Agecom informa que por problemas na rede elétrica estará fechada nesta sexta-feira
A Agência de Comunicação da UFSC ( Agecom) informa que por problemas na rede elétrica estará fechada para expediente interno e externo nesta sexta-feira ( 1º/7) .
A Agência de Comunicação da UFSC ( Agecom) informa que por problemas na rede elétrica estará fechada para expediente interno e externo nesta sexta-feira ( 1º/7) .
A diretora do Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho (Degerts) do Ministério da Saúde, Denise Motta Dao, apresentou na manhã de quarta-feira, dia 29, no auditório do CCS, um diagnóstico do trabalho profissional na área da saúde no país aos alunos do Departamento de Pós-graduação em Enfermagem da UFSC. Ela discorreu sobre a valorização dos trabalhadores da área da saúde, as discussões acerca de questões como jornada, descentralização da gestão e a precarização que ainda afeta parte dos profissionais do setor no país.
Na palestra “Trabalho e Educação Profissional em Saúde”, Denise Dao fez um diagnóstico da área da enfermagem e apresentou avanços e perspectivas em termos de gestão de trabalho em saúde, remuneração e condições de atuação desses profissionais. Atualmente, ainda existem 43 mil funcionários do Ministério da Saúde a serviço de estados e municípios. Em algumas cidades, ainda se contrata por meio de organizações sociais, Oscips, ONGs e cooperativas, o que “tende a impactar as condições de trabalho e as garantias aos direitos dos profissionais”, segundo a diretora.
Apesar dos problemas, Denise Dao afirma que houve avanços nos últimos anos, como a criação da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde e a negociação de sete protocolos nacionais com diretrizes gerais para a democratização das relações de trabalho e valorização dos trabalhadores do SUS. “O Estado deixou de ser um mero regulador e teve o seu papel fortalecido, em todos os sentidos”, afirma. As contratações são descentralizadas, feitas pelos estados e municípios, o que deve ocorrer também nas negociações com os trabalhadores do setor.
Ao enumerar as perspectivas para o setor da saúde, a técnica do Ministério destacou o estreitamento das relações com o Ministério do Trabalho e Emprego, permitindo o combate à precarização do trabalho, a implantação de uma agenda nacional e a divulgação dos instrumentos coletivos acordados no âmbito da saúde. Outra possibilidade é uma parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para a oferta de cursos de negociação, mapeamento da precarização e implantação de projetos pilotos da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), do SUS.
Outro tema que está no centro dos debates é o projeto que define o piso de dois salários mínimos para os agentes comunitários de saúde e os agentes de controle de endemias, que trabalham para os municípios. Também é intenção reduzir o número de vínculos dos profissionais do setor, por meio da reorganização do Cadastro Nacional de Estudo de Saúde. “Há casos de profissionais que têm até oito vínculos diferentes”, contou. Um grande desafio será a negociação em torno da jornada de trabalho dos enfermeiros para 30 horas semanais, que tem a oposição ferrenha dos empregadores do setor privado.
O Ministério da Saúde também trabalha no sentido de incentivar o serviço civil voluntário, fazendo com que os profissionais devolvam à sociedade um pouco do que receberam nas universidades. Não menos importante será a discussão em torno do grande número de cursos de Enfermagem no país, muitas vezes em instituições privadas, e dos cursos a distância. “Precisamos discutir a qualidade desses cursos, assim como a criação de habilitações que ainda não são reconhecidas como profissões”, afirmou Denise.
Por Paulo Clóvis Schmitz/jornalista na Agecom
A UFSC sedia quinta e sexta-feira (30/7, às 14h, e 1/8, às 15h) o Seminário Cinema, Estado e Mercado, sobre produção audiovisual no Brasil. O encontro acontece no Auditório Henrique Fontes, localizado no andar térreo do Centro de Comunicação e Expressão. No primeiro dia a mesa será composta pelos professores Antônio Carlos Amâncio, Tetê Mattos (ambos da UFF) e Alfredo Manevy (UFSC).
Serão abordados temas como políticas de Estado, Embrafilme, Ancine e festivais de cinema. No segundo dia, o cineasta Eduardo Nunes fala sobre o processo de produção e apresenta um filme a ser definido pelo diretor. Após a exibição haverá debate. O evento é organizado pelo professor José Cláudio Castanheira. Os interessados devem chegar mais cedo para fazer um cadastro.
Informações com Karine Joulie, (48) 8451-8725.
O Departamento de Matemática da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceira com o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), promove no período de 18 a 22 de julho o Curso de Atualização para Professores de Matemática do Ensino Médio.
Podem se inscrever professores da rede pública e privada no Estado do Santa Catarina. As inscrições estão abertas e terminam no dia 10 de julho. O curso tem o objetivo de oferecer treinamento gratuito, abordando assuntos relativos às séries do Ensino Médio. As aulas (videoconferências) ocorrerão das 9h às 12h, e no período da tarde será feita a monitoria presencial com professores do Departamento de Matemática da UFSC.
Informações e inscrições pelo site http://mtm.ufsc.br/ensinomedio/.
Mestrado e Doutorado em Química: até 30 de junho
Mestrado em Biologia Vegetal: até 30 de junho
Mestrado em Biologia Celular e do Desenvolvimento: até 25 de julho
Doutorado em Biologia Celular e do Desenvolvimento: até 25 de julho
Mestrado em Engenharia Civil: até 31 de julho (3º trimestre)
Mestrado e Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento: 1º de julho a 1º de agosto
Doutorado em Educação Científica e Tecnológica: 1º a 5 de agosto
Mestrado e Doutorado em Engenharia de Produção: 24 de agosto a 24 de setembro
Doutorado em Educação Física: 1º a 30 de setembro (3º trimestre)
Doutorado em Engenharia Ambiental: até 9 de setembro (3º trimestre)
Mestrado em Educação Científica e Tecnológica: 12 a 16 de setembro
Mestrado em Ciência da Informação: 12 a 21 de setembro
Mestrado em Relações Internacionais: 15 a 30 de setembro
Mestrado em Engenharia Elétrica: 15 de setembro a 30 de novembro
Mestrado e Doutorado em Engenharia Química: 19 a 23 de setembro (3º trimestre)
Mestrado em Agroecossistemas: 19 de setembro a 7 de outubro
Mestrado e Doutorado em Letras/Inglês e Literatura Correspondente: 26 de setembro a 28 de outubro
Mestrado e Doutorado em Engenharia Mecânica: 1º de outubro a 30 de novembro
Mestrado em Matemática e Computação Científica: até 17 de outubro
Mestrado em Antropologia Social: 13 a 31 de outubro
Doutorado em Antropologia Social: 13 a 31 de outubro
Doutorado em Ciência e Engenharia de Materiais: fluxo contínuo (ingresso no início de cada trimestre)
Doutorado em Engenharia Civil: fluxo contínuo (avaliação feita 15 dias antes do início de cada trimestre)
Doutorado em Aquicultura: fluxo contínuo (ingresso no início de cada trimestre)
Mestrado em Farmacologia: inscrições previstas para a primeira e segunda semana de dezembro
Doutorado em Farmacologia: “janelas” de entrada em setembro e dezembro.
Doutorado em Engenharia Elétrica: fluxo contínuo
O Laboratório de Educação a Distância da UFSC realiza nesta sexta-feira, 1º de julho, ANA, uma sessão de Cinema ao Vivo. O projeto inédito acontece durante a programação do Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM2011) e do I Congresso de TV Digital do Mercosul. A exibição será no auditório Garapuvu, do Centro de Cultura e Eventos.
Cine ao Vivo vem de Livecine, termo usado originalmente para classificar uma sessão de cinema silencioso, que tinha a execução de música ao vivo durante a sua apresentação. Mas isso foi no século passado. Hoje o termo Cinevivo diz respeito à captação e exibição simultânea, na tela, em tempo real, ao vivo diante dos espectadores .
São apresentações onde a improvisação e o acaso fazem parte de um processo que resulta na possibilidade de criação e vivência, por parte do público, de uma experiência cinematográfica expandida com aproximação ao ato efêmero do teatro.
Um pouco da narrativa:
Como nas telas, nossas vidas são divididas. O real e o virtual criam um jogo de conexões interferindo no destino das personagens. A paixão e a morte são fragilidades humanas evidentes na vida de duas mulheres.
ANA, o primeiro Cine ao Vivo do Sul do país, é um audiovisual onde a improvisação e o acaso são elementos diferenciais na narrativa. Com a direção de Lau Santos e produção executiva de Alexandre Pinho, atores e atrizes afrodescendentes dão vida a essa história, captada e exibida simultaneamente.
Um detalhe que faz a diferença:
Além de ousar na narrativa, ANA incita a discussão sobre a diversidade de gênero. Ao priorizar na composição do elenco atores e atrizes afrobrasileiros, e explicitar na narrativa a paixão entre duas mulheres, o diretor Lau Santos evidencia a pluralidade e diversidade social. Também rompe com os paradigmas cristalizados nas relações e inter-relações cotidianas.
Mais informações: www.cineaovivo.led.ufsc.br
Fonte: Claudia Xavier
Jornalista LED/UFSC
(48) 3721-7128 / 8466-7939
O Seminário Desastres Naturais e Defesa Civil será realizado nesta sexta-feira, 1º de julho, às 14h30min, no anfiteatro B do Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas da UFSC. Gratuito, o encontro terá participação de Caroline Margarida, gerente de Prevenção e Preparação da Secretaria de Estado da Defesa Civil.
Serviço:
O QUÊ: Seminário Desastres Naturais e Defesa Civil, com Caroline Margarida (gerente de Prevenção e Preparação da Secretaria de Estado da Defesa Civil)
QUANDO: Dia 1º de julho de 2011, sexta feira, às 14h30
ONDE: Anfiteatro B – Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas – UFSC – Florianópolis – SC
QUANTO: Gratuito
CONTATO: Professora Mirian Buss Gonçalves (48) 3721-7009 –mirianbuss@deps.ufsc.br
Promoção:
Grupo de Pesquisa em Logística Humanitária: otimização de sistemas de logística e transporte para atendimento em situações emergenciais
Projeto PRONEX – integração dinâmica, otimizada e sustentável entre produção, logística e transporte
O jornalista Moacir Pereira, com 48 anos de carreira e 33 livros publicados, é o convidado da edição de junho do Círculo de Leitura de Florianópolis. Ele falará de suas leituras, dos livros e autores prediletos às 18h de quinta-feira, dia 30, na Sala Harry Laus da Biblioteca Universitária da UFSC, em Florianópolis.
Formado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina, Moacir Pereira tem mestrado em Ciência Política, mas toda a sua trajetória profissional foi construída no jornalismo. Colunista e comentarista de rádio, jornal e televisão, e agora também num blog no portal CLICRBS, já presidiu a Associação Catarinense de Imprensa, foi o primeiro coordenador do curso de Jornalismo da UFSC e recebeu vários prêmios estaduais e nacionais de jornalismo.
Pereira também fez coberturas de missões empresariais, parlamentares, culturais e oficiais na América do Norte, Europa, Ásia, Oriente Médio, extremo Oriente e Oceania. Graças a seus livros, tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina e é titular da cadeira nº. 3 da Academia Catarinense de Letras.
O CÍRCULO
Criado pelo poeta Alcides Buss, o Círculo de Leitura é um projeto que permite ao convidado e aos presentes discutirem informalmente sobre os livros que estejam lendo, as leituras do passado e as influências de outros autores sobre o seu trabalho. Escritores e jornalistas como Salim Miguel, Oldemar Olsen Jr., Fábio Brüggemann, Inês Mafra, Mário Pereira, Maicon Tenfen, Cleber Teixeira, Dennis Radünz, Rubens da Cunha, Renato Tapado, Raimundo Caruso, Nei Duclós, Marco Vasques, Zahidé Muzart, João Carlos Mosimann, Mário Prata, Rogério Pereira, Celso Martins, Rosana Bond, Silveira de Souza e Tabajara Ruas foram alguns dos participantes das etapas anteriores do projeto.
BREVE ENTREVISTA
Como foram suas primeiras experiências em relação à leitura? Em sua casa, na infância e na adolescência, havia um ambiente de estímulo ao contato com os livros e o conhecimento?
Moacir Pereira – Toda minha formação está baseada na escola e nas boas leituras. Na infância, os clássicos infantis de leitura obrigatória até nas escolas públicas. Na adolescência, tive acesso a alguns ícones da literatura brasileira e portuguesa, todos recomendados pelos excelentes professores do Colégio Catarinense e depois no Instituto Estadual de Educação, entre eles o saudoso Nereu Correa. Entre os portugueses, os conhecidos Eça de Queirós, Fernando Pessoa e Camões. Na relação dos brasileiros, Machado de Assis (a chama acesa sempre), Lima Barreto, Euclides da Cunha (por razões óbvias), José de Alencar, Graciliano Ramos e alguma coisa de Guimarães Rosa. Curioso é que num determinado período me encantei com os romances policiais e li quase toda a coleção do francês Maurice Leblanc, pela criatividade de seu personagem principal, o lendário Arsena Lupin.
Que livros e autores mais o atraíram naquela fase e na juventude?
Moacir – Foram vários autores em momentos distintos e quase sempre com a motivação escolar. Alexandre Dumas bem jovem, depois Maurice Leblanc, uma fase forte de quadrinhos, e depois no segundo grau o clássicos.
Num tempo tantos apelos (na mídia, na internet), como vê a relação dos jovens de hoje com os livros e a leitura?
Moacir – Vejo com preocupação, pois sinto falta de motivação nos jovens para as boas leituras. As livrarias vendem mais hoje em dia, mas percebo que muito para o público adulto. A digitalização e a internet estão tirando aquele prazer insubstituível do livro impresso.
Na mesma linha, de que forma seleciona suas leituras, diante de tantas possibilidades e da avalanche de edições de livros no Brasil?
Moacir – A seleção se dá quase sempre pelo tema. Opto em primeiro lugar por obras que possam me enriquecer profissionalmente. Depois entro na linha dos livros de informação geral, descobertas, avanços tecnológicos. E na terceira prioridade, algo mais leve.
Com a possibilidade de acessar a leitura por meio de outros suportes, estaria o livro, de alguma forma, ameaçado?
Moacir – A ameaça é real para o livro e para jornais e revistas impressos. Mas tenho esperanças de que as mídias se completem, como ocorreu com o jornal no surgimento do rádio e com o rádio na descoberta da TV. Se os jornalistas tiverem competência, manterão a mídia impressa bem viva, complementando a digital.
Que tipo de leitura prefere hoje e o que está lendo no momento?
Moacir – As preferências hoje são para obras ligadas ao jornalismo, à política e à comunicação. Acabei de reler “Minhas viagens com Heródoto” do jornalista polonês Kapuscinski, recentemente falecido. E estou terminando “O Lulismo no Poder”, de Merval Pereira.
Fale um pouco de sua carreira e dos livros que publicou.
Moacir – Estou com 48 anos de jornalismo. Comecei como rádio-escuta da antiga rádio Anita Garibaldi e logo me encantei com a reportagem. Costumo dizer que nasci repórter, vivo repórter e morrerei repórter. Tive experiências em diferentes atividades e empresas jornalísticas. Comecei com a RBS em 1979 e retornei ao grupo 20 anos depois, onde atuo como multimídia, uma experiência fascinante, rica e inédita que dá muito trabalho, mas também é gratificante.
Devo minha condição de autor ao saudoso Odilon Lunardelli. Assistiu uma palestra minha sobre “liberdade de imprensa” e insistiu para que a transformasse em livro. Nasceu “Comunicação e Liberdade”, prefaciado pelo amigo Cesar Valente. Vieram depois obras acadêmicas, livros de pesquisa histórica, biografias diversas, títulos de grandes entrevistas e trabalhos que resultaram de viagens internacionais.
Foram 33 livros até agora. Pesquisar, escrever livros e receber o primeiro exemplar da editora são emoções que só os autores podem avaliar e festejar.
LIVROS PUBLICADOS
1. Jornalista: Orientação Profissional. Ioesc/Sindicato dos Jornalistas, 1976
2. Comunicação e Liberdade. Editora Lunardelli, 1976
3. Imprensa: um Compromisso com a Liberdade. Editora Lunardelli, 1979
4. Imprensa: um Caminho para a Liberdade. Editora Lunardelli, 1980
5. Aspectos da Realidade Política de Santa Catarina. CNBB, 1980
6. A Imprensa em Debate. Editora Lunardelli, 1981
7. O Golpe do Silêncio. Global Editora (São Paulo), 1984
8. O Poder da Constituinte. Editora Lunardelli, 1986
9. A Democratização da Comunicação. Global Editora, 1987
10. Imprensa e Poder: a Comunicação em Santa Catarina. Editora Lunardelli, 1992
11. O Profeta da Esperança. Editora Lunardelli, 1992
12. O Direito à Informação na Nova Lei de Imprensa. Global Editora, 1993
13. O Golpe das Letras. Editora Insular, 1997
14. Ivo Silveira: um Depoimento. Editora Insular, 1998
15. Adolfo Zigelli. Jornalismo de Vanguarda. Editora Insular, 2000
16. Kleinubing: uma Trajetória de Coerência. Editora Insular, 2001
17. Santa Catarina, Padroeira: Tesouros no Sinai. Editora Insular, 2002
18. Jornalismo, Cultura e Cidadania. Editora Insular, 2003
19. Senhor dos Passos: o Protetor de Florianópolis. Editora Insular, 2004
20. A Primeira Viagem: o Índio Carijó que Virou Príncipe Francês. Editora Insular, 2004
21. Novembrada: um Relato da Revolta Popular. Editora Insular, 2004
22. Manual do Jornalismo e da Comunicação. Editora Insular, 2005
23. Pedro Ivo: um Coronel Democrata. Editora Insular, 2006
24. Victor Fontana: Percorrendo Caminhos. Editora Insular, 2006
25. Colombo Salles: o Jogo da Verdade. Editora Insular, 2007
26. Crea-SC: 50 Anos Orgulhando Santa Catarina. Editora Insular, 2008
27. Gustavo de Lacerda: Catarinense, Fundador da ABI. Editora Insular, 2008
28. Um Catarinense Visionário: Gustavo de Lacerda e o Centenário da ABI. Editora Insular, 2008
29. Dakir Polidoro: a Hora do Despertador. Editora Insular, 2009
30. História do Fisco Catarinense: Construindo uma Santa Catarina Melhor. Editora Insular, 2009
31. Carlin, Volnei Ivo et Pereira, Moacir. Alcides Abreu: o Construtor do Futuro. Editora Insular, 2009
32. Altino Flores: Fundador da ACI. Editora Insular, 2010
33. Aderbal Ramos da Silva. Editora Insular, 2011
Contatos com Moacir Pereira podem ser feitos pelo e-mail moacir.pereira@gruporbs.com.br
Por Paulo Clóvis Schmitz/jornalista na Agecom
O Serviço de Hemoterapia do Hospital Universitário da UFSC solicita a cooperação de todos os potenciais doadores de sangue. Além da maior de demanda dos sangues tipo A e reforço no sangue O negativo, há uma necessidade de melhorar os estoques do Banco de Sangue, já que nas férias escolares diminui o número de doadores.
Local e horário para doação: Unidade de Coleta de Doadores de Sangue do HU – UFSC Ed. Voluntária Dona Cora – Prédio da AAHU- Trindade – Florianópolis (SC) Horário: segunda a sexta-feira, das 7h30min às 12h.
Orientações para doadores de sangue
Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e à segurança de quem vai receber o sangue. Antes da doação, há uma entrevista de triagem clínica, na qual podem ser detectadas algumas condições adicionais que possam impedir a ação.
O doador deve:
– trazer documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
– estar bem de saúde; ter entre 18 e 65 anos; pesar mais de 50 Kg;
– não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação.
Impedimentos temporários:
– Febre, gripe ou resfriado;
– Gravidez, puerpério: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias;
– Uso de alguns medicamentos;
– Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis.
Prazos de impedimentos:
– Extração dentária: 72 horas;
– Ingestão de bebida alcoólica 24h antes da doação;
– Transfusão de sangue: 1 ano;
– Tatuagem e piercing: 1 ano;
– Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina.
Impedimentos definitivos:
– Hepatite após os 10 anos de idade;
– Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas;
– Uso de drogas ilícitas injetáveis;
– Malária.
Intervalos para doação:
– Homens: 60 dias (até 4 doações por ano);
– Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano).
Cuidados pós-doação:
– Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas
– Aumentar a ingestão de líquidos
– Não fumar por cerca de 2 horas
– Evitar bebidas alcoólicas por 12 horas
– Manter o curativo no local da punção por pelo menos de 4 horas
– Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho
Doe sangue com responsabilidade
Você sabe o que é janela imunológica?
É o período entre a contaminação da pessoa por um determinado agente infeccioso (HIV, hepatite…) e a sua detecção nos exames laboratoriais. No período da janela imunológica, os exames são negativos, mas mesmo assim o sangue doado é capaz de transmitir o agente infeccioso aos pacientes que o receberem. A sinceridade ao responder as perguntas do questionário que antecede a doação é importante para evitar a transmissão de doenças aos pacientes. Nunca doe sangue se você quiser apenas fazer um exame para Aids. Neste caso, procure um Centro de Testagem Anônima e gratuita.
Em caso de dúvidas, entrar em contato com o Serviço de Hemoterapia do HU pelos telefones (48) 3721-9114 – manhã – e 3721-9859 – tarde.
A Pós-Graduação em Literatura, o Departamento de Língua e Literaturas Vernáculas e o Núcleo de Estudos Comparados entre Teologia e Literatura (NUTEL) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) convidam para o lançamento dos livros Maria Madalena: das páginas da Bíblia para a Ficção e Pólen do Divino (organizadora Salma Ferraz).
O evento será realizado nesta sexta-feira, dia 1º de julho, às 10h30, noHall da Pós-Graduação, terceiro andar do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).
Outras informações pelo e-mail salmaferraz@gmail.com.
O Grupo de Estudos (RE)habilitar, composto por profissionais, professores e acadêmicos de Enfermagem (Departamento de Enfermagem da UFSC), Educação Física (Centro de Desportos UFSC) e Fisioterapia, promove no próximo dia 30 de junho, às 18h, no auditório do Centro de Ciências da Saúde (CCS), o Curso Introdutório de Classificação de Independência Funcional.
O curso será ministrado pelo professor André de Souza Rocha, do Curso de Graduação em Fisioterapia do Instituto de Ensino Superior da Grande Florianópolis (IESGF) e consultor em Fisioterapia da Unimed Grande Florianópolis. Os interessados em participar devem fazer sua inscrição pelo e mail classificacaolm@gmail.com, enviando as seguintes informações:
1) Nome Completo;
2) Instituição de Ensino ou Profissional;
3) Curso de Graduação e fase ou Profissão;
4) Telefones para contato;
5) Email.
O curso terá um custo de R$ 5 (cinco reais), com emissão de certificado.
O auditório Henrique Fontes do CCE recebe hoje, às 17 horas, o sarau “Chico para todos”, trabalho final da disciplina de Música Popular Brasileira ministrada pelo professor Cláudio Cruz, do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas (DLLV). O evento contará com uma banda que tocará composições de Chico Buarque e alguns poemas serão declamados. Participam da produção os alunos da disciplina divididos em grupos, cobrindo cada fase do poeta, selecionando as músicas, tocando, cantando e declamando.
(mais…)
As inscrições para a oficina “Aprenda a fazer projetos”, que será realizada no sábado, dia 2 de julho, encerram nesta quinta-feira, dia 30. Além da prática, os estudantes terão contato com cases e exemplos de projetos e metodologias bem sucedidas e receberão certificado UFSC.
São oferecidas 30 vagas. Os resultados dos selecionados serão publicados no dia 1º de julho. Para mais informações e inscrições, acesse o endereço http://oficinasdich.blogspot.com.
Na semana em que a UFSC sedia o 15º Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM 2011), o programa Jornalismo em Debate, da Rádio Ponto UFSC, vai discutir o modo como a imprensa cobre a produção cinematográfica do Mercosul.
Em sua sétima edição, que vai ao ar nesta quinta-feira, 30 de junho, já estão confirmadas as presenças do jornalista Marcos Espíndola, do jornal Diário Catarinense, do cineasta Zeca Pires e do jornalista Fifo Lima, assessor da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis.
A transmissão ao vivo da Rádio Ponto UFSC pode ser acompanhada pelo site www.radio.ufsc.br ou sintonizada na estação 106.1 FM (somente dentro do campus). Para participar do programa, envie sugestões ou perguntas pelo e-mail jornalismoemdebateufsc@gmail.com ou pelo twitter @radioponto. O programa será gravado e estará disponível no site da rádio logo após a transmissão.
Jornalismo em debate é produzido pelos acadêmicos dos cursos de graduação e pós-graduação em Jornalismo da UFSC, sob supervisão da professora Valci Zuculoto, e terá a mediação do professor Áureo Moraes.
A produção faz parte da disciplina Cátedra FENAJ/UFSC de Jornalismo para a Cidadania, uma parceria do Jornalismo da UFSC com a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ). As edições do programa acontecem quinzenalmente e têm como objetivo promover debates sobre temas relativos ao exercício da cidadania e à prática responsável do jornalismo.
Fonte: Rádio Ponto UFSC
O sétimo encontro do Projeto Museu em Curso traz a museóloga Marília Xavier Cury, do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP para proferir a palestra “Museu e Exposições Etnográficas”. A pesquisadora abordará as experiências na área de comunicação museológica, enfatizando as exposições etnográficas. Aberto à comunidade, a palestra ocorrerá no dia 1 de julho, das 16h às 18 horas, no auditório do Museu Universitário.
(mais…)
A III Mostra de Cinema Moçambicano – Doença e suas metáforas – apresenta e discute “Ali-Aleluia”, filme de Isabel Noronha, dia 30, quinta-feira, às 18h30min, no Miniauditório do CFH, 3º andar. Informações no Núcleo de Estudos de Identidades e Relações Interétnicas, nuerhivsida@cfh.ufsc.br.
O Grupo de Estudos de Astronomia (GEA) e o Planetário da UFSC estão com inscrições abertas para o Curso de Introdução à Astronomia: Identificando o Céu. São 10 horas/aula, em sua maioria teóricas, com demonstrações práticas de alguns temas, que acontecem de 4 a 8 de julho, das 19h30 às 21h30.
As inscrições devem ser feitas no Planetário, onde também serão ministradas as aulas. Não há necessidade de pré-requisitos. A inscrição tem o valor de R$ 70 (comunidade) e R$50 (estudantes).
Conteúdo programático:
(sujeito a pequenas alterações)
Origem e história da Astronomia:
– Breve histórico da ciência astronômica, dos primórdios até os dias atuais.
Instrumentos para observação astronômica:
– Generalidades sobre binóculos e telescópios;
– Telescópios: principais características óticas e outros;
– Binóculos;
– Conselhos relativos à observação astronômica.
Esfera celeste:
I – Linhas e pontos imaginários: equador celeste, eclíptica, pólos celestes, meridiano local;
– Movimento aparente diário da esfera celeste;
– Movimento aparente anual do Sol na esfera celeste;
II – O céu visto em diferentes latitudes da Terra;
– Configurações planetárias: elongação, conjunção, oposição, trânsito, ocultação;
– Eclipses e fases da Lua.
Estrelas e constelações:
I – Conceito e significado das constelações da antiguidade aos dias atuais;
– A eclíptica e o Zodíaco;
– Visão do céu ao longo do ano: inverno, verão, outono e primavera;
– Procedimentos básicos para identificação de constelações, estrelas, planetas e outros objetos celestes;
II – Estrelas: formação, brilho, cores, distâncias;
– As estrelas mais brilhantes do céu;
– As principais constelações [e suas mitologias.]
O sistema Solar:
– Origem e formação;
– Localização na Via láctea;
– Caracterização geral dos elementos do Sistema;
– Nova classificação dos planetas.
Mais informações: (48) 3721.9241/ 37214133, planetario.ufsc.br/cursos ou planetar@cfh.ufsc.br
Estão abertas, de 27 de junho a 8 de julho, exceto sábados e domingos, as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado para Professor Substituto – Edital 093/DDPP/2011 – da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Confira o Edital: http://www.prdhs.ufsc.br/arquivos/Edital_093DDPP2011.pdf
O prazo para inscrição no processo seletivo regido pelo Edital 93/DDPP/2011 foi estendido até o dia 08/07/2011, conforme a Retificação do Edital (http://www.prdhs.ufsc.br/arquivos/RetifEdital93DDPP2011.pdf).
Fonte: DDPP/PRDHS
A professora Andréia Guerini, do Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras, participa nesta terça, 28/06, do 5º Ciclo de Conferências da Associação Brasileira de Letras (ABL). Com o tema “O Zibaldone di Pensieri de Giacomo Leopardi”, Andréia inicia o ciclo “Desafios da tradução literária”. O evento acontece às 17h30, tem entrada franca no Teatro Magalhães Jr. (RJ) e será transmitido ao vivo pelo portal da ABL.
O ciclo terá mais três encontros: “Traduzido Os ensaios de Montaigne”, no dia 5 de julho, por Rosa Freire D’Aguiar; “Da tradução como processo de transcrição: Armadilhas linguístico-culturais da intertextualidade”, no dia 12 de julho, por Aleksandar Jovanovic; e, encerrando o ciclo, “O desafio do tempo na tradução das Mil e Uma Noites”, no dia 19 de julho, por Mamede Mustafa Jarouche.
Andréia Guerini possui pós-doutorado pela Università degli Studi di Padova e doutorado em Literatura pela UFSC. Além de professora do Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras, é coordenadora da Pós-Graduação em Estudos da Tradução.
Informações: www.pget.ufsc.br
O filme “Mulher Azul” ( La Femme Bleue), dirigido por Maria Emília de Azevedo, estreia no 15º FAM – Florianópolis Audiovisual Mercosul, que acontece em Florianópolis, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, de 24 de junho a 1º de julho. O filme, convidado para o festival, será apresentado nesta terça, 28 de junho, às 19h, na sessão da Mostra de Curtas Mercosul (35mm e Vídeo), no auditório Garapuvu. (Veja detalhes da programação do festival em www.audiovisualmercosul.com.br)
Os avanços e desafios que marcam a implantação dos campi da Universidade Federal de Santa Catarina em Curitibanos, Araranguá e Joinville dominaram os debates na reunião do Conselho Universitário da instituição, na manhã desta terça-feira, dia 28. A grande unanimidade é a de que a interiorização vem sendo bem recebida pela população, que deposita no ensino superior, especialmente nas duas primeiras cidades, a esperança de abrir oportunidades de trabalho para milhares de jovens. Ao mesmo tempo, em todos os campi, há imensas demandas a atender, tanto em termos de infraestrutura física e de laboratórios quanto de material humano, em profissionais docentes e funcionários técnico-administrativos.
Quando a vida no Planeta é impactada por acontecimentos da repercussão dos que envolveram a guerra entre o mundo islâmico e os Estados Unidos o palco da arte não pode ser outro se não o da própria história. Dos jornais para os bancos universitários, da literatura para o cinema, a reflexão sobre o 11 de Setembro será levada agora ao teatro pelo Curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina. Setembro estreia nos dias 2 e 3 de julho, às 20 horas, no Teatro da UFSC, dentro do Projeto Primeiro Ato, da Secretaria de Cultura e Arte, com a proposta de criar um espaço poético e sensível para atores e públicos encenarem as causas e conseqüências do evento biopolítico mais marcante do terceiro milênio.
Fruto de quatro meses de pesquisa e trabalho de alunos de sétima fase da disciplina Projeto de Montagem, a peça se propõe a discutir a experiência humana a partir dos eventos eclodidos em 11 de setembro de 2001, que neste ano completam uma década. O projeto partiu da ideia de constituir um fórum artístico e intelectual para a discussão desses episódios que deixaram marcas visíveis na vida cotidiana, alterando tanto as relações geopolíticas quanto as relações interpessoais no mundo, como explica o coordenador do Curso de Artes Cênicas, Fábio Salvatti.
Orientada e dirigida por Salvatti (direção geral) e pelos professores Gerson Praxedes (co-direção) e Luiz Fernando Pereira (direção de arte), uma equipe integrada por 21 alunos iniciou os ensaios no dia 14 de março. O espetáculo encena um olhar sobre a experiência humana nestes dez anos que nos separam dos eventos do dia 11, a partir da percepção de que os atentados do dia 11 de Setembro inauguraram um novo sistema geopolítico no século XXI. A Guerra contra o Terror que se seguiu a partir daí tem pautado as relações interpessoais, internacionais e interculturais dos indivíduos e nações, analisa o diretor. “A discussão que propomos não pretende ser dogmática ou fundamentada em uma tese a ser defendida, mas, antes, oferecer um campo sensível de reflexões atravessado por memórias individuais e políticas”, sublinha Salvatti.

Uma das primeiras grandes produções do Curso de Artes Cênicas, criado em 2008, o espetáculo integra-se aos propósitos da disciplina, que visa à concretização de um projeto artístico de engajamento coletivo - Fotos: Larissa Nowak
Para alcançar esse espaço de dramaturgia em processo, Setembro não parte de um texto preexistente à cena. Busca construir uma enunciação dramática do tempo presente, valendo-se de recursos inovadores, como provocar respostas no elenco a partir de estímulos dados pela direção da peça. Alguns desses estímulos são conceitos ou partes de ensaios de pensadores como Eric Hobsbawm, Noam Chomsky, Susan Faludi, John Gray, Sam Harris, Giorgio Agamben, Antonio Negri. Outros são recortes de jornais, fragmentos de discursos de autoridades, documentos oficiais, etc. Além dos fragmentos textuais, a peça explora obras audiovisuais alusivas ao acontecimento, como os documentários Farenheit 911, Zeitgeist, Loose Change, e também várias referências musicais como Eumir Deodato, Nick Drake, Zbigniew Preisner, dentre outras.
As consequências desse acontecimento são visíveis na normalização dos instrumentos de vigilância da sociedade de controle, na suspensão dos direitos civis levadas a cabo no Ato Patriótico nos Estados Unidos, ou mesmo na invasão militar e execução sumária de acusados de terrorismo em inúmeros países. Um verdadeiro estado de exceção transnacional estabeleceu-se, no qual se ignoram as soberanias nacionais ou as convenções humanitárias. “Campanhas de delação afixadas em cartazes nos principais centros urbanos dos países desenvolvidos, flagrantes abusos contra os direitos humanos, intolerância religiosa, disseminação da xenofobia: o mundo deste novo milênio está, decididamente, marcado pelas cicatrizes de um conflito biopolítico”, diz o argumento da peça.
Uma das primeiras grandes produções do Curso de Artes Cênicas, criado em 2008, o espetáculo integra-se aos propósitos da disciplina, que visa à concretização de um projeto artístico de engajamento coletivo. Com a primeira turma se formando em 2011, o curso proporciona, com esse projeto, a oportunidade de os alunos aplicarem as aptidões desenvolvidas ao longo do curso nas diferentes funções teatrais, como anota a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges.
Aberta ao público, a peça foi produzida pela Expresso Produções, com recursos da SeCArte e apoio do Departamento Artístico Cultural, Departamento de Libras e Centro de Comunicação e Expressão. Os ingressos, gratuitos, devem ser retirados no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, uma hora antes do espetáculo.
Serviço:
Setembro
Direção: Fabio Salvatti (3721-6801)
Codireção: Gerson Praxedes
Direção de arte: Luiz Fernando Pereira (LF)
Elenco: Araeliz, Bárbara Danielli, Betinho Chaves, Carlos Silva, Célio Alves, Claudinei Sevignani, Elise Schmiegelow, Emanuelle Antoniollo, Gabriel Guedert, Gustavo Bieberbach, Ilze Körting, Janine Fritzen, Malu Leite, Paula Dias, Rafaela Samartino, Ricardo Goulart, Rodrigo Carrazoni, Tainá Orsi, Tamara Hass, Thaís Penteado, Vera Lúcia de Azevedo Ferreira, Wellington Bauer
Iluminação: Gabriel Guedert
Cenário e figurino: Malu Leite
Cenotécnico: Edson
Costureira: Iraci
Vídeos: Fabiane de Souza
Fotografia: Larissa Nowak
Pesquisa de trilha sonora: Fabio Salvatti
Programação visual: Fabio Salvatti e Wellington Bauer
Apresentações: 2 e 3 de julho (sexta e sábado)
Horário: 20 horas
Local: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha)
Entrada franca – retirar ingresso uma hora antes do espetáculo
Realização: alunos da 7ª fase do curso de Artes Cênicas da UFSC
Patrocínio: SeCArte/UFSC (Secretaria de Cultura e Artes da UFSC)
Apoio: CCE – DALi – DAC/UFSC
Produção: Expresso Produções
Raquel Wandelli
Jornalista da SeCArte/UFSC
99110524 e 37219459
www.secarte.ufsc.br
Retrospectiva da história da televisão catarinense, políticas públicas e mudanças no cenário de telecomunicações no Brasil, contribuições trazidas com a implantação da TV Digital. Estes foram alguns dos debates desta segunda-feira no I Congresso de Televisão Digital do Mercosul, com o tema Criando, Gerindo e Disseminando Conteúdos e Serviços em TVD. O evento é organizado pelo TVD Sambaqui, Grupo de Pesquisa TV Digital do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina, e acontece no Centro de Eventos da UFSC, integrando a programação do Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM2011).
As atividades iniciaram com o discurso do professor Neri dos Santos, do Departamento de Engenharia e Gestão do Conhecimento e coordenador do projeto de TVD Sambaqui. Na sequência, o presidente da Fundação Catarinense de Cultura, Joceli de Sousa, e o administrador do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina, Ronaldo dos Anjos, fizeram suas apresentações e enfatizaram a dificuldade em obter arquivos na televisão analógica e a perspectiva de que esta realidade mude com a chegada da nova tecnologia.
Após o intervalo, os cerca de 50 participantes assistiram à palestra do cineasta Silvio Da-Rin, que já realizou diversos filmes e vídeos, vários deles premiados em festivais nacionais e internacionais. Em 2007 foi nomeado Secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura. Atualmente, ocupa uma gerência-executiva na TV Brasil. Em sua palestra, pontuou algumas políticas brasileiras voltadas à implantação da televisão digital.
Logo depois foi a vez da professora Cosette de Castro da Universidade Católica de Brasília realizar a sua apresentação. Cosette fez Pós-Doutorado na Cátedra da Unesco de Comunicação/Metodista. É doutora em Comunicación y Periodismo pela Universidade Autônoma de Barcelona/ Espanha. Possui mestrado em Comunicação e Cultura pela PUC/RS, especialização em Educação Popular pela Unisinos/RS e graduação em Jornalismo pela Universidade Católica de Pelotas/RS.
No I Congresso de Televisão Digital, Cosette fez uma abordagem sobre as diferenças entre o sinal analógico e o digital, mostrou as mudanças que a nova tecnologia irá proporcionar, e relatou as iniciativas e campanhas realizadas em outros países da América do Sul para tornar mais popular os recursos da TV Digital.
O I Congresso de Televisão Digital do Mercosul segue até o dia 29 de junho. Nesta terça-feira, os trabalhos iniciam com uma apresentação do professor Fernando Spanhol, que falará sobre o projeto TVD Sambaqui. Na sequência, acontecem as palestras do professor Luis Valle da Universidade Palermo da Argentina e de Demetrius Ribeiro da Sábia Experience S.A.
Todas as atividades do evento são transmitidas pelo endereço www.tvled.ufsc.br/aovivo. Informações: (48) 3721-7128 / 8466-7939
Por Claudia Xavier / Jornalista LED/UFSC
O Laboratório de Educação a Distância da UFSC realiza nesta sexta-feira, 1º de julho, ANA, uma sessão de Cinema ao Vivo. O projeto inédito acontece durante a programação do Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM2011) e do I Congresso de TV Digital do Mercosul. A exibição será no auditório Garapuvu, do Centro de Cultura e Eventos.
Cine ao Vivo vem de Livecine, termo usado originalmente para classificar uma sessão de cinema silencioso, que tinha a execução de música ao vivo durante a sua apresentação. Mas isso foi no século passado. Hoje o termo Cinevivo diz respeito à captação e exibição simultânea, na tela, em tempo real, ao vivo diante dos espectadores .
São apresentações onde a improvisação e o acaso fazem parte de um processo que resulta na possibilidade de criação e vivência, por parte do público, de uma experiência cinematográfica expandida com aproximação ao ato efêmero do teatro.
Um pouco da narrativa:
Como nas telas, nossas vidas são divididas. O real e o virtual criam um jogo de conexões interferindo no destino das personagens. A paixão e a morte são fragilidades humanas evidentes na vida de duas mulheres.
ANA, o primeiro Cine ao Vivo do Sul do país, é um audiovisual onde a improvisação e o acaso são elementos diferenciais na narrativa. Com a direção de Lau Santos e produção executiva de Alexandre Pinho, atores e atrizes afrodescendentes dão vida a essa história, captada e exibida simultaneamente.
Um detalhe que faz a diferença:
Além de ousar na narrativa, ANA incita a discussão sobre a diversidade de gênero. Ao priorizar na composição do elenco atores e atrizes afrobrasileiros, e explicitar na narrativa a paixão entre duas mulheres, o diretor Lau Santos evidencia a pluralidade e diversidade social. Também rompe com os paradigmas cristalizados nas relações e inter-relações cotidianas.
Mais informações: www.cineaovivo.led.ufsc.br
Fonte: Claudia Xavier
Jornalista LED/UFSC
(48) 3721-7128 / 8466-7939
Será realizada nesta terça-feira, dia 28, a partir de 8h30min, na sala Professor Ayrton Roberto de Oliveira, Sessão Ordinária do Conselho Universitário com transmissão ao vivo .
Assuntos em pauta:
1. Apreciação e aprovação das atas da sessão extraordinária realizada em 14 de junho de 2011.
2. Apresentação das atividades nos Campi da UFSC em Araranguá, Curitibanos e Joinville.
Apresentação: Diretores dos Campi – Professores Sérgio Peters, César Damian e Acires Dias
3. Indicação do Prof. Ênio Valmor Kassick, do Centro Tecnológico, como representante do Conselho Universitário no Conselho de Curadores da Universidade Federal de Santa Catarina.
4. Processo n.o 23080.020670/2011-66
Requerente: Gabinete do Reitor
Assunto: Análise e aprovação da Minuta de Resolução que dispõe sobre as normas que regulamentam as relações entre a Universidade Federal de Santa Catarina e as suas fundações de apoio.
Relatora: Conselheira Olga Maria Boschi Aguiar de Oliveira
5. Processo n.o 23080.022257/2011-36
Requerente: FUNJAB
Assunto: Apresentação do relatório de atividades e solicitação de recredenciamento da Fundação José Arthur Boiteux (FUNJAB), junto ao Ministério da Educação (MEC).
Apresentação do Relatório: Prof. João dos Passos Martins Neto – Presidente da FUNJAB
Relator: Conselheiro
6. Informes Gerais