UFSC integra rede ibero-americana de universidades promotoras da saúde

11/05/2018 10:01

Paulo, o reitor Ubaldo e a pró-reitora Carla Búrigo: Certificado da Saúde

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é, agora, integrante da Rede Ibero-americana de Universidades Promotoras da Saúde (Riups). O certificado de adesão foi entregue durante o I Encontro da Rede Brasileira de Universidades Promotoras da Saúde (Rebraups), realizado na Universidade de Brasília (UnB), de 25 a 27 de abril.

Marcela, Paulo e Andrea: visão holística

Paulo Eduardo Botelho, diretor do Departamento de Atenção à Saúde (DAS), vinculado à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Prodegesp/UFSC), enfatiza que o certificado ratifica a disposição da universidade de fixar um compromisso com as ações de saúde dentro da instituição, fortalecendo aquelas que já são desenvolvidas.
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UFSC recebe representantes de universidades suecas nesta sexta

19/10/2016 15:04

swedenNesta sexta-feira, 21 de outubro, representantes de universidades suecas estarão na UFSC para apresentar seus cursos de ensino superior e estabelecer parcerias entre as instituições dos dois países. Membros das universidades KTH (Royal Institute of Technology), Lund University, Chalmers University of Technology, Halmstad University, Malmö University, Linköping University, e Umeå University apresentarão oportunidades para graduação e mestrado, além de possibilidades de bolsas de estudo.

Duas palestras informativas estão programadas para às 11h e às 15h, no auditório do Espaço Físico Integrado (EFI). Os palestrantes abordarão o sistema universitário sueco e a cultura do país. Um estande estará montado no hall do auditório, das 10h às 17h. A atividade é aberta a todos os estudantes da UFSC.

Sobre a Suécia

A Suécia é um país de excelência acadêmica: cinco universidades do país estão no ranking das 200 melhores universidades do mundo, de acordo com a publicação Times Higher Education. A Suécia acolhe hoje cerca de 30 mil alunos estrangeiros, fazendo do país um importante destino acadêmico multicultural. A metodologia do ensino superior sueco reflete o seu avanço na educação, focando-se bastante no trabalho em pequenos grupos dentro da sala de aula. Diferentemente de outros países europeus, os estudantes se beneficiam de uma relação mais próxima e informal com os professores, horizontalizando o sistema de ensino no país.

Mais informações no folder do evento, no site ou pelo telefone (48) 3721-6406.

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UFSC é a quinta federal em ranking de universidades do BRICS e economias emergentes

07/12/2015 17:00

Foi divulgado, no dia 3 de dezembro, o ranking BRICS & Emerging Economies 2016, do Times Higer Education (THE), instituto que avalia, a cada ano, as melhores universidades do mundo, segundo as missões fundamentais: Ensino (Teaching), Pesquisa (Research), Transferência de Conhecimento (Knowledge Transfer) e Visão Internacional (International Outlook).

As categorias têm os seguintes pesos: Ensino (30%), considerando-se o ambiente de ensino; Pesquisa (30%), levando-se em conta volume, recursos e reputação; Citações (20%), o impacto da pesquisa; Visão Internacional (10%), que inclui o corpo docente, estudantes e pesquisa; e Recursos Provenientes das Indústrias (10%), transferência de conhecimento.

Foram avaliadas as 200 melhores universidades dos cinco países que compõem o Brics: África do Sul, Brasil, China, Índia e Rússia, e 30 países considerados economias emergentes (Advanced Emerging, Secondary Emerging ou Frontier), segundo o FSTE.

O Brasil tem 14 universidades classificadas entre as 200 melhores do BRICS & Economias Emergentes: sete privadas e estaduais, e sete federais. Entre as federais, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ficou em quinto na classificação geral e obteve as seguintes posições: segunda em Transferência de Conhecimento (empatada com a UFRJ); terceira em Visão Internacional; quarta em Citações e quinta em Ensino e Pesquisa.

THE explica a categoria Transferência de Conhecimento como sendo a capacidade de ajudar a indústria com inovações, invenções e consultoria, o que se tornou missão fundamental da universidade global contemporânea. Essa categoria procura traduzir a transferência de conhecimento analisando quanto em recursos de pesquisa uma instituição recebe da indústria (em conformidade com as parcerias público-privadas), em proporção ao corpo docente empregado. A categoria aponta quanto as empresas estão dispostas a investir em pesquisa e a capacidade da universidade de atrair investimentos no mercado comercial – indicadores valiosos da qualidade institucional.

14 universidades brasileiras entre as 200 melhores

As sete universidades estaduais e privadas são: Universidade de São Paulo (USP), 9ª posição (única brasileira entre as dez primeiras); Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 24ª; Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC- RJ), 43ª; Universidade Estadual Paulista (Unesp), 122ª; Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), 125ª; Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), 168ª; e Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), 197ª. As sete federais: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 89ª; Universidade Federal de Viçosa (UFV), 102ª; Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 118ª; Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), 130ª; Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 148ª; Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), 167ª; e Universidade Federal de Lavras (UFLA), 185ª.

As cinco melhores universidades do ranking

As universidades de Pequim e Tsinghua (China), foram, respectivamente, a primeira e a segunda colocadas no ranking THE. A seguir vêm as universidades Lomosonov Moscow State (Rússia), Cape Town (África do Sul) e National Taiwan (Taiwan).

Alita Diana/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

Revisão: Claudio Borrelli/Revisor de Textos da Agecom/DGC/UFSC

Tags: Brics & emerging economies 2016rankingTHETimes Higher EducationUFSCuniversidades

Grevistas das universidades devem retomar 50% das atividades, determina o STJ

08/08/2011 11:38

Uma decisão liminar do ministro Arnaldo Esteves Lima, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou que pelo menos 50% dos servidores técnico-administrativos das universidades federais em greve voltem a trabalhar. Não são incluídos na conta os ocupantes de cargos e funções de confiança. A decisão já foi comunicada à Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra).

Para o ministro, a paralisação das atividades sem o contingenciamento do mínimo de pessoal “atenta contra o Estado Democrático de Direito, a ordem pública e os princípios da legalidade, da continuidade dos serviços públicos e da supremacia do interesse público sobre o privado”.

Os servidores estão parados desde o dia 6 de junho e pedem reajuste do piso salarial em pelo menos três salários mínimos. Segundo a entidade, o vencimento desses servidores hoje é de R$ 1.034.

No final de julho, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou o STJ para derrubar a greve alegando que a paralisação impede o direito constitucional do ensino público gratuito, a continuidade das pesquisas, o atendimento em hospitais universitários e o desenvolvimento econômico e social do país.

A liminar do ministro atendeu em parte a demanda da União, que pedia que pelo menos 70% dos técnicos retornassem ao trabalho. Além disso, pedia multa diária de R$ 100 mil caso a determinação não fosse seguida. A liminar determinou que, caso a ordem seja desobedecida, será cobrada multa diária de R$ 50 mil da Fasubra e das entidades filiadas.

Fonte: Andifes

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Reitor Alvaro Prata se reúne com representantes de universidades italianas para firmar acordos de cooperação

09/12/2010 15:43
Foto: Paulo Noronha

Reitor da UFSC Alvaro Prata e Francisco Leita, da Universidade de Padova Foto: Paulo Noronha/Agecom

Na manhã desta quinta feira, dia 9, o reitor da UFSC, professor Alvaro Toubes Prata, se reuniu com representantes das universidades italianas de Padova e de Téramo, para discutir acordos de cooperação internacional.

No encontro, o professor Francisco Leita, diretor da comissão de Relações Internacionais da Universidade de Padova, ressaltou o interesse na reciprocidade das relações de intercâmbio entre alunos e professores italianos e brasileiros, voltado para os programas de mestrado na área de engenharia e tecnologia de alimentos.

Já o professor Dino Mastrocola, diretor da Faculdade de Agricultura da Universidade de Téramo, veio à UFSC para assinar os certificados dos estudantes italianos que cursaram aqui disciplinas da área agroalimentar. O projeto está inserido no convênio de cooperação entre a UFSC e a Università degli Studi di Teramo, assinado em 2006, com o objetivo de realizar cursos, seminários, intercâmbios de alunos e professores visando à colaboração técnico-científica.

Segundo o reitor Álvaro Prata, a internacionalização da universidade é uma das prioridades da UFSC, uma vez que o intercâmbio, além de incrementar o ensino superior, é levado muito em consideração na avaliação trienal da Capes.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-9596, no Gabinete do Reitor.

Ana Luísa Funchal/bolsista de jornalismo na Agecom

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