UFSC na mídia: reportagem da Folha de S. Paulo destaca estudo internacional da área da Saúde Pública

14/11/2025 14:27

Estudo global com participação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), publicado no The New England Journal of Medicine, foi assunto de reportagem publicada no caderno Equilíbrio da Folha de S. Paulo, na segunda-feira, 11 de novembro. O estudo relaciona o controle de cinco fatores de risco cardiovascular ao aumento da expectativa de vida.

A pesquisa liderada pela Universidade de Hamburgo, na Alemanha, constatou que o controle de hipertensão, colesterol alto, diabetes, obesidade/sobrepeso e tabagismo por pessoas na faixa dos 50 anos pode aumentar a expectativa de vida em até 14 anos. Esses cinco fatores de risco são responsáveis por cerca de metade do risco global de doenças cardiovasculares, comuns em pessoas nessa faixa etária, segundo a reportagem da Folha.

A pesquisa trabalhou com dados de mais de 2 milhões de pessoas em 39 países e contou com dados do estudo EpiFloripa – Condições de Saúde de Adultos e Idosos de Florianópolis, coordenado pela professora do Departamento de Saúde Pública Eleonora d’Orsi, uma das coautoras do artigo. Na reportagem, ela destaca que no Brasil há políticas públicas de prevenção aos fatores de risco cardiovascular por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), situação que não ocorre em outros países.

Leia a matéria da Folha de S. Paulo.

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Controle de cinco fatores de risco prolonga vida em até 14 anos, aponta estudo com coautoria da UFSC

04/11/2025 17:22

Tabagismo é um dos cinco fatores de risco cardiovascular que, controlados na meia idade, podem levar a aumento na expectativa de vida

Pessoas que conseguem controlar cinco fatores de risco cardiovascular frequentes na faixa dos 50 anos de idade podem aumentar em até 14 anos sua expectativa de vida. A conclusão é de uma grande pesquisa global que envolveu dados de mais de 2 milhões de participantes, coordenada por um consórcio científico liderado pela Universidade de Hamburgo, na Alemanha, e que contou com a participação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por meio do estudo EpiFloripa – Condições de Saúde de Adultos e Idosos de Florianópolis.

O artigo Global effect of cardiovascular risk factors on lifetime estimates, publicado no The New England Journal of Medicine (NEJM) em março de 2025, considera a relação entre aumento da expectativa de vida saudável e o controle de cinco fatores de risco cardiovascular: hipertensão arterial, hiperlipidemia, obesidade/sobrepeso, diabetes e tabagismo.

O principal resultado da pesquisa indica que a ausência desses cinco fatores de risco aos 50 anos está associada a uma expectativa de vida significativamente mais longa: são mais 13,3 anos adicionais de vida livre de doença cardiovascular, no caso das mulheres, e 10,6 anos para os homens. Os anos adicionais de vida total para quem controla os cinco fatores de risco na meia idade são de até 14,5 para mulheres e 11,8 para homens.
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Pesquisa da UFSC sobre condições de vida de idosos ganha visibilidade internacional

12/06/2017 16:24

Desde 2009, pesquisadores da área da saúde da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) estudam as condições de vida e saúde da população adulta e idosa de Florianópolis. Foram visitados em suas casas 1.720 adultos, entre 20 e 59 anos de idade; e 1.705 idosos com 60 anos ou mais, de todas as regiões da cidade. A pesquisa, que foi realizada pelo EpiFloripa Idoso, foi divulgada na página Internacional CAPS-19.

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UFSC na mídia: Pesquisa aponta que Florianópolis é bem avaliada pelo público da terceira idade

18/11/2015 15:41

Confira edição desta quarta-feira, 18 de novembro, do Jornal Bom Dia Santa Catarina, da RBS TV, sobre estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para avaliar a qualidade de vida e a saúde dos idosos na capital.:

http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/bom-dia-santa-catarina/videos/t/edicoes/v/pesquisa-aponta-que-florianopolis-e-bem-avaliada-pelo-publico-da-terceira-idade/4616187/

 

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Pesquisadora avalia sobrepeso em técnicos-administrativos da UFSC

24/10/2014 13:35

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Estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Educação Física (PPGEF) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) mostrou que 64 entre 100 técnicos-administrativos em Educação (TAEs) da Universidade apresentam excesso de peso. A pesquisa analisou 615 servidores – 283 homens e 332 mulheres – e foi conduzida por Juliane Berria, que produziu sua dissertação a respeito do tema com orientação do professor Edio Luiz Petroski

Três índices foram utilizados para avaliar se os técnicos estavam com o peso adequado: a Circunferência da Cintura (CC) e a Relação Cintura e Estatura (RCEst) determinaram o acúmulo de gordura na região abdominal; o Índice de Massa Corporal (IMC), a obesidade de maneira geral. O IMC estava acima do ideal em 63,6% dos homens e 49,7% das mulheres. Os números mais altos do RCEst foram encontrados em homens, enquanto que as mulheres tiveram índices maiores na CC. Cerca de 33,2% dos pesquisados e 34,3% das pesquisadas apresentaram as três medidas acima do normal.

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Estudo realiza exames de sangue e imagem em população adulta nesta quarta

20/08/2014 08:00

Na quarta feira, 20 de agosto, o Estudo de Base Populacional (EpiFloripa), desenvolvido por pesquisadores da área da saúde da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), iniciará a coleta de exames de sangue e de imagem de 1720 adultos de Florianópolis. O objetivo é avaliar o perfil de saúde dos adultos. Trata-se de um estudo representativo dos moradores de Florianópolis, o qual se pretende avaliar a associação de comportamentos em saúde tais como alimentação, prática de atividade física, entre outros, com a incidência de doenças crônicas não transmissíveis. Estes exames poderão mostrar a composição corporal, distribuição de gordura, marcadores inflamatórios, dentre outros fatores, além de permitir com que os participantes tenham acesso a esses resultados para uso individual.

Endereço para realização dos exames.

Mais informações com o coordenador da pesquisa David Alejandro González Chica: (48) 9910-7766

(48) 3721-9388

Tags: CCSEpifloripaexames de sangue e imagemUFSC

TV UFSC: pesquisa investiga qualidade de vida da população de Florianópolis

02/06/2014 20:45

O telejornal UFSC Cidade desta segunda-feira, 2 de junho, traz uma reportagem sobre a pesquisa realizada pelo Instituto EpiFloripa da UFSC, que investiga a qualidade de vida da população de Florianópolis. Uma das conclusões é de que os homens estão mais satisfeitos com o seu dia a dia do que as mulheres.

O UFSC Cidade destaca também as atividades em comemoração ao Dia do Meio Ambiente, entre elas a Oficina de Alimentação Saudável promovida pelo projeto Sala Verde da Universidade. O jornal apresenta também uma agenda de atividades promovidas pela Prefeitura de Florianópolis durante a Semana de Conscientização Ambiental.
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Universidade retoma avaliação da saúde de adultos em Florianópolis

08/03/2012 10:56

Em 2009 os participantes responderam a um questionário sobre condições de saúde e foram realizadas medidas como peso, altura, perímetro da cintura e pressão arterial. Foto: Projeto Epifloripa

Inicia em março a segunda fase do projeto Epifloripa – Condições de Saúde de Adultos e Idosos de Florianópolis. A expectativa da equipe, coordenada por professores dos departamentos de Saúde Pública e Nutrição da UFSC, é concluir a fase de entrevistas no mês de julho. A meta é levantar dados sobre saúde bucal, qualidade de vida, discriminação e alimentação, além de acompanhar a evolução de outras questões que podem interferir na saúde, como a gordura abdominal, o peso e a pressão arterial. O trabalho tem apoio financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O Projeto Epifloripa começou em 2009, quando 1.720 adultos, entre 20 e 59 anos, e 1.705 idosos, com 60 anos ou mais, de todas as regiões da cidade, foram visitados em suas casas. Nesta primeira etapa, os participantes responderam a um questionário sobre condições de saúde e foram realizadas medidas como peso, altura, perímetro da cintura e pressão arterial.

“Novamente, precisamos muito da colaboração das pessoas”, solicita o professor do Departamento de Saúde Pública da UFSC, Marco Aurélio Peres, principal coordenador da pesquisa.  Segundo ele, a proposta neste ano é entrevistar os mesmos 1.720 adultos de 2009. As pessoas serão visitadas em seus domicílios para avaliação odontológica, responderão a um questionário sobre condições de vida e saúde, trajetória econômica, qualidade de vida, saúde bucal, nutrição, dieta e experiências de discriminação, além passarem por medidas da cintura, peso e pressão arterial.

O levantamento de dados será realizado por cirurgiões dentistas formados pela UFSC, sendo alguns deles alunos de pós-graduação. “Esperamos continuar investigando estas mesmas pessoas ao longo de muitos anos. Este tipo de estudo possibilita conhecer fatores de risco à saúde e denunciar as diferenças nos padrões de saúde segundo grupos sociais, subsidiando políticas públicas direcionadas a melhorar as condições de vida e de saúde da população adulta de Florianópolis. Pretendemos divulgar os resultados para a população, dirigentes e profissionais da saúde”, explica o professor.

Pressão elevada e sobrepeso
De acordo com Peres, alguns aspectos obtidos na primeira etapa da pesquisa preocupam. Os dados mostram que quase 1/3 da população vive com algum tipo de dor crônica; 40% estão com níveis de pressão elevados e quase a metade dos participantes estão acima do peso, sendo 15% destes obesos. Além disso, a pesquisa revelou que o consumo de medicamentos é excessivo (quase 80% da amostra revelou consumo regular), cerca de 20% dos entrevistados relataram episódios de depressão e a maior parte dos adultos não pratica atividade física regularmente.

A pesquisa em 2009 mostrou também que a população utiliza serviços de saúde, boa parte por meio de convênios (aproximadamente 50%) e a cobertura da Estratégia de Saúde da Família é menor do que se imaginava (perto de 30%). “Este é um quadro geral, que varia segundo os grupos sociais; os mais pobres e menos escolarizados apresentam, em geral, as piores condições de vida e saúde”, destaca o professor.

O pesquisador ressalta também que esse tipo de estudo é inédito em Florianópolis e pode contribuir para a melhoria das condições de saúde da população. “As visitas serão agendadas pelo telefone e a equipe que visitará os domicílios é extremamente preparada”, complementa.

Termo de consentimento
A participação acontece após a leitura e assinatura de um documento chamado Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, utilizado em todas as investigações que envolvem seres humanos. No documento são fornecidas informações detalhadas sobre o estudo, direitos dos participantes e tudo o que será realizado durante a pesquisa.

O EpiFloripa respeita critérios éticos indispensáveis a uma pesquisa realizada com seres humanos, como a confidencialidade de informações, o anonimato e a participação voluntária. Os nomes dos participantes e as informações sobre seu estado de saúde não são divulgados. O sigilo é garantido pelo uso de códigos numéricos em todos os registros e pelo arquivamento seguro e com acesso restrito das informações.

Mais informações sobre a pesquisa no site www.epifloripa.ufsc.br

Para a imprensa, com o professor Marco Aurélio Peres / Fone 3721-9046 / e-mail: mperes@ccs.ufsc.br

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

 

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Universidade retoma avaliação da saúde de adultos em Florianópolis

05/03/2012 15:38

Em 2009 os participantes responderam a um questionário sobre condições de saúde e foram realizadas medidas como peso, altura, perímetro da cintura e pressão arterial. Foto: Projeto Epifloripa

Inicia em março a segunda fase do projeto Epifloripa – Condições de Saúde de Adultos e Idosos de Florianópolis. A expectativa da equipe, coordenada por professores dos departamentos de Saúde Pública e Nutrição da UFSC, é concluir a fase de entrevistas no mês de julho. A meta é levantar dados sobre saúde bucal, qualidade de vida, discriminação e alimentação, além de acompanhar a evolução de outras questões que podem interferir na saúde, como a gordura abdominal, o peso e a pressão arterial. O trabalho tem apoio financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O Projeto Epifloripa começou em 2009, quando 1.720 adultos, entre 20 e 59 anos, e 1.705 idosos, com 60 anos ou mais, de todas as regiões da cidade, foram visitados em suas casas. Nesta primeira etapa, os participantes responderam a um questionário sobre condições de saúde e foram realizadas medidas como peso, altura, perímetro da cintura e pressão arterial.

“Novamente, precisamos muito da colaboração das pessoas”, solicita o professor do Departamento de Saúde Pública da UFSC, Marco Aurélio Peres, principal coordenador da pesquisa.  Segundo ele, a proposta neste ano é entrevistar os mesmos 1.720 adultos de 2009. As pessoas serão visitadas em seus domicílios para avaliação odontológica, responderão a um questionário sobre condições de vida e saúde, trajetória econômica, qualidade de vida, saúde bucal, nutrição, dieta e experiências de discriminação, além passarem por medidas da cintura, peso e pressão arterial.

O levantamento de dados será realizado por cirurgiões dentistas formados pela UFSC, sendo alguns deles alunos de pós-graduação. “Esperamos continuar investigando estas mesmas pessoas ao longo de muitos anos. Este tipo de estudo possibilita conhecer fatores de risco à saúde e denunciar as diferenças nos padrões de saúde segundo grupos sociais, subsidiando políticas públicas direcionadas a melhorar as condições de vida e de saúde da população adulta de Florianópolis. Pretendemos divulgar os resultados para a população, dirigentes e profissionais da saúde”, explica o professor.

Pressão elevada e sobrepeso
De acordo com Peres, alguns aspectos obtidos na primeira etapa da pesquisa preocupam. Os dados mostram que quase 1/3 da população vive com algum tipo de dor crônica; 40% estão com níveis de pressão elevados e quase a metade dos participantes estão acima do peso, sendo 15% destes obesos. Além disso, a pesquisa revelou que o consumo de medicamentos é excessivo (quase 80% da amostra revelou consumo regular), cerca de 20% dos entrevistados relataram episódios de depressão e a maior parte dos adultos não pratica atividade física regularmente.

A pesquisa em 2009 mostrou também que a população utiliza serviços de saúde, boa parte por meio de convênios (aproximadamente 50%) e a cobertura da Estratégia de Saúde da Família é menor do que se imaginava (perto de 30%). “Este é um quadro geral, que varia segundo os grupos sociais; os mais pobres e menos escolarizados apresentam, em geral, as piores condições de vida e saúde”, destaca o professor.

O pesquisador ressalta também que esse tipo de estudo é inédito em Florianópolis e pode contribuir para a melhoria das condições de saúde da população. “As visitas serão agendadas pelo telefone e a equipe que visitará os domicílios é extremamente preparada”, complementa.

Termo de consentimento
A participação acontece após a leitura e assinatura de um documento chamado Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, utilizado em todas as investigações que envolvem seres humanos. No documento são fornecidas informações detalhadas sobre o estudo, direitos dos participantes e tudo o que será realizado durante a pesquisa.

O EpiFloripa respeita critérios éticos indispensáveis a uma pesquisa realizada com seres humanos, como a confidencialidade de informações, o anonimato e a participação voluntária. Os nomes dos participantes e as informações sobre seu estado de saúde não são divulgados. O sigilo é garantido pelo uso de códigos numéricos em todos os registros e pelo arquivamento seguro e com acesso restrito das informações.

Mais informações sobre a pesquisa no site www.epifloripa.ufsc.br

Para a imprensa, com o professor Marco Aurélio Peres / Fone 3721-9046 / e-mail: mperes@ccs.ufsc.br

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

 

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