Eleições na UFSC: consulta à comunidade universitária acontece em duas semanas

03/11/2011 08:58

A Universidade Federal de Santa Catarina realiza no dia 17 de novembro consulta à comunidade universitária para escolha de seus novos reitor e vice-reitor. Cinco chapas estão inscritas: 1 – Reitor: Dilvo Ilvo Ristoff; vice-reitor: Rogério Bastos; 2 – Reitor: Irineu Manoel de Souza; vice-reitor: Carlos Antonio Ramirez Righi; 3 – Reitor: Fernando Kinoshita; vice-reitor: Eduardo A. Temponi Lebre; 4 – Reitor: Carlos Alberto Justo da Silva; vice-reitor: Vera Lucia Bazzo e 5 – Reitor: Roselane Neckel; vice-reitor: Lúcia Helena Martins Pacheco

Caso nenhuma das cinco chapas inscritas alcance o índice superior a 50%, um segundo turno será realizado no dia 30 de novembro. O mandato será de quatro anos.

Os votos válidos serão ponderados na proporção de 1/3 para servidores docentes, 1/3 para os servidores técnico-administrativos e 1/3 para os estudantes. Poderão votar os servidores docentes e técnico-administrativos ativos da Universidade, integrantes das respectivas carreiras e em efetivo exercício que constem do seu cadastro de pessoal ativo até o dia 17 de outubro desse ano. Além destes, estudantes que tenham a condição de matrícula regular no dia 17/10/2011, nos cursos de graduação, mestrado e doutorado, assim como alunos do Colégio de Aplicação com idade mínima de 16 anos.

Saiba Mais:

– Nova edição do Jornal Universitário abre espaço para as cinco chapas inscritas nas eleições para a reitoria da UFSC.

– Comissão Eleitoral:  (48) 3721-2199 / http://comeleufsc.ufsc.br /

Acompanhe as regras da consulta à comunidade universitária:

– Res. Nº 004/COMELEUFSC/2011

– Res. Nº 003/COMELEUFSC/2011

– Resolução Nº 002/COMELEUFSC, de 05 de outubro de 2011

– Res. nº 001/COMELEUFSC/2011

 

Chapas inscritas:

1 – Reitor: Dilvo Ilvo Ristoff; vice-reitor: Rogério Bastos

2 – Reitor: Irineu Manoel de Souza; vice-reitor: Carlos Antonio Ramirez Righi

3 – Reitor: Fernando Kinoshita; vice-reitor: Eduardo A. Temponi Lebre

4 – Reitor: Carlos Alberto Justo da Silva; vice-reitor: Vera Lucia Bazzo

5 – Reitor: Roselane Neckel; vice-reitor: Lúcia Helena Martins Pacheco

 

Tags: eleições na UFSC

Workshop discute reúso da água na indústria

03/11/2011 08:51

Florianópolis sedia nos dias 10 e 11 de novembro empresas nacionais e internacionais no VII Workshop sobre Gestão e Reúso de Água na Indústria. Neste ano, como convidado, um pesquisador da Austrália fará uma palestra sobre o uso da água naquele país, trocando experiências internacionais sobre o assunto. Empresas de grande porte como a Petrobras e a Siemens, entre outras, estarão presentes no workshop que será realizado no Hotel Majestic, com sessão de abertura proferida pelo reitor da UFSC Alvaro Toubes Prata.

O professor do Departamento de Engenharia Química e Alimentos da UFSC, José Carlos Cunha Petrus,  presidente da comissão organizadora do evento, destaca que o encontro é referência no país, pois há pouca discussão sobre esse assunto. “O workshop tem o objetivo de ser um fórum para discutir as questões relacionadas à gestão da água nas indústrias. Essa questão engloba fundamentalmente a consciência para o uso racional da água, a questão de mudanças de processos que requeiram menos água, o reúso  na indústria e a utilização da água em locais onde é menos nobre, tais como lavagem de chão e de janelas, por exemplo”.

Petrus também lembraque regiões como Sul e Sudeste, altamente populosas, já começam a apresentar falta de água. “A questão não é só a falta de água na indústria dessas regiões, mas a falta de água potável para as pessoas”. Entre dez e 12 empresas de grande porte com experiência no uso racional da água participarão do evento, trocando conhecimentos sobre a temática.

A programação do workshop envolve apresentação das indústrias na gestão e no tratamento de água para fins de reúso; apresentação de trabalhos de pesquisa selecionados pela comissão científica, sobre a gestão da água na indústria; e discussões sobre o uso racional da água, seu tratamento visando o reúso e sobre a legislação. A programação completa pode ser conferida aqui.

O “VII Workshop sobre Gestão e Reúso de Água na Indústria” é uma realização do Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da UFSC, com apoio da Fundação de Ensino e Engenharia de Santa Catarina (Feesc). As inscrições devem ser feitas pela internet, no site da Feesc.

Mais informações com o professor José Carlos Cunha Petrus, presidente da comissão organizadora do evento: 3721 -6042.

Por José Fontenele / Bolsista de Jornalismo da Agecom

Alckmar Santos lança em São Paulo romance premiado

03/11/2011 08:18

Vencedor do Concurso Salim Miguel 2011 de Romance, promovido pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina, a obra Ao que minha vida veio…, de Alckmar Santos, chega às livrarias começando por São Paulo, estado de origem do autor. O lançamento será nesta sexta-feira, 4 de novembro, às 20 horas, na Livraria da Vila, na Vila Madalena, quando o autor apresentará também a criação digital multiartística, Volta ao fim, elaborada em conjunto com Wilton Azevedo. É o terceiro romance de Alckmar, que já publicou outras obras como poeta, ensaísta, pesquisador e professor de literatura na UFSC.

Ao que minha vida veio…  será lançado pela Editora da UFSC em Florianópolis no dia 18 de novembro, às 20h30min, na Sala Aroeira do Centro de Cultura e Eventos da universidade, durante o Simpósio da ABCiber e, na primeira semana de fevereiro, em Silveiras, cidade natal do autor, no Vale do Paraíba paulista. Brincando com a palavra alquimia no título e com as origens e nome do autor na narrativa, a história inicia-se na década de 1930, ambientada em Silveiras. Relata a busca do narrador para reconstituir sua trajetória, descobrir quem são seus pais e definir sua própria identidade. Uma característica marcante é a linguagem inovadora, que evoca a oralidade dos contadores de causos do interior, com passagens repletas de detalhes e encantamentos.

O autor conta que o livro começou a nascer há quatro anos, em uma viagem a Belo Horizonte. “Eu estava na casa de um amigo e ouvi um estrondo. Era um adolescente que tinha se jogado no vão do 12º andar. A primeira cena do livro descreve a imagem do corpo caindo de uma pessoa. A partir dessa cena inicial, comecei a pensar na minha história e na história da minha região”.

Se, para o protagonista, a narrativa é um resgate de sua história, para o autor o processo de escrita foi um resgate da linguagem falada na região, das histórias contadas pelo avô, da memória de fatos de sua infância. “O ritmo desse romance, o vocabulário, as imagens, tem tudo a ver com Silveiras”, explica Alckmar.

Da sua experiência como pesquisador sobre cibercultura, o escritor fez uso de ferramentas como softwares de edição de imagens e de geolocalização para identificar elementos da região referenciada. “Empreendi uma viagem virtual a essa região de Minas Gerais e São Paulo, pelo Google Maps, atrás do personagem e do contexto onde ele viveu, examinando estradinhas, nomes dos bairros, de cidades, para nominar tudo com exatidão.” A obra também envolveu pesquisa sobre a história do Brasil, como a participação do país na Segunda Guerra, especialmente a atuação dos pracinhas, os lugares por onde andaram e combateram.

A apresentação do livro é feita por José Luís Jobim, diretor do Instituto de Letras e professor da UERJ e UFF. Ele destaca que não devemos esperar respostas cartesianas nem retas para a pergunta lançada pelo personagem já no título. Ao acompanhar a trajetória do narrador-personagem, o leitor pode ir testemunhando um processo de investigação e as mudanças que as revelações resultantes dessa pesquisa da vida operam na sua mente.

Sobre o autor

Alckmar Santos é professor de Literatura Brasileira na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde coordena o Núcleo de Pesquisas em Informática, Literatura e Linguística (NUPILL). Foi pesquisador convidado na Université Paris 3 – Sorbonne Nouvelle (2000-2001) e na Universidad Complutense de Madrid (2009-2010). É também poeta, romancista e ensaísta. Autor dos livros Leituras de nós: ciberespaço e literaturaDos desconcertos da vida filosoficamente considerada (ensaio e poemas, respectivamente – Prêmio Transmídia do Instituto Itaú Cultural), Rios imprestáveis (poemas, Prêmio Redescoberta da Literatura Brasileira da revista Cult).

Sobre o livro
Romance – Ao que minha vida veio…
Autor: Alckmar Santos
Editora UFSC
Páginas: 202
Preço: R$ 29,00

Lançamento
Data: dia 4 de novembro de 2011
Hora: 20h
Local: Livraria da Vila

Contatos do autor: E-mail: alckmar@cce.ufsc.br

Por Laura Tuyama / Jornalista – Agecom – UFSC / Fone (48) 3237-8506
Raquel Wandelli / Jornalista – SeCArte – UFSC / Fones: 37218729 e 37218910 e 99110524
www.secarte.ufsc.br   www.ufsc.br

 Saiba Mais:

A QUE VEM ESTE ROMANCE? (Prefácio de Ao que minha vida veio…)

José Luís Jobim

Como seu próprio título (Ao que minha vida veio…), seguido de reticências, este romance não é uma narrativa direta que logo anuncie a linha de seu enredo e depois vá explicando tudo completamente. A estória, ambientada primordialmente no interior de São Paulo, a partir da década de trinta do século passado, e contada pelo neto de Josefo, “contador emérito de histórias sem beiras, de casos de quase soltas causas”, tem uma estruturação aparentada com os causos. Ou seja, é elaborada em uma linguagem saborosa que alonga as frases em torneios e detalhes sobre o que se passou. Como para o narrador é relevante descobrir quem foram seus pais, ao contar sua procura, ele também vai dando um sentido ao seu percurso.

A pergunta básica é exatamente a que faz Juca Capucho ao narrador-personagem: “então ´cê quer mais é saber de onde qual progenitura é que é mesma a sua, é não mesmo?!”. O leitor, entretanto, não deve esperar nem que esta nem que todas as outras indagações do percurso tenham respostas cartesianas ou retas, pois o tom que predomina na escrita é sempre o indireto e o furta-cor. Quem conta a estória não é um narrador que sabe de tudo, nem alguém que vai lançar luzes claras sobre ela, até porque nada é absolutamente claro para ele.

O enigma a que se refere o título, enigma que se pode imaginar que vai ser desvendado a medida que a leitura do texto avança (e o narrador-personagem se envolve em uma busca de suas origens), na verdade percorre e alimenta o romance todo. De fato, não pode ser resolvido com uma simples resposta, porque não é somente uma procura de pai e mãe, mas também da identidade do narrador.

Como numa estória de detetive, em que o leitor só sabe o que o detetive descobre, vamos investigando, junto com o narrador, vestígios do que aconteceu antes da própria existência dele e pistas derivadas de sua vivência com outros personagens, vivência que é reinterpretada sucessivamente. Assim, ao longo da investigação, acompanhamos as mudanças que as revelações operam na mente do narrador, que é afetado pelos resultados de sua própria busca.

Trata-se de um narrador-personagem que se dedica a dar sentido às peças de um quebra-cabeça, tentando formar um todo, procurando configurar pouco a pouco os elementos de sua narrativa e estabelecer relações entre eles, para dar-lhes uma certa ordem e significado, provenientes da própria perspectiva dele, que, entretanto, é cambiante ao longo da estória.

Ao acompanhar os passos do narrador, o leitor pode desfrutar da dor e da delícia de cada momento. Ou seja, é exatamente em virtude do ponto de vista adotado que o leitor se situa em uma posição na qual ele pode chegar ao sentido para o qual as perspectivas do texto vão orientá-lo. Pode, então, viver vicariamente as experiências do narrador, e entender como e porque ele altera sua posição no enredo. Como a leitura é sempre o encontro do que o leitor já possui com o que o texto tem a oferecer, também o leitor vai ganhar ao vivenciar estas experiências, trazendo para seu mundo e à sua maneira aquilo que o narrador trouxe para o dele no romance.

Boa leitura!

Tags: Alckmar Santos

Editora da UFSC lança concurso literário para roteiros de teatro e cinema

01/11/2011 16:08

Editora da UFSC lança novo concurso literário. O gênero premiado  será Roteiros para cinema e peças de teatro. A escolha estimula uma habilidade artística carente no Estado. Segundo o regulamento, publicado na página da editora (www.editora.ufsc.br), o autor deve ser nascido em Santa Catarina ou residente no Estado há pelo menos três anos. As inscrições devem ser realizadas, pessoalmente e no horário comercial, na secretaria da Direção Executiva da Editora da UFSC, localizada no prédio da EdUFSC, Campus Universitário, Bairro Trindade, Florianópolis, SC. Também serão aceitas inscrições pelos Correios, contando a data de postagem, com material remetido para: Editora da UFSC, Concurso Rogério SganzerlaEdUFSC 2011/2012, Caixa Postal  476, Florianópolis, SC, 88010-970.

(mais…)

Tags: Concurso EduFSCConcurso Rogério SganzerlaUFSC

Biblioteca Universitária finaliza novo sistema de climatização

01/11/2011 12:20

A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina inaugura no dia 3, quinta-feira,  seu novo sistema de climatização. A obra foi realizada com recursos do ReUni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais) e visa a proporcionar conforto e segurança aos usuários. Pela biblioteca passam cerca de 5 mil pessoas por dia. O evento de comemoração acontece às 18h, na parte superior da BU.

Com uma área de 4,4 mil m², a obra teve uma duração de nove meses e custou R$ 1,9 milhão. “Com a climatização estamos investindo em qualidade de vida, em um ambiente mais confortável e mais acolhedor”, explica a diretora da BU, Narcisa Amboni. “É um sonho de 35 anos que está sendo realizado e faz parte de uma série de ações de melhoria”, completa.

Além do conforto para os usuários, a climatização também tem por objetivo preservar o acervo, formado por mídias eletrônicas, papel, DVD e microfichas, e que devem ficar em uma temperatura entre 17 a 24 graus.

Os usuários também vão ganhar uma biblioteca mais silenciosa. O forro antigo era de PVC e teve que ser trocado, pois o material não era apropriado para conservar a temperatura. O novo forro ajuda neste aspecto e também absorve a reverberação sonora, proporcionando um ambiente mais silencioso e agradável.

A obra
Para os engenheiros envolvidos, a obra representou um desafio, pois foi realizada com a BU em funcionamento. “Além de ser um local movimentado, a BU é uma caixa de vidro, um ambiente com muito calor, inadequado ao estudo”, explica a engenheira civil Maria Helena Giacomazzi.

A obra envolveu também a troca do forro, da iluminação e do sistema elétrico da parte superior da biblioteca. Tudo para receber o sistema de climatização, uma central de água gelada que funciona como uma grande geladeira, conectada a uma rede de tubulação que segue por todo o ambiente, refrigerando. “O sistema tem potência de 2 milhões de BTU/hora, é eficiente e econômico, destinado a construções de grande porte”, explica o engenheiro mecânico Peter Klitzke Giesbrecht.

Fatos da Biblioteca da UFSC:

  • Com 300 mil títulos e 710 mil exemplares, a BU tem o maior acervo de Santa Catarina
  • Total de usuários cadastrados: 91 mil
  • Usuários por dia: 5 mil pessoas
  • Funcionários: 66
  • Conta com 30 netbooks para empréstimos à comunidade universitária para consulta de recursos eletrônicos, como e-books e bases de dados
  • Ambiente de Acessibilidade Informacional, uma sala que reúne recursos para ampliar o acesso à biblioteca pelos usuários com deficiência visual, pessoas cegas e com baixa visão
  • Credenciada como editora: em outubro de 2011 publicou seu primeiro livro, um e-book de autoria de 28 servidores da UFSC

Serviço:
Inauguração da climatização na Biblioteca Central
Quando: 03/11/11, às 18h
Onde: Piso superior da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina
Mais informações: (48) 3721-9310

Por Laura Tuyama / Jornalista da Agecom

Tags: Biblioteca Central

UFSC inaugura nova ala do Restaurante Universitário

01/11/2011 11:51

Com 3,3 mil m² e 1500 lugares, novo espçao representa mais do que o dobro das instalações atuais. Fotos: Wagner Behr

A Universidade Federal de Santa Catarina inaugura nesta quinta-feira, 3 de novembro, as novas instalações do Restaurante Universitário, que funciona no campus da Trindade. A obra tem mais de 3,3 mil m², com 1500 lugares, mais do que o dobro das instalações atuais. O RU serve 7 mil refeições por dia, demanda que está em crescimento.

O evento de inauguração acontece nas novas instalações do RU, às 16 horas. O novo prédio também ganhará um nome: Restaurante Universitário Edite Erotides do Nascimento, em homenagem à primeira cozinheira falecida do RU.

Ao entrar no novo restaurante, os usuários encontrarão uma série de inovações. Primeiro, vão poder lavar as mãos nas pias antes de entrar no refeitório. Depois encontrarão um ambiente amplo, com cores vibrantes, climatizado. Se o usuário estiver em cadeira de rodas, poderá subir pelo elevador para acessar o mezanino. A obra conta também com sistema de ventilação, exaustão e piso podotátil, entre outros.

Nesta etapa apenas o refeitório será ativado. “É uma forma de aliviar as filas atuais, que têm uma espera de mais de 20 minutos”, explica a diretora do RU, Deise de Oliveira Rita. Embora a cozinha esteja quase toda equipada, houve problemas na licitação de caldeirões, por isso não há previsão para ativá-la.

Quando estiver em pleno funcionamento, a expectativa é de que o RU se torne uma referência também em comida saudável. Para isso foram comprados quatro fornos combinados, capazes de preparar cinco mil refeições simultaneamente, como forma de diminuir a fritura com a oferta de alimentos assados. Nas seis chapas grandes serão preparados alimentos grelhados.

Os novos equipamentos também visam otimizar a produção. Um exemplo é que será possível preparar simultaneamente o almoço e o jantar, pois com a aquisição de dois resfriadores o jantar ficará conservado até o momento de ser servido. A estrutura prevê também uma sala de convivência para os funcionários, com sofás, mesas e TV.

Serviço:
Inauguração do novo prédio do Restaurante Universitário da UFSC
Onde: Campus Universitário da Trindade, Florianópolis (SC)
Quando: dia 3 de novembro, às 16 horas.
Área total: 3.332,24 m²
Valor: R$ 9,828 milhões
Mais informações:

– Direção do RU: 3721-8226 e  Secretaria: 3721-9203

Por Laura Tuyama / Jornalista da Agecom

Tags: restaurante universitário

SeTIC aprimora comunicação entre as unidades e campi da UFSC

01/11/2011 10:36

Foto: Paulo Noronha / Agecom

Uma instituição como a UFSC, cada vez maior e mais capilarizada na sociedade, precisa se comunicar da melhor maneira possível para otimizar os próprios resultados de sua missão. Esse trabalho está sob a responsabilidade da Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC), nome dado no ano passado ao antigo Núcleo de Processamento de Dados (NPD), que dispõe de uma infraestrutura tecnologicamente avançada e oferece inúmeros serviços à comunidade universitária.

A infraestrutura, conhecida como redeUFSC, interliga em uma rede IP (padrão da internet) todas as unidades, incluindo os campi de Joinville, Curitibanos e Araranguá, e permite o tráfego de dados, voz (telefonia) e vídeo (videoconferência, conferência WEB) em toda a instituição.

O sistema é ligado à Rede Ótica Metropolitana (Remep), que integra os municípios de Florianópolis, São José e Palhoça por fibra ótica e por conexões sem fio, envolvendo outras instituições (como a Fapesc, Udesc, Unisul e IF-SC). Ela permite a conexão rápida, com taxas multigigabit, entre o campus Trindade e as unidades do Itacorubi, centro (Secretaria de Educação a Distancia), Barra da Lagoa, Fazenda da Ressacada, ilha de Anhatomirim e mais recentemente o campus Sul da Ilha.

No campus de Araranguá, que já tem sede própria, é utilizado um canal dedicado de alta capacidade, da ordem de 44 Mbps. Em Joinville, onde a estrutura do campus funciona em local provisório, o suporte é dado pela Rede Catarinense de Ciência, Tecnologia e Inovação (RCT), com um canal de 40 Mbps compartilhado com a Udesc e cuja provedora é a Fapesc. No caso de Curitibanos, onde o campus fica fora da cidade e não era servido por meios de comunicação, a alternativa foi fazer uma conexão através de rádio, utilizando a Universidade do Contestado (UnC) como uma espécie de ponte, neste caso com taxas de 14 Mbps.

Outra infraestrutura avançada e abrangente é a redeUFSCsemFio, que funciona como uma camada sobre a redeUFSC e cobre com sinal Wireless todas as unidades da instituição, permitindo o acesso às bases de informações e sistemas de suporte ao ensino por meio de notebooks, tablets e smartphones, por exemplo. “Neste caso, a mobilidade é total, graças a um sistema central de controle, bastando que o usuário ligue seu dispositivo de acesso para ficar conectado, independente do local onde se encontra”, informa o diretor do Departamento de Tecnologia da Informação e Redes da SeTIC, Edison Tadeu Lopes Melo.

Uma terceira parte dessa infraestrutura é a redeUFSC de Telefonia, que gradativamente está sendo implantada e incorporada à estrutura única de computação e comunicação no campus. “Estamos tentando padronizar e unificar todas as infraestruturas, tanto que nos novos prédios já não entra a telefonia convencional”, informa o diretor da SeTIC. São os casos de Curitibanos, Araranguá e Joinville, onde a RedeUFSC é a infraestrutura única para dados, voz e vídeo. Além de conferir agilidade, inclusive para a transmissão de dados mais complexos, esse sistema proporciona uma grande economia para a instituição.

A UFSC não dispunha até recentemente de uma rede de telefonia, o que existiam eram conexões isoladas, realizadas de forma independente pela operadora. Esta rede começou a ser implantada a partir do momento em que a telefonia passou a ser gerida pela SeTIC, no início de 2011.

Serviços
Na área de serviços, a telefonia é dividida nos subgrupos convencional, IP Corporativo e IP Acadêmico, todos integrados entre si. O IP Corporativo (o conhecido 3721) consiste em cerca de 900 ramais instalados em pontos fixos, em cada local de trabalho, com facilidades como “siga-me”, secretária eletrônica e identificação de chamadas. Ele permite chamadas gratuitas para todas as unidades da UFSC, para as melhores universidades do país e para cidades onde as IFES estão presentes, neste caso ao custo de uma ligação local. O sistema ainda envia mensalmente, através de correio eletrônico, o extrato para que o usuário tenha o controle de suas chamadas. A partir do serviço de telefonia IP Corporativo as ligações para os telefones móveis corporativos também ocorrem sem custo e de forma transparente.

Outro serviço de telefonia é o VoIP Acadêmico (prefixo 3363), que faz ou recebe chamadas desde que o usuário configure seu computador, tablet ou smartphone e se cadastre no site www.telefonia.ufsc.br. O sistema obtém um crédito mensal para ligações locais em todos os campi da UFSC. “No ambiente acadêmico, as chamadas são ilimitadas”, informa Melo. Ele destaca ainda que com este ambiente cada usuário pode ter seu próprio ramal IP para fazer e receber chamadas gratuitas, bastando estar conectado à internet em qualquer lugar dentro ou fora da UFSC. “É um recurso muito valioso para quem viaja a trabalho e precisa manter comunicação com a instituição”.

Quem optar por manter o serviço de telefonia convencional não precisa se apressar, porque ele continuará a ser oferecido, por meio dos 3.300 ramais existentes. Mas, aos poucos, ele será substituído pelo IP Corporativo, que faculta a integração gratuita ao serviço de telefonia celular corporativa.

Hoje, já são 900 os ramais IP corporativos instalados, sendo que cerca de 100 estão nos novos campi, onde a telefonia é toda baseada em IP. A meta é fechar o ano com 1.300 ramais, atingindo, no final de 2012, mais de 50% da UFSC. “Vamos instalar de imediato pelo menos um IP corporativo por unidade”, garante Melo. Outras metas são substituir as 35 centrais analógicas por ramais IP, eliminando desta forma os “sub-ramais” até o final deste ano.

Resultados
Com os investimentos feitos nessa área, a UFSC consegue realizar sessões de videoconferência, transmissão de vídeo ao vivo e fazer chamadas telefônicas gratuitas entre os campi e as unidades, utilizando um sistema compatível com a telefonia convencional, o que permite a migração de forma gradual.

Outro projeto é o do Serviço de Impressão Corporativa, que permitirá um controle e uma economia substancial de papel e cartuchos. No último levantamento, em 2010, percebeu-se que havia cerca de 2.100 impressoras na instituição, sendo 300 de diferentes modelos, o que gerava grandes problemas de suprimento para o setor de compras. Com o novo sistema, que prevê a contratação da impressão, com integração em rede, haverá maior controle sobre essas operações. “A meta é contar com no máximo 500 equipamentos na instituição, usando entre oito e 10 modelos de equipamentos”, afirma Edison Melo. O serviço de impressão corporativa se integra ao projeto UFSC Sem Papel, pois a solução dispõe de recursos para digitalização de documentos e interação com os softwares de gestão administrativa e acadêmica.

Por fim, busca-se fazer com que mais usuários passem a utilizar o domínio @ufsc.br para o serviço de correio eletrônico institucional. Hoje, são mais de 800 domínios, o que dificulta a gestão neste campo. “Com a mudança, ganharemos espaço em disco e maior controle de spam”, afirma Melo. Além disso, quem recebe a mensagem saberá que efetivamente se trata de um e-mail originário da UFSC, o que eleva o seu grau de confiabilidade.

Mais informações no site da SeTIC (http://setic.ufsc.br) ou pelo telefone (48) 3721-7575

Por Paulo Clóvis Schmitz / Jornalista da Agecom

Tags: SeTIC

UFSC recebe homenagem na Câmara Municipal de Florianópolis

01/11/2011 10:05

Fotos: Hélio Ramos

Com o auditório do plenário cheio e muitos admiradores, a UFSC recebeu Moção de Aplausos na noite desta segunda-feira (31 de outubro) na Câmara Municipal de Florianópolis. A cerimônia reuniu representantes de instituições e personalidades, que de alguma forma contribuem para o desenvolvimento da capital catarinense no cenário nacional e internacional. Dezesseis vereadores indicam à Casa os homenageados para recebimento da moção.

O reitor Alvaro Toubes Prata recebeu a homenagem representando a UFSC. Em sua fala destacou a contribuição da universidade para o desenvolvimento local. “A UFSC é uma instituição a serviço da sociedade. Ter o reconhecimento de nossos inúmeros projetos, por aqueles que nos representam, é muito gratificante”, ressaltou. Outros dois setores da universidade foram reconhecidos na sessão solene: o Colégio de Aplicação, representado pelo diretor Romeu Augusto de Albuquerque, e a EdUFSC (Editora da UFSC), representada pelo diretor Sérgio Medeiros.

A solenidade teve outros homenageados: Associação de Moradores do Rio Vermelho (AMORV); Instituto Lagoa Social, Bairro São João do Rio Vermelho; Bairro Ingleses; Atleta Fabiana Beltrame, Náutico Futebol Clube; a cantora Marjory Porto, Fundação Catarinense de Assistência Social (FUCAS); Freguesia de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão da Ilha, Senhor Roberto Henrique Barreiros Silva; Associação Coral de Florianópolis; o atleta Willian Souza, Frei Hugolino Bach (Homenagem Póstuma); Profissionais da área de Economia; Imprensa Catarinense, Polícia Militar de Santa Catarina e Colégio Militar Feliciano Nunes Pires, entre outros.

O encerramento foi marcado pela execução do hino oficial de Florianópolis, Rancho de Amor a Ilha.

Por Daniel Lemes / Estagiário Comunica/Agecom/ ACE/SEPLAN

Tags: homenagemMoção de Aplausos

Inscrições para o Colégio de Aplicação da UFSC terminam nesta quarta

01/11/2011 09:54

Estão abertas até o dia 2 de novembro, quarta-feira, as inscrições de sorteio de candidatos para o ingresso no ano letivo 2012, no Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O Edital completo pode ser acessado em no endereço http://www.ca.ufsc.br/files/2011/10/Edital-Sorteio-20123.pdf .

O sorteio das vagas será realizado publicamente no dia 29 de novembro, no Pátio do Bloco D do Colégio de Aplicação, às 9h para 1° e 2° ano do Ensino Fundamental e às 14h para as demais turmas. O resultado oficial será divulgado dia 30 de novembro, no site www.ca.ufsc.br e também no mural do Colégio de Aplicação.

O processo do sorteio será realizado sob a coordenação de Comissão designada pela Direção do Colégio de Aplicação, através de portaria, e será executado pelos pais ou responsáveis presentes. A supervisão do processo ficará sob responsabilidade da Direção do Colégio de Aplicação. Não é obrigatória a presença de pais ou responsáveis legais dos inscritos durante a realização do sorteio.  Serão sorteadas 60 vagas, todas para o 1° ano, sendo três delas para deficientes. A condição para a inscrição do candidato para o 1° ano é que ele tenha completado 6 anos de idade até o dia 1º de março de 2012.

As matrículas serão feitas nos dias 6 e 7 de dezembro de 2011, na Secretaria Escolar do Colégio de Aplicação, de 8h às 17h. Encerrado o prazo, o candidato não matriculado perderá o direito à vaga, sendo chamado o primeiro colocado na lista de espera. As vagas destinadas para deficientes que não forem preenchidas serão reencaminhadas para os demais candidatos da mesma série.

Mais informações na Secretaria do Colégio de Aplicação pelo telefone (48) 3721-9527.

Por Rafaela Blacutt / Bolsista de Jornalismo

Tags: Colégio de AplicaçãoinscriçõesUFSC

UFSC oferece 1.644 vagas para transferência e retorno em 2012

01/11/2011 09:18

O Departamento de Administração Escolar (DAE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou o Edital Nº 039/DAE/2011 para o preenchimento de 1.644 vagas distribuídas em 43 cursos de graduação presenciais, nos quatro campi, através do processo seletivo para transferências e retornos, com ingresso no primeiro semestre letivo de 2012. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 11 de novembro, nas Secretarias das Coordenadorias dos respectivos cursos, no horário de funcionamento das mesmas. O edital pode ser acessado aqui.

As vagas estão divididas por cursos e modalidades de ingresso (incisos), sendo eles: Inciso I – transferência interna (mudança de turno, de habilitação do mesmo curso e troca de curso) e retorno de aluno-abandono da UFSC; inciso II – transferência externa; e inciso III – retorno de graduado (graduados na UFSC e em outras Instituições de Ensino Superior). Os resultados serão divulgados no dia 8 de dezembro.

Documentação necessária para a inscrição:

Os interessados devem preencher o formulário de inscrição (retirado na coordenadoria do curso) e apresentar a documentação específica para cada modalidade:

Transferência interna e retorno de aluno-abandono: Histórico Escolar emitido e visado pela UFSC, fotocópia da cédula de identidade, CPF e e-mail.

Transferência externa: Histórico Escolar, atestado de matrícula ou de seu trancamento na instituição de origem, comprovante de que o curso é autorizado ou reconhecido, programas das disciplinas cursadas, cédula de identidade, CPF e e-mail.

Retorno de graduado: Fotocópia autenticada do Diploma de Curso (Graduação) devidamente registrado ou Certidão de Colação de Grau, Histórico escolar e, quando se tratar de aluno graduado em outra IES, o mesmo deverá anexar ao pedido, além dos documentos acima citados, os programas das disciplinas cursadas, cédula de identidade, CPF e e-mail.

Quadro de vagas:

Contatos das secretarias dos cursos: DDD (48)

Administração – 3721-9386

Agronomia – 3721-5411

Antropologia – 3721-4877

Arquivologia – 3721-9756

Artes Cênicas – 3721-6543

Biblioteconomia – 3721-9389

Ciência e Tecnologia Agroalimentar – 3721-5368

Ciências Biológicas – 3721-9235

Ciências da Computação – 3721-9424

Ciências Econômicas – 3721-9384

Ciências Rurais (Curitibanos) – 3721-6454

Ciências Sociais – 3721-9508

Design – 3721-6504

Direito – 3721-9382

Educação Física – 3721-9367

Enfermagem – 3721-9346

Engenharia da Mobilidade (Joinville) – 3721-6452

Engenharia de Aquicultura – 3721-5414

Engenharia de Energia (Araranguá) – 3721-6448

Engenharia de Produção – 3721-7004

Engenharia Elétrica – 3721-9506

Engenharia Eletrônica – 3721-9280

Engenharia Sanitária Ambiental – 3721-9423

Filosofia – 3721-9433

Física – 3721-9223

Fisioterapia (Araranguá) – 3721-6448

Fonoaudiologia – 3721-5084

Geografia – 3721-9256

Geologia – 3721-4488

História – 3721-9249

Jornalismo – 3721-9490

Letras – Línguas Estrangeiras – 3721-9489

Letras – Língua Portuguesa – 3721-9293

Libras – 3721-6586

Matemática – 3721-9652

Museologia – 3721-9714

Nutrição – 3721-9486

Oceanografia – 3721-8517

Pedagogia – 3721-9414

Química – 3721-6853

Relações Internacionais – 3721-6785

Tecnologias da Informação (Araranguá) – 3721-6448

Zootecnia – 3721-5486

Mais informações com o DAE pelo telefone (48) 3721-9707.

Por Carolina Lisboa/ Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: transferências

Eleições na UFSC: Jornal Universitário publica propostas das cinco chapas

01/11/2011 08:59

Nova edição do Jornal Universitário abre espaço para as cinco chapas inscritas nas eleições para a reitoria da UFSC. As páginas centrais trazem um texto de cada candidatura, expondo suas propostas e prioridades. A eleição na UFSC para escolha de seus novos reitor e vice-reitor será realizada no dia 17 de novembro. Caso nenhuma das cinco chapas inscritas alcance o índice superior a 50%, um segundo turno será realizado no dia 30 de novembro.

Os votos válidos serão ponderados na proporção de 1/3 para servidores docentes, 1/3 para os servidores técnico-administrativos e 1/3 para os estudantes. Poderão votar os servidores docentes e técnico-administrativos ativos da Universidade, integrantes das respectivas carreiras e em efetivo exercício que constem do seu cadastro de pessoal ativo até o dia 17 de outubro desse ano. Além destes, estudantes que tenham a condição de matrícula regular no dia 17/10/2011, nos cursos de graduação, mestrado e doutorado, assim como alunos do Colégio de Aplicação com idade mínima de 16 anos.

 

Saiba Mais:

Comissão Eleitoral:  (48) 3721-2199 / http://comeleufsc.ufsc.br /

Acompanhe as regras da consulta à comunidade universitária:

– Res. Nº 004/COMELEUFSC/2011

– Res. Nº 003/COMELEUFSC/2011

– Resolução Nº 002/COMELEUFSC, de 05 de outubro de 2011

– Res. nº 001/COMELEUFSC/2011

 

Chapas inscritas:

1 – Reitor: Dilvo Ilvo Ristoff; vice-reitor: Rogério Bastos

2 – Reitor: Irineu Manoel de Souza; vice-reitor: Carlos Antonio Ramirez Righi

3 – Reitor: Fernando Kinoshita; vice-reitor: Eduardo A. Temponi Lebre

4 – Reitor: Carlos Alberto Justo da Silva; vice-reitor: Vera Lucia Bazzo

5 – Reitor: Roselane Neckel; vice-reitor: Lúcia Helena Martins Pacheco

Tags: eleições na UFSC

Uma semana em tributo à ousadia na arte

01/11/2011 08:29

A pesquisa, o talento e a coragem de ousar que vêm dos laboratórios de arte das universidades e dos grupos de vanguarda no país ganharam os palcos de Florianópolis e de Santa Catarina em novembro. Não só os palcos: também as ruas e espaços de circulação pública da Capital e de outras 17 cidades catarinenses. É a quarta Semana Ousada de Artes UFSC/Udesc, que todos os anos une os esforços de duas universidades públicas para insuflar uma semana de arte e cultura em todos os cantos das cidades.

A Semana Ousada chega ampliada a sua quarta edição com uma pauta maiorde espetáculos e oficinas em linguagens artísticas mais diversificadas e em mais pontos de apresentação. Quem participa da Semana Ousada recebe uma overdose de cultura e arte na área de teatro, cinema, dança, música, multimídia, artes plásticas, além de exposições de moda, desenho, arquitetura e artesanato, oficinas, ações educativas e palestras, tudogratuito e aberto ao público.

De 21 a 25 de novembro (segunda a sexta), a Grande Florianópolis e as cidades de Araranguá, Balneário Camboriú, Calmon, Chapecó, Curitibanos, Dionísio Cerqueira, Guarujá do Sul, Joinville, Lages, Laguna, Ibirama, Matos Costa, Palma Sola, Palmitos, Pinhalzinho e São Bento do Sul vão entrar no circuito artístico da Semana Ousada. A programação, que começou a ser preparada já no início do anoreúne mais de uma centena de eventos, terá na abertura o arrebatador espetáculo musical “Sinfonia Terra”, com a Orquestra de Florianópolis.

Também já estão confirmadas apresentações degrupos teatrais de arrojo e qualidade estética reconhecidosem circuito nacional, como Os Inomináveis, de Fernando Faria, e Oxigênio, de Marcio Abreu. A Mostra Catarinense de Cinema e o Desfile de Moda dos Alunos da UDESC serão outra oportunidade de conhecer o resultado da experimentação artística dos nossos laboratórios de ensino.

Organizada pela Coordenadoria de Cultura da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Comunidade da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e pela Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Semana Ousada de Artes 2011 vai apresentar a universidade como fonte de ousadia, sensibilidade poética e ciência, afirmando a cultura ao lado do ensino, da pesquisa e da extensão como unidades indissociáveis do conhecimento. A oferta de oficinas gratuitas, que democratizam o acesso ao saber nas mais diversas linguagens, vai promover o fazer artístico, além de construir nas cidades do circuito um ambiente propício à fruição e à criação da arte.

Divulgação: Raquel Wandelli
Jornalista da UFSC na SeCArte
raquelwandelli@yahoo.com.br
Informações: 3721-8304
ousadaufscudesc@reitoria. ufsc.br
www.secarte.ufsc.br
www.semanaousada.ufsc.udesc.br

Tags: Semana Ousada de Artes

Parceria internacional resulta em obra sobre finanças comportamentais

01/11/2011 08:22

Como os indivíduos tomam decisões quando percebem que podem alcançar o que desejam? Os fatores da natureza humana que interferem em nossas escolhas são abordados no livro Finanças Comportamentais, como o desejo, o poder, o dinheiro e as pessoas influenciam nossas decisões (Editora Atlas), que será lançado na sexta-feira (4/11), na Livraria Saraiva do shopping Iguatemi em Florianópolis, às 19h.

O livro é uma parceria internacional de três autores especialistas em Finanças e em Psicologia Cognitiva. Jurandir Macedo é professor de Finanças Pessoais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), José Morais e Régine Kolinsky são psicólogos e pesquisadores da Universidade Livre de Bruxelas (ULB) e autores de inúmeros trabalhos na área.

O professor da UFSC Jurandir Macedo é pioneiro no estudo das Finanças Comportamentais no Brasil. Seus estudos nessa área vão de encontro ao que muitos especialistas têm como verdade: um mundo feito de homens e mercados racionais, cujo comportamento é explicado a partir de modelos matemáticos sofisticados, mas, muitas vezes, ineficientes, uma vez que o homem não está acima da sua própria natureza.

No livro, os conhecimentos de economia e finanças do professor Macedo somam-se com os estudos das ciências cognitivas, do funcionamento do cérebro e do comportamento humano, do professor Morais e da professora Kolinsky. Os autores transportam todo o conhecimento e a experiência acumulada em anos de trabalhos para explicar melhor o processo de decisão
em várias esferas. Entre elas, o mercado financeiro.

A obra situa-se na fronteira entre psicologia e finanças. Com uma longa lista de referências bibliográficas e de pesquisas publicadas em renomados periódicos internacionais, os autores demonstram como nossos desejos nos levam a agir e tomar decisões. O efeito do dinheiro em nosso comportamento, como ele pode ajudar ou atrapalhar nossa eterna busca pela felicidade, e nossa tendência de trocar o presente pelo futuro também são analisados no livro. A leitura é recomendada a todas as pessoas que precisam tomar decisões, em especial os profissionais do mercado financeiro e executivos.

 Serviço:
O quê: lançamento do livro “Finanças Comportamentais, como o desejo, o poder, o dinheiro e as pessoas influenciam nossas decisões” (Editora Atlas).
Quando: próxima sexta-feira 04/11/2011, às 19h.
Onde: Livraria Saraiva, Shopping Iguatemi, Florianópolis.

Mais informações: (48) 3225-7274 /  (48) 3225-7274  / www.jurandirmacedo.com.br / http://www.jurandirmacedo.com.br/

Tags: finanças comportamentais

UFSC é tricampeã no Desafio Solar Brasil 2011

31/10/2011 15:35

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ganhou pela terceira vez consecutiva o Desafio Solar Brasil, rali de barcos movidos à energia solar, ocorrido entre os dias 25 e 29 de outubro, em Paraty, no Rio de Janeiro. Nesta etapa, a equipe venceu tanto na categoria Monocasco, com o barco Guarapuvu, quanto na dos Catamarãs, com o Vento Sul. Pela primeira vez, a UFSC participou da competição com dois barcos.

No Desafio Solar Brasil (DSB) participam equipes de várias regiões do país, vinculadas a diferentes instituições de ensino. Inspirado no Dong Energy Solar Challenge, competição mundial realizada a cada dois anos na Holanda, o DSB foi realizado primeiramente pelo Polo Náutico da UFRJ em Paraty há dois anos. Em fevereiro de 2011, realizou-se a primeira edição da competição em Florianópolis, organizada pela Equipe Vento Sul de barcos solares da UFSC, em parceria com o Polo Náutico. São oito dias de atividades, entre inspeção técnica, apresentação de projeto, day off e rali.

A equipe

Com o objetivo de desenvolver embarcações movidas à energia solar fotovoltaica, a equipe é composta por um grupo multidisciplinar de alunos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Tricampeã do Desafio Solar Brasil (DSB), maior rali de barcos solares do país, e melhores participantes não-europeus do Frisian Solar – atual DONG Energy Solar Challenge – 2010, o mais importante campeonato mundial. Atualmente 30 estudantes integram a equipe, sob a coordenação do professor Orestes Alarcon, chefe do Departamento de Engenharia Mecânica. O trabalho é dividido em diretorias (Mecânica-Naval, Elétrica, Logística, Marketing, Assessoria de Comunicação e Organização DSB Florianópolis), cada uma delas sob responsabilidade de um diretor, e todos são gerenciados pelo coordenador geral.

Outras informações pelos endereços http://www.barcosolar.ufsc.br/blog/ e http://desafiosolar.wordpress.com/.

Por Margareth Rossi/Jornalista da Agecom

Tags: Desafio Solar Brasil 2011GuarapuvuUFSCvento Sul

Programa “Jornalismo em Debate” discute cobertura esportiva

31/10/2011 12:06

Com o título “A cobertura esportiva além do futebol”, o “Jornalismo em Debate” desta semana tem a proposta de discutir sobre o jornalismo esportivo realizado na mídia brasileira. O programa, transmitido ao vivo, vai ao ar nesta terça-feira, dia 1º de novembro, às 18h, na Rádio Ponto UFSC. Apesar de ainda se encontrar em fase de produção, já estão confirmadas para o debate as presenças de Carlos Alberto Ferreira,coordenador de Jornalismo e Esporte da rádio CBN Diário, e de André Kfouri, repórter e apresentador da ESPN Brasil.

“Jornalismo em Debate” é um programa quinzenal produzido por estudantes do curso de graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, supervisionado pela professora Valci Zuculoto e com mediação do professor Áureo Moraes. A atividade faz parte da disciplina Cátedra FENAJ/UFSC de Jornalismo para a Cidadania, uma parceria entre o Curso de Jornalismo da UFSC e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ). Desde a estreia do programa, no dia 7 de abril, foram produzidas 12 edições, que debateram temas como liberdade de expressão, cobertura internacional, corrupção no futebol, crise econômica mundial, assessoria de imprensa, entre outros.

A Rádio Ponto UFSC pode ser ouvida e acessada pelo site www.radio.ufsc.br. No mesmo endereço, é possível baixar e ouvir todas as edições anteriores de Jornalismo em Debate. Os ouvintes e internautas podem participar, antes ou durante o programa, encaminhando perguntas pelo e-mail jornalismoemdebateufsc@gmail.com ou pelo Twitter @radioponto<http://twitter.com/#!/radioponto>.

Por Camila Raposo, estudante do Curso de Jornalismo da UFSC.

Tags: debatejornalismorádio

Centro de Educação ganha prédio com 34 salas, laboratórios e miniauditórios

31/10/2011 11:21

Foi inaugurado na última quinta-feira, dia 27, o prédio do bloco D do Centro de Educação (CED) da UFSC. A edificação tem cerca de 2.500 m² e foi construída com recursos do Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

A decisão para a construção do novo prédio aconteceu em 2003 e os trabalhos começaram em seguida. A obra tem cinco andares e conta com 34 salas de professores, dois laboratórios e dois miniauditórios com capacidade para 100 e 60 pessoas. O grande diferencial do edifício é que ele possui elevador, o que falta em alguns centros da universidade.

A construção se fez necessária devido ao Centro receber dois novos cursos: Arquivologia e Educação do Campo. Com isso, o antigo prédio foi todo transformado em salas de aula e os laboratórios e núcleos de pesquisas foram remanejados para a nova edificação.

Mais informações com o diretor do CED, Wilson Schmidt, pelo telefone (48) 3721-9336.

Por Rafaela Blacutt / Bolsista de Jornalismo da Agecom

Novo prédio D do CED

Prédio D: construção com recursos do Reuni/Foto: Wagner Behr/Agecom

 

Reitor inaugura prédio D do CED

Reitor Alvaro Prata inaugura prédio D do CED/Foto: Paulo R.Noronha/Agecom

Tags: CEDPrédio Dreuni

Eleições na UFSC: confira seu nome na relação oficial de aptos a votar

31/10/2011 11:15

E D I T A L

 

A COMISSÃO ELEITORAL REPRESENTATIVA DE ENTIDADES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA – APUFSC – Sindical, APG, CEB-DCE e SINTUFSC criada pelas Entidades e designada através da Portaria nº 001/COMELEUFSC/2011, no uso de suas atribuições e de acordo com o disposto no inciso VII do art. 7º da Resolução nº 001/COMELEUFSC/2011, de 05 de outubro de 2011, TORNA PÚBLICA a relação dos eleitores classificados por categoria no endereço eletrônico www.ufsc.br e no hall da Reitoria.

A publicação ficará a disposição dos Eleitores no período de 27 a 31 de outubro de 2011.

Os eleitores que se sentirem prejudicados deverão, neste prazo, procurar a Comissão Eleitoral através dos telefones (48) 3721-2199 / 3721-2144 / 3721-5755, pelo e-mail comeleufsc@reitoria.ufsc.br ou pessoalmente na sala da Comissão Eleitoral no andar térreo do prédio da Reitoria para as devidas correções.

 

Florianópolis, 27 de outubro de 2011.

JOUHANNA DO CARMO MENEGAZ

Presidente em exercício

Leita também:
– Primeiro turno das eleições na UFSC será no dia 17 de novembro

Tags: eleições na UFSC

Seminário sobre as Ações Afirmativas na UFSC discute a cultura acadêmica

31/10/2011 10:21

A primeira parte do Seminário Ações Afirmativas na UFSC, quarta-feira dia 26 de outubro, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, reuniu uma variedade de representantes para discutir a política de cotas na universidade e no sistema de educação brasileiro. Presentes na mesa de abertura a Pró-reitora de Pós Graduação Maria Lúcia de Barros Camargo, o representante da Pró-reitoria de Ensino de Graduação Carlos José de Carvalho Pinto, a Diretora de Educação Superior da Secretaria do Estado de Educação (SED) Mariléia Gastaldi, do Núcleo de Estudos Negros Joana Célia dos Passos, do Movimento Negro Unificado Maria de Lurdes Mina, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) a representante da Coordenadoria no estado Taís Garone, da Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial (Coppir) Ana Paula Cardoso, e o Representante da Comissão de Ações Afirmativas da UFSC Marcelo Romano. Na mediação da mesa a professora Ilza Scherer-Warren.

A mediadora iniciou a mesa explicando que as Ações Afirmativas iniciaram-se na UFSC em 1997, e que em 2012 terminará o prazo estipulado para vigência dessa política de inclusão, por isso o seminário representa um momento de reflexão para todos sobre esse tema. Mariléia Gastaldi, da SED, foi a primeira a discursar. Ela disse que a secretaria quer se apresentar como parceira da UFSC, e que espera que essas políticas possam reduzir as grandes diferenças no país. “Temos que dar conta dessas injustiças sociais, pois o tempo em que vivemos, a pós-modernidade, exige isso”, completou.

Joana Célia dos Passos, do Núcleo de Estudos Negros, foi a próxima a pedir palavra, ressaltando que as Ações Afirmativas mexem na cultura acadêmica. “As salas de aula e o campus da universidade não são mais os mesmos, e a política de igualdade faz parte de um projeto diferenciado de uma nação”, finalizou.

A pró-reitora de Pós Graduação da UFSC, Maria Lúcia de Barros Camargo, ratificou que a universidade mudou com a política de Ações Afirmativas, mas é preciso ressaltar que não só o acesso, mas a permanência e as condições dadas também mudaram. “Nós temos que criar condições para acesso qualificado à universidade, para que possamos transformar essa condição diferenciada. O desafio não é só acesso e sim criar condições de formação qualitativa”. A pró-reitora complementou dizendo que as políticas de Ações Afirmativas são o resgate de uma dívida social para com as comunidades menos assistidas.

Por José Fontenelle/bolsista de Jornalismo na Agecom

Candidatos à reitoria da UFSC apoiam a manutenção das Ações Afirmativas

A programação do “Seminário: Ações Afirmativas na UFSC” contou ainda com um debate sobre o sistema de cotas entre os cinco candidatos à reitoria da Universidade. A pergunta feita a todos foi “qual a sua posição, avaliação e proposta de manutenção das Ações Afirmativas caso seja eleito ou eleita”, e os cinco participantes responderam serem favoráveis ao programa. Cada um teve 15 minutos para defender a questão por ordem de fala definida através de sorteio. A UFSC adotou as cotas para alunos de instituições públicas de ensino, negros e indígenas em 2007, e vai discutir o futuro do programa em 2012.

O primeiro a discursar foi Dilvo Ristoff, que citou alguns dados sobre o ensino e os percentuais de negros e brancos no Brasil. Dilvo disse que as pessoas costumam pensar que a “Universidade reflete a sociedade”, mas afirmou que “dados mostram que os cursos de graduação hipertrofiam as desigualdades da sociedade brasileira”. Segundo o candidato, o campus distorce significativamente os percentuais da população do país. Ainda acrescentou que as políticas de expansão e a democratização do acesso e permanência no ensino superior podem mudar a situação nas universidades. Com isso, Dilvo acredita que é necessário “adotar uma política muito mais agressiva” para realmente refletir os dados da sociedade brasileira.

Em seguida, Carlos Alberto Justo da Silva (Paraná) começou sua fala avaliando a gestão do atual reitor, Alvaro Prata, e expôs sua plataforma de gestão. As propostas apresentadas pelo candidato foram: ampliação da parceira com a Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) para maior divulgação das cotas; financiamento de projetos de pesquisa sobre as Ações Afirmativas para posterior discussão e maior aprofundamento do tema; intenção de aumentar o número e o valor das bolsas permanência; reestruturação do programa de apoio psicossocial aos alunos cotistas; e criação de eventos para discutir e divulgar as Ações Afirmativas na UFSC.

A palavra foi passada para Irineu Manoel de Souza. Para ele, a universidade é elitista e a sociedade não sabe o que é produzido dentro dela. O candidato afirmou que sua proposta de gestão vai além da dimensão administrativa, sendo dividida em mais três grupos: acadêmico, humano e político-social. Na administração, Irineu propõe flexibilizar a estrutura universitária para incluir a sociedade; no campo acadêmico, analisar o Reuni para ampliar as vagas da universidade; no aspecto humano, valorizar as ações das pessoas, pois “sem pessoas não há inclusão”; e, por fim, na área da política social, defende a ampliação das cotas, a institucionalização da Coperve e a implantação do vestibular gratuito.

A candidata Roselane Neckel criticou a falta de gestão administrativa interna em relação às Ações Afirmativas: “quando tivermos oportunidade de apresentar os dados das nossas pesquisas e discutir os resultados, aí sim, poderemos alcançar um ganho realmente significativo”. Para Roselane, as universidades devem ter uma abertura ainda maior, oferecendo vagas exclusivas para negros e indígenas, sem considerar a avaliação socioeconômica. Em sua proposta, defende a ampliação das políticas de permanência e assume o compromisso de otimizar os recursos da universidade para fortalecer e ampliar as políticas afirmativas.

Por último, falou Fernando Kinoshita, que ressaltou a discriminação dentro da própria UFSC, entre os alunos de diferentes cursos de graduação. Ele defende as Ações Afirmativas, mas acredita que o programa não deve ser permanente, e sim, circunstancial, devido à vulnerabilidade que os povos beneficiados sofreram no passado. Sua plataforma de gestão inclui campanhas de divulgação das Ações Afirmativas para que todos tenham acesso a elas. Além disso, propõe a implantação da interdisciplinaridade na UFSC como existe em vários países – para que estudantes e pesquisadores possam validar seus diplomas na volta de intercâmbios -. O candidato finalizou afirmando que é necessário promover uma reflexão profunda dentro da universidade, pois “hoje tudo está muito material, capitalista demais”.

Por Nayara Batschke/Bolsista em Jornalismo na Agecom

 

Tags: ações afirmativasseminário

Autora do best-seller “Água, pacto azul” participa de congresso em Florianópolis

31/10/2011 10:02

Entre os dias 9 e 10 de novembro, a ativista canadense Maude Barlow participa do I Congresso Internacional “O Futuro da Água no Mercosul”. O encontro será realizado em Florianópolis, no auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

Maude é uma influente defensora do direito humano à água. Esteve em outras ocasiões no Brasil, inclusive em Santa Catarina, quando em 2009 divulgou seu livro “Água, pacto azul”. Nesta viagem a canadense alertou os brasileiros sobre a importância de não superestimar a água doce do país, que corresponde a 13,7% da reserva mundial. “Mas não é infinita e é mal gerenciada”, alertou. “O Brasil é abençoado, mas tem uma grande responsabilidade nessa questão”, disse em entrevistas no país.

Nobel Alternativo do Meio Ambiente
Maude Barlow Victoria nasceu em 24 de maio de 1947 e é chefe do Council of Canadians, ou Conselho dos Canadenses, a maior organização canadense de militância pública. É também fundadora do Blue Planet Projetc, que trabalha internacionalmente a favor do direito humano à água. Entre 2008 e 2009 atuou como consultora-sênior em água do presidente da 63ª Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). É autora e co-autora de 16 livros, incluindo os best-sellers “Água: Pacto Azul” e “Água, o Ouro Azul”.

Maude preside o conselho de Washington baseado no Food & Water Watch, e é membro-fundadora do Fórum de São Francisco Internacional sobre Globalização, além de conselheira do Conselho Futuro Mundial, com sede em Hamburgo. A ativista já recebeu 11 títulos de honoris causa, além de gratificações como o Livelihood Award Rights 2005 (conhecido como o “Nobel Alternativo do Meio Ambiente”).

O congresso
O I Congresso Internacional “O futuro da água no Mercosul” é uma iniciativa do grupo de estudos “A geopolítica da água e os bens comuns”, ligado ao projeto Rede Guarani/Serra Geral, e tem apoio da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, dos programas de pós-graduação em Direito e em Geografia da UFSC; do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade de Caxias do Sul e da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

O evento tem ênfase na discussão do princípio da água como um direito humano, promovendo também o debate sobre a necessidade de gestão integrada das águas superficiais e subterrâneas no âmbito da Bacia do Prata, região em que se localiza uma das maiores reservas de água subterrânea do mundo: o Aquifero Guarani.

 As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site www.rgsg.org.br

Mais informações sobre o evento com o professor Luiz Fernando Scheibe pelo e-mail scheibe2@gmail.com, fone (48) 3721-8813

Por Gabriele Duarte / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Assessoria de Comunicação:
– Diretoria de Comunicação Social da Assembleia Legislativa de Santa Catarina / (48) 3221-2752 / imprensa@alesc.sc.gov.br:
– Agência de Comunicação da UFSC: (48) 3721-9601 / agecom@agecom.ufsc.br

 Saiba Mais:

– Maude Barlow no 5º Fórum Mundial da Água, em 2009: http://www.youtube.com/watch?v=ShwJHknY9IU
– Trechos de entrevista com Maude Barlow concedida ao Planeta Sustentável, em 2009:

Um alerta aos brasileiros:
O Brasil e o Canadá tendem a pensar que o abastecimento de água está garantido porque temos água em abundância. Isso não é verdade! Não podemos enxergar a água como uma oportunidade econômica, mas, sim, como parte da natureza e ela está muito comprometida, contaminada, desperdiçada.

Modelo exportação: água virtual
Minha maior crítica ao Brasil é o modelo criado para exportação, no qual se usa muita água para produzir cana-de-açúcar, por exemplo, mais água para fazê-la crescer e produzir etanol. Depois, isso é exportado para outro país. Chamamos isso de “água virtual”. Austrália, Estados Unidos e Canadá fazem a mesma coisa, mas o Brasil nem parou para questionar se isso está errado. Aumentar as exportações, como quer o governo, só vai piorar o quadro. Para produzir e fazer chegar soja na China, gastamos cerca de 2/3 do consumo doméstico mundial de água de um ano inteiro. E estamos falando só de soja e só da China.

 Poluição por agrotóxicos
Além da “água virtual” e da falta de conscientização, existe a grande poluição dos agrotóxicos, cujo veneno vai para a água, contamina o lençol freático. E o país precisa estar atento quanto aos “caçadores de água” também. Grandes companhias vêem o Brasil como uma máquina de dinheiro.

O país não pode permitir que essas empresas se instalem aqui dessa forma. Hoje, boa parte do mundo já não permite isso, enquanto o Brasil se posiciona de maneira amigável. No ano passado, foram produzidas mais de 2 bilhões de unidades de água engarrafadas das quais apenas 5% eram recicláveis. Outros países, como Arábia Saudita e Japão, que têm pouca água também estão de olho em lugares abundantes em água, comprando terras.

Um planejamento necessário:
O Brasil precisa se programar em três eixos: ter legislação para manter a água pública e proteger o solo, criar o direito à água universal e produzir comida com uso sustentável de água. Eu sei que isso é difícil e faltam recursos, mas não importa. É hora de fazer uma legislação para as empresas e proteger a água, não de ser amigável. Quem quiser usar água para fins comerciais terá de pagar, de rastrear e de utilizá-la de uma forma consciente. Na Alemanha, a água tem que ser limpa a ponto de um bebê poder bebê-la direto da torneira. Lá, se você poluir, eles te pegam.

Não teremos água para sempre:
Estamos acabando com a água fresca do mundo e colocando o planeta em risco. Todos os anos, despejamos 700 trilhões de litros de água vindas das cidades no oceano. Isso foi removido dos aquíferos, dos rios e dos lagos e deveria ser devolvido à bacia hidrográfica, é uma perda. Quando alguém tira a água do chão de qualquer maneira, faz um deserto, o que piora o aquecimento global. Sim, o aquecimento global faz desertos! Mas o caminho inverso também é verdadeiro. O Brasil é abençoado, mas tem uma grande responsabilidade nessa questão.

 

 

 

 

 

Tags: águacongresso

Prêmio ANCIB 2011 é da UFSC

31/10/2011 09:53

No XII Encontro Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação – ENANCIB, realizado no campus da UNB, em Brasília e encerrado na semana passada,  a premiação para melhor dissertação nacional de Ciência da Informação foi outorgada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação – PGCIN/UFSC. O prêmio ficou com com Daniella Camara Pizarro, autora de “Ética Profissional do bibliotecário atuante no segmento empresarial em Santa Catarina”, de Daniella Camara Pizarro, trabalho orientado pelo professor Francisco das Chagas de Souza. O texto está disponível em http://pgcin.paginas.ufsc.br/files/2010/10/PIZARRO-Daniela-Camara.pdf.

A outorga do Prêmio ANCIB visa reconhecer doutores e mestres cujos trabalhos, aprovados no ano anterior ao da outorga do Prêmio contribuíram para o desenvolvimento da área de Ciência da Informação. O Prêmio ANCIB foi criado e concedido pela primeira vez durante o VI ENANCIB, na cidade de Florianópolis, SC, em 2005.

Regulamentação e histórico do prêmio podem ser vistos em: http://dci.ccsa.ufpb.br/premio_ancib.pdf.

Tags: InFormaçãoPrêmio

EGC/UFSC ganha “Prêmio Make Award Brazil 2011”

31/10/2011 09:27

O Programa de Pós Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da (EGC) é o vencedor do Prêmio “Make Award Brazil”, na categoria Instituição de Ensino Superior. A premiação, realizada em São Paulo, reconhece anualmente as organizações que disseminam a Gestão do Conhecimento para o desenvolvimento de ideias, experiências, processos e produtos inovadores.
(mais…)

Tags: EGCgestãoPrêmio

Centro de Apoio à Agricultura é destaque no planalto norte de Santa Catarina

31/10/2011 09:14

Agricultores recebem orientações teóricas e práticas e passaram a cultivar uma série de alimentos com maior qualidade

Depois de 10 anos vivendo em áreas distribuídas pela reforma agrária, o agricultor Vanderlei Antunes se fixou no assentamento Justino Dransveski, em Araquari, norte de Santa Catarina. Essa realidade foi possível graças à criação do Centro de Apoio à Agricultura Urbana e Periurbana da Região Metropolitana de Joinville, em 2008. O projeto é desenvolvido pelo Laboratório de Educação do Campo e Estudos da Reforma Agrária (Lecera), ligado ao Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o Movimento Sem Terra (MST).

Os 20 assentamentos da região beneficiaram cerca de 750 famílias com técnicas de plantio, fornecimento de insumos, auxílio no consumo e comercialização da produção, além de disseminação de informações sobre colheita agroecológica e familiar. “O Centro foi um divisor de águas. Antes não era possível morar e trabalhar aqui. Tínhamos que buscar serviços em outros lugares para poder sobreviver”, conta o agricultor João Guilherme Zefferino.

Apoio teórico e prático
O planalto catarinense sofreu com a queda nas exportações das indústrias moveleiras na década de 80, comprometendo a qualidade de vida da população local. Além disso, com solo esgotado por outras culturas, a área não era favorável ao plantio de alimentos. “Quando o grupo do Lecera chegou à região, encontramos verdadeiros indigentes rurais vivendo nos assentamentos”, lembra o professor da UFSC e coordenador do projeto Clarilton Ribas.

A falta de técnica e de crédito é um dos principais problemas dos assentamentos da reforma agrária, segundo o professor. O projeto introduziu 20 agrônomos na região para auxiliar na geração de renda a partir do fomento da agricultura, da plantação solidária e do trabalho coletivo. Além disso, a reestruturação dos assentamentos organizou a produção e a comercialização dos produtos em torno de uma cooperativa. Os agricultores receberam instruções teóricas e práticas com as oficinas do campo, e puderam cultivar uma série de alimentos de maior qualidade.

A UFSC também colaborou com ensinamentos sobre manejo e produção dos biofertilizantes – fertilizantes caseiros, sem adição de produtos químicos. Os agricultores reconhecem a maior aceitabilidade dos produtos livres de agrotóxicos e estimularam-se com as boas vendas. A produção de hortifrutigranjeiros é comercializada nos centros urbanos e também é vendida ao Governo Federal a preço de mercado para o consumo em restaurantes populares, hospitais públicos e merenda escolar.

“A proximidade dos centros de comercialização facilitou a divulgação e a venda dos nossos produtos”, comemora o agricultor João Guilherme Zefferino. Segundo ele, a renda do assentamento aumentou e as pessoas puderam ganhar qualidade na parceria com a universidade. A cada real investido pelo MDS, os agricultores tiveram cinco reais em benefícios indiretos. No total, o projeto já recebeu em torno de R$ 1,5 milhão e pretende ir até 2012. “Queremos ainda cultivar as plantas de lavoura, como o arroz, e o leite agroecológico”, destaca o coordenador do projeto.

 Do campo à cidade
Os trabalhos não se resumem ao campo. Em Joinville, maior município em extensão de Santa Catarina, os agrônomos implantaram as hortas agroecológicas. O professor Ribas alerta para o desaparecimento dos “cinturões verdes” nas cidades, as chamadas hortas urbanas.

“A maioria dos produtos orgânicos consumidos em Florianópolis vêm de São Paulo ou de Curitiba. Nessas situações, paga-se mais devido ao custo do transporte, perde-se em qualidade e o meio ambiente é ainda mais explorado”, avalia o coordenador. Segundo ele, o trabalho conjunto com os agricultores busca incentivar a produção e o consumo em “curto-circuito”, priorizando a produção agroecológica e minimizando custos ambientais no plantio dos alimentos.

Mais informações com o professor Clarilton Ribas, e-mail:  ccribas17@hotmail.ufsc.br / Telefone: (48) 3721-5417

Por Gabriele Duarte / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: agricultura familiaragroecologiaCCA

UFSC Entrevista da semana traz mais detalhes para transferências e retornos

31/10/2011 08:33

O diretor do Departamento de Administração Escolar da Universidade, Luiz Carlos Podestá, é  o convidado do UFSC Entrevista desta semana. Ele explica os procedimentos para retorno de curso, transferência de matrículas, além das estratégias adotadas para preencher as vagas disponíveis e oferecer ensino superior ao máximo possível de estudantes. Para o primeiro semestre letivo de 20121, há  1.644 vagas distribuídas em 43 cursos de graduação presenciais, nos quatro campi, através do processo seletivo para transferências e retornos. Estreia segunda-feira às 22h30min, com os horários alternativos terça à meia-noite, quinta ao meio-dia, sexta às 23h30min e sábado à meia-noite.
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Pesquisa revela que o tempo entre diagnóstico e terapêutica do câncer de mama pode levar de 2 meses a 4 anos

27/10/2011 18:07

O movimento mundial conhecido como Outubro Rosa é dedicado a chamar a atenção para a doença que mata milhares de mulheres por ano: o câncer de mama. Criado nos Estados Unidos em 1997, o evento tem como objetivo estimular a participação das pessoas e de entidades na luta contra esse tipo de câncer.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) mostram que em Santa Catarina o número é de 49,58 casos a cada 100 mil mulheres. Nas regiões Sul e Sudeste estão registrados os maiores números, chegando a 88,30 no Rio de Janeiro. É também a primeira causa de morte por câncer na população feminina brasileira, na qual cerca de 30 mulheres falecem por dia. O câncer de mama é o câncer mais incidente em mulheres, só neste ano, foram estimados pelo Inca 49.400 novos casos no Brasil. Em 2008 mais de 1,3 milhões de mulheres receberam o diagnóstico de câncer de mama no mundo, conforme publicou a International Agency for Research on Cancer (IARC) no ano de 2010.

A enfermeira Luciana Martins da Rosa, formada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), defendeu sua tese de doutorado em maio deste ano, orientada pela Professora Vera Radünz, do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFSC, com o título “A mulher com câncer de mama do sintoma ao tratamento: implicações para o cuidado de enfermagem”.

Em sua pesquisa, Luciana constatou que a faixa etária dos 40 aos 49 anos foi a mais incidente, diferindo da média nacional e mundial que é acima de 50 anos. Também foram mais incidentes as mulheres com escolaridade até o nível fundamental, profissões relacionadas à atividade doméstica e o estádio II e III da doença (os estádios da doença oscilam entre I até IV).

O tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento em estudos realizados em países desenvolvidos é de aproximadamente 30 dias. No levantamento realizado numa instituição que presta atendimento público em saúde, especializada no tratamento oncológico de Santa Catarina, a enfermeira observou que esse intervalo oscila de 31 a 233 dias e o intervalo do sintoma ao tratamento oscila de 75 a 1.561 dias, com mediana de 245 dias. O diagnóstico realizado precocemente pelo exame de imagem possibilita a cura e aumenta as taxas de sobrevida. No referido estudo, todas as mulheres detectaram a própria doença através do auto-exame. O diagnóstico por imagem apenas confirmou o que as mulheres já desconfiavam.

Estudos que investigam a sobrevida das mulheres com câncer de mama mostram que tempos superiores a três meses são indicativos de redução das taxas de sobrevida. Das treze mulheres encontradas no período do estudo (de agosto a dezembro de 2010), atendidas exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e entrevistadas pela pesquisadora, apenas duas iniciaram o tratamento no período inferior a este intervalo. Nesse estudo, a investigação também incluiu a busca em todos os prontuários referentes às mulheres que iniciaram o tratamento da doença no ano de 2009. No entanto, o intervalo de tempo do sintoma ao exame de imagem não foi possível ser investigado, pois não foram encontrados registros profissionais referentes a esta etapa, o que impediu a aplicação de testes estatísticos de inferência.

O intervalo da cirurgia ao tratamento adjuvante (tratamento complementar) oscilou de 21 a 136 dias, alguns estudos indicam que este tempo deva ser até 45 dias, outros até 82 dias. Neste estudo apenas 12,5% das mulheres iniciaram a adjuvância em até 45 dias e 62,5% em até 82 dias.

Algumas das pacientes investigadas (45%) tiveram tantas dificuldades para marcar exames e cirurgia pelo SUS que decidiram realizar estas etapas via recursos particulares, mesmo sendo de classe socioeconômica mais carente. “Muitas delas tinham dificuldades financeiras e criaram alternativas para agilizar os procedimentos e aumentar a chance de viver, pediram dinheiro emprestado, as famílias cotizaram as despesas, pediram adiantamento das férias aos patrões”, conta Luciana. Muitas vezes a demora acontece também por falta de informação dos pacientes e de seus familiares, por não terem conhecimento da urgência do diagnóstico do câncer.

Outro aspecto analisado foi a forma como o câncer afeta psicologicamente as mulheres. A demora no período diagnóstico-terapêutica faz com que elas sofram pela ansiedade sentida pela demora da iniciar o tratamento, pelo medo da doença avançar e pela retirada da mama antes mesmo de fazer a cirurgia. Algumas mulheres revelam que passam a não se olhar mais no espelho, após a operação. Para a maioria delas, não há perspectiva para a reconstrução da mama pelo SUS.

Além disso, ainda existe o enfrentamento das conseqüências do esvaziamento axilar, realizado no tratamento cirúrgico de todas as mulheres investigadas. Isso dificulta as tarefas diárias e diminui a produtividade dessas mulheres, muitas se aposentam. Dessa forma, o diagnóstico precoce é a melhor saída para uma maior chance de sobrevida e um tratamento mais simples e menos invasivo, sem que necessite passar pela cirurgia mutiladora, e também a melhor maneira de reduzir os custos diretos e indiretos que o país aplica para cuidar das mulheres com câncer de mama.

O movimento Outubro Rosa é assim chamado por causa da cor do laço que simboliza a luta contra o câncer de mama. A marca principal é a iluminação de monumentos históricos e prédios da cidade com a cor rosa. Em Florianópolis, o movimento é promovido pela Associação Brasileira de Portadores de Câncer (Amucc) e a programação inclui diversas atividades relativas à conscientização, prevenção, diagnóstico precoce e importância da mamografia. Neste sábado, dia 29, será realizada a Caminhada Rosa, no Centro da capital, pelas ruas Tenente Silveira, Felipe Schmidt e Conselheiro Mafra até o Mercado Público Municipal.  A concentração será às 10h, em frente à Catedral Metropolitana e a caminhada inicia às 11h.

Mais informações com a enfermeira Luciana Martins da Rosa pelo e-mail luciana.tb@hotmail.com ou com a Amucc pelo endereço www.amucc.com.br e pelo telefone (48) 3025-7185

Por Carolina Lisboa/ Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: câncer de mamaUFSC