Obra de alunos e professores do CCE e CTC simplifica utilização de software

14/03/2011 16:14

Obra simplifica o aprendizado de Desenho Técnico através do software SolidWorks

Disciplina obrigatória nas primeiras fases de cursos de Engenharia Mecânica, Produção Mecânica e Design, Desenho Técnico vem sendo ensinada também com o apoio de softwares como o SolidWorks, que, dentre suas funções, facilita a modificação dos desenhos de produtos já projetados.

Pensando em simplificar a aprendizagem de Desenho Técnico através da ferramenta, os professores da UFSC Júlio César da Silva, Henderson José Speck e Edison Rohleder (Centro de Comunicação e Expressão/EGR), junto com os alunos Bernardo Cassimiro Fonseca de Oliveira, Thiago Dickmann (ambos da Eng. Mecânica) e João Facco de Andrade (Eng. de Produção Mecânica) lançaram o livro Desenho Técnico auxiliado pelo SolidWorks (Editora Visual Books).

Indicado para estudantes, projetistas, engenheiros e designers, a obra traz tópicos básicos de Desenho Técnico desenvolvidos a partir dos recursos do programa. “Apesar do SolidWorks sofrer mudanças anuais em sua interface, os principais comandos e recursos se mantêm, possibilitando o entendimento, sem maiores dificuldades, dos procedimentos e tutoriais”, esclarecem os autores.

Mais informações com os professores Júlio e Speck no fone 3721-6613 ou nos emails: julio@cce.ufsc.br e speck@cce.ufsc.br

Tags: desenho técnicoengenharialivro

Instituto Ling oferece bolsas para MBA

14/03/2011 15:51

Sinter informa: O Instituto Ling oferece bolsas para cursos de MBA – através do Programa Start/MBA – e  LLM – pelo programa ILing/Escritório de Advocacia Gouvêa Vieira – nas melhores  universidades dos EUA e da Europa, de acordo com os rankings das revistas Business Week e US News e do jornal Financial Times. As bolsas de estudos são parciais, e beneficiam profissionais em início de carreira que demonstrem liderança, espírito empreendedor, excelência acadêmica e identificação com os valores do Instituto Ling. Em 15 anos, 125 jovens profissionais brasileiros já foram beneficiados com nossas bolsas, em um investimento total de mais de 1,9 milhão de dólares.

Para concorrer à bolsa, o interessado deve apresentar a carta de aceitação da universidade onde pretende estudar, ser cidadão brasileiro e demonstrar necessidades de
recursos. Mais informações podem ser encontradas no site www.institutoling.org.br<outbind://46/www.institutoling.org.br>.

Os interessados também podem entrar em contato pelo e-mail instituto.ling@petropar.com.br
ou pelo telefone (51) 3287-6306.

“Trote é para brincar, não para maltratar” é tema de cartilha

14/03/2011 14:41

Com o lema “trote é para brincar, não para maltratar”, será lançada no primeiro dia de aulas na UFSC, 14 de março, a Cartilha de prevenção às violências sexistas, homofóbicas e racistas nos trotes universitários. A apresentação acontece às 18h30min, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

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Tags: cartilhasexistastroteviolências

Aulas magnas do Curso de Artes Cênicas e da Pós em Administração Universitária nesta terça às 19h

14/03/2011 14:07

Aula Magna do Programa de Pós-Graduação em Administração Universitária, com o professor Gerson Luiz Joner da Silveira tendo como tema: “Perspectivas e Desafios da Gestão Universitária”. Local: Sala dos Conselhos, Reitoria. No mesmo horário será realizada a  aula magna do curso de Artes Cênicas com o tema: “Pesquisa e Criação: vínculos universitários e a experiência do Teatro da Vertigem”,  ministrada pelo professor Antonio Carlos de Araújo Silva ( USP) no Auditório do CCE

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Tags: Aula Magna Curso de Artes CênicasAula Magna Pós em Administração Universitária

UFSC recepciona mais de 2.300 calouros no Centro de Eventos

14/03/2011 13:24

O auditório do Centro de Cultura e Eventos da UFSC ficou lotado na manhã desta segunda-feira, dia 14, na solenidade de recepção dos calouros do primeiro semestre de 2011. A partir das 10h30, boa parte dos 2.345 novos alunos do campus de Florianópolis foi recebida pela instituição. Eles assistiram a um vídeo, acompanharam uma palestra e ouviram as boas vindas do reitor Alvaro Toubes Prata, e depois disso foram brindados com um carreteiro no hall superior do mesmo prédio. À noite, às 19h, outros 564 estudantes serão recepcionados, também no Centro de Eventos.
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Tags: calourosrecepçãoUFSC

II Jornada de Estudos sobre Romances Gráficos na UnB

14/03/2011 12:57

Será realizada nos dias 29 e 30 de junho, na Universidade deBrasília, a II Jornada de Estudos sobre Romances Gráficos. O evento consistirá de uma rodada de palestras com convidados e da apresentação oral de trabalhos sobre o tema. O público alvo é composto de pesquisadores(as), estudantes, profissionais da área e interessados(as) em geral, que poderão participar com a apresentação de trabalhos ou como ouvintes.
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Tags: estudos gráficosjornadaUnB

Feira de livros da EdUFSC adiada para terça

14/03/2011 12:26

A Feira de Livros da Editora da UFSC, programada para iniciar hoje, 14/03, foi adiada para amanhã (15) em função dos fortes ventos que atingiram o Campus Universitário na madrugada deste domingo. Segundo a organização da Feira, a empresa Cardeal Eventos, responsável pela estrutura física do evento, deverá reforçar os pilares da tenda  ainda nesta segunda.

As atividades terão início nesta terça, às 9 horas. Mais informações pelo 3721-9686.

Tags: adiadaEdUFSCFeira de Livros

Isabela Castelan expõe pinturas e desenhos na UFSC

14/03/2011 09:17

Abre amanhã, 15, a exposição de desenhos e pinturas (acrílico e óleo sobre tela) “Em nome do pai”, da artista plástica catarinense, residente em Londres, Isabela Castelan. A mostra, gratuita e aberta à comunidade, é em memória de Walter de Bona Castelan, e poderá ser vista no Hall da Reitoria da UFSC, de 15 de março a 07 de abril. Visitação de segunda a sexta-feira, das 07 às 20 horas.
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Tags: exposiçãoIsabela Castelanpinturas

Pró-reitorias divulgam informativo

11/03/2011 17:41

Informe UFSC
Informativo da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação; Pró-Reitoria de Pós-Graduação e
Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão

Pós-Graduação

Consulta pós-graduação lato sensu
– A proposta de normativa sobre a pós-graduação lato sensu está em consulta pública. Acesse www.consultapublica.ufsc.br/atos.php e apresente a sua sugestão.

Auxílios do PROF
– Mudança de data dos pedidos de auxílios do PROF: a nova data limite para submissão de pedidos de auxílio passa a ser o dia primeiro do mês que antecede o evento.

Graduação

Professor Efetivo
Estão abertas as inscrições para concurso público, Edital 008/DDPP/2011, num total de 63 vagas, correspondentes às vagas de expansão que não foram preenchidas nos concursos realizados em 2010, bem como as  de professor equivalente. Edital na página da PRDHS (www.prdhs.ufsc.br) link Concursos.

Início do semestre letivo
No dia 14 de março iniciam as aulas dos cursos de graduação nos campi de Florianópolis, Araranguá, Curitibanos e Joinville.  A PREG está trabalhando em conjunto com as direções das Unidades Universitárias e os novos Campus para que todas  as aulas possam ser ministradas com regularidade. A colaboração de todos é fundamental.

Grupos PET
No ano de 2010 a UFSC submeteu oito propostas ao Edital da Secretaria de Educação Superior (SESu) e da Secretaria de Educação Continuada,  Alfabetização e Diversidade (SECAD). Seis propostas foram aprovadas, o que aumentou a diversidade dos programas de educação tutorial na UFSC, agora com  21 grupos PET.

As novas equipes implantadas no mês de dezembro de 2010 são: Odontotologia/Fonoaudiologia, Educação do Campo e Conexões e Saberes, com dois  grupos (Campus Florianópolis); Ciências Rurais (Campus de Curitibanos ) e Engenharia de Mobilidade (Campus de Joinville).

Fungrad
Em 2010 foi lançado o Projeto FUNGRAD (Fundo de Apoio ao Ensino de Graduação), por meio do Edital no 009/PREG/2010, totalizando um número de 67 projetos inscritos, dos quais  51 foram contemplados. Os termos de compromisso já foram devidamente assinados e a PREG está trabalhando em conjunto com os professores contemplados para iniciar o processo de compra dos materiais.

Profor
Atividades realizadas de 21 a 24 de fevereiro contaram com a participação de 200 docentes, contratados no ano de 2010. As palestras contaram com representantes das pró-reitorias e secretarias, sendo abordados assuntos como a estrutura da UFSC, a carreira docente e o estágio probatório. Os cursos do PROFOR são atualizados e oferecidos na página www.profor.ufsc.br.

Pesquisa e Extensão

Fundações
– A Resolução que dita as regras do relacionamento da UFSC com suas fundações de apoio está em consulta pública até 31 de março no site http://www.consultapublica.ufsc.br/atos.php.

NETI
A Resolução sobre o Serviço Voluntário no NETI também está em consulta pública no site http://www.consultapublica.ufsc.br/atos.php, até 31/03.

Certificados
Os certificados para os envolvidos em ações de extensão serão emitidos
exclusivamente pelo sistema online. Para tanto, é imprescindível o CPF das
pessoas a serem certificadas (prpe.ufsc.br/extensao/certificados).

Currículo Lattes
Não esqueça de atualizar o seu CV Lattes. Em abril a PRPE usará o Extrator
Lattes (http://150.162.9.98:8080/lattesufsc/action/form) para produzir
o folder com a produção bibliográfica da UFSC.

Ações de extensão

Os servidores docentes e técnico-administrativos devem registrar e obter a
aprovação de seus departamentos para suas ações de extensão antes de
executá-las. O sistema de registro (SIRAEx) permite o registro retroativo a
30 dias, mas é importante que procurem desenvolver o hábito de fazê-lo
antecipadamente (prpe.ufsc.br/extensao/siraex).

Tags: informativo

Professora Joana Pedro debate filme Artemisia na Fundação Cultural Badesc

11/03/2011 17:06

Acontece nesta sexta, 11/03, às 19h, na Fundação Cultural Badesc,  exibição do filme Artemisia – indicado ao Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro -, seguido de debate.  O evento integra as Jornadas de Gênero, Teatro e Cinema, realizadas mensalmente  com a finalidade de discutir questões de gênero por meio da análise de obras teatrais e cinematográficas.

Artemisia baseia-se na história da pintora italiana do período Barroco, Artemisia Gentileschi (1593-1653), uma das primeiras mulheres a serem reconhecidas no mundo das artes e a primeira mulher aceita na Accademia delle Arti del Disegno (Academia de Artes do Desenho). Lançado com os títulos Artemisia – Schule der Sinnlichkeit / Artemisia – passione estrema (1997) o filme é uma  coprodução europeia (França, Alemanha, Itália), dirigido  por Agnès Merlet .

A jovem Artemisia, interpretada por Valentina Cervi, é a talentosa filha do renomado pintor italiano Orazio Gentileschi. Apoiada pelo pai a seguir a carreira, a jovem pintora de afrescos enfrenta os tabus impostos as mulheres no século XVI, quando as mulheres eram proibidas de pintar o nu artístico ou entrar na Academia de Arte. O longa-metragem provocou grande controvérsia, na época,  pela maneira como retratou o estupro de Artemísia por seu mentor Agostino Tassi (Mike Manojlovic).

A história de Artemísia e a película da diretora francesa Merlet,  nos instiga a refletir sobre as escolhas e leituras de representação no cinema e no teatro de mulheres históricas.

Duração: 97 min. (legendas em Português)

Convidada:. Joana Maria Pedro, professora Titular do Departamento de História da UFSC. Pesquisadora do CNPq, Coordenadora do PPGICH – Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas. É editora de artigos da Revista Estudos Feministas  e uma das coordenadoras do IEG – Instituto de Estudos de Gênero, sediado na UFSC.

Promoção: Grupo de Estudos Teatro e Gênero – Projeto Pesquisa Poéticas Feministas. Coordenação : Maria Brígida de Miranda (Cênicas/Ceart/Udesc).

Organização: Maria Brígida de Miranda (Ceart/Udesc) , Fátima Costa de Lima (Ceart/Udesc/CIN-Unisul) e Janaina Träsel Martins (CCE-UFSC)

Apoio: Fundação Cultural Badesc, R. Visconde de Ouro Preto/216 – Florianópolis, 3224-8846

Imagens das pinturas de Artemisia:

http://en.wikipedia.org/wiki/File:GENTILESCHI_Judith.jpg

Tags: cinemagênero

Neri Andrade pinta memórias do engenho

11/03/2011 16:24
Neri convida a uma viagem pelos corredores da memória de sua infância

Neri convida a uma viagem pelos corredores da memória de sua infância

As obras de Neri Andrade não impressionam somente pelo cromatismo, mas principalmente pelo desenho poético dos casarios, os engenhos, festas religiosas, cenas rurais, lidas da roça e o trabalho da pesca. Suas pinturas naif lançam luzes para a herança cultural deixada pelos casais açorianos na hoje simbolicamente denominada “Décima Ilha do arquipélago dos Açores”. Com a exposição “Memórias do Engenho Andrade”, o espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC abre, de 15 de março a 15 de maio, o calendário de exposições de 2011 em homenagem ao artista.

Através das obras dessa exposição, Neri convida a uma viagem fascinante pelos corredores da memória de sua infância no engenho e no casarão Andrade, onde nasceu e viveu grande parte de sua vida. As telas estão expostas de segunda a sexta feira, das 9 às 12 e das 14 às 17 horas no espaço cultural do NEA, que fica ao lado do Museu Universitário. O evento tem apoio da Agência de Comunicação da UFSC e da Direção Regional do Governo dos Açores.

Com mais de 30 anos de carreira, o artista foi escolhido em 2004 para representar o Brasil no Catálogo Internacional da CFM The Power of Flinght, da General Eletric, produtora de turbinas para aeronaves. Em 2006 foi premiado na Bienal Naif de Piracicaba/SP, com as obras “Pescaria Noturna” e “Interior de Engenho”. O critico de arte Oscar D’Ambrosio escreveu sobre sua obra: “O segredo está em não oferecer o óbvio, mas criar uma visão pessoal de um universo no qual se sente à vontade por conviver com ele desde criança. A localidade que pinta não existe mais da maneira que Neri Andrade a retrata, mas é preservada pela sua memória, pela forma como transforma suas lembranças em obras bem elaboradas.”

Local: Espaço Cultural NEA – Núcleo de Estudos Açorianos – Universidade Federal de Santa Catarina

Período: 15 de março a 15 de maio de 2011.

Visitação: 2ª a 6ª feira das 9 às 12 e das 14 às 17 horas

Informações: (48) 3721.8605 ou (48) 3235.2572 ou nea@nea.ufsc.br

Fotografias para divulgação: http://www.nea.ufsc.br/ExposicaoEngenho_NeriAndrade_2011.zip
Promoção:

Universidade Federal de Santa Catarina

Secretaria de Cultura e Arte

Realização:

Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC

Apoio:

AGECOM/UFSC

Direção Regional dos Açores/Governo dos Açores

Por Raquel Wandelli / 48 99110524 – raquelwandelli@yahoo.com.br

Tags: açorianoexposiçãonaif

UFSC recepciona quase 3 mil calouros

11/03/2011 14:51

Calouros do semestre 2010/2 na cerimônia de recepção/ Foto: Paulo Noronha

Calouros do semestre 2010/2 na cerimônia de recepção - Foto: Paulo Noronha

Os calouros do primeiro semestre de 2011 serão recepcionados às 10h30 de segunda-feira, dia 14, no auditório do Centro

de Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina, pela administração da instituição. Estarão presentes o reitor Alvaro Toubes Prata, o vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva, pró-reitores e secretários da UFSC, que receberão 2.345 novos estudantes que passam a fazer parte da instituição. A solenidade será repetida às 19h, no mesmo local, para acolher outros 564 alunos dos cursos noturnos da Universidade.

Além da parte oficial, haverá show com a dupla Luiz Martins (violinista) e Isa Martins (cantora) para receber os calouros com música e animação. O professor Rafael Salles, do Colégio de Aplicação, fará uma apresentação bem humorada da instituição aos novos acadêmicos. Também será feita a premiação dos melhores colocados no Vestibular 2011. Nas duas sessões, haverá a distribuição do mapa atualizado da UFSC, do Jornal Universitário e de materiais informativos sobre a Universidade.

Nos campi de Joinville, Curitibanos e Araranguá, as respectivas direções também farão a recepção aos novos alunos, com a presença do reitor Alvaro Prata ou representantes da administração central da UFSC

Mais informações no Centro de Cultura e Eventos, com Luiz Roberto Barbosa ou Cléia Ramos, pelo fone 3721-9559.

Universidade premia estudantes que se destacam na iniciação científica

11/03/2011 14:04

Seis estudantes de graduação da UFSC serão homenageados na próxima terça-feira, 15 de março, como Destaques da Iniciação Científica 2010. A cerimônia será realizada a partir de 11 horas, na Sala dos Conselhos, prédio da Reitoria. Os jovens cientistas foram selecionados pela qualidade do trabalho apresentado no 20º Seminário de Iniciação Científica da UFSC, realizado nos dias 20, 21 e 22 de outubro de 2010. A iniciação cientifica é um instrumento que permite introduzir os estudantes de graduação na pesquisa. O seminário da UFSC é um momento de avaliação dos trabalhos e também uma oportunidade para que os jovens universitários apresentem seus trabalhos.

Os estudantes reconhecidos como Destaques da Iniciação Científica 2010 serão inscritos para apresentação dos trabalhos na Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC), durante a 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A reunião, um dos mais importantes eventos científicos do país, será realizada entre 10 e 15 de julho, na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia (GO). Além da inscrição, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão vai custear hospedagem e transporte.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-9332

Estudantes selecionados como Destaques da Iniciação Científica 2010


ALUNO ORIENTADOR DEPTO CENTRO DESTAQUE
HENRIQUE VON PARASKI ROLF BERTRAND SCHROETER Engenharia Mecânica CTC APRES. ORAL Ciências Exatas e da Terra
CARLOS CRISTIANO DE JESUS ALCANTARA IVO BARBI Engenharia Elétrica CTC PAINEL
Ciências Exatas e da Terra
ANA CAROLINA RIBEIRO LOBO DE CASSIANO JULIA SILVIA GUIVANT Sociologia Política CFH APRES. ORAL Ciências Humanas e Sociais
ALINE BOSCHI MOREIRA ORIDES MEZZAROBA Direito CCJ PAINEL
Ciências Humanas e Sociais
LEANDRA FORMENTÃO MARIO STEINDEL Microbiologia e Parasitologia CCB APRES. ORAL
Ciências da Vida
CAMILLA FURTADO MARISA MONTICELLI Enfermagem CCS PAINEL
Ciências da Vida
Tags: Destaque da Iniciação CientíficaIniciação Científica

UFSC lança Agambem e o poeta que lamentou a existência de deus

11/03/2011 10:33

O filósofo e o poeta que lamentou a inexistência de Deus

Editora da UFSC publica, pela primeira vez em língua portuguesa, célebre comentário de Giorgio Agamben sobre o poeta Caproni, autor de A coisa perdida, numa tradução de Aurora Bernardini, que estará na UFSC nesta sexta-feira (11).

As artes estão repletas de obras belas e definitivas em louvor a deus ou à transcendência divina. Mas nenhum artista, cineasta, escritor ou músico cantou com tanto fervor e desespero estético a inexistência de deus quanto o poeta italiano Giorgio Caproni. Esse paradoxo sagrado de quem ao chorar a ausência divina afirma-a faz de Caproni um dos poetas prediletos dos filósofos do pós-guerra. Em 1999, o pensador Giorgio Agamben escreveu um comentário em prefácio à sua última coletânea de versos que se tornou tão incontornável quanto à própria obra. É essa revelação da poesia pela filosofia que a editora da UFSC acaba de publicar em edição bilíngue sob o título: A coisa perdida: Agamben comenta Caproni, pela primeira vez em língua portuguesa, graças ao trabalho consagrado da tradutora Aurora Bernardini.

Nesse encontro de 375 páginas entre a reflexão e a arte, 40 são dedicadas ao prefácio da tradutora e ao breve, e denso, ensaio de Agamben (Roma, 1942). No restante do livro, imperam soberanos, em tradução bilíngüe, poemas selecionados de onze diferentes obras de Caproni (Livorno, 1912 – Roma, 1990), considerado um clássico da poesia moderna. São versos livres, ora longos, ora curtíssimos, que se fazem de uma delicadeza rude, entabulando misteriosos diálogos com uma entidade invisível ou uma ordem superior, como em “Reflexão”: “Foi dito também: Nós vivemos sobre um monstro”. Eis um mote que todos poderíamos tornar nosso. (A Besta que acuamos é o lugar onde nos encontramos). E também dramaticamente céticos, como em: e “Vou-me” disse,/ “O que lhes deixo é tudo/ o que levo em boa hora./ Tenham saúde. Cuidem/ de si mais do que/ de mim cuidei eu./Vou-me para onde, há tempo, Deus foi-se embora”.

O lamento pela ausência divina ou do que o poeta Rodrigo de Haro identifica como melancolia diante da perda do sagrado faz de cada verso um estranho clamor às avessas, como uma espécie de niilismo inconformado. “Nunca, como nesses poemas, a negação de Deus tem sido uma sua afirmação: como se Caproni tivesse travado com Deus um combate singular, um corpo a corpo definitivo (…)”, escreveu o poeta e crítico Giovanni Testori no Corrie della Serra de 1982, citado no prefácio de Aurora, que é professora da USP e já foi agraciada, na categoria de tradução, pelos prêmios Jabuti e Biblioteca Nacional. É como se o poeta reclamasse a promessa divina da infância traída na vida adulta: Um dos muitos, também eu. Uma árvore fulminada/pela fuga de Deus. (“Também eu”)

Esse sentimento que Agamben chama de traição da ordem do sagrado se expressa com plenitude em Meu Deus, mesmo se não existes, por que não nos assistes?, de “Invocação”, que integra a última coletânea do poeta, cujo título, Res amissa, traduz todo ânimo da obra, mesmo as que têm motivação política de quem combateu no front da Segunda Guerra Mundial e ingressou nas fileiras da Resistência pela libertação. Em seu comentário, Agamben compreende Res amissa como a coisa perdida, a melancolia pela falta daquilo que se teve tão plenamente e passa a ser tão nosso que se perde a consciência da sua presença e se torna impossível perder, mas também se torna impossível recapturar por conta do esquecimento. O próprio Caproni autorizaria essa interpretação em uma anotação a caneta resgatada por Agamben: Todos (sem lembrar de quem)/ recebemos um dom precioso/ e tão ciosos escondemos que não lembramos onde e até mesmo de que dom se trate – /Res amissa, o contrário do Conde. Centro, a perda. Agamben conclui seu comentário dizendo que “de todos os livros de poesia que se continua e se continuará certamente a publicar  é impossível dizer que ao menos um único deles poderá estar à altura do evento que aqui se cumpriu”.

Ensaísta e tradutora de mais de 70 obras, incluindo Jorge Luís Borges, Aurora se dedica no momento à poesia russa e italiana. Convidada a participar, na sexta-feira (11), às 14 horas, na Sala Machado de Assis, do Centro de Comunicação e Expressão, da banca de defesa de André Cechinel, doutorado em Literatura pela UFSC, sobre T.S. Elliot, a autora concedeu entrevista sobre seu trabalho na tradução desses dois grandes expoentes do pensamento e da poesia:

1. Os poemas da antologia nos trazem sempre o sentido dramático de uma ausência, de uma falta no plano superior. Podemos de algum modo relacionar a coisa perdida com a nostalgia ou o desespero pela perda do sagrado (no seu sentido mais pleno), embora o poeta ao tempo que reclame da ausência de Deus afirme sua inexistência?

Aurora Bernardini – A questão da ateologia (a análise da teologia para provar suas falhas intrínsecas) em Caproni é muito simples, embora retorcida, basta ler, na coletânea, o poema “Cantabile”: O menino que venceu/em seguida a vergonha escondida/de crer, e orando/por uma hora deixa agora/seu ramalhete de flores/a Santa Rita de Cássia, como fará, meu Deus,/como fará a perdoar-te/depois, sem ódio, o furto de tua inexistência?

A falha que o poeta imputa à teologia (no caso, ao conjunto de preceitos, princípios e dogmas do catolicismo) é de fazer crer ao menino algo (máxime, a existência de Deus) que depois (quando adulto), irá lhe subtrair. É desse furto que o poeta ressente, nos momentos mais lancinantes de sua existência (e de sua poesia). Trata-se, como o define Hölderlin, eufemisticamente, no prefácio de Agamben, de uma “traição de tipo sagrado”. Bergman, por exemplo, é mais direto. A personagem-chave de O sétimo selo,diz, durante a partida de xadrez com a Morte: “Os homens pegaram os seus medos e deram-lhe o nome de Deus”. Ele mesmo, numa entrevista a Cahiers du cinema, na década de 1960, declara: “depois que deixei de acreditar, sinto-me mais calmo, bem”. Na tradição poética italiana, esta “traição de tipo sagrado” jamais foi questionada tão abertamente.

2. No sentido em que a poesia de Caproni lamenta a perda e de Deus, pode ser vista como uma literatura que potencializa a consciência dessa perda? Ou seja, podemos ter em Caproni uma leitura que leve o homem da pós-modernidade ou o homem contemporâneo à busca do preenchimento? E quando lamenta a inexistência de Deus de alguma forma o poeta está se diferenciando do niilismo ou protestando contra a falácia religiosa?

Aurora Bernardini – Recorrendo novamente a Agamben: “Em Caproni, todas as figuras da ateologia chegam à sua despedida (…) No entanto, ao passo que a infidelidade hölderliniana  fazia questão precisamente que “ a memória dos celestes não findasse”, aqui domina uma sóbria ‘decisão de abrir mão’.(…) Caproni conseguiu exprimir, sem sombra de nostalgia ou de niilismo o ethos e quem sabe a Stimmung da solidão sem Deus.”  E mais, enquanto as diferentes escolas literárias têm discutido a relação vida/arte, na instância da dessujeitivização à qual   Caproni submete sua poesia, vida e arte confluem e se confundem.

3. O que seria perder algo que se possui tão completamente que não se tem consciência da sua posse e como você vê a relação dessa coisa perdida que Agamben faz com a poesia de Caproni, afirmando que ela se tornou a própria res amissa?

Aurora Bernardini – Trata-se de alguma coisa preciosa (um Bem, ou – para um crente – até mesmo a Graça – explica Caproni, citado no prefácio), que o poeta guardou tão bem que não mais a encontra. Aproveitando brilhantemente a deixa, Agamben adentra-se pelos meandros da Graça e lembra o perigo, para a religião cristã, de ela não poder ser perdida, conforme dizia Pelágio. Daí sua condenação por Agostinho, daí sua excomunhão. Por outro lado, o poema “Res amissa”, sem ritmo, sem rima, sem prosódia é comparado por Agamben ao lenho quebrado do violino que Caproni, depois de um concerto, esfacelou:

Dela não encontro traço./ Veio me ver a fim (disso tenho certeza) /de dar-me de presente./ Dela não mais encontro traço./ Revejo ao findar/do dia o rosto minguado/ branco flautado…/ A manga/ em renda…/A graça,/ tão doce e germânica/ no oferecer…/ Um vento/ de choque – um ar quase silíceo enregela/agora o quarto…/ (È lâmina/de faca?/Tormento/ além do vidro e da madeira/- serrada – do postigo?) /Dela não vejo mais sinal./Mais traço./Pergunto/ à Morgana…/ Revejo/ minguado o minguado rosto branco / flauto desaparecido…/  Descerra/- remota – a alvorescente boca, /Mas não fala./(Não pode/ – nada pode – dar resposta.) /Não mais espero encontrá-la./Com demasiado cuidado/ (irrecuperavelmente) a guardei. (“Res Amissa”).

O violino quebrado não tem reparo. Idem, a Coisa perdida não pode ser encontrada. E ela é imperdível por já estar irremediavelmente perdida. “E perdida por força de ser – tal como a vida, tal como, justamente, uma natureza – demasiado intimamente possuída, demasiado ‘ciosamente, (irrecuperavelmente) guardada’”, como comenta Agamben.

4. O que norteou Agamben na seleção desses poemas?

Aurora Bernardini – Agamben mencionou cronologicamente os poemas de Caproni que considerou significativos na obra deste, para o seu prefácio. Eu acompanhei a seleção, introduzindo também outros poemas que considerei representativos, das respectivas coletâneas, cronologicamente, para que o leitor brasileiro possa ter uma visão mais ampla da obra do poeta, a partir de suas fases idílicas (a crença), até a crueza da carnificina na guerra e da vida adulta, a denúncia político-social e o despojamento total.

5. Como é traduzir Caproni? E como vc lida com as “impossibilidades de tradução” na sua obra? Em seu comentário, Agamben diz que, pelo domínio da “ligação musaica”, “(…) nenhuma tradução, não apenas de Pascoli, mas também de Penna ou Caproni, conseguirá dar uma ideia vaga do original.  E da mesma forma, qual o desafio de traduzir Agamben com toda sua erudição medieval?

Aurora Bernardini – Tenho me dedicado ao estudo e ao processo da poesia há alguns anos, inclusive para traduzi-la, pois tradutor de poesia não se improvisa. E é necessário também que se tenha certa propensão… No caso de línguas afins, como a italiana, a tradução exige atenção e sensibilidade mais do que, propriamente, “recriação”. Já, para traduzir um crítico refinado como Agamben é preciso o máximo de rigor filológico e científico, diria: certos conceitos ligados aos termos que ele usa diferem de época em época e de língua para língua. Caproni teve alguns de seus poemas traduzidos por Maurício Santana Dias e Agamben já é um crítico bastante conhecido nas principais universidades do Brasil, cujas editoras o tem publicado em tradução brasileira. Cito da UFMG: Homo Sacer; da Humanitas/UFMG: Infância e História; da Boitempo: Estado de Exceção, Profanações; e agora, da UFSC: Desapropriada maneira.

6. Agamben conclui o comentário dizendo que “de todos os livros de poesia que se continua e se continuará certamente a publicar  é impossível dizer que ao menos um único deles poderá estar à altura do evento que aqui se cumpriu”. Como você vê essa afirmação?

Aurora Bernardini – Agamben chamou seu prefácio de “Desapropriada maneira”, exemplificando e explicando o que distingue estilo e maneira e descobrindo facetas capronianas das quais, provavelmente, o poeta não tinha clara consciência – e isso ocorre aos críticos particularmente argutos – ao comentar, no final do referido prefácio, o trabalho de desapropriação do nexo formal (ligação musaica) e da linha prosódica (métrica, rítmica e rímica) da última coletânea de Caproni (Res amissa). Em particular, o poema “Res amissa” – conclui Agamben – “atingiu para sempre uma região para além do próprio e do impróprio, da salvação e da ruína. Esta é a herança não recebível que a desapropriada maneira de Caproni deixa à poesia italiana”.

Entrevista à Raquel Wandelli – assessora de comunicação da SeCArte/UFSC

raquelwandelli@yahoo.com.br e raquelwandelli@reitoria.ufsc.br

Fones: (48) 37219459 e 99110524

www.secarte.ufsc.br e www.ufsc.br

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Feira de livros de editoras universitárias oferece até 70% de desconto na volta às aulas

11/03/2011 10:11

A coisa perdida: Agamben comenta Caproni, organizado e traduzido por Aurora Bernardini, Ecos no porão II, livro do contista catarinense Silveira de Souza e Do jeito que você gosta, tradução de Shakespeare. Esses lançamentos que acabaram de sair do prelo compõem uma pequena mostra dos livros que a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina, pela primeira vez em parceria com a Liga das Editoras Universitárias (LEU), coloca à venda na volta às aulas, com descontos variando entre 15 a 70%. De 14 de março a 8 de abril, na Praça da Cidadania da UFSC, a Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU vai oferecer com descontos muito vantajosos 8.200 mil volumes de suas antigas e novas coleções.

Ao todo aproximadamente 780 títulos e 7.200 livros da EdUFSC serão vendidos com 50 a 70% de desconto e 500 títulos de outras editoras universitárias filiadas à LEU terão 15 a 30%, incluindo-se as da Unicamp, USP, UFMG e UFBA, todas trazendo obras de interesse universal. É a oportunidade de adquirir pela metade do preço em condições normais, o livro Desgostos; novas tendências estéticas, do filósofo italiano Mário Perniola, que será vendido somente na Feira a R$ 16,00. Outros exemplos da nova coleção da EdUFSC são: George Bataille, filósofo, por R$ 12,00; Poetas da Catalunha, que custará R$ 11,00 e A Coisa perdida, que baixou de R$ 45,00 para 23,00. Com tradução inédita em língua portuguesa, o célebre comentário de Agamben com a seleção dos poemas de Caproni será lançado na Feira. A obra foi recomendada pela mídia nacional entre os dez melhores produtos culturais do país. Ecos no porão, segundo volume da coletânea de contos de Silveira de Souza também será lançado com preço especial de R$ 15,00.

Aberta ao público universitário e a toda comunidade, a Feira ocorre em tendas cobertas localizadas na Praça da Cidadania, em frente à Reitoria. Incluem-se entre as obras oferecidas a Série Didática, composta por livros solicitados em diversas graduações (Medicina, Farmácia, Enfermagem, Engenharias, Química, Física, Matemática, Português) e autores que costumam ser solicitados na lista do Vestibular das universidades catarinenses. Entre as novas edições da Série Didática, o editor Sérgio Medeiros destaca títulos como Anatomia sistêmica, Introdução à engenharia e Estatística aplicada às ciências sociais e Manual básico do desenho. O volume Farmacognosia, um dos clássicos da EdUFSC, recentemente reeditado, também estará à venda com desconto. Coordenada por Fernando Wolf, a feira funciona sempre das 9 às 19 horas, exceto aos sábados e domingos.

Lançamentos da EdUFSC à venda na Feira:

  • Ética das virtudes – JOÃO HOBUSS (ORGANIZADOR)
  • A coisa perdida – AURORA FORNONI BERNARDINI (ORGANIZAÇÃO E TRADUÇÃO)
  • A decadência de Santa Catarina – HENRIQUE LUIZ PEREIRA OLIVEIRA • MARLON SALOMON
  • Fundamentação filosófica – GIOVANI LUNARDI • MÁRCIO SECCO
  • Redes locais – MARCELO RICARDO STEMMER
  • Georges Bataille – FRANCO RELLA • SUSANNA MATI
  • Desgostos; novas tendências estéticas – MARIO PERNIOLA
  • 4 poetas da Catalúnia – LUIS SOLER (ORG.)
  • 28 desaforismos –  FRANZ KAFKA –  SILVEIRA DE SOUZA (TRADUÇÃO)
  • Ecos do porão vol 1 – SILVEIRA DE SOUZA
  • Educação do corpo em ambientes educacionais – FÁBIO MACHADO PINTO • ALEXANDRE FERNANDEZ VAZ • DEBORAH THOMÉ SAYÃO  (ORGANIZADORES)
  • Discussão de novos paradigmas –  JAIME COFRE • KAY SAALFELD (ORGANIZADORES)

Por Raquel Wandelli, jornalista na SeCarte

(048) 37219459 e 99110524

raquelwandelli@yahoo.com.br

raquelwandelli@ufsc.br

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Aula inaugural da Pós-Graduação em Antropologia Social

11/03/2011 10:08

O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGAS/UFSC) realizará a aula inaugural deste primeiro semestre de 2011 sobre o tema “Cartografias Sociais: por uma antropologia engajada”, a ser ministrada pelo professor Alfredo Wagner Berno de Almeida, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

O evento acontece no dia 16 de março, quarta-feira, das 16h30 às 18h, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9714, ramal 4 ou pelo e-mail antropos@cfh.ufsc.br.



Tags: Alfredo Wagner Berno de AlmeidaAntropologia Socialaula inauguralUFAM

Departamento Artístico Cultural abre inscrições para cursos e oficinas de arte

11/03/2011 09:25

OPT no Teatro da UFSC

O Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC abre inscrições para cursos e oficinas de arte que serão oferecidas no primeiro semestre de 2011. As inscrições devem ser feitas na Secretaria do DAC/Igrejinha da UFSC, de 14 a 18 de março, de segunda a sexta-feira, ou enquanto houver vagas, das 10h às 18h. A maioria das atividades inicia uma semana depois das inscrições. Cada oficina do DAC lida com uma forma de arte, possibilitando aos alunos uma experiência estético-pessoal ligada ao entendimento artístico. Esse objetivo colabora para despertar nos alunos um senso crítico necessário para uma melhor compreensão da sociedade.

Não será cobrada mensalidade, apenas uma taxa de inscrição por curso/oficina no valor de R$ 50. O interessado de se Inscrever no DAC e efetuar depósito no Banco do Brasil. A confirmação da inscrição será mediante comprovante do depósito bancário.

Para as inscrições na Oficina Permanente de Teatro (OPT), os interessados deverão comparecer para entrevista, no Teatro da UFSC, no dia 29 de março, às 20 horas. A taxa de R$ 50 deverá ser paga após a entrevista e aceite do aluno na OPT.

Há vagas para as oficinas de Violão Popular e Erudito, Teatro Adulto – pela Oficina Permanente de Teatro e pela oficina de Construção dos seres ficcionais no contexto do Drama –, teatro para adolescentes, pintando nossa identidade e Oficina Aberta com investigação, experimentação e produção em Artes Visuais.

Ainda neste semestre serão oferecidas outras oficinas em mais linguagens artísticas devido ao edital que está sendo elaborado pela UFSC, que possibilitará a atuação de artistas/profissionais da comunidade como instrutores das Oficinas de Arte do DAC. Esses profissionais externos somados aos profissionais da instituição permitem que o DAC possa ampliar o atendimento das solicitações, oferecendo atividades com qualidade para toda a comunidade. A divulgação será feita através do site www.dac.ufsc.br.

Estão sendo oferecidas cinco oficinas, algumas delas com várias turmas, com disciplinas diferentes, com 140 novas vagas. Considerando as turmas em continuação do semestre anterior, são oferecidas oportunidades para cerca de 270 participantes. Número que poderá se ampliado a qualquer momento com novas oficinas e com os cursos de Recreação e Lazer e de Educação Contínua do programa Arte na Escola – Polo UFSC, destinado a professores de arte da rede pública de ensino.

Além dessas oficinas, o DAC oferece oportunidade de aprendizado com outros projetos de Extensão como o Coral da UFSC, criado há quase cinco décadas, e os recentes Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC. Interessados em ingressar nesses grupos musicais devem enviar e-mail para coraldaufsc@dac.ufsc.br.

A relação completa dos Cursos e Oficinas de Arte do DAC para este semestre, com informações sobre dias e horários e sobre os coordenadores e ministrantes estão no endereço www.dac.ufsc.br (link http://www.dac.ufsc.br/destaques_cursos_oficinas.php#topo).

O Departamento Artístico Cultural (DAC) faz parte da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

SERVIÇO:

O QUÊ: Abertas as inscrições para Cursos e Oficinas de Arte do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC para o primeiro semestre de 2011.

QUANDO: De 14 a 18 de março de 2011, das 10h às 18h, enquanto houver vaga, ou conforme especificado na oficina.

ONDE: Departamento Artístico Cultural (DAC), Igrejinha da UFSC, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANTO: Taxa de inscrição semestral de R$ 50. Há opções de atividades de formação que são gratuitas. Confira no site do DAC.

CONTATO: Departamento Artístico Cultural (DAC), (48) 3721-9348 ou 3721-9447 – dac@dac.ufsc.brwww.dac.ufsc.br.

Outras informações nos links dos projetos e atividades no site do DAC ou acompanhe as Notícias publicadas em www.dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material institucional e dos coordenadores das oficinas.

Tags: artecursosDACinscriçõesoficinas

UFSC abre portas para formação e pesquisa da polícia militar de SC

10/03/2011 16:15

Foto: James Tavares / SECOM

O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Alvaro Prata e o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão César Augusto Grubba assinam convênio no final da tarde desta quinta-feira, no Teatro Pedro Ivo, com o objetivo de cooperação técnico-científica para aprimorar o ensino, a pesquisa e a extensão da Diretoria de Instrução e Ensino (DIE) da polícia militar de Santa Catarina.

Durante quatro anos, a UFSC irá ofertar aos integrantes da polícia militar e servidores da DIE-PM cursos de especialização, mestrado e doutorado nas áreas de interesse da PM-SC.

Outras informações pelo telefone (48) 3331-1902.

Tags: convênioDIE-PMensinopesquisa e extensãoUFSC

Blog Ciência para Todos destaca ‘Carnaval, Cores e Química’

10/03/2011 09:05

Carnaval, Cores e Química
por Haidi Fiedler, INCT-Catálise, UFSC, Brasil

CCell quer saber o que é CARNAVAL. Quando simplesmente dizemos é CARNAVAL!!!!!, a mente IMAGINA “cores” em associação com CALOR, MÚSICA, LUZ e MOVIMENTO constante. Atos de PERCEPÇÃO SENSORIAL estão relacionados com INTERAÇÕES FÍSICO QUÍMICAS e VIBRAÇÕES MOLECULARES.

Por exemplo, um fio de cobre mostra sua cor de cobre brilhante, mas podemos sentir o frio do metal, seu odor e sua densidade característica. Se nós aquecemos este fio de cobre, nós podemos ver sua cor se alterando para vermelho e, sentimos o calor que está emitindo e uma nova plasticidade.

Como ocorre isto? A aplicação de ENERGIA (calor) no fio de cobre induziu mudanças de percepção que descrevemos como “vermelho”, “quente”, “brilhante” e “flexível”. Nesse exemplo podemos VER como o processo perceptivo depende da vibração das partículas e das mudanças nas freqüências.

Nos receptores específicos de nossos órgãos sensoriais, estas mudanças estimulam reações que, por sua vez, são transmitidas ao cérebro na forma de impulsos eletromagnéticos através do sistema nervoso. O resultado é a formação no córtex cerebral de uma IMAGEM complexa de “vermelho”, “brilhante”, etc. que pode inclusive corresponder ao nosso espetacular CARNAVAL!!!!!

Os efeitos de luzes incidentes e refletidas, de sombras, meias-sombras e trevas criam os realces, contrastes e transições necessárias para que cada corpo, ou grupo de corpos, no CARNAVAL, revelem por completo as possibilidades latentes dos mesmos.

No CARNAVAL, música, luzes e “tinturas” são muito importantes. Nos pigmentos das tintas, encontramos metais como cobre (combinado com ftalocianina no corante Azul Monastral). Com pequenas mudanças na ftalocianina, trocando hidrogênio por cloro ou bromo, a cor muda para outros tons de azul ou de verde.

Neste momento, apenas enfocando no elemento cobre que possui cor VERMELHO DOURADA, e habilidade de conduzir CALOR e ELETRICIDADE, lembramos que foi um dos primeiros metais utilizados pelo homem há 5.500 anos. O cobre mais o estanho faz o bronze. Agora não é um grande salto IMAGINAR os diferentes tipos de corpos bronzeados do CARNAVAL BRASILEIRO: onde todas as cores são prodígios da Química.

Referência:
Acaster, D. Transition Elements. Cambridge University Press 2001. p.33.

Material publicado no site Ciência para Todos, que tem três novos ensaios:

  1. Haidi Fiedler “Carnival, Colors and Chemistry / Carnaval, Cores e Química”
  2. Fredric M. Menger e Faruk Nome “The Two Faces of Nitroglycerine / As Duas Faces da Nitroglicerina”
  3. Fredric M. Menger “How does a Computer Count? / Como Conta um Computador?”
Tags: Ciência para todos