Farmácia Escola completa três anos

15/06/2011 15:39

Nesta quarta-feira, 15 de junho, a Farmácia Escola da UFSC comemora três anos. A data será marcadaem uma mesa-redonda com a participação da professora Maria do Carmo Lessa Guimalhães (UFBA), do secretário Municipal de Saúde de Florianópolis, João Candido da Silva, e do professor Carlos Alberto Justa da Silva, vice-reitor da UFSC. O tema será gestão da assistência farmacêutica no SUS. O evento será realizado no auditório do Centro de Ciências da Saúde da UFSC, a partir de 16 horas.

A Farmácia Escola é uma unidade de distribuição gratuita de medicamentos, por meio do Sistema Único de Saúde, que visa qualificar a assistência farmacêutica no SUS por meio da viabilização e estruturação de serviços de dispensação de medicamentos de programas governamentais, adotando a lógica do Uso Racional de Medicamentos.

O projeto associa a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes de Florianópolis à formação e capacitação de profissionais comprometidos com uma maior eficácia das ações de saúde e à produção de conhecimento relacionado à Assistência Farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde.

A Farmácia Escola funciona na antiga farmácia do Sesi, entre o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, no campus da Trindade. Informações pelos telefones (48) 3721-9647 e 3721-9567.

Tags: Farmácia Escola

Conselho Universitário se manifesta a respeito da greve dos servidores

14/06/2011 16:44

Em reunião realizada nesta terça, 14/06, o Conselho Universitário colocou em pauta a greve dos servidores técnico-administrativos e emitiu a nota que segue na íntegra:

Com a deflagração da greve dos Servidores Técnicos e Administrativos das Universidades Federais, o Conselho Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina, em reunião realizada em 14 de junho de 2011, reconhece como legítimas as reivindicações apresentadas e afirma a imperiosa necessidade de que as negociações entre o Governo Federal e o movimento dos servidores sejam conduzidas com a urgência requerida.

Alvaro Toubes Prata
Presidente do Conselho Universitário

Tags: Greve

Núcleo de Estudos da Terceira Idade tem nova coordenação e comitê assessor

14/06/2011 12:16

Fotos: Cláudia Reis / Jornalista na Agecom

Com a presença de representantes da Associação Estadual de Gerontologia e do Conselho Municipal do Idoso, entre outras entidades, o Núcleo de Estudos da Terceira Idade da UFSC formalizou nesta segunda-feira, 13 de junho, a posse de sua nova coordenadora, a enfermeira Jordelina Schier, que durante 20 anos atuou no Hospital Universitário.

A professora Ângela Maria Alvarez, doutora em Filosofia da Enfermagem pela UFSC, ex-presidente da Associação Brasileira de Enfermagem (Seção Santa Catarina) e ex-vice-presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (Regional Santa Catarina), desde 2005 coordenadora do Neti, permanece colaborando com a iniciativa como integrante de um comitê assessor. O novo órgão também foi oficializado nesta segunda-feira.

Ângela fez um breve relato de sua trajetória no Núcleo, agradeceu o apoio e a solidariedade da equipe, da Administração da UFSC e dos idosos. Ressaltou que o envelhecimento da população é um fenômeno crescente e que muitos desafios estimulam as ações do Núcleo como ambiente de ensino e aprendizagem no campo da gerontologia.

À frente do Neti desde 2005, ela lembrou que a ampliação constante de vagas (neste semestre são mais de 40 turmas em funcionamento, com a participação de mais de 700 pessoas com mais de 50 anos), a ampliação das ações para trabalhos envolvendo cidadania e política, o projeto ressignificando a arte no envelhecer, o trabalho de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e o resgate do estágio em Serviço Social junto ao Núcleo foram algumas das ações implementadas nos últimos anos. Emocionada, disse que ver os idosos desenvolvendo suas habilidades e demonstrando sua felicidade ao participar das diferentes iniciativas do Núcleo são grandes realizações.

“Este é um momento de muita emoção e significado, uma felicidade que traz também a responsabilidade de coordenar este grande projeto da Universidade Federal de Santa Catarina”, disse em seguida a nova coordenadora do NETI, Jordelina Schier, carinhosamente chamada de enfermeira Nina pelos presentes. Ela ressaltou a importância de contar com o novo comitê assessor e diversas pessoas que incorporam como sua a luta por manter o fio condutor do Núcleo, referência no campo gerontológico que funciona da Universidade desde 1982.

Simbolicamente, a nova coordenadora recebeu a echarpe que é marca registrada nos eventos e atividades do Núcleo de Estudos da Terceira Idade. Canções do Vozes da Ilha em Seresta, um dos grupos formados a partir do NETI, enriqueceram o encontro prestigiado por diversos idosos, pelo reitor da UFSC, Alvaro Toubes Prata, pelo vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva, pró-reitores, diretores de centros e de fundações de apoio da UFSC.

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Mais informações: www.neti.ufsc.br / 3721-9445

Saiba Mais:

Composição do Comitê Assessor do NETI:

– Jordelina Schier / Coordenadora do NETI;

– Maria Hermínia Lage Fernandes Laffin/ Departamento Estudos Especializados em Educação/Centro de Educação

– Vera Regina de Aquino Vieira / Departamento Literatura e Línguas Estrangeiras/Centro de Comunicação e Expressão

– Leilane Mendonça Z. Rosa/ Departamento de Direito/Centro de Ciências Jurídicas

– Angela Maria Alvarez /Departamento de Enfermagem/Centro de Ciências da Saúde

– Emiliana Maria Simas Cardoso da Silva / Professora NETI aposentada da UFSC;

– Mônica Joesting Siedler /Professora NETI/ Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese)

– Maria Cecília Antonia Godstfriedt – Professora NETI/ Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese)

– Eddy Frantov – Representante do Centro Estudantil do NETI


Objetivos do Núcleo de Estudos da Terceira Idade:

– Ampliar e sistematizar o conhecimento da gerontologia;

– Formar recursos humanos nos diversos níveis;

– Manter atividades interdisciplinares de ensino, pesquisa e extensão;

– Divulgar e desenvolver ações institucionais e interinstitucionais;

– Assessorar entidades na organização de programas de valorização do idoso;

– Oferecer subsídios para uma política de resgate do papel do idoso na sociedade brasileira.

– Realizar treinamentos, palestras e consultorias na área gerontológica.

Tags: NETI

Inovação Tecnológica no Programa Educação e Cidadania

14/06/2011 11:04

A Universidade Federal de Santa Catarina quer fazer de seu Departamento de Inovação Tecnológica muito mais do que um escritório jurídico para orientação sobre propriedade intelectual. A expectativa é de que esse departamento amplie o trabalho colaborativo com empresas e a transferência de tecnologias. Mais um passo nesse caminho foi dado com a implantação de um Comitê de Inovação Tecnológica. O  tema foi abordado no programa Educação e Cidadania. Veja as entrevistas com a professora Rozângela Curi Pedrosa, diretora do Departamento de Inovação Tecnológica, e com o professor Antônio Augusto Ulson, pesquisador do Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da UFSC.

A Universidade Federal de Santa Catarina quer fazer de seu Departamento de Inovação Tecnológica muito mais do que um escritório jurídico para orientação sobre propriedade intelectual. A expectativa é de que esse departamento amplie o trabalho colaborativo com empresas e a transferência de tecnologias. Mais um passo nesse caminho foi dado na quarta-feira, 25 de maio, com a implantação de um Comitê de Inovação Tecnológica.

Auxiliar na discussão e criação de uma política institucional de inovação será uma das tarefas do novo órgão. Para compor o comitê foram convidados professores com reconhecida atuação nos campos da pesquisa, da inovação e do trabalho colaborativo com empresas, nas áreas de biotecnologia, jurídica, econômica e de direitos autorais (veja os nomes abaixo). “Contamos com a visão destes professores para avançar”, salientou na cerimônia de instalação do comitê a professora Débora Peres Menezes, pró-reitora de Pesquisa e Extensão da UFSC.

O novo comitê vai trabalhar a partir das atribuições do Departamento de Inovação Tecnológica, setor que auxilia a UFSC desde 2007. Uma das responsabilidades do DIT é o acompanhamento dos processos dos pedidos e a manutenção dos títulos de propriedade intelectual da Universidade. Sua equipe também avalia e opina sobre a celebração de contratos e convênios envolvendo a inovação e a pesquisa científica e tecnológica, entre diversas outras ações.

De acordo com a diretora do DIT, professora Rozangela Curi Pedrosa, em 2010 a UFSC protocolou 20 pedidos de proteção de propriedade intelectual, número que considera reduzido em relação ao tamanho e prestígio em pesquisa e desenvolvimento conquistado pela Universidade. Mas, frisou, ainda que tenha uma equipe reduzida, o Departamento recebe cada vez mais demandas por parte da comunidade universitária. Em relação ao número de processos analisados, exemplificou, há um crescimento considerável: em 2010 foram 177, enquanto em 2006 foram 23.

De acordo com a diretora do DIT, a cultura da inovação tecnológica ainda enfrenta diversos desafios – não apenas na UFSC, mas no país. Entre eles, os gargalos na relação entre empresas e pesquisadores, o fato de que muitas indústrias ainda preferem comprar tecnologias de outros países e a falta de cultura do uso e depósito de patentes. Além disso, no Brasil a maioria dos pesquisadores trabalha em universidades e institutos, há uma  reduzida conversão de conhecimento científico em inovação tecnológica e uma concentração da produção industrial em produtos de baixo valor  agregado.

Apesar das dificuldades, a diretora lembrou que um marco no país foi a Lei de Inovação. Aprovada em 2004, essa lei é  fundamental na regulação da cooperação entre universidades e empresas, prevendo entre outros aspectos a criação dos Núcleos de Inovação Tecnológica, o uso de laboratórios de institutos de ciência e tecnologia por pequenas e micro empresas e a participação do pesquisador em royalties. O trabalho com o setor produtivo também é beneficiado com a Lei do Bem, de 2005, que consolidou os incentivos fiscais para pessoa jurídica que tem pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação.

Ressaltando as competências de cada um dos membros no novo Comitê de Inovação Tecnológica, o reitor da UFSC, professor Alvaro Toubes Prata, defendeu a importância da colaboração dos pesquisadores nas ações relacionadas à inovação e à transferência tecnológica.  “Temos uma herança muito rica e precisamos dar nossa contribuição para melhorar a sociedade e o mundo”.

Mais informações:  www.dit.ufsc.br / / (48) 3721-9628

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Saiba Mais:

Composição do Comitê de Inovação Tecnológica:

Rozângela Curi Pedrosa / Centro de Ciências Biológicas / Diretora do Departamento de Inovação Tecnológica / Presidente
Irineu Afonso Frey / Centro Sócio-Econômico / Docente do Departamento de Inovação Tecnológica / Vice-Presidente
Antônio  Augusto Ulson de Souza / Centro Tecnológico / Docente da área de Processo Químico  / Membro
Arnaldo José Perin / Centro Tecnológico / Docente da área de Engenharia Elétrica  / Membro
José Eduardo De Lucca / Centro Tecnológico / Docente da Área de Informática / Membro
Marcos Wachowski /  Centro de Ciências Jurídicas / Docente da Área Jurídica  / Membro
Mário Steindel / Centro de Ciências Biológicas / Docente da Área de Biotecnologia  / Membro
Silvio Antonio Ferraz  Cario / Centro Sócio-Econômico / Docente da Área de Economia / Membro
Victor Juliano de Negri / Centro Tecnológico / Docente da Área de Engenharia Mecânica  / Membro

Atribuições do Comitê de Inovação:

– Auxiliar na discussão e criação das políticas institucionais de inovação e transferência de tecnologia da UFSC;
– Promover políticas institucionais de inovação e transferência de tecnologia da UFSC;
– Auxiliar na avaliação dos processos de licenciamento de tecnologias da Instituição;
– Auxiliar nos processos envolvendo questões relacionadas a cultivares e ao direito autoral;
– Auxiliar na indicação de consultores ad-hoc para avaliação e redação de patentes;
– Auxiliar na avaliação da patenteabilidade ou não do resultado de uma pesquisa;
– Auxiliar na avaliação da manutenção de um pedido de patente e de uma patente concedida;
– Auxiliar na avaliação das perspectivas de impacto econômico das tecnologias;
– Auxiliar na divulgação dos resultados das pesquisas realizados na Instituição.

Departamento de Inovação Tecnológica em números

Número de processos analisados
2006 – 23
2007 – 51
2008 – 60
2009 – 103
2010 – 177

Número de pareceres emitidos
2006 – 23
2007 – 51
2008 – 81
2009 – 116
2010 – 133

Tipos de Processos Analisados pelo Departamento de Inovação Tecnológica em 2010

[

Tags: Comitê de Inovação Tecnológica

Planetário e Observatório Astronômico recebem comunidade para ver o eclipse da lua

14/06/2011 10:29

Professores e estudantes do Observatório Astronômico, do Planetário e do Grupo de Estudos de Astronomia (GEA) da UFSC recebem a comunidade  nesta quarta-feira, 15 de junho, para observação do eclipse total da lua com telescópios. A partir das 17h30min, o público participa de sessão de planetário digital e palestra sobre o tema. O evento é gratuito.

Grupo de Astrofísica

Há anos a equipe do Grupo de Astrofísica desenvolve o projeto De Olho no Céu de Floripa, recebendo o público ao cair na noite das quartas-feiras. O objetivo é apresentar noções básicas de Astronomia em experiência prática com os telescópios e outros equipamentos do Observatório. Os visitantes podem contemplar planetas, satélites, cometas, estrelas binárias e múltiplas, aglomerados de estrelas, nebulosas e mesmo galáxias vizinhas.

Nas terças-feiras à noite, o Observatório atende escolas, em atividades conjuntas com o Planetário. Há também atividades diárias para olhar o Sol, entre 9h e 11h, em um telescópio equipado com filtro de proteção solar.

Mais informações: www.astro.ufsc.br / astro@astro.ufsc.br / (48) 3721 6836, ramal 4422 e com as equipes do Planetário e GEA: 3721-9241  ou 3721-4133.

Tags: eclipse da luaGrupo de Estudos de Astronomia (GEA)Observatório Astronômicoplanetário

HU necessita sangue O negativo

14/06/2011 09:03

O Hospital Universitário da UFSC comunica a necessidade de  doadores de sangue tipo “O” Negativo. O estoque do Serviço de Hemoterapia está baixíssimo e o HU possui diversos pacientes internados necessitando transfusão.

Orientações para doadores de sangue
Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue. Antes da doação você vai passar por uma entrevista de triagem clínica, na qual podem ser detectadas algumas condições adicionais que possam impedir sua doação.

O doador deve…
– trazer documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
– estar bem de saúde;  ter entre 18 e 65 anos;   pesar mais de 50 Kg;
não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação.

Impedimentos temporários
– Febre, Gripe ou resfriado
– Gravidez, Puerpério: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias
– Uso de alguns medicamentos
– Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis

Prazos de impedimentos
– Extração dentária: 72 horas
– Ingestão de bebida alcoólica 24h antes  da doação
– Transfusão de sangue: 1 ano
– Tatuagem e piercing: 1 ano
Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina

Impedimentos definitivos
Hepatite após os 10 anos de idade
– Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas
– Uso de drogas ilícitas injetáveis
– Malária

Intervalos para doação
– Homens: 60 dias (até 4 doações por ano)
– Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano)

Cuidados pós-doação
– Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas
– Aumentar a ingestão de líquidos
– Não fumar por cerca de 2 horas
– Evitar bebidas alcóolicas por 12 horas
– Manter o curativo no local da punção por pelo menos de 4 horas
– Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho

Doe sangue com responsabilidade
Você sabe o que é
janela imunológica? É o período entre a contaminação da pessoa por um determinado agente infeccioso (HIV, hepatite…) e a sua detecção nos exames laboratoriais. No período da janela imunológica, os exames são negativos, mas mesmo assim o sangue doado é capaz de transmitir o agente infeccioso aos pacientes que o receberem. A sinceridade ao responder as perguntas do questionário que antecede a doação é importante para evitar a transmissão de doenças aos pacientes. Nunca doe sangue se você quiser apenas fazer um exame para Aids. Neste caso, procure um Centro de Testagem Anônima e gratuita.

Em caso de dúvidas, entrar em contato com o Serviço de Hemoterapia do HU pelos telefones:   (48) 3721-9114 manhã / 3721-9859  tarde.

Local e horário para doação:
Unidade de Coleta de Doadores de Sangue do HU – UFSC
Ed. Voluntária Dona Cora – Prédio da AAHU- Trindade – Florianópolis  (SC)
Horário: segunda a sexta-feira, 7h30min às 12h
Tags: HU

Conselho Universitário tem sessão extraordinária nesta terça

14/06/2011 07:59

O Conselho Universitário (CUn) da UFSC terá reunião extraordinária nesta terça, 14/06, às 8h30min. Na ordem do dia,  aprovação da manifestação da UFSC referente à Medida Provisória 520, que cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A. (Ebserh), entre outros assuntos (veja abaixo). Os conselheiros também devem receber dos servidores técnico-administrativos a solicitação de posicionamento oficial da UFSC sobre a paralisação.

A reunião acontece na sala Professor Ayrton Roberto de Oliveira e pode ser acompanhada ao vivo pela internet. Mais infomações: www.conselhos.ufsc.br, ou (48) 3721-9522/3721-4916/3721-9661.

Pauta:

1. Apreciação e aprovação das atas das sessões especial e ordinária realizadas em 31 de maio de 2011.

2. Aprovação da manifestação da UFSC referente à Medida Provisória 520, de 31 de dezembro de 2010, que cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A. – EBSERH.
Apresentação: Francine Lima Gelbcke e Rafael Albuquerque Poddixi

3. Processo 23080.036831/2010-52
Requerente: PREG

Assunto: Reedição da Resolução Normativa no 06/CUn/2010, de 26 de outubro de 2010, que estabelece as normas para o ingresso na carreira do magistério superior na Universidade Federal de Santa Catarina.

Relator: Conselheira Sônia Gonçalves Carobrez

4. Processo n.o 23080.017871/2011-86

Requerente: FEPESE

Assunto: Apresentação do relatório de atividades e solicitação de recredenciamento da Fundação de Estudos e Pesquisas Sócio-econômicos (FEPESE), junto ao Ministério da Educação (MEC).

Apresentação do Relatório: Prof. Guilherme Júlio da Silva – Presidente da FEPESE

Relator: Conselheiro Felício Wessling Margotti

Posição: Concedido Vistas ao Conselheiro Patric Koteski Victoria

5. Processo n.o 23080.020230/2011-17

Requerente: FAPEU

Assunto: Apresentação do relatório de atividades e solicitação de recredenciamento da Fundação de Amparo a Pesquisa e a Extensão Universitária (FAPEU), junto ao Ministério da Educação (MEC).

Apresentação do Relatório: Prof. Pedro da Costa Araújo – Superintendente da FAPEU

Relator: Conselheiro Ricardo José Araújo de Oliveira

6. Apresentação da Minuta de Resolução que dispõe sobre Estágios.

Apresentação: Diretora do Departamento de Integração Acadêmica e ProfissionalProfª. Sandra Regina Salvador Ferreira

7. Informes Gerais

Tags: conselho universitário

Grupos de teatro do FITAFloripa se apresentam no palco do Projeto 12:30

14/06/2011 07:55

Na terça-feira, 14/06, o espetáculo é Mira: extraordinárias diferenças, suits igualdades, do grupo De Pernas Pro Ar, do Rio Grande do Sul

O Projeto 12:30 recebe apresentações de teatro do FITAFloripa nos dias 14 e 15/06, às 12h30min, na Concha Acústica. Os espetáculos são gratuitos e abertos à comunidade. Na terça-feira, 14/06, o espetáculo é Mira: extraordinárias diferenças, suits igualdades, do grupo De Pernas Pro Ar, do Rio Grande do Sul. Na quarta é será apresentado El Circo del Aguante, do Grupo A – garrapattta, da Colômbia.

O 5º Festival Internacional de Teatro de Animações de Florianópolis (FITAFloripa) reúne grupos de teatro nacionais e internacionais de 12 a 19 de junho. Neste ano, o número de cidades que recebem o evento aumentou. Além da Capital, o Festival, que é um dos mais importantes do gênero no País, acontece em outras seis cidades catarinenses: Criciúma, Lages, Itajaí, Joinville, Blumenau e Chapecó.

As apresentações são realizadas em diversos teatros e espaços públicos de Florianópolis, como o Centro de Cultura e Eventos e Concha Acústica da UFSC, Museu Cruz e Sousa, Teatro do SESC, TAC, Casa das Máquinas na Lagoa, Hospital Infantil, APAE de Florianópolis, Orionópolis e a Casa de Repouso Irmão Joaquim.

O 5º FITAFloripa tem apresentações de companhias do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina, além de grupos da Finlândia, Peru, Colômbia e Itália.

São oito dias de espetáculos com 19 peças e mais de 50 apresentações em espaços teatrais e alternativos, sem contar com a mesa de conversas, as oficinas e a possibilidade de convivência com atores, diretores e companhias teatrais que circulam entre os espectadores.

O FitaFloripa é realizado em parceria com a Fazendo Fita Companhia Artística, Curso de Artes Cênicas/DALI/CCE/UFSC (Sassá Moretti/coordenação geral), Departamento Artístico Cultural (DAC), ligado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC – SeCArte (Zélia Sabino- coordenação executiva) e SESC/SC, parceiro na itinerância do festival pelas cidades do interior do Estado.

Para saber mais informações sobre o FITA, acesse www.fitafloripa.com.br

Espetáculo de terça-feira dia 14/06 – MIRA: Extraordinárias diferenças, suits igualdades

MIRA, um mundo onde abundam estranhas formas de vida com capacidade de mostrar a realidade de forma simplificada e simbólica: a partir de brincadeiras infantis desencadeia relações e reações corriqueiras sem complexidade. Os bonecos sugerem o desprendimento da aparência real, mergulhando num processo de liberação. É uma metáfora à identidade humana, composta pela sutileza de contrastes de cada personagem, traz cor, luz, esperança e poesia.
Grupo: De Pernas Pro Ar (Rio Grande do Sul)
Duração: 60 minutos
Faixa etária: Livre

Ficha técnica:

Atores Bonequeiros: Diego Kurtz, Lenon Kurtz, Raquel Durigon, Txai D. Wieser, Vitor Brasil
Contra Regragem: Denissom Gargione, Tayhú D. Wieser (aprendiz)
Construção dos Bonecos e Direção de Manipulação: Raquel Durigon
Música e Operação de Som: Luciano Wieser
Mecanismo de Manipulação: Luciano Wieser
Direção: Raquel Durigon e Luciano Wieser
Produção e Realização: Grupo de teatro de Pernas Pro Ar

SERVIÇO 1:

O QUÊ: Apresentação da peça MIRA do grupo de teatro De Pernas Pro Ar do 5º FITAFloripa na Concha Acústica.

ONDE: Concha Acústica da UFSC, Praça da Cidadania, Campus Universitário, Florianópolis-SC.

QUANDO: Dia 14 de junho de 2011, às 12h30.

QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.

CONTATO: fitafloripa@hotmail.com, Assessoria de imprensa do FITA: Manoela Machado Pinheiro: (48) 9989-5440 / (48) 7811-6241/ ID 86*249359/ manupinheiro44@hotmail.com / Skype: manu-pinheiro ou Adalgisa Frantz: (48) 9105-0191/ gisafrantz@hotmail.com

Veja mais em: www.fitafloripa.com.br

Espetáculo de quarta-feira dia 15/06 – El Circo del Aguante

Na quarta: em El Circo, um palhaço de circo recorda com nostálgica alegria os melhores momentos vividos no circo

Um palhaço de circo recorda com nostálgica alegria os melhores momentos vividos no circo. Com a ajuda de seu neto, anima com títeres seus números favoritos para o público, os quais retira de sua memória. Será uma viagem pelas diferentes emoções e sentimentos que produzidos pelo circo e um palhaço que quer encontrar-se novamente com seu público através de suas recordações. No final, seu neto receberá felizmente o legado de seu avô.

Grupo: A – garrapattta (Colômbia)
Duração: 60 minutos
Faixa etária: LIVRE (a partir de 02 anos)
Técnica: manipulação de bonecos e atuação
Ficha técnica:

Atores manipuladores: Edgar Cárdenas e Henry Lopez
Técnico: Camilo Cárdenas
Direção Geral: Edgar Cárdenas

SERVIÇO 2:

O QUÊ: Apresentação da peça El Circo del Aguante do grupo colombiano A – garrapattta do 5º FITAFloripa na Concha Acústica.

ONDE: Concha Acústica da UFSC, Praça da Cidadania, Campus Universitário, Florianópolis-SC.

QUANDO: Dia 15 de junho de 2011, às 12h30.

QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.

CONTATO: fitafloripa@hotmail.com, Assessoria de imprensa do FITA: Manoela Machado Pinheiro: (48) 9989-5440 / (48) 7811-6241/ ID 86*249359/ manupinheiro44@hotmail.com / Skype: manu-pinheiro ou Adalgisa Frantz: (48) 9105-0191/ gisafrantz@hotmail.com

Veja mais em: www.fitafloripa.com.br

Sobre o Projeto 12:30

O projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural de música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

Fonte: Kadu Reis – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30, DAC: SeCArte: UFSC, com informações e fotos da Produção e da Assessoria do 5º FITAFloripa.

Tags: FITAFloripaProjeto 12:30

Pesquisa busca produção sustentável de carvão vegetal

14/06/2011 07:39

Trabalho associa o objetivo de conservação das florestas nativas e a melhoria da qualidade de vida dos agricultores

Você sabe de onde vem, quem produz ou como é produzido o carvão usado no seu churrasco? Na Grande Florianópolis, poucas pessoas sabem que enquanto desfrutam essa que é uma das principais atividades de lazer no final de semana, agricultores trabalham em um sistema de produção de carvão que provoca baixa qualidade vida. Em função da legislação ambiental, que impede o corte das chamadas florestas secundárias (aquelas que surgem em processo de regeneração da vegetação), a atividade de produção de carvão é clandestina e gera multas por produção ilegal da matéria-prima ou carbonização da madeira. Os agricultores enfrentam também doenças provocadas pelo uso de fornos insalubres e manuseio da lenha, além de baixa autoestima e constante temor de serem flagrados por agências ambientais.

Em um trabalho conjunto com pequenos agricultores, pesquisadores da UFSC e da Epagri buscam formas de melhorar essa situação. “A alteração desse quadro representa uma necessidade social, ambiental e econômica”, defende o professor Alfredo Celso Fantini, coordenador do projeto Nosso Carvão. A proposta foi aprovada em edital do Ministério de Ciência e Tecnologia em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento Agrário. O objetivo é desenvolver e validar tecnologias apropriadas ao contexto da agricultura familiar para a produção sustentável de carvão vegetal na Grande Florianópolis. Traz também associado o objetivo de conservação das florestas nativas e a melhoria da qualidade de vida dos agricultores.

“A produção de carvão vegetal é uma das atividades agrícolas mais importantes em Santa Catarina, embora esse fato não seja reconhecido nas estatísticas oficiais. Não sendo reconhecido como importante, esse trabalho também não tem merecido atenção das instituições públicas de pesquisa e de extensão e das agências ambientais”, alerta Fantini, pesquisador do Núcleo de Estudos em Monitoramento e Avaliação Ambiental, do Núcleo de Estudos em Agrobiodiversidade e do Núcleo de Pesquisa em Florestas Tropicais, grupos de pesquisa ligados ao Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UFSC.

Conhecimento do uso da terra

No sistema tradicional utilizado pelos agricultores, conhecido como roça-de-toco, a floresta derrubada, usada para produção do carvão, dá lugar à lavoura de mandioca, feijão, milho e batata doce por três ou quatro anos. Depois a terra é deixada em repouso e a floresta volta a se regenerar, por um período de 10 a 15 anos. Para aproveitar o potencial da atividade e o conhecimento tradicional sobre a floresta, o projeto Nosso Carvão está sendo desenvolvido em várias frentes de trabalho, com a finalidade de aprimorar esse sistema utilizado pelos agricultores por meio da incorporação de conhecimentos científicos da ecologia dos ecossistemas naturais. A meta é estimular a adoção de inovações tecnológicas apropriadas para a agricultura familiar, colaborando com a melhoria da atividade desde a produção sustentável da madeira que é usada para fazer o carvão até a comercialização desse produto.

Na primeira etapa do projeto os pesquisadores buscam compreende o conhecimento do uso da terra por parte dos agricultores. Estão sendo mapeadas 45 estabelecimentos rurais, com identificação das atuais APPs (áreas de preservação permanente definidas pela legislação ambiental e onde a intervenção humana é bastante restrita, limitando-se ao manejo florestal para a produção de frutas, folhas e sementes) e áreas de reserva legal (porcentagem da propriedade agrícola em que a cobertura florestal deve conservada).
Estão também sendo realizados inventários em 15 propriedades (para conhecimento das espécies vegetais), entrevistas e oficinas com as famílias de agricultores. Além disso, serão elaborados mapas com as necessidades de recuperação para cada propriedade.

A partir destes estudos serão implantados 10 projetos pilotos de Sistemas Agroflorestais, em que o cultivo de árvores, espécies agrícolas e a criação de animais são feitos de maneira simultânea ou ao longo do tempo. Em oficinas, os pesquisadores pretendem conhecer com profundidade o manejo tradicional e aprimorar com os agricultores um plano de manejo sustentável da terra.

“Esses momentos de contato com os agricultores serão oportunidades para a construção participativa de novos sistemas de produção de matéria-prima, baseados naquilo que chamamos de sistemas sucessionais. O desenho desses processos, com a escolha das espécies, por exemplo, está sendo feito em conjunto com os agricultores”, explica Fantini.

A inovação tecnológica do processo de carbonização também é importante componente do projeto. O professor Fantini lembra que no sistema tradicional é usado o forno tipo iglu, que requer a entrada do trabalhador para retirada manual do carvão. A exposição dos agricultores aos gases tóxicos originados da combustão da madeira, como o monóxido de carbono e o metano, e às altas temperaturas, gera sérios problemas de saúde.

O projeto prevê a instalação de dois fornos modernos, adaptados a partir de modelo desenvolvido pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Esse forno otimiza a produção, reduz as emissões de gases poluentes e melhora as condições de salubridade no trabalho. Em parceria com as famílias, serão feitas comparações entre o desempenho do novo forno e dos tradicionais.

O projeto prevê ainda o estudo da cadeia de comercialização de carvão vegetal na Grande Florianópolis, que tem como objetivo a elaboração de uma proposta de certificação da produção agroecológica do carvão.

Produção do carvão é parte de um sistema de uso terra

No projeto aprovado pelos ministérios da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento Agrário, a equipe de pesquisadores da UFSC e da Epagri mostra que no município de Biguaçu a produção de carvão não é uma atividade agrícola isolada. É um sistema de uso da terra, aperfeiçoado ao longo de décadas. No entanto, uma combinação de fatores, incluindo restrições legais à produção, falta de assistência aos produtores e falta de visão sistêmica estão resultando no abandono da atividade e na substituição das florestas nativas por plantações de eucaliptos.

“Nos fóruns onde a produção de carvão na região da Grande Florianópolis tem sido discutida, a solução quase que invariavelmente apresentada é o cultivo de espécies exóticas, principalmente eucaliptos, para suprir a demanda de madeira para carbonização. Essa proposta, que parece razoável à primeira vista, deveria ser avaliada à luz do contexto em que a atividade se insere, que é muito mais abrangente do que a simples produção de matéria-prima para transformação em carvão”, argumenta o professor Alfredo Celso Fantini.

Segundo ele, diante da dificuldade em adequar o manejo da floresta à legislação ambiental e do receio de serem multados por prática irregular no manejo que fazem, muitos agricultores estão substituindo o sistema de roça-de-toco por monoculturas de eucalipto, cujo corte não tem restrições legais. Nesse processo de substituição, espécies nativas da Mata Atlântica importantes na roça-de-toco vão se perdendo, como a bracatinga. Além disso, no sistema tradicional de manejo a floresta se regenera naturalmente, não há custo de plantio das árvores, o que para os agricultores familiares é um aspecto importante.

“O resultado mais visível desse processo de conversão da roça-de-toco para a plantação de eucaliptos é a transformação da paisagem. Mas também vão se perdendo traços da cultura local e o conhecimento sobre os ecossistemas e seus produtos”, ressalta o professor. Ele lembra que o processo de uso da floresta adotado pelos agricultores da região já teve como objetivo a produção de lenha para os engenhos de farinha e de açúcar. Depois, a lenha passou a ser usada para produzir carvão, um produto com mercado garantido. Nos últimos anos, entretanto, a legislação florestal tornou-se muito restritiva para o manejo da floresta. Ao atingir o “ponto de corte para lenha”, por exemplo, a vegetação secundária já apresenta características que a enquadram no estágio sucessional médio ou avançado de regeneração, em que o corte não é mais permitido.

Na prática, essa restrição impede o agricultor de realizar o ciclo da roça-de-toco e, portanto, de produzir carvão com essa lenha. “Mais importante ainda, impede a continuidade  do processo da produção de conhecimento associado ao sistema uso tradicional da terra”, complementa o professor.

O sistema de produção do carvão em Biguaçu está relacionado a um grande repertório dos agricultores, acumulado e passado através das gerações, e que corre o risco de ser perdido. Em suas falas, os agricultores revelam conhecimentos específicos sobre espécies de crescimento rápido, sobre aquelas que melhoram a capacidade produtiva dos solos, com qualidades para a carbonização, construção civil e de artefatos, para alimentação, entre outros usos. E estes diferentes tipos de vegetação favorecem a manutenção da biodiversidade, permitem usos múltiplos da floresta, inclusive dos serviços ambientais pouco valorizados pela sociedade, como a produção de água e o valor estético da paisagem – serviços prestados pelos agricultores que não são remunerados.

“Nossa expectativa é de que num futuro não muito distante esses produtos não consumíveis da floresta virão a ser finalmente reconhecidos como importantes e devidamente remunerados, e os agricultores recompensados pela sua escolha”, criticam os integrantes da UFSC e da Epagri que desenvolvem o projeto.  “Criminalizar o uso da floresta para produção do carvão, caracterizando-o simplesmente como desmatamento, é pura falta de conhecimento da história da relação dos agricultores com o seu meio”, complementa a equipe, lembrando que muitas das florestas da região são resultados do trabalho dos agricultores.

De acordo com o professor, um projeto dessa natureza, envolvendo uma atividade clandestina e agricultores temerosos, teve de ultrapassar muitos obstáculos para conseguir avançar. O contato com agricultores sempre foi feito com muita cautela e avalizado por pessoas da comunidade que já conheciam os pesquisadores. Alguns agricultores se mostravam muito receosos em comentar a atividade. Alguns preferiam não receber a equipe de pesquisadores. Passado pouco mais de um ano, alguns desses agricultores já participam ativamente de diversas atividades propostas, recebem pesquisadores e técnicos da Epagri em seus estabelecimentos para apresentar sua forma de manejar a floresta. “Foi estabelecida uma relação de parceria. Percebe-se que a auto-estima dessas pessoas vem melhorando e novas demandas vêm surgindo com o andamento dos trabalhos, assim como novos agricultores vêm se aproximando do grupo”, comemora Fantini.

O que UFSC e Epagri estão fazendo:

Para conhecer os usos da terra:
– Mapeando 45 estabelecimentos rurais e o uso da terra na área;
– Identificando as atuais áreas de preservação permanente (APP) e de reserva legal (RL);
– Identificando as áreas que deveriam ser destinadas à preservação permanente e à reserva legal e comparando à situação atual;
– Elaborando mapas de demanda de recuperação de APPs

Para resgatar o conhecimento local:
– Entrevistas com 45 famílias agricultoras;
– Observação  nos estabelecimentos rurais dessas famílias;
– Oficinas sobre o tema com as famílias agricultoras;
– Inventário florestal em cinco estabelecimentos rurais em diferentes comunidades.

Para desenvolver plano de manejo sustentável de forma participativa:
– Estão sendo realizadas oficinas sobre o tema com os agricultores;
– Serão elaborados mapa de reordenamento da paisagem dos estabelecimentos rurais com base na legislação ambiental;
– Serão implantados e monitorados 10 projetos pilotos de Sistemas Agroflorestais em parceria com as famílias agricultoras.

Para humanizar processo de carbonização da madeira:

– Instalação de forno moderno (do tipo desenvolvido pela Universidade Federal de Viçosa) em duas propriedades de agricultores familiares produtores de carvão;
– Comparar, sob a perspectiva dos carvoeiros, o desempenho do novo forno com o atualmente utilizado;- Realizar dias de campo para discutir a performance dos novos fornos.

Melhorar a cadeia de comercialização do produto
– Pesquisar a cadeia de comercialização de carvão vegetal na região da Grande Florianópolis;
– Elaborar proposta de certificação da cadeia de produção agroecológica da produção de carvão.

Para Divulgar os resultados
– Publicar manual sobre produção sustentável de matéria-prima em sistema agroflorestal para produção de carvão;
– Publicar material informativo sobre a cadeia de produção agroecológica de carvão vegetal;
– Publicar artigos científicos sobre os resultados do projeto em periódicos especializados.

Mais informações: afantini@cca.ufsc.br / (48) 3721-5320

Por Ana Luísa Funchal (Bolsista de Jornalismo na Agecom) e Arley Reis (Jornalista da Agecom)

Tags: carvão

UFSC fortalece Núcleo de Estudos da Terceira Idade com comitê assessor

13/06/2011 16:47

O Núcleo de Estudos da Terceira Idade (Neti), que funciona desde 1982 na Universidade Federal de Santa Catarina, formaliza nesta segunda-feira, 13 de junho, às 17h, a posse de sua nova coordenadora e a implantação de um comitê assessor. Doutora em Enfermagem pela UFSC, enfermeira do Hospital Universitário, onde auxiliou o desenvolvimento do Programa de Acompanhante Hospitalar para Pacientes Geriátricos, além de segunda vice-presidente da Sociedade Brasileira de Gerontologia, a enfermeira Jordelina Schier assume a coordenação do Neti.

Pela primeira vez o Núcleo, órgão ligado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão da UFSC, contará com um comitê assessor para auxiliar no desenvolvimento de seu projeto pedagógico. A professora Ângela Maria Alvarez, doutora em Filosofia da Enfermagem pela UFSC, ex-presidente da Associação Brasileira de Enfermagem (Seção Santa Catarina) e ex-vice-presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (Regional Santa Catarina), desde 2005coordenadora do Neti, permanece colaborando com a iniciativa como integrante do comitê assessor. O novo órgão também será oficializado na segunda-feira.

Neste semestre o Neti está com quase 40 turmas em funcionamento e mais de 700 vagas ocupadas por pessoas com 50 anos ou mais anos. Uma de suas ações é o Curso de Formação de Monitores da Ação Gerontológica, que qualifica idosos para atuarem como voluntários nas comunidades da Grande Florianópolis. Desde 1991, mais de 800 alunos se capacitaram para multiplicar os conhecimentos no campo da gerontologia em creches, asilos, projetos sociais mantidos pelo Estado e prefeituras.

Mais informações: www.neti.ufsc.br / neti@neti.ufsc.br  / 3721-9445

Saiba Mais:

Composição do Comitê Assessor do NETI:

– Jordelina Schier / Coordenadora do NETI;
–  Maria Hermínia Lage Fernandes Laffin/  Departamento Estudos Especializados em Educação/Centro de Educação
– Vera Regina de Aquino Vieira / Departamento Literatura e Línguas Estrangeiras/Centro de Comunicação e Expressão
– Leilane Mendonça Z. Rosa/ Departamento de Direito/Centro de Ciências Jurídicas
–  Angela Maria Alvarez /Departamento de Enfermagem/Centro de Ciências da Saúde
–  Emiliana Maria Simas Cardoso da Silva / Professora NETI aposentada da UFSC;
–  Mônica Joesting Siedler /Professora NETI/ Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese)
– Maria Cecília Antonia Godstfriedt – Professora NETI/ Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese)
– Eddy Frantov – Representante do Centro Estudantil do NETI

Objetivos do Núcleo de Estudos da Terceira Idade:

– Ampliar e sistematizar o conhecimento da gerontologia;
– Formar recursos humanos nos diversos níveis;
– Manter atividades interdisciplinares de ensino, pesquisa e extensão;
– Divulgar e desenvolver ações institucionais e interinstitucionais;
– Assessorar entidades na organização de programas de valorização do idoso;
– Oferecer subsídios para uma política de resgate do papel do idoso na sociedade brasileira.
– Realizar treinamentos, palestras e consultorias na área gerontológica.

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Tags: NETI

Colégio de Aplicação recebe inscrições para concurso até 16 de setembro

13/06/2011 16:43

Estão prorrogadas até o dia 16 de setembro as inscrições para a escolha de uma imagem tridimensional simbolizando a identidade do Colégio de Aplicação. O concurso de um objeto estético comemora o aniversário de 50 anos da escola.

O concurso é aberto à comunidade e cada autor ou grupo de autores poderá enviar uma única proposta. Os projetos devem ser entregues no Espaço Estético do CA/UFSC. Os três projetos vencedores serão construídos em escala 1:100 e expostos no espaço público da escola, constituindo-se em acervo permanente do Colégio de Aplicação.

Leia o edital

Novo cronograma:

– Entrega de Projeto: 16/09
– Julgamento da comissão avaliadora: 20/09
– Divulgação do resultado: 04/11

Informações pelo telefone (48) 3721-9691 (Fabíola ou Helena) ou pelo e-mail fabiola@ca.ufsc.br

Tags: Colégio de Aplicação

Hospital Universitário necessita de doadores O negativo

13/06/2011 16:20

O Hospital Universitário da UFSC comunica a necessidade de  doadores de sangue tipo “O” Negativo. O estoque do Serviço de Hemoterapia está baixíssimo e o HU possui diversos pacientes internados necessitando transfusão.

Orientações para doadores de sangue
Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue. Antes da doação você vai passar por uma entrevista de triagem clínica, na qual podem ser detectadas algumas condições adicionais que possam impedir sua doação.

O doador deve…
– trazer documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
– estar bem de saúde;  ter entre 18 e 65 anos;   pesar mais de 50 Kg;
não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação.

Impedimentos temporários
– Febre, Gripe ou resfriado
– Gravidez, Puerpério: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias
– Uso de alguns medicamentos
– Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis

Prazos de impedimentos
– Extração dentária: 72 horas
– Ingestão de bebida alcoólica 24h antes  da doação
– Transfusão de sangue: 1 ano
– Tatuagem e piercing: 1 ano
Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina

Impedimentos definitivos
Hepatite após os 10 anos de idade
– Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas
– Uso de drogas ilícitas injetáveis
– Malária

Intervalos para doação
– Homens: 60 dias (até 4 doações por ano)
– Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano)

Cuidados pós-doação
– Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas
– Aumentar a ingestão de líquidos
– Não fumar por cerca de 2 horas
– Evitar bebidas alcóolicas por 12 horas
– Manter o curativo no local da punção por pelo menos de 4 horas
– Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho

Doe sangue com responsabilidade
Você sabe o que é
janela imunológica? É o período entre a contaminação da pessoa por um determinado agente infeccioso (HIV, hepatite…) e a sua detecção nos exames laboratoriais. No período da janela imunológica, os exames são negativos, mas mesmo assim o sangue doado é capaz de transmitir o agente infeccioso aos pacientes que o receberem. A sinceridade ao responder as perguntas do questionário que antecede a doação é importante para evitar a transmissão de doenças aos pacientes. Nunca doe sangue se você quiser apenas fazer um exame para Aids. Neste caso, procure um Centro de Testagem Anônima e gratuita.

Em caso de dúvidas, entrar em contato com o Serviço de Hemoterapia do HU pelos telefones:   (48) 3721-9114 manhã / 3721-9859  tarde.

Local e horário para doação:
Unidade de Coleta de Doadores de Sangue do HU – UFSC
Ed. Voluntária Dona Cora – Prédio da AAHU- Trindade – Florianópolis  (SC)
Horário: segunda a sexta-feira, 7h30min às 12h
Tags: doação de sangueHU

Conselho Universitário tem sessão extraordinária nesta terça

10/06/2011 17:10

O Conselho Universitário (CUn) da UFSC terá reunião extraordinária nesta terça, 14/06, às 8h30. Na ordem do dia,  aprovação da manifestação da UFSC referente à Medida Provisória 520, que cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A. (Ebserh) e deliberação de posicionamento oficial da instituição sobre a paralisação dos servidores técnico-administrativos.

A reunião acontece na sala Professor Ayrton Roberto de Oliveira e pode ser acompanhada ao vivo pela internet. Mais infomações: www.conselhos.ufsc.br, Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher. ou (48) 3721-9522/3721-4916/3721-9661.

UFSC fortalece Núcleo de Estudos da Terceira Idade com comitê assessor

10/06/2011 16:31

Neste semestre o Neti está com quase 40 turmas em funcionamento e mais de 700 vagas ocupadas por pessoas com 50 anos ou mais anos

O Núcleo de Estudos da Terceira Idade (Neti), que funciona desde 1982 na Universidade Federal de Santa Catarina, formaliza na segunda-feira, 13 de junho, às 17h, a posse de sua nova coordenadora e a implantação de um comitê assessor. Doutora em Enfermagem pela UFSC, enfermeira do Hospital Universitário, onde auxiliou o desenvolvimento do Programa de Acompanhante Hospitalar para Pacientes Geriátricos, além de segunda vice-presidente da Sociedade Brasileira de Gerontologia, a enfermeira Jordelina Schier assume a coordenação do Neti.

Pela primeira vez o Núcleo, órgão ligado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão da UFSC, contará com um comitê assessor para auxiliar no desenvolvimento de seu projeto pedagógico. A professora Ângela Maria Alvarez, doutora em Filosofia da Enfermagem pela UFSC, ex-presidente da Associação Brasileira de Enfermagem (Seção Santa Catarina) e ex-vice-presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (Regional Santa Catarina), desde 2005coordenadora do Neti, permanece colaborando com a iniciativa como integrante do comitê assessor. O novo órgão também será oficializado na segunda-feira.

Neste semestre o Neti está com quase 40 turmas em funcionamento e mais de 700 vagas ocupadas por pessoas com 50 anos ou mais anos. Uma de suas ações é o Curso de Formação de Monitores da Ação Gerontológica, que qualifica idosos para atuarem como voluntários nas comunidades da Grande Florianópolis. Desde 1991, mais de 800 alunos se capacitaram para multiplicar os conhecimentos no campo da gerontologia em creches, asilos, projetos sociais mantidos pelo Estado e prefeituras.

Mais informações: www.neti.ufsc.br / neti@neti.ufsc.br  / 3721-9445

Saiba Mais:

Composição do Comitê Assessor do NETI:

– Jordelina Schier / Coordenadora do NETI;
–  Maria Hermínia Lage Fernandes Laffin/  Departamento Estudos Especializados em Educação/Centro de Educação
– Vera Regina de Aquino Vieira / Departamento Literatura e Línguas Estrangeiras/Centro de Comunicação e Expressão
– Leilane Mendonça Z. Rosa/ Departamento de Direito/Centro de Ciências Jurídicas
–  Angela Maria Alvarez /Departamento de Enfermagem/Centro de Ciências da Saúde
–  Emiliana Maria Simas Cardoso da Silva / Professora NETI aposentada da UFSC;
–  Mônica Joesting Siedler /Professora NETI/ Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese)
– Maria Cecília Antonia Godstfriedt – Professora NETI/ Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese)
– Eddy Frantov – Representante do Centro Estudantil do NETI

Objetivos do Núcleo de Estudos da Terceira Idade:

– Ampliar e sistematizar o conhecimento da gerontologia;
– Formar recursos humanos nos diversos níveis;
– Manter atividades interdisciplinares de ensino, pesquisa e extensão;
– Divulgar e desenvolver ações institucionais e interinstitucionais;
– Assessorar entidades na organização de programas de valorização do idoso;
– Oferecer subsídios para uma política de resgate do papel do idoso na sociedade brasileira.
– Realizar treinamentos, palestras e consultorias na área gerontológica.

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Reitoria e Comando Local dialogam sobre a greve

10/06/2011 15:43

O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Alvaro Toubes Prata, conversa nesta segunda, 13/06, com os trabalhadores técnico-administrativos em greve desde o dia 6. A audiência foi solicitada, por escrito, pelo Comando Local de Greve, já informado sobre a disposição da Reitoria.

O movimento grevista, que atinge 27 universidades, foi deflagrado por orientação da Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra). A pauta inclui, entre outras reivindicações, reajuste salarial, piso de três mínimos, racionalização dos cargos e abertura de concursos públicos.

Na UFSC, além da adesão parcial de vários setores, a greve paralisou o Restaurante Universitário (RU) e fechou as portas da Biblioteca Universitária (BU). A Administração Central está viabilizando uma alternativa de alimentação para os estudantes cadastrados como vulneráveis em termos socioeconômicos.

Todos os dias a Administração está avaliando e acompanhando os desdobramentos do movimento paredista. A postura da Reitoria, segundo o chefe do Gabinete, José Carlos Petrus, é de diálogo e de respeito à autonomia da categoria, considerando as reivindicações justas. “Vamos manter aberto o canal de comunicação”, sublinhou.

Em nível nacional, a Fasubra e a Andifes se esforçam para abrir as negociações com o Governo Federal.

Mais informações: 3721-9220 ou 3721-9614 / www.sintufsc.ufsc.br /  www.fasubra.org.br

Palestra “Chile, um Polo Mundial da Astronomia”

10/06/2011 10:18

O Grupo de Estudos de Astronomia do Planetário da UFSC promove nesta sexta-feira, dia 10, às 21h, a palestra “Chile, um Polo  Mundial da Astronomia”, com Edna Maria Esteves da Silva, no Anfiteatro do Planetário, Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Campus Universitário. Com início às 20h, serão apresentadas as notícias de Astronomia que foram destaques na semana. A entrada é franca.

Mais informações pelos telefones (48) 3721-9241 e 3721-4133, pelo e-mail geraldomattos@hotmail.com ou pelo site http://www.gea.org.br/programacao.html.

Tags: astronomiaEdna Maria Esteves da SilvaGrupo de Estudos de Astronomia (GEA)palestra

Observatório de Ética promove Seminário Brasil-Argentina de Jornalismo Investigativo

09/06/2011 15:05

A UFSC será o ponto de encontro de profissionais e especialistas em jornalismo investigativo. O Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) em conjunto com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PosJor) promovem nos dia 9 e 10 de junho, no Centro de Comunicação e Expressão (CCE), o 1º Seminário Brasil-Argentina de Pesquisa e Investigação em Jornalismo (Bapijor).

http://1bapijor.webnode.com.br

(mais…)

Tags: Seminário Jornalismo InvestigativoUFSC

UFSC sedia XIV ANPEC Sul dias 9 e 10 de junho

09/06/2011 15:01

A Associação Nacional de Pós-Graduação em Economia da Região Sul (ANPEC/Sul) em conjunto com o Programa de Pós-Graduação em Economia da UFSC (PPGE/UFSC) promove entre os dias 9 e 10 de junho, no Centro Sócio-Econômico (CSE), o XIV Encontro de Economia da Região Sul.  O evento é gratuito e aberto a toda comunidade. O encontro será o fórum de discussão entre os cinco cursos de Pós-Graduação em Economia da Região Sul.

Segundo o professor Lauro Mattei, coordenador do evento, o foco é discutir os novos rumos do desenvolvimento econômico do Brasil a partir de uma perspectiva regional.  “O Encontro é o espaço de intercâmbio, conhecimento e socialização entre os vários cursos de especialização em economia da região. É um espaço importante para divulgar os resultados das pesquisas dos cinco cursos de Pós-Graduação da Região Sul” comenta Mattei.

Durante os dois dias haverá a exibição e discussão de três painéis onde será feita uma análise de conjuntura da economia brasileira. A palestra de abertura acontece no auditório da Reitoria, no dia 9, às 19h e será realizada  pelo ex-ministro da Fazenda, Luiz Carlos Bresser Pereira (FGV/SP), que debate macroeconomia e desenvolvimentismo.

No dia 10 acontecem duas palestras no CSE. Uma trata do Desenvolvimento Econômico, das 10h30min às 12h30min, com o professor Márcio Pochmann (IPEA). A outra é sobre Conjuntura Econômica Atual, com os professores Fernando Ferrari (UFRGS), Roberto Meurer (UFSC) e Inácio de Moraes (PUC/RS) e acontece das 14h30min às 16h30min.

Serão apresentados 60 artigos acadêmicos, divididos em cinco áreas temáticas: Metodologia, história e economia política; Desenvolvimento econômico e regional; Macroeconomia, economia internacional, moeda e finanças; Microeconomia, economia industrial, economia agrária e ambiental e Econometria, economia matemática, modelagem quantitativa e suas aplicações.

Atualmente a ANPEC Sul é formada pelos Programas de Pós-Graduação em Economia (PPGE) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e também os programas de pós em economia da UFPR, UFRGS, UFSC e PUC/RS. A Sociedade Brasileira de Econometria (SBE) também apóia a iniciativa.

O PPGE da UFSC iniciou suas atividades em 1995, capacitando profissionais para trabalhar com tanto no setor público como no empresarial. O PPGE já formou 207 mestres. O primeiro encontro da ANPEC foi realizado em Florianópolis.

Mais Informações: http://anpecsul2011.ufsc.br e http://www.cpge.ufsc.br/

Por Darilson Barbosa / Bolsista de Jornalismo na UFSC

Tags: UFSCXIV ANPEC Sul

Biblioteca Central não está funcionando

09/06/2011 14:42

A direção da Biblioteca Universitária informa que a maioria dos servidores aderiu à greve, motivo pelo qual a BU não está funcionando. Alguns serviços administrativos continuam disponíveis como a declaração de nada deve, além dos processos administrativos. As Bibliotecas setoriais ( CED e CCA) e dos Campi continuam funcionando.

Fernando José Spanhol assume cargo na Fundação Universidade do Tocantins

09/06/2011 11:55

Foto: Paulo Noronha / Agecom

Fernando José Spanhol, servidor técnico-administrativo que atuou no Laboratório de Educação a Distância e foi chefe do serviço de expediente do Departamento de Engenharia do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina, acabou de assumir o cargo de vice-reitor da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins), em Palmas. Graduado em Pedagogia pela Unochapecó, ele tem mestrado e doutorado em Mídia e Conhecimento pela UFSC e é diretor da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed).

Fernando Spanhol trabalhou durante 17 anos na UFSC, onde foi também professor de Introdução à Educação a Distância e Organizações Intensivas em Conhecimento, supervisor do Lantec/CED, diretor técnico da TV Floripa e coordenador do pólo da Abed/SC. Também lecionou no curso de Pedagogia da Univali, integrou mais de 20 bancas de defesa de monografia, dissertação e tese e participou em cerca de 40 comissões de avaliação e credenciamento para educação a distância da Sesu, Seed, Inep, Capes/UAB e CEE-SC.

Entre as suas áreas de pesquisa estão Gestão e Legislação de Educação a Distância, Desenho Educacional, Sistemas de Tele/Videoconferência, Tecnologia Educacional, TV digital, Convergência de Mídias, Educação Continuada, Educação de Adultos, Teorias de Aprendizagem e Mídia e Conhecimento. Ele entrou como servidor e depois fez mestrado e doutorado na UFSC, onde teve participação em pesquisas na área da educação a distância, campo no qual a instituição alcançou grande projeção nacional.

Estado com potenciais
Spanhol diz que foi convidado para o cargo porque a Fundação Universidade do Tocantins, que nasceu como autarquia em 1990, estava precisando de um profissional com vivência institucional e capacidade de planejar as ações da instituição. “A Unitins quer ajudar a desenvolver competências para o crescimento do Estado”, afirma. Todos os seus cursos foram criados levando em conta as potencialidades e demandas do Tocantins, que tem cerca de dois milhões de habitantes.

Na graduação, a Unitins oferece, entre outros, os cursos de Tecnólogo em Agronegócios e Tecnólogo em Mineração. Na educação a distância, há mais opções: Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciências Contábeis, Fundamentos Jurídicos, Letras, Matemática, Pedagogia, Serviço Social e Complementação de Estudos. A instituição tem ainda dois mestrados e um doutorado interinstitucional.

Ele conta que o Estado do Tocantins, criado há apenas duas décadas, se destaca na área agrícola e tem um potencial hidrelétrico muito acentuado. Também possui um importante centro de piscicultura da Embrapa e do ponto de vista logístico está na rota do transporte de cargas do centro-oeste para o nordeste, por meio da Ferrovia Norte-Sul e dos rios navegáveis da região. Também a indústria turística se desenvolveu muito depois que a reserva do Jalapão foi descoberta pelos ecoturistas e amantes do turismo de aventura.

Mais informações: (63) 3218-2939 / fernando.s@unitins.br

Paulo Clóvis Schmitz / Jornalista da Agecom

Tags: Educação a Distância

Pesquisa busca produção sustentável de carvão vegetal

09/06/2011 10:27

Trabalho associa o objetivo de conservação das florestas nativas e a melhoria da qualidade de vida dos agricultores

Você sabe de onde vem, quem produz ou como é produzido o carvão usado no seu churrasco? Na Grande Florianópolis, poucas pessoas sabem que enquanto desfrutam essa que é uma das principais atividades de lazer no final de semana, agricultores trabalham em um sistema de produção de carvão que provoca baixa qualidade vida. Em função da legislação ambiental, que impede o corte das chamadas florestas secundárias (aquelas que surgem em processo de regeneração da vegetação), a atividade de produção de carvão é clandestina e gera multas por produção ilegal da matéria-prima ou carbonização da madeira. Os agricultores enfrentam também doenças provocadas pelo uso de fornos insalubres e manuseio da lenha, além de baixa autoestima e constante temor de serem flagrados por agências ambientais.

Em um trabalho conjunto com pequenos agricultores, pesquisadores da UFSC e da Epagri buscam formas de melhorar essa situação. “A alteração desse quadro representa uma necessidade social, ambiental e econômica”, defende o professor Alfredo Celso Fantini, coordenador do projeto Nosso Carvão. A proposta foi aprovada em edital do Ministério de Ciência e Tecnologia em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento Agrário. O objetivo é desenvolver e validar tecnologias apropriadas ao contexto da agricultura familiar para a produção sustentável de carvão vegetal na Grande Florianópolis. Traz também associado o objetivo de conservação das florestas nativas e a melhoria da qualidade de vida dos agricultores.

“A produção de carvão vegetal é uma das atividades agrícolas mais importantes em Santa Catarina, embora esse fato não seja reconhecido nas estatísticas oficiais. Não sendo reconhecido como importante, esse trabalho também não tem merecido atenção das instituições públicas de pesquisa e de extensão e das agências ambientais”, alerta Fantini, pesquisador do Núcleo de Estudos em Monitoramento e Avaliação Ambiental, do Núcleo de Estudos em Agrobiodiversidade e do Núcleo de Pesquisa em Florestas Tropicais, grupos de pesquisa ligados ao Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UFSC.

Conhecimento do uso da terra

No sistema tradicional utilizado pelos agricultores, conhecido como roça-de-toco, a floresta derrubada, usada para produção do carvão, dá lugar à lavoura de mandioca, feijão, milho e batata doce por três ou quatro anos. Depois a terra é deixada em repouso e a floresta volta a se regenerar, por um período de 10 a 15 anos. Para aproveitar o potencial da atividade e o conhecimento tradicional sobre a floresta, o projeto Nosso Carvão está sendo desenvolvido em várias frentes de trabalho, com a finalidade de aprimorar esse sistema utilizado pelos agricultores por meio da incorporação de conhecimentos científicos da ecologia dos ecossistemas naturais. A meta é estimular a adoção de inovações tecnológicas apropriadas para a agricultura familiar, colaborando com a melhoria da atividade desde a produção sustentável da madeira que é usada para fazer o carvão até a comercialização desse produto.

Na primeira etapa do projeto os pesquisadores buscam compreende o conhecimento do uso da terra por parte dos agricultores. Estão sendo mapeadas 45 estabelecimentos rurais, com identificação das atuais APPs (áreas de preservação permanente definidas pela legislação ambiental e onde a intervenção humana é bastante restrita, limitando-se ao manejo florestal para a produção de frutas, folhas e sementes) e áreas de reserva legal (porcentagem da propriedade agrícola em que a cobertura florestal deve conservada).
Estão também sendo realizados inventários em 15 propriedades (para conhecimento das espécies vegetais), entrevistas e oficinas com as famílias de agricultores. Além disso, serão elaborados mapas com as necessidades de recuperação para cada propriedade.

A partir destes estudos serão implantados 10 projetos pilotos de Sistemas Agroflorestais, em que o cultivo de árvores, espécies agrícolas e a criação de animais são feitos de maneira simultânea ou ao longo do tempo. Em oficinas, os pesquisadores pretendem conhecer com profundidade o manejo tradicional e aprimorar com os agricultores um plano de manejo sustentável da terra.

“Esses momentos de contato com os agricultores serão oportunidades para a construção participativa de novos sistemas de produção de matéria-prima, baseados naquilo que chamamos de sistemas sucessionais. O desenho desses processos, com a escolha das espécies, por exemplo, está sendo feito em conjunto com os agricultores”, explica Fantini.

A inovação tecnológica do processo de carbonização também é importante componente do projeto. O professor Fantini lembra que no sistema tradicional é usado o forno tipo iglu, que requer a entrada do trabalhador para retirada manual do carvão. A exposição dos agricultores aos gases tóxicos originados da combustão da madeira, como o monóxido de carbono e o metano, e às altas temperaturas, gera sérios problemas de saúde.

O projeto prevê a instalação de dois fornos modernos, adaptados a partir de modelo desenvolvido pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Esse forno otimiza a produção, reduz as emissões de gases poluentes e melhora as condições de salubridade no trabalho. Em parceria com as famílias, serão feitas comparações entre o desempenho do novo forno e dos tradicionais.

O projeto prevê ainda o estudo da cadeia de comercialização de carvão vegetal na Grande Florianópolis, que tem como objetivo a elaboração de uma proposta de certificação da produção agroecológica do carvão.

Produção do carvão é parte de um sistema de uso terra

No projeto aprovado pelos ministérios da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento Agrário, a equipe de pesquisadores da UFSC e da Epagri mostra que no município de Biguaçu a produção de carvão não é uma atividade agrícola isolada. É um sistema de uso da terra, aperfeiçoado ao longo de décadas. No entanto, uma combinação de fatores, incluindo restrições legais à produção, falta de assistência aos produtores e falta de visão sistêmica estão resultando no abandono da atividade e na substituição das florestas nativas por plantações de eucaliptos.

“Nos fóruns onde a produção de carvão na região da Grande Florianópolis tem sido discutida, a solução quase que invariavelmente apresentada é o cultivo de espécies exóticas, principalmente eucaliptos, para suprir a demanda de madeira para carbonização. Essa proposta, que parece razoável à primeira vista, deveria ser avaliada à luz do contexto em que a atividade se insere, que é muito mais abrangente do que a simples produção de matéria-prima para transformação em carvão”, argumenta o professor Alfredo Celso Fantini.

Segundo ele, diante da dificuldade em adequar o manejo da floresta à legislação ambiental e do receio de serem multados por prática irregular no manejo que fazem, muitos agricultores estão substituindo o sistema de roça-de-toco por monoculturas de eucalipto, cujo corte não tem restrições legais. Nesse processo de substituição, espécies nativas da Mata Atlântica importantes na roça-de-toco vão se perdendo, como a bracatinga. Além disso, no sistema tradicional de manejo a floresta se regenera naturalmente, não há custo de plantio das árvores, o que para os agricultores familiares é um aspecto importante.

“O resultado mais visível desse processo de conversão da roça-de-toco para a plantação de eucaliptos é a transformação da paisagem. Mas também vão se perdendo traços da cultura local e o conhecimento sobre os ecossistemas e seus produtos”, ressalta o professor. Ele lembra que o processo de uso da floresta adotado pelos agricultores da região já teve como objetivo a produção de lenha para os engenhos de farinha e de açúcar. Depois, a lenha passou a ser usada para produzir carvão, um produto com mercado garantido. Nos últimos anos, entretanto, a legislação florestal tornou-se muito restritiva para o manejo da floresta. Ao atingir o “ponto de corte para lenha”, por exemplo, a vegetação secundária já apresenta características que a enquadram no estágio sucessional médio ou avançado de regeneração, em que o corte não é mais permitido.

Na prática, essa restrição impede o agricultor de realizar o ciclo da roça-de-toco e, portanto, de produzir carvão com essa lenha. “Mais importante ainda, impede a continuidade  do processo da produção de conhecimento associado ao sistema uso tradicional da terra”, complementa o professor.

O sistema de produção do carvão em Biguaçu está relacionado a um grande repertório dos agricultores, acumulado e passado através das gerações, e que corre o risco de ser perdido. Em suas falas, os agricultores revelam conhecimentos específicos sobre espécies de crescimento rápido, sobre aquelas que melhoram a capacidade produtiva dos solos, com qualidades para a carbonização, construção civil e de artefatos, para alimentação, entre outros usos. E estes diferentes tipos de vegetação favorecem a manutenção da biodiversidade, permitem usos múltiplos da floresta, inclusive dos serviços ambientais pouco valorizados pela sociedade, como a produção de água e o valor estético da paisagem – serviços prestados pelos agricultores que não são remunerados.

“Nossa expectativa é de que num futuro não muito distante esses produtos não consumíveis da floresta virão a ser finalmente reconhecidos como importantes e devidamente remunerados, e os agricultores recompensados pela sua escolha”, criticam os integrantes da UFSC e da Epagri que desenvolvem o projeto.  “Criminalizar o uso da floresta para produção do carvão, caracterizando-o simplesmente como desmatamento, é pura falta de conhecimento da história da relação dos agricultores com o seu meio”, complementa a equipe, lembrando que muitas das florestas da região são resultados do trabalho dos agricultores.

De acordo com o professor, um projeto dessa natureza, envolvendo uma atividade clandestina e agricultores temerosos, teve de ultrapassar muitos obstáculos para conseguir avançar. O contato com agricultores sempre foi feito com muita cautela e avalizado por pessoas da comunidade que já conheciam os pesquisadores. Alguns agricultores se mostravam muito receosos em comentar a atividade. Alguns preferiam não receber a equipe de pesquisadores. Passado pouco mais de um ano, alguns desses agricultores já participam ativamente de diversas atividades propostas, recebem pesquisadores e técnicos da Epagri em seus estabelecimentos para apresentar sua forma de manejar a floresta. “Foi estabelecida uma relação de parceria. Percebe-se que a auto-estima dessas pessoas vem melhorando e novas demandas vêm surgindo com o andamento dos trabalhos, assim como novos agricultores vêm se aproximando do grupo”, comemora Fantini.

O que UFSC e Epagri estão fazendo:

Para conhecer os usos da terra:

– Mapeando 45 estabelecimentos rurais e o uso da terra na área;
– Identificando as atuais áreas de preservação permanente (APP) e de reserva legal (RL);
– Identificando as áreas que deveriam ser destinadas à preservação permanente e à reserva legal e comparando à situação atual;
– Elaborando mapas de demanda de recuperação de APPs

Para resgatar o conhecimento local:
– Entrevistas com 45 famílias agricultoras;
– Observação  nos estabelecimentos rurais dessas famílias;
– Oficinas sobre o tema com as famílias agricultoras;
– Inventário florestal em cinco estabelecimentos rurais em diferentes comunidades.

Para desenvolver plano de manejo sustentável de forma participativa:
– Estão sendo realizadas oficinas sobre o tema com os agricultores;
– Serão elaborados mapa de reordenamento da paisagem dos estabelecimentos rurais com base na legislação ambiental;
– Serão implantados e monitorados 10 projetos pilotos de Sistemas Agroflorestais em parceria com as famílias agricultoras.

Para humanizar processo de carbonização da madeira:

– Instalação de forno moderno (do tipo desenvolvido pela Universidade Federal de Viçosa) em duas propriedades de agricultores familiares produtores de carvão;
– Comparar, sob a perspectiva dos carvoeiros, o desempenho do novo forno com o atualmente utilizado;- Realizar dias de campo para discutir a performance dos novos fornos.

Melhorar a cadeia de comercialização do produto
– Pesquisar a cadeia de comercialização de carvão vegetal na região da Grande Florianópolis;
– Elaborar proposta de certificação da cadeia de produção agroecológica da produção de carvão.

Para Divulgar os resultados
– Publicar manual sobre produção sustentável de matéria-prima em sistema agroflorestal para produção de carvão;
– Publicar material informativo sobre a cadeia de produção agroecológica de carvão vegetal;
– Publicar artigos científicos sobre os resultados do projeto em periódicos especializados.

Mais informações: afantini@cca.ufsc.br / (48) 3721-5320

Por Ana Luísa Funchal (Bolsista de Jornalismo na Agecom) e Arley Reis (Jornalista da Agecom)

Tags: carvãoprodução sustentável

Rádio Ponto debate Democracia

09/06/2011 08:56

O tema da próxima semana do programa Mixto-Quente, veiculado pela Rádio Ponto, é Democracia. O convidado é o professor de filosofia da UFSC Alessandro Pinzani. O público participa no quadro Papo de Rua e também confere dicas de livros sobre o assunto em pauta no quadro Cafezinho. O programa vai ao ar na terça-feira (14/06), às 12h30min, na Rádio Ponto (www.radioponto.ufsc.br).

Mixto-Quente é um programa de entrevistas sob o comando dos acadêmicos José Fontenelle, Dayane Ros e dos professores do curso de Letras da UFSC José Ernesto e Renato Basso. A produção é supervisionada pela professora do Departamento de Jornalismo Valci Zuculoto.

A transmissão fica disponível em áudio no site da Rádio Ponto UFSC, em www.radio.ufsc.br. Dúvidas e sugestões para pontoufsc@gmail.com, com o assunto Programa Mixto-Quente.

Tags: Rádio Ponto

Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social

09/06/2011 08:46

Estão abertas as inscrições para a 6a edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Serão concedidos 9 prêmios de R$80 mil, cada, para a reaplicação, expansão e aprimoramento da iniciativa.

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social acontece a cada dois anos para identificar, certificar, premiar e difundir produtos, técnicas ou metodologias que se enquadrem no conceito de ‘tecnologia social’ – uma proposta inovadora de desenvolvimento, que considera participação da comunidade no processo.

A iniciativa é realizada pela Fundação Banco do Brasil, em parceria com a Petrobras, Ministério da Ciência e Tecnologia, Unesco e KPMG Auditores Independentes.

Inscrições: www.tecnologiasocial.org.br

Tags: Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social