Últimos dias da exposição ’50 anos da Independência de Angola’ no Museu da UFSC
A exposição comemorativa de 50 anos da Independência de Angola está sendo realizada pelo Instituto Kadila de Estudos Africanos e das Diásporas e a Associação dos Angolanos em Florianópolis, com apoio do Centro de Filosofia e História (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A exibição estará até dia 6 de fevereiro no Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da UFSC, das 7h às 13h.
A exposição apresenta aspectos da história de Angola, a guerra colonial, a guerra civil e a Independência em 1975. Traz também aspectos relevantes do país independente até a atualidade, tais como, a geografia e as riquezas naturais, aspectos da vida social e cultural, as línguas e etnias, a questão educacional, a literatura, a música, a culinária, a urbanidade, entre outros.
A curadoria é da antropóloga Ilka Boaventura Leite, coordenadora do Instituto Kadila e do Projeto Kadila Culturas e Ambientes, desenvolvido em parceria com a Universidade Agostinho Neto em Angola e financiado pela Capes/ MEC.
A mostra apresenta também as experiências de viagens realizadas pelos professores da UFSC Ilka Boaventura Leite e Nazareno José de Campos no Deserto de Namibe, no sul de Angola, durante o Projeto Kadila.
Na exposição será projetado o vídeo “Línguas de Angola” produzido pelo Projeto “Multilinguismos: diálogos com a Educação” (CNPq), coordenado pela profa. Cristine Gorski Severo e edição dos estudantes Gregório B. K Tchitutumia e Luiz Fillipe Fernandes.
A pesquisa de conteúdo foi realizada pela ASSAF, sob a coordenação da atual presidente, Elisa Dulce João Fundanga, apoio dos associados, dentre eles, Laurindo Virgílio Rafael, estudante angolano da UFSC.
A maioria dos estudantes africanos da UFSC é de Angola e a comunidade angolana em Florianópolis é a maior dentre a população local procedente do continente africano. Os organizadores destacam que há grande desconhecimento deste país, de sua história e de seu papel e importância na África atual, o que dá relevo ao objetivo educacional e didático da exposição, a primeira sobre África realizada no Museu da UFSC.
A exposição ficará aberta ao público até início de fevereiro e as visitas mediadas poderão ser agendadas com a administração do Museu.
Mais informações na página do Instituto Kadila, Instagram e no Canal do Youtube.













