EdUFSC participa da Feira Virtual das Editoras Universitárias

29/06/2020 16:53

De 1º a 8 de julho, a Associação Brasileiras das Editoras Universitárias (Abeu) vai levar a experiência de uma feira literária para dentro da casa dos leitores. Realizada no âmbito da campanha O livro nos aproxima, a 1ª Feira Virtual das Editoras Universitárias é uma iniciativa pensada para estimular a comercialização de livros em um momento em que o setor sente os impactos econômicos da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. A Editora da UFSC (EdUFSC) irá participar, comercializando algumas de suas obras. O evento ocorrerá no site www.feirabeu.com.br

Inspirada em eventos do mercado livreiro realizados virtualmente nesse mesmo cenário, como a Feira do Livro de Bogotá, a Abeu criou um site que irá atuar como vitrine digital para as editoras anunciarem as obras que estão comercializando. Ao selecionar um livro, o leitor será direcionado ao site da editora ou livraria que vende o título, para poder finalizar a compra. Em outras palavras, o site da Feira funcionará como um mediador do contato entre o consumidor e as obras oferecidas pelas editoras associadas. Serão ofertados livros com até 50% de desconto, além de e-books para compra e download gratuito.
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EdUFSC promove o livro e a leitura em Curitibanos

29/10/2013 14:56

Da 12ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex), realizada de 23 a 26 de outubro no Campus de Florianópolis, a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) rumou para o Planalto Serrano. A partir desta terça-feira, 29 de outubro, até 1º de novembro, a editora está com a sua feira na Semana do Livro e da Biblioteca do Campus da UFSC de Curitibanos. Todos os títulos próprios, incluindo os lançamentos e reedições, saem pela metade do preço.

Dentro da política de inclusão social e de incentivo à leitura, a promoção beneficia também os livros listados no vestibular: Últimos Sonetos, de Cruz e Sousa; e O detetive de Florianópolis, de Jair Hamms. Ao todo, está sendo disponibilizado à comunidade de Curitibanos 120 títulos e 800 livros, com destaque para a Coleção Didática.
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Feira da EdUFSC tem Franklin Cascaes como patrono

16/08/2013 12:42

Foto: Wagner Behr/Agecom/UFSC

O escritor, mitólogo e multiartista Franklin Cascaes, conhecido como o “Bruxo da Ilha”, é o patrono da Feira do Livro da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), que está acontecendo até 12 de setembro, no térreo do Centro de Convivência, no Campus de Florianópolis.

Cascaes nasceu em São José (SC) em 16 de outubro de 1908 e faleceu na Ilha de SC em 15 de março de 1983. Em 2013, portanto, Santa Catarina comemora os 105 anos de nascimento e lembra os 31 anos da morte de um dos gênios da cultura popular.

Na 17ª Feira, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30min. às 19h, Cascaes mereceu um estande especial, que exibe com destaque o clássico O Fantástico da Ilha de Santa Catarina, recentemente reeditado pela EdUFSC dentro da Coleção Repertório.
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Livros do vestibular estão 30% mais baratos na Feira da EdUFSC

22/03/2013 11:59

Feira da EdUFSC vai até 2 de abril no Centro de Convivência. Foto: Wagner Behr / Agecom.

Os livros que serão cobrados nos vestibulares da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade do Estado de SC (Udesc), publicados com o selo da EdUFSC, estão 30% mais baratos até o dia 2 de abril.

Últimos Sonetos, de Cruz e Sousa, O detetive de Florianópolis, de Jair Hamms, e Ecos do porão II, de Silveira de Souza, podem ser adquiridos na Feira de Livros da EdUFSC, que está acontecendo, desde o dia 18, no Centro de Convivência, Campus da Trindade, em Florianópolis. Uma nova edição de Últimos sonetos chega da gráfica hoje (22).
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Feira da EdUFSC faz parceria com Festival Nacional do Conto

20/03/2013 14:12

A Feira de Livros da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) está sintonizada com o 3º Festival Nacional do Conto, que começou ontem (19) no SESC Prainha, em Florianópolis. A editora marca presença com livros e participa da mesa em homenagem ao contista Silveira de Souza, autor de Ecos do porão (vol. 1 e 2). Ao mesmo tempo a feira, que está acontecendo no Centro de Convivência da Universidade, receberá a visita de escritores nacionais presentes ao festival.

A parceria foi acertada entre o diretor da EdUFSC, Sérgio Medeiros, e o curador do festival, o escritor Carlos Henrique Schroeder. Ambos entendem que as diferentes artes devem dialogar com a literatura. “Assim, feira e festival atuarão interligados, na comunicação e nas ações”, explica o idealizador do evento e também um dos organizadores da Feira do Livro de Jaraguá do Sul. Para Sérgio Medeiros, uma feira do livro precisa ser compreendida como um evento cultural, aproximando autores, pensadores, artistas e o público.

Assista à reportagem do programa Universidade Já – TV UFSC sobre o Festival Nacional do Conto:

Schroeder levará à feira da EdUFSC, entre outros, os contistas Marcelo Moutinho e Ronaldo Bressane, destaques da nova geração de escritores brasileiros. O Festival vai até o dia 23 de março. Na sexta-feira, dia 22, às 20 horas, no Auditório do SESC Prainha, será realizada a homenagem a Silveira de Souza. A conversa com o autor será mediada pelo poeta e diretor da EdUFSC, Sérgio Medeiros.

A direção da EdUFSC, em continuidade à parceria, planeja atrair para o Campus da UFSC a próxima edição do Festival Nacional do Conto. As primeiras tratativas já foram feitas com o curador do evento.

A feira da EdUFSC ficará aberta até 2 de abril. Oferecendo descontos de 30 a 70% nos títulos próprios, funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 19 horas. São 600 títulos e seis mil livros da EdUFSC e quatro mil livros de outras editoras locais e nacionais.

Entrevista

Carlos Henrique Schroeder, curador do Festival Nacional do Conto, explica que a Feira da EdUFSC e o Festival atuarão interligados, na comunicação e nas ações. Foto: Divulgação.

Em entrevista à Agência de Comunicação da UFSC (Agecom), o curador do Festival Nacional do Conto e diretor da Design Editora, Carlos Henrique Schroeder, autor pela EdUFSC do romance A Rosa verde, falou das feiras da EdUFSC e de Florianópolis, ressaltando a importância de uma programação cultural e a necessidade de investimentos públicos:

Qual a importância da Feira do Livro da EdUFSC?
A Feira do Livro da EdUFSC é hoje uma das grandes mediadoras de conhecimento da grande Florianópolis, e é uma das melhores feiras universitárias do país, pois tem o respaldo da comunidade e não apenas dos acadêmicos. É onde a verdadeira estrela do conhecimento, o livro, recebe seu espaço.

Como poderia se dar a parceria do Festival do Conto com a feira?
Os eventos trabalharão interligados, na comunicação e nas ações. A inclusão de autores da Editora da UFSC no evento, como acontece nesta edição, com o Silveira de Souza. E divulgação paralela dos dois eventos e, claro,  visita de autores do Festival na feira. Os autores Ronaldo Bressane e Marcelo Moutinho visitarão a Feira da EdUFSC, para papo ou autógrafos.

Alguma sugestão para melhorar a Feira do Livro de Florianópolis?
O que falta na Feira do Livro de Florianópolis é o envolvimento e investimento da Prefeitura Municipal de Florianópolis e do Governo do Estado. A feira ainda acontece pois são os livreiros que vendem os espaços e com isso conseguem pagar lonas, tablados e montagem de estandes, acontece pela insistência deles, senão a cidade nem teria mais feira. Se a feira tivesse recursos, investiria em programação, na vinda de autores.

Mais informações e contatos:

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Moacir Loth / Jornalista da Agecom/UFSC 

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Filósofo francês Jacques Derrida tem livro póstumo inédito traduzido pela EdUFSC

19/10/2012 13:04

Aprofundando a sua política editorial de publicar “livros para ler o mundo”, a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) lança no dia 24 deste mês, quarta-feira, a partir das 16h30min, no Campus da Trindade, em Florianópolis, a primeira edição póstuma do clássico Pensar em não ver: escritos sobre a arte do visível, do filósofo francês Jacques Derrida, traduzido por Marcelo Jacques de Moraes. O evento faz parte da tradicional feira de livros da EdUFSC, que começou no dia 24 de setembro com o relançamento de O detetive de Florianópolis, de Jair Hamms, e termina no dia 25 de outubro, oferecendo descontos de até 70% nos preços de capa dos títulos da EdUFSC.

Segundo explicam os editores Ginette Michaud, Joana Masó e Javier Bassas, para o filósofo “o visível é o lugar da oposição fundamental entre o sensível e o inteligível, a noite e o dia, a luz e a sombra”. Derrida denuncia o visível cada vez que esse “privilégio do óptico for posto como a questão que domina toda a história da metafísica ocidental”.

Os editores fazem um agradecimento especial a Marguerite Derrida “pela confiança e apoio ao projeto que resultou na publicação da obra, que, além de esmerado projeto gráfico, mereceu uma belíssima capa criada pela designer gráfica Maria Lúcia Iaczinski.

Empolgado com o resultado, o diretor executivo da EdUFSC, Sérgio Medeiros, observa que o lançamento fecha com chave de ouro a feira de livros deste ano. Medeiros estará presente na conversa com leitores e convidados no dia 24.

Ainda de acordo com os editores, no gesto da desconstrução, “as artes ditas visuais serão um lugar importante não apenas para desenvolver um questionamento próprio à história da filosofia, mas também para dar a pensar um visível articulado pelo movimento do rastro e das figuras derridianas da escrita”. O filósofo mostra que as artes do visível estão, na desconstrução, profundamente investidas pelo próprio movimento da escrita. “Mesmo que não haja nenhum discurso, o efeito do espaçamento já implica uma textualização”, o que, complementa Derrida, revela que, aqui, “a  expansão do conceito de texto é estrategicamente decisiva”.

Jacques Derrida participava ativamente do mundo artístico e intelectual. Portanto, além de teorizar, colaborava com artistas, arquitetos, historiadores da arte, especialistas em estética e críticos de cinema, marcando presença constante em encontros, mesas-redondas, debates e seminários.

Os textos constantes nesta tradução da EdUFSC encontram-se esgotados ou são de difícil acesso ao público. O livro reúne uma coletânea dos principais textos do filósofo sobre a questão das artes, tornando, assim, “sensíveis ao leitor algumas das proposições e dos axiomas mais inventivos de Derrida em um domínio, o da arte e da estética, que jamais foi por ele confinado na antiga delimitação das belas-artes, mas sempre apreendido, de pleno direito, como lugar movente de um pensamento”. O tradutor Marcelo Jacques de Moraes explica que o texto de Derrida “se constitui numa exploração constante da tensão entre a materialidade  da língua e seus efeitos de sentido”.

O livro oferece aos leitores artigos  produzidos ao longo de 25 anos (de 1979 a 2004). São testemunhos sobre o primado filosófico do visível na arte deslocados para questões de língua; textos e parcerias com artistas diversos ressaltando a singularidade do desenho e da pintura; artigos dedicados à fotografia, ao cinema e ao teatro, além de um texto, publicado dois meses    antes da sua morte, escancarando a sua complexa relação com a própria imagem.

Derrida, ao questionar a inteligibilidade da arte, inscreve as artes   e o visível no cerne da escrita e, dessa forma, leva às últimas consequências a idiomaticidade da arte, perguntando-se, por exemplo, em que língua se desenha:

            – Desenha-se sempre em uma língua e desenhar é sempre independente da língua?

A reflexão certamente explica o título da obra, que abarca estudos monográficos, conversas, conferências, enfim, um leque de textos ricos  e representativos, dois deles jamais publicados. Os editores recomendam a leitura de uma bibliografia e de uma filmografia, que fecham o volume, e que podem aquilatar e dimensionar o valor do filósofo para as artes. Pensar em não ver: escritos sobre a arte do visível será vendido a 32 reais até o final da feira.

 

Novidades da feira

A Feira de Livros da EdUFSC, funcionando de segunda à sexta-feira, das 8h30min às 19 horas, atraiu público permanente da comunidade universitária e recebeu leitores e livreiros da cidade, da região e do Estado.

Entre outras novidades, incluindo a renovação da coleção didática, chamaram atenção do público o relançamento de O detetive de Florianópolis, de Jair Hamms, Contos Gauchescos, de João Simões Lopes Neto, e O fantástico da Ilha de Santa Catarina, de Franklin Cascaes.

A feira, que termina no dia 25,  está disponibilizando 32 anos de produção da Editora da UFSC, mas, ao mesmo tempo, oferece títulos independentes, de outras editoras locais e obras selecionadas pela Liga das Editoras Universitárias (LEU), que abriga, entre outras, a USP, Unicamp, a UnB e a UFMG.

A Editora da UFSC também já assegurou espaço na 11ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex), que acontece de 21 a 24 de novembro, quando a Universidade Federal de Santa Catarina divulga  tudo que faz em matéria de ciência, conhecimento e cultura com os recursos públicos que a população injeta na universidade.

Mais informações e contatos:

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Moacir Loth / Jornalista da Agecom / UFSC
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“O fantástico na Ilha de Santa Catarina” será relançado nesta quarta na Feira de Livros

17/10/2012 13:30

A próxima novidade da Feira de Livros da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) será o relançamento, em volume único, do clássico da literatura popular O fantástico na Ilha de Santa Catarina, de Franklin Cascaes. O evento, com a presença do museólogo Gelci José Coelho (Peninha), está marcado para o dia 17, quarta-feira, a partir das 16h30min, na Praça da Cidadania, em frente ao prédio da Reitoria da UFSC, em Florianópolis. Para democratizar o acesso à obra, a EdUFSC irá disponibilizá-la integralmente para leitura pela Internet. A feira, que oferece descontos de 50 a 70%, prossegue até o dia 25 deste mês.

Cascaes apresenta 24 narrativas que recuperam e valorizam a cultura açoriana e ilhoa. Essas estórias, segundo observa o pesquisador Oswaldo Antônio Furlan, responsável pelo glossário da obra, reproduzem traços do inconsciente popular na área da fantasmagoria, relatando casos dramáticos de crenças em boitatás, lobisomens, negrinho do pastoreio e saci-pererê, mas sobretudo bruxas, a cujos malefícios os grupos sociais incultos de muitas gerações debitaram a agressividade de fenômenos naturais, deficiências na área da saúde e anomalias hereditárias. As narrativas, escritas entre 1946 e 1975, mostram o autor como observador atento da cultura popular e preocupado com a preservação da memória da sua gente.

Franklin Joaquim Cascaes nasceu em São José (SC) em 16 de outubro de 1908 e faleceu em Florianópolis em 15 de março de 1983. Desenhista, escultor, artesão, escritor, folclorista e ex-professor da antiga Escola de Aprendizes Artífices, antes de falecer, doou todo o seu acervo, em 1981, ao Museu Universitário da UFSC, onde estão guardados 925 desenhos, 1250 esculturas e acessórios cenográficos, além de 286 cadernos com anotações de campo, de onde saíram, por exemplo, as estórias de O fantástico da Ilha de Santa Catarina, ora relançado pela EdUFSC dentro da Coleção Repertório, criada para a difusão de clássicos da arte e do pensamento. Contos Gauchescos, de João Simões Lopes Neto, organizado por Cláudio Cruz em homenagem ao centenário da primeira edição, integra a mesma coleção.

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“O fantástico na Ilha de Santa Catarina” será relançado na Feira de Livros

16/10/2012 08:59

A próxima novidade da Feira de Livros da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) será o relançamento, em volume único, do clássico da literatura popular O fantástico na Ilha de Santa Catarina, de Franklin Cascaes. O evento, com a presença do museólogo Gelci José Coelho (Peninha), está marcado para o dia 17, quarta-feira, a partir das 16h30min, na Praça da Cidadania, em frente ao prédio da Reitoria da UFSC, em Florianópolis. Para democratizar o acesso à obra, a EdUFSC irá disponibilizá-la integralmente para leitura pela Internet. A feira, que oferece descontos de 50 a 70%, prossegue até o dia 25 deste mês.

Cascaes apresenta 24 narrativas que recuperam e valorizam a cultura açoriana e ilhoa. Essas estórias, segundo observa o pesquisador Oswaldo Antônio Furlan, responsável pelo glossário da obra, reproduzem traços do inconsciente popular na área da fantasmagoria, relatando casos dramáticos de crenças em boitatás, lobisomens, negrinho do pastoreio e saci-pererê, mas sobretudo bruxas, a cujos malefícios os grupos sociais incultos de muitas gerações debitaram a agressividade de fenômenos naturais, deficiências na área da saúde e anomalias hereditárias. As narrativas, escritas entre 1946 e 1975, mostram o autor como observador atento da cultura popular e preocupado com a preservação da memória da sua gente.

Franklin Joaquim Cascaes nasceu em São José (SC) em 16 de outubro de 1908 e faleceu em Florianópolis em 15 de março de 1983. Desenhista, escultor, artesão, escritor, folclorista e ex-professor da antiga Escola de Aprendizes Artífices, antes de falecer, doou todo o seu acervo, em 1981, ao Museu Universitário da UFSC, onde estão guardados 925 desenhos, 1250 esculturas e acessórios cenográficos, além de 286 cadernos com anotações de campo, de onde saíram, por exemplo, as estórias de O fantástico da Ilha de Santa Catarina, ora relançado pela EdUFSC dentro da Coleção Repertório, criada para a difusão de clássicos da arte e do pensamento. Contos Gauchescos, de João Simões Lopes Neto, organizado por Cláudio Cruz em homenagem ao centenário da primeira edição, integra a mesma coleção.

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O fantástico na Ilha de Santa Catarina será relançado na Feira de Livros da Editora da UFSC

11/10/2012 17:24

A próxima novidade da Feira de Livros da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) será o relançamento, em volume único, do clássico da literatura popular O fantástico na Ilha de Santa Catarina, de Franklin Cascaes. O evento, com a presença do museólogo Gelci José Coelho (Peninha), está marcada para o dia 17, quarta-feira, a partir das 16h30min, na Praça da Cidadania, em frente ao prédio da Reitoria da UFSC, em Florianópolis. A feira, que oferece descontos de 50 a 70%, prossegue até o dia 25 deste mês.

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Organizador de Contos Gauchescos conversa com leitores na feira da EdUFSC

11/10/2012 11:30

Organizador da obra, Cláudio Cruz empenhou-se para preservar a essência dos originais de um dos ícones da literatura regionalista

Próxima atração será o relançamento, em volume único, dia 17, do clássico O fantástico da Ilha de Santa Catarina, de Franklin Cascaes, que, assim como Contos Gauchescos, de João Simões Lopes Neto, enriquece a Coleção Repertório da EdUFSC. A feira encerra com obra póstuma de Jacques Derrida.

Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, precisou de glossário? Não. A mesma linha de raciocínio o organizador Cláudio Celso Alano da Cruz deve ter aplicado ao clássico regionalista Contos Gauchescos, de João Simões Lopes Neto, relançado quarta-feira, dia 10 de outubro, na Feira de Livros da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), que acontece no Campus da Trindade, em Florianópolis, até o dia 25 deste mês. A sessão de autógrafos contou com a presença de escritores, familiares do organizador e leitores.

A caprichada edição, que integra a Coleção Repertório da EdUFSC, é comemorativa ao centenário da obra, publicada pela primeira vez em 1912. O organizador empenhou-se ao máximo para preservar a essência dos originais de um dos ícones da literatura regionalista, reconhecido hoje no Brasil e nos países do Prata. Os 18 contos que compõem o livro dão voz a um dos personagens mais ricos e instigantes da literatura tupiniquim, o caipira Blau Nunes. “O que se quer é resgatar em toda a plenitude, de forma radical, a impura fala desse velho campeiro sulino, responsável por todas as narrativas do livro”, enfatiza Cláudio Cruz, acrescentando que, pela primeira vez, na literatura brasileira, um letrado passava a palavra, integralmente, para um não letrado”.

Assim como acontece com Guimarães Rosa, os contos de Simões Lopes inserem-se “justamente nessa zona de tensão entre o oral e o escrito”. O organizador sublinha que, aqui, “há que se levar em conta, e em nível de absoluta igualdade, tanto a expressão oral quanto a escrita”. Os contos falam diretamente ao coração dos leitores, esbanjando criatividade, humor, ironia, alegria, amor, dor e esperança.

– Era Blau o guasca sadio, a um tempo leal e ingênuo, impulsivo na alegria e na temeridade, precavido, perspicaz, sóbrio e infatigável; e dotado de uma memória de rara nitidez brilhando através de imaginosa e encantadora loquacidade servida e floreada pelo vivo e pitoresco dialeto gauchesco. 

Blau Nunes tinha 88 anos.

Somando vontades

João Simões Lopes Neto nasceu em Pelotas (RS) em 1865. Faleceu em 1916, quatro anos depois de lançar Contos Gauchescos. Sua obra vem sendo estudada há décadas dentro e fora da academia. Várias edições críticas já foram publicadas. O organizador é professor da Universidade Federal de Santa Catarina. O pesquisador, elogiando a qualidade da Coleção Repertório, frisou que, fiel à edição de 1912, juntou a “vontade do autor” com a “vontade de leitor”.

Próximas atrações

A Feira, que começou no dia 24 de setembro com o relançamento do clássico O detetive de Florianópolis, de Jair Hamms, apresenta sessões de autógrafos às quartas-feiras, das 16h30min às 20 horas. O evento, oferecendo descontos de 50 a 70%, funciona de segunda à sexta-feira.

Também dentro da Coleção Repertório, a EdUFSC lança, em volume único, no dia 17, a partir das 16h30min, com a presença do museólogo Gelci José Coelho (Peninha), O fantástico na Ilha de Santa Catarina, de Franklin Cascaes, obra fundamental no resgate e preservação da cultura ilhoa e açoriana, contando 24 estórias escritas em 70 anos pelo artista e folclorista.

Para encerrar em grande estilo, a Feira da EdUFSC apresenta no dia 24, a partir das 16h30min, em primeira edição póstuma mundial, o livro Pensar em não ver: escritos sobre a arte do visível, do filósofo francês Jacques Derrida.

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John Cage na Feira de Livros da EdUFSC e na Igrejinha

02/10/2012 17:55

Depois do relançamento de “O detetive de Florianópolis” de Jair Francisco Hamms, prestigiado pela presença da viúva Lúcia Rupp, a Feira de Livros da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) lança nesta quarta-feira, 3 de outubro, a partir das 16h30min,  o livro Cage e a poética do silêncio (Letras Contemporâneas) de Alberto Heller.

Além de Heller, confirmaram presença, na tenda montada em frente à Reitoria, Grace Torres e Lilian Nakahodo, que autografarão o CD “Preparado em Curitiba: Sonatos e Interlúdios para Piano Preparado”, gravado em comemoração ao centenário do compositor, poeta, escritor e teórico musical norte-americano John Cage. Após o lançamento do livro e do CD haverá um concerto de piano preparado na Igrejinha da UFSC, às 19 horas, com Torres e Nakahodo. A entrada é franca.

Organizada anualmente pela EdUFSC no Campus da Trindade, em Florianópolis, a feira oferece aos leitores da Comunidade Universitária e ao público em geral obras com descontos de 50 a 70%. A promoção contempla todos os títulos editados ao longa de 32 anos de atuação da editora universitária, incluindo os lançamentos e reedições.

O livro de Alberto Heller, que será lançado nesta quarta-feira, trata da vida e obra de um dos maiores experimentadores e inventivos compositores do mundo. John Cage, com a sua música aleatória, foi um vanguardista que influenciou a vida artística do século XX. Dos seus experimentos, um dos mais conhecidos é uma peça para piano intitulada 4’33 (quatro minutos e 33 segundos), composta basicamente por pausas. “Não é uma música composta apenas de silêncio, mas formada pelos seus ambientes dentro do teatro”, explicou o próprio Cage. Ou seja, em síntese, resumia-se a ritmo.

Grace Torres e Lilian Nakahodo, que lançarão o CD em homenagem a Cage, explicam que gravaram “Sonatas e Interlúdios” porque esta obra, escrita no imediato pós-guerra mundial, é um marco na trajetória do compositor e uma das obras mais representativas do repertório de concerto”. Talvez seja, acrescenta Grace em entrevista ao diretor da EdUFSC, Sérgio Medeiros, a composição que “mais revolucionou o próprio conceito de composição para piano na música do século XX”.

Segundo Grace Torres, John Cage criou a preparação do piano segundo critérios sonoros bem definidos. “Produziu até uma espécie de bula de preparação”, lembrou. É um processo cheio de detalhes que exige atenção contínua. “Após a preparação, precisamos experimentar o piano tocando algumas peças para avaliar a sonoridade obtida”.

A obra de John Cage já foi apresentada em várias cidades do Brasil. Grace Torres e Lilian Nakahodo ficaram impressionados com o desconhecimento do público e dos artistas em relação à importância da obra do compositor. Mas se dizem felizes pela repercussão. “As pessoas têm gostado demais. Após o concerto, muitas pessoas vêm falar conosco no palco, perguntam muitas coisas, chegam perto do piano, compram o CD para ouvir em casa”. Estão felizes com o “Projeto John Cage – Preparado em Curitiba” que vem popularizando a obra do revolucionário compositor no Brasil.

A EdUFSC está relançando o clássico da literatura sulista Contos gauchescos, de Simões Lopes Neto, organizado por Cláudio Cruz. A reedição marca o centenário da primeira edição, em 1912. A editora também está homenageando a cultura açoriana. Com apresentação e prefácio do museólogo Gelci José Coelho (o Peninha), a EdUFSC publica, num volume único, O fantástico da Ilha de Santa Catarina, de Franklin Cascaes. As duas obras integram a coleção Repertório da EdUFSC, dirigida à divulgação de clássicos de arte e do pensamento.

Além disso, o diretor Sérgio Medeiros anuncia a tradução de mais um clássico da literatura universal: Pensar em não ver: escritos sobre a arte do visível, de Jacques Derrida. Será a primeira edição mundial desse livro póstumo de um dos principais filósofos franceses de todos os tempos. A iniciativa reforça a política da EdUFSC de publicar “livros para ler o mundo”, sem abandonar  ou desmerecer as demais coleções que abarcam a literatura local, regional e nacional, bem como a produção científica, tecnológica, cultural e cunho didático.

Mais informações e contatos:

Sérgio Medeiros e Fernando Wolff

(48) – 3721-9605, 3721-9408 , 3721-9686  e  3721-8507

e-mails: Fernando@editora.ufsc.br

Sergio@editora.ufsc.br

Por Moacir Loth/jornalista na Agecom

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Apresentação musical marca encerramento da Feira de Livros na UFSC

01/10/2012 17:42

A Feira de Livros da EdUFSC encerra sua primeira etapa dia 3 de outubro, com a apresentação de Grace Torres e Lilian Nakahodo que autografarão o CD “Preparado em Curitiba: Sonatas e Interlúdios para Piano Preparado”, em comemoração ao centenário do compositor e poeta norte-americano John Cage. O evento é paralelo ao lançamento do livro “Cage e a poética do silêncio” (Letras Contemporâneas), de Alberto Heller.

A segunda etapa da Feira acontece de 21 a 24 de novembro, durante a 11ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex), quando serão promovidos os lançamentos dos livros “Contos gauchescos” e “O fantástico da ilha de Santa Catarina” que integram a coleção Repertório da EdUFSC. “Este ano, em função das greves dos servidores técnicos e docentes, tivemos de adiar a realização da Sepex. Como a presença da EdUFSC é fundamental, optamos, em comum acordo com a Diretoria da editora, pela realização da segunda etapa da Feira de Livros no evento”, explica Carlos Vieira, chefe de Gabinete da Reitoria.

Outras informações pelos telefone (48) 3721-4081 e 3721-9319.

Tags: EdUFSCFeira de LivrossepexUFSC

Começa a tradicional feira de livros da Editora da UFSC

25/09/2012 08:24

A feira funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 19h. Às quartas vai até às 20h30

À primeira vista, pelo movimento, pela quantidade, diversidade e preço acessível, pode parecer um sacolão. Mas a qualidade dos títulos elimina as dúvidas. Começou nesta segunda-feira, dia 24, às 8h30, na Praça da Cidadania (em frente à Reitoria), campus de Florianópolis, a tradicional Feira do Livro da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC). Oferecendo descontos de 50% a 70%, a editora universitária coloca à disposição dos leitores o seu acervo acumulado em 32 anos de atuação, incluindo os lançamentos e relançamentos. A feira funciona de segunda a sexta-feira, abrindo às 8h30 e fechando às 19h, com exceção de quarta-feira, quando vai até às 20h30 em função das sessões de autógrafo e bate-papo com autores e convidados.

A grande estrela desta feira, segundo assinala o diretor da EdUFSC, Sérgio Medeiros, é o relançamento no dia 26, às 16h30, do clássico “O detetive de Florianópolis”, de Jair Francisco Hamms. A homenagem contará com a presença da viúva Lúcia Rupp Hamms. Jair faleceu no início deste ano e deixou, entre outros, os livros “A cabra azul”, “O vendedor da maravilhas” e “Samba no céu”. “O detetive de Florianópolis” já está à venda na feira.

A EdUFSC, além de títulos locais, regionais e nacionais, vem traduzindo e editorando clássicos da literatura universal. “São obras fundamentais e de grandes autores”, lembra Sérgio Medeiros.

Dia 26, quarta-feira, às 16h30, acontece o relançamento do clássico “O detetive de Florianópolis”, de Jair Hamms

O evento reserva ainda um espaço especial para a Liga das Editoras Universitárias (LEU). “É quase uma feira dentro da feira”, esclarece Fernando Wolff, chefe da divisão administrativa da EdUFSC. São obras publicadas pela editoras da USP, UFMG, UnB, Unicamp, entre outras.

Entre as atrações da feira, a organização destaca o lançamento do livro “Cage e a poética do silêncio” (Letras Contemporâneas), de Alberto Heller. A sessão de autógrafos, dia 3 de outubro, às 16h30, contará também com a presença de Grace Torres e Lílian Nakahodo, que apresentarão o CD em comemoração ao centenário do compositor e poeta norte-americano John Cage.

Mais informações e contatos:
Sérgio Medeiros e Fernando Wolff
Fones (48) 3721-9605, 3721-9686 e 3721-8507
E-mails fernando@editora.ufscbr e sergio@editora.ufsc.br

Moacir Loth / Jornalista da Agecom / UFSC
loth@editora.ufsc.br

Fotos: Wagner Behr / Agecom / UFSC

Assista à reportagem da  Universidade Já/ TV UFSC sobre a Feira

Tags: Editora da UFSCFeira de LivrosUFSC

Silveira de Souza atrai vestibulandos na Feira do Livro nesta quarta

28/03/2012 12:50
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Ecos no Porão 2, de Silveira de Souza, faz parte da lista de livros do próximo vestibular da UFSC

 Autor de Ecos no Porão II vai conversar com estudantes de ensino médio durante a Feira de Livros da Editora da UFSC. Lincoln Frias, autor de obra sobre a ética no uso de células-tronco também participa nesta quarta (28) da Tarde de Encontro com Leitores.

Dois autores vão participar, nesta quarta-feira (28), da Tarde de Encontro com Autores da Feira de Livros da Editora da UFSC, na Praça da Cidadania. Um deles é o consagrado escritor catarinense Silveira de Souza, autor do livro de contos Ecos no Porão 2, publicado pela Editora da UFSC  no ano passado e selecionado para o Vestibular da UFSC 2013. O outro é Lincoln Frias, que virá de Minas Gerais para conversar sobre o livro A ética no uso e na seleção de embriões, vencedor do Grande Prêmio Melhor Tese da UFMG 2011, que discute questões polêmicas na área da Bioética. Os encontros começam às 17 horas, na Tenda dos Autores, junto à Feira, e encerram às 19 horas com uma apresentação musical do Duo arirambacom Adriana Cardoso (voz) e Trovão Rocha (contrabaixo).

 

Segundo volume de uma série de livros de contos, Ecos no Porão já está à disposição para leitura on-line de acesso gratuito no site da Editora UFSC (www.editora.ufsc.br), que também providenciou uma segunda impressão com três mil exemplares. Silveira de Souza vai autografar a obra e conversar com os leitores no seu relançamento na Praça da Cidadania, Com base no interesse demonstrado pelas escolas em participar do evento, a Editora da UFSC acredita que a presença do autor atrairá grande número de vestibulandos e estudantes de ensino médio. Dependendo do volume de público, poderá promover uma conversa do escritor em um auditório maior próximo à feira, a ser anunciado no local, conforme informa o coordenador do evento, Fernando Wolff.Até o final da Feira, no dia 4 de abril, o volume solicitado no Vestibular será vendido com 50% de desconto, a R$ 15,00.

Em Ecos no Porão 2, Florianópolis é o cenário para uma legião de homenzinhos bizarros fazendo cooper com calções esdrúxulos, velhinhos trovadores, desempregados, avozinhas, solteironas, aposentados, enfim, habitantes da vizinhança da Ilha onde pulsa um coração decrépito, murchando para a vida, que pode ser acordado de súbito por um pequeno incidente, a fuga de um canário ou uma rajada de vento. Mas Florianópolis não é mero pretexto para o quase octogenário escritor Silveira de Souza descrever o local onde nasceu e viveu. Mais do que isso, a Ilha é o “mundinho” onde se constituem essas “figurinhas ridículas” e apaixonantes do grotesco que vão ganhar dramaticidade e lirismo no segundo volume da antologia de contos de Silveira.

Esses habitantes ao mesmo tempo ordinários e excêntricos dos porões da ficção de Silveira, que podem estar no café, na Beira-Mar, na Praça XV, no Calçadão ou em quarto de hotel, carregam um traço em comum: todos experimentam o vazio da existência. Mas ao longo das 137 páginas são surpreendidos no automatismo banal do seu dia a dia urbano por sutis acontecimentos que anunciam possibilidades de conhecerem uma dimensão mais sublime da vida. E o que produz esse acesso ao “mundão”? Uma sinfonia de Bethoven, um sonho ou um pesadelo, uma emoção inesperada, uma cena da memória, um abalroamento de carro, enfim, interferências mais ou menos perceptíveis que alteram o estado de coisas e, como em um poema haikai, sugerem uma revelação.

Considerado o melhor da obra de Silveira, o livro reúne três seleções do próprio autor dos livros Canário de assobio (1985), Relatos escolhidos (1988), Contas de vidro (2002) e ainda cinco contos inéditos, entre eles a narrativa metalinguística “Ecos no porão”, que dá nome à obra e traduz uma metáfora de Silveira para as interferências da leitura dos escritores clássicos que inundam seu imaginário desde os dez anos de idade. Com linguagem habilidosa, uma dose do humor e outra da ironia que lhe são características e ainda um olhar lírico para o grotesco, Silveira parece rir-se baixinho ao final de cada um dos 28 contos, onde reside uma possibilidade de descoberta que nunca se entrega sem esforço do leitor.

 
SERVIÇO:

Ecos no Porão 2

Autor: Silveira de Souza

Editora UFSC

Preço do catálogo: R$ 29,00

e a R$ 15,00 na Feira de Livros da UFSC

 

Ética no uso e na seleção de embriões

Autor: Lincoln Frias

R$ 36,00

 

Lançamentos na Feira – Tardes de autógrafos e conversa com autores

Data: 28 de março, a partir das 17 horas

Local: Tenda dos autores junto à Feira

Silveira de Souza, autor da coletânea de contosEcos no porão 2

Lincoln Frias, doutor em filosofia, autor de A ética do uso e da seleção de embriões, de (vencedor do Grande Prêmio Tese do Ano da UFMG 2011)

 

Texto: Raquel Wandelli

raquelwandelli@yahoo.com.br

Jornalista – SeCArte – UFSC

Fones: 37218729, 37218910 e 99110524

Tags: EdUFSCFeira de Livros

Quando a ciência abala o código moral

27/03/2012 14:46

Obra busca os pontos de convergência e discordância entre ciência e filosofia ao longo da história

O avanço das ciências incide de forma avassaladora sobre a conduta humana, afetando e modificando progressivamente valores, crenças e critérios tradicionais que regem as relações dos indivíduos e sociedades. A tal ponto que a Bioética tornou-se uma área estratégica e emergente nesses tempos de manipulação de células tronco que colocam em crise os parâmetros éticos, culturais e religiosos da humanidade. Termos jurídicos como o Pensamento Vital ou Diretrizes antecipadas, que garantem o direito do indivíduo de solicitarpreviamente medidas como a eutanásia,em caso de vida vegetativa, reivindicam mudanças no código penal que respeitem a vontade e autonomia do indivíduo sobre concepções preestabelecidas acerca da vida.

No próximo ano, um grande fórum terá lugar em Florianópolis com a realização do X Congresso Brasileiro de Bioética, que será presidido de 24 a 27 de setembro pelo médico e ex-reitor da UFSC Bruno Schlemper. Questões muito controversas, como o direito ao aborto até o três meses de gravidez vão entrar em debate. Adiantando-se a essa temática, a Editora da UFSC lança em sua Feira de Livros a obra Bioética: autopreservação, enigmas eresponsabilidade, do filósofo do direito José Heck, que facilita a discussão ética buscando os pontos de convergência e discordância entre ciência e filosofia ao longo da história, desde Platão e Aristóteles até os dias atuais.

Pesquisador de reconhecido fôlego, Heck se diferencia por tratar a Bioética de forma transdisciplinar, bem como inserir a discussão no contexto dos desafios ambientais. Professor do doutorado em Ciências Ambientais da Universidade Federal de Goiás, Heck integrou entre 1978 e 1979 o Departamento de Filosofia da UFSC, logo após defender tese de doutorado na Universidade de Munique sobre “saúde e doença” à luz da filosofia de Platão e da psicanálise freudiana.

Nesse estudo, o autor compreende a Bioética dentro de uma visão não-antropocêntrica do mundo, que abarca os humanos, os animais e a natureza enquanto um conjunto com valor interdependente, que sobrepõe sua existência à revelia da vontade ou mesmo da permanência do homem no planeta. “Nada indica, e muito menos assegura, que o notório ser senhor do animal racional sobre outras criaturas implique um primado da conservação dos humanos sobre o restante do Universo”, escreve o autor, que é também pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da Universidade Católica de Goiás.

Ao explicitar contrapontos cruciais entre os dogmas cristãos e os princípios filosóficos, em uma rede de disputas que remetem à origem da Modernidade, a obra expõe o aspecto explosivo e complexo da Bioética, muito mais marcada por acirradas polêmicas do que por consensos. Dada a persistência cotidiana dos conflitos morais nas práticas biomédicas, a figura dos profissionais em saúde, ainda cercada de uma aura simbólica sacra, não pode atuar à revelia das diretrizes bioéticas. De modo semelhante, os supostos colapsos da natureza, anunciados pela ciência, estão colocando em xeque consolidadas doutrinas religiosas sobre a supremacia do homem na terra e sobre a origem da vida.

O filósofo José Heck

O livro mostra que o conhecimento da bioética se produz e desenvolve no contexto das descobertas científicas de diversos saberes e repercute as concepções acerca da saúde, da liberdade do indivíduo, da dignidade da pessoa humana. Heck, que defendeu tese de doutorado na Universidade de Munique sobre “saúde e doença” à luz da filosofia de Platão e da psicanálise freudiana, critica os modelos convencionais das disciplinassegmentadas e advoga a multidisciplinaridade dos saberes científicos com os não científicos.

Com profundidade científica de um filósofo e a eloquência de um jurista, Heck lança o foco bioético em uma rede de interações multidisciplinares. Nessa nova perspectiva examina, à luz das descobertas científicas e das novas habilidades técnicas, questões cruciais como a dignidade da pessoa, a fragilidade dos seres humanos e a necessária cumplicidade dos variados saberes com as condições de saúde e do direito dos indivíduos à fruição de um meio ambiente sadio.

Por Raquel Wandelli, jornalista, doutoranda em literatura e professora universitária.


Livro: Bioética, autopreservação, enigmas e responsabilidade
Autor:  José Heck
Editora da UFSC
Preço na Feira de Livros: de R$ 26,00 por R$ 13,00 (até o dia 4 de abril, na Praça da Cidadania).

Tags: BioéticaEdUFSCFeira de LivrosUFSC

Embriões humanos têm direito à vida?

27/03/2012 14:30

Se você é um brasileiro típico, você discorda de mim: você acredita que embriões humanos têm direito à vida, que essa é uma afirmação óbvia e provavelmente pensa que devo ser uma pessoa má, que não se preocupa com seres indefesos e que estou disposto a usar outras pessoas para satisfazer meus interesses.

Os embriões humanos que costumam ser o assunto desse tipo de discussão são aqueles que têm menos de 14 dias, pois depois desse prazo eles não são de grande utilidade nem para a derivação de células-tronco nem para a fertilização in vitro. Esse embrião é um conjunto de apenas algumas dezenas de células, as quais são todas iguais. Ele não só ainda não tem órgãos, como não é possível nem mesmo saber quais células formarão o feto e quais formarão a placenta. Ele ainda pode se dividir em dois ou mais embriões (é assim que se formam os gêmeos univitelinos) e também pode ser que ele se funda naturalmente com outro embrião que esteja sendo gestado com ele. E mais incrivelmente, usando técnicas laboratoriais sofisticadas, pode ser possível criar um novo embrião a partir de cada uma das suas células.

Mesmo assim há quem considere que esse tipo de organismo mereça ser considerado em pé de igualdade com seres humanos adultos, que ele tem direito à vida e que destruí-lo para derivar células-tronco ou para realizar fertilização in vitro é tão errado quanto assassinar uma pessoa, mesmo que isso seja feito paracurar outras pessoas ou garantir que os pais tenham um filho saudável.

Não é surpreendente que as pessoas pensem assim. Na falta de alternativas, é melhor que se defenda seres indefesos. O que surpreende é que os argumentos para justificar essa opinião sejam incrivelmente fracos e que o assunto seja tratado como uma questão de tudo ou nada. A questão é a seguinte: todos concordamos com que (a) espermatozóides e óvulos podem ser mortos (p. ex., na masturbação ou na menstruação) e com que (b) recém-nascidos não podem ser mortos. O problema é descobrir em que momento entre (a) e (b) o direito à vida é adquirido.

Você provavelmente acha que é quando acontece a fecundação. Uma primeira justificativa que você pode oferecer é de que ali já se estabelece a individualidade genética, se cria um genoma inédito. O problema é que há outros seres vivos que também têm essa individualidade genética (plantas, animais etc.) e não estamos dispostos a atribuir direito à vida a todos eles. E mais preocupante ainda, há seres humanos sem essa individualidade, os gêmeos. Teríamos então que considerar que eles não têm direito à vida.

Não sei como você vai lidar com os gêmeos, mas você pode desconsiderar os outros seres vivos dizendo que o que importa é pertencer à espécie humana. Só que o risco ao dizer isso é cair no especismo, cometendo o mesmo tipo de erro dos machistas, dos racistas e dos bairristas, a preferência por um certo grupo só porque ele é o seu grupo. Para evitar isso seria preciso indicar algo que os seres humanos possuem e que faz com que mereçam direito à vida.

Os candidatos mais promissores são a capacidade de autocontrole, a racionalidade e a autoconsciência, as características que definem uma pessoa. O problema é que o embrião está incrivelmente longe de possuí-las. Afinal de contas, ele não possui um único neurônio que seja.

Diante desse problema, o esperado é que você diga que o importante é que o embrião tenha o potencial para se tornar se tornar ser humano. Esse é o argumento mais resistente, não porque seja o mais sólido, mas porque é o que está mais entranhado em nossa maneira instintiva de pensar. Nunca consegui convencer minha avó, minhas tias e meus amigos do futebol de que esse argumento é ruim. Minha hipótese é que isso acontece porque quando dizemos que o embrião tem o potencial para ser uma pessoa, imaginamos instintivamente que essa pessoa em potencial já está lá no meio daquelas células, sentindo e sofrendo. Supomos que, assim como eu agora não gostaria que tivessem me matado quando eu era um embrião, o embrião também não vai gostar se o matarmos.

Essa suposição é falsa. Não há alguém em meio àquelas células, pois nada ali é capaz de sentir e sofrer. É consenso científico que o feto só será capaz de sentir dor depois da 24ª semana de gestação – 22 semanas depois do estágio que estamos discutindo – pois apenas então haverá as estruturas cerebrais mínimas para haver qualquer tipo de consciência. Mas durante a evolução de nossa espécie foi imprescindível para nossa sobrevivência viver em grupo e para fazer isso é preciso ser capaz de pensar sobre o que os outros estão pensando e se preocupar com a dor deles (a capacidade de empatia). Essas capacidades nossas são tão ativas que tratamos bichinhos de pelúcia como se eles tivessem sentimentos. A ficção (de quadrinhos a novelas) é toda baseada no fato de que dá para enganar essa nossa capacidade de tratar coisas (p. ex., rabiscos no papel) como agentes (organismos com sentimentos e intenções). Muita gente chorou com o destino dos personagens de Avatar como se eles realmente estivessem sofrendo.

Esse mecanismo de se preocupar com os sofrimentos de outros organismos, principalmente se eles parecem ter planos, objetivos e intenções é algo que fazemos automaticamente e minha hipótese é que esse tipo de processo é que incentiva nosso apego à ideia de que o potencial do embrião já coloca ele no mesmo patamar das pessoas desenvolvidas. Pense comigo, em nenhuma outra situação valorizamos o que apenas tem o potencial da mesma maneira com que valorizamos o que já está realizado: uma semente que pode dar origem a uma árvore de mil anos não é tão admirável quanto a própria árvore quanto ela tiver mil anos, o fato de que a Argentina tem o potencial para ganhar a Copa de 2014 não justifica já escrever seu nome na taça etc. Da mesma maneira, o fato de que o embrião pode se tornar uma pessoa e que uma pessoa tem direito à vida, não justifica dar a ele as proteções de uma pessoa. Ainda não há uma pessoa lá. A não ser que você acredite em almas. Aí o seu problema é o de provar que elas existem. Apenas no final do século XIX os católicos escolheram a fecundação como o momento em que a alma entra no corpo. Antes disso acreditavam que a alma encarnava apenas aos 40 dias – a posição de Aristóteles, Tomás de Aquino, dos judeus, dos muçulmanos e de alguns protestantes.

Um sério problema para o Argumento da Potencialidade é que a maioria dos embriões não tem potencial nem para chegar ao fim da gestação, muito menos para se tornar uma pessoa. Estima-seque impressionantes 63% dos embriões que são formados através da reprodução natural não têm esse potencial – aproximadamente metade por falta de ambiente adequado e metade porque são incapazes de se desenvolver mesmo no ambiente mais adequado, pois têm problemas fisiológicos. Além disso, nem todo ser humano tem potencial de se tornar uma pessoa, como é o caso dos fetos anencéfalos ou com outras deficiências mentais graves. Outro problema é o fato de ser possível que o embrião se divida em dois ou que ele se funda com outro embrião, de maneira queele não só tem o potencial para se tornar uma pessoa, como tem também o potencial para se tornar mais de uma pessoa ou menos de uma pessoa.

Por fim, pense no seguinte: se há um incêndio em uma clínica de fertilização e você precisa decidir entre salvar dois embriões ou uma criança de três anos, quem você escolheria? Nunca encontrei alguém que salvasse os embriões, mesmo que fossem cem ou mil. Se você também pensa assim, você não acredita realmente que eles tenham direito à vida. Mas como minha avó e meus amigos do futebol estão aí para me lembrar, esses argumentos não são suficientes para impedir o processo automático de pensar que o embrião já é alguém, principalmente porque não queremos ser o tipo de pessoa que aceita que seres indefesos sejam mortos (apesar de fazermos churrasco de tantos animais cognitivamente muito mais desenvolvidos que os embriões).

Nada disso quer dizer que os embriões não tenham valor e que possamos fazer qualquer coisa com eles. Quer dizer apenas que a pesquisa com células-tronco embrionárias e a fertilização in vitro não devem ser proibidas por provocarem a morte de embriões e que quem defende essa posição não é necessariamente uma pessoa má, que não se preocupa com seres indefesos e que está disposta a usar outras pessoas para satisfazerem meus interesses.


Por Lincoln Frias, doutor em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e autor de A Ética no uso e na seleção de embriões (EdUFSC – Fapemig). O autor participa nesta quarta-feira, 28 de março, da Tarde de Encontro com Autores da Feira de Livros da Editora da UFSC, na Praça da Cidadania.

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Feira de Livros tem público diário de duas mil pessoas

27/03/2012 09:00

Mostra de livros com 30 a 70% de desconto é palco de 21 lançamentos

A Feira de Livros da Editora da UFSC entra em sua quarta e penúltima semana com um público diário de duas mil pessoas e o lançamento de 21 livros inéditos com até 70% de desconto. Poesia, conto, romance, filosofia, bioética, história, sociologia e literatura, além de obras didáticas de engenharia, física e matemática estão entre as novidades preparadas pela Editora especialmente para esta mostra. Aberta ao público, a mostra de volta às aulas funciona em uma grande tenda coberta e climatizada na Praça da Cidadania, de segunda a sexta, das 8h30min às 19h.

Até o dia 4 de abril, a Editora vai expor com descontos que variam de 30 a 70% 1.800 títulos e cerca de 20 mil exemplares, entre lançamentos do seu catálogo, das instituições livreiras que integram a Liga de Editoras Universitárias e de outras editoras reconhecidas no mercado. Vários livros estão sendo lançados na presença dos autores, que também estão participando de tardes de autógrafos e conversa com os leitores em uma tenda preparada especialmente para esse encontro junto à feira, sempre às quartas-feiras, a partir das 17h e com prorrogação do horário de atendimento para até às 20h30min.

Na tarde desta quarta-feira, 28de março, o contista catarinense Silveira de Souza, autor de Ecos no Porão II, livro incluído pela Coperve na Lista do Vestibular 2013 da UFSC, conversará sobre essa obra. A EdUFSC lança na presença do escritor a segunda edição da coletânea, toda ambientada em Florianópolis. Várias escolas e estudantes de ensino médio estão se movimentando para esse bate-papo com autor.

Dependendo da procura, a Editora poderá organizar um debate com Silveira em um auditório próximo à feira, a ser divulgado no local. Pela EdUFSC Silveira lançou também 28 Aforismos, tradução inédita em língua portuguesa de seleção de pensamentos de Franz Kafka.

 

 

Lançamento: obra traz discussão filosófica sobre questões morais e sociais em torno dos avanços da genéticaA ética do uso e da seleção de embriões
No mesmo dia, Lincoln Frias virá de Belo Horizonte para o lançamento de A ética do uso e da seleção de embriões. Editado com apoio da Fapemig, o livro traz uma discussão filosófica emergente sobre as questões morais e sociais em torno dos avanços da ciência na área da genética. Vencedor do Grande Prêmio UFMG de Teses de 2011, de cuja banca fez parte o diretor da EdUFSC, Sérgio Medeiros, o livro enfoca do ponto de vista filosófico a polêmica sobre o pretenso direito a vida dos embriões que circunda os debates sobre o uso de células-tronco. Além deste livro, a Editora lança Bioética; autopreservação, enigmas e responsabilidade, do filósofo José Heck, outra obra integrante da coleção Ethica, coordenada pelo professor Darley Dall´Agnol.

A EdUFSC preparou outros lançamentos inéditos especialmente para a feira, como O Espelho da América: de Thomas More a Jorge Luis Borges, de Rafael Ruiz, que desbrava a história da primeira modernidade da América através da literatura clássica. Estão na lista dos novos livros também Ongs e políticas neoliberais no Brasil, de Joana Aparecida Coutinho e Percursos em teoria da Gramática, de Roberta Pires de Oliveira e Carlos Mioto.

Além de promover os lançamentos, a editora vai oferecer com descontos obras que tiveram grande repercussão no ano passado, como Homo academicus, do sociólogo francês Pierre Bourdieu, traduzido pela professora do curso de Pedagogia da UFSC Ione Valle. Ligação direta, ensaio inédito do filósofo italiano Mario Perniola sobre as relações entre estética e política também se destaca na mostra.

Os livros Seis décadas de poesia alemã, organizado por Rosvitha Blume e Markus Weininger e O liberalismo de Ralf Dahrendorf, de Antônio Carlos Dias Júnior, também saíram direto da gráfica para a feira. Mais uma novidade: Riverão Sussuarana, o grande romance do cineasta Glauber Rocha, co-editado com o Itaú Cultural, deverá ficar pronto para a última semana da feira.

Lançamentos na Feira – Tardes de encontro com leitores:
Horário: a partir das 17h
Local: Tenda dos autores junto à Feira
Data: 28 de março, a partir das 17h

• Silveira de Souza, autor da coletânea de contos Ecos no porão 2,
• Lincoln Frias, doutor em filosofia, autor de A ética do uso e da seleção de embriões, de (vencedor do Grande Prêmio UFMG de Teses de 2011)

Outros lançamentos na Feira:
• O Espelho da América: de Thomas More a Jorge Luis Borges, história da modernidade latino-americana através da literatura clássica, de Rafael Ruiz.
• Ecos no Porão II, coletânea de contos de Silveira de Souza que faz parte da lista do Vestibular 2013;
• Percursos em teoria da Gramática, de Roberta Pires de Oliveira e Carlos Mioto;
• Ongs e políticas neoliberais no Brasil, de Joana Aparecida Coutinho;
• Bioética, do filósofo José Heck;
• Matrizes e sistemas de equações lineares, de Nilo Kühlkamp (Série Didática, nova edição)
• Introdução à engenharia; conceitos, ferramentas e comportamentos, de Walter Antonio Bazzo e Luiz Teixeira do Valle Pereira (Série Didática, nova edição)
• Tecnologia da fabricação de revestimentos cerâmicos, de Antônio Pedro

 Outros lançamentos para o primeiro trimestre:
• O liberalismo de Ralf Dahrendorf, de Antônio Carlos Dias Júnior;
• Seis décadas de poesia alemã, organizado por Rositha Blume e Markus Weininger;
• Códices, do historiador e pesquisador mexicano Miguel León-Portilla, maior especialista em escritas ameríndias (maia e inca) da atualidade;
• Riverão Sussuaruna, romance do cineasta Glauber Rocha, em co-edição EdUFSC e Fundação Itaú Cultural

Preços de livros na Feira:

Poemas, de Rodrigo de Haro, com os volumes “Folias do Ornitorrinco” e “Espelho dos Melodramas” (de R$ 58,00 por R$ 40,00)

Homo Academicus, de Pierre Bourdieu (de R$ 56,00 por R$ 40,00);

O Espelho da América: de Thomas More a Jorge Luis Borges, de Rafael Ruiz (de R$ 31,00 por R$ 16,00);

Ecos no Porão II, coletânea de contos Silveira de Souza (relacionado na lista do Vestibular 2013 da UFSC) (R$ 15,00);

Filosofia da Tecnologia, de Alberto Cupani (de R$ 34,00 por R$ 17,00);

Gralha azul; nas asas da esperança, poemas de Leonilda Antunes Pereira (de R$ 12,00 por R$ 5,00)

Ao que minha vida veio, de Alckmar dos Santos, vencedor do Concurso Romance Salim Miguel (de R$ 29,00 por R$ 15,00);

Ongs e políticas neoliberais no Brasil, de Joana Aparecida Coutinho (de R$ 26,00 por R$ 13,00);

Bioética, do filósofo José Heck (Série Ethica de R$ 26,00 por R$ 13,00);

A ética do uso e da seleção de embriões – Lincoln Frias (Série Ethica, de R$ 36,00)

Percursos em teoria da Gramática, de Roberta Pires de Oliveira e Carlos Mioto; (de R$ 29,00 por R$ 15,00)

Matrizes e sistemas de equações lineares, de Nilo Kühlkamp (Série Didática – de R$ 26,00 por R$ 13,00);

Introdução à engenharia; conceitos, ferramentas e comportamentos, de Walter Antonio Bazzo e Luiz Teixeira do Valle Pereira (Série Didática – de R$ 26,00 por R$ 13,00);

Tecnologia da fabricação de revestimentos cerâmicos – Antônio Pedro (de R$ 22,00 por R$ 11,00)

Por Raquel Wandelli / Assessora de Comunicação da SeCArte / raquelwandelli@yaho.com.br / www.secarte.ufsc.br / 3721-8729 / 9911-0524

 

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Feira de Livros tem lançamentos de romance e poesia alemã nesta quarta

21/03/2012 10:38

Duas obras serão lançadas na Feira de Livros da Editora da UFSC na tarde do dia 21: o romance épico Ao que minha vida veio, de Alckmar dos Santos, vencedor do Concurso Salim Miguel de Romance e a antologia poética Seis décadas de poesia, de Rosvitha Blume e Markus Weinenger. Os três autores, Alckmar, Rovitha e Markus Weinenger estarão na Tenda dos Autores às 17 horas para uma conversa com os leitores. Até o dia 4 de abril, em uma grande tenda coberta na Praça da Cidadania, a Editora está expondo com até 70% de desconto 1.800 títulos e cerca de 20 mil exemplares, entre lançamentos do seu catálogo, das instituições livreiras que integram a Liga de Editoras Universitárias e de outras editoras reconhecidas no mercado.

Vários livros estão sendo lançados na presença dos autores em uma sala aclimatada dentro da feira, preparada especialmente para esse encontro com o leitor, sempre às quartas-feiras, às 17 horas. Para embalar o momento, às 19 horas a editora promove a apresentação do Duo Ariramba, com Adriana Cardoso (voz) e Trovão Rocha (contrabaixo). “Queremos promover não apenas a comercialização de livros, mas patrocinar o encontro entre escritores e seu público”, diz o editor Sérgio Medeiros.

E na tarde do dia 28, Silveira de Souza, autor da coletânea de contos Ecos no Porão II, livro incluído pela Coperve na Lista do Vestibular 2013 da UFSC, conversará sobre a obra, que terá o lançamento de sua segunda edição pela EdUFSC. No mesmo dia, Lincoln Frias virá de Belo Horizonte para o lançamento de A ética do uso e da seleção de embriões (vencedor do Grande Prêmio UFMG de Teses de 2011). Editado com apoio da Fapemig, o livro traz uma discussão filosófica emergente sobre as questões morais e sociais em torno dos avanços da ciência na área da genética.

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Rovitha e Markus lançam Seis décadas de poesia às 17h

Poesia, conto, romance, filosofia, bioética, história, sociologia e literatura, além de obras didáticas de engenharia, física e matemática estão entre os 21 lançamentos programados para a Feira de Livros da Editora UFSC, que entrou na sua terceira semana com um público diário de duas mil pessoas. Aberta ao público, a mostra começou na segunda-feira (5), marcando a volta às aulas na UFSC e funciona de segunda a sexta, das 8:30 às 19 horas, com extensão do horário nas quartas-feiras até as 20h30min.

A EdUFSC preparou outros lançamentos inéditos especialmente para a feira, como O Espelho da América: de Thomas More a Jorge Luis Borges, de Rafael Ruiz, que desbrava a história da primeira modernidade da América através da literatura clássica. Estão na lista dos novos livros também Ongs e políticas neoliberais no Brasil, de Joana Aparecida Coutinho, Bioética, do filósofo José Heck e Percursos em teoria da Gramática, de Roberta Pires de Oliveira e Carlos Mioto.

Além de promover os lançamentos, a editora está oferecendo com descontos obras que tiveram grande repercussão no ano passado, como Homo academicus, do sociólogo francês Pierre Bourdieu, traduzido pela professora do curso de Pedagogia da UFSC Ione Valle. Ligação direta, ensaio inédito do filósofo italiano Mario Perniola sobre as relações entre estética e política e O liberalismo de Ralf Dahrendorf, lançamento de Antônio Carlos Dias Júnior, também se destacam na mostra.

Mais uma novidade: o editor Sérgio Medeiros avisa que está indo para a gráfica esta semana Riverão Sussuarana, o grande romance do cineasta Glauber Rocha, coeditado com o Itaú Cultural, que deverá ficar pronto para a última semana da feira, assim como Códices, do historiador e pesquisador mexicano Miguel León-Portilla, considerado o maior especialista em escritas ameríndias (maia e asteca) da atualidade.

 

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Ao que minha vida veio, de Alckmar dos Santos, foi vencedor do Prêmio Salim Miguel de Romance de 2011

Feira de livros da Editora UFSC/ Liga de Editoras Universitárias
Data:5 de março a 4 de abril
Local: Praça da Cidadania da UFSC
Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 8:30 às 19 horas (quartas-feiras, das 8:30 às 20h30min)
Tardes de autógrafos e conversa com autores – Horário: a partir das 17 horas.
Local: Tenda dos autores junto à Feira
Alckmar dos Santos, vencedor do I Concurso Romance Salim Miguel com Ao que minha veio
Rosvitha Blume e MarkusWeininger, autores de Seis décadas de poesia alemã
Data: 21 de março, a partir das 17 horas

Silveira de Souza, autor da coletânea de contos Ecos no porão 2,
Lincoln Frias, doutor em filosofia, autor de A ética do uso e da seleção de embriões, de (vencedor do Grande Prêmio Tese do Ano da UFMG 2011)
Data: 28 de março, a partir das 17 horas

 

Leia mais:

O florescimento da poesia na capital mundial da guerra

Romancista premiado conversa com leitores na Feira de Livros da EdUFSC

 

Por Raquel Wandelli/ Jornalista na SeCarte

Tags: Feira de Livros

Feira de Livros da UFSC começa na segunda com 21 lançamentos

02/03/2012 18:40
Foto: Camila Peixer/bolsista de Jornalismo na Agecom

Foto: Camila Peixer/bolsista de Jornalismo na Agecom

Tem início nesta segunda-feira, 5, na volta às aulas da UFSC, grande mostra de livros com até 70% de desconto. Autores como Rodrigo de Haro, Silveira de Souza, Alckmar dos Santos, Alberto Cupani e Lula Pereira farão conversa com leitores

Poesia, conto, romance, filosofia, bioética, história, sociologia e literatura, além de obras didáticas de engenharia, física e matemática estão entre os 21 lançamentos programados para a Feira de Livros da Editora UFSC. Aberta ao público, a mostra começa na segunda-feira (5), marcando a volta às aulas na UFSC e vai funcionar de segunda a sexta, das 8:30 às 19 horas, com extensão do horário nas quartas-feiras até as 20h30min. De 5 de março a 4 de abril, em uma grande tenda coberta na Praça da Cidadania, a Editora vai expor com até 70% de desconto 1.800 títulos e cerca de 20 mil exemplares, entre lançamentos do seu catálogo, das instituições livreiras que integram a Liga de Editoras Universitárias e de outras editoras reconhecidas no mercado.

Nessa edição, vários livros serão lançados na presença dos autores e haverá tarde de autógrafos e conversa com os leitores em uma tenda preparada especialmente para isso junto à feira, sempre às quartas-feiras, às 17 horas. “Queremos promover não apenas a comercialização de livros, mas patrocinar o encontro entre escritores e seu público”, diz o editor Sérgio Medeiros. Na véspera do Dia Internacional da Mulher, 7 de março, Leonilda Antunes Pereira, agricultora e agente voluntária em projetos sociais de saúde e meio ambiente, vai lançar o livro de poemas Gralha azul; nas asas da esperança. Como vem de Fraiburgo, a agricultora estará desde as 14 horas na Feira, à disposição dos leitores.

O multiartista Rodrigo de Haro, que está lançando a caixa Poemas, com os volumes “Folias do Ornitorrinco” e “Espelho dos Melodramas”, estará na Feira no dia 14 para conversar sobre sua obra e fazer a leitura de seus poemas. Ele dividirá o espaço com o professor Alberto Cupani, que lançará Filosofia da Tecnologia, importante ensaio rastreando a questão ética no uso das tecnologias. Rodrigo terá ainda um lançamento à parte no dia 15, no Espaço Cultural Coisas de Maria João, em Santo Antônio de Lisboa. Alckmar dos Santos, vencedor do Concurso Romance Salim Miguel com o romance épico Ao que Minha vida veio, estará na Tenda dos Autores no dia 21. E na tarde do dia 28, Silveira de Souza, autor da coletânea de contos Ecos no Porão II, livro incluído pela Coperve na Lista do Vestibular 2013 da UFSC, conversará sobre a coletânea, que terá o lançamento de sua segunda edição pela EdUFSC.

A EdUFSC preparou outros lançamentos inéditos especialmente para a feira, como O Espelho da América: de Thomas More a Jorge Luis Borges, de Rafael Ruiz, que desbrava a história da primeira modernidade da América  através da literatura clássica. Estão na lista dos novos livros também Ongs e políticas neoliberais no Brasil, de Joana Aparecida Coutinho, Bioética, do filósofo José Heck e Percursos em teoria da Gramática, de Roberta Pires de Oliveira e Carlos Mioto. Além de promover os lançamentos, a editora vai oferecer com descontos obras que tiveram grande repercussão no ano passado, como Homo academicus, do sociólogo francês Pierre Bourdieu, traduzido pela professora do curso de Pedagogia da UFSC Ione Valle. Ligação direta, ensaio inédito do filósofo italiano Mario Perniola sobre as relações entre estética e política também se destacam na mostra.

Os livros Seis décadas de poesia alemã, organizado por Rositha Blume e Markus Weininger; O liberalismo de Ralf Dahrendorf, de Antônio Carlos Dias Júnior, e o aguardado A ética do uso e da seleção de embriões, de Lincoln Frias (prêmio melhor tese de doutorado pela UFMG) deverão sair direto da gráfica para a feira antes do término do evento. Mais uma novidade: o editor Sérgio Medeiros terá uma reunião ainda nesta semana com a família de Glauber Rocha para ultimar a edição de Riverão Sussuarana, o grande romance do cineasta, co-editado com o Itaú Cultural, que também poderá ficar pronto para a feira, assim como Códices, do historiador e pesquisador mexicano Miguel León-Portilla, considerado o maior especialista em escritas ameríndias (maia e asteca) da atualidade.

Feira de livros da Editora UFSC/ Liga de Editoras Universitárias

Data: 5 de março a 4 de abril

Local: Praça da Cidadania da UFSC

Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 8:30 às 19 horas

(quartas-feiras, das 8:30 às 20h30min)

Lançamentos na Feira – Tardes de autógrafos e conversa com autores

Horário: a partir das 17 horas.

Local: Tenda dos autores junto à Feira

Leonilda Antunes Pereira, líder dos trabalhadores rurais e autora do livro de poemas Gralha azul; nas asas da esperança

Data: 7 de março (como atividade do Dia Internacional da Mulher, a partir das 14 horas)

Rodrigo de Haro, autor de Poemas, caixa-livro com os volumes “Folias do Ornitorrinco” e “Espelho dos Melodramas”.

Alberto Cupani, autor de Filosofia da Tecnologia

Data: 14 de março, a partir das 17 horas

Alckmar dos Santos, vencedor do I Concurso Romance Salim Miguel com Ao que minha veio

Data: 21 de março, a partir das 17 horas

Silveira de Souza, autor da coletânea de contos Ecos no porão 2,

Data: 28 de março, a partir das 17 horas

Outros lançamentos na Feira:

  • O Espelho da América: de Thomas More a Jorge Luis Borges, história da modernidade latino-americana através da literatura clássica, de Rafael Ruiz.
  • Ecos no Porão II, coletânea de contos de Silveira de Souza que faz parte da lista do Vestibular 2013;
  • Percursos em teoria da Gramática, de Roberta Pires de Oliveira e Carlos Mioto;
  • Ongs e políticas neoliberais no Brasil, de Joana Aparecida Coutinho;
  • Bioética, do filósofo José Heck;
  • Matrizes e sistemas de equações lineares, de Nilo Kühlkamp (Série Didática, nova edição)
  • Introdução à engenharia; conceitos, ferramentas e comportamentos, de Walter Antonio Bazzo e Luiz Teixeira do Valle Pereira (Série Didática, nova edição)
  • Tecnologia da fabricação de revestimentos cerâmicos, de Antônio Pedro

Outros lançamentos para o primeiro trimestre:

  • O liberalismo de Ralf Dahrendorf, de Antônio Carlos Dias Júnior;
  • Seis décadas de poesia alemã, organizado por Rositha Blume e Markus Weininger;
  • Códices, do historiador e pesquisador mexicano Miguel León-Portilla, maior especialista em escritas ameríndias (maia e inca) da atualidade;
  • A ética do uso e da seleção de embriões, de Lincoln Frias (prêmio melhor tese de doutorado pela UFMG)
  • Riverão Sussuaruna, romance do cineasta Glauber Rocha,em co-edição EdUFSC e Fundação Itaú Cultural

Preços de livros na Feira:

Poemas, de Rodrigo de Haro, com os volumes “Folias do Ornitorrinco” e “Espelho dos Melodramas” (de R$ 58,00 por R$ 40,00)

Homo Academicus, de Pierre Bourdieu (de R$ 56,00 por R$ 40,00);

O Espelho da América: de Thomas More a Jorge Luis Borges, de Rafael Ruiz (de R$ 31,00 por R$ 16,00);

Ecos no Porão II, coletânea de contos Silveira de Souza (relacionado na lista do Vestibular 2013 da UFSC) (R$ 15,00);

Filosofia da Tecnologia, de Alberto Cupani (de R$ 34,00 por R$ 17,00);

Gralha azul; nas asas da esperança, poemas de Leonilda Antunes Pereira (de R$ 12,00 por R$ 5,00)

Ao que minha vida veio, de Alckmar dos Santos, vencedor do Concurso Romance Salim Miguel (de R$ 29,00 por R$ 15,00);

Ongs e políticas neoliberais no Brasil, de Joana Aparecida Coutinho (de R$ 26,00 por R$ 13,00);

Bioética, do filósofo José Heck (de R$ 26,00 por R$ 13,00);

Percursos em teoria da Gramática, de Roberta Pires de Oliveira e Carlos Mioto; (de R$ 29,00 por R$ 15,00)

Matrizes e sistemas de equações lineares, de Nilo Kühlkamp (Série Didática – de R$ 26,00 por R$ 13,00);

Introdução à engenharia; conceitos, ferramentas e comportamentos, de Walter Antonio Bazzo e Luiz Teixeira do Valle Pereira (Série Didática – de R$ 26,00 por R$ 13,00);

Tecnologia da fabricação de revestimentos cerâmicos – Antônio Pedro (de R$ 22,00 por R$ 11,00)

Por Raquel Wandelli/Assessora de Comunicação da SeCArte

raquelwandelli@yaho..com.br

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Informações: (48) 37218729 e 99110524

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Tags: EdUFSCFeira de Livros

Feira de Livros da UFSC terá 21 lançamentos

01/03/2012 16:05

Começa segunda-feira, 5, na volta às aulas da UFSC, grande mostra de livros com até 70% de desconto. Autores como Rodrigo de Haro, Silveira de Souza, Alckmar dos Santos, Alberto Cupani e Lula Pereira farão conversa com leitores

Foto: Camila Peixer/bolsista de Jornalismo na Agecom

Poesia, conto, romance, filosofia, bioética, história, sociologia e literatura, além de obras didáticas de engenharia, física e matemática estão entre os 21 lançamentos programados para a Feira de Livros da Editora UFSC. Aberta ao público, a mostra começa na segunda-feira (5), marcando a volta às aulas na UFSC e vai funcionar de segunda a sexta, das 8:30 às 19 horas, com extensão do horário nas quartas-feiras até as 20h30min. De 5 de março a 4 de abril, em uma grande tenda coberta na Praça da Cidadania, a Editora vai expor com até 70% de desconto 1.800 títulos e cerca de 20 mil exemplares, entre lançamentos do seu catálogo, das instituições livreiras que integram a Liga de Editoras Universitárias e de outras editoras reconhecidas no mercado.

Nessa edição, vários livros serão lançados na presença dos autores e haverá tarde de autógrafos e conversa com os leitores em uma tenda preparada especialmente para isso junto à feira, sempre às quartas-feiras, às 17 horas. “Queremos promover não apenas a comercialização de livros, mas patrocinar o encontro entre escritores e seu público”, diz o editor Sérgio Medeiros. Na véspera do Dia Internacional da Mulher, 7 de março, Leonilda Antunes Pereira, agricultora e agente voluntária em projetos sociais de saúde e meio ambiente, vai lançar o livro de poemas Gralha azul; nas asas da esperança. Como vem de Fraiburgo, a agricultora estará desde as 14 horas na Feira, à disposição dos leitores.

O multiartista Rodrigo de Haro, que está lançando a caixa Poemas, com os volumes “Folias do Ornitorrinco” e “Espelho dos Melodramas”, estará na Feira no dia 14 para conversar sobre sua obra e fazer a leitura de seus poemas. Ele dividirá o espaço com o professor Alberto Cupani, que lançará Filosofia da Tecnologia, importante ensaio rastreando a questão ética no uso das tecnologias. Rodrigo terá ainda um lançamento à parte no dia 15, no Espaço Cultural Coisas de Maria João, em Santo Antônio de Lisboa. Alckmar dos Santos, vencedor do Concurso Romance Salim Miguel com o romance épico Ao que Minha vida veio, estará na Tenda dos Autores no dia 21. E na tarde do dia 28, Silveira de Souza, autor da coletânea de contos Ecos no Porão II, livro incluído pela Coperve na Lista do Vestibular 2013 da UFSC, conversará sobre a coletânea, que terá o lançamento de sua segunda edição pela EdUFSC.

A EdUFSC preparou outros lançamentos inéditos especialmente para a feira, como O Espelho da América: de Thomas More a Jorge Luis Borges, de Rafael Ruiz, que desbrava a história da primeira modernidade da América  através da literatura clássica. Estão na lista dos novos livros também Ongs e políticas neoliberais no Brasil, de Joana Aparecida Coutinho, Bioética, do filósofo José Heck e Percursos em teoria da Gramática, de Roberta Pires de Oliveira e Carlos Mioto. Além de promover os lançamentos, a editora vai oferecer com descontos obras que tiveram grande repercussão no ano passado, como Homo academicus, do sociólogo francês Pierre Bourdieu, traduzido pela professora do curso de Pedagogia da UFSC Ione Valle. Ligação direta, ensaio inédito do filósofo italiano Mario Perniola sobre as relações entre estética e política também se destacam na mostra.

Os livros Seis décadas de poesia alemã, organizado por Rositha Blume e Markus Weininger; O liberalismo de Ralf Dahrendorf, de Antônio Carlos Dias Júnior, e o aguardado A ética do uso e da seleção de embriões, de Lincoln Frias (prêmio melhor tese de doutorado pela UFMG) deverão sair direto da gráfica para a feira antes do término do evento. Mais uma novidade: o editor Sérgio Medeiros terá uma reunião ainda nesta semana com a família de Glauber Rocha para ultimar a edição de Riverão Sussuarana, o grande romance do cineasta, co-editado com o Itaú Cultural, que também poderá ficar pronto para a feira, assim como Códices, do historiador e pesquisador mexicano Miguel León-Portilla, considerado o maior especialista em escritas ameríndias (maia e asteca) da atualidade.

Feira de livros da Editora UFSC/ Liga de Editoras Universitárias

Data: 5 de março a 4 de abril

Local: Praça da Cidadania da UFSC

Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 8:30 às 19 horas

(quartas-feiras, das 8:30 às 20h30min)

Lançamentos na Feira – Tardes de autógrafos e conversa com autores

Horário: a partir das 17 horas.

Local: Tenda dos autores junto à Feira

Leonilda Antunes Pereira, líder dos trabalhadores rurais e autora do livro de poemas Gralha azul; nas asas da esperança

Data: 7 de março (como atividade do Dia Internacional da Mulher, a partir das 14 horas)

Rodrigo de Haro, autor de Poemas, caixa-livro com os volumes “Folias do Ornitorrinco” e “Espelho dos Melodramas”.

Alberto Cupani, autor de Filosofia da Tecnologia

Data: 14 de março, a partir das 17 horas

Alckmar dos Santos, vencedor do I Concurso Romance Salim Miguel com Ao que minha veio

Data: 21 de março, a partir das 17 horas

Silveira de Souza, autor da coletânea de contos Ecos no porão 2,

Data: 28 de março, a partir das 17 horas

Outros lançamentos na Feira:

  • O Espelho da América: de Thomas More a Jorge Luis Borges, história da modernidade latino-americana através da literatura clássica, de Rafael Ruiz.
  • Ecos no Porão II, coletânea de contos de Silveira de Souza que faz parte da lista do Vestibular 2013;
  • Percursos em teoria da Gramática, de Roberta Pires de Oliveira e Carlos Mioto;
  • Ongs e políticas neoliberais no Brasil, de Joana Aparecida Coutinho;
  • Bioética, do filósofo José Heck;
  • Matrizes e sistemas de equações lineares, de Nilo Kühlkamp (Série Didática, nova edição)
  • Introdução à engenharia; conceitos, ferramentas e comportamentos, de Walter Antonio Bazzo e Luiz Teixeira do Valle Pereira (Série Didática, nova edição)
  • Tecnologia da fabricação de revestimentos cerâmicos, de Antônio Pedro

 Outros lançamentos para o primeiro trimestre:

  • O liberalismo de Ralf Dahrendorf, de Antônio Carlos Dias Júnior;
  • Seis décadas de poesia alemã, organizado por Rositha Blume e Markus Weininger;
  • Códices, do historiador e pesquisador mexicano Miguel León-Portilla, maior especialista em escritas ameríndias (maia e inca) da atualidade;
  • A ética do uso e da seleção de embriões, de Lincoln Frias (prêmio melhor tese de doutorado pela UFMG)
  • Riverão Sussuaruna, romance do cineasta Glauber Rocha,em co-edição EdUFSC e Fundação Itaú Cultural

 Preços de livros na Feira:

Poemas, de Rodrigo de Haro, com os volumes “Folias do Ornitorrinco” e “Espelho dos Melodramas” (de R$ 58,00 por R$ 40,00)

Homo Academicus, de Pierre Bourdieu (de R$ 56,00 por R$ 40,00);

O Espelho da América: de Thomas More a Jorge Luis Borges, de Rafael Ruiz (de R$ 31,00 por R$ 16,00);

Ecos no Porão II, coletânea de contos Silveira de Souza (relacionado na lista do Vestibular 2013 da UFSC) (R$ 15,00);

Filosofia da Tecnologia, de Alberto Cupani (de R$ 34,00 por R$ 17,00);

Gralha azul; nas asas da esperança, poemas de Leonilda Antunes Pereira (de R$ 12,00 por R$ 5,00)

Ao que minha vida veio, de Alckmar dos Santos, vencedor do Concurso Romance Salim Miguel (de R$ 29,00 por R$ 15,00);

Ongs e políticas neoliberais no Brasil, de Joana Aparecida Coutinho (de R$ 26,00 por R$ 13,00);

Bioética, do filósofo José Heck (de R$ 26,00 por R$ 13,00);

Percursos em teoria da Gramática, de Roberta Pires de Oliveira e Carlos Mioto; (de R$ 29,00 por R$ 15,00)

Matrizes e sistemas de equações lineares, de Nilo Kühlkamp (Série Didática – de R$ 26,00 por R$ 13,00);

Introdução à engenharia; conceitos, ferramentas e comportamentos, de Walter Antonio Bazzo e Luiz Teixeira do Valle Pereira (Série Didática – de R$ 26,00 por R$ 13,00);

Tecnologia da fabricação de revestimentos cerâmicos – Antônio Pedro (de R$ 22,00 por R$ 11,00)

Por Raquel Wandelli/Assessora de Comunicação da SeCArte

raquelwandelli@yaho..com.br

www.secarte.ufsc.br

www.ufsc.br

Informações: (48) 37218729 e 99110524

SERVIÇO:

O QUÊ: Feira de livros da Editora UFSC

QUANDO: 5 de março a 4 de abril

LOCAL: Praça da Cidadania da UFSC

FUNCIONAMENTO: segunda à sexta, das 8:30 às 19 horas

(quartas-feiras até as 20h30min)

Tags: Feira de LivrosUFSC

Aulas recomeçam na UFSC com uma superfeira de livros

24/02/2012 11:43

De 5 de março a 4 de abril, a Editora UFSC vai expor 1.800 grandes títulos com até 70% de desconto. Ecos no porão 2, de Silveira de Souza, que faz parte da seleção do Vestibular 2013, será vendido a R$ 15,00.

A realização da Feira de Livros da Editora UFSC marca a volta às aulas em Florianópolis. De 5 de março a 4 de abril, em uma grande tenda coberta na Praça da Cidadania, a Editora vai expor com até 70% de desconto 1.800 títulos e cerca de 20 mil exemplares, entre lançamentos do seu catálogo, das instituições livreiras que integram a Liga de Editoras Universitárias e de outras empresas nacionais reconhecidas. Poesia, conto, romance, filosofia, bioética, história, sociologia e literatura, além de obras didáticas na área de engenharia, física e matemática, estão entre os 21 lançamentos programados para a mostra.

Novos livros serão lançados na presença de escritores, como Silveira de Souza, autor da coletânea de contos *Ecos no Porão II*, que faz parte da lista do Vestibular 2013 da UFSC, e Leonilda Antunes Pereira, líder dos trabalhadores rurais e autora do livro de poemas *Gralha azul; nas asas da esperança*. Nesta edição da feira, os autores terão uma tenda especial para autografar e conversar com os leitores. A mostra vai funcionar de segunda a sexta, das 8:30 às 19 horas, com extensão do horário nas quartas-feiras até as 20h30min. 

Além de lançar a segunda edição de Ecos no Porão II, a editora vai oferecer com descontos obras que tiveram grande repercussão no ano passado, como *Homo academicus*, do sociólogo francês Pierre Bourdieu, e a caixa *Poemas*, de

Rodrigo de Haro, com os volumes “Folias do Ornitorrinco” e “Espelho dos Melodramas”. *Ao que Minha vida veio*, de Alckmar dos Santos, vencedor do Concurso Romance Salim Miguel; e ainda *Ligação direta*, livro inédito do filósofo italiano Mario Perniola sobre as relações entre estética e política também se destacam na mostra.

A EdUFSC preparou outros lançamentos inéditos especialmente para a feira, como *O Espelho da América: de Thomas More a Jorge Luis Borges*, de Rafael Ruiz, que desbrava a história da primeira modernidade da América através da literatura clássica e *Filosofia da Tecnologia*, de Alberto Cupani. Estão na lista dos novos livros também *Ongs e políticas neoliberais no Brasil*, de Joana Aparecida Coutinho, *Bioética*, do filósofo José Heck e *Percursos em teoria da Gramática*, de Roberta Pires de Oliveira e Carlos Mioto.

Os livros *Seis décadas de poesia alemã*, organizado por Rositha Blume e Markus Weininger; *O liberalismo de Ralf Dahrendorf*, de Antônio Carlos Dias Júnior, e o aguardado *A ética do uso e da seleção de embriões*, de Lincoln Frias (prêmio melhor tese de doutorado pela UFMG), sairão direto da gráfica para a feira. O editor Sérgio Medeiros terá uma reunião na primeira semana de março com a família de Glauber Rocha para ultimar a edição de *Riverão Sussuarana*, o grande romance do cineasta, co-editado com o Itaú Cultural, que também poderá ficar pronto para a feira, assim como *Códices,* do historiador e pesquisador mexicano Miguel León-Portilla, considerado o maior especialista em escritas ameríndias (maia e asteca) da atualidade.

Por Raquel Wandelli/Assessora de Comunicação da SeCArte

raquelwandelli@yaho.com.brmatheus.moreira.moraes@gmail.com

www.secarte.ufsc.br

Informações: (48) 3721-8729 e 9911-0524

SERVIÇO:

O QUÊ: Feira de livros da UFSC

QUANDO: 5 de março a 4 de abril

LOCAL: Praça da Cidadania da UFSC

FUNCIONAMENTO: segunda a sexta, das 8:30 às 19 horas (quartas-feiras até as 20h30min)

Tags: editora ufscFeira de Livros

Mais duas semanas para aproveitar a Feira de Livros da UFSC

23/08/2011 08:27

Com lançamentos de qualidade e preços vantajosos, prossegue até o dia 2 de setembro, das 9 às 19 horas, na Praça da Cidadania da UFSC, a Feira de Livrosda Editora da Universidade Federal de Santa Catarina/Liga de Editoras Universitárias. A Editora está oferecendo uma diversidade de 800 títulos e dez mil exemplares de qualidade com descontos de 50 a 70%. Durante o evento, a EdUFSC está lançando e colocandoa venda exemplares de quatro novas coleções nas áreas de arquitetura, direito, artes visuais e obras de formação.

Entre os lançamentos de produção própria da UFSC incluem-se três obras de impacto na Coleção Geral: Escritos de véspera, O Pinheiro Brasileiro, de João Rodrigues de Mattos e a obra de referência ALERAtlas lingüísticoe Etnográfico da Região Sul do Brasil, contendo as Cartas Fonéticas Morfossintáticas, que chega nesta terça (23/8) da gráfica para lançamento durante a Feira.

Organizado por Walter Koch, Cléo Wilson e Mário Kassmann, o atlas, publicado em dois volumes, traz uma contribuição fundamental para o estudo da variação lingüística nessa região. Já o renomado botânico brasileiro João Rodrigues de Mattos faz um apaixonado apelo à sobrevivência da auracária em O Pinheiro Brasileiro. No exaustivo estudo sobre a araucária, sustenta sua importância simbólica, ecológica e econômica para o Sul do Brasil.Em Escritos de véspera, Luiz Costa Lima, um dos mais importantes críticos do Brasil, discute as mudanças de paradigmas críticos na área dos estudos literários desde os anos 70.

Quatro novas coleções de produção própria estão sendo lançadas na feira: “Visuais”, com a colossal obra Negerplastik/Escultura Negra, de Carl Einstein; “Urbanismo eArquitetura da Cidade”, voltada para a produção de pesquisadores locais e internacionais, com o livro Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente, de Almir Francisco Reis; “Direito e Saúde”, em parceria com a Fundação José Arthur Boiteux (Funjab), com o livro De Defensivos a Agrotóxicos, de Maria Leonor Paes Cavalcanti Ferreira e a esperada coleção “Repertório”.

A reedição de Últimos Sonetos, de Cruz e Sousa, cuja publicação da UFSC, em 1997, estava esgotada há vários anos, inaugura esta última, Repertório, que vai publicar pequenos volumes clássicos de diferentes áreas das humanidades. “O motivo da coleção é ajudar o leitor a fazer uma biblioteca de textos básicos, a um custo bem baixo e com edição supercaprichada”, explica o diretor geral, Ségio Medeiros.

A tradicional Feira de Livros volta às aulas na UFSC foi repaginada e está mais atrativa sob uma grande tenda coberta, com balão flutuante e raios lazer à noite. “Nossa feira já se tornou um evento marcante na vida cultural da cidade e alcançou um público recorde na sua história”, comemora a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges.

Aberta aos alunos, professores, funcionários e leitores em geral, a feira também está comercializando os últimos livros publicados pelas universidades integrantes da Liga de Editoras Universitárias (LEU), que incluem a USP, Unicamp, UFMG, UFPA e UFSP. “Graças a essa parceria, iniciada na Feira da abertura do primeiro semestre, a EdUFSC está oferecendo à comunidade interna e externa os melhores títulos publicados no meio científico e acadêmico do País, todos igualmente com desconto”, pontua o diretor geral.

Serviço:

Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU

Encerramento: 2/9/2011
Horário de funcionamento:
segunda, terça, quinta e sexta – das 9:00 às 19 horas
quarta-feira: das 9:00 às 20h:30min
Descontos: de 50 a 70%

(Exemplos de livros com desconto:)
Anota aí – de R$ 20,00 por R$ 10,00
Anatomia sistêmica – de R$ 27,00 por R$ 13,50
Farmacognosia – de R$ 96,00 por R$ 48,00
Introdução à Engenharia – de R$ 39,60 por R$ 19,80
Estatística aplicada às ciências sociais – de R$ 42,00 por R$ 21,00
Pensar/escrever o animal – de R$ 39,00 por R$ 19,50

Por  Raquel Wandelli /Jornalista na SeCArte/UFSC / Fones: 3721-9459 e 9911-0524 / raquelwandelli@yahoo.com.br / www.secarte.ufsc.br / www.agecom.ufsc.br / www.editora.ufsc.br
Fotos: Wagner Bher / Agecom

Tags: EdUFSCFeira de Livros

Feira de Livros segue até setembro na Praça da Cidadania

19/08/2011 18:55
Fotos: Wagner Behr

Fotos: Wagner Behr

Uma diversidade de 800 títulos e dez mil exemplares de qualidade com descontos de 50 a 70% estão à venda em frente à Reitoria, na Praça da Cidadania, na Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU, que prossegue até o dia 2 de setembro.

A Feira pode ser visitada das 9h às 19h.

Mais informações: 3721-9459 e 9911-0524.

Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU
Horário de funcionamento:
segunda, terça, quinta e sexta – das 9:00 às 19 horas
quarta-feira: das 9:00 às 20h:30min
Descontos: de 50 a 70%

Exemplos de livros com desconto:
Anota aí – de R$ 20,00 por R$ 10,00
Anatomia sistêmica – de R$ 27,00 por R$ 13,50
Farmacognosia – de R$ 96,00 por R$ 48,00
Introdução à Engenharia – de R$ 39,60 por R$ 19,80
Estatística aplicada às ciências sociais – de R$ 42,00 por R$ 21,00
Pensar/escrever o animal – de R$ 39,00 por R$ 19,50

Por Raquel Wandelli/ Jornalista na SeCArte/UFSC

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Tags: Feira de Livros

Editora da UFSC lança obra de Cruz e Sousa em sua Feira de Livros

11/08/2011 10:29

João da Cruz e Sousa (1861-1898) não teve tempo para usufruir do reconhecimento e da glória que perseguiu em vida, porque a morte o apanhou antes disso, vítima da miséria e da doença. Foi com Últimos sonetos, volume publicado postumamente em 1905, que se consolidou o aval da comunidade letrada a este artista maior, que ajudou a fundar a moderna poesia brasileira. Este é um dos lançamentos que a Editora da UFSC faz nesta semana, dentro da Feira de Livros realizada na Praça da Cidadania, no campus da Trindade. Trata-se da quarta edição da obra: depois da primeira, as outras saíram em 1984 pela Fundação Casa de Rui Barbosa, EdUFSC e FCC Edições, e em 1997 pela EdUFSC e Fundação Casa de Rui Barbosa,  já há quase uma década esgotada.

A obra abre a coleção “Repertório”, de refinada e elegante edição, dedicada a autores fundamentais da literatura e do pensamento universal. São cerca de 90 sonetos que trazem o Cruz e Sousa mais pungente, mais completo, mais próximo da perfeição formal e ainda mais próximo da morte, que antevia com descomunal clareza e estranhamento. Os próprios nomes dos poemas remetem a um estado de alma peculiar – piedade, grandeza oculta, alucinação, vida obscura, vão arrebatamento, espírito imortal, alma fatigada, consolo amargo, lírio lutuoso, aspiração suprema, condenação fatal.

É impossível dissociar o dilema pessoal, familiar e estético do autor do que ele colocou no papel, já descrente dos homens e do mundo e, mais adiante, já tísico, dominado pela tuberculose que o mataria, no interior de Minas Gerais. Com formação clássica, adotado que fora por uma família abastada da antiga Desterro, hoje Florianópolis, ele tinha noção de sua genialidade, mas trazia na mente as marcas da discriminação – fora impedido, por exemplo, de assumir um cargo público por ser negro. Como poeta, também foi tratado como um pária pela elite literária carioca, onde despontavam figuras aninhadas ao poder, como Olavo Bilac e Coelho Neto.

Sempre sujeito a empregos menores, a atividades que considerava aquém de sua capacidade e talento, a vida pessoal e afetiva do poeta também decaiu por conta da doença da mulher Gavita e dos filhos, que perdeu um a um, em meio à imensa pobreza que o atarantou. Tudo isso, aliado à busca de um ideal estético superior, influenciado pelos simbolistas europeus já consagrados, fez com que se tornasse, ao mesmo tempo, um ser amargurado e um artista em busca permanente da grandeza, do domínio da palavra, da legitimação pelos seus contemporâneos.

“Vida obscura” é um soneto que reflete esta sensação: “Ninguém te viu o sentimento inquieto, / Magoado, oculto e aterrador, secreto, / que o coração te apunhalou no mundo. / Mas eu que sempre te segui os passos / Sei que cruz infernal prendeu-te os braços / E o teu suspiro como foi profundo!”

Outro poema emblemático – cujos versos finais estavam em sua lápide, no cemitério em que permaneceu por muitas décadas, no Rio de Janeiro – é “Triunfo supremo”, em que abre mão dos “fúteis ouropéis mais belos”, ciente de sua vocação para a transcendência, e dá ao mundo o “adeus indefinido”, porque fora feito para outra dimensão. No fim, diz, numa referência ao próprio destino: “Quem florestas e mares foi rasgando / E entre raios, pedradas e metralhas, / Ficou gemendo mas ficou sonhando!”

Por Paulo Clóvis Schmitz / Jornalista na Agecom

Serviço:

Últimos Sonetos,

Autor: Cruz e Sousa

Editora da UFSC, 104 páginas

Lançamento: Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU (28 de agosto a 2 de setembro)

Local: Praça da Cidadania da UFSC

Preço de capa: de R$ 22,00 (por R$ 11,00 na Feira)

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Tags: EdUFSCFeira de Livros

Obra de Carl Einstein é lançada na feira de livros da Editoria da UFSC

09/08/2011 10:46

Era um tempo de disputa entre os impérios, de massacre das colônias, de afirmação da superioridade bélica e étnica dos países anglo-saxões. Cenário de extermínio dos ditos povos primitivos. Tempo em que o eruditismo ocidental determinava o que era ou não era arte. Nesse transcorrer das duas guerras mundiais, foi um crítico de arte alemão perseguido pelo nazismo, amante das latinidades e das “culturas primitivas”, o responsável pelo descobrimento da escultura africana, com a qual pôs abaixo o paradigma evolucionista dominante de que só os povos ditos civilizados faziam arte.

Negerplastik (Escultura negra), a obra colossal de Carl Einstein que a Editora da UFSC acaba de publicar pela primeira vez em tradução para a língua portuguesa e lança na sua Feira de Livros de volta às aulas, elevou à condição definitiva de arte os objetos indecifráveis e “indatáveis” que os viajantes, missionários, comerciantes, saqueadores, militares e exploradores europeus colecionavam em suas excursões pela África subsaariana. E naqueles idos de 1915, estarreceu o mundo das Belas Artes com a lição de plasticidade e distanciamento subjetivo vinda dos rufares africanos, que ele poeticamente chamou de “a lição negra”.

Instaurando um olhar estético liberto do etnocentrismo europeu, o curto e vigoroso ensaio de Carl Einstein que antecede a reprodução de 111 esculturas em forma de estatuetas, máscaras, taças, trompas, bancos, efígies, bustos, cabeças, relicários, postes funerários, mudou para sempre a concepção ocidental de arte primitiva. Além de abrir-lhe o panteão das artes, autorizou e encorajou as relações, cada vez mais próximas, que a arte moderna, a literatura, a psicanálise, a filosofia, enfim, estabeleceram entre a cultura ocidental e a africana a partir de então. O exemplo mais particular é o movimento cubista, do qual Einstein participou ativamente como teórico. Desde Negerplastik não se pode mais duvidar do estatuto dessa escultura como arte ou ignorar a influência que exerceu nos grandes mestres modernos.

Mas antes que esses objetos, ainda hoje classificados nas galerias como “arte primitiva”, passassem das coleções particulares para as alas de museus internacionais, como o Louvre, ou ganhassem espaços exclusivos e de sucesso, como o Museu do cais Branly, em Paris, Carl Einstein empreendeu uma luta política e estética para demonstrar que as soluções africanas para problemas de volume, espaço, perspectiva, forma, movimento e plasticidade representavam um grande aprendizado para a escultura renascentista e romântica, inclusive para a obra do popular Rodin.

A percepção mais arguta e sensível de Einstein talvez tenha sido a de que, em vez de perseguir a inclusão do espectador no efeito emotivo e subjetivo da obra, valorizado pela arte ocidental, a arte africana justamente se afirma na distância mítica e religiosa. O “artista primitivo” se identifica não com o espectador, nos ensina Einstein, mas com o adorador que vê na arte a única forma de transcender aos deuses sua condição humana. Nessa perspectiva, seus objetos não representam um sentido a decifrar: eles são o próprio totem, a própria expressão do culto ao sagrado.

Uma obra assim antológica merece a edição primorosa, de capa dura e preta, miolo em papel de gramatura especial para as 220 páginas de ilustrações com as figurações africanas, num total de 302 páginas. E merece também a equipe paratextual à altura: orelha assinada por Raul Antelo (UFSC), texto de apresentação da crítica e historiadora Liliane Meffre (Universidade de Borgogne, França), estudiosa de longa data da obra de Einstein, que considera o crítico fundamental do século XX, e resenha final de Roberto Conduru, da Universidade do Rio de Janeiro, sobre as conexões propostas por Einstein entre a escultura negra e a vanguarda artística europeia. Inês Araújo traduz Carl Einstein em contraponto com a tradução francesa de Meffre e Fernando Scheibe (aplaudido por Divagações, de Mallarmé), traduz a apresentação da historiadora.

Em sua introdução, Meffre discute o contexto histórico e artístico em que a obra se ergue, reconstituindo a trajetória do autor, não só feita de glórias e reconhecimento pelos jovens parisienses e pintores espanhois encantados com a lição da África, mas também de incompreensões por seus pares, perseguições políticas, longos períodos de hospitalização e privação material em que teve de se desfazer de sua coleção pessoal de objetos africanos para sobreviver.

Depois de uma tentativa de suicídio frustrada, o alemão lança-se para a morte, “último ato de liberdade”, ao se jogar no rio Gave de Pau, em julho de 1940, na França invadida pelos nazistas. Deixou de herança sua paixão intelectual pela africanidade e pela latinidade que quase cem anos depois da primeira edição de Negerplastik, em 1915, o Brasil recupera. As honras a Einstein e ao seu achado arqueológico vêm, assim, de um país cuja “brasilidade”, como lembra madame Meffre, se alimenta de duas correntes construtivistas da arte e do pensamento do século XX marcadas pela intersecção: a modernidade e o primitivismo.

Por Raquel Wandelli / Jornalista na SeCArte/UFSC / (48) 9911-0524 / raquelwandelli@yahoo.com.br

Serviço:
Negerplastik/Escultura Negra
Autor: Carl Einstein
Tradução: Inês Araújo e Fernando Scheibe
Editora da UFSC, 302 páginas, ilustrado
Lançamento: Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU (28 de agosto a 2 de setembro)
Local: Praça da Cidadania da UFSC
Preço de capa: de R$ 61,00 (por R$ 45,00 na Feira)

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