UFSC na mídia: professor da UFSC critica projeto dos EUA de rastrear e repor hormônio em militares

17/07/2026 13:36

O professor Alexandre Hohl, que atua na área de Endocrinologia no Departamento de Clínica Médica do Centro de Ciências da Saúde (CCS), concedeu entrevista à revista Veja sobre projeto do governo dos Estados Unidos que prevê rastreamento de testosterona e reposição hormonal em militares. Para Hohl, “o diagnóstico de hipogonadismo masculino não pode ser baseado apenas em um número ou em uma única dosagem laboratorial. A Medicina exige contexto clínico, confirmação diagnóstica e indicação precisa”.

A terapia de reposição de testosterona é um tratamento importante quando existe hipogonadismo verdadeiro, ressalta o professor, que também é diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso). Porém, acrescenta, o uso indiscriminado dessa terapia representa risco de consequências como infertilidade, policitemia e outras complicações. “Não faz sentido rastrear testosterona em todos os homens, assim como não solicitamos exames indiscriminadamente para qualquer condição médica”, afirma.

A decisão do governo dos Estados Unidos de rastrear os níveis de testosterona dos militares foi anunciada nesta quarta-feira (15 de julho) pelo secretário de Defesa daquele país, Pete Hegseth. A reportagem da Veja pode ser acessada no site da publicação.

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Grupo de cessação do tabagismo da UFSC recebe inscrições para nova turma

13/05/2026 14:49

Estão abertas até 31 de maio as inscrições para participar da última turma do semestre dos Grupos de Cessação do Tabagismo, do projeto de extensão Núcleo de Estudos e Tratamento do Tabagismo (NET-Tab), vinculado ao curso de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas com o envio da mensagem “Eu quero viver sem cigarro” para o número (48) 9968-1645 ou por mensagem direta no Instagram @net_tab.

Criado em 2008, o NET-Tab é coordenado pela professora Leila Steidle, do Departamento de Clínica Médica da UFSC, e conta com profissionais capacitados no tratamento do tabagismo, oferecendo atendimento gratuito e baseado em evidências científicas para pessoas que desejam parar de fumar. A participação é aberta à comunidade externa e à comunidade universitária.

O grupo será composto por quatro encontros presenciais semanais e mais dois encontros de manutenção, realizados no bloco didático (andar térreo) anexo ao Hospital Universitário (HU/UFSC). As atividades irão até julho de 2026.

Durante os encontros, os participantes terão acesso a estratégias voltadas ao processo de cessação do tabagismo, incluindo manejo da abstinência, identificação de gatilhos, técnicas de autocontrole e fortalecimento da motivação para abandono do cigarro e dispositivos eletrônicos para fumar.

A equipe do projeto destaca que parar de fumar traz benefícios à saúde em qualquer idade, reduzindo riscos de doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer, além de melhorar significativamente a qualidade de vida.

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UFSC na mídia: professor da Medicina fala à ‘Folha de S. Paulo’ sobre uso seguro de canetas emagrecedoras

11/02/2026 09:15

O professor Alexandre Hohl, que atua na área de Endocrinologia e Metabologia no Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e é diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), concedeu entrevista ao jornal Folha de S. Paulo sobre o uso seguro das chamadas “canetas emagrecedoras”.

Esses medicamentos injetáveis, como a semaglutida, a liraglutida e a tirzepatida, atuam como antagonistas do receptor GLP-1 e vêm sendo prescritos para o tratamento da obesidade. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou no último dia 9 um alerta para os riscos de pancreatite associados ao uso desses medicamentos, a partir dos resultados de um estudo internacional.

Na matéria publicada nesta terça-feira (10 de fevereiro) pela Folha on-line, o professor Alexandre Hohl pondera que, no estudo específico, o número de casos de pancreatite foi igual entre os pacientes usuários de semaglutida e os pacientes que usaram placebo. Ele enfatizou, também, que o tratamento com uso de canetas deve, necessariamente, ser prescrito e acompanhado por um médico. “Sem uma avaliação por um profissional, não há o controle das doses ou de alguma condição prévia e contraindicações”, diz a reportagem.

Leia a reportagem (acesso para assinantes).

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Pesquisadores da UFSC contribuem para consenso inédito sobre diagnóstico da lipodistrofia

14/01/2026 08:32

Um grupo de 15 especialistas da Rede Brasileira para o Estudo das Lipodistrofias (Brazlipo), entre os quais três professores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), publicou um consenso inédito focado no diagnóstico e tratamento da lipodistrofia parcial familiar (FPLD), doença rara que afeta a distribuição de gordura no corpo e o metabolismo. O artigo, publicado no periódico Diabetology & Metabolic Syndrome, propõe critérios clínicos e laboratoriais adaptados à diversidade étnica da população brasileira, visando facilitar o diagnóstico preciso.

Professores Alexandre Hohl, Simone van de Sande Lee e Marcelo Ronsoni representam o HU-UFSC na rede nacional de estudo da lipodistrofia e participaram da elaboração do consenso diagnóstico. Foto: Divulgação

O professor Alexandre Hohl, que atua na área de Endocrinologia e Metabologia no Departamento de Clínica Médica da UFSC e é um dos autores do estudo, ao lado dos também professores Marcelo Ronsoni e Simone van de Sande Lee, explica que a lipodistrofia é um grupo raro de doenças que provoca a perda de gordura em áreas específicas do corpo onde essa gordura deveria estar. “Não é ‘magreza’ simples, mas sim uma perda patológica do tecido adiposo subcutâneo, que faz com que a gordura passe a se acumular em locais errados, como fígado, músculo, pâncreas e coração. Isso leva a um grau muito intenso de resistência à insulina, triglicérides muito elevados, esteatose hepática e maior risco de pancreatite e doença cardiovascular”, esclarece.
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Projeto da UFSC oferece iniciativa gratuita para tratamento de tabagismo

10/03/2025 12:52

Estão abertas as inscrições para os grupos presenciais de cessação do tabagismo do projeto de extensão do Núcleo de Estudos e Tratamento do Tabagismo (NET-Tab) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Sob coordenação da professora Leila Steidle, do Departamento de Clínica Médica do Centro de Ciências da Saúde (CCS), a ação conta com equipe multidisciplinar formada por pneumologistas, terapeuta, estudantes de Medicina e de Psicologia. A iniciativa é gratuita e aberta a todo o público.

As inscrições ocorrem de maneira contínua, e os participantes são chamados por ordem de inscrição para a participação nos grupos. O próximo grupo inicia em 24 de março. Os interessados devem enviar a mensagem “Eu quero viver sem cigarro”, via WhatsApp, para o número (48) 9683-1645, ou via Instagram, no @net_tab, para serem adicionados à lista.

A atividade tem duração de quatro semanas e conta com uma reunião por semana, de 1 hora e 30 minutos de duração. Os encontros serão realizados na Sala Multiuso, no andar térreo do bloco pedagógico do curso de graduação de Medicina da UFSC, anexo ao Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC).

Em atividade desde 2008, o Net-Tab é vinculado ao curso de graduação em Medicina da UFSC e tem como objetivo proporcionar um ambiente de apoio e compreensão, onde os participantes possam compartilhar suas experiências e encontrar motivação para abandonar o fumo. “Participando das reuniões semanais, você terá a oportunidade de aprender diversas estratégias para enfrentamento da cessação do tabagismo”, afirma a professora e coordenadora do projeto, Leila Steidle.

Para mais informações, acesse o Instagram do Net-Tab.

 

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