOS DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL

Público-alvo: vestibulandos e estudantes em dúvida sobre a escolha profissional.

Informações: marucia.bardagi@gmail.com

PROGRAMA APOSENT-AÇÃO: Aposentadoria para ação

Público-alvo: Aposentados e pré-aposentados. Grupo com encontros semanais às segundas-feiras à noite, sob a coordenação de José Roberto e Marcos. Início: dia 11 de abril.

Informações: marcossandinimioto@hotmail.com e zerobberto@gmail.com

APOSENT-AÇÂO INTENSIVO e com imersão numa Pousada na Lagoa.

Público-alvo: preferencialmente pessoas já aposentadas e que continuam trabalhando.

Período: 8 a 10 de abril, com início às 18h (sexta-feira) e término às 18h (domingo). Para este atendimento, deverá ser paga uma taxa referente às despesas com hotel, alimentação e coffee break.

Informações: dulcepenna@terra.com.br

Tags: aposentadosinscrições gratuitasLIOPorientação profissional

Vice-reitor da UFSC ministra aula magna em Araranguá

17/03/2011 15:26

Aula magna campus Araranguá

Foi realizada na noite desta quarta-feira, dia 16 de março, a Aula Magna dos cursos de Fisioterapia e Engenharia de Computação no campus da UFSC em Araranguá, no sul de Santa Catarina. O palestrante foi o vice-reitor da Universidade, Carlos Alberto Justo da Silva, que estimulou os jovens acadêmicos a investirem no conhecimento e na diferenciação para se destacarem no mercado de trabalho. Ele também entregou brindes aos primeiros colocados no vestibular de 2011 em cada um dos quatro cursos do campus.

(mais…)

Tags: aula magna ararangua

Produção do filme Rendas no ar lança campanha de coleta de materiais

16/03/2011 15:39

Campanha Filme Rendas no Ar

O filme Rendas no Ar, longa-metragem de ficção da diretora Sandra Alves e realização da Vagaluzes Filmes, ganhador do Edital Catarinense de Cinema 2009, terá figurinos, cenários e objetos de cena produzidos a partir de material reutilizado, com a participação da comunidade. Está em fase de formalização a parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina e o Projeto Fortalezas/UFSC para a realização das filmagens na Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim. Para o material do filme,  a produção lança uma campanha de coleta de materiais em desuso ou descartados, e convida a população a doar rendas, roupas antigas, acessórios, fotografias, móveis e objetos que poderão estar presentes em cena, na história situada no final do século XIX na antiga Desterro. As doações podem ser feitas na Vagaluzes Filmes. Informações : 3028.7287

(mais…)

Encerramento do Projeto Valorização de Produtos Agroalimentares de Qualidade consagra alimentação sustentável

15/03/2011 15:52

O auditório da Reitoria recebeu, no fim de fevereiro, a cerimônia de encerramento do projeto Valorização dos Produtos Agroalimentares de Qualidade (Vapraq), uma parceria entre a UFSC por meio do Centro de Ciências Agrárias (CCA), do Departamento de Fitotecnica (CCA) e a Universidade Teramo/Itália. Ao final houve degustação de azeite de oliva do Frantoio Montecchia/ Teramo, com a presença do produtor Gennaro Montecchia.

A UFSC é parceira da universidade italiana desde 2006. O convênio está em vias de renovação até 2016, compreendendo mobilidade acadêmica (estudantes e professores) e o Projeto VAPRAQ que visa a capacitação de brasileiros com cidadania italiana residentes nos estados de Santa Catarina e Paraná, tendo concluído, ao menos, o ensino médio e tendo entre 18 e 64 anos.

(mais…)

Tags: alimentação sustentávelAndrea FantiniUniversidade TeramoVapraq

Seminário Energia Limpa: Conhecimento, Sustentabilidade e Integração

15/03/2011 15:38

A geração de energia, a alimentação, a produção de bens e as relações com o meio ambiente e de consumo serão debatidas durante o Seminário Energia Limpa: Conhecimento, Sustentabilidade e Integração – Idéias energéticas e ambientais para o futuro da América Latina, que acontece nos dias 04 e 05 de abril no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

Além de mesas-redondas, palestras e debates, está previsto o lançamento da terceira edição do concurso de monografias sobre Energias Renováveis e Eficiência Energética – Eco_Lógicas. O evento é gratuito e as inscrições poderão ser feitas nos dias do Seminário, no próprio Centro de Cultura e Eventos, a partir das 17h.

Confira a programação preliminar:

Dia 04.04 – Abertura (19h)

– Mesa-redonda “ Fontes alternativas na matriz energética da América Latina: já estamos preparados?”

Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de energia do Greenpeace Brasil;
Cícero Blay, superintendente de Energias Renováveis da Itaipu;
Regina Migliori, consultora em Cultura de Paz da Unesco e coordenadora do Núcleo de pesquisas do Cérebro e da Consciência vinculado ao Instituto Migliori;
Curt Trennepohl, presidente do Ibama

– Palestra com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira (20h30)

Dia 05.04 – Manhã (09h)

– Debate sobre Conhecimento, Sustentabilidade e Integração na América Latina

– “Conhecimento gerando inovação” – Coordenador do Grupo Montevidéo de Universidades Públicas

-“Sustentabilidade além do discurso” – Representante do Escritório Regional de Ciência da UNESCO para América Latina e Caribe

-“Os desafios da Integração” – Representante do Parlamento do Mercosul

– Representante do Centro de Formação para Integração Regional (CEFIR) do Uruguai

– Representante do Consórcio de Universidades Européias e Latino-Americanas em Energias Renováveis (JELARE)

Perguntas

11h 45 – Lançamento do Concurso ECO_lógicas

Almoço – 12h-14hs

Tarde – I Parte (14hs)

Palestra “Lixo: novos desafios com a Política Nacional de Resíduos Sólidos” – consultor em desenvolvimento sustentável, Walfrido de Assunção Ataíde

Palestra “A experiência de Maldonado na geração de biogás em aterro sanitário”, engenheiro da prefeitura municipal de Maldonado (Uruguai), Sebastián Bajsa

Perguntas

Intervalo

II Parte – 16h00

Palestra “Sol: vamos fazer uma Copa Brilhante?” – Professor do LabSolar/UFSC, Ricardo Rüther

Palestra “Eletricidade solar aqui e agora – Projeto Megawatt Solar” – Engenheiro da Eletrobras Eletrosul , Rafael Takasaki

Perguntas

Noite – 19h

“Ventos: panorama e perspectivas para a geração eólica no país” – Lauro Fiuza, vice-presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica)

Mais informações: 3234-1757 ou info@institutoideal.org.

“Trote é para brincar, não para maltratar” é tema de cartilha

14/03/2011 14:41

Com o lema “trote é para brincar, não para maltratar”, será lançada no primeiro dia de aulas na UFSC, 14 de março, a Cartilha de prevenção às violências sexistas, homofóbicas e racistas nos trotes universitários. A apresentação acontece às 18h30min, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

(mais…)

Tags: cartilhasexistastroteviolências

Aulas magnas do Curso de Artes Cênicas e da Pós em Administração Universitária nesta terça às 19h

14/03/2011 14:07

Aula Magna do Programa de Pós-Graduação em Administração Universitária, com o professor Gerson Luiz Joner da Silveira tendo como tema: “Perspectivas e Desafios da Gestão Universitária”. Local: Sala dos Conselhos, Reitoria. No mesmo horário será realizada a  aula magna do curso de Artes Cênicas com o tema: “Pesquisa e Criação: vínculos universitários e a experiência do Teatro da Vertigem”,  ministrada pelo professor Antonio Carlos de Araújo Silva ( USP) no Auditório do CCE

(mais…)

Tags: Aula Magna Curso de Artes CênicasAula Magna Pós em Administração Universitária

UFSC recepciona quase 3 mil calouros

11/03/2011 14:51

Calouros do semestre 2010/2 na cerimônia de recepção/ Foto: Paulo Noronha

Calouros do semestre 2010/2 na cerimônia de recepção - Foto: Paulo Noronha

Os calouros do primeiro semestre de 2011 serão recepcionados às 10h30 de segunda-feira, dia 14, no auditório do Centro

de Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina, pela administração da instituição. Estarão presentes o reitor Alvaro Toubes Prata, o vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva, pró-reitores e secretários da UFSC, que receberão 2.345 novos estudantes que passam a fazer parte da instituição. A solenidade será repetida às 19h, no mesmo local, para acolher outros 564 alunos dos cursos noturnos da Universidade.

Além da parte oficial, haverá show com a dupla Luiz Martins (violinista) e Isa Martins (cantora) para receber os calouros com música e animação. O professor Rafael Salles, do Colégio de Aplicação, fará uma apresentação bem humorada da instituição aos novos acadêmicos. Também será feita a premiação dos melhores colocados no Vestibular 2011. Nas duas sessões, haverá a distribuição do mapa atualizado da UFSC, do Jornal Universitário e de materiais informativos sobre a Universidade.

Nos campi de Joinville, Curitibanos e Araranguá, as respectivas direções também farão a recepção aos novos alunos, com a presença do reitor Alvaro Prata ou representantes da administração central da UFSC

Mais informações no Centro de Cultura e Eventos, com Luiz Roberto Barbosa ou Cléia Ramos, pelo fone 3721-9559.

Vestibular 2011: UFSC divulga terceira chamada e remanejamento

09/03/2011 14:35

O Departamento de Administração Escolar (DAE) da Universidade Federal de Santa Catarina divulgou   o Edital nº 10/GD/DAE/2011 com a lista dos convocados em terceira chamada referente ao Vestibular 2011.  Os estudantes devem fazer sua matrícula nos dias  10 e 11 de março, entre 8h e 12h e 14h e 18h, nas coordenadorias dos respectivos cursos, no campus correspondente à sua classificação.  Acesse :

Edital Nº 10

(mais…)

Tags: Vestibular 2011 terceira chamada e remanejamento

Feira de livros de editoras universitárias oferece até 70% de desconto na volta às aulas da UFSC

04/03/2011 09:18

A coisa perdida: Agamben comenta Caproni, organizado e traduzido por Aurora Bernardini, Ecos no porão II, livro do contista catarinense Silveira de Souza e Do jeito que você gosta, tradução de Shakespeare. Esses lançamentos que acabaram de sair do prelo compõem uma pequena mostra dos livros que a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina, pela primeira vez em parceria com a Liga das Editoras Universitárias (LEU), coloca à venda na volta às aulas, com descontos variando entre 15 a 70%. De 14 de março a 8 de abril, na Praça da Cidadania da UFSC, a Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU vai oferecer com descontos muito vantajosos 8.200 mil volumes de suas antigas e novas coleções.

Ao todo aproximadamente 780 títulos e 7.200 livros da EdUFSC serão vendidos com 50 a 70% de desconto e 500 títulos de outras editoras universitárias filiadas à LEU terão 15 a 30%, incluindo-se as da Unicamp, USP, UFMG e UFBA, todas trazendo obras de interesse universal. É a oportunidade de adquirir pela metade do preço em condições normais, o livro Desgostos; novas tendências estéticas, do filósofo italiano Mário Perniola, que será vendido somente na Feira a R$ 16,00. Outros exemplos da nova coleção da EdUFSC são: George Bataille, filósofo, por R$ 12,00; Poetas da Catalunha, que custará R$ 11,00 e A Coisa perdida, que baixou de R$ 45,00 para 23,00. Com tradução inédita em língua portuguesa, o célebre comentário de Agamben com a seleção dos poemas de Caproni será lançado na Feira. A obra foi recomendada pela mídia nacional entre os dez melhores produtos culturais do país. Ecos no porão, segundo volume da coletânea de contos de Silveira de Souza também será lançado com preço especial de R$ 15,00.

Aberta ao público universitário e a toda comunidade, a Feira ocorre em tendas cobertas localizadas na Praça da Cidadania, em frente à Reitoria. Incluem-se entre as obras oferecidas a Série Didática, composta por livros solicitados em diversas graduações (Medicina, Farmácia, Enfermagem, Engenharias, Química, Física, Matemática, Português) e autores que costumam ser solicitados na lista do Vestibular das universidades catarinenses. Entre as novas edições da Série Didática, o editor Sérgio Medeiros destaca títulos como Anatomia sistêmica, Introdução à engenharia e Estatística aplicada às ciências sociais e Manual básico do desenho. O volume Farmacognosia, um dos clássicos da EdUFSC, recentemente reeditado, também estará à venda com desconto. Coordenada por Fernando Wolf, a feira funciona sempre das 9 às 19 horas, exceto aos sábados e domingos.

Lançamentos da EdUFSC à venda na Feira:

  • Ética das virtudes – JOÃO HOBUSS (ORGANIZADOR)
  • A coisa perdida – AURORA FORNONI BERNARDINI (ORGANIZAÇÃO E TRADUÇÃO)
  • A decadência de Santa Catarina – HENRIQUE LUIZ PEREIRA OLIVEIRA • MARLON SALOMON
  • Fundamentação filosófica – GIOVANI LUNARDI • MÁRCIO SECCO
  • Redes locais – MARCELO RICARDO STEMMER
  • Georges Bataille – FRANCO RELLA • SUSANNA MATI
  • Desgostos; novas tendências estéticas – MARIO PERNIOLA
  • 4 poetas da Catalúnia – LUIS SOLER (ORG.)
  • 28 desaforismos –  FRANZ KAFKA –  SILVEIRA DE SOUZA (TRADUÇÃO)
  • Ecos do porão vol 1 – SILVEIRA DE SOUZA
  • Educação do corpo em ambientes educacionais – FÁBIO MACHADO PINTO • ALEXANDRE FERNANDEZ VAZ • DEBORAH THOMÉ SAYÃO  (ORGANIZADORES)
  • Discussão de novos paradigmas –  JAIME COFRE • KAY SAALFELD (ORGANIZADORES)

Por Raquel Wandelli, jornalista na SeCarte

(048) 37219459 e 99110524

raquelwandelli@yahoo.com.br

raquelwandelli@ufsc.br

Tags: descontosFeira de Livrosvolta às aulas

Aposentados são convidados a socializar conhecimentos

03/03/2011 17:48

Eladir Domingos/ Seplan

Tristeza, alegria e saudade foram os sentimentos que tomaram a alma do pró-reitor de Desenvolvimento Humano e Social da UFSC, Luiz Henrique Vieira e Silva na solenidade, realizada hoje (3/3) na Sala dos Conselhos, que homenageou os 30 aposentados do mês de fevereiro. O pró-reitor representou o reitor Alvaro Prata. Compareceu ainda à mesa o diretor do Departamento de Desenvolvimento e Atenção Social e à Saúde, Marcelo Fontanella Webster, e a chefe da Divisão de Serviço Social, Ana Paula Balthazar. Solenidade similar já homenageou 38 aposentados do mês de janeiro. A iniciativa busca valorizar e reconhecer o trabalho e a dedicação oferecidos pelos professores e técnicos à Instituição ao longo da vida.

Acompanhados das chefias, os recém-aposentados receberam como lembrança um kit contendo livro, DVD, caneta, boné, carta, dicas e cópias do Diário Oficial da União com a publicação do ato. Recém-aposentado, o professor Antônio Farias entregou a todos cópia de um documentário do Colégio de Aplicação que em julho completa 50 anos.

Ana Paula, além de agradecer a presença e destacar a história de cada um para o sucesso da Instituição, contou a origem do projeto e ressaltou o empenho da equipe envolvida. Ilustrando a solenidade, ela leu trechos de uma música dos Titãs: “deveria ter arriscado mais, errado mais; deveria ter complicado  menos, trabalhado menos…”.

Luiz Henrique observou que os aposentados terão, a partir de agora, mais tempo para cuidar da família e de si. Mas, repetindo palavras do Reitor, pediu que não abandonassem a Universidade. “A UFSC vai continuar precisando de vocês”, sublinhou.

O pró-reitor adiantou que a equipe da PRDHS está preparando um projeto para manter a integração  com os aposentados. “ A ideia é socializar os conhecimentos e a experiência acumulados com os novos servidores. Seria uma espécie de transição”.

A Pró-Reitoria  divulgou um site para troca de opiniões e apresentação de sugestões: www.aposentados.ufsc.br.

A solenidade contou com parceria do Departamento de Cultura e Eventos, ligado à SecArte.

Tânia Regina de Souza/ Agecom

Fotos: Paulo Noronha/ Agecom

Por Moacir Loth/jornalista da Agecom

A  UFSC também fez homenagem aos aposentados de janeiro de 2011 http://noticias.ufsc.br/2011/02/07/ufsc-homenageia-os-aposentados-de-janeiro-de-2011/.

Confira abaixo os aposentados de março/2011:

Servidor

Lotação Cargo
01 Tânia Regina de Souza AGECOM Técnica em Ass. Educ.
02 Maria da Graça Oliveira da Cunha B.U Assistente em Adm.
03 Germano Nunes Silva Filho CCB Professor
04 Nery Ernesto Kessler CCB Professor
04 Roberto Luiz Davila CCB Professor
05 Rosa Maria Ribeiro do Valle Nicolau CCB Professora
06 Maria Angélica Barcelos da Silva CCJ Assist. em Administ.
07 Sonia Lucia Bueno Borges dos Santos CCS Administradora
08 Maria Emilia de Oliveira CCS – Enfermagem Professora
09 Mirian Susskind Boresntein CCS – Enfermagem Professora
10 Zulemir Nascimento CCS Assist.  Administrativo
11 Edson Ledoux CDS – Ed. Fìsica Professor
12 Renilda Martins CED – NDI Copeira
13 Laura Maria de Souza Ramos CED Assist. Administrativo
14 Antonio Farias Filho Colég. Aplicação Professor
15 Neusa Vilma dos Santos Souza CSE Assis.em  Administ.
16 Jose Antonio Nicolau CSE Professor
17 Renato Ramos  Campos CSE Professor
18 Dalton Francisco de Andrade CTC Professor
19 Luiz Sergio Philippi CTC Professor
20 José Mazzucco Junior CTC Professor
21 Nice Dal Bo Maestri DAE Assist. em Administ.
22 Eladir Maria Amália Domingos DIE- Integ. Estat. Tecnico Assunt. Estud.
23 Gonçalo João Sotero Martins HU Técnico em Radiologia
24 Itamar Tortato HU Tecnico Assunt. Estud
25 Terezinha Aparecida Mattos Alves HU Técn. em Enfermagem
26 Maristela Cechetto Procuradoria Procuradora Federal
27 Iris Terezinha dos Santos RU Cozinheira
28 Emerenciana Bernardino da Silva RU Cozinheira
29 Zelia Maria Vieira Melo SECART Assist. em Administ.
30 Lia Silva de Oliveira CFH Professora
31 Carlos Alberto Vieira CFH Assistente Administrativo
32 Moacir Saturnino Lopes DESEG. Vigilante

Tags: Homenagem aposentados fevereiro 2011

Cursos extracurriculares de Libras têm inscrições abertas

01/03/2011 17:28

Estão abertas até o dia 21/03 as inscrições para os cursos extracurriculares de Língua Brasileira de Sinais (Libras) da UFSC. Os cursos pretendem disseminar a língua para alunos, professores, servidores e também para a comunidade externa, capacitando-os para a comunicação geral, a instrumental e a preparação para exames de proficiência.

Serão seis turmas – três para o nível I e três para o II – com no mínimo doze e no máximo 20 alunos. Interessados em cursar o nível II devem agendar avaliação de nivelamento (pelo email letraslibras@cce.ufsc.br ) ou trazer comprovante/ certificado de curso realizado.

Valores

Para os estudantes, professores e técnico-administrativos da Universidade, os cursos têm o investimento de R$240,00. Para a comunidade em geral, o valor fica em R$360,00. Os alunos receberão certificado da Fapeu ao fim do curso.

Horários:

Libras I

Turma A – 4ª feira/ 18h30 – 21h40
Turma B – 3ª e 5ª feira/ 16h30 – 18h
Turma C – 3ª e 5ª feira/ 18h30 – 20h40

Libras II

Turma A – 4ª feira/ 18h30 – 21h40
Turma B – 3ª e 5ª feira/ 16h30 – 18h
Turma C – 3ª e 5ª feira/ 18h30 – 20h40

As matrículas devem ser realizadas das 8h às 12h ou das 14h às 18h, na Secretaria do Curso Letras/Libras, sala 137, Centro de Comunicação e Expressão (CCE) – Prédio A.

Informações: Telefone: 48 – 3721-6586 ou letraslibras@cce.ufsc.br.

Tags: extracurricularLibras

Divulgadas orientações para sorteio de desconto na taxa de cursos de línguas

01/03/2011 11:00

O Departamento de Desenvolvimento de Potencialização de Pessoas (DDPP/PRDHS) atuará novamente em parceria com o Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras/CCE oferecendo aos servidores ativos docentes e técnico-administrativos da UFSC o pagamento de 50% da taxa de matrícula nos cursos extracurriculares de língua estrangeira.

Os interessados devem acessar o site www.sgca.ufsc.br/web e realizar a inscrição para o sorteio do desconto, observando as seguintes orientações:
– Inscrição para o sorteio do desconto:  21/02 a 08/03
– Sorteio do desconto: 09/03, às 15 horas
– Local: Centro de Capacitação (3º pavimento do Centro de Cultura e Eventos da UFSC – sala Calêndula)

Os servidores sorteados receberão posteriormente as orientações quanto aos procedimentos para a matrícula nos cursos. Aqueles que  frequentaram os cursos no semestre 2010.2, que obtiveram o desconto no pagamento da taxa de matrícula e foram aprovados, terão o desconto garantido para o semestre 2011.1, desde que façam a matrícula “online” nos dias 14 ou 15/03/2011, conforme o idioma desejado, no site: www.cce.ufsc.br/extra.

Neste caso, após a inscrição no referido site, o servidor não deverá gerar e imprimir o boleto bancário. Deve comparecer à Divisão de Capacitação e Afastamento para Formação – DCAF (3º pavimento do Centro de Cultura e Eventos da UFSC) para apanhar o boleto com o valor já reduzido, efetivar o pagamento junto ao banco e, devolvê-lo a DCAF impreterivelmente até o dia 17/03/2011 às 12 horas. CASO O BOLETO DEVIDAMENTE PAGO NÃO SEJA ENTREGUE NA DCAF ATÉ ESTA DATA O SERVIDOR PERDERÁ O DIREITO AO DESCONTO DE 50%.

Os interessados devem visitar a página do DLLE/CCE (www.cce.ufsc.br/extra) e acompanhar o cronograma da programação dos cursos extracurriculares 2011.1.

É recomendado aos inscritos para o sorteio que tiverem a intenção de iniciar o curso a partir do nível 2 de qualquer idioma que façam o teste de nivelamento, cuja inscrição deverá ser realizada no dia 14/03/2011 das 8h às 17h, no site www.cce.ufsc.br/extra.

Mais informações: ramal 9690.